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Resumo 2 Teste

Este documento descreve a história e conceitos fundamentais da ecologia como ciência, incluindo definições iniciais, níveis de organização, componentes e funções dos ecossistemas, fatores ambientais, relações ecológicas, transferência de energia e ciclos biogeoquímicos.
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Este documento descreve a história e conceitos fundamentais da ecologia como ciência, incluindo definições iniciais, níveis de organização, componentes e funções dos ecossistemas, fatores ambientais, relações ecológicas, transferência de energia e ciclos biogeoquímicos.
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HISTÓRIA DA ECOLOGIA COMO CIÊNCIA

A ciência da ecologia foi bastante influenciada pela tradição dos historiadores naturais dos séculos
XVIII e XIX, como Buffon, Lineu, Darwin, Wallace, Humboldt, entre muitos outros. Nesse mesmo
período, surgiram também obras que tiveram grande impacto na formação da Ecologia, como os
trabalhos de Malthus sobre crescimento populacional, Aristóteles e Hipócrates. Aristóteles era um
verdadeiro naturalista, mas foi seu sucessor, Theophrastus, quem começou o estudo sistemático e
formal do ambiente.
DEFINIÇÕES E CONCEITOS
Com o desenvolvimento da ciência da Ecologia, surgiram muitas definições.
Em 1927, Charles Elton: história natural científica.
Em 1935, Arthur G. Tansley cunhou o termo ecossistema para incluir os organismos e todos os
fatores abióticos do habitat.
Em 1942, Raymond Lindeman introduziu a ideia do ecossistema como um sistema transformador de
energia e forneceu uma notação formal para o fluxo nos níveis tróficos e eficiência ecológica.
Na década de 1950, Eugene Odum definiu a ecologia como o estudo das relações dos organismos ou
grupos de organismos com o seu ambiente, ou a ciência das inter-relações que ligam os organismos
vivos ao seu ambiente.
O termo “Ecologia” é atribuído ao biólogo alemão Ernst Haeckel (1834 - 1919), em 1869.
Segundo Haeckel, a ecologia é o estudo científico das interações entre organismos e seus ambientes
orgânico e inorgânico.
A palavra é derivada dos termos gregos “Oikos”, significando “casa” ou “lugar onde se vive”, e
“logos”, significando “estudo”. Assim, a Ecologia pode ser compreendida como o estudo do “lugar
onde se vive”.
NÍVEIS DE ORGANIZAÇÃO
Uma das maneiras de delimitar a Ecologia é considerá-la em termos do conceito de níveis de
organização.
Os termos gene, célula, tecido, órgão, organismo, população e comunidade são amplamente
utilizados para os principais níveis bióticos, apresentados em um arranjo hierárquico, do menor para o
maior porém a ecologia inicia no nível de organismo até ao Bioma.
Organismo é a unidade mais fundamental da ecologia, o sistema ecológico elementar.
População é um conjunto de indivíduos que compartilham uma determinada área geográfica, com uma
alta probabilidade de cruzamentos entre si.
Comunidade assim como as populações possuem atributos que transcendem aos dos indivíduos que as
compõem, as comunidades possuem estrutura trófica, fluxo de energia, diversidade de
espécies,processos de sucessão, entre outros componentes e propriedades.
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Ecossistema é a unidade fundamental da organização ecológica, onde ocorre a reciclagem de matéria e


o fluxo de energia.
Biomas são comunidades maiores de animais e plantas, características de determinadas regiões
geográficas e condicionadas por condições climáticas ou edáficas amplas.
Componentes e funções do ecossistema
Para fins descritivos, os componentes do ecossistema são:
 substâncias inorgânicas, envolvidas nos ciclos de materiais (carbono, nitrogênio, gás carbônico,
água, entre outras);

 compostos orgânicos, que ligam o biótico ao abiótico (proteínas, hidratos de carbono, lipídeos,
entre outros);

 regime climático e outros fatores físicos e químicos, incluindo temperatura, acidez ou


alcalinidade (pH), luminosidade,pressão atmosférica, entre outros. E a sua função está na
reciclagem de matéria e o fluxo de energia.

