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Relatório Técnico Aterramento

Este relatório técnico apresenta os resultados da inspeção do sistema de aterramento de uma empresa, incluindo medições da resistência de aterramento em diferentes pontos. Foram verificadas as condições do sistema de acordo com normas técnicas.
Direitos autorais
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Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
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Relatório Técnico Aterramento

Este relatório técnico apresenta os resultados da inspeção do sistema de aterramento de uma empresa, incluindo medições da resistência de aterramento em diferentes pontos. Foram verificadas as condições do sistema de acordo com normas técnicas.
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RELATÓRIO TÉCNICO DE INSPEÇÃO E

MEDIÇÃO DO ATERRAMENTO ELÉTRICO

EMILTON ALBUQUERQUE AGUIAR ME – Caucaia - CE.


Autor: Tomé Bezerra
Engenheiro Eletricista
CREA – CE – RNP: 0605376840

Agosto 2023 - Caucaia - CE


ART CE20231247548 Pág. 2 de 20

SUMÁRIO

1– INFORMAÇÕESDA EMPRESA .................................................................................................................... 3


2 – QUALIFICAÇÃO DOS COMPONENTES DA EQUIPE TÉCNICA: ...................................................... 3
3– INTRODUÇÃO................................................................................................................................................. 3
4 – REFERÊNCIAS NORMATIVAS .................................................................................................................. 3
5 - METODOLOGIAS UTILIZADAS................................................................................................................. 3
6 - DESCRITIVO DAS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS E ATERRAMENTO ................................................ 4
7 - INSPEÇÃO E VERIFICAÇÃO DO SISTEMA DE ATERRAMENTO ..................................................... 5
7.1 - VERIFICAÇÃO EM CAMPO E RESULTADOS DA INSPEÇÃO: ........................................................ 5
7.2 – GENERALIDADES ..................................................................................................................................... 5
7.3 –MEDIÇÕES.................................................................................................................................................... 5
8 - RECOMENDAÇÕES GERAIS ..................................................................................................................... 8
9 – CONCLUSÃO ................................................................................................................................................ 12

ANEXO I - ART .................................................................................................................................................. 14


ANEXO II - REGISTRO FOTOGRÁFICO ..................................................................................................... 15
ANEXO III - CERTIFICADO DE CALIBRAÇÃO ........................................................................................ 16

Tomé Bezerra– CREA 0605376840- Engenheiro Eletricista e Eletrônico


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1– INFORMAÇÕESDA EMPRESA
Razão Social EMILTON ALBUQUERQUE AGUIAR ME
CNPJ 01.614.580/0001-70
Endereço RODOVIA BR-222, 8471 - TABAPUAZINHO
Município Caucaia-CE - CEP: 61634000

2 – QUALIFICAÇÃO DOS COMPONENTES DA EQUIPE TÉCNICA:


Tomé Bezerra – Engenheiro Eletricista e Eletrônico – CREA – RNP 0605376840, com a
função também de engenheiro eletricista de campo, responsável pela vistoria técnica e
levantamento dos dados obtidos.

3– INTRODUÇÃO
Este relatório técnico tem como objetivo verificar a conformidade do sistema de
aterramento, na origem do sistema e, pontos internos (tomadas) da edificação e
equipamentos; onde foram realizadas medições da resistência do aterramento e inspeção
visual, conforme disposições das normas NBR5410:2004 – Instalações Elétricas de Baixa
Tensão e NR 10 – Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade do Ministério do
Trabalho e Emprego (M.T.E.) e demais normas vigentes no país.
Todo serviço de vistoria, para ter validade junto aos órgãos públicos deve estar
acompanhado de ART emitido por profissional que efetivamente executou a vistoria.

