0% acharam este documento útil (0 voto)
148 visualizações97 páginas

?dentistica Removed

Enviado por

edson
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
148 visualizações97 páginas

?dentistica Removed

Enviado por

edson
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

Aula 1 – Dentistica

HISTÓRICO E EVOLUÇÃO DA DENTÍSTICA; NOMENCLATURA E


CLASSIFICAÇÃO DAS CAVIDADES

Dentistica

- A especialidade da Odontologia que estuda e aplica de forma integrada o conjunto


de procedimentos semiológicos, operatórios, preventivos, terapêuticos e
educativos.

- Objetivo: Preservar e devolver ao dente sua integridade estrutural, funcional e estética se


possível.

Evolução da Dentística

Na década de 60 os preparos cavitários eram bem extensos, pois as matérias das regiões
posteriores eram só o amálgma.

Depois começaram a se preocupar com restauração mais conservadora, foram sendo


descobertas materiais adesivos.

Também foram surgindo os entendimentos que a doença carie não é tratada apenas com
restauração. A partir desse entendimento das doenças sabemos que só não existe tratamento
restaurador para doença carie e sim também existe tratamento preventivo, assim foram
surgindo outros materiais e os preparos também foram ficando mais conservadores.

Logo quando for fazer uma restauração não vai precisar de tanta destruição de tecido
dentário, que foi quando surgiu a “era da Odontologia adesiva” – novas resinas, novos
sistemas adesivo ficando mais fácil do ponto de vista funcional e do ponto de vista para a
dentistica operatória.

Depois da década de 80 a 90 foi chegando o entendendo que se a uma permissão adequada


cada vez menos as pessoas desenvolve carie.

A Odontologia atualmente tem outro enfoque. E a dentistica trabalha em cima desses três
parâmetros.

Uma nova filosofia em Dentística


Ou seja, os preparos são cada vez menores, mais conservadores, não se fazem mais com
tantas freqüências aquelas restaurações intensas, ainda se utiliza o amalgma, ais cada vez os
dentistas tem essa consciência de preservar mais estrutura dentaria. Ate mesmo porque os
materiais hoje em dia são adesivos e qualquer coisa remove só a carie e bota a resina, ou seja,
há também uma grande valorização na estrutura dentaria por isso tiramos o mínimo possível, e
hoje a estética é muito valorizada na dentistica.

Nomenclatura e classificação das cavidades


É o conjunto de termos peculiares a uma arte ou ciência, pelos quais indivíduos de mesma
profissão são capazes de se entender mutuamente.

Cavidade

Em odontologia, é o termo empregado para definir a lesão de carie


ou a condição do dente, causado pela destruição de tecido duro.

Na segunda imagem não é uma cavidade de carie e sim de uma erosão.

Partes que constituem as Cavidades

1. Paredes (circundantes e de fundo)

2. Ângulos (diedros, poliedros e Cavo - superficial)

Pergunta: Quais são as partes que constitua uma cavidade?


Paredes (circundantes e de fundo), Ângulos (diedros, poliedros e Cavo - superficial)

- PAREDES: São os limites internos das cavidades.


Paredes circundantes
Podendo ser:

Paredes de fundo

Paredes Circundantes

- paredes laterais das cavidades, recebem o nome da face do dente a que correspondem ou da
qual estão próximas.

- Paredes circundantes vestibular (A), lingual (B), cervical (C)

Pulpar
Paredes de fundo

- Axial: paralela (descendo) ao eixo longitudinal do dente.


Axial

-Pulpar: quando perpendicular ao eixo longitudinal do dente.

Parede circundante Cervical

Quando olhamos de cima a parede de fundo a chamamos de pulpar, pois ela é


perpendicular (reto) ao longo eixo do dente.
Lembrando que só existem duas paredes de fundo a Axial e a Pulpar. Já as paredes
circundantes têm varias vestibular (A), lingual (B), cervical (C).

Qual é a diferença da parede de fundo para as paredes cervicais?


É que as paredes cervicais ficam ao redor, e as paredes de fundos elas protegem as que têm
relação com a polpa, por isso que só existem duas paredes de fundo a axial (paralelo ao longo
eixo) e a pulpar (perpendicular ao longo eixo) que estão em relação à polpa.

Obs.: a parede cervical (gengival) é sempre mais baixa que á pulpar.

Ângulos

Popularmente chamamos de quinas.

Então ângulos é o encontro de duas paredes.

Ângulos Diedros

- São formados pela união de duas paredes de uma cavidade. São


denominados combinando-se os respectivos nomes das paredes;
podem ser: 1º, 2º ou 3º grupo.

- Primeiro grupo: formado pela união das paredes circundantes. Ex: , vestíbulogengival e
gengivolingual

vestíbulogengival

gengivolingual

- Segundo grupo: formado por uma parede de circundante com a parede de


fundo da cavidade.

línguopulpar

Ex: línguopulpar, gengivoaxial.

gengivoaxial

Terceiro grupo: formados pela união das paredes de fundo da cavidade.

Ex: áxio-pulpar, áxio-axial.

áxio-pulpar
áxio-axial

Ângulos Triedros

- São formados pelo encontro de três paredes. Ex: , vestíbulo-axio-gengival e línguo-gengivo-


axial.

Vestibulo-axio-lingual ou ângulo
incisal.

vestíbulo-axio-gengival

línguo-gengivo-axial.

OBS: Cavidades Classe III – os ângulos diedros e triedros são denominados ângulos incisais.
Na imagem foi encontro de duas paredes circundantes e uma axial.

Ângulo Cavossuperficial (cavosuperficial)

- É o ângulo formado pela junção das paredes da cavidade com a superfície externa do dente.

Também pode ser denominado margem (linha de união da superfície externa do dente com o
material restaurador).

Algumas vezes deixamos esse ângulo Cavossuperficial expulsivo (aberto) para preparo
em prótese.
Classificação das cavidades

1. Quanto ao número de faces

2. Quanto ao nome das faces

3. Quanto à forma e extensão da cavidade

4. Quanto à finalidade

1. Quanto ao número de faces em que ocorre:

➢ SIMPLES: atinge apenas uma só face do dente.


➢ COMPOSTA: duas faces dos dentes.
➢ COMPLEXA: três ou mais faces dos dentes.

Um dente pode ter mais de uma restauração como pode ter mais de uma cavitação,
podendo ser feita uma cavidade simples e uma composta no mesmo dente.

Cavidade Simples atinge apenas uma só face do dente.

Face Oclusal
Face Vestibular Face proximal

Cavidade Composta – Duas Faces dos dentes.

Face Oclusal + mesial

Cavidade complexa: três ou mais faces dos dentes.


Face Oclusal + mesial + distal+ vestibular

OBS.:Se a cavidade estiver separada, por exemplo, uma cavidade na vestibular e três na
oclusal juntas, coloca restauração simples + restauração complexa sobre o elemento X.

Classificação das cavidades

2. Quanto à face do dente que está envolvida, receberá o nome da(s) respectiva(s) face(s):

➢ CAVIDADE OCLUSAL: Preparada na face oclusal.


➢ CAVIDADE MÉSIO-OCLUSAL: que se estende da face oclusal até a face mesial.
➢ CAVIDADE MÉSIO-OCLUSO-DISTAL: que se estende nas faces mesial, oclusal e
distal do dente.
➢ CAVIDADE MÉSIO-OCLUSO-LINGUAL: envolve as faces mesial, oclusal e
lingual.

OBS: A denominação das faces dos dentes pode ser abreviada com letras iniciais de cada uma.
EXEMPLOS:

• O=Oclusal
• M.O.= Mésio-oclusal
• M.O.D.=Mésio-ocluso-distal

Deve ser tudo MAIUSCULO

3. Quanto à forma e à extensão das cavidades:

➢ INTRACORONÁRIAS = INLAYS
➢ EXTRACORONÁRIAS PARCIAIS = ONLAY
➢ EXTRACORONÁRIAS TOTAIS = OVERLAY

INTRACORONÁRIAS = INLAYS - São cavidades confinadas no interior da estrutura


dentária, como uma caixa pura.
Se uma cavidade for pequena e não atingir cúspides.

EXTRACORONÁRIAS PARCIAIS = ONLAY - São as cavidades que apresentam


cobertura de cúspides e/ou de outras faces dos dentes.
Cavidades mais extensas com certos envolvimentos de algumas cúspides.
EXTRACORONÁRIAS TOTAIS = OVERLAY - São aquelas em que todas as faces axiais
e oclusal ou incisal do dente são recobertas pelo material restaurador, ou seja, coroa total.

Durante o curso só fazemos as intercoronarias, na pos graduação ai se faz as outras.

4. Quanto à finalidade:

➢ CAVIDADES TERAPÊUTICAS
➢ CAVIDADES PROTÉTICAS

Cavidades Terapêuticas

- Cavidades com forma geométrica e dimensões definidas, resultante de um processo


cirúrgico que visa remover o tecido cariado.

Preparo Cavitario

Tratar o dente acometido pela carie, ou seja, é um preparo cavitario.

OBJETIVOS DO PREPARO CAVITÁRIO:

• Remover tecidos cariados


• Obter formas precisas no dente
• Impedir fraturas na dente e material restaurador
• Impedir a instalação de lesão de cárie

Cavidades Protéticas
- Preparadas para servir como
retentores ou apoio para próteses fixas
e removíveis, podendo ser realizadas
em dentes hígidos ou afetados.
- Podem ser terapêuticas (coroas clínicas
parcial ou totalmente destruídas), pois
além de servirem de retentores,
reconstroem o dente.

Aqui o dente não precisa estar cariado,


ele recebe o apoio da prótese.Não se
faz mais.

Profundidade das cavidades


Classificação das cavidades
Essa questão da
profundidade da
5. Quanto à profundidade: cavidade estar
relacionada a
aproximação da polpa.
➢ Cavidade superficial
➢ Cavidade rasa Cavidade média
➢ Cavidade profunda
➢ Cavidade bastante profunda

Classificação das cavidades

• Classificação de Black- ele classificou as cavidades em dois grupos.


1) Áreas dos dentes susceptíveis à cárie: regiões de difícil higienização subdivididas conforme
localização anatômica:

- Cavidades de cicatrículas e fissuras – carie se desenvolve mais rápido, pois são áreas
retentivas.
- Cavidades de superfícies lisas

O molar no seu terço superior na face vestibular tem um suco, então ele nesse terço não é
uma área de superfície lisa e sim uma área de cicatrículas e fissuras, já no terço inferior vai ser
uma área de superfícies lisas.

Aras onde contem cíngulos, molares superiores onde tem um suco ocluso lingual o
tubérculo de carabele, essas vão ser áreas de cicatrículas e fissuras.

2) Artificiais: São cavidades que requerem a mesma técnica de instrumentação e restauração.

- CLASSE I CLASSE II
- CLASSE III
- CLASSE IV
- CLASSE V

Classe I - Cavidades preparadas em regiões de má coalescência de esmalte:

- Cicatrículas e fissuras

- Face oclusal de pré-molares e molares

- 2/3 oclusais da face vestibular dos molares

- Face lingual dos incisivos superiores


- Face palatina de molares superiores

Ex: Paciente com carie nesses lugares citado acima escrevemos na fichinha- Preparo cavitario
de classe I no Elemental X.

Classe II - Cavidades preparadas nas faces proximais dos pré-molares e molares (dentes
posteriores)

Classe III - Cavidades preparadas nas faces proximais dos incisivos e caninos SEM remoção
do ângulo incisal.

Classe IV - Cavidades preparadas nas faces proximais dos incisivos e caninos COM remoção
do ângulo incisal.

Classe IV é mais por fraturas.

Classe V - Cavidades preparadas no terço gengival (cervical) das faces vestibular e lingual de
todos os dentes .
Pode ser tanto posterior quanto anterior sendo que deve ser no terço serviçal.

Obs.: Classe II só existe nas proximais dos dentes posteriores.

EX:Se atingir pelo menos uma face proximal dos dentes


posteriores já é classe II

Se tiver na face proximal e face oclusal – Ela vai ser classe II pois
atingiu a face proximal então já deixa de ser classe I para ser
classe II.
Classe III e classe IV Só existem em dentes anteriores

Depois de Black apareceu outros pesquisadores.

Classificação das Cavidades

Cavidade classe VI (Howard e Simon)


Quando a carie atinge apenas a

pontinha da cúspide.

Cavidade Classe I “de ponto” de Sockwell


Quando a classe se desenvolve na face
vestibular dos incisivos, nas áreas dos
sucos em desenvolvimento.

As classes II,III,IV e V ocorrem em superfícies lisas.

Classe VI (Howard e Simon): cavidades preparadas nas bordas incisais e pontas de cúspides.

Sockwell acrescenta à CLASSE I de Black, as cavidades preparadas em cicatrículas e fissuras


incipientes(ponto) na face vestibular de dentes anteriores.

Cavidades Classe I : tipo ponto, risco, olho de cobra, shot gun – todos são restaurados com
resinas

Cavidades Classe II : “slot” vertical, tipo túnel


Aula 2 Dentistica ( estagio I)
Princípios Gerais do Preparo Cavitário

O preparo cavitário é o tratamento biomecânico da estrutura dental


que objetiva proporcionar melhor desempenho para o conjunto dente-
material restaurador.

O preparo cavitário, segundo Black (1908), possuía caráter puramente mecânico e uma
sequência lógica de procedimentos que seguiam a seguinte a ordem:

1- Forma de contorno
2- Forma de resistência
3- Forma de retenção
4- Forma de conveniência
5- Remoção da dentina cariada
6- Acabamento das paredes de esmalte
7- Limpeza da cavidade

1- Forma de contorno - é a área da superfície do dente que deve ser incluída no


preparo cavitário.

1.1. Todo o esmalte, friável (quebradiço), sem suporte


dentinário deve ser removido, ou então, quando não friável,
apoiado sobre um material adesivo calçador (RC - resina ou
CIV).

1.2. Procedimentos diferentes em cavidades de cicatrículas


e fissuras daquelas de superfícies lisas.

A forma de contorno vai depender da lesão cariosa, se for uma


Cavidades
lesão cariosade cicatrículas
pequena e fissuras
ela vai ter um contorno menor, se for
maior a lesão cariosa obviamente o contorno vai ser maior.

O desenvolvimento da carie em cicatrículas e fissuras é diferente de superfícies lisas.

Cavidades de cicatrículas e fissuras

- Extensão da cárie: a cárie se propaga como dois cones superpostos pela base na JAD;
forma de contorno deve incluir tanto a extensão superficial da cárie como sua propagação ao
longo dessa junção;
- Ponto de vista clinica - Cáries em superfícies de cicatrículas e fissuras propagam-se mais em
profundidade do que em extensão.
Lembrando - Cáries em superfícies de
cicatrículas e fissuras propagam-se mais
em profundidade do que em extensão. As
vezes pode estar bem próximo a polpa pois o
desenvolvimento da carie nessa região vai
ser sempre assim.
Cavidades de superfícies lisas

- Extensão da cárie: a cárie se propaga como dois cones superpostos, ápice contra base,
na JAD; e deve ser totalmente incluída no delineamento de contorno;
- Ponto de vista clinica - Cáries em superfícies lisas propagam-se mais em extensão do
que em profundidade.

Isso é decorrente das posições dos prismas de


esmaltes nessa região, que propiciam o
desenvolvimento da carie de formas diferente.
Obs. Ela falou q eu sempre pedi nas provas

2- Formas de resistência - são as características da cavidade para que as estruturas


remanescentes e a restauração sejam capazes de resistir às forças mastigatórias.

2.1. Abertura VL não ultrapassar ¼ do volume da coroa.

2.2. Paredes circundantes paralelas entre si e perpendiculares à parede


oclusal( pulpar)

2.3. Paredes pulpares e gengivais planas, paralelas entre si e perpendiculares ao longo eixo do dente.

2.4. Conservar o máximo de estruturas dentárias sadias, estruturas de


reforço do dente (cristas marginais, cúspides, ponte de esmalte).

2.5. Esmalte deve ser apoiado em estrutura dentária hígida, quando


não for possível, deve ser apoiado sobre material adesivo.
2.6. Ângulos internos vivos, com ângulo áxio-pulpar arredondado
(maior vol. material restaurador e evita concentração de tensões)

Porque arredondar os ângulos no caso dos preparos?

Para evitar concentração de tensões.

2.7. “Curva reversa de Hollenback” – as paredes V e L da caixa


proximal devem formar um ângulo de 90º com a superfície externa do
dente, de maneira a acompanhar a orientação (curvatura) dos prismas
de esmalte, para que não haja fratura depois da restauração.

Fazer um desgaste na caixa proximal e na parede


vestibular em uma restauração classe II de maneira a
evitar fratura.

3. Forma de retenção - é a forma dada à cavidade para torná-la capaz de reter a


restauração e evitar seu deslocamento.

- A forma de resistência e retenção é obtida simultaneamente através:


Forma do preparo

Retenções adicionais

Atrito do Material Retenção mais forte se o material


for adesivo, então não serve para o
amalgma, pois ele permanece na
Adesão química cavidade pelos três processos
anteriores.

Os preparos para amálgma devem ser retentivos, pois o contrario a restauração não dura
pelo material não ser adesivo.

3.1. Cavidades simples (apenas uma face envolvida): P ≥ L = auto-


retentivas.
Não precisa fazer manobra de retenção, a restauração dificilmente vai
deslocar

P ≤ L = retenções base das cúspides; paredes convergentes para Oclusal.


Nesse caso deve ser feita retenção adicionais, pois a restauração pode se soltar mais fácil.

Obs.: P= profundidade

L = largura

Deixando as paredes convergentes


para oclusal da uma retenção muito
boa. Nesse caso a base fica maior que
a parte da entrada.

Preparo auto-retentivo, pois possui Retenções adicionais, pois possui


profundidade maior que a largura. largura maior que a profundidade.

3.2. Cavidades Compostas e Complexas: sulcos proximais; cauda de


andorinha (em desuso) ou forma de canaleta.
Essa cavidade é feita assim por agente estarmos em
uma era que quanto menos estrutura dental tirar
melhor é indicado nesse caso usar resina.

3.3. Pinos metálicos, Pinoa de fibras de vidro, Pinos de


fibras de carbono.
3.4. Adesão química (hibridização, quelação superficial do Ca em
rest. CIV)

4. Forma de conveniência - é a etapa do preparo cavitário que visa proporcionar


acesso adequado à cavidade, possibilitando uma boa instrumentação e inserção do material
restaurador.

São manobras que nos ajudam acessar mais


fácil a cavidade, de maneira que tenhamos
facilidade de instrumentar o preparo
cavitario. Ex: elásticos ou isolamento
absoluto.

5. Remoção da dentina cariada - é a etapa que visa remover toda a


dentina cariada que houver permanecido após as fases prévias do preparo.

5.1. Cavidades incipientes: a remoção da dentina cariada é feita


simultaneamente com as fases do preparo cavitário.

5.2. Cavidades extensas: Se ainda permanecer tecido cariado após as fases do preparo
cavitário, deve-se remover a dentina cariada remanescente.

- “Progressão da cárie em dentina” –

1. Zona de dentina infectada (superficial) – intensa contaminação bacteriana, deve ser removida
no preparo;

Dentina é visivelmente amolecida e bem úmida


deve ser removida, ela sai facilmente, mais em uma
carie pequena deve se tirar tudo.

Mais em área de dentina profunda, devemos ter


cuidado para remoção podendo haver exposição
pulpar. Nessas cavidades profunda existe uma
região onde se localiza a dentina afeta.

- “Progressão da cárie em dentina” –

2. Zona de dentina afetada – dentina desmineralizada, não infectada, não deve ser removida
no preparo (passível de remineralização).

Dentina afeta não existe contaminação


bacteriana, é uma dentina desorganizada, é um
pouco desmineralizada e um pouco mais
consistente.
A dentina afetada ela é passiva de remineralização, depois que limpamos e colocamos o material
a base de hidroxo de cálcio manda o paciente para casa, depois de mais ou menos dois meses quando
ele volta para o consultório aquela dentina já vai ter remineralizado, nesse caso evitamos exposição
pulpar.

A remoção da dentina careada vai estar relacionada com a progressão da carie na dentina.

A remoção de dentina cariada em lesões profundas deve ser com cautela, primeiro remove a
dentina infectada e deixa a dentina afetada (dentina mais profunda) para que possa haver uma
remineralização.

6. Acabamento das paredes de esmalte - visa à remoção das irregularidades e dos


prismas de esmalte sem suporte deixados pela instrumentação inicial, mediante o alisamento das
paredes do preparo.

Os cabamaentos eles servem para não ficarem


pontinhos de esmaltes para não favorecer a
infiltração, para que a restauração tenha maior
durabilidade, então é necessário depois do
acabamento da uma regularizada nessas paredes de
esmaltes.

7. Limpeza da cavidade - é a remoção de partículas remanescentes do preparo


cavitário, o que possibilita a inserção do material restaurador sobre uma superfície limpa.