FACTORES AMBIENTAIS
Vários fatores influenciam a distribuição, a sobrevivência, o crescimento e a reprodução dos
organismos, entre eles, as condições e os recursos.

Condições são fatores abióticos, físico-químicos, aos quais os organismos respondem e que podem ser
modificados por eles e não são consumidas e nem esgotadas, sendo assim, não há competição pelas
mesmas.
Recursos são fatores requeridos pelos organismos, os quais, uma vez utilizados, tornam-se menos
disponíveis para outros organismos e geram competição entre os organismos.
Factores limitantes
Factor limitante é qualquer factor (recurso ou condição; biótico ou abiótico) que comprometa o
desempenho biológico de um organismo.
Temperatura controla as actividades sazonais e diárias de vegetais e animais, junto com ela a
luminosidde, umidade e marés.
Luz para além de ser um fator limitante constitui um fator vital facilitando a visão dos animais
Água estabelecem as estações seca e humida.
LEI DE LIEBIG
A Lei de Liebig, 1843 ou Lei Mínimo diz que: “Sob condições de estado constante, o nutriente
presente em menor quantidade (concentração próxima à mínima necessária) tende a ter efeito limitante
sobre o organismo”.
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LEI DE TOLERÂNCIA (SHELFORD,1913)


A Lei do Máximo ou Lei de Tolerância diz que: “Para cada espécie, existem amplitudes de tolerância
(com limites mínimos e máximos) aos fatores ecológicos, dentro das quais sua existência é possível.”
RELAÇÕES ECOLÓGICAS
Relações ecológicas são as interações que ocorrem entre os seres vivos dentro dos ecossistemas. Essas
relações podem ocorrer entre indivíduos de uma mesma espécie (relações intraespecíficas) ou de
espécies diferentes(relações interespecíficas). As relações ecológicas podem ser classificadas como
harmônicas ou desarmônicas.
Relações harmônicas: quando traz benefícios a todos os envolvidos
Relações desarmônicas: quando causa prejuízo para algum dos envolvidos
Tipos de relações ecológicas
Relações intraespecíficas
Sociedade relação ecologica de individuos da mesma espécie apresentando uma divisão de trabalhos
entre eles e traz benefícios a todos os envolvidos. É relação harmônica
Colônia relação ecologica de individuos da mesma espécie podem apresentar ou não divisão de
trabalho e traz benefícios a todos os envolvidos. Também relação harmônica.
Competição relação ecológica de indivíduos de uma mesma espécie em que entram em disputa por
recursos que são limitados. É relação desarmônica.
Canibalismo um indivíduo alimenta-se de outro da mesma espécie. Relação desarmônica.
Relações interespecíficas
Comensalismo relação de especies diferentes onde apenas uma das espécies é beneficiada, mas sem
causar prejuízo à outra. Relação harmônica.
Amensalismo relação de especies diferentes, um indivíduo secreta substâncias que inibe impedem
desenvolvimento de outro. Relação desarmônica.
Parasitismo relação de especies diferentes, um dos indivíduos (parasita) retira do organismo de outro
(hospedeiro) nutrientes para sua sobrevivência. Relação desarmônica.
Predação relação de especies diferentes que um indivíduo mata o de outra espécie para alimentar-se. É
relação desarmônica.
Competição relação de especies diferentes, os indivíduos podem entrar em disputa por recursos que
são limitados. É relação desarmônica.
TRANSFERÊNCIA DE ENERGIA NOS ECOSSISTEMAS
Fluxo de energia é percurso de material e energia que se inicia sempre com seres produtores e termina
nos decompositores.
Alimentação absorção de nutrientes e energia;
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Produtores- consumidores e decompositores;


