Sistema Tributário Municipal de Corumbá
Sistema Tributário Municipal de Corumbá
DISPOSIÇÃO PRELIMINAR
Art. 1º Esta Lei dispõe, com fundamento nos §§ 3º e 4º do art. 34 dos Atos das Disposições
Constitucionais Transitórias, nos §§ 1º e 2º, bem como os incisos I, II e III, do art. 145 e nos incisos I,
II e III, § 1º, com os seus incisos I e II, § 2º, com os seus incisos I e II e § 3º, com os seus incisos I e
II, do art. 156, da Constituição da República Federativa do Brasil, sobre o sistema tributário
municipal, as normas gerais de direito tributário aplicáveis ao Município, sem prejuízo, com base no
inciso I do art. 30 da Constituição da República Federativa do Brasil, da legislação sobre assuntos de
interesse local, em observância ao inciso II do art. 30 da Constituição da República Federativa do
Brasil, e da suplementação da legislação federal e estadual, no que couber.
LIVRO PRIMEIRO
SISTEMA TRIBUTÁRIO MUNICIPAL
TÍTULO I
DISPOSIÇÕES GERAIS
II - pelo código tributário nacional, instituído pela Lei Complementar federal nº 5.172, de 25 de
outubro de 1966;
III - pelas demais leis complementares federais, instituidoras de normas gerais de direito tributário,
desde que, conforme prescreve o § 5º do art. 34 dos Atos das Disposições Constitucionais
Transitórias, compatíveis com a novo sistema tributário nacional;
V - pelas leis ordinárias federais, pela Constituição Estadual e pelas leis complementares e ordinárias
estaduais, nos limites das respectivas competências;
Art. 3º Tributo é toda prestação pecuniária compulsória, em moeda ou cujo valor nela se possa
exprimir, que não constitua sanção de ato ilícito, instituída em lei e cobrada mediante atividade
administrativa plenamente vinculada.
Art. 4º A natureza jurídica específica do tributo é determinada pelo fato gerador da respectiva
obrigação, sendo irrelevante para qualificá-la:
Art. 5º Os tributos são Impostos, taxas e contribuição de melhoria decorrente de obras públicas.
TÍTULO II
COMPETÊNCIA TRIBUTÁRIA
CAPÍTULO I
DISPOSIÇÕES GERAIS
I - impostos:
II - taxas;
CAPÍTULO II
LIMITAÇÕES DO PODER DE TRIBUTAR
a) em relação a fatos geradores ocorridos antes da vigência da lei que os houver instituído ou
aumentados;
b) no mesmo exercício financeiro em que haja sido publicada a lei que os instituiu ou aumentou;
c) antes de decorridos noventa dias em que haja sido publicada a lei que os instituiu ou aumentou,
observado o disposto na alínea "b" deste inciso, ressalvada a fixação da base de cálculo do IPTU -
Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana.
III - aplica-se, exclusivamente, aos serviços próprios da União e do Estado, bem como aos inerentes
aos seus objetivos, não sendo extensiva ao patrimônio e aos serviços:
§ 2º A vedação para o Município instituir impostos sobre templos de qualquer culto, compreende
somente o patrimônio e os serviços relacionados com as suas finalidades essenciais.
§ 3º A vedação para o Município instituir impostos sobre patrimônio ou serviços dos partidos
políticos, inclusive suas fundações, das entidades sindicais dos trabalhadores, das instituições de
educação e de assistência social, sem fins lucrativos, atendidos os requisitos da lei;
II - aplica-se, exclusivamente, aos serviços relacionados com as finalidades essenciais das entidades
mencionadas, bem como os, diretamente, relacionados com os objetivos das entidades
mencionadas, previstos nos respectivos estatutos ou atos constitutivos:
III - está subordinada à observância, por parte das entidades mencionadas, dos seguintes requisitos;
a) não distribuírem qualquer parcela de seu patrimônio ou de suas rendas, a qualquer título;
b) aplicarem integralmente, no país, os seus recursos na manutenção dos seus objetivos
institucionais;
c) manterem escrituração de suas receitas e despesas em livros revestidos de formalidades capazes
de assegurar a sua exatidão.
§ 4º Na falta de cumprimento do disposto nos incisos I, II e III, "a", "b" e "c", do § 3º ou do § 6º, deste
art. 7º, a autoridade competente pode suspender a aplicação do benefício.
§ 5º A vedação para o Município instituir impostos sobre patrimônio ou serviços, das autarquias e das
fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público;
III - não exonera o promitente comprador da obrigação de pagar imposto relativamente ao bem
imóvel.
§ 6º A vedação para o Município instituir impostos sobre o patrimônio ou os serviços das entidades
mencionadas no inciso V deste art. 7º, não exclui a tributação, por lei, às entidades nele referidas, da
condição de responsáveis pelos tributos que lhes caiba reter na fonte, e não as dispensa da prática
de atos, previstos em lei, assecuratórios do cumprimento de obrigações tributárias por terceiros.
I - estabelecer diferença tributária entre bens e serviços, de qualquer natureza, em razão de sua
procedência ou destino.
TÍTULO III
IMPOSTOS
CAPÍTULO I
IMPOSTO SOBRE A PROPRIEDADE PREDIAL E TERRITORIAL URBANA
Seção I
Fato Gerador e Incidência
Art. 8º O Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana - IPTU tem como fato gerador a
propriedade, o domínio útil ou a posse de bem imóvel, por natureza ou acessão física, como definido
na lei civil, localizado na Zona Urbana do Município.
§ 1º Para os efeitos deste imposto, entende-se como zona urbana a definida em lei municipal,
observada o requisito mínimo da existência de melhoramentos indicados em pelo menos dois dos
incisos seguintes, construídos ou mantidos pelo Poder Público;
§ 3º Os loteamentos das áreas situadas fora da zona urbana, referidos no § 2º deste art. 8º, só serão
permitidos quando o proprietário de terras próprias para a lavoura ou pecuária, interessado em loteá-
las para fins de urbanização ou formação de sítios de recreio, submeter o respectivo projeto à prévia
aprovação e fiscalização do órgão competente do Ministério da Agricultura ou do Instituto Nacional
de Colonização e Reforma Agrária, conforme o caso.
§ 4º O Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana - IPTU incide, ainda, sobre os
imóveis:
I - edificados com "habite-se", ocupados ou não, mesmo que a construção tenha sido licenciada por
terceiro ou feita em terreno alheio;
II - edificados e ocupados, ainda que o respectivo "habite-se" não tenha sido concedido;
III - localizados fora da zona urbana, utilizados, comprovadamente, como sítio de recreio ou chácara,
mesmo a eventual produção não se destinando ao comércio, desde que situados na zona de
expansão urbana ou urbanizável.
§ 5º As disposições desta lei são extensivas aos imóveis localizados fora da zona urbana que, face à
sua destinação ou área, sejam considerados urbanos para efeito de tributação. (Redação acrescida
pela Lei Complementar nº 226/2018)
Art. 9º O fato gerador do imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana - IPTU ocorre no
dia 1º de janeiro de cada exercício financeiro.
Art. 10. Ocorrendo à propriedade, o domínio útil ou a posse de bem imóvel, por natureza ou acessão
física, como definido na lei civil, localizado na Zona Urbana, Urbanizável ou de Expansão Urbana do
Município, nasce a obrigação fiscal para com o Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial
Urbana - IPTU, independentemente:
Seção II
Base de Cálculo
Art. 11. A base de cálculo do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana - IPTU é o
VVI - Valor Venal do Imóvel.
Parágrafo único. Na determinação da base de cálculo, não se considera o valor dos bens móveis
mantidos, em caráter permanente ou temporário, no imóvel, para efeito de sua utilização, exploração,
aformoseamento ou comodidade.
Art. 12. O VVI - Valor Venal do Imóvel será determinado em função dos seguintes elementos,
tomados em conjunto ou separadamente:
I - características do terreno:
a) área e localização;
b) topografia e pedologia;
II - características da construção:
a) preços correntes;
b) custo de produção.
Art. 13. O Executivo procederá, anualmente, através da PGVT - Planta Genérica de Valores dos
Terrenos, à avaliação dos imóveis para fins de apuração do VuTs - Valores Unitários de Metros
Quadrados de Terrenos.
§ 1º O valor venal, apurado mediante lei, será o atribuído ao imóvel para o dia de janeiro do exercício
a que se referir o lançamento.
§ 2º Sem prejuízo da aplicação dos índices de Correção Monetário, nos termos da legislação
especifica, as tabelas da PGVT - Planta Genérica de Valores dos Terrenos, e as Tabelas de VULTS -
Valores Unitários do Metro Quadrado de Construção e de Fatores de Depreciação do Valor da
edificação será passíveis de atualização regular, anual, mediante Lei, a fim de preservar lhes a
compatibilidade com os Valores Venais praticados no mercado, com base no IPCA-E (índice de
Preço ao Consumidor Amplo Especial), ou outro índice Oficial que vier a substituí-lo. (Redação dada
pela Lei Complementar nº 171/2014)
Art. 14. O VU - Valor Unitário de Metro Quadrado de Terreno, o VUC - Valor Unitário de Metro
Quadrado de Construção, os FCTs - Fatores de Correção de Terreno e os FCCs - Fatores de
Correção de Construção serão obtidos, respectivamente, na TPT - Tabela de Preço de Terreno, na
TPC - Tabela de Preço de Construção, na TFCT - Tabela de Fator de Correção de Terreno e na
TFCC - Tabela de Fator de Correção de Construção, constantes no MGV - Mapa Genérico de
Valores e Alíquotas, descriminados no Anexo I desta Lei.
§ 1º O VUT - Valor Unitário de Metro Quadrado de Terreno, de cada zona padrão definido no PGVT -
Planta Genérica de Valores será igual a 75% (setenta e cinco por cento) dos Valores do Metro
Quadrado do Terreno definido para cada Zona Padrão, contida na tabelo 1.1.4. do Anexo I desta Lei.
(Redação dada pela Lei Complementar nº 183/2014)
§ 2º O VUC - Valor Unitário de Metro Quadrado da Construção será definido pela tabela do Sindicato
da Indústria da Construção de Mato Grosso do Sul (SINDUSCON/MS), conforme a tabela 1.3.6 do
Anexo I desta Lei, referente ao mês de dezembro do ano anterior.
§ 3º O Valor Unitário de Metro Quadrado previsto no § 1º poderá sofrer redução de até 25% (vinte e
cinco por cento), em relação aos valores do metro quadrado definido para cada Zona Padrão, na
forma estabelecida em Decreto. (Redação acrescida pela Lei Complementar nº 169/2013)
Art. 15. O VVT - Valor Venal de Terreno resultará da multiplicação da VZP - Valor da Zona Padrão
pela Tf - Testada Fictícia do Terreno e pelos FCTs - Fatores de Correção de Terreno, previstos no
Anexo I desta Lei, serão aplicáveis, de acordo com as características do terreno, conforme a fórmula
abaixo:
§ 1º O VZP - Valor da Zona Padrão é o produto da VUT - Valor Unitário de Metro Quadrado de
Terreno pela Pp - Profundidade Padrão, da seguinte forma:
I - Para os imóveis edificados, como definida no item 1.1.2 do anexo I desta Lei. (Redação dada pela
Lei Complementar nº 250/2019)
(Redação dada pela Lei Complementar nº 134/2009) (Inciso II revogado pela Lei Complementar
nº 141/2010)
III - Para os imóveis não edificados, no cálculo do VZP, não utilizar informação da profundidade
padrão constante do item 1.1.2 do anexo I e, em seu lugar, utilizar a metragem de Profundidade
Real, cadastrada no Cadastro Imobiliário Municipal. (Redação acrescida pela Lei Complementar
nº 250/2019)
IV - Para os imóveis não edificados não utilizar o cálculo da testada fictícia da tabela 1.1.1 e em seu
lugar, utilizar a Testada Real, cadastrada no Cadastro Imobiliário Municipal. (Redação acrescida pela
Lei Complementar nº 250/2019)
§ 2º O VUT - Valor Unitário de Metro Quadrado de Terreno, de cada Zona Padrão estará definido na
PGVT - Planta Genérica de Valores e corresponderá:
I - ao da face de quadra da situação do imóvel;
II - no caso de imóvel com duas ou mais esquinas ou de duas ou mais frentes, ao do logradouro
relativa à frente indicada no título de propriedade ou, na falta deste, ao do logradouro de maior valor;
III - em se tratando de terreno interno, ao do logradouro que lhe dá acesso ou, havendo mais de um
logradouro de acesso, ao do logradouro de maior valor;
I - terreno de duas ou mais frentes, aquele que possui mais de uma testada para logradouros
públicos;
II - terreno de fundo ou vila, aquele localizado em vila, passagem, travessa ou local assemelhado,
acessório de malha viária do Município ou de propriedade de particulares;
III - terreno encravado, aquele que não se comunica com a via pública, exceto por servidão de
passagem por outro imóvel;
IV - terreno de frente, aquele que possui uma testada para logradouro público.
§ 4º No cálculo do VVT - Valor Venal de Terreno, no qual exista prédio em condomínio, será
considerada a FITC - Fração Ideal de Terreno Comum correspondente a cada unidade autônoma,
conforme a fórmula abaixo:
§ 5º Para os efeitos deste imposto considera-se imóvel sem edificação, o terreno e o solo sem
benfeitoria ou edificação, assim entendido também o imóvel que contenha;
I - construção temporária ou provisória que possa ser removida sem destruição ou alteração;
II - construção em andamento ou paralisada;
III - construção interditada, condenada, em ruínas, ou em demolição;
IV - prédio em construção, até a data em que estiverem prontos para habitação;
V - construção que a autoridade competente considere inadequada quanto à área ocupada, para a
destinação ou utilização pretendida;
VI - terrenos edificados, cujo VVC - Valor Venal de Construção não alcance a 10% (dez por cento) do
VVT - Valor Venal do respectivo terreno, à exceção daquele de:
a) uso próprio, exclusivamente residencial, cujo terreno, nos termos da legislação específica, não
seja divisível;
b) uso residencial associado à produção de hortifrutigranjeiros, cuja área destinada a este fim, não
seja inferior a 2/3 (dois terços) da área do terreno;
c) uso não residencial vinculado ao alvará de funcionamento, cuja área destinada a este fim não seja
inferior a 2/3 (dois terços) da área do terreno.
Art. 16. O VVC - Valor Venal de Construção resultará da multiplicação VTE - Valor Total da
Edificação pelos FCCs - Fatores de Correção de Construção, previstos no Anexo 1 desta Lei,
aplicáveis de acordo com as características da Construção, conforme a fórmula abaixo:
§ 1º Ae - Área Edificada será obtida através da medição dos contornos extemos das paredes ou, no
caso de pilotis, da projeção do andar superior ou da cobertura, de cada pavimento.
§ 2º Ac - Área Coberta será obtida através da medição dos contornos extemos das áreas com
coberturas e que não possuem fechamentos em pelo menos em uma das laterais.
a) No caso de cobertura de postos de serviços e assemelhados será considerada como área coberta
a sua projeção sobre o terreno.
Art. 18. No cálculo da Ae - Área Edificada, no qual exista prédio em condomínio, será acrescentada,
à APC - Área Privativa de Construção de cada unidade, a parte correspondente das ACC - Áreas
Construídas Comuns em função de sua QP - Quota-Parte.
Art. 19. O VUC - Valor Unitário de Metro Quadrado de Construção será equivalente a 75% (setenta e
cinco por cento) dos Valores do Metro Quadrado da Construção, definido para cada Tipo de Padrão
de Acabamento, contida na tabela 1.3.6. do Anexo I desta Lei. (Redação dada pela Lei
Complementar nº 183/2014)
Parágrafo único. O Valor Unitário de Metro Quadrado da Construção poderá sofrer uma redução de
até 40% (quarenta por cento), em relação aos valores do metro quadrado definido para cada Tipo de
Padrão de Acabamento, na forma estabelecida em Decreto. (Redação acrescida pela Lei
Complementar nº 169/2013)
Art. 20. O Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana - IPTU será calculado através da
multiplicação do VVI - Valor Venal do Imóvel com a ALC - Alíquota Correspondente e FCDs - Fator
de Correção e Distorção dos Padrões de Acabamento, conforme a fórmula abaixo:
ar
IPTU = VVI x ALC x FCDs
Art. 21. O VVI - Valor Venal do Imóvel, no qual não exista prédio em condomínio, será calculado
através somatório do VVT - Valor Venal do Terreno com o VVC - Valor Venal da Construção,
conforme a fórmula abaixo:
Art. 22. O VVI - Valor Venal do Imóvel, no qual exista prédio em condomínio, será calculado através
somatório do VVT - Valor Venal do Terreno mais a FITC - Fração Ideal de Terreno Comum
correspondente a cada unidade autônoma, com o VVC - Valor Venal da Construção mais a QPACC -
Quota-Parte de Área Construída Comum correspondente a cada unidade autônoma, conforme a
fórmula abaixo:
I - para imóveis não-edificados ou terrenos: 3,0% (três vírgula zero por cento).
II - para imóveis edificados ou construídos: serão progressivas em razão do VVC - Valor Venal da
Construção, fracionadas por faixas, com base em Tabela 1.5.2 e descritas nos itens 1.5.3 e 1.5.4 do
Anexo I desta Lei.
Art. 24. Não será permitido ao Município, em relação ao imposto sobre a Propriedade Predial e
Territorial Urbana - IPTU:
I - adotar como base de cálculo a superfície do imóvel ou o "status" econômico de seu proprietário;
II - a fixação de adicional progressivo em função do número de imóveis do contribuinte:
III - mediante decreto, proceder a sua atualização em percentual superior aos índices oficiais de
correção monetária divulgados pelo Governo Federal.
Seção III
Sujeito Passivo
Art. 25. Contribuinte do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana - IPTU é o
proprietário do imóvel, o titular do seu domínio útil, ou o seu possuidor a qualquer título.
Seção IV
Solidariedade Tributária
Art. 26. Por terem interesse comum na situação que constitui o fato gerador do Imposto sobre a
Propriedade Predial e Territorial Urbana - IPTU ou por estarem expressamente designados, são
pessoalmente solidários pelo pagamento do imposto:
III - O sucessor, a qualquer título, e o cônjuge meeiro, pelos débitos do "de cujus" existentes à data
da partilha ou da adjudicação, limitada esta responsabilidade ao montante do quinhão, do legado ou
da meação;
V - A pessoa natural ou jurídica que adquirir de outra, por qualquer título, fundo de comércio ou de
estabelecimento comercial, industrial ou de serviço, e continuar a exploração do negócio sob a
mesma ou outra razão social ou sob firma ou nome individual, pelos débitos do fundo ou do
estabelecimento adquirido, existentes à data da transação.
§ 1º Quando a aquisição se fizer por arrematação em hasta pública ou na hipótese do inciso III deste
artigo, a responsabilidade terá por limite máximo, respectivamente, o preço da arrematação ou o
montante do quinhão, legado ou meação.
§ 2º O disposto no inciso III deste artigo aplica-se nos casos de extinção de pessoas jurídicas,
quando a exploração da respectiva atividade seja continuada por qualquer sócio remanescente ou se
espólio, com a mesma ou outra razão social, ou sob firma individual.
Seção V
Lançamento e Recolhimento
Art. 27. O lançamento do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana - IPTU será
anual, efetuado de ofício pela autoridade fiscal, nas formas e condições estabelecidas por Decreto.
(Redação dada pela Lei Complementar nº 250/2019)
Art. 28. O lançamento será feito de ofício pela autoridade fiscal, com base nas informações e nos
dados levantados pelo órgão competente, ou em decorrência dos processos de "Baixa e Habite-se",
"Modificação ou Subdivisão de Terreno" ou, ainda, tendo em conta as declarações do sujeito passivo
e de terceiros
§ 2º A critério da Administração Tributária, outros tributos municipais poderão ser lançados juntos
com o Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana - IPTU.
Art. 29. O Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana - IPTU será lançado em nome de
quem constar o imóvel no CIMOB - Cadastro Imobiliário.
Art. 30. O recolhimento do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana - IPTU, das
TSPEDs - Taxas de Serviços Públicos Específicos e Divisíveis e dos PPs - Preços Públicos, quando
estes últimos forem com ele cobrados, será efetuado através da rede bancária e/ou outros
estabelecimentos devidamente autorizados pela Prefeitura.
CAPÍTULO II
IMPOSTO SOBRE A TRANSMISSÃO "INTER VIVOS" A QUALQUER TÍTULO, POR ATO
ONEROSO, DE BENS IMÓVEIS, POR NATUREZA OU ACESSÃO FÍSICA, E DE DIREITOS REAIS
SOBRE IMÓVEIS, EXCETO OS DE GARANTIA, BEM COMO CESSÃO DE DIREITOS A SUA
AQUISIÇÃO.
Seção I
Fato Gerador e Incidência
Art. 31. O Imposto sobre a Transmissão "Inter Vivos", a Qualquer Título, por Ato Oneroso, de Bens
Imóveis, por natureza ou acessão física, e de Direitos Reais sobre Imóveis, exceto os de Garantia,
bem como Cessão de Direitos a sua Aquisição
- ITBI, tem como fato gerador:
a) Da propriedade ou do domínio útil de bens imóveis, por natureza ou por acessão física, conforme
definido no Código Civil;
b) De direitos reais sobre imóveis, exceto os direitos reais de garantia:
II - A cessão de direitos relativos às transmissões referidas nas alíneas do inciso I deste art. 31.
Parágrafo único. O imposto refere-se a atos e contratos relativos a imóveis situados no território do
Município, ainda que a mutação patrimonial ou a cessão dos direitos respectivos decorram de
contrato realizado fora deste Município, inclusive no estrangeiro. (Redação dada pela Lei
Complementar nº 250/2019)
Art. 33. O Imposto sobre a Transmissão "Inter Vivos", a Qualquer Título, por Ato Oneroso, de Bens
Imóveis, por natureza ou acessão física, e de Direitos Reais sobre Imóveis, exceto os de Garantia,
bem como Cessão de Direitos a sua Aquisição - ITBI não incide sobre a transmissão de bens ou
direitos, quando:
II - Decorrentes de fusão, incorporação, cisão ou extinção de pessoa jurídica, salvo se, nesses
casos, a atividade preponderante do adquirente for à compra e venda desses bens ou direitos,
locação de bens imóveis ou arrendamento mercantil;
IV - Este voltar ao domínio do antigo proprietário por força de retrovenda, retrocessão ou pacto de
melhor comprador.
Parágrafo único. O benefício previsto no inciso I fica limitado ao valor de bens ou direitos
incorporados ao patrimônio de pessoas jurídicas em realização de capital, devendo o valor
excedente, se houver, que constituir crédito do subscritor ou de terceiros, ser tributado. (Redação
acrescida pela Lei Complementar nº 250/2019)
Art. 34. Não se aplica o disposto nos incisos I e II do art. 33, quando a atividade preponderante do
adquirente for a compra e venda desses bens e direitos, a sua locação ou arrendamento mercantil.
§ 2º Se a pessoa jurídica adquirente iniciar suas atividades após a aquisição, ou menos de 2 (dois)
anos antes dela, apurar-se-á a preponderância, levando-se em conta os 3 (três) primeiros anos
seguintes à data da aquisição.
§ 4º Verificada a preponderância referida neste artigo, tornar-se-á devido o imposto nos termos da
Lei vigente à data da aquisição dos respectivos bens ou direitos, atualizados monetariamente, sobre
o valor dos bens ou direitos, nessa data. (Redação acrescida pela Lei Complementar nº 250/2019)
Art. 35. Considera-se ocorrido o fato gerador do Imposto sobre a Transmissão "Inter Vivos", a
Qualquer Título, por Ato Oneroso, de Bens Imóveis, por natureza ou acessão física, e de Direitos
Reais sobre Imóveis, exceto os de Garantia, bem como Cessão de Direitos a sua Aquisição - ITBI no
momento da transmissão, da cessão ou da permuta dos bens ou dos direitos, respectivamente,
transmitidos, cedidos ou permutados.
Art. 36. Ocorrendo à transmissão "inter vivos", a qualquer título, por Ato Oneroso, da propriedade ou
do domínio útil de bens imóveis, por natureza ou por acessão física, conforme definido no Código
Civil, de direitos reais sobre imóveis, exceto os direitos reais de garantia, bem como da cessão
onerosa de direitos a sua aquisição, nasce à obrigação fiscal para com o Imposto sobre a
Transmissão "Inter Vivos", a Qualquer Título, por Ato Oneroso, de Bens Imóveis, por natureza ou
acessão física, e de Direitos Reais sobre Imóveis, exceto os de Garantia, bem como Cessão de
Direitos a sua Aquisição - ITBI, Independentemente:
Seção II
Base de Cálculo
Art. 37. A base de cálculo do imposto é o VBD - Valor dos Bens ou dos Direitos Transmitidos,
Cedidos ou Permutados, no Momento da Transmissão, da Cessão ou da Permuta.
§ 1º O VBD - Valor dos Bens ou dos Direitos Transmitidos, Cedidos ou Permutados, no Momento da
Transmissão, da Cessão ou da Permuta será determinado pela administração fazendária, através de
avaliação com base nos elementos aferidos no mercado imobiliário ou constantes do CIMOB -
Cadastro Imobiliário ou no valor declarado pelo sujeito passivo, se um destes últimos for maior.
Art. 38. Na avaliação do imóvel serão considerados, dentre outros, os seguintes elementos;
II - Localização do imóvel;
§ 1º Caberá aos avaliadores, nomeados pelo Prefeito Municipal, que serão, de preferência, três
servidores do município oriundos da Carreira da Auditoria Fiscal Tributária da Prefeitura, à avaliação
dos bens imóveis ou direitos transmitidos. (Redação dada pela Lei Complementar nº 169/2013)
§ 2º A avaliação do bem ou direito transmitido poderá ser arbitrada, quando o contribuinte não
cumprir as disposições legais previstas nesta Lei ou em caso de unidades autônomas construídas
através de incorporações ou "condomínio fechado", será considerado a situação em que se
encontrar o imóvel na data da avaliação, sem prejuízo das sanções legais.
§ 5º O pedido de avaliação contraditória será protocolado como processo administrativo para este fim
junto ao Protocolo Geral da Prefeitura Municipal. (Redação acrescida pela Lei Complementar
nº 250/2019)
§ 7º A reavaliação do imóvel será procedida por autoridade fiscal diversa da que elaborou a
avaliação impugnada, o qual emitirá parecer fundamentado sobre os critérios utilizados, confirmando
ou retificando a avaliação anterior, assinando em conjunto com o Gerente Imobiliário. (Redação
acrescida pela Lei Complementar nº 250/2019)
Art. 39. O Imposto sobre a Transmissão "Inter Vivos", a Qualquer Título, por Ato Oneroso, de Bens
Imóveis, por natureza ou acessão física, e de Direitos Reais sobre Imóveis, exceto os de Garantia,
bem como Cessão de Direitos a sua Aquisição - ITBI será calculado através da multiplicação do VBD
- Valor dos Bens ou dos Direitos Transmitidos, Cedidos ou Permutados, no Momento da
Transmissão, da Cessão ou da Permuta com a ALC - Alíquota Correspondente, conforme a fórmula
abaixo:
Seção III
Sujeito Passivo
Art. 41. Contribuinte do Imposto sobre a Transmissão "Inter Vivos", a Qualquer Título, por Ato
Oneroso, de Bens Imóveis, por natureza ou acessão física, e de Direitos Reais sobre Imóveis, exceto
os de Garantia, bem como Cessão de Direitos a sua Aquisição - ITBI é:
I - Na transmissão de bens ou de direitos, o adquirente ou o transmitente do bem ou do direito
transmitido;
Seção IV
Solidariedade Tributária
Art. 42. Por terem interesse comum na situação que constitui o fato gerador do Imposto sobre a
Transmissão "Inter Vivos", a Qualquer Título, por Ato Oneroso, de Bens Imóveis, por natureza ou
acessão física, e de Direitos Reais sobre Imóveis, exceto os de Garantia, bem como Cessão de
Direitos a sua Aquisição - ITBI ou por estarem expressamente designados, são pessoalmente
solidários pelo pagamento do imposto;
VI - Os tabeliães, escrivães e demais serventuários de ofício, relativamente aos atos por eles ou
perante eles praticados em razão do seu ofício, ou pelas omissões de que forem responsáveis.
Seção V
Lançamento e Recolhimento
Art. 43. O lançamento do Imposto sobre a Transmissão "Inter-Vivos", a Qualquer Título, por Ato
Oneroso, de Bens Imóveis, por natureza ou acessão física, e de Direitos Reais sobre Imóveis, exceto
os de Garantia, bem como Cessão de Direitos a sua Aquisição - ITBI deverá ter em conta a situação
fática dos bens ou dos direitos transmitidos, cedidos ou permutados, no momento da transmissão, da
cessão ou da permuta.
Art. 44. O lançamento será efetuado levando-se em conta o VBD - Valor dos Bens ou dos Direitos
Transmitidos, Cedidos ou Permutados, no Momento da Transmissão, da Cessão ou da Permuta,
determinado pela administração fazendária, através de avaliação com base nos elementos aferidos
no mercado imobiliário ou constantes do CIMOB - Cadastro Imobiliário ou no valor declarado pelo
sujeito passivo, se um destes últimos for maior.
Art. 45. O Imposto sobre a Transmissão "Inter Vivos", a Qualquer Título, por Ato Oneroso, de Bens
Imóveis, por natureza ou acessão física, e de Direitos Reais sobre Imóveis, exceto os de Garantia,
bem como Cessão de Direitos a sua Aquisição - ITBI será recolhido:
I - Até a data de lavratura do instrumento que servir de base à transmissão, à cessão ou à permuta
de bens ou de direitos transmitidos, cedidos ou permutados, quando realizada no Município;
III - Nas transmissões realizadas por termo judicial, em virtude de sentença judicial, o imposto será
pago dentro de 10 (dez) dias, contados da sentença que houver homologado sem cálculo.
Parágrafo único. Caso oferecidos embargos, relativamente às hipóteses referidas na alínea "c", do
inciso II, deste art. 45, o imposto será pago dentro de 10 (dez) dias, contados da sentença que os
rejeitou.
Art. 46. Sempre que julgar necessário, à correta administração do tributo, o órgão fazendário
competente poderá notificar o contribuinte para, no prazo de 30 (trinta) dias, contados da data da
cientificação, prestar declarações sobre a transmissão, a cessão ou a permuta de bens ou de direitos
transmitidos, cedidos ou permutados, com base nas quais poderá ser lançado o imposto.
Art. 47. O Imposto sobre a Transmissão "Inter Vivos", a Qualquer Título, por Ato Oneroso, de Bens
Imóveis, por natureza ou acessão física, e de Direitos Reais sobre Imóveis, exceto os de Garantia,
bem como Cessão de Direitos a sua Aquisição - ITBI será lançado em nome de qualquer das partes,
da operação tributada, que solicitar o lançamento, ao órgão competente, ou for identificada, pela
autoridade administrativa, como sujeito passivo ou solidário do imposto.
Seção VI
Obrigações Dos Notários e Dos Oficiais de Registros de Imóveis e de Seus Prepostos
Art. 48. Os escrivães, tabeliães, oficiais de notas, de registro de imóveis e de registro de títulos e de
documentos e de quaisquer outros serventuários da justiça, quando da prática de atos que importem
transmissão de bens imóveis ou de direitos a eles relativos, bem como suas cessões, ficam
obrigados:
II - A facilitar, à fiscalização da Fazenda Pública Municipal, o exame, em cartório, dos livros, dos
registros e dos outros documentos e a lhe fornecer, quando solicitadas, certidões de atos que foram
lavrados, transcritos, averbados ou inscritos e concernentes a imóveis ou direitos a eles relativos;
III - No prazo máximo de 15 (quinze) dias do mês subsequente a prática do ato de transmissão, de
cessão ou de permuta de bens e de direitos, a comunicar, à Prefeitura, os seus seguintes elementos
constitutivos:
Parágrafo único. A quitação total de eventuais débitos relacionados ao imóvel transacionado até a
data da operação deverá ser comprovado mediante certidão emitida pela Administração Tributária.
(Redação dada pela Lei Complementar nº 271/2020)
CAPÍTULO III
IMPOSTO SOBRE SERVIÇOS DE QUALQUER NATUREZA (Vide Decreto nº 1123/2013)
Seção I
Fato Gerador e Incidência
Art. 49. O Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza tem como fato gerador a prestação de
serviços constantes nos itens e subitens da LS - Lista de Serviços, prevista no anexo II desta Lei,
ainda que esses não se constituam como atividade preponderante do prestador.
§ 2º A interpretação ampla e analógica é aquela que, partindo de um texto de lei, faz incluir situações
análogas, mesmo não, expressamente, referidas, não criando direito novo, mas, apenas,
completando o alcance do direito existente.
I - O que vale é a natureza, a "alma", do serviço, sendo irrelevante o nome dado pelo contribuinte;
II - O que importa é a essência, o "espírito", do serviço, ainda que o nome do serviço não esteja
previsto, literalmente, na LS - Lista de Serviços.
§ 5º O imposto incide também sobre o serviço proveniente do exterior do País ou cuja prestação se
tenha iniciado no exterior do País.
§ 7º O imposto de que trata esta Lei Complementar incide ainda sobre os serviços prestados
mediante a utilização de bens e serviços públicos explorados economicamente mediante
autorização, permissão ou concessão, com o pagamento de tarifa, preço ou pedágio pelo usuário
final do serviço.
§ 8º Ocorrendo a prestação, por pessoa física ou jurídica, com ou sem estabelecimento fixo, de
serviço de qualquer natureza não compreendidos no art. 155, 11, da Constituição da República
Federativa do Brasil, definidos na lista de serviços, nasce a obrigação fiscal para com o Imposto
Sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISSQN, Independentemente:
Parágrafo único. Não se enquadram no disposto no inciso I deste Art. 50, os serviços desenvolvidos
no Brasil, cujo resultado aqui se verifique, ainda que o pagamento seja feito por residente no exterior.
Art. 51. O serviço considera-se prestado e o imposto devido no local do estabelecimento prestador
ou, na falta do estabelecimento, no local do domicílio do prestador, exceto nas hipóteses previstas
nos incisos I ao XXIII, quando o imposto será devido no local: (Redação dada pela Lei Complementar
nº 209/2017)
II - Da instalação dos andaimes, palcos, coberturas e outras estruturas, no caso dos serviços
descritos no subitem 3.04 da LS - Lista de Serviços;
III - Da execução da obra, no caso dos serviços descritos no subitem 7.02 e 7.17 da LS - Lista de
Serviços; (Redação dada pela Lei Complementar nº 169/2013)
V - Das edificações em geral, estradas, pontes, portos e congêneres, no caso dos serviços descritos
no subitem 7.05 da LS - Lista de Serviços;
VIII - Da execução da decoração e jardinagem, do corte e poda de árvores, no caso dos serviços
descritos no subitem 7.11 da LS - Lista de Serviços;
XII - Da limpeza e dragagem, no caso dos serviços descritos 7.16 no subitem da LS - Lista de
Serviços. (Redação dada pela Lei Complementar nº 169/2013)
XIII - Onde o bem estiver guardado ou estacionado, no caso dos serviços descritos no subitem 11.01
da LS - Lista de Serviços;
XIV - dos bens, dos semoventes ou do domicílio das pessoas vigiados, segurados ou monitorados,
no caso dos serviços descritos no subitem 11.02 da lista de serviços; (Redação dada pela Lei
Complementar nº 209/2017)
XVII - do Município onde está sendo executado o transporte, no caso dos serviços descritos pelo
item 16 da lista de serviços; (Redação dada pela Lei Complementar nº 209/2017)
XXI - do domicílio do tomador dos serviços dos subitens 4.22, 4.23 e 5.09; (Redação acrescida pela
Lei Complementar nº 209/2017)
XXII - do domicílio do tomador do serviço no caso dos serviços prestados pelas administradoras de
cartão de crédito ou débito e demais descritos no subitem 15.01 da lista de serviços; (Redação
acrescida pela Lei Complementar nº 209/2017)
XXIII - do domicílio do tomador do serviço do subitem 15.09 (Redação dada pela Lei Complementar
nº 271/2020)
§ 1º No caso dos serviços a que se refere o subitem 3.03 da LS - Lista Serviços, considera-se
ocorrido o fato gerador e devido o imposto em cada Município em cujo território haja extensão de
ferrovia, rodovia, postes, cabos, dutos e condutos de qualquer natureza, objetos de locação,
sublocação, arrendamento, direito de passagem ou permissão de uso, compartilhado ou não.
§ 2º No caso dos serviços a que se refere o subitem 22.01 da LS - Lista de Serviços, considera-se
ocorrido o fato gerador e devido o imposto em cada Município em cujo território haja extensão de
rodovia explorada.
§ 4º Na hipótese de descumprimento do disposto no caput ou no § 1º, ambos do art. 60º-A desta Lei
Complementar, o imposto será devido no local do estabelecimento do tomador ou intermediário do
serviço ou, na falta de estabelecimento, onde ele estiver domiciliado. (Redação acrescida pela Lei
Complementar nº 209/2017)
§ 6º No caso dos serviços de planos de saúde ou de medicina e congêneres, referidos nos subitens
4.22 e 4.23 da lista de serviços anexa a esta Lei Complementar, o tomador do serviço é a pessoa
física beneficiária vinculada à operadora por meio de convênio ou contrato de plano de saúde
individual, familiar, coletivo empresarial ou coletivo por adesão. (Redação acrescida pela Lei
Complementar nº 271/2020)
§ 7º Nos casos em que houver dependentes vinculados ao titular do plano, será considerado apenas
o domicílio do titular para fins do disposto no § 6º deste artigo. (Redação acrescida pela Lei
Complementar nº 271/2020)
I - bandeiras;
II - credenciadoras; ou
III - emissoras de cartões de crédito e débito. (Redação acrescida pela Lei Complementar
nº 271/2020)
Art. 52. Considera-se estabelecimento prestador o local onde o contribuinte desenvolva a atividade
de prestar serviços, de modo permanente ou temporário, e que configure unidade econômica ou
profissional, sendo irrelevantes para caracterizá-lo as denominações de sede, filial, agência, posto de
atendimento, sucursal, escritório de representação ou contato ou quaisquer outras que venham a ser
utilizadas.
Art. 56. A prestação de serviço sob forma de trabalho pessoal do próprio contribuinte é o simples
fornecimento de trabalho, por profissional autônomo, com ou sem estabelecimento, que não tenha, a
seu serviço, empregado com a sua mesma qualificação profissional.
Art. 57. Quando a prestação de serviço sob forma de trabalho pessoal do próprio contribuinte não for
o simples fornecimento de trabalho, por profissional autônomo, com ou sem estabelecimento, tendo,
a seu serviço, empregado com a sua mesma qualificação profissional, a base de cálculo do Imposto
Sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISSQN será determinada, em função de valor anual fixo,
calculado com base no número de profissionais integrantes da sociedade, desde que não possua
caráter empresarial. (Redação dada pela Lei Complementar nº 169/2013)
Seção III
Base de Cálculo da Prestação de Serviço Sob a Forma de Trabalho Impessoal do Próprio
Contribuinte e de Pessoa Jurídica Não Incluída Nos Subitens 3.03 e 22.01 da ls - Lista de Serviços
Art. 58. A base de cálculo do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISSQN sobre a
prestação de serviço sob a forma de trabalho impessoal do próprio contribuinte e de pessoa jurídica
não incluída nos subitens 3.03 e 22.01 da LS - Lista de Serviços, será determinada, mensalmente,
em função do preço do serviço.
Art. 59. O Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISSQN sobre a prestação de serviço sob
a forma de trabalho impessoal do próprio contribuinte e de pessoa jurídica não incluída nos subitens
3.03 e 22.01 LS - Lista de Serviços, será calculado, mensalmente, através da multiplicação do PS -
Preço do Serviço com a ALC - Alíquota Correspondente, conforme a fórmula abaixo:
ISSQN = PS x ALC
Art. 60. As ALCs - Alíquotas Correspondentes são as previstas no anexo III desta lei.
Art. 60-A A alíquota mínima do Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza é de 2% (dois por
cento).
Art. 61. O preço do serviço é a receita bruta a ele correspondente, tudo o que for cobrado em virtude
da prestação do serviço, em dinheiro, bens, serviços ou direitos, seja na conta ou não, inclusive a
título de reembolso, de ressarcimento, de reajustamento ou de outro dispêndio de qualquer natureza,
independentemente do seu efetivo pagamento;
I - Incluídos:
I - É o objeto de comércio do produtor ou do comerciante, por grosso ou a retalho, que a adquire para
revender a outro comerciante ou ao consumidor;
II - É a coisa móvel que se compra e se vende, por atacado ou a varejo, nas lojas, armazéns,
mercados ou feiras;
III - É todo bem móvel sujeito ao comércio, ou seja, com destino a ser vendido;
I - É o objeto que, após ser comercializado, pelo comércio do produtor ou do comerciante, por grosso
ou a retalho, é adquirido, pelo prestador de serviço, não para revender a outro comerciante ou ao
consumidor, mas para ser utilizado na prestação dos serviços previstos na LS - Lista de Serviços;
II - é a coisa móvel que, após ser comprada, por atacado ou a varejo, nas lojas, armazéns, mercados
ou feiras, é adquirida, pelo prestador de serviço, para ser empregada na prestação dos serviços
previstos na LS - Lista de Serviços;
III - É todo bem móvel que, não sujeito mais ao comércio, ou seja, sem destino a ser vendido, por se
achar no poder ou na propriedade de um estabelecimento prestador de serviço, é usado na
prestação dos serviços previstos na LS - Lista de Serviços;
IV - É a coisa móvel que, logo que sai da circulação comercial, se encontra na posse do titular de um
estabelecimento prestador de serviço, destina-se a ser por ele aplicada na prestação dos serviços
previstos na LS - Lista de Serviços.
II - É a terceirização de uma ou de mais de uma das etapas específicas de um serviço geral previsto
na LS - Lista de Serviços.
Art. 65. O preço do serviço ou a receita bruta compõe o movimento econômico do mês em que for
concluída a sua prestação.
Art. 66. Os sinais e os adiantamentos recebidos pelo contribuinte durante a prestação do serviço,
integram a receita bruta no mês em que forem recebidos.
Art. 67. Quando a prestação do serviço for subdividida em partes, considera-se devido o imposto no
mês em que for concluída qualquer etapa contratual a que estiver vinculada a exigibilidade do preço
do serviço.
Art. 68. aplicação das regras relativas à conclusão, total ou parcial, da prestação do serviço,
independe do efetivo pagamento do preço do serviço ou do cumprimento de qualquer obrigação
contratual assumida por um contratante em relação ao outro.
