Implante
Implante
Zircônia
→ São biocompatíveis, bioinertes e
radiopacos
→ Apresentam uma alta resistência
a corrosão flexão e
fratura
→ Existem relatos que
apresenta BIC semelhante aos
implantes de titânio
→ Podem ser utilizados tanto
para produção do corpo
→ Do implante quanto para
revestimento
→ Porém, após carga, os índices de
BIC variaram muito
→ Extremamente estéticos
Conclusão
MOLDAGEM EM PRÓTESE → A SIMPLICIDADE RESUME-
SOBRE IMPLANTE SE ATÉ ESTE MOMENTO.
APARTIR DAQUI TODOS OS
→ MOLDAGEM: É O PASSOS DEVEM SER
CONJUNTO DE SEGUIDOS DA MESMA
OPERAÇÕES CLÍNICAS MANEIRA, COM O MESMO
COM O OBJETIVO DE SE CUIDADO E ATENÇÃO.
CONSEGUIR A → A MOLDAGEM NÃO DEVE
REPRODUÇÃO NEGATIVA SER OBTIDA E SIM
DAS ESTRUTURAS CONSTRUÍDA.
DENTAIS, COM OU SEM
PREPAROS PROTÉTICOS E
REGIÕES ADJACENTES, FATORES A SEREM
USANDO TÉCNICAS E CONSIDERADOS NA PSI
MATERIAIS APROPRIADOS. CONEXÃO DO IMPLANTE:
→ H.E., H.I., CONE MORSE;
DIFERENÇAS DA PRÓTESE NIVEL DA MOLDAGEM:
CONVENCIONAL E SOBRE
IMPLANTE → AO NÍVEL DA MESA DO
IMPLANTE;
→ PC= NECESSIDADE DE
→ AO NÍVEL DO
AFASTAMENTO GENGIVAL
INTERMEDIÁRIO.
PARA UMA CÓPIA
ADEQUADA DO TÉRMINO MESA DO IMPLANTE:
CERVICAL LOCALIZADO
→ EX: 3.5, 4.1, 5.0 ETC.
SUBGENGIVALMENTE,
PELO FATO DO MATERIAL TÉCNICA DE MOLDAGEM:
DE MOLDAGEM NÃO
CONSEGUIR ESTE → MOLDEIRA ABERTA;
AFASTAMENTO POR SI SÓ. → MOLDEIRA FECHADA.
→ PSI = PADRONIZAÇÃO DAS
ESTRUTURAS, OU SEJA, JÁ
SABEMOS A DIMENSÃO DA COMPONENTES DE
PLATAFORMA DO MOLDAGEM
IMPLANTE INSTALADO. → São peças que se adaptam a
→ ENQUANTO NA PC TEMOS plataforma dos implantes,
QUE COPIAR O PREPARO facilitando a transferência da
DENTAL, NA PSI É localização do implante da
REALIZADA APENAS A boca para uma posição
TRANSFERÊNCIA DA semelhante no modelo de
POSIÇÃO DO IMPLANTE estudo ou trabalho.
PARA O MODELO COM A → Sinonímia= transferentes,
AJUDA DE COMPONENTES “transfers”, componentes de
DE MOLDAGEM PRÉ- arrasto, postes de moldagem.
FABRICADOS.
COMPONENTES DE um molde do componente que
MOLDAGEM REDONDO se encontrava aparafusado
(MOLDEIRA FECHADA) no implante;
→ Posteriormente, o
→ Não apresentam retenções
componente é removido da
(pois não podem rasgar o
boca e inserido no molde
molde);
junto ao análogo (réplica) do
→ Permanece na boca após a
implante.
remoção do molde;
→ É retirado posteriormente
à moldagem e reposicionado
SEQUÊNCIA CLÍNICA E
no molde obtido junto ao
LABORATORIAL PARA MOLDEIRA
análogo;
FECHADA
→ Possui uma ou algumas
fendas de localização para 1. REMOVER O
inserção no molde. CICATRIZADOR COM UMA
2. CHAVE SEXTAVADA
(1,2 MM) E CONFERIR
COMPONENTES DE A MESA DO IMPLANTE.
