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Manual Prático de Prótese Dentária

O documento apresenta informações sobre próteses fixas, incluindo tipos de retentores intrarradiculares como pinos de fibra de vidro e metálicos. Detalha protocolos para confecção e cimentação desses retentores.

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cassio oliv
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MANUAL PRÁTICO

Prótese

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Cássio Oliveira - [email protected] - CPF: 097.120.737-26


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pelo BIPM - Bureau International des Poids et Mesures) e
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produto está sujeita a reclusão, de 2 a 4 anos, e multa.

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Sumário
PRÓTESE FIXA 01

RETENTORES INTRARADICULARES 01

PINOS DE FIBRA DE VIDRO 02

PINO METÁLICO PROVISÓRIO - METALPIN 04

N.M.F - NÚCLEO METÁLICO FUNDIDO 05

COROAS 07

PREPARO PARA COROA 10

MOLDAGEM PARA COROAS 16

MOLDAGEM DE 2 PASSOS UTILIZANDO FIO AFASTADOR 17

CIMENTAÇÃO 18

ONLAY E INLAY 25

POLÍGONO DE ROY 07

LEI DE VEST 26

MATERIAIS CERÂMICOS 28

CLASSIFICAÇÃO DAS CERÂMICAS 29

AJUSTES, ACABAMENTO E POLIMENTO DE RESTAURAÇÕES EM CERÂMICA 32

RESTAURAÇÕES INDIRETAS (CERÔMEROS) 33

ENDOCROWN 33

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PRÓTESE REMOVÍVEL 35

P.P.R - PROTESE PARCIAL REMOVÍVEL 35

CLASSIFICAÇÃO DE KENEDY 36

PROTESE TOTAL MUCOSSUPORTADA 42

PROTESE TOTAL IMEDIATA 46

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Prótese
Fixa

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SUMÁRIO

RETENTORES INTRARADICULARES

1. Pino de fibra de vidro


2. Pino metálico provisório
3. Núcleo metálico fundido - NMF
REGRA
Se necessário (términos subgengivais), fazer aumento de coroa clínica
Remover o material de preenchimento ou restaurador e fazer preparo do conduto
com brocas Gates.
Preparo do remanescente dentário.
Respeito ao espaço biológico.
Eliminação de retenções na câmara pulpar.
Paredes da coroa remanescente devem ter espessura mínima de 1 a 2mm.
Espessuras menores que 1mm deve ser eliminada no preparo
Comprimento do Pino deve seguir regra dos 2/3 intraósseos.
Em Dentes multirradiculares fazemos um pino único na raiz mais volumosa e
retilínea.
O Diâmetro do retentor é o aquele tamanho (pré-fabricado) que melhor adaptar
ao canal havendo espaço para o cimento.

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PINOS DE FIBRA DE VIDRO

Indicações
Restaurações permanentes estéticas ou não em elementos com canal tratado, com
grande perda de estrutura coronária onde o preparo para coroa ou restauração
direta precisem de maior retenção.

Obs: É o tipo de pino de 1ª escolha devido ao modo de elasticidade semelhante a


dentina que oferece menor risco de fratura.

Protocolo
Pino de Fibra de Vidro Anatômicos ou Individualizados

Preparar o remanescente dentário, remover paredes menores que 1mm.


Rebaixar guta-percha realizando alargamento/preparo radicular. Deixar ao
menos 5mm.
Decidir comprimento - seguir regra dos 2/3 intra-ósseos
Decidir espessura do pino - escolher o que melhor adaptar ao canal portanto
que sobre espaço para o cimento.
Aplicação de resina composta no pino (o que Reduz a quantidade de cimento
gerando mais retenção).
Aplicar ácido fosfórico no pino por 1 min para limpeza - lavar e secar.
Aplicar jato de óxido de alumínio para aumentar retenção da resina (opcional).
Aplicação de Silano – 1 ou 2 x 60s.
Aplicação de resina sem polimerizar.
Inserção do conjunto ''Pino tratado + resina'' para moldagem.
Pré foto-ativação por 10s.
Retira o conjunto do conduto e fotoativa mais 40s.
Aplica o sistema adesivo (ácido fosfórico +adesivo) no conduto e
fotopolimeriza por 40seg. se o cimento não for autoadesivo.
Cimentação com cimento resinoso dual (foto e quimicamente ativado). caso
use o cimento autoadesivo não precisa tratar o substrato dentário com ácido
fosfórico e adesivo.