Art. 69. Diferenças resultantes dos reajustamentos do preço dos serviços integrarão a receita do mês
em que sua fixação se tornar definitiva.
Art. 70. Na falta do PS - Preço do Serviço, ou não sendo ele desde logo conhecido, poderá ser
fixado, mediante estimativa ou através de arbitramento.
Subseção I
Base de Cálculo Dos Serviços Previstos no Item 1 e Subitens de 1.01 a 1.08 da Lista de Serviços
Art. 71. Os serviços previstos no item 1 e subitens de 1.01 a 1.08 da lista de serviços terão o Imposto
Sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISSQN calculado sobre a receita bruta ou o movimento
econômico resultante da prestação desse serviço;
I - Incluídos:
Subseção II
Base de Cálculo Dos Serviços Previstos no Item 2 e Subitem 2.01 da Lista de Serviços
Art. 72. Os serviços previstos no item 2 e subitem 2.01 da lista de serviços terão 0 Imposto Sobre
Serviços de Qualquer Natureza - ISSQN calculado sobre a receita bruta ou o movimento econômico
resultante da prestação desse serviço:
I - Incluídos:
Subseção III
Base de Cálculo Dos Serviços Previstos no Item 3 e Subitens 3.01, 3.02 e 3.04 da Lista de Serviços
Art. 73. Os serviços previstos no item 3 e subitens 3.01, 3.02 e 3.04 da lista de serviços terão o
Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISSQN calculado sobre a receita bruta ou o
movimento econômico resultante da prestação desses serviços:
I - Incluídos:
VII - Cessão de direito de uso e de gozo de propriedade comercial, industrial, artística, literária e
musical;
Subseção IV
Base de Cálculo Dos Serviços Previstos no Item 4 e Subitens de 4.01 a 4.23 da Lista de Serviços
Art. 74. Os serviços previstos no item 4 e subitens 4.01 a 4.02 da lista de serviços terão o Imposto
Sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISSQN calculado sobre a receita bruta ou o movimento
econômico resultante da prestação desses serviços:
I - Incluídos:
II - Bioquímica;
III - Psicopedagogia;
IV - Farmácia de manipulação;
Subseção V
Base de Cálculo Dos Serviços Previstos no Item 5 e Subitens de 5.01 a 5.09 da Lista de Serviços
Art. 75. Os serviços previstos no item 5 e subitens de 5.01 a 5.09 da lista de serviços terão o Imposto
Sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISSQN calculado sobre a receita bruta ou o movimento
econômico resultante da prestação desses serviços:
I - Incluídos:
III - Corte, apara, poda e penteado de pelos, corte, apara e poda de unhas de patas, depilação,
banhos, duchas e massagens.
Subseção VI
Base de Cálculo Dos Serviços Previstos no Item 6 e Subitens de 6.01 a 6.05 da Lista de Serviços
Art. 76. Os serviços previstos no item 6 da lista de serviços terão o Imposto Sobre Serviços de
Qualquer Natureza - ISSQN calculado sobre a receita bruta ou o movimento econômico resultante da
prestação desses serviços:
I - Incluídos:
Subseção VII
Base de Cálculo Dos Serviços Previstos no Item 7 e Nos Subitens 7.01 a 7.20 da Lista de Serviços.
Art. 77. Os serviços previstos no item 7 e nos subitens 7.01 a 7.20 da lista de serviços terão o
Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISSQN calculado sobre a receita bruta ou o
movimento econômico resultante da prestação desses serviços:
I - A colocação de pisos e de forros, com material fornecido pelo usuário final do serviço;
III - Aplainar, vedar, lixar, limpar, encerar e envernizar pisos, paredes e divisórias;
V - Esgotamento sanitário;
XII - Colocação de espeques e de escoras, construção de canais para escoamento de águas pluviais
e plantação de árvores para conter enxurradas;
XIII - Implosão.
§ 2º Na prestação dos serviços previstos nos subitens 7.02 e 7.05 da lista de serviços, o
fornecimento de mercadorias produzidas pelo prestador dos serviços e contribuinte do ICMS fora do
local da prestação dos serviços, não compõe a base de cálculo do imposto sobre serviços de
qualquer natureza, ficando sujeito apenas ao ICMS. (Redação dada pela Lei Complementar
nº 134/2009)
§ 3º A base de cálculo do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza relativa aos serviços dos
subitens 7.02 e 7.05 da lista de serviços, poderá ser reduzida do valor dos materiais fornecidos pelo
prestador dos serviços, desde que seja comprovada a sua aplicação na obra por documento hábil e
idôneo emitido em decorrência da prestação do serviço.
I - A compensação será realizada diretamente com o imposto a pagar nos meses subsequentes ao
da retenção;
II - O valor a ser compensado em cada mês não poderá ultrapassar a 50% (cinquenta por cento) do
imposto a pagar em cada mês;
III - O valor total do crédito a ser compensado, bem como o valor de cada parcela e o número de
prestações deverá ser declarado em campo próprio da Declaração Mensal de Serviços - DMS;
IV - O valor do imposto compensado em cada mês deverá ser anotado em campo próprio do DAM
usado para o recolhimento.
§ 7º Somente poderão ser compensados, na forma deste artigo, os valores retidos a maior,
referentes a fatos geradores ocorridos a partir da vigência desta Lei.
§ 8º A extinção do crédito tributário por meio da compensação prevista neste artigo, fica
condicionada à homologação por parte do Fisco Municipal. (Redação dada pela Lei Complementar
nº 114/2007)
Art. 78. Na execução, por administração, de construção civil, de obras hidráulicas e de outras obras
semelhantes:
III - O construtor assume, apenas, a direção e a responsabilidade pela obra, prestando os serviços,
não arcando com qualquer encargo econômico pela obra.
Art. 79. Na execução, por empreitada, de construção civil, de obras hidráulicas e de outras obras
semelhantes:
I - Há fixação de preço fixo ou de preço reajustável por índices previamente, determinados;
II - A empreitada consiste num contrato de Direito Civil em que uma ou mais pessoas se encarregam
de fazer uma obra, mediante pagamento proporcional ao trabalho executado;
III - O empreiteiro assume os riscos e a responsabilidade pela obra, atuando de maneira autônoma,
arca com os riscos de sua atividade, não tendo qualquer subordinação com o contratante dos
serviços.
Art. 80. Na execução, por subempreitada, de construção civil, de obras hidráulicas e de outras obras
semelhantes:
II - A construtora, apenas, administra a obra, sendo que os serviços, em sua maior parte, são
prestados por terceiros;
Art. 81. Construção civil é toda obra de edificação, pré-moldada ou não, destinada a estruturar
edifícios de habitação, de trabalho, de ensino ou de recreação de qualquer natureza.
Parágrafo único. Na construção civil para fins de incorporação imobiliária, quando a comercialização
de unidades ocorrer:
I - Antes do registro do bem imóvel em nome do incorporador, mesmo após a liberação do "habite-
se", há incidência do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISSQN;
II - Após o registro do bem imóvel em nome do incorporador, não há incidência do Imposto Sobre
Serviços de Qualquer Natureza - ISSQN.
III - Em relação aos subitens 7.02, 7.04 e 7.05, na impossibilidade de apuração do valor efetivamente
pago a título de mão-de-obra, ou na falta da emissão de documentos fiscal hábil para a operação ou
do contrato de prestação de serviços, o valor da mão-de-obra será arbitrado pela Municipalidade
através da publicação periódica dos índices e valores de custos regionalizados a serem aplicados na
determinação do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISSQN.
IV - Nos casos em que não for possível identificar o prestador de serviços responsável pela
edificação, reforma, demolição ou congênere, e, portanto, não se puder comprovar o preço do
serviço através da emissão de notas fiscais, o cálculo do preço do serviço referente às obras de
construção civil terá por base o enquadramento no custo unitário da construção, em conformidade
com a tabela editada mensalmente pelo SINDUSCON/MS - Sindicato da Indústria da Construção
Civil do Mato Grosso do Sul, considerando-se os valores vigentes na data da última vistoria anterior
ao lançamento, efetuada pelo Órgão Técnico competente. (Redação acrescida pela Lei
Complementar nº 250/2019)
VI - Ocorrendo qualquer diferença de preço que venha a ser efetivamente apurada pelo Fisco
Municipal em relação ao declarado pelo sujeito passivo, contribuinte ou responsável solidário,
acarretará a exigibilidade do imposto sobre o respectivo montante. (Redação acrescida pela Lei
Complementar nº 250/2019)
VII - As notas fiscais e contratos apresentados com emissões em períodos anteriores ao
arbitramento serão atualizados pelo CUB Desonerado/MS editado pelo SINDUSCON/MS - Sindicato
da Indústria da Construção Civil do Mato Grosso do Sul ou por outro que venha a substituí-lo,
oriundo da construção civil. (Redação acrescida pela Lei Complementar nº 250/2019)
VIII - Na conclusão da obra, havendo divergência entre o projeto aprovado e a construção executada,
a diferença do ISSQN antecipadamente lançado e recolhido, deverá ser exigida do sujeito passivo,
mediante lançamento de ofício pela autoridade competente. (Redação acrescida pela Lei
Complementar nº 250/2019)
IX - Caso a diferença apurada refira-se a área construída menor do que o projeto aprovado caberá a
restituição ou compensação dos valores pagos à maior, mediante requerimento expresso. (Redação
acrescida pela Lei Complementar nº 250/2019)
X - na hipótese de lançamento por homologação, o imposto será calculado sobre o preço dos
serviços, admitindo-se a dedução referente aos materiais aplicados na obra, em observância ao art.
141, §§ 5º e 6º deste código; (Redação acrescida pela Lei Complementar nº 250/2019)
Art. 82. Obra hidráulica é toda obra relacionada com a dinâmica das águas ou de outros líquidos,
tendo em vista a direção, o emprego ou o seu aproveitamento, tais como: barragens, diques,
drenagens, irrigação, canais, adutoras, reservatórios, perfuração de poços, artesianos ou semi-
artesianos ou manilhados, destinados à captação de água no subsolo, rebaixamento de lençóis
freáticos, retificação ou regularização de leitos ou perfis de córregos, rios, lagos, praias e mares,
galerias pluviais, estações, centrais, sistemas, usinas e redes de distribuição de água e de esgotos,
centrais e usinas hidráulicas.
I - Obra de estrada e de logradouro público destinada a estruturar, dentre outros, vias, ruas, rodovias,
ferrovias, hidrovias, portos, aeroportos, praças, parques, jardins e demais equipamentos urbanos e
paisagísticos:
§ 2º Nas obras de estações, centrais, sistemas, usinas e redes de distribuição de força e luz, estão
incluídos, dentre outros, os serviços acessórios, acidentais e não-elementares de fornecimento de
energia elétrica: remoção, supressão, escoramento e reaprumação de postes, extensão, remoção,
afastamento e desligamento de linhas e redes de energia elétrica, serviços de corte de cabos, fios e
alteamento de linhas, serviços de operação e manutenção de rede elétrica.
Art. 84. Obra semelhante de obra hidráulica é toda obra assemelhada com a dinâmica das águas ou
de outros líquidos, tendo em vista a direção, o emprego ou o seu aproveitamento.
Art. 85. Os serviços de engenharia consultiva, para construção civil, para obras hidráulicas e para
outras obras semelhantes de construção civil e de obras hidráulicas, são os seguintes:
I - As obras:
II - Os serviços:
a) De revestimento e de pintura, abrangendo, dentre outros, pisos, tetos, paredes, forros e divisórias;
b) De impermeabilização e de isolamento, abrangendo, dentre outros, temperatura e acústica;
c) De fornecimento e de colocado, abrangendo, dentre outros, decoração, jardinagem, paisagismo,
sinalização, carpintaria, serralharia, vidraçaria e marmoraria;
III - As obras e os serviços relacionados nos itens 7.04, 7.05, 7.08, 7.09, 7.10, 7.11, 7.12, 7.13, 7.14,
7.15, 7.16, 7.18, 7.19, 14.01, 14.03, 14.05, 14.06, 17.08, 32.01 da lista de serviços, quando, etapas
auxiliares ou complementares, forem partes integrantes de construção civil, de obras hidráulicas e de
outras obras semelhantes de construção civil e de obras hidráulicas.
Subseção VIII
Base de Cálculo Dos Serviços Previstos no Item 8 e Nos Subitens 8.01 e 8.02 da Lista de Serviços
Art. 87. Os serviços previstos no item 8 e nos subitens 8.01 e 8.02 da lista de serviços terá o Imposto
Sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISSQN calculado sobre a receita bruta ou o movimento
econômico resultante da prestação desse serviço;
I - Incluídos:
III - As receitas, quando incluídas nas matrículas, nas mensalidades ou nas anuidades, decorrentes
de fornecimento de:
Subseção IX
Base de Cálculo Dos Serviços Previstos no Item 9 e Nos Subitens 9.01 e 9.02 da Lista de Serviços
Art. 88. Os serviços previstos no item 9 e nos subitens 9.01 e 9.02 da lista de serviços terão o
Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISSQN calculado sobre a receita bruta ou o
movimento econômico resultante da prestação desses serviços:
I - Incluídos:
a) os materiais a serem ou que tenham sido utilizados na prestação dos serviços, tais como:
sabonetes, "shampoos", cremes, pastas, aparelhos de barbear, aparelhos de depilar etc;
b) as mercadorias a serem ou que tenham sido utilizadas na prestação dos serviços, exceto a
alimentação não incluída no preço da diária;
c) as gorjetas, quando incluída no preço da diária;
d) as bebidas, independentemente de estarem ou não, incluídas no preço da diária;
e) a alimentação, desde que incluído no preço da diária.
Subseção X
Base de Cálculo Dos Serviços Previstos no Item 10 e Nos Subitens de 10.01 a 10.10 da Lista de
Serviços
Art. 89. Os serviços previstos no item 10 e nos subitens 10.01 a 10.10 da lista de serviços terão o
Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISSQN calculado sobre a receita bruta ou o
movimento econômico resultante da prestação desses serviços:
I - Incluídos:
I - Taxa de coordenação recebida pela seguradora líder de suas congêneres, pelos serviços a elas
prestados de liderança em cosseguro;
II - Comissão de co-seguros recebida pela seguradora líder de suas congêneres, como recuperação
da despesa de aquisição, consubstanciada na corretagem para ao corretor e na remuneração dos
serviços de gestão e de administração;
III - Comissão de resseguro recebida pela seguradora do IRB - Instituto de Resseguro do Brasil,
como recuperação da despesa de aquisição, consubstanciada na corretagem para ao corretor e na
remuneração dos serviços de gestão e de administração, quando efetua o resseguro junto ao IRB -
Instituto de Resseguro do Brasil;
V - Participação contratual da agência, da filial ou da sucursal nos lucros anuais obtidos pela
respectiva representada;
VIII - A comissão auferida por sócios ou dirigentes das empresas e dos clubes;
I - De uma marca;
I - De uma marca;
§ 6º Faturizador é a pessoa que recebe, de uma outra pessoa, seus créditos de vendas a prazo, na
totalidade ou em parte, pagando, para aquela outra pessoa, o montante desses créditos,
antecipadamente ou não antes da liquidação, mediante uma remuneração.
§ 7º Faturizado é a pessoa que cede, para uma outra pessoa, seus créditos de vendas a prazo, na
totalidade ou em parte, recebendo, daquela outra pessoa, o montante desses créditos,
antecipadamente ou não antes da liquidação, mediante o pagamento de uma remuneração.
Subseção XI
Base de Cálculo Dos Serviços Previstos no Item 11 e Nos Subitens 11.01 a 11.04 da Lista de
Serviços
Art. 90. Os serviços previstos no item 11 e nos subitens de 11.01 a 11.04 da lista de serviços terão o
Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISSQN calculado sobre a receita bruta ou o
movimento econômico resultante da prestação desse serviço:
I - Incluídos:
Subseção XII
Base de Cálculo Dos Serviços Previstos no Item 12 e Nos Subitens de 12.01 a 17.17 da Lista de
Serviços
Art. 91. Os serviços previstos no item 12 e nos subitens de 12.01 a 12.17 da lista de serviços terão o
Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISSQN calculado sobre a receita bruta ou o
movimento econômico resultante da prestação desses serviços:
I - Incluídos:
I - Táxi-boys e táxi-girls;
II - Sinuca, bocha, dama, xadrez, gamão, jogos com cartas de baralho, jogos instrutivos,
educacionais, culturais e intelectuais, pebolim, e jogos não permitidos;
III - "Réveillon", desfiles de moda, quermesses e demais espetáculos públicos, cessão de direito de
uso e de gozo de auditórios, de casas de espetáculos, de parques de diversão, para realização de
atividades, de eventos e de negócios de qualquer natureza;
VIII - Fornecimento de música, mediante transmissão para vias públicas, por processos mecânicos,
elétricos, eletromecânicos e eletrônicos;
IX - Cessão de direitos de reprodução ou de transmissão, pelo rádio, pelo rádio chamada, pelo rádio
"beep", pela televisão, inclusive a cabo ou por assinatura, pela "internet" e pelos demais meios de
comunicação, de recepção, de cerimonial, de encontro, de evento, de "show", de "ballet", de dança,
de desfile, de festividade, de baile, de peça de teatro, de ópera, de concerto, de recital, de festival, de
"réveillon", de folclore, de quermesse, de feiras, de mostras, de salões, de congressos, de
convenção, de simpósio, de seminário, de treinamento, de curso, de palestra, de espetáculo, de
competições esportivas, de destreza física ou intelectual de qualquer natureza;
§. 2º - O cálculo do ISSQN estimado em razão de espetáculos públicos será efetuado pela seguinte
fórmula:
OTE = Ocupação Total Estimada, obtida considerando-se como área útil o percentual de 30% da
Área Total do Imóvel onde será realizado o evento.
VMI= Valor Médio do ingresso, consistente na média aritmética simples apurada entre todos os
valores de ingressos destinados à comercialização.
0,70 = índice a ser considerado do valor do VMI para apuração da estimativa do faturamento total.
(Redação acrescida pela Lei Complementar nº 250/2019)
§ 3º A área total do imóvel poderá ser apurada com base nas informações constantes no cadastro
imobiliário do Município, bem como através de vistoria no local do evento. (Redação acrescida pela
Lei Complementar nº 250/2019)
§ 4º A promoção e realização de shows, festas, jogos e demais diversões públicas deverá ser
comunicada à Fazenda Pública Municipal, com antecedência mínima de 60 (sessenta dias) da data
de realização do evento, apresentando-se toda a documentação hábil para o cálculo dos impostos e
taxas devidos. (Redação acrescida pela Lei Complementar nº 250/2019)
§ 5º Demais disposições acerca da matéria deverão obedecer ao que for disposto em regulamento
específico. (Redação acrescida pela Lei Complementar nº 250/2019)
Subseção XIII
Base de Cálculo Dos Serviços Previstos no Item 13 e Nos Subitens 13.01 a 13.04 da Lista de
Serviços
Art. 92. Os serviços previstos no item 13 e nos subitens de 13.01 a 13.04 da lista de serviços terão o
Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISSQN calculado sobre a receita bruta ou o
movimento econômico resultante da prestação desses serviços:
I - Incluídos:
III - Produção, coprodução, gravação, edição, legendagem, e sonoplastia de disco, fita cassete,
"compact disc", de "CD Room" e de "digital vídeo disc";
IX - Feitura de rótulos, de fitas, de etiquetas, adesivas ou não, caixas e sacos de plásticos, de papel
e de papelão, destinados a acomodar, identificar e embalar produtos, mercadorias e bens
comercializados pelo encomendante do impresso, e demais impressos personalizados,
independentemente:
X - Nota fiscal, fatura, duplicata, papel para correspondência, cartão comercial, cartão de visita,
convite, ficha, talão, bula, informativo, folheto, capa de disco, de fita cassete, de "compact disc", de
"vídeo", de "CD-Room", de "digital vídeo disc", encartes e envelopes;
Art. 93. Os serviços previstos no item 14 e nos subitens de 14.01 a 14.13 da lista de serviços terão o
Imposto Sobre serviços de Qualquer Natureza - ISSQN calculado sobre a receita bruta ou o
movimento econômico resultante da prestação desses serviços:
I - Incluídos:
XI - Bordado e tricô;
§ 3º Em relação ao subitem 14.06, não haverá incidência do Imposto Sobre Serviços de Qualquer
Natureza - ISSQN quando a instalação e a montagem de aparelhos, de máquinas, e equipamentos:
Subseção XV
Base de Cálculo Dos Serviços Previstos no Item 15 e Nos Subitens de 15.01 a 15.18 da Lista de
Serviços
Art. 94. Os serviços previstos no item 15 e nos subitens de 15.01 a 15.18 da lista de serviços terão o
Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISSQN calculado sobre a receita bruta ou o
movimento econômico resultante da prestação desses serviços:
I - Incluídos:
a) os valores cobrados a título de ressarcimento de despesas com impressão gráfica, com cópias ou
com serviços prestados por terceiros:
§ 1º Há incidência do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISSQN sobre os gastos com
portes do Correio, com telegramas, com telex, com teleprocessamento e com outros, necessários à
prestação dos serviços previstos no presente item, independentemente de serem remunerados por
taxas ou por tarifas fixas ou variáveis.
II - Administração de condomínios:
VIII - Emissão, reemissão, alteração, bloqueio, desbloqueio, cancelamento e consulta de segunda via
de avisos de lançamentos de extrato de contas;
§ 7º "Lease back" é o negócio jurídico realizado entre pessoa jurídica, na qualidade de arrendadora,
e pessoa física ou jurídica, na qualidade de arrendatária, e que tenha por objeto a venda do bem, por
parte do arrendatário, que, ainda, continua na posse do bem, pagando a taxa combinada a título de
arrendamento.
Subseção XVI
Base de Cálculo Dos Serviços Previstos no Item 16 e no Subitem 16.01 da Lista de Serviços
Art. 95. Os serviços previstos no item 16 da lista de serviços terão o Imposto Sobre Serviços de
Qualquer Natureza - ISSQN calculado sobre a receita bruta ou o movimento econômico resultante da
prestação desses serviços:
I - Incluídos:
Subseção XVII
Base de Cálculo Dos Serviços Previstos no Item 17 e Nos Subitens de 17.01 a 17.23 da Lista de
Serviços
Art. 96. Os serviços previstos no item 17 e nos subitens de 17.01 a 17.23 da lista de serviços terá o
Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISSQN calculado sobre a receita bruta ou o
movimento econômico resultante da prestação desse serviço:
I - Incluídos:
V - Pregões
VI - Arregimentação, abastecimento, provisão e locação de mão-de-obra, mesmo em caráter
temporário, inclusive por empregados do prestador do serviço ou por trabalhadores avulsos por ele
contratados.
§ 4º Trabalhador avulso é a pessoa física que presta serviços a uma ou mais de uma empresa, sem
vínculo empregatício, sendo filiado ou não a sindicato, porém arregimentado para o trabalho pelo
sindicato profissional ou pelo órgão gestor da mão-de-obra.
§ 5º Em relação ao subitem 17.06, o Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISSQN incidirá
inclusive sobre o reembolso de despesas decorrentes:
II - Da aquisição de bens ou da contratação de serviços, realizadas por ordem e por conta do cliente;
VII - Da locação de ponta de gôndola para dar evidência a determinado produto em estabelecimento
vendedor.
§ 8º Em relação ao subitem 17.10 não incidirá o Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza -
ISSQN sobre o valor do fornecimento de alimentação e bebidas cobrados separadamente, os quais
ficam sujeitos a incidência do ICMS.
Subseção XVIII
Base de Cálculo Dos Serviços Previstos no Item 18 e no Subitem 18.01 da Lista de Serviços
Art. 97. Os serviços previstos no item 18 e no subitem 18.01 da lista de serviços terão o Imposto
Sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISSQN calculado sobre a receita bruta ou o movimento
econômico resultante da prestação desse serviço:
I - Incluídos:
Subseção XIX
Base de Cálculo Dos Serviços Previstos no Item 19 e no Subitem 19.01 da Lista de Serviços
Art. 98. Os serviços previstos no item 19 e no subitem 19.01 da lista de serviços terão o Imposto
Sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISSQN calculado sobre a receita bruta ou o movimento
econômico resultante da prestação desses serviços:
I - Incluídos:
II - Rifa, loto, sena, tele sena, bilhete dos signos, raspadinhas, bingos, loteria esportiva e congêneres.
Subseção XX
Base de Cálculo Dos Serviços Previstos no Item 20 e Nos Subitens 20.01 e 20.03 da Lista de
Serviços
Art. 99. Os serviços previstos no item 20 e nos subitens 20.01 e 20.03 da lista de serviços terão o
Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISSQN calculado sobre a receita bruta ou o
movimento econômico resultante da prestação desses serviços:
I - Incluídos:
Subseção XXI
Base de Cálculo Dos Serviços Previstos no Item 21 e no Subitem 21.01 da Lista de Serviços
Art. 100. Os serviços previstos no item 21 e no subitem 21.01 da lista de serviços terão o Imposto
Sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISSQN calculado sobre todos os valores recebidos de
encargos ou similares dos serviços prestados aos usuários, deduzindo-se os valores destinados, por
força de lei, ao Estado de Mato Grosso do Sul ou outras entidades públicas. (Redação dada pela Lei
Complementar nº 169/2013)
§ 1º Incluem-se na base de cálculo os valores devidos pelos usuários por serviços adicionados, tais
como reprografia, encadernação, digitalização, entre outros, quando prestados conjuntamente com
os serviços previstos no caput deste artigo. (Redação acrescida pela Lei Complementar nº 169/2013)
§ 5º O valor do imposto destacado na forma do parágrafo anterior não integra o preço do serviço.
(Redação acrescida pela Lei Complementar nº 169/2013)
Subseção XXII
Base de Cálculo Dos Serviços Previstos no Item 23 e no Subitem 23.01 da Lista de Serviços
Art. 101. Os serviços previstos no item 23 e no subitem 23.01 da lista de serviços terão o Imposto
Sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISSQN calculado sobre a receita bruta ou o movimento
econômico resultante da prestação desses serviços:
I - Incluídos:
I - Computação gráfica;
II - "Designer" gráfico.
Subseção XXIII
Base de Cálculo Dos Serviços Previstos no Item 24 e no Subitem 24.01 da Lista de Serviços
Art. 102. Os serviços previstos no item 24 e no subitem 24.01 da lista de serviços terão o Imposto
Sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISSQN calculado sobre a receita bruta ou o movimento
econômico resultante da prestação desses serviços:
I - Incluídos:
Art. 103. Os serviços previstos no item 25 e nos subitens de 25.01 a 25.04 da lista de serviços terão
o Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISSQN calculado sobre a receita bruta ou o
movimento econômico resultante da prestação desses serviços:
I - Incluídos:
Subseção XXV
Base de Cálculo Dos Serviços Previstos no Item 26 e Subitem 26.01 da Lista de Serviços
Art. 104. Os serviços previstos no item 26 e no subitem 26.01 da lista de serviços terão o Imposto
Sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISSQN calculado sobre a receita bruta ou o movimento
econômico resultante da prestação desses serviços:
I - Incluídos:
Subseção XXVI
Base de Cálculo Dos Serviços Previstos no Item 27 e no Subitem 27.01 da Lista de Serviços
Art. 105. Os serviços previstos no item 27 e no subitem 27.01 da lista de serviços terão o Imposto
Sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISSQN calculado sobre a receita bruta ou o movimento
econômico resultante da prestação desses serviços:
I - Incluídos:
Subseção XXVII
Base de Cálculo Dos Serviços Previstos no Item 28 e no Subitem 28.01 da Lista de Serviços
Art. 106. Os serviços previstos no item 28 e no subitem 28.01 da lista de serviços terão o Imposto
Sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISSQN calculado sobre a receita bruta ou o movimento
econômico resultante da prestação desses serviços:
I - Incluídos:
Subseção XXVIII
Base de Cálculo Dos Serviços Previstos no Item 29 e no Subitem 29.01 da Lista de Serviços
Art. 107. Os serviços previstos no item 29 e no subitem 29.01 da lista de serviços terão o Imposto
Sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISSQN calculado sobre a receita bruta ou o movimento
econômico resultante da prestação desses serviços:
I - Incluídos:
Art. 108. Os serviços previstos no item 30 e no subitem 30.01 da lista de serviços terão o Imposto
Sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISSQN calculado sobre a receita bruta ou o movimento
econômico resultante da prestação desses serviços;
I - Incluídos:
Subseção XXX
Base de Cálculo Dos Serviços Previstos no Item 31 e no Subitem 31.01 da Lista de Serviços
Art. 109. Os serviços previstos no item 31 e no subitem 31.01 da lista de serviços terão o Imposto
Sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISSQN calculado sobre a receita bruta ou o movimento
econômico resultante da prestação desses serviços;
I - Incluídos:
I - Topografia e pedologia;
Subseção XXXI
Base de Cálculo Dos Serviços Previstos no Item 32 e no Subitem 32.01 da Lista de Serviços
Art. 110. Os serviços previstos no item 32 e no subitem 32.01 da lista de serviços terão o Imposto
Sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISSQN calculado sobre a receita bruta ou o movimento
econômico resultante da prestação desses serviços;
I - Incluídos:
Subseção XXXII
Base de Cálculo Dos Serviços Previstos no Item 33 e no Subitem 33.01 da Linha de Serviços
Art. 111. Os serviços previstos no item 33 e no subitem 33.01 da lista de serviços terão o Imposto
Sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISSQN calculado sobre a receita bruta ou o movimento
econômico resultante da prestação desses serviços;
I - Incluídos:
Subseção XXXIII
Base de Cálculo Dos Serviços Previstos no Item 34 e no Subitem 34.01 da Lista de Serviços
Art. 112. Os serviços previstos no item 34 e no subitem 34.01 da lista de serviços terão o Imposto
Sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISSQN calculado sobre a receita bruta ou o movimento
econômico resultante da prestação desses serviços:
I - incluídos:
Subseção XXXIV
Base de Cálculo Dos Serviços Previstos no Item 35 e no Subitem 35.01 da Lista de Serviços
Art. 113. Os serviços previstos no item 35 e no subitem 35.01 da lista de serviços terão o Imposto
Sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISSQN calculado sobre a receita bruta ou o movimento
econômico resultante da prestação desses serviços:
I - Incluídos:
a) os materiais a serem ou que tenham sido utilizados na prestação dos serviços:
Subseção XXXV
Base de Cálculo Dos Serviços Previstos no Item 36 e no Subitem 36.01 da Lista de Serviços
Art. 114. Os serviços previstos no item 36 e no subitem 36.01 da lista de serviços terão o Imposto
Sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISSQN calculado sobre a receita bruta ou o movimento
econômico resultante da prestação desses serviços:
I - Incluídos:
Subseção XXXVI
Base de Cálculo Dos Serviços Previstos no Item 37 e no Subitem 37.01 da Lista de Serviços
Art. 115. Os serviços previstos no item 37 e no subitem 37.01 da lista de serviços terão o Imposto
Sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISSQN calculado sobre a receita bruta ou o movimento
econômico resultante da prestação desses serviços:
I - Incluídos:
Subseção XXXVII
Base de Cálculo Dos Serviços Previstos no Item 38 e no Subitem 38.01 da Lista de Serviços
Art. 116. Os serviços previstos no item 38 e no subitem 38.01 da lista de serviços terão o imposto
Sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISSQN calculado sobre a receita bruta ou o movimento
econômico resultante da prestação desses serviços:
I - Incluídos:
Subseção XXXVIII
Base de Cálculo Dos Serviços Previstos no Item 39 e no Subitem 39.01 da Lista de Serviços
Art. 117. Os serviços previstos no item 39 e no subitem 39.01 da lista de serviços terão o Imposto
Sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISSQN calculado sobre a receita bruta ou o movimento
econômico resultante da prestação desses serviços:
I - Incluídos:
Subseção XXXIX
Base de Cálculo Dos Serviços Previstos no Item 40 e no Subitem 40.01 da Lista de Serviços
Art. 118. Os serviços previstos no item 40 e no subitem 40.01 da lista de serviços terão o Imposto
Sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISSQN calculado sobre a receita bruta ou o movimento
econômico resultante da prestação desses serviços:
I - Incluídos:
Seção IV
Base de Cálculo da Prestação de Serviço Sob a Forma de Pessoa Jurídica Incluída no Subitem 3.03
da ls - Lista de Serviços
Art. 119. A base de cálculo do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISSQN sobre a
prestação de serviço sob a forma de pessoa jurídica incluída no subitem 3.03 da lista de serviços,
será determinada, mensalmente, em função do preço do serviço.
Art. 120. O Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISSQN sobre a prestação de serviço sob
a forma de pessoa jurídica incluída no subitem 3.03 da LS - Lista de Serviços, será calculado:
Art. 121. A ALC - Alíquota Correspondente é a prevista no anexo III desta lei.
Art. 122. O preço do serviço é a receita bruta a ele correspondente, tudo o que for cobrado em
virtude da prestação do serviço, em dinheiro, bens, serviços ou direitos, seja na conta ou não,
inclusive a título de reembolso, de ressarcimento, de reajustamento ou de outro dispêndio de
qualquer natureza, independentemente do seu efetivo pagamento;
I - Incluídos:
Art. 123. O preço do serviço ou a receita bruta compõe o movimento econômico do mês em que for
concluída a sua prestação.
Art. 124. Os sinais e os adiantamentos recebidos pelo contribuinte durante a prestação do serviço,
integram a receita bruta no mês em que forem recebidos.
Art. 125. Quando a prestação do serviço for subdividida em partes, considera-se devido o imposto no
mês em que for concluída qualquer etapa contratual a que estiver vinculada a exigibilidade do preço
do serviço.
Art. 126. A aplicação das regras relativas à conclusão, total ou parcial, da prestação do serviço,
independe do efetivo pagamento do preço do serviço ou do cumprimento de qualquer obrigação
contratual assumida por um contratante em relação ao outro.
Art. 127. As diferenças resultantes dos reajustamentos do preço dos serviços integrarão a receita do
mês em que sua fixação se tomar definitiva.
Art. 128. Na falta do PSA - Preço do Serviço Apurado, ou não sendo ele desde logo conhecido,
poderá ser fixado, mediante estimativa ou através de arbitramento.
Seção V
Base de Cálculo da Prestação de Serviço Sob a Forma de Pessoa Jurídica Incluída no Subitem
22.01 da ls - Lista de Serviços
Art. 129. A base de cálculo do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISSQN sobre a
prestação de serviço sob a forma de pessoa jurídica incluída no subitem 22.01 da lista de serviços,
será determinada, mensalmente, em função do preço do serviço.
Art. 130. O Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISSQN sobre a prestação de serviço sob
a forma de pessoa jurídica incluída no subitem 22.01 da lista de serviços, será calculado,
proporcionalmente à extensão da rodovia explorada, mensalmente, através da multiplicação do PSA
- Preço do Serviço Apurado, da ALC - Alíquota Correspondente e da EMRE - Extensão Municipal da
Rodovia Explorada, Divididos pela ECRE - Extensão Considerada da Rodovia Explorada, conforme a
fórmula abaixo:
Art. 131. A ALC - Alíquota Correspondente é a prevista no anexo III desta lei.
Art. 132. O preço do serviço é a receita bruta a ele correspondente, tudo o que for cobrado em
virtude da prestação do serviço, em dinheiro, bens, serviços ou direitos, seja na conta ou não,
inclusive a título de reembolso, de ressarcimento, de reajustamento ou de outro dispêndio de
qualquer natureza, independentemente do seu efetivo pagamento:
I - Incluídos:
Art. 133. O preço do serviço ou a receita bruta compõe o movimento econômico do mês em que for
concluída a sua prestação.
Art. 134. Os sinais e os adiantamentos recebidos pelo contribuinte durante a prestação do serviço,
integram a receita bruta no mês em que forem recebidos.
Art. 135. Quando a prestação do serviço for subdividida em partes, considera-se devido o imposto no
mês em que for concluída qualquer etapa contratual a que estiver vinculada a exigibilidade do preço
do serviço.
Art. 136. A aplicação das regras relativas à conclusão, total ou parcial, da prestação do serviço,
independe do efetivo pagamento do preço do serviço ou do cumprimento de qualquer obrigação
contratual assumida por um contratante em relação ao outro.
Art. 137. As diferenças resultantes dos reajustamentos do preço dos serviços integrarão a receita do
mês em que sua fixação se tomar definitiva.
Art. 138. Na falta do PSA - Preço do Serviço Apurado, ou não sendo ele desde logo conhecido,
poderá ser fixado, mediante estimativa ou através de arbitramento.
Seção VI
Sujeito Passivo
Art. 139. O contribuinte do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISSQN é o prestador do
serviço.
Seção VII
Responsabilidade Tributária
Art. 140. São responsáveis pela retenção na fonte e pelo o recolhimento do imposto sobre serviços,
na qualidade de responsáveis tributários, as pessoas naturais e jurídicas, domiciliadas ou sediadas
neste município, ainda que imunes ou isentas, que:
II - Tomarem ou intermediarem os serviços descritos nos subitens 3.04, 7.02, 7.04, 7.05, 7.09, 7.10,
7.11, 7.12, 7.16, 7.17, 7.18, 7.19, 11.01, 11.02, 11.04, 12.01, 12.02, 12.03, 12.04, 12.05, 12.06,
12.07, 12.08, 12.09, 12.10, 12.11, 12.12, 12.14, 12.15, 12.16, 12.17, 16.01, 17.05, 17.09, 20.01,
20.02 e 20.03 da lista de serviços constante do Anexo II desta Lei, quando o prestador do serviço
não for estabelecido ou domiciliado neste município;
III - Tomarem ou intermediarem serviços prestados por profissionais autônomos que não façam
prova de sua inscrição cadastral no Município e da quitação do imposto;
IV - Tomarem ou intermediarem serviços prestados por pessoas jurídicas, quando estas não
emitirem o documento fiscal correspondente ao serviço, ou quando desobrigadas da emissão deste,
não façam prova de sua inscrição no cadastro mobiliário no Município.
V - a pessoa jurídica tomadora ou intermediária de serviços, ainda que imune ou isenta, na hipótese
prevista no § 4º do art. 3º desta Lei Complementar. (Redação acrescida pela Lei Complementar
nº 209/2017)
VI - as pessoas referidas nos incisos II ou III do § 9º do art. 51 desta Lei Complementar, pelo imposto
devido pelas pessoas a que se refere o inciso I do mesmo parágrafo, em decorrência dos serviços
prestados na forma do subitem 15.01 da lista de serviços anexa a esta Lei Complementar. (Redação
acrescida pela Lei Complementar nº 271/2020)
§ 1º Para os efeitos do previsto neste artigo, o imposto a ser retido na fonte será calculado pela
alíquota correspondente aos serviços prestado e recolhido aos Cofres Públicos, através de guia de
recolhimento, na forma e prazos estabelecidos em regulamento.
I - O proprietário da obra e o contratante dos serviços, com relação aos serviços de construção civil,
em sentido amplo, que lhes forem prestados;
§ 7º No caso dos serviços prestados pelas administradoras de cartão de crédito e débito, descritos
no subitem 15.01, os terminais eletrônicos ou as máquinas das operações efetivadas deverão ser
registrados no local do domicílio do tomador do serviço. (Redação acrescida pela Lei Complementar
nº 209/2017)
Art. 141. São responsáveis pela retenção na fonte e pelo o recolhimento do ISS devido neste
Município, na qualidade de substituto tributário, as seguintes pessoas estabelecidas neste Município,
ainda que optantes do Simples Nacional, imunes, isentas ou beneficiárias de qualquer outro
benefício fiscal: (Redação dada pela Lei Complementar nº 169/2013)
I - Os órgãos da administração direta da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios,
bem como suas autarquias, empresas públicas, sociedades de economia mista e as fundações
instituídas e mantidas pelo poder público, em relação aos serviços por eles tomados ou
intermediados;
u) As demais pessoas jurídicas que explorem as atividades de comércio, indústria e serviços e que
possuam acima de 30 (trinta) funcionários registrados. (Redação dada pela Lei Complementar
nº 169/2013)
v) pessoas físicas ou jurídicas que exerçam atividades agrícolas, agropecuárias ou assemelhadas,
além daquelas cuja atividade seja a realização de leilões e congêneres. (Redação acrescida pela Lei
Complementar nº 250/2019)
x) contribuintes que adotam o regime tributário do Lucro Real. (Redação acrescida pela Lei
Complementar nº 250/2019)
y) as sociedades que explorem a extração vegetal e de minerais, metálicos, não-metálicos, bem
como de metais preciosos. (Redação acrescida pela Lei Complementar nº 250/2019)
§ 2º Os substitutos tributários mencionados nos incisos do caput deste artigo não deverão realizar a
retenção do imposto na fonte, quando o serviço for prestado:
IV - Por prestadores de serviços que possuam medida liminar ou tutela antecipada dispensando-os
do pagamento do imposto ou autorizando o depósito judicial do mesmo;
§ 6º A dispensa de retenção na fonte mencionada no inciso II do § 4º deste artigo não se aplica aos
serviços prestados por profissional autônomo inscrito em outro município, quando o imposto for
devido no território deste Município, nos casos previstos nos incisos de I a XX do artigo 51 desta Lei,
ainda que o profissional atenda as exigências do previstas no § 5º deste artigo. (Redação dada pela
Lei Complementar nº 114/2007)
§ 5º A base de cálculo do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza relativa aos serviços dos
subitens 7.02 e 7.05 da lista de serviços, poderá ser deduzida em 30% (trinta por cento) do valor dos
materiais fornecidos pelo prestador dos serviços, tendo em vista sua aplicação na obra em
decorrência da prestação do serviço. (Redação acrescida pela Lei Complementar nº 169/2013)
§ 6º O prestador de serviço que pleitear valor maior de dedução de que trata o parágrafo anterior
deverá fazê-lo administrativamente mediante comprovação por documento hábil e idôneo emitido em
decorrência da prestação do serviço, que contenha:
a) A identificação do prestador, cuja aquisição esteja comprovada pela primeira via da nota fiscal
correspondente;
b) Identificação do local da obra;
c) Data de emissão da Nota Fiscal anterior à dedução. (Redação acrescida pela Lei Complementar
nº 169/2013)
§ 3º A obrigatoriedade prevista no caput deste artigo será dispensada, sem prejuízo da aplicação das
penalidades legais cabíveis, se o responsável tributário comprovar que o prestador do serviço
efetuou o recolhimento do imposto devido relativa ao serviço tomado ou intermediado. (Redação
dada pela Lei Complementar nº 114/2007)
Art. 143. Fica atribuída ao prestador do serviço a responsabilidade supletiva do pagamento total ou
parcial do imposto não retido na fonte.
