Antropometria: Avaliação da Composição Corporal
Antropometria: Avaliação da Composição Corporal
j o l
P u
au
l a IRA
P E
R
n a P P E
A A P
to o A
i t u i ç ã L IN
t ut r O
I ns n A R
d o e m C o m
d e o L A il.c
a i n U a
r ied e ns P A gm
rop d e a ra 2 @
P tr o o p p e
e n d i na
C n cia rol
c e L E c a
i a
L VA paul
DO ail:
m
E-
INTRODUÇÃO
O QUE É ANTROPOMETRIA?
y
É um método utilizado para avaliar a composição corporal a partir das principais
b
j o l
medidas de superfície: espessura de dobras cutâneas, circunferências ou diâmetros dos
u
segmentos corporais, amplitude óssea e o comprimento dos segmentos corporais, além
P
la RA
da massa e altura. Através da sua aplicação pode-se observar as alterações nas medidas
au I
corporais referentes a prática de exercício físico e alimentação.
P E
a
O acompanhamento do resultadonpode ser feito P P através EdaRobservação da
A A P
t
comparação das medidas feitas no paciente o em o
um N
determinadoA período ou através da
u ç ã I
s tit
aplicação desses números em protocolos afim
u t ri de estimarOaLquantidade de massa magra,
Ingordura, entre
massa gorda e massa livre de
o n outros.AR
d e m C o m
d e o L A il.c
a i n U a
ied
DOBRAS CUTÂNEAS
r e ns P A g m
oÉpconsiderada
d a
e um dosarmétodos @ de gordura corporal mais
r
P na tárea o p
de mensuração
e 2
utilizado
n r clínica,osendo o mais empregado a p para obtenção de informação
relacionada d
e à quantidade
ia de gordura e sua in
ldistribuição no organismo. Esse método
C c o
avalia a densidade
c e n corporal,E determinando,
L c ar principalmente, o montante de gordura
i opçãoAbarata, nãolainvasiva e de fácil aplicabilidade. Sua realização,
corporal. ÉLuma
V
contudo, requer treinamento a u
prolongado e supervisão para que se obtenham
O : p
D
resultados confiáveis.
a il
m
E-
QUAIS MEDIDAS PODEM SER UTILIZADAS?
Básicos:
Peso;
Altura;
Pescoço;
Tórax; y
l b
Ombro;
u j o
Cintura; P
Quadril;
au
l a IRA
Abdômen; P R E
Braço relaxado; n a P P E
A A P
Braço contraído;
to o A
Antebraço; i t u i ç ã L IN
t ut r O
Coxa proximal;
I ns n A R
Coxa medial; d o e m C o m
Coxa distal;d e o L A il.c
a i n U a
r ied
Panturrilha;
e ns P A gm
op ósseos:de
Diâmetros
r a ra 2 @
P Diâmetro o
tr do úmero; o p p e
e n d i na
C ia
Diâmetro docpunho;
rol
Diâmetro
n
edo fêmur;LE c a
i c a
L VA paul
D O l: OBTIDOS:
iSER
RESULTADOS QUE PODEM
m a
IMC; E-
Risco metabólico por Relação da Cintura/ Quadril;
Percentual de Gordura;
Classificação do % de gordura;
Peso de gordura;
Peso ósseo;
Massa magra;
Peso residual;
Massa livre de gordura;
Somatório de dobras;
Densidade corporal;
l by
u jo
QUAL O MELHOR PROTOCOLO a PPARA ESTIMAR A
u l IR
PERCENTUAL DEPGORDURA? a R E
na P
A A P PE
t o o N A
i tu iç ã L I
Algumas considerações:
s t u t r O
In n A R
d o e m C o m
d e o L A il.c
a i n U a
r e
Cada fórmula ipossui
e ns A Pmelhor
d uma indicação. A predição de gordura g m corporal vai depender da
o p
idade,
d e
sexo, estado
r a
nutricional e nível de atividade
@ física do paciente.
Pr o p a e 2
n t r o a p
d lin
Ce ncia r o
Os resultadosic deepercentuais
L Ede gordura c avariam
L paciente, A u l a sempre de cada fórmula, por isso, ao atender o
V deve-se
p a utilizar a mesma fórmula.
DO ail:
m
E-
RA
Alto 26 – 31 31 - 36
l a
Muito alto
Fonte: Lohman (1986)
> 31
Pau > 36
ER
I
n a P P E
A A P
o Brasileira
tRevista o A
i t u i ç ã de Nutrição
L INEsportiva, São Paulo, v. 9, n.
t r
ut Set./Out. O201. ISSN 1981-9927
I ns 53, np.498-505. R
A SC, Behenck MS. Validação
d o e m C
Bouth DR, Matheus
o m de equações
d e o L A
antropométricas específicas e
l c
. para estimativa
generalizadas
i
i n
ir ed
a
n s
P AU Física dodesexo
do percentual a em estudantes de
gordura corporal
m
g São Paulo: Rev Bras Educ
p e e a Educação masculino.