MOLDAGEM QUADRADOS 3. ESCOLHER UM
(MOLDEIRA ABERTA) COMPONENTE DE
4. MOLDEIRA FECHADA
→ Apresentam retenções (pois COMPATÍVEL COM A MESA
são removidos da boca DO IMPLANTE.
no próprio molde); 5. POSICIONAMENTO DO
→ São utilizados com moldeiras COMPONENTE COM A
plásticas ou acrílicas, para PARTE LATERAL PLANA
permitirem o degaste na PARA O LADO
região do pino guia, que serão VESTIBULAR;
desparafusados do implante 6. APERTO DO COMPONENTE
ao término da cura do material DE MOLDAGEM NA BOCA
de moldagem; COM CHAVE ESPECÍFICA;
→ São removidos da boca junto 7. OBTER UMA RADIOGRAFIA
ao molde. PARA VERIFICAÇÃO DA
ADAPTAÇÃO;
8. MANIPULAR O MATERIAL
MOLDEIRA FECHADA (AO DE
NÍVEL DO IMPLANTE) 9. MOLDAGEM
10. INJETAR O MATERIAL LEVE
→ É a técnica preferida pela
SOBRE O COMPONENTE;
maioria dos profissionais;
11. PREENCHER A MOLDEIRA
→ Indicada na sua maioria nos
COM O MATERIAL DENSO E
casos de próteses unitárias,
LEVÁ-LO À BOCA;
mas pode ser utilizada em
12. ESPERAR A PRESA FINAL;
próteses múltiplas;
13. REMOVER O MOLDE DA
→ Assemelha-se a moldagem BOCA;
em prótese fixa, obtendo-se
14. REMOVER O procedimentos, já que
COMPONENTE DO utilizamos somente materiais
IMPLANTE; flexíveis (poliéteres ou
15. ADAPTAR O COMPONENTE siliconas fluidas);
JUNTO AO SEU ANÁLOGO → Quando a distância entre os
CORRESPONDENTE, implantes é pequena, une-se
FORMANDO O CONJUNTO os transfers com fio dental e
“ANÁLOGO- resina acrílica. Quando a
TRANSFERENTE”; distância entre os mesmos é
16. POSICIONAR O CONJUNTO maior, indica-se utilizar um
ANÁLOGO- material de união mais rígido
TRANSFERENTE NO (fio de aço, broca etc) para
MOLDE, VERIFICANDO depois acrescentar a resina
PERFEITA ADAPTAÇÃO; acrílica.
17. VAZAMENTO DE GENGIVA → Não se deve utilizar muita
ARTIFICIAL; quantidade de resina acrílica
18. VAZAMENTO DE UMA pelo fator contração de
PRIMEIRA CAMADA DE polimerização.
GESSO
19. ESPECIAL;
20. VAZAMENTO DE UMA SEQUÊNCIA CLÍNICA E
SEGUNDA CAMADA DE LABORATORIAL PARA MOLDEIRA
GESSO COMUM; ABERTA
21. ESPERAR CURA DO 1. REMOVER O
GESSO; CICATRIZADOR COM UMA
22. REMOVER O MODELO DO CHAVE SEXTAVADA
MOLDE; (1,2mm);
23. REMOVER OS 2. VERIFICAR A MESA DO
COMPONENTES DE IMPLANTE;
MOLDAGEM; 3. ESCOLHER UM
24. MODELO OBTIDO. COMPONENTE DE
MOLDEIRA FECHADA
MOLDEIRA ABERTA – AO COMPATÍVEL COM A MESA
NÍVEL DO IMPLANTE DO IMPLANTE.
