Acidente Vascular Encefálico: Exame de Neuroimagem Comprovando Que Não Houve Infarto, Isto É, Morte Neuronal
Acidente Vascular Encefálico: Exame de Neuroimagem Comprovando Que Não Houve Infarto, Isto É, Morte Neuronal
Uma área para de receber sangue (isquêmico) ou TC CRÂNIO SEM CONTRASTE = TC É SENSÍVEL À
inundada de sangue (hemorrágico). Independente DENSIDADE DOS TECIDOS.
da causa, neurônios daquele território param de
Se for isquêmico no inicio a TC é normal
funcionar porque morreram ou estão
Após 24-48h ou mais o processo isquêmico
comprimidos
aparece em TC sem contraste
Clinica- subitamente apresenta deficiência
Possível ver lesoa hipodensa (mais escura).
neurológica focal
Acúmulo de água: A falta de oxigênio e fluxo
A principio o déficit é permanente. O ataque
sanguíneo na área afetada pode levar à
transitório isquêmico decorre de uma isquemia e
acumulação de água no tecido cerebral. A água é
depois reperfusão, não havendo tempo de morte
menos densa do que o tecido cerebral normal, o
neuronal, portanto com clinica transitória +
que resulta em uma imagem mais escura na TC.
exame de neuroimagem comprovando que não
A hemorragia aparece desde o inicio na TC,
houve infarto, isto é, morte neuronal
mesmo sem contraste – o que é muito branco é
ZONA DE PENUMBRA - A penumbra
hiperdenso
isquêmica/zona de penumbra é uma área
adjacente à área central que sofreu o infarto. Os
neurônios dessa área “cessam” seu metabolismo,
como forma de proteção para evitar a necrose.
Esses neurônios são capazes de permanecer
nesse estado por até 48 horas, e se houver
reperfusão nesse período, eles recuperam sua
funçã[Link]
o A sequência de difusão (baseada na
restrição da difusão da água) mostra em
hipersinal as zonas afetadas pelo infarto, Pela TC consigo dizer o território isquemiado
por causa do edema citotóxico e
vasogênico. Quando associada a
sequência de perfusão (onde há injeção
de contraste mostrando o fluxo vascular),
permite identificar a região de penumbra,
que será identificada como uma região
de hipoperfusão periférica ao infarto,
mas ainda viável.
80% dos casos é isquêmico e 20% hemorrágico
Muito importante diferenciar o tipo do AVE- não
posso tratar sempre como se fosse o isquêmico,
se não mata o paciente – é preciso
neuroimagem para diferenciar os tipos – TC,
RM sem contraste
(PPC) é calculada por: PAM (pressão arterial
média) - PIC (pressão intracraniana)
Causas de PIC:
Lesao em hemisfério dominante (maioria das
pessoas é o esquerdo) pega área de linguagem –
sendo broca ou wernicke
Oclusão de ARTERIA CEREBRAL MEDIA
o Deficiência motora contralateral- pode
poupar perna (não é território perfusional
direto da ACM- mas o edema neuronal
pode causar acometimento ali embora
menos comum)
RESSONÂNCIA
o Alteração sensitiva contralateral – pode
Convencional possui as mesmas dificuldades da poupar perna
TC- não é possível ver isquemia no primeiro o Afasia motora (dano na área de broca) –
momento
hemisfério E
Em fossa posterior ela tem vantagem em relação o Afasia sensitiva na área de wernicke-
a TC
hemisfério E
RM por difusão – DWI ve o infarto neuronal
desde o inicio – porque o neurônio sofre um
edema citotóxico visível na RM
Vantagem - precocidade
CLINICA DO AVEI
A clínica não é confiável para diferenciar AVC isquêmico ou A afasia é uma disfunção que faz com que o
hemorrágico. Na suspeita de AVC, o paciente deve ser paciente tenha dificuldade de se comunicar
submetido a TC de crânio para descartar sangramento. adequadamente, afetando a compreensão de
imagens, sons e outros tipos de expressão.