4 – REFERÊNCIAS NORMATIVAS

Este Relatório Técnico tem por base legal as seguintes Normas:


 NBR-5410:2004 – Instalações Elétricas de Baixa Tensão;
 NR -10:2004 – (Portaria GM n.º 598, de 07 de dezembro de 2004) Segurança em
Instalações e Serviços em Eletricidade;
 NBR-15749:2009 – Medições de resistência de aterramento e de potenciais de
superfície do solo;
 NBR-15749:2012 – Plugs e Tomadas;
 NBR-15751:2013 – Sistemas de aterramento de subestações;
 NR 10:2004 – (Portaria GM n.º 598, de 07 de dezembro de 2004) Segurança em
Instalações e Serviços em Eletricidade;
 NT’s e DT’s DA ENEL, concessionária de energia local.

5 - METODOLOGIAS UTILIZADAS

A elaboração deste laudo foi realizada através dos seguintes métodos:


INSPEÇÃO TÉCNICA DO LOCAL: Consiste na realização de vistoria técnica “in loco” para
inspeção e avaliação do sistema de aterramentos da subestação e pontos internos;

INSPEÇÃO FÍSICA VISUAL DO SISTEMA: Avaliação técnica das condições físicas do sistema,
visando à avaliação da adequação, da integridade e do estado de conservação.

AVALIAÇÃO QUANTITATIVA: Avaliação técnica através de aparelhos de medição do tipo


terrômetro objetivando a avaliação da resistência de terra, da eficácia da malha de
aterramento, da continuidade e equalização dos aterramentos.

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MEDIÇÃO DA RESISTÊNCIA DE TERRA - MÉTODO DE MEDIÇÃO

O método utilizado para medição da resistência da malha de aterramento é o de queda de


tensão e, corresponde ao método 1 descrito no anexo J.1.1. da NBR5410.

Fig. 1 Fig. 2

6 - DESCRITIVO DAS INSTALAÇÕES ELÉTRICASE ATERRAMENTO


As instalações elétricas e aterramento estão organizados da seguinte forma:

1- Suprimento / Fornecimento de Energia.


As instalações elétricas de EMILTON ALBUQUERQUE AGUIAR ME, localizada na
RODOVIA BR-222, 8471 - TABAPUAZINHO - CAUCAIA-CE, são alimentadas em BT (Baixa
Tensão) pela ENEL através de uma rede aérea de 380/220 volts AC - 60Hz.

2 – Aterramento

Com as leituras de aterramentos realizadas é possível identificar aterramento com


características do tipo TNS, conforme as classificações da NBR 5410-2004 (fig.4).
Nesse caso, o eletrodo de aterramento da edificação (malha de aterramento)
verificado, de origem, é do tipo linear (cobre NU 50mm²) enterrado a 60 cm do solo,
localizado na entrada da edificação, sendo complementado por 4 (quatro) hastes verticais
de aterramento (5/8” x 2,40m), configuração conforme 6.4.1.1.1. d, da norma
NBR5410:2004.
A malha de aterramento está conectada ao barramento principal de aterramento da
edificação, localizado no QD1, através do condutor de aterramento, conforme configuração
da figura 3 abaixo; sendo o neutro aterrado, a partir deste (origem do sistema), o esquema
se caracteriza como TN-S, ficando distintos o condutor neutro e condutor de proteção, a
partir dessa origem do sistema (fig. 3). Nesse caso, o condutor de proteção conectado à
malha de terra na origem do sistema é disponibilizado, através do barramento principal do
quadro QD1, para que todas as massas da instalação, sejam interligadas e
equipontencializadas, conforme as classificações da NBR-5410-2004.

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7 - INSPEÇÃO E VERIFICAÇÃO DO SISTEMA DE ATERRAMENTO

7.1 - VERIFICAÇÃO EM CAMPO E RESULTADOS DA INSPEÇÃO:


É apresentar os resultados da verificação das Malhas de terra e aterramentos dos
equipamentos existentes no estabelecimento seguindo os passos citados abaixo:
a) Realizar o levantamento de todas as malhas existentes;
b) Realizar uma inspeção visual, para verificar o estado de conservação das mesmas;
c) Realizar a medição da resistência de terra em cada malha detectada;
d) Verificar se as malhas de terra detectadas atendem as fundamentações normativas.

