André Hilário Mateus Fernandes
Altina Américo
Aura Pedro Tagir
Nelson Marquesa
Zeneta Makwinda
Internet
(Curso de Licenciatura em Contabilidade e Auditoria)
Universidade Rovuma
Extensão de Cabo Delgado
Pemba
2024
André Hilário Mateus Fernandes
Altina Américo
Aura Pedro Tagir
Nelson Marquesa
Zeneta Makwinda
Internet
(Curso de Licenciatura em Contabilidade e Auditoria)
Trabalho da cadeira de
Informática Aplicada, a ser
entregue ao Departamento de
Ciências Económicas e
Empresarial, para efeitos
avaliativos, leccionado pelo
docente׃
Luciano Eusébio Chiuaia, Lic.
Universidade Rovuma
Extensão de Cabo Delgado
Pemba
ÍNDICE
CAPITULO I..............................................................................................................................1
1. INTRODUÇÃO...................................................................................................................1
1.1. Objectivos.....................................................................................................................2
1.1.1. Objectivo geral......................................................................................................2
1.1.2. Objectivos especificos..........................................................................................2
CAPITULO II: DESENVOLVIMENTO TEORICO.................................................................3
2. INTERNET..........................................................................................................................3
2.1. Conceito.......................................................................................................................3
2.2. Historico da internet.....................................................................................................4
2.3. Estrutura da Internet.....................................................................................................5
2.4. Utilização da internet...................................................................................................8
CAPITULO III: CONCLUSÃO E CONSIDERAÇÕES FINAIS..............................................9
REFERÂNCIAS BIBLIOGRÁFICAS.....................................................................................10
CAPITULO I
1. INTRODUÇÃO
Eu sempre digo que tudo está na internet e não existe nada que não se ache por lá. Também
gosto daquela frase que diz “boas respostas são resultado de boas perguntas”. Para que
possamos tirar o melhor proveito da internet é preciso que tenhamos sempre claro sua
estrutura e a forma como as coisas acontecem. Apesar da internet ser um ambiente anárquico
(na verdade isso foi um dos factores de sucesso dela), existem algumas regras e convenções
que devem ser seguidas para o bom funcionamento das coisas.
Utilizamos a internet todos os dias, seja para enviar e receber mensagens pelo WhatsApp (o
tal do Zap Zap), seja para acessar o Facebook ou enviar uma foto para o Instagram, mas se
nos for perguntado “como” isso acontece, de que forma o meu celular ou computador
consegue se comunicar com o Facebook (onde fica o Facebook mesmo? Em qual cidade?),
muitas vezes não teremos respostas para dar.
Para que você possa compreender o que é a Internet, imagine vários computadores, todos
ligados por um fio que percorre o mundo inteiro, ligando cada um destes computadores e
permitindo que eles possam trocar informações uns com os outros.
A internet é, portanto, uma grande rede de computadores espalhada por todo o planeta,
interligada por diversas linhas de telefone, satélites, e muitas outras formas, para a troca de
informações e serviços, unindo pessoas, governos, órgãos culturais, entidades e empresas de
todos os tipos.
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1.1. Objectivos
1.1.1. Objectivo geral
O trabalho tem como objectivo geral, falar da internet.
1.1.2. Objectivos especificos
Dar o conceito da internet;
Discutir o historico da internet;
Identificar a estrutura da internet;
Conhecer a utilização da internet.
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CAPITULO II: DESENVOLVIMENTO TEORICO
2. INTERNET
2.1. Conceito
A internet é uma rede mundial de computadores que são ligados através de linhas de telefone,
linhas de comunicação privada, cabos submarinos, canais de satélite, entre outros meios
físicos. Ela funciona como uma rodovia pela qual a informação (texto, som, imagem) vai
andar em alta velocidade entre quaisquer computadores conectados à essa “rodovia”
(Gandelman, 2001).