Smearlayer – Também chamada de lama


dentinaria, remove os dentritos que são formados pelo
corte do outro dente. Fragmentos de esmaltes,
dentinas, tem células também da própria saliva,
sangue,microorganismos, óleo da caneta, tudo isso
formando o Smearlayer.

Se lavarmos vai ter uns fragmentos que vão sair, mais outros tipos de sujeiras não saem
facilmente.

Quais tipos de agente podem utilizar na limpeza da cavidade?

Acido fosfórico a 37%, fazendo um condicionamento acido. Podemos usar também a


clorexidina a 2% (antimicrobiano) em cavidades mais profundas.
“Princípio
Nunca da extensão
devemos esquecer preventiva
que material restauradorem amalgama”
deve ser colocado sobre uma cavidade
limpa e seca.
- Englobar no preparo as zonas de maior susceptibilidade a cárie, principalmente as zonas de má
coalescência;

- As margens das cavidades deveriam ser levadas a zonas de menor susceptibilidade a cárie
(superfícies lisas ou áreas de auto-limpeza, proveniente dos movimentos mastigatórios, da
língua, lábios e bochechas).

- Máxima conservação de estrutura dental (conhecimentos sobre a etiologia da doença


cárie e surgimento de novos materiais restauradores);

- Promoção de saúde e diagnóstico precoce de lesões de cárie.


Entendendo - no tempo de Black ele falava que deveria estender a margem do preparo ate as
áreas de relativa existência a carie, ou seja, fazer um preparo bem longe da área da carie. Pois as
áreas de preparo deveriam ficar em áreas de mais resistência a carie como as áreas longe dos
sulcos e áreas de fissura.
Nisso imaginamos quanta estrutura dentaria era removida por causa desta extensão
preventiva que depois muitos autores chamavam de extensão destrutiva.
Hoje em dia não se faz mais, se a carie estiver só no sulco, o preparo vai ser bem estreito de
maneira que dê para colocar o material restaurador. Hoje em dia não tem mais aquilo de
estender o preparo viando prevenir uma caria no futuro.
A filosofia hoje é a máxima conservação da estrutura dentaria e promoção de saúde de
maneira geral.

Filosofia atual do Preparo Cavitário


Restaurações diretas com compósitos

1. Retenções micromecânicas (“Adesão”) - não são dependentes da retenção


decorrente da geometria do preparo.
2. Preparo cavitário extremamente conservador - limita-se à remoção de tecido cariado
e à conservação de tecido sadio.
3. O desgaste de tecido sadio só se justifica em casos específicos.

O preparo não é importante, só precisa remover a carie limpar direitinho e restaurado.

Restaurações diretas com amálgama

1. Retenções macromecânicas - são dependentes da geometria do preparo;

2. Remoção de esmalte sem suporte (não reforça a estrutura de esmalte fragilizada);

3. Cavidades menos conservadoras: permitir a retenção do mat. na cavidade e possibilitar a


resistência adequada dente/mat. Restaurador.

Relação das restaurações com o Periodonto

- Idealmente o preparo cavitário deve ser colocado o mais distante possível do tecido
gengival (facilitar o acabamento das margens, isolamento do campo operatório, visualização da
interface dente restauração, remoção de excessos, moldagens, etc.).
-Deve ser de, no máximo, 0,5 mm no interior do sulco, para não comprometer o espaço
biológico;

- A necessidade de extensão subgengival é governada por três fatores: Cárie, Retenção e


Estética.
Ate quanto deve ser o preparo com relação à gengiva?
Deve sempre lembrar o seguinte, para todas as restaurações o preparo cavitario ideal
deve ficar o mais longe possível do tecido gengival, para não ter problemas de
inflamação de retenção de biofilme nem nada. Mais muitas vezes o preparo se estende
próximo a gengiva e as vezes ate subgengival.Então devemos mandar primeiro para a
perio para eles fazerem um aumento da coroa clinica para deixar esse termino do
preparo supra gengival e agente fazer a resteuração.

O que não pode é colocar material restaurador junto com gengiva com sangue.
A restauração deve ser isenta de umidade nem tão pouco contaminação por saliva
nem por sangue.
Aula 1 Dentística ( estagio II)
Proteção

Introdução

➢ Sucesso do tratamento restaurador:

Propriedades;

Estrutura;

Função do complexo dentino pulpar

➢ Valorização dos princípios estéticos, físicos e mecânicos dos procedimentos


restauradores;

➢ Pouca atenção com os princípios biológicos, necessários para longevidades das


restaurações.

Precisamos valorizar os princípios estéticos, físicos e mecânicos dos procedimentos


restauradores assim como os princípios biológicos presentes do dente para que a
longevidade da restauração seja eficaz.

O complexo Dentino – Pulpar


• Principais componentes do complexo dentino-pulpar:

- Dentina (onde se subdivide em dentina tubular e pré- dentina)

- Polpa (camada odontoblastica, zona acelular de Well, zona


rica em células, corpo pulpar)

• Processo de desenvolvimento do órgão dentário;

• Enquanto o processo de duração e formação evolui.

Interação dentina-polpa,torna-se cada vez mais evidente.

Na embriogenese enquanto o dente vai evoluindo para a formação dele, mais evidentemente
veremos a diferenciação da polpa para dentina. A partir da evolução do crescimento dental é que
vamos diferenciar as estruturas dentarias propriamente dita.

A estrutura do complexo dentino pulpar


O dente é formado por coroa e raiz, onde a coroa é formada por esmalte (camada mais
externa), dentina (camada intermediaria) e polpa (camada mais interna do dente).

A polpa pode ser coronária, que é aquela polpa presente na coroa do dente onde quem a
protege é o esmalte dentário. E a polpa radicular que é a polpa que está imersa no osso.

Pulpectomia – remoção por completo da polpa – polpa radicular

Pulpotomia – remoção apenas da polpa coronária.

Na parte imersa do osso vamos ter a gengiva o osso propriamente dito, ligamentos
periodontais canais radiculares, então toda estrutura dental.

Obs.: A pré-dentina é a dentina formada em cima da camada odontoblastica.

A primeira camada de dentina é formada através da diferenciação dos odontoblastos. E a


dentina formada a partir destas células já diferenciadas.

A dentina formada pelos odontoblastos primários que são os odontoblastos propriamente dito
e pelo odontoblastos já modificado aqueles que já são dentina.

Então dentina formada por células e dentina formada por dentina (não é muito importante).

Lembrando os odontoblastos fica na camada próxima a dentina e os ameloblastos ficam na


camada próxima ao esmalte.

Diferença celular:

Odonto para dentina e Amelo para o esmalte.

Zona celular:

Pre- odontoblasto – células iniciais odontoblastos que são


primeiro pré-odontoblastos que se diferenciam em odontoblastos
para depois se diferenciarem se transformando em dentina.

Então na imagem histológica vai ta os pré-odontoblastos, o


odontoblastos maduros, a pré-dentina e a dentina prorpiamente dita.

Esmalte
• Tecido mineralizado (98%)

• Resistência ao desgaste;

• Impermeável;

• Possui bom isolamento térmico;

• Função de proteger a dentina.

Dentina
• Pouco resistente ao desgaste, permeável e boa condutora de eletricidade ( por conta da
presença dos túbulos dentinarios)

• Constituição:

- 45% matéria inorgânica (hidroxiapatita)


- 33% matéria orgânica (colágeno, proteoglicanas, glicosaminoglicanas, glicoproteinas
e lipídeos);

- 22% água.

• Presença de túbulos que ocupam de 20 a 30% do substrato em volume;

• Dentina se divide em dentina peritubular e dentina intertubular.

Perto do esmalte encontramos pouco túbulos dentinarios, mais a medida que vai chegando
perto da polpa esse espessamento vai aumentando e a quantidade dos tubulos também vai
aumentar.

Quando falamos em dentina intertubular que é essa dentina que estar ente um túbulo e outro
e a dentina peritubular é a dentina que estar ao redor dos túbulos e tudo é formado por dentina,
mais que são dentinas diferentes que vai ser a Peritubular e intertubular.

Túbulos
Dentinarios

• Responsável pela difusão de fluidos através da dentina;

• Função protetora ( protege a pulpa);

• Dispostos radialmente;

• Quanto mais próximo a polpa maior o diâmetro, portanto maior a


permeabilidade, ou seja, maior a sensibilidade.

• A idade influência – porque uma pessoa mais adulta produz mais dentina.

Polpa Dental
• Constituição

75% água;

25% matéria orgânica

Tecido Conjuntivo Frouxo

Fibroblastos, Fibrocitos,
magrofagos,Linfocitos T,
Células Plasmocitos,Celulas 45% a 55%
ectomesenquimais,Mastocitos

MEC – Matriz Extracelular Colágeno do tipo I e II, proteoglicanas, 45 % a 55%


GACa, Glicoproteinas, H²O.

• Tecido especializado, inervado e vascularizado.

Toda regeneração se da através da polpa, ate a regeneração da dentina se do primeiro através


da polpa que são os odontoblastos que estão mais embaixo, ate a regeneração

Dividido em:

Corno Pulpar – Quando há injuria quem é primeiro acometido são os


cornos pulpares.

Polpa coronária - Polpa presente na coroa do dente

Polpa Radicular – Polpa presente na raiz do dente que estar imersa no


osso;

Forame Apical – Onde geralmente encontramos as lesões


Polpa Dental
• Função: Defesa e regeneração

- Reparo a injurias externa;

• Características: Produzir dentina

- Alertar através da dor: qualquer injúria ao elemento dentário

• A polpa proporciona nutrição à dentina através dos prolongamentos odontoblasticos;

• Quando exposta a injuria desencadeia uma reação de defesa (reação inflamatória);

• Quanto mais jovem o tecido maior o conteúdo celular, ou seja, mais favorável para
regeneração.

Polpas envelhecidas apresentam respostas biológicas mais lentas e reduzidas

• Essa reação de defesa é caracterizada pela produção:

- Dentina reparadora (injúria menor);

- Reação Inflamatória (injuria maior)

Dentina reparadora Reação inflamatória

Quando temos uma cavidade profunda mais Quando já acomete a polpa, há um


que ainda não acomete a polpa. Quando a injuria reação inflamatória.
chega à dentina esclerosada.

Geralmente a dentina reparadora é mais escurecida, já a dentina sadia é amarelada, não tão
escura quanto essa.

Mecanismo de Defesa da Polpa


• Esclerosamento dos túbulos dentinarios;

- Deposição de mineral dentro dos túbulos, pode ser causado por fatores externos ou
pela idade.

• Formação de dentina Terciária – Dentina próxima ao corno pulpar, dentina reparadora


dentina de formação da injuria.

- Deposição da dentina terciária nas proximidades da agressão;

- Aumenta a distancia entre o agente agressor e as células pulpares;

- diminui a permeabilidade dentaria (estímulos nervosos);

- Quanto mais ativa a lesão cariosa, mais irregular o novo tecido formado;

- Dentina reacional (formada por odontoblastos primários (que não tem diferenciação),
estímulos moderadores);

- Dentina reparadora (formada por uma nova geração de odontoblastos) os


odontoblastos secundários, já diferenciados.

• Sensibilidade dolorosa
Então sabemos que há dois tipos de formação de dentina – um odontoblastos primários e
outro de odontoblastos indiferenciados.

Sucesso da Terapia Pulpar

• Realização de procedimentos operatórios, visando à remoção do agente agressor, controle


da infecção e isolamento do complexo dentinopulpar de injurias adicionais;

• Escolha correta da modalidade de tratamento e de aplicação de biomaterial;

• Restauração da cavidade para proteger a área tratada de micro infiltração bacteriana

Como Diagnosticar a condição pulpar?

• Característica Clinica:

o Anamnese;

o Exame clinico;

o Exame da vitalidade pulpar;

o Exame radiográfico.

Polpa potencialmente Reversível Polpa provavelmente irreversível

Polpa que não teve exposição Espontânea


Dor
Provocada Não necessita de estimulo esterno primário, sugerindo
tecido pulpar injuriado ou necrosado.
Necessita de estimulo externo (Frio, Calor,
doce, sondagem).

Momentânea Continua
Desaparece rapidamente, com a remoção do Persiste por minutos, horas depois que o estimulo é
estimulo. removido.
Á percussão Intermitente, Pulsátil, Reflexa, em decúbito.
Resposta negativa, a menos que ... oclusal

Á percussão

Pode ocorrer nos estágio avançados de Pulpite,


associada à lesão periapical aguda.
Polpa potencialmente Reversível Historia Polpa potencialmente Irreversível
Procedimento odontológico recente, com o
Clinica Restaurações extensa em cavidades profundas,
preparo cavitatio, restauração, remoção de cálculos resultantes de lesões muito próximas das polpas,
periodontais, ou presença de áreas de exposição capeamento pulpar direto ou indireto, trauma oclusal
dentaria (erosão, abrasão, atrição), trauma a crônico, lesões periodontais crônicas, pulpite associada
oclusal. à lesão periapical.

Normal (rósea) Alterada (vermelho escurecido)


Cor
Pode sofrer alteração decorrente da lise do tecido
pulpar ou hemorragias intrapulpares.
Periápice negativo Periápice negativo

Pode evidenciar restaurações ou lesões de carie Nos estágios iniciais do processo degenerativo

Radiografia Periápice positivo

Nos estágios avançados do processo (lesão


periapicais crônicas ou agudas

Injurias Dentais
• Caries – mais comum

• Atrição

• Abrasão

• Erosão – não cariosa

• Preparo cavitario – quanto mais tem probabilidade de injuria dental

• Trauma oclusal – contato pré maturo

• Materiais odontológicos – utilizados de forma errônea.

Lesões cariosas
• Através do processo carioso estímulos inflamatórios difundem-se ate a polpa nos
canalículos dentinarios.

• O grau de injuria pulpar será determinado pelas características do paciente e pelas


características da lesão.
Zona distintas indica o grau de progresso

Zona da cavidade
Dentina cariada superficial
Dentina cariada Profunda
Dentina Esclerosada

Dentina Terciária
Preparo Cavitario
• Fatores Técnicos:

▪ Pressão de corte;

▪ Calor Friccional;

▪ Desidratação da dentina;

Todos esses fatores podem injuriar a polpa, pois quando estamos fazendo os preparos deve
ter jato de água para não passe os estímulos térmicos para a dentina, pois o mesmo pode passar
para a polpa provocando uma injuria. Então devemos fazer descontinuo tirando e botando.

• Fatores Clínicos:

▪ Condição inicial da polpa;

▪ Quantidade e qualidade de dentina remanescente.

Aqui vemos se ainda tem condições de regeneração do dente, caso o dente esteja
completamente destruído não tentamos fazer um procedimento que sabemos que não vamos ter
sucesso. Então temos que ver a qualidade da dentina se a mesma estar em bom estado.

• Instrumentos Rotatórios

▪ Causam vibração e movimentação dos fluidos em direção da polpa, podendo


causar injurias.

• Refrigeração:

▪ Essencial para minimizar as reações pulpares evitando à elevação da temperatura e


possíveis danos a polpa.

▪ Acima de 6°C: Suficiente para causar injuria a polpa.

Trauma Oclusal
• Restaurações com contatos exagerados transferem sobrecarga mastigatória para o dente
restaurador, estimulando o periodonto e a pressão intrapulpar.

• O aumento da pressão intrapulpar torna o dente mais sensível às variações térmicas,


principalmente ao frio.

• O mínimo excesso oclusal causa suficiente desconforto para motivar o retorno do paciente
ao dentista.

Como minimizar o
trauma oclusal
• Ajustar os contatos após confecção da restauração em:

▪ Relação centrica;

▪ Maxima Intercuspidação Habitual (MIH)

▪ Lateralidade

▪ Protrusão

Procedimento Restaurador
• Condicionamento ácido;

• Hibridação

• Restauração

✓ Condicionamento Ácido
o Ação desmineralizadora;

o Ação cauterizadora;

o Ação de desnaturação;

o Ação hipertônica.

Variáveis que determinam a


resposta pulpar

• Tipo de acido ( usamos o acido fosfórico a 37%)existem vários tipos, pH;

• Concentração do acido aplicado (que determina o seu potencial químico e a pressão


osmótica);

• Tempo de atuação do acido;

• Espessura da dentina remensacente (> ou < 0,6mm), se a cavidade for profunda não
colocar o acido na porção mais próxima a polpa.

• Habilidade da restauração em vedar a dentina.

Como otimizar o
condicionamento ácido

• Tempo: 15segundos em esmalte + 15 segundos dentina e esmalte.

• Irrigar abundantemente;

• Manter a umidade adequada para o sistema adesivo;

• Evitar desidratação excessiva da dentina;


• Alternativa: utilizar o sistema autocondicionantes (adesivos que não precisa fazer o ataque
acido antes)

✓ Hibridação

• Fatores a serem considerados:

o Características dos substratos (dentina remanescente);

o Profundidade da cavidade;

o Permeabilidade dentinaria

• Em cavidades profundas: associar uma proteção terapêutica á proteção adesiva.

Nunca fazer hibridação em cavidades muito profundas, deve ser feito sempre forramento
antes de fazer a hibridização.

Possíveis condições que levam a irritação pulpar decorrentes da hibridização

Camada ideal – como se o adesivo pegasse a resina por ligação química, e a resina se
pega a dentina por ligação biológica. Então foram dois tipos de interação a química e a
biológica.

Nanoinfiltração – quando o adesivo penetra mais do que devia penetrar, podendo provocar
injuria a polpa, pois o adesivo é tóxico.

Gap Interno – Sensiblidade


dentinaria.
Gap Externo –microinfiltração
Quando não ha penetração do
adesivo. Quando a polpa estar contaminada
solta aqueles fluidos de
O adesivo fica solto, podendo se contaminação descolando a
soltar a qualquer momento, ou restauração.
seja, a não tem ligação biológica.
Hibridização

• Diante as evidencias cientificas atuais, a aplicação de sistemas adesivos diretamente sobre


a polpa ou em cavidades muito profundas não é indicada por que:

o Não é necessário submeter à polpa a riscos adicionais de intoxicação;

o Os sistemas adesivos são potencialmente irritantes;

o Ocorre somente de estimulo sobre a polpa, que já se encontra em situação


adversa antes do capeamento.

o A proteção da interface pela restauração adesiva é duvidosa em médio prazo;

o A grande diversidade de produtos comerciais, não permite que todos sejam


testados.

o A sintomatologia clinica não corresponde á condição histopatológica da polpa;

o Não ocorre mesmo nos casos em que a resposta pulpar é mínima, a completa
recuperação das funções biológicas da polpa.

✓ Restauração

1) Avaliar previamente a condição pulpar para evitar a somação de estímulos;

2) Utilizar os recursos de proteção pulpar compatíveis com a profundidade da cavidade,


como cimento de hidróxido de cálcio e de ionômero de vidro;

3) Evitar a contaminação da cavidade durante o procedimento restaurador (através do


isolamento);

4) Evitar a desidratação da dentina e o trauma oclusal;

5) Priorizar a qualidade da interface da restauração assegurando o vedamento adequado.

Fatores que orientam as estratégias de proteção do complexo dentino pulpar


• Profundidade da cavidade;

• Dentina remanescente;

• Idade do paciente;

• Material restaurador.

✓ Profundidade da Cavidade

Para cada profundidade há uma indicação de material;

Existe nomenclatura de cavidade quanto a cavidade bastante profunda, profunda, media


e rasa.
✓ Dentina Remanescente
o Melhor barreira física- química contra a penetração de bactérias e ácidos;

o Densidade tubular X profundidade da cavidade;

o Qualidade da dentina remanescente (terciária ou esclerosada)

Quanto mais profunda a cavidade maior a densidade tubular e mais fácil passar os estímulos
para polpa.

Sabemos que a dentina terciária ou esclerosada é uma dentina de defesa, então sabemos que
essa dentina já sofreu algum tipo de injuria.

✓ Idade do Paciente
o Com o passar dos anos há uma diminuição progressiva do volume da câmara
pulpar (deposição de dentina secundaria).

o Cavidades que aparentemente apresentam profundidades semelhantes podem


possuir profundidades diferentes.

Assim como a deposição da dentina secundaria, a deposição mineral no esmalte se tornando


cada vez mais rígido com o passar da idade, então a carie não consegue destruir o esmalte.

✓ Proteção do complexo dentino-pulpar


o Sempre que um dente precisa ser restaurado, é necessário que a vitalidade pulpar
seja preservada através de uma adequada proteção.

o As proteções do complexo dentino-pulpar consistem na aplicação de AGENTES


PROTETORES.

✓ Material restaurador indicado


1) Ser biocompativel;

2) Insolubilidade no meio bucal;

3) Isolante térmico e elétrico;


Questão de prova: Características dos
4) Bactericida e bacteriostático; materiais restauradores.
5) Adesividade as estruturas dentarias;

6) Resistência mecânica;

7) Vedar as margens cavitarias;

8) Estimular a reparação pulpar (barreira remineralizada).

✓ Materiais de proteção do complexo dentino-pulpar


▪ Verniz cavitario;

▪ Cimento de Hidroxido de cálcio;


▪ Sistema adesivo;

▪ Cimento de ionômero de vidro;

▪ Agregado de Trioxido Mineral (MTA)

Verniz Cavitário

• Composição:

Resina natural (copal) ou sintética.