7.2 – GENERALIDADES
Numa instalação elétrica de baixa tensão, o aterramento e a equipotencialização são
partes fundamentais para a garantia do funcionamento adequado dos sistemas de proteção
contra choques elétricos, sobre tensões, descarga atmosféricas, descargas eletrostáticas,
além de ajudar a garantir o funcionamento adequado dos equipamentos de tecnologia de
informação (computadores, centrais telefônicas, modem, controladores lógicos, etc).
Portanto o sistema deve:

a) Ter uma resistência de aterramento a mais baixa possível para correntes de falta a
terra;
b) Manter os potenciais produzidos pelas correntes de falta dentro de limites de
segurança de modo a não causar fibrilação do corpo humano, garantindo a proteção
pessoal contra choque elétrico;
c) Garantir o fluxo de corrente elétrica para a terra na proteção de estruturas contra
fugas de corrente;
d) Fazer com que dispositivos de proteção seccionamento automático sejam
sensibilizados e isolem rapidamente as falhas à terra;
e) Proporcionar um caminho de escoamento das correntes provenientes de uma
descarga atmosférica à terra, nos sistemas de SPDA;
f) Escoar as cargas estáticas geradas nas carcaças dos equipamentos;
g) Garantir a funcionalidade dos Equipamentos Eletrônicos Sensíveis e equipamentos
da Tecnologia da Informação, fornecendo referencial para os mesmos;

7.3 –MEDIÇÕES

 Instrumentos Utilizado: TERRÔMETRO DIGITAL


Fabricante: MEGABRAS
Modelo: EM – 4055- S/N: MI 1148F
Escala Frequência Utilizada: 1470 Hertz
Certificado de Calibração no Anexo III

TESTADOR PLUGS/TOMADAS E DRs


(SOCKET TESTER) CAT. II 300V
Modelo: HT107

 Temperatura Ambiente: 29 ºC
 Condições do Solo: Seco
 Data da Medição: 09 de agosto 2023.

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As medições foram realizadas e registradas, conforme dados da tabela 2 abaixo.

Tab. 1
VALORES MÁXIMOS DE REFERÊNCIA
DESCRIÇÃO REFERÊNCIA (Ω) NORMA
PRÉDIOS ALIMENTADOS DA REDE PRIMÁRIA 10 CNC-OMBR-MAT-18-
0126-EDCE- ENEL em
7.9.6
PRÉDIOS CONECTADOS A REDE EXTERNA BT 25 CNC-OMBR-MAT-18-
0126-EDCE- ENEL em
7.9.5
MALHA DE SUBESTAÇÃO DE 69 /138 kV 5 CNC-OMBR-MAT-19-
0407-EDBR- ENEL
SPDA – SUBSISTEMA DE ATERRAMENTO1 MENOR POSSIVEL NBR5419-2:2015
APARELHOS ELETRÔNICOS SENSÍVEIS - CONFORME
ESPECIFICAÇÃO DO
FABRICANTE

Considerando que as Normas Brasileiras, como as NBR-5410:2004 e NBR-5419:2015,


não citam valores de referência de aterramento; as mesmas obrigam apenas a
equipotencialização, então sugerimos que sejam seguidos os valores na tabela acima. Nesse
caso:
1-Para tensão de contato (espúria) foi considerado o limite permitido pelo
equipamento. Nesse caso, valor de 7V AC.

1A nova NBR 5419:2015 não limita mais o valor para a resistência de aterramento, mas que o valor deve ser a menor possível.
O sistema deve ter integridade em todas as suas conexões, desde o subsistema de captação até o subsistema de aterramento.
Semelhantemente, deve existir integridade em todas as conexões, desde o subsistema de aterramento até os equipamentos.

