LUIZE MACHADO NEVES
RELATÓRIO ESTÁGIO SAÚDE COLETIVA II
ILHÉUS - BAHIA
2023
LUIZE MACHADO NEVES
RELATÓRIO ESTÁGIO SAÚDE COLETIVA II
Docente: Enfª Katia Chagas.
ILHÉUS – BAHIA
2023
SUMÁRIO
1. INTRODUÇÃO
2. SOBRE A UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE
3. DESENVOLVIMENTO
4. HIPERDIA
5. SAÚDE DA MULHER
6. CITOPATOLÓGICO DO COLO DO ÚTERO
7. PLANEJAMENTO FAMILIAR
8. PRÉ-NATAL
9. TESTE DO PEZINHO
10. CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO
11. IMUNIZAÇÃO
12. SALA DE PROCEDIMENTOS DE ENFERMAGEM
13. EDUCAÇÃO EM SAÚDE
14. VISITA DOMICILIAR
15. CONCLUSÃO
REFERÊNICAS
1. DIA 1
Manhã na faculdade, disposto a nós alunos momento de revisão e conversa sobre
os assuntos que serão abordados durante os 10 dias de práticas, com uma pequena
atividade para fim de conversa e retirada de dúvidas primarias sobre alguns momentos
marcantes, bem como analisado e exposto os dias e horários dos próximos dias, em todas
as vigilâncias e CAE III.
2. DIA 2
Manhã no CAE III, na sala de atendimento antirrábica destinado ao
atendimento de cuidados pós e pré exposição, neste local conseguimos visualizar as fichas
abertas de pacientes que procuram o atendimento pós exposição, que entraram no período de
observação por 10 dias e que não receberam a ligação do profissional ou não retornaram a
unidade para fechar o caso (informar condições do animal agressor). Realizamos diversas
ligações e foi possível visualizar a quantidade de fichas ainda abertas, bem como aquelas com
várias tentativas de contato sem êxito, conseguimos fechar 17 fichas, todos os casos com
animais e o cliente sem sinais clínicos de raiva. Após ligações e finalização de alguns casos,
foi feito uma roda de conversa sobre a raiva humana, expondo seus sinais e sintomas, período
de incubação, manejo pós caso de exposição e profilaxia.
3. DIA 3
Iniciamos a manhã na Vigilância em Saúde Ambiental, que tem como proposto promover o
conhecimento, detecção e prevenção de mudanças nos fatores determinantes do meio
ambiente que interfere na saúde humana, apresentado alguns programas que eles realizam,
pontuado que alguns programas não são realizados no município por falta de demanda, como
o Vigiar, entretanto alguns programas importantes já são implantados, como o VIGIÁGUA
que é o instrumento de implementações de ações de vigilância da qualidade da água, realizado
26 amostras mensais, geralmente para monitoramento de cianotoxina, podendo ser também
avaliado a potabilidade da água, os dados alimentam o SISAGUA e o GAL, já VIGISOLO
monitora os contaminantes químicos que interferem na saúde humana e nas relações do
homem com o ambiente, analisa aterros, postos de gasolina, plantações, cemitérios e todas as
informações alimentam o SISOLO, o VSPEA é o programa que investiga casos de
intoxicação exógena por agrotóxicos, além do VIGIDESASTRE, que foi muito utilizado na
época das enchentes, pois formulam estratégias para atuação em desastres de origem natural
ou tecnológica, já que monitoram o número de desabrigados e desalojados, todos os dados
alimentam o FORMSUS. Foram expostas muitas dificuldades enfrentadas pela equipe, mas a
mais pontual foi a dificuldade para ida a zona rural, ao final retiramos dúvidas pontuais sobre
a vigilância.
