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Diagnóstico e Tratamento de Cáries Dentárias

Direitos autorais
© © All Rights Reserved
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DENTISTICA

Cárie experiência anterior, grupo


Uma das patologias de maior epidemiológico e variáveis de
frequência no mundo todo, é o comportamento
mais grave e constante
problema dos programas Diagnostico de cárie
bucais no mundo. É importante que o
Enfermidade infecciosa e profissional tenha um bom
transmissível, que se conhecimento do processo de
caracteriza pela desintegração evolução da doença carie e de
progressiva de tecidos meios que propiciem um
calcificados devido a ação de exame clinico eficiente, onde
microorganismos sobre os determinará a profundidade da
carboidratos fermentáveis lesão as possíveis reações
provenientes da dieta dentinho pulpar, de acordo
Como resultado ocorre a com a atividade da carie será
desmineralização da porção determinante para o tipo de
mineral e subsequente tratamento a ser empregado na
desagregação da parte orgânica dentística. As lesões ativas são
Doença crônica, mutiladora e paralisadas quando o fator
de alta prevalência. etiológico é removido, por isso
E o principal fator responsável é importante controlar a placa,
pela dor e perda de dentes ao a dieta a presença de flúor
longo da hitória da principalmente visando a
humanidade. manutenção do Ph da placa
Fatores etiológicos: bacteriana.
Primarios: hospedeiro,
microorganismos e dieta Lesão de Cárie na superfície
Secundários: tempo, idade oclusal
saúde geral, nível sócio-
economico, grau de instrução,
Geralmente ocorre devido as Lesão de cárie na superfície
irregularidades estruturais da Radicular
superfície oclusal, associados Apresenta maoir prevalência
com fossula, sulcos e fissuras, a em pacientes idosos, fatores
presença desses acidentes como retração gengival com
anatômicos nos dentes exposição da superfície
posteriores propicia a retenção radicular ao meio bucal podem
de placa bacteriana e resíduos favorecer o acumulo de placa
alimentares, mesmo que seja de bacteriana sobre a região
modo não visível. Não é a cervical. O cemento
profundidade da fissura que subitamente exposto ao meio
determina um maior acúmulo oral é altamente sucetivel a
de placa ou uma possível perda mineral resultante do
ocorrência da doença. O modo metabolismo, a lesão é
de progressão nessas dificilmente visualizada por
superfícies dá-se as expensas essa estrutura ser tão fina, que
paredes laterais da entrada da ao detectarmos a lesão já há
fissura, do local de acesso. um comprometimento da
dentina. As lesões são
Lesão de Cárie na superfície frequentemente confinadas a
proximal sítios retentivos localizados na
As caries em superfícies junção amelo-cementária,
proximais tem como correspondendo a zona de
localização preferencial a perda de inserção gengival. A
região mais cervical e para localização preferencial dessas
vestibular do ponto de contato, lesões e em molares na
devido ao maior acumulo de mandíbula, e os dentes menos
placa. Esse tipo de lesão e afetados são incisivos
muito lenta por isso há tempo inferiores. São lesões rasas e
de suficiente para a tentativa de largas.
uma abordagem não invasiva A carie e propaga como dois
cones sobrepostos pelas bases,
na junção amelodentinária.
Dentina Cariada superficial muito difícil. Uma vez que a
infectada: doença é um processo
Tecido altamente dinâmico de desmineralização
contaminado, desmineralizado, e precipitação de minerais
amolecido e necrosado, sem sobre a superfície dental,
nenhuma oportunidade de se podem estar ocorrendo lesões
recompor, não apresenta que são consideradas
sensibilidade e deve ser subclínicas, em nível
removido totalmente microscópico e das quais o
Dentina Cariana Profunda profissional não tem meios
afetada: clínicos parav sua detecção.
Tecido também Então métodos auxiliares de
desmineralizado, mas não diagnóstico foram criados.
estando totalmente Entretanto apresentam erros
comprometido, ainda inerentes , e por isso não é
apresenta alguma estrutura de possível estabelecer com
colágeno integra, a dentina precisão absoluta que um
apresenta sensibilidade. individuo tem atividade de
cárie ou não

Carie Aguda
Tecido infectado, mais
amolecido, deve ser removido
e restauração relizada para
impedir a progreção da lesão e
converter a sua atividade de
aguda para lesão menos
progressiva ( crônica)