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Remover excesso de cimento antes de tomar presa.
Confeccionar porção coronária (núcleo de resina)
confeccionar provisório para futuramente fazer uma coroa ou restauração
permanente em resina caso haja estrutura dentária para tal.

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PINO METÁLICO PROVISÓRIO - METALPIN

Indicações
Restaurações provisórias por razões estéticas, funcionais ou financeiras em raízes
curtas ou com obstruções que impeçam acessos adequado.

Obs: Geram tensão no canal, aumentam risco de fratura por serem muito rígidos, deve-
se sempre optar pelo pino de fibra de vidro quando possível.

Protocolo
Pino metálico para uso provisório

Preparar o remanescente dentário, eliminar paredes menores que 1 a 2mm.


Desobstruir 2/3 do canal. Deixar min. de 5mm de gutapercha.
Selecionar comprimento e diâmetro do pino e seguir a regra dos 2/3 intra-
ósseos (se não for possível remover o contato do provisório com antagonista).
Aplicar cimento no pino (Fosfato de Zinco ou CIV cimentador ou Hidróxido de
Cálcio), com objetivo de individualização e preenchimento do canal. Obs: para
trabalhos provisórios de curto prazo que precisam ser fácilmente removidos
escolha usar hidróxido de cálcio, se planejar manter a restauração por mais
tempo opte por usar fosfato de zinco.
introduzir o pino ou conjunto ''pino + provisório'' no conduto.
Remover excesso de cimento antes de tomar presa.

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N.M.F - NÚCLEO METÁLICO FUNDIDO

Indicações
Restaurações permanentes em dentes com grande perda estrutural, canal tratado,
e que recebam grande carga mastigatória como nos molares.

Obs: São retentores intrarradiculares individualizados de corpor único (pino e núcleo


coronário). Tem fase laboratorial.

Protocolo
Núcleo metálico fundido

CONFECÇÃO:
1. Preparo coronário - remover paredes menores que 2mm - término
supragengival (ao menos 2mm) chanfrado.
2. Desobstrução da câmara pulpar e conduto - remover material obturador com
broca gates ou condensador paiva na raiz mais longa, retilínea e volumosa
deixando ao menos 5mm de gutapercha.
3. Prova do PINJET (pino de policarbonato) - deve ter um alívio entre o mesmo e
as paredes do canal e ter comprimento para confecção do núcleo coronário.
4. Isolar conduto (ex; vaselina).
5. Aplicar resina acrílica (duralay) no PinJet e levar ao conduto para anatomizar,
esperar o inicio de presa e remover e introduzir o conjunto do canal repetidas
vezes até que tome presa por completo.
6. confecção da parte coronária do núcleo
7. Remover e enviar para o protético para fazer a fundição
8. confeccionar provisório ou usar dente de estoque e cimentar com hidróxido de
cálcio ára proteger o preparo e a cavidade até peça metálica ficar pronta.

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CIMENTAÇÃO:
1. Remover provisório com saca protese ou colher de dentina.
2. Limpar - preparo e conduto
3. Jato de óxdido de alumínio no núcleo + limpeza com ácido fosfório e enxágue
com água e por fim secagem da peça com ar.
4. manipular cimento fosfato de Zinco
5. Aplicar cimento sobre a porção radicular do núcleo e levar ao canal
6. aguardar 5min. para presa e remover excesso de cimento com sonda
7. Usar provisório feito anteriormente ou confeccionar novo para futuramente ser
feito as moldagens para coroa.