Eficiências de assimilação da material orgânica aquilo que é aproveitado no fluxo energético (10%).
Eficiência de consumo e eficiência de produção.
Nivel trófico a ordem em a energia flui numa determinada cadeia alimentar.
Biomassa é o total de material orgânica de origem animal ou vegetal usada na produção de energia
Pirâmide de biomassa representa a quantidade de material orgânica presente no organismo dos
components de cada nivel trófico, e esta representa o fluxo de energia entre os niveis troficos dentro
das cadeias alimentares.
Produtividade
Nesta ordem de ideias, especificando a componente alimentação ou nutrição, vemos que existem os que
produzem o seu próprio alimento (autotroficos) e os que consomem o que foi produzido
(heterotroficos).
A fotossíntese é o processo primoldial pelo qual ocorre a produção de alimento (energia), para todos os
ecossistemas.
Produção primária e a quantidade total de material organica produzida pelos produtores primarios
Produção secundária e a quantidade de material orgânica ingerida pelos consumidores
Produtividade primária e a taxa de produção primaria num determinado tempo e espaço
Produtividade secundária e a taxa de material orgânica assimilada pelos consumidores primaries num
determinado periodo de tempo e espaço.
Tanto a produção primária quanto a produtividade primária são expressas em unidades de energia.
A taxa de matéria orgânica total fixada na produção primária pela fotossíntese é conhecida
como produtividade primária bruta (PPB). Assim, a produtividade primária bruta de um
ecossistema corresponde ao total de biomassa ou matéria orgânica produzida pelos produtores
primários por unidade de tempo e espaço.
PPB=PPL+R
Para manter e sustentar suas taxas metabólicas, os produtores primários consomem parte da própria
energia produzida durante a fotossíntese em um processo conhecido como respiração
Assim, somente parte da matéria orgânica produzida é disponibilizada para transferência a organismos
consumidores. Logo, a biomassa do produtor primário contém menos energia que a total assimilada na
produção. Esta energia disponível para níveis tróficos superiores na cadeia alimentar, em determinado
espaço e tempo, é chamada de produtividade primária líquida (PPL).
PPLíquida = PPBruta – Taxa de Respiração
CICLOS BIOGEOQUÍMICOS
Bio= vida; Geo= terra; química “substâncias orgânicas”.
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Logo, podemos entender como a circulação de substâncias químicas entre os seres vivos.
Ciclo da água

A água cicla no ambiente, passando por diversos estados da matéria, do sólido ao gasoso,
possibilitando sua ampla distribuição no planeta, assim como sua conservação quantitativa de
modo geral. O ciclo da água inicia pela evaporação e termina na transpiração. A água em estado
líquido sofre constante evaporação e penetra na atmosfera em forma de vapor. A volta ao estado
líquido se dá por meio de precipitações, como a chuva, a neve e o granizo (pequenos pedaços de
gelo). Através de um escoamento superficial, a água pode formar rios e lagos, e voltar para o
oceano.

Tipos de ciclo da água

Ciclo curto ou pequeno – que ocorre pela evaporação da água dos oceanos, rio,
mares e lagos em sua volta à superfície da Terra através de chuva e neve.

Ciclo longo ou grande – aquele que a água passa pelo corpo dos seres vivos antesde voltar para o
ambiente

Etapas do ciclo de água

Sol é a principal e mais abundante fonte de energia primária disponível na superfície


terrestre. O calor irradiado por ele é o combustível que propicia a manutenção do ciclo hidrológico.

Absorção pelas plantas Parte da água presente no solo poderá ser absorvida pelas plantas.

Captação de água subterrânea – poços Esta etapa não faz naturalmente parte do ciclo

Infiltração parte da água infiltra através do solo até as camadas de um lençol


freático.

Evaporação ao longo do dia o sol esquenta a água superficial dos rios, lagos e oceanos,
assim como a água presente no solo, transformando–a vagarosamente no estado gasoso (vapor).

Condensação Quando o vapor de água se eleva na atmosfera encontrando camadas mais frias
se condensa formando as nuvens.

Precipitação Nesta etapa ocorre a precipitação (queda) da água sob a forma de chuva, neve,
granizo ou virga.

Transpiração A transpiração é um processo semelhante a evaporação, ou seja, a água líquida


tornando–se vapor, entretanto, este ocorre nos seres vivos (terrestres).