4. DIA 4
Cae III dados
5. SAÚDE DA MULHER
No Brasil, a saúde da mulher foi incorporada às políticas nacionais de saúde nas
primeiras décadas do século XX, sendo limitada, nesse período, às demandas relativas à
gravidez e ao parto. Os programas materno-infantis, elaborados nas décadas de 30, 50 e
70, traduziam uma visão restrita sobre a mulher, baseada em sua especificidade biológica
e no seu papel social de mãe e doméstica, responsável pela criação, pela educação e pelo
cuidado com a saúde dos filhos e demais familiares.
Em 1984, o Ministério da Saúde elaborou o Programa de Assistência Integral à Saúde
da Mulher (PAISM), marcando, sobretudo, uma ruptura conceitual com os princípios
norteadores da política de saúde das mulheres e os critérios para eleição de prioridades
neste campo.
Sendo mulheres, a maioria da população brasileira, estas também são as usuárias mais
assíduas do Sistema Único de Saúde, na Unidade Básica é fornecido uma atenção integral
a todos os períodos de vida da saúde feminina, inclui-se então: ações preventivas, ações
educativas, ações diagnósticas/tratamento/recuperação, planejamento familiar, consultas
ginecológicas, rastreamento do câncer do colo do útero e de mama, além de pré-natal,
parto e puerpério. O enfermeiro tem total autonomia para estar ao lado da sua cliente em
todos os momentos e programas ofertados, conseguindo um vínculo de confiança e
respeito.
6. CITOPATOLÓGICO DO COLO DO ÚTERO
No Brasil, o câncer de colo do útero, também chamado de câncer cervical, é o quarto tipo
de câncer mais comum entre as mulheres. Com exceção do câncer de pele, esse tumor é o que
apresenta maior potencial de prevenção e cura quando diagnosticado precocemente. Atingir
alta cobertura no rastreamento da população definida como alvo é o componente mais
importante para que se obtenha significativa redução da incidência e da mortalidade por
câncer de colo do útero. Estima-se que 12% a 20% das brasileiras entre 25 e 64 anos nunca
realizaram o exame citopatológico, que é a principal estratégia de rastreamento do câncer de
colo do útero e de suas lesões precursoras.
O rastreamento deve ser realizado a partir de 25 anos em todas as mulheres que iniciaram
atividade sexual, a cada três anos, se os dois primeiros exames anuais forem normais. Os
exames devem seguir até os 64 anos de idade. É atribuição da Atenção Básica prestar cuidado
integral e conduzir ações de promoção à saúde, rastreamento e detecção precoce, bem como
acompanhar o seguimento terapêutico das mulheres nos demais níveis de atenção, quando
diante de resultado de citopatológico de colo do útero alterado.
Na unidade, o enfermeiro é o responsável pela coleta do material, que se compreende pela
coleta da ectocérvice e endocérvice, retirados pela escova o material coletado é acomodado
em uma única lâmina, e enviado ao laboratório, para que se observe os tipos de células
presentes no colo do útero no dia da coleta. O resultado pode explanar presença de células
benignas, presença de inflamação, bem como presença de NIC 1, NIC 2, NIC 3 e até mesmo
presença de neoplasias.
7. PLANEJAMENTO FAMILIAR
O planejamento reprodutivo, chamado também de planejamento familiar, designa um
conjunto de ações de regulação da fecundidade, as quais podem auxiliar as pessoas a prever e
controlar a geração e o nascimento de filhos, e englobam adultos, jovens e adolescentes, com
vida sexual com e sem parcerias estáveis, bem como aqueles e aquelas que se preparam para
iniciar sua vida sexual. As ações do planejamento reprodutivo ou planejamento familiar são
definidas e amparadas pela Lei nº 9.263/1996, que também estabelece penalidades e dá outras
providências. As ações de planejamento reprodutivo são voltadas para o fortalecimento dos
direitos sexuais e reprodutivos dos indivíduos e se baseiam em ações clínicas, preventivas,
educativas, oferta de informações e dos meios, métodos e técnicas para regulação da
fecundidade. Devem incluir e valorizar a participação masculina, uma vez que a
responsabilidade e os riscos das práticas anticoncepcionais são predominantemente assumidos
pelas mulheres.