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COROAS

1. Preparo - Anteriores e Posteriores


2. Moldagem

REGRAS E DÚVIDAS FREQUENTES


Nos preparos para coroas totais todas as faces do dente são
preparados.
A quantidade de desgaste vai depender do tipo de coroa indicada.
Tipos de coroas: coroa total metálica, coroa total metaloplástica,
coroa total metalocerâmica totalmente revestida em cerâmica, coroa
total metalocerâmica parcialmente revestida em cerâmica, coroa total
em cerâmica pura, coroa total em cerômero, coroa total em zircônia,
além de coroa total em resina acrílica (provisórias).
Todos os preparos de coroas totais devem apresentar uma conicidade,
ou seja, as paredes dos preparos apresentam uma inclinação de 3 graus
em relação ao longo eixo do dente, fornecida pela forma da ponta
diamantada, que fornece uma conicidade ideal de 6 a 10 graus.

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Quanto desgastar na margem gengival?
Onde for restaurar com material ESTÉTICO, o degrau deve ser em torno de 1 mm.
Onde for restaurar com METAL, degrau deve ser de até 0,5 mm.
Podemos desgastar mais?
Sim, se o dente apresentar condições para isso, como polpa com volume diminuído ou
dente tratado endodonticamente. Nessas condições, podemos fazer um degrau de 1,2 a
1,5mm.

Desgaste Oclusal - Quanto desgastar?


CÚSPIDE DE BALANCEIO: 1 mm
CÚSPIDE DE TRABALHO: 1,5 mm P
Podemos desgastar mais?
Se o dente apresentar coroa clínica longa, sim. Alguns autores preconizam,
principalmente em coroas livres de metal desgaste ou espaço interoclusal de 1,5mm na
cúspide de balaceio e 2,0mm na cúspide de trabalho.

Devo moldar antes?


Sempre que houver substrato dentário significativo que vá ajudar no modelo de
estudo e confecção de provisório ou até mesmo enceramento diagnóstico, então sim,
molde antes com alginato e vaze no gesso especial tipo IV antes de começar o preparo
de coroa.

Lentes Facetas Coroa anterior Coroa Posterior

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Tipos de término Cervical:
1) Ombro ou degrau: É um tipo de término em que a parede axial do preparo forma um
ângulo de aproximadamente 90° com a parede cervical. Ótimo para coroas metalfree
com 1,0 a 1,2 mm de espessura uniforme e contra-indicado nos preparos para coroas
com estrutura metálica. O degrau proporciona espessura suficiente à porcelana para
resistir aos esforços mastigatórios, impedindo a possibilidade de fraturas. Embora
proporcione uma linha nítida e definida, existe maior desgaste dentário e resulta em um
tipo de junção em degrau entra as paredes axial e cervical, dificultando o escoamento
do cimento e acentuando o desajuste oclusal e cervical.

2) Ombro ou degrau biselado: É um tipo de término em que ocorre a formação de


ângulo de aproximadamente 90° entre a parede axial e cervical, com biselamento da
aresta cavosuperficial. O bisel deverá apresentar inclinação mínima de 45°, o que irá
permitir melhor selamento marginal e escoamento do cimento. Além disso, este termino
tem a função de acomodar o metal e a porcelana, logo é indispensável em faces
estéticas. É indicado para coroas de metalocerâmicas com ligas áureas.

3) Chanfrado: É um tipo de término em que a junção entre a parede axial e gengival é


feita por um segmento de círculo. É considerado pela maioria dos autores como sendo
o tipo de término cervical ideal, porque permite espessura adequada para facetas
estéticas de porcelana ou resina, com seus suportes metálicos, facilitando a adaptação
da peça fundida e o escoamento do cimento.

4) Chanfrete: É um tipo de término em que a junção entre a parede axial e a gengiva é


feita por um segmento de círculo pequeno, devendo apresentar espessura suficiente
para acomodar o metal. Está indicada para coroa total metálica e como término
cervical nas faces lingual e liguoproximal, das coroas metaloplásticas e
metalocerâmicas, além disso, também é indicado para coroas parciais % e q4/5.