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Tab. 2
LOCAL DESCRIÇÃO PONTO OBSERVAÇÕES

EXTERNO ENTRADA MALHA ATERRAMENTO CONEXÃO COM ATERRAMENTO (12,87 Ohms)


MÁQUINA GRANDE CARCAÇA COM ATERRAMENTO
MÁQUINA 1 CARCAÇA COM ATERRAMENTO
MÁQUINA 2 CARCAÇA COM ATERRAMENTO
LAVANDERIA
MÁQUINA 3 CARCAÇA COM ATERRAMENTO
MÁQUINA 4 CARCAÇA COM ATERRAMENTO
MÁQUINA 5 CARCAÇA COM ATERRAMENTO
COZINHA QDLF1 BARRAMENTO COM ATERRAMENTO
RECEPÇÃO FREEZER HOR. CARCAÇA COM ATERRAMENTO
TOMADA FRIGOBAR CONTATO DE ATERRAMENTO COM ATERRAMENTO
SUÍTE 1
TOMADAS CONTATO DE ATERRAMENTO COM ATERRAMENTO
TOMADA FRIGOBAR CONTATO DE ATERRAMENTO COM ATERRAMENTO
SUITE 2
TOMADAS CONTATO DE ATERRAMENTO COM ATERRAMENTO
TOMADA FRIGOBAR CONTATO DE ATERRAMENTO COM ATERRAMENTO
SUITE 3
TOMADAS CONTATO DE ATERRAMENTO COM ATERRAMENTO
TOMADA FRIGOBAR CONTATO DE ATERRAMENTO COM ATERRAMENTO
SUITE 4
BLOCO 1 TOMADAS CONTATO DE ATERRAMENTO COM ATERRAMENTO
TOMADA FRIGOBAR CONTATO DE ATERRAMENTO COM ATERRAMENTO
SUITE 5
TOMADAS CONTATO DE ATERRAMENTO COM ATERRAMENTO
TOMADA FRIGOBAR CONTATO DE ATERRAMENTO COM ATERRAMENTO
SUITE 22
TOMADAS CONTATO DE ATERRAMENTO COM ATERRAMENTO
TOMADA FRIGOBAR CONTATO DE ATERRAMENTO COM ATERRAMENTO
SUITE 23
TOMADAS CONTATO DE ATERRAMENTO COM ATERRAMENTO
TOMADA FRIGOBAR CONTATO DE ATERRAMENTO COM ATERRAMENTO
SUITE 25 TOMADAS CONTATO DE ATERRAMENTO COM ATERRAMENTO
BANHEIRA (BOMBA) CARCAÇA COM ATERRAMENTO
TOMADA FRIGOBAR CONTATO DE ATERRAMENTO COM ATERRAMENTO
SUITE 26
TOMADAS CONTATO DE ATERRAMENTO COM ATERRAMENTO
TOMADA FRIGOBAR CONTATO DE ATERRAMENTO COM ATERRAMENTO
SUITE 27
TOMADAS CONTATO DE ATERRAMENTO COM ATERRAMENTO
TOMADA FRIGOBAR CONTATO DE ATERRAMENTO COM ATERRAMENTO
SUITE 28
TOMADAS CONTATO DE ATERRAMENTO COM ATERRAMENTO
CORREDOR QDLF2 BARRAMENTO COM ATERRAMENTO
TOMADA FRIGOBAR CONTATO DE ATERRAMENTO COM ATERRAMENTO