§ 1º O prestador do serviço que sofrer retenção do imposto sobre serviços na fonte deverá exigir o
comprovante de retenção do imposto e guardá-lo para apresentação ao Fisco Municipal, quando
solicitado.
§ 2º Havendo, por parte do tomador de serviço, a retenção do Imposto Sobre Serviços de Qualquer
Natureza, substitui totalmente a responsabilidade tributária do prestador de serviço. (Redação dada
pela Lei Complementar nº 114/2007)
Art. 144. A base de cálculo para a retenção e o recolhimento do Imposto Sobre Serviços de
Qualquer Natureza (ISSQN) será calculada na forma dos artigos 58 a 138 desta Lei. (Redação dada
pela Lei Complementar nº 114/2007)
Art. 145. Na apuração da base de cálculo do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISSQN
devido pelo prestador de serviço no período, serão deduzidos os valores retidos na fonte e recolhidos
pelos tomadores de serviços.
Art. 146. As empresas e as entidades alcançadas, de forma ativa ou passiva, pela retenção do
Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISSQN, manterão controle, em separado, de forma
destacada, em pastas, em livros, em arquivos ou em quaisquer outros objetos, das operações ativas
e passivas sujeitas ao regime de responsabilidade tributária por substituição total, para exame
periódico da fiscalização municipal.
Seção VIII
Lançamento e Recolhimento
Art. 147. O lançamento do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISSQN, conforme TV -
Tabela de Vencimentos estabelecida, através de Decreto, pelo Chefe do Executivo, será:
I - Efetuado de ofício pela autoridade administrativa, na prestação de serviço sob a forma de trabalho
pessoal do próprio contribuinte:
a) trabalho impessoal do próprio contribuinte, quando este, por ter, a seu serviço, empregado com a
sua mesma qualificação profissional, não for o simples fornecimento de trabalho:
b) pessoa jurídica.
III - Por homologação, nos casos em que o contribuinte ou responsável realizar a confissão de dívida
por meio da Declaração Mensal de Serviços (DMS) e não efetuar o recolhimento antecipado do
imposto. (Redação acrescida pela Lei Complementar nº 114/2007)
Art. 148. O pagamento antecipado do sujeito passivo extingue, potencialmente, o crédito tributário,
todavia, a extinção, efetiva, fica condicionada à resolução da ulterior homologação do lançamento.
Art. 149. Os atos anteriores à homologação do lançamento, praticados pelo sujeito passivo ou por
terceiro, visando à extinção total ou parcial do crédito, não influem sobre a obrigação tributária.
Art. 150. No caso previsto no inciso I, do artigo 147, desta lei, o Imposto Sobre Serviços de Qualquer
Natureza - ISSQN sobre a prestação de serviço sob a forma de trabalho pessoal do próprio
contribuinte será lançado de ofício pela autoridade administrativa, a cada ano, de acordo com a
respectiva quantidade de VRM - Valor de Referência do Município constante do anexo III desta lei.
(Redação dada pela Lei Complementar nº 169/2013)
Art. 151. No caso previsto na alínea "a", do inciso II, do art. 147, desta lei, o Imposto Sobre Serviços
de Qualquer Natureza - ISSQN sobre a prestação de serviço sob a forma de trabalho pessoal do
próprio contribuinte, quando este, por ter, a seu serviço, empregado com a sua mesma qualificação
profissional, não for o simples fornecimento de trabalho, deverá ser lançado, de forma espontânea,
diretamente, pelo próprio sujeito passivo, mensalmente, através da multiplicação do PS - Preço do
Serviço com a ALC - Alíquota Correspondente, conforme a fórmula abaixo:
ISSQN = PS X ALC
Art. 152. No caso previsto na alínea "b", do inciso II, do art. 147, desta lei, o Imposto Sobre Serviços
de Qualquer Natureza - ISSQN sobre a prestação de serviço sob a forma de pessoa jurídica, não
incluídas nos subitens 3.03 e 22.01 da lista de serviços, deverá ser lançado, de forma espontânea,
diretamente, pelo próprio sujeito passivo, mensalmente, através da multiplicação do PS - Preço do
Serviço com a ALC - Alíquota Correspondente, conforme a fórmula abaixo:
ISSQN = PS X ALC
Art. 153. No caso previsto na alínea "b", do inciso II, do art. 147, desta lei, o Imposto Sobre Serviços
de Qualquer Natureza - ISSQN sobre a prestação de serviço sob a forma de pessoa jurídica, incluída
no subitem 3.03 da lista de serviços, deverá ser lançado, de forma espontânea, diretamente, pelo
próprio sujeito passivo:
Art. 154. No caso previsto na alínea "b", do inciso II, do art. 147, desta lei, o Imposto Sobre Serviços
de Qualquer Natureza - ISSQN sobre a prestação de serviço sob a forma de pessoa jurídica, incluída
no subitem 22.01 da lista de serviços, deverá ser lançado, de forma espontânea, diretamente pelo
próprio sujeito passivo, proporcionalmente à extensão da rodovia explorada, mensalmente, através
da multiplicação do PSA - Preço do Serviço Apurado, da ALC - Alíquota Correspondente e da EMRE
- Extensão Municipal da Rodovia Explorada, Divididos pela ECRE - Extensão Considerada da
Rodovia Explorada, conforme a fórmula abaixo:
Art. 155. O lançamento do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISSQN deverá ter em
conta a situação fática dos serviços prestados no momento da prestação dos serviços.
Art. 156. Sempre que julgar necessário, à correta administração do tributo, o órgão fazendário
competente poderá notificar o contribuinte para, no prazo de 30 (trinta) dias, contados da data da
cientificação, prestar declarações sobre as prestações de serviços, com base nas quais poderá ser
lançado o imposto.
TÍTULO IV
TAXAS
CAPÍTULO I
DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 157. As taxas de competência do Município decorrem em razão do exercício do poder de polícia.
Art. 158. Para efeito de instituição e cobrança de taxas, consideram-se compreendidas no âmbito
das atribuições municipais aquelas que, segundo a Constituição Federal, a Constituição Estadual,
a Lei Orgânica do Município e a legislação com elas compatível, competem ao Município.
Art. 159. As taxas cobradas pelo Município, no âmbito de suas respectivas atribuições:
II - Não podem:
a) ter base de cálculo ou fato gerador idênticos aos que corresponda a imposto;
b) ser calculadas em função do capital das empresas.
Art. 160. Considera-se poder de polícia a atividade da administração pública que, limitando ou
disciplinando direito, interesse ou liberdade, regula a prática de ato ou a abstenção de fato, em razão
de interesse público concernente à segurança, meio ambiente, à higiene, à ordem, aos costumes, à
disciplina da produção e do mercado, ao exercício de atividades econômicas dependentes de
concessão ou autorização do Poder Público, à tranquilidade pública ou ao respeito à propriedade e
aos direitos individuais ou coletivos.
Parágrafo único. Considera-se regular o exercício do poder de polícia quando desempenhado pelo
órgão competente nos limites da lei aplicável, com observância do processo legal e, tratando-se de
atividade que a lei tenha como discricionária, sem abuso ou desvio de poder.
III - Divisíveis, quando suscetíveis de utilização, separadamente, por parte de cada um dos seus
usuários.
CAPÍTULO II
ESTABELECIMENTO EXTRATIVISTA, PRODUTOR, INDUSTRIAL, COMERCIAL, SOCIAL E
PRESTADOR DE SERVIÇO
III - É, ainda, a residência de pessoa física, quando de acesso ao público em razão do exercício da
atividade profissional;
IV - A sua existência é indicada pela conjunção, parcial ou total, dos seguintes elementos:
Parágrafo único. A circunstância da atividade, por sua natureza, ser executada, habitual ou
eventualmente, fora do estabelecimento, não o descaracteriza como estabelecimento.
Art. 163. Para efeito de incidência das taxas, consideram-se como estabelecimentos distintos:
I - Os que, embora no mesmo local e com idêntico ramo de atividade ou não, pertençam a diferentes
pessoas físicas ou jurídicas;
II - Os que, embora com idêntico ramo de atividade e pertencentes à mesma pessoa física ou
jurídica, estejam situados em prédios distintos ou em locais diversos, ainda que no mesmo imóvel.
Art. 164. O lançamento e o pagamento das taxas não importam no reconhecimento da regularidade
da atividade exercida.
CAPÍTULO III
TAXA DE FISCALIZAÇÃO DE LOCALIZAÇÃO, DE INSTALAÇÃO E DE FUNCIONAMENTO DE
ESTABELECIMENTO
Seção I
Fato Gerador e Incidência
I - No primeiro exercício, na data de início de atividade, pelo desempenho, pelo órgão competente,
nos limites da lei aplicável e com observância do processo legal, da fiscalização exercida sobre a
localização e a instalação de estabelecimento;
II - Nos exercícios subsequentes, pelo desempenho, pelo órgão competente, nos limites da lei
aplicável e com observância do processo legal, da fiscalização exercida sobre o funcionamento de
estabelecimento;
III - Em qualquer exercício, na data de alteração de endereço e/ou de atividade, pelo desempenho,
pelo órgão competente, nos limites da lei aplicável e com observância do processo legal, da
fiscalização exercida sobre a localização e a instalação de estabelecimento. (Redação dada pela Lei
Complementar nº 114/2007)
I - Quando o grau de risco da atividade não for considerado alto, conforme definido em regulamento,
será emitido Alvará de Funcionamento Provisório, que permitirá o início de operação do
estabelecimento imediatamente após o ato de registro;
II - Sendo o grau de risco da atividade considerado alto, a licença para localização será concedida
após a vistoria inicial das instalações consubstanciadas no alvará, decorrente das atividades sujeitas
à fiscalização municipal nas suas zonas urbanas e rural, mediante o recolhimento da respectiva taxa.
§ 1º Na hipótese do inciso I do caput deste artigo, deverão ser respeitadas as condições abaixo
especificadas:
§ 2º Considerando a hipótese do inciso II do caput deste artigo, não sendo emitida a licença de
autorização de funcionamento ou laudo de exigências no prazo de 60 (sessenta) dias da solicitação
do registro, será emitido, pelo órgão responsável, o Alvará de Funcionamento Provisório, nos termos
do parágrafo anterior.
§ 3º O Poder Executivo definirá, no prazo de 90 (noventa) dias, a contar da publicação desta Lei
Complementar, as atividades cujo grau de risco seja considerado alto e que exigirão vistoria prévia.
§ 6º Será exigida a taxa de renovação anual de licença para localização, bem como sempre que
ocorrer mudança de ramo de atividade, modificações nas características do estabelecimento ou
transferência de local, nos termos dos incisos II e III do Parágrafo Único do artigo anterior. (Redação
dada pela Lei Complementar nº 114/2007)
Seção II
Base de Cálculo
Parágrafo único. Considera-se custo da respectiva atividade pública específica, todos os gastos
diretos e indiretos envolvidos no desempenho, pelo órgão competente, da fiscalização, tais como:
I - Custo com pessoal; salário, férias, 13º salário e outras vantagens e benefícios;
III - Custo de expediente: caneta, lápis, régua, papel, fichários, arquivos, pastas e outros;
VI - Demais custos.
Seção III
Sujeito Passivo
Seção IV
Solidariedade Tributária
Art. 172. Por terem interesse comum na situação que constitui o fato gerador da Taxa de
Fiscalização de Localização, de Instalação e de Funcionamento de Estabelecimento - TFL ou por
estarem expressamente designados, são pessoalmente solidários pelo pagamento da taxa, as
pessoas físicas ou jurídicas:
I - Titulares da propriedade ou do domínio útil ou da posse do bem imóvel onde está localizado,
instalado e funcionando o estabelecimento;
II - Responsáveis pela locação do bem imóvel onde está localizado, instalado e funcionando o
estabelecimento.
Seção V
Lançamento e Recolhimento
Parágrafo único. O número de parcelas e o valor do desconto para pagamento antecipado serão
estabelecidos, conforme TP - Tabela de Pagamento, através de Decreto pelo Chefe do Executivo.
Art. 177. Sempre que julgar necessário, à correta administração do tributo, o órgão fazendário
competente poderá notificar o contribuinte para, no prazo de 30 (trinta) dias, contados da data da
cientificação, prestar declarações sobre a situação do estabelecimento, com base nas quais poderá
ser lançada a Taxa de Fiscalização de Localização, de Instalação e de Funcionamento de
Estabelecimento - TFL.
CAPÍTULO IV
TAXA DE FISCALIZAÇÃO SANITÁRIA
Seção I
Fato Gerador e Incidência
Art. 178. A Taxa de Fiscalização Sanitária - TFS, fundada no poder de polícia do Município -
limitando ou disciplinando direito, interesse ou liberdade, regula a prática de ato ou a abstenção de
fato, em razão de interesse público concernente à higiene da produção e do mercado - tem como
fato gerador o desempenho, pelo órgão competente, nos limites da lei aplicável e com observância
do processo legal, da fiscalização exercida sobre a localização, a instalação e o funcionamento de
estabelecimento, onde é fabricado, produzido, manipulado, acondicionado, conservado, depositado,
armazenado, transportado, distribuído, vendido ou consumido alimentos, ou exercida outra atividade
pertinente à higiene pública, em observância às normas municipais sanitárias.
Art. 179. O fato gerador da Taxa de Fiscalização Sanitária - TFS considera - se ocorrido:
I - no primeiro exercício, na data de início de atividade, pelo desempenho, pelo órgão competente,
nos limites da lei aplicável e com observância do processo legal, da fiscalização exercida sobre a
localização e a instalação de estabelecimento, onde é fabricado, produzido, manipulado,
acondicionado, conservado, depositado, armazenado, transportado, distribuído, vendido ou
consumido alimentos, ou exercida outra atividade pertinente à higiene pública;
II - nos exercícios subsequentes, pelo desempenho, pelo órgão competente, nos limites da lei
aplicável e com observância do processo legal, da fiscalização exercida sobre o funcionamento de
estabelecimento, onde é fabricado, produzido, manipulado, acondicionado, conservado, depositado,
armazenado, transportado, distribuído, vendido ou consumido alimentos, ou exercida outra atividade
pertinente à higiene pública;
III - em qualquer exercício, na data de alteração de endereço e/ou de atividade, pelo desempenho,
pelo órgão competente, nos limites da lei aplicável e com observância do processo legal, da
fiscalização exercida sobre a localização e a instalação de estabelecimento, onde é fabricado,
produzido, manipulado, acondicionado, conservado, depositado, armazenado, transportado,
distribuído, vendido ou consumido alimentos, ou exercida outra atividade pertinente à higiene pública.
Art. 180. A Taxa de Fiscalização Sanitária - TFS não incide não incide sobre as pessoas físicas não
estabelecidas.
I - exerçam suas atividades em suas próprias residências, desde que não abertas ao público em
geral;
Seção II
Base de Cálculo
Art. 181. A base de cálculo da Taxa de Fiscalização Sanitária - TFS será determinada, para cada
atividade, através de rateio, divisível, proporcional e diferenciado do custo da respectiva atividade
pública específica, em função do número anual de diligências fiscais.
Parágrafo único. Considera-se custo da respectiva atividade pública específica, todos os gastos
diretos e indiretos envolvidos no desempenho, pelo órgão competente, da fiscalização, tais como:
I - custo com pessoal: salário, férias, 13º salário e outras vantagens e benefícios;
III - custo de expediente: caneta, lápis, régua, papel, fichários, arquivos, pastas e outros;
VI - demais custos.
Art. 182. A Taxa de Fiscalização Sanitária - TFS estabelecida na Tabela nº 1 do Anexo V desta Lei,
quando for igual ou inferior a 150 VRM o Valor da Taxa de Fiscalização de Localização de Instalação
e de Funcionamento de Estabelecimento - TFL será calculada através da multiplicação da "n" -
Quantidade de VRM estabelecida na Tabela nº 1 do Anexo V, desta Lei, com o VRM - Valor de
Referência do Município, e pelo CLE - Coeficiente de Localização de Estabelecimento determinado
na Tabela 2 do Anexo V, conforme a fórmula abaixo e a Tabela e anexo V desta Lei:
Art. 183. Quando a Taxa de Fiscalização Sanitária - TFS estabelecida na Tabela 1 do Anexo V desta
Lei, for superior a 150 VRM, será utilizado o Valor constante nesta Tabela.
Seção III
Sujeito Passivo
Art. 184. O sujeito passivo da Taxa de Fiscalização Sanitária - TFS é a pessoa física ou jurídica
sujeita ao desempenho, pelo órgão competente, nos limites da lei aplicável e com observância do
processo legal, da fiscalização exercida sobre a localização, a instalação e o funcionamento de
estabelecimento, onde é fabricado, produzido, manipulado, acondicionado, conservado, depositado,
armazenado, transportado, distribuído, vendido ou consumido alimentos, ou exercida outra atividade
pertinente à higiene pública.
Seção IV
Solidariedade Tributária
Art. 185. Portarem interesse comum na situação que constitui o fato gerador da Taxa de
Fiscalizando Sanitária - TFS ou por estarem expressamente designados, são pessoalmente
solidários pelo pagamento da taxa, as pessoas físicas ou jurídicas:
I - titulares da propriedade ou do domínio útil ou da posse do bem imóvel onde está localizado,
instalado e funcionando o estabelecimento, onde é fabricado, produzido, manipulado, acondicionado,
conservado, depositado, armazenado, transportado, distribuído, vendido ou consumido alimentos, ou
exercida outra atividade pertinente à higiene pública;
II - responsáveis pela locação do bem Imóvel onde está localizado, instalado e funcionando o
estabelecimento, onde é fabricado, produzido, manipulado, acondicionado, conservado, depositado,
armazenado, transportado, distribuído, vendido ou consumido alimentos, ou exercida outra atividade
pertinente à higiene pública.
Seção V
Lançamento e Recolhimento
Art. 186. A Taxa de Fiscalização Sanitária - TFS será lançada, de ofício pela autoridade
administrativa, conforme estabelecido nos artigos 182 e 183 desta Lei:
III - em qualquer exercício, havendo alteração de endereço e/ou de atividade, na data da alteração
cadastral.
Art. 188. A Taxa de Fiscalização Sanitária - TFS será recolhida, através de Documento de
Arrecadação de Receitas Municipais, pela rede bancária, devidamente, autorizada pela Prefeitura:
I - no primeiro exercício, na data da inscrição cadastral;
III - em qualquer exercício, havendo alteração de endereço e/ou de atividade, na data da alteração
cadastral.
Art. 189. O lançamento da Taxa de Fiscalização Sanitária - TFS deverá ter em conta a situação
fática do estabelecimento no momento do lançamento.
Art. 190. Sempre que julgar necessário, a correta administração do tributo, o órgão fazendário
competente poderá notificar o contribuinte para, no prazo de 30 (trinta) dias, contados da data da
cientificação, prestar declarações sobre a situação do estabelecimento, com base nas quais poderá
ser lançada a Taxa de Fiscalização Sanitária - TFS.
CAPÍTULO V
TAXA DE FISCALIZAÇÃO DE ANÚNCIO
Seção I
Fato Gerador e Incidência
Art. 191. A Taxa de Fiscalização de Anúncio - TFA, fundada no poder de polícia do Município -
limitando ou disciplinando direito, interesse ou liberdade, regula a prática de ato ou a abstenção de
fato, em razão de interesse público concernente ao respeito à propriedade e aos direitos individuais
ou coletivos - tem como fato gerador o desempenho, pelo órgão competente, nos limites da lei
aplicável e com observância do processo legal, da fiscalização exercida sobre a utilização e a
exploração de anúncio, pertinente aos bens públicos de uso comum e ao controle da estética e do
espaço visual urbanos, em observância às normas municipais de posturas.
Art. 192. O fato gerador da Taxa de Fiscalização de Anúncio - TFA considera-se ocorrido:
I - no primeiro exercício ou mês, na data de início da utilização do anúncio, pelo desempenho, pelo
órgão competente, nos limites da lei aplicável e com observância do processo legal, da fiscalização
exercida sobre a utilização e a exploração de anúncio;
II - nos exercícios subsequentes ou meses, pelo desempenho, pelo órgão competente, nos limites da
lei aplicável e com observância do processo legai, da fiscalização exercida sobre a exploração de
anúncio;
III - em qualquer exercício ou mês, na data de alteração da utilização do anúncio, pelo desempenho,
pelo órgão competente, nos limites da lei aplicável e com observância do processo legal, da
fiscalização exercida sobre a utilização de anúncio.
Art. 193. A Taxa de Fiscalização de Anúncio - TFA não incide sobre os anúncios, desde que sem
qualquer legenda, dístico ou desenho de valor publicitário;
IV - que indiquem o uso, a lotação, a capacidade ou quaisquer outros avisos técnicos elucidativos do
emprego ou da finalidade da coisa;
IX - em painel ou em tabuleta afixada, por determinação legal, no local da obra de construção civil,
durante o período de sua execução, desde que contenha, tão-somente, as indicações exigidas e as
dimensões recomendadas pela legislação própria;
Seção II
Base de Cálculo
Art. 194. A base de cálculo da Taxa de Fiscalização de Anúncio - TFA será determinada, para cada
anúncio, através de rateio, divisível, proporcional e diferenciado do custo da respectiva atividade
pública específica, em função do número anual de verificações fiscais.
Parágrafo único. Considera-se custo da respectiva atividade pública específica, todos os gastos
diretos e indiretos envolvidos no desempenho, pelo órgão competente, da fiscalização, tais como;
I - custo com pessoal; salário, férias, 13º salário e outras vantagens e benefícios;
III - custo de expediente; caneta, lápis, régua, papel, fichários, arquivos, pastas e outros;
VI - demais custos.
Art. 195. A Taxa de Fiscalização De Anúncio - TFA será definida pelo Valor Unitário estabelecido na
Tabela I do Anexo VI desta Lei.
Art. 196. A Taxa de Fiscalização de Anúncio - TFA será calculada através da multiplicação do Metro
Quadrado de Anúncio pelo VRM - Valor de Referência Municipal estabelecido na Tabela II do Anexo
VI, desta Lei.
Seção III
Sujeito Passivo
Art. 197. O sujeito passivo da Taxa de Fiscalização de Anúncio - TFA é a pessoa física ou jurídica
sujeita ao desempenho, pelo órgão competente, nos limites da lei aplicável e com observância do
processo legal, da fiscalização exercida sobre a utilização e a exploração de anúncio, pertinente aos
bens públicos de uso comum e ao controle da estética e do espaço visual urbanos, em observância
às normas municipais de posturas.
Seção IV
Solidariedade Tributária
Art. 198. Por terem interesse comum na situação que constitui o fato gerador da Taxa de
Fiscalização de Anúncio - TFA ou por estarem expressamente designados, são pessoalmente
solidários pelo pagamento da taxa, as pessoas físicas ou jurídicas;
Seção V
Lançamento e Recolhimento
Art. 199. A Taxa de Fiscalização de Anúncio - TFA será lançada, de ofício pela autoridade
administrativa, conforme estabelecido nos artigos 195 e 196 desta Lei.
III - em qualquer exercício ou mês, havendo alteração de endereço e/ou de anúncio e/ou de veículo
de divulgação, na data da alteração cadastral.
Art. 201. A Taxa de Fiscalização de Anúncio - TFA será recolhida, através de Documento de
Arrecadação de Receitas Municipais, pela rede bancária, devidamente, autorizada pela Prefeitura:
III - em qualquer exercício, havendo alteração de endereço e/ou de anúncio e/ou de veículo de
divulgação, na data da alteração cadastral.
Art. 202. O lançamento da Taxa de Fiscalização de Anúncio - TFA deverá ter em conta a situação
fática do anúncio e do seu veículo de divulgação no momento do lançamento.
Art. 203. Sempre que julgar necessário, a correta administração do tributo, o órgão fazendário
competente poderá notificar o contribuinte para, no prazo de 30 (trinta) dias, contados da data da
cientificação, prestar declarações sobre a situação do anúncio e do seu veículo de divulgação, com
base nas quais poderá ser lançada a Taxa de Fiscalização de Anúncio - TFA.
CAPÍTULO VI
TAXA DE FISCALIZAÇÃO DE FUNCIONAMENTO DE ESTABELECIMENTO EM HORÁRIO
ESPECIAL
Seção I
Fato Gerador e Incidência
III - em qualquer dia, semana, mês e ano, na data de reinicio de funcionamento do estabelecimento
em horário especial, pelo desempenho, pelo órgão competente, nos limites da lei aplicável e com
observância do processo legal, da fiscalização exercida sobre de funcionamento do estabelecimento
em horário especial.
I - exerçam suas atividades em suas próprias residências, desde que não abertas ao público em
geral;
Seção II
Base de Cálculo
Parágrafo único. Considera-se custo da respectiva atividade pública específica, todos os gastos
diretos e indiretos envolvidos no desempenho, pelo órgão competente, da fiscalização, tais como:
I - custo com pessoal: salário, férias, 13º salário e outras vantagens e benefícios;
III - custo de expediente: caneta, lápis, régua, papel, fichários, arquivos, pastas e outros;
VI - demais custos.
Art. 209. Fica autorizado o Poder Executivo a proceder a devida regulamentação para as atividades
não relacionada na Tabela do Anexo Vil desta Lei.
Seção III
Sujeito Passivo
Seção IV
Solidariedade Tributária
Art. 211. Por terem interesse comum na situação que constitui o fato gerador da Taxa de
Fiscalização de Funcionamento de Estabelecimento em Horário Especial - TFHE ou por estarem
expressamente designados, são pessoalmente solidários pelo pagamento da taxa, as pessoas
físicas ou jurídicas:
I - titulares da propriedade ou do domínio útil ou da posse do bem imóvel onde está localizado,
instalado e funcionando o estabelecimento;
II - responsáveis pela locação do bem imóvel onde está localizado, instalado e funcionando o
estabelecimento.
Seção V
Lançamento e Recolhimento
III - em qualquer dia, semana, mês ou ano, na data da nova autorização e do novo licenciamento
municipal.
III - em qualquer dia, semana, mês ou ano, havendo reinicio de funcionamento do estabelecimento
em horário especial, na data da nova autorização e do novo licenciamento municipal.
Art. 216. Sempre que julgar necessário, à correta administração do tributo, o órgão fazendário
competente poderá notificar o contribuinte para, no prazo de 30 (trinta) dias, contados da data da
cientificação, prestar declarações sobre a situação do estabelecimento, com base nas quais poderá
ser lançada a Taxa de Fiscalização de Funcionamento de Estabelecimento em Horário Especial -
TFHE.
CAPÍTULO VII
TAXA DE FISCALIZAÇÃO DE ATIVIDADE AMBULANTE, EVENTUAL E FEIRANTE
Seção I
Fato Gerador e Incidência
Art. 217. A Taxa de Fiscalização de Atividade Ambulante, Eventual e Feirante - TFE, fundada no
poder de polícia do Município - limitando ou disciplinando direito, interesse ou liberdade, regula a
prática de ato ou a abstenção de fato, em razão de interesse público concernente à higiene, à ordem,
aos costumes, à disciplina da produção e do mercado, ao exercício de atividades dependentes de
concessão ou autorização do Poder Público, à tranquilidade pública e ao respeito à propriedade e
aos direitos individuais ou coletivos - tem como fato gerador o desempenho, pelo órgão competente,
nos limites da lei aplicável e com observância do processo legal, da fiscalização exercida sobre a
localização, a instalação e o funcionamento de atividade Ambulante, Eventual e Feirante, pertinente
ao zoneamento urbano, em observância às normas municipais sanitárias e de posturas.
Art. 218. O fato gerador da Taxa de Fiscalização de Atividade Ambulante, Eventual e Feirante - TFE
considera-se ocorrido:
III - em qualquer exercício ou mês ou dia, na data ou na hora de reinicio de localização, de instalação
e de funcionamento de atividade Ambulante, Eventual e Feirante, pelo desempenho, pelo órgão
competente, nos limites da lei aplicável e com observância do processo legal, da fiscalização
exercida sobre a localização, a instalação e o funcionamento de atividade Ambulante, Eventual e
Feirante;
III - feirante, a exercida, individualmente ou não, de modo habitual, nas feiras livres, em locais
previamente determinados.
§ 2º (VETADO)
Seção II
Base de Cálculo
Art. 220. A base de cálculo da Taxa de Fiscalização de Atividade Ambulante, Eventual e Feirante -
TFE será determinada, para cada atividade, através de rateio, divisível, proporcional e diferenciado
do custo da respectiva atividade pública específica, em função do número diário ou semanal ou
mensal ou anual de diligências fiscais.
Parágrafo único. Considera-se custo da respectiva atividade pública específica, todos os gastos
diretos e indiretos envolvidos no desempenho, pelo órgão competente, da fiscalização, tais como:
I - custo com pessoal: salário, férias, 13º salário e outras vantagens e benefícios;
III - custo de expediente: caneta, lápis, régua, papel, fichários, arquivos, pastas e outros;
VI - demais custos.
Art. 221. A Taxa de Fiscalização de Atividade Ambulante, Eventual e Feirante - TFE será definida
pelo VRM - Valor Referencia Municipal para cada atividade relacionada na Tabela do Anexo VIII
desta Lei:
Art. 222. Fica autorizado o Poder Executivo a proceder à devida regulamentação para as atividades
não relacionada na Tabela do Anexo VIII desta Lei.
Seção III
Sujeito Passivo
Art. 223. O sujeito passivo da Taxa de Fiscalização de Atividade Ambulante, Eventual e Feirante -
TFE é a pessoa física ou jurídica sujeita ao desempenho, pelo órgão competente, nos limites da lei
aplicável e com observância do processo legal, da fiscalização exercida sobre a localização, a
instalação e o funcionamento de atividade Ambulante, Eventual e Feirante pertinente ao zoneamento
urbano, em observância às normas municipais sanitárias e de posturas.
Seção IV
Solidariedade Tributária
Art. 224. Por terem interesse comum na situação que constitui o fato gerador da Taxa de
Fiscalização de Atividade Ambulante, Eventual e Feirante - TFE ou por estarem expressamente
designados, são pessoalmente solidários pelo pagamento da taxa, as pessoas físicas ou jurídicas;
I - titulares da propriedade ou do domínio útil ou da posse do bem imóvel onde está localizado,
instalado e funcionando o ambulante, o eventual e o feirante;
II - responsáveis pela locação do bem imóvel onde está localizado, instalado e funcionando o
ambulante, o eventual e o feirante;
Seção V
Lançamento e Recolhimento
Art. 225. A Taxa de Fiscalização de Atividade Ambulante, Eventual e Feirante - TFE será lançada, de
ofício pela autoridade administrativa, conforme o caput do artigo 221, desta Lei.
Art. 226. O lançamento da Taxa de Fiscalização de Atividade Ambulante, Eventual e Feirante - TFE
ocorrerá:
III - em qualquer exercício ou mês ou dia, na data da nova autorização e do novo licenciamento
municipal.
Art. 227. A Taxa de Fiscalização de Atividade Ambulante, Eventual e Feirante - TFE será recolhida,
através de Documento de Arrecadação de Receitas Municipais, pela rede bancária, devidamente,
autorizada pela Prefeitura;
Art. 228. O lançamento da Taxa de Fiscalização de Atividade Ambulante, Eventual e Feirante - TFE
deverá ter em conta a situação fática da atividade Ambulante e Eventual no momento do lançamento.
Art. 229. Sempre que julgar necessário, a correta administração do tributo, o órgão fazendário
competente poderá notificar o contribuinte para, no prazo de 30 (trinta) dias, contados da data da
cientificação, prestar declarações sobre a situação da atividade Ambulante e Eventual, com base nas
quais poderá ser lançada a Taxa de Fiscalização de Atividade Ambulante, Eventual e Feirante - TFE.
CAPÍTULO VIII
TAXA DE FISCALIZAÇÃO DE OBRA PARTICULAR E DE PARCELAMENTO DO SOLO
Seção I
Fato Gerador e Incidência
Art. 230. A Taxa de Fiscalização de Obra Particular e de Parcelamento do Solo - TFO, fundada no
poder de polícia do Município - limitando ou disciplinando direito, interesse ou liberdade, regula a
prática de ato ou a abstenção de fato, em razão de interesse público concernente à segurança e ao
respeito à propriedade e aos direitos individuais ou coletivos - tem como fato gerador o desempenho,
pelo órgão competente, nos limites da lei aplicável e com observância do processo legal, da
fiscalização exercida sobre a execução de obra particular, no que respeita à construção e à reforma
de edificação e à execução de loteamento de terreno e de parcelamento do solo, pertinente à lei de
uso e de ocupação do solo e ao zoneamento urbano, em observância às normas municipais de
obras, de edificações e de posturas.
Art. 231. O fato gerador da Taxa de Fiscalização de Obra Particular e de Parcelamento do Solo -
TFO considera-se ocorrido:
I - no primeiro exercício, na data de início da obra particular, pelo desempenho, pelo órgão
competente, nos limites da lei aplicável e com observância do processo legal, da fiscalização
exercida sobre a execução de obra particular, no que respeita à construção e à reforma de edificação
e à execução de loteamento de terreno;
II - nos exercícios subsequentes, pelo desempenho, pelo órgão competente, nos limites da lei
aplicável e com observância do processo legal, da fiscalização exercida sobre a execução de obra
particular, no que respeita à construção e â reforma de edificação e à execução de loteamento de
terreno;
III - em qualquer exercício, na data de alteração da obra particular, pelo desempenho, pelo órgão
competente, nos limites da lei aplicável e com observância do processo legal, da fiscalização
exercida sobre a execução de obra particular, no que respeita à construção e à reforma de edificação
e à execução de loteamento de terreno.
Art. 232. A Taxa de Fiscalização de Obra Particular e de Parcelamento do Solo - TFO não incide
sobre:
Seção II
Base de Cálculo
Art. 233. A base de cálculo da Taxa de Fiscalização de Obra Particular e de Parcelamento do Solo -
TFO será determinada, para cada obra particular, em função do número anual de vistorias fiscais.
I - custo com pessoal; salário, férias, 13º salário e outras vantagens e benefícios;
III - custo de expediente: caneta, lápis, régua, papel, fichários, arquivos, pastas e outros;
VI - demais custos.
Art. 234. A Taxa de Fiscalização de Obra Particular e de Parcelamento do Solo - TFO será calculada
com base no padrão de acabamento da construção, de acordo com a Tabela do Anexo IX desta Lei.
Art. 235. A Taxa de Fiscalização de Obra Particular e de Parcelamento do Solo - TFO, a cargo do
Chefe do Executivo, poderá ser utilizado para o pagamento de produtividade da Equipe de
Fiscalização de Obras Particulares, a qual será normatizada, posteriormente, por Decreto Municipal.
Seção III
Sujeito Passivo
Art. 236. O sujeito passivo da Taxa de Fiscalização de Obra Particular e de Parcelamento do Solo -
TFO é a pessoa física ou jurídica sujeita ao desempenho, pelo órgão competente, nos limites da lei
aplicável e com observância do processo legal, da fiscalização exercida sobre a execução de obra
particular, no que respeita à construção e à reforma de edificação e à execução de loteamento de
terreno, pertinente à lei de uso e de ocupação do solo e ao zoneamento urbano, em observância às
normas municipais de obras, de edificações e de posturas.
Seção IV
Solidariedade Tributária
Art. 237. Por terem interesse comum na situação que constitui o fato gerador da Taxa de
Fiscalização de Obra Particular e de Parcelamento do Solo - TFO ou por estarem expressamente
designados, são pessoalmente solidários pelo pagamento da taxa, as pessoas físicas ou jurídicas;
II - responsáveis pela locação, bem como o locatário, do imóvel onde esteja sendo executada a obra.
Seção V
Lançamento e Recolhimento
Art. 238. A Taxa de Fiscalização de Obra Particular e de Parcelamento do Solo - TFO será calculada
com base no padrão de acabamento da construção, de acordo, anexo IX desta Lei, e será exigida na
forma e prazos regulamentares.
III - em qualquer exercício, havendo alteração da obra particular, na data da nova autorização e do
novo licenciamento da obra particular.
Art. 240. A Taxa de Fiscalização de Obra Particular e de Parcelamento do Solo - TFO será recolhida,
através de Documento de Arrecadação de Receitas Municipais, pela rede bancária ou assemelhada,
devidamente, autorizada pela Prefeitura:
III - em qualquer exercício, havendo alteração da obra particular, na data da nova autorização e do
novo licenciamento da obra particular.
Art. 242. Sempre que julgar necessário, à correta administração do tributo, o órgão fazendário
competente poderá notificar o contribuinte para, no prazo de 30 (trinta) dias, contados da data da
cientificação, prestar declarações sobre a situação da obra particular, com base nas quais poderá ser
lançada a Taxa de Fiscalização de Obra Particular e de Parcelamento do Solo - TFO.
CAPÍTULO IX
TAXA DE FISCALIZAÇÃO DE OCUPAÇÃO E DE PERMANÊNCIA EM ÁREAS, EM VIAS E EM
LOGRADOUROS PÚBLICOS
Seção I
Fato Gerador e Incidência
Art. 244. O fato gerador da Taxa de Fiscalização de Ocupação e de Permanência em Áreas, em Vias
e em Logradouros Públicos - TFP considera-se ocorrido:
II - nos exercícios ou meses ou dias subsequentes, pelo desempenho, pelo órgão competente, nos
limites da lei aplicável e com observância do processo legal, da fiscalização exercida sobre a
permanência de móveis, de equipamentos, de veículos, de utensílios e de quaisquer outros objetos;
Seção II
Base de Cálculo
Parágrafo único. Considera-se custo da respectiva atividade pública específica, todos os gastos
diretos e indiretos envolvidos no desempenho, pelo órgão competente, da fiscalização, tais como:
I - custo com pessoal: salário, férias, 13º salário e outras vantagens e benefícios;
III - custo de expediente: caneta, lápis, régua, papel, fichários, arquivos, pastas e outros.
VI - demais custos.
Art. 248. Fica autorizado o Chefe do Executivo a proceder a devida regulamentação para as
atividades não relacionada na Tabela do Anexo X desta Lei.
Seção III
Sujeito Passivo
Art. 249. O sujeito passivo da Taxa de Fiscalização de Ocupação e de Permanência em Áreas, em
Vias e em Logradouros Públicos - TFP é a pessoa física ou jurídica sujeita ao desempenho, pelo
órgão competente, nos limites da lei aplicável e com observância do processo legal, da fiscalização
exercida sobre a localização, a instalação, a ocupação e a permanência de móveis, de
equipamentos, de veículos, de utensílios e de quaisquer outros objetos, pertinente à lei de uso e de
ocupação do solo e ao zoneamento urbano, à estética urbana, aos costumes, à ordem, à
tranquilidade, à higiene, ao trânsito e à segurança pública, em observância às normas municipais de
posturas.
Seção IV
Solidariedade Tributária
Art. 250. Por terem interesse comum na situação que constitui o fato gerador da Taxa de
Fiscalização de Ocupação e de Permanência em Áreas, em Vias e em Logradouros Públicos - TFP
ou por estarem expressamente designados, são pessoalmente solidários pelo pagamento da taxa, as
pessoas físicas ou jurídicas;
I - responsáveis pela instalação dos móveis, dos equipamentos, dos veículos, dos utensílios e dos
outros objetos;
II - responsáveis pela locação, bem como o locatário, dos móveis, dos equipamentos, dos veículos,
dos utensílios e dos outros objetos.
Seção V
Lançamento e Recolhimento
Art. 255. Sempre que julgar necessário, à correta administração do tributo, o órgão fazendário
competente poderá notificar o contribuinte para, no prazo de 30 (trinta) dias, contados da data da
cientificação, prestar declarações sobre a situação dos móveis, dos equipamentos, dos veículos, dos
utensílios e dos outros objetos, com base nas quais poderá ser lançada a Taxa de Fiscalização de
Ocupação e de Permanência em Áreas, em Vias e em Logradouros Públicos - TFP.
CAPÍTULO X
TAXA DE FISCALIZAÇÃO DE VEÍCULO DE TRANSPORTE DE PASSAGEIRO
Seção I
Fato Gerador e Incidência
Art. 256. Taxa de Fiscalização de Veículo de Transporte de Passageiro - TFV, fundada no poder de
polícia do Município tem como fato gerador o desempenho, pelo órgão competente, nos limites da lei
aplicável e com observância do processo legal, da fiscalização exercida sobre a circulação, a
segurança, o conforto, a higiene, a conservação e o funcionamento de veículo de transporte de
passageiro, pertinente ao exercício de atividades dependentes de concessão ou de autorização do
Poder Público e ao respeito dos direitos individuais ou coletivos, em observância às normas
municipais de transporte.
Art. 257. O fato gerador da Taxa de Fiscalização de Veículo de Transporte de Passageiro - TFV
considera-se ocorrido:
II - nos exercícios subsequentes, pelo desempenho, pelo órgão competente, nos limites da lei
aplicável e com observância do processo legal, da fiscalização exercida sobre a segurança, o
conforto, a higiene, a conservação e o funcionamento do veículo de transporte de passageiro;
Seção II
Base de Cálculo
Art. 258. A base de cálculo da Taxa de Fiscalização de Veículo de Transporte de Passageiro - TFV
será determinada, para cada veículo de transporte de passageiro, através de rateio, divisível,
proporcional e diferenciado do custo da respectiva atividade pública específica, em função do
número anual de vistorias fiscais.
Parágrafo único. Considera-se custo da respectiva atividade pública específica, todos os gastos
diretos e indiretos envolvidos no desempenho, pelo órgão competente, da fiscalização, tais como:
I - custo com pessoal; salário, férias, 13º salário e outras vantagens e benefícios;
III - custo de expediente: caneta, lápis, régua, papel, fichários, arquivos, pastas e outros;
VI - demais custos.
Art. 259. A Taxa de Fiscalização de Veículo de Transporte de Passageiro - TFV será determinada
em função do tipo de Veículo e seu valor será estabelecido em VRM - Valor Referencia Municipal por
ano conforme a Tabela constante no Anexo XI desta Lei.
Art. 260. Fica autorizado o Poder Executivo a proceder a devida regulamentação para os Veículos
não relacionados na Tabela do Anexo XI desta Lei.
Seção III
Sujeito Passivo
Art. 261. O sujeito passivo da Taxa de Fiscalização de Veículo de Transporte de Passageiro - TFV é
a pessoa física ou jurídica sujeita ao desempenho, pelo órgão competente, nos limites da lei aplicável
e com observância do processo legal, da fiscalização exercida sobre a circulação, a segurança, o
conforto, a higiene, a conservação e o funcionamento do veículo de transporte de passageiro,
pertinente ao exercício de atividades dependentes de concessão ou de autorização do Poder Público
e ao respeito dos direitos individuais ou coletivos, em observância às normas municipais de
transporte.
