Lei 8.080/90: Fundamentos do SUS
Lei 8.080/90: Fundamentos do SUS
47
1:
O índice de desemprego era alto, assim como as demandas por serviços de
:1
assistência social, previdência e, obviamente, saúde. O Brasil ainda estava se
11
23
abrindo à democracia e ao capital externo. O Governo Collor propôs uma nova
20
forma de gerir a máquina pública e concentrou-se em privatizações de estatais e
5/
/0
pouco geriu as demandas sociais na área de saúde. Aliado a esse cenário pouco
26
propício para o desenvolvimento de políticas públicas, a CF/88, em função de ser
r-
uma norma programática, carecia de regulamentação. Faltava uma lei que
.b
m
instituísse os mecanismos de funcionamento e os conceitos básicos da saúde no
co
o.
país. Muitas práticas de centralização, clientelismo e de problemas de
financiamento persistiram. ho
ya
e@
saúde. Em função disso, muitos dos dispositivos em lei foram vetados. Entre as
.2
55
Conferências de Saúde.
s
ve
É por esse motivo que a Lei n° 8.142/90 também é conhecida como lei
Al
1
Lei orgânica: lei que disciplina o funcionamento de uma área ou de uma
categoria.
47
Vejamos essa lei comentada a seguir.
1:
:1
11
23
LEI Nº 8.080, DE 19 DE SETEMBRO DE 1990.
20
5/
/0
Dispõe sobre as condições para a promoção,
26
r-
proteção e recuperação da saúde, a
.b
organização e o funcionamento dos serviços
m
co
correspondentes e dá outras providências.
o.
ho
ya
A Lei 8.080/1990 dispõe sobre três aspectos fundamentais da saúde:
e@
3. Outras coisas.
xa
ai
-p
4
-5
DISPOSIÇÃO PRELIMINAR
31
.2
regulação das ações e serviços de saúde tanto na área pública quanto na esfera
a
m
TÍTULO I
e
el
| 2
Já nas disposições gerais a Lei 8.080/90 retoma a Constituição Federal. Ao
falar em promoção, proteção e recuperação da saúde.
Segundo o artigo 2˚, o Estado tem de garantir a saúde, mas como ele faz
isso? Segundo o § 1º, através da formulação e execução de políticas econômicas e
sociais. Para quê? Para a redução de riscos de doenças e de outros agravos.
47
Além disso, o Estado tem a função de prover a universalidade e igualdade às ações
1:
e serviços de saúde.
:1
11
Esquematicamente temos:
23
Responsável O que faz Objetivo
20
formulação e execução de redução de riscos de
5/
/0
políticas econômicas e sociais doenças e de outros
26
agravos
r-
.b
Estado estabelece condições que promoção, proteção e
m
co
assegurem acesso universal e recuperação da saúde
o.
igualitário às ações e aos
ho
ya
serviços
e@
el
is
sociais e universais.
-0
ão
da sociedade.
a
m
Li
Estado. Veja:
Art. 196. A saúde é direito de todos e dever do Estado,
garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à
redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso
universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção,
proteção e recuperação.
Art. 205. A educação, direito de todos e dever do Estado e da
família, será promovida e incentivada com a colaboração da
| 3
sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu
preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para
o trabalho.
Qual foi a intenção dos legisladores ao colocar a família como responsável
para cuidar da saúde? A intenção foi de ampliar a responsabilização das ações de
47
proteção e promoção da saúde.
1:
:1
11
23
Art. 3o Os níveis de saúde expressam a organização social e econômica do País,
20
tendo a saúde como determinantes e condicionantes, entre outros, a alimentação,
5/
/0
a moradia, o saneamento básico, o meio ambiente, o trabalho, a renda, a
26
educação, a atividade física, o transporte, o lazer e o acesso aos bens e serviços
r-
.b
essenciais.
m
co
o.
Parágrafo único. Dizem respeito também à saúde as ações que, por força do
ho
ya
disposto no artigo anterior, se destinam a garantir às pessoas e à coletividade
e@
ainda assim, necessita de bastante atenção por parte do candidato. O que significa
4
-5
1. a alimentação
.0
08
2. a moradia
-0
3. o saneamento básico,
ão
4. o meio ambiente,
ix
Pa
5. o trabalho,
a
6. a renda,
m
Li
7. a educação,
de
8. a atividade física,
s
ve
9. o transporte,
Al
e
10. o lazer e
el
is
| 4
necessário entender e alterar o contexto social para promover e proteger a saúde
e não apenas oferecer medicamentos e médicos. Acertaram nisso!
Mas a Lei 8.080/1990 não é a única a creditar aos determinantes sociais o
papel de mantenedor da saúde. Outros documentos de valor legal também
reafirmam essa posição. Em 2006, por exemplo, foi criada a Comissão Nacional
47
sobre os Determinantes Sociais da Saúde (CNDSS). Seu trabalho pode ser
1:
conferido aqui: http://www.determinantes.fiocruz.br/. Em 2008 entregaram um
:1
11
relatório com o título “As causas sociais das iniquidades em saúde no Brasil”. O
23
relatório completo pode ser acessado no seguinte endereço:
20
http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/causas_sociais_iniquidades.pdf. Esse
5/
/0
relatório também aponta para a íntima relação da saúde com determinantes
26
sociais, como a educação, nutrição, redes de assistência, etc.
r-
.b
m
co
o.
TÍTULO II - DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE
ho
ya
DISPOSIÇÃO PRELIMINAR
e@
indireta e das fundações mantidas pelo Poder Público, constitui o Sistema Único
xa
ai
de Saúde (SUS).
-p
saúde.
.0
08
em caráter complementar.
ão
ix
Pa
a
m
Li
Poder Público. Como que elas exercem seus papéis? Através de um conjunto de
Al
e
| 5
Aqui vai uma das frases mais cobradas em concursos da história: A
iniciativa privada poderá participar do Sistema Único de Saúde (SUS), em caráter
complementar. O que isso significa? Que a responsabilidade principal é do poder
público, a iniciativa privada apenas complementa os serviços ofertados
diretamente pelo poder público. A Lei detalha o que seria a participação
47
complementar mais a frente.
1:
:1
11
CAPÍTULO I
23
Dos Objetivos e Atribuições
20
Art. 5º São objetivos do Sistema Único de Saúde SUS:
5/
/0
I - a identificação e divulgação dos fatores condicionantes e determinantes
26
da saúde;
r-
.b
II - a formulação de política de saúde destinada a promover, nos campos
m
co
econômico e social, a observância do disposto no § 1º do art. 2º desta lei;
o.
III - a assistência às pessoas por intermédio de ações de promoção,
ho
ya
proteção e recuperação da saúde, com a realização integrada das ações
e@
Esse artigo busca sanar a questão: para que serve o SUS? Serve para uma
xa
ai
infinidade de propósitos, mas, especificamente, para esse artigo, o SUS serve para:
-p
e
.0
08
pelo inciso II do art. 5˚. Nos dois casos temos a promoção, proteção e
m
Li
recuperação da saúde. Mas, as semelhanças param por ai. No inciso III do art. 5˚,
de
igualitário à saúde.
el
is
1
Art. 2˚. § 1º O dever do Estado de garantir a saúde consiste na formulação e execução de políticas
econômicas e sociais que visem à redução de riscos de doenças e de outros agravos e no
estabelecimento de condições que assegurem acesso universal e igualitário às ações e aos serviços
para a sua promoção, proteção e recuperação.
| 6
I - a execução de ações:
a) de vigilância sanitária;
b) de vigilância epidemiológica;
c) de saúde do trabalhador; e
d) de assistência terapêutica integral, inclusive farmacêutica;
47
II - a participação na formulação da política e na execução de ações de
1:
saneamento básico;
:1
11
III - a ordenação da formação de recursos humanos na área de saúde;
23
IV - a vigilância nutricional e a orientação alimentar;
20
V - a colaboração na proteção do meio ambiente, nele compreendido o do
5/
/0
trabalho;
26
VI - a formulação da política de medicamentos, equipamentos,
r-
.b
imunobiológicos e outros insumos de interesse para a saúde e a
m
co
participação na sua produção;
o.
VII - o controle e a fiscalização de serviços, produtos e substâncias de
ho
ya
interesse para a saúde;
e@
humano;
is
og
radioativos;
4
-5
tecnológico;
.2
55
I - a execução de ações:
m
Li
a) de vigilância sanitária;
de
b) de vigilância epidemiológica;
s
ve
c) de saúde do trabalhador; e
Al
farmacêutica;
G
| 7
Como que isso costuma confundir o candidato? De modo bastante
elementar muitos erram a literalidade do que está escrito. Acreditam, por
exemplo, a assistência terapêutica integral não inclui a assistência farmacêutica,
que aqui não está a saúde do trabalhador ou, como veremos adiante, que não
compete ao SUS ações de saneamento básico. Esses são os três erros mais
47
elementares na identificação das funções do SUS. Não erre!
1:
Sigamos com as funções do SUS:
:1
11
23
II - a participação na formulação da política e na execução de ações
20
de saneamento básico;
5/
/0
26
O SUS terá papel fundamental, junto com representantes de outras funções
r-
.b
sociais, na elaboração das políticas e execução de ações de saneamento básico. É
m
co
comum vermos, portanto, descentralizações orçamentárias para o pagamento de
o.
estruturas de saneamento em municípios. O SUS tem como função compartilhada
ho
ya
com os municípios a promoção do saneamento básico. É importante observar que
e@
Veja:
4
-5
[...]
ão
da extrema pobreza.
m
Li
| 8
onerosos para sistemas de abastecimento de água, esgotamento sanitário,
manejo de resíduos sólidos urbanos e melhorias sanitárias domiciliares. Compete,
ainda, à Funasa, ações de saneamento para o atendimento, prioritariamente, a
municípios com população inferior a 50.000 habitantes e em comunidades
quilombolas e de assentamentos.
