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Juízos Morais: Cognitivismo vs. Subjetivismo

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Filosofia - resumo

 Juízos morais enquanto juízos de valor:

 O problema da natureza dos juízos morais é um problema metaético. Os juízos morais são juízos de valor (os
quais se diferenciam dos juízos de facto).

Juízos de facto Juízos de valor

 pretendem descrever a realidade, sendo, por  pretendem avaliar a realidade, atribuindo a


isso descritivos têm valor de verdade algo um valor positivo ou negativo, ou
(podem ser considerados verdadeiros ou reconhecer nela a presença de determinado
falsos), independentemente dos sujeitos valor; podem ser considerados normativos
individuais ou das culturas. ou prescritivos (mas também descritivos
segundo algumas perspetivas).

 O problema da natureza dos juízos de morais:

 Atualmente, as respostas ao problema da natureza dos juízos morais costumam agrupar-se em duas principais
linhas de reflexão:

Perspetiva cognitivista Perspetiva não- cognitivista

 Consideram que é possível o conhecimento  Defendem não ser possível atribuir um valor
no domínio da moral. de verdade aos juízos morais. Os juízos
Os juízos morais podem ter valor de morais não nos fornecem qualquer
verdade, isto é, ou são verdadeiras ou falsas, informação sobre a realidade dos factos, não
na medida em que nos dizem alguma coisa descrevem características objetivas que
acerca da realidade. Sendo possível possamos encontrar nas coisas ou ações
determinar o valor dos juízos morais é humanas, nem tão pouco exprimem crenças
também possível falar de conhecimento (ou seja, não podemos atribuir valor de
acerca de questões morais. verdade). Por conseguinte, não podemos
falar de conhecimentos acerca de questões
morais.
 A principal teoria é o emotivismo, que
considera juízos morais como não-
cognitivos, isto é, nem conteúdo suscetível
de ser conhecido como subjetivas ou
objetivamente verdadeira ou falsa. Os
enunciados éticos não descrevem factos,
nem exprimem crenças acerca de factos,
apenas expressão estados emocionais ou
afetivos.
Objeção: não podemos determinar certo e o errado.

 Subjetivismo Moral
 É a perspetiva segundo o qual os valores morais são subjetivos, totalmente dependentes da avaliação
que os sujeitos fazem da realidade.
 Os juízos orais traduzem as preferências pessoais de cada individuo.
 Para o Subjetivismo Moral, o juízo morais vem valor de verdade, mas esse valor de verdade depende
da maneira particular, como cada individuo, ao formulá-los, avalia a realidade.
 Um argumento que os subjetivistas apresentam em defesa da sua tese assenta no facto de existirem
desacordos sobre questões morais.
 Individuo é, na sua subjetividade, o fundamento de todos os princípios e mermas morais que escolhe
para se próprio.
 Não há verdade morais objetivas e universais.
 Um outro argumento pode ser apresentado é a ideia de que promove a tolerância.
Objeções:

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