Validação dos método de Cárie Crônica


Diagnostico de cáries A carie crônica possui uma
A realização de um diagnostica superfície escura e de
com acuraria é uma etapa consistência endurecida, o
progresso da lesão e lento e com coloração clara superfície
intermitente, e a dentina sob a de esmalte brilhante, lisa ou
superfície é indolor, esclerótica polida
e pigmentada, quanto mais Lesão de cárie ativa com
pigmentada apresentar-se uma cavitação
dentina esclerótica, menor será Coloração clara, fundo
sua permeabilidade. A amolecido e apresentando
esclerose dentinária bem como mancha branca ativa dos
os demais fenômenos bordos
reacionais é uma tentativa de Lesão de cárie inativa com
retardar o progresso da cárie, cavitação: coloração
sendo a esclerose o primeiro escurecida, fundo escurecido a
aspecto microscópico que se sondagem, margens definidas e
estabelece na carie de dentina. sem halo de mancha branca
ativa nos bordos. Salienta-se
Diagnostico Visual e Tátil que é primordial para o
Esses métodos de diagnostico diagnostico secar bem o local ,
são mais antigos e comumente porque pode apresentar uma
utilizados, sendo que a opacidade ou porosidade
presença de cárie pode estar devido a desmineralização
representada por: fundamental no diagnostico.
Com a superfície seca e mais
Lesão de cárie ativa fácil identificar.
(mancha branca)
Apresentam-se clinicamente Imagem Radiográfica
opaca, rugosa, encontradas É um método bastante
preferencialmente em locais de utilizado por profissionais,
maior dificuldade de limpeza, podem se detectar presença ou
podendo estar associada a não de carie dental, é um bom
gengivite. auxiliar no diagnóstico, avalia a
Lesão de cárie inativa profundidade da lesão, ajuda a
(mancha branca) pode identificação nos sítios de
apresenta-se pigmentada ou difícil acesso, como espaços
proximais e as cavidades entregue via fibra optíca,
subgengivais. No entanto não é propagando-se para superfície
capaz de detectar uma lesão dental, Pode ser uma boa
em estágios precoces, uma vez opção como auxiliar do
que demonstra apenas a perda diagnóstico.
mineral e não a quebra das Detecção Eletrônica de
superfície que caracteriza uma Cárie
cavidade. Através da Utilizado para detecção de
radiografia, interproximais e cáries oclusais por meio de
periapicais não é possível resistência elétrica do sitio a ser
determinar com exatidão o examinado.
estado real das superfícies Métodos não – invasivos de
proximais. Com esse resultado tratamento da carie dental
falso positivo e falso negativo É baseado no conceito de que ,
mostra que a indicação do em determinadas situações
tratamento restaurador como clinicas em seu estágio inicial,
terapêutica para uma pode se lançar mão de um
determinada situação clinica tratamento não invasivo que
tem que ser bem avaliada. resulte em saúde oral, um
grade aliado nesse caso é o
flúor.
Existem alguns métodos
coadjuvantes no diagnostico Plano de Tratamento
das lesões de cárie, exemplos • Anamnese
fluorescência a laser (uso de • Avaliação quantitativa do
corantes proporcionam a rico a cárie (qtdade de
detecção in vitro, baseia-se na biofilme)
penetração de um corante • Índice de placa
fluorescente que serve como olewri(faces com placa
agente pigmentante da lesão. O
• Exame clinico
FOTI uma fibra optica para
• Exames complementares
transiluminação, para detecção
para risco de carie
de cárie . Essa luminosidade e
• Exames radiográficos
lesão se encontra
subgengivalmente e imperativa
a avaliação do espaço
biológico, que deve,
preferencialmente ser mantido
em suas dimensões normais.
Sempre que possível, deve-se
buscar acesso a margem da
lesão de maneira conservadora.

PROCEDIMENTOS ISOLAMENTO DO
CIRURGICOS- CAMPO OPERÁTORIO
PERIODONTAIS A realização de um adequado
APLICADO A isolamento do campo
DENTISTICA operatório absoluto é essencial
Dentistíca e periodontia são para favorecer a obteção de
disciplinas intimamente melhores resultados durante as
relacionadas. Qualquer estaps de preparo cavitario e
restauração, por menor que principalmente na confecção
seja tem um grande impacto de uma restauração adesiva.
sobre o periodonto quando Três fatores estão diretamente
não executada de maneira envolvidos na realização do
correta, toda restauração deve isolamento do campo: controle
ser checada clinica e da umidade , acesso ao campo
radiograficamente após a sua operatório e prevenção de
confecção. Toda margem de acidentes.
restauração deve ser colocada
subgengivalmente, o que Classificação
facilita a remoção da placa por Isolamento absoluto
parte do paciente. Entretanto , indicações
isso depende da extensão Preparo cavitario com alta
gengival da lesão cariosa ou da rotação, remoção de dentina
fratura, quando a margem da cariada, realização de
restauração, durante a periodonto(pela lingual /
execução de técnica de palatina
clareamento.
Protocolo

