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5 Etapas da Mumificação Egípcia

O documento descreve o processo de mumificação no Antigo Egito, que envolvia a remoção dos órgãos internos, secagem do corpo com natrão e embalsamamento. O processo levava cerca de 70 dias e preservava os corpos por milhares de anos, permitindo o estudo da civilização egípcia.

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Gui Fortini
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5 Etapas da Mumificação Egípcia

O documento descreve o processo de mumificação no Antigo Egito, que envolvia a remoção dos órgãos internos, secagem do corpo com natrão e embalsamamento. O processo levava cerca de 70 dias e preservava os corpos por milhares de anos, permitindo o estudo da civilização egípcia.

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Centro Educacional SESI – 409

Processo de Mumificação

Jundiaí
2016

1
Amanda Alves Politte de Campos - Nº 02;
Carla Carvalho de Oliveira - Nº 05;
Guilherme Nani - Nº 15;
Gustavo Camargo e Silva - Nº 16.
1º Ano A - Ensino Médio.

Processo de Mumificação

Trabalho de Pesquisa de aproveitamento,


apresentado junto à disciplina de
História, sob a orientação do Professor
Lobato.

Jundiaí
2016

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Índice

Introdução.....................................................................................................................4

Justificativa...................................................................................................................5

Processo de Mumificação.........................................................................................6
 Processo:...............................................................................................................6
 História:................................................................................................................ 8
 Curiosidades:........................................................................................................ 9

Conclusão................................................................................................................... 10

Referências................................................................................................................. 11
 Referências Eletrônicas:......................................................................................11

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4
Introdução

Neste Trabalho de Pesquisa, iremos abordar o Processo de Mumificação. A


mumificação era um processo bastante demorado e trabalhoso, levava cerca de 70 dias,
mas preservava os corpos durante milhares de anos. Exigia pessoas qualificadas para tal
processo, os Embalsamadores eram sacerdotes médicos, encarregados dessa profissão,
sendo um cargo de grande importância e prestígio no Antigo Egito. Havia lugares
especialmente construídos para tal finalidade aonde os embalsamadores trabalhavam
conhecidos como a Casa da Purificação
A seguir iremos apresentar as principais informações sobre esse processo e sua
importância ao longo de toda história. Uma pesquisa recorrendo a um estudo vasto e
intensivo para melhor compreensão sobre o assunto.

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6
Justificativa

O processo de mumificação foi muito importante, pois ele contribui de várias formas
para o nosso conhecimento sobre a antiga civilização egípcia e mais, contribuiu
significativamente para o desenvolvimento da medicina. Elas podem nos dar
informações sobre as doenças e o estado de saúde dos antigos egípcios, sua alimentação
e principalmente o estudo da anatomia. As modernas técnicas da medicina estão
ajudando as pesquisas arqueológicas em múmias e, em contrapartida, os médicos
também estão sendo beneficiados. O que ocorre é que as múmias estão sendo usadas
como cobaias em experiências que envolvem alguns dos mais recentes equipamentos
médicos, o que inclui testes de DNA, ecografias e tomografias altamente especializadas.
A cooperação entre os dois campos - arqueologia e medicina - tem crescido
consideravelmente graças aos avanços do Egito Antigo.

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Processo de Mumificação

A mumificação é um método de preservar artificialmente os corpos das pessoas e


animais mortos. Embora suas técnicas básicas tenham permanecido inalteradas durante
o decorrer de todo o antigo império egípcio, houve ilimitadas variações nos métodos do
envolvimento do corpo nas bandagens, bem como nos da decoração e nos da retirada
das vísceras do organismo. Baseados nestes detalhes, há egiptólogos que são capazes de
olhar como o corpo foi preparado e dizer a que período de tempo da história egípcia
pertence à múmia. Os egípcios não foram os únicos no mundo a praticarem este
costume, mas as múmias egípcias são as mais conhecidas.

 Processo:

Os egiptólogos acreditam que os rituais de mumificação eram executados na região


desértica, longe das áreas densamente povoadas, mas com fácil acesso ao Nilo. A lógica
sugere que os embalsamadores trabalhavam em barracas abertas, e não em locais
fechados, para permitir ventilação adequada. O primeiro passo consistia em lavar o
cadáver com a água do rio no Ibu, ou seja, no Lugar da Purificação. Ritualmente isso
significava uma espécie de renascimento, na medida em que a pessoa passava do mundo
dos vivos para o dos mortos.
A seguir transportavam o corpo para a Casa da Mumificação, onde o processo de
embalsamamento começava. Colocado o corpo sobre uma mesa de madeira, iniciava-se
a remoção do cérebro, cuja função para os egípcios era desconhecida e considerada sem
importância. O órgão era jogado no lixo, pois não acreditavam que ele fosse necessário
no além-túmulo. Depois de quebrar com um cinzel o frágil osso do topo do nariz,
enfiavam na narina um comprido gancho de bronze, de ponta curva ou espiralada, com
o qual retiravam a massa encefálica aos pedaços. Não se tratava de um trabalho assim
tão difícil, considerando-se que o cérebro é formado por 75% de água. Raspavam os
últimos resíduos com uma espécie de colher longa e lavavam o interior do crânio com
óleo de palma e incenso.
Munidos de uma faca de obsidiana*, considerada uma pedra sagrada, faziam uma
pequena incisão ao longo do lado esquerdo do corpo. Por ali removiam cuidadosamente
os órgãos abdominais, com exceção dos rins. Estes eram considerados tão sem
importância a ponto de não existir uma palavra no idioma egípcio para designá-los e
quando eram removidos isso ocorria de forma meramente acidental. A seguir cortavam
o diafragma para remover os pulmões. Os egípcios acreditaram que no coração estava a
essência de uma pessoa, que ele era a sede da emoção e da mente e, assim, quase
sempre o deixavam no corpo. Os outros órgãos eram lavados, encharcados com natrão,
protegidos com resina quente, embrulhados em tiras de linho e armazenados em vasos
de cerâmica decorativa que protegiam os órgãos na passagem para a vida após a morte.
Quando os sacerdotes danificavam os intestinos, colocavam uma corda em seu lugar
dentro do vaso.
Removidos os órgãos, os embalsamadores enxaguavam a cavidade vazia do tórax
com vinho de palma para purificá-la. Para manter o corpo com a mesma forma que tinha

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em vida, enchiam a cavidade com incenso e outros materiais, o que impedia que a pele
fosse puxada para dentro da cavidade quando o corpo secasse. A boca podia ser
preenchida com linho ou até mesmo com cera e a língua às vezes era coberta por uma
placa, frequentemente feita de ouro. Se as posses do falecido não permitisse pagar por
todo esse procedimento, havia a alternativa mais econômica. Sem fazer qualquer
incisão, os sacerdotes apenas injetavam uma mistura oleosa no interior do abdómen e
arrolhavam o ânus para impedir a saída do líquido. Tal substância, semelhante a
aguarrás, era tão forte que dissolvia as entranhas, arrastando-as consigo quando,
passados alguns dias, a rolha era retirada. Esse procedimento foi realizado em um
sepultamento de várias princesas enterradas juntas. No Período Greco-romano (332 a.C.
a 395 d.C.), os órgãos internos eram frequentemente deixados no lugar.
Consequentemente, muitas múmias deste período mostram preservação pobre do tecido
humano e danos causados por insetos.
Após a remoção dos órgãos, o corpo era lavado com vinho de palma e mirra. A
seguir vinha uma das etapas mais importantes do processo de mumificação: a secagem
do cadáver. Só eliminando ao máximo a umidade contida no organismo seria possível
evitar que as bactérias proliferassem e destruíssem o corpo. Os sacerdotes colocavam o
cadáver numa táboa inclinada e cobriam-no totalmente com natrão na forma de pó.
Trata-se de um produto natural encontrado em abundância nas margens de lagos
egípcios situados no deserto oeste do delta do Nilo. Ele é formado por uma mistura de
carbonato de sódio, bicarbonato de sódio, cloreto de sódio e sulfato de sódio. Os dois
primeiros sais faziam a maioria do trabalho. Carbonato de sódio acelera o processo
secante tirando água do corpo. Bicarbonato de sódio, quando exposto à umidade, eleva
os níveis de pH, tornando o corpo inóspito para as bactérias que o decompõem.
Ao contrário da areia quente que secava os corpos em épocas mais primitivas, o
natrão tinha a vantagem de absorver a umidade sem endurecer ou escurecer muito a
pele. Aproximadamente 40 dias durava esse processo, o que era suficiente para secar
completamente o corpo, que perdia até 80% de seu peso original e murchava. Um
sacerdote permanecia sempre de guarda, dia e noite, porque o forte odor exalado atraía
os comedores de carniça de deserto.
Terminado o prazo, o corpo era levado para Casa da Purificação, onde era lavado
com água do Nilo. O crânio era preenchido com linho encharcado em resina. As
substâncias que haviam sido colocadas anteriormente como recheio no interior do corpo
eram substituídas por natrão, linho encharcado em resinas e vários outros materiais, tais
como serragem e mirra. As narinas eram tampadas e chumaços de tecido, ou até mesmo
cebolas, eram inseridas debaixo das pálpebras. Em algumas épocas, para tornar a
aparência do corpo mais natural, colocava-se também material por sob a pele dos
braços, pernas e cabeça, enquanto que olhos artificiais eram inseridos nas órbitas. Feito
isto, as incisões eram costuradas e toda a pele revestida com uma mistura de óleo de
cedro, cera, natrão, cola e polvilhada com especiarias. Finalmente, o corpo era coberto
com uma camada de resina quente para fechar os poros, mantendo a umidade do lado de
fora, e estava pronto para receber as bandagens.
O cadáver era envolvido em uma mortalha e, metodicamente, as bandagens eram
enroladas ao redor das diferentes partes do corpo. Geralmente o trabalho se iniciava
pelas mãos e pés. Dependendo da importância do defunto ou das posses da família, os
sacerdotes poderiam embrulhar individualmente os 20 dedos. A seguir o trabalho era
realizado na cabeça, braços, pernas e torso. Depois de envolverem todas as partes do
corpo, os embalsamadores começavam a enrolar o corpo como um todo. Na medida em
que aplicavam novas camadas de pano, cobriam o linho com resina quente para colar as
bandagens no lugar. Colocavam junto ao corpo, em diferentes camadas das bandagens,