Internet: Conglomerado de redes locais espalhadas pelo mundo, o que torna possível a
interligação entre os computadores. A internet é uma das melhores formas de pesquisa, de
fácil acesso e capacidade de assimilação do que é buscado. Em 2014 chegou-se a 2,4 bilhão
de pessoas conectadas. A internet serve como um dos principais meios de comunicação
inventados pelo homem. Com ela pode-se transmitir texto, fotos, vídeos, fazer ligações por
voz ou vídeo com pessoas do outro lado do mundo instantaneamente.
Ilustração 1: Principio de funcionamento da internet (Fonte: Amaral, 2004).
No núcleo da internet, as informações trafegam entre os computadores numa velocidade
extremamente alta. Para que os computadores por onde trafegam essas informações possam
suportar essa velocidade, eles devem ser muito poderosos e possuírem equipamentos de alta
tecnologia. Tais equipamentos são muito caros, impossibilitando assim que o usuário comum
possa tê-los. Desta forma, organizações montam uma estrutura de acesso à internet de alta
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velocidade e provêem a diversos usuários domésticos um acesso numa velocidade menor, ou
seja, com baixo custo. Tais organizações são denominadas provedores de acesso.
Um provedor de acesso, em outras palavras, é uma empresa, uma universidade ou
organização qualquer que fornece acesso à Internet a pessoas ou outras empresas.
Suponhamos um exemplo prático dado em sala de aula na cadeira de Informática Aplicada:
Digamos que você está num computador no laboratório no Centro de Informática, conectado à
internet do Centro de Informática, e gostaria de entrar no site do facebook. Você entra em
algum navegador (Google Chrome, Internet Explore, Mozilla Firefox) e digita
www.facebook.com. Assim que você aperta o enter, um “envelope” com o seu pedido de
entrar no facebook vai para o servidor do Centro de Informática, depois para o servidor da
Universidade Rovuma e, assim, vai passando de servidor pra servidor até chegar no servidor
do próprio facebook. No servidor do facebook, seu pedido vai ser analisado e ele mandará
uma resposta para o seu computador, e essa resposta é próprio site do facebook que você
queria entrar.
2.2. Historico da internet
A internet foi pensada na década de 60 com o objetivo de trocas e compartilhamento de
informações, voltadas para a pesquisa e fins militares. A partir da Segunda Guerra Mundial, o
interesse de vários países no desenvolvimento de computadores aumentou, já que essas
máquinas eram usadas para estratégias voltadas à guerra. Além disso, buscava se uma forma
rápida e segura de compartilhamento de informações. Aliado a este interesse militar, as
grandes universidades americanas começaram a se interessar também pelo assunto, visto que,
uma vez implementada, a internet seria extremamente útil para pesquisas e para colaboração
com pesquisadores de outros locais (BAGGIO, 2000).
Em 1969, a ARPANET (o nome que se dava naquela época à internet) foi colocada em
funcionamento. Ela interligava algumas grandes universidades americanas. Com o passar do
tempo e com o sucesso que a rede foi tendo, o número de adesões foi crescendo
continuamente. Como, nesta época, o computador era extremamente difícil de usar, somente
algumas instituições possuíam internet.
No entanto, com a elaboração de softwares e interfaces cada vez mais fáceis de serem
manipulados, as pessoas foram se encorajando a participar da rede. O grande atrativo da
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internet era a possibilidade de se trocar e compartilhar ideias, estudos e informações com
outras pessoas de qualquer lugar do mundo sem sair de casa.
Actualmente, passados pouco mais do que 30 anos desde a implementação da primeira rede
internet (a ARPANET), o mundo está bem diferente e a internet já faz parte da vida de muita
gente. Isto aconteceu, sobretudo por causa do advento dos navegadores (tipo o Netscape e o
Internet Explorer) e da rede mundial de computadores, a WWW (World Wide Web).
2.3. Estrutura da Internet
Cliente e Servidor
Pode-se dizer que, na internet, encontramos duas extremidades distintas associadas a
navegação e troca de dados e arquivos: o cliente e o servidor. A comunicação entre eles
ocorre através de protocolos, que podem ser descritos como a “linguagem” que os
computadores utilizam para se comunicar.
O cliente é compreendido como aquele que requisita uma determinada informação do
servidor, seja ela qual for, e aguarda pela resposta do mesmo. Ele pode estar conectado a mais
de um servidor ao mesmo tempo, tendo em vista que a prática mais comum na internet é a
navegação em diversos sites (através de browsers), e cada qual possui seu servidor.