• Testar contatos
interproximais (fio
dental)
• Testar grampo
selecionado
• Marcar as posições de
perfuração na borracha
• Lubrificar a borracha
Isolamento relativo
(lubrificante a base
Usado em algumas situações
dágua)
onde não for possível realizar o
• Colocar grampo e a
isolamento absoluto.
borracha na cavidade oral
• Inverter a borracha
• Para anteriores, podemos Materiais para isolamento
colocar dois grampos relativo
estabilizadores em região • Roletes de algodão de
de prés e na região boa qualidade
anterior estabilizar a
• Sugador potente
borracha com uso de
• Conhecer o
amarria.
direcionamento do fluxo
• Para lesões cervicais
salivar
subgengivais usar
• Expander
grampo 212 para
conseguir o afastamento • Optragate
gengival • Afastador
• Ter cuidado com as • Fio retrator gengival
lesões iatrogênicas ao • Fixadores de algodão
Protocolo Limitações do Isolamento
• Posicionar o afastador Absoluto
• Posicionar os roletes de • Dentes que ainda não
algodão e gaze erupcionaram
• Posicionar o sugador suficientemente.
• Os algodões devem ser • Alguns terceirosnmolares
trocados quando • Dentes extremamente
enxarcados mal posicionados
Indicações do Isolamento • Pacientes com asma ou
relativo dificuldade respiratória
• Impossibilidade do • Tempo de colocação
isolamento absoluto • Custo
• Realização de exame • Resistencia por parte de
clinico alguns pacientes
• Realização de
clareamento em Vantagens
consultório • Proteção para o paciente
• Confecções de • Proteção para o
provisórios profissional
• Procedimentos de curta • Campo operatório limpo
duração e seco
• Realização de facetas • Melhor acesso e
diretas em anteriores visibilidade
• Restauração de lesão • Maior desempenho dos
cervical materiais restauradores
• Cimentação de coroa • Aumento de
• Cimentação de produtividade
laminados de porcelana
Materiais para
isolamento absoluto
• Perfurador de borracha
• Grampos
• Arco de Youg
• Pinça porta grampo
• Dique de borracha
• Fio dental
• Lubrificante
• Instrumento rombo
• Tesoura
• Tira de lixa metálica
• Protetor labial

SISTEMAS ADESIVOS
• Adesão é a força que faz o substrato, através de
com que duas um bom molhamento.
substancias se liguem
quando em intimo PRICIPIOS DE UNIÃO
contato; • Energia de superficie –
• Propriedade pela qual relacionada ao substrato
duas superfícies sólido
diferentes se unem • Tensão superficial –
quando em contato relacionada ao adesivo
• As moléculas das • Molhamento
substancia se aderem • Ângulo de contato
umas as outras (são
atraídas)
• Uma adesão eficiente vai
depender do intimo TENSÃO
contato do adesivo com SUPERFICIAL X
ENERGIA LIVRE DE INTERFERENCIAS
SUPERFICIE NO MOLHAMENTO