4. APERTO DO COMPONENTE
→ Estes componentes vêm DE MOLDAGEM NA BOCA
juntamente com o molde COM CHAVE ESPECÍFICA
quando removidos da boca; (SEXTAVADA 1,2mm);
→ Indicados principalmente para 5. OBTER UMA RADIOGRAFIA
reabilitações totais maxilares PARA VERIFICAÇÃO DA
e mandibulares; ADAPTAÇÃO;
→ Os componentes devem ser 6. VERIFICAR A SAÍDA DOS
unidos na boca, previamente PARAFUSOS DOS
o procedimento de COMPONENTES DE
moldagem. A intenção é MOLDAGEM NOS
mante-los estáveis durante os ORIFÍCIOS
CORRESPONDENTES, Enxertos Ósseos com
PERMITINDO SEU Áreas Doadoras Intra
POSTERIOR
Orais
DESPARAFUSAMENTO;
7. MANIPULAR O MATERIAL
DE MOLDAGEM;
Enxertos autógenos
8. INJETAR O MATERIAL LEVE
SOBRE O COMPONENTE; → Coágulo ósseo
9. ESPERAR A PRESA DO → Osso cortical com medula
MATERIAL; osteogênica
10. DESPARAFUSAR O PINO → Mento
GUIA DOS COMPONENTES → Tuberosidade
DE MOLDAGEM; → Região retro-molar (Ramo
11. OS COMPONENTES Ascendente)
DEVEM VIR NO INTERIOR
DO MOLDE;
12. ADAPTAR O COMPONENTE
Intra-oral
JUNTO AO SEU ANÁLOGO
CORRESPONDENTE, → Mento 5,0 cc
FORMANDO O CONJUNTO → Ramo ou retromolar 5,0 a
“ANÁLOGO- 10 cc
TRANSFERENTE”; → Tuberosidade 2,0 cc
13. POSICIONAR O CONJUNTO
ANÁLOGO-
TRANSFERENTE NO Enxerto com Área Doadora em
MOLDE, VERIFICANDO Mento
PERFEITA ADAPTAÇÃO;
14. PARAFUSAMENTO DO
PINO GUIA DO
COMPONENTE DE
MOLDAGEM REALIZADO
PELO LADO EXTERNO DA Enxerto com Área Doadora em
MOLDEIRA; Ramo Ascendente da Mandíbula
15. VAZAMENTO DE UMA
PRIMEIRA CAMADA DE
GESSO ESPECIAL;
16. VAZAMENTO DE UMA
SEGUNDA CAMADA DE
GESSO COMUM;
17. ESPERAR CURA DO
GESSO;
18. REMOVER O MODELO DO
MOLDE;
19. REMOVER OS
COMPONENTES DE
MOLDAGEM;
20. MODELO OBTIDO.
2º OU 3º ESTÁGIO BISTURI CIRCULAR (PUNCH)
CIRÚRGICO → DIGITAL
CORRESPONDE À FASE → MOTOR
DE INSTALAÇÃO DO
CICATRIZADOR.
CICATRIZADORES
SINONÍMIA:
OBJETIVOS DO 2º OU 3º
ESTÁGIO CIRÚRGICO INTERMEDIÁRIOS;
TRANSMUCOSOS;
→ EXPOR A CABEÇA DOS
IMPLANTES; “HEALING CAPS”.
→ AVALIAR A
OSSEOINTEGRAÇÃO;
→ CONDICIONAR OS OBJETIVO:
TECIDOS MOLES PARA → SUPORTE MECÂNICO
A REALIZAÇÃO DO PARA ESTABILIZAÇÃO,
ELEMENTO CICATRIZAÇÃO E
PROTÉTICO; MATURAÇÃO DOS
→ CONDICIONAR OS TECIDOS MOLES
TECIDOS MOLES PARA PERIIMPLANTARES
ATENDER AOS PRÉ- (VESTIBULAR, LINGUA E
REQUISITOS PROXIMAIS),
ESTÉTICOS E PROPORCIONANDO A
FUNCIONAIS. VISUALIZAÇÃO DO
IMPLANTE E
CONFECÇÃO DAS
TEMPO PREVISTO PARA PRÓTESES.
