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Renascimento: Arte e Transformações Sociais

O Renascimento ocorreu entre os séculos XV e XVI e marcou o renascimento das formas artísticas e do espírito humano inspirado na Antiguidade clássica. O período foi marcado pelo florescimento das artes, ciências e literatura e pelo surgimento do humanismo, com o homem no centro. Importantes centros foram Florença, Veneza e Roma.

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Renascimento: Arte e Transformações Sociais

O Renascimento ocorreu entre os séculos XV e XVI e marcou o renascimento das formas artísticas e do espírito humano inspirado na Antiguidade clássica. O período foi marcado pelo florescimento das artes, ciências e literatura e pelo surgimento do humanismo, com o homem no centro. Importantes centros foram Florença, Veneza e Roma.

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Renascimento – séculos XV e XVI

Renascimento significa “renascer”. O renascer das


formas, ou pelo menos, do espírito, mostrando que a arte
assim como a ciência, tinha as suas próprias leis e que
essas leis já tinham sido descobertas pelos artistas gregos
e romanos.
Teve início nas primeiras décadas do século XV, com a
redescoberta da literatura do mundo antigo,
principalmente de Roma e Grécia, onde foi encontrada
uma grande valorização da natureza, do corpo humano e
do mérito pessoal, surgindo assim o humanismo, onde
agora o homem é o centro e a medida de todas as coisas.
Foi um período de grandes transformações na religião,
nas ideias e no comportamento, que acabou por refletir
nas produções artísticas.
Foi o mais novo espírito que transformou as artes, as
ciências, a literatura, a filosofia, a política, a educação, a
religião e todos os modos de pensamento.
O Renascimento se mostrou menos superficial,
estudou mais os princípios do que as aparências da
antiguidade. As figuras ficaram mais idealizadas, as
formas mais monumentais e organizadas segundo
composições geométricas.
O Renascimento também incorporou certo número de
ideias e atitudes que marcaram o mundo moderno,
como: o otimismo, os interesses terreno, hedonismo
(doutrina moral que considera o prazer à finalidade da
vida), o naturalismo, o individualismo e o humanismo.

As causas do Renascimento:
Influência da civilização sarraceno (mouro, árabe,
mourisco) principalmente bizantina.
O florescimento do comércio.
O crescente das cidades.
A revolução do interesse pelos estudos clássicos nas
escolas dos mosteiros e das catedrais.
A negação ao misticismo da Idade Média.
O interesse pela intelectualidade (surgindo as
universidades de direito e medicina).
O desenvolvimento de um espírito de pesquisa
científica. O Homem Vitruviano, c.1492, lápis e tinta sobre papel, Leonardo da
“Revival” dos estudos gregos e romanos. Vinci, Gallerie dell’Accademia, Veneza, Itália.
Inicio do mecenato: As famílias mais importantes:
Médicis = Florença
Pazzi = Florença
Ricardi = Florença
Sforza = Milão
Ferrara = Nápoles
Quattrocento – 1400 – 1499 – Alto Renascimento -
Florença
Escola Florentina - preocupação com os temas filosóficos
e psicológicos – Massacio, Fra Lippo Lippi, Fra Angélico,
Botticelli, Leonardo as Vinci, Verocchio.
Escola Venezziana – Ticiano, Giorgione, Tintoreto, as
abras desses pintores reflete a vida luxuosa e o amor ao
prazer.
Cinquecento – 1500 – 1550 – Renascimento Pleno -
Roma
Destaque para - Rafael Sanzio e Michelangelo. Catedral de Santa Maria del Fiore - Duomo de Florença – 1290
Renascimento tardio – 1550 a 1599. a 1421.
Consta de certo desequilíbrio temático e decomposição, 160m de comprimento
monumentalismo na escultura. 43m de largura
Assim as produções renascentistas deste período para o 90m de transepto
Maneirismo e para o Barroco perdendo a forte ligação 100m de altura (interior da cúpula)
com o homem.
Arquitetura renascentista - características

Utilização de elementos clássicos (ordens


arquitetônicas, sobretudo as romanas)
Simplificação no aspecto construtivo.
Racionalização das cidades e dos edifícios.
No século XV, utilização das ordens corinthia e
Compósita.
Arquitetura elitista (principais construções:
palácios e vilas).

Arquitetura Religiosa:

Planta:
Cruz latina e cruz grega - com centro coberto por
uma cúpula
Tinha também a planta circular
Planta da
As Igrejas possuíam: nave principal, transepto, Capela Pazzi
cruzeiro, coro, naves laterais e claustro.
Interior da
Capela Pazzi
Renascimento fora da Itália - França
Renascimento fora da
Itália - França
Ala Lascot, Louvre, Séc XVI

Renascimento
fora da Itália -
França
Renascimento fora da Itália -
França
Renascimento fora da Itália -
Espanha
Renascimento fora da Itália -
Espanha
Renascimento fora da Itália -
Espanha
Renascimento fora da Itália -
Espanha
Renascimento fora da Itália -
Espanha
Escorial de Madri. Renascimento na Espanha - 1557: Estilo plateresco.

Renascimento fora da Itália -


Espanha
Renascimento fora da Itália -
Espanha

Escorial de Madri – 1557 -


Renascimento na Espanha:
Estilo plateresco.
Renascimento fora da Itália -
Espanha

Escorial de Madri.
Renascimento na
Espanha: Estilo
plateresco.
Renascimento fora da Itália -
Espanha

Parte do Jardim do Escorial de


Madri. Renascimento na
Espanha: Estilo plateresco.
Interior do Escorial de Madri. Renascimento na
Espanha: Estilo plateresco.
Interior da Basílica do Escorial de Madri.
Renascimento na Espanha: Estilo
plateresco.
Janela da sala capitular do Convento de Tomar
Renascimento em Portugal - Estilo - Manuelino

Detalhe da torre
Convento de Tomar - Renascimento em Portugal - Estilo - Manuelino
Renascimento fora da Itália -
Portuagal
Renascimento fora da Itália -
França
Renascimento fora da Itália -
França

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