• A tensão superficial tem • Limpeza da superficie


que ser menor que a • Viscosidade do adesivo
energia livre da superfície • Ângulo de contato
(substrato) pois assim adesivo com substrato
teremos um maior • Energia de superficie X
molhamento Tensão superficial
• Não podemos modificar
a tensão superficial do CAPACIDADE DE
liquido (adesivo, mas MOLHAMENTO
podemos aumentar a • Ângulo formado entre o
energia livre do liquido e o substrato
substrato.
• Quanto menor o ângulo
• Espalhamento do primer, de contato, maior a
adesivo capacidade de
molhamento.
MOLHAMENTO
• O ideal é que não haja
ângulo entre o adesivo e
• Capaciadade de um o substrato
liquido escoar sobre uma
superficie sólida FUNÇÃO DOS
• Se colocarmos uma gosta SISTEMAS
de liquido sobre uma ADESIVOS
placa de vidro e ela não • Promover resistência à
escoar, não temos separação de um
molhamento, tem que substrato aderente de um
escoar para ocorrer o material restaurador (ou
molhamento de cimentação)
• Quanto mais escoar,
maior a molhabilidade
• Distribuir a tensão ao • Fosfórico- Ácido mineral
longo da superfície de • Concentração de 30% a
colagem 4º%
• Selar a interface dentária • Apresentação: gel (com
mais ou menos
CLASSIFICAÇÃO escoamento)
DOS ADESIVOS
• Condicionamento total
ou convencionais PRIMER
• 3 passos :Acido+ Primer • Substância bifuncional,
+ adesivo que permite a ligação da
• 2 passos: Àcido + dentina e adesivo;
Primer ou adesivo estabiliza a atriz de
colágeno que foi exposta
• Autocondicionantes pelo ataque ácido;
• 2 passsos : primer acido aplicado sobre a dentina
e adesivo que deve estar levemente
umidecida;
• 1 passo: Frasco único
Apresentação em frasco
separado, ou em um
• Universais
mesmo frasco que o
• Podem ser utilizados adesivo, e primer ácido;
tanto na estratégia de aumenta a energia de
convencionais, como de superfície da dentina.
autocondicionantes
ADESIVOS
COMPOSIÇÃO DOS
• Resinas muito fluídas e
SISTEMAS
polimerizáveis, formada
ADESIVOS
por monômeros
• Ácido resinosos, com
• Primer/Primer Ácido características mais
• Adesivo hidrofóbicas e que se
ÁCIDO
ligam aos monômeros na entrada do mesmo nas
hidrofílicos do primer microporosidades;
• Secagem com jatos de ar;
• Aplicação de adesivo
CONDICIONAMEN (adesão micromecânica)
TO ATAQUE ÁCIDO- o primer em cavidades
ADESAO -Esmaltes exclusivas de esmalte não
• Aumenta a energia de pode ser utilizado
superfície do substrato • Fotoplimerização
• Supera a tensão • Adesão micromecânica e
superficial do adesivo química do monômero
• Reduz o ângulo de mdp com a
contato hidroxiapatita.
• Melhora o molhamento • No sistema
• Cria retenção autoconticionante não
existe lavagem em
Esmalte nenhuma das etapas
• Desmineralização da • Adesão é micromecânica,
matriz inorgânica; eficiente e de fácil
• O ataque ácido cria execução.
microporosidades neste
tecido, com isso temos CONDICIONAMEN
um aumento da energia TO ATAQUE ÁCIDO-
livre da superfície, e ADESAO –Dentina
trazendo um melhor • Tecido mineralizado,
molhamento. menos que o esmalte
• Acido fosfórico 37% por 70%, tecido heterogêneo;
30 segundos • Formação de smear layer
• Lavagem para remoção e smear plug durante o
de todos subprodutos, de preparo cavitário
forma que não interfiram • O ataque acido é
na aplicação do adesivo e realizado por 15
segundos, o • A dentina não pode ser
condicionamento fara totalmente seca após o
com que a smear layer e condicionamento acido
o smear plug sejam ela deve ter uma umidade
removidos, melhorando a para receber o adesivo e
adesividade nos túbulos ao mesmo tempo
dentinários e região penetrar nas fibras de
intertubular, ocorre a colágeno, promovendo
desminerilização do maior adesão, também
tecido exposição das não dever ficar muito
fibras colágenas. úmido pois a agua causa
• Lavagem por tempo igual diliuiçao do adesivo
ou o dobro comprometendoa
• Secagem da dentina com adesividade.
algodão, papel • Aplica-se o adesivo com
absorvente, jato de ar mibrobush, esfregaço
(não muito indicado) por 20 segundos, ate que
• Aplicação do Primer toadas as paredes
(secagem) para circundantes e de fundo
evaporação do solvente- tenha aspecto brilhante
30 ou 10 segundo com ar • Adesão química,
leve mecânica;
• Aplicação de adesivo • Muitos fatores
• Fotopolimerização pelo influenciam na eficiência
tempo do fabricante da adesão.
AMÁLGAMA
Classificação: podemos Quanto ao tipo de preparo
descrever as restaurações de cavitário:
amalgama de acordo com o Tipo I: envolve a porção
preparo cavitário e a forma de oclusal de molares e prés: pode
retenção, uma vez que essse abranger parcialmente uma ou
material não possui união à mais cúspides
estrutura dentária. Tipo II: envolve a porção
proximal de molares e prés ,
podendo estar associadas a
diversas situações Cavidade tipo V: em situações
Tipo V: envolve a porção especiais: em situações como a
vestibular ou lingual de confecção de restauração de
molares e prés. uma cavidade tipo V em um
dente que recebera um grampo
Quanto ao tipo de retenção retentor de uma prótese parcial
empregada removível ou quando for difícil
Indiretas: pinos para conseguir um isolamento de
ancoragem radicular pinos campo operatório, por
para ancoragem de dentina exemple, entendemos que
Diretas: Caixas, canaletas, amalgama pode ser usado .Mas
sulcos, câmara pulpar, adesiva para restaurar lesões de cárie
mista em superfícies livres com
amalgama é necessário
INDICAÇÕES: desgastar tecido hígido para
Cavidade tipo I: Devido as propiciar retenção, por isso
propriedades físicas, o não parece interessante
amalgama pode ser empregado
nessas situações desde que o Dentes posteriores
fator estático na região amplamente distruidos:
posterior não seja importante em pacientes que não
para o paciente apresentão condições pra
receber uma restauração
Cavidade Tipo II: Apesar de indireta, a confecção de uma
ser uma possiblidade descrita restauração complexa em
na literatura, entendemos que amalgama com retenções
os preparos tipo II sem adicionais pode ser indicada.
envolvimento de crista
marginal devem ser VANTAGENS
preferencialmente restaurados • Resistencia ao desgaste
com resina composta ou
materiais ionoméricos.
• Experiencia clínica-bom escova de robson, pasta para
comportamento a longo polimento
prazo
• Facilidade de PROTOCOLO CLÌNICO
manipulação • Anestesia
• Custo • Verificação dos contatos
oclusais
LIMITAÇÕES • Isolamento do campo
• Estética operatório
• Presença de mercúrio • Preparo cavitário
• Ausência de união a • Proteção do complexo
estrutura dental dentinho-polpa
• Trituração
MATERIAIS • Consensação e brunidura
Preparo Cativari: Broca 330, pré escultura
245;brocas esféricas de baixa • Escultura e brunidura
rotação, recosrtador de pós-escultura
margem cervical, isolamento • Ajuste oclusal
absoluto do campo operatório,
• Acabamento e polimento
cizel
• Com envolvimento de
cúspide colocar matriz e
Confecção da restauração:
cunha interproximal.
porta amalgama, condensador
numero 1 e 2, brunidor 29 e
FOTOPOLIMERIZADOR
33; esculpidor de hollemback 6
E LED
Matriz metálica, cunha
Ciclos de polimerização
intraproximal, tesoura reta
Basicamente encontramos
curta, lamparina, porta matriz.
nos aparelhos
fotopolimerizadores duas
Acabamento e polimento:
modalidades distintas de
brocas multilaminadas, disco
emissão de luz:
de lixa , pontas siliconadas,
• Emissão de luz odontológico as unidades
estabilizada e continuaem de LED devem emitir luz
níveis de radiação azul, ou seja, numa faixa
predeterminados pelo apo-proximada de 460 a
fabricante 480 nanometros. Os
• Emissão de luz continua semicondutores do LED
com energia crescente ou convertem de maneira
em modo escalonado mais eficiente a
eletricidade da luz,
UNIDADES necessitando, portanto,
FOTOPOLIMERIZA- menor energia para
DORES LED serem ativados.
As primeiras unidades de
fotoativação a partir de
fontes de luz de LED
foram introduzidas no
mercado odontológico
em 2001. Essa tecnologia
permite que
semicondutores
específicos possam emitir
luz de diferentes cores,
sempre numa faixa muito
estreita de comprimento
de onda. Para o uso
APLICAÇÃO CLÍNICA DOS MATERIAIS
IONOMÉRICOS
• Isolamento do campo
Protocolo restauração lesão operatório
cervical com cimento de • Limpeza da cavidade
ionômero de vidro: • Condicionamento da
• Selecione a cor superfície dental acido
poliacrilico 10%
• Manipulação e aplicação
do cimento de ionômero
de vidro
• Acabamento e polimento