Essa resina copal estar imersa ao solvente
para dissociar quando aplicação do dente se
liberando ficando só a resina copal.
- Acetona;

- Clorofórmio;
Solventes
- Éter

• Finalidade

o Vedamento da interface dente/restauração de amalgama (pouco utilizado


atualmente), ele é utilizado em resina.

o Barreira contra difusão de íons.

• Propriedades:

o Aceitável compatibilidade biológica;

o Bom isolamento elétrico;

o Previne a descoloração da estrutura dentaria pela incorporação de íons metálicos.

o Estimula a formação de dentina esclerosada, reperadora;

o Possui pH alcalino;

o Protege a polpa contra estímulos térmicos e elétricos;

o Apresenta ação antimicrobiana.

Hidróxido de Cálcio

• Formas de apresentação:

o Pó (hidróxido de cálcio P.A)

o Pasta (pó de Ca (OH) 2+ água destilada, pode ser misturado o pó com o


anestésico ou misturado no fluido do paciente)

o Cimento - quando fazemos forramento

Sistema Adesivo

• Composição
o Monômeros resinosos de diferentes pesos e viscosidade;

o Diluentes resinosos, solventes orgânicos (acetona, etanol), além da água,


presente em varias formulações.

• Os sistemas adesivos são amplamente utilizados nos dias atuais com resinas compostas
como materiais restauradores.

• São eles que permitirão a adesão desse material restaurador à estrutura dentário.

Tipos de sistemas adesivos:

3 passos – Se usa o ácido, o primeiro passo do


adesivo e o segundo passo.

2 passos – Só usa o acido e um passo só do


adesivo;

Autocondicionante – Aplicado sem o acido e só


o adesivo autocondicionante.

Cimento de Ionômero de Vidro (CIV)


• Composição:

o Pó: Sílica, alumina, e fluoreto de cálcio;

o Liquido: Solução aquosa de ácidos policalcenóicos, com a inclusão de


aceleradores de presa (acido tartarico).

Agregação de Trioxido Mineral (MTA)


• Surgiu no inicio dos anos 90, sendo desenvolvido com o objetivo de selar as
comunicações entre o exterior e o interior do dente.

• Propriedades:

o Estimula a formação de dentina esclerosada, reparadora, assemelhando-se aos


produtos à base de hidróxido de cálcio.

o Apresenta melhores propriedades mecânicas em comparação ao hidróxido de


cálcio.

Material bastante biocompativel, se comparado ao hidróxido de cálcio o MTA é melhor, só


que bem mais caro.

• Indicações:

o Em perfurações resultantes de reabsorção internas e externas comunicantes;

o Para tratamento conservador da polpa (curetagem pulpar, pulpotomia).


Materiais indicados para proteção do complexo dentino-pulpar sob restaurações adesivas

Materiais indicados para proteção do complexo dentino-pulpar sob restaurações de


Amalgama

Proteção do complexo dentino-Pulpar

Fatores a serem Observados:

✓ Grau de comprometimento pulpar – se foi muito ou


pouco.
✓ Profundidade da lesão – se é muita ou pouca

Quando não há exposição Quando há exposição pulpar


pulpar

➢ Proteção Pulpar Indireta (restauração Imediata)


• Quando ainda não ocorreu comunicação direta do órgão pulpar com a
cavidade; é realizada a aplicação de agentes seladores/ forradores
ou bases protetoras nas paredes cavitarias

Se não houve a exposição pulpar, faz o selamento, faz o forramento


para poder fazer a restauração.

• Objetivo:

o Bloquear estímulos térmicos, eletrônicos e químicos;

o Exercer ação terapêutica sobre o complexo dentino-pulpar;

o Evitar ou reduzir a infiltração e o crescimento de bactérias sob as restaurações;

o Dissipar as forças de condensação (amalgama).

Passos Clínicos:

1) Condicionamento acido;

2) Lavagem;

3) Sistema adesivo;

4) Foto polimerização;

5) Aplicação do material na cavidade.

Tratamento expectante

• Casos em que a polpa será separada da cavidade por uma fina camada de dentina afeta
que, se removida pode causar exposição pulpar, ou quando a polpa é acidentalmente
exposta.

o Bloquear a penetração de agentes irritantes;

o Interromper o metabolismo das bactérias;

o Inativação de bactérias (ação bacteriostática ou bactericida das materiais


odontológicos)

o Remineralizar parte da dentina amolecida remanescente ao assoalho da cavidade.

• Ocorre tipicamente em pacientes jovens, com lesões de carie agida, de rápida evolução;
• Indicada em lesões profundas com risco de exposição pulpar.

• Objetivo:

o Bloquear a penetração de agentes irritantes, que podem atingir a polpa através da


lesão cariosa;

o Interromper o circuito metabólico, proporcionado passagens dos fluidos bucais


às bactérias remanescente assoalho da cavidade;

o Inativar tais bactérias pelas ações bactericidas ou bacteriostáticas dos materiais


odontológicos.

o Remineralizar parte de dentina amolecida remanescente no assoalho da


cavidade; ( deixar a dentina mais rígida)

o Hipermineralizar a dentina subjacente;

o Estimular a forma de dentina terciária (reacional ou reparadora).

• Seqüência Clinica (1° Sessão)

➢ Anamnese e diagnostico clinico – radiográfico da condição pulpar;

➢ Anestesia

➢ Acesso a cavidade;

➢ Remoção do tecido

➢ Limpeza da cavidade;

➢ Aplicação de pasta de hidróxido de cálcio (quando há exposição pulpar)

➢ Vedamento da cavidade (material restaurador temporário)

• Seqüência clinica (2° sessão)

➢ Após 45 a 90 dias;

➢ Definição de prognostico de pulpite reversível (repetem-se a anamnese ou testes


objetivos e os exames radiográficos);

➢ Remoção da restauração temporária;

➢ Inspeção do assoalho da cavidade;

➢ Remoção da dentina cariada remanescente

➢ Limpeza e restauração da cavidade.

Proteção Pulpar direta (Capeamento Pulpar)


• Quando o material protetor é aplicado diretamente sobre a polpa, visando
o restabelecimento pulpar e a formação de uma barreira mineralizada.

• Indicações

o Exposição mecânica e acidental, estando a polpa vital em um


estagio de reversibilidade;

o Hipermineralizar a dentina sadia subjacente;

o Estimular a formação da dentina terciária (reacional ou


reparadora)
1º sessão: Remoção parcial da carie e a proteção do complexo dentinopulpar;

2º sessão: Confirmação do resultado, limpeza e restauração da cavidade.

Quando a proteção pulpar é direta usa-se primeiramente hidróxido de cálcio (pó ou pasta)

• Seqüência Clinica (1° Sessão)

➢ Anestesia;

➢ Isolamento absoluto – por conta da contaminação maior devido a polpa exposta

➢ Hemostasia e limpeza da cavidade;

➢ Capeamento pulpar diretamente dito (hidróxido de cálcio em pó ou pasta)

➢ Procedimento restaurador (temporário ou definitivo).

O indicado é fazer o temporário na primeira sessão.

• Seqüência Clinica (2° sessão)

➢ Anamnese e exame clinico radiográfico;

➢ Inspeção da área da exposição (presença de barreiras


mineralizadas)

➢ Procedimento restaurador.
Aula 2 Dentistica (estagio II)
Preparo Cavitário Classe I e Restauração em Amalgama

Mais na frente vamos ver esse mesmo preparo para dentes posteriore em resina.

Quais as areas que são considerados classe I?

Fase oclusal dos molares, 2/3 das oclusais dos molares, na face palatina dos molares
superiores, cicarticulas e fissuras onde há uma mal coalecencia,ou seja, mal formação dos
prismas de esmalte.

Posição de trabalho:
• A posição adequada é aquela que proporciona melhor visibilidade do campo operatório e
postura operatória ideal;

• Varia de acordo com o arco dentário e a região em que se trabalha (operador: 9-12h ou
45° a 90°).

• Antebraços paralelos ao solo; tronco ereto e coxas paralelas ao solo quando sentados.

Quando acomete a face palatina ou lingual que não estão inclusos nessa classe, por
exemplo de insivos inferiores, pre molares?

Classe V, acomete a cervical ou palatina de todos os dentes.

Inicialmente vamos levar em consideração a posição de trabalho, como se fosse um relogio,


onde a posção tem ser confortavel ergonomica é a posição de 12h ou 9h. Coluna reta, os pés
ficam apoiados ao chão. A posição deve ser escolhida pelo conforto.

Posição de trabalho:

Hemiarco inferior esquerdo -


manequim: plano oclusal dos dentes inferiores forma um ângulo ≈ 45° com o plano do
solo, ligeiramente inclinado para o lado direito.

operador: posição de 12h (por trás do manequim); visão direta

Podemos deixar o manequin um pouco inclinado em relação a base, ou usar ele reto plano ao
solo.

Hemiarco inferior direito -


manequim: plano oclusal dos dentes inferiores paralelo com o plano do solooperador:
posição de 8 ou 9 h (lateralmente ao manequim); visão direta.

Técnica de Preparo Classe I Simples


Simples porque so acometeu uma face do dente, se no caso a face oclusão estivesse higida e
uma cavidade na proximal ai seria classe II simples.

Obs.:Classe II acomete as faces proximais de dentes posteriores.


CLASSE I - SIMPLES

FORMA DE CONTORNO

✓ Penetração inicial com broca de alta rotação sob


refrigeração (245 ou 556) , na fossa central;

✓ Broca paralela ao eixo longitudinal do dente;

✓ Caneleta (mésio-distal) no sulco central: profundidade ½


ponta ativa da broca;

✓ Largura ¼ distância vértice cúspide V e L;

✓ Paredes V e L paralela ao eixo longitudinal do dente;

✓ Fossetas M e D com esmalte apoiado em dentina

✓ Extensão da cavidade (sentido MD): envolver fossetas M e


D e sulcos secundários V e L;

✓ Preservar o máximo as cristas marginais

Inicialmente quais as brocas que usamos?

Cilidrias de estremidade arredondada que é a broca 245. Existe essa broca diamantada e
existe essa broca lisa.

Qual a diferença da broca lisa da diamantada?

A diamantada é cheia de pontilhados na haste metalica que tem como obetivo aumentar a
eficiencia do corte.

Aconselha que se use primeiramente a 245 porque ela tem a ponta ativa. Pra so depois na
clinica usar a ponta diamantada.

Esse dente tem uma carie na oclusal e vamos fazer o preparo a primeira coisa usamos a broca
cilindrica, por que esse formato da broca a gente dá a forma correta a cavidade, tem que
posicionar a broca no centro da face oclusal e paralela ao longo eixo do dente.

Isso é importante porque se voce inclina essa broca para o lado a cavidade fica inclinada essa
parede pulpar vai ficar inclinado, e ela tem que ficar plana. Com isso começamos a fazer a
canaleta (no centro da lesão) no sentido mesio distal.

O que a gente temos de referencia de profundidade de extensão da cavidade para ela não
ficar nem muito profunda nem muito larga, e fragilizar nosso dente?

Em relação com a Profundidade - é quando a gente penetra com a broca até ou metade da
ponta ativa ou até 2/3 da ponta ativa é o suficiente.

Na clinica a situação não é assim, vai fazer o preparo de acordo com a extensão da lesão.
Mais sempre vamos ter em mente esses principios de resistencia, se não pode fazer uma forma
de contorno ideal se aquela cavidade está muito extensa, então vai ganhar resistencia e retenção
com outras manobras.

Em relação a largura - O quanto posso deixar essa cavidade muito larga ou estreita com
relação a largura, antes dela a questão das paredes vestibulares, mesial, distal tem que ficar
paralelas a parede pulpar. E com relação a largura a ideal é quando ela tem ¼ da distancia dos
verteces e das cuspides, para não deixar a largura muito larga e fragilizar aquele dente. No
mesmo jeito vamos fazer no manequim.

Obs! Tem que tirar o minimo necessario. E preservar o maximo de extrutura dentaria.

Em relação a extensão - de onde até onde ela deve ir, extensão da cavidade (sentido MD): vai
da fossetas M até a fosseta D.

Porque isso? Porque eu tenho que preservar as cristas marginais nesse preparo que são
estruturas naturais do dente. Elas servem para o dente suporta melhor as tensoes da mastigação.

Obs! Não fazer os preparos estreitos e extensos e deixar uma filepa de esmalte.

-extensão da cavidade (sentido MD vai da fosseta mesial a fosseta dista): envolver fossetas M e
D e sulcos secundários V e L;
- preservar o máximo as cristas marginais e cuspides.

Por que teos que preservar o max de cuspides? Porque o preparo classe I sempre vai ter essa
caracteristica, por que se eufasso esse preparo o ponto dele tá mais largo, se ele ficou ovalado,
tem a tendencia de deixar ela oval, assim perde muita extrutura dental. As cuspides são muito
importante para nossos dentes posteriores são elas que ajuda na mastigação.

Obs! Ter o cuidado de preservar as cuspides no preparo.

CLASSE I - SIMPLES

FORMA DE RESISTÊNCIA E RETENÇÃO

• Primeiramente a parede pulpar deve ficar plana(reta) e perpendicular ao


eixo longitudinal do dente (broca paralela ao eixo long. do dente)
profundidade uniforme, paredes circundantes e ângulos definidos.

Porque se eu fasso essa parede inclinada ou profunda, o que acontece? Vai haver uma maior
consentraçoes nessas areas, e isso pode gerar um processo inflamtorio naquele dente, onde aonde
tá se concentrando tençoes a polpa reage a isso e desencadeia ao processo inflamtorio.

Caso haja isso o que devemos fazer para nivelar ou planificar essa parede?

Preencher com o material adesico por ex hidroxido de calcio ou ionomero de vidro. O


principio é a cavidade plana para não concentrar tençoes.

• paredes V, L, M e D paralelas entre si ou convergentes para oclusal;

• retenções adicionais dispensadas

A prendemos que :

✓ Profundidade é maior ou igual a largura P > L (ideal) - a cavidade é autoretentiva e


não precisa fazer retençoes adicionais. É dificil do amalgama cair. Quando é com a
cavidade muito extensa começamos a limpar e quando vemos ver a profundidade estar
menor ou igual a largura.

✓ profundidade é menor ou igual que a largura P < L - tem que fazer a retenção
adicional. Faz na base da cuspide om a broca cone invertido, para que o amalgana não
saia. Ou as paredes circundantes convergentes para oclusal.

Depois que terminamos de fazer o preparo, limpa e seca a cavidade com bolas de algodão,
para não desidratar aquela dentina, coreta toda a carie. Ai temos que fazer o acabamento dessas
margens do preparo.

Acabamento das paredes da cavidade (quando preparada com broca 556)


• broca cilíndrica lisa (n° 56)

• uso de enxada monoangulada (alisar paredes circundantes e de fundo)

• não realizar bisel no ângulo cavossuperficial


Acabamento das margens de esmalte

• remover os prismas de esmalte fragilizados

• brocas com corte liso (56 ou 245) em baixa velocidade no ângulo cavossuperficial

Autor diz: Quando terminamos de fazer o preparo essas paredes não ficam retas, sempre ficam
irregulares pela propria ação dos instrumentos de corte a broca. Se restauramos sem planificar, o
amalgama ele não vai se filtar nessas areas aqui, isso vai enfraquecer a restauração para evitar
isso a gente tem planificar a cavidade quando terminar o preparo.

Passa a broca cilindrica lisa de baixa rotação ou a inchada(instrumento)para remover os


primas do esmalte que ficou ali fragilisados, para deixar as margens da cavidade bem planas.
Para termos um angulo cavo superfivcial reto, sem reentrancias.

característica da cavidade classe I simples em amalgama

• Abertura vestíbulo-lingual na região do istmo, com ¼ distância entre os vértices cúspides


VL;

• Parede pulpar plana e perpendicular ao eixo longitudinal do dente ( para dissipar melhor
as forças da mastigação);

• Paredes V, L, M e D convergentes para oclusal ou paralelas entre si;

o Depende da profundidade. Se a P>L pode deixar ela assim. Se a P<L pegamos a


broca 245 e fazemos a retenção, inclinando as paredes para oclusal.

• Ângulos diedros do primeiro e segundo grupos ligeiramente arredondados (broca nº 245)

• Ângulos diedros do primeiro grupo arredondados e, do segundo, definidos (broca nº 556)

o para evitar concentraçoes de tençoes, e tambem para facilitar a condensação do


amalgama. Se o ângulo for reto as particulas de amalgama não consegue
completar esse ângulo.

São caracteristicas de uma cavidade correta. Qual o motivo de deixar reta? Dissipar melhor
as forças da mastigação.

Técnica de Preparo Classe I Composta

Composta: Acomete duas faces.

Porque não é classe II se tem duas faces?

Só é classificada como classe II quando atinge uma proximal.

Nessa imagem colocaria no prontuario do paciente classe II mesial + uma restauração classe I
composta atingiu a oclusal. Normalmente esse ipo de restauração tem frequente na clinica, essa
carie se acumula no sulco disto lingual ou disto palatino.
Aula 3 Dentistica (Estagio II)
Preparo Cavitário Classe II e Classe V:
Técnica de Restauração em Amalgama

Introdução
• Grande experiência clinica com esse material;

• Facilidade de manipulação- adquirimos com o passar do tempo.

• Baixo custo

• Amalgama: Representa uma alternativa de tratamento restaurador em dentes


posteriores (material antiestético)

• Escolha de material é direcionada por vários fatores associados.

A resistência mecânica e resistência ao desgaste e a contração do material é diferente de


resina.

Podemos fazer amálgama em dentes ate caninos, desde que esse canino seja pilar protético.
Se o dente for um dente que segures grampo e prótese de PPR estar contra indicado fazer
restauração principalmente classe V em resina, apesar de ser restauração em parede vestibular
não se faz, pois o grampo de metal tira e desgasta a restauração de resina com muita facilidade.

Então temos que fazer um diagnostico correto ver a utilização do material e fazer a inserção
do material de acordo com o nosso diagnostico. Pois sabemos que se fizermos um diagnostico
de forma errada e indica o material também de forma errada o procedimento em curto tempo vai
dar errado também.

Amálgama
Tipo de retenção empregada para os preparos que vão levar o amalgama

Retenções Indiretas:

o Pinos para ancoragem radicular-pinos intra-radiculares podendo ser pinos metálicos


(restauração metálicas) ou pinos de fibra de vidro (restaurações estéticas).

o Pinos para ancoragem na dentina

Retenções Diretas:

o Caixas – retenção na hora que faz o preparo cavitario;

o Caneletas, sulcos;

o Câmara pulpar – não inserir o material diretamente quando o dente é tratado endodonticamente

o “Amalgapin” – retenções adicionais com broca esférica

o Adesivas – existem alguns tipos de adesivos que podem ser utilizados em restaurações de
amalgama, vai existir a indicação não é toda restauração de amalgama que pode colocar adesivo.

o Mista – que pode ser uma retenção química ou uma retenção física associada, isto é podemos
fazer sulco e colocar adesivo.

Indicações
• Restaurações de Cavidade tipo I;

• Restaurações de Cavidade tipo II;

• Restaurações de Cavidade tipo V em situações especiais (dentes que recebem grampos de


próteses);

• Restaurações de dentes posteriores amplamente destruídos

• Substituição de restaurações antigas eficientes em dentes posteriores.

Não se coloca resina em dentes posteriores com cavidade grandes, pois a resina não tem
resistência mecânica tanto quanto o amalgama, ela fratura. Como os dentes posteriores são
usados para triturar os alimentos e mais utilizados na mastigação o material mais indicado é o
amálgama.

Em restaurações antigas de resina com infiltrações não se coloca resina novamente, pois a
probabilidade de infiltração de novo é grande, deve ser colocado o amálgama, pois a adesão nas
paredes com o amálgama é melhor.

Vantagens
• Resistência ao desgaste;

• Experiência Clinica;

• Facilidade de Manipulação;

• Custo

Limitações:
• Estética;

• Presença do mercúrio – risco para o meio ambiente, e o paciente corre o risco alergia caso
material caia na boca.

• Ausência de união a estrutura dental (cavidade com pouca estrutura dental) – cavidade com
pouco remanescente dental não se coloca.

Não deve ser colocada nem um tipo de restauração com pouco remanescente dental, por que
se o amalgama que é um material mais resistente não é indicado à resina nem se fala. Em dentes
com bastante destruição dentaria o indicado é coroa de porcelana.

Diagnostico

• Quantidade de tecido remanescente;

• Localização/extensão da lesão;

• Expectativa do paciente;

• Hábitos nocivos/oclusão

Se o paciente não tem habito de higienização não se coloca restauração em resina, pois é
um material muito poroso, e acaba retendo restos alimentares.