Seção IV
Solidariedade Tributária
Art. 262. Por terem interesse comum na situação que constitui o fato gerador da Taxa de
Fiscalização de Veículo de Transporte de Passageiro - TFV ou por estarem expressamente
designados, são pessoalmente solidários pelo pagamento da taxa;
Seção V
Lançamento e Recolhimento
Art. 263. A Taxa de Fiscalização de Veículo de Transporte de Passageiro - TFV será lançada, de
ofício pela autoridade administrativa conforme o caput do artigo 259, desta Lei.
Art. 265. A Taxa de Fiscalização de Veículo de Transporte de Passageiro - TFV será recolhida,
através de Documento de Arrecadação de Receitas Municipais, pela rede bancária, devidamente,
autorizada pela Prefeitura;
Art. 267. Sempre que julgar necessário, a correta administração do tributo, o órgão fazendário
competente poderá notificar o contribuinte para, no prazo de 30 (trinta) dias, contados da data da
cientificação, prestar declarações sobre a situação do veículo de transporte de passageiro, com base
nas quais poderá ser lançada a Taxa de Fiscalização de Veículo de Transporte de Passageiro - TFV.
CAPÍTULO XI
TAXA DE FISCALIZAÇÃO DE MÁQUINA, DE MOTOR E DE EQUIPAMENTO ELETROMECÂNICO
Seção I
Fato Gerador e Incidência
II - nos exercícios subsequentes, pelo desempenho, pelo órgão competente, nos limites da lei
aplicável e com observância do processo legal, da fiscalização exercida sobre o funcionamento da
máquina, do motor e do equipamento eletromecânico:
Art. 270. Taxa de Fiscalização de Máquina, de Motor e de Equipamento Eletromecânico - TFM não
incide sobre a máquina, o motor e o equipamento eletromecânico utilizado:
I - em residência particular:
Seção II
Base de Cálculo
I - custo com pessoal: salário, férias, 13º salário e outras vantagens e benefícios;
III - custo de expediente: caneta, lápis, régua, papel, fichários, arquivos, pastas e outros;
VI - demais custos.
Art. 273. Fica autorizado o Poder Executivo a proceder a devida regulamentação para as Maquinas e
Equipamentos não relacionados na Tabela do Anexo XII desta Lei.
Seção III
Sujeito Passivo
Seção IV
Solidariedade Tributária
Art. 275. Por terem interesse comum na situação que constitui o fato gerador da Taxa de
Fiscalização de Máquina, de Motor e de Equipamento Eletromecânico - TFM ou por estarem
expressamente designados, são pessoalmente solidários pelo pagamento da taxa, as pessoas
físicas ou jurídicas;
I - titulares da propriedade ou do domínio útil ou da posse do bem imóvel onde está localizado,
instalado e funcionando a máquina, o motor e o equipamento eletromecânico;
II - responsáveis pela locação do bem imóvel onde está localizado, instalado e funcionando a
máquina, o motor e o equipamento eletromecânico.
Seção V
Lançamento e Recolhimento
Art. 278. Taxa de Fiscalização de Máquina, de Motor e de Equipamento Eletromecânico - TFM será
recolhida, através de Documento de Arrecadação de Receitas Municipais, pela rede bancária,
devidamente, autorizada pela Prefeitura;
Art. 280. Sempre que julgar necessário, à correta administração do tributo, o órgão fazendário
competente poderá notificar o contribuinte para, no prazo de 30 (trinta) dias, contados da data da
cientificação, prestar declarações sobre a situação da máquina, do motor e do equipamento
eletromecânico, com base nas quais poderá ser lançada a Taxa de Fiscalização de Máquina, de
Motor e de Equipamento Eletromecânico - TFM.
CAPÍTULO XII
TAXA DE FISCALIZAÇÃO DE APARELHO DE TRANSPORTE
Seção I
Fato Gerador e Incidência
Art. 281. A Taxa de Fiscalização de Aparelho de Transporte - TFAT, fundada no poder de polícia do
Município tem como fato gerador o desempenho, pelo órgão competente, nos limites da lei aplicável
e com observância do processo legal, da fiscalização exercida sobre a localização, a instalação, a
segurança, a higiene, a conservação e o funcionamento de aparelho de transporte, pertinente aos
direitos individuais ou coletivos, em observância às normas municipais de obras, de edificações e de
posturas.
Art. 282. O fato gerador da Taxa de Fiscalização de Aparelho de Transporte - TFAT considera-se
ocorrido:
II - nos exercícios subsequentes, pelo desempenho, pelo órgão competente, nos limites da lei
aplicável e com observância do processo legal, da fiscalização exercida sobre a segurança, a
higiene, a conservação e o funcionamento do aparelho de transporte;
I - em residência particular;
Seção II
Base de Cálculo
Art. 284. A base de cálculo da Taxa de Fiscalização de Aparelho de Transporte - TFAT será
determinada, para cada aparelho de transporte, através de rateio, divisível, proporcional e
diferenciado do custo da respectiva atividade pública específica, em função do número anual de
vistorias fiscais.
Parágrafo único. Considera-se custo da respectiva atividade pública específica, todos os gastos
diretos e indiretos envolvidos no desempenho, pelo órgão competente, da fiscalização, tais como:
I - custo com pessoal: salário, férias, 13º salário e outras vantagens e benefícios;
III - custo de expediente: caneta, lápis, régua, papel, fichários, arquivos, pastas e outros;
VI - demais custos.
Art. 285. A Taxa de Fiscalização de Aparelho de Transporte - TFAT será determinada em função do
tipo do aparelho e seu valor será estabelecido em VRM - Valor Referencia Municipal por ano
conforme a Tabela constante no Anexo XIII desta Lei:
Art. 286. Fica autorizado o Poder Executivo a proceder a devida regulamentação para as aparelhos
de Transporte não relacionados na Tabela do Anexo XIII desta Lei.
Seção III
Sujeito Passivo
Art. 287. O sujeito passivo da Taxa de Fiscalização de Aparelho de Transporte - TFAT é a pessoa
física ou jurídica sujeita ao desempenho, pelo órgão competente, nos limites da lei aplicável e com
observância do processo legal, da fiscalização exercida sobre a localização, a instalação, a
segurança, a higiene, a conservação e o funcionamento de aparelho de transporte, pertinente aos
direitos individuais ou coletivos, em observância às normas municipais de obras, de edificações e de
posturas.
Seção IV
Solidariedade Tributária
Art. 288. Por terem interesse comum na situação que constitui o fato gerador da Taxa de
Fiscalização de Aparelho de Transporte - TFAT ou por estarem expressamente designados, são
pessoalmente solidários pelo pagamento da taxa:
Art. 289. A Taxa de Fiscalização de Aparelho de Transporte - TFAT será lançada, de ofício pela
autoridade administrativa conforme o caput do artigo 285, desta Lei.
Art. 291. A Taxa de Fiscalização de Aparelho de Transporte - TFAT será recolhida, através de
Documento de Arrecadação de Receitas Municipais, pela rede bancária, devidamente, autorizada
pela Prefeitura:
Art. 292. O lançamento da Taxa de Fiscalização de Aparelho de Transporte - TFAT deverá ter em
conta a situação fática do aparelho de transporte no momento do lançamento.
Art. 293. Sempre que julgar necessário, a correta administração do tributo, o órgão fazendário
competente poderá notificar o contribuinte para, no prazo de 30 (trinta) dias, contados da data da
cientificação, prestar declarações sobre a situação do aparelho de transporte, com base nas quais
poderá ser lançada a Taxa de Fiscalização de Aparelho de Transporte - TFAT.
CAPÍTULO XIV
TAXA DE SERVIÇO DE COLETA E REMOÇÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS
Seção I
Fato Gerador e Incidência
(Revogado pela Lei Complementar nº 317/2022)
(Revogado pela Lei Complementar nº 317/2022)
(Revogado pela Lei Complementar nº 317/2022)
(Revogado pela Lei Complementar nº 317/2022)
Seção II
Base de Cálculo
(Revogado pela Lei Complementar nº 317/2022)
(Revogado pela Lei Complementar nº 317/2022)
(Revogado pela Lei Complementar nº 317/2022)
(Revogado pela Lei Complementar nº 317/2022)
Seção III
Sujeito Passivo
(Revogado pela Lei Complementar nº 317/2022)
Seção IV
Solidariedade Tributária
(Revogado pela Lei Complementar nº 317/2022)
Seção V
Lançamento e Recolhimento
(Revogado pela Lei Complementar nº 317/2022)
(Revogado pela Lei Complementar nº 317/2022)
(Revogado pela Lei Complementar nº 317/2022)
(Revogado pela Lei Complementar nº 317/2022)
(Revogado pela Lei Complementar nº 317/2022)
CAPÍTULO XVI
TAXA DE LICENCIAMENTO E AUTORIZAÇÃO AMBIENTAL
Seção I
Fato Gerador e Incidência
§ 1º Os empreendimentos e atividades a que se refere este artigo estão definidos no Anexo XIV,
desta lei.
I - Meio Ambiente - O conjunto de condições, leis, influências e interações de ordem física, química e
biológica, que permite, abriga e rege a vida em todas as suas formas.
IV - Impacto Ambiental Local - Qualquer alteração das propriedades físicas, químicas e biológicas do
meio ambiente, causada por qualquer forma de matéria ou energia no território do município.
V - Licença Ambiental - o ato administrativo pelo qual são estabelecidas as condições, restrições e
medidas de controle ambiental que deverão ser obedecidas pelo empreendedor, pessoa física ou
jurídica, para localizar, instalar, ampliar e operar empreendimentos ou atividades utilizadoras dos
recursos ambientais, consideradas efetiva ou potencialmente poluidoras ou aquelas que, sob
qualquer forma, possam causar degradação e ou modificação ambiental.
VI - Autorização Ambiental - o ato administrativo pelo qual são estabelecidas as condições, restrições
e medidas de controle ambiental que deverão ser obedecidas pela pessoa física ou jurídica para a
prática de atividades de exploração, recuperação ou transporte dos recursos naturais.
VII - Poluição - qualquer alteração das propriedades físicas, químicas ou biológicas do meio
ambiente, causada por qualquer forma de matéria ou energia resultante das atividades humanas
que, direta ou indiretamente, afetam a saúde, a segurança e o bem-estar da população, as atividades
sociais e econômicas, a biota, as condições estéticas e sanitária do meio ambiente e a qualidade dos
recursos ambientais.
VIII - Poluidor - a pessoa física ou jurídica, de direito público ou privado, responsável, direta ou
indiretamente, por atividade causadora de degradação ambiental.
Art. 340. O fato gerador da Taxa de Licenciamento e Autorização Ambiental considera-se ocorrido na
data do requerimento do pedido da Licença ou Autorização Ambiental pelo interessado.
Seção II
Base de Cálculo
Art. 341. A base de cálculo da Taxa de Licenciamento e Autorização Ambiental será determinada de
acordo com o tipo de licença ou autorização, local, porte do empreendimento e potencial poluidor
degradador, custo profissional de análise técnica, custos administrativos, cujos valores serão
expressos em Valores de Referência Municipal - VRM conforme as seguintes fórmulas:
III - Onde:
Art. 342. O Potencial Poluidor Degradador - (PPD) será definido de acordo com nível de risco,
conforme os itens e subitens do Anexo XIV desta Lei, e quanto ao Porte do Estabelecimento
determinado na Tabela I do respectivo Anexo.
Art. 343. O cálculo para renovação de Licença ou Autorização Ambiental obedecerá aos mesmos
critérios estabelecidos para a emissão da licença.
Seção III
Sujeito Passivo
Art. 344. O sujeito passivo da Taxa de Licenciamento e Autorização Ambiental é a pessoa física ou
jurídica licenciada ou autorizada ambientalmente pelo órgão municipal de meio ambiente, em
observância às normas aplicáveis ao caso.
Seção IV
Lançamento e Recolhimento
Art. 345. A Taxa de Licenciamento e Autorização Ambiental será lançada, de ofício pela autoridade
administrativa através de Documento de Arrecadação Municipal.
Art. 347. Sempre que julgar necessário à correta administração do tributo, o órgão fazendário
competente notificará o contribuinte, para que no prazo máximo de 30 (trinta) dias, contados da data
desta cientificação, apresente as declarações sobre as quais poderá ser lançada a Taxa de
Licenciamento e Autorização Ambiental - TLAA.
CAPÍTULO XVII
TAXA DE CONTROLE E FISCALIZAÇÃO AMBIENTAL DOS RECURSOS MINERAIS
Seção I
Fato Gerador e Incidência
Art. 348. Fica instituída a Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental dos Recursos Minerais (TCFA),
cujo fato gerador é o exercício regular do poder de polícia, dentro do território do Município de
Corumbá, por meio do órgão ambiental competente, para controle e fiscalização das atividades
potencialmente poluidoras e utilizadoras de recursos minerais.
Seção II
Sujeito Passivo
Art. 349. sujeito passivo da Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental dos Recursos Minerais todo
aquele que exerça as atividades constantes da Tabela abaixo:
Seção III
Base de Cálculo
Art. 350. A Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental é devida por estabelecimento e os seus
valores são os fixados na Tabela abaixo:
Valores em VRM - Valor de Referência Municipal, devidos a título de Taxa de Controle e Fiscalização
Ambiental por estabelecimento, por mês EM VRM:
a.1 - Extração e Tratamento dos seguintes Minerais: areia, argila e calcário (por metro cúbico) 0,50.
a.2 - Extração e Tratamento de Minerais - Minérios de Ferro e Manganês (por tonelada ou fração)
2,00.
Seção IV
Lançamento e Recolhimento
Art. 351. A Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental será devida no último dia útil do mês, nos
valores fixados no artigo anterior desta Lei, e o recolhimento será efetuado por intermédio de
documento próprio de arrecadação, até o quinto dia útil do mês subsequente.
Art. 352. Sempre que julgar necessário à correta administração do tributo, o órgão fazendário
competente notificará o contribuinte, para que no prazo máximo de 30 (trinta) dias, contados da data
da cientificação, apresente a respectiva documentação.
Art. 353. As multas previstas pela inobservância das disposições contidas neste capítulo serão
aplicadas conforme o inciso XVIII, artigo 557 desta Lei.
TÍTULO V
CONTRIBUIÇÃO DE MELHORIA
CAPÍTULO I
DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 354. A CM - Contribuição de Melhoria cobrada pelo Município é instituída para fazer face ao
custo de obras públicas de que decorra valorização imobiliária, tendo como limite total a despesa
realizada e como limite individual o acréscimo de valor que da obra resultar para cada imóvel
beneficiado.
CAPÍTULO II
FATO GERADOR E INCIDÊNCIA
Art. 355. A CM - Contribuição de Melhoria tem como fato gerador o acréscimo do valor do Imóvel
localizado nas áreas beneficiadas direta ou indiretamente por obras públicas municipais.
III - construção ou ampliação de sistemas de trânsito rápido, inclusive todas as obras e edificações
necessárias ao funcionamento do sistema;
§ 3º O disposto neste art. 356 aplica-se, também, aos casos de cobrança de CM - Contribuição de
Melhoria por obras públicas municipais em execução, constantes de projetos ainda não concluídos.
CAPÍTULO III
BASE DE CÁLCULO
Art. 357. A base de cálculo da CM - Contribuição de Melhoria a ser exigida pelo Município, para fazer
face ao custo das obras públicas, será cobrada adotando-se como critério o benefício resultante da
obra, calculado através de índices cadastrais das respectivas ZINs - Zonas de Influência.
§ 5º Para a apuração do NTIB - Número Total de Imóveis Beneficiados, situados na ZIN - Zona de
Influência da obra, e dos respectivos FRIVs - Fatores Relativos e Individuais de Valorização, a APM -
Administração Pública Municipal adotará os seguintes procedimentos:
II - dividirá a ZIN - Zona de Influência em faixas correspondentes aos diversos IHBI - índices de
Hierarquização de Benefícios de Imóveis, em ordem decrescente, se for o caso;
III - individualizará, com base na área territorial, os imóveis localizados em cada faixa;
IV - obterá a área territorial de cada faixa, mediante a soma das áreas dos imóveis nela localizados.
Art. 358. A base de cálculo da CM - Contribuição de Melhoria terá como limite o custo das obras,
computadas as despesas de estudos, projetos, fiscalização, desapropriações, administração,
execução e financiamento, inclusive prêmios de reembolso e outras de praxe em financiamentos ou
empréstimos e terá a sua expressão monetária atualizada na época do lançamento mediante
aplicação de coeficientes de correção monetária.
§ 1º Serão incluídos, nos orçamentos de custos das obras, todos os investimentos necessários para
que os benefícios delas concorrentes sejam integralmente alcançados pelos imóveis situados nas
respectivas ZINs - Zonas de influência.
§ 2º A percentagem do custo real a ser cobrada mediante CM - Contribuição de Melhoria será fixada
tendo em vista a natureza da obra, os benefícios para os usuários, as atividades econômicas
predominantes e o nível de desenvolvimento da região.
Art. 359. A base de cálculo da CM - Contribuição de Melhoria, relativa a cada imóvel, será
determinada pelo rateio do CT/PO - Custo Total ou Parcial da Obra, pelo NTIB - Número Total de
Imóveis Beneficiados, situados na ZIN - Zona de Influência da obra, em função dos respectivos
FRIVs - Fatores Relativos e Individuais de Valorização.
Art. 361. O CT/PO - Custo Total ou Parcial da Obra, os respectivos FRIVs - Fatores Relativos e
Individuais de Valorização e o NTIB - Número Total de Imóveis Beneficiados deverão ser
demonstrados em edital específico próprio.
Art. 362. O somatório de todos os FRIVs - Fatores Relativos e Individuais de Valorização deve ser
igual ao NTIB - Número Total de Imóveis Beneficiados, conforme fórmula abaixo:
Art. 363. A CM - Contribuição de Melhoria será paga pelo contribuinte de forma que a sua PA -
Parcela Anual não exceda a 1% (um por cento) do MVF - Maior Valor Fiscal do seu imóvel,
atualizado à época da cobrança, conforme fórmula abaixo:
CAPÍTULO IV
SUJEITO PASSIVO
Art. 364. O sujeito passivo da CM - Contribuição de Melhoria é a pessoa física ou jurídica titular da
propriedade ou do domínio útil ou da posse do bem imóvel alcançado pelo acréscimo do valor do
imóvel localizado nas áreas beneficiadas direta ou indiretamente por obras públicas municipais.
CAPÍTULO V
SOLIDARIEDADE TRIBUTÁRIA
Art. 365. Por terem interesse comum na situação que constitui o fato gerador da CM - Contribuição
de Melhoria ou por estarem expressamente designados, são pessoalmente solidários pelo
pagamento do imposto:
III - o sucessor, a qualquer título, e o cônjuge meeiro, pelos débitos do "de cujus" existentes à data
da partilha ou da adjudicação, limitada esta responsabilidade ao montante do quinhão, do legado ou
da meação;
V - a pessoa natural ou jurídica que adquirir de outra, por qualquer título, fundo de comércio ou de
estabelecimento comercial, industrial ou de serviço, e continuar a exploração do negócio sob a
mesma ou outra razão social ou sob firma ou nome individual, pelos débitos do fundo ou do
estabelecimento adquirido, existentes à data da transação.
§ 1º Quando a aquisição se fizer por arrematação em hasta pública ou na hipótese do inciso III deste
artigo, a responsabilidade terá por limite máximo, respectivamente, o preço da arrematação ou o
montante do quinhão, legado ou meação.
§ 2º O disposto no inciso III deste artigo aplica-se nos casos de extinção de pessoas jurídicas,
quando a exploração da respectiva atividade seja continuada por qualquer sócio remanescente ou se
espólio, com a mesma ou outra razão social, ou sob firma individual.
CAPÍTULO VI
LANÇAMENTO E RECOLHIMENTO
Art. 366. A CM - Contribuição de Melhoria, para cada imóvel, será lançada, de ofício pela autoridade
administrativa, através da multiplicação do CT/PO - Custo Total ou Parcial da Obra com o respectivo
FRIV - Fator Relativo e Individual de Valorização, divididos pelo NTIB - Número Total de Imóveis
Beneficiados, conforme a fórmula abaixo;
II - o CT/PO - Custo Total ou Parcial da Obra a ser ressarcida pela CM - Contribuição de Melhoria;
VII - a divisão da ZIN - Zona de Influência em faixas correspondentes aos diversos IHBI - índices de
Hierarquização de Benefícios de Imóveis, em ordem decrescente, se for o caso;
VIII - a individualização, com base na área territorial, dos imóveis localizados em cada faixa;
IX - a área territorial de cada faixa, mediante a soma das áreas dos imóveis nela localizados;
X - o NT-IB - Número Total de Imóveis Beneficiados, situados na ZIN - Zona de Influência da obra;
§ 3º No caso do § 2º deste art. 368, o pagamento será feito pelo valor nominal do título, se o preço
do mercado for inferior.
§ 4º No caso de serviço público concedido, a APM - Administração Pública Municipal poderá lançar e
arrecadar a CM - Contribuição de Melhoria.
Art. 369. O lançamento da CM - Contribuição de Melhoria deverá ter em conta a situação fática do
imóvel beneficiado, no momento do lançamento.
Art. 370. Sempre que julgar necessário, à correta administração do tributo, o órgão fazendário
competente poderá notificar o contribuinte para, no prazo de 30 (trinta) dias, contados da data da
cientificação, prestar declarações sobre a situação do imóvel beneficiado, com base nas quais
poderá ser lançada a CM - Contribuição de Melhoria.
CAPÍTULO VII
DISPOSIÇÕES FINAIS
Art. 371. Fica o Chefe do Executivo autorizado a celebrar convênio com a União, para o lançamento
e a arrecadação da CM - Contribuição de Melhoria devida por obra pública federal.
TÍTULO VI
OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS
CAPÍTULO I
CADASTRO FISCAL
Seção I
Disposições Gerais
Seção II
Cadastro Imobiliário
Art. 373. O Cadastro Imobiliário - CIMOB compreende, desde que localizados na zona urbana, na
zona urbanizável e na zona de expansão urbana:
I - os bens imóveis:
III - tudo quanto o homem incorporar permanentemente ao solo, de modo que se não possa retirar
sem destruição, sem modificação, sem fratura ou sem danos, inclusive engenhos industriais, torres
de linhas de transmissão de energia elétrica e torres de captação de sinais de celular.
Art. 374. O proprietário de imóvel, o titular de seu domínio útil ou o seu possuidor a qualquer título
são obrigados:
II - a informar, ao Cadastro Imobiliário - CIMOB, qualquer alteração na situação do seu bem imóvel,
como parcelamento, desmembramento, remembramento, fusão, demarcação, divisão, ampliação,
medição judicial definitiva, reconstrução, reforma ou qualquer outra ocorrência que possa afetar o
valor do seu bem imóvel;
1 - a escritura;
2 - o contrato de compra e venda;
3 - o formal de partilha;
4 - a certidão relativa a decisões judiciais que impliquem transmissão do imóvel;
b) o proprietário de imóvel, o titular de seu domínio útil ou o seu possuidor a qualquer título deverá
apresentar a solicitação em formulário próprio, aprovado pela Prefeitura, devidamente preenchido.
1 - a escritura;
2 - o contrato de compra e venda;
3 - o formal de partilha;
4 - a certidão relativa a decisões judiciais que impliquem transmissão do imóvel;
b) o proprietário de imóvel, o titular de seu domínio útil ou o seu possuidor a qualquer título deverá
apresentar a solicitação em formulário próprio, aprovado pela Prefeitura, devidamente preenchido.
b) o ex-proprietário de imóvel, o ex-titular de seu domínio útil ou o seu ex-possuidor a qualquer título
deverá apresentar, a solicitação em formulário próprio, aprovado pela Prefeitura, devidamente
preenchido.
Parágrafo único. Os formulários serão instituídos através de Portaria pelo responsável pela
Administração da Fazenda Pública Municipal.
Art. 376. Para fins de inscrição no Cadastro Imobiliário - CIMOB, considera-se situado o bem imóvel
no logradouro correspondente à sua frente efetiva.
I - com duas ou mais esquinas ou com duas ou mais frentes, será considerado o logradouro:
Art. 377. O proprietário de bem imóvel, o titular de seu domínio útil ou o seu possuidor a qualquer
título, terão os seguintes prazos;
I - para promover a inscrição, de seu bem imóvel, no Cadastro Imobiliário - CIMOB, de até 30 (trinta)
dias, contados da data de expedição do documento hábil de sua propriedade, de seu domínio útil ou
de sua posse a qualquer título;
II - para informar, ao Cadastro Imobiliário - CIMOB, qualquer alteração ou baixa na situação do seu
bem imóvel, como parcelamento, desmembramento, remembramento, fusão, demarcação, divisão,
ampliação, medição judicial definitiva, reconstrução, reforma ou qualquer outra ocorrência que possa
afetar o valor do seu bem imóvel, de até 30 (trinta) dias, contados da data de sua alteração ou de sua
baixa;
III - para exibirem os documentos necessários à atualização cadastral e prestar todas as informações
solicitadas pela AF - Autoridade Fiscal, de até 10 (dez) dias, contados da data de lavratura do TI -
Termo de Intimação;
II - após 30 (trinta) dias, contados da data de alteração ou de incidência, não informar, ao Cadastro
Imobiliário - CIMOB, qualquer alteração na situação do seu bem imóvel, como parcelamento,
desmembramento, remembramento, fusão, demarcação, divisão, ampliação, medição judicial
definitiva, reconstrução, reforma ou qualquer outra ocorrência que possa afetar o valor do seu bem
imóvel;
III - após 10 (dez) dias, contados da data de lavratura do TI - Termo de Intimação, não exibirem os
documentos necessários à atualização cadastral e nem prestar todas as informações solicitadas pela
AF - Autoridade Fiscal;
Art. 381. No ato da inscrição dos imóveis, serão identificados com uma numeração padrão,
sequencial e própria, chamada ICAI - Inscrição Cadastral Imobiliária, contida na BIC-CIMOB -
Boletim de Inscrição Cadastral no Cadastro Imobiliário;
Seção III
Cadastro Mobiliário
Art. 382. O Cadastro Mobiliário - CAMOB compreende, desde que localizados, instalados ou em
funcionamento;
I - os estabelecimentos comerciais, industriais, produtores e prestadores de serviços;
§ 1º As pessoas naturais que exerçam ou venham a exercer atividades sujeitas aos tributos
municipais, bem como as Pessoas Jurídicas não estabelecidas em Corumbá, que prestem ou tomem
serviços no território do Município, também são obrigadas a inscreverem-se no cadastro mobiliário,
sem prejuízo, quando for o caso, da obrigatoriedade de emissão de Nota Fiscal de Serviços
Eletrônica (NFS-e), nos termos do artigo 482. (Redação dada pela Lei Complementar nº 169/2013)
§ 3º Para os fins do disposto no inciso V deste artigo, a Administração Tributária fica autorizada a
realizar, sempre que necessário, em periodicidade nunca inferior a 03 (três) anos, o recadastramento
dos sujeitos passivos, na forma e prazo estabelecido em ato normativo, observada as demais
condições estabelecidas nesta Lei e em regulamento.
§ 4º O não atendimento à convocação para realizar recadastramento, por parte do sujeito passivo,
além da sujeição às sanções previstas em Lei, implicará a suspensão ou cancelamento da sua
inscrição cadastral, na forma estabelecida em regulamento.
§ 5º Sem prejuízo do disposto nesta Lei, com relação à inscrição no CAMOB, serão estabelecidos
em normas complementares:
III - As codificações a serem adotadas para a classificação das pessoas naturais e jurídicas
obrigadas ao cadastramento;
V - Outros elementos necessários ao regular funcionamento do cadastro. (Redação dada pela Lei
Complementar nº 114/2007)
Art. 385. As pessoas físicas, com ou sem estabelecimento fixo, bem como as pessoas jurídicas, de
direito público ou privado, terão os seguintes prazos:
I - para promover a sua inscrição no Cadastro Mobiliário - CAMOB, de até 10 (dez) dias antes da
data de início de atividade;
II - para informar, ao Cadastro Mobiliário - CAMOB, qualquer alteração, paralisação ou baixa, como
de nome ou de razão social, de endereço, de atividade, de sócio, de responsabilidade de sócio, de
responsável contábil, de fusão, de incorporação, de cisão, de extinção e de baixa, de até 30 (trinta)
dias, contados da ocorrência da situação. (Redação dada pela Lei Complementar nº 262/2020)
III - para exibirem os documentos necessários à atualização cadastral e prestar todas as informações
solicitadas pela AF - Autoridade Fiscal, de até 10 (dez) dias, contados da data de lavratura do TI -
Termo de Intimação;
Parágrafo único. Para os fins do disposto no inciso II deste artigo o período de paralisação será de
até 24 (vinte e quatro) meses prorrogáveis por igual período a pedido do contribuinte, sendo o
cadastro mobiliário reativado automaticamente ao final deste prazo. (Redação acrescida pela Lei
Complementar nº 262/2020)
Art. 386. O órgão responsável pelo Cadastro Mobiliário - CAMOB deverá promover, de ofício, a
inscrição, a alteração ou a baixa, quando as pessoas físicas, com ou sem estabelecimento fixo, bem
como as pessoas jurídicas, de direito público ou privado:
I - após a data de início de atividade, não promoverem a sua inscrição no Cadastro Mobiliário -
CAMOB;
III - após 10 (dez) dias, contados da data de lavratura do TI - Termo de Intimação, não exibirem os
documentos necessários á atualização cadastral e nem prestarem todas as informações solicitadas
pela AF - Autoridade Fiscal;
§ 2º (vetado)
Art. 387. Os registros públicos, cartorários e notariais, bem como as associações, os sindicatos, as
entidades e os órgãos de classe, ficam obrigados a fornecer, ao órgão responsável pelo Cadastro
Mobiliário - CAMOB, até o último dia útil do mês subsequente, a relação de todas as pessoas físicas,
com ou sem estabelecimento fixo, e de todas as pessoas jurídicas, de direito público ou privado, que
solicitaram inscrição, alteração ou baixa de registro, mencionando:
Art. 389. No ato da inscrição, serão identificados com uma numeração padrão, sequencial e própria,
chamada ICAM - Inscrição Cadastral Mobiliária, contida na FIC-CAMOB - Ficha de Inscrição no
Cadastro Mobiliário:
Parágrafo único. As pessoas físicas, com ou sem estabelecimento fixo, bem como as pessoas
jurídicas, de direito público ou privado, terão as suas atividades identificadas segundo os CAESs -
Códigos de Atividades Econômicas e Sociais.
Seção IV
Cadastro Sanitário
Art. 390. O Cadastro Sanitário - CASAN compreende, desde que, localizados, instalados ou em
funcionamento, estejam relacionados com fabricação, produção, manipulação, acondicionamento,
conservação, depósito, armazenamento, transporte, distribuição, venda ou consumo de alimentos,
bem como atividades pertinentes à higiene pública:
Art. 392. No Cadastro Sanitário - CASAN, desde que estejam relacionados com fabricação,
produção, manipulação, acondicionamento, conservação, depósito, armazenamento, transporte,
distribuição, venda ou consumo de alimentos, bem como atividades pertinentes à higiene pública;
Art. 393. As pessoas físicas, com estabelecimento fixo, e as pessoas jurídicas, de direito público ou
privado, desde que estejam relacionadas com fabricação, produção, manipulação,
acondicionamento, conservação, depósito, armazenamento, transporte, distribuição, venda ou
consumo de alimentos, bem como atividades pertinentes à higiene pública, terão os seguintes
prazos:
I - para promover a sua inscrição no Cadastro Sanitário - CASAN, de até 10 (dez) dias antes da data
de início de atividade;
II - para informar, ao Cadastro Sanitário - CASAN, qualquer alteração ou baixa, como de nome ou de
razão social, de endereço, de atividade, de sócio, de responsabilidade de sócio, de fusão, de
incorporação, de cisão e de extinção, de até
III - para exibirem os documentos necessários à atualização cadastral e prestar todas as informações
solicitadas pela AF - Autoridade Fiscal, de até 10 (dez) dias, contados da data de lavratura do TI -
Termo de Intimação;
Art. 394. O órgão responsável pelo Cadastro Sanitário - CASAN deverá promover, de ofício, a
inscrição, a alteração ou a baixa, quando as pessoas físicas, com estabelecimento fixo, e as pessoas
jurídicas, de direito público ou privado, desde que estejam relacionadas com fabricação, produção,
manipulação, acondicionamento, conservação, depósito, armazenamento, transporte, distribuição,
venda ou consumo de alimentos, bem como atividades pertinentes à higiene pública:
I - após a data de início de atividade, não promoverem a sua inscrição no Cadastro Sanitário -
CASAN;
III - após 10 (dez) dias, contados da data de lavratura do TI - Termo de intimação, não exibirem os
documentos necessários à atualização cadastral e nem prestarem todas as informações solicitadas
pela AF - Autoridade Fiscal;
Art. 395. Os registros públicos, cartorários e notariais, bem como as associações, os sindicatos, as
entidades e os órgãos de classe, ficam obrigados a fornecer, ao órgão responsável pelo Cadastro
Sanitário - CASAN, até o último dia útil do mês subsequente, a relação de todas as pessoas físicas,
com estabelecimento fixo, 6 as pessoas jurídicas, de direito público ou privado, desde que estejam
relacionadas com fabricação, produção, manipulação, acondicionamento, conservação, depósito,
armazenamento, transporte, distribuição, venda ou consumo de alimentos, bem como atividades
pertinentes à higiene pública, que solicitaram inscrição, alteração ou baixa de registro, mencionando:
Art. 397. No ato da inscrição, serão identificados com uma numeração padrão, sequencial e própria,
chamada ICAS - Inscrição Cadastral Sanitária, contida na FIC-CASAN - Ficha de Inscrição no
Cadastro Sanitário, desde que estejam relacionadas com fabricação, produção, manipulação,
acondicionamento, conservação, depósito, armazenamento, transporte, distribuição, venda ou
consumo de alimentos, bem como atividades pertinentes à higiene pública:
Seção V
Cadastro de Anúncio
Art. 399. De acordo com a natureza e a modalidade de mensagem de comunicação visual presente
na paisagem rural e urbana do território do Município, o anúncio pode ser classificado em:
I - quanto ao movimento:
a) animado;
b) inanimado;
II - quanto à iluminação:
a) luminoso;
b) não-luminoso.
§ 3º Considera-se luminoso o anúncio cuja mensagem é obtida através da emissão de luz oriunda de
dispositivo com luminosidade própria.
Art. 400. As pessoas físicas, com ou sem estabelecimento fixo, e as pessoas jurídicas, de direito
público ou privado, titulares de veículos de divulgação, de propaganda ou de publicidade de anúncio,
são obrigadas:
III - para fins de baixa, o BIA-CADAN - Boletim de Inscrição, de Alteração e de Baixa Cadastral de
Anúncio e a FIC-CADAN - Ficha de Inscrição no Cadastro de Anúncio.
Art. 402. As pessoas físicas, com ou sem estabelecimento fixo, e as pessoas jurídicas, de direito
público ou privado, titulares de veículos de divulgação, de propaganda ou de publicidade de anúncio,
terão os seguintes prazos:
I - para promover a inscrição do veículo de divulgação, de propaganda e de publicidade de anúncio
no Cadastro de Anúncio - CADAN, de até 10 (dez) dias antes da data de início de sua instalação,
afixação, colocação, exposição, distribuição, utilização ou exploração;
II - para informar, ao Cadastro de Anúncio - CADAN, qualquer alteração e baixa ocorrida no veículo
de divulgação, de propaganda e de publicidade de anúncio, como dizeres, dimensões, modalidade,
iluminação, localização ou retirada, de até 10 (dez) dias, contados da data de alteração e de baixa;
III - para exibirem os documentos necessários à atualização cadastral e prestar todas as informações
solicitadas pela AF - Autoridade Fiscal, de até 10 (dez) dias, contados da data de lavratura do TI -
Termo de Intimação;
Art. 403. O órgão responsável pelo Cadastro de Anúncio - CADAN deverá promover, de ofício, a
inscrição, a alteração ou a baixa, quando as pessoas físicas, com ou sem estabelecimento fixo, bem
como as pessoas jurídicas, de direito público ou privado, titulares de veículos de divulgação, de
propaganda ou de publicidade de anúncio:
I - após a data de início de sua instalação, afixação, colocação, exposição, distribuição, utilização ou
exploração, não promoverem a inscrição do seu veículo de divulgação, de propaganda e de
publicidade de anúncio no Cadastro de Anúncio - CADAN;
II - após 10 (dez) dias, contados da data de alteração ou de baixa, não informarem, ao Cadastro de
Anúncio - CADAN, qualquer alteração e baixa ocorrida no veículo de divulgação, de propaganda e de
publicidade de anúncio, como dizeres, dimensões, modalidade, iluminação, localização e retirada;
III - após 10 (dez) dias, contados da data de lavratura do TI - Termo de Intimação, não exibirem os
documentos necessários à atualização cadastral e nem prestarem todas as informações solicitadas
pela AF - Autoridade Fiscal;
Art. 404. As pessoas físicas, com estabelecimento fixo, e as pessoas jurídicas, de direito privado,
que exerçam atividades de propaganda e de publicidade - inclusive promoção de vendas,
planejamento de campanhas ou sistemas de publicidade, elaboração de desenhos, textos e demais
materiais publicitários - e de veiculação e de divulgação de textos, de desenhos e de outros materiais
de publicidade, por qualquer meio, exceto em jornais, em periódicos, em rádio e em televisão, ficam
obrigados a fornecer, ao órgão responsável pelo Cadastro de Anúncio - CADAN, até o último dia útil
do mês subsequente, a relação de todas as pessoas físicas, com ou sem estabelecimento fixo, e de
todas as pessoas jurídicas, de direito público ou privado, que solicitaram os seus serviços,
mencionando:
Art. 405. No ato da inscrição, serão identificados com uma numeração padrão, sequencial e própria,
chamada ICAD - Inscrição Cadastral de Anúncio, contida na FIC-CADAN - Ficha de Inscrição no
Cadastro de Anúncio, os veículos de divulgação, de propaganda e de publicidade de anúncio,
instalados, afixados, colocados, expostos, distribuídos, utilizados ou explorados:
b) de acesso ao público.
II - poderá ser reproduzida no anúncio através de pintura, de adesivo ou de autocolante, ou, no caso
de anúncios novos poderá ser incorporado ao anúncio como parte integrante de seu material e de
sua confecção, devendo, em qualquer hipótese, apresentar condições análogas às do próprio
anúncio, no tocante à resistência e á durabilidade;
III - deverá estar em posição destacada, em relação às outras mensagens que integram o seu
conteúdo;
Seção VI
Cadastro de Horário Especial
Art. 407. Os estabelecimentos comerciais, desde que em funcionamento em horário especial, são
obrigados:
Art. 409. Os estabelecimentos comerciais, desde que em funcionamento em horário especial, terão
os seguintes prazos;
I - para promover a sua inscrição no Cadastro de Horário Especial - CADHE, de até 5 (cinco) dias
antes da data de início de funcionamento em horário especial;
III - para exibirem os documentos necessários à atualização cadastral e prestar todas as informações
solicitadas pela AF - Autoridade Fiscal, de até 5 (cinco) dias, contados da data de lavratura do TI -
Termo de Intimação;
Art. 410. O órgão responsável pelo Cadastro de Horário Especial - CADHE deverá promover, de
ofício, a inscrição, a alteração ou a baixa, quando os estabelecimentos comerciais;
I - após a data de início de funcionamento em horário especial, não promoverem a sua inscrição no
Cadastro de Horário Especial - CADHE;
III - após 5 (cinco) dias, contados da data de lavratura do TI - Termo de Intimação, não exibirem os
documentos necessários à atualização cadastral e nem prestarem todas as informações solicitadas
pela AF - Autoridade Fiscal;
Art. 411. No ato da inscrição, serão identificados com uma numeração padrão, sequencial e própria,
chamada ICAH - Inscrição Cadastrai em Horário Especial, contida na FIC-CADHE - Ficha de
Inscrição no Cadastro de Horário Especial - CADHE, os estabelecimentos comerciais em
funcionamento em horário especial.
Seção VII
Cadastro de Ambulante, de Eventual e de Feirante
III - para fins de baixa, o BIA-CAMEF - Boletim de Inscrição, de Alteração e de Baixa Cadastral de
Ambulante, de Eventual e de Feirante, a FIC-CAMEF - Ficha de Inscrição no Cadastro de Ambulante,
de Eventual e de Feirante, havendo, a baixa ou o cancelamento do registro no órgão de classe;
III - para exibirem os documentos necessários à atualização cadastral e prestar todas as informações
solicitadas pela AF - Autoridade Fiscal, de até 5 (cinco) dias, contados da data de lavratura do TI -
Termo de Intimação;
Art. 416. O órgão responsável pelo Cadastro de Ambulante, de Eventual e de Feirante - CAMEF
deverá promover, de ofício, a inscrição, a alteração ou a baixa, quando os ambulantes, os eventuais
e os feirantes:
I - após a data de início da atividade ambulante, eventual e feirante, não promoverem a sua inscrição
no Cadastro de Ambulante, de Eventual e de Feirante - CAMEF;
II - após a data de alteração ou de baixa na sua localização, instalação e funcionamento, não
informarem, ao Cadastro de Ambulante, de Eventual e de Feirante - CAMEF, a sua alteração ou a
sua baixa;
III - após 5 (cinco) dias, contados da data de lavratura do TI - Termo de Intimação, não exibirem os
documentos necessários à atualização cadastral e nem prestarem todas as informações solicitadas
pela AF - Autoridade Fiscal;
Art. 417. No ato da inscrição, serão identificados com uma numeração padrão, sequencial e própria,
chamada ICEF - Inscrição Cadastral de Ambulantes, de Eventual e de Feirante, contida na FIC-
CAMEF - Ficha de Inscrição no Cadastro de Ambulante, de Eventual e de Feirante, os ambulantes,
os eventuais e os feirantes.
Seção VIII
Cadastro de Obra Particular e de Parcelamento do Solo
Art. 418. O Cadastro de Obra Particular e de Parcelamento do Solo - CADOB compreende as obras
e os solos particulares, desde que em construção, em reforma, em execução ou em parcelamento.