NOMENCLATURA E CLASSIFICAÇÃO DAS


CAVIDADES
Nomenclatura é um conjunto profissão como forma de
de termos específicos de uma comunicação.
ciência, arte ou técnica, é usada A cavidade preparada em
por indivíduos da mesma um dente pode ser
denominada de acordo com
o número de faces em que OVERLAY: Cavidade que
ocorre: apresenta cobertura de todas as
Simples: uma so face cúspide.
Composta duas faces EXTRACORONARIAS
Complexa: três ou mais faces TOTAIS: preparação onde
todas as faces, axial, oclusal ou
DENOMINAÇÃO PELO insisal são cobertas pelo
NOME DAS FACES material restaurador.
ENVOLVIDAS

O = Oclusal
MO = Mesio-Oclusal
MOD=Mesio-Ocluso-Distal

DENOMINAÇÃO DE
ACORDO COM A FORMA
E A EXTENSÃO
INLAY: intracoronária,
cavidade confinadas no interior
da estrutura dental (caixa). PLANOS DENTÁRIOS
ONLAY: extracoronária Plano horizontal:
parcial, cavidades que perpendicular ao longo do eixo
apresentam cobertura de do dente.
cúspides e ou de outras faces Plano Vestibulingual:
do dente. paralelo ao longo eixo do dente
Plano Mesiodistal: vertical e
paralelo ao longo eixo divide o
dente em duas partes combinação de seus
(vestibular e lingual) respectivos nomes
Grupo1: União das paredes
circundantes
Grupo 2: União de uma
parede circundante com a
de fundo
Grupo 3: União das paredes
de fundo

Partes constituintes
• Paredes : são os limites
internos da cavidade:
circundantes: Paredes
lterais da cavidade
(mesial, distal, lingual e
vestibular. De fundo
correspondem ao
assoalho da cavidade e
podem ser chamadas de
axial, quando são • Ângulos triedros
paralelas ao longo do São formados pela união de
eixo do dente três paredes denominadas
de acordo com suas
respectivas combinações
• Ângulos
cavosuperficiais
São formados pela união de
• Ângulos diedros
três paredes denominada de
São formados pela união de
acordo com suas respectivas
duas paredes, e
combinações.
denominados segundo a
• Excessão
Cavidades classe III – a • Rasa 2
junção das paredes forma • Média 3
ângulos diedros e triedos • Profunda 4
chamados de incisais, nãp
• Bastante profunda 5
recendo portanto os nomes
das paredes que os formam.