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PREPARO PARA COROA

PROTOCOLO - Técnica da silhueta


Quando preparamos metade do dente e depois a outra metade, para conseguir
visualizar as angulações. Observar sempre a broca utilizada, inclinação e profundidade

1) Sulco marginal cervical:


Utilizar a broca 1014 a 45° com o longo eixo do dente, sendo sua profundidade metade
da ponta ativa da broca. Realizar nas faces vestibular e lingual. A função básica de
iniciar o preparo pela confecção deste sulco é estabelecer o término cervical.

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2) Sulcos de orientação nas faces vestibular, incisal e cervico-lingual
Vestibular: Utilizar as brocas 3216 ou 2215 ou 4138, na profundidade de 1 vez a ponta
ativa da broca. Os sulcos devem ser realizados seguindo os planos inclinados dessas
faces, um correspondente ao terço médiocervical (então vai ser paralela ao longo eixo
do dente), e outro, ao terço médio-incisal (será conforme a anatomia do dente).

Inclinações 1 2 e 3

• Incisal: Utilizar as brocas 3216 ou 2215 ou 4138, inclinando a 45° voltado para a
lingual, sendo a profundidade 1 vez e meia (faz-se isso por causa da estética, para
conseguir a translucidez da cerâmica). Odesgaste da lingual depende da idade do
paciente, ou seja, se for mais idoso desgastamos menos devido a desgaste dentário
sofrido com o tempo, desta forma não atingimos a polpa.

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Lingual: Visão indireta, broca 3216 no terço médiocervical, uma ponta ativa (sem
cinta metálica) ou metade da ponta da ponta ativa da broca (com cinta metálica),
para não atingir a polpa, logo, devido esta espessura esta parte ficará só em metal.

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3) União dos sulcos de orientação
Faz-se a união com a mesma broca.

4) Desgaste lingual no terço médio-incisal:


Utilizar a 2200, para romper o ponto de contato, protegendo o dente vizinho. Depois
usamos a 3216 no sentido vestíbulo- lingual até formar o chanfrado com a espessura de
1 broca. Logo depois começamos a arredondar, fazendo uma suave inclinação da broca
convergindo para incisal. O PREPARO DEVE FICAR 0,5 SUBGENGIVAL, para não
aparecer a interface dente/prótese e evitar infiltrações.

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5) Desgaste lingual no terço médio-incisal:
Usar a broca em chama, inclinada a 45°, com a profundidade de meia ponta ativa, no
sentido mésio-distal, a fim de criar a concavidade palatina.

6) Acabamento e polimento do preparo:


Utilizar as brocas 3216F e 3216FF e a 3118F e 3118FF.

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MOLDAGEM PARA COROAS

Protocolo
1. Remover provisório e limpar preparo (remover excesso de cimento)
2. Anestesia infiltrativa caso necessário
3. Colocar fio afastador no sulco. Obs: deve ter espessura e comprimento compatível
com o sulco e também pode ser molhado em hemostop (anticoagulante liquido)
4. Moldar com moldeira parcial e silicona densa. Obs: colocar plástico filme sobre a
silicona ao moldar para gerar alívio para a silicona fluída a seguir.
5. Remover fio afastador
6. Com auxílio de uma seringa, aplicar silicona fluida (ou de Adição) no sulco e ao
redor do preparo e logo em seguida aplicar silicona fluida sobre a moldeira e
moldar novamente. Obs: aguardar 3min para presa.
7. Moldar antagonista com alginato.
8. Fazer registro em cera.
9. Lavar preparo e cimentar a coroa provisória com hidróxido de cálcio.
10. Vazar a moldagem com gesso especial tipo 4 e enviar para protético confeccionar
peça para prova (prova em cera de for cerâmica e prova do coping metálico se for
metalocerâmica)
11. Se houver boa adaptação, enviar novamente para o protético e pedir ''aplicação
de cerâmica''.

CIMENTAÇÃO: quando a peça com cerâmica aplicada chegar e estiver na cor certa e
bem adaptada.
Peças metálicas: fosfato de zinco.
Peças de Resina acrílica (ex: dentes de estoque provisórios): hidróxido de cálcio.
Peças cerâmicas puras: cimento resinoso (ex; U 200 e Rely X).