Li VA paul
a
DO ail:
PARA ADULTOS m
E-
Protocolo de Guedes (1991):
Desenvolveram suas equações com adultos jovens, universitários da
Universidade Federal de Santa Maria (RS)
y
Universidade Federal de Santa Maria. Santa Maria-RS, 1985.
b
j o l
P u
Protocolo Petroski (1995):
au
l a IRA
P R E
n P P
Desenvolveram suas equações na Universidade Federal de Santa Maria (SC).
a E
A A P
Equações generalizadas para estimativa de densidade corporal de não atletas, de ambos
to o A
os sexos e idades entre 18 a 66 anos.
i t u i ç ã L IN
t ut r O
I ns n A R
d o e m C o m
- Homens (16 a 66 anos)
d e o L A il.c
a
- Mulheres (18da 51 anos) s i n U a
ie n P A g m
r e
rop d e a ra Petroski EL. Desenvolvimento
2 @ e validação de equações
P t r o o p generalizadas paraeestimativa da densidade corporal em
p
n d adultos. 126 f.aTese (Doutorado), Universidade Federal de
e i n
C n cia ol Santa Maria-RS, 1995.
Santa Maria.
r
c e L E c a
i a
L VA (1980):
Protocolo Jackson e Pollock a ul
O l : p
D i
a para estimativa de densidade corporal de não atletas,
Equações generalizadas
de ambos os sexos. - m
E
- Nadadores
by
j o l
CARNAVAL, Paulo Eduardo. Medidas e avaliações: em
u
ciências do esporte. 2 ed. Rio de Janeiro: Sprint, 1997.
P
l a RA
FERNANDES FILHO, José. A prática da avaliação física, testes,
au I
P E
medidas e avaliações físicas em escolares, atletas e
R
a P E
academias de ginástica. 2 ed, Rio de Janeiro: Shape, 2003.
n P
A A P
PARA OBESOS
to o A
i t u i ç ã L IN
t ut r O
I ns n R
Protocolo Weltman et.dal. o (1987):em CA o m
e
d(24 a 68 anos) o L A il.c
- Homens obesos
d a s i n U a
i e n P A g m
r e
- Mulheres
rop
obesas (20
d e a 60 anos)
a ra 2 @
P t r o o p COSTA, Roberto
p e
Fernandes da. “Valores Referenciais de
e n a d Somatórias
i n
de a
Dobras Cutâneas em Moradores da Cidade de
C c i l
Santos –oSp, de 20 a 69 Anos de Idade”. (Tese de Livre
c e n
L E c ar -Universidade de São Paulo Escola de Educação
Docência)
Li VA paul
a e Esporte, São Paulo, 2001.
Física
DO ail:
Algumas considerações: m
E-
Quando o paciente obeso emagrece, deve-se manter usando a mesma fórmula de Weltman?
Não, é necessário mudar para uma fórmula indicada a indivíduos eutróficos.
Lembrando que após a mudança, não deve comparar a fórmula antiga com a nova.
O mesmo vale quando o paciente tráz a avaliação de outro profissional. Como o percetual
depende da técnica do avaliador e da fórmula, sempre haverá percentuais de gordura
diferentes.
COMO CLASSIFICAR O PERCENTUAL DE GORDURA?
E-
obesidade
Nível/ Idade 18 - 25 26 - 35 36 - 45 46 - 55 56 – 65
Excelente 4 a 6% 8 a 11% 10 a 14% 12 a 16% 13 a 18%
Bom 8 a 10% 12 a 15% 16 a 18% 18 a 20% 20 a 21%
Abaixo da 12 a 13% 16 a 18% 19 a 21% 21 a 23% 22 a 23%
média
Média 14 a 16% 18 a 20% 21 a 23% 24 a 25% 24 a 25%
Acima da 17 a 20% 22 a 24% 24 a 25% 26 a 27% 26 a 27%
média
Ruim 20 a 24% 24 a 27% 27 a 29% 28 a 30% 28 a 30%
Muito ruim 26 a 36% 28 a 36% 30 a 39% 32 a 38% 32 a 38%
Classificação do %G para mulheres:
Nível/ Idade 18 - 25 26 - 35 36 - 45 46 - 55 56 – 65
Excelente 13 a 16% 14 a 16% 16 a 19% 17 a 21% 18 a 22%
Bom 17 a 19% 18 a 20% 20 a 23% 23 a 25% 24 a 26%
Abaixo da 20 a 22% 21 a 23% 24 a 26% 26 a 28% 27 a 29%
média
b y
Média 23 a 25% 24 a 25% 27 a 29%
j l
29oa 31% 30 a 32%
Acima da 26 a 28% 27 a 29% 30 a 32% u
P 32 a 34% 33 a 35%
média la R A
Ruim 29 a 31% 31 a 33% 33 aa u
36% 35 a 38% I