47
Fonte: Fundação Nacional de Saúde – Ministério da Saúde. Disponível em:
1:
http://www.funasa.gov.br/site/engenharia-de-saude-publica-2/saneamento-para-
:1
11
promocao-da-saude/
23
Em continuidade, o SUS tem a seguinte função:
20
5/
/0
III - a ordenação da formação de recursos humanos na área de
26
saúde;
r-
.b
m
co
Significa ter uma política de programas de treinamento e ofertar esses
o.
treinamentos a toda a cadeia de profissionais que compõe o atendimento direto
ho
ya
de saúde ao público. Educando desde agentes de saúde e de vigilância sanitária
e@
| 9
VI - a formulação da política de medicamentos, equipamentos,
imunobiológicos e outros insumos de interesse para a saúde e a
participação na sua produção;
VII - o controle e a fiscalização de serviços, produtos e substâncias de
47
interesse para a saúde;
1:
VIII - a fiscalização e a inspeção de alimentos, água e bebidas para
:1
11
consumo humano;
23
IX - a participação no controle e na fiscalização da produção,
20
transporte, guarda e utilização de substâncias e produtos psicoativos,
5/
/0
tóxicos e radioativos;
26
r-
.b
E quem participa de todas essas funções? Além de outras instituições, a
m
co
ANVISA.
o.
Criada pela Lei nº 9.782, de 26 de janeiro 1999, a Agência Nacional de
ho
ya
Vigilância Sanitária (Anvisa) é uma autarquia sob regime especial, que tem como
e@
brasileira.
xa
ai
http://portal.anvisa.gov.br/wps/portal/anvisa/anvisa/agencia
4
-5
31
científico e tecnológico;
ão
derivados.
a
m
Li
Art. 6º.
el
is
| 10
A vigilância sanitária tem relação direta com os riscos à saúde. Seu
objetivo é duplo: (1) eliminar, diminuir ou até prevenir esses riscos e (2) intervir nos
problemas sanitários decorrentes do meio ambiente, da produção e circulação de
bens e da prestação de serviços de interesse da saúde.
47
1:
:1
11
§ 2º Entende-se por vigilância epidemiológica um conjunto de ações que
23
proporcionam o conhecimento, a detecção ou prevenção de qualquer
20
5/
mudança nos fatores determinantes e condicionantes de saúde individual
/0
ou coletiva, com a finalidade de recomendar e adotar as medidas de
26
r-
prevenção e controle das doenças ou agravos.
.b
m
co
A vigilância epidemiológica tem como função recomendar e adotar as
o.
ho
medidas de prevenção e controle das doenças ou agravos. Para isso, monitora os
ya
fatores determinantes e condicionantes de saúde individual ou coletiva. É a
e@
epidemiológica. Essa diferenciação ocorre pelo modo como cada tipo de vigilância
-p
com os riscos anteriores à doença (vigiar e controlar aquilo que pode trazer
31
.2
vigilância ambiental, que, apesar de não estar explícita nessa lei, é uma das
ix
Pa
| 11
A partir da união das três vigilâncias (epidemiológica, sanitária e
ambiental), temos a vigilância em saúde. Um conceito ampliado e fundamentado
na universalidade, integralidade e equidade das ações de promoção da saúde
entre os indivíduos e grupos.
47
1:
:1
11
23
§ 3º Entende-se por saúde do trabalhador, para fins desta lei, um conjunto
20
de atividades que se destina, através das ações de vigilância
5/
/0
epidemiológica e vigilância sanitária, à promoção e proteção da saúde dos
26
trabalhadores, assim como visa à recuperação e reabilitação da saúde dos
r-
.b
trabalhadores submetidos aos riscos e agravos advindos das condições de
m
co
trabalho, abrangendo:
o.
I - assistência ao trabalhador vítima de acidentes de trabalho ou
ho
ya
portador de doença profissional e do trabalho;
e@
públicas e privadas;
e
el
is
| 12
A saúde do trabalhador é o conjunto de ações de vigilância
epidemiológica e vigilância sanitária orientados para a promoção, proteção,
recuperação e reabilitação da saúde dos trabalhadores.
CAPÍTULO II
47
Dos Princípios e Diretrizes
1:
Art. 7º As ações e serviços públicos de saúde e os serviços privados contratados ou
:1
11
conveniados que integram o Sistema Único de Saúde (SUS), são desenvolvidos de
23
acordo com as diretrizes previstas no art. 198 da Constituição Federal,
20
obedecendo ainda aos seguintes princípios:
5/
/0
26
r-
Temos agora o conjunto de princípios e diretrizes que complementam as
.b
diretrizes do art. 198: participação da comunidade, atendimento integral com
m
co
prioridade para as atividades preventivas sem prejuízo das assistenciais e
o.
ho
descentralização com direção única para cada esfera de governo.
ya
e@
assistência;
og
sistema;
31
.2
55
Qual o motivo disso? Simples, o movimento sanitarista receava que tal tipo
el
is
| 13
coletivos, exigidos para cada caso em todos os níveis de complexidade
do sistema;
O que significa? Que temos a integralidade nesse inciso expressa como um
continuum de ações em diferentes critérios:
1. preventivos e curativos;
47
2. individuais e coletivos; e
1:
3. todos os níveis de complexidade do sistema.
:1
11
Não significa que as ações deixam de ser preventivas para serem curativas
23
ou deixam de ser individuais para serem coletivas. Mas que devem variar de um
20
polo ao outro.
5/
/0
Teríamos mais algum critério para entendermos a integralidade? Sim, a
26
visão do paciente como um ser social, histórico e que deve ser entendido para
r-
.b
além da perspectiva exclusivamente médica. Significa, nesse dimensão que está
m
co
além do presente inciso, admitir que há relação entre os condicionantes da saúde
o.
e os problemas de saúde apresentados.
ho
ya
e@
física e moral;
is
og
xa
ai
| 14
II – pelos familiares, quando o idoso não tiver curador ou este
não puder ser contactado em tempo hábil;
III – pelo médico, quando ocorrer iminente risco de vida e não
houver tempo hábil para consulta a curador ou familiar;
IV – pelo próprio médico, quando não houver curador ou
47
familiar conhecido, caso em que deverá comunicar o fato ao
1:
Ministério Público.
:1
11
Nesse caso, mesmo em casos graves, o profissional de saúde não pode agir
23
sem o consentimento do paciente, a não ser quando não estiver em condições de
20
proceder sua opção.
5/
/0
Segundo a Portaria n˚ 1.820/2009 do Ministério da Saúde, que dispõe
26
sobre os direitos e deveres dos usuários da saúde, fala o seguinte em seu art. 5˚:
r-
.b
Art. 5º Toda pessoa deve ter seus valores, cultura e direitos
m
co
respeitados na relação com os serviços de saúde, garantindo-lhe:
o.
V - o consentimento livre, voluntário e esclarecido, a quaisquer
ho
ya
procedimentos diagnósticos, preventivos ou terapêuticos,
e@
psicológica e social;
m
Li
recomendados;
e
el
is
G
2
Posto esse caso, pois sempre é o primeiro na mente de nossos alunos.
| 15
Do Código Penal, em seu artigo 146, § 3º, inciso I, percebemos que é lícita a
intervenção médica/cirúrgica sem consentimento do paciente ou seu
representante legal, se justificada por iminente risco de vida. Ainda pelo Código
Penal, em seu artigo 135, é crime deixar de prestar assistência, quando possível
fazê-lo sem risco pessoal, à criança abandonada ou extraviada, ou à pessoa
47
inválida ou ferida, ao desamparado ou em grave e iminente perigo; ou não pedir,
1:
nesses casos, o socorro da autoridade pública. A pena é de detenção, de um a seis
:1
11
meses, ou multa, sendo aumentada de metade se da omissão resulta lesão
23
corporal de natureza grave, e triplicada se resulta morte.
20
Pelo Estatuto da Criança e Adolescente temos dispositivos que, de forma
5/
/0
especial, estabelecem o dever de proteção à vida e à integridade de indivíduo
26
menor de idade.
r-
.b
Finalmente, a criança deve ou não receber o sangue para salvar sua vida?
m
co
Cabe transcrever uma decisão judicial que retrata a posição mais comum sobre
o.
esse caso:
ho
ya
“APELAÇÃO CÍVEL. TRANSFUSÃO DE SANGUE. TESTEMUNHA DE
e@
defesa de sua integridade, mas tal direito encontra limitações jurídicas e éticas em
ix
Pa
por exemplo, apesar de serem escolha do sujeito, não são possíveis dentro do
m
Li
qualquer espécie;
e
el
is
G
| 16
Em complemento, a Portaria 1.820/2009 dispõe das informações a que a
pessoa tem direito:
Art. 3º [...]
II -informações sobre o seu estado de saúde, de maneira clara,
objetiva, respeitosa, compreensível quanto a:
47
a) possíveis diagnósticos;
1:
b) diagnósticos confirmados;
:1
11
c) tipos, justificativas e riscos dos exames solicitados;
23
d) resultados dos exames realizados;
20
e) objetivos, riscos e benefícios de procedimentos
5/
/0
diagnósticos, cirúrgicos, preventivos ou de tratamento;
26
f) duração prevista do tratamento proposto;
r-
.b
g) quanto a procedimentos diagnósticos e tratamentos
m
co
invasivos ou cirúrgicos;
o.
h) a necessidade ou não de anestesia e seu tipo e
ho
ya
duração;
e@
consequências indesejáveis;
xa
recuperação;
4
-5
a pessoa se beneficiou;
.0
08
saúde;
a
m
Li
Art. 4º [...]
de
| 17
evidências científicas e a relação custo-benefício das
alternativas de tratamento, com direito à recusa, atestado na
presença de testemunha;
47
a sua utilização pelo usuário;
1:
:1
11
No mesmo documento legal, Portaria 1.820/2009, temos:
23
Art. 7º Toda pessoa tem direito à informação sobre os serviços de
20
5/
saúde e aos diversos mecanismos de participação.
