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Relato de Estágio em Psicologia Clínica

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RELATO DE EXPERIÊNCIA SOBRE ESTÁGIO BÁSICO EM PSICOLOGIA

CLÍNICA - UBS

Joyce Martins Santos1


Iago Felix Mendes2
Danilo Marques da Silva Godinho 3

Resumo:O presente trabalho trata-se de um relato de experiência sobre as vivências


experimentadas no campo do Estágio Básico Supervisionado em Psicologia Clínica, frente à
realidade de duas Unidades Básicas de Saúde (UBS) para realização de acolhida terapêutica.
O objetivo do trabalho foi conhecer o campo de trabalho do psicólogo que atua no âmbito
clínico por meio de situações práticas. Foi apresentado o campo de formação da Psicologia
Clínica. Foram realizados acolhimentos com pacientes, bem como uma reflexão acerca dos
atravessamentos ético-políticos desta área de atuação. Foram observadas as orientações que
regem a estrutura da psicoterapia na Unidade Básica de Saúde. Tal experiência permitiu um
enriquecimento pessoal e profissional, bem como foi possível integrar o dia-a-dia enquanto
parte da equipe da UBS, resultando em um sentimento de motivação.

Palavras-chave: Saúde. Psicologia. Estágio.

INTRODUÇÃO

O presente trabalho tem por finalidade apresentar as vivências experimentadas no


campo do Estágio Básico Supervisionado em Psicologia Clínica, frente à realidade que foi
vivida e do contato enquanto acadêmicos. O campo para realização desse estágio foi
composto por duas instituições, sendo Unidades Básicas de Saúde: UBS Dr. Aureliano
Rodrigues Simão e UBS João Batista Paniago, ambas situadas em Mineiros-GO. A atuação
em unidades distintas permitiu uma analogia, sendo assim possível compartilhar questões,
angústias, assimilando as adversidades comuns nos dois campos do estágio realizado. Acima
de tudo, tendo cuidado para resguardar todas as questões que cabem o sigilo ético
profissional.

1
Acadêmica de Psicologia (joyce395412@[Link]). Estagiária 1
2
Acadêmico de Psicologia ([Link]@[Link]). Estagiário 2
3
Docente efetivo do Centro Universitário de Mineiros. UNIFIMES. Supervisor Docente da Disciplina do Estágio
Unidades Básicas de Sáude tratam-se de instituições públicas, regidas pelo Sistema
Único de Saúde, designadas para desenvolvimento de estratégias voltadas a saúde da família,
da mulher, da criança, somado as ações gerais no campo exercidas pelos Agentes
Comunitários de Saúde. Enfim, espera-se delas que sejam “Unidades/Equipes de Saúde da
Família como porta de entrada do Sistema e assegurar a assistência integral à saúde da
população”. (CONASS, 2003, p.140)
Sendo assim, no que se refere à saúde, inclui-se o Núcleo de Apoio à Saúde da
Família (NASF) na cidade de Mineiros-GO, onde se realizou o estágio, contando com
profissionais da Psicologia para atendimento das questões voltadas à saúde mental. O estágio
circunda as ações realizadas pelos programas desenvolvidos para atendimento da saúde
mental, tomando o viés da prática da psicologia clínica.
Partindo desse pressuposto, cabe pontuar que para a compreensão da experiência
vivenciada no âmbito desta modalidade clínica faz-se necessário levar em conta todo um
conjunto de variáveis que só se apresentaram efetivamente diante da prática proposta. Para
isso, também se exigiu uma fundamentação teórica prévia, para então conseguir dar o início a
essa construção nos campos a serem inseridos.
Entende-se que, a partir do momento em que se assume tal papel, ainda que passível
e compreensível que se ocorram falhas, faltas ou excessos, cabe um aprimoramento. Compete
também uma criativa forma para desenvolver mecanismos próprios que visam compor um
repertório profissional singular. Pois, a partir da experiência do estágio, é possível ir se
moldando, se construindo enquanto tipo de profissional a ser estabelecido pelo o que há de
vir. Porém, percebe-se a necessidade em se apoiar em um sistema ético, que prescreve
questões para nortear o perfil e as práticas de todo profissional, isto é, existem questões
mínimas a serem respeitadas ou seguidas, principalmente quando se depara com questões de
ordem pública, ou neste caso, da saúde humana.
Pois, do ponto de vista ético, segundo o documento oficial para orientação dos
profissionais dessa área, pode-se apresentar a descrição dos dois primeiros princípios
fundamentais:
I. O psicólogo baseará o seu trabalho no respeito e na promoção da liberdade, da
dignidade, da igualdade e da integridade do ser humano, apoiado nos valores que
embasam a Declaração Universal dos Direitos Humanos.