SUITE 6 TOMADAS CONTATO DE ATERRAMENTO COM ATERRAMENTO
BANHEIRA (BOMBA) CARCAÇA COM ATERRAMENTO
TOMADA FRIGOBAR CONTATO DE ATERRAMENTO COM ATERRAMENTO
SUITE 7 TOMADAS CONTATO DE ATERRAMENTO COM ATERRAMENTO
BANHEIRA (BOMBA) CARCAÇA COM ATERRAMENTO
TOMADA FRIGOBAR CONTATO DE ATERRAMENTO COM ATERRAMENTO
SUITE 8
TOMADAS CONTATO DE ATERRAMENTO COM ATERRAMENTO
TOMADA FRIGOBAR CONTATO DE ATERRAMENTO COM ATERRAMENTO
SUITE 9
TOMADAS CONTATO DE ATERRAMENTO COM ATERRAMENTO
TOMADA FRIGOBAR CONTATO DE ATERRAMENTO COM ATERRAMENTO
SUITE 10
TOMADAS CONTATO DE ATERRAMENTO COM ATERRAMENTO
TOMADA FRIGOBAR CONTATO DE ATERRAMENTO COM ATERRAMENTO
SUITE 11
TOMADAS CONTATO DE ATERRAMENTO COM ATERRAMENTO
TOMADA FRIGOBAR CONTATO DE ATERRAMENTO COM ATERRAMENTO
SUITE 12
TOMADAS CONTATO DE ATERRAMENTO COM ATERRAMENTO
BLOCO 2 TOMADA FRIGOBAR CONTATO DE ATERRAMENTO COM ATERRAMENTO
SUITE 13
TOMADAS CONTATO DE ATERRAMENTO COM ATERRAMENTO
TOMADA FRIGOBAR CONTATO DE ATERRAMENTO COM ATERRAMENTO
SUITE 14
TOMADAS CONTATO DE ATERRAMENTO COM ATERRAMENTO
TOMADA FRIGOBAR CONTATO DE ATERRAMENTO COM ATERRAMENTO
SUITE 15
TOMADAS CONTATO DE ATERRAMENTO COM ATERRAMENTO
TOMADA FRIGOBAR CONTATO DE ATERRAMENTO COM ATERRAMENTO
SUITE 16
TOMADAS CONTATO DE ATERRAMENTO COM ATERRAMENTO
TOMADA FRIGOBAR CONTATO DE ATERRAMENTO COM ATERRAMENTO
SUITE 17
TOMADAS CONTATO DE ATERRAMENTO COM ATERRAMENTO
TOMADA FRIGOBAR CONTATO DE ATERRAMENTO COM ATERRAMENTO
SUITE 18
TOMADAS CONTATO DE ATERRAMENTO COM ATERRAMENTO
TOMADA FRIGOBAR CONTATO DE ATERRAMENTO COM ATERRAMENTO
SUITE 19
TOMADAS CONTATO DE ATERRAMENTO COM ATERRAMENTO
TOMADA FRIGOBAR CONTATO DE ATERRAMENTO COM ATERRAMENTO
SUITE 20
TOMADAS CONTATO DE ATERRAMENTO COM ATERRAMENTO
TOMADA FRIGOBAR CONTATO DE ATERRAMENTO COM ATERRAMENTO
SUITE 21
TOMADAS CONTATO DE ATERRAMENTO COM ATERRAMENTO