Classificação
Patológica: Quando o
elemento dental apresenta
alguma problemática que afeta
a estrutura necessitanto de uma
restauração visando a
reconstrução morfológica,
funcional e estética do
Classificações de Black
elemento dental
Classe I: Regiões de má
• Terapêutica
coalescência do esmalte
Quando o preparo é
(cicatricuas ou fissurar), na face
realizado no elemento
oclusal de molares na face
dental, removida a patologia
lingual dos incisivos superiores
e o elemento está pronto
e palatina dos molares
para receber o material
superiores.
restaurador.

Classificação de acordo com


a profundidade
• Superficial 1
Classe II: Cavidades
preparadas nas faces proximais
de molares e pré molares.

Classe III: Cavidades


preparadas nas faces proximais
de dentes anteriores sem
remoção do ângulo incisal.

Classe IV: Cavidades


preparadas na região dos
dentes anteriores com
restauração do ângulo incisal.
Classe V: Cavidades
preparadas no terço gengival
da face vestibular e lingual de PRINCIPIOS GERAIS
todos os dentes sem ser DOS PREPAROS
cicatrícula ou fissura. CAVITÁRIOS

Preparo cavitário: é o
tratamento biomecânico da
carie e de outras lesçoes dos
tecidos duros do dente. As
estruturas remanescentes • Conservar maior
devem receber uma quantidade de tecido
restauração que as proteja, que dental sadio
tenha resistência e previna a • Paredes cavitarias lisas e
reincidência da cárie planas
devolvendo a forma, função e • Preparo cavitário limpo e
estética. seco
Finalidades
PRINCIPIOS DOS
PREPAROS
CAVITARIOS (TEMPOS
OPERATÓRIO)

• Forma de abertura da
cavidade
• Forma de contorno
• Eliminar o tecido • Remoção da dentina
patológico cariada
• Conferir a cavidades • Forma de resistência
formas que permitam o • Forma de retenção
• Dente receber e reter o • Forma de conveniência;
material restaurador • Acabamento das
• Preservar a vitalidade paredes de esmalte
pulpar • Limpeza da cavidade
• Deixar as paredes
Remover totalmente o Forma de Abertura
tecido cariado infectado • E o procedimento
• da cavidade suportadas operatório que visa a
por dentina sabia ou por remoção de expor a lesão
material com mesma de cárie, facilitando sua
função visualização e desta
forma permitir a
realização das fases englobar tanto a extensão
subsequentes do preparo superficial, como sua
cavitário propagação ao longo da
junção amelo –dentinária
Forma de contorno (largura, extenção e
• Define a área de su- profundidade.
uperficie do dente a ser • Extensão de
incluída no preparo conveniência: Deve
cavitário englobar todas as
• Deve englobar todo cicatrículas, fissuras e
tecido cariado e as áreas sulcos muito profundos e
da superfície do dente próximos a cárie para
susceptíveis a cárie. permitir um bom
• Todo esmalte sem acabamento nas margens
suporte dentinario deve da restauração. Arestas,
ser removido ou quando cristas marginais, pontes
possível apoiado em de esmalte e vertentes
material adesivo(resina devem ser preservadas, a
ou ionômero de vidro) menos que tenham sido
• O ângulo cavosuperficial envolvidadas pela cárie
de preparo deve
localizar-se em área de
resistência a carie, e que
possibilite um correto
termino da restauração.
• Devem ser observadas as • Caries de cicatrículas :
diferenças de
procedimentos para as
cavidades e cicatrículas e
fissuras e de superfície
lisas
• Extensão da cárie: A
forma de contorno deve
remanescente tenha
• Quando duas cavidades resistência a erforços
distintas estiverem mastigatórios, variação
separadas por estrutura volumétrica dos materiais
sadia com menos de restauradores, diferenças
1mm, elas deverão ser do coeficiente da
englobadas, distancias expansão térmica do
maiores deve ser mantida dente e do material
e realizado duas restaurador.
cavidades Paredes da caixa oclusal:
devem ser paralelas entre
REMOÇÃO DO si e perpendiculares a
TECIDO CARIADO parede pupar
• Dentina afetada: é a Paredes pulpar e
dentina desmineralizada, gengival: planas paralelas
mas não infectada, sem entre si e perpendiculares
presença de ao eixo longitiudinal do
microorganismos, est dente;
dentina pode ser Paredes vestibular e
preservada no ato lingual da caixa proximal:
operatório. Angulos axiopulpar:
• Dentina Infectada: é a arredondadas
dentina significamnete Cavosuperficial: Ideal de
invadida por 90º para amalgama
microorganismos e que Paredes pulpar e axial
deve ser removida irregulares devem ser
FORMA DE regularizadas com bases
RESISTENCIA protetoras, o material
Consiste no sempre deverá ser apoiad
procedimento operatório na dentina, o esmalte
onde se dá a forma da deverá estar apoiado em
cavidade para que a dentina hígida , não pode
estrutura dental haver prismas de esmalte
sem suporte, a • O acesso para caixa
profunfidade deverá ser proximal, por oclusal ou
adequada de modo a vestibular ou lingual ,
permitir uma espessura mesmo que elas não
mínima do material estejam cariadas é
restaurador considerado uma forma
de conveniência,
TIPOS DE acompanhar a forma
RETENÇÂO externa do dente durante
• Retenção por atrito do o preparo, a fim de evitar
material restaurador uma exposição pulpar,
• Retenção Química : danso a devida inclinação
ácido + adesivo as paredes internas, é
• Retenções mecânicas uma forma de
adicionais: Cauda de conveniência biológica
andorinha, sulcos,
canaletas, orifícios para
pinos, condicionamento ACABAMENTO DAS
do esmalte e dentina PAREDES DE
ESMALTE
Caviadade simples :
Quando a profundidade de Remoção das irregularidades e
uma cavidade for igual ou prismas de esmalte sem
maior que sua largura suportede dentina
vestibulolingual por si so ela promovendo um melhor
sera retentiva, se a a vedamento marginal entre a
abertura vesticulolingual for estrutura dental e o material
maior que a profundidade , restaurador.
devera ser realizada Pode ou não ser biselado, mas
retenção mecânica adicional. sempre devera ser liso e
uniforme
FORMA DE
CONVENIENCIA
LIMPEZA DA recosrtador de margem
CAVIDADE gengival, escavador de
Tem como objetivo remover dentina
detritos deixados durante o • Rotatórios
preparo=smear layer; Peças de mao retas em
desoblitera os canalículos dentes anteriores, baixa
dentinarios recém cortafdos, rotação para acabamento
ajuda a melhorar a a adaptação de paredes cavitárias.
do material; evita a inflamação • Alta rotação para
pulpar ocorrida pela redução rápida de
penetração de estrutura dentária e
microorganismos determinação de formas
remanescente, melhora a de contorno
adesão dos materiais adesivos.