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MOLDAGEM DE 2 PASSOS UTILIZANDO FIO AFASTADOR

1 6

REMOVER O FIO
COLOCAR O FIO

7
2

3
8

4 2º Moldagem

5 Final

Observe a cópia do
1º Moldagem
término cervical.

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CIMENTAÇÃO

Coroas, Onlays, Inlays, facetas e peças indiretas em geral.

Protocolo
Peças metálicas: fosfato de zinco.
Lavar e secar preparo
Isolamento relativo com rolete de algodão para manter preparo seco
Jatear peça com óxido de aluminio
Lavar e secar interior da peça. Pode usar ác. fosfórico 10 seg. para lavar.
Manipular cimento corretamente.
Aplicar cimento dentro da peça sem exagerar e levar ao preparo.
Segurar coroa sob o preparo até que haja parte da presa para remover excessos
cervicais do cimento.
Checar ajustes oclusais.

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Peças Cerâmicas Puras:
1- porcelana Feldispática:
Condicionamento da peça:
Condicionamento da cerâmica pura com o ácido fluorídrico a 5% - ele será
aplicado por 60 segundos;
Lavar abundantemente;
Aplicação de silano - aplicação de uma única camada por 60 segundos;
Esperamos volatilizar;
Aplicação do cimento resinoso.

2- Dissilicato de Lítio (E-MAX):


Condicionamento da peça:
Condicionamento da cerâmica com ácido fluorídrico por 20 segundos;
Ácido fosfórico para ajudar na limpeza do ácido fluorídrico - 20 segundos de
esfregaço;
Aplicação de silano – aplicação de uma única camada por 20 segundos;
Esperamos volatilizar;
Aplicação do cimento resinoso.

Peças de Resina acrílica (ex: dentes de estoque provisórios): hidróxido de cálcio.

1. Lavar e secar preparo


2. Lavar e secar peça
3. Manipular hidróxido de cálcio
4. Com auxilio do aplicador de H.C espalhar sobre as paredes laterais internas da peça
5. Levar peça ao preparo e esperar tomar presa (5min)
6. Remover excessos de cimento
7. Ajustar oclusão (se possível remover contato para evitar que caia)

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ONLAY E INLAY

São restaurações indiretas de cerômero, metal ou porcelana que são indicadas


para cavidades grandes, perda de cúspides e ou de paredes de suporte.
Básicamente qualquer situação em que se possa evitar um preparo de coroa total.
Inlay é quando a restauração não cobre as cúspides e onlay é quando cobre ao
menos uma cúspide.

identou 21

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Protocolo
Preparo Inlay e Onlay: desgaste oclusal somente em Onlay.

1- Utilização de resina em áreas socavadas, visando à preservação da cúspide.

2- Preparo da caixa OCLUSAL:


1,5 a 2mm do sulco central à parede pulpar.
Ponta diamantada 2131 (pré-molares) ou 3131(molares).
Ângulos internos arredondados.

3- Preparo da caixa PROXIMAL:


Ponta diamantada 2131 ou 3131.
Expulsividade em continuidade com a caixa oclusal.
Paredes laterais da caixa proximal devem ser expulsivas para proximal (fugir do
ponto de contato).

identou 22

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4- Término:
Ombro ou Chanfro de 1 a 1,5mm e ângulo de 90° a 120°. Broca 3216 (forma
cilíndrica).

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Moldagem Inlay e Onlay:
Moldagem de 2 passos com silicona densa e fluída sem fio afastador.

Cimentação Inlay e Onlay


Metálica: Fosfato de zinco.
Cerâmica: Cimento Resinoso.
Provisórios acrílicos: hidróxido de cálcio.

Obs: seguir protocolos de moldagem e cimentação mais detalhados nos capítulos


anteriores de ''Moldagem e Cimentação de coroas, inlays, onlays, facetas e peças
inderetas em geral''.

identou 24

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POLÍGONO DE ROY

Roy: Divide a arcada em um polígono considerando o plano posterior com pré-molares, o


lateral como os caninos e o anterior como os incisivos. Quando os pilares estão situados
em pelo menos 2 planos distintos podemos confeccionar a protese (ponte fixa)

identou 25

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LEI DE VEST

Vest: O somatório das forças que incidem sobre os dentes da PPF deve ser menor ou
igual ao somatório das forças que incidem sobre os dentes pilares vezes dois.