/0
§ 1º O direito previsto no caput deste artigo, inclui a
26
r-
informação, com linguagem e meios de comunicação
.b
adequados, sobre:
m
co
I - o direito à saúde, o funcionamento dos serviços de
o.
ho
saúde e sobre o SUS; ya
II -os mecanismos de participação da sociedade na
e@
e ambiental; e
4
-5
públicas. Eles devem ser a base para a alocação de recursos (gasto público) e a
de
s
para a saúde).
e
el
is
| 18
a) ênfase na descentralização dos serviços para os municípios;
b) regionalização e hierarquização da rede de serviços de saúde;
47
Significa que em cada ente da federação temos um arranjo institucional único
1:
responsável pela saúde. A descentralização na Lei 8/080/1990, em complemento
:1
11
ao que já está posto de forma geral na Constituição Federal, define que esta deve
23
ser feita em direção aos municípios, e de forma regionalizada e hierarquizada.
20
Não confunda a regionalização com a descentralização. Na regionalização
5/
/0
temos o planejamento baseado em áreas com perfis epidemiológicos comuns e
26
que necessitam de intervenções comuns. Temos, portanto, aglomerados de
r-
.b
territórios municipais contíguos que recebem o nome de Regiões de Saúde.
m
co
Significa, por exemplo, planejar a construção de um hospital de média
o.
complexidade entre 3 municípios para atender determinados perfis de saúde
ho
ya
desses municípios. Na descentralização temos a responsabilidade e a gestão
e@
para o município. Significa que o município vai traçar como quiser a sua política de
is
og
saúde? Não, ele deve sempre observar o Plano Plurianual federal e os estaduais. O
xa
ai
que vai acontecer é que o município terá uma relativa autonomia para executar
-p
será a saúde da população? Na vida real não. Mais de cinco mil municípios e
.2
55
menos do que algumas centenas são competentes para isso. Na vida dos
.0
08
locais.
a
saneamento básico;
Al
e
| 19
reparadoras, em conformidade com a Lei nº 12.845, de 1º de agosto de
2013.
O que significa dizer que deve haver integração em nível executivo das
ações de saúde, meio ambiente e de saneamento básico? Significa que essas
47
políticas devem ser realizadas de forma integrada..
1:
A saúde pertence a todos os entes federativos do governo. Por isso, sua
:1
11
articulação é fundamental para o seu correto funcionamento. Ela deve ser
23
conjugada tanto em termos financeiros quanto em termos estruturais, de modo a
20
evitar duplicidade de meios para fins idênticos e para evitar que alguma
5/
/0
necessidade fique descoberta.
26
r-
.b
m
co
o.
ho
CAPÍTULO III ya
Da Organização, da Direção e da Gestão
e@
complexidade crescente.
-p
4
-5
em relação ao SUS.
-0
duas expressões:
a
m
saúde devem ser dispostos dos níveis mais simples até os níveis mais
Al
e
| 20
Art. 9º A direção do Sistema Único de Saúde (SUS) é única, de acordo com o inciso I
do art. 198 da Constituição Federal, sendo exercida em cada esfera de governo
pelos seguintes órgãos:
I - no âmbito da União, pelo Ministério da Saúde;
II - no âmbito dos Estados e do Distrito Federal, pela respectiva Secretaria
47
de Saúde ou órgão equivalente; e
1:
III - no âmbito dos Municípios, pela respectiva Secretaria de Saúde ou órgão
:1
11
equivalente.
23
20
5/
Qual o propósito de ter uma direção única em cada esfera do governo?
/0
Unificar as ações e serviços de saúde. Lembre-se que antes da instituição do SUS,
26
r-
esses serviços e ações estavam dispersos entre várias subáreas e instituições
.b
responsáveis na área da saúde e na área da previdência.
m
co
Temos os seguintes responsáveis, segundo a Lei 8.080/1990, pela direção
o.
ho
única do SUS em cada esfera de governo. ya
União à Ministério da Saúde;
e@
equivalente
og
orçamento na área.
55
.0
08
-0
| 21
em distritos é de administrar melhor as necessidades da população. Com a
organização por distritos é mais fácil atender demandas mais específicas de cada
área municipal e de identificar responsáveis por cada área.
Foi a Constituição Federal de 1988 que instituiu o consórcio de municípios?
Não, temos a figura dos consórcios desde o ano passado. É importante distinguir
47
consórcios de associações. Consórcios3 podem ocorrer apenas entre municípios,
1:
sendo uma forma de organização horizontal para atender às demandas da saúde.
:1
11
Associações são vinculações entre entes de mesmo nível, como municípios
23
(associação horizontal) e entre diferentes níveis, como associações entre a União,
20
Estado e Município. Observe que a Lei n˚ 8.080/1990 trata de consórcios e não de
5/
/0
associações.
26
Por fim, para a Lei nº 11.107/2005, a União somente participará de
r-
.b
consórcios públicos em que também façam parte todos os Estados em cujos
m
co
territórios estejam situados os Municípios consorciados.
o.
Isso significa que a União só pode consorciasse com um município se o
ho
ya
Estado de localização do mesmo também se consorciar.
e@
el
políticas e programas de interesse para a saúde, cuja execução envolva áreas não
31
| 22
necessidade e com a aprovação do seu pleno, homologadas
pelo Ministro da Saúde e publicadas em Diário Oficial da União.
Segundo o Regimento do CNS, a “constituição e funcionamento
de cada Comissão e Grupo de Trabalho serão estabelecidos em
Resolução específica e deverão estar embasados na explicitação
47
de suas finalidades, objetivos, produtos, prazos e demais
1:
aspectos que identifiquem claramente a sua natureza”.
:1
11
A coordenação das Comissões permanentes é de
23
responsabilidade dos conselheiros nacionais, e as “Comissões
20
não coordenadas por conselheiros deverão ter suas atividades
5/
/0
acompanhadas por um conselheiro especialmente indicado
26
para integrá-las”.
r-
.b
Comissões e grupos de trabalho não são deliberativos,
m
co
nem normatizadores. Seu papel consiste em discutir e articular
o.
as políticas, normas e programas das instituições e setores de
ho
ya
interesse do Sistema Único de Saúde, como também submetem
e@
Comunicação e Informação em
Li
Saúde (CICIS)
s
ve
| 23
Orçamento e Financiamento
Saúde População Negra (CISPN)
(COFIN)
Saúde da População de Lésbicas,
Saúde do Trabalhador (CIST) Gays, Bissexuais, Travestis e
Transexuais (CISPLGBTT)
47
Vigilância Sanitária e
1:
Recursos Humanos (CIRH)
:1
Farmacoepidemiologia (CIVSF)
11
23
Saneamento e Meio Ambiente
Assistência Farmacêutica (CIAF)
20
(CISAMA)
5/
/0
26
Saúde Mental (CISM) Saúde Bucal (CISB)
r-
.b
Atenção Integral à Saúde da
m
co
Saúde Indígena (CISI) Criança, do Adolescente e do
o.
ho
Jovem (CIASAJ)
ya
e@
el
is
og
xa
ai
-p
I - alimentação e nutrição;
.2
55
IV - recursos humanos;
ão
V - ciência e tecnologia; e
ix
VI - saúde do trabalhador.
Pa
a
m
Li
vimos antes, o CNS não fica restrita apenas a criação dessas comissões.
s
ve
Al
e
el
| 24
Art. 14-A. As Comissões Intergestores Bipartite e Tripartite são reconhecidas
como foros de negociação e pactuação entre gestores, quanto aos aspectos
operacionais do Sistema Único de Saúde (SUS).
47
O que são as Comissões Intergestores Bipartite e Tripartite? São instâncias
1:
colegiadas de gestores que discutem a saúde. Essas instâncias possuem poder
:1
11
consultivo e deliberativo e estão no nível mais amplo da federação (União,
23
Estados, Distríto Federal e Municípios) e no nível mais regionalizado (Estados e
20
5/
Municípios). São constituídas, portanto, as Comissões Intergestores Bipartite (de
/0
âmbito estadual) e Comissão Intergestores Tripartite (nacional) como
26
r-
importantes espaços de negociação, pactuação, articulação, integração entre
.b
gestores.
m
co
Segundo o “SUS de A a Z”, as Comissões Intergestores Bipartite e Tripartite
o.
ho
são definidas do seguinte modo: ya
Comissão Intergestores Tripartites Comissões Intergestores Bipartites
e@
(CIT) (CIB)
el
is
| 25
CIT CIB4
Objetivo Articulação e Pactuação Política e todos os do parágrafo único
do art. 14-A da Lei n˚ 8.080/1990
Quem participa Gestores do SUS das três Gestores Estaduais e Municipais
esferas de governo
47
Composição e Composição paritária Composição paritária e número
1:
quantidade de formada por 15 membros depende de cada CIB.
:1
11
membros
23
Distribuição da 5 MS, 5 Conass e 5 É constituída (em nível estadual)
20
composição Conasems (um de cada paritariamente por
5/
/0
região do país nos últimos representantes da Secretaria
26
dois casos) Estadual de Saúde e das
r-
.b
Secretarias Municipais de Saúde,
m
co
indicados pelo Conselho de
o.
ho
Secretários Municipais de Saúde
ya
(Cosems). Incluem,
e@
obrigatoriamente, o Secretário de
el
is
a CIB da Bahia5:
4
-5
4
As CIBs foram institucionalizadas pela Norma Operacional Básica nº 1 de 1993 e instaladas em
todos os estados do País.