Ciclo do carbono
Ciclo Biogeoquímico do carbono está relacionado com as diversas transformações que o carbono sofre
ao longo do tempo.
Categorias do ciclo do carbono
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Geológico escala de grande tempo( minerais, rochas, oceano e atmosfera)


Biológico escala de pequeno tempo (Fotossíntese, respiração e decomposição)
Ciclo do nitrogênio
O fluxo de nitrogênio das comunidades terrestres para as comunidades aquáticas se dá por meio dos
rios. Apesar desse fluxo ser de magnitude pequena, ele é importante, pois devemos considerar que o
nitrogênio, junto com o fósforo, são os dois principais nutrientes que limitam o crescimento das
plantas. Ocorre também uma perda anual de nitrogênio para os sedimentos oceânicos.

Etapas do Ciclo de Nitrogênio


Fixação a transformação do gás nitrogénio (N2) em substancias como a amónia e o nitrato

Amonificação uma parte da amónia do solo origina-se da fixação do nitrogénio. Outra parte é formada
a partir de decomposição das proteínas, dos ácidos nucléicos e dos resíduos nitrogenados presentes em
cadáveres e excretas.
Nitrificação fenómeno da transformação de amoníaco em nitrato. Processo que ocorre em duas etapas:
Nitrosação e Nitratarão
Desnitrificação no solo, além das bactérias de nitrificação, existem outros tipos de bactérias, como a
Pseudomonas denitrificanas.
Ciclo do enxofre
Ciclo do enxofre é o processo pelo qual o enxofre é transformado pelos seres vivos, como animais e
plantas, e outros processos químicos.
O ciclo do enxofre pode ser didaticamente iniciado com o enxofre elementar (S), insolúvel contido no
solo e nas rochas.
Na natureza, o enxofre é encontrado nas rochas e vulcões - sendo este o local de armazenamento do
elemento, embora possa ser encontrado também na atmosfera, como dióxido de enxofre
Impactos negativos do enxofre(s)
Chuvas ácidas as chuvas ácidas, por possuírem pH inferior a 4, trazem desastrosas consequências para
o meio ambiente.
Ciclo de fosforo
O ciclo do fósforo é um ciclo biogeoquímico sedimentar intimamente relacionado ao
ciclo da água, carbono, cálcio, ferro e alumínio. É chamado de sedimentar porque a
maioria de suas reservas está em sedimentos marinhos e rochas fosfáticas na crosta
terrestre.

Etapas do ciclo de fósforo

Biológico:começa quando os fosfatos absorvidos pelas plantas ou pelo fitoplâncton formam proteínas
e outras moléculas vitais.

Geológico: as reservas de fósforo mais importantes nesta fase do ciclo são


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encontradas nos sedimentos marinhos e no solo.

Hidrológico: o estágio hidrológico do ciclo do fósforo mantém uma troca


permanente com o continente e com os organismos que habitam o mundo aquático.
A maior quantidade de fósforo é encontrada nas águas profundas do oceano como
fosfato dissolvido.

SUCESSÕES ECOLÓGICAS
Sucessões ecológicas é um processo gradativo de colonização de um ambiente, em que a composição
das comunidades vai se alterando ao longo do tempo.
Tipos de sucessões ecológicas
Sucessão primária tem início em uma área antes desabitada;