Geralmente são máquinas com configurações comuns, em sua grande maioria utilizadas por
pessoas buscando a conexão de seu próprio lar e ambientes públicos ou através de um
conjunto de computadores em uma empresa onde a interactividade com a web é de vital
importância. O cliente vai receber a informação do servidor e esta será armazenada no cache
da máquina (com excessão de arquivos multimídia em streaming), permitindo a visualização
de um site, o uso de algum arquivo (brunomscampos, 2013).
O servidor representa a outra extremidade da conexão, pois são deles que partem as
informações que chegam aos clientes (cujos quais requisitam determinada informação a
principio). Eles esperam pelo pedido do cliente, que será atendido e respondido devidamente.
O servidor não precisa actuar directamente com o cliente, podendo interagir com o proxy (que
irá procura-lo em certas ocasiões a pedido do cliente para recolher informações que não estão
contidas em seu cache) que servirá de intermediário para que tudo chegue ao cliente
correctamente. Pode desempenhar mais de uma função ou ser usado unicamente para um
trabalho específico (servidor dedicado).
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TCP/IP
TCP (Transmission Control Protocol) é um protocolo relativo ao transporte de dados na
internet. Ele é utilizado para que haja a comunicação segura na rede, e permite controlar o
estado de transmissão entre os aparelhos que estão se comunicando, no caso o cliente
(máquina emissora, que pede a informação) e o servidor (máquina receptora), onde a
comunicação é feita nos dois sentidos. Pode-se dizer que permite o inicio e o fim de uma
comunicação de maneira “educada”.
IP (Internet Protocol) é um protocolo também ligado ao transporte de dados, sendo um dos
protocolos de maior importância na rede, decidindo quem será o destinatário da mensagem. É
o responsável pela comunicação de um computador com o outro. Ele usa um endereço
numérico (endereço IP) exclusivo para cada computador em uma rede. Entretanto, é um
protocolo que foi desenvolvido para não ser confiável.
Os protocolos TCP/IP foram os primeiros a serem definidos, e é hoje uma sequencia de
protocolos indispensável, tanto em redes comuns quanto na internet, já que a maioria das
LANs exige que ele seja utilizado. Enfim, são usados para garantir que os dados realmente
alcançarão seu destino e chegarão na ordem correta.
LAN, MAN e WAN
A LAN (Local Área Network ou Rede Local) se trata de um conjunto de computadores
conectados entre si, que trocam e compartilham informações. Com um alcance de no máximo
dez quilómetros, é formada normalmente por máquinas comuns, que possuem uma
configuração limitada, e pode variar de centenas a milhares de utilizadores, dependendo do
aspecto geográfico do local em que está actuando.
MAN (Metropolitan Area Network ou Rede de Área Metropolitana) é a denominação que se
da quando a área de cobertura da rede utilizada passa dos dez quilómetros. Essa rede abrange
um território maior, como cidades ou grandes municípios, e a interacção ocorre, como
exemplo, quando existem cedes da mesma empresa em bairros diferentes de grandes centros
urbanos.
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WAN (Wide Area Network ou Rede de longa distância) remete á conexão de máquinas numa
escala geográfica de grandes proporções, como países e continentes, ligando uma enorme
quantidade de LANs entre si. A internet é a maior WAN que já existiu.
Roteador
O objectivo do roteador é permitir que vários computadores distintos acessem uma
determinada rede. Ele permite que as máquinas troquem arquivos entre elas, organizando os
dados que irão trafegar entre as conexões e decidindo o melhor caminho para que isso
aconteça. Esse caminho nem sempre é o mais curto, mas deve ser o mais eficaz possível.
Pode-se definir melhor o roteador como um “encaminhador”.
Comutador
O comutador (ou switch) é um aparelho que liga os dados de um computador directamente a
outro, no que poderia der definido como um canal de comunicação exclusivo para as duas
máquinas. Faz com que as informações enviadas sejam recebidas apenas por um computador,
evitando a propagação desnecessária para outras máquinas, e optimizando o processo,
evitando a lentidão na troca de dados.