Dentes Superior Inferior


Incisivo Central 4 1
Incisivo Lateral 3 2
Canino 5 5
1º Pré-Molar 4 4
2º Pré-Molar 4 4
1º Molar 6 6
2º Molar 6 6
3º Molar 4 4

Exemplos:
1- Pilares: 23 e 25

Logo a prótese terá 3 elementos. O total das forças que irão incidir nesses 3 elementos
tem que ser menor ou igual as forças que vão incidir somente nos pilares, cada uma,
vezes dois.

23 + 24 + 25 <- (23 x 2) + (25 x 2)

5 + 4 + 4 <- (5 x 2) + (4 x 2)

13 <
- 10 + 8
13<- 18

Margem de segurança: 18 - 13 = +5 (Essa prótese pode ser confeccionada sem


nenhuma preocupação, até se tivesse dado 0 <- 0 daria.)

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2- Pilares: 13 e 26

Elementos: 13,14,15 e 16.

13 + 14 +15 + 16 <- (16 x 12) + (13 x 2)

5 + 4 + 4 + 6 <- (6 x 2) + (5x2)

19 <- 22

Margem de segurança: 22 - 19 = +3, ou seja, pode confeccionar.

Segundo Roy:
16: Plano posterior direito
13: Plano lateral direto
2 planos diferentes, então pode confeccionar

identou 27

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MATERIAIS CERÂMICOS

Definição:
Estruturas não metálicas, inorgânicas que contêm uma fase cristalina
(resistência) e uma fase vítrea (estética).

Indicações:
Laminados cerâmicos;
Facetas;
Inlays e onlays em dentes posteriores;
Coroas totais anteriores e posteriores;
Próteses fixas;
Para próteses sobre implantes.

A PORCELANA É UM MATERIAL ALTAMENTE ESTÉTICO ENTÃO PORQUE NÃO É


INDICADO PARA TODOS OS CASOS?
RESPOSTAS: Porcelana apresenta uma baixa resistência (100-120MPa) fazendo com
que limite suas indicações como material metal free.

Limitações:
Cavidades sem esmalte cervical;
Pacientes com hábito parafuncional;
Pacientes com problemas periodontais;
Impossibilidade de isolamento absoluto;

identou 28

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CLASSIFICAÇÃO DAS CERÂMICAS

As cerâmicas podem ser classificadas em 3 grupos:


1. Cerâmicas vítreas;
2. Cerâmicas policristalinas;
3. Cerâmicas.

Feldspática Fluorpatita Dissilicato de Lítio Zircônia

ESTÉTICA RESISTÊNCIA
Fase vítrea Fase cristalina
Ácido-sensível Ácido-resistente

OBS: Quanto mais para a esquerda mais estético é o sistema (com um maior predomínio
de fase vítrea), já para a direita estão localizados os materiais mais resistentes com um
predomínio de fase cristalinas.

PORCELANA FELDISPÁTICA
É também conhecida como cerâmica tradicional. Em sua composição básica contém
o feldspato (fase cristalina), o quartzo (sílica – matriz vítrea de 55% a 65%) e caulim
(aglutinante opaco 4%). São indicados para cobertura (coping metálico ou estético),
facetas; inlays/onlays e coroas anteriores.

Condicionamento da peça:
(1) Condicionamento da cerâmica pura com o ácido fluorídrico a 5% - ele será aplicado
por 60 segundos;
(2) Lavar abundantemente;
(3) Aplicação de silano - aplicação de uma única camada por 60 segundos;
(4) Esperamos volatilizar;
(5) Aplicação do cimento resinoso.

identou 29

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Mais aceito tratamento de superfície de cerâmicas vitreas

DISSILICATO DE LÍTIO (E-MAX)


Ele apresenta uma excelente estética (no nível da feldispática) e resistência flexural
de 360-400 Mpa. Ela chega em forma de lingotes (pastilhas) de cerâmica vítrea para
a tecnologia de injeção, não dependendo da necessidade do protético.