Art. 419. As pessoas físicas ou jurídicas titulares de obras e de solos particulares, desde que em
construção, em reforma ou em execução, são obrigadas:
Art. 420. No Cadastro de Obra Particular e de Parcelamento do Solo - CADOB, as pessoas físicas
ou jurídicas titulares de obras e de solos particulares, desde que em construção, em reforma, em
execução ou em parcelamento, deverão apresentar;
a) para as pessoas físicas, a FIC-CAMOB - Ficha de Inscrição no Cadastro Mobiliário, fornecida pelo
órgão responsável pelo Cadastro Mobiliário - CAMOB, o registro no órgão de classe, o CPF -
Cadastro de Pessoas Físicas e a Cl - Carteira de Identidade;
b) para as pessoas jurídicas, a FIC-CAMOB - Ficha de Inscrição no Cadastro Mobiliário, fornecida
pelo órgão responsável pelo Cadastro Mobiliário - CAMOB, o contrato ou o estatuto social, o CNPJ -
Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas e a inscrição estadual;
II - para fins de alteração, tanto para as pessoas físicas como para as pessoas jurídicas, o BIA-
CADOB - Boletim de Inscrição, de Alteração e de Baixa Cadastral de Obra Particular e de
Parcelamento do Solo e a FIC-CADOB - Ficha de Inscrição no Cadastro de Obra Particular e de
Parcelamento do Solo;
III - para fins de baixa, tanto para as pessoas físicas como para as pessoas jurídicas, o BIA-CADOB -
Boletim de Inscrição, de Alteração e de Baixa Cadastral de Obra Particular e de Parcelamento do
Solo e a FIC-CADOB - Ficha de Inscrição no Cadastro de Obra Particular.
Art. 421. As pessoas físicas ou jurídicas titulares de obras e de solos particulares, desde que em
construção, em reforma, em execução ou em parcelamento, terão os seguintes prazos:
III - para exibirem os documentos necessários à atualização cadastral e prestar todas as Informações
solicitadas pela AF - Autoridade Fiscal, de até 5 (cinco) dias, contados da data de lavratura do TI -
Termo de Intimação;
Art. 422. O órgão responsável pelo Cadastro de Obra Particular e de Parcelamento do Solo deverá
promover, de ofício, a inscrição, a alteração ou a baixa, quando as pessoas físicas ou jurídicas
titulares de obras e de solos particulares, desde que em construção, em reforma, em execução ou
em parcelamento:
III - após 5 (cinco) dias, contados da data de lavratura do TI - Termo de Intimação, não exibirem os
documentos necessários à atualização cadastral e nem prestarem todas as informações solicitadas
pela AF - Autoridade Fiscal;
Art. 423. No ato da inscrição, será identificada com uma numeração padrão, sequencial e própria,
chamada ICOB - Inscrição Cadastral de Obra Particular e de Parcelamento do Solo, contida na FIC-
CADOB - Ficha de inscrição no Cadastro de Obra Particular e de Parcelamento do Solo - CADOB, a
construção, a reforma ou a execução de obra particular e/ou do parcelamento do solo.
Seção IX
Cadastro de Ocupação e de Permanência no Solo de Logradouros Públicos
Art. 424. O Cadastro de Ocupação e de Permanência no Solo de Logradouros Públicos - CADOP
compreende os móveis, os equipamentos, os veículos, os utensílios ou quaisquer outros objetos,
desde que, localizados e instalados, estejam ocupando ou permaneçam no solo de áreas, de vias e
de logradouros públicos.
Art. 425. As pessoas físicas, com ou sem estabelecimento fixo, e as pessoas jurídicas, de direito
público ou privado, titulares de equipamentos, de veículos, de utensílios ou de quaisquer outros
objetos, desde que, localizados e instalados, estejam ocupando ou permaneçam no solo de áreas,
de vias e de logradouros públicos, são obrigadas:
III - para fins de baixa, o BIA-CADOP - Boletim de Inscrição, de Alteração e de Baixa Cadastral de
Ocupação e de Permanência no Solo de Logradouros Públicos e, havendo e a FIC-CADOP - Ficha
de Inscrição no Cadastro de Ocupação e de Permanência no Solo de Logradouros Públicos;
Art. 427. As pessoas físicas, com ou sem estabelecimento fixo, e as pessoas jurídicas, de direito
público ou privado, titulares de equipamentos, de veículos, de utensílios ou de quaisquer outros
objetos, desde que, localizados e instalados, estejam ocupando ou permaneçam no solo de áreas,
de vias e de logradouros públicos, terão os seguintes prazos:
I - para promover a inscrição do equipamento, do veículo, do utensílio ou de qualquer outro objeto,
no Cadastro de Ocupação e de Permanência no Solo de Logradouros Públicos - CADOP, de até 10
(dez) dias antes da data de início de sua localização, instalação, ocupação ou permanência;
III - para exibirem os documentos necessários à atualização cadastral e prestar todas as informações
solicitadas pela AF - Autoridade Fiscal, de até 10 (dez) dias, contados da data de lavratura do TI -
Termo de Intimação;
I - após a data de início de sua localização, instalação, ocupação ou permanência, não promoverem
a inscrição do seu do equipamento, veículo, utensílio ou qualquer outro objeto no Cadastro de
Ocupação e de Permanência no Solo de Logradouros Públicos - CADOP;
II - após 10 (dez) dias, contados da data de alteração ou de baixa, não informarem, ao Cadastro de
Ocupação e de Permanência no Solo de Logradouros Públicos - CADOP, qualquer alteração ou
baixa ocorrida no equipamento, no veículo, no utensílio ou em qualquer outro objeto, como
dimensões, modalidade, localização, ocupação, permanência e retirada;
III - após 10 (dez) dias, contados da data de lavratura do TI - Termo de Intimação, não exibirem os
documentos necessários à atualização cadastral e nem prestarem todas as informações solicitadas
pela AF - Autoridade Fiscal;
Art. 429. No ato da inscrição, serão identificados com uma numeração padrão, sequencial e própria,
chamada ICOP - Inscrição Cadastral de Ocupação e de Permanência no Solo de Logradouros
Públicos, contida na FIC-CADOP - Ficha de Inscrição no Cadastro de Ocupação e de Permanência
no Solo de Logradouros Públicos - CADOP, os equipamentos, os veículos, os utensílios ou quaisquer
outros objetos, desde que, localizados e instalados, estejam ocupando ou permaneçam no solo de
áreas, de vias e de logradouros públicos.
III - deverá estar em posição destacada, em relação às outras mensagens que, por ventura,
revestirem a sua superfície;
Seção X
Cadastro de Veículo de Transporte de Passageiro
I - coletivo de passageiro;
II - individual de passageiro.
Art. 431. As pessoas físicas, com ou sem estabelecimento fixo, e as pessoas jurídicas, de direito
público ou privado, titulares de veículos de transporte de passageiro, são obrigadas:
III - para fins de baixa, o BIA-CAVET - Boletim de Inscrição, de Alteração e de Baixa Cadastral de
Veículo de Transporte de Passageiro e a FIC-CAVET - Ficha de Inscrição no Cadastro de Veículo de
Transporte de Passageiro.
III - para exibirem os documentos necessários à atualização cadastral e prestar todas as informações
solicitadas pela AF - Autoridade Fiscal, de até 10 (dez) dias, contados da data de lavratura do TI -
Termo de Intimação;
Art. 434. O órgão responsável pelo Cadastro de Veículo de Transporte de Passageiro - CAVET
deverá promover, de ofício, a inscrição, a alteração ou a baixa, quando as pessoas físicas, com ou
sem estabelecimento fixo, bem como as pessoas jurídicas, de direito público ou privado, titulares de
veículos de transporte de passageiro:
I - após a data de início de sua circulação, não promoverem a inscrição do seu veículo de transporte
de passageiro no Cadastro de Veículo de Transporte de Passageiro - CAVET;
II - após 10 (dez) dias, contados da data de alteração ou de baixa, não informarem, ao Cadastro de
Veículo de Transporte de Passageiro - CAVET, qualquer alteração ou baixa ocorrida no veículo de
transporte de passageiro, como reforma, restauração ou retirada de circulação;
III - após 10 (dez) dias, contados da data de lavratura do TI - Termo de Intimação, não exibirem os
documentos necessários à atualização cadastral e nem prestarem todas as informações solicitadas
pela AF - Autoridade Fiscal;
Art. 435. As pessoas físicas, com estabelecimento fixo, e as pessoas jurídicas, de direito privado,
que exerçam atividades de assistência técnica, lubrificação, limpeza e revisão de máquinas, veículos,
aparelhos e equipamentos, conserto, restauração, manutenção e conservação de máquinas,
veículos, motores, elevadores ou de qualquer objeto, recondicionamento de motores, instalação e
montagem de aparelhos, máquinas e equipamentos, prestados ao usuário finai do serviço,
exclusivamente com material por ele fornecido e montagem industrial, prestada ao usuário final do
serviço, exclusivamente com material por ele fornecido, ficam obrigados a fornecer, ao órgão
responsável pelo Cadastro de Veículo de Transporte de Passageiro - CAVET, até o último dia útil do
mês subsequente, a relação de todas as pessoas físicas, com ou sem estabelecimento fixo, e de
todas as pessoas jurídicas, de direito público ou privado, que solicitaram serviços relacionados com
veículo de transporte de passageiro, mencionando:
Art. 436. No ato da inscrição, serão identificados com uma numeração padrão, sequencial e própria,
chamada ICAV - Inscrição Cadastral de Veículo de Transporte de Passageiro, contida na FIC-CAVET
- Ficha de Inscrição no Cadastro de Veículo de Transporte de Passageiro - CAVET, os veículos de
transporte de passageiro, desde que em circulação ou em funcionamento ou, temporariamente,
retirados de circulação ou de funcionamento para conserto, reforma ou restauração:
I - coletivo de passageiro;
II - individual de passageiro.
III - deverá estar em posição destacada, em relação às outras mensagens que revestem a sua
superfície;
Seção XI
Cadastro de Aparelho de Transporte
Art. 438. As pessoas físicas, com ou sem estabelecimento fixo, e as pessoas jurídicas, de direito
público ou privado, titulares de aparelhos de transporte, são obrigadas:
Art. 440. As pessoas físicas, com ou sem estabelecimento fixo, e as pessoas jurídicas, de direito
público ou privado, titulares de aparelhos de transporte, terão os seguintes prazos:
III - para exibirem os documentos necessários à atualização cadastral e prestar todas as informações
solicitadas pela AF - Autoridade Fiscal, de até 10 (dez) dias, contados da data de lavratura do TI -
Termo de Intimação;
Art. 441. O órgão responsável pelo Cadastro de Aparelho de Transporte - CAPAT deverá promover,
de ofício, a inscrição, a alteração ou a baixa, quando as pessoas físicas, com ou sem
estabelecimento fixo, bem como as pessoas jurídicas, de direito público ou privado, titulares de
aparelhos de transporte:
I - após a data de início de sua localização, instalação ou utilização, não promoverem a inscrição do
seu aparelho de transporte no Cadastro de Aparelho de Transporte - CAPAT;
II - após 10 (dez) dias, contados da data de alteração ou de baixa, não informarem, ao Cadastro de
Aparelho de Transporte - CAPAT, qualquer alteração ou baixa ocorrida no aparelho de transporte,
como dimensões, modalidade e localização;
III - após 10 (dez) dias, contados da data de lavratura do TI - Termo de Intimação, não exibirem os
documentos necessários á atualização cadastral e nem prestarem todas as informações solicitadas
pela AF - Autoridade Fiscal;
Art. 442. As pessoas físicas, com estabelecimento fixo, e as pessoas jurídicas, de direito privado,
que exerçam atividades de assistência técnica, lubrificação, limpeza e revisão de máquinas, veículos,
aparelhos e equipamentos, conserto, restauração, manutenção e conservação de máquinas,
veículos, motores, elevadores ou de qualquer objeto, recondicionamento de motores, instalação e
montagem de aparelhos, máquinas e equipamentos, prestados ao usuário final do serviço,
exclusivamente com material por ele fornecido, montagem industrial, prestada ao usuário final do
serviço, exclusivamente com material por ele fornecido e serviços portuários e aeroportuários,
utilização de porto ou aeroporto, atracação, capatazia, armazenagem interna, externa e especial,
suprimento de água, serviços acessórios: movimentação de mercadoria fora do cais ficam obrigados
a fornecer, ao órgão responsável pelo Cadastro de Aparelho de Transporte - CAPAT, até o último dia
útil do mês subsequente, a relação de todas as pessoas físicas, com ou sem estabelecimento fixo, e
de todas as pessoas jurídicas, de direito público ou privado, que solicitaram serviços relacionados
com aparelhos de transporte, mencionando:
Art. 443. No ato da inscrição, serão identificados com uma numeração padrão, sequencial e própria,
chamada ICAT - Inscrição Cadastral de Aparelho de Transporte, contida na FIC-CAPAT - Ficha de
Inscrição no Cadastro de Aparelho de Transporte, os aparelho de transporte, localizados, instalados
ou utilizados:
III - deverá estar em posição destacada, em relação às outras mensagens que revestem a sua
superfície;
Seção XII
Cadastro de Máquina, de Motor e de Equipamento Eletromecânico
I - em estabelecimentos industriais;
II - em estabelecimentos produtores.
Art. 445. As pessoas jurídicas, de direito público ou privado, titulares de máquinas, de motores e de
equipamentos eletromecânicos, são obrigadas:
III - para fins de baixa, o BIA-CAMAM - Boletim de Inscrição, de Alteração e de Baixa Cadastral de
Máquina, de Motor e de Equipamento Eletromecânico e a FIC-CAMAM - Ficha de Inscrição no
Cadastro de Máquina, de Motor e de Equipamento Eletromecânico.
Art. 447. As pessoas jurídicas, de direito público ou privado, titulares de máquinas, de motores e de
equipamentos eletromecânicos, terão os seguintes prazos:
III - para exibirem os documentos necessários à atualização cadastral e prestar todas as informações
solicitadas pela AF - Autoridade Fiscal, de até 10 (dez) dias, contados da data de lavratura do TI -
Termo de Intimação;
I - após a data de início de sua localização, instalação ou utilização, não promoverem a inscrição da
sua máquina, motor e equipamento eletromecânico no Cadastro de Máquina, de Motor e de
Equipamento Eletromecânico - CAMAM;
II - após 10 (dez) dias, contados da data de alteração ou de baixa, não informarem, ao Cadastro de
Máquina, de Motor e de Equipamento Eletromecânico - CAMAM, qualquer alteração ou baixa
ocorrida na máquina, no motor e no equipamento eletromecânico, como dimensões, modalidade e
localização;
III - após 10 (dez) dias, contados da data de lavratura do TI - Termo de Intimação, não exibirem os
documentos necessários à atualização cadastral e nem prestarem todas as informações solicitadas
pela AF - Autoridade Fiscal;
Art. 449. As pessoas jurídicas, de direito privado, que exerçam atividades de assistência técnica,
lubrificação, limpeza e revisão de máquinas, veículos, aparelhos e equipamentos, conserto,
restauração, manutenção e conservação de máquinas, veículos, motores, elevadores ou de qualquer
objeto, recondicionamento de motores, instalação e montagem de aparelhos, máquinas e
equipamentos, prestados ao usuário final do serviço, exclusivamente com material por ele fornecido,
montagem industrial, prestada ao usuário final do serviço, exclusivamente com material por ele
fornecido e serviços portuários e aeroportuários, utilização de porto ou aeroporto, atracação,
capatazia, armazenagem interna, externa e especial, suprimento de água, serviços acessórios:
movimentação de mercadoria fora do cais, ficam obrigados a fornecer, ao órgão responsável pelo
Cadastro de Máquina, de Motor e de Equipamento Eletromecânico - CAMAM, até o último dia útil do
mês subsequente, a relação de todas as pessoas jurídicas, de direito público ou privado, que
solicitaram serviços relacionados com máquinas, motores e equipamentos eletromecânicos,
mencionando:
Art. 450. No ato da inscrição, serão identificados com uma numeração padrão, sequencial e própria,
chamada ICEQ - Inscrição Cadastral de Máquina, de Motor e de Equipamento Eletromecânico,
contida na FIC-CAMAM - Ficha de Inscrição no Cadastro de Máquina, de Motor e de Equipamento
Eletromecânico - CAMAM, as máquinas, os motores e os equipamentos eletromecânicos,
localizados, instalados ou utilizados:
I - em estabelecimentos industriais;
II - em estabelecimentos produtores.
III - deverá estar em posição destacada, em relação às outras mensagens que revestem a sua
superfície;
Seção XIII
Atualização do Cadastral Fiscal
III - a implantação, o controle e a avaliação, pela COFISC - Comissão Fisco - Fazendária de Análise
e de Avaliação dos Elementos Causadores da Desatualização Cadastral, do PROPAC - Programa
Permanente de Atualização Cadastral;
TÍTULO VII
DOCUMENTAÇÃO FISCAL
CAPÍTULO I
Seção I
Disposições Gerais
Art. 459. Por ocasião da prestação de cada serviço deverá ser emitida Nota Fiscal de Serviços, de
acordo com os modelos determinados em regulamento, na modalidade Nota Fiscal de Serviços
Eletrônica - NFS-e.
I - os RECs - Recibos;
II - os ORTs - Orçamentos;
IV - os Outros:
Seção II
Livros Fiscais
Seção III
Notas Fiscais
Subseção I
Disposições Gerais
Art. 482. A Nota Fiscal de Serviços Eletrônica - NFS-e deverá ser emitida por ocasião da prestação
de serviço.
Art. 504. Os contribuintes do ISSQN obrigados à emissão da NFS-e são obrigados a afixar nos seus
estabelecimentos, em local visível ao público, junto ao setor de recebimento ou onde a Administração
Tributária do Município estabelecer, placa indicando a obrigatoriedade de emissão da Nota Fiscal de
Serviços Eletrônica - NFS-e.
§ 2º O não cumprimento da obrigação prevista neste artigo sujeita o obrigado à multa de 200 VRMs
ou equivalente. (Redação dada pela Lei nº 142/2011)
Art. 505. O regime constitucional da imunidade tributária e a benesse municipal da isenção fiscal não
dispensam o uso, a emissão e a escrituração digital de Nota Fiscal de Serviços Eletrônica - NFS-e.
Parágrafo único. Quando a prestação de serviço estiver alcançada pelo regime constitucional da
imunidade tributária e pela benesse municipal da isenção fiscal, essas circunstâncias, bem como os
dispositivos legais pertinentes, deverão ser mencionadas na Nota Fiscal de Serviços Eletrônica -
NFS-e. (Redação dada pela Lei nº 142/2011)
(Revogado pela Lei Complementar nº 142/2011 e Lei nº 142/2011)
(Revogado pela Lei Complementar nº 142/2011 e Lei nº 142/2011)
(Revogado pela Lei Complementar nº 142/2011 e Lei nº 142/2011)
Art. 509. A Nota Fiscal de Serviços Eletrônica - NFS-e será considerada inidônea,
independentemente de formalidades e de atos administrativos da Fazenda Pública Municipal,
fazendo prova apenas a favor do Fisco, quando não atender e nem obedecer às normas
estabelecidas. (Redação dada pela Lei nº 142/2011)
Art. 509-A Ficam dispensados da emissão de documentos fiscais as empresas não estabelecidas
neste município que prestem os serviços descritos nos subitens 15.01 e 15.09.
Parágrafo único. Demais disposições deverão ser tratadas em regulamento específico. (Redação
acrescida pela Lei Complementar nº 271/2020)
Seção IV
Declarações Fiscais
Subseção III
Declaração Mensal de Serviços (Redação dada pela Lei Complementar nº 114/2007)
Art. 512. Fica instituída a Declaração Mensal de Instituição Financeira (DEMIF), em substituição à
Declaração Mensal de Serviços (DMS), como uma obrigação acessória de cumprimento obrigatório
por todas as instituições financeiras, destinando-se ao fornecimento de informações ao Fisco
Municipal, relativas às operações de prestações de serviços, conforme determinações
regulamentares. (Redação dada pela Lei nº 142/2011)
Seção V
Documentos Gerenciais
Subseção I
Disposições Gerais
I - são de uso obrigatório para os contribuintes que tenham por objeto a prestação de serviço sob
forma de:
II - são de uso facultativo para os contribuintes que tenham por objeto a prestação de serviço sob
forma de trabalho pessoal do próprio contribuinte;
III - são de uso dispensado para os seguintes contribuintes que tenham por objeto a prestação de
serviço sob forma de pessoa jurídica:
a) repartições públicas;
b) autarquias;
c) fundações instituídas e mantidas pelo poder público;
d) empresas públicas;
e) sociedades de economia mista;
f) delegadas, autorizadas, permissionárias e concessionárias de serviços públicos;
g) registros públicos, cartorários e notariais;
h) cooperativas médicas;
i) instituições financeiras;
V - atingindo o número de 999.999, a numeração deverá ser reiniciada, acrescentando a letra "R"
depois da identificação da série;
VI - conterão:
m) a data da emissão;
VII - serão exibidos no prazo de até 10 (dez) dias, contados da data de lavratura do TI - Termo de
Intimação, quando solicitados pela AF - Autoridade Fiscal;
VIII - terão os seus modelos instituídos através de Portaria pelo responsável pela Administração da
Fazenda Pública Municipal.
Subseção II
Autorização Para Impressão de Documento Gerencial
Art. 533. Os DOGs - Documentos Gerenciais deverão ser autorizados pela REPAF - Repartição
Fiscal competente, antes de sua impressão, confecção e utilização.
Parágrafo único. Somente após prévia autorização da REPAF - Repartição Fiscal competente, é que:
Art. 534. A AI-DG - Autorização para Impressão de Documento Gerencial será concedida por
solicitação do contribuinte, através do preenchimento e da entrega, na REPAF - Repartição Fiscal
competente, da SAI-DG - Solicitação de Autorização para Impressão de Documento Gerencial.
IV - será exibido no prazo de até 10 (dez) dias, contados da data de lavratura do TI - Termo de
Intimação, quando solicitado pela AF - Autoridade Fiscal;
V - terá o seu modelo instituído através de Portaria pelo responsável pela Administração da Fazenda
Pública Municipal.
a) para solicitação inicial, será autorizada a impressão de, no máximo, 05 (cincos) talonários;
b) para as demais solicitações, será autorizada a impressão, com base na média mensal de emissão,
de quantidade necessária e suficiente para suprir a demanda do prestador de serviço por um período
de, no máximo, 12 (doze) meses;
Subseção III
Emissão de Documento Gerencial
IV - de forma manuscrita;
V - a tinta;
I - cancelado:
Subseção IV
Regime Especial de Emissão de Documento Gerencial
Art. 538. O responsável pela Administração da Fazenda Pública Municipal poderá autorizar, de ofício
ou a requerimento do interessado, REDOG - Regime Especial de Emissão de Documento Gerencial.
Art. 539. O REDOG - Regime Especial de Emissão de Documento Gerencial compreende a emissão
de DOG - Documento Gerencial por processo:
I - mecanizado;
II - de formulário contínuo;
III - com o "fac simile" dos modelos, dos processos e dos sistemas pretendidos, bem como a
descrição, circunstanciada e pormenorizada, de sua utilização.
Art. 541. O responsável pela Administração da Fazenda Pública Municipal poderá, a seu critério e a
qualquer tempo, de ofício ou a requerimento do interessado, suspender, modificar ou cancelar a
autorização do REDOG - Regime Especial de Emissão de Documento Gerencial.
Subseção V
Extravio e Inutilização de Documento Gerencial
Art. 542. O extravio ou a inutilização de DOGs - Documentos Gerenciais devem ser comunicados,
por escrito, à REPAF - Repartição Fiscal competente, no prazo máximo de até 10 (dez) dias,
contados da data da ocorrência.
§ 1º A comunicação deverá:
V - dizer da possibilidade de reconstituição da escrita, que deverá ser efetuada no prazo máximo de
até 60 (sessenta) dias, contados da data da ocorrência, sob pena de arbitramento por parte da AF -
Autoridade Fiscal.
Subseção VI
Disposições Finais
III - apenas poderão ser retirados, do próprio estabelecimento do prestador de serviço, para atender
à requisição da justiça ou da AF - Autoridade Fiscal;
IV - são de exibição obrigatória à AF - Autoridade Fiscal;
Art. 544. Em relação aos modelos de DOGs - Documentos Gerenciais, desde que não contrariem as
normas estabelecidas, é facultado ao contribuinte:
Art. 545. Os contribuintes que emitirem DOGs - Documentos Gerenciais deverão manter, em local
visível e de acesso ao público, junto ao setor de recebimento ou onde o fisco vier a indicar,
mensagem com o seguinte teor. "Este estabelecimento somente poderá emitir Documento Gerencial
acompanhado de Nota Fiscal de Serviço. Qualquer denúncia, ligue para a Fiscalização - Telefone:
3231-7294 - Você não precisará se identificar. O Município agradece a sua importante participação
nesta luta de combate à Sonegação Fiscal."
Parágrafo único. A mensagem será inscrita em placa ou em painel de dimensões não inferiores a 25
cm x 40 cm.
Art. 546. O regime constitucional da imunidade tributária e a benesse municipal da isenção fiscal não
dispensa a AI-DG - Autorização para Impressão de Documento Gerencial.
Art. 547. O prazo para utilização de DOG - Documento Gerencial fica fixado em 24 (vinte e quatro)
meses, contados da data de expedição da AI-DG - Autorização para Impressão de Documento
Gerencial, sendo que o estabelecimento gráfico fará imprimir no cabeçalho, em destaque, logo após
a denominação do DOG - Documento Gerencial e, também, o número e a data da AI-DG -
Autorização para Impressão de Documento Gerencial, constantes de forma impressa, a data limite
para seu uso, com inserção da seguinte expressão: "válida para uso até... (doze meses após a data
da AI-DG - Autorização para Impressão de Documento Gerencial)".
Art. 548. Esgotado o prazo de validade, os DOGs - Documentos Gerenciais, ainda não utilizados,
serão cancelados pelo próprio contribuinte.
Art. 549. Os DOGs - Documentos Gerenciais cancelados, por prazo de validade vencido, deverão
ser conservados no bloco, com todas as suas vias, fazendo constar no LRDO - Livro de Registro e
de Utilização de Documento Fiscal e Termo de Ocorrência, na coluna "Observações e as Anotações
Diversas", os registros referentes ao cancelamento.
I - for emitido:
TÍTULO VIII
PENALIDADES E SANÇÕES
CAPÍTULO I
PENALIDADES EM GERAL
Art. 551. Constitui infração a ação ou omissão, voluntária ou não, que importe inobservância, por
parte do sujeito passivo ou de terceiros, de normas estabelecidas na legislação tributária.
Art. 552. Será considerado infrator todo aquele que cometer, constranger ou auxiliar alguém a
praticar infração, e ainda, os responsáveis pela execução das leis e outros atos normativos baixados
pela Administração Municipal que, tendo conhecimento da infração, deixarem de autuar o infrator.
Art. 553. As infrações serão punidas, separadas ou cumulativamente, com as seguintes cominações:
Art. 555. Não se procederá contra servidor ou contribuinte que tenha agido ou pago tributo de acordo
com a orientação ou interpretação fiscal, constante de decisão de qualquer instância administrativa,
mesmo que, posteriormente venha a ser modificada essa orientação ou interpretação.
Seção I
Multas Administrativas
Art. 557. Com base no inciso I, do Art. 556 desta Lei, serão aplicadas as seguintes multas
administrativas:
I - Em relação ao Imposto sobre a Transmissão "Inter Vivos", a Qualquer Título, por Ato Oneroso, de
Bens Imóveis, por natureza ou acessão física, e de Direitos Reais sobre Imóveis, exceto os de
Garantia, bem como Cessão de Direitos a sua Aquisição - ITBI:
a) De 1.000 VRMs ou equivalente, quando o sujeito passivo ou responsável pela obrigação tributária,
por qualquer meio, desacatar, causar embaraço, dificultar ou impedir a ação fiscalizadora;
d) de 1.000 VRMs ou equivalente, por não substituir o Recibo Provisório de Serviços - RPS pela
NFS-e, ou por substituição fora do prazo; (Redação dada pela Lei nº 142/2011)
e) de 500 VRMs ou equivalente, por emissão de documentos fiscais sem a observância de norma
regulamentar, quando obrigado a utilizar NFS - e, sem prejuízo do pagamento do imposto incidente
sobre o serviço; (Redação dada pela Lei nº 142/2011)
f) de 200 VRMs ou equivalente, por Nota Fiscal de Serviços Eletrônica (ou correspondente) não
emitida, quando obrigado, independentemente do valor omitido apurado em regular fiscalização
(Redação dada pela Lei Complementar nº 226/2018)
g) de 500 VRMs ou equivalente, pela posse de nota fiscal não utilizada em bloco ou em formulário
contínuo, quando obrigado à emissão da NFS-e, em desatendimento a determinação regulamentar
de devolução à Secretaria Municipal de Finanças e Administração; (Redação dada pela Lei
nº 142/2011)
h) de 200 VRMs, por serviço tomado ou intermediado não escriturado, ou escriturado com erros ou
omissões; (Redação dada pela Lei nº 142/2011)
i) de 1000 VRM por realizar show, festa ou outro evento, com fins lucrativos, em recinto fechado ou
aberto ao público, sem a autorização prevista no parágrafo 4º do artigo 91 desta lei, devendo ser
cominada em dobro no caso de reincidência, sem prejuízo de outras sanções administrativas
pertinentes e do pagamento do valor principal devido. (Redação acrescida pela Lei Complementar
nº 250/2019)
a) de 200 VRMs, quando o proprietário de imóvel, o titular de seu domínio útil ou o seu possuidor a
qualquer título, na forma e nos prazos regulamentares;
a) de 200 VRMs, quando as pessoas físicas, com ou sem estabelecimento fixo, bem como as
pessoas jurídicas, de direito público ou privado, na forma e nos prazos regulamentares:
2 não informarem quaisquer alterações cadastrais tais como paralisação temporária ou baixa, de
nome ou de razão social, de endereço, de atividade, de sócio, de responsabilidade de sócio, de
responsável contábil, de fusão, de incorporação, de cisão e de extinção bem como outras. (Redação
dada pela Lei Complementar nº 262/2020)
3 - não exibirem os documentos necessários à atualização cadastral e prestar todas as informações
solicitadas pela AF - Autoridade Fiscal;
4 - não franquearem em, à AF - Autoridade Fiscal, devidamente apresentada e credenciada, as
dependências do local onde estão sendo exercidas as atividades econômicas ou sociais para
diligência fiscal.
b) de 700 VRMs, quando os registros públicos, cartorários e notariais, bem como as associações, os
sindicatos, as entidades e os órgãos de classe, não fornecerem, até o último dia útil do mês
subsequente, a relação de todas as pessoas físicas, com ou sem estabelecimento fixo, e de todas as
pessoas jurídicas, de direito público ou privado, que solicitaram inscrição, alteração ou baixa de
registro, mencionando o nome, a razão social e o endereço do solicitante e a data e o objeto da
solicitação.
c) de 700 VRMs, quando as delegadas, as autorizadas, as permissionárias e as concessionárias de
serviços públicos de energia elétrica, de telecomunicações, de gás, de água e de esgoto, não
fornecerem, até o último dia útil do mês subsequente, a relação de todas as pessoas físicas, com
estabelecimento fixo, e de todas as pessoas jurídicas, de direito público ou privado, que solicitaram
inscrição, alteração ou baixa de serviço, mencionando o nome, a razão social e o endereço do
solicitante e a data e o objeto da solicitação.
d) de 500 VRMs para os prestadores de serviços, pessoa jurídica ou pessoa física a esta equiparada
que deixar de atender a convocação para credenciamento; recadastramento e atualização de dados
cadastrais, na forma e nos prazos regulamentares; (Redação dada pela Lei nº 142/2011)
e) De 100 VRMs para profissional autônomo que deixar de atender a convocação para
recadastramento de dados cadastrais, na forma e nos prazos regulamentares. (Redação acrescida
pela Lei Complementar nº 114/2007)
a) de 200 VRMs, quando as pessoas físicas, com estabelecimento fixo, e as pessoas jurídicas, de
direito público ou privado, desde que estejam relacionadas com fabricação, produção, manipulação,
acondicionamento, conservação, depósito, armazenamento, transporte, distribuição, venda ou
consumo de alimentos, bem como atividades pertinentes à higiene pública, na forma e nos prazos
regulamentares:
b) de 700 VRMs, quando os registros públicos, cartorários e notariais, bem como as associações, os
sindicatos, as entidades e os órgãos de classe, não fornecerem, até o último dia útil do mês
subsequente, a relação de todas as pessoas físicas, com estabelecimento fixo, e as pessoas
jurídicas, de direito público ou privado, desde que estejam relacionadas com fabricação, produção,
manipulação, acondicionamento, conservação, depósito, armazenamento, transporte, distribuição,
venda ou consumo de alimentos, bem como atividades pertinentes à higiene pública, que solicitaram
inscrição, alteração ou baixa de registro, mencionando o nome, a razão social e o endereço do
solicitante e a data e o objeto da solicitação.
c) de 700 VRMs, quando as delegadas, as autorizadas, as permissionárias e as concessionárias de
serviços públicos de energia elétrica, de telecomunicações, de gás, de água e de esgoto, não
fornecerem, até o último dia útil do mês subsequente, a relação de todas as pessoas físicas, com
estabelecimento fixo, e as pessoas jurídicas, de direito público ou privado, desde que estejam
relacionadas com fabricação, produção, manipulação, acondicionamento, conservação, depósito,
armazenamento, transporte, distribuição, venda ou consumo de alimentos, bem como atividades
pertinentes à higiene pública, que solicitaram inscrição, alteração ou baixa de serviço, mencionando
o nome, a razão social e o endereço do solicitante e a data e o objeto da solicitação.
a) de 200 VRMs, quando as pessoas físicas, com ou sem estabelecimento fixo, e as pessoas
jurídicas, de direito público ou privado, titulares de veículos de divulgação, de propaganda ou de
publicidade de anúncio, na forma e nos prazos regulamentares:
b) de 500 VRMs, quando as pessoas físicas, com estabelecimento fixo, e as pessoas jurídicas, de
direito privado, que exerçam atividades de propaganda e de publicidade - inclusive promoção de
vendas, planejamento de campanhas ou sistemas de publicidade, elaboração de desenhos, textos e
demais materiais publicitários - e de veiculação e de divulgação de textos, de desenhos e de outros
materiais de publicidade, por qualquer meio, exceto em jornais, em periódicos, em rádio e em
televisão, não fornecerem, até o último dia útil do mês subsequente, a relação de todas as pessoas
físicas, com ou sem estabelecimento fixo, e de todas as pessoas jurídicas, de direito público ou
privado, que solicitaram os seus serviços, mencionando o nome, a razão social e o endereço do
solicitante, a data, o objeto e a característica da solicitação.
a) de 200 VRMs, quando as pessoas físicas, com ou sem estabelecimento fixo, e as pessoas
jurídicas, de direito público ou privado, titulares de equipamentos, de veículos, de utensílios ou de
quaisquer outros objetos, desde que, localizados e instalados, estejam ocupando ou permaneçam no
solo de áreas, de vias e de logradouros públicos, na forma e nos prazos regulamentares:
b) de 500 VRMs, quando as pessoas físicas, com estabelecimento fixo, e as pessoas jurídicas, de
direito privado, que exerçam atividades de assistência técnica, lubrificação, limpeza e revisão de
máquinas, veículos, aparelhos e equipamentos, conserto, restauração, manutenção e conservação
de máquinas, veículos, motores, elevadores ou de qualquer objeto, recondicionamento de motores,
instalação e montagem de aparelhos, máquinas e equipamentos, prestados ao usuário final do
serviço, exclusivamente com material por ele fornecido e montagem industrial, prestada ao usuário
final do serviço, exclusivamente com material por ele fornecido, obrigados a fornecer, ao órgão
responsável pelo Cadastro de Veículo de Transporte de Passageiro - CAVET, não fornecerem, até o
último dia útil do mês subsequente, a relação de todas as pessoas físicas, com ou sem
estabelecimento fixo, e de todas as pessoas jurídicas, de direito público ou privado, que solicitaram
serviços relacionados com veículo de transporte de passageiro, mencionando:
a) de 200 VRMs, quando as pessoas físicas, com ou sem estabelecimento fixo, e as pessoas
jurídicas, de direito público ou privado, titulares de aparelhos de transporte, na forma e nos prazos
regulamentares:
b) de 500 VRMs, quando as pessoas físicas, com estabelecimento fixo, e as pessoas jurídicas, de
direito privado, que exerçam atividades de assistência técnica, lubrificação, limpeza e revisão de
máquinas, veículos, aparelhos e equipamentos, conserto, restauração, manutenção e conservação
de máquinas, veículos, motores, elevadores ou de qualquer objeto, recondicionamento de motores,
instalação e montagem de aparelhos, máquinas e equipamentos, prestados ao usuário final do
serviço, exclusivamente com material por ele fornecido, montagem industrial, prestada ao usuário
final do serviço, exclusivamente com material por ele fornecido e serviços portuários e
aeroportuários, utilização de porto ou aeroporto, atracação, capatazia, armazenagem interna, externa
e especial, suprimento de água, serviços acessórios: movimentação de mercadoria fora do cais,
obrigados a fornecer, ao órgão responsável pelo Cadastro de Aparelho de Transporte - CAPAT, não
fornecerem, até o último dia útil do mês subsequente, a relação de todas as pessoas físicas, com ou
sem estabelecimento fixo, e de todas as pessoas jurídicas, de direito público ou privado, que
solicitaram serviços relacionados com aparelhos de transporte, mencionando:
1 - o nome, a razão social e o endereço do solicitante;
2 - a data, o objeto e a característica da solicitação.
a) de 200 VRMs, pessoas jurídicas, de direito público ou privado, titulares de máquinas, de motores e
de equipamentos eletromecânicos, na forma e nos prazos regulamentares:
b) de 500 VRMs, quando as pessoas jurídicas, de direito privado, que exerçam atividades de
assistência técnica, lubrificação, limpeza e revisão de máquinas, veículos, aparelhos e
equipamentos, conserto, restauração, manutenção e conservação de máquinas, veículos, motores,
elevadores ou de qualquer objeto, recondicionamento de motores, instalação e montagem de
aparelhos, máquinas e equipamentos, prestados ao usuário final do serviço, exclusivamente com
material por ele fornecido, montagem industrial, prestada ao usuário final do serviço, exclusivamente
com material por ele fornecido e serviços portuários e aeroportuários, utilização de porto ou
aeroporto, atracação, capatazia, armazenagem interna, externa e especial, suprimento de água,
serviços acessórios: movimentação de mercadoria fora do cais, obrigados a fornecer, ao órgão
responsável pelo Cadastro de Máquina, de Motor e de Equipamento Eletromecânico - CAMAM, não
fornecerem, até o último dia útil do mês subsequente, a relação de todas as pessoas jurídicas, de
direito público ou privado, que solicitaram serviços relacionados com máquinas, motores e
equipamentos eletromecânicos, mencionando:
XIV - Em relação aos LIFs - Livros Fiscais da Prefeitura, na forma e nos prazos regulamentares:
a) de 300 VRMs, quando, sendo obrigatórios, o contribuinte não os possuir ou, os possuindo, sendo
solicitados pelo Fisco, não os exibir;
b) de 400 VRMs, quando não forem, devidamente, autenticados, escriturados e encerrados;
c) de 500 VRMs, quando, extraviados ou inutilizados, não forem, devidamente, observados os
procedimentos cabíveis e aplicáveis;
d) de 200 VRMs, quando não forem, devidamente, conservados, no próprio estabelecimento do
prestador de serviço;
a) de 300 VRMs, quando, sendo obrigatórias, o contribuinte não as possuir ou, as possuindo, sendo
solicitadas pelo Fisco, não as exibir;
b) de 400 VRMs, quando não forem, devidamente, autorizadas, escrituradas e canceladas;
c) de 500 VRMs, quando não forem, devidamente, emitidas, por documento não emitido;
d) de 600 VRMs, quando, extraviadas ou inutilizadas, não forem, devidamente, observados os
procedimentos cabíveis e aplicáveis;
e) de 200 VRMs, quando não forem, devidamente, conservadas, no próprio estabelecimento do
prestador de serviço;
f) de 300 VRMs, quando os contribuintes, obrigados à emissão de NTFs - Notas Fiscais, não
manterem, em local visível e de acesso ao público, junto ao setor de recebimento ou onde o fisco vier
a indicar, mensagem, inscrita em placa ou em painel de dimensões não inferiores a 25 cm x 40 cm,
com o seguinte teor: Este estabelecimento é obrigado a emitir Nota Fiscal - Qualquer denúncia, ligue
para a Fiscalização - Telefone: 3232-7294 - Você não precisará se identificar. O Município agradece
a sua importante participação nesta luta de combate à Sonegação Fiscal."
1. De 300 VRMs por saída/entrada de embarcações da área portuária, quando, sendo obrigatórias, o
contribuinte não as possuir ou, as possuindo, sendo solicitadas pelo Fisco, não as exibir;
2. De 400 VRMs por saída/entrada de embarcações da área portuária quando não forem
devidamente emitidas, escrituradas, entregues e canceladas;
3. De 500 VRMs por saída/entrada de embarcações da área portuária quando extraviadas,
inutilizadas ou não forem devidamente conservadas no estabelecimento do prestador de serviço.
(Redação dada pela Lei Complementar nº 114/2007)
XVII - Em relação aos DOGs - Documentos Gerenciais da Prefeitura, na forma e nos prazos
regulamentares:
a) de 300 VRMs, quando, o contribuinte os possuindo, sendo solicitados pelo Fisco, não os exibir;
b) de 400 VRMs, quando não forem, devidamente, autorizados, emitidos, escriturados e cancelados;
c) de 500 VRMs, quando, extraviados ou inutilizados, não forem, devidamente, observados os
procedimentos cabíveis e aplicáveis;
d) de 200 VRMs, quando não forem, devidamente, conservados, no próprio estabelecimento do
prestador de serviço;
e) de 300 VRMs, quando contribuintes que emitirem DOGs - Documentos Gerenciais não manterem,
em local visível e de acesso ao público, junto ao setor de recebimento ou onde o fisco vier a indicar,
mensagem alusiva ao fato conforme dispuser o Regulamento.
XVIII - Em relação à Taxa de Controle e Fiscalização dos Recursos Minerais (TCFA) não recolhida
nos prazos e nas condições estabelecidas no artigo 351, será cobrada com os seguintes acréscimos:
§ 2º Os débitos relativos à TCFA poderão ser parcelados de acordo com os critérios fixados na
legislação tributária, conforme dispuser o regulamento desta Lei.
