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FISCALIDADE

O documento descreve um caso em que um trabalhador foi notificado pela Autoridade Tributária a pagar impostos em atraso. Ele alega que a responsabilidade era da ex-esposa. A Autoridade Tributária rejeita o argumento pois ele é o responsável tributário.

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O documento descreve um caso em que um trabalhador foi notificado pela Autoridade Tributária a pagar impostos em atraso. Ele alega que a responsabilidade era da ex-esposa. A Autoridade Tributária rejeita o argumento pois ele é o responsável tributário.

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UNIVERSIDADE ABERTA ISCED

FACULDADE DE ECONOMIA E GESTÃO

LICENCIATURA EM GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS

CADEIRA DE FISCALIDADE

NOME: António Domingos Magube

Código: 11231130

CASO PRÁTICO

ARMANDO MAFIONE ZINDOGA, Cidadão Moçambicano, trabalhador da GARIKAY S.A,


que se localiza na Província de Sofala Concretamente no Distrito de Caia, em pleno gozo dos seus
direitos laborais, onde trabalha naquela empresa, desde 1999, tendo sido distinguido várias vezes
como um dos trabalhadores exemplares não só pelo seu sentido profissional, mas sim na
canalização dos impostos para as Finanças, foi notificado pela Autoridade Tributária, doravante
designado por AT, proceder ao pagamento de 73.000,00MT de IRPS que deixou de pagar no ano
económico de 2022, pois a AT, é entidade com competências de prevenir, combater e reprimir a
fraude de infracções aduaneiras e fiscais na esfera jurídica moçambicana.

Nestes termos, a Sra. Ilda Maswezana Chefe da contabilidade daquela Sociedade Anonima foi
quem deu queixa na Autoridade Tributaria de Sofala, sobre este facto de sonegação, alegando que
o mesmo, negou proceder ao pagamento dos impostos naquele exercício económico.

Ademais, inconformado, o Sr. Armando Mafione Zindonga, foi impugnar ou reclamar junto do
responsável da Autoridade Tributária, referindo que a obrigação do pagamento do Imposto caberia
à Sra. MADALENA DOS ANJOS, ex. esposa do trabalhador retro mencionado naquele ano e que
ficava com todo o seu salário e o administrava para todos os fins, daí que não tinha como pagar.
Outrossim, por sua vez, o responsável da Autoridade Tributária, chumbou a reclamação com o
fundamento de que ele era o responsável tributário, pelo que devia pagar o valor em divida.

a). Quem são os sujeitos activos e passivos no caso?

R/. No caso apresentado, o sujeito ativo é a Autoridade Tributária (AT), que exige o pagamento do
imposto devido. O sujeito passivo é Armando Mafione Zindoga, o trabalhador da GARIKAY S.A,
que deixou de pagar o IRPS.

b). Quem tinha a obrigação de efectuar o pagamento do imposto?

R/. De acordo com a legislação fiscal moçambicana, a obrigação de efetuar o pagamento do


imposto recai sobre o contribuinte, neste caso, Armando Mafione Zindoga.

c). Comente os fundamentos invocados pela Sra. Ilda e pelo responsável da AT.

A Sra. Ilda invocou o fato de que Armando Mafione Zindoga não procedeu ao pagamento dos
impostos devidos no ano econômico de 2022, enquanto o responsável da AT fundamentou sua
decisão no fato de que Armando Mafione Zindoga é o responsável tributário e, portanto, deve arcar
com o pagamento da dívida.

d). Perante a decisão da AT, que meios assistem o Sr. Armando Mafione?

Perante a decisão da AT, Armando Mafione Zindoga pode recorrer da decisão através dos meios
legais previstos na legislação tributária moçambicana, como apresentar uma reclamação formal ou
impugnação administrativa contra a decisão da AT. Além disso, ele pode buscar aconselhamento
jurídico e eventualmente recorrer aos tribunais se considerar que a decisão da AT é injusta.

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