E36 a 38%
Muito ruim 33 a 43% 36 a 49% a38 Pa 48% P 39 a 50% E R 39 a 49%
A n A P P
to o A
Morrow et. al. (2003): i t u i ç ã L IN
t ut r O
I ns n A R
d o e m C o m
e
Tabela de classificação
d – mulheres o não A
atletas:
L il.c
a i n U a
Valoresie
r
d
normativos
e ns % gordura
para P A de mulheres não-atletas
gm de acordo com a
ro p d e a ra idade 2 @
PClassificação
t r o 18-25
o p 26-35 36-45
p e 46-55 56-65 ≥ 66
en ciad18-20 19-21 ol20-23
Bem magro 13-17 13-18 a
15-19
in 18-22 18-23 16-18
CMagro
n r 23-25 24-26 22-25
e a LE 22-23 a
lac 24-26 26-28 28-30 27-29
Mais magro que
Lic VA21-23
média u
Média O 24-25 pa 24-26 27-29 29-31 31-33 30-32
D
Mais gordo do que i l :
m a
26-28 27-30 30-32 32-34 34-36 33-35
a média
Gordo
-
E 29-31 31-35 33-36 36-38 36-38 36-38
Muito gordo 33-43 36-48 39-48 40-49 39-46 39-40
d e o L i l .c
d a
Classificação
s in A U a
% gordura
Gordura n
ir eMaioria doseatletas a P
essencial m 1-5
g 5-13
o p d e r @
Pr Saúde ótimapa
o e 2 12-18
n t r o a p
e Obesidade
i a d
limítrofe
l i n 22-27
C nc ro
e E a
Lic VAL u lac
O p a
D il :
Lohman (1992): m a
E-
Tabela de classificação para mulheres:
Meninos y
bMeninas
DC (mm) TR + DC (mm)
l
jo TR +
SE
%G
P u SE
%G
la 5-10 R A
Muito baixo 5 5
a u I
E 14
7-11
Baixo 10 10 P P
15 R
Nível ótimo 15-25 13-20
A na A P 20-30 PE 18-25
Moderadamente
25-30 t o 20-24ão N
30-35 A 29
alto
i t u i ç L I
Alto 35-40st
n u tr
28-31
R O 40-45 32-38
Muito alto
o I
40-55 n 31-42 A 50-55 39-43
d m C m
DC= Dobras cutâneas: TR= tricipital;
d e o e SE= subescapular;
L A %G=porcentagem
i l .co de gordura
d a s in LAZZOLI, AU J K. Revista a e saúde na infância e
et al. Atividade física
ir e e n Padolescência. m
g Medicina do Esporte, v 4,
Brasileira de
o p d e a
r n 4, p 107-109, 1998. 2@
P r o p a e
n t r o a p
d lin
Ce ncia o
c e L E c ar
Li VA paul
a
DO ail:
m
E-
PARA HOMENS ADULTOS
Pollock
IDADE – HOMENS ADULTOS
(PT+AB+CX) <22 23-27 28-32 33-37 38-42 43-47 48-52 53-57 >58
8-10 1,3 1,8 2,3 2,9 3,4 3,9 4,5 5,0 5,5
by
11-13
14-16
2,2
3,2
2,8
3,8
3,3
4,3
3,8
4,8
4,4
5,4
4,9
5,9 j
5,5
o
6,4
l 6,0
7,0
6,5
7,5
17-19 4,2 4,7 5,3 5,8 6,3 P
6,9
u 7,4 8,0 8,5
20-22 5,1 5,7 6,2 6,8
au
7,3 l a7,8 8,4 I
8,9RA 9,5
23-25 6,1 6,6 7,2 7,7 8,3 P 8,8 9,4 E
9,9
R 10,5
26-28 7,0 7,6 8,1 8,7
n a9,2 9,8
P P
10,3 E 10,9 11,4
A A P
29-31 8,0 8,5 9,1
to
9,6 10,2 10,7
o 11,3
A 11,8 12,4
32-34 8,9 9,4 10,0
i t u 10,5 11,1
i ç ã 11,6 IN
12,2
L 12,8 13,3
35-37 9,8 1,4 t
10,9
ut
11,5 r12,0 12,6 O 13,1 13,7 14,2
38-40 10,7 I
11,3 ns 11,8 n
12,4 12,9 R
13,5
A 14,0 14,6 15,2
41-43 11,6 d o
12,2 12,7
e m 13,3 13,8 C14,4 15,0 m
15,5
o 16,1
44-46 12,5
d e 13,1 o
13,6 14,2L A
14,7 15,3 15,9
il.c 16,4 17,0
a i n U a
ied ns
47-49 13,4 13,9 14,5 15,1 15,6 16,2 16,8 17,3 17,9
P A gm
50-52 r 14,3 e14,8 15,4 15,9 16,5 17,1 17,6 18,2 18,8
53-55
rop d
15,1 e 15,7
a ra
16,2 16,8 17,4 17,9
2 @
18,5 19,1 19,7
P
56-58
tr o
16,0 16,5
o p 17,1 17,7 18,2 p e
18,8 19,4 20,0 20,5
59-61
e n 16,8 d
17,4 17,9 18,5 19,1
i na19,7 20,2 20,8 21,4
62-64 C 17,6
n cia 18,2 18,8 19,4rol19,9 20,5 21,1 21,7 22,2
65-67
c e
18,5 19,0
L E 19,6 c a
20,2 20,8 21,3 21,9 22,5 23,1
i a
68-70
71-73
L 19,3
20,1
VA paul
19,9
20,7
20,4
21,2
21,0
21,8
21,6
22,4
22,2
23,0
22,7
23,6
23,3
24,1
23,9
24,7
74-76 DO ail:
20,9 21,5 22,0 22,6 23,2 23,8 24,4 24,9 25,5
77-79 21,7 m22,2 22,8 23,4 24,0 24,6 25,2 25,7 26,3