ABERTURA
→ 3 A 4 MESES PARA
MANDÍBULA CARACTERÍSTICAS
→ 6 MESES PARA MAXILA → PERMITE A
CICATRIZAÇÃO GUIADA
DO TECIDO MOLE,
FORMAS DE ABERTURA POSSIBILITANDO
→ INCISÃO TRADICIONAL RESTAURAÇÕES MAIS
(LÂMINAS RETAS DE ESTÉTICAS;
BISTURI); → DISPONIVEL EM 3
→ INCISÃO COM BISTURI DIMENSÕES
CIRCULAR (PUNCH). ANATÔMICAS (5, 6 E 7,5
mm) PARA SEREM
UTILIZADOS DE
ACORDO DO
PERÍMETRO DO DENTE
A SER REPOSTO;
→ DISPONÍVEL EM → CARACTERÍSTICA
DIFERENTES ALTURAS, CLÍNICA DE TECIDO
DE FORMA QUE O MOLE APÓS
CICATRIZADOR SERÁ INSTALAÇÃO DO
SEMPRE DE 1 A 2 mm CICATRIZADOR (7 A 10
MAIS ALTO QUE A DIAS)
PROFUNDIDADE DOS → IMPORTÂNCIA CLÍNICA
TECIDOS; DO USO DO
→ OS NÚMEROS PROVISÓRIO PARA
INDICADOS NA CONDICIONAMENTO
SUPERFÍCIE OCLUSAL DOS TECIDOS
SÃO DA ALTURA, PERIIMPLANTARES
DIÂMETRO E DO PERFIL ANTES DA INSTALAÇÃO
DE EMERGÊNCIA DO DA PRÓTESE
CICATRIZADOR; DEFINITIVA.
→ SUPERFÍCIE DE
TITÂNIO POLIDA
CARACTERIZANDO UMA
EXCELENTE
INTEGRAÇÃO COM O
TECIDO MOLE.
CICATRIZADORES
Enxertos Homógeno
Vantagens:
→ Reduz o tempo cirúrgico
→ Equipe menor
→ Volume
→ Menor morbidade
→ Menor perda sanguínea
Desvantagens:
→ Transmissão de doenças
→ Imunogênico
→ Resistência do paciente
→ Qualidade do osso
Enxertos Xenógeno
→ É o enxerto de tecido ósseo
retirado de um doador de
espécie diferente receptor.
→ O mais utilizado para
recosntruções ósseas é de
origem Bovina
Enxerto Heterógeno
Vantagens:
→ Não necessita de sítio doador
→ Quantidade ilimitada
Desvantagens:
→ Imunogênico (Acelerando a
sua reabsorção pelo
organismo)
Enxertos Aloplástico
→ É o enxerto de material
sintético.
CIRURGIA AVANÇADA EM
IMPLANTODONTIA
→ Cirurgias de reconstrução
óssea de maxila e mandíbula
com enxertos de áreas
doadoras extra- orais
Planejamento cirúrgico e protético na implantodontia
Osseointegração
Osseointegração
Osseointegração
Designs, superfície e plataformas protéticas
Designs, superfície e plataformas protéticas
Designs, superfície e plataformas protéticas
História da implantodontia
História da implantodontia
Enxertos autógenos – Coágulo ósseo, osso cortical com medula óssea
E alguns casos ocorre a necessidade de correção de pequenos ou de grandes defeitos ósseos para colocação
de implantes e posterior reabilitação. As técnicas de enxerto ósseo e de reconstrução parcial ou total da
maxila e da mandíbula e das áreas doadoras são avaliadas, basicamente, de acordo com o grau de perda
óssea, do planejamento cirúrgico-protético e das condições gerais do paciente.