II. O psicólogo trabalhará visando promover a saúde e a qualidade de vida das pessoas
e das coletividades e contribuirá para a eliminação de quaisquer formas de
negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão. (CFP, 2005,
p. 7)

A partir disso, fazendo analogia com a compreensão do que já foi dito, cabe elucidar
que há uma necessária atitude do profissional que exerce prestação de serviço clínico
psicológico para com suas obrigações e, o consequente cumprir de um serviço capaz e
qualificado.

Isso se aplica, mais ainda, no viés da saúde pública em que aparecem outros
regulamentos que atravessam os eixos para exercício do atendimento psicológico, afinal
determina-se, por exemplo, pela legislação brasileira que rege o Sistema Único de Saúde
(SUS) a importância de práticas que respeitem e corroboram para um serviço de assistência à
saúde mental mais humanizado.

METODOLOGIA

O estágio foi realizado em duas UBS, na cidade de Mineiros-GO, na área da saúde


pública, com ênfase no campo da psicologia clínica, em atendimento à disciplina obrigatória
para formação em Psicologia na UNIFIMES. Os campos em questão detém a predominância
de quadros e/ou sujeitos encaminhados com demanda de acolhimento psicológico. O estágio
perpassou frente às seguintes ações e/ou intervenções/observações: Acolhimento, atendimento
e Visitas em domicílio.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Dando seguimento ao percurso do estágio, quando de fato as instruções relacionadas


aos procedimentos burocráticos foram concluídas sob a supervisão do professor responsável,
foi possível deparar então com a ansiedade por conhecer o campo direcionado. Além da
supervisão docente, tivemos também supervisores técnicos, ou seja, dois profissionais
psicólogos que atuam nas UBSs – Aureliano Rodrigues Simão e João Batista Paniago – e
orientaram as atividades nos campos de estágio, creditando aos estagiários a responsabilidade
de adentrar, cuidar e acolher os pacientes.
No momento da apresentação junto às psicólogas supervisoras técnicas foi possível
compreender melhor o processo que leva à necessidade de ter um maior número de mão de
obra para atendimento das questões que demandam auxílio psicológico nas Unidades básicas
de saúde (UBS). Pois, pelo que se percebe há uma grande demanda de encaminhamentos para
o atendimento psicológico, seja para realizar um acolhimento ou
encaminhamento/intervenção. Sendo que, as psicólogas também participam de muitas outras
atividades, como, por exemplo, visitas domiciliares e reuniões para avaliação entre outras
demandas.
Assim sendo, considera-se louvável a oportunidade para essa parceria com as
instituições, afinal enriquece o currículo dos acadêmicos, em contrapartida auxilia na
prestação de serviço público para um melhor atendimento de toda a demanda. Isso demonstra
um característico investimento para o bem-estar da população no âmbito da saúde mental. Foi
possível também, compreender os objetivos cabíveis para esse estágio nas regiões em que
atuamos.

Inclusive, ainda que tenhamos compreendido como positivo o espaço físico e


acolhimento por parte da equipe local onde foram realizados os atendimentos deparamos com
uma outra angústia em ter que realizar, conforme foi solicitado, uma escuta qualificada e
continuada com cada paciente direcionado. Afinal, como havia sido proposto inicialmente, o
objetivo do estágio incluiria no descritivo das atividades, apenas triagem e acolhimento.
Podemos perceber então que os objetivos não são totalmente dados a priori, uma vez que ao
adentrar nas instituições novas necessidades são encontradas, sendo necessária a
reformulação da forma de atuação.

Também é relevante pontuar que a psicologia (ou as psicologias) clínica(s)