SÍNDROMES ISQUÊMICAS
OCLUSAO DE ARTÉRIA CEREBRAL
Tudo depende do local da lesão
ANTERIOR
Córtex frontal há a área motora- área de broca da
linguagem PERNA acometida – áreas motoras e sensitivas
No córtex parietal há o córtex sensitivo Perna contralateral
Córtex temporal há área de wernicke de ANTERIOR = ANDAR= PERNA
compreensão da linguagem OCLUSAO A CEREBRAL POSTERIOR
Alteração visual
rotura do aneurisma de comunicante posterior,
quando ocorre compressão do III par craniano
(oculomotor).
O paciente apresenta anisocoria (midríase no
lado da lesão), diplopia e estrabismo divergente
SD DO ENCARCERAMENTO =
tetraplegia + acomete motricidade ocular
horizontal + fala+ deglutição = preserva
apenas motricidade vertical do olho
A A hemiparesia e hemipoestesia são
lenticulo proporcionadas, não graves.
estriadas
ESCALA DE RANKIN
AVC DE TRONCO
pelo tronco descem fibras sensitivas e sobem
motoras
o dano no hemisfério causa alteração sensitiva ou
motora do lado oposto
porem o dano no par craniano não cruza mais-
causando alterações ipsilaterais
ex: lesão no mesencéfalo E causa perda do
oculomotor do lado E, lesão do encéfalo E causa
deficiência motora do lado D= síndrome cruzada
o síndrome de weber – mesencéfalo 3° 3. controle de Temperatura abaixo de 37,5
o wallemberg bulbo e 5° 4. controle de sódio
5. ofertar o2 se hipoxemico
6. Checar acesso venoso, colher exames
(hemograma, prova de unção arterial, glicemia,
eletrólitos, coagulograma, marcadores
cardíacos), ECG e rx de tórax
7. Av neurológica inicial
8. Solicitar TC de crânio
9. Aplicar escala NIHS
10. HAS permissiva – trato a PA se ela passar de 220
x120 ou baixar mais se ela passar de 185x110 (se
for trombolisar)
a. Não devemos reduzir PA desse
paciente, lembre-se da área de
penumbra do AVEi que é irrigada por
níveis de PA um pouco elevados.
b. TROMBOLISE – se o doente for
A trombolisado preciso ser menos
permissivo porque aumenta risco de
DIAGNOSTICO DIFERENCIAL sangramento
Encefalopatia hipertensiva Nitroprussiato de sódio acao rápida, meia vida curta e
Meningite/encefalite dá para titular, por isso é o de escolha – fácil de mudar se
Processo neoplásico ou infeccioso precisar
Surto de esclerose multipla
Crise epiléptica
Enxaqueca hemiplégica CHECK LIST 1 HORA – AVC
Estabilizaçã 1. Ativar sistema de código de AVCi
Encefalopatia metabólica – hipo ou hiper
o (se disponível);
2. Avaliar sinais vitais;
3. Proceder a oxigênio suplementar
TRATAMENTO
para manter a saturação > 94%;
4. Determinar o tempo de início dos
FASE AGUDA – 3 DIAS sintomas;
objetivo é preservar os neurônios para menores 5. Definir pontuação NIHSS;
6. Realizar tomografia ou outro
sequelas
estudo de imagem vascular;
neurônios são sensíveis a isquêmica- poucos 7. Cálculo do ASPECTS: Escore
minutos já causam morte para graduar regiões de
ao redor da área de infarto há uma área de hipodensidade definida na TC de
penumbra isquêmica em que há neurônios em crânio, em casos de AVC
sofrimento porem que podem ser salvos. isquêmico < 6 horas e indicação
de rTPA e/ou trombectomia.*
ESTABILIZAÇÃO CLINICA 8. Angiotomografia de pescoço e
1. ABCDE crânio: multimodal, para
investigação de trombo proximal
a. A – VIAS AÉREAS E COLUNA em artéria carótida interna, ACM
CERVICAL ou basilar, e presença de colaterais
b. B – RESPIRAÇÃO no hemisfério afetado
c. C – CIRCULAÇÃO complementam a avaliação inicial.