AUTÓGENO
O enxerto autógeno é considerado “padrão ouro” quando comparado aos demais substitutos ósseos, pois
apresenta as propriedades biológicas de osteocondução, osteoindução e osteogênese (BUSER, 2010). A
propriedade de osteocondução deve-se ao fato do enxerto autógeno possuir uma matriz que serve de
arcabouço para deposição óssea (BUSER, 2010), permitindo que as células osteoblásticas migrem sobre
sua superfície e depositem a matriz que posteriormente será mineralizada (BARROS, 2009). Por conter
fatores de crescimento que estimulam a proliferação e a diferenciação de células osteoprogenitoras em
osteoblastos, o enxerto autógeno apresenta também potencial osteoindutor. Por último, o enxerto
autógeno constitui-se uma fonte de precursores osteoblásticos ou osteoblastos já diferenciados, capazes
de produzir matriz óssea, o que o caracteriza como osteogênico. Por outro lado, alguns aspectos
dificultam/ limitam a utilização desse enxerto, como: a necessidade de área doadora intra ou extrabucal,
a quantidade de osso disponível, a morbidade pós-operatória, o tempo trans-operatório, além do risco de
lesões vasculonervosas (ZERBO, 2003). Devido a esses aspectos negativos que o enxerto autógeno
apresenta, a busca por substitutos ósseos e o uso de materiais sintéticos, alógenos/homógenos
(proveniente de indivíduo diferente, porém, da mesma espécie) ou xenógenos/heterógenos (proveniente de
espécie diferente) tem aumentado bastante. Além dos biomateriais aloplásticos. (sintéticos e inorgânicos)
Obs: A reabsorção vertical da maxila é quatro vezes maior que a da mandíbula. Na maxila estima-se uma
média anual de reabsorção óssea vertical de 0,1mm após técnicas cirúrgicas para a enxertia óssea dos
maxilares – revisão da literatura perdas dentárias. A atrofia é mais pronunciada no primeiro ano após a
exodontia e torna-se menos intensa nos anos subsequentes. A reabsorção horizontal, em ambos os arcos,
inicia-se na superfície vestibular e progride em direção lingual e palatal. Durante o processo de reabsorção
é comum verificar quantidade óssea insuficiente (espessura e/ ou altura) para a instalação de implantes
osseointegrados na região anterior da maxila, ao passo que na posterior, frequentemente se encontra
espessura óssea suficiente e altura insuficiente
Obs: A escolha das possíveis áreas doadoras para a reconstrução óssea depende do volume de osso
necessário, do tipo de defeito ósseo, do tipo de enxerto ósseo (cortical, esponjoso ou córtico-esponjoso), da
origem embriológica e da morbidade da operação. Para os pequenos e médios defeitos ósseos as áreas
intrabucais doadoras são o mento, a área retromolar e o túber. Para reconstruções maiores as áreas
doadoras externas são o osso ilíaco, a calota craniana (parietal), a tíbia, a fíbula e as costelas
ALÓGENOS
O implante alógeno desmineralizado passa por um tratamento ácido, após o qual restam no implante
apenas proteínas, fatores de crescimento e colágeno. O processo de liofilização envolve a técnica de
desidratação e embalagem à vácuo, tendo, portanto, um período de vida útil indefinido. Além disso, também
apresentam como vantagem o fato de serem menos imunogênicos (WHANG, 2003).
XENÓGENOS
Implante Xenógeno ou Heterógeno é outra alternativa para substituir o enxerto autógeno, considerando
seu desempenho no paciente. É derivado principalmente de osso bovino. e também atua apenas como
osteocondutor (LUTZ, 2015). É importante ressaltar que física e quimicamente é comparável à matriz
mineralizada do osso autógeno, apresentando propriedade biológica de osteocondução, além de
biocompatibilidade aceitável.
Tipos de enxertos Autógenos Alógenos Xenógenos
Origem Doador = receptor doador da mesma Doador de espécie
espécie diferente
Propriedades Osteocondutor, Osteocondutor e Osteocondutor
osteoindutor e quando mineralizado
osteogênese tbm aprenseta
osteoindução
Reações imunológicas Não Resposta imune pode ser Pode ocorrer infecção por
desencadeada por Príon BSE (doença da
componentes do tecido vaca louca) além de
ósseo, como Lacunas possíveis Remanescentes
contendo osteócitos e/ou Orgânicos que podem
remanescentes, células gerar sensibilização
mortas, causando imunológica. Agentes
Sensibilização patogênicos ou material
Imunológica. genético também podem
Porém, - Protocolo de gerar rejeição por parte
tratamento rigoroso de do receptor.
acordo com AATB
diminuiu riscos
Vantagens Rápidas incorporação e Maior quantidade de osso Maior quantidade de osso
consolidação disponível, menor disponível, menor
Não transmite doenças morbidade e tempo morbidade e tempo
infecciosas cirúrgico. cirúrgico.
Apresenta as 3 Boa biocompatibilidade
propriedades.