Condicionamento da peça:
(1) Condicionamento da cerâmica com ácido fluorídrico por 20 segundos;
(2) Ácido fosfórico para ajudar na limpeza do ácido fluorídrico - 20 segundos de esfregaço;
(3) Aplicação de silano – aplicação de uma única camada por 20 segundos;
(4) Esperamos volatilizar;
(5) Aplicação do cimento resinoso.

ZIRCÔNIA
A zircônia é um elemento químico presente na tabela periódica, porém também é
considerado como uma cerâmica altamente resistente (com uma resistência flexural
de 900 a 1200 MPa), com alta tenacidade à fratura e com uma excelente
biocompatibilidade.
Esse material tem sido indicado para casos de coroas unitárias anteriores e
posteriores (dente e implante), PPF (dente e implante) e Abutments.

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OBS: Apesar de ter uma ótima resistência, em casos de restaurações parciais a
restauração em zircônia fica totalmente sem estética. Por conta da sua opacidez é
possivel visualizar onde termina o dente e onde começa a restauração.

Cimentação: (essa cerâmica é ácido resistente)


(1)Preparo do dente com retenção mecânica;
(2)Pode ser realizada uma cimentação convencional com cimento fosfato de zinco ou
resina.

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AJUSTES, ACABAMENTO E POLIMENTO DE
RESTAURAÇÕES EM CERÂMICA

Passo-a-Passo
(1) Ajuste das proximais - se vier com um excesso ele deverá ser removido, porém se vier
faltando não será possivel realizar qualquer ajuste tendo que retornar ao laboratório;
(2) Ajuste interno – somente é realizado quando após o ajuste proximal a peça ainda
não estiver adaptada. A deve ser feita com carbono e a remoção do excesso com uma
broca diamantada esférica pequena;
(3) Ajuste pós-cimentação - pode ser realizado com mais segurança por conta da maior
resistência da peça. Pedimos para o paciente realizar os movimentos excursivos.
Realizado com ponta diamantada de granulação média, grossa ou extra grossa.
(4) Se realizou qualquer ajuste, será necessário realizar o polimento, sendo ele feito
com borrachas siliconadas específicas para cerâmicas.

OBS: Somente devemos realizar o ajuste oclusal da peça após a cimentação para
diminuir o risco de fraturas. Em casos de ajustes muito grandes, as peças devem ser
reenviadas ao laboratório.

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RESTAURAÇÕES INDIRETAS (CERÔMEROS)

Cerômeros = resinas compostas obtidas de forma laboratorial


A composição é similar a das resinas compostas diretas, porém com maior quantidade de
partículas inorgânicas e com adição de partículas de cerâmica. Apresentam uma
resistência flexural entre 120 a 160 Mpa, alta porcentagem de carga inorgânica (66% do
volume), mínima contração de polimerização e união ao metal.

PORQUE O CERÔMERO SE COMPORTA MELHOR DO QUE A RESINA DIRETA?


RESPOSTA: É a polimerização que difere o cerômero da resina direta e não a composição.

 Indicações:
Inlays/onlays;
Coroas totais anteriores;
Facetas;

O principal problema clínico com o uso de resinas de laboratório em grandes peças


é o manchamento e alteração de coloração de corpo (superficial).

ENDOCROWN

Definição:
Coroas adesivas de cerâmica fixadas aos dentes posteriores tratados endodonticamente
No caso da endocrown é utilizada a câmara pulpar para a construção da coroa e núcleo
em uma única unidade. São utilizados todos os materiais que apresentem adesão, isto é:
Cerâmicas (ácido-sensíveis); Materiais híbridos (cerâmica + resina); Resinas: cerômeros.