5
Fonte: http://www.saude.ba.gov.br/
6
Perceba o seguinte: se a sigla não tiver “M”, é o Conselho Nacional de Secretários Estaduais de
Saúde.
| 26
Cosems - Conselho Estadual de Secretários Municipais de Saúde:
Conselho ESTADUAL que conta com a participação dos municípios
Segundo a Portaria nº 2.203, de 5 de novembro de 1996, quando trata dos
processos de articulação das políticas de saúde, fala o seguinte:
A direção do Sistema Único de Saúde (SUS), em
47
cada esfera de governo, é composta pelo órgão setorial
1:
do poder executivo e pelo respectivo Conselho de Saúde,
:1
11
nos termos das Leis Nº 8.080/90 e Nº 8.142/1990.
23
O processo de articulação entre os gestores, nos
20
diferentes níveis do Sistema, ocorre, preferencialmente,
5/
/0
em dois colegiados de negociação: a Comissão
26
Intergestores Tripartite (CIT) e a Comissão Intergestores
r-
.b
Bipartite (CIB).
m
co
A CIT é composta, paritariamente, por
o.
representação do Ministério da Saúde (MS), do Conselho
ho
ya
Nacional de Secretários Estaduais de Saúde (CONASS) e
e@
Saúde (CONASEMS).
is
og
subcomissões regionais.
-0
| 27
Parágrafo único. A atuação das Comissões Intergestores Bipartite e Tripartite
terá por objetivo:
I - decidir sobre os aspectos operacionais, financeiros e administrativos da
gestão compartilhada do SUS, em conformidade com a definição da política
consubstanciada em planos de saúde, aprovados pelos conselhos de saúde;
47
II - definir diretrizes, de âmbito nacional, regional e intermunicipal, a respeito
1:
da organização das redes de ações e serviços de saúde, principalmente no tocante
:1
11
à sua governança institucional e à integração das ações e serviços dos entes
23
federados;
20
III - fixar diretrizes sobre as regiões de saúde, distrito sanitário, integração de
5/
/0
territórios, referência e contrarreferência e demais aspectos vinculados à
26
integração das ações e serviços de saúde entre os entes federados.
r-
.b
Art. 14-B. O Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e o
m
co
Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems) são
o.
reconhecidos como entidades representativas dos entes estaduais e municipais
ho
ya
para tratar de matérias referentes à saúde e declarados de utilidade pública e de
e@
por meio do Fundo Nacional de Saúde, para auxiliar no custeio de suas despesas
xa
ai
os planos de saúde)
m
Li
serviços de saúde
s
ve
CAPÍTULO IV
| 28
Da Competência e das Atribuições - Seção I
Das Atribuições Comuns
Art. 15. A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios exercerão, em seu
âmbito administrativo, as seguintes atribuições:
I - definição das instâncias e mecanismos de controle, avaliação e de
47
fiscalização das ações e serviços de saúde;
1:
II - administração dos recursos orçamentários e financeiros destinados, em
:1
11
cada ano, à saúde;
23
III - acompanhamento, avaliação e divulgação do nível de saúde da
20
população e das condições ambientais;
5/
/0
26
As atribuições comuns são atribuições que todos os entes da federação
r-
.b
fazem. Nos três primeiros incisos temos que todos os entes são responsáveis, cada
m
co
um em seu âmbito, pelo campo e mecanismos de controle, avaliação e fiscalização
o.
da saúde, assim como a divulgação do nível de saúde da população e das
ho
ya
condições ambientais. Os entes também são responsáveis pela gestão financeira
e@
anual da saúde.
el
de quatro anos de cada esfera de governo. Ele deve estar alinhado com uma série
s
ve
políticas regionais, etc. Observe que ele traça objetivos e metas para a saúde e é
el
is
plurianual.
G
Mas, qual a função maior desses planos de saúde na vida real? Receber
repasses da União e dos Estados?
O Decreto nº 1.232/1994, que regulamenta o repasse fundo a fundo, diz o
seguinte:
Art. 1º. § 1º Enquanto não forem estabelecidas, com base
nas características epidemiológicas e de organização dos
serviços assistenciais previstas no art. 35 da Lei nº 8.080, de
1990, as diretrizes a serem observadas na elaboração dos
| 29
planos de saúde, a distribuição dos recursos será feita
exclusivamente segundo o quociente de sua divisão pelo
número de habitantes, segundo estimativas populacionais
fornecidas pelo IBGE, obedecidas as exigências deste
decreto.
47
Art. 2º A transferência de que trata o art. 1º fica
1:
condicionada à existência de fundo de saúde e à
:1
11
apresentação de plano de saúde, aprovado pelo respectivo
23
Conselho de Saúde, do qual conste a contrapartida de
20
recursos no Orçamento do Estado, do Distrito Federal ou do
5/
/0
Município.
26
[...]
r-
.b
§ 2º O plano de saúde discriminará o percentual destinado
m
co
pelo Estado e pelo Município, nos respectivos orçamentos,
o.
para financiamento de suas atividades e programas.
ho
ya
Assim, o plano de saúde é uma programação de ações e serviços integrado
e@
| 30
XVII - promover articulação com os órgãos de fiscalização do exercício
profissional e outras entidades representativas da sociedade civil para a definição
e controle dos padrões éticos para pesquisa, ações e serviços de saúde;
XVIII - promover a articulação da política e dos planos de saúde;
XIX - realizar pesquisas e estudos na área de saúde;
47
XX - definir as instâncias e mecanismos de controle e fiscalização inerentes ao
1:
poder de polícia sanitária;
:1
11
XXI - fomentar, coordenar e executar programas e projetos estratégicos e de
23
atendimento emergencial.
20
5/
/0
Como percebido, a quantidade de atribuições comuns a todos os entes é
26
enorme. As principais atribuições são:
r-
.b
a) Elaborar
m
co
a. Proposta orçamentária do SUS
o.
b. Normas técnico-científicas de promoção, proteção e
ho
ya
recuperação da saúde
e@
c) Elaborar e implementar
-p
trabalhador
.0
08
ambiente.
ão
d. Plano de saúde
ix
Pa
d) Administrar
de
ambientais
f) Realizar
a. Operações externas de natureza financeira autorizadas
pelo Senado Federal
b. Requisições de bens e serviços em caráter de urgência
| 31
A seguir falaremos das competências próprias da União, em sua função de
coordenadora da direção nacional do SUS.
Seção II - Da Competência
Art. 16. A direção nacional do Sistema Único da Saúde (SUS) compete:
47
I - formular, avaliar e apoiar políticas de alimentação e nutrição;
1:
II - participar na formulação e na implementação das políticas:
:1
11
a) de controle das agressões ao meio ambiente;
23
b) de saneamento básico; e
20
c) relativas às condições e aos ambientes de trabalho;
5/
/0
III - definir e coordenar os sistemas:
26
a) de redes integradas de assistência de alta complexidade;
r-
.b
b) de rede de laboratórios de saúde pública;
m
co
c) de vigilância epidemiológica; e
o.
d) vigilância sanitária;
ho
ya
IV - participar da definição de normas e mecanismos de controle, com órgão
e@
trabalhador;
4
-5
epidemiológica;
.2
55
humano;
m
Li
| 32
XIV - elaborar normas para regular as relações entre o Sistema Único de
Saúde (SUS) e os serviços privados contratados de assistência à saúde;
XV - promover a descentralização para as Unidades Federadas e para os
Municípios, dos serviços e ações de saúde, respectivamente, de abrangência
estadual e municipal;
47
XVI - normatizar e coordenar nacionalmente o Sistema Nacional de Sangue,
1:
Componentes e Derivados;
:1
11
XVII - acompanhar, controlar e avaliar as ações e os serviços de saúde,
23
respeitadas as competências estaduais e municipais;
20
XVIII - elaborar o Planejamento Estratégico Nacional no âmbito do SUS, em
5/
/0
cooperação técnica com os Estados, Municípios e Distrito Federal;
26
XIX - estabelecer o Sistema Nacional de Auditoria e coordenar a avaliação
r-
.b
técnica e financeira do SUS em todo o Território Nacional em cooperação técnica
m
co
com os Estados, Municípios e Distrito Federal.
o.
Parágrafo único. A União poderá executar ações de vigilância epidemiológica e
ho
ya
sanitária em circunstâncias especiais, como na ocorrência de agravos inusitados à
e@
de saúde;
ix
Pa
de Saúde (SUS);
m
Li
a) de vigilância epidemiológica;
el
is
b) de vigilância sanitária;
G
c) de alimentação e nutrição; e
d) de saúde do trabalhador;
V - participar, junto com os órgãos afins, do controle dos agravos do meio
ambiente que tenham repercussão na saúde humana;
VI - participar da formulação da política e da execução de ações de
saneamento básico;
VII - participar das ações de controle e avaliação das condições e dos
ambientes de trabalho;
| 33
VIII - em caráter suplementar, formular, executar, acompanhar e avaliar a
política de insumos e equipamentos para a saúde;
IX - identificar estabelecimentos hospitalares de referência e gerir sistemas
públicos de alta complexidade, de referência estadual e regional;
X - coordenar a rede estadual de laboratórios de saúde pública e
47
hemocentros, e gerir as unidades que permaneçam em sua organização
1:
administrativa;
:1
11
XI - estabelecer normas, em caráter suplementar, para o controle e
23
avaliação das ações e serviços de saúde;
20
XII - formular normas e estabelecer padrões, em caráter suplementar, de
5/
/0
procedimentos de controle de qualidade para produtos e substâncias de consumo
26
humano;
r-
.b
XIII - colaborar com a União na execução da vigilância sanitária de portos,
m
co
aeroportos e fronteiras;
o.