Se o paciente chega com caries em todos os dentes você já vai ver que não deve colocar
resina e sim o amalgama, pois ele não vai ter um cuidado e a restauração em resina não vai
ter uma boa durabilidade, a restauração em amalgama depois de um polimento fica mais lisa
e não vai reter muito restos alimentares em cima. Deve ser avaliado tudo isso na indicação
do material.

Preparo Classe II Materiais


Instrumental

• Preparo Cavitário

o Broca 330 e 245;

o Brocas esféricas de baixa rotação;

o Recortados de margem cervical 28 e 29 – da lisura

o Instrumental para isolamento absoluto;

o Cinzel

• Confecção da restauração

o Porta Amálgama;

o Condensador;

o Brunidor;

o Esculpidor Hollemback;

o Matriz metálica – usado nas paredes interproximais, proteção da ponte de contato, do


dente vizingo

o Cunha interproximal – para estabilizar e da o contorno do dente.

• Acabamento/Polimento

o Brocas multilaminadas (12 lâminas) – polimento do amalgama

o Discos de lixa;

o Pontas siliconadas – junto com a pasta de polimento

o Escova de Robinson;

o Pasta para Polimento

Classificação
• Classificação das cavidades:

- Classificação de Balck

❖ Classe I;

❖ Classe II;

❖ Classe III;

❖ Classe IV;

❖ Classe V.

Lembrando:

➢ Classe I

- Cicatrículas e fissuras

- Face oclusal de pré-molares e molares


- 2/3 oclusais da face vestibular dos molares

- Face lingual dos incisivos superiores

- Face palatina de molares superiores

➢ Classe II - Cavidades preparadas nas faces proximais dos pré-molares e molares (dentes
posteriores)

➢ Classe III - Cavidades preparadas nas faces proximais dos incisivos e caninos SEM
remoção do ângulo incisal.

➢ Classe IV - Cavidades preparadas nas faces proximais dos incisivos e caninos COM
remoção do ângulo incisal.

➢ Classe V - Cavidades preparadas no terço gengival (cervical) das faces vestibular e


lingual de todos os dentes.

➢ Cavidade classe VI (Howard e Simon) - Quando a carie atinge apenas a pontinha da


cúspide.

Na prova vai ter casos clínicos, então é importante sabermos pois a professora vai da o tipo
de cavidade a classe e precisamos saber o que significa para que podermos fazer a classificação
do material e falar o protocolo restaurador correto.

➢ Classe II (questão de prova)

• Envolve a porção proximal de molares e pré-molares, podendo está associada:

o Sem envolvimento de crista marginal;

o Com envolvimento da crista marginal;

o Com envolvimento da superfície oclusal.

• Segue os mesmo parâmetros já estabelecidos para as cavidades Classe I;

• Realiza-se um desgaste complementar envolvendo parte das cristas marginais, porem sem
rompê-las;

• Proteger o dente vizinho com uma matriz de aço;

• A caixa proximal só deve ser iniciada após a complementação do preparo oclusal.

• Com a broca cilíndrica preparar a caixa proximal

Começamos o preparo pela face oclusal do dente, fazendo o preparo


oclusal distovestibular, e depois vamos para as faces interproximais e
cai em profundidade.

Quando confeccionamos a face interproximal com a broca 245 faz


movimento de pendulo para remoção da carie, confecção da caixa
proximal.

A broca deve estar convergente para oclusal (leve inclinação) para que o material fique
retentivo dentro da caixa. Nunca colocar ele paralelo ao longo eixo do dente.

A conformação da parede, primeira faz a caixa, inicialmente a caixa fica com ângulos ativos,
mais o correto que a gente faça o arredondamento dos ângulos, para que tenha uma retenção
maior para o material. Se o ângulo ficar ativo perde a retenção do material.

A curva convexa é a curva que se das cristas, deve ter a curva correta para
melhor retenção do material.

• Inclinação da parede axial distal;

Deve ser feito uma leve inclinação da broca para que a parede axial fique
inclinada, não pode deixar a parede completamente paralela.

• Ângulo axio-pulpar arredondado ao lado das cristas

• Acabamento do Preparo:

o Com broca cilíndrica laminada de baixa rotação;

o Acabamento das paredes de esmalte com instrumentais cortantes.

▪ Machado;

▪ Enxada.

Para tirar os prismas de esmaltes e angulos ativos.

• Características finais do preparo

Sistema de Matrizes
• Dispositivos que substituem paredes ausentes, possibilitando um correto contorno de uma
restauração.

• Funções:

o Reproduzir o contorno do dente;

o Proporcionar área de contato;

o Confinar o material no interior da cavidade;

o Não atingir o dente vizinho durante o preparo e durante a inserção do material.

Porta matriz

A fenda guia na cabeça do porta matriz chamamos de fenda diagonal, essas fendas devem
ficar sempre inserida na parte gengival do dente, pois se deixamos ela voltada para parte incisal
do dente quando vamos inserir a matriz no dente ela vai sair.

Posicionamento

Matriz Pré-Contornada
➢ Classe V

• Envolve a porção vestibular ou lingual de molares e pré- molares

• Indicada quando houver carie nas faces livres do dente, no terço cervical vestibular ou
lingual.

• Em geral esse tipo de cavidade já se encontra aberta

• Quando não se encontrar aberta realizar a abertura com broca esférica;

• A parede axial deverá acompanhar o contorno da face vestibular;

• As paredes oclusal e gengival devem ser perpendiculares a parede


axial.

• As paredes distal e mesial devem ser ligeiramente divergentes;

• Acompanhar a inclinação dos primas e formar um ângulo reto


com a superfície externa do dentes.

• Esse tipo de cavidade é mais largo do que profunda;

• Necessidade de retenções adicionais.

• Características finais do preparo.


Aula 1 Dentistica ( estagio II)
Preparo Cavitário em Resina Composta

O mais importante na técnica não vai ser o preparo cavitario e sim a restauração em si. Pois o
preparo cavitario se limita a remoção do tecido cariado, quando removemos o tecido cariado
seja por restauração de classe IV ou V ou I com resina composta, removeu tecido cariado a
cavidade vai estar pronta para receber o material restaurador.

Atualmente a tendência é utilizar materiais resinosos e adesivo pela conservação da estrutura


dentaria.

➢ Primeiro Principio

Qual é o objetivo de se utilizar acido na cavidade?

Criar microporosidade na estrutura do esmalte, ou seja, que o esmalte fique retentivo ou


áspero favorecendo a adesão.

Por isso devemos lembrar que nunca podemos fazer uma restauração sem condicionar com o
acido.

➢ Segundo princípio:

Por que alem do esmalte devemos condicionar a dentina?

Por que os túbulos dentinarios ficam obstruídos com a presença da smaer layer que
tamponam a superfície dos túbulos dentinarios dificultando o procedimento adesivo.

Por isso que também deve ser aplicado o acido na dentina que é justamente para remoção
desse smaer layer abrir os túbulos dentinarios desobistruilos sendo fundamental para que o
sistema adesivo penetre nessa trama de colágeno e também no interior do túbulos dentinarios.

Isso se chama técnica de hibridização ou formação da camada hibrida.

• Arco superior

o Manequim: plano oclusal dos dentes superiores perpendicular


ao plano do solo;

o Operador: posição de 12h (por trás do manequim); visão direta


(acesso V), visão indireta (acesso L)

Visão Direta (acesso V)

Visão Indireta (acesso P)


Classe III

Devido à dificuldade de visualização de lesões Classe III,


restrita as superfícies proximais, seu diagnostico, a avaliação de
sua extensão e a presença ou não de cavitação podem não ser
tarefa fácil.

O correto diagnostico deve ser feito após exame clinico,


radiográfico e, se necessário, afastamento dentário com borracha
cunhas ou dispositivos próprios.

Em situações de apinhamento às vezes vamos ter dificuldades de fazer o acesso e ter certeza
da localização e progressão da carie, um dos métodos é o elástico ortodôntico traciona com um
pedaço de fio dental abri e coloca no espaço ( ponto de contato), manda o paciente para casa
depois de 24 horas ou 48h o paciente volta com os dentes separados ai conseguimos fazer um
acesso correto ou um diagnostico correto, pois na duvida não faça o acesso, use artifícios para
ter certeza do diagnostico.

Afastamento Dentário
O afastamento dentário pode ser de dois modos:

• Método de afastamento imediato

• Método de afastamento mediato

Método de afastamento imediato

✓ Afastadores Mecânicos Ivory Elliot

Utilizado mais em dentes posteriores, essas pontas é colocada entre um dente e outro, dentes
que estão apinhados, aqueles dentes muito juntos. Coloca gira o botão ¼ de volta, não anestesia
o paciente, pois a dor do paciente é quem diz se você ou não apertando muito.

✓ Microcut

Método de afastamento mediato – afastamento em longo prazo

✓ Uso de Elásticos

✓ Uso de Cunhas de madeira

Vantagens da separação dentaria:


✓ Melhora o diagnostico entre lesões cavitadas e não-cavitadas;

✓ Avaliação da extensão da lesão;

✓ Método reversível e não-invasivo (exceto o imediato)

✓ Bem tolerável e eficaz;

✓ Facilita o preparo e restauração


✓ Minimiza os riscos de desgastes excessivos.

Preparo Cavitario Classe III

➢ Acesso a Lesão

Decidido por restaurar, deve-se definir a via de acesso à lesão, que pode ser por proximal,
palatal ou vestibular.

✓ Acesso Vestibular – Só poderá ser utilizado quando:

o A cárie já tiver envolvido a face vestibular;

o Substituições de restaurações;

o Mal posicionamento dental;

o Ponto de contato oclusal (problemas oclusais)

✓ Acesso Palatino:

o Deve sempre ser preferido;

o Permite conservação de esmalte V integro;

o Confere maior Estética;

o Elimina a necessidade de realização de bisel.

Porque o acesso por palatino sempre deve ser preferido em restaurações Classe III?

Permite conservação de esmalte V integro, Confere maior Estética, Elimina a necessidade de


realização de bisel.

✓ Acesso Proximal: Inclina a broca só para acessar intraproximal.

o Posicionar matriz metálica para não atingir dente adjacente;

o Utilizar brocas compatíveis com o tamanho da lesão

➢ Forma de Contorno:

✓ “Deve permitir a correta instrumentação da cavidade e a inserção do material


restaurador";

✓ Preparo conservador, não remover estrutura sadia.

✓ Acesso abaixo do ponto de contato e ligeiramente aquém (± 1mm) da gengiva marginal


livre;

✓ Utilizar brocas esféricas n° 1 ou 2, penetrando no centro da área delimitada e realizando


movimento pendulares para incisal e gengival.

➢ Forma de Resistência
✓ Parede axial paralela ao eixo longitudinal do dente;

✓ Paredes circundantes perpendiculares às superfícies externas e acompanhando a


conformação das faces correspondentes.

Ela não pede na prova. Pois na pratica removeu tecido cariado coloca o material restaurador.

➢ Forma de Retenção

✓ Retenções adicionais apenas em cavidades a serem restauradas com CIVs (ele é


considerado adesivo mais não é muito resistente).

Ele não é tão adesivo como as resinas compostas.

Podemos esta trabalhando em um postinho e não tem resina composta, chega um paciente
com classe III, não podemos deixar a carie no paciente de desenvolvendo, removemos a carie
fazemos o condicionamento e coloca o sistema adesivo. O paciente vai perder estética não vai
ficar uma restauração nota 10, mais pelo menos paralisa a carie e tem a anatomia devolvida.

Nesse caso devemos pegar uma broca ¼ ou ½ esférica e faz uma caneleta para promover
uma maior retenção para que essa restauração tenha uma durabilidade maior.

Em resina composta não precisa de retenção adicional, pois o material já é retentivo.

➢ Acabamento das paredes de esmaltes

✓ Ângulo cavo - superficial V com bisel;

✓ Utilizar brocas 1111F, 2137FF, 2138FF, etc; Não se usa mais

✓ Acabamento de esmalte com instrumentos de corte manual


(enxadas ou recortadas de margens gengivais).

O bisel é você pegar uma broca tipo que chamamos de pêra, ela é diamantada, pegamos o
bisel e passamos no ângulo cavo - superficial, só na margem vestibular.

Com o objetivo de melhorar a interface dente e material restaurador, deixando a restauração


mais estética.

Bisel nas margens do Preparo


• Maior área de prismas de esmalte expostos (> área de condicionamento e
adesão);

• Aperfeiçoamento vedamento marginal;

• Disfarça a linha de união dente/material restaurador

• Confere mais estética.

• Realizado em alta velocidade;

• Em Ângulo de 45° com a superfície do esmalte;


• Extensão de 0,2 – 2,0 mm.

Restauração em Resina Composta

➢ A escolha do Material – >Resina composta

✓ Depende das necessidades estéticas;

✓ Atividade de carie do paciente;

✓ Extensão da lesão

✓ Material de eleição;

✓ Preparo mais conservador;

✓ Conclusão do procedimento em sessão única;

✓ Melhor estética.

Hoje temos vários tipos de resina onde promovem mais estéticas e mais resistência, temos
resina para esmalte, que simulam dentina, tem resinas mais translúcidas entre outros.

➢ Classificação

✓ Microparticuladas
Esmalte

Maior brilho e polimento da restauração

✓ Microhibridas

✓ Nanoparticuladas
Dentina

Maior resistência

Em restaurações palatinas usamos restaurações de dentina , uma resina mais opaca com
maior resistencia.Que pode ser ou microhibridas ou as nanoparticuladas que são as tops, pois
confere uma grande qualidade de restauração.

➢ Profundidade X material

✓ Material mais opaco = dentina;

✓ Material mais translúcido = esmalte;

✓ Cavidade mais profunda = material protetor do complexo dentino-pulpar

Se tiver uma classe V e vamos restaurar com resina composta, sabemos que resinas com
propriedade de dentina são mais opacas, simulam tecido dentinario.

Se for ao esmalte temos que escolher uma resina que tenha propriedade de segurar o esmalte,
que são resinas menos opacas e menos saturadas e mais translúcidas, essa resina vai finalizar a
restauração. Ficando com o aspecto estético muito favorável.

➢ Instrumentais necessários

✓ Jogo clinico;

✓ Algumas Curetas;

✓ Brocas;

✓ Sistema adesivo;

✓ Material de acabamento e polimento

Técnica Restauradora

➢ Protocolo Clinico tanto para classe III como para IV

Restauração Classe III – Cai na prova

1- Profilaxia dos dentes envolvidos;

2- Anestesia da região envolvida;

3- Seleção de cor;

4- Seleção da resina composta;

5- Avaliação da Oclusão;

6- Escolha do acesso (se necessário afastamento dentário)

7- Isolamento do campo operatório;

8- Preparo do dente;

9- Condicionamento ácido por 15 segundos

10- Lavagem da cavidade por 20 segundos com secagem leve;

11- Aplicação e polimerização do sistema adesivo.

12- Inserção do compósito;

13- Polimerização e regularização;

14- Checagem da oclusão;

15- Acabamento e polimento.

✓ Instrumentos (sugestões Clinicas)

✓ Profilaxia

• Com pasta ou pedra pomes misturando com água e formando uma pasta, onde pode ser
feito a profilaxia com as tacinhas profiláticas ou escova de Robson, fazendo a profilaxia
na região.

✓ Anestesia

• Caso seja necessário

✓ Escolha da Cor

o Antes do isolamento;

▪ Deve ser feito antes pois os dentes depois do isolamento os dentes ficam
mais brancos.

o Dentes devem estar hidratados;

o Luz ambiental/ refletor desligado;

o Escalas de cor;

o Porção de resina sobre o dente

▪ Pega um pedacinho de resina composta coloca na face do dente e


polimeriza.

✓ Escolha da resina

A escala de cor vai existir quatros cores que são indicadas pelas letras:

Escala VITTA®

• Amarelo mais claro (A) – tom mais claro e o mais comum.


• Amarela-alaranjado (B);
• Cinza-esverdeado (C);
• Cinza-rosado (D).
Método para descrever as cores dos dentes de acordo com seu matiz, croma e valor.
o Matiz – é codificado por essas letras (A, B ,C ou D)
o Croma – Intensidade que vem codificado por números 1,2, 3 ou 3,5, 4, 5 , 6 e 7.
▪ Onde utilizamos mais ate o numero 4 ,as outras cores é mais para cemento
▪ À medida que for aumentando o croma vai aumento a saturação ( ficando
mais escura a resina).A medida que muda a cor vai mudando a letra.
o Valor – Estar relacionado com o Brilho
Nos sistemas das resinas mais bem trabalhadas com mais tecnologia esse valor estar descrito
assim:
• Resina de esmalte;
• Resina de Dentina;
• Resina de efeito (quase transparente outras azuladas)

Isso é para essa questão de brilho na superfície da restauração. Então as resinas sempre vão
ser trabalhadas dessa forma, não existe uma resina amarelo-claro e sim existe a A1, A2, a 2,5 ou
A3, onde vamos escolher de acordo com a escala de cor.

Então já fizemos a seleção da cor agora vamos fazer o preparo:

✓ Avaliação da Oclusão;

o Coloca o carbono, pedi para o paciente morder para ver e estar ocluindo na
interface da restauração

✓ Escolha do acesso e avaliação da necessidade de afastamento;

o O acesso se vai ser vestibular ou palatino;


o Se há necessidade de afastamento

✓ Isolamento do campo operatório

o Preferência de um isolamento absoluto

o Ter um campo mais limpo, seco e bem iluminado

✓ Condicionamento Ácido

o 15 seg. em esmalte + 15 seg. em dentina + esmalte

o Lembrando que o dente vizinho deve estar protegido do acido.

o Depois lava pelo dobro do tempo do condicionamento e seca com bolinhas de


algodão.

✓ Aplicação do sistema adesivo;

o Duas camadas de sistema adesivo intercaladas com jato de ar para espalhar o


adesivo e evaporar o solvente.

o Depois fotoativa por 20seg.

✓ Inserção do compósito;

o Se for uma cavidade pequena uma porção só de resina e depois finaliza;

o Em cavidades maiores vai colocando em de pouco e pouco e fotopolimerizando.

✓ Acabamento e polimento

o Deve ser feita na sessão clinica posterior que é o tempo que a resina expande;

o Entretanto não podemos deixar o paciente ir embora cheio de excesso de resina;

o Para melhor conforto do paciente tiramos o excesso com as laminas de bisturi no


sentido gengival para incisal, nunca no sentido contrario.

o Depois usa lixas abrasivas usando interproximais para deixar a restauração lisa.

Restauração Classe III – Acesso Palatino


Só para lembrar que o acesso palatino é a mesma coisa:

• Isolamento absoluto e profilaxia após a verificação e memorização dos contatos oclusais;

• Remoção de tecido cariado e preparo cavitário em baixa rotação após a inserção da matriz
metálica e cunha para proteger o dente adjacente;

• Aspecto do preparo cavitário e aplicação de acido fosfórico, inicialmente em esmalte de


30 a 60s, depois em dentina por 15s;

• Lavagem abundante pelo dobro de tempo do condicionamento e aspecto após a remoção


do excesso de água, sem desidratar a dentina;

• Aplicação do primer hidrofílico em dentina e posteriormente aplicação do adesivo


hidrofóbico em toda área condicionada.

• Inserção e adaptação do primeiro incremento de resina composta;

• Inserção do ultimo incremento de resina composta e fotopolimerização;


• Aspecto final da restauração e acabamento inicial com lamina de bisturi

• Acabamento com lamina de bisturi e lixas de diferentes granulações;

• Acabamento com borrachas de diferentes granulações e aspecto final.

Restauração Classe IV

Pode ter etiologia infecciosa ou traumática, sendo esta ultima a causa


mais freqüente.

As etapas que precedem a realização da restauração propriamente dita passam, entre outras
fases, pela elaboração de um planejamento em que o profissional vai selecionar entre a técnica
restauradora que utiliza à guia de silicone e a técnica a mão livre.

Classe IV
• Movimentos mandibulares originam forças;

• Forças axiais (verticais, obliquas e horizontais);

• Tendem a desgastar ou expulsar as restaurações.

Acabamento das Paredes de esmaltes

✓ Melhor estética, adesão e comportamento clinico;

✓ Bisel nas margens do esmalte (ponta diamantada em forma de chama 1111F) com largura
de 0,5 a 2,0 mm, por V e L;

✓ Cuidado com a parede gengival (diminui espessura à medida que se estende p/gengival)

Forma de Resistência

✓ Deve ter abordagem conservadora, envolvendo a lesão cariosa e estabelecendo a


conformação da cavidade;

✓ Paredes de esmalte sem suporte em dentina, mais não friáveis, devem ser calçadas pelo
material de proteção ou pela própria restauração.

O passo a passo é o mesmo tanto para Classe III como para Classe IV.
Aula 2 de Dentística ( III estágio )
Restauração classe I II e V em Resina Composta
Dentes Posteriores

• Restaurações com resinas compostas em dentes posteriores têm


sido muito estudada nos últimos anos.

o Por que cada vez mais o paciente tem procurado fazer


restaurações estéticas.