O enfermeiro perante a situação de planejamento irá em entrevista de forma acolhedora,
atenciosa e escuta qualificada e em conjunto com a mulher, avaliar como e qual será o melhor
método de acordo a vontade da cliente, seja este uma concepção ou anticoncepção. Ao avaliar
os antecedentes pessoais obstétricos e patológicos, acordar sempre as questões referentes às
parcerias, à identidade de gênero, à orientação sexual, além de questionar se há medicações
em uso, ciclo menstrual etc., a partir de então, em conjunto com a mulher, o enfermeiro irá
escolher entre os métodos fornecidos pelo SUS, que estão listados abaixo.
Preservativo masculino e feminino – uso mais habitual, único que tem proteção
contra IST’s;
Hormonais orais – Minipílula (progesterona), combinado (estrogênio e
progesterona) ou método de emergência (progesterona);
Hormonais mensal (estrogênio e progesterona) e trimestral (progesterona);
DIU de cobre;
Diafragma e espermicida;
Vasectomia (método definitivo masculino);
Laqueadura (método definitivo feminino).
8. PRÉ-NATAL
A assistência pré-natal é um conjunto de medidas de natureza médica, social, psicológica
e de cuidados gerais que visa propiciar à mulher gestante o desenvolvimento saudável da
gravidez. A realização do pré-natal representa papel fundamental em termos de prevenção
e/ou detecção precoce de patologias, tanto maternas como fetais, permitindo o
desenvolvimento saudável do feto e reduzindo os riscos para a gestante. Para tanto, devem-se
levar em consideração tanto componentes maternos como do produto da concepção (feto e
anexos). (FEBRASGO 2014).
De acordo com a Lei do Exercício Profissional da Enfermagem - Decreto nº 94.406/87 -, o
pré-natal de baixo risco pode ser inteiramente acompanhado pela enfermeira. O intervalo
entre as consultas deve ser de quatro semanas, após a 36° semana, a gestante deverá ser
acompanhada a cada 15 dias, visando à avaliação da pressão arterial, da presença de edemas,
da altura uterina, dos movimentos do feto e dos batimentos cardiofetais.
No pré-natal, o enfermeiro estará presente desde a confirmação da gravidez, consultas do
pré-natal e o puerpério. Nas consultas o enfermeiro terá posição para realizar pedidos de
exames específicos da gestação, do 1º até 3º semestre, introdução da suplementação com
ácido fólico e vitamina D, fará orientações educacionais, iniciará discussões para sanar
dúvidas sobre amamentação, demonstrando a importância do aleitamento exclusivo até os 6
meses, além de se colocar em posição de apoio para a gestante, acolhendo-a e fornecendo um
bom papel de ouvinte, bem como orientador.
9. TESTE DO PEZINHO
Um programa de rastreamento populacional que tem como objetivo geral identificar
distúrbios e doenças no recém-nascido, em tempo oportuno, para intervenção adequada,
garantindo tratamento e acompanhamento contínuo às pessoas com diagnóstico positivo. O
teste do pezinho no SUS possibilitam o diagnóstico precoce de fenilcetonúria, hipotireoidismo
congênito, doença falciforme e outras hemoglobinopatias, fibrose cística, hiperplasia adrenal
congênita e deficiência de biotinidase.
O Teste do Pezinho é um exame obrigatório para todos os recém-nascidos e gratuito na
rede pública de saúde. No SUS, no ano de 2017, 53,51% das crianças realizaram o teste até o
quinto dia de vida do bebê. Quanto maior a rapidez na identificação e início do tratamento das
doenças, maior a possibilidade de evitar sequelas nas crianças, como a deficiência mental,
microcefalia, convulsões, comportamento autista, fibrosamento do pulmão, crises epilépticas,
entre outras complicações.