XIV - o acompanhamento, a avaliação e divulgação dos indicadores de
ho
ya
morbidade e mortalidade no âmbito da unidade federada.
e@
el
IV - executar serviços:
a
a) de vigilância epidemiológica;
m
Li
b) vigilância sanitária;
de
c) de alimentação e nutrição;
s
ve
d) de saneamento básico; e
Al
e
e) de saúde do trabalhador;
el
is
para a saúde;
VI - colaborar na fiscalização das agressões ao meio ambiente que tenham
repercussão sobre a saúde humana e atuar, junto aos órgãos municipais,
estaduais e federais competentes, para controlá-las;
VII - formar consórcios administrativos intermunicipais;
VIII - gerir laboratórios públicos de saúde e hemocentros;
| 34
IX - colaborar com a União e os Estados na execução da vigilância sanitária de
portos, aeroportos e fronteiras7;
X - observado o disposto no art. 26 desta Lei, celebrar contratos e convênios
com entidades prestadoras de serviços privados de saúde, bem como controlar e
avaliar sua execução;
47
XI - controlar e fiscalizar os procedimentos dos serviços privados de saúde;
1:
XII - normatizar complementarmente as ações e serviços públicos de saúde
:1
11
no seu âmbito de atuação.
23
20
Acabamos de ver uma série de atribuições da União, dos Estados e dos
5/
/0
Municípios. E o Distrito Federal? Ele assume as atribuições dos Estados e
26
Municípios. Veja.
r-
.b
m
co
Art. 19. Ao Distrito Federal competem as atribuições reservadas aos Estados e aos
o.
ho
Municípios. ya
e@
integrar a lei em comento em 1999, após pressões sociais que clamavam pelo
.0
08
do Sistema Único de Saúde – SUS, criado e definido por esta Lei, e pela Lei
e
integração.
G
Art. 19-C. Caberá à União, com seus recursos próprios, financiar o Subsistema de
Atenção à Saúde Indígena.
7
Observe que quem executa tais políticas é a União. Municípios apenas colaboram com a vigilância
sanitária de portos, aeroportos e fronteiras.
| 35
Quem financia a saúde indígena? A União. Mas outros entes e outras
instituições (governamentais ou não) também podem bancar o custeio da saúde
dos índios e a sua execução.
Art. 19-D. O SUS promoverá a articulação do Subsistema instituído por esta Lei
47
com os órgãos responsáveis pela Política Indígena do País.
1:
Art. 19-E. Os Estados, Municípios, outras instituições governamentais e não-
:1
11
governamentais poderão atuar complementarmente no custeio e execução das
23
ações.
20
Art. 19-F. Dever-se-á obrigatoriamente levar em consideração a realidade local e
5/
/0
as especificidades da cultura dos povos indígenas e o modelo a ser adotado para a
26
atenção à saúde indígena, que se deve pautar por uma abordagem diferenciada e
r-
.b
global, contemplando os aspectos de assistência à saúde, saneamento básico,
m
co
nutrição, habitação, meio ambiente, demarcação de terras, educação sanitária e
o.
integração institucional.
ho
ya
e@
dos povos indígenas e o modelo a ser adotado para a atenção à saúde indígena na
xa
ai
terras.
31
.2
Além disso, esse subsistema deve obedecer aos mesmos princípios que o
55
Art. 19-G. O Subsistema de Atenção à Saúde Indígena deverá ser, como o SUS,
ão
discriminações.
G
| 36
Segundo a FUNASA8:
O Subsistema de Atenção à Saúde Indígena está
organizado na forma de 34 Distritos Sanitários Especiais
Indígenas (DSEI) e como um subsistema em perfeita
articulação com o Sistema Único de Saúde, atendendo as
47
seguintes condições:
1:
· Considerar os próprios conceitos de saúde e
:1
11
doença da população e os aspectos
23
intersetoriais de seus determinantes;
20
· Ser construído coletivamente a partir de um
5/
/0
processo de planejamento participativo;
26
· Possuir instâncias de controle social
r-
.b
formalizados em todos os níveis de gestão.
m
co
O DSEI é uma unidade organizacional da FUNASA e
o.
deve ser entendido como uma base territorial e
ho
ya
populacional sob responsabilidade sanitária claramente
e@
8
Fonte: http://www.bvsde.paho.org/bvsapi/p/fulltext/distritos/distritos.pdf
| 37
47
1:
:1
11
23
20
5/
/0
26
r-
.b
m
co
o.
ho
ya
A seguir, veremos o subsistema de atendimento e internação domiciliar,
e@
A lei é linda.
is
og
xa
ai
reabilitadora.
m
Li
Do art. 19-I você deve guardar duas grandes informações: os cuidados aos
el
is
| 38
Art. 19-J. Os serviços de saúde do Sistema Único de Saúde - SUS, da rede própria
ou conveniada, ficam obrigados a permitir a presença, junto à parturiente, de 1
(um) acompanhante durante todo o período de trabalho de parto, parto e pós-
parto imediato.
§ 1o O acompanhante de que trata o caput deste artigo será indicado pela
47
parturiente.
1:
§ 2o As ações destinadas a viabilizar o pleno exercício dos direitos de que
:1
11
trata este artigo constarão do regulamento da lei, a ser elaborado pelo órgão
23
competente do Poder Executivo.
20
§ 3o Ficam os hospitais de todo o País obrigados a manter, em local visível de
5/
/0
suas dependências, aviso informando sobre o direito estabelecido no caput deste
26
artigo.
r-
.b
m
co
O próximo capítulo foi integrado à Lei n˚ 8.080/1990 em 2011 e trata da
o.
Assistência Terapêutica e da Incorporação de Tecnologia em Saúde.
ho
ya
e@
TECNOLOGIA EM SAÚDE
og
protocolo clínico para a doença ou o agravo à saúde a ser tratado ou, na falta do
55
terapêutica integral:
s
ve
| 39
b. Formas de prestação do serviço: serviço próprio (direto),
conveniado ou contratado
Art. 19-N. Para os efeitos do disposto no art. 19-M, são adotadas as seguintes
definições:
47
I - produtos de interesse para a saúde: órteses, próteses, bolsas coletoras e
1:
equipamentos médicos;
:1
11
II - protocolo clínico e diretriz terapêutica: documento que estabelece
23
critérios para o diagnóstico da doença ou do agravo à saúde; o tratamento
20
preconizado, com os medicamentos e demais produtos apropriados, quando
5/
/0
couber; as posologias recomendadas; os mecanismos de controle clínico; e o
26
acompanhamento e a verificação dos resultados terapêuticos, a serem seguidos
r-
.b
pelos gestores do SUS.
m
co
Art. 19-O. Os protocolos clínicos e as diretrizes terapêuticas deverão estabelecer
o.
os medicamentos ou produtos necessários nas diferentes fases evolutivas da
ho
ya
doença ou do agravo à saúde de que tratam, bem como aqueles indicados em
e@
escolha.
xa
ai
o caput deste artigo serão aqueles avaliados quanto à sua eficácia, segurança,
4
-5
será realizada:
-0
Intergestores Bipartite;
Al
A seguir, o restante dos artigos 19s. Até hoje nunca vi questão sobre eles em
qualquer concurso e acredito que são de menor atenção.
| 40
alteração de protocolo clínico ou de diretriz terapêutica, são atribuições do
Ministério da Saúde, assessorado pela Comissão Nacional de Incorporação de
Tecnologias no SUS.
§ 1o A Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS, cuja
composição e regimento são definidos em regulamento, contará com a
47
participação de 1 (um) representante indicado pelo Conselho Nacional de Saúde e
1:
de 1 (um) representante, especialista na área, indicado pelo Conselho Federal de
:1
11
Medicina.
23
§ 2o O relatório da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no
20
SUS levará em consideração, necessariamente:
5/
/0
I - as evidências científicas sobre a eficácia, a acurácia, a efetividade e a
26
segurança do medicamento, produto ou procedimento objeto do processo,
r-
.b
acatadas pelo órgão competente para o registro ou a autorização de uso;
m
co
II - a avaliação econômica comparativa dos benefícios e dos custos em
o.
relação às tecnologias já incorporadas, inclusive no que se refere aos
ho
ya
atendimentos domiciliar, ambulatorial ou hospitalar, quando cabível.
e@
concluído em prazo não superior a 180 (cento e oitenta) dias, contado da data em
xa
que foi protocolado o pedido, admitida a sua prorrogação por 90 (noventa) dias
ai
-p
especiais:
.0
08
| 41
A seguir, veremos a caracterização dos serviços privados na assistência à
saúde no Brasil. Ele é uma complementação do que já foi dito no decorrer da
presente lei e também da Constituição Federal.
47
CAPÍTULO I - Do Funcionamento
1:
Art. 20. Os serviços privados de assistência à saúde caracterizam-se pela atuação,
:1
11
por iniciativa própria, de profissionais liberais, legalmente habilitados, e de
23
pessoas jurídicas de direito privado na promoção, proteção e recuperação da
20
saúde.
5/
/0
Art. 21. A assistência à saúde é livre à iniciativa privada.
26
r-
.b
Como sabemos, a assistência à Saúde é livre à iniciativa privada e ela tua
m
co
de forma complementar ao poder público.
o.
ho
ya
Art. 22. Na prestação de serviços privados de assistência à saúde, serão
e@
III - serviços de saúde mantidos, sem finalidade lucrativa, por empresas, para
a
m
seguridade social; e
de
CAPÍTULO II
Da Participação Complementar
Art. 24. Quando as suas disponibilidades forem insuficientes para garantir a
cobertura assistencial à população de uma determinada área, o Sistema Único de
Saúde (SUS) poderá recorrer aos serviços ofertados pela iniciativa privada.
| 42
assistencial à população de uma determinada área. Observe que ele PODERÁ, não
DEVERÁ. Cuidado para não se confundir na hora da prova.