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8 - RECOMENDAÇÕES GERAIS

1- Garantir que todas os barramentos de terra dos quadros elétricos (BEL) e partes
metálicas (carcaças) de equipamentos, máquinas e elementos metálicos
estranhos à instalação (estruturas metálicas adjacentes a equipamentos
elétricos), que exista possibilidade de ficar energizado estejam solidamente
conectadas ao BEP –Barramento de Equipotencialização Principal, localizado no
ponto de entrada da alimentação elétrica e, este conectado diretamente ao
eletrodo de aterramento (detalhe na fig. 3 abaixo), ver nota 1 abaixo.
2- Sempre garantir o funcionamento do BEL – Barramento de Equipotencialização
Local nos diversos quadros elétricos, à jusante do QGBT (detalhe 8 da fig. 3
abaixo) e, que deve ser suprido por um condutor de proteção proveniente do
barramento de equipotencialização principal-BEP (detalhe 3 da fig. 3 abaixo);
3- Manter obrigatoriamente o condutor de proteção (fio terra) em todos os circuitos
de tomadas, a partir do barramento de terra do quadro de origem.

Obs. O contato de aterramento dos plugs jamais deve ser suprimido;

4- Manter a integridade das conexões cabo/eletrodo de aterramento, certificando


que haja uma perfeita conexão dos contatos;

Nota 1. Equipotencialização. + aterramento. Todo circuito elétrico deve dispor de


condutor de proteção em toda a sua extensão. Todas as massas da instalação
elétrica devem estar ligadas a condutores de proteção. Devem-se aterrar
solidamente carcaças (massas, bases metálicas) de: máquinas e equipamentos;
quadros elétricos, portas de quadros elétricos -todas as partes metálicas que
compõem os quadros, não previstas para condução de corrente, devem ser ligadas
ao sistema de aterramento; motores, compressores de ar; balcões térmicos;
carcaças metálicas de freezers; luminárias; carcaças metálicas de bebedouros;
guarda corpos; estruturas metálicas; estruturas de containers; eletrocalhas; placas
de publicidade; máquinas de ar condicionado.
Equipamentos e elementos estranhos à instalação (estruturas metálicas adjacentes
a equipamentos elétricos), que exista possibilidade de ficar energizado devem ser
solidamente aterrados por condutores provenientes de barramento de terra
(principal ou local) devidamente aterrado através da malha de terra;

Obs. 1. As ligações dos condutores de proteção aos equipamentos devem ser feitas
com terminais de compressão ou equivalentes
Obs. 2. As carcaças (massas) das luminárias também devem ser ligadas a fios terra.
Caso a luminária não venha de fábrica com um terminal específico para ligação do
condutor de proteção; deve procurar uma forma de adequar esta providencia.
Obs. 3. Os eletrodutos metálicos existentes em áreas classificadas devem ser
aterrados na caixa de passagem mais próxima, através de buchas terminal
interligadas ao condutor de proteção.
Obs. 4. As ligações dos condutores de proteção aos eletrodos e entre condutores
devem ser feitas preferencialmente com solda exotérmica ou conectores de
compressão.

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Fig. 3

1 - Eletrodo de aterramento (infraestrutura de aterramento-malha de terra)


2 - Condutor de aterramento
3 - BEP (Barramento de Eqüipotencialização Principal)
4 - Condutor de equipotencialização principal
5 - Condutor de proteção principal
6 - Condutor de equipotencialização suplementar
7 - Condutor de proteção
8 - BEL (Barramento de Equipotencialização Local)
9 - Elemento condutor estranho à instalação elétrica: bancadas, eletrocalhas,
corrimãos, guarda corpos etc.
10 – Massa (equipamento elétrico).

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ESQUEMA TN-S
Fig. 4

5- Manter ou instalar dispositivos de seccionamento automático. Recomenda-se a


instalação dos dispositivos residuais (DRs), para assegurar que, na ocorrência de
uma falta entre fase e massa, o disposto de proteção seccione o circuito de
alimentação. Ver observação abaixo.

Fig. 5

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Obs.:
Uso OBRIGATÓRIO de DR de alta sensibilidade (≤ 30mA):
 Locais de habitação
Circuitos de iluminação e tomadas: cozinha, copa-cozinha, área de serviço, garagem, área
sujeita a lavagem;

 Locais não de habitação


Circuitos de tomadas: cozinha, copa-cozinha, área de serviço, garagem, área sujeita a
lavagem;

 Locais de habitação e não habitação:


-Circuitos de tomadas em banheiros;
-Circuitos de chuveiros;
-Circuitos de tomadas em áreas externas;
-Circuitos de iluminação em áreas externas.

Nos demais casos, tem que existir proteção contrachoques elétricos, mas, se utilizado
DR, ele não precisa ser de alta sensibilidade.

6- Assegurar que todas as tomadas de correntes fixas das instalações devem ser do
tipo com contato de aterramento (PE). É obrigatório distribuir o condutor de proteção
(fio terra) em todos os circuitos de tomadas.

Fig. 6

7- Deve ser observado o adequado dimensionamento da seção nominal do condutor de


proteção (fio terra), conforme a Tabela 58 da NBR5410 e seções 6.4.3.1.5;
8- Deve ser observado o adequado dimensionamento da seção nominal do condutor de
equipotencialização suplementar, conforme NBR5410 e seções 6.4.4.1.2;
9- Dever ser observado a correta padronização de cores para o condutor de proteção e
condutor de equipotencialização: verde/amarelo ou verde.