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amuletos que protegeriam o falecido no além-túmulo, bem como pedaços de papiros
inscritos com dados informativos ou preces que serviriam ao mesmo propósito. Pessoas
ricas e importantes ainda recebiam protetores para as unhas e joias entre os panos.
Durante todo o processo os sacerdotes acompanhavam o trabalho proferindo orações e
encantamentos.
No Período Greco-romano (332 a.C. a 395 d.C.), a maioria das pessoas foi
embalsamada dedicando-se menos atenção à preservação dos órgãos e tecidos e mais
atenção às envolturas externas. Estas eram arrumadas cuidadosamente de forma
cruzada, decoradas com deuses egípcios em pigmentos coloridos e materiais dourados e
retratos do rosto do romano eram postos por cima de tudo.
As razões pelas quais os antigos egípcios usavam bandagens em seus mortos
parecem bastante claras: elas mantinham a umidade afastada do corpo que, assim, não
se decomporia; os tecidos permitiam reconstruir o formato do corpo, alterado pelo
processo da mumificação, dando-lhe uma aparência mais natural e, finalmente, os panos
mantinham tudo reunido, pois sem eles a frágil múmia dissecada provavelmente se
quebraria ou estouraria. Para a eficácia deste trabalho as bandagens tinham que ser
enroladas firme e meticulosamente. Além disso, elas eram previamente tratadas com
resinas de abeto e de outras árvores da família das pináceas, cera de abelha, mirra, vinho
de palma, cássia, óleo de cânfora e outras substâncias que tivessem propriedades
secantes ou antibacterianas.
Depois da múmia ser envolta completamente nas bandagens, os embalsamadores
prendiam uma rígida cartonagem ao corpo e podiam acrescentar uma máscara funerária
à cabeça. Este novo rosto, que reproduzia as feições do defunto de forma geralmente
idealizada, ou representava uma divindade egípcia, tinha importante papel na passagem
para a vida após a morte: ajudavam o espírito do falecido a achar o corpo correto entre
as diversas tumbas egípcias.

 História:

Os egípcios constituíram uma sociedade extremamente religiosa. Essa religiosidade


determinou práticas culturais e sociais entre os egípcios – uma delas era a crença na
imortalidade. Para os egípcios, a morte seria passageira e a vida retornaria para o corpo,
porém o retorno à vida aconteceria somente se o corpo do moribundo fosse conservado.
Se a alma (Rá) não voltasse para o corpo (Ká), significava que o corpo não tinha sido
conservado. Parte, daí, a importância da mumificação dos corpos, do embalsamento e da
conservação, para evitar a decomposição. Para isso, existiam técnicas avançadas de
mumificação para os nobres e técnicas mais simples para os pobres.
As avançadas técnicas de mumificação desenvolvidas no Egito Antigo somente
existiram em razão da desenvolvida medicina. Os médicos egípcios faziam cirurgias,
cuidavam de fraturas, conheciam a anatomia humana. Além da técnica de preservar os
corpos através da mumificação, os egípcios precisavam desenvolver um método de
proteger os corpos contra saqueadores, daí a construção de enormes túmulos.
Os túmulos garantiriam a conservação dos corpos. Geralmente quando uma pessoa
rica (faraó), que ostentava poder, morria, seu corpo era mumificado e posteriormente
colocado nos túmulos que eram considerados uma verdadeira habitação. Neles, o faraó e
suas riquezas eram enterrados em uma câmara real e os seus criados (empregados),
escribas, sacerdotes e animais em outras câmaras mais simples.
O sacrifício de outras pessoas com a morte do faraó era explicado pela crença na
imortalidade – o retorno para a vida significaria ter outras pessoas para servi-lo (os
criados) e continuar com sua riqueza era fundamental para exercer o poder.