• A evolução dos materiais tem possibilitado minimizar algumas


deficiências significativas das primeiras formulações.

o Que eram as resinas macro hibrida que tinham porções enormes de moléculas
presentes, propiciando restaurações porosas que não tinham como fazer um
bom acabamento, um bom polimento, não se tinha o brilho, pois não tinha
como fazer o polimento por conta da constituição da resina.

Com o avanço da tecnologia, foram criadas resinas nano hibridas e nano particuladas que são
as resinas bem especificas para estética, durabilidade, tendo a indicação correta.

Estuda-se também:
• A resistência ao desgaste desse material;

• O manchamento do material;

• Falha da união com a dentina;

• Contração de polimerização (inserção por incremento).

Classificação:
As restaurações em resinas em dentes posteriores podem ser classificadas de forma didática e
objetiva de acordo com os critérios seguintes:

Técnicas restauradoras:
Obs.: técnicas restauradoras são diferentes de tipos de restauração

✓ Tipos diretas - envolvem a realização da restauração diretamente no dente preparado,


necessitando em geral de apenas uma seção clinica.

o O paciente chega à gente faz a restauração de resina, com o preparo do dente,


inserção da resina e pronto, só precisa da segunda seção pra fazer o acabamento
e polimento, por que precisamos de 24 horas para fazer o acabamento e
polimento.

✓ Semidiretas- envolve a confecção da restauração feita por resina, fazendo no molde de


silicone ou ate mesmo sobre um dente preparado, seguida de polimerização adicional e
de cimentação adesiva que é realizada na mesma sessão clinica;

o Feita por resina e Pega aquele molde pré feito vai la coloca no
dente e só faz cimentar a resina em incremento único.
✓ Indiretas - as restaurações são confeccionadas, sobre um modelo
de gesso com polimerização adicional por luz, calor ou pressão,
envolvendo assim uma fase laboratorial, depois envolvendo
outra sessão clinica onde a restauração é cimentada, com
cimento resinoso.

o Por que essas restaurações são feitas de materiais cerâmicos, então precisa ir pro
forno, pra que ela fique pronta para colocar na boca.

Localização da área a ser localizada no dente:

• Tipo I (Classe I)– Restauração de caries localizadas na superfície oclusal de molares;

▪ Sem envolvimento de cúspide;

▪ Com envolvimento parcial de cúspide

• Tipo II (Classe II)- Restaurações nas superfícies proximais de molares e pré-molares;

▪ Sem envolvimento de crista marginal;

▪ Com envolvimento de crista marginal;

▪ Composta;

▪ Complexa

• Tipo V (classe V) – Restauração nas vestibulares ou lingual tanto em dente


posteriores quanto anteriores.

Classe III e IV são restaurações anteriores não entra aqui.

Técnicas de Restauração

✓ Restaurações diretas (geralmente compreende uma etapa, que é a etapa clinica);

✓ Restauração indireta (geralmente compreende mais de uma etapa, sendo uma etapa Diferenças
laboratorial).

Limitações da técnica:
Propriedades mecânicas:

✓ Resistência ao desgaste;

✓ Fraturas marginais.

A resina ela não tem muita resistência ao desgaste, ela fratura, e que a fratura marginal
ocorrecom muita facilidade, a gente tem que ver a indicação da inserção desse material por
conta dessa limitação do material. Pra o uso da resina é preciso observar alguns critérios:

Fatores importantes para indicação de resinas compostas para dentes posteriores:


• Verificação prévia de contatos oclusais:
o Contatos prévios devem ser observados, se há cúspides ocluindo no local da
restauração, com certeza vai haver um desgaste.

• Tipos de restaurações nos dentes antagônicos e observações da presença de


restaurações com facetas de desgaste:

o Pra saber se tem um material mais rígido, ou com contato pré maturo, pois se
tiver vai ser preciso o desgaste se não vai fraturar a restauração de resina.

• Tamanho da abertura oclusal:

o Por que pacientes que possuem uma abertura atresica, quando ele fecha a boca
ocorre primeiro o contato dos dentes posteriores , principalmente ao falar, sendo
um contato mais ativo q o normal, ocorrendo um desgaste com mais facilidade
da restauração.

• Posição de dente no arco:

o Por que quanto mais distal mente o dente estiver encontrado na arcada, mais
forte vão ser os contatos, e maior o desgaste na restauração.

• Correto ajuste da restauração:

o É preciso fazer o ajuste da restauração para que não haja um contato pre maturo
e um possível desgaste da restauração. Deve ser ajustada em relação Centrica,
MIA e lateralidade.

Verificação prévia de contatos oclusais

Contatos prévios devem ser observados

• Maior porção da força oclusal deve ser suportada por estrutura dental;

• Contatos intensos na área do preparo podem contra indicar a utilização de resina


compostas;

• Cúspide ocluindo sobre a superfície da restauração poderá exacerbar o desgaste do


material.

Tipos de restaurações nos dentes antagônicos e observações da presença de


restaurações com facetas de desgaste

• Restaurações cerâmicas nos dentes antagônicos;

• Presença de facetas de desgastes, sugerindo habito parafuncional podem contra-indiciar


restaurações com resinas compostas em dentes posteriores.

Tamanho da abertura oclusal


• O istmo do preparo cavitário, preferencialmente não deve ultrapassar um terço da
distancia intercuspidea;

• O envolvimento de uma área oclusal maior expõe o compósito a forças oclusais maiores,
diminuindo sua resistência ao desgaste (Christensen, 1996)

Posição de dente no arco


• Quanto mais distalmente localizar-se o dente, maior será o desgaste da restauração;

• O desempenho das restaurações diretas de resina composta inseridas em pré-molares será


Correto
superiorajuste da restauração
às realizadas em molares (lebenberg, 1996);

• Entre os molares, os primeiros molares são os dentes onde os esforços mastigatórios serão
mais intensos.

• As restaurações devem ser corretamente ajustadas em relação centrica, MIH e em


movimentos de lateralidade;

• Uma restauração bem ajustada terá possibilidade de resistir melhor aos desafios oclusais,
e será menos provável a ocorrência de sensibilidade pós-operatório.

Às vezes não se conseguimos acabar com a sensibilidade das restaurações em resina, por que
a resina não consegue deter as forças térmicas do alimento, um dente restaurado não vai ser
nunca igual a um dente normal, pois a resina não tem a capacidade que o esmalte tem de
impedir os impulsos térmicos e elétricos.

Então quando um paciente chegar com uma dorzinha, e normal dependendo da profundidade
da restauração, agora se for uma dor intensa, que não para, ai sim não é normal pode ser uma
infiltração, se for uma dor provocada, com agua gelada ou café quente, vai ser normal para um
dente restaurado em resina.

Indicações de restaurações em resina para dentes posteriores:


• Restaurações de lesões de carie na superfície oclusal;

• Restauração de lesão de carie na superfície proximal;

• Restauração de lesão de carie envolvendo superfícies proximais e oclusal;

• Restauraçãode lesão de carie localizadas nas superfícies livres;

• Restaurações de dentes posteriores fraturados;

• Substituição de restauração antiga de amalgama;

• Substituição de restauração deficiente de amalgama ou composta;

• Restauração em dentes com ampla lesão de carie;

• Fechamento de pequenos diastemas localizados em dentes posteriores.

Vantagem no uso das resinas compostas em dentes posteriores


• Permite o preparo bastante conservador, limitado ao excesso da remoção da lesão de
carie.

• É uma restauração esteticamente agradável,

• Reforça estrutura dental remanescente


• E a facilidade do preparo para quem sabe utilizar.

Limitações (Pontos negativos)


• Sensibilidade da técnica restauradora: o operador precisa saber fazer

• Contração de polimerizaçãoda resinas

• Possibilidades de mancha mento superficial

Diagnóstico
• Localização e extensão da lesão carie

• Expectativa do paciente quanto ao resultado estético e a longevidade clinica da


restauração

• Hábitos nocivos do paciente;

• Oclusão do paciente.

Esses são os principais fatores a se observar antes de fazer a indicação do material.

Tipos de resinas compostas que podem ser utilizadas em restaurações de dentes


posteriores.

✓ Resina composta de baixa viscosidade- resinas flúor:

✓ Resina Microhibridas;

✓ Resina Condensáveis.

Resinas compostas de baixa


viscosidade

• Possui grande escoamento, baixa viscosidade, e muito resistente ao desgaste, é mais dura.

• Possui pequena quantidade de carga inorgânica, com partículas de tamanhos semelhantes

a nano-hibridas,

• Indicada para regularização da parede pulpar da parte proximal

o Não se usa essa resina para fazer restauração por completo, por que ela não faz
anatomia, é uma resina liquida, se tiver uma restauração mais profunda, faz a
primeira camada com ela e depois só sobe com a outra pra fazer a escultura.

Resinas micro-hibridas
:viscosidade

• Partículas de 0,4 a 1 micrometro (media de 0,6 micrometros);

• Maior resistência a tração;

• Menor expansão de contração térmica;

• Menor contração de polimerização;

• Fácil acabamento e polimento;

• Indicada para dentes posteriores;


• Opallis (FGM), Esther X (Denstply)

Resinas condensáveis

• Menor contração de polimerização,

• Alto conteúdo de carga inorgânica com partículas de tamanho semelhante às resinas


Micro-hibridas;

• Alta viscosidade e resistência ao desgaste

• Indicadas para dentes posteriores.

• Pequena gama de cores.

Seleção do material e técnica


• Seleção da técnica restauradora

o Se vai ser direta, semidireta ou indireta.

• Seleção do material restaurador:

o Qual tipo de resina que vai ser utilizada, dependendo da cavidade

• Seleção do tipo de preparo cavitário

o Classe I

o Classe II

o Classe V

• Seleção do material de proteção pulpar

o Dependendo da profundidade da restauração.

• Seleção de instrumental e técnica para estabelecer adequado ponto de contatos Inter


proximais.

Localização da lesão de carie Extensão da lesão de carie Técnica Restauradora

Superfície Oclusal ( Tipo I) Sem envolvimento de cúspide Direta

Com envolvimento parcial de cúspide Direta

Superfície Oclusal (Tipo II) Sem envolvimento da crista marginal Direta


Com envolvimento da crista marginal Direta

Composta Direta

Complexa Direta ou Indireta

Superfície vestibular ou lingual Qualquer extensão Direta


(Tipo V)

Indicações preferenciais de técnicas para restaurações de resina em dentes posteriores

Táticas utilizadas para minimizar os efeitos adversos causados pela contração de


polimerização das resinas compostas
O estresse de contração – pior problema da resina
✓ Fator relacionado à cavidade

o Volume da cavidade a ser restaurada;

o Configuração ou desenho desta cavidade (Fator C)

o Técnica de inserção.

O “fator C” vai ser a adesão do material ao elemento dentário, quanto mais aderido aquele
material fica em todas as faces dos dentes não tem fator C. Quando tem a não adesão em
algumas áreas isso vai ser o fator C.

✓ Fatores relacionados à técnica de polimerização

o Manutenção da resina composta em seu estado gel;

o Fotopolimerização com baixa intensidade de luz;

o Fotopolimerização pela técnica do pulso tardio (pulse delay);

o Fotopolimerização gradual, iniciando-se com baixa intensidade de luz, que é


o mais indicado.

✓ Fatores relacionados ao material Restaurador:

o Grau de contração da resina;

o Velocidade de contração da resina;

o Relação entre a carga e a matriz orgânica;

o Característica da matriz resinosa;

o Rigidez (modulo de elasticidade) da resina;

o Momento de realização do acabamento e polimento.

Técnica de inserção do material


Técnica de inserção incremental do material

É a técnica mais preconizada, onde promove:

• Redução do estresse gerado nas paredes cavitarias

• Baixa contração de polimerização


• Diminui a tensão de contração

• Diminui a infiltração marginal

• Diminui a formação das fendas na interface adesiva

Apresenta vantagens no fator de configuração da cavidade que é o fator C, dado pela grande
superfície livre, que permite o escoamento da resina durante a fotopolimerização.

Protocolo restaurador de Classe I, classe II e classe V em resinas compostas


1) Profilaxia do dente

2) Anestesia se necessário

3) Seleção da cor da resina

4) Demarcação dos contatos oclusais

5) Isolamento do campo operatório

6) Proteção de dentes vizinhos

7) Preparo cavitário, remoção da dentina cariada sem bizel.

8) Seleção e adaptação da matriz

9) Condicionamento ácido 15seg. esmalte, 15seg. dentina

10) Lavagem e secagem da cavidade

11) Aplicação do sistema adesivo

12) Inserção e polimerização da resina composta incrementalmente

13) Ajustes oclusais

14) Acabamento e polimento da restauração

Acabamento

1 -Lamina de bisturi 12-15;

2 - Brocas de acabamento em resina (dourada) em cicatrículas e fissura com brocas


pontas de lápis, começa com ela tirando suavemente os excessos, pode ser
utilizadas também brocas multilaminadas.

3 Discos emborrachados

4 Nas interproximais fazer com tiras lixas de acabamento para resina

5 Discos de lixa da, mas grossa para mais fina.

Polimento - brilho p restauração

1 Pasta diamond

2 Disco de feutro

Esse foi o protocolo geral, se ela pedir clinico classe I, por exemplo, devemos adicionar o
tipo de broca, tipo de material que vai ser utilizado.

Existe um protocolo pra cada classe. Fazer em casa um protocolo pra cada classe.

Fator C - Fator de configuração cavitaria, vai ser a divisão de faces e superfícies aderidas e
numero de faces livres do dente para a resina liberar a tensão decorrente da condensação.

Em dentes posteriores quanto maior o fator C mais a tensão gerada é grande e podendo
favorecer a infiltração , luxamento da restauração.

EX: cavidade classe I, o dentiste vai preenche de resina e foto polimerza, a restauração vai estar
aderia a 5 superfícies ( V,L,D,M e pulpar), e quantas superficies livre tem para essa resina
liberar essa tensão? 1 que vai ser a oclusal.

Então superficies aderidas 5 dividida com superfícies livre 1 = 5.

Então o Fator C dessa Cavidade vai ser 5.

O fator C maior que 1 é extremamente alto e prejudicial ao paciente pois ela tem muita mais
chance de ter uma infiltração, nesse caso o fator C 5 ta muito alto.

O ideal é fazer inserção da resina por incrementos pequenos, colocando apenas um cone e
fotoativando.

Se formos fazer o Fator C dessa cavidade seria, como só colocamos um incremento ( um


triangulo) na face vestibular qual seria o fator c?

O numero de paredes aderidas a ele seria 2 ( V e pulpar) e as superfícies livres para liberar as
tensões são 4 (M, D, O L)

Então se eu divido 2 por 4 = 0,5. O fator C vai ser 0,5 sendo muito favorável.
Aula 1 Dentistica ( Estagio I)
Diagnostico em dentistica

Cárie Dentaria

A cárie dentaria é uma doença infecciosa de etiologia multifatorial.

Característica multifatorial da cárie:

Não é a presença de um único fator que vai determinaro aparecimento da doença.

Temos que ter pelo menos:

 Microorganismos
 Substrato
 Hospedeiro

Esses três fatores são influenciados por alguns outros também como:

 Comportamento do indivíduo (se higieniza bem a boca)


 A dieta
 Baixa ou alta escolaridade
 Classe social

Formação do biofilme Dental

 Formação da película adquirida;


 Adesão dos microorganismos.

Inicialmente sobre a estrutura dentária limpa é formada uma


película adquirida (rico em proteínas) que vai permitir a
colonização inicial daqueles microorganismos iniciadores do
biofilme (stafilococcusmirtes, salivares).

E quando em contato com a dieta cariogenica (sacarose) junto com a má higiene esses
micoorganismos eles vão começar a se multiplicar e vão utilizar as moléculas de sacarose e
formar polissacarídeos extracelulares que vão proteger essa comunidade microbiana e vão
também quebrar a sacarose em polissacarídeos intracelulares e utilizar como reserva
energética e os extras celulares vão envolvendo essa matriz microbiana.

Os polissacarídeos vão permitir que outros microorganismos se aderisse a essa nova


película que esta sendo formada como o streptococcus muttans que não conseguiu se aderir a
película adquirida mas consegue se aderir a película de polissacarídeos. Se temos um
hospedeiro que consegue diariamente desorganizar esse biofilme ele nunca vai evoluir para
umacomunidade complexa, mas se a dieta for rica em sacarose o individuo tem muita chance
de adquirir a doença.
À medida que o biofilme vai acumulando eles começam a fabricar ácidos (PH acido) que vão
atuar sobre o esmalte dentário e aquela superfície vai desmineralizar.

E o organismo tentando controlar essa ação começa a liberar íons de fosfato e cálcio e
cada vez mais a estrutura dentária vai sendo enfraquecida. Quando o esmalte perde a solução
de continuidade as bactérias vão invadir dentina e o processo de cárie está instalado.

Iniciando o processo de cárie temos:

Carie Ativa Carie Inativa


Aspecto em Esmalte Aspecto em esmalte
Mancha rugosa e opaca Mancha branca e lisa e brilhante ou pigmentada

 CÁRIE ATIVA:
o Mancha branca opaca, com aspecto rugoso, mas ainda não
possui cavidade.
 CÁRIE INATIVA:
o É uma cicatriz da doença infecciosa cárie, o elemento
dentário ele já foi acometido pela doença carie mas
provavelmente o individuo ou teve uma boa higiene ou fez
aplicação de flureto e conseguiu remineralizar a estrutura.

Obs.: As manchas brancas podem ser confundidas com fluorose dentaria.

Relembrando a cronologia de erupção:

 ICI: 6 anos
 ICS: 8 anos
 C: 9 anos

Então se a criança relata que desde que os dentinhos saíram essas manchas já estavam, é
porque provavelmente é fluorose

Se o dente tiver mancha branca ativa e não tiver cavidade à terapia é PREVENTIVA:

 Orientação de higiene bucal


 Aplicação de verniz fluoretado

Se já tiver cavitado, só o preventivo não vai adiantar, faz o tratamento CURATIVO.


Se após o tratamento o paciente não ficar satisfeito com o aspecto do dente, indicam-se
facetas.
Clareamento não é indicado para fluorose porque aonde tem mancha branca vai ficar mais
branco, só sai com restauração ou faceta.
 CÁRIE EM DENTINA:

Cárie Ativa Cárie Inativa


Aspecto em DENTINA Aspecto em DENTINA
Tecido amolecido de cor amarelada ou marrom clara Tecido duro e escurecido

 CÁRIE ATIVA:
o Ela vai estar altamente desorganizada, contaminada, com
aspecto amolecido, coloração amarelada.
o Quando passa a cureta de dentina ela vai saindo como se
fosse em lascas.
 CÁRIE INATIVA:
o Já se observa um tecido mais escurecido, mais
amarronzado, e endurecido.
o Tenta remover com a cureta e não consegue.

RELEMBRANDO:

 Dentina afetada - é a dentina que foi atingida pela cárie, mas não está infectada,
portanto não precisa ser removida (é endurecido).
 Infectada - precisa ser removida.

Remove a dentina infectada com as brocas 01,02, depende do tamanho dos dentes.

 DENTINA ESCLEROSADA – Obliteração dos túbulos pela deposição de sais de


cálcio;
 DENTINA REACIONAL – Formação de tecido mineralizado dentro da câmara
pulpar.

Quando temos um processo carioso que atinge o esmalte, a dentina já começa a tentar se
defender da lesão que ta encaminhando para ela, ela começa a obliterar os túbulos
dentinarios com deposição de sais de cálcio (formação de dentina esclerosada).

Quando ela não consegue formar essa obliteração, os odontoblastos começam a formar tecido
mineralizado dentro dacâmara pulpar (dentina reacional), por isso que paciente idosos tem a
câmara pulpar menor.

Essa dentina reacional/afetada é modificada, não é igual às outras, tem aspecto mais
mineralizado e mais escurecido. Ela é brilhosa e não sai com curetagem.

CÁRIE PRIMÁRIA E SECUNDÁRIA

Cárie primária é a lesão que nunca foi tratada, já a secundária é


quando se tem uma recidiva do processo carioso, já tem uma
restauração, mas está infiltrada.
SELAMENTO BIOLÓGICO

É uma cicatriz do processo carioso que está só em esmalte e não tem


cavitação;
Não se faz tratamento em selamento biológico.

Para um melhor diagnóstico da cárie pode solicitar um exame complementar (radiografia).

Se na radiografia observar que a câmara pulpar já deu uma descida, é


porque a cárie já está profunda, pois já tentou se defender.
Perguntar ao paciente se ele sente dor com agua gelada, quando come, dá
um leve jato de ar, se doer pode radiografar.

LESÃO DE CÁRIE EM FACE PROXIMAL:

 Lesão em face proximal o diagnostico não é fácil.


 Geralmente estão abaixo do ponto de contato.
 São lesões de progressão lenta.
 Inicialmente ocorre a formação da mancha branca, se o individuo conseguir
controlar ela não progride.
 Pode ter aspecto amarronzado que é cicatriz da doença, se não tiver cavidade.
 Se o paciente quiser mesmo assim o tratamento por questão de estética tem que
anotar no prontuário a decisão do paciente.
 Se não tiver visibilidade para remover o tecido cariado ai vem à forma de
conveniência. Onde deve ter um caminho que vá nos garantir uma visão (sacrificar
a crista marginal).