d. D – AVALIAÇÃO NEUROLÓGICA 9. Verificar lista de medicação:
e. E – EXPOSIÇÃO 10. Considerar acesso periférico;
11. Fazer exames laboratoriais =>
2. controlar glicemia – pode mimetizar AVE,
glicemia capilar, hemograma
convulsão completo com plaquetas, PT/INR,
a. deve ser reduzida até atingir valores PTT, beta-HCG para mulheres em
entre 140 a 180 mg/dL
idade fértil; outra opção- TENECTPLASE 0,25mg/kg- com
12. Realizar ECG. dose máxima de 25mg
Suporte 1. Trombolítico (se elegível) e A antiagregação, AAS, e heparina só poderá ser
cuidados pós-trombólise;
iniciada 24h após o início da alteplase!
2. Antiagregação e anticoagulação;
3. Controle pressórico;
REVASCULARIZAÇÃO
1. FARMACOLÓGICA (trombólise): com o uso de
alteplase, para dissolver os coágulos de fibrina,
sendo indicada até 4,5h do início dos sintomas
2. MECÂNICA (trombectomia mecânica): é
retirado o trombo mecanicamente via
endovascular. Alguns pacientes podem ser
elegíveis a realizar trombólise mecânica em até
24h do início dos sintomas!
TROMBÓLISE
Agente endovenoso que chega ate a cabeça
dissolvendo o trombo
Se houver indicação nao aguardar
transferência para UTI- ja fazer no PS
Um NIHSS acima de 22 é contraindicação para
trombólise no AVC isquêmico, como dito na
questão.
Devemos saber os critérios de inclusão e exclusão: Pode-se trombolisar hoje pacientes com IAM
- Inclusão: sintomas iniciados há < 4,5 h, NIHSS > 3 e, concomitante ao AVC, pacientes em coma, grávidas e até
idealmente, < 25; TC de crânio sem hemorragia, PAS < pacientes com aneurisma intracraniano não roto, desde
185 e PAD < 110. que menor que 10mm
TROMBOLECTOMIA
A trombectomia mecânica deve ser realizada na presença
de área de penumbra, que ainda pode ser recuperada se
houver reperfusão. Se não houver área de penumbra, não
haverá benefícios significativos em realizar a reperfusão
da área com trombectomia.
Usa-se um Stent que se abre no local do trombo,
formando um emaranhado com trombo que sera
puxado por inteiro- não fica dentro do paciente
permanentemente
É importante realizar a RNM para confirmar que
O escore NIHSS (ou escala de derrame do NIH, National
não houve resposta adequada a terapia
Institute of Health Stroke Scale) é um índice
fibrinolítica e a dissociação clínico-radiológica
desenvolvido para a identificação e estratificação da
antes de realizar qualquer procedimento.
gravidade do acidente vascular cerebral (AVC)
1° trombólise sem resposta isquêmico em casos agudos.
RM urgente constatada
A pontuação total é de 0 a 42, sendo que
dissociação clinico radiológica
quando maior a pontuação pior o déficit. Menos
ARTERIOGRAFIA DE VASOS
que 5 pontos refle um comprometimento leve, e
CEREBRAIS planejamento de
mais que 25, comprometimento expressivo. O
trombectomia mecânica
NIHSS acaba ainda sendo uma ferramenta
Não substitui a trombólise- é um processo importante para iniciar o rtPA (alteplase),
além da trombólise tendo os melhores resultados entre 4-22.
o Indicada para pacientes com clinica de
ate 24h, com oclusao de grande artéria A escala NHISS não é usada para indicar craniectomia.