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9 – CONCLUSÃO

Com a realização da inspeção, vistoria e medições constatamos que malha de


aterramento possuí um valor médio de 12,87 Ω (Ohms); os itens da tabela 2 – demonstram
que os equipamentos e tomadas estão equipotencializadas e conectados na malha de
aterramento.

O sistema de aterramento é do tipo TNS (fig. 4). No sistema de aterramento TNS, o


esquema se caracteriza como distintos o condutor neutro e condutor de proteção, a partir da
origem do sistema (fig. 4).

Foram instalados IDRs (Interruptor Diferencial Residual), contra choques elétricos,


sendo estes encontrados na instalação do estabelecimento, nas áreas da cozinha, lavanderia
e banheiras de hidromassagens.
Verificados as tomadas, corrigidos com relação a polarização, conforme NBR
14136:2002, conforme figura 6 acima.

Com isso, no presente momento, a malha está em condições de uso e atende de forma
satisfatória as disposições das Normas Técnicas NBR 5410:2004 da ABNT, NR 10 do
Ministério do Trabalho e Emprego – MTE.

Para garantir um eficaz funcionamento do sistema, devem-se realizar ações continuas


de manutenções dos componentes, conforme indicado no item 8 acima.

Este laudo de medições de aterramento tem validade de 01 (um) ano e foi redigido e
inspecionado por mim profissional legalmente habilitado.

Caucaia, 10 de agosto de 2023


Tomé
Assinado de
forma digital por
Tomé Bezerra
Bezerra
____________________________
Dados: 2023.08.10
16:26:40 -03'00'
Tomé Bezerra
Eng° Eletricista - Eletrotécnico e Eletrônico

GLOSSÁRIO
Aterramento – ligação elétrica intencional e de baixa impedância com a terra;
PE – Condutor de proteção;
Elemento condutor- elemento que não faz parte da instalação elétrica, mas que pode nela introduzir um potencial,
geralmente da terra. Ex.: Canalizações metálicas de água e esgoto, dutos metálicos de ar condicionado, pisos
elevados metálicos, caixilhos metálicos de janelas, etc.
Eletrodo de aterramento – condutor ou conjunto de condutores enterrados no solo e eletricamente ligados à
terra, para fazer um aterramento;
Corrente de falta – corrente de defeito entre fase e massa;
Ligação equipotencial – ligação elétrica com coloca massas e elementos condutores praticamente no mesmo
potencial;
Massa – é a parte condutora que pode ser tocada e que normalmente não é viva, mas pode torna-se viva em
caso de falha da isolação. Ex. carcaças metálicas dos equipamentos eletroeletrônicos, dos quadros, dos motores,
dos transformadores, etc.
Partes vivas - São condutores destinados a serem energizados em condições de uso normal (condutor fase),
incluindo também o neutro.

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Sistema de aterramento – conjunto de todos os condutores e peças condutoras com o qual é constituído um
aterramento, num dado local;
Terra de referência – massa condutora da terra, cujo potencial elétrico, em qualquer ponto, é convencionalmente
considerado igual a zero;
Sistema de aterramento tipo TN – tem um ponto diretamente aterrado, sendo as massas ligadas a este ponto
através de condutores de proteção. Pode ser do tipo TN-S, TN-C ou TN-C-S;
Sistema de aterramento tipo TT - as massas ligadas ao eletrodo de aterramento são independentes do eletrodo
da alimentação;
Sistema de aterramento tipo IT– o ponto da alimentação não está diretamente aterrado – as instalações são
isoladas da terra ou aterradas por uma impedância Z de valor suficientemente elevado.
DPS - Dispositivo de Proteção contra Surto;
DR - Dispositivo diferencial residual;
QGBT - Quadro geral de baixa tensão;
DG - Disjuntor geral;
BEP - Barra de equipotencialização principal (Terra);
BEL - Barra de equipotencialização local;
QD – Quadro de Distribuição
QM – Quadro de Medição

_______________________________________________________
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eletrônicos, assim como a inclusão deste trabalho ou parte dele em qualquer sistema de arquivo ou
banco de dados alheios, sem prévia autorização por escrito do autor, conforme dispõe a legislação de
direitos autorais em vigor.