Art. 558. Com base no inciso II, do artigo 556 desta Lei, serão aplicadas as seguintes multas:
I - De 50% (cinquenta por cento) do valor do tributo lançado de ofício, corrigido monetariamente, na
falta de pagamento após o seu vencimento, quando constatada em regular fiscalização;
II - De 50% (cinquenta por cento) do valor do imposto devido e não recolhido ou recolhido a menor
pelo prestador de serviço, após o seu vencimento, quando constatado em regular fiscalização;
III - De 100% (cem por cento) do valor do imposto omitido, de responsabilidade própria, corrigido
monetariamente, observada a imposição mínima de 500 (quinhentos) VRMs ou equivalente, por
infração, detectada em regular fiscalização:
IV - de 100% (cem por cento) do valor do imposto não retido, retido em desacordo com a legislação
tributária ou retido e indevidamente apropriado, corrigido monetariamente, por infração, apurado
mediante ação fiscal. (Redação dada pela Lei Complementar nº 226/2018)
§ 1º O valor das multas administrativas, previstas nos artigos 557 e 558 será reduzido em 80%
(oitenta por cento), se pago a vista ou 50% (cinquenta por cento) se parcelado dentro do prazo de 30
(trinta) dias contados da data da autuação.
§ 2º À imposição das penalidades previstas neste artigo, aplicam-se as disposições do artigo 554.
Seção II
Proibição de Transacionar Com os órgãos Integrantes Administração Direta e Indireta do Município
Art. 559. Os contribuintes que estiverem em débito com a Fazenda Pública Municipal relativo ao
pagamento de tributos, juros de mora, multas, e demais acréscimos legais, inscritos ou não em
dívida ativa, enquanto não quitar ou regularizar sua situação com a Fazenda Pública Municipal, não
poderão:
a) De horário especial, dentre outros, enquanto existir débitos lançados em sua inscrição imobiliária e
econômica.
§ 1º A proibição a que se refere os incisos não se aplicará quando, sobre o débito ou a multa, houver
recurso administrativo ainda não decidido definitivamente. (Redação dada pela Lei Complementar
nº 169/2013) (Parágrafo Único transformado em § 1º pela Lei Complementar nº 250/2019)
Seção III
Suspensão ou Cancelamento de Benefícios
Art. 560. Poderão ser suspensas ou canceladas as concessões dadas aos contribuintes para se
eximirem de pagamento total ou parcial de tributos, na hipótese de infringência à legislação tributária
pertinente.
Seção IV
Sujeição a Regime Especial de Fiscalização
Art. 563. Sonegação fiscal é a ação ou omissão dolosa, fraudulenta ou simulatória do contribuinte,
com ou sem concurso de terceiro em benefício deste ou daquele:
Art. 564. Enquanto perdurar o regime especial, os blocos de notas fiscais, os livros e tudo o mais que
for destinado ao registro de operações, tributáveis ou não, será visado pelas Autoridades Fiscais
incumbidas da aplicação do regime especial, antes de serem utilizados pelos contribuintes.
Art. 565. O Secretário, responsável pela área fazendária, poderá baixar instruções complementares
que se fizerem necessárias sobre a modalidade da ação fiscal e a rotina de trabalho indicadas em
cada caso, na aplicação do regime especial.
CAPÍTULO II
PENALIDADES FUNCIONAIS
Art. 666. Serão punidos com multa equivalente, até o máximo, de 15 (quinze) dias do respectivo
vencimento, os funcionários que;
I - sendo de sua atribuição, se negarem a prestar assistência ao contribuinte, quando por este
solicitada;
II - por negligência ou má fé, lavrarem autos e termos de fiscalização sem obediência aos requisitos
legais, de forma a lhes acarretar nulidades;
III - tendo conhecimento de irregularidades que impliquem sanções penais, deixarem de aplicar ou
comunicar o procedimento cabível.
Art. 567. A penalidade será imposta pelo Prefeito, mediante representação da autoridade fazendária
a que estiver subordinado o servidor.
CAPÍTULO III
CRIMES CONTRA A ORDEM TRIBUTÁRIA
Seção I
Crimes Praticados Por Particulares
Art. 569. Constitui crime contra a ordem tributária suprimir ou reduzir tributo, ou qualquer acessório,
mediante as seguintes condutas:
III - falsificar ou alterar nota fiscal, fatura, duplicata, ou qualquer outro documento relativo à operação
tributável;
IV - elaborar, distribuir, fornecer ou utilizar documento que saiba ou deva saber falso ou inexato;
V - negar ou deixar de fornecer, quando obrigatório, nota fiscal ou documento equivalente, relativa à
prestação de ensino, efetivamente realizada, ou fornecê-la em desacordo com a legislação;
VI - emitir fatura, duplicata ou nota fiscal de serviço que não corresponda, em quantidade ou
qualidade, ao serviço prestado.
I - fazer declaração falsa ou omitir declaração sobre rendas, bens ou fatos, ou empregar outra fraude,
para eximir-se, total ou parcialmente, de pagamento de tributo;
II - deixar de recolher, no prazo legal valor de tributo, descontado ou cobrado, na qualidade de sujeito
passivo de obrigação e que deverá recolher aos cofres públicos;
III - exigir, pagar ou receber, para si ou para o contribuinte beneficiado, qualquer percentagem sobre
a parcela dedutível ou deduzida de imposto como incentivo fiscal;
IV - deixar de aplicar, ou aplicar em desacordo com o estatuído, incentivo fiscal;
Seção II
Crimes Praticados Por Funcionários Públicos
Art. 571. Constitui crime funcional contra a ordem tributária, além dos previstos no Código Penal:
I - extraviar livro fiscal, processo fiscal ou qualquer documento, de que tenha a guarda em razão da
função; sonegá-lo ou inutilizá-lo, total ou parcialmente, acarretando pagamento indevido ou inexato
de tributo;
II - exigir, solicitar ou receber, para si ou para outrem, direta ou indiretamente, ainda que fora da
função ou antes e iniciar seu exercício, mas em razão dela, vantagem indevida; ou aceitar promessa
de tal vantagem, para deixar de lançar ou cobrar tributo, ou cobrá-los parcialmente;
IV - exigir tributo que sabe ou deveria saber indevido, ou, quando devido, emprega na cobrança meio
vexatório ou gravoso, que a lei não autoriza.
Seção III
Obrigações Gerais
Art. 572. Extingue-se a publicidade dos crimes quando o agente promover o pagamento do tributo,
inclusive acessórios, antes do recebimento da denúncia.
Art. 573. O crimes previstos neste capítulo são de ação penal pública, aplicando-lhes o disposto no
Art. 100 do Código Penal.
Art. 574. Qualquer pessoa poderá provocar a iniciativa do Ministério Público nos crimes descritos
neste capítulo, fornecendo-lhe por escrito informações sobre o fato e a autoria, bem como indicando
o tempo, o lugar e os elementos de convicção.
TÍTULO IX
PROCESSO FISCAL
CAPÍTULO I
PROCEDIMENTO FISCAL
Art. 575. Os procedimentos fiscais relativos aos tributos municipais serão executados, em nome
deste, pelos Fiscais de Tributos Municipais - FTM, mediante emissão de Ordem de Serviço (OS) pela
autoridade competente.
§ 1º Para os fins do disposto no caput deste artigo, são considerados procedimentos fiscais:
I - A diligência;
II - A fiscalização;
III - A interdição;
IV - O plantão fiscal.
I - Apreensão;
II - Arbitramento;
III - Estimativa;
IV - Homologação.
X - Termo de Encerramento de Ação Fiscal (TEAF). (Redação dada pela Lei Complementar
nº 114/2007)
Art. 576. O procedimento fiscal considera-se iniciado, com a finalidade de excluir a espontaneidade
da iniciativa do sujeito passivo em relação aos atos anteriores, com a ciência da lavratura:
Seção I
Apreensão
Art. 577. A Autoridade Fiscal apreenderá bens e documentos, inclusive objetos e mercadorias,
móveis ou não, livros, notas e quaisquer outros papéis, fiscais ou não-fiscais, desde que constituem
prova material de infração à legislação tributária.
Parágrafo único. Havendo prova, ou fundada suspeita, de que os bens e documentos se encontram
em residência particular ou lugar utilizando como moradia, serão promovidas a busca e apreensão
judiciais, sem prejuízo de medidas necessárias para evitar a remoção clandestina.
Art. 578. Os documentos apreendidos poderão, a requerimento do autuado, ser-lhe devolvidos,
ficando no processo cópia do inteiro teor ou da parte que deva fazer prova, caso o original não seja
indispensável a esse fim.
Art. 579. As coisas apreendidas serão restituídas, a requerimento, mediante depósito das quantias
exigíveis, cuja importância será arbitrada pela autoridade competente, ficando retidas, até decisão
final, os espécimes necessários à prova.
Art. 580. Se o autuado não provar o preenchimento das exigências legais para liberação dos bens
apreendidos, no prazo de 60 (sessenta) dias, a contar da datada apreensão, serão ou bens levados
a hasta pública ou leilão.
§ 1º Quando a apreensão recair em bens de fácil deterioração, a hasta pública poderá realizar-se a
partir do próprio dia da apreensão.
§ 2º Apurando-se, na venda, importância superior aos tributos, multas, acréscimos e demais custos
resultantes da apreensão e da realização da hasta pública ou leilão, será o autuado notificado, no
prazo de 5 (cinco) dias, para receber o excedente, se já não houver comparecido para fazê-lo.
§ 3º Prescreve em 1 (um) mês o direito de retirar o saldo dos bens levados a hasta pública ou leilão.
Art. 581. Não havendo licitante, os bens apreendidos de fácil deterioração ou de diminuto valor serão
destinados, pelo Prefeito, a instituições de caridade.
Parágrafo único. Aos demais bens, após 60 (sessenta) dias, a administração dará destino que julgar
conveniente.
Art. 582. A hasta pública ou leilão serão anunciados com antecedência de 10 (dez) dias, através de
edital afixado em lugar público e veiculado no órgão oficiai e, se conveniente, em jornal de grande
circulação.
Parágrafo único. Os bens levados a hasta pública ou leilão serão escriturados em livros próprios,
mencionando-se as suas identificações, avaliações e os preços de arrematação.
Seção II
Arbitramento
Art. 583. A Autoridade Fiscal arbitrará, sem prejuízo das penalidades cabíveis, a base de cálculo,
quando:
I - quanto ao ISSQN:
a) não puder ser conhecido o valor efetivo do preço do serviço ou da venda, inclusive nos casos de
perda, extravio ou inutilização de documentos fiscais;
b) os registros fiscais ou contábeis, bem como as declarações ou documentos exibidos pelo sujeito
passivo ou pelo terceiro obrigado, por serem insuficientes, omissos, inverossímeis ou falsos, não
merecerem fé;
c) o contribuinte ou responsável, após regularmente intimado, recusar-se a exibir à fiscalização os
elementos necessários à comprovação do valor dos serviços prestados;
d) existirem atos qualificados em lei como crimes ou contravenções, mesmo sem essa qualificação,
forem praticados com dolo, fraude ou simulação, atos esses evidenciados pelo exame de
declarações ou documentos fiscais ou contábeis exibidos pelo contribuinte, ou por qualquer outro
meio direto ou indireto de verificação;
e) ocorrer prática de subfaturamento ou contratação de serviços por valores abaixo dos preços de
mercado;
f) houver flagrante insuficiência de imposto pago em face do volume dos serviços prestados;
g) tiver serviços prestados sem a determinação do preço ou, reiteradamente, a título de cortesia.
h) for apurado o exercício de qualquer atividade que constitua fato gerador do imposto, sem se
encontrar o sujeito passivo devidamente inscrito no Cadastro Mobiliário.
i) Não se puder apurar o preço do serviço referente às obras de construção civil nas modalidades
obra nova, regularização, reforma, ampliação, demolição e congêneres. (Redação acrescida pela Lei
Complementar nº 250/2019)
II - quanto ao IPTU:
a) a coleta de dados necessários à fixação do valor venal do imóvel for impedida ou dificultada pelo
contribuinte;
b) os imóveis se encontrarem fechados e os proprietários não forem encontrados.
III - quanto ao ITBI, não concordar com o valor declarado pelo sujeito passivo.
I - relativamente ao ISSQN:
Parágrafo único. O montante apurado será acrescido de 50% (cinquenta por cento), a título de lucro
ou vantagem remuneratória a cargo do contribuinte, em relação ao ISSQN.
I - os recolhimentos efetuados em períodos idênticos por outros contribuintes que exerçam a mesma
atividade em condições semelhantes;
III - será fixado mediante relatório da Autoridade Fiscal, homologado pela chefia imediata;
IV - com os acréscimos legais, será exigido através de Auto de Infração e Termo de Intimação - AITI;
V - cessará os seus efeitos, quando o contribuinte, de forma satisfatória, a critério do fisco, sanar as
irregularidades que deram origem ao procedimento.
Seção III
Diligência
Art. 587. O Procedimento Fiscal de Diligência (PF-D) destina-se:
§ 2º Além dos procedimentos fiscais estabelecidos neste artigo, os sujeitos passivos poderão ser
intimados, no interesse da administração tributária, a apresentar informações sobre bens, negócios
ou atividades próprios ou de terceiros, por meio de Termo de Intimação (TI).
§ 2º O benefício do § anterior alcança todos que estejam envolvidos nas infrações apuradas pela
ação fiscal.
Seção IV
Estimativa
Art. 588. A Autoridade Fiscal estimará de ofício ou mediante requerimento do contribuinte, a base de
cálculo do ISSQN, quando se tratar de:
IV - sujeito passivo que não tenha condições de emitir documentos fiscais ou deixe,
sistematicamente, de cumprir obrigações tributárias, principais ou acessórias, e quando se tratar de
obras de construção civil, hidráulica ou elétrica e de outras obras semelhantes, adotar-se-á a
seguinte fórmula para cálculo do ISSQN:
ISSQN A PAGAR (R$)= Área Total x Valor de Referência (VR) x Custo total x Alíquota, onde:
Parágrafo único. Atividade exercida em caráter provisório é aquela cujo exercício é de natureza
temporária e está vinculada a fatores ou acontecimentos ocasionais ou excepcionais.
III - A média das receitas e/ou despesas em períodos anteriores à apuração, acrescida de um
percentual de 30% (trinta pontos percentuais), correspondente a uma margem de lucro presumida
como projeção para os períodos seguintes; (Redação dada pela Lei Complementar nº 250/2019)
VI - Dados declarados e documentos fornecidos pelo contribuinte; (Redação acrescida pela Lei
Complementar nº 250/2019)
VII - Dados de empresa de mesmo porte e ramo de atividade; (Redação acrescida pela Lei
Complementar nº 250/2019)
VIII - Levantamento por amostragem da receita tributável por meio de plantão fiscal de tributos ou
outros elementos coletados pelo fisco; (Redação acrescida pela Lei Complementar nº 250/2019)
§ 1º Quando o valor estimado for fixado utilizando-se o critério previsto no inciso III, o valor da receita
estimada não poderá ser menor que o somatório das despesas do contribuinte, para desempenho da
atividade enquadrada no regime de estimativa. (Redação acrescida pela Lei Complementar
nº 250/2019)
§ 2º Caso o Fisco Municipal verifique que o valor do faturamento mensal do contribuinte foi superior
ao faturamento médio, haverá cobrança do ISSQN devido em razão desta diferença. (Redação
acrescida pela Lei Complementar nº 250/2019)
I - será fixado por relatório da Autoridade Fiscal, homologado pela chefia imediata, e deferido por um
período de até 12 (doze) meses;
III - a critério do Secretário, responsável pela área fazendária, poderá, a qualquer tempo, ser
suspenso, revisto ou cancelado.
IV - a critério do Fisco poderá ser dispensado o uso de livros e notas fiscais, por parte do
contribuinte.
V - por solicitação do sujeito passivo e a critério do fisco, poderá ser encerrado, ficando o
contribuinte, neste caso, subordinado à utilização dos documentos fiscais exigidos.
Art. 591. O contribuinte que não concordar com a base de cálculo estimada, poderá apresentar
reclamação no prazo de 30 (trinta) dias, a contar da data da ciência do relatório homologado.
Art. 592. A reclamação não terá efeito suspensivo e mencionará, obrigatoriamente, o valor que o
interessado reputar justo, assim como os elementos para a sua aferição.
Seção V
Homologação
Art. 593. A Autoridade Fiscal, tomando conhecimento da atividade exercida pelo contribuinte,
analisando a antecipação de recolhimentos sem prévio exame do sujeito ativo, homologará ou não
os auto lançamentos ou lançamentos espontâneos atribuídos ao sujeito passivo. .
§ 2º Não influem sobre a obrigação tributária quaisquer atos anteriores à homologação, praticados
pelo sujeito passivo ou por terceiro, visando à extinção total ou parcial do crédito.
§ 3º Tais atos serão, porém, considerados na apuração do saldo porventura devido e, sendo o caso,
na imposição de penalidade, ou sua graduação.
Seção VI
Fiscalização (Redação dada pela Lei Complementar nº 114/2007)
Art. 594. A instauração de Procedimento Fiscal de Fiscalização (PF-F) destina-se a realização de
ações voltadas para a verificação do cumprimento das obrigações tributárias por parte dos sujeitos
passivos, relativas aos tributos municipais, podendo resultar em constituição de crédito tributário, na
aplicação de penalidades ou em apreensão de livros e documentos de qualquer espécie, inclusive os
armazenados em meio magnético ou em qualquer outro tipo de mídia, materiais, livros ou
assemelhados encontrados em situação irregular ou que constituam prova de infração à legislação e
ainda, quando:
§ 1º A fiscalização dos sujeitos passivos será realizada por Procedimento Fiscal de Fiscalização (PF-
F).
§ 3º A autoridade que realizar apreensão deverá comunicar o fato à sua chefia imediata, no prazo de
24 (vinte e quatro) horas, para fins de instauração de procedimento fiscal de fiscalização. (Redação
dada pela Lei Complementar nº 114/2007)
Art. 595. A Autoridade Fiscal, auxiliada por força policial, examinará e apreenderá mercadorias,
livros, arquivos, documentos, papéis e efeitos comerciais ou fiscais dos comerciantes, industriais,
produtores e prestadores de serviço, que constituam prova material de indício de omissão de receita,
sonegação fiscal ou crime contra a ordem tributária.
Parágrafo único. A Autoridade Fiscal fiscalizará o sujeito passivo, com o auxílio de força policial,
sempre que necessário e quando houver oposição ou for criado obstáculo à realização de diligência
ou plantão fiscal. (Redação dada pela Lei Complementar nº 114/2007)
Seção VII
Interdição
Art. 596. A Autoridade Fiscal, auxiliada por força policial, interditará o local onde será exercida
atividade em caráter provisório, sem que o contribuinte tenha efetuado o pagamento antecipado do
imposto estimado.
Parágrafo único. A liberação para o exercício da atividade somente ocorrerá após sanada, na sua
plenitude, a irregularidade cometida.
Seção VIII
Levantamento
(Revogado pela Lei Complementar nº 114/2007)
Seção IX
Plantão
Art. 598. A Autoridade Fiscal, mediante plantão, adotará a apuração ou verificação diária no próprio
local da atividade, durante determinado período, quando;
I - houver dúvida sobre a exatidão do que será levantado ou for declarado para os efeitos dos tributos
municipais;
Seção X
Representação
Art. 599. A Autoridade Fiscal ou qualquer pessoa, quando não competente para lavrar Auto e Termo
de Fiscalização, poderá representar contra toda ação ou omissão contrária às disposições da
Legislação Tributária ou de outras leis ou regulamentos fiscais.
III - não será admitida quando o autor tenha sido sócio, diretor, preposto ou empregado do
contribuinte, quando relativa a fatos anteriores à data em que tenham perdido essa qualidade;
IV - deverá ser recebida pelo Secretário, responsável pela área fazendária, que determinará
imediatamente a diligência ou inspeção para verificar a veracidade e, conforme couber, intimará ou
autuará o infrator ou a arquivará se demonstrada a sua improcedência.
Seção XI
Autos e Termos de Fiscalização
Art. 601. Os modelos e os requisitos dos documentos fiscais destinados a formalização dos
procedimentos fiscais e de créditos tributários, bem como a sua forma de processamento será
estabelecido em norma infra-legal. (Redação dada pela Lei Complementar nº 114/2007)
Art. 602. É o instrumento legal utilizado pela Autoridade Fiscal com o objetivo de formalizar:
I - A Ordem de Serviço (OS): designar os agentes fiscais para a realização de procedimentos fiscais;
VII - O Termo de Início de Ação Fiscal (TIAF): o início de procedimento fiscal de fiscalização;
d) o prazo, de até 6 (seis) meses, para o término do levantamento e, de até 30 (trinta) dias, para a
entrega e, de até 7 (sete) meses, para a devolução dos documentos, considerando como data de
início da contagem a data da ciência do TIAF. (Redação dada pela Lei Complementar nº 250/2019)
Parágrafo único. As incorreções ou omissões verificadas no documento fiscal que não se relacionem
com a matéria tributável, o montante do tributo devido, e à identificação do sujeito passivo não
constituem motivo de nulidade do processo desde que constem elementos suficientes para
determinar a infração e o infrator. (Redação acrescida pela Lei Complementar nº 250/2019)
CAPÍTULO II
PROCESSO ADMINISTRATIVO TRIBUTÁRIO Fiscal;
Seção I
Disposições Preliminares
Art. 604-A A intimação, para todo e qualquer ato administrativo, poderá ser:
I - pessoal, pelo autor do procedimento ou por agente do órgão preparador, na repartição ou fora
dela, provada com a assinatura do sujeito passivo, seu mandatário ou preposto, ou, no caso de
recusa, com declaração escrita de quem o intimar;
II - por via postal ou por qualquer outro meio ou via, com prova de recebimento no domicílio tributário
eleito pelo sujeito passivo;
§ 1º Quando resultar improfícuo um dos meios previstos no caput deste artigo ou quando o sujeito
passivo tiver sua inscrição declarada inapta perante o CAMOB e ou CIMOB, a intimação poderá ser
feita por edital publicado:
II - no caso da intimação por via postal, na data do recebimento ou, se omitida, quinze dias após a
data da expedição da intimação;
§ 4º Para fins de intimação, considera-se domicílio tributário do sujeito passivo Pessoa Jurídica:
I - o endereço postal por ele fornecido, para fins cadastrais, à administração tributária; e
§ 5º O endereço eletrônico de que trata este artigo somente será implementado, no caso de Pessoa
Física, com expresso consentimento do sujeito passivo, após a administração tributária informar-lhe
as normas e condições de sua utilização e manutenção, disciplinadas em ato da administração
tributária. (Redação acrescida pela Lei Complementar nº 226/2018)
Seção II
Postulantes
Art. 605. O contribuinte poderá postular pessoalmente ou por representante regularmente habilitado
ou, ainda, mediante mandato expresso, por intermédio de preposto de representante.
Art. 606. Os órgãos de classe poderão representar Interesses gerais da respectiva categoria
econômica ou profissional.
Seção III
Prazos
a) apresentação de defesa;
b) elaboração de contestação:
VI - não estando fixados, serão 30 (trinta) dias para a prática de ato a cargo do interessado ou do
servidor;
VII - contar-se-ão:
VIII - fixados, suspendem-se a partir da data em que for determinada qualquer diligência, e
começando a fluir no dia em que o processo retomar.
Seção IV
Petição
II - será indeferida quando manifestamente inepta ou a parte for ilegítima, ficando, entretanto, vedado
à repartição recusar o seu recebimento;
III - não poderá reunir matéria referente a tributos diversos, bem como impugnação ou recurso
relativo a mais de um lançamento, decisão. Sujeito Passivo ou Auto de Infração e Termo de
Intimação
Seção V
Instauração
I - receberá a documentação;
Seção VI
Instrução
VII -
NULIDADES
I - os Atos Fiscais praticados e os Autos e Termos de Fiscalização lavrados por pessoa que não seja
Autoridade Fiscal;
Parágrafo único. A nulidade do ato não alcança os atos posteriores, salvo quando dele decorram ou
dependam.
Art. 613. A nulidade será declarada pela autoridade competente para praticar o ato, ou julgar a sua
legitimidade, observado o Parágrafo Único do artigo 603. (Redação dada pela Lei Complementar
nº 250/2019)
Seção VIII
Disposições Diversas
Art. 614. O processo será organizado em ordem cronológica e terá suas folhas numeradas e
rubricadas.
Art. 615. É facultado do sujeito passivo ou a quem o represente, sempre que necessário, ter vista
dos processos em que for parte.
Art. 616. Os documentos apresentados pela parte poderão ser restituídos, em qualquer fase do
processo, desde que não haja prejuízo para a solução deste, exigindo-se a substituição por cópias
autenticadas.
Art. 617. Pode o interessado, em quaisquer fase do processo em que seja parte, pedir certidão das
peças relativas aos atos decisórios, utilizando-se, sempre que possível, de sistemas reprográficos,
om autenticação por funcionário habilitado.
§ 2º Só será dada Certidão de atos opinativos quando os mesmos forem indicados expressamente,
nos atos decisórios, como seu fundamento.
Art. 618. Os interessados podem apresentar suas petições e os documentos que os instruírem em
duas vias, a fim de que a segunda lhes seja devolvida devidamente autenticada pela repartição,
valendo como prova de entrega.
CAPÍTULO III
PROCESSO CONTENCIOSO FISCAL
Seção I
Litígio Tributário
Art. 619. O litígio tributário considera-se instaurado com a apresentação, pelo postulante, de
impugnação de exigência.
Seção II
Defesa
Art. 620. A defesa que versar sobre parte da exigência implicará pagamento da parte não-
impugnada.
Parágrafo único. Não sendo efetuado o pagamento, no prazo estabelecido, da parte não-impugnada,
será promovida a sua cobrança, devendo, para tanto, ser instaurado outro processo com elementos
indispensáveis à sua instrução.
Seção III
Contestação
Art. 621. Apresentada a defesa, o processo será encaminhado à Autoridade Fiscal, responsável pelo
procedimento, ou seu substituto, para que ofereça contestação.
Seção IV
Competência
Seção V
Julgamento em Primeira Instância
Art. 624. A autoridade julgadora não ficará adstrita às alegações das partes, devendo julgar de
acordo com sua convicção, em face das provas produzidas no processo.
Art. 626. Se deferido o pedido de perícia, a autoridade julgadora de primeira instância designará
servidor para, como perito da fazenda, proceder, juntamente com o perito do sujeito passivo, ao
exame do requerido.
§ 1º Se as conclusões dos peritos forem divergentes, prevalecerá a que coincidir com o exame
impugnado.
§ 2º Não havendo coincidência, a autoridade julgadora designará outro servidor para desempatar.
Art. 627. Será reaberto prazo para impugnação se, da realização de diligência, resultar alteração da
exigência inicial.
§ 1º Não sendo cumprida nem impugnada a exigência, será declarada à revelia da autoridade
julgadora, permanecendo o processo na repartição pelo prazo de 30 (trinta) dias para cobrança
amigável do crédito tributário e fiscal.
§ 2º Esgotado o prazo de cobrança amigável, sem que tenha sido pago o crédito tributário e fiscal, a
autoridade julgadora encaminhará o processo à Dívida Ativa da Fazenda Pública Municipal para
promover a cobrança executiva.
IX - não sendo proferida, no prazo estabelecido, nem convertido o julgamento em diligência, poderá a
parte interpor recurso voluntário como se fora julgado procedente o Auto de Infração e Termo de
Intimação ou improcedente a reclamação contra lançamento ou Ato Administrativo dele de corrente,
cessando, com a interposição do recurso, a jurisdição da autoridade julgadora de primeira instância.
Art. 629. As inexatidões materiais devidas a lapso manifesto ou os erros de cálculo existentes na
decisão poderão ser corrigidos de ofício ou a requerimento do interessado.
Seção VI
Recurso Voluntário Para a Segunda Instância
Art. 630. Da decisão de primeira instância contrária ao sujeito passivo, caberá recurso voluntário
para o Conselho Municipal de Recursos Fiscais - CMRF.
II - poderá conter prova documental, quando contrária ou não apresentada na primeira instância.
Seção VII
Recurso de Ofício Para a Segunda Instância
Art. 632. Da decisão de primeira instância favorável, no todo ou em parte, ao sujeito passivo, caberá
recurso de ofício para o Conselho Municipal de Recursos Fiscais - CMRF.
II - não sendo interposto, deverá o Conselho Municipal de Recursos Fiscais - CMRF requisitar o
processo.
Seção VIII
Julgamento em Segunda Instância
Art. 634. Interposto o recurso, voluntário ou de ofício, o processo será encaminhado ao Conselho
Municipal de Recursos Fiscais - CMRF para proferir a decisão.
§ 1º Quando o processo não se encontrar devidamente instruído, poderá ser convertido em diligência
para se determinar novas provas.
Art. 635. O processo que não for relatado ou devolvido, no prazo estabelecido, com voto escrito do
relator, poderá ser avocado pelo Presidente do Conselho, que o incluirá em pauta de julgamento,
dentro do prazo de 10 (dez) dias.
Art. 637. O Conselho não poderá decidir por equidade, quando o acórdão resultar na dispensa do
pagamento de tributo devido.
Parágrafo único. A decisão por equidade será admitida somente quando, atendendo às
características pessoais ou materiais da espécie julgada, for restrita à dispensa total ou parcial de
penalidades pecuniárias, nos casos em que não houver dolo, fraude ou simulação.
Art. 638. A decisão referente a processo julgado pelo Conselho Municipal de Recursos Fiscais -
CMRF receberá a forma de Acórdão, cuja conclusão será publicada no Diário Oficial do Município,
com ementa sumariando a decisão.
Seção XII
Eficácia da Decisão Fiscal
I - a decisão definitiva;
I - de primeira instância;
a) na parte que não for objeto de recurso voluntário ou não estiver sujeita a recurso de ofício;
b) esgotado o prazo para recurso voluntário sem que este tenha sido interposto.
II - Da maioria dos Conselheiros na segunda instância. (Redação dada pela Lei Complementar
nº 114/2007)
Seção XIII
Execução da Decisão Fiscal
II - na imediata inscrição, como dívida ativa, para subsequente cobrança por ação executiva, dos
débitos constituídos, se não forem pagos nos prazos estabelecidos;
III - na ciência do recorrente ou sujeito passivo para receber a importância recolhida indevidamente
ou conhecer da decisão favorável que modificará o lançamento ou cancelará o Auto de Infração e
Termo de Intimação.
CAPÍTULO IV
PROCESSO DE CONSULTA
Seção I
Consulta
Art. 648. É assegurado ao sujeito passivo da obrigação tributária ou ao seu representante legal o
direito de formular consulta sobre a interpretação e a aplicação da legislação tributária municipal, em
relação ao fato concreto do seu interesse.
Parágrafo único. Também poderão formular consulta os órgãos da administração pública e as
entidades representativas de categorias econômicas ou profissionais.
III - não produzirá qualquer efeito e será indeferida de plano, pelo Departamento de Instrução,
Consulta e Julgamento - DICJ, quando:
§ 1º A suspensão do prazo não produz efeitos relativamente ao tributo devido sobre as demais
operações realizadas.
§ 2º A consulta formulada sobre matéria relativa à obrigação tributária principal, apresentada após o
prazo previsto para o pagamento do tributo a que se referir não elimina, se considerado este devido,
a incidência dos acréscimos legais.
Parágrafo único. A decisão definitiva dada à consulta terá efeito normativo e será adotada em circular
expedida pelo Secretário, responsável pela área fazendária.
I - pelo Departamento de Instrução, Consulta e Julgamento - DICJ, quando não houver recurso;
Seção II
Procedimento Normativo
CAPÍTULO V
CONSELHO MUNICIPAL DE RECURSOS FISCAIS - CMRF
Seção I
Composição
Art. 656. O Conselho Municipal de Contribuintes terá um Secretário Geral, de livre nomeação do
Prefeito.
Seção II
Competência
II - julgar recurso de ofício interposto pelo órgão julgador de primeira instância, por decisão contrária
à Fazenda Pública Municipal.
I - examinar os processos que lhes forem distribuídos, e sobre eles, apresentar relatório e parecer
conclusivo, por escrito;
III - pedir esclarecimentos, vista ou diligência necessários e solicitar, quando conveniente, destaque
de processo constante da pauta de julgamento;
IV - proferir voto, na ordem estabelecida:
V - redigir os Acórdãos de julgamento em processos que relatar, desde que vencedor o seu voto;
I - presidir as sessões;
IV - assinar os Acórdãos;
Seção III
Disposições Gerais
I - o representante dos contribuintes que não comparecera 03 (três) sessões consecutivas, sem
causa justificada perante o Presidente, devendo a entidade indicadora promover a sua substituição;
Art. 662. O Conselho realizará, ordinariamente, uma sessão por semana, em dia e horário fixado no
início de cada período anual de sessões, podendo, ainda, realizar sessões extraordinárias, quando
necessárias, desde que convocadas pelo Presidente.
CAPÍTULO I
NORMAS GERAIS
I - as portarias, as instruções, avisos, ordens de serviço e outros atos normativos expedidos pelas
autoridades administrativas;
Art. 666. Constitui majoração ou redução de tributo a modificação de sua base de cálculo, que
importe em torná-lo mais oneroso.
Art. 667. Não constitui majoração de tributo a atualização monetária de sua base de cálculo.
CAPÍTULO II
VIGÊNCIA
I - na data da sua publicação, as portarias, as instruções, avisos, ordens de serviço e outros atos
normativos expedidos pelas autoridades administrativas;
II - 30 (trinta) dias após a data da sua publicação, as decisões dos órgãos componentes das
instâncias administrativas;
III - na data neles prevista, os convênios que o Município celebre com as entidades da administração
direta ou indireta, da União, Estado, ou Municípios;
IV - no primeiro dia do exercício seguinte àquele em que ocorra a sua publicação, os dispositivos de
lei, sobre IPTU e ITBI, que;
CAPÍTULO III
APLICAÇÃO
Art. 669. A legislação tributária aplica-se imediatamente aos fatos geradores futuros e aos
pendentes.
Art. 670. Fatos geradores pendentes são aqueles que se iniciaram, mas ainda não se completaram
pela inexistência de todas as circunstâncias materiais necessárias e indispensáveis à produção de
seus efeitos ou desde que se não tenham constituída a situação jurídica em que eles assentam.
Art. 672. Lei interpretativa é aquela que interpreta outra, no sentido de esclarecer e suprir as suas
obscuridades e ambiguidades, aclarando as suas dúvidas.
CAPÍTULO IV
INTERPRETAÇÃO
Art. 673. Na ausência de disposição expressa, a autoridade competente para aplicar a legislação
tributária utilizará sucessivamente, na ordem indicada:
I - a analogia;
IV - a equidade.
Art. 674. O emprego da analogia não poderá resultar na exigência de tributo não previsto em lei.
Art. 675. O emprego da equidade não poderá resultar na dispensa do pagamento de tributo devido
II - outorga de isenção;
Art. 677. A lei tributária que define infrações, ou lhe comina penalidades, interpreta-se da maneira
mais favorável ao acusado, em caso de dúvida quanto:
TÍTULO II
OBRIGAÇÃO TRIBUTÁRIA
CAPÍTULO I
DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 679. A obrigação principal surge com a ocorrência do fato gerador, tem por objeto o pagamento
de tributo ou penalidade pecuniária e extingue-se juntamente com 0 crédito dela decorrente.
Art. 680. A obrigação acessória decorre da legislação tributária e tem por objeto as prestações,
positivas ou negativas, nela previstas no interesse da arrecadação ou da fiscalização dos tributos.
Art. 681. A obrigação acessória, pelo simples fato da sua inobservância, converte-se em obrigação
principal relativamente à penalidade pecuniária.
CAPÍTULO II
FATO GERADOR
Art. 682. Fato gerador da obrigação principal é a situação definida em lei como necessária e
suficiente à sua ocorrência.
Art. 683. Fato gerador da obrigação acessória é qualquer situação que, na forma da legislação
aplicável, impõe a prática ou a abstenção de ato que não configure obrigação principal.
Art. 684. Salvo disposição de lei em contrário, consid6ra-SG ocorrido o fato gerador e existentes os
seus efeitos:
II - tratando-se de situação jurídica, desde o momento em que esteja definitivamente constituída, nos
termos do direito aplicável, sendo que os atos ou negócios condicionais reputam-se perfeitos e
acabados:
CAPÍTULO III
SUJEITO ATIVO
Art. 686. Sujeito ativo da obrigação é a Prefeitura Municipal, pessoa jurídica de direito público titular
da competência para exigir o seu cumprimento.
CAPÍTULO IV
SUJEITO PASSIVO
Seção I
Disposições Gerais
Art. 687. Sujeito passivo da obrigação principal é a pessoa obrigada ao pagamento de tributo ou
penalidade pecuniária.
Art. 689. Sujeito passivo da obrigação acessória é a pessoa obrigada às prestações que constituam
o seu objeto.
Art. 690. As convenções particulares, relativas à responsabilidade pelo pagamento de tributos, não
podem ser opostas à Fazenda Pública Municipal, para modificar a definição legal do sujeito passivo
das obrigações tributárias correspondentes.
Seção II
Solidariedade
I - as pessoas que tenham interesse comum na situação que constitua o fato gerador da obrigação
principal;
III - a interrupção da prescrição, em favor ou contra um dos obrigados, favorece ou prejudica aos
demais.
Seção III
Capacidade Tributária
II - de achar-se a pessoa natural sujeita a medidas que importem privação ou limitação do exercício
de atividades civis, comerciais ou profissionais, ou da administração direta de seus bens ou
negócios;
III - de estar à pessoa jurídica regularmente constituída, bastando que configure uma Valor
econômica ou profissional.
Seção IV
Domicílio Tributário e Sua Recusa
Art. 695. Na falta de eleição, pelo contribuinte ou responsável, de domicílio tributário, considera-se
como tal:
I - tratando-se de pessoa física, o lugar onde reside, e, não sendo este conhecido, o lugar onde se
encontre a sede habitual de suas atividades ou negócios;
II - tratando-se de pessoa jurídica de direito privado, local de qualquer de seus estabelecimentos;
III - tratando de pessoa jurídica de direito público, o local da sede de qualquer de suas repartições
administrativas.
Art. 696. Quando não couber a aplicação das regras fixadas em qualquer dos incisos do art. 695 ou
houver recusa de domicílio tributário, por impossibilidade ou dificuldade de arrecadação ou de
fiscalização, considerar-se-á como domicílio tributário do contribuinte ou responsável, o lugar da
situação dos bens ou da ocorrência dos atos ou fatos que deram origem à obrigação.
Art. 697. A Autoridade Fiscal recusará o domicílio tributário eleito em outra Cidade, quando empresa
de fora prestar serviço do Município, devendo, o tomador de serviço, fazer a retenção do ISSQN na
fonte e, na data estabelecida, efetuar o seu recolhimento aos cofres públicos municipais.
Parágrafo único. Será considerado como novo domicílio tributário, o local da prestação do serviço.
Art. 698. O domicílio tributário será consignado nas petições, guias e outros documentos que os
obrigados dirijam ou devam apresentar à Fazenda Pública Municipal.
CAPÍTULO V
RESPONSABILIDADE TRIBUTÁRIA
Seção I
Disposição Geral
Art. 699. A responsabilidade pelo crédito tributário e fiscal pode ser atribuída, de forma expressa, a
terceira pessoa, vinculada ao fato gerador da respectiva obrigação, excluindo a responsabilidade do
contribuinte ou atribuindo-a a este em caráter supletivo do cumprimento total ou parcial da referida
obrigação.
Seção II
Responsabilidade Dos Sucessores
Art. 700. Os créditos tributários relativos a impostos cujo fato gerador seja a propriedade, o domínio
útil ou a posse de bens Imóveis, e bem assim os relativos a taxas pela prestação de serviços
referentes a tais bens, ou a contribuições de melhoria, sub-rogam-se na pessoa dos respectivos
adquirentes, salvo quando conste do título a prova de sua quitação.
Art. 701. No caso de arrematação em hasta pública, a sub-rogação ocorre sobre o respectivo preço.
II - o sucessor a qualquer título e o cônjuge meeiro, pelos tributos devidos pelo de cujus até a data da
partilha ou adjudicação, limitada esta responsabilidade ao montante do quinhão, do legado ou da
meação;
III - o espólio, pelos tributos devidos pelo de cujus até a data da abertura da sucessão.
Art. 703. A pessoa jurídica de direito privado que resultar de fusão, transformação ou incorporação
de outra ou em outra é responsável pelos tributos devidos até a data do ato pelas pessoas jurídicas
de direito privado fusionadas, transformadas ou incorporadas.
Art. 704. O disposto no art. 703 aplica-se aos casos de extinção de pessoas jurídicas de direito
privado, quando a exploração da respectiva atividade seja continuada por qualquer sócio
remanescente, ou seu espólio, sob a mesma ou outra razão social, ou sob firma individual.
Art. 705. A pessoa natural ou jurídica de direito privado que adquirir de outra, por qualquer título,
fundo de comércio ou estabelecimento comercial, industrial ou profissional, e continuar a respectiva
exploração, sob a mesma ou outra razão social ou sob firma ou nome individual, responde pelos
tributos, relativos ao fundo ou estabelecimento adquirido, devidos até a data do ato:
Seção III
Responsabilidade de Terceiros
Art. 706. Nos casos de impossibilidade de exigência do cumprimento da obrigação principal pelo
contribuinte, respondem solidariamente com este nos atos em que intervierem ou pelas omissões de
que forem responsáveis:
V - o síndico e o comissário, pelos tributos devidos pela massa falida ou pelo concordatário;
VI - os tabeliães, escrivães e demais serventuários de ofício, pelos tributos devidos sobre os atos
praticados por eles, ou perante eles, em razão do seu ofício;
Art. 707. O disposto no art. 706 só se aplica, em matéria de penalidades, ás de caráter moratório.
Art. 708. São pessoalmente responsáveis pelos créditos correspondentes a obrigações tributárias
resultantes de atos praticados com excesso de poderes ou infração de lei, contrato social ou
estatutos:
Seção IV
Responsabilidade Por Infrações
Art. 709. A responsabilidade por infrações da legislação tributária independe da intenção do agente
ou do responsável e da efetividade, natureza e extensão dos efeitos do ato.
I - quanto às infrações conceituadas por lei como crimes ou contravenções, salvo quando praticadas
no exercício regular de administração, mandato, função, cargo ou emprego, ou no cumprimento de
ordem expressa emitida por quem de direito;
a) das pessoas referidas nesta Seção, contra aquelas por quem respondem;
b) dos mandatários, prepostos ou empregados, contra seus mandantes, preponentes ou
empregadores;
c) dos diretores, gerentes ou representantes de pessoas jurídicas de direito privado, contra estas.