+ NIHSS >/= 6
o Ideal ate 6h; oclusao de carótida ASPECTS
interna ou inicio de cerebral media - A escala ASPECTS é um pouco mais complexa: avalia
(MI)- porem pode fazer em M2 a extensão do comprometimento da ACM e o risco de
sangramento com o tratamento trombolítico, de forma
que, quanto maior a região isquêmica, maior o risco de
sangramento. Ela subdivide o território da ACM em 10
regiões avaliadas em 2 cortes da TC de crânio, na altura
do tálamo e logo acima dos núcleos da base. Cada área
hipodensa reduz o escore em 1 ponto, logo, uma TC
normalmente tem escore de 10, e um escore 0 indica o Coagulogram
isquemia difusa em todo o território da ACM, sendo o Pesquisa de doenças reumatológicas-
que abaixo de 7 já temos um alto risco de sangramento. LES, vasculites
FASE CRÔNICA
PROFILAXIAS PRIMARIAS E SECUNDARIAS
importante evitar a recorrência
Origem Profilaxia
tratamento depende da causa AVC Cárdio embólica Anti coagulante-
ISQUEMI heparina
TIPOS CO
AVC Atero embólica Anti agregante
ORIGEM ATERO TROMBÓTICA ISQUEMI plaquetário - AAS
a. USAR ANTIAGREGANTE CO
PLAQUETARIO Pos AVC Indicado doppler ENDARTERECTO
b. Monoterapia de AAS ou clopidrogrel de carótidas para MIA (retirar os
avaliar grau de trombos dos vasos)
para o resto da vida
oclusao. Se
c. Controle de HAS, DM, sedentarismo, >igual70%
dislipidemia Forame + História de Anticoagular
d. Endarterectomia (abrir carótida e raspar oval trombose Venosa
a placa) se obstrução >70% do vaso patente Profunda
culpado pelo evento isquêmico sem história de Apenas
Trombose Antiagregante
ORIGEM CÁRDIO EMBÓLICA Venosa Profunda: plaquetário
Uso de ANTICOAUGLAÇÃO- evitar
transformação hemorrágica por isso aguardar
ate 7d ou 14d se área extensa do AVE
Se tivermos falando de pequenos à moderados
infartos (com um NIHSS menor que 15),
podemos instituir terapia anticoagulante após 24
horas da admissão. No entanto, para infartos
grandes (já considerados com um NIHSS acima
de 15), é interessante adiar esta terapia 4 a 14
dias da admissão
manter por pelo menos 3 meses de
anticoagulação no pós-IAM de parede anterior e
acinesia apical, enquanto que na fibrilação atrial
crônica o tempo é permanente (lembrar que
precisamos realizar o CHA2DS2VASC na FA).
A dose usual de apixabana é de 5 mg, 2 x/dia, a
não ser que o paciente tenha 80 anos ou mais
e/ou 60 kg ou menos e/ou creatinina igual ou
maior a 1,5 mg/dl. Nestes casos específicos,
realmente diminuímos a dose para metade (2,5
mg 2x/dia). REALIZAR TC DE CRÂNIO SEM CONTRASTE!
A dose usual de rivaroxabana é de 20 mg /dia. Lembrando que o tempo até a realização do exame deve ser de
No entanto, o(a) paciente que apresente um 25 min, no máximo
clearance de creatinina menor ou igual a 50,
reduziremos para 15 mg/dia.
AVC HEMORRÁGICO
São 2 tipos: sangramento no parênquima cerebral Por mais contraintuitivo que possa parecer o
(AVC intraparenquimatoso) e ruptura de vaso no LDL baixo é fator de risco para AVC
espaço subaracnóideo (AVC subaracnóideo) intraparenquimatoso. Pense como se as veias
Principais fatores de risco para aneurisma são ficasse "ressecadas" de mais, facilitando o
tabagismo e HAS. Há também história familiar rompimento.
de HSA e etilismo. Claro que o ideal, é manter o LDL em valores
Cerca de 70% dos AVC Hemorrágicos são normais, uma vez que, caso esteja alto, é fator de
devidos a picos de HAS. Mas dentro dos AVC o risco para AVC Isquêmico.