80-82 22,4E- 23,0 23,6 24,2 24,8 25,4 25,9 26,5 27,1
83-85 23,2 23,8 24,4 24,9 25,5 26,1 26,7 27,3 27,9
86-88 23,9 24,5 25,1 25,7 26,3 26,9 27,5 28,1 28,7
89-91 24,7 25,3 25,9 26,5 27,0 27,6 28,2 28,8 29,4
92-94 25,4 26,0 26,6 27,2 27,8 28,4 29,0 29,6 30,2
95-97 26,1 26,7 27,3 27,9 28,5 29,1 29,7 30,3 30,9
98-100 26,8 27,4 28,0 28,6 29,2 29,8 30,4 31,0 31,6
101-103 27,5 28,1 28,7 29,3 29,9 30,5 31,1 31,7 32,3
104-106 28,2 28,8 29,4 30,0 30,6 31,2 31,8 32,4 33,0
107-109 28,9 29,5 30,1 30,7 31,3 31,9 32,5 33,1 33,7
110-112 29,6 30,2 30,8 31,4 32,0 32,6 33,2 33,8 34,4
113-115 30,2 30,8 31,4 32,0 32,6 33,2 33,8 34,5 35,1
116-118 30,9 31,5 32,1 32,7 33,3 33,9 34,5 35,1 35,7
119-121 31,5 32,1 32,7 33,3 33,9 34,5 35,1 35,7 36,4
122-124 32,1 32,7 33,3 33,9 34,5 35,1 35,8 36,4 37,0
125-127 32,7 33,3 33,9 34,5 35,1 35,8 36,4 37,0 37,6
PARA MULHERES ADULTAS
Pollock
IDADE – MULHERES ADULTAS
(TC+SI+CX) <22 23-27 28-32 33-37 38-42 43-47 48-52 53-57 >58
23-25 9,4 9,7 10,0 10,3 10,6 10,9 11,2 11,5 11,8
by
26-28
29-31
1,5
11,7
10,8
12,0
11,1
12,3
11,4
12,6
11,8
12,9
12,1
13,2 j o l
12,4
13,5
12,7
13,8
13,0
14,1
32-34 12,8 13,1 13,4 13,7 14,0 P u
14,3 14,6 14,9 15,2
35-37 13,9 14,2 14,5 14,8
au
l
15,1 a 15,4 15,7 IRA
16,1 16,4
38-40 15,0 15,3 15,6 15,9 P
16,2 16,5 16,8 E
17,2
R 17,5
41-43 16,1 16,4 16,7 17,0
n a 17,3 17,6
P P17,9 E 18,2 18,6
A A P
44-46 17,1 17,4 17,7
to
18,1 18,4
o18,7
A
19,0 19,3 19,6
47-49 18,2 18,5 18,8
i t u 19,1 19,4
i ç ã 19,7
L IN
20,1 20,4 20,7
50-52 19,2 19,5 t
19,8
ut
20,2 r 20,5 20,8O 21,1 21,4 21,7
53-55 20,2 I
20,6 ns 20,9 n
21,2 21,5 R
21,8
A 22,1 22,5 22,8
56-58 21,2 d o
21,6 21,9
e m 22,2 22,5 C 22,8 23,2 m
23,5
o 23,8
59-61 22,2
d e 22,6 o
22,9 L
23,2 A23,5 23,8 24,2
il.c 24,5 24,8
a i n U a
ied ns
62-64 23,2 23,5 23,9 24,2 24,5 24,8 25,1 25,5 25,8
P A gm
65-67 r 24,2 e24,5 24,8 25,1 25,5 25,8 26,1 26,4 26,8
68-70
rop d
25,1 e 25,4
a ra
25,8 26,1 26,4 26,7
2 @27,1 27,4 27,7
P
71-73
tr o
26,1 26,4
o p 26,7 27,0 27,4 p e
27,7 28,0 28,3 28,7
74-76
e n 27,0 d
27,3 27,6 28,0 28,3
i na 28,6 28,9 29,3 29,6
77-79 C 27,9
n cia 28,2 28,5 r
28,9ol 29,2 29,5 29,8 30,2 30,5
80-82
c e
28,8 29,1
L E 29,4 c a
29,7 30,1 30,4 30,7 31,1 31,4
i a
83-85
86-88
L 29,6
30,5
VA paul
30,0
30,8
30,3
31,1
30,6
31,5
30,9
31,8
31,3
32,1
31,6
32,5
31,9
32,8
32,3
33,1
89-91 DO ail:
31,3 31,6 32,0 32,3 32,6 33,0 33,3 33,6 34,0
92-94 32,1 m32,5 32,8 33,1 33,5 33,6 34,1 34,5 34,8
95-97 32,9E- 33,3 33,6 33,9 34,3 34,6 34,9 35,3 35,6
98-100 33,7 34,1 34,4 34,7 35,1 35,4 35,7 36,1 36,4
101-103 34,5 34,8 35,2 35,5 35,8 36,2 36,5 36,8 37,2
104-106 35,2 35,6 35,9 36,2 36,6 36,9 37,3 37,6 37,9
107-109 36,0 36,3 36,6 37,0 37,3 37,7 38,0 38,3 38,7
110-112 36,7 37,0 37,4 37,7 38,0 38,4 38,7 39,1 39,4
113-115 37,4 37,7 38,1 38,4 38,7 39,1 39,4 39,8 40,1
116-118 38,0 38,4 38,7 39,1 39,4 39,8 40,1 40,4 40,8
119-121 38,7 39,0 39,4 39,7 40,1 40,4 40,8 41,1 41,5
122-124 39,3 39,7 40,0 40,4 40,7 41,1 41,4 41,8 42,1
125-127 40,0 40,3 40,7 41,0 41,3 41,7 42,0 42,4 42,7
128-130 40,6 40,9 41,3 41,6 41,9 42,3 42,6 43,0 43,3
131-133 41,2 41,5 41,8 42,2 42,5 42,9 43,2 43,6 43,9
134-136 41,7 42,1 42,4 42,8 43,1 43,4 43,8 44,1 44,5
137-139 42,3 42,6 43,0 43,3 43,6 44,0 44,3 44,7 45,0
140-142 42,8 43,1 43,5 43,8 44,2 44,5 44,9 45,2 45,6
PARA MULHERES ADULTAS
Petroski
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padronização das dobras cutâneas?