O SUS disponibiliza a coleta do teste do pezinho nas UBS, com o material necessário, o
enfermeiro irá realizar a coleta do sangue do RN, completando as cinco circunferências
existentes no cartão, até confirmar impregnação no verso dos círculos, a partir disso, o teste
está feito e será enviado para a rede de testagem. O enfermeiro dará todas as orientações para
a puérpera.
10. CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO
Na APS espera-se garantir uma visita domiciliar do agente de saúde ao binômio mãe e RN
no contexto da família, para orientação de todos sobre o cuidado de ambos, bem como para
ofertar as ações programadas para a primeira semana de saúde na APS, se possível
oportunizando tudo para uma mesma data: consultas para ambos (mãe e RN), estimulando a
presença do pai sempre que possível, apoio ao aleitamento materno, imunizações, coleta de
sangue para o teste do pezinho etc. Depois, até a criança completar 2 anos, o objetivo é um
acompanhamento cuidadoso do crescimento e do desenvolvimento da criança pela equipe de
saúde (inclusive com busca de faltosos), com um olhar biopsicossocial não só para a criança,
mas também para as condições do contexto de saúde e de vida de sua mãe e família, inclusive
com as articulações intersetoriais, no território, necessárias para o projeto terapêutico de cada
criança/família. (BRASIL, 2012)
A consulta de crescimento e desenvolvimento permeia-se por alguns pontos
importantes, na anamnese irá coletar dados como: parto, complicações, internações, idade
gestacional, índice de Apgar, antecedentes familiares, testes já realizados etc., já no exame
físico avalia-se de forma céfalocaudal, caso se encontre algum achado, de acordo com o risco
para a criança é marcado uma nova consulta o mais rápido possível, também se torna
imprescindível o pedido de exames, encaminhamentos, verificação da situação vacinal. Estas
consultas irão ajudar os pais e o profissional da saúde avaliar o desenvolvimento da criança ao
longo dos meses/anos.
11. IMUNIZAÇÃO
O Programa Nacional de Imunização – PNI, criado em 1973 e regulamentado em 1975,
surgiu com a recomendação de aplicação de cinco vacinas. Hoje fazem parte do calendário
nacional 19 vacinas e anualmente são aplicadas cerca de 300 milhões de doses em mais de 36
mil salas. Uma das características mais importantes do programa é sua homogeneidade nos
mais de 5500 municípios no Brasil. O sucesso do PNI, reconhecido internacionalmente, se
deve ao cumprimento dos princípios básicos do Sistema Único de Saúde, criado em 1989,
como descentralização, hierarquização, cogestão dos três níveis de atenção – município,
estado e união – e principalmente a sua universalização.
No Brasil, o Ministério da Saúde mantém o Programa Nacional de Imunizações – PNI,
para prevenção de importantes doenças transmissíveis: tuberculose, hepatite B, difteria,
coqueluche, tétano, poliomielite, sarampo, caxumba, rubéola, infecções pelo Haemophilus
influenzae tipo b, rotavírus, meningococo, pneumococo, vírus do papiloma humano (HPV),
vírus influenza sazonal, varicela, hepatite A e febre amarela. As orientações preconizadas pelo
PNI devem ser de conhecimento geral das instituições de saúde pública ou privadas e da
população usuária. Para que essas orientações atinjam o objetivo final de diminuir a
morbimortalidade causada pelas doenças preveníveis, são estabelecidas normas específicas,
baseadas em comportamento epidemiológico, em novos conhecimentos técnico-científicos e
nas informações a respeito da experiência prática acumulada.
Na unidade, as vacinas são ofertadas em dia e horário marcados, por livre demanda,
portanto é avaliado a situação vacinal do usuário, este é direcionado a sala de vacinação, onde
é aplicado as vacinas necessárias, além das orientações sobre possíveis reações e condutas
frente a elas.