LESOES EM FACES LIVRES:

 Muito fácil o diagnostico


 Visão direta
 Observar se está ativa e se tem cavidade
 Mancha branca inativa só acompanha

CÁRIE RADICULAR:

 Está na grande maioria dos casos subgengival


 Encaminha pro periodontista fazer aumento de coroa clinica para visualizar toda a
lesão
 Se o periodontista disser que não tem mais jeito tem que fazer exodontia.

Qual o exame inicial que vamos usar pra fazer o diagnostico de cárie dentária?
R= exame visual, com auxilio do odontoscopio.

Se não houver duvida no exame visual já pode partir pro tratamento.

Obs.: No se usa mais sonda exploradora para fazer diagnóstico de cárie dentária,
pois vai servir de deposito bacteriano e transferir pra outras estruturas sadias, além
de formar microcavidades devido a sua ponta ativa.
EXAME RADIOGRÁFICO:

É um excelente exame complementar para ajudar no diagnostico da cárie


dentaria, por exemplo, as cáries interproximais , detectar profundidade da
lesão.

Segundo a literatura, lesões que estão localizadas no terço externo do esmalte, não são
lesões cavitadas, o exame radiográfico detecta a desmineralização do tecido, mas ele não
detecta se aquela desmineralização associada ou não a cavidade.

Ele consegue realmente detectar que em uma desmieralização da superfície, mais ele não
dá a certeza que La tem uma lesão ou cavidade aberta.

Então quando se observa uma desmineralização externa (na superfície) do esmalte faz
apenas terapia preventiva.

Obs. Selamento biológico não há desmineralização da estrutura dentária.

Então se tiver desmineralização na superfície externa não tem cavidade, então não abri.

Se a desmineralização tiver na parte interna do esmalte, cerca de 10% são imagens


associadas a cavidades. Os estudos indicam que lesões em esmalte tenta o tratamento
preventivo. (aplicação de flúor, acompanhamento), não abram, só deve ser aberta se tiver
realmente perda visual.

Se for lesão em dentina, tanto no terço interno como externo já esta associado à cavidade,
então já parte pro tratamento restaurador.

Então se fez o exame radiográfico e ta pegando terço interno do esmalte e terço externo de
dentina, ou seja, junção amelodentinaria, e ainda está com duvida, pode lançar mão dos
separadores ortodônticos para separar os elementos para visualizar alguma lesão.

 Dente posterior = 48h


 Dente anterior 24h

Outra forma de avaliar carie interproximal é utilizar silicone, injeta no espaço interproximal
e espera tomar presa, depois tira de posição e vai observar se tem algo se destacando. Fio
dental também pode usar, mas é sugestivo não garante.

Pode ser usado também silicone de condensação para separação dos dentes.

Tem também os separadores de ação imediata e mediatas. Usa sem anestesia, pois o que
vai indicar é a dor do paciente.
Separação Imediata

Separação na hora. Usa sem anestesia, pois o que vai indicar é a dor do paciente.

Separadores de Ivory (dentes anteriores e Eliot (dentes posteriores)

EXAMES AUXILIARES PARA DIAGNÓSTICO DE CÁRIE

São exames muito caros.

 Diagnodent:

É um tipo de laser, vai emitir uma luz pela ponteira e a luz vai incidir
sobre a superfície dentaria, se houver alguma desmineralização a
superfície vai emitir uma fluorescência para o aparelho, ou seja, vai ser
emitido outra cor aonde houver desmineralização.

Existe um painel digital de numeração, à medida


que começa a irradiar a superfície os números
vão aumentando, parece que vai até 99.

 FOTI - Fotopolimerizadores com fibra óptica:

Vão fazer a transluminação por fibra óptica, quando há desmineralização o índice de


transmissão de luz vai esta alterado no dente.

Ilumina a superfície dentaria e observa se a luz vai ser transmitira ou se vai ficar retida em
algum lugar. Se tiver restaurações pode alterar o exame, se tem calculo, biofilme, tem que
remover se tiver. Em dentes anteriores irradia por vestibular ou por palatino. Para examinar
observa pelo contrário se irradiar por vestibular, observa por palatino. Nos posteriores irradia
por palatino ou vestibular, mas observa por oclusal.

 Carie Scan – mensuração de resistência elétrica

O esmalte dental quando ele ta integro ele é um bom isolante elétrico, mas
se perde a integridade, perde esse isolante, pois entra saliva, íons, então o
aparelho tem um eletrodo na ponteira e tem uma peça que fecha a corrente,
se tiver uma falta de solução de continuidade o aparelho vai indicar.

EXAME CLÍNICO QUE USAREMOS NA CLÍNICA:

Utilizaremos os exames:

 Visual auxiliado pelo radiográfico.


Aula 2 Dentística - Parte II ( estagio I)
Agentes para a proteção do complexo dentinopulpar

Requisitos dos agentes de proteção pulpar


 Ser bom isolante térmico e elétrico;
o Ou seja, impedir que todo tipo de alimentos que comemos o dia a dia que é
quente ou frio passem direto para polpa.
o Se a gente usar em uma cavidade bem profunda e não colocar os materiais de
proteção de complexo dentinopulpar, fazer um amálgama um metal imagine a
quantidade de temperatura quente ou fria que ele passa para polpa, se não
tivesse esses materiais sempre que o paciente fosse comer ele ia sentir dor.

 Ter propriedades bactericidas e/ou bacteriostáticas;


o Bactericida mata tudo, bacteriostáticas estabiliza.

 Apresentar adesão as estruturas dentais;


o Quem é aderente por si só sem precisar do sistema adesivo é o ionômero de
vidro porque tem troca iônica.

 Estimular a recuperação das funções biológicas da polpa, favorecendo a formação de


uma barreira mineralizada;
o Que é o caso do hidróxido de cálcio, tá quase rompendo lá embaixo o que ele
vai fazer é formar dentina.

 Favorece a formação de destina terciária ou esclerosada;


o Ou seja, restaurações antigas infiltrou quando a gente tira e tira aquele
material antigo de proteção vê aquela imagem de dentina bem amarronzada,
não é carie, foi um tipo de dentina reacional ela fez de tudo para se defender.

 Não provoca injúrias pulpares;


o Se a gente quer proteger não adianta colocar um material que vai danificar a
polpa.

 Apresentar resistência mecânica;


o Sabemos que tem um mais fraco que o outro, os materiais de forramento são
fracos mecanicamente.
o Como hidróxido de cálcio por isso precisa de material de base, por que vai
proteger mais, porém o material de base por si só em relação à resina e
amálgama ele também e fraco mecanicamente por isso que precisa de um
material restaurador definitivo para que aquela restauração provisória não
frature ou se dissolva na saliva.
 Inibir penetraçãode ions metálicos no dente, diminuindo a descoloração, causada
por restaurações metálicas;
o Quem é que vai fazer para que não tenha manchamento de amálgama no
dente, quem é o protetor ? O verniz ou sistema adesivo, fazer sistema adesivo
em amálgama ? Existe o amálgama adesivo. Mas lembre-se que não é o
adesivo que vai segurar o amálgama, quem vai segurar o amálgama é a
retenção.
o O verniz vedam os túbulos para que não tenha descoloração daquela área e o
manchamento do dente acinzentado por conta dos íons metálicos não é
porque e vou colocar sistema adesivo e ele vai segurar mais a restauração de
amálgama.
o Se não tiver paredes convergentes para oclusal esqueça não é o sistema
adesivo que vai segurar ele.

 Ser biocompativel com o complexo destino pulpares;


o Se a gente já ta tentando proteger tem que colocar um material que não
danifique.

 Evitar ou diminuir a infiltração de bactéria;


o Principalmente aqui quem faz isso são os agentes de selamento o sistema
adesivo e verniz.

 Ser insolúvel no ambiente bucal;


o Se não fosse assim tudo que colocasse iria desmanchar.

Porque o ionômero não pode ficar como material definitivo?


Porque ele é solúvel.

Se ele tivesse a mesma solubilidade que a resina ele seria o melhor material restaurador
por que ele tem adesão própria não precisa do sistema adesivo, libera flúor, mais infelizmente
é solúvel.

Não existe um material que tenha tudo, vai ter um que vai ter mais coisas que o outro, tem
um que é ótimo mecanicamente, mais ele é um pouco agressivo a polpa.
Amálgama Plím são retenções que você faz com brocas, é como se fosse uma canaleta mais
são sóumas bolinhas, pega a broca esférica e entra e fica só as bolinhas no preparo e você vai
enchendo de amálgama. Se por acaso você conseguir tirar toda a restauração em ficar uns
pingos porque entrou nas bolinhas. A canaleta é feita ao redor da pulpar, o amálgama plim é
do mesmo jeito. Se fazer canaleta nas circundantes fratura.
Classificação dos materiais para proteção pulpar
 Agentes para forramento
 Agentes para base
 Agentes para selamento

Quanto mais profundo os material vamos usar:

 Profundo - forramento, base e selamento.


 Médio- base e selamento.
 Rasa só o selamento.
Classificação das cavidades quanto à profundidade

 Rasa;
 Media;
 Profunda;
 Muito profunda
 Exposição pulpar

 Rasa: preparo aquém, no nível ou que ultrapassa ligeiramente a junção


amelodentinaria.

Como é que vai saber?


A cor do esmalte não é a mesma da dentina.

Na prática vamos observar a diferença da consistência quando a broca entra em esmalte e


em dentina.

A coloração a dentina é mais amarelada, o esmalte tem os prismas hidróxido de apatita ele
é mais forte é praticamente isso, a dentina é mais amarelada por tem material orgânico, água
os poros estão maiores.

Ele vai ser só pegando o branquinho ou ela vai ficar dividida dentina e esmalte ou
ligeiramente abaixo da junção amelodentinaria.

 Para esse tipo de cavidade vou precisar apenas de SELAMENTO.

Mais para essa cavidade seria que tipo de selamento sistema adesivo ou verniz?
Sistema adesivo olha a altura que está não ia da retenção ao amálgama, se fosse fazer em
amálgama iria desgastar estrutura dentária.

 Media: preparo que está de 0,5 a 1 mm além da junção amelodentinaria;

Ta distante um pouco da polpa se o paciente não estiver sentindo dor, se for um paciente
mais velho que até a câmara pulpar estiver regredida um pouco precisa de material de base?

Não, se o paciente não senti dor a câmara pulpar tá distante pode fazer direto.

Se descer mais um pouco precisa da base pelo menos para nivelar e receber o material
restaurador definitivo.

 Profunda: ultrapassa metade da espessura da dentina, mantendo ainda 0,5 mm de


destina remanescente;

Dentina remanescente é a dentina que sobra que ficou depois que tirar tecido careado é a
dentina que sobra, esta entre o fundo da cavidade é a polpa.

Quando vai chegando perto da polpa a cor muda ela vai ficando mais amarelada la no
fundo vê um rosa clarinho, porquê a polpa é vermelha, então quanto mais for se aproximando
mais transparente vai ficando e vê aquela coloração rosa.

Dependendo da distância para polpa quando se faz o exame radiográfico já dá para


perceber até aonde vai descer com broca até aonde a carie tá atingindo se não tiver
proximidade com a polpa não tem necessidade de colocar um material de forramento porque
eu não preciso fazer tecido novo, vai só com a base e faz a restauração.

Porém nem sempre é retinho às vezes dá uma descida, então quanto mais próximo a polpa
mais a gente precisa proteger.

Em lugares profundo precisamos formar tecido novo. Quem forma ponte de dentina?
Hidróxido de cálcio que é material de forramento.

Não precisa encher todo a parede pulpar de hidróxido, coloca só nas partes que se vê mais
profundidade com a polpa.

 Muito profunda: é aquele cujo remanescente dentinário é menor que 0,5 mm (já
consegue ver a polpa);

Já ta um pouco rosa, se tá rosa é preciso aumentar essa parede deixar ela mais larga um
pouco, quem forma tecido é o hidróxido de cálcio cimento. Aqui é muito profunda consegue
ve a polpa mais não tem exposição.

O cimento (pasta) é aquele que são duas pastas.

 Exposição pulpar: já existe comunicação evidente entre a polpa e a cavidade.

Quando tem exposição pulpar tem que colocar um material para criar uma ponte não é
nem aumentar a espessura, e quem cria é o hidróxido de cálcio P.A porque ele é o único
hemostático.

O pó se coloca e estanca o sangue, aí pode pegar o cimento e contornar aquela região que
ficou o pó.

Porque não se coloca em cima, por que as vezes que vai colocar quando levanta o dycal o
pó vem junto. Pode colocar o cimento onde não foi colocado o pó.

Pasta  mistura de P.A com água destilada ou soro fisiológico.

A prof prefere o pó porque ele tá seco quando coloca onde tá molhado ele gruda. Quando
vai colocar a pasta é mais difícil você controlar ela ficar lá em cima a tendência é sair. Antes de
fazer a colocação do P.A lava a cavidade com dycal que é o pó com água só com mais água que
pó, porque não vamos fazer um ataque ácido ali porque ta exposto.

Como já tem P.A dentro da água já vai dá uma boa estancada no sangue. O porta amálgama
infantil é para colocar o pó nos dentes superiores. Se a exposição for muito grande manda pra
endo.

Quando ela falar da pasta do hidróxido de cálcio não é o cimento e sim a pasta de P.A com
água e soro ou o pó.

Quem é que vai colocar em parede sem ser com exposição pulpar?
Cimento de hidróxido de cálcio

Existem dois tipos de pasta: o cimento que é em forma de pasta e existe a pasta mesmo
feita de hidróxido de cálcio.
Associação de materiais e sequência de aplicação
Profundidade da cavidade Associação de materiais
Profunda/muito/profunda/com Formador + base + selador
exposição pulpar

Media/profunda Base + selador


Rasa Selador

Esse profunda da 2° coluna é dependente da idade do paciente se ele não relata dor e tá
profundo e não está próximo da polpa não tem necessidade de formar tecido novo então só
faz a base e selador.

 Agentes para forramento

 São, em geral, na forma de pó e líquido, ou pastas (0,2-1mm), tem uma espessura


pequena.
 Sua função é proteger a polpa de agressões externas e/ou estimular formação de
barreira de dentina
 Devido às suas baixas propriedades mecânicas seu uso é restrito a cavidades
profundas
o Por isso obrigatoriamente tem que colocar uma base.
o Se colocou o Hidróxido tem que colocar o óxido de zinco e eugenol ou ionômero de
vidro.
 Muitos casos acontece tá profundo coloca um pingo de hidróxido de cálcio sistema
adesivo e resina ou então amálgama. Primeiro se colocou hidróxido de cálcio é porque
tá muito próximo a polpa e você já fazer um sistema adesivo e uma resina em cima o
paciente vai ter sensibilidade ou pode causar uma endo.
o Ou se for com amálgama quando começar a condensar vai formar trincas e fratura.
 Deve ter função de cicatrização pulpar, reduzindo os efeitos tóxicos dos materiais
restauradores definitivos.
 Devem ser bactericidas e/ou bacteriostaticas
o Por mais que se limpe não tem garantia que se tirou toda a contaminação e
ele é o primeiro material que vai estar mais próximo da polpa então ele tem
que matar ou estabilizar quem ficou.
 O mais utilizado é o hidróxido de cálcio em suas diferentes formulações (pó, pasta, ou
cimento)
 Pode ser encontrado na forma pura (pró- analise ou P.A) ou misturado ao soro
fisiológico para formar uma pasta, ou como cimento de pasta base e catalisadora ou
ainda como cimento fotoativado.
 Propriedades:
 PH alto que estimula odontoblastos e inibe proliferação bacteriana (“ponte de
dentina”)
o Ele vai fazer com que haja uma inflamação lá embaixo, os odontoblastos
sobem com tudo vai defender e formar tecido novo para aquele material não
entra na polpa por isso a dentina a baixo do material forrador é a reacional
amarelada que é feita de todo jeito é as vezes ela é tão dura do que uma
dentina normal.
 O pó é hemostático
 Cimento – não tem efeito hemostático.

Tipos agentes para forramento


 P.A vamos usar, serve para usar a pasta como para usar puro
 Cimento que tem a pasta base e a catalisadora as tampas vem diferente para
não mistura e se misturar as tampas as cores das pastas são diferentes tem um
amarelo mais claro e outro bege.
 Biocalé um hidróxido de cálcio fotoativado não precisa misturar é como se fosse uma
resina, coloca lá no fundo e ela endurece com a luz do foto. Ela é cara é faz o mesmo
efeito do cimento.
 MTA agregado de trioxido de mineral, é feito de cimento de construção a parte mais
específica do cimento, faz o mesmo efeito do cimento só que muito mais rápido. Se o
hidróxido de cálcio cimento forma uma barreira de dentina entre 30 dias o MTA forma
em 15 e 20 dias.

Agentes para forramento – manipulação


Aplicador dycal com uma bolinha na ponta, coloca ou no bloquinho ou na
placa de vidro as duas bolinhas de cimento uma pasta base e outra
catalisadora de cores diferentes vão unir e quando tiver a mesma cor coloca na
cavidade.

Dica da prof: se manipular com uma ponta evitem coloca ela diretamente, porque tá
um monte de hidróxido de cálcio, e se precisa pontual não vamos encher a cavidade,
não tem necessidade de colocar hidróxido nas paredes circundantes, se ele é fraco
mecanicamente e não há necessidade de formar dentina nas paredes circundantes.

Limpa a ponta depois da manipulação pega o material e coloca lá.

 Agentes de Base
Aqui se precisa de muito material , mais do que de forramento, pois vamos substituir uma
dentina que foi perdida. Então vamos tentar subir o que poder de material de base.

 Geralmente comercializados na forma de pó e líquido ( > 1mm) vão ser mais


espesso que o de forramento ai precisa de mais material do que o de
forramento, tem que substituir uma dentina que foi perdida, coloca o que
puder dos materiais de base para não colocar muita resina e amálgama.
 Utilizados em cavidades de média e grande profundidade
 Funções:
 Proteger o material forrador
 Reconstruir parte de dentina perdida (diminuir o volume de material
restaurador)
 Adequar o preparo cavitario
São eles:

 Cimento de ionomero de vidro


 Cimento de óxido de zinco e eugenol, não se usa com resina.

Já existiu diversos materiais tem o fosfato de zinco que é usado mais para cimentação de
prótese.

 Cimento de ionômero de vidro


Propriedades
 Adesão (troca ionica – ionscalcio +ionspoliacrilico – adessoémaior entre esmalte.
o Melhor material com adesão, ele tem essa adesão devido à troca iônica com
cálcio do dente e o poliacrilico dele.
o Tem mais adesão no esmalte devido ser mais mineralizado.

 Liberação de fluor (bacteriostatico + des/re): ele pode ser recarregado.


o Para quem tem grande atividade cariogenica ele é o mais indicado, e pode ser
recarregado diariamente fazendo escavação, aplicação tópico de flúor,
bochecho com emxaguante bucal contendo flúor.
o Ele remineraliza o que está desmineralizado, ele não forma tecido novo ele
apenas endurece aquilo que estar fragilizado.

 Biocompatibilidade (mas não com o tecido pulpar),


o Material químico por menos nocivo que seja não é natural de um dente, por
mínimo que seja ele é um irritante pulpar, mais por ex pegar uma restauração
média ou profunda quem vai ser mais irritante é o sistema adesivo ou colocar
o ionômero? Sistema adesivo.

 Coeficiente de expansão térmica linear semelhante a estrutura dental (interface


preservada),
o Expande e contrai dependendo do que se comer.
o Se esse coeficiente fosse muito alto o que iria acontecer quando comece
coisa quente? Fratura, trincas de esmalte, e quando contraísse demais o que
iria acontecer? Fissuras, espaços entre o dente e a restauração provisória.

 Não é considerado estético (rugosidade),


o Se não fosse seria o material mais top, mais ele é rugoso.

 Retém corantes

 São fracos mecanicamente


o Em relação às restaurações definitivas, porque se fosse forte seria um forte
candidato a substituir a resina. Em relação ao óxido de zinco e eugenol e o
hidróxido de cálcio ele é muito mais superar.
Tipos de Ionômero de vidro
 Convencional

Pó e líquido o que vamos usar, o líquido é formado pelo poliacrilico que é aquele ácido
responsável da troca iônica.

 Anidro

A diferença dele para o convencional, o líquido dele é água o poliacrilico


está dentro do pó. Lembra que para fazer a limpeza da cavidade para fazer
ionômero temos que fazer a limpeza com ácido poliacrilico.

O liquido poliacrilico para limpeza vende separado.

 Cermets

Foi uma tentativa de melhorar a mecânica do ionômero, aí foi acrescentado partícula


metálicas

 Modificados por resina

São os melhores do mercadoporque incorporaram partículas de resina, a


resistência mecânica aumentou, a estética melhorou e o brilho.