Art. 711. A responsabilidade é excluída pela denúncia espontânea da infração, acompanhada, se for
o caso, do pagamento do tributo devido e dos juros de mora, ou de depósito da importância arbitrada
pela autoridade administrativa, quando o montante do tributo dependa de apuração.
Parágrafo único. Não será cominada penalidade ao sujeito passivo que, antes de qualquer
procedimento fiscal, ainda que sob monitoramento fiscal, sanar irregularidades decorrentes de
obrigação tributária de natureza principal ou acessória. (Redação acrescida pela Lei Complementar
nº 250/2019)
Art. 712. Não se considera espontânea a denúncia apresentada após o início de qualquer
procedimento administrativo ou medida de fiscalização, relacionados com a infração.
CAPÍTULO VI
OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS
Art. 713. Os contribuintes, ou quaisquer responsáveis por tributos são obrigados a cumprir as
determinações destas leis, das leis subsequentes de mesma natureza, bem como dos atos nela
previstos, est4belecidos com o fim de facilitar o lançamento, a fiscalização e a cobrança dos tributos.
Art. 714. Sem prejuízo do que vier a ser estabelecido de maneira especial, os contribuintes
responsáveis por tributos estão obrigados;
II - a conservar e apresentar ao fisco, quando solicitado, qualquer documento que, de algum modo se
refira a operações ou situações que constituam fato gerador de obrigações tributárias ou que sirva
como comprovante da veracidade dos dados consignados em guias e documentos fiscais;
III - a prestar, sempre que solicitados pelas autoridades competentes, informações e esclarecimentos
que, a juízo do fisco se refiram a fatos geradores de obrigações tributárias;
IV - de modo geral, a facilitar, por todos os meios a seu alcance, as tarefas de cadastramento,
lançamento, fiscalização e cobrança dos tributos devidos ao erário municipal.
TÍTULO III
CRÉDITO TRIBUTÁRIO
CAPÍTULO I
DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 715. O crédito tributário, que é decorrente da obrigação principal, regularmente constituído
somente se modifica ou extingue, ou tem sua exigibilidade suspensa ou excluída, nos casos
previstos nesta lei, fora quais não podem ser dispensadas a sua efetivação ou as respectivas
garantias, sob pena de responsabilidade funcional.
CAPÍTULO II
CONSTITUIÇÃO
Seção I
Lançamento
Art. 716. O lançamento é o ato privativo da autoridade administrativa destinado a tornar exequível o
crédito tributário, mediante verificação da ocorrência da obrigação tributária, o cálculo do montante
do tributo devido, a identificação do contribuinte, e, sendo o caso, a aplicação de penalidade cabível.
Art. 717. O ato de lançamento é vinculado e obrigatório, sob pena de responsabilidade funcional,
ressalvadas as hipóteses de exclusão ou suspensão do crédito tributário previstas nesta lei.
Art. 718. O lançamento reporta-se a data em que haja surgido a obrigação tributária principal e rege-
se pela lei então vigente, ainda que posteriormente modificada ou revogada.
Art. 720. Os atos formais relativos aos lançamentos dos tributos ficarão a cargo do órgão fazendário
competente.
I - em que seja aferível, a partir da descrição dos fatos e dos demais documentos produzidos na ação
fiscal, que o autuante, no momento da formalização da exigência:
§ 3º O auto de infração ou a notificação de lançamento de que trata o § anterior terá objetivo de:
II - substituir, total ou parcialmente, o lançamento original nos casos em que a apuração do quantum
devido, em face da legislação tributária aplicável, não puder ser efetuada sem a inclusão da matéria
anteriormente lançada. (Redação acrescida pela Lei Complementar nº 250/2019)
§ 4º ao contribuinte será dado prazo de 30 dias para defesa. (Redação acrescida pela Lei
Complementar nº 250/2019)
Art. 721. O lançamento efetuar-se-á com base em dados constantes do Cadastro Fiscal e
declarações apresentadas pelos contribuintes, nas formas e épocas estabelecidas nesta lei.
§ 2º O órgão fazendário competente examinará as declarações para verificar a exatidão dos dados
nelas consignados.
Art. 722. Com o fim de obter elementos que lhe permita verificar a exatidão das declarações
apresentadas pelos contribuintes e responsáveis, e determinar, com precisão, a natureza e o
montante dos respectivos créditos tributários, o órgão fazendário competente poderá:
I - exigir, a qualquer tempo, a exibição de livros fiscais e comprovantes dos atos e operações que
possam constituir fatos geradores de obrigações tributárias;
V - requisitar o auxílio da força policial para levar a efeito as apreensões, inspeções e interdições
fiscais.
Art. 723. O lançamento dos tributos e suas modificações serão comunicados aos contribuintes,
individual ou globalmente, a critério da administração:
I - através de notificação direta, feita como aviso, para servir como guia de recolhimento;
Art. 724. O lançamento regularmente notificado ao sujeito passivo só pode ser alterado em virtude
de:
II - recurso de ofício;
III - iniciativa de ofício da autoridade administrativa, nos casos previstos nesta Lei.
Seção II
Modalidades de Lançamento
Art. 726. O lançamento é efetuado com base na declaração do sujeito passivo ou de terceiros,
quando um ou outro, na forma da legislação tributária, presta à autoridade administrativa informações
sobre matéria de fato, indispensáveis à sua efetivação.
§ 2º Os erros contidos na declaração e apuráveis pelo seu exame serão retificados de ofício pela
autoridade administrativa a que competir a revisão daquela.
Art. 727. Antes de extinto o direito da Fazenda Pública Municipal, o lançamento, decorrente ou não
de arbitramento, poderá ser efetuado ou revisto de ofício, quando:
IV - deva ser apreciado fato não conhecido ou não aprovado por ocasião do lançamento anterior;
V - se comprovar que, no lançamento anterior ocorreu dolo, fraude, simulação ou falta funcional da
autoridade que o efetuou ou omissão, pela mesma autoridade de ato ou formalidade essencial;
CAPÍTULO III
SUSPENSÃO
Seção I
Disposições Gerais
I - moratória;
III - as reclamações, os recursos e as consultas, nos termos dos dispositivos legais reguladores do
processo tributário fiscal;
VI - o parcelamento.
Seção II
Moratória
Art. 729. O Município poderá conceder moratória, em caráter geral e individual, suspendendo a
exigibilidade de créditos tributários e fiscais, mediante despacho do Prefeito, desde que autorizada
em lei específica.
Art. 730. A lei que conceder moratória em caráter geral ou autorize sua concessão em caráter
individual especificará, sem prejuízo de outros requisitos:
Art. 731. A moratória abrange, tão-somente, os créditos tributários e fiscais constituídos à data da lei
ou do despacho que a conceder, ou cujo lançamento já tenha sido iniciado àquela data por ato
regularmente notificado ao sujeito passivo.
Parágrafo único. A moratória não será concedida nos casos de dolo, fraude ou simulação do sujeito
passivo ou de terceiros em benefício daquele.
CAPÍTULO IV
EXTINÇÃO
Seção I
Modalidades
I - o pagamento;
II - a compensação;
III - a transação;
IV - a remissão;
V - a prescrição e a decadência;
Seção II
Cobrança e do Recolhimento
§ 1º O ISSQN referente aos serviços prestados e tomados deverá ser recolhido até o 15º (décimo
quinto) dia subsequente ao da competência. (Redação dada pela Lei Complementar nº 271/2020)
§ 2º O prazo referido no § 1º será prorrogado para o primeiro dia útil seguinte quando o vencimento
ocorrer em sábados, domingos e feriados bancários nacionais ou oficiais no Município de Corumbá.
(Redação dada pela Lei Complementar nº 271/2020)
§ 3º Os prazos referidos nos §§ 1º e 2º não se aplicam às disposições sobre o parcelamento de
créditos tributários ou ISSQN referente aos Optantes pelo Simples Nacional que devem ser
recolhidos mediante documento de arrecadação obtido junto a programa disponibilizado pela Receita
Federal do Brasil, salvo exceções previstas em lei. (Redação dada pela Lei Complementar
nº 271/2020)
§ 4º Os demais créditos tributários e não tributários de competência municipal terão seu vencimento
disciplinado em regulamento específico. (Redação dada pela Lei Complementar nº 271/2020)
§ 5º Os débitos não pagos no vencimento serão acrescidos de multa e juros de mora, na forma do
art. 734 deste Código. (Redação dada pela Lei Complementar nº 271/2020)
§ 6º O recolhimento do crédito tributário e do crédito não-tributário poderá ser feito por meio de
entidades públicas e privadas devidamente autorizadas pelo Secretário responsável pela área
fazendária e será efetuado em moeda corrente, em cheque, cartão de débito ou crédito, segundo as
normas específicas para esse fim e ressalvadas os casos especiais previstos em lei. (Redação
acrescida pela Lei Complementar nº 271/2020)
§ 8º O pagamento de qualquer quantia por meio do uso de cartão de crédito ou débito dependerá de
aceite do devedor. (Redação acrescida pela Lei Complementar nº 271/2020)
§ 9º O Poder Executivo regulamentará, por meio de Decreto a aplicação da legislação relativa aos
pagamentos de tributos municipais ou outros créditos, por cartão de crédito ou débito. (Redação
acrescida pela Lei Complementar nº 271/2020)
Art. 734. O crédito tributário ou não-tributário não quitado até o seu vencimento fica sujeito à
incidência de:
I - atualização monetária, sobre o principal, corrigida pelo índice de atualização do VRM - Valor de
Referência do Município;
II - juros moratórios de 1% (um por cento) ao mês ou fração de mês, limitado a 20 % (vinte por
cento). (Redação dada pela Lei Complementar nº 262/2020)
a) 2% (dois por cento) sobre o valor do principal atualizado, para pagamento até 30 (trinta) dias;
b) 5% (cinco por cento) sobre o valor do principal atualizado, para pagamento de 31 (trinta e um) a
60 (sessenta) dias;
c) 10% (dez por cento) sobre o valor do principal atualizado, para pagamento de 61 (sessenta e um)
a 90 (noventa) dias;
d) 20% (vinte por cento) sobre o valor do principal atualizado, para pagamento depois de 91 (noventa
e um) dias.
Seção III
Parcelamento
Art. 737. O parcelamento de débitos tributários ou não-tributários poderá ser concedido,
independentemente de procedimento fiscal, da seguinte forma:
I - Não inscritos em dívida ativa:
a) Em até 48 (quarenta e oito) parcelas iguais e consecutivas para o ISSQN, taxas preços municipais
e contribuição de melhoria desde que nenhuma dessas seja de valor inferior a 30 (trinta) VRMs -
Valores de Referências do Município para contribuinte Pessoa Física e 80 (oitenta) VRMs - Valores
de Referências do Município para contribuinte Pessoa Jurídica. (Redação dada pela Lei
Complementar nº 123/2009)
b) poderão ser aplicadas as mesmas condições da alínea "a" aos débitos de Imposto sobre a
Propriedade Predial e Territorial Urbana - IPTU e taxas correlacionadas, desde que estes sejam
constituídos mediante procedimento administrativo tributário. (Redação acrescida pela Lei
Complementar nº 250/2019)
III - Ajuizados:
a) Em até 60 (sessenta) parcelas iguais e consecutivas para os impostos, taxas, preços municipais e
contribuição de melhoria, desde que nenhuma dessas seja de valor inferior a 50 (cinquenta) VRMs -
Valores de Referências do Município para contribuinte Pessoa Física e 150 (cento e cinquenta)
VRMs - Valores de Referências do Município para contribuinte Pessoa Jurídica.
§ 1º Os créditos tributários e não tributários parcelados serão acrescidos da multa de mora e juros
moratórios de 1% (um por cento) ao mês, observadas as disposições do art. 734 deste Código.
(Redação dada pela Lei Complementar nº 262/2020)
Art. 738. O não pagamento, consecutivo ou não, de 3 (três) parcelas cancela o parcelamento e
determina o vencimento antecipado das parcelas vincendas, inscrevendo-se o débito na Dívida Ativa
e encaminhando-se a cobrança judicial.
Art. 739. O pedido de parcelamento será de iniciativa do contribuinte, e terá efeito de confissão de
dívida, reconhecendo o confessante a liquidez e certeza do débito fiscal.
Parágrafo único. O número de parcelas e o valor do desconto para pagamento antecipado serão
estabelecidos conforme TP - Tabela de Pagamento, através de Decreto pelo Chefe do Executivo.
(Redação acrescida pela Lei Complementar nº 226/2018)
Art. 740. Não serão objetos de parcelamento, os créditos tributários em cuja apuração tenha sido
constatado dolo, fraude ou simulação.
Art. 741. Ocorrendo o cancelamento do parcelamento, por qualquer motivo, o contribuinte terá
direito, ainda, uma única vez, ao reparcelamento, nas mesmas condições descritas no artigo 737 da
presente lei complementar. (Redação dada pela Lei Complementar nº 123/2009)
Parágrafo único. O reparcelamento será cancelado caso haja inadimplência superior a 60 (sessenta)
dias, acarretando a imediata exigibilidade da totalidade do débito tributário ou não tributário
confessado e não pago, aplicando-se sobre o montante devido os acréscimos legais previstos na
legislação municipal à época da ocorrência dos respectivos fatos geradores, ou, se for o caso, a
inscrição automática do débito em dívida ativa e consequente cobrança judicial. (Redação dada pela
Lei Complementar nº 114/2007)
Art. 742. O recolhimento da primeira parcela deverá ser efetuado na data do deferimento do pedido,
sendo vedado o estabelecimento de qualquer outra data. (Redação dada pela Lei Complementar
nº 114/2007)
Seção IV
Restituições
Art. 744. O Contribuinte tem direito, independentemente de prévio protesto, a restituição total ou
parcial do crédito tributário e fiscal, seja qual for a modalidade de seu pagamento, nos seguintes
casos:
I - cobrança ou pagamento espontâneo de crédito tributário e fiscal indevido ou maior que o devido
em face desta Lei, ou de natureza ou circunstâncias materiais do fato gerador efetivamente ocorrido;
Art. 745. A restituição total ou parcial do crédito tributário e fiscal dá lugar a restituição, na mesma
proporção dos juros de mora e das penalidades pecuniárias, salvo as referentes a infrações de
caráter formal, que não se devam reputar prejudicadas pela causa assecuratória da restituição.
Parágrafo único. A restituição vence juros não capitalizáveis, a partir do trânsito em julgado da
decisão definitiva que a determinar.
Art. 746. O direito de pleitear a restituição extingue-se com o decurso do prazo de 5 (cinco) anos,
contados;
I - nas hipóteses previstas nos itens I e II do art. 744, da data do recolhimento indevido;
II - nas hipóteses previstas no item III do art. 744, da data em que se tomar definitiva a decisão
administrativa, ou passar em julgado a decisão judicial que tenha reformado, anulado, revogado ou
rescindindo a decisão condenatória.
Art. 747. Prescreve em 2 (dois) anos a ação anulatória da decisão administrativa que denegar a
restituição.
Parágrafo único. O prazo de prescrição é interrompido pelo início da ação judiciai, recomeçando o
seu curso, por metade, a partir da data da intimação validamente feita ao representante judiciai da
Fazenda Pública Municipal.
Art. 748. Quando se tratar de crédito tributário e fiscal indevidamente arrecadado, por motivo de erro
cometido pelo fisco, ou pelo contribuinte, e apurado pela autoridade competente, a restituição será
feita de ofício, mediante determinação do Secretário, responsável pela área fazendária, em
representação formulada pelo órgão fazendário e devidamente processada.
Art. 749. A restituição de crédito tributário e fiscal, mediante requerimento do contribuinte ou apurada
pelo órgão competente, ficará sujeita à atualização monetária, calculada a partir da data do
recolhimento indevido.
Art. 750. O pedido de restituição será indeferido se o requerente criar qualquer obstáculo ao exame
de sua escrita ou documentos, quando isso se torne necessário a verificação da procedência da
medida, a juízo da administração.
Art. 751. Atendendo à natureza e ao montante do crédito tributário e fiscal a ser restituído, poderá o
Secretário, responsável pela área fazendária, determinar que a restituição se processe através da
compensação de crédito.
Seção V
Compensação e da Transação
Seção VI
Remissão
a) comprovação, devidamente atestada pelo Órgão Responsável pela Promoção Social, de que a
situação econômica do sujeito passivo não permite a liquidação de seu débito, e com a devida
autorização legislativo.
b) constatação de erro ou ignorância escusáveis do sujeito passivo, quanto à matéria de fato;
c) diminuta importância de crédito tributário e fiscal, sendo a importância referida estabelecida em Lei
Especifica.
d) considerações de equidade, em relação com as características pessoais ou materiais do caso;
a) estiver prescrito;
b) o sujeito passivo houver falecido, deixando unicamente bens que, por força de lei, não sejam
suscetíveis de execução;
c) inscrito em dívida ativa, for de até 5 (cinco) VRMs - Valores de Referências do Município, tornando
a cobrança ou execução antieconômica.
Parágrafo único. O Prefeito Municipal poderá delegar a competência de que trata este artigo ao
Secretário da pasta responsável pela administração tributária. (Redação acrescida pela Lei
Complementar nº 114/2007)
Art. 754. A remissão não se aplica aos casos em que o sujeito passivo tenha agido com dolo, fraude
ou simulação.
Seção VII
Decadência
Art. 756. O direito da Fazenda Pública Municipal constituir o crédito tributário extingue-se após 5
(cinco) anos contados:
III - da data em que se tomar definitiva a decisão que houver anulado, por vício formal o lançamento
anteriormente efetuado.
Art. 756. O direito a que se refere o art. 755 extingue-se definitivamente com o decurso do prazo
nele previsto, contado da data em que tenha sido iniciada a constituição do crédito tributário pela
notificação, ao sujeito passivo, de qualquer medida preparatória indispensável ao lançamento.
Seção VIII
Prescrição
Art. 757. A ação para a cobrança de crédito tributário e fiscal prescreve em 5 (cinco) anos, contados
da data da sua constituição definitiva Parágrafo único. A prescrição se interrompe:
IV - por qualquer ato inequívoco ainda que extrajudicial, que importe em reconhecimento do débito
pelo devedor.
CAPÍTULO V
EXCLUSÃO
Seção I
Disposições Gerais
I - a isenção;
II - a anistia.
Parágrafo único. A isenção e a anistia, quando não concedidas em caráter geral, são efetivadas, em
cada caso, por despacho do Secretário, responsável pela área fazendária, em requerimento com o
qual o interessado faça prova do preenchimento das condições e do cumprimento dos requisitos
previsto em lei para a sua concessão.
Seção II
Isenção
Art. 759. A isenção é sempre decorrente de lei que especifique as condições e requisitos exigidos
para a sua concessão, os tributos a que se aplica e, sendo o caso, o prazo de sua duração.
I - às contribuições de melhoria;
Seção III
Anistia
Art. 760. A anistia abrange exclusivamente as infrações cometidas anteriormente à vigência da lei
que a concede, não se aplicando:
I - aos atos praticados com dolo, fraude ou simulação pelo sujeito passivo ou por terceiro em
benefício daquele;
II - às infrações resultantes de procedimento ardiloso entre duas ou mais pessoas físicas ou jurídicas.
I - em caráter geral;
II - limitadamente:
TÍTULO IV
ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA
CAPÍTULO I
FISCALIZAÇÃO
Art. 763. Os órgãos incumbidos da cobrança e fiscalização dos tributos municipais, sem prejuízo do
rigor e vigilância Indispensáveis ao bom desempenho de suas atividades, darão assistência aos
contribuintes sobre a interpretação e fiel observância das leis fiscais.
Art. 764. Os órgãos fazendários farão imprimir, distribuir ou autorizar a confecção e comercialização
de modelos de declarações e de documentos que devam ser preenchidos obrigatoriamente pelos
contribuintes para o efeito de fiscalização, lançamento, cobrança e recolhimento de tributos e preços
públicos municipais.
Art. 765. A aplicação dg Legislação Tributária será privativa das Autoridades Fiscais.
Art. 766. São Autoridades Fiscais:
I - O Prefeito;
Art. 767. Mediante intimação escrita, são obrigados a prestar à Autoridade Fiscal todas as
informações de que disponham com relação aos bens, negócios ou atividades de terceiros:
Parágrafo único. A obrigação prevista neste art. 767 não abrange a prestação de informações quanto
a fatos sobre os quais o informante esteja legalmente obrigado a observar segredo em razão de
cargo, ofício, função, ministério, atividade ou profissão.
Art. 768. Sem prejuízo do disposto na legislação criminal, é vedada a divulgação, para qualquer fim,
por parte da Fazenda Pública Municipal ou de seus funcionários, de qualquer informação, obtida em
razão do ofício, sobre a situação econômica ou financeira dos sujeitos passivos ou de terceiros e
sobre a natureza e o estado dos seus negócios ou atividades.
Art. 769. A Fazenda Pública Municipal permutará elementos de natureza fiscal com as Fazendas
Federal e Estadual, na forma a ser estabelecida em convênio entre elas celebrado, ou
independentemente deste ato, sempre que solicitada.
Art. 770. No caso de desacato ou de embaraço ao exercício de suas funções ou quando seja
necessária a efetivação de medidas acauteladoras no interesse do fisco, ainda que não configure
fato definido como crime, a Autoridade Fiscal poderá, pessoalmente ou através das repartições a que
pertencerem, requisitar o auxílio de força policial.
Parágrafo único. Constitui embaraço à fiscalização toda ação ou omissão voluntária, advinda do
contribuinte, de responsável ou de terceiro, que importe em deixar de atender em tempo hábil à
intimação expedida pela Fazenda Municipal para apresentar livros ou documentos, dificultando,
retardando ou impedindo o exercício da fiscalização. (Redação acrescida pela Lei Complementar
nº 114/2007)
CAPÍTULO II
DÍVIDA ATIVA
Art. 772. Constitui Dívida Ativa da Fazenda Pública Municipal os créditos de natureza tributária ou
não-tributária, regularmente inscritos na repartição administrativa competente, depois de esgotado o
prazo fixado, para pagamento, por lei ou por decisão final proferida em processo regular.
§ 1º A inscrição far-se-á, após o exercício, quando se tratar de tributos lançados por exercício, e, nos
demais casos, a inscrição será feita após o vencimento dos prazos previstos para pagamento, sem
prejuízo dos acréscimos legais e moratórios.
§ 2º A inscrição do débito não poderá ser feita na Dívida Ativa enquanto não forem decidido
definitivamente a reclamação, o recurso ou o pedido de reconsideração.
§ 3º Ao contribuinte não poderá ser negada certidão negativa de débito ou de quitação, desde que
garantido o débito fiscal questionado, através de caução do seu valor, em espécie.
Art. 773. São de natureza tributária os créditos provenientes de obrigações legais relativas à tributos
e respectivos adicionais e multas.
Art. 774. São de natureza não-tributária os demais créditos decorrentes de obrigações, de qualquer
origem ou modalidade, exceto as tributárias, devidas à Fazenda Pública Municipal.
Art. 775. Os créditos da Fazenda Pública Municipal, de natureza tributária ou não tributária, serão
escriturados como receita do exercício em que forem arrecadados, nas respectivas rubricas
orçamentárias.
Parágrafo único. Os créditos da Fazenda Pública Municipal, de natureza tributária ou não tributária,
exigíveis pelo transcurso do prazo para pagamento, serão inscritos, na forma da legislação própria,
como dívida ativa, em registro próprio, depois de efetuado o controle administrativo de sua legalidade
e de apurada a sua liquidez e a sua certeza.
Art. 776. A DAFAM - Dívida Ativa da Fazenda Pública Municipal é constituída pela:
§ 1º A DAT - Dívida Ativa Tributária é constituída pelos créditos da Fazenda Pública Municipal, de
natureza tributária, exigíveis pelo transcurso do prazo para pagamento, inscritos, na forma da
legislação própria, como dívida ativa, em registro próprio, depois de efetuado o controle
administrativo de sua legalidade e de apurada a sua liquidez e a sua certeza.
§ 2º A DNT - Dívida Ativa Não Tributária é constituída pelos créditos da Fazenda Pública Municipal,
de natureza não tributária, exigíveis pelo transcurso do prazo para pagamento, inscritos, na forma da
legislação própria, como Dívida Ativa, em registro próprio, depois de efetuado o controle
administrativo de sua legalidade e de apurada a sua liquidez e a sua certeza.
CAPÍTULO III
DAT - DÍVIDA ATIVA TRIBUTÁRIA
Art. 777. A DAT - Dívida Ativa Tributária, constituída pelos créditos da Fazenda Pública Municipal, de
natureza tributária, regularmente inscrita na repartição administrativa competente, depois de
esgotado o prazo fixado, para pagamento, pela lei ou por decisão final proferida em processo regular,
é a proveniente;
I - tributo;
I - atualização monetária;
II - multa;
IV - juros de mora.
Art. 778. A DAT - Dívida Ativa Tributária, regularmente inscrita, goza da presunção de certeza e
liquidez e tem o efeito de prova pré-constituída.
DAT = ?n (CFP-I-T)n
DAT = (CFP+T)1 + (...)+(CFP-I-T)n
LEGENDA DESCRICÃO
DAT Dívida Ativa Tributária
Crédito da Fazenda Pública, de Natureza Tributária, Exigível Após Vencimento,
CFP-I-T
Inscrito em Dívida Ativa
? Somatório
N Número Natural
LEGENDA DESCRIÇÃO
DAT Dívida Ativa Tributária
PT Pagamento de Tributo
PPP Pagamento de Penalidade Pecuniária
AD Adicionais
AM Atualização Monetária
MM Multa de Mora
JM Juros de Mora
CAPÍTULO IV
DNT - DÍVIDA ATIVA NÃO TRIBUTÁRIA
Art. 781. A DNT - Dívida Ativa Não Tributária, constituída pelos créditos da Fazenda Pública
Municipal, de natureza não tributária, é a proveniente:
IV - custas processuais;
IX - contratos em geral;
I - atualização monetária;
II - multa;
IV - juros de mora;
V - Demais adicionais.
Art. 782. A DNT - Dívida Ativa Não Tributária, regularmente inscrita, goza da presunção de certeza e
liquidez.
Parágrafo único. A presunção de certeza e liquidez da DNT - Dívida Ativa Não Tributária é relativa e
pode ser ilidida por prova inequívoca, a cargo do executado ou de terceiros, a quem aproveite.
LEGENDA DESCRIÇÃO
DNT Dívida Ativa Não-Tributária
CFP-I-NT Crédito da Fazenda Pública, de Natureza Não-Tributária, Exigível Após Vencimento, Inscrito
I Somatório
N Número Natural
LEGENDA DESCRIÇÃO
DNT Dívida Ativa Não Tributária
OLNT Obrigação Legal Não Tributária
AD Adicionais sobre Obrigação Legal Não Tributária
AM Atualização Monetária
MM Multa de Mora
JM Juros de Mora
DA Demais Adicionais
CAPÍTULO V
TIDA - T - TERMO DE INSCRIÇÃO DA DÍVIDA ATIVA TRIBUTÁRI
II - indicará obrigatoriamente;
a) o nome do devedor e, sendo caso, o dos corresponsáveis, bem como, sempre que possível, o
domicílio ou a residência de um e de outros;
b) a quantia devida e a metodologia de cálculo dos juros de mora acrescidos;
c) a origem, a natureza e a fundamentação legal do crédito tributário;
d) a data em que foi inscrita;
e) sendo caso, o número do processo administrativo de que se originar o crédito.
§ 1º O TIDA-T - Termo de Inscrição da Dívida Ativa Tributária será preparado e numerado por
processo eletrônico.
§ 2º O modelo do TIDA-T - Termo de Inscrição da Dívida Ativa Tributária será baixado, através de
Decreto, pelo Chefe do Executivo.
CAPÍTULO VI
LRDA-T - LIVRO DE REGISTRO DA DÍVIDA ATIVA TRIBUTÁRIA
I - é de uso obrigatório para escriturar os TIDA-Ts - Termos de Inscrição da Dívida Ativa Tributária;
§ 1º O LRDA-T - Livro de Registro da Dívida Ativa Tributária será preparado e numerado por
processo eletrônico. Registro da Dívida Ativa Tributária será baixado, através de Decreto, pelo Chefe
do Executivo.
CAPÍTULO VII
CDA-T - CERTIDÃO DE DÍVIDA ATIVA TRIBUTÁRIA
II - indicará obrigatoriamente:
a) o nome do devedor e, sendo caso, o dos corresponsáveis, bem como, sempre que possível, o
domicílio ou a residência de um e de outros;
b) a quantia devida e a metodologia de cálculo dos juros de mora acrescidos;
c) a origem, a natureza e a fundamentação legal do crédito tributário;
d) a data em que foi inscrita:
§ 1º A CDA-T - Certidão de Dívida Ativa Tributária será preparado e numerado por processo
eletrônico.
§ 2º O modelo da CDA-T - Certidão de Dívida Ativa Tributária será baixado, através de Decreto, pelo
Chefe do Executivo.
CAPÍTULO VIII
TIDA-NT-TERMO DE INSCRIÇÃO DA DÍVIDA ATIVA NÃO TRIBUTÁRIA
Art. 788. O TIDA-NT - Termo de Inscrição da Dívida Ativa Não Tributária deverá conter:
IV - A metodologia de cálculo:
VI - a indicação, se for o caso, de estar a dívida sujeita à AM - Atualização Monetária, bem como o
respectivo fundamento legal e o TI - Termo Inicial para o cálculo:
§ 1º O TIDA-NT - Termo de Inscrição da Dívida Ativa Não Tributária será preparado e numerado por
processo eletrônico.
§ 2º O modelo do TIDA-NT - Termo de Inscrição da Dívida Ativa Não Tributária será baixado, através
de Decreto, pelo Chefe do Executivo.
CAPÍTULO IX
LRDA-NT - LIVRO DE REGISTRO DA DÍVIDA ATIVA NÃO TRIBUTÁRIA
I - é de uso obrigatório para escriturar os TIDA-NTs - Termos de Inscrição da Dívida Ativa Não
Tributária:
§ 1º O LRDA-NT - Livro de Registro da Dívida Ativa Não Tributária será preparado e numerado por
processo eletrônico.
§ 2º O modelo do LRDA-NT - Livro de Registro da Dívida Ativa será baixado, através de Decreto,
pelo Chefe do Executivo.
CAPÍTULO X
CDA-NT - CERTIDÃO DE DÍVIDA ATIVA NÃO TRIBUTÁRIA
Art. 790. A CDA-NT - Certidão de Dívida Ativa Não Tributária deverá conter:
IV - A metodologia de cálculo:
VI - a indicação, se for o caso, de estar a dívida sujeita à AM - Atualização Monetária, bem como o
respectivo fundamento legal e o TI - Termo Inicial para o cálculo;
§ 1º A CDA-NT - Certidão de Dívida Ativa Não Tributária será preparado e numerado por processo
eletrônico.
§ 2º O modelo da CDA-NT - Certidão de Dívida Ativa Não Tributária será baixado, através de
Decreto, pelo Chefe do Executivo.
§ 3º A CDA-NT - Certidão de Dívida Ativa Não Tributária será autenticada pelo responsável pelo
Órgão de Dívida Ativa.
§ 4º A CDA-NT - Certidão de Dívida Ativa Não Tributária poderá substituir o TIDA-NT - Termo de
Inscrição da Dívida Ativa Não Tributária.
§ 5º Até a decisão de primeira instância, a CDA-NT - Certidão de Dívida Ativa Não Tributária poderá
ser emendada ou substituída, assegurada ao executado a devolução do prazo para embargos.
CAPÍTULO XI
NULIDADE DA INSCRIÇÃO E DO PROCESSO DE COBRANÇA DA DÍVIDA ATIVA TRIBUTÁRIA
Art. 791. São causas de nulidade da inscrição na DAT - Dívida Ativa Tributária e, por conseguinte,
também, do PC-DAT - Processo de Cobrança da Dívida Ativa Tributária, a omissão, no TIDA-T -
Termo de Inscrição da Dívida Ativa Tributária.
II - da indicação:
Art. 792. São causas de nulidade da inscrição na DAT - Dívida Ativa Tributária e, por consequência,
também, do PC-DAT - Processo de Cobrança da Dívida Ativa Tributária, o erro, no TIDA-T - Termo
de Inscrição da Dívida Ativa Tributária:
II - na indicação:
Art. 793. São causas de nulidade da inscrição na DAT - Dívida Ativa Tributária e, por conseguinte,
também, do PC-DAT - Processo de Cobrança da Dívida Ativa Tributária, a omissão, na CDA-T -
Certidão de Dívida Ativa Tributária:
II - da indicação:
Art. 794. São causas de nulidade da inscrição na DAT - Dívida Ativa Tributária e, por consequência,
também, do PC-DAT - Processo de Cobrança da Dívida Ativa Tributária, o erro, na CDA-T - Certidão
de Dívida Ativa Tributária:
II - na indicação:
Art. 795. A nulidade da inscrição e do processo de cobrança da DAT - Dívida Ativa Tributária poderá
ser sanada antes de proferida a decisão de primeira instância judicial, mediante substituição da CDA-
T - Certidão de Dívida Ativa Tributária nula, devolvido ao sujeito passivo, acusado ou interessado, o
prazo para defesa, que somente poderá versar sobre a parte modificada.
§ 1º Depois de proferida a decisão de primeira instância judicial, a CDA-T - Certidão de Dívida Ativa
Tributária não mais poderá ser substituída.
§ 3º Estando, ainda, dentro do prazo prescricional, pode a Fazenda Pública Municipal, novamente,
inscrever o crédito tributário na DAT - Dívida Ativa Tributária, lavrando, desta vez, corretamente, o
TIDA-T - Termo de Inscrição em Dívida Ativa Tributária e a CDA-T - Certidão de Dívida Ativa
Tributária, abrindo, assim, novo processo de cobrança da DAT - Dívida Ativa Tributária.
CAPÍTULO XII
PAD - PROCESSO ADMINISTRATIVO DE INSCRIÇÃO DA DAFAM - DÍVIDA ATIVA DA FAZENDA
PÚBLICA MUNICIPAL
Art. 796. O PAD - Processo Administrativo de Inscrição de Dívida Ativa da Fazenda Pública
Municipal deverá ser mantido no Órgão responsável pela Dívida Ativa.
§ 1º Havendo requisição pelas partes, pelo juiz ou pelo ministério público, serão extraídas cópias
autenticadas ou certidões do PAD - Processo Administrativo de Inscrição de Dívida Ativa da Fazenda
Pública Municipal.
§ 2º Mediante requisição do Juiz a repartição competente, com dia e hora previamente marcados,
poderá o PAD - Processo Administrativo de Inscrição de Dívida Ativa da Fazenda Pública Municipal
ser exibido na sede do juízo, pelo funcionário para esse fim designado, lavrando o serventuário termo
da ocorrência, com indicação, se for o caso, das peças a serem trasladadas.
Art. 797. O PAD - Processo Administrativo de Inscrição de Dívida Ativa da Fazenda Pública
Municipal será:
III - Formado, cronologicamente, pelo MACAL - Mapa de Controle Administrativo da Legalidade, pelo
MALIC - Mapa de Apuração da Liquidez _e da Certeza, pelo TIDA - Termo de Inscrição de Dívida
Ativa e pela CDA - Certidão de Dívida Ativa.
CAPÍTULO XIII
CAL-T - CONTROLE ADMINISTRATIVO DA LEGALIDADE DO CRÉDITO DA FAZENDA PÚBLICA
MUNICIPAL DE NATUREZA TRIBUTÁRIA
Art. 798. Para o Município estabelecer CAL-T-Controle Administrativo da Legalidade dos Tributos
Vencidos, objetivando a ALIC-Apuração Administrativa de sua Liquidez e Certeza, com a Finalidade
de inscrevê-lo na DAT - Dívida Ativa Tributária, deverá efetuar 5 (cinco) SALs - Subcontroles
Administrativos da Legalidade.
Art. 804. O CAL-T - Controle Administrativo da Legalidade de Tributo Vencido deverá ser efetuado
através do MACAL-T - Mapa de Controle Administrativo da Legalidade Tributária.
CAPÍTULO XIV
ALIC-T - APURAÇÃO ADMINISTRATIVA DA LIQUIDEZ E DA CERTEZA DO CRÉDITO DA
FAZENDA PÚBLICA MUNICIPAL DE NATUREZA TRIBUTÁRIA
Art. 805. Para o Município estabelecer ALIC-T - Apuração Administrativa da Liquidez e da Certeza
dos Tributos Vencidos, com a Finalidade de inscrevê-lo na DAT - Dívida Ativa Tributária, deverá
efetuar 6 (seis) SALICs - Sub-apurações Administrativas da Certeza e da Liquidez.
Art. 812. A ALIC-T - Apuração Administrativa da Liquidez e da Certeza dos Tributos Vencidos deverá
ser efetuada através do MALIC-T - Mapa de Apuração da Liquidez e da Certeza Tributária.
Art. 813. A fluência de juros de mora na dinamização da composição da DAT - Dívida Ativa Tributária
não exclui, não desfigura, não descaracteriza e nem afeta o caráter estático de liquidez do Crédito de
Natureza Tributária da Fazenda Pública Municipal.
CAPÍTULO XV
CAL-NT - CONTROLE ADMINISTRATIVO DA LEGALIDADE DO CRÉDITO DA FAZENDA PÚBLICA
MUNICIPAL DE NATUREZA NÃO TRIBUTÁRIA
Art. 814. Para o Município estabelecer CAL-NT - Controle Administrativo da Legalidade dos Créditos
Não Tributários Vencidos, objetivando a ALIC - Apuração Administrativa de sua Liquidez e Certeza,
com a Finalidade de inscrevê-lo na DNT - Dívida Ativa Não Tributária, deverá efetuar 5 (cinco) SALs -
Subcontroles Administrativos da Legalidade.
Art. 820. O CAL-NT - Controle Administrativo da Legalidade de Crédito Não Tributário Vencido
deverá ser efetuado através do MACAL-NT - Mapa de Controle Administrativo da Legalidade Não
Tributária.
CAPÍTULO XVI
ALIC-NT - APURAÇÃO ADMINISTRATIVA DA LIQUIDEZ E DA CERTEZA DO CRÉDITO DA
FAZENDA PÚBLICA MUNICIPAL DE NATUREZA NÃO TRIBUTÁRIA
Art. 821. Para o Município estabelecer ALIC-NT - Apuração Administrativa da Liquidez e da Certeza
dos Créditos Não Tributários Vencidos, com a Finalidade de inscrevê-lo na DNT - Dívida Ativa Não
Tributária, deverá efetuar 6 (seis) SALICs - Sub-apurações Administrativas da Certeza e da Liquidez.
Art. 828. A ALIC-T - Apuração Administrativa da Liquidez e da Certeza dos Créditos Não Tributários
Vencidos deverá ser efetuada através do MALIC-NT - Mapa de Apuração da Liquidez e da Certeza
Não Tributária.
§ 3º O MALIC-NT - Mapa de Apuração da Liquidez e da Certeza Não Tributária será autenticado pelo
responsável pelo Órgão de Dívida Ativa.
CAPÍTULO XVII
CERTIDÕES NEGATIVAS
Art. 829. Ficam instituídas a CND - Certidão Negativa de Débito, a CPD - Certidão Positiva de Débito
e a CPND - Certidão Positiva com Efeito de Negativa de Débito.
Art. 830. A Fazenda Pública Municipal exigirá a CND - Certidão Negativa de Débito ou a CPND -
Certidão Positiva com Efeito de Negativa de Débito, como prova de quitação ou regularidade de
créditos tributários e não-tributários.
Art. 831. A CND - Certidão Negativa de Débito, a CPD - Certidão Positiva de Débito e a CPND -
Certidão Positiva com Efeito de Negativa de Débito serão expedidas mediante Requerimento do
Interessado ou de seu representante legal, devidamente habilitados.
§ 1º A Certidão Negativa de Débito - CND poderá ser requerida por meio da rede mundial de
computadores (internet) pelos contribuintes que se encontrarem em absoluta regularidade junto à
Fazenda Municipal. (Redação acrescida pela Lei Complementar nº 134/2009)
Parágrafo único. O modelo de Requerimento do Interessado será baixado, através de Decreto, pelo
Chefe do Executivo.
Art. 833. A CND - Certidão Negativa de Débito, a CPD - Certidão Positiva de Débito e a CPND -
Certidão Positiva com Efeito de Negativa de Débito, relativas à situação fiscal e a dados cadastrais,
só serão expedidas após as informações fornecidas pelos órgãos responsáveis pelos dados a serem
certificados.
Art. 834. Será expedida a CND - Certidão Negativa de Débito se não for constatado a existência de
créditos não vencidos:
§ 2º O modelo de CND - Certidão Negativa de Débito será baixado, através de Decreto, pelo Chefe
do Executivo.
Art. 836. Será expedida a CPND - Certidão Positiva com Efeito de Negativa de Débito se for
constatado a existência de créditos não vencidos:
§ 1º A CPND - Certidão Positiva com Efeito de Negativa de Débito surtirá os mesmos efeitos que a
CND - Certidão Negativa de Débito.
§ 2º A CPND - Certidão Positiva com Efeito de Negativa de Débito terá validade de 30 (trinta) dias.
§ 3º O modelo de CPND - Certidão Positiva com Efeito de Negativa de Débito será baixado, através
de Decreto, pelo Chefe do Executivo.
Art. 836. Será expedida a CPD - Certidão Positiva de Débito se for constatado a existência de
créditos vencidos:
§ 1º A CPD - Certidão Positiva de Débito não surtirá os mesmos efeitos que a CND - Certidão
Negativa de Débito.
§ 3º O modelo de CPD - Certidão Positiva de Débito será baixado, através de Decreto, pelo Chefe do
Executivo.
Art. 837. O prazo máximo para a expedição de certidão será de 10 (dez) dias, contados a partir do
primeiro dia útil após a entrada do requerimento na repartição competente.
Art. 838. A CND - Certidão Negativa de Débito, a CPD - Certidão Positiva de Débito e a CPND -
Certidão Positiva com Efeito de Negativa de Débito Certidão Negativa;
I - não servirão de prova contra cobrança de quaisquer débitos referentes a recolhimentos que não
tenham sido efetuados e que venham a ser apurados pela Fazenda Pública Municipal, conforme
prerrogativa legal prevista nos Incisos de I a IX do Artigo 149 da Lei Federal Nº 5172, de 25-10-1966
- Código Tributário Nacional;
II - serão eficazes, dentro de seu prazo de validade e para o fim a que se destinam, perante qualquer
órgão ou entidade da Administração Federal, Estadual e Municipal, Direta ou Indireta.