Desvantagens Maior Morbidade (2 Indícios de células vitais Não existem estudos que
sitios cirúrgicos); - Elevada reabsorção comprovem a inativação
Quantidade de osso Incorporação lenta do príon BSE.
disponível, - Maior tempo Apenas osteocondutora Presença de substâncias
transoperatório - Risco Organismo pode orgânicas.
de lesões vasculonervosas rejeitar o enxerto Apenas osteocondutora
- Reabsorção imprevisível Organismo pode rejeitar o
enxerto
ALÓPLASTICO
Os enxertos aloplásticos são uma outra possibilidade de utilização nesta terapia, o qual vem ganhando
espaço no mercado em virtude da fácil manipulação e baixa morbidade, por apresentarem em vários
formatos e tamanhos. Além do tempo cirúrgico reduzido, por não necessitar de um segundo ato cirúrgico
e área doadora. Tem por desvantagem, a possibilidade do leito receptor, o rejeitar o que levará a uma
infecção, seguida de um segundo ato cirúrgico.
Principais áreas doadoras intra-bucais para a enxertia autógena
Túber da Maxila
O túber é uma área basicamente de osso medular. Dependendo da
anatomia, oferece pequenas e médias quantidades de osso, podendo
ser retirado bilateralmente. É usado em enxertos de concavidades
devido à perda dental, em pequenas fenestrações durante o preparo
para colocação de implantes e em enxertos em cavidade de seio
maxilar. Enfim, é um osso de preenchimento e a ser utilizado na
forma particulada. A anestesia usada é a terminal infiltrativa posterior (nervo alveolar superior
posterior) e complementar no rebordo e no nervo palatino posterior. É realizada incisão com retalho total
na crista do rebordo e no vestibular. Após o deslocamento do retalho, a área fica em evidência. No final,
são feitas a regularização óssea e a sutura
Mento
O Mento é uma das melhores áreas bucais porque oferece boa quantidade e qualidade óssea cortical e
medular. O enxerto tem a forma de semiarco, e pode ser usado como enxerto do tipo “onlay” (sobre o
rebordo), “inlay” (dentro de uma cavidade), “sandwich” (dentro e fora do rebordo remanescente,
geralmente em seio maxilar) ou triturado (para preencher espaços entre blocos ou de pequenos defeitos
e/ou dentro do seio maxilar).
A técnica consiste em anestesia regional bilateral do nervo alveolar inferior, podendo haver
complementação anestésica por meio de anestesia terminal infiltrativa no fundo do vestíbulo e lingual dos
incisivos. A incisão pode ser feita na crista e na papila interdental até o periósteo. Em seguida, desloca-
se o retalho até a base da mandíbula. Uma vez exposto o tecido ósseo, utiliza-se broca trefina adaptada
ao contra-ângulo, que possibilita a remoção do enxerto em forma de “tubos”, obtendo-se cilindros de osso
cortical e medular.
Retromolar
Retromolar
Nesta área encontramos uma grande
quantidade de osso cortical e pouca medular.
A espessura e o tamanho dependem da
anatomía local, e o acesso pode ser limitado,
em função A anestesia usada é regional do
nervo alveolar inferior, realizando-se
complementação por meio de anestesia terminal infiltrativa na porção anterior do ramo ascendente. O
retalho é total até o periósteo, expondo-se toda a área retromolar e a linha oblíqua externa. Com broca
da série 700 em baixa rotação ou com minisserras, sempre com irrigação abundante com solução salina,
delimita-se a área a ser retirada, completa-se a osteotomia, e o bloco ósseo é removido com cinzel e/ou
alavancas.
Crista Ilíaca
A crista ilíaca fornece enxerto ósseo medular e córtico-medular em grande quantidade, o suficiente para
grandes reconstruções maxilares em espessura, altura e elevação bilateral do assoalho do seio maxilar.
Porém, possui grande morbidade pós-operatória, que deixa o paciente com dificuldade temporária de
deambular, o que pode ser evitado pelo descolamento mínimo dos músculos glúteo máximo e médio. Este
tipo de enxerto, devido a sua origem endocondral, é reabsorvido com maior velocidade do que os enxertos
intramembranosos. Nestes casos, a equipe de bucomaxilofacial trabalha em conjunto com a equipe de
ortopedia, que se encarrega da remoção do enxerto da crista ilíaca. A intervenção operatória deve ser
realizada em ambiente hospitalar, com anestesia geral, a área de retirada escolhida é a parte anterior
superior da crista ilíaca.