COMO LIMPAR A
CAVIDADE
Jato de ar agua, lavagem da
cavidade com agentes de
limpeza ( solução de hidróxido
de cálcio), lavagem com
clorexidina 2%. Agentes ácidos
utilizados com critério, devido
aos efeitos causados no
complexo dentinho pulpar.
INSTRUMENTOS
Os instrumentos para o
preparo cavitário podem ser :
• Contantes manuais,
cizeis, enxadas, machado,
INSTRUMENTAIS ODONTOLÓGICOS
São instrumentos que procedimentos de atendimento
possibilitam o cd a realizar ao paciente.
Estrutura
Parte ativa e parte inativa

Divisões
Manuais ( instrumentais) que
podem ser rígidos ou
articulados
Rotatórios (baixa e alta
rotação)São conectados ao Arco de isolamento:
equipo e acionados por ele, Young
efetura movimentos rotatórios
de diversas velocidades, para Brocas:
mover uma fresa colocada em Possuem a haste que se
sua extremidade contecta com o instrumentais
rotatórios, a parte
Escavador de dentina: intermediaria : faz a união da
Remove manualmente a ponta ativa com a haste. E a
dentina desmineralizada no ponta ativa, que vai exercer sua
processo carioso função dependendo do
material da broca.
Brunidores
Fazer brilhar, lustrar Classificação das brocas
Esféricas
Pera
Removedores de excesso Chama
proximal=cabo de bisturi com Tronco cônica
lamina 12 ou 15 Cônica
Chanfrada
Grampos
Tipos
Longas e curtas
Classificassão pela haste
FG ( Friction Gripe) Alta
CA/RA ( Rght Angle) Contra
Ângulo
PM/HP ( Hand Piece) Peça de
mão

Tipos de Brocas por


material
Diamantadas
Aço Carbono
Carbide
Transmetal
Feltro
Cerdas
Papel/ Palstico

Classificação pelas cores


Preta (muito grossa)
Verde ( Grossa)
Azul (média)
Vermelha (fina)
Amarela (muito fina) – Pré
polimento
Branca (ultrafina)