mais comum é o isquemico
HEMORRAGIA SUBARACNÓIDEA
Não há efeito de massa no parênquima
Manifesta sinais de déficit focal somente em
casos muito graves – se complicar
Sangue fica ao redor do parenquima
ETIOLOGIA
Decorre de ruptura de aneurisma sacular das
artérias de polígono do Wills Quando ocorre uma hemorragia no cérebro, o sangue é
liberado no tecido cerebral, criando uma área de maior
CLINICA HSA densidade na imagem da TC. Essa área hiperdensa é
São vasos calibrosos que se rompem causando resultado da presença de sangue fresco ou coágulos
sangramento sanguíneos, e pode ser acompanhada de edema, inchaço
Há cefaleia súbita (a pior da vida) do tecido cerebral circundante, que também contribui
Com rebaixamento do nível de consciência para a aparência hiperdensa
Rigidez de nuca – sangramento irrita as Se tem clinica e a TC deu normal fazer
meninges após 12-24h punção liquórica = xantocromia liquórica
(amarelo)
ESCALA DE HUNT HESS – CLINICA-
PROGNOSTICO ESCALA DE FISHER – TC - VASOESPASMO
HIPERTENSAO PERMISSIVA
quanto maior o sangramento, maior será a PIC, o
o corpo precisa vencer essa PIC para garantir a
Perfusão Cerebral.
Lembre-se que o calculo da perfusão cerebral É indispensável nesses casos solicitar glicemia
se dá através da PCC= PAM - PIC. capilar e tomografia computadorizada
Claro que manter a PA alta, aumenta risco de A TC é um excelente exame para identificar
ressangrar, ou sangrar em outros pontos, sangramento (aparece branco na imagem -
entretanto, os benefícios superam os riscos. hiperdenso)
Tanto uma Meningite, quanto uma HSA trarão
Manter PAS entre 140-160mmHg.
manchas brancas padrões de líquido no espaço
O tratamento é mais agressivo quanto menor for
subaracnóideo. Mas claro que quando chega um
o sangramento.
paciente com sintomatologia de AVC, pensaremos
em HSA!
3H- hipertensão + hipervolemia + hemodiluição
o Hematoma cerebelar/fossa posterior
Fica a dica, se a hemorragia estiver em tálamo e >3cm- ajudando a drenar
núcleo da base, considero um AVC Hipertensivo. o -Hidrocefalia aguda
Se estiver em cerebelo, cortex e ponte, ainda pode ser
o -Hematoma supratentorial volumoso
hipertensivo, mas é preciso investigar melhor, ou
seja, a realização de uma Angio TC primeiramente e o -Risco de herniação transtentorial
dependendo do achado uma Ressonancia.
CLINICA
HIC – cefaleia, reduz consciência
Déficit neurológico focal súbito
DIAGNOSTICO
Tc de crânio sem contraste
Locais principais de acometimento – putamen
(gânglio da base) vizinho a capsula interna
(efeito de massa na capsula)- na capsula interna
passam neurônios motores contralaterais (causa
hemiplegia contralateral pura)
Sangramento na ponte pode causar pupila
PUNTIforme – miose
Lesão de bulbo --> perde o reflexo da tosse
Em mulheres, o aneurisma mais comum situa-
se na região da artéria comunicante posterior,
que passa ao lado do nervo oculomotor (III
NC), responsável pela contração
pupilar. Esse aneurisma se expande e pode
comprimir o nervo, levando a anisocoria.
SÍNDROME DO ENCARCERAMENTO (OU
"LOCKED IN")
Ocorre em lesões do tronco encefálico, a nível da ponte,
já que a paciente parece apresentar alterações da via
piramidal (tetraplegia) e limitação do movimento ocular
horizontal e do reflexo vestibulo ocular (VOR), além de
miose. O paciente conseguem se comunicar apenas por
PISCAMENTOS.
A lesão na ponte ventral que leva ao bloqueio das vias
eferentes do córtex para a medula (trato piramidal) e do
córtex para os núcleos de pares cranianos (trato córtico-
pontino)
TRATAMENTO INTRAPARENQUIMATOSA
Suporte – não da para tto o vaso direto porque
ele é interno ao parênquima de difícil acesso e
ele é micro aneurismático
O próprio organismo drena o hematoma
Tto de controle da HIC
o PAS deve ficar igual a 140mmhg
o Mantendo PPC 50-70mmHg
Cirurgia apenas se