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Pr o p a e 2
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CISAK c i a d
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Society for therAdvancement of Kinanthropometry)
e n E a
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O p a
D i l : A Sociedade Internacional para o Avanço da
ma
Cineantropometria (ISAK) foi fundada como uma
E - organização de indivíduos cujo esforço científico e
profissional está relacionado à cinantropometria.
b y
Saiba mais em: https://www.isak.global/ jo l
P u
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PASSO A PASSO DAnaANTROPOMETRIA: P P R
A A P PE
t o (confiraãna N A
o aula prática):
O que precisamos
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e n d i na
C n cia rol
c e L E c a
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p
DO ail:
1. EQUIPAMENTOS:
m
E-
Plicômetro:
DO ail:
m
E- de reproduzir as medidas, a padronização das técnicas e a utilização
A capacidade do avaliador
de instrumentos calibrados e precisos são fatores determinantes para a obtenção de dados
confiáveis!
by
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P tr o o p p e
e n d i na
C n cia do tríceps rol
Imagem 4 - Dobra
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L VA paul
DO ail:
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E-
Imagem 5 - Dobra cutânea do bíceps
by
j o l
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P tr o o p p e
e n d i na
C c ia ro l
Imagem 6 - Dobra n
e cutâneaLdaE coxa medial c a
i c a
L VA paul
DO ail:
m
E-
Imagem 7 - Dobra cutânea da panturrilha
by
j o l
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P tr o o p p e
e n d i na
C n cia rol
c e L E c a
i a
L VA paul
DO ail:
m
E- ACESSE A AULA “PRÁTICA ANTROPOMÉTRICA” E VEJA
O PASSO-A-PASSO DAS MARCAÇÕES,
CIRCUNFERÊNCIAS E A AFERIÇÃO DAS DOBRAS
CUTÂNEAS
by
j o l
P u
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A A P
Porque nós recebemos pacientes com diferentes
to oobjetivos: A
i t u i ç ã L IN
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DO ail:
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by
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P tr o o p p e
e n d i na
C n cia rol
c e L E c a
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L VA paul
DO ail:
m
E-
Exemplo de duas mulheres com a mesma altura, mesmo peso, mas diferenças na
composição corporal:
by
j o l
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P ER
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A A P
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d o e m C o m
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ropPor isso,déefundamental a rafazer a avaliação da2composição
@
P t r o o p p e corporal.
e n i a d l i na
C c
npaciente ro estratégia nutricional e você
Para cada e Ee perfil, há auma
Lic VAL u lac
precisa saber
O p ase a sua estratégia deu certo.
D il :
m a
E-
y
lb
Para determinar a eficácia de uma intervenção.
jo
P u
ula corporal
Para monitorar metas de composição
a IRA
P E R
a n P P E
Para avaliar o risco de lesões. Por A exemplo,A P mineral
a baixa densidade
to do risco o A
óssea está associada ao aumento
i t u i ç L INpor estresse ósseo.
ã de fratura
n s t u tr R O
I
Para auxiliar no estabelecimento de metas
o n A de composição corporal.
d e m C o m
d e o L A il.c
a i n U a
r i d
Paraeavaliação
e nsdoençasPmetabólicas
de A m sarcopenia
– câncer, renal,
g
rop d e a ra 2 @
P tr o o p p e
e n d i na
Cutilizaçãoncnoiaconsultório, é benéfico rol para:
Além da
c e L E c a
Quem
i
L precisaVterAuma visãousobre a
l a fisiopatologia da fraqueza adquirida na UTI
e disfunção Odiafragmática a
p induzida pelo ventilador.
D i l :
Para os que avaliam
m a conteúdo extracelular - diálise, pré e pós-anestesia.
-
Pesquisas mostram que 50 khz foi utilizada com sucesso como uma ferramenta
E
para avaliar o manejo de fluidos em pacientes criticamente enfermos.
SCANNER
DEXA ULTRASSOM SCANNER 3D BIOIMPEDÂNCIA
CORPORAL
IMPORTANTE:
A principal limitação de todas as avaliações de composição corporal é
que elas são baseadas em suposições.
A única maneira realmente precisa de avaliar a composição corporal é
a análise de cadáveres (isto é, a dissecção).
b y
j o l
Ainda há a pesagem hidrostática, RM e TC.P u
au
l a IRA
P R E
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-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
n P
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P tr o o p p e
e n d i na
C n cia rol
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Este estudo apresentou L
que
Esomenteaoscaexames de imagem são capazes de quantificar
VA pa agordura
L separadamente ul subcutânea da gordura visceral.