existente(s), das quais já tivemos acesso até o dado momento através da graduação,
compreendem antes de tudo, um sentido que realmente visa proporcionar ao sujeito espaço
para escuta, da mesma forma visa proteger e auxiliar o paciente na (re)construção do seu eu,
na valorização da vida, na promoção e prevenção da sua saúde mental.
Sendo assim, independente do que era orientado pela supervisão, ao estar frente aos
pacientes percebíamos que a responsabilidade nos colocava frente ao desafio de oferecer a
cada um, o que fosse necessário, de modo a pensar cada caso de forma singular.
Em relação ao fluxograma de trabalho, funciona da seguinte forma: eram realizadas,
aproximadamente, de 4 e 5 encontros com as pacientes, sendo que estas eram encaminhadas
por meio da avaliação inicial do médico clínico, seguido da avaliação da equipe geral, onde
determinam o encaminhamento para acolhimento psicológico. Portanto, um atendimento
inicial das pacientes em relação à queixa já havia sido realizado, bem como avaliado pela
equipe.
Porém nós, enquanto estagiários não tínhamos acesso ao prontuário para
conhecimento prévio dos casos/queixas que já haviam sido dialogados. Logo, compreende-se
um maior período de tempo para resolução dos conflitos junto as pacientes, tendo em vista
que necessitavam relatar novamente e mais detalhado suas queixas para promoção desse
acolhimento, de uma escuta qualificada em prol de seu bem-estar psicossocial.
A prevalência dos encaminhamentos é de pacientes do sexo feminino, isso inclusive,
foi um fato marcante na nossa experiência. Caberia aqui uma investigação aprofundada, mas,
hipoteticamente compreende-se serem possíveis ao menos duas possibilidades, sendo a
primeira, a probabilidade de que haja uma maior resistência por parte dos homens em queixar-
se daquilo que se relaciona à saúde mental, talvez, por questões socioculturais. Ou senão, a
segunda, de que realmente o adoecimento mental acomete mais as mulheres.
Ligado a isso, percebemos, diante de cada escuta realizada, uma evidente rigidez
quanto à aceitação da condição do adoecer psíquico, ao que parece ainda é desconhecido a
necessidade do cuidado quanto à saúde mental, pois ainda há muitos estigmas. Porém, nos
surpreendemos quanto aos recursos e investimentos que se têm na prestação do serviço de
saúde pública no que inclui a psicologia como parte do conjunto que promove saúde na cidade
em geral.
Outra variável observada é a de que o perfil predominante das pacientes que foram
direcionadas quanto a condição socioeconômica e familiar, em sua grande maioria
demonstrava ser estável. Podendo considerar que esse dado é relevante na questão protetiva
do indivíduo, afinal ameniza possíveis fatores de risco além daqueles que compõe o adoecer
psíquico.
Compreendemos que, qualquer sujeito em sofrimento já tem, pelo adoecer em si,
vários aspectos que podem contribuir ou desfavorecer no modo como sentem ou agem frente
a situações estressoras, traumas, luto, entre outros. E, entre esses aspectos que podem se
apresentar como fator protetivo ou de risco para o sujeito, verificam-se diversos fatores, tais
como a condição econômica, social e familiar.
As pacientes que nos foram encaminhadas, em sua maioria, compareceram sempre
conforme os horários definidos para o atendimento, bem como desmonstravam-se dispostas a
relatar suas angústias na busca por uma melhora. Por outro lado, uma minoria confirmava o
agendamento, porém não comparecia. Isso por si só, já demonstra que o sucesso do serviço
psicológico é muito mais do paciente do que do terapeuta, pois se não há uma entrega e uma
participação efetiva daquele que demanda assistência, de nada adianta.
Cabe pontuar que, em cada caso atendido havia um receio de nossa parte, talvez uma
forma equivocada de pensar pessimista. Mas, ao longo dos encontros percebia-se que estar ali,
no papel de terapeutas (estagiários), apesar de exigir maturidade e qualificação, implica em
uma questão, uma decisão pessoal em “ser” e “estar” efetivamente presente, intervindo junto
ao paciente.
Borges, Cassas & Cols assinalam, de forma muito apropriada, que as ferramentas
primordiais no primeiro atendimento se dão simplesmente pela escuta e pelo olhar sensíveis
ao que se manifesta no setting terapêutico. Ou seja, nesse momento inicial, nenhum conceito,
técnica sofisticada ou forma engessada consegue abarcar inteiramente o que se passa,
exigindo abertura e disponibilidade, a fim de tentar adaptar-se ao que for demandado.
Enfim, entende-se diante de tal experiência o quanto a prática é complexa.
Portanto, o exercício do estágio exige, além de um embasamento teórico, que se busque ser o
mais autêntico possível. Pois, somente assim consegue-se estabelecer relações mais seguras e
resultados mais satisfatórios. Acreditamos que o receio, a insegurança e as angústias são parte
do processo, afinal trata-se da primeira experiência prática frente a um serviço que lida com
os conflitos e adversidades do universo do outro, tão desconhecido para nós, pelo menos
inicialmente.

Sendo particular cada caso, foi possível dialogar com conflitos que se estendiam,
por exemplo, com a dor da perda de um filho, com a fobia de origem desconhecida, a
depressão a partir de uma doença cardíaca grave, conflitos característicos da adolescência,
mas ainda pouco aceitáveis pela mãe, possível caso com diagnóstico de transtorno do pânico,
dentre outros.
Buscou-se tornar consciente para as pacientes tudo que fosse possível em
relação ao determinantes em suas vidas, não apenas seus medos, angústias e conflitos. Levar
em conta junto a elas, bem como pelo o que elas mesmas apontavam, que existem outras
formas de se perceber, de olhar para si, de olhar para o próprio conflito. E isso foi muito
importante para que alcançassem um dado estado de equilíbrio que procuravam.