Calota Craniana
O enxerto ósseo retirado da calota craniana fornece grande quantidade de osso cortical e pequena
quantidade de osso medular. Por ter origem intramembranosa, tem menores índices de reabsorção devido
à semelhança embriológica com a maxila. A operação para remoção deste tipo de enxerto requer bom
treinamento do cirurgião e apresenta baixo índice de complicações. Consegue-se um pouco de osso medular
aderido à parte externa cortical, e pode-se remover grandes quantidades de osso
Tíbia
Remoção de enxerto ósseo de tíbia é realizado na região ântero - lateral ( tubérculo de Gerdy ) seguido
de sutura e proteção à ferida cirúrgica.
Responda:
01 Diferencie as 3 propriedades (Osteocondução, Osteoindução e Osteogênico).
osteogênicos, os materiais orgânicos com a capacidade de estimular a formação óssea a partir dos
osteoblastos; osteoindutores, capazes de induzir a diferenciação celular em osteoblastos e condroblastos,
gerando um aumento da formação óssea no sítio do enxerto; osteocondutores, são geralmente inorgânicos
permitindo a formação de osso em sua superfície a partir de um tecido ósseo existente, onde utiliza células
precursoras para a neoformação
Maior morbidade, maior perda sanguínea, pior pós operatório devido a necessidade de duas áreas
cirúrgicas, maior tempo de cirurgia, e quantidade limitada.
A região do mento tem a limitação de remover 5cc, a região retromolar de 5 a 10cc e o tuber da maxila
apenas 2cc
Áreas como a crista ilíaca possui osso cortical e esponjoso e a calota craniana possui mais osso cortical,
ambas regiões são indicadas para grandes reconstruções, no entanto, deve ser criteriosamente indicada,
pois deve ser realizada sob anestesia geral em ambiente hospitalar com uma equipe multiprofissional,
ainda ressaltando que o custo da técnica é muito elevado.
Sim. É importante salientar o mecanismo de reparação dos enxertos, principalmente sobre a diferença
entre o osso cortical e esponjoso: Os enxertos esponjosos devido sua maior vascularização, sofrem menos
reabsorção se comparado aos enxertos corticais, oferecem estabilidade secundária e recuperam- se
completamente. Os enxertos corticais oferecem estabilidade primária, pois apresentam maior densidade
de matriz inorgânica, o qual participa da ancoragem dos implantes. Portanto os melhores resultados são
obtidos em casos em que os enxertos são monocorticais e sua parte esponjosa disposta em contato ao
leito receptor.
Cite os tipos de enxertos que podem ser utilizados e suas principais características.
Autógeno – enxerto retirado do próprio paciente, podendo ser intra-oral quando a área enxertada
necessita de pouca reconstrução ou extra-ora em grandes reconstruções. Apresentam todas as três
propriedades - osteoindução, osteocondução e osteogênica.
Alógeno – São enxertos homogenos, ou seja, advindo de outro indivíduo da mesma espécie. São coletados e
passam por vários tipos de tratamentos antes da sua utilização, sendo necessário esse preparo por uma
empresa especializada e enviada para o banco de óssos. Podem ser utilizadas em grandes reconstruções,
além de poderem ser combinadas com outros tipos de materiais não alógeno.
Xenógenos – São áreas doadoras advindas de outra espécie e apresenta boa biocompatibilidade,
apresentam apenas biocondução na formação óssea.
Aloplásticos – São biomateriais sintéticos, que não possuem matéria orgânica e apresentam maior custo.
Sabemos que entre a reconstrução óssea e a instalação dos implantes, devemos aguardar um intervalo
de tempo. De quanto tempo é esse intervalo e por quê é necessário?
O processo de integração do enxerto pode demorar alguns meses, até ser possível a colocação do implante,
variando de acordo com a extensão recuperada e características dos materiais e do organismo de cada
paciente. Mas existe uma média, quando utiliza osso autógeno aproximadamente 3-4 meses (120 dias)
para cicatrização óssea, podendo passar para a segunda etapa cirúrgica que será colocado o implante e
depois mais 4 meses (aproximado) para a osseointegração do implante para posteriormente iniciar a
terceira etapa que será a parte protética. Quando utiliza outros tipos de substitutos ósseos o tempo
é maior aprox. 6 meses, devido a não apresentar as 3 propriedades ocorrendo a integração da enxertia
de forma mais lenta.