DO ail:
m
E-
Sendo que a Ressonância Magnética (RM) e
Tomografia Computadorizada (TC) representam o
“padrão-ouro”
-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Para garantir com que a composição corporal tenha um resultado fidedigno é muito
importante que as medições sejam padronizadas o máximo possível. Garantindo a
precisão das medidas e a confiabilidade com a repetição. y
l b
u j o
P
TODAS AS TÉCNICAS SÃO FALHAS – Por isso a importância da
au
l a
padronização do avaliado e do equipamento IRA
P E
R
n a P P E
A A P
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MODELOSsDE t COMPOSIÇÃOut r OCORPORAL:
I n n A R
d o e m C o m
e o L A il.c
Mais utilizado: ad i n U a
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rop d e a ra 2 @
P tr o o p p e
e n d i na
C n cia rol
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i a
L VA paul
DO ail:
m
E-
Outros exemplos:
b y
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P R E
n a P P E
A A P
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rop d e a ra 2 @
P tr o o p p e
e n d i n a
C n cia rol
c e L E c a
i a
L
Legenda: 1C = 1 compartimento;
ul
VA 2C=p2acompartimentos; 3C= 3 compartimentos; 4C= 4 compartimentos
D O il :
m a
E- KURIYAN, Rebecca. Body composition
techniques. The Indian journal of medical
research, v. 148, n. 5, p. 648, 2018.
Quanto mais compartimentos são medidos, menos erros existem nas estimativas de composição
corporal
EQUIPAMENTOS
DEXA
O método DEXA (absortometria de raio – x de dupla energia) avalia:
Gordura corporal; Duas energias de raio-X (alta e baixa)
Músculo;
Mineral ósseo total do corpo;
O princípio do DEXA é que a atenuação dos raios X com altas e baixas energias de
fótons é mensurável e depende das propriedades do tecido subjacente. As variações na
by
atenuação dos raios X através dos tecidos são causadas por diferenças na densidade e
j o l
u
composição química da gordura, do LT e do osso. O DEXA é rápido, tem baixa exposição
P
au
l a
à radiação e requer pouca habilidade técnica e preparo por parte do indivíduo. As IRA
P R E
a P E
imagens podem ser divididas em componentes de osso e tecido mole usando dois níveis
n P
de energia diferentes. Embora DEXA seja A o padrão
P de densidade
Aouro para Amedições
to o
ã corporal IN total e regional e a LTM.
i t u
mineral óssea, também é usado tpara estimar r i ç L
ut
a gordura
ns R O
I
o de edupla n A tem sustentado m
A absortometria dedraio-x m energia C(DEXA) o um nicho para
e
d mineralinoóssea desde A
L sua aprovação apela c
il. Food and Drug
medir a densidadea U
r ied(FDA) para
Administration e nsuso clínicoPem A
1988. g m
rop d e a ra 2 @
P tr o o p e
KRUGH, Marissa;pLANGAKER, Michelle D. Dual Energy Xray
e n i a d l i
Absorptiometry na(DEXA). In: StatPearls [Internet]. StatPearls
C nc ro 2019.
e E a
lac
Publishing,
Lic VAL u
O p a KURIYAN, Rebecca. Body composition techniques. The Indian
D il :
m a journal of medical research, v. 148, n. 5, p. 648, 2018.
E-
Para a medição:
A pessoa deita-se e um feixe de
raios-X passa na direção posterior-
anterior para um detector.
O método DEXA tem a capacidade
de avaliar a composição corporal
regional e total.
by
j o l
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P tr o o p p e
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C n cia rol
c e L E c a
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L VA paul
DO ail:
m
E-o título do vídeo no Youtube ou acesse pelo link:
Digite
https://www.youtube.com/watch?v=7EkK1oMK5A8
b y
j o l
ACKLAND TR, LOHMAN TG, SUNDGOT-BORGEN J, et al.
u
Current status of body composition assessment in sport:
P
l a RA
review and position statement on behalf of the ad hoc
au I
P E
ER
research working group on body composition health and
n a
performance, under P
P
the auspicesPof the I.O.C. Medical
A o A A
t o
Commission. ã
Sports
I N
Med. 2012;42(3):227-249.
t i tu t r iç O L
In s n u R
o m C A m
e d e A c o
Vantagens:
a d i n o U L a il.
Capaz
r iede e ns gordura,Pmassa
d diferenciar A magra e tecido gósseo; m
p e não
oRápido
r d einvasivo; ara 2 @
P Baixa o
tr dedobtenção
exposição à p
radiação;
o p e
e n
Possibilidade de medidas; i na
C
ia repetidas; rol
cmedidas
Seguro paran E Erro adec2aa 3%.
e e exatidão.
i c
Alta precisão L
L VA paul
DO ail:
Desvantagens:
E -m
Não é portátil;
Custo elevado;
Variabilidade de calibração do instrumento, procedimentos, hardware e
software, versão entre fabricantes;
Espessura corporal e estado de hidratação podem influenciar as medições;
Contraindicado na gravidez;
Incapacidade de discriminar os diferentes tipos de gordura
(visceral, subcutânea e intramuscular);
Requer habilidades técnicas específicas e experiências do
operador.
by
j o l
P u
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P ER
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A A P
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P tr o o p p e
e n d ULTRASSOM i na
C n cia rol
c e L E c a
i a
L VA paul
DO ail: O ultrassom transmite com segurança ondas
m
E- sonoras de alta frequência para o corpo por meio de
um dispositivo conhecido como transdutor.