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Devemos ressaltar que a crença no retorno à vida aconteceu entre todas as camadas
sociais no Egito, mas os faraós, nobres e ricos tinham condições de construir sarcófagos
bem fechados e grandes túmulos construídos de pedras. Tudo isso garantiu a proteção
dos corpos contra saqueadores.
Os principais túmulos eram as mastabas (túmulo feito com laje de pedra ou tijolo), os
hipogeus (túmulo feito na rocha, próximo às barrancas do rio Nilo) e as pirâmides
(túmulos reais compostos por uma cripta, corredores de ventilação, câmara do rei,
corredores secretos, galerias, câmaras e passagens falsas no intuito de evitar saques).

 Curiosidades:

Ao contrário do que se possa pensar, não eram fabricados pedaços de tecidos


especificamente para embrulhar os cadáveres. Os panos usados como bandagens das
múmias eram frequentemente tecidos de linho de uso doméstico, ou mesmo roupas,
rasgados em tiras. A peça geralmente já fora usada e podia até ter sido remendada.
Encantamentos protetores eram inscritos em papiros que acompanhavam as múmias.
Alguns continham frases com bons augúrios tais como Possa sua cabeça não rolar.
Como se acreditava que uma pessoa morta precisaria de seu corpo na vida após a morte,
tomava-se grande cuidado para tornar as múmias atraentes. Uma múmia que perdesse a
cabeça poderia passar realmente por um sério problema, já que aquela pessoa
permaneceria acéfala por toda a eternidade. Convém salientar que as cerimônias que
envolviam todo o processo de mumificação eram tão importantes quanto os
procedimentos práticos em si. Cada fase do trabalho era acompanhada por um ritual
apropriado.
Os antigos egípcios não mumificaram apenas o corpo humano. Frequentemente
foram mumificados animais junto com as pessoas. De modo geral havia quatro espécies
de múmias de animais: de animais sagrados que eram adorados; de animais votivos,
dados como oferendas aos deuses; de animais de estimação, que incluíam gatos, cães,
macacos, gazelas e pássaros; e oferendas de alimentos — um pedaço de carne ou ave
mumificada colocado cuidadosamente em uma tumba como comida para a vida após a
morte. O tipo mais comum entre essas espécies foram as múmias votivas de gatos, íbis e
crocodilos. Mumificação de alimentos também era prática corriqueira.
Os egiptólogos calculam que os egípcios devem ter criado cerca de 70 milhões de
múmias. Muitas das múmias encontradas foram literalmente transformadas em pó
durante o período histórico do Renascimento para serem transformadas em pseudos
remédios ou pigmentos para pintura. Outras serviram de objeto de entretenimento em
reuniões nas quais eram desembrulhadas sem qualquer critério científico, por mera
diversão.

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Conclusão

De acordo com a religião egípcia, a alma da pessoa necessitava de um corpo para a


vida após a morte. Portanto, devia-se preservar este corpo para que ele recebesse de
forma adequada a alma. Preocupados com esta questão, os egípcios desenvolveram um
complexo sistema de mumificação.
A mumificação era um processo bastante demorado e trabalhoso, levava cerca de 70
dias, mas preservava os corpos durante milhares de anos. Exigia pessoas qualificadas
para tal processo, os Embalsamadores eram sacerdotes médicos, encarregados dessa
profissão, sendo um cargo de grande importância e prestígio no Antigo Egito. Havia
lugares especialmente construídos para tal finalidade aonde os embalsamadores
trabalhavam conhecidos como a Casa da Purificação. Em consequência deste processo,
os egípcios iniciaram os estudos da anatomia e descobriram várias substâncias químicas,
na busca de substâncias para a preservação do corpo, uma vez que seu principal objetivo
era a total preservação do corpo, para que pudesse ser usado na vida após a morte dos
mesmos. Porém, este processo por ser muito caro, apenas membros com um bom poder
aquisitivo desfrutavam da mumificação.
Através desse processo de mumificação, pode-se estudar o corpo humano em
especial a anatomia, contribuindo significativamente para o desenvolvimento da
medicina até os dias atuais, sem essa contribuição, em especial dos egípcios, seria
impossível ter um grande desenvolvimento na medicina.

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Referências

 Referências Eletrônicas:

http://m.suapesquisa.com/egito/mumias_do_egito.htm. Data de acesso: 10/08/2016.


http://www.fascinioegito.sh06.com/mumiamate.htm. Data de acesso: 10/08/2016.
http://www.infoescola.com/sem-categoria/mumificacao/. Data de acesso: 10/08/2016.

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