Como o enxerto ósseo pode ser utilizado?
Em blocos, particulados ou triturados. Podendo ser misturados com mais de um tipo como por exemplo:
Alógenos + Aloplásticos.
Qual o passo a passo para instalação de um implante unitário? (sem a parte protética)
Anestesia
incisão e deslocamento do retalho
Broca lança – para rompimento da cortical óssea
Broca fresa 2.0 – Delimita o comprimento e inicio do aumento progressivo do diâmetro
Pino guia – Verificação da angulação
Brocas fresas – para continuidade do aumento progressivo do diâmetro (O ideal é utilizar as fresas de
0,2 a 0,5mm de diâmetro menor que o diâmetro do implante) por exemplo: fresa 2,6 → fresa 3,0 a 3,3
(p/ instalar implante3,5) → fresa 4.1(para implantes 4,3) →fresa 4.8 (Para implante 5).
Instalação do implante (pega-lo com um instrumental próprio e posiciona-lo no local para a instalação,
depois pode ser utilizado um torquimetro para melhor adaptação)
Colocar o tapa implante com auxílio da chave digital
Sutura por primeira intenção.
aguardar osseointegração para posterior reabertura para colocação do cicatrizador e sequência protética.
Existe alguma diferença no tratamento do implante de acordo com a região a ser instalado o implante?
Osso tipo I e II apresentam maior resistência e contato ósseos. Portanto, maior risco de lascar o
material. Nestes casos, o projeto do implante é mais relevante do que a superfície. Nestes casos,
jateamento e ataque ácidos, associados a um bom projeto do implante e comprimentos(10a11mm)
Nos ossos tipo III e IV, o tratamento de superfície é de extrema importância, pois aumenta a fixação
inicial, contato e resistência da interface osso/implante, além do projeto do implante. Porém, nunca deixar
o corpo do implante acima do nível ósseo para que o revestimento não se torne um problema
RECORDANDO
-Parte prática associada com a prática clínica:
Aula 1 – Instalação do implante no tecido ósseo.
• incisão e deslocamento do retalho
• Broca lança – para rompimento da cortical óssea
• Broca fresa 2.0 – Delimita o comprimento e inicio do aumento progressivo do diâmetro
• Pino guia – Verificação da angulação
• Brocas fresas – para continuidade do aumento progressivo do diâmetro (O ideal é utilizar as
fresas de 0,2 a 0,5mm de diâmetro menor que o diâmetro do implante) por exemplo: fresa 2,6 →
fresa 3,0 a 3,3 (p/ instalar implante3,5) → fresa 4.1(para implantes 4,3) →fresa 4.8 (Para
implante 5).
• Instalação do implante (pega-lo com um instrumental próprio e posiciona-lo no local para a
instalação, depois pode ser utilizado um torquimetro para melhor adaptação)
• Colocar o tapa implante com auxílio da chave digital
• Sutura por primeira intenção e aguardar a óssea integração
• Remoção do cicatrizador
• Instalação de um análogo.
• Instalação do transferente de moldagem, no qual adapta no pilar e permite ser parafusado
• Selecionar um material de moldagem (elastômeros), sendo o silicone de condensação pesado e leve
(pasta base e pasta catalisadora) o mais indicado.
• Escolher a técnica de moldagem na qual pode ser:
• Na técnica aberta: misturar o silicone de condensação colocar sobre a moldeira, moldar e deixar
exposto o transferente.
• Desparafusar o transferente quando o silicone pegar presa.
• Retira da boca e conecta e parafusa o análogo (que é a réplica do implante) no transfer
• Coloca até a linha amarela do transfer um pouco de silicone de condensação para mimetizar a
gengiva.
• vaza o gesso do tipo III
• Desparafusa o análogo com o transfer quando o gesso pegar presa
• Obtenção do modelo de trabalho sendo possível ver a superfície do análogo/replica do implante
exposta. Agora teremos a cópia exata da boca e a posição do implante em gesso.
Aula 4- Obtenção do componente protético provisório.