O som viaja na forma de uma onda cíclica e
os humanos podem detectar o som com uma
frequência na faixa de cerca de 20 a 20.000 Hz. O
ultrassom opera em uma frequência > 20 KHz e
frequências > 2 MHz são usadas para imagens
ultrassônicas. Cristais piezoelétricos no transdutor
da cabeça de varredura produzem pulsos de ultrassom.
O feixe de ultrassom é transmitido através da pele. Quando o feixe entra em
contato com uma interface de tecido (por exemplo, pele-gordura subcutânea, músculo
adiposo e osso muscular), ele é parcialmente refletido de volta para o transdutor como
um eco. Assim, o transdutor tem uma dupla função de transmitir e receber o ultrassom.
Os ecos são convertidos em sinais para processamento pelo transdutor. A força
de cada onda refletida é representada por um ponto, e a posição do ponto representa
a profundidade da qual o eco foi recebido. Os pontos são combinados para formar uma
imagem. O princípio fundamental da imagem de ultrassom é a reflexão das ondas de
ultrassom do tecido no caminho do feixe. A quantidade de som refletido depende das
mudanças na impedância acústica entre duas interfaces de tecido. A impedância
acústica é o produto da densidade do tecido e da velocidade acústica.
by
j o l
u
WAGNER, Dale R. Ultrasound as a tool to assess body
P
RA
fat. Journal of obesity, v. 2013, 2013.
l a
au P E
R
I
n a P P E
Artigos sobre a ultrassom:
A A P
to o A
i t u i ç ã L IN
t ut r O
I ns n A R
d o e m C o m
d e o L A il.c
a i n U a
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P tr o o p p e
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C n cia rol
c e L E c a
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L VA paul
DO ail:
m
E-
by
j o l
Utilização do ultrassom: P u
au
l a IRA
P E R
n a P P na cabeça E
A 1. O gel é colocado
A P do transdutor e/
t o ou na ãpele A
o no localINa ser medido.
tit u ç
ri o ultrassom L ligado, o transdutor é
s 2.tCom O
In u
n deslizadoApeloR local de medição sem perda de
d o e m contatoCcom a pele. o m
d e o L A i l.c
a i n U a
r ied e ns P A 3. Uma varreduragmleva apenas alguns
o p d e r a segundos.
@
P r o p a e 2
tr o 4. Depoisp de digitalizada, a imagem no
e n i a d monitor
l i napode ser salva para análise.
C nc ro
e E a
Lic VAL u lac WAGNER, Dale R. Ultrasound as a tool to assess body
O p a
D i l : fat. Journal of obesity, v. 2013, 2013.
- ma
E
Modelo BodyMetrix
Marca: BodyMatrix
Site: https://bodymetrix.com.br/#
by
j o l
P u
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P E
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rop d e a ra 2 @
P tr o o p p e
e n d i na
C n cia rol
c e L E c a
i a
L VA paul
DO ail:
m
E-
Marca: MuscleSound
Site: https://www.musclesound.com/
by
j o l
P u
au
l a IRA
P E
R
n a P P E
A A P
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I ns n A R
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d e o L A il.c
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r ied e ns P A gm
rop d e SCANNER a ra CORPORAL 2 @
P tr o o p p e
e n d i na
C n cia rol
c e L E c a
i a
L VA paul
DO ail:
m
E-
O Scanner Corporal é um sistema de laser que
faz uma varredura tridimensional do corpo.
b y
j o l
P u
au
l a IRA
P E
R
n a P P E
A A P
to o A
i t u i ç ã L IN of the body scanner as
t
BRETSCHNEIDER, r
uttool for a R
Thorsten
O
et al. Validation
I nsa measuringn rapid quantification of body shape. Skin
A v. 15, n. 3, p. 364-369,m2009.
d o Research m C
and Technology,
d e o e
L A i l .co
d a s in AU a
Analisa: r i e e n P g m
o p d e r a @
Pr A pessoa o p a
da frente esquerda; e 2
r
nt direita;iado ap
Frente
e i n
CTraseira; nc rol
Esquerda;c e L E c a
i a
VA paul
L simultaneamente.
Traseira
O 3Dilde
Permitindo umaDimagem a
: 360º da pessoa digitalizada.
m
E-
Ao contrário de outras tecnologias de digitalização, o
scanner baseado em laser produz informações de cores RGB,
permitindo a identificação de pontos de referência codificados
por cores para extração de dados. Sua fabricação e
desenvolvimento está em conformidade com a Food and Drug
Administration (Departamento de Saúde e Serviços Humanos
dos EUA) e é seguro com relação aos olhos (Classe 1).
HARBIN, Michelle M. et al. Validation of a three-dimensional
body scanner for body composition measures. European
journal of clinical nutrition, v. 72, n. 8, p. 1191-1194, 2018.