RESTAURAÇÕES EM
RESINA COMPOSTA
• Polimerização:
Transformação dos
monômeros em
polímeros – cadeias
poliméricas
• Canforaquina: iniciador transferido para interface
mais comum dente/restauração
• Absorve energia num Desvantagens da
espectro de luz azul de contração de
400 a 500nm, onde –o polimerização –
comprimento da onda sensibilidade
ideals é 468nm
• Microinfiltração
• Quanto maior Formação de espaço
intensidade de luz, maior entre o material
o grau de conversão restaurador e dente
• Cadeias poliméricas se
• Passagem de fluidos e
ramificam e formamam
bactérias
cadeias cruzadas
• A resina passa de um
estado fuido para estado • Grande fator de
viscoso, ponto gel insucesso em
restaurações de
• A partir deste ponto , a
restaurações de Resina
resina composta sofre
composta é a
um stress que é
aproximação dos
transferido para interface
monômeros durante a
dente/restauração
formação de caisias
• Na fase pre gel, as
poliméricas, quanto
moléculas podem
maoir a conversão, maior
adiquirir novas posições,
a contração de
o que compensa o stress
polimerização
da contração de
polimerização • A contração de 1 a 3%
do volume, a resina
• Fase pós gel: o
composta se contaria em
escoamento da resina
direção as paredes
composta e restrito
aderidas e pode gerar
• Toda força do stress
forças capazes de romper
gerado nesta fase é
a resistência adesiva da
restauração as paredes Numa cavidade de classe
cavitárias. I, em que incrementos
ligados a poucas paredes
FATOR DE como na figura o
CONFIGURAÇÃO incremento de numero 5
é mais contraído
CAVITÁRIA
FATOR C TIPOS DE
• É a proporção entre o POLIMERIZAÇÂO
numero de superfícies • Convencional:
aderidas com a não intensidade constante,
aderidas potencia máxima do
• Quanto maior o fator C , aparelho, 20 a 40 segundos,
maior a contração; não estende a fase pré
• Tecnica incremental: gel,gera maoir stress na
reduz efeito fator C interface adesiva
• Prolongamento da fase • Step:
pré gel, minimiza a Inicia em potencia mais
contração de baixa e subitamente
polimerização emprega a potencia máxima
do aparelho, tempos
definidos pelo aparelho,
estende a fase pre gel, gera
um menor stress na
interface adesiva
• Ramp
Inicia em potencia mis baixa
e gradativamente aumenta a
potencia té a máxima do
aparelho, onde fica por mais
um tempo;
Tempos definidos pelo
aparelho, estendea fase pre
gel, gera um menor stress na • Polimento.
interface adesiva.
• Pulso Tardio
Cada incremento é
fotopolimerizado por 5
segundo em baixa potencia,
banho de luz ao final da
restauração por 1 minuto
em cada face na potencia
máxima,estende a fase pré-
gel, gera um menor stress na
interface adesiva, menor
contração de polimerização
e melhor adaptação
marginal.

Protocolo Clínico
• Diagnóstico;
• Seleção de cor;
• Isolamento do campo
operatório ;
• Preparo cavitário;
• Limpeza da cavidade;
• Restauração – proteção
pulpar, ataque acido e
sistema adesivo;
• Ajuste oclusal;
• Acabamento;
ACABAMENTO E POLIMENTO

As resinas compostas diferentes de obtenção de


apresentam capacidades lisura superficial após os
procedimentos de processo de restauração e não
acabamento e polimento deve ser negligenciado para
que posteriormente seja
TIPOS conseguida com o acabamento
e polimento, a anatomia devera
ser respeitada .
Microparticulados
Excelente polimento devido
Os objetivos do acabamento e
ao tamanho das partículas
polimento vai além da estética,
inorgânicas e da maior
visa proporcionar contorno
concentração de matriz
fisiológico com a lisura tal que
orgânica neste tipo de
impeça ou minimize o acumulo
material
de biofilme; aumentar a
resistência das resinas e o
desgaste e impregnação de
Micro/Nanohíbridas
corantes, harmonia oclusal,
Polimento superior as
textura superficial similar aos
antecessoras devido ao
adjacentes; proporcionar maior
menor tamanho médio das
longevidade da restauração.
partículas de carga. Resinas
com alta resistência
mecânica, e podem ser
usadas para anteriores e
ACABAMENTO
posteriores.
Visa o contorno e o formato e
o alisamento da restauração,
anatomia desejada
Nanoparticulados
POLIMENTO
Propiciam maior lisura no
Visa proporcionar uma camada
polimento e maior manutenção
superficial lisa e de alto brilho
dessa lisura
PROTOCOLO DENTES
POSTERIORES
A lisura da escultura deve ser
maximizada durante o
1- Remoção dos excesso 1- Remoção dos exesssos
mais grosseiros – lamina mais grosseiros – lamina
de bituri n 12 de bosturi n12
2- Dicos abrasivos para 2- Disco abrasivos para
excessos mais grosseiros, excessos mais grosseiros
granulações maiores – granulação maiores
(mais escuras para mais 3- Ajuste oclusal
claras) 4- Ajuste das ameias, aera
3- Ajuste oclusal espelhada-disco de
4- Brocas multilamindas e granulação média
pontas diamantadas finas 5- Pontas de silicone com
e ultrafinas oxido de alumínio
5- Ajustes das ameias-disco (desgastam volume e
de granulação média melhoram
6- Pontas de siscone com desenho/polimento) –
oxido de alumínio varias formas
(desgastam o volume e 6- Lixas abrasivas – forma
melhoram de s para não desgastar
desenho/polimento) ponto de contato
varias formas borrachas 7- Discos abrasivo –
abrasivas granulação mais fina
7- Lixas abrasivas – forma 8- Feltro com pasta
de s para não desgastar o impregnada
ponto de contato
8- Discos abrasivos
granulação mais fina
9- Feltro com pasta
impregnada/ escovas de
carbeto de silício.
PROTOCOLO DENTES
ANTERIORES

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