(*) O modelo estrutural, seu conteúdo, textos, planilhas, análises e conclusões.

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ANEXO I
ART – ANOTAÇÃO DE RESPONSABILIDADE TÉCNICA

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ANEXO II
REGISTRO FOTOGRÁFICO

LOCAL MALHA DE ATERRAMENTO (LINEAR 4 HASTES)

REGISTRO DO VALOR MEDIDO DA MALHA DE ATERRAMENTO (12,87 Ohms)

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TESTE PLUGS E TOMADAS – SUÍTE 28


TOMADAS CONFORMES: ATERRAMENTO e POLARIDADE

QD1: IDENTIFICAÇÃO / UNIFILAR / IDR:COZINHA

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QD2: IDENTIFICAÇÃO / UNIFILAR

QD3: IDENTIFICAÇÃO / IDR: MÁQUINAS DE LAVAR

REGISTRO DE MEDIÇÃO DE ATERRAMENTO FRIGOBAR

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REGISTRO DE MEDIÇÃO DE ATERRAMENTO LAVADORA ROUPA (GRANDE)

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ANEXO III
CERTIFICADO DE CALIBRAÇÃO

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Common questions

Com tecnologia de IA

The main equipotential bonding bar (BEP) serves to connect and equipotentialize all metallic parts of the installation to the grounding system, creating a comprehensive safety net. It bridges electrical panels, protective conductors, and external metallic elements, ensuring voltage equality and eliminating dangerous potential differences within the electrical system .

The report recommends ensuring solid connections between all electrical panel grounding bars and metallic equipment parts, maintaining local equipotential bonding bars, distributing protective conductors across all outlet circuits, and ensuring proper connections and terminations. Use of high-sensitivity residual current devices is also recommended .

Equipotential bonding is crucial in electrical installations as it ensures that different conductive parts are at the same electrical potential, reducing voltage differences that can cause dangerous electric shocks. It supports the proper functioning of protective and information technology equipment by maintaining balance between different parts of the electrical system .

Tomé Bezerra concluded that the grounding mesh has an average resistance of 12.87 Ω, indicating that the equipment and outlets are equipotential and connected to the grounding mesh. The TN-S grounding system configuration complies with technical norms NBR 5410:2004 and NR 10, with ongoing component maintenance recommended for effective functionality .

The TN-S grounding system configuration separates the neutral and protective conductor from the origin, distinguishing the conducting wires across the system. This arrangement prevents the buildup of voltage differences and ensures safe and efficient fault current flow. It is used to effectively manage and isolate potential electrical faults .

Maintaining a low grounding resistance is essential to ensure the effective operation of protective systems against electrical shocks, overvoltages, atmospheric discharges, and electrostatic discharges. It helps keep fault currents within safety limits to prevent human fibrillation, ensures fault currents flow towards the ground, activates automatic sectioning protection devices, and provides a ground path for static electricity .

The report suggests that all metallic, non-electrical components adjacent to the installations, which might become energized, must be firmly connected to a grounding bar (main or local). These connections should be made using compression terminals, and where applicable, through exothermic welding for added safety and conductivity .

The primary methods utilized for the evaluation of the grounding system include in loco technical inspection for assessing substation and internal point grounds, visual physical inspection for evaluating the system's physical condition, and quantitative evaluation through instruments like terrômeter to assess grounding resistance and effectiveness .

The report ensures compliance with normative requirements by conducting field verification of grounding meshes and equipment grounding, performing visual inspections for condition assessment, measuring grounding resistance of each detected mesh, and checking conformity with normative foundations like NBR5410 and NR10 .

Differential residual (DR) devices are vital for isolating circuits in case of faults between phase and mass, thus protecting against electrical shocks. The report recommends DRs with high sensitivity (≤ 30 mA) in residential and particularly vulnerable areas such as bathrooms, kitchens, and outdoor spaces .

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