Características do BODYGEE:
A imagem é scaneada
Gera imagens 3D
com duas câmeras,
fotorealísticas: + Tecnologia suíça
sendo uma de
estético
infravermelho
Postura
Mede composição corporal
só por equação
by
j o l
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au
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n a P P E
A A P
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i t u i ç ã L IN
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Aluguel da BODYGEE: do m C m
e e A c o
a d i n o U L a il.
r ied e ns P A g m
rop d e a ra 2 @
P tr o o p p e
e n d i na
C n cia rol
c e L E c a
i a
L VA paul US$ 120
b y
BÖHM, Astrid; HEITMANN, B. L. European journal of clinical
o l
nutrition, v. 67, n. 1, p. S79-S85, 2013.
j
P u
BUFFA, Roberto et al., Nutrition, v. 35, p. 1-5, 2017.
au
l a IRA
KYLE, Ursula G. et al., Clinical nutrition, v. 23, n. 5, p. 1226-
1243, 2004. P R E
n a P P E
EARTHMAN, Carrie P. Journal ofP
A o A A
Parenteral and Enteral
t uto
Nutrition, v.
ç
39,
ã n. 7, p.
IN
787-822,
L
2015.
t i r i
Alguns artigos:
I ns n ut R O
o m C A m
e d e A c o
a d i n o U L a il.
r ied e ns P A g m
rop d e a ra 2 @
P tr o o p p e
e n d i na
C n cia rol
c e L E c a
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L VA paul
D O
Em comparação l: a DEXA, a análise de impedância bioelétrica
com
i
a
MULTIFREQUENCIAL subestima a massa gorda corporal total e superestima a massa livre
m
E- jovens saudáveis.
de gordura em adultos
A BIA deve, portanto, ser usada com cautela na medição da composição corporal
total em mulheres e homens com> 25% de gordura corporal total.
Embora estatisticamente significativa, a pequena diferença (~4%) entre os
métodos indica que o BIA pode ser usado alternadamente com DEXA na medição da
massa livre de gordura apendicular em adultos jovens saudáveis.
by
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s t t r O
Objetivo do estudo foi I nexaminar au
n precisão daR composição corporal prevista pela
Análise de Impedânciad o
Bioelétrica m
Multifrequência C A(MF-BIA) em comparação
m com (DXA)
e e A c o
em 749 adultos com
a d obesidade.i n o U L a il.
Mediu-se
r e ns corporal
ied a composição P Ade 749 adultos comgobesidade
m Comparado com
p e
o DXA,oo MF-BIA subestimou
d r a
significativamente @ de gordura em 4,33% nos
percentual
r
P (P <0,001), o p a e 2
homens
n t r porém o superestimou % percentual
a p de gordura em 0,50% nas
mulheres e( P<0,001). a
i d lin
C c o
Depois de
c e ncorrigidasEpelas equações
L c ar de correção estabelecidas neste estudo, as
diferenças L
i
diminuíram A la Portanto, o MF-BIA (TANITA MC-180) pode
V a u
significativamente.
O
precisar ser corrigido p
na estimativa
l : da composição corporal para adultos com
obesidade. D a i
m
E-
by
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DEXAa BIA MULTI IRA
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i t u i ç ã BIALMONO IN
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C n cia rol
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L VA paul
DO ail:
m
E-
O silicone foi reconhecido como tecido adiposo. A diferença na gordura corporal total
(aproximadamente 600 g) foi consistente com a quantidade usada.
Escalas BIA de frequência única são normalmente usadas, permitindo que apenas água corporal seja
medida;
d o 787-822, 2015.
e m C o m
d e o L A il.c
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r ied e ns P A gm
rop d e a ra 2 @
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Preparo
C para
n
o
cia
exame
rol
1) Jejumic dee3 horas (água
L E e alimentos); c a
L A u l a
V a
p 24 horas anteriores ao exame;
2) Não consumir bebida alcoólica
D O i l :
m a
3) Não consumir medicamentos diuréticos nos 7 dias que antecedem o exame;
-
E período menstrual ou pré menstrual (3 dias que antecedem a
4) Não estar no
menstruação e nos 3 primeiros dias do fluxo menstrual);
5) Não passar cremes ou óleos nas mãos e pés;
Exemplos de bioimpedância:
50Khz
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l a 50Khz
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50K
hz Com relatório
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1KHz t ut r O
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5KHz do e m C o m
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50KHz ns i n U a
r ied e P A gm
rop 250KHz d e a ra 2 @
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500 iKHz 1000KHz
rol
c e L E c a
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DO ail:
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E- ~ R$ 100.000,00
Como escolher a bioimpedância?
by
Número de eletrodos (8); j o l
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Emissão de relatório;
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Segmentar (5 - braço direito, braço esquerdo,
A tronco,
A P
perna direita
e perna esquerda);
to o A
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I ns n uCusto;
A R
d o e m C o m500
e o paraUdiferenciar
d KHz ein1000KHz) L A
Multifrequencial/espectroscopia
il.c
(1KHz, 5KHz, 50KHz, 250KHz,
água intra de extracelular.
a a
r ied e ns P A g m
rop d e a ra 2 @
P e planos:
Preços tr o o p p e
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C n cia rol
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DO ail:
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Site: https://www.terascience.com.br/bia
O Instituto Ana Paula Pujol afirma que não há conflitos de
by
interesses em relação as marcas de equipamentos indicadas no curso.
j o l
Estas foram citadas apenas a fim de caráter educacional, seguindo as
P u
orientações do Art. 60 do Código de Ética do Nutricionista (CFN, 2018).
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to CFN. o A
i t u i ç ã Código LdeINÉtica e de conduta do
t r
utnutricionista.O
ns
Disponível em:
I n A R
https://www.cfn.org.br/wp-
d o e m C o m
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content/uploads/2018/04/codigo-de-
Letica.pdf il.c
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