Então, gradualmente as pacientes demonstravam melhora, algumas verbalizaram a


importância daquela escuta e acolhimento para aliviar as questões que vinham lhes causando
muito desconforto. Entende-se, como diz Calligaris (2004, p. 7), que “o psicoterapeuta não
deve esperar a gratidão de seus pacientes.” Contudo, sermos reconhecidos é muito valioso,
principalmente devido à insegurança que permeia os primeiros atendimentos.
Um episódio relacionado a esse contexto marcou o percurso do estágio. Em um dos
atendimentos realizado na UBS Aureliano, quando ao final da sessão a paciente que
apresentava o humor bastante entristecido, ideações suicidas, além de estar vivenciando um
problema cardíaco grave, solicitou um abraço e verbalizou o quão importante estava sendo o
acolhimento psicológico nesse processo para ela, demonstrando sua gratidão. Não que fosse
preciso isso para diminuir a insegurança, mas pela imaturidade profissional, soa positivo ter
uma resposta que evidencia que se está no caminho certo.
Mas, aqui vale todo um cuidado para que deixe sempre claro a importância de
construir uma confiança nessas relações que respeite os limites para que cada paciente consiga
por si só ser ativo no seu processo de cura. Assim como elucida Calligaris (2004), nenhum
profissional da psicologia clínica pode buscar a dependência do seu paciente. Para isso, cabe
uma prática que priorize conhecimento do todo, conhecimento de si mesmo, construção pela
experiência e supervisão.
Findando, em relação ao fato de compormos uma equipe multiprofissional de
trabalho nas UBSs, estivemos muito motivados durante o percurso de estágio, bem como
fomos acolhidos de forma integral. A equipe como um todo, desde as recepcionistas até a
chefe, propiciaram para que realmente nos sentíssemos parte de um coletivo.
É de suma importância nós estagiários estarmos engajados com as equipes dos
campos de atuação, pois devemos nos ver e sermos vistos como parte da equipe, tornando os
momentos na instituição produtivos e enriquecedores, buscando evitar desencontros e
desentendimentos.
Para isso, acreditamos que houve um empenho por conquistar esse espaço
através da cordialidade e da empatia, a ponto de tornar claro nosso papel naquele contexto.
Além disso, procuramos desenvolver uma ética profissional pautada pelo respeito para com
tudo e com todos.
Percebe-se que as UBSs mantém parcerias com outras áreas além da psicologia, para
aplicação de estudos acadêmicos, como é o caso do curso de medicina. E, acredita-se ser de
suma importância esse convênio com as instituições em geral, sobretudo porque essa
oportunidade enriquece muito o perfil dos acadêmicos. Portanto, esperamos que essa parceria
do curso de psicologia da Unifimes tenha continuidade neste sentido.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Salientamos a importância dessas experiências, a prática e a teoria não apenas se


somando, mas se relacionando constantemente, sendo necessário sim um aparato teórico, mas
também a capacidade de criar e moldar a atuação, devido à imprevisibilidade das relações
humanas comuns a esse contexto da saúde pública.
Nesse sentido, a teoria, o que se é proposto a priori, muitas vezes nos sai, exigindo que
nos adaptemos à realidade prática. Pensamos que nosso papel como estagiários deve ser de
conhecedores, mas também de transformadores do campo, para que assim ambas as partes
possam desfrutar de maneira produtiva desse período e de seus efeitos.
O contexto das Unidades Básicas de Saúde apresenta-se como campo de extrema
riqueza e particularidades para a vivência da prática clínica em Psicologia. Cumpre destacar
que o Município de Mineiros constitui-se com um quadro de profissionais efetivos que,
proporcionam um hábil trabalho em campo.
Todavia, se faz importante ressaltar que mesmo existindo profissionais contratados
capazes de atender as demandas, o convênio com instituições amplifica o acesso, bem como
atendimento de muitas questões emergentes relacionado à saúde da geral da população.

REFERÊNCIAS

BORGES, Nicodemos B.; CASSAS, Fernando A. CLÍNICA ANALÍTICO-


COMPORTAMENTAL: aspectos teóricos e práticos. Porto Alegre: Artmed, 2012.
BRASIL. Conselho Nacional de Secretários de Saúde. PARA ENTENDER A GESTÃO DO
SUS / CONSELHO NACIONAL DE SECRETÁRIOS DE SAÚDE. - Brasília : CONASS,
2003.

CALLIGARIS, Contardo. CARTAS A UM JOVEM TERAPEUTA: reflexões para


psicoterapeutas, aspirantes e curiosos. Rio de Janeiro: Campus; 2004.

PSICOLOGIA, Conselho Federal. Art. 1º, de 21 de julho de 2005. Aprova o CÓDIGO DE


ÉTICA PROFISSIONAL DO PSICÓLOGO. Brasília: CFP, 2005. Disponível em:
< [Link] Acesso
em: 31 Mar. 2019.

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