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Evolução do Sistema Digestivo em Invertebrados

O documento descreve as variações no sistema digestivo de diferentes grupos de invertebrados, como a ausência ou presença de um sistema digestivo, o surgimento da cavidade gastrovascular e do ânus, e adaptações para modos de alimentação como parasitismo e alimentação suspensívora.

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Evolução do Sistema Digestivo em Invertebrados

O documento descreve as variações no sistema digestivo de diferentes grupos de invertebrados, como a ausência ou presença de um sistema digestivo, o surgimento da cavidade gastrovascular e do ânus, e adaptações para modos de alimentação como parasitismo e alimentação suspensívora.

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mencionados:

Ausência ou presença do sistema digestivo: A ausência ou presença de um sistema digestivo é um dos


primeiros aspectos a considerar na evolução dos invertebrados. Nos poríferos (esponjas), por exemplo,
a digestão ocorre intracelularmente, sem a presença de um sistema digestivo distinto. Em contraste, nos
cnidários, como as águas-vivas, existe um sistema digestivo simples com uma cavidade gastrovascular
que permite a digestão extracelular.

Surgimento da cavidade gastrovascular: A cavidade gastrovascular é uma característica evolutiva chave


em muitos grupos de invertebrados. Nos cnidários, essa cavidade funciona tanto como estômago
quanto como sistema circulatório primitivo, permitindo a distribuição de nutrientes e a remoção de
resíduos.

Sistema digestivo incompleto: Em animais com sistema digestivo incompleto, como os cnidários, a boca
também serve como ânus, limitando a eficiência da digestão e exigindo estratégias alimentares
adaptativas.

Surgimento do Ânus: A evolução do ânus foi um marco importante na história evolutiva dos
invertebrados. Em grupos como os anelídeos, o surgimento do ânus permitiu uma maior eficiência na
digestão, separando claramente a ingestão de alimentos da eliminação de resíduos.

Adaptações à vida parasitária: Invertebrados parasitas, como os vermes intestinais, desenvolveram uma
variedade de adaptações para explorar seus hospedeiros. Isso incluiu a evolução de ganchos ou
ventosas para fixação, bem como modificações no sistema digestivo para absorver nutrientes
diretamente do hospedeiro.

Adaptações para o hábito alimentar suspensívoro: Animais suspensívoros, como os cnidários filtradores,
desenvolveram adaptações para capturar e digerir partículas suspensas na água. Isso inclui tentáculos
especializados com células urticantes para captura de presas e uma cavidade gastrovascular para
digestão.

Adaptações dos Mollusca e Annelida: Os moluscos, como as lulas e os caramujos, desenvolveram uma
variedade de adaptações em seus sistemas digestivos para se alimentarem de diferentes fontes de
alimento, desde detritos até presas vivas. Os anelídeos, como as minhocas, possuem um sistema
digestivo completo com boca, faringe, esôfago, intestino e ânus, adaptado para processar matéria
orgânica no solo.

Simbiose com Bactérias: Alguns invertebrados, como os cupins e os ruminantes, desenvolveram


simbioses com bactérias em seus sistemas digestivos para auxiliar na digestão de materiais complexos,
como celulose. Essas bactérias produzem enzimas que degradam a celulose, permitindo que os
hospedeiros aproveitem nutrientes de fontes de alimento difíceis de digerir.
Adaptações dos Echinodermata: Os equinodermos, como as estrelas-do-mar e os ouriços-do-mar,
possuem um sistema digestivo completo com boca, estômago e ânus. Suas adaptações incluem a
capacidade de eversão do estômago, onde o estômago é ejetado para fora do corpo para digerir presas
externamente antes que os nutrientes sejam absorvidos pela boca. Esta estratégia é especialmente útil
para espécies que se alimentam de presas fixas, como moluscos ou corais.

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