47
direito público.
1:
Art. 25. Na hipótese do artigo anterior, as entidades filantrópicas e as sem fins
:1
11
lucrativos terão preferência para participar do Sistema Único de Saúde (SUS).
23
Art. 26. Os critérios e valores para a remuneração de serviços e os parâmetros de
20
cobertura assistencial serão estabelecidos pela direção nacional do Sistema Único
5/
/0
de Saúde (SUS), aprovados no Conselho Nacional de Saúde.
26
§ 1° Na fixação dos critérios, valores, formas de reajuste e de pagamento da
r-
.b
remuneração aludida neste artigo, a direção nacional do Sistema Único de Saúde
m
co
(SUS) deverá fundamentar seu ato em demonstrativo econômico-financeiro que
o.
garanta a efetiva qualidade de execução dos serviços contratados.
ho
ya
§ 2° Os serviços contratados submeter-se-ão às normas técnicas e
e@
princípios do SUS.
.0
08
-0
TÍTULO IV
ão
Saúde (SUS).
Parágrafo único. Os serviços públicos que integram o Sistema Único de Saúde
(SUS) constituem campo de prática para ensino e pesquisa, mediante normas
específicas, elaboradas conjuntamente com o sistema educacional.
Art. 28. Os cargos e funções de chefia, direção e assessoramento, no âmbito do
Sistema Único de Saúde (SUS), só poderão ser exercidas em regime de tempo
integral.
| 43
§ 1° Os servidores que legalmente acumulam dois cargos ou empregos
poderão exercer suas atividades em mais de um estabelecimento do Sistema
Único de Saúde (SUS).
§ 2° O disposto no parágrafo anterior aplica-se também aos servidores em
regime de tempo integral, com exceção dos ocupantes de cargos ou função de
47
chefia, direção ou assessoramento.
1:
:1
11
Quem possui cargo de Direção, Chefia e Assessoramento não pode acumular
23
2 cargos, em hipótese alguma.
20
5/
/0
Art. 30. As especializações na forma de treinamento em serviço sob supervisão
26
r-
serão regulamentadas por Comissão Nacional, instituída de acordo com o art. 12
.b
desta Lei, garantida a participação das entidades profissionais correspondentes.
m
co
o.
ho
ya
e@
TÍTULO V - DO FINANCIAMENTO
el
is
suas finalidades, previstos em proposta elaborada pela sua direção nacional, com
4
-5
| 44
§ 3º As ações de saneamento que venham a ser executadas supletivamente
pelo Sistema Único de Saúde (SUS), serão financiadas por recursos tarifários
específicos e outros da União, Estados, Distrito Federal, Municípios e, em
particular, do Sistema Financeiro da Habitação (SFH).
§ 5º As atividades de pesquisa e desenvolvimento científico e tecnológico em
47
saúde serão co-financiadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS), pelas
1:
universidades e pelo orçamento fiscal, além de recursos de instituições de
:1
11
fomento e financiamento ou de origem externa e receita própria das instituições
23
executoras.
20
5/
/0
As ações de saneamento não são obrigação direta do SUS, mas ele pode
26
executar tais ações de forma suplementar.
r-
.b
m
co
CAPÍTULO II - Da Gestão Financeira
o.
ho
Art. 33. Os recursos financeiros do Sistema Único de Saúde (SUS) serão
ya
depositados em conta especial, em cada esfera de sua atuação, e movimentados
e@
[FNS]
.0
08
previstas em lei.
Li
(SUS).
Parágrafo único. Na distribuição dos recursos financeiros da Seguridade Social
será observada a mesma proporção da despesa prevista de cada área, no
Orçamento da Seguridade Social.
Art. 35. Para o estabelecimento de valores a serem transferidos a Estados, Distrito
Federal e Municípios, será utilizada a combinação dos seguintes critérios, segundo
análise técnica de programas e projetos:
I - perfil demográfico da região;
| 45
II - perfil epidemiológico da população a ser coberta;
III - características quantitativas e qualitativas da rede de saúde na área;
IV - desempenho técnico, econômico e financeiro no período anterior;
V - níveis de participação do setor saúde nos orçamentos estaduais e
municipais;
47
VI - previsão do plano qüinqüenal de investimentos da rede;
1:
VII - ressarcimento do atendimento a serviços prestados para outras esferas
:1
11
de governo.
23
§ 2º Nos casos de Estados e Municípios sujeitos a notório processo de
20
migração, os critérios demográficos mencionados nesta lei serão ponderados por
5/
/0
outros indicadores de crescimento populacional, em especial o número de
26
eleitores registrados.
r-
.b
§ 6º O disposto no parágrafo anterior não prejudica a atuação dos órgãos de
m
co
controle interno e externo e nem a aplicação de penalidades previstas em lei, em
o.
caso de irregularidades verificadas na gestão dos recursos transferidos.
ho
ya
e@
el
is
CAPÍTULO III
og
Do Planejamento e do Orçamento
xa
ai
(SUS) será ascendente, do nível local até o federal, ouvidos seus órgãos
4
-5
| 46
Único de Saúde (SUS), permanecerão como referencial de prestação de serviços,
formação de recursos humanos e para transferência de tecnologia.
Art. 43. A gratuidade das ações e serviços de saúde fica preservada nos serviços
públicos contratados, ressalvando-se as cláusulas dos contratos ou convênios
estabelecidos com as entidades privadas.
47
Art. 45. Os serviços de saúde dos hospitais universitários e de ensino integram-se
1:
ao Sistema Único de Saúde (SUS), mediante convênio, preservada a sua
:1
11
autonomia administrativa, em relação ao patrimônio, aos recursos humanos e
23
financeiros, ensino, pesquisa e extensão nos limites conferidos pelas instituições a
20
que estejam vinculados.
5/
/0
§ 1º Os serviços de saúde de sistemas estaduais e municipais de previdência
26
social deverão integrar-se à direção correspondente do Sistema Único de Saúde
r-
.b
(SUS), conforme seu âmbito de atuação, bem como quaisquer outros órgãos e
m
co
serviços de saúde.
o.
§ 2º Em tempo de paz e havendo interesse recíproco, os serviços de saúde
ho
ya
das Forças Armadas poderão integrar-se ao Sistema Único de Saúde (SUS),
e@
empresas nacionais.
31
feito]
ix
Pa
rescindidos à proporção que seu objeto for sendo absorvido pelo Sistema Único de
de
Saúde (SUS).
s
ve
Art. 52. Sem prejuízo de outras sanções cabíveis, constitui crime de emprego
Al
| 47
Vamos para as questões?
47
1:
:1
11
23
20
5/
/0
26
r-
.b
m
co
o.
ho
ya
e@
Questões
el
is
og
xa
direção.
08
| 48
3. IADES – EBSERH/SEDE – Administração – 2013
A expansão do conceito de saúde, com seus determinantes, e a crescente
complexidade epidemiológica da situação das populações estimulam a
diversidade de responsabilidade nos serviços de saúde. Sobre os Determinantes
47
Sociais de Saúde (DSS), assinale a alternativa correta.
1:
(A) Em geral, poucos são os fatores que exercem influência sobre a saúde das
:1
11
pessoas, e a presença desses fatores, mesmo que conjuntamente, não são capazes
23
de determinar o estado de saúde da população.
20
(B) A relação entre os determinantes da saúde e o estado de saúde é simples e
5/
/0
não envolve os níveis da sociedade, atingindo apenas o nível macroambiental.
26
(C) Existe uma ampla categoria de determinantes da saúde, desde os
r-
.b
determinantes proximais ou micro determinantes, associados à características do
m
co
nível individual, até os determinantes distais ou macro determinantes, associados
o.
à variáveis dos níveis de grupo e sociedade, isto é, populações.
ho
ya
(D) A diversidade genética, a diferença biológica de sexo, a nutrição e dieta, o
e@
estadual do SUS.
ix
Pa
saúde.
m
Li
Saúde-SUS.
s
ve
| 49
assinale a alternativa correta.
(A) Essas comissões terão a finalidade de articular políticas e programas de
interesse para a saúde, cuja execução envolva áreas não compreendidas no
âmbito do SUS.
(B) Atividades de ciência e tecnologia, por serem afetas diretamente à saúde, não
47
estão no âmbito dessas comissões.
1:
(C) Atividades de lazer são um exemplo de articulação a cargo das comissões
:1
11
intersetoriais.
23
(D) É função das comissões intersetoriais articular o Conselho Nacional de Saúde
20
5/
com o Conselho Nacional de Justiça.
/0
(E) As comissões intersetoriais estão subordinadas à Secretaria Executiva do
26
r-
Ministério da Saúde.
.b
m
co
6. IADES – EBSERH – HC-UFTM – Assistente Social – 2013
o.
ho
A respeito dos determinantes sociais em saúde, assinale a alternativa correta.
ya
(A) A rede social em que se inserem os indivíduos tem relação com realizações ou
e@
(C) O alto índice de alcoolismo, que se relaciona com diferentes tipos de violência
4
-5
31
(D) Renda e trabalho não são exemplos de condições que interferem nos
08
(E)
ão
| 50
n˚ 8.080 possam ser relevantes quanto à promoção do atendimento
à saúde da população, a característica principal da LOS foi a
responsabilidade única do Ministério da Saúde na gestão do SUS.
IV - Uma das grandes críticas sobre a LOS é a ausência do
rompimento das chamadas “algemas que caracterizam o acesso à
47
saúde como uma política excludente, precária e centrada no modelo
1:
médico-hegemônico”. Especificamente na política de saúde, a LOS
:1
11
não garantiu a articulação das políticas sociais de maneira
23
integrada, de modo a constituir um diferencial de qualidade no
20
atendimento à população brasileira, mesmo fora dos centros
5/
/0
regionais de excelência – um grande desafio à sociedade em geral.