12. SALA DE PROCEDIMENTOS DE ENFERMAGEM
Espaço obrigatório nas UBS, sendo ele destinado à realização de procedimentos tais
como: administração de imunobiológicos e de medicação injetável, realização de pequenos
procedimentos (troca de curativo/retirada de pontos), coleta de material para análises clínicas,
administração de medicação inalatória, terapia de reidratação oral e permanência de pacientes
em observação. Este espaço visa acolher e atender a necessidade de todos que se enquadram
nos cuidados prestados por esse espaço e geralmente o profissional responsável pelo setor é
um técnico de enfermagem, sob supervisão do enfermeiro chefe.
13. EDUCAÇÃO EM SAÚDE
A prática da educação em saúde, numa perspectiva dialógica, desempenha papel central
no processo de construção de novos modos de se construir as práticas de saúde, por permitir
processos de mediação entre saberes, aproximando-as das necessidades da população,
possibilitando novos formatos para as relações entre profissionais e usuários, e propiciando a
organização e mobilização da população em termos de mudanças de suas condições de vida e
saúde. Quando bem desenvolvida e executada, irá estimular o cidadão ouvinte a aprender um
pouco mais e a se envolver no assunto retratado, buscando mais a fundo sobre e retirando suas
dúvidas, tornando-o multiplicador do aprendizado. A atuação do enfermeiro torna-se
fundamental neste quesito, em conjunto com a equipe multidisciplinar existente na unidade,
consegue promover os atendimentos individuais ou ao público, explanando sobre o assunto
em questão, promovendo boas ações para a população em geral.
14. VISITA DOMICILIAR
A Política Nacional de Atenção Domiciliar define a Atenção Domiciliar (AD) no Sistema
Único de Saúde (SUS) como uma “modalidade de atenção à saúde substitutiva ou
complementar as já existentes, caracterizada por um conjunto de ações de promoção à saúde,
prevenção, tratamento de doenças e reabilitação prestadas em domicílio, com garantia de
continuidade de cuidados e integrada às Redes de Atenção à Saúde (RAS)” (BRASIL,2012).
Torna-se então uma importante ação, que tem como objetivo fornecer condutas de
promoção, proteção e recuperação do cliente, possibilitando uma atenção multidisciplinar
descentralizada do âmbito da UBS, além de fortalecer o vínculo dos profissionais de saúde
com a família e a comunidade assistida, acaba-se conhecendo a realidade socioeconômica,
avaliando assim os riscos enfrentados por estes, estimulando assim a adesão de tratamentos,
aumentando a prevenção de doenças e agravos, prestando uma assistência efetiva a quem
necessita. O enfermeiro em conjunto com a equipe multiprofissional, irão desenvolver um
plano de cuidados e/ou tratamentos para cada usuário assistido.
15. CONCLUSÃO
É notório a autonomia do enfermeiro na unidade básica de saúde (UBS), sendo ele o
responsável por praticamente toda demanda fornecida para a comunidade, realiza e monitora
o atendimento dos programas, além de participar da gestão, planejamento e coordenação,
sempre se posicionando a frente dos serviços ofertados pelo SUS, em busca de um
atendimento humanizado e holístico, sem distinção, assim como prevê os princípios do SUS.
No Brasil, a Atenção Básica é desenvolvida com o mais alto grau de descentralização
e capilaridade, ocorrendo no local mais próximo da vida das pessoas. Ela deve ser o contato
preferencial dos usuários, a principal porta de entrada e centro de comunicação com toda a
Rede de Atenção à Saúde. Por isso, é fundamental que ela se oriente pelos princípios da
universalidade, da acessibilidade, do vínculo, da continuidade do cuidado, da integralidade da
atenção, da responsabilização, da humanização, da equidade e da participação social.
(BRASIL, 2012).
REFERÊNCIAS
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