Art. 839. A prática de ato indispensável para evitar a caducidade de direito dispensa a prova de
quitação de tributos, a CND - Certidão Negativa de Débito.
Parágrafo único. A dispensa a prova de quitação de tributos, a CND - Certidão Negativa de Débito,
não elimina, porém, a responsabilidade;
I - de todos 08 participantes responderem, no ato, pelo tributo, porventura, devido, pelos juros de
mora e pelas penalidades cabíveis, excetuadas às relativas a infrações:
Art. 840. A CND - Certidão Negativa de Débito expedida com dolo ou fraude, contendo erro contra a
Fazenda Pública, responsabiliza, pessoalmente, o funcionário responsável pela expedição, pelo
crédito tributário e pelos juros de mora acrescidos.
Art. 841. Na expedição de CND - Certidão Negativa de Débito dolosa ou fraudulenta contra a
Fazenda Pública, a responsabilidade pessoal, do funcionário responsável, pelo crédito tributário e
pelos juros de mora acrescidos, não exclui a responsabilidade criminal e funcional que no caso
couber.
Art. 842. Sem prejuízo das Responsabilidades Pessoal e Criminal, será exonerado, a bem do serviço
público, o servidor que expedir Certidão dolosa ou fraudulenta contra a Fazenda Pública Municipal.
Art. 843. As certidões serão solicitadas mediante requerimento da parte interessada ou de seu
representante legal, devidamente habilitados, o qual deverá conter;
a) nome ou razão social;
b) endereço ou domicílio tributário;
c) profissão, ramo de atividade e número de inscrição;
d) início de atividade;
e) finalidade a que se destina;
f) o período a que se refere o pedido, quando for o caso;
g) assinatura do requerente.
Art. 844. As certidões relativas à situação fiscal e dados cadastrais só serão expedidas após as
informações fornecidas pelos órgãos responsáveis pelos dados a serem certificados.
Parágrafo único. Considera-se crédito tributário e fiscal devidamente constituído, para efeito deste
art. 845:
IV - O débito confessado.
Art. 846. Na hipótese de comprovação, pelo interessado, de ocorrência de fato que importe em
suspensão de exigibilidade de crédito tributário e fiscal ou no adiantamento de seu vencimento, a
certidão será expedida com as ressalvas necessárias.
Parágrafo único. A certidão emitida nos termos deste art. 846 terá validade de certidão negativa
enquanto persistir a situação.
Art. 847. Será pessoalmente responsável, criminal e funcionalmente, o servidor que, por dolo,
fraude, simulação ou negligência, expedir ou der causa à expedição de certidão incorreta.
Art. 848. O prazo máximo para a expedição de certidão será de 10 (dez) dias, contados a partir do
primeiro dia útil após a entrada do requerimento na repartição competente.
§ 1º As certidões poderão ser expedidas pelo processo mecânico ou eletrônico e terão validade de
180 (cento e oitenta) dias.
§ 2º As certidões serão assinadas pelo Diretor do Departamento responsável pela sua expedição.
Art. 849. A Certidão Negativa será eficaz, dentro de seu prazo de validade e para o fim a que se
destina, perante qualquer órgão ou entidade da Administração Federal, Estadual e Municipal, Direta
ou Indireta.
CAPÍTULO XVIII
COBRANÇA FAZENDÁRIA
Seção I
Siscof - Sistemática Permanente de Cobrança Fazendária
Art. 851. A SISCOF - Sistemática Permanente de Cobrança Fazendária será implementada através
dos seguintes procedimentos;
§ 1º Os Créditos da Fazenda Pública Municipal, de natureza tributária e não-tributária, exigíveis após
vencimento do prazo para pagamento, ainda não inscritos em Dívida Ativa, deverão ser objetos de
Cobrança Amigável.
III - Emissão de REL-CLD - Relatório Mensal, por ordem decrescente de valores, de Contribuintes
Não-Inscritos em Dívida Ativa e Omissos com a CLD - Carta de Lembrete de Débito - O REL-CLD
deverá ser emitido até o vigésimo dia útil de cada mês;
V - Após 1 (um) mês de cobrança administrativa amigável, os débitos que não forem quitados e nem
parcelados, deverão ser encaminhados para inscrição em Dívida Ativa.
§ 3º O Encaminhamento para Inscrição em Dívida Ativa será operacionalizado através das seguintes
medidas;
III - Emissão de REL-CCI - Relatório Mensal, por ordem decrescente de valores, de Contribuintes
Não-Inscritos em Dívida Ativa e omissos com a CCI - Carta de Comunicação de Inscrição em Dívida
Ativa - O REL-CCI deverá ser emitido até o vigésimo dia útil de cada mês.
Seção II
Regras Específicas Para Inscrição em Dívida Ativa da Fazenda Pública Municipal
Art. 852. O crédito da fazenda pública municipal, de natureza tributária e não tributária, exigível após
o vencimento do prazo para pagamento, não liquidado, em cada exercício, até o dia 30 de setembro,
depois de passar pela Sistemática Permanente de Cobrança Fazendária, e pela da verificação do
controle administrativo da sua legalidade e da apuração administrativa da sua liquidez e da sua
certeza, será inscrito, até o dia 31 de dezembro, como dívida ativa da fazenda pública municipal.
Art. 853. A dívida ativa da fazenda pública municipal, enquanto não liquidada, sobre o montante do
débito de 31 de dezembro do ano anterior, estará sujeita, a partir de primeiro de janeiro de cada
exercício subsequente:
I - em caráter de continuidade:
a) à atualização monetária, sobre o valor principal, corrigida pelo índice de atualização do VRM -
Valor de Referência do Município. (Redação dada pela Lei Complementar nº 262/2020)
b) a juros moratórios de 1% (um por cento) ao mês, observadas as disposições do art. 734 deste
Código. (Redação dada pela Lei Complementar nº 262/2020)
Art. 854. Enquanto não for iniciada a cobrança judicial, os débitos inscritos em dívida ativa da
Fazenda Pública Municipal deverão ser incluídos na guia de arrecadação dos exercícios
subsequentes, para sua liquidação conjunta ou separada.
Seção III
Normas Específicas Para Cobrar, Protestar, Terceirizar a Cobrança e Ajuizar a Dívida Ativa da
Fazenda Pública Municipal
Art. 855. Os Créditos da Fazenda Pública Municipal, de natureza tributária e não tributária, exigíveis
após vencimento do prazo para pagamento, regularmente inscritos em Dívida Ativa:
I - Após a expedição da CDA - Certidão de Dívida Ativa, dentro de um período de 3 (três) meses,
poderão ser objeto de cobrança administrativa amigável;
II - Que, após 3 (três) meses de cobrança administrativa amigável, não forem quitados e nem
parcelados, poderão ser objeto de protesto em cartório;
III - Que, após 3 (três) meses de protesto em cartório, não forem quitados e nem parcelados,
poderão ser objeto de terceirização de cobrança. A terceirização da cobrança da Dívida Ativa deverá
ocorrer mediante assinatura de convênio com instituições financeiras:
IV - Que, após 3 (três) meses de cobrança terceirizada, não forem quitados e nem parcelados,
poderão ser objeto de execução fiscal.
Seção IV
Sisdat - Sistemática Permanente de Cobrança de Dívida Ativa
Art. 856. Fica instituída a SISDIV - Sistemática Permanente de Cobrançaa de Dívida Ativa.
Art. 857. A SISDIV - Sistemática Permanente de Cobrança de Dívida Ativa será implementada
através dos seguintes procedimentos:
Parágrafo único. Os Créditos da Fazenda Pública Municipal, de natureza tributária e não tributária,
exigíveis após vencimento do prazo para pagamento, regularmente inscritos em Dívida Ativa:
I - Após a expedição da CDA - Certidão de Dívida Ativa, dentro de um período de 3 (três) meses, os
Créditos da Fazenda Pública Municipal poderão ser objeto de cobrança amigável.
III - Após 3 (três) meses de cobrança administrativa amigável, os Créditos da Fazenda Pública
Municipal que não forem quitados e nem parcelados, poderão ser objeto de protesto em cartório;
V - Após 3 (três) meses de protesto em cartório, os Créditos da Fazenda Pública Municipal que não
forem quitados e nem parcelados, poderão ser objeto de terceirização da cobrança.
VII - Após 3 (três) meses de Cobrança Terceirizada, os Créditos da Fazenda Pública Municipal que
não forem quitados e nem parcelados, deverão ser objeto de Execução Fiscal.
Seção V
Mida - Mecanismo Integrado de Dívida Ativa
Art. 858. Fica Instituído o MIDA - Mecanismo Integrado de Cobrança de Dívida Ativa.
a) Toda vez que um contribuinte transacionar com a APM - Administração Pública Municipal, será
verificado o "NADA CONSTA" no SISDAT - Sistema de Dívida Ativa;
b) Caso o contribuinte obtenha o "NADA CONSTA", será entregue um TPRF
- Termo de Parabenização pela Regularidade Fiscal;
c) Caso o contribuinte não obtenha o `NADA CONSTA", será entregue um TCIF - Termo de
Comunicação de Irregularidade Fiscal.
Parágrafo único. Enquanto o Banco de Dados do SISDAT - Sistema de Dívida Ativa não estiver
integrado com todos os Bancos de Dados Disponíveis na APM - Administração Pública Municipal:
Art. 860. Todos os Servidores da APM - Administração Pública Municipal envolvidos, diretamente e
indiretamente, com o MIDA - Mecanismo Integrado de Cobrança de Dívida Ativa, ficam obrigados ao
fiel cumprimento desta Lei, sob pena de responsabilidade funcional.
Seção VI
Sispac - Sistemática Permanente de Acerto de Contas
I - Consiste na Integração da Dívida Ativa com todos os Órgãos, da APM - Administração Pública
Municipal, que efetuam Pagamento para Contribuintes;
a) Toda vez que um contribuinte for receber algum pagamento da APM - Administração Pública
Municipal, será verificado o "NADA CONSTA" no SISDAT - Sistema de Dívida Ativa;
b) Caso o contribuinte obtenha o "NADA CONSTA", além da efetivação do pagamento, será entregue
um TPRF - Termo de Parabenização pela Regularidade Fiscal.
c) Caso o contribuinte não obtenha o "NADA CONSTA", será entregue um TCIF - Termo de
Comunicação de Irregularidade Fiscal e uma PAG - Proposta dê Acerto de Contas.
Parágrafo único. Enquanto o Banco de Dados do SISDAT - Sistema de Dívida Ativa não estiver
integrado com todos os Bancos de Dados Disponíveis na APIVI - Administração Pública Municipal;
Art. 863. Todos os Servidores da APM - Administração Pública Municipal envolvidos, diretamente e
indiretamente, com a SISPAC - Sistemática Permanente de Acerto de Contas, ficam obrigados ao fiel
cumprimento desta Lei, sob pena de responsabilidade funcional.
Seção VII
Refis - Municipal - Programa de Recuperação Fiscal
Art. 866. A administração do REFIS MUNICIPAL será exercido pelo Órgão Responsável pela
Cobrança Fazendária, a quem compete o gerenciamento e a implementação dos procedimentos
necessários à execução do Programa, notadamente:
Art. 867. O ingresso no REFIS MUNICIPAL dar-se-á por opção da pessoa física ou jurídica, que fará
jus a regime especial de consolidação dos débitos fiscais referidos no art. 865 desta Lei.
Parágrafo único. O ingresso no REFIS MUNICIPAL, a critério do optante, poderá implicar a inclusão
da totalidade dos débitos referidos no art. 865 desta Lei, em nome da pessoa física ou jurídica,
inclusive os não constituídos, que serão incluídos no Programa mediante confissão, salvo aqueles
demandados judicialmente pela pessoa física ou jurídica e que, por sua opção, venham a
permanecer nessa situação.
Art. 868. A opção pelo REFIS MUNICIPAL poderá ser formalizada mediante utilização do "TOP-
REFIS MUNICIPAL - Termo de Opção do REFIS MUNICIPAL", conforme modelo a ser elaborado e
aprovado pelo Órgão Responsável pela Cobrança Fazendária.
§ 1º O TOP-REFIS MUNICIPAL - Termo de Opção do REFIS MUNICIPAL será:
I - encaminhado, via correio, para todas as pessoas físicas ou jurídicas com débitos fiscais inscritos
em dívida ativa;
II - entregue, no Órgão Responsável pela Cobrança Fazendária, para todas as pessoas físicas ou
jurídicas que queiram denunciar débitos fiscais ainda não constituídos, com a discriminação das
espécies dos tributos, bem como das respectivas competências;
III - firmado pela pessoa física ou jurídica, ou pelos respectivos responsáveis, sendo exigido destes
últimos a devida procuração;
IV - devolvido, devidamente preenchido e assinado, com o pagamento quitado, pela pessoa física ou
jurídica optante, ao Órgão Responsável pela Cobrança Fazendária, através da Agência Bancária na
qual foi efetuado o pagamento;
§ 2º No documento confirmatório da opção constará número gerado por algoritmo específico que
deverá ser utilizado, em conjunto com o número de inscrição no CNPJ ou no CPF, para pessoa
jurídica ou física, respectivamente, em todos os demais atos e procedimentos praticados no âmbito
do REFIS MUNICIPAL, constituindo, para todos os fins de direito, identificação eletrônica, ficando
sua utilização sob plena e total responsabilidade das pessoas física e jurídica optantes.
§ 3º Os débitos ainda não constituídos deverão ser confessados pela pessoa física ou jurídica, de
forma irretratável e irrevogável, nas condições estabelecidas pelo Órgão Responsável pela Cobrança
Fazendária.
Art. 869. Os débitos da pessoa física ou jurídica optante serão consolidados tomando por base a
data da formalização da opção.
§ 2º Na hipótese de crédito com exigibilidade suspensa por força de concessão de medida liminar em
mandado de segurança, a inclusão, no REFIS MUNICIPAL, dos respectivos débitos, fica
condicionada ao encerramento do feito por desistência expressa e irrevogável da respectiva ação
judicial e de qualquer outra, bem assim à renúncia do direito, sobre os mesmos débitos, ` obre o qual
se funda a ação.
§ 3º A inclusão dos débitos referidos no § 1º este Art. 869, bem assim a desistência ali referida
deverão ser formalizadas, mediante confissão, na forma estabelecida no § 3º do Art. 868 desta Lei,
nas condições estabelecidas pelo Órgão Responsável pela Cobrança Fazendária.
§ 4º Requerida a desistência da ação judicial, com renúncia ao direito sobre que se funda, os
depósitos judiciais efetuados deverão ser convertidos em renda, permitida inclusão no REFIS
MUNICIPAL de eventual saldo devedor.
§ 5º Os valores correspondentes a débitos, inscritos ou não em dívida ativa, poderão ser liquidados,
mediante solicitação expressa e irrevogável da pessoa física ou jurídica optante, mediante
compensação de créditos, líquidos e certos, vencidos ou vincendos, próprios ou de terceiros,
relativos a tributo incluído no âmbito do REFIS MUNICIPAL;
§ 6º A pessoa física ou jurídica, durante o período em que estiver incluída no REFIS MUNICIPAL,
poderá amortizar o débito consolidado mediante compensação de créditos, líquidos e certos,
vencidos ou vincendos, próprios ou de terceiros, sem prejuízo do pagamento das parcelas mensais.
§ 7º A opção pelo REFIS MUNICIPAL exclui qualquer outra forma de parcelamento de débitos
relativos aos tributos e contribuições referidos no art. 865 desta Lei.
I - a partir da data base da consolidação, terá, além da atualização monetária, os juros mora,
determinados nos termos da legislação vigente à época da ocorrência dos respectivos fatos
geradores, mas a multa moratória anistiada;
Art. 871. A opção pelo REFIS MUNICIPAL sujeita a pessoa física ou jurídica;
Art. 872. A pessoa física ou jurídica optante pelo REFIS MUNICIPAL será dele excluído nas
seguintes hipóteses, mediante ato do Órgão Responsável pela Cobrança Fazendária:
V - concessão de medida cautelar fiscal, nos termos da Lei nº 8397, de 06 de janeiro de 1992;
VII - decisão definitiva, na esfera judicial, total ou parcialmente desfavorável à pessoa física ou
jurídica;
Seção VIII
Sispar - Sistemática Permanente de Cobrança de Parcelamento de Débito Inadimplente
III - Emissão de REL-CLP - Relatório, por ordem decrescente de valores, de Contribuintes com
Parcelamento em Aberto e Omissos com a CLP - Carta de Lembrete de Parcelamento - O REL-CLP
deverá ser emitido até o vigésimo dia útil de cada mês;
VII - Emissão de REL-CPR - Relatório, por ordem decrescente de valores, de Contribuintes com
Parcelamento em Aberto e omissos com a CPR - Carta de Comunicação de Protesto - O REL-CPR
deverá ser emitido até o décimo quinto dia útil de cada mês;
VIII - Emissão de CDA - Certidão de Dívida Ativa, por ordem decrescente de valores, de
Contribuintes Inscritos em Dívida Ativa e omissos com a CPR - Carta de Comunicação de Protesto -
A CDA deverá ser emitida até o último dia útil de cada mês;
Art. 875. Fica o Chefe do Executivo autorizado, concedendo remissão, por se tratar de débito cujo
montante é inferior ao dos respectivos custos de cobrança;
I - A não inscrever, como Dívida Ativa, o crédito da fazenda pública municipal, de natureza tributária
e não tributária, exigível após o vencimento do prazo para pagamento, de valor consolidado igual ou
inferior a 5 (cinco) VRMs - Valores de Referências do Município;
II - A não protestar o crédito da fazenda pública municipal, de natureza tributária e não tributária,
exigível após o vencimento do prazo para pagamento, inscrito em Dívida Ativa, de valor consolidado
igual ou inferior a 50 (cinquenta) VRMs - Valores de Referências do Município;
III - A não executar o crédito da fazenda pública municipal, de natureza tributária e não tributária,
exigível após o vencimento do prazo para pagamento, inscrito em Dívida Ativa, de valor consolidado
igual ou inferior a 80 (oitenta) VRMs - Valores de Referências do Município.
Parágrafo único. Entende-se por valor consolidado o resultante da atualização do valor originário
mais os encargos e os acréscimos legais ou contratuais vencidos, até a data da apuração.
CAPÍTULO XIX
EXECUÇÃO FISCAL
I - O devedor;
II - O fiador;
III - O espólio;
IV - A massa;
V - O responsável, nos termos da lei, por dívidas, tributárias ou não - tributárias, de pessoas físicas
ou jurídicas de direito privado;
§ 4º Fica a Procuradoria Geral do Município autorizada a não ajuizar ações ou execuções fiscais de
débitos tributários e não tributários de valores consolidados iguais ou inferiores a 500 (quinhentos)
VRM. (Redação acrescida pela Lei Complementar nº 169/2013)
§ 7º Fica ressalvada a possibilidade de propositura de ação judicial cabível nas hipóteses de valores
consolidados inferiores ao limite estabelecido no § 4º, a critério do Procurador-Geral do Município.
(Redação acrescida pela Lei Complementar nº 169/2013)
§ 8º O valor previsto no § 4º poderá ser atualizado monetariamente, a critério do Poder Executivo,
mediante ato do Procurador-Geral do Município, ouvida a Secretaria Municipal de Fazenda e
Planejamento, sempre no mês de janeiro de cada ano, de acordo com a variação, nos doze meses
imediatamente anteriores, do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo apurado pelo Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística - IPCA/IBGE, ou outro índice que venha a substituí-lo. (Redação
acrescida pela Lei Complementar nº 169/2013)
§ 9º Fica autorizada a desistência das execuções fiscais relativas aos débitos abrangidos pelo § 4º,
independentemente do pagamento de honorários advocatícios pelo devedor. (Redação acrescida
pela Lei Complementar nº 169/2013)
II - Os débitos objeto de decisões judiciais já transitadas em julgado. (Redação acrescida pela Lei
Complementar nº 169/2013)
II - O pedido:
§ 1º A petição inicial será instruída com a Certidão da Dívida Ativa, que dela fará parte integrante,
como se estivesse transcrita.
§ 2º A petição inicial e a Certidão da Dívida Ativa poderão constituir um Único documento, preparado
inclusive por processo eletrônico.
Art. 878. Em garantia da execução, pelo valor da dívida, juros e multa de mora e encargos indicados
na Certidão da Dívida Ativa, o executado poderá;
IV - indicar à penhora bens oferecidos por terceiros e aceitos pela Fazenda Pública Municipal.
§ 1º O executado só poderá indicar e o terceiro oferecer bem imóvel à penhora com o consentimento
expresso do respectivo cônjuge.
§ 2º Juntar-se-á aos autos a prova do depósito, da fiança bancária ou da penhora dos bens do
executado ou de terceiros.
§ 6º O executado poderá pagar parcela da dívida, que julgar incontroversa, e garantir a execução do
saldo devedor.
Art. 879. Não ocorrendo o pagamento, nem a garantia da execução, a penhora poderá recair em
qualquer bem do executado, exceto os que a lei declare absolutamente impenhoráveis.
Art. 880. Se, antes da decisão de primeira instância, a inscrição de Dívida Ativa for, a qualquer título,
cancelada, a execução fiscal será extinta, sem qualquer ônus para as partes.
Art. 881. A discussão judicial da Dívida Ativa da Fazenda Pública Municipal só é admissível em
execução, na forma da Lei Federal nº 6.830, de 22 de setembro de 1980, salvo as hipóteses de
mandado de segurança, ação de repetição do indébito ou ação anulatória do ato declarativo da
dívida, esta precedida do depósito preparatório do valor do débito, monetariamente corrigido e
acrescido dos juros e multa de mora e demais encargos.
Parágrafo único. A propositura, pelo contribuinte, da ação prevista neste art. 881, importa em
renúncia ao poder de recorrer na esfera administrativa e desistência do recurso acaso interposto.
Art. 882. A Fazenda Pública Municipal não está sujeita ao pagamento de custas e emolumentos. A
prática dos atos judiciais de seu interesse independerá de preparo ou de prévio depósito.
Parágrafo único. Se vencida, a Fazenda Pública Municipal ressarcirá o valor das despesas feitas
pela parte contrária.
Art. 883. O processo administrativo correspondente à inscrição de Dívida Ativa, à execução fiscal ou
à ação proposta contra a Fazenda Pública Municipal será mantido na repartição competente, dele se
extraindo as cópias autenticadas ou certidões que forem requeridas pelas partes ou requisitadas pelo
juiz ou pelo Ministério Público.
Parágrafo único. Mediante requisição do juiz à repartição competente, com dia e hora previamente
marcados, poderá o processo administrativo ser exibido, na sede do juízo, pelo funcionário para esse
fim designado, lavrando o serventuário termo da ocorrência, com indicação, e for o caso, das peças a
serem trasladadas.
CAPÍTULO XX
GARANTIAS E PRIVILÉGIOS
Seção I
Disposições Gerais
Art. 884. Sem prejuízo dos privilégios especiais sobre determinados bens, que sejam previsto em lei,
responde pelo pagamento do crédito tributário a totalidade dos bens e das rendas, de qualquer
origem ou natureza, do sujeito passivo, seu espólio ou sua massa falida, inclusive os gravados por
ônus real ou cláusula de inalienabilidade ou impenhorabilidade, seja qual for a data da constituição
do ônus ou da cláusula, excetuados unicamente os bens e rendas que a lei declare absolutamente
impenhoráveis.
Art. 885. Presume-se fraudulenta a alienação ou oneração de bens ou rendas, ou seu começo, por
sujeito passivo em débito para com a Fazenda Pública Municipal por crédito tributário regularmente
inscrito como dívida ativa em fase de execução.
Parágrafo único. O disposto neste art. 885 não se aplica na hipótese de terem sido reservados pelo
devedor bens ou rendas suficientes ao total pagamento da dívida em fase de execução.
Seção II
Preferências.
Art. 886. A cobrança judicial do crédito tributário não é sujeita a concurso de credores ou habilitação
em falência, concordata, inventário ou arrolamento.
Parágrafo único. O concurso de preferência somente se verifica entre pessoas jurídicas de direito
público, na seguinte ordem;
I - União;
Art. 887. São encargos da massa falida, pagáveis preferencialmente a quaisquer outros e às dívidas
da massa, os créditos tributários vencidos e vincendos, exigíveis no decurso do processo de falência.
Art. 889. São pagos preferencialmente a quaisquer outros os créditos tributários vencidos ou
vincendos, a cargo de pessoas jurídicas de direito privado em liquidação judicial ou voluntária,
exigíveis no decurso da liquidação.
Art. 890. Não será concedida concordata nem declarada a extinção das obrigações do falido, sem
que o requerente faça prova da quitação de todos os tributos relativos à sua atividade mercantil.
Art. 891. Nenhuma sentença de julgamento de partilha ou adjudicação será proferida sem prova da
quitação de todos os tributos relativos aos bens do espólio, ou às suas rendas.
Art. 892. O Município não celebrará contrato ou aceitará proposta em concorrência pública sem que
contratante ou proponente faça prova da quitação de todos os créditos tributários e fiscais devidos à
Fazenda Pública Municipal, relativos à atividade em cujo exercício contrata ou concorre.
CAPÍTULO I
DISPOSIÇÕES FINAIS
(Revogado pela Lei Complementar nº 113/2007)
(Revogado pela Lei Complementar nº 113/2007)
(Revogado pela Lei Complementar nº 113/2007)
(Revogado pela Lei Complementar nº 113/2007)
(Revogado pela Lei Complementar nº 113/2007)
(Revogado pela Lei Complementar nº 113/2007)
(Revogado pela Lei Complementar nº 113/2007)
(Revogado pela Lei Complementar nº 113/2007)
Art. 901. Fica instituído o Valor de Referência do Município - VRM, que terá seu valor unitário, a
partir de 1 de janeiro de 2.007, de R$ 1,00, corrigido monetariamente, pelo IPCA-E ou outro índice
que venha a substituí-lo. (Vide Decreto nº 2893/2022)
Art. 902. A concessão de moratória, anistia, isenção e imunidade não gera direito adquirido em
caráter individual e será revogada de ofício, sempre que se apure que o beneficiado não satisfazia ou
deixou de satisfazer as condições ou não cumpria ou deixou de cumprir os requisitos para a
concessão do favor, cobrando-se, assim, os créditos devidos acrescidos de juros de mora:
I - com imposição da penalidade cabível, nos casos de dolo, fraude ou simulação do beneficiado, ou
de terceiros em benefício daquele;
§ 1º No caso do inciso I deste art. 902, o tempo decorrido entre a concessão do benefício e sua
revogação não se computa para efeito da prescrição do direito à cobrança do crédito.
§ 2º No caso do inciso 11 deste art. 902, a revogação só pode ocorrer antes de prescrito o referido
direito.
Art. 903. A concessão de moratória, anistia, isenção e imunidade não dispensa o cumprimento de
obrigações acessórias.
Parágrafo único. A promoção e a distribuição de prêmios, de que trata o inciso V deste Art. 904, será
objeto de programa específico, regulamentado pelo Chefe do Executivo, que deverá observar a
legislação federal e a estadual pertinente à matéria.
Art. 905. A Região de Morrinhos e Porto Esperança passa a integrar a Zona de Expansão Urbana do
Município.
Art. 906. As Taxas de Expediente, de Serviços Diversos, de Licença para Aprovação e Execução de
Obras, Instalações e Urbanizações de Áreas Particulares e Laudêmio serão cobradas de acordo com
o Anexo XVIII desta Lei. (Redação dada pela Lei Complementar nº 226/2018)
I - As isenções:
a) de Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana - IPTU para os imóveis, desde que
destinados à residência própria dos ex-integrantes da FEB - Força Expedicionária Brasileira que
lutaram, ativamente, nos campos de batalha da Itália, bem como suas viúvas;
b) da Taxa de Fiscalização de Localização, de Instalação e de Funcionamento de Estabelecimento -
TFL para:
d) de todas as Taxas de Serviços Públicos Específicos e Divisíveis para os imóveis edificados, que
sejam beneficiados pela isenção na cobrança do IPTU.
II - A DMS - Declaração Mensal de Serviços, a Lei Complementar Municipal nº 97, de agosto de 2006
e os Decretos Executivos Nº 216, de 4 de outubro de 2.006 e Nº 225, de 6 de novembro de 2006,
bem como a Resolução SERGES Nº 60, de 6 de novembro de 2006;
§ 1º A isenção prevista na alínea "c" do inciso I deste art. 907 não alcança os vendedores
ambulantes de firmas ou empresas.
Art. 908. Considera-se o imóvel como PHC - Patrimônio Histórico Cultural, para fins de redução do
valor do IPTU, aquele que, através do seu proprietário ou procurador legal, requerer o cadastramento
do imóvel como UIP - Unidade de Interesse de Preservação.
Parágrafo único. A área de interesse de preservação, a ser objeto de cálculo para concessão do
incentivo fiscal, de que trata esta Lei, é aquela que compreende a edificação de valor histórico-
cultural e a sua área de influência.
Art. 909. Será designada uma Comissão de Avaliação do Patrimônio Cultural - CAPC, para avaliação
dos imóveis de interesse de preservação, segundo os critérios estabelecidos em regulamento,
obedecendo aos seguintes parâmetros:
Parágrafo único. Os imóveis que se encontrar em situação irregular perante as posturas municipais,
não terão direito ao incentivo fiscal de que trata esta Lei.
Art. 910. Para os imóveis considerados como Patrimônio Histórico Cultural, em relação,
exclusivamente, à área de interesse de preservação, poderá ser concedida redução de IPTU -
Imposto Predial e Territorial Urbano:
I - Para imóveis que apresentarem excelente estado de conservação, até 90% (noventa por cento);
II - Para imóveis que apresentarem bom estado de conservação, até 60% (sessenta por cento);
III - Para imóveis que apresentarem razoável estado de conservação, até 30% (trinta por cento).
Parágrafo único. A concessão para os imóveis que sejam enquadrados no inciso III deste artigo será
reavaliada após 2 (dois) anos e, se não tiverem sido realizadas as obras e melhorias necessárias, a
redução do imposto será cancelada.
Art. 911. Segundo os critérios especificados no art. 910, a avaliação dos imóveis indicará que:
II - Imóveis em bom estado de conservação são aqueles que atendem aos parâmetros definidos no
inciso I deste art. 911, porém sofreram intervenções que alteraram seus espaços internos ou que
alteraram as técnicas construtivas originais no interior do edifício;
III - Imóveis em razoável estado de conservação são aqueles cujo uso e compatível com seu valor
histórico-cultural, cujas condições d6 segurança, estabilidade e integridade estão garantidas, que
mantém as características arquitetônicas e construtivas externas originais, mas que necessitam de
serviços de conservação para enquadrarem-se nos incisos I e II deste art. 911;
Parágrafo único. Os imóveis que sejam enquadrados no inciso IV deste art. 911 serão notificados
pela Comissão de Avaliação do Patrimônio Cultural - CAPC e reavaliados após 1 (um) ano, se não
tiverem sido realizadas as obras e melhorias necessárias, o Imposto sobre a Propriedade Predial e
Territorial Urbano - IPTU desses imóveis terá alíquota de 1,05% (um vírgula cinco por cento) do VII -
Valor Venal do Imóvel.
Art. 912. A Comissão de Avaliação do Patrimônio Cultural - CAPC poderá, quando julgar necessário,
solicitar a apresentação de laudos que atestem as condições de segurança, integridade, uso e
ocupação do imóvel.
Art. 913. Para fins de conversão, a Unidade Padrão Fiscal do Município (UPF), contida na Legislação
Municipal, passa a equivaler a 9,0 (nove) VRM - Valor de Referência Municipal.
Art. 914. Fica o Poder Executivo autorizado a converter automaticamente todos os valores referentes
aos tributos, preços públicos e as tarifas atualmente cobradas em reais, para VRM - Valor de
Referência do Município.
Art. 915. Os sujeitos e os objetos enquadrados no benefício constitucional da imunidade tributária,
que não são atingidos pelos impostos, serão alcançados pelas taxas municipais.
CAPÍTULO II
DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS
(Revogado pela Lei Complementar nº 113/2007)
Art. 917. A partir de 1º de maio de 2007, ficam sem Validade, sendo vedado a sua utilização, os
documentos fiscais confeccionados há mais de 24 (vinte e quatro) meses, bem como aqueles que
venham a completar este prazo de confecção, à medida da data de seu respectivo alcance.
§ 1º O prazo de 24 (vinte e quatro) meses se d contado a partir da data da AI-NF constante de forma
impressa no documento fiscal, sendo que após o encerramento do mesmo, os documentos fiscais,
ainda não utilizados, serão cancelados na forma prevista nesta Lei.
§ 2º As situações excepcionais decorrentes da aplicação do disposto no caput deste art. 917 serão
resolvidas, através de Portaria, pelo responsável pela Fazenda Pública Municipal.
Art. 917-A Enquanto não for criado o Departamento de Instrução, Consulta e Julgamento (DICJ) e o
Conselho Municipal de Recursos Fiscais (CMRF), a competência para julgamento em primeira
instância, na esfera administrativa, será do titular da Gerência de Administração Tributária e em
segunda e última instância será do titular da Secretaria Municipal de Finanças e Administração.
(Redação acrescida pela Lei Complementar nº 114/2007)
Art. 918. Ressalvadas as exceções previstas nesta Lei Complementar, está revogada toda a
Legislação Tributária Municipal e, em especial, as Leis Complementares Municipais Nº 39, de 1º de
maio de 2000, Nº 60, de 28 de dezembro de 2002, Nº 69, de 23 de dezembro de 2.003 e Nº 97, de 2
de agosto de 2006.
Art. 919. Esta Lei Complementar, ressalvadas as situações em que a noventena é aplicável, entrará
em vigor em 1º de janeiro de 2007.
Conservação Fator
Nova 1,00
Boa 0,90
Regular 0,85
Precária 0,60
Em ruína 0,50
1.4.7 - O Fp - O Fator de Piscina, caso exista piscina no imóvel, estabelece índices de ajuste no valor
venal da construção de acordo com o tamanho em metros quadrados da piscina existente.
1.4.8 - FATOR DE PISCINA (Fp)
Área Fator
Sem 1,00
Área á 12 m² 1,02
a) Nos casos de ampliação, a área acrescida (área edificada ou área coberta) não seja superior 40%
(quarenta por cento) da área anterior;
b) Nos casos de reconstrução ou reforma, não implique em demolição de paredes interna ou
externas, nos casos omissos será definido pela Comissão de Avaliação da Prefeitura Municipal de
Corumbá.
1.4.12 - O Executivo Municipal irá considerar a idade média, para todos os imóveis, de 06 (seis)
anos. Ficando, o proprietário ou responsável pelo imóvel, obrigado a requerer, através de
documentação comprobatória, para inserção no Cadastro Municipal, a real idade do imóvel.
1.5.3 - Para os imóveis edificados do tipo residencial, com tipo de ocupação residencial ou
residencial e comercial, possam usufruir da alíquota de 0,00% (zero vírgula zero por cento),
estabelecida na primeira faixa da Tabela de Alíquotas de IPTU - Imposto sobre a Propriedade Predial
e Territorial Urbana, além de terem seu WC - Valor Venal de Construção até R$ 18.000,00 (dezoito
mil reais), os proprietário deverão ter um único imóvel (uma única inscrição cadastral) e Sua
construção possuir um padrão de acabamento do tipo precário, popular baixo, popular alto e padrão
baixo.
1.5.4 - Para os proprietários com mais de um imóvel ou um imóvel edificado, de WC - Valor Venal de
Construção acima de R$ 18.000,00 (dezoito mil reais), terão alíquota de 1,00% (um por cento).
ANEXO II
LS - LISTA DE SERVIÇOS
1.02 - Programação.
1.09 - Disponibilização, sem cessão definitiva, de conteúdos de áudio, vídeo, imagem e texto por
meio da internet, respeitada a imunidade de livros, jornais e periódicos (exceto a distribuição de
conteúdos pelas prestadoras de Serviço de Acesso Condicionado, de que trata a Lei nº 12.485, de
12 de setembro de 2011, sujeita ao ICMS). (Redação acrescida pela Lei Complementar nº 209/2017)
3.02 - Exploração de salões de festas, centro de convenções, escritórios virtuais, stands, quadras
esportivas, estádios, ginásios, auditórios, casas de espetáculos, parques de diversões, canchas e
congêneres, para realização de eventos ou negócios de qualquer natureza.
4.05 - Acupuntura.
4.10 - Nutrição.
4.11 - Obstetrícia.
4.12 - Odontologia.
4.13 - Ortóptica.
4.15 - Psicanálise.
4.16 - Psicologia.
4.20 - Coleta de sangue, leite, tecidos, sêmen, órgãos e materiais biológicos de qualquer espécie.
4.21 - Unidade de atendimento, assistência ou tratamento móvel e congêneres.
4.22 - Planos de medicina de grupo ou individual e convênios para prestação de assistência médica,
hospitalar, odontológica e congêneres.
4.23 - Outros planos de saúde que se cumpram através de serviços de terceiros contratados,
credenciados, cooperados ou apenas pagos pelo operador do plano mediante indicação do
beneficiário.
5.06 - Coleta de sangue, leite, tecidos, sêmen, órgãos e materiais biológicos de qualquer espécie.
6.04 - Ginástica, dança, esportes, natação, artes marciais e demais atividades físicas.
6.06 - Aplicação de tatuagens, piercings e congêneres. (Redação acrescida pela Lei Complementar
nº 209/2017)
7.05 - Reparação, conservação e reforma de edifícios, estradas, pontes, portos e congêneres (exceto
o fornecimento de mercadorias produzidas pelo prestador dos serviços, fora do local da prestação
dos serviços, que fica sujeito ao (CMS).
7.08 - Calafetação.
7.09 - Varrição, coleta, remoção, incineração, tratamento, reciclagem, separação e destinação final
de lixo, rejeitos e outros resíduos quaisquer.
7.16 - Limpeza e dragagem de rios, portos, canais, baías, lagos, lagoas, represas, açudes e
congêneres.
12.07 - Shows, ballet, danças, desfiles, bailes, óperas, concertos, recitais, festivais e congêneres.
12.13 - Produção, mediante ou sem encomenda prévia, de eventos, espetáculos, entrevistas, shows,
ballet, danças, desfiles, bailes, teatros, óperas, concertos, recitais, festivais e congêneres.
12.14 - Fornecimento de música para ambientes fechados ou não, mediante transmissão por
qualquer processo.
12.16 - Exibição de filmes, entrevistas, musicais, espetáculos, shows, concertos, desfiles, óperas,
competições esportivas, de destreza intelectual ou congêneres.
14.01 - Lubrificação, limpeza, lustração, revisão, carga e recarga, conserto, restauração, blindagem,
manutenção e conservação de máquinas, veículos, aparelhos, equipamentos, motores, elevadores
ou de qualquer objeto (exceto peças e partes empregadas, que ficam sujeitas ao ICMS).
14.09 - Alfaiataria e costura, quando o material for fornecido pelo usuário final, exceto aviamento.
14.14 - Guincho intramunicipal, guindaste e içamento. (Redação acrescida pela Lei Complementar
nº 209/2017)
15.02 - Abertura de contas em geral, inclusive conta corrente, conta de investimentos e aplicação e
caderneta de poupança, no País e no exterior, bem como a manutenção das referidas contas ativas
e inativas.
15.07 - Acesso, movimentação, atendimento e consulta a contas em geral, por qualquer meio ou
processo, inclusive por telefone, fac-símile, internet e telex, acesso a terminais de atendimento,
inclusive vinte e quatro horas; acesso a outro banco e a rede compartilhada; fornecimento de saldo,
extrato e demais informações relativas a contas em geral, por qualquer meio ou processo.
15.08 - Emissão, reemissão, alterado, cessão, substituição, cancelamento e registro de contrato de
crédito; estudo, análise e avaliação de operações de crédito; emissão, concessão, alteração ou
contratação de aval, fiança, anuência e congêneres; serviços relativos a abertura de crédito, para
quaisquer fins.
15.18 - Serviços relacionados a crédito imobiliário, avaliação e vistoria de imóvel ou obra, análise
técnica e jurídica, emissão, reemissão, alteração, transferência e renegociação de contrato, emissão
e reemissão do termo de quitação e demais serviços relacionados a crédito imobiliário.
16.02 - Outros serviços de transporte de natureza municipal. (Redação acrescida pela Lei
Complementar nº 209/2017)
17.01 - Assessoria ou consultoria de qualquer natureza, não contida em outros Itens desta lista;
análise, exame, pesquisa, coleta, compilação e fornecimento de dados e informações de qualquer
natureza, Inclusive cadastro e similares.
17.02 - Datilografia, digitação, estenografia, expediente, secretaria em geral, resposta audível,
redação, edição, interpretação, revisão, tradução, apoio e infra - estrutura administrativa e
congêneres.
17.13 - Advocacia.
17.15 - Auditoria.
17.20 - Estatística.
19 - Serviços de distribuição e venda de bilhetes e demais produtos de loteria, bingos, cartões, pules
ou cupons de apostas, sorteios, prêmios, inclusive os decorrentes de títulos de capitalização e
congêneres.
19.01 - Serviços de distribuição e venda de bilhetes e demais produtos de loteria, bingos, cartões,
pules ou cupons de apostas, sorteios, prêmios, inclusive OS decorrentes de títulos de capitalização e
congêneres.
22.01 - Serviços de exploração de rodovia mediante cobrança de preço ou pedágio dos usuários,
envolvendo execução de serviços de conservação, manutenção, melhoramentos para adequação de
capacidade e segurança de trânsito, operação, monitoração, assistência aos usuários e outros
serviços definidos em contratos, atos de concessão ou de permissão ou em normas oficiais.
24.01 - Serviços de chaveiros, confecção de carimbos, placas, sinalização visual, banners, adesivos
e congêneres.
25 - Serviços funerários.
25.01 - Funerais, inclusive fornecimento de caixão, urna ou esquifes; aluguel de capela; transporte do
corpo cadavérico; fornecimento de flores, coroas e outros paramentos; desembaraço de certidão de
óbito; fornecimento de véu, essa e outros adornos; embalsamento, embelezamento, conservação ou
restauração de cadáveres.
25.02 - Translado intramunicipal e cremação de corpos e partes de corpos cadavéricos. (Redação
dada pela Lei Complementar nº 209/2017)
25.05 - Cessão de uso de espaços em cemitérios para sepultamento. (Redação acrescida pela Lei
Complementar nº 209/2017)
29 - Serviços de biblioteconomia.
36 - Serviços de meteorologia.
38 - Serviços de museologia.
39.01 - Serviços de ourivesaria e lapidação (quando o material for fornecido pelo tomador do
serviço).
ANEXO IX
TABELA - TFO