26
A quantidade de itens certos é igual a
r-
.b
(A) 0.
m
co
(B) 1.
o.
(C) 2.
ho
ya
(D) 3.
e@
(E) 4.
el
is
og
correta.
.2
55
contexto social.
ão
de vida dos indivíduos, a idade, o sexo e aspectos hereditários são alguns dos
a
| 51
de prevenção e controle das doenças ou agravos é o que se entende por
(A) vigilância sanitária.
(B) vigilância epidemiológica
(C) saúde do trabalhador.
(D) assistência terapêutica integral.
47
(E) assistência social. 23
1:
:1
11
10. AOCP – EBSERH – HU/UFS – Psicólogo Hospitalar – 2013
23
Em relação ao Subsistema de Atenção à Saúde Indígena, analise as assertivas e
20
assinale a alternativa que aponta as corretas.
5/
/0
I. As ações e serviços de saúde voltados para o atendimento das
26
populações indígenas, em todo o território nacional, coletiva ou
r-
.b
individualmente, obedecerão ao disposto na Lei 8.080/1990.
m
co
II. Caberá à União, com seus recursos próprios, financiar o Subsistema de
o.
Atenção à Saúde Indígena.
ho
ya
III. O SUS promoverá a articulação do Subsistema de Atenção à Saúde
e@
das ações.
-p
| 52
b) Universalidade de acesso aos serviços de saúde em todos os níveis de
assistência, integralidade de assistência, priorização das necessidades da
população de baixa renda, enfoque sistêmico na condução das ações de saúde.
c) Universalidade de acesso aos serviços de saúde em todos os níveis de
assistência, integralidade de assistência, preservação da autonomia das pessoas
47
na defesa de sua integridade física e moral, divulgação de informações quanto ao
1:
potencial dos serviços de saúde e a sua utilização pelo usuário.
:1
11
d) Integralidade de assistência, preservação da autonomia das pessoas na defesa
23
de sua integridade física e moral, priorização das necessidades da população de
20
baixa renda, enfoque sistêmico na condução das ações de saúde.
5/
/0
e) Preservação da autonomia das pessoas na defesa de sua integridade física e
26
moral, divulgação de informações quanto ao potencial dos serviços de saúde e a
r-
.b
sua utilização pelo usuário, enfoque sistêmico na condução das ações de saúde,
m
co
integralidade de assistência.
o.
ho
ya
13. ESAF – CGU – 2008
e@
Social.
4
-5
arrecadadas.
.0
08
Financeiro da Habitação.
a
serão cofinancia das pelo SUS, pelas universidades e pelo orçamento fiscal, além
de
| 53
I. As ações e serviços de saúde executados pelo SUS serão
organizados deforma regionalizada e hierarquizada em níveis de
complexidade crescente.
II. Os Municípios poderão constituir consórcios para desenvolver em
conjunto as ações e os serviços de saúde que lhes correspondam.
47
III. A articulação das políticas e programas, a cargo das comissões
1:
intersetoriais, não abrangerá as atividades de vigilância sanitária e
:1
11
farmacoepidemiologia.
23
IV. A direção do SUS é única, sendo exercida no âmbito dos Estados
20
pela respectiva Secretaria de Saúde ou órgão equivalente.
5/
/0
De acordo com a Lei no 8.080/90, está correto o que consta APENAS em
26
(A) I e II.
r-
.b
(B) I, II e III.
m
co
(C) I, II e IV.
o.
(D) II, III e IV.
ho
ya
(E) III e IV.
e@
el
iniciativa privada:
ai
-p
APENAS em
Al
(A) I e II.
e
el
(B) I, II e III.
is
G
(C) I, II e IV.
(D) II, III e IV.
(E) II e IV.
| 54
(A) estabelecer normas, em caráter suplementar, para o controle e avaliação das
ações e serviços de saúde.
(B) definir e coordenar os sistemas de rede integrada de assistência de alta
complexidade.
(C) normatizar e coordenar nacionalmente o Sistema Nacional de Sangue,
47
Componentes e Derivados.
1:
(D) elaborar normas para regular as relações entre o Sistema Único de Saúde e os
:1
11
serviços privados contratados de assistência à saúde.
23
(E) formar consórcios consultivos intermunicipais, bem como gerir laboratórios
20
públicos de saúde e hemocentros.
5/
/0
26
17. FCC – ANS – 2007
r-
.b
De acordo com a Lei no 8.080/90, os serviços de saúde do Sistema Único de
m
co
Saúde − SUS, da rede própria ou conveniada, ficam obrigados a permitir a
o.
presença, junto à parturiente, de
ho
ya
(A) dois acompanhantes, indicados por sua genitora, esposo ou descendente
e@
pós-parto imediato.
is
og
imediato.
4
-5
CESPE/SESA-ES/2011
m
Li
Com base na Lei n.º 8.080/1990, que dispõe sobre as condições para a
de
subseguem. Nesse sentido, considere que a sigla SUS, sempre que empregada,
e
el
| 55
no conjunto de suas necessidades de saúde, independentemente
da disponibilidade de recursos dos entes federados.
47
trabalhador, mas não as de controle de qualidade, pesquisa e
1:
produção de insumos e equipamentos para a saúde.
:1
11
23
21. A lei em apreço regula, em todo o território nacional, as ações e
20
os serviços de saúde, públicos e privados, contratados ou
5/
/0
conveniados ao SUS, em caráter permanente ou eventual,
26
executados por pessoas naturais ou jurídicas de direito público
r-
.b
ou privado.
m
co
o.
ho
ya
e@
el
direção.
ão
ix
Gabarito: E
el
is
| 56
(B) deverá, prioritariamente, formalizar convênios com outras nações do Mercosul.
(C) poderá contratar unicamente as entidades filantrópicas para complementar os
serviços.
(D) fica sujeito às sanções previstas em lei pelo não cumprimento das metas e
objetivos.
47
(E) passa a ter prioridade no uso dos recursos do Fundo Nacional de Educação e
1:
Saúde.
:1
11
Gabarito: A
23
Comentários: Literalidade da lei n˚ 8.080/1990:
20
Art. 24. Quando as suas disponibilidades forem insuficientes para
5/
/0
garantir a cobertura assistencial à população de uma determinada área, o
26
Sistema Único de Saúde (SUS) poderá recorrer aos serviços ofertados pela
r-
.b
iniciativa privada.
m
co
Observe que são as entidades filantrópicas e as sem fins lucrativos que
o.
terão preferência para participar do Sistema Único de Saúde (SUS). As com fins
ho
ya
lucrativos poderão participar? Sim, de acordo com o art. 24, depois das sem fins
e@
lucrativos.
el
is
og
(A) Em geral, poucos são os fatores que exercem influência sobre a saúde das
.0
08
pessoas, e a presença desses fatores, mesmo que conjuntamente, não são capazes
-0
| 57
são capazes de determinar o estado de saúde da população. [São dezenas
de variáveis que afetam a saúde humana. Observe que os fatores
determinantes descritos no art. 3˚ da Lei n˚ 8.080/1990 não são os únicos,
mas afetam diretamente o estado de saúde da população].
(B) A relação entre os determinantes da saúde e o estado de saúde é
47
simples e não envolve os níveis da sociedade, atingindo apenas o nível
1:
macroambiental. [Os determinantes de saúde descritos no art. 3˚ da Lei n˚
:1
11
8.080/1990, são considerados determinantes sociais. Entre eles, temos o
23
trabalho, o transporte, o lazer, etc.]
20
(C) Existe uma ampla categoria de determinantes da saúde, desde os
5/
/0
determinantes proximais ou micro determinantes, associados à
26
características do nível individual, até os determinantes distais ou macro
r-
.b
determinantes, associados à variáveis dos níveis de grupo e sociedade, isto
m
co
é, populações. [Correta, veja a explicação ao final]
o.
(D) A diversidade genética, a diferença biológica de sexo, a nutrição e
ho
ya
dieta, o funcionamento dos sistemas orgânicos e os processos de
e@
destacar:
.0
08
| 58
das quais esses fatores sobrevêm sobre a situação de saúde de
indivíduos e grupos, já que a relação de determinação não é uma
simples relação direta de causa e efeito.
O modelo de Dahlgren e Whitehead inclui os DSS dispostos em
diferentes camadas, segundo seu nível de abrangência, com
47
determinantes proximais, associados aos comportamentos
1:
individuais, intermediários, relacionados às condições de vida e
:1
11
trabalho e distais, onde se situam os macrodeterminantes
23
econômicos, sociais e culturais
20
Fonte: Santana FR, Lima RP, Lopes MM, Fernandes JS, Oliveira
5/
/0
NS, Santos WS, et al. Conhecimento de agentes comunitárias de
26
saúde acerca dos determinantes sociais em sua comunidade
r-
.b
adscrita. Rev. Eletr. Enf. [Internet]. 2012 abr/jun;14(2):248-56.
m
co
Available from: http://dx.doi.org/10.5216/ree.v14i2.13102.
o.
ho
ya
4. IADES – EBSERH/SEDE – Assistente Administrativo - 2012
e@
estadual do SUS.
-p
saúde.
31
Saúde-SUS.
.0
08
Gabarito: E
de
inciso VII do art. 18, compete à direção municipal, e não estadual, do SUS.
Al
e
el
is
G
| 59
âmbito do SUS.
(B) Atividades de ciência e tecnologia, por serem afetas diretamente à saúde, não
estão no âmbito dessas comissões.
(C) Atividades de lazer são um exemplo de articulação a cargo das comissões
intersetoriais.
47
(D) É função das comissões intersetoriais articular o Conselho Nacional de Saúde
1:
com o Conselho Nacional de Justiça.