Usado muito em odonto pediatria porque criança não para, você vai fazer um ionômero
pensando que vai rebaixar fazer um amálgama convergente para oclusal não consegue. Ele é
quase uma resina mais tem propriedades do ionômero.

 Condensável

A diferença dele para esses outros ionômeros a consistência dele parece um


óxido de zinco e eugenol é como uma macinha de modelar tem como calcar com
aqueles calcadores de amálgama.

Para crianças é excelente porque a criança não para quieto o tempo de presa é muito mais
rápido, e ele é bem forte mecanicamente principalmente para molar por isso o nome vitro
molar. Esse vamos usar na clínica.

Vamos usar o fotoativado porque as vezes tem uma restauração média paciente não sentiu
dor se fez todo o preparo sem anestesia, da tranquilo para restaurar, se observar e pensar se
eu não colocar um ionômero e uma resina o paciente vai ter sensibilidade é melhor colocar.

Lembrando que na clínica temos que terminar aquele paciente tem que ir embora e o
ionômero não vai entrar em presa suficiente para você calcar um amálgama em cima ou já faz
o sistema adesivo sem penetrar dentro do ionômero porque ele vai demorar em presa. Então
dá pra se fazer aquela restauração no mesmo dia mais por conta do ionômero entrar em presa
teria que deixar o provisorio para quando fosse na próxima semana rebaixa e faz.

Pedimos o fotoativado porque nesses casos o paciente não senti dor e dá pra fazer a
restauração naquele dia vamos fazer a base do ionômero usa o foto e já tá pronto pra fazer a
restauração.
No kit vem o pó, líquido, prime para grudar mais por conta da resina, e o gloss é para dá um
brilho por cima e evitar reter corantes e da um melhor estética.

Em casos de restauração provisória se o paciente vai para casa é bom colocar o gloss,
coloca e polimeriza da aquele aspecto brilhoso como se fosse resina.

Casos se use só para fazer a base não precisa colocar o gloss.

Classificação quanto a indicação do material


 Tipo I – indicada para a cimentação de quaisquer artefatos ortodônticos ou protéticos.
É aquele cimento que faz com que o anel ortodônticos fique preso.
 Tipo II – indicado para restauração
o A – materiais indicados para baixos esforços mastigatórios;
o B –materiais sujeitos a esforços mastigatórios mais intensos, como os
reforçados por prata
 Tipo III – indicados para o selamento de cicatrículas e fissuras, como base e
“forramento”

Existia um tipo de ionômero para forramento tipo hidróxido de cálcio mais ele não se usa
tanto porque ele é um pouco irritante pulpar e não pegou tanto no mercado.

Indicações clínicas do ionômero


 Para cicatrículas e fissuras
o Tem dentes que são selados por ionomero eles retém muito corante aí fica
rosa.
o O paciente tinha uma alta atividade de carie os molares permanentes
erupcionaram e uma tentativa de preservar aquele dente já que a dieta dele
não ajuda faz um ataque ácido coloca o ionômero para ele penetrar nos sulcos
para evitar que forme carie.
 ART (odontopediatria)
 Como material de base
 Para núcleo
 Para cimentação provisória
 Para restauração provisória
 Entre outros

Manipulação do ionômero

É um para um, o que vai mudar é que o elice é diferente o elice a tampa vem dizendo que
ao invés de ser uma gota de líquido para uma medida de pó, são duas gotas de líquido para
uma medida de colher, por isso tem que ler a bula.
Sempre agitar o pó antes de usar. Sempre colocar o pó antes do líquido para evitar que o
líquido evapore, pega o líquido vire em 45° porque quem pegar direto e apertar faz uma bolha
e se perde a noção de quanto vai descer.

Divide o pó em duas partes e sempre colocar o pó para dentro do líquido, com espátula
plástica, não usa a metálica por que tem troca de íons e isso pode trocar íons com a metálica.

Para inserir na cavidade pode ser com a metálica, agora para manipular é a plástica.
Quando mistura e da aquele ponto de fio tá pronto para inserir.

 Isenção na cavidade: seringa centrix ou espátula de inserção.


 Acabamento – matriz de poliéster ou remoção de excessos grosseiros (devido
 Proteção: verniz ou adesivo

Resina? Amálgama?

Utiliza o ionômero para os dois. Se estiver na dúvida coloca ionômero, depois decide que
tipo de material usar.

Óxido de zinco e eugenol só se usa amálgama.

Contra indicações do ionômero


 Classe I extensas de dentes permanentes
 Classe II com envolvimento de crista marginal em dentes permanentes
 Classe IV em dentes permanentes e decíduos

Devido ao escoamento e falta de condensação

Ele é um material muito fluido, não da pra fazer classe IV com ionômero, nem a crista. Mas,
chega paciente lá com dor cavidade aberta e uma classe I extensa, porque é contra indicado
você vai deixar o paciente sentindo dor? E vai deixar aquela cavidade aberta? Não.

Subiu até a oclusal é provisório, deixou até a metade é base. Se pegou metade da crista
deixa reto e sem crista, deixa em infra-oclusão, se for classe IV fecha do jeito que tiver
quebrado.

E avisa ao paciente que ali é uma área de risco para evitar forças mastigatórias por que
pode se quebrar. Em classe IV não coloca óxido de zinco porque o definitivo é com amálgama.

 Cimento de óxido de zinco e Eugenol

 Classificação (de acordo com a indicação)


o Tipo I – cimentação provisória;

Ou seja, vamos fazer uma coroa para o paciente, ele tá só no provisório, estou medindo por
que nas outra semana vai vir uma coroa de porcelana para ele.

Tem que colocar um cimento que aguente o paciente no dia a dia a forças mastigatórias,
mais que tenha uma facilidade de tirar quando for precisar.
Quando o de cerâmica chegar eu vou ter que colocar e ficar fixo o máximo que puder,
então já é outro tipo de óxido de zinco que é para cimentação definitiva.

o Tipo II – cimentação definitiva


o Tipo III- restauração provisória ou como base;

O que vamos usar, ele e mais resistente um pouco.

o Tipo IV - para forramento

Está grifado porque imagina eugenol em exposição pulpar, isso não pegou. Dizem que tem
propriedades terapêuticas, mais ao contrário ele tem propriedades terapêuticas mais e um
grande irritante pulpar.

Tem kits que vem a colher mais funda do que a do ionômero, e tem outras que não vem.
Como vamos medir?

Tira um pouco de pó coloca em cima da placa, o líquido sempre coloque um pouco de lado
por que vai descer muito não tem como controlar como o do ionômero.

Não tem problema de ser espátula metálica, a melhor consistência é ficar como macinha de
modelar é a única vantagem que a prof vê nele, a consistência dele em relação ao ionômero.

 Agentes para Selamento

 Vernizes cavitarios
 Sistemas adesivos; para resina ou amálgama

 Vernizes cavitarios

 São disponíveis em dois frascos, um de líquido viscoso e outro de solvente

O líquido a gente vai o e ele evaporando, vai chegar um tempo que vai ficar muito espesso
pra que ele volte a ficar mais fluido só colocando o solvente lá dentro. (Vende o solvente
separado).

Propriedades:
 Proteção contra choques termoelétricos
o Vocês acham que espessura que é o verniz vai impedir choques termoelétricos
de um amálgama? É muito fino. Uma cavidade Profunda ou media só com ele
o paciente vai sentir alguma coisa.
 Diminuira penetração de íons metálicos na dentina
 Diminui a penetração de íons metálicos na dentina
 Diminuem infiltração de bactérias;
o Por que vai vedar os túbulos
 Ajudam na formação de fatores de corrosão na interface amálgama/ dente

Manipulação
Ou pincel ou microblush, coloca uma camada no mesmo sentido da um jato de ar para o
solvente evaporar chega sai o cheiro de álcool.
Faz a segunda camada no mesmo sentido, não pode fazer ao contrário porque pode tirar o
que coloquei. Duas camadas intercaladas com jato de ar e depois vem o Amálgama.

 Sistemas adesivos

 Adesão=força que mantém juntas duas substâncias com diferentes composições


 Pra que haja contato entre o adesivo (substância) e a estrutura dental, (substrato) e
conseqüente adesão micromecanica:

Nesse caso, vai ser uma substância o adesivo e um substrato dentário. Para que isso
aconteça precisamos de três coisas acontecer.

1. Potencial de umedecimento ou espalhamento - quanto aquele material vai


conseguir se espalhar e cobrir aquela área.
2. Viscosidade do adesivo
3. Rugosidade superficial do substrato

Umedecimento e molhamento
 E a capacidade de que o adesivo apresenta de recobrir totalmente o substrato, sem
incorporar bolhas de ar entre eles;
o Ou seja, é o máximo que ele consegue se espalhar, penetrar.
 As moléculas dentro das substâncias estão sujeitos a forças atrativas multidirecionais e
estão em equilíbrio com as demais que a circundam;
 Na superfície e equilíbrio é rompido, tende a ocorrer uma força sobre essas moléculas
para dentro do corpo, gerando aumento na energia superficial (ES).
 No caso dos líquidos, a energia superficial é denominada tensão superficial (TS) e um
de seus efeitos é a tendência dos líquidos de se apresentarem sob a forma de esfera.

Nenhum Molhamento Molhamento


Molhamento parcial perfeito

Por ex :quando tomamos banho e forma as bolhas a tendência é entrar na pele. Por isso
que forma esferas. Essa tensão superficial vai mostrar em relação ao molhamento de um
líquido. Se aquela esfera tá bem feita vocês acham que a área que ela molhou foi maior ou
menor do que essa que quase não fez bolha? Menor.

O adesivo se ele formar bolhas perfeitas ele vai conseguir espalhar mais ou menos? Menos.
E para ele espalhar mais ele precisa menos de viscosidade.

Quando menos viscoso e quanto mais fluido ele consegue se espalhar.

 O ângulo formado entre a superfície de um sólido e de um líquido colocados em


contato é denominadoângulo de contato e depende da relação ES/TS.

Temos o dente e o adesivo é o ângulo que forma entre o dente a


superfície e o líquido. Se a minha bolha é maior o ângulo vai ser maior.
Se o meu ângulo vai ser maior o adesivo é mais viscoso.
 Na realidade, o ângulo de contato reflete o potencial de espalhamento/umedecimento
de uma substância na superfície de outra:

Favorável
Desfavorável
Substrato limpo
Alta energia de superfície Substrato contaminado
Baixo anglo de contato Baixa energia de superfície
Ótimo molhamento Alto anglo de contato
Péssimo molhamento

Quanto menor o ângulo de contato maior a molhabilidade do substrato e maior e a


probabilidade de se obter adesão afetiva:

Então quanto menor esse ângulo, quer dizer que o líquido se espalhou mais, se ele se
espalhou mais vai ter um molhamento maior.

Tudo reflete na viscosidade. Se o ângulo é pequeno então quer dizer que o negócio é fluido.
Se o ângulo é maior o adesivo é mais viscoso.

Viscosidade
 O adesivo é efetivo quando, além de se estar em contato íntimo com o substrato, ele
se espalha fácil e rapidamente sobre o substrato.
 O ângulo de contato é diretamente proporcional à viscosidade do líquido,
o Ou seja, quanto maior o ângulo maior a viscosidade, e quanto menor o ângulo
menor a viscosidade. Se ele for mais viscoso, ele não vai conseguir se espalhar
direito e a tendência é formar bolhas.

O adesivo mais espesso terá:

 Mais dificuldade de recobrir rapidamente o sólido em decorrência da sua consistência


(“pegajosidade”) e não por ter menos capacidade de molhamento
 Mais chance de aprisionar o ar, que pode impedir o adesivo de escoar em
profundidade

Rugosidade superficial

 Amplia o potencial para a adesão


 O aumento da área eleva a capacidade adesiva, pois há mais sítios para retiro aderente
que penetrou

O sistema adesivo é tradicionalmente composto por:

 Ácido
 Primer
 Adesivo

Por isso são chamados de sistema por que não e só um deles. Eles podem estar separado
ou todo mundo junto.
Classificação dos sistemas adesivos:
 Começo condicionamento ácido prévio (por nós preconizado), faz o ataque ácido e
depois usa o primer ou adesivo ou o Autocondicionantes.
 Autocondicionantes é todo mundo junto.

Técnica do condicionamento ácido prévio ou convencional


 Além de remover a smear layer o condicionamento ácido realizado na dentina há
o aumento do diâmetro dos túbulos.
o Tais modificações resultam em:
 Estrutura menos mineralizada
 Mais porosa
 Mais úmida
 Mais rugosa; criar micro retenções através do ataque ácido. Por que eU crio
aquelas vilosidade vou aumentar porque descalsifica. A espessura dos poros ela
vai aumentar.
 Baixa energia de superfície

Assim, o sucesso da técnica fica comprometido.

Quando fazemos a técnica do ataque ácido, eliminou o smearlayer, abriu túbulos esta tudo
certo.

Se eu abrir os túbulos demais o que vai acontecer lá dentro os túbulos, as fibras, matéria
orgânica, água. Eu abrir muito os túbulos e perdi mineralização, porém a estrutura vai ficar
menos mineralizada mais porosa, consequentemente mais umidade, mais rugosa e baixa
energia de superfície.

Ou seja, se eu colocar só o adesivo ali não dá certo, porque o adesivo não dá certo com
água ele é hidrofobico, eu preciso de um meio de tirar aquela água que ficou nos poros que
abriu demais. Não pode pegar a seringa e secar toda porque causa o colapso das fibras, aí
onde complica tem que secar seca com o primer ele é hidrofílica seca a água lá dentro dos
túbulos e ao menos tempo deixa as fibras livres se não elas cola tudo.

A intenção é tirar a água sem causar o colapso das fibras aí surgiram os Primer.

 Assim, surgiram os PRIMERS, que são compostos por solventes orgânicos


adicionadas a monômeros hidrofílicos;
 Os solventes presentes nesse primer:
o Deslocam o fluido;
o Participam da evaporação da água presente
o Deixam os monômeros hidrofílicos em contato com as fibras de colágeno
 Completamentando a técnica adesiva, é aplicada uma camada de resina
hidrofóbica sobre os primes;
 Essa resina hidrofóbica não contem água nem solventes sem sua composição.

O prime vai entrar no poros para evaporar a água que não conseguimos secar,pois se secarmos
vai ter o colapso das fibras.

Então o prime tira a água faz com que a água evapore e ele continua La dentro para deixar
as fibras livre, o prime nada mais é do que isso.
O prime faz com que a água seja evaporada ocupando o lugar dela para deixar as fibras
soltas ou livres.

Esmalte quando faz o condicionamento ácido só tem prisma pode secar a vontade com
seringa triciple.

Colocou ácido abriu os túbulos o que acontece, o smearlayer que e a lama dentinária, os
túbulos deram uma abertura maior tem água, depois que se lavou e tirou a smearlayer
apareceu as fibras. Tiramos o excesso com a seringa pega o algodão seca, observa que secar
mais não perde o brilho porque a água que tá mais profunda não saiu lá dentro ta úmido.

Explicando a imagem, vocês acham que algum outro material vai conseguir passar pra cá?
Não. Então a camada híbrida ia ser só aqui, e não ia ter camada híbrida, ia ter uma camada de
adesivo em cima de fibras. Foi aí que colocamos o primer.

O primer tirou a água que estava presa nas fibras, deu uma descida nos tubulos e as fibras
ficaram soltas. Elas estão roxas, só para mostrar que aqui em primer tá lá dentro delas, para
elas ficarem soltas.

No esmalte é prismas esmalte e adesivo. Mais olha a camada híbrida na dentina. O que é
uma camada híbrida? É a penetração do sistema adesivo nos tubulosdentinários, é a interação
dela com as fibras colagenas. É a camada que fica entre os tubulos, as fibras junto com o
primer antes de material definitivo.

A camada híbrida vai ser essa mistura, primer, adesivo, fibras, quem vai me garantir uma
secagem e colocação de um primer e adesivo correta. Se eu tenho isso perfeito você consegue
fazer milagre em uma restauração, o tempo de duração é maior.

O bond é resina, é resina líquida ela é tão líquida que conseguiu penetrar lá dentro. A resina
do adesivo ela não pode ver água, e o primer tem que ver água que é para ele preparar quem
não vai com a cara da água.
Classificação dos sistemas adesivos
 Quanto à forma de tratamento do smaer laeyer (se remove totalmente com o acido ou
se incorpora na adesão – camada hibrida);
o Adesivos autocondicionantes
 Quanto ao numero de passos clínicos (1,2 ou 3passos);
 Quanto à geração a que pertencem (1° a 6°/7° geração);

As três primeiras gerações ninguém mais usa nada, pois não tem condicionamento acido
em dentina, pois achavam que o tratamento que a gente fosse fazer ia ser igual o da dentina,
mais não é, pois a matéria orgânica e água vão influenciar na adesão do material.

 1° Geração – Não fazia condicionamento acido, não tinha primer, era só o


adesivo (não fazia nada na dentina).
 2° Geração – Não tinha condicionamento acido, já fizeram o prime junto com
o adesivo;
 3° Geração – Separação do prime e adesivo, mais continua sem o acido, então
não tinha como remover a smaer layer.
 4° Geração – Com condicionamento ácido antes e depois o prime e o adesivo
(frascos separado) (melhor geração).
 5° Geração – os que mais usamos que é prime adesivo em frasco único;
 6° Geração – Nos livros mais antigos existe a 6° como no geral e eles são
classificados como autocondicionantes.
 6° e 7° geração - Nos livros mais recentes podemos encontra as 6° e 7° geração
o que diferencia é que o acido e o prime vão estar no mesmo vidro e o adesivo
vem em outro, então são dois fracos
 7° Geração – vai ta tudo junto em apenas um fraco, não tem tratamento
prévio de dentina, pois é autocondicionante, mesmo depois de lavado ele vai continuar La
dentro.

O acido não é a mesma concentração do fosfórico, a concentração do acido vai ser menor,
porque ele vai ficar dentro,a smaer layer é tratada de uma forma que não fica contaminando.
Esses matérias que estão dentro do adesivo vão modificar para que ela não deixe o meio
contagioso nem infeccioso.
Então a smaer layer vai fazer parte dessa camada hibrida então em vez de tirar deixamos.
Esses são adesivos mais novos, dizem serem os tops do mercado. -a professora fica com o
PE atrás.

Manipulação

 Manipulação (primer e Bond no mesmo frasco)  Manipulação (primer e Bond em frasco separado)

 Condicionamento ácido (ácido fosfórico 37%)  Condicionamento ácido (ácido fosfórico 37%)
 Dentina 15s  Dentina 15s
 Esmalte 30s  Esmalte 30s
 Lavar por 30s  Lavar por 30s
 Secar com papel absorvente  Secar com papel absorvente
 1° camada – “esfregar” o adesivo com  1° camada – “esfregar” o prime com microblush
microblush  Jato de ar
 Jato de ar  2° camada – “esfrega” o adesivo com microblush
 2° camada – “esfrega” o adesivo com microblush  Jato de ar
 Jato de ar  Fotopolimerizaçao por 40 segundos.
 Fotopolimerizaçao por 40s
Aula 3 Dentistica ( estagio I)
CLAREAMENTO DENTAL

Existem vários tipo e técnicas de clareamento.

Tem primeiro que fazer consulta anamnese para avaliar o estado bucal e sistêmico daquele
paciente.

Clareamento a laser é melhor?


Quem clarea é o clareador ou o laser? Clareador

A única coisa que o laser vai influenciar num clareamento é que ele vai diminuir a
sensibilidade.
Eu posso fazer sessões de clareamento e não sentir nada. Cada um responde de uma forma.

O que podemos fazer para diminuir a sensibilidade é passar cremes dentais como
sensordyne, sensitite pró-alive. Em cada sessão de clareamento a gente pode colocar o flúor
neutro para diminuir a sensibilidade do paciente.
Mas se o paciente já tem uma sensibilidade pela própria natureza, tem recessão gengival,
lesões cervicais não cariosas, vocês acham que um paciente desse é fácil fazer um clareamento
sem ele ter sensibilidade?
Pode passar o melhor creme dental, analgésico, que ele não vai deixar de sentir dor.

LEMBRANDO: lesões não cariosas são abrasão, erosão, abfração.

Histórico:

Antes usavam dente de ouro.

Começou a se pensar em algo pra clarear o dente, por exemplo, água sanitária. Os cloretos
foram os primeiros materiais usados para clarear, mas só era feitos em dentes não-vitais, pois
eram os que escureciam por não ter naquele tempo tratamento de canal.

Depois disso foram feitos clareamentos em dentes vitais usando também cloreto.

Em 1910 foi a técnica de clareamento de dentes vitais incluindo peróxido de hidrogênio


que é o principal componente usado ate hoje, associado a uma fonte de calor, ate a década de
90.

Eles imaginavam que o clareamento era ativo se usasse o peróxido de hidrogênio aquecido
e colocasse uma espátula quente isso clareava o dente.