Sucessão secundária ocorre em locais que já foram anteriormente ocupados por uma comunidade
biológica.
Sistemas ecológicos da biosfera
Terrestres:
Florestas: elementos marcantes na fisionomia as árvores, podendo ser muito ricas tanto em espécies
vegetais como em formas de vida, a considerar além das árvores também os arbustos, ervas, lianas ou
cipós e as epífitas.
Tipos de florestas
Savana, estepe,pantanal, mangal e deserto
Importância
A floresta se apresenta com maior diversidade de número de espécies, com várias formas de vida
(epífitas, lianas, ervas, arbustos e árvores),as árvores de uma floresta protegem o solo do impacto direto
da água.
Mangais: é o termo usado para caracterizar uma variedade de comunidades costeiras da zona tropical e
subtropical e são conceituados como comunidades vegetais que colonizam as lagoas costeiras, os
estuários e as depressões dos deltas.
Importância:
 Protegem a costa contra ventos, ciclones, inundações
 Mantêm boa qualidade das águas costeiras (turbidez e poluentes)
 Zona de elevada diversidade marinha e viveiros de peixes e crustáceos, etc...
Marinhos:
Estuarios é um corpo de água costeira semi-aberto à comunicação com o mar, no qual água do mar se
mistura física e quimicamente com água doce proviniente da dreinagem fluvial, em regime estuarino.
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Tipos de Estuários
 Vales fluviais;
 Fiordes de degelo de vale fluvio-glaciares;
 Estuário de barra costeira;
 Estuários de caleira tectónica.
Importância
Contituem o habitat natural de aves, mamíferos e a peixes
Aquáticos:
Rios são cursos de água que apresentam correntes de água doce
Partes de um rio
Nascente, foz, curso, margens, leito, afluente, subafluente, confluencia, talvegue, meandro, montante e
jusante.
Importância
Consumo humano, actividades industriais, irrigação dos campos, transporte hidroviario e geração de
energia.
Lagos são fruto de uma depressão produzida na superfície da terra, de forma natural ou artificial, os
quais se encontram preenchidos por água confinada.
Importância
A qualidade da água de um lago, seja ele natural ou artificial, está relacionada ao uso desejável a ser
dado a esse reservatório.
ECOLOGIA DAS POPULAÇÕES
População: é conjunto de indivíduos da mesma espécies que apresentam grande dispersão geográfica e
estão fisicamente separadas.
Indicadores demograficos
Taxa de Natalidade corresponde ao número de indivíduo que nascem em determinado tempo.
Taxa de mortalidade corresponde ao número de óbitos verificados num determinado tempo.
Imigração corresponde ao número de indivíduos que entram num determinado país.
Emigração corresponde ao número de indivíduos que saem de um determinado país.
Acréscimos: natalidade e imigração
Decréscimos: mortalidade e emigração
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Crescimento populacional

Crescimento populacional absoluto: TCPAbsoluto¿n⁰ individf-n⁰ individix100%

Tempo

Crescimento populacional absoluto: TCPRelativo¿(n° individf −n °individi)x100%


n ° individ

Tempo

Densidade Populacional
Número de indivíduos ou a biomassa da população por unidade de área ou volume
D=n⁰ indivíduos para eco. Terrestres
área
D=n⁰ indivíduos para eco. Marinhos
àrea∕volume
MÉTODOS DE AMOSTRAGEM
Transectos métodos baseados em monitoramentos ao longo do tempo ( para vegetais)
Métodos de captura e recaptura: envolve a amostragem de marcação e uma amostragem de recaptura e
pode ser feita tanto com plantas como com animais. É conhecido também como método Lincoln &
Petersen.
Assim, para calcular o tamanho da população (N) esse método conta com três parâmetros:
M = número de indivíduos marcados na primeira amostragem;
C = número de indivíduos capturados na segunda amostragem;
R = número de indivíduos com marcas na segunda
amostragem.
Podemos então compor uma fórmula que envolve todos esses parâmetros:
N=C/ R , logo, N=( C x M)/ R CURVAS DE SOBREVIVÊNCIAS
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O HOMEM E O AMBIENTE
Ambiente e o conjunto de condições que envolvem e sustentam os seres vivos na biosfera envolvendo
o clima, solo, agua, e os organismos.
Relação do homem e o meio ambiente
O homem é o principal que faz a desastres antropicos
Desastres antropicos: o homem interfere na poluição ar, mar, esgotos(monte de lixo), solo, poluição
sonora( escalonação da baleia).
Desastres naturais: são fenômenos naturais que impactam diretamente a sociedade humana de
maneira negativa.
Os desastres naturais podem ser de ordem:

 Desastres geológicos: Terremotos


 Desastres hidrológicos: Inundações
 Desastres meteorológicos: Ciclones
 Desastres climatológicos: Seca
 Desastres biológicos: Epidemias
Leis de proteção do ambiente
 Lei de Áreas de Conservação: estabelece as regras para a criação e gestão de áreas de conservação
em território moçambicano;
 Lei de Pesca: regula as atividades de pesca;
 Lei de Proteção da Fauna Bravia: proíbe a caça de espécies de animais silvestres;
 Lei de Proteção da Flora estabelece as normas para a conservação e proteção das espécies vegetais;
 Lei de Águas: regula o uso e a gestão dos recursos hídricos.

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