:1
11
(E) As comissões intersetoriais estão subordinadas à Secretaria Executiva do
23
Ministério da Saúde.
20
5/
Gabarito: A
/0
Comentários: Parágrafo único do art. 12:
26
r-
Art. 12. Serão criadas comissões intersetoriais de âmbito nacional,
.b
subordinadas ao Conselho Nacional de Saúde, integradas pelos
m
co
Ministérios e órgãos competentes e por entidades representativas
o.
ho
da sociedade civil. ya
Parágrafo único. As comissões intersetoriais terão a finalidade de
e@
(A) A rede social em que se inserem os indivíduos tem relação com realizações ou
55
(C) O alto índice de alcoolismo, que se relaciona com diferentes tipos de violência
a
m
(D) Renda e trabalho não são exemplos de condições que interferem nos
ve
Al
| 60
7. IADES – EBSERH – HU-UFP – Enfermeiro Superior – 2012
Em relação à Lei n˚ 8.080/1990 – Lei Orgânica da Saúde (LOS), bem como a
legislação regulatória da Saúde Pública no Brasil, julgue os itens a seguir.
I- Os serviços de atenção primária, constituídos pelos hospitais de
47
maior complexidade ou resolutividade da região ou do Estado
1:
constituem as chamadas “portas de entrada” do sistema de saúde.
:1
11
II - Uma percepção importante sobre as determinantes sociais da
23
saúde e a legislação dos últimos vinte anos pode ser percebida pelo
20
fato de que, antes da Lei n˚ 8.080, a legislação preconizava que aos
5/
/0
municípios brasileiros só competia “organizar serviços de Pronto
26
Socorro”, diferente da dimensão da gestão da saúde incorporada na
r-
.b
nova perspectiva da atual legislação.
m
co
III - Embora os avanços na concepção do SUS, apresentados pela Lei
o.
n˚ 8.080 possam ser relevantes quanto à promoção do atendimento
ho
ya
à saúde da população, a característica principal da LOS foi a
e@
(A) 0.
ix
Pa
(B) 1.
a
(C) 2.
m
Li
(D) 3.
de
(E) 4.
s
ve
Gabarito: C
Al
| 61
8. IADES – EBSERH - HC-UFTM – Técnico em Saúde Bucal – 20136
A história clínica de muitas pessoas atendidas nos serviços de saúde revela
condições de vida que afetam o bem-estar e a saúde. Considerando essa
informação e com base nos determinantes sociais da saúde, assinale a alternativa
47
correta.
1:
(A) O processo saúde-doença deve ser entendido como a relação entre as
:1
11
condições biológicas e as psicológicas e exclui a necessidade de abordar o
23
contexto social.
20
(B) As condições de trabalho, a estrutura das redes sociais e comunitárias, o estilo
5/
/0
de vida dos indivíduos, a idade, o sexo e aspectos hereditários são alguns dos
26
fatores que exemplificam determinantes sociais da saúde.
r-
.b
(C) O impacto que a doença pode ter sobre a situação socioeconômica do
m
co
indivíduo e da respectiva família compõe um contexto diferente do relativo à
o.
análise dos determinantes sociais da saúde.
ho
ya
(D) Políticas públicas de abrangência populacional, que promovem mudanças de
e@
Gabarito: B
4
-5
sociedade.
a
m
Li
| 62
§ 2º Entende-se por vigilância epidemiológica um conjunto de ações que
proporcionam o conhecimento, a detecção ou prevenção de qualquer
mudança nos fatores determinantes e condicionantes de saúde individual
ou coletiva, com a finalidade de recomendar e adotar as medidas de
prevenção e controle das doenças ou agravos.
47
1:
10. AOCP – EBSERH – HU/UFS – Psicólogo Hospitalar – 2013
:1
11
Em relação ao Subsistema de Atenção à Saúde Indígena, analise as assertivas e
23
assinale a alternativa que aponta as corretas.
20
I. As ações e serviços de saúde voltados para o atendimento das
5/
/0
populações indígenas, em todo o território nacional, coletiva ou
26
individualmente, obedecerão ao disposto na Lei 8.080/1990.
r-
.b
II. Caberá à União, com seus recursos próprios, financiar o Subsistema de
m
co
Atenção à Saúde Indígena.
o.
III. O SUS promoverá a articulação do Subsistema de Atenção à Saúde
ho
ya
Indígena com os órgãos responsáveis pela Política Indígena do País.
e@
das ações.
xa
Gabarito: E
-0
País.
G
| 63
(B) de vigilância sanitária.
(C) de atendimento psiquiátrico.
(D) de alimentação e nutrição.
(E) de saúde do trabalhador. 23
Gabarito: C
47
Comentários: Não precisamos nem lembrar de todas as atribuições da direção
1:
estadual do SUS nessa questão. Basta lembrarmos que cabe ao SUS, segundo o
:1
11
art. 3˚:
23
I - a execução de ações:
20
a) de vigilância sanitária;
5/
/0
b) de vigilância epidemiológica;
26
c) de saúde do trabalhador; e
r-
.b
d) de assistência terapêutica integral, inclusive farmacêutica;
m
co
E o atendimento psiquiátrico? Em nenhum momento da Lei é citado tal tipo
o.
de assistência.
ho
ya
e@
potencial dos serviços de saúde e a sua utilização pelo usuário, priorização das
31
| 64
13. ESAF – CGU – 2008
Considerando o financiamento do SUS, assinale a opção incorreta.
a) O orçamento da seguridade social destinará ao SUS os recursos necessários à
realização de suas finalidades, previstos em proposta elaborada pela sua direção
47
nacional, com a participação dos órgãos da Previdência Social e da Assistência
1:
Social.
:1
11
b) As receitas geradas no âmbito do SUS serão creditadas diretamente em contas
23
especiais, movimentadas pela sua direção, na esfera de poder onde forem
20
arrecadadas.
5/
/0
c) As ações de saneamento que venham a ser executadas supletivamente pelo SUS
26
serão financiadas por recursos tarifários específicos e outros da União, dos
r-
.b
estados, do Distrito Federal, dos municípios e, em particular, do Sistema
m
co
Financeiro da Habitação.
o.
d) As atividades de pesquisa e desenvolvimento científico e tecnológico em saúde
ho
ya
serão cofinancia das pelo SUS, pelas universidades e pelo orçamento fiscal, além
e@
Gabarito: E
.2
55
| 65
IV. A direção do SUS é única, sendo exercida no âmbito dos Estados
pela respectiva Secretaria de Saúde ou órgão equivalente.
De acordo com a Lei no 8.080/90, está correto o que consta APENAS em
(A) I e II.
(B) I, II e III.
47
(C) I, II e IV.
1:
(D) II, III e IV.
:1
11
(E) III e IV.
23
Gabarito: C
20
Comentários: A articulação das políticas e programas, a cargo das comissões
5/
/0
intersetoriais, não abrangerá as atividades de vigilância sanitária e
26
farmacoepidemiologia.
r-
.b
m
co
15. FCC – ANS – 2007
o.
Considere as seguintes assertivas a respeito da assistência à saúde pela
ho
ya
iniciativa privada:
e@
APENAS em
a
(A) I e II.
m
Li
(B) I, II e III.
de
(C) I, II e IV.
s
ve
(E) II e IV.
e
el
Gabarito: B
is
G
| 66
De acordo com a Lei no 8.080/90, compete à direção estadual do Sistema
Único de Saúde − SUS
(A) estabelecer normas, em caráter suplementar, para o controle e avaliação das
ações e serviços de saúde.
(B) definir e coordenar os sistemas de rede integrada de assistência de alta
47
complexidade.
1:
(C) normatizar e coordenar nacionalmente o Sistema Nacional de Sangue,
:1
11
Componentes e Derivados.
23
(D) elaborar normas para regular as relações entre o Sistema Único de Saúde e os
20
serviços privados contratados de assistência à saúde.
5/
/0
(E) formar consórcios consultivos intermunicipais, bem como gerir laboratórios
26
públicos de saúde e hemocentros.
r-
.b
Gabarito: A
m
co
Comentários: definir e coordenar os sistemas de rede integrada de assistência de
o.
alta complexidade cabe ao Sistema Nacional do SUS, que também é responsável
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por normatizar e coordenar nacionalmente o Sistema Nacional de Sangue,
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pós-parto imediato.
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imediato.
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CESPE/SESA-ES/2011
Com base na Lei n.º 8.080/1990, que dispõe sobre as condições para a
promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento
dos serviços correspondentes e dá outras providências, julgue os itens que se
47
subseguem. Nesse sentido, considere que a sigla SUS, sempre que empregada,
1:
refere-se ao Sistema Único de Saúde.
:1
11
18. De acordo com a lei em questão, a saúde é um direito
23
fundamental do ser humano, devendo o Estado prover as
20
condições indispensáveis ao seu pleno exercício, mas esse dever
5/
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do Estado não exclui o dever das pessoas, da família, das
26
empresas e da sociedade quanto à saúde coletiva.
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Gabarito: C
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Comentários: E lembre-se sempre do art. 2˚: § 2º O dever do Estado não exclui o
o.
das pessoas, da família, das empresas e da sociedade.
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Gabarito: E
4
-5
Comentários: Cuidado, se não tem dinheiro não tem como garantir saúde. Por
31
(SUS) será ascendente, do nível local até o federal, ouvidos seus órgãos
-0
Gabarito: E
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Comentários: Logo no começo da lei encontramos essa literalidade:
Art. 1º Esta lei regula, em todo o território nacional, as ações e serviços de
saúde, executados isolada ou conjuntamente, em caráter permanente ou
eventual, por pessoas naturais ou jurídicas de direito Público ou privado.
47
1:
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11
Bons estudos! =]
23
Professor Alyson Barros
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