Proxy
O proxy é uma máquina que funciona como um intermediário entre redes locais e a internet,
sendo destinado em sua grande maioria para web. Ele funciona como se fosse um “prestador
de serviços” para o cliente, já que recebe o pedido da máquina local e por sua vez faz o
mesmo pedido na internet em seu lugar, recebendo depois a resposta do servidor e
repassando-a à máquina inicial.
Firewall
O firewall é usado para proteger um computador ou uma rede de computadores da invasão de
intrusos que podem estar presentes na internet, analisando o IP do computador que emite e do
computador que recebe um determinado pacote de dados, identificando esses pacotes,
direccionando-os para suas respectivas portas (cada porta tem seu tipo de arquivo especifico),
filtrando o que passa de uma rede para a outra, e permitindo que os computadores da LAN se
conectem. Ele é encontrado tanto na forma de programa (software) como na forma física
(hardware). O fluxo de entrada e saída de informações com a web pode ser controlado através
dele.
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2.4. Utilização da internet
A Internet provocou grandes impactos em unidades de informação, no que se refere às
actividades de ensino e pesquisa e isso tem causado grandes alterações no comportamento dos
usuários, que têm encontrado neste universo virtual, infinitas opções de produtos e serviços
conforme suas necessidades.
O uso da Internet vem sendo norteado por políticas de uso, que buscam, também, resguardar
as instituições ou empresas de questões legais, ou mesmo, controlar o uso desses recursos.
Essas políticas estão presentes tanto em ambientes empresariais como no meio académico e
nas bibliotecas. A questão de regulamentação do uso da Internet nas bibliotecas também tem
sido tema de ampla discussão, principalmente nos Estados Unidos (Sampaio et al, 2000).
Neste sentido, as bibliotecas vêm fazendo um trabalho de sensibilização quanto ao uso
adequado da Internet neste ambiente, no sentido de não acessá-la para outros fins que não
sejam a pesquisa científica ou académica. Evitando assim, o acesso à sites de entretenimento
como: jogos, bate-papo., envio de mensagens e outros. Segundo Sampaio (2000) cerca de
metade das bibliotecas académicas de médio porte dos Estados Unidos, adopta políticas
escritas sobre o uso da Internet.
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CAPITULO III: CONCLUSÃO E CONSIDERAÇÕES FINAIS
Considerando a Internet como um universo em produtos, serviços e informação, esta rede
mundial de computadores interligados passou a fazer parte do quotidiano das pessoas,
principalmente no meio académico.
A internet popularmente conhecida como rede mundial de computadores é considerada como
o meio de comunicação e informação instantânea fazendo com que milhares de pessoas
tenham acesso à informação desejada em tempo real. Nesta rede, não há fronteiras
geográficas, permitindo com isso a troca de informação com pessoas ou organizações a
qualquer momento e de qualquer lugar do mundo, desde que se tenha um computador
conectado à rede.
Os resultados obtidos ao longo da pesquisa revelam que a Internet é utilizada com bastante
frequência pelos académicos a nível mundial, tanto na academia quanto em suas residências.
Temos ainda que a Internet quando utilizada com muita frequência pode causar vício, sendo
diagnosticado quanto à frequência e tempo reservado para o acesso à internet.
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REFERÂNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
[1]. https://brunomscampos.wordpress.com/2013/03/05/as-estruturas-da-internet/
[2]. AMARAL, Sueli Angélica do. Marketing da informação na internet: ações de promoção.
Campo Grande: UNIDERP, 2004.
[3]. BAGGIO, Rodrigo. A sociedade da informação e a infoexclusão. Ciência da Informação.
Brasília, v.29,n.2, p.16-21,maio/ago.2000.
[4]. tecnologia.terra.com.br
[5]. http://pt.kioskea.net
[6]. http://pt.wikipedia.org
[7]. http://www.tecmundo.com.br
[8]. GANDELMAN, Henrique. De Gutemberg à Internet: direitos autorais na era digital. 4.
Rio de Janeiro: Record, 2001. 333 p.
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