Em 1960 foi desenvolvida a técnica de clareamento caseiro com peróxido de carbamida


por meio de moldeiras que hoje não se chama mais caseiro e sim assistido (dentista tem que
acompanha) hoje em dia só compra se tiver receita pra ter um controle, pois todo mundo
estava comprando e usando de forma exacerbada.
A gente sabe que água oxigenada na pele queima, imagine na mucosa? E usando de todo
jeito. Por isso que em concentrações maiores o clareamento dental só é feito em consultório,
a quantidade do caseiro é muito inferior por que o dentista não em o controle de quanto o
paciente está usando.

Indicações do Clareamento Dental

 Apresentam uma coloração amarelada ou escurecida;


o Para sabermos até que branco vamos clarear , temos como referencia o olho
do paciente, o dente não pode ficar mais branco do que o branco do olho do
paciente.
 Dentes manchados ou escurecidos pela deposição de corantes provenientes de
dieta, fumo e outros fatores. (cafés, coca-cola, corantes).
o Pode tomar café quando fizer o clareamento? Você pode tomar o café, mas
sabendo que o clareamento não vai durar muito. Durante o período do
clareamento é melhor evitar, pois o dente fica muito susceptível a reter
corantes.

Quem usa faceta pode tomar esses alimentos com corante?


Depende da faceta, se for de resina mancha, já de porcelana não mancha.

Para saber quando vou indicar ou não, por exemplo, as manchas têm caráter adquirido
(após formação do dente) ou congênito (ocorre durante o processso de formação do dente).

 Um manchamento de tetraciclina ou fluorose é de caráter congênito.


 Um manchamento por trauma, café, suco já é adquirido.
 Icterícia - bilirrubina (congênito).

As manchas de caráter congênito são super difíceis de terem sucesso no clareamento, e as


manchas intrínsecas o clareamento clarea, mas não ficam 100%.
Então os adquiridos são mais fáceis de ser tratados.

Por ex. O manchamento após um trauma, que ocorre um extravasamento de sangue pra
dentina, se for muito intrínseco, às vezes o clareamento não é tão efetivo.

 Alteração de cores por traumatismos


o Às vezes após o trauma o dente fica acinzentado.
o Alguns precisam de tratamento endodôntico outros não, porque muda essa
cor? Às vezes ocorre um extravasamento de sangue e escurece.
 Escurecimento em função da perda parcial de esmalte pela idade
o Quem é mais idoso tem os dentes mais amarelados
 Necrose pulpar e que apresentam escurecimento da coroa dental.
 Com alteração intrínseca amelogenese imperfeita, hipoplasia do esmalte, mancha por
tetraciclina, fluorose.
 Manchas intrínsecas-São indicações? Sim.
o Mas temos que ver o históricocompleto e perceber se vai valer a pena o
clareamento.
Por ex. Amelogênese imperfeita ( esmalte foi fabricado falhado) Se ele tá falhado e é a parte
mais translucida do dente quem tá abaixo? Dentina, então esse paciente já tem sensibilidade,
imagine colocar um acido direto na dentina. Então temos que ver se vai valer à pena fazer um
clareamento ou é melhor fazer uma faceta. E sabemos que a dentina por natureza já é mais
amarelada.

 Manchas por tetraciclina e fluorose


o Podemos fazer clareamento, mas vai depender do grau, pois onde é mais
branco vai ficar mais branco (na fluorose).

Os de tetraciclina são do mesmo jeito, aonde tiver mais amarronzado vai ficar mais ainda.

 Lente de contatos não esconde manchas de tetraciclinase for manchas muito escuras.
 Sabemos que a gutta percha ela causa manchamento no dente se ficar na coroa.
o Chegou um paciente no consultório com o dente restaurado com gutta percha,
ou seja, o dente extremamente escurecido. Fez o retratamento de canal e o
clareamento dental, mas jamais vai ficar igual ao dente vizinho.

CLASSIFICAÇÃO DOS CLAREAMENTOS

 Dentes vitais ou não vitais

TIPOS:

 Clareamento vital assistido


 Clareamento vital em consultório - clareamento profissional
 Clareamento vital assistido em consultório (faz uma sessão em consultório e
entre uma sessão e outra o paciente fica fazendo em casa)
 Clareamento não vital - mediato e imediato.
o Imediato= na hora
o Mediato= vai clareando aos poucos

Já ouviram falar que quem faz clareamento em dente não vital

- No clareamento Mediato - coloca um curativo dentro da câmara pulpar e deixa clareando


aos poucos de dentro para fora. E gradativamente ele vai clareando de dentro para fora.

- No clareamento IMEDIATO - é feito na hora, tanto por dentro quanto por fora, o paciente sai
sem nada de clareador na boca.

 Clareamento não vital imediato com o mediato


o Posso fazer na hora por dentro e por fora (imediato), e ainda colocar o
clareador para ele ir pra casa (mediato)
 Clareamento não vital com o vital
o Posso fazer o clareamento interno e fazer dos outros dentes vitais
também.
 Microabrasão
COMPOSIÇÃO DOS CLAREADORES

1. Peróxido de hidrogênio
2. Peróxido de Carbamida
3. Perborato de Sódio

PERÓXIDO DE HIDROGÊNIO

Praticamente é o que usamos no consultório

 Baixas contração de 1 a 10%, indicados para uso caseiro e moldeiras em curtos tempo
de 1h a 4h diárias.
 Em altas concentrações ele vai de 30 até 38% (consultório), por curto periodo (cada
aplicação levam torno de 10 a 15 minutos).
o Mais comum se acha em 35%
o Na primeira sessão eu vou colocar o clareador por 15 min.
o Tira, manipula novamente,e coloca mais 15 min.
o Tira, manipula novamente e coloca mais 15min.
Ou seja, na primeira sessão irei colocar 3 porções de 15 em 15 min.

Já existe o HPBLUE que também é um tipo de clareador que inovaram para diminuir esse
espaço. Ele vem com uma bisnaga com duas seringas (peróxido e espessante), encaixa uma na
outra e faz movimentos de 8 a 10 vezes indo e voltando.

Uma bisnaga da para arcada superior e inferior. Não precisa tirar a cada 15 min, conta os 40
MIN seguidos

Obs. O espessante serve para deixar o clareador em forma de gel para que ele fique em cima
do dente.

Mecanismo de Ação:

 Moléculas de pigmentos: grande cadeia de orgânica – alto peso molecular, muitas


ligações insaturadas e anéis aromáticos
 Quanto maior a instauração de uma molécula, mais escura a cor desse pigmento, e
maior é o índice de absorção de luz do mesmo.

Vantagens do HPBLUE:

o É inserido de uma vez e deixa os 40 min. Não precisa ficar trocando.

Desvantagens:

o Mais caro que o tradicional


o O tempo é o mesmo do tradicional
o Quando faz a união do peroxido e espessante, só da pra usar uma vez, diferente do
tradicional que tem como controlar a quantidade que quer se usar.
Quando fizer um clareamento e for fazer o caseiro, nunca entregar
o kit de clareamento caseiro completo ao paciente, sempre entregar
apenas uma bisnaga, pois quando o paciente vim pegar a próxima
bisnaga, teremos como observar como está. Tirar o rotulo da bisnaga
para ele não ver o tipo de clareamento que está usando.

Quem tem restaurações, o clareamento sai mais caro porque clareador não clareia resina,
então terá que trocar as restaurações em dentes anteriores. Depois de 8 do clareamento,
porque logo quando clareia fica muito branco ai se restaurar no mesmo dia depois a resina vai
ficar mais escura.

Muitas vezes só paciente quer o dente super branco, mas não tem resina com essa
colocaração para substituir a restauração.

QUÍMICA DO CLAREADOR

Lembram que tinha ligações formavam anéis?

Como é uma molécula pigmentada? Por que temos um dente pigmentado?

As grandes cadeias orgânicas com alto peso molecular formam muitas ligações insaturadas
de anéis aromáticos.
Ou seja, carbono se liga com 4.
Quando o dente está bem amarelado quer dizer que aqui tem moléculas com alto peso
molecular, ou seja, as cadeias estão tão insaturadas que estão tudo em forma de anel
aromático.
Como vamos fazer pra quebrar essas cadeias?
O peróxido de hidrogênio vai entrar e quebrar, a ligação que estava totalmente complexa
se torna menos complexa, mais ainda vemos dupla ligação, mais como se tornou menor
alguém saiu perdendo, pois as moléculas estão se tornando mais simples e menores. Com isso
o anel se abrir e o dente já da uma clareada.
Quando as moléculas começam a ficar menores, elas já começam a sair do dente por
difusão.
Então se ainda tiver dupla ligação, numa segunda sessão de clareamento a dupla ligação já
vai quebrar e se tornar menor ainda, então ela vai ser mais fácil de sair por difusão e o dente já
clareia mais ainda.

Entendendo:

O dente amarelado é muito pigmentado, pois as moléculas são insaturadas e de grandes


cadeias, quando elas entram em contado com o peróxido de hidrogênio, essas cadeias são
quebradas e formadas ligações mais simples.
E quando elas são mais simples elas se tornam moléculas menores, assim conseguindo sair
por difusão.
Se continuarmos clareando, as moléculas irão ficar menores ainda, e vão tirando mineral do
esmalte e ocorrem trincas, não pode morder nada duro que vai trincar. Pois ele começa a
perder cálcio e diminuir mais ainda moléculas.

Não adianta querer fazer 10 sessões de clareamento, pois o dente vai ficar mais frágil, no
máximo só pode fazer 3 sessões.
Se eu fiz clareamento e comi corante não quer dizer que vai manchar, mas sim a freqüência
e quantidade que se ingere o corante.
Cada sessão é de 45 minutos.
Os cremes dentais que falam que é clareador são porque é abrasivo, não é que tem
produto que vai clarear.

PERÓXIDO DE CARBAMIDA

Apresentação:

 É mais comumente encontrado nas concentrações de 10 a 37%


 10 a 16%: indicados para tratamento caseiros durantes a noite usados de 4 a 8h
o A carbamida é mais lenta do que o hidrogênio, então causa menos
sensibilidade e a duração é maior.
o Se passarmos mais tempo exposto, e ele é feito de forma mais lenta então
quer dizer que os dentes vão ficar mais brancos por mais tempo.
 Na concentração de 20 a 22% tratamento caseiro durante o dia é usado 2 a 4h
o Antigamente usavam-se as moldeiras pra dormir, mas não recomenda-se pois
corre a risco dele deglutir.
 Acima de 30% tem que ser sob supervisão do profissional
 É utilizado dentro da câmara pulpar para dentes desvitalizados
o Apesar de não ser o mais usado.
 Tem o poloday e o polonight

Sempre que lembra que tudo chega ao peróxido de hidrogênio.

Mecanismo de Ação

Amônia

Saliva Uréia
Gás carbônico
Peróxido de
Carbamida Oxigênio
Peróxido de
hidrogênio
Água

Quando o peróxido de carbamida entra em contato com a saliva ele sempre vai se transformar em
peróxido de hidrogênio, ele é mais lento porque ainda vai ser transformar em peróxido de hidrogênio.

Então o tempo para clarear é mais lento, porem é mais rápido para manchar, pois você vai passar mais
tempo com ele no dente.
Desvantagem:

 Tempo.

Para consultório a professora prefere peroxido de hidrogênio, para o caseiro prefere-se


carbamida, pois é mais lento e vai durar mais tempo, além de ter um controle maior.

Endo e Perio são contra esses procedimentos clareadores, pois corre o risco de reabsorção
interna em clareamentos de dentes não vitais.

O peroxiido de carbamida quando entra em contato com saliva, ele se transforma em


peroxido de hidrogênio e ureia, por isso que ele é mais lento, porque ainda vai se transformar
em peroxido de hidrogênio.

Ele é mais lento, clareia por mais tempo, mas também mancha mais fácil.

Não devemos dizer nunca a composição do clareador para o paciente porque é a base de agua
oxigenada, então o paciente vai querer usar para clarear.

PERBORATO DE SÓDIO

Apresentação:

 É usado especificamente para dentes tratados endodonticamente.


 Técnica Mediata coloca na câmara pulpar e o paciente vai pra casa com o curativo.
o Diferente o supre endo, ele vem em po e liquido.
 Ele pode ser usado sozinho ou associado às substancias já citadas e/ou agua;
 Técnica de Walldng bleaching – É a técnica que coloca o curativo de demora por
alguns dias dentro da câmara pulpar.
 Apresenta-se na forma de pó.

Antes de colocar o material tem que ser feito um tampão para evitar reabsorção interna;
Pode colocar papel estéril, algodão, ionômero, para garantir o máximo da vedação.
Para a professora é melhor fazer o tampão, colocar o ionômero e deixar para fazer o
curativo no outro dia, pois garante que o ionômero já entrou em presa.
Quando se mistura com água também se transforma em peróxido de hidrogênio.

Mecanismo de Ação
Metaborato
de sódio

Perborato de
Peróxido de
sódio + água
hidrogênio

Oxigênio
COMO FAZER PARA SELECIONAR O MELHOR MATERIAL E TIPO DE CLAREAMENTO

 A causa de alteração da cor;


 Se a causa foi necrose pulpar
o Clareamento de dente não vital associado a todos os dentes
o Vital com não vital
o Clareamento caseiro

O Importante é incluir o endógeno.

 Condição do dente a ser clareada:


o Se o paciente precisa clarear o mais rápido possível então usa o de
consultório.
o Se o paciente quer fazer um clareamento mas não tem tantas
condições financeiras faz o caseiro.
o Se o paciente não tem muito tempo disponível nem em casa faz o de
consultório que é mais rápido.

Associando o caseiro com o de consultório o clareamento fica mais bonito. 99% dos casos
quando associa só precisa de 2 sessões.

 Presença de áreas radiculares expostas:


o Clareamento caseiro mais fraco, pois ele já vai ta com a raiz exposta.

Depende do grau de exposição da raiz, se for muito exposta não faz o clareamento de jeito
nenhum, pois vai causar muita sensibilidade.

 Preferência do paciente quanto ao período de aplicação do agente clareador


 Quantidade de dentes a clarear

CLAREAMENTO VITAL ASSISTIDO (CASEIRO)

Vantagens do clareamento caseiro:

o Pode fazer em todos os dentes ao mesmo tempo


o Técnica simples e de fácil aplicação
o Baixo custo
o Utiliza agentes clareadores com baixa concentração
o Utiliza substancia clareadora facilmente encontrada no mercado
o Não promove efeito deletério às estruturas mole se dentes devido a
baixa concentração
o Fácil aplicação em caso de recidiva de cor

Se faço o clareamento e continuo tomando café 5x ao dia ai se tiver uma bisnaga em casa
coloca e clareia de novo. Por isso que agora só vende com receita.
Limitações do clareamento caseiro:

 A aplicação do produto é feita pelo paciente e o dentista não controla


o O paciente muitas vezes acha que é a quantidade que vai clarear.
 Alguns pacientes apresentam hipersensibilidade
o No consultório da para controlar, pois se sentir sensibilidade é só tirar o
produto, e em casa o dentista não tem como controlar.
 Tempo de tratamento mais longo.
 Manchas brancas ou opacas são mais resistentes a esse tratamento
 Manchas extremamente escuras também
o EX. um dente escuro por trauma, só o clareamento caseiro não vai resolver.
 Dentes que apresentam restaurações extensas também não terão muito resultado.

PROCEDIMENTO DO CLAREAMENTO CASEIRO:

1- Profilaxia de preferência com pedra pomes


2- Registrar a cor antes para depois comparar (bom tirar foto para comparar)
3- Pega a escala vita e olha a cor que está mais se aproximando, de preferência o canino
porque o canino é o mais amarelado e é o que vai mostrar mais diferença;
4- Faz a moldagem com alginato, só precisa usar a moldeira inferior para as duas arcadas,
porque só precisa registrar dentes, e evita de estruir material.

Como fazer a moldeira para o clareamento:

Existe um aparelho chamado de plastificador, coloca a placa de acetato em cima no


aparelho, quando liga, ela começa a derreter a placa de acetato, ai coloca o modelo de gesso
em baixo, e quando baixa à plataforma, o aparelho suga o vácuo e fica só o modelo da
moldeira.

Faz a placa no contorno da gengiva livre. Só precisa colocar o clareador de pré-molar a pré-
molar.

Tempo de uso para o clareamento caseiro:

Peróxido de Carbamida: Peróxido de Hidrogênio:

 10% - 2 a 4 horas diárias;  6 ½ % - 1 hora diária;


 16% - 2 a 4 horas diárias;  7 ½ % - 1 hora diária;
 22% - 1 hora diária  9 ½ % por 30 minutos

A concentração do peróxido de hidrogênio é sempre menor, pois ele não tem que se
transformar ainda, então a cão dele vai ser mais rápida com o tempo menor.

Ou seja, quanto maior a concentração menor tempo na boca do peróxido de hidrogênio.


CLAREAMENTO VITAL EM CONSULTÓRIO

Vantagens

 É facilmente encontrado no mercado


 Maior controle da técnica, pois estamos vendo o quanto estamos colocando, estamos
tendo controle
 Maior controle no local da aplicação

Desvantagem

 Tempo clinico que o paciente vai ficar com você;


 É indispensável a proteção dos tecidos moles pois o acido queima (ToPDam);
 Manchas extremidade escuras de tetraciclina vai escurecer mais ainda;
 Avisar ao paciente que em restaurações extensas vai ter que trocar a restauração.

PROTOCOLO CLINICO

1- Faz o registro da cor

As borrachinhas do expandex o paciente vai ta mordendo, quanto


mais ele descansar mais o lábio abre.

2- Proteção gengival

Coloca top dam pegando dente, a gengiva, o clareamento ocorre


por difusão então o top dam não vai interferir no clareamento do
dente.

Só aplica o gel na vestibular.

3- Manipulação:

A cada 3 gotas de peróxido de hidrogênio coloca 1 gota de espessante.


Na bula diz que para as duas arcadas dentaria usa 15 gotas de peroxido
para 5 de espessante.

4- Aplicação do produto

Coloca no paciente, e esse clareador muda de cor quando atingir o


tempo.
O HP BLUE não muda de cor.
O fotopolimerizador acelera o clareamento.

5- Remoção do Gel

Para remover o gel pode tirar com uma gaze seca e reaplica novamente, mas pode retirar
com água, e reaplicar novamente.
6- Remoção da proteção gengival

Antigamente fazia a barreira gengival com isolamento absoluto.


Para retirar o top dam basta retirar o inicio com uma sonda que ele se destaca sozinho.
Quando finaliza a sessão, faz uma sessão de flúor neutro para evitar sensibilidade.

CLAREAMENTO NÃO VITAL MEDIATO

Vantagens

 Paciente vai pra casa com o curativo


 Menor tempo clinico quando comparada a técnica imediata porque o paciente vai
embora.

Limitações:

 Controle e resultado pode ser critico (clarea alem da cor desejada) paciente pode
voltar ou não.
 Pode haver sensibilidade dentaria pela pressão (porque dentro da câmara pulpar está
liberando oxigênio)
o Por isso que muitas vezes o ionômero cai, por causa da pressão.

Temos que certificar se o tratamento endodôntico esta feito de maneira correta, se a guta
percha está colocada de maneira correta porque não adianta fazer clareamento se o
tratamento endodôntico está errado.

Tem que rebaixar a guta percha e deixar o limite do tampão.

Para ver se tem o espaço do tampão mede a altura da coroa inteira por fora, da cervical até
a borda incisal coloca um stop de silicone e depois mede por dentro, então a mesma medida q
deu por fora, tem que está por dentro. Se tiver alto desgasta.

Então faz aquele procedimento já citado acima para fazer o tampão.

PROTOCOLO CLINICO

1- Registro da cor;
2- Abertura da câmara pulpar;
3- Mensuração vestibular;
4- Remoção do material obturador;
5- Selamento cervical
6- Preparo do material
7- Inserção do material na câmara pulpar;
8- Selamento do cavidade
CLAREAMENTO IMEDIATO

Vantagens

 Paciente já vai pra casa sem deixar produto


 Há um maior controle sobre a evolução do tratamento, pois quando chega à cor do
dente para.
 Menos risco de gerar reabsorção interna porque o produto não tá dentro

Limitações:

o Maior tempo clinico ( 15 minutos 3x)


o Maior custo

PROTOCOLO CLINICO

1- Registro da cor;
2- Mensuração
3- Remoção do material obsurador;
4- Manipulação do produto;
5- Aplicação do produto;
6- Remoção do produto;

MICROABRASÃO

 Basea-se na remoção mecânica local de área manchada em esmalte através do uso de


substancias acidas associadas a pasta abrasivas;
 Muita ultilização para manchas por fluorose
 A primeira substancia utilizada foi acido clorídrico a 18% associado a pedra pomes.

Paciente não tem muitas condições, mas quer dar uma melhorada em manchamentos de
cigarro , fluorose fraca.
Já vem o produto pronto, coloca e com uma taça de borracha faz como se fosse uma
escovação.
Pode usar pedra pomes e acido fosfórico, e com a taça de borracha faz.
Pode dar o polimento depois.

PROTOCOLO CLINICO

1- Isolamento absoluto;
2- Aplicação do produto;
3- Reaplicação do produto;
4- Polimento.

Você também pode gostar