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Preparo Cavitário:
O preparo apresenta uma margem gengival circular (chanfrado) mais uma cavidade de
retenção central no interior da câmara pulpar. O preparo pode ser classificado de 3
formas:

(1) Proteger a entrada do canal com resina flow, CIV ou ionômero de vidro
fotopolimerizável;
(2) Preparo intra câmara tenha os ângulos internos todos arredondados e uma ligeira
expulsividade
(3) Margem gengival deve ser plana e bem delimitada;
(4) Pode ser utilizadas as brocas 3131 ou 2131.
(5) Deixa todo o preparo mais liso com uma broca com granulação mais fina.

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Prótese
Removível

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P.P.R - PROTESE PARCIAL REMOVÍVEL

Conceito
São aparelhos dentossuportados ou dentomucossuportados, destinados a
substituir, em um ou ambos os maxilares, um ou mais dentes ausentes, podendo
ser removidos da boca com relativa facilidade, tanto pelo paciente quanto para o
profissional

Função
Preservar os dentes que ainda estão presentes e substituir os ausentes.

COMO SABEMOS SE UM DENTE AGUENTA SER SUPORTE PARA UMA PPR?


Devemos realizar um exame clínico para conferir o grau de mobilidade que o
elemento apresenta e radiografar para avaliar a altura e o nível de inserção
óssea do dente. Essas duas condições irão determinar se o elemento servirá de
apoio ou precisa ser extraído.

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CLASSIFICAÇÃO DE KENEDY

1.Classificação de Kenedy 1: edentado posterior bilateral;


2.Classificação de Kenedy 2: edentado posterior unilateral;
3.Classificação de Kenedy 3: edentado intercalar;
4.Classificação de Kenedy 4: edentado anterior (ausência dos IC
necessariamente).

Modificações
São espaços protéticos adicionados ao principal, sendo que a zona mais posterior
desdentada é a que rege a classificação. À exceção da classe 4 que não apresenta
quaisquer tipos de modificações.
OBS: O número das modificações é de acordo com a quantidade de espaços edêntulos
existentes.

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EXEMPLO 1:
I. Classe 1 - modificação 1;
II. Classe 1 - modificação 2;
III. Classe 1 - modificação 3;
IV. Classe 1 - modificação 4

EXEMPLO 2:
I. Classe 2 - modificação 1;
II. Classe 2 - modificação 2;
III. Classe 2 - modificação 3;
IV. Classe 2 - modificação 4

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EXEMPLO 3
I. Classe 3 – modificação 1;
II. Classe 3 – modificação 2;
III. Classe 3 – modificação 3;
IV. Classe 3 modificação 4

Tipos de preparo
Existem 2 tipos de preparos a serem feitos em um paciente com PPR:
Preparo tipo 1 (preparo básico): nesse preparo será feito o exame clínico
criterioso seguido das radiografias dos dentes que serão suportes para PPR. Será
analisado também o grau de mobilidade, se há necessidade de passar por um
tratamento periodontal, se há alguma cárie para remover ou algum elemento.
Sendo assim, será feio tudo que for necessário para que condicione os dentes para
o recebimento da PPR
Preparo tipo 2: com todas as condições adequadas para o recebimento da PPR
partimos para a confecção dos nichos e dos planos guias.

Planos Guias:
O plano guia são duas ou mais superfícies planas preparadas nas faces axiais dos
dentes de suporte para ajudar na entrada e na saída da prótese passiva, sem gerar
força lesiva no dente.
Desgaste mesial ou distal de 2 a 3 mm que visam deixar a superfície do dente plana
num ângulo de 90º para encaixe da PPR, como demonstrado na figura abaixo.
As brocas utilizadas para confecção de planos guias são as brocas cilíndricas
(ex:3099, 3216, 4168)

OBS: na vestibular não se faz plano guia por conta do equador protético, que é uma
área mais convexa, assim abaixo dessa área no dente fica uma área mais retentiva.
Nessa área vai ficar instalada a ponta do braço de retenção do grampo.

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Equador
Prótetico

Ponta Ativa
do Grampo

Apoio
Elemento da PPR que se apoia sobre uma face dentária para proporcionar
suporte vertical (vai encaixar sobre os nichos);

Nicho
Desgaste feito com a broca geralmente na superfície oclusão dos dentes.

Confecção
Os nichos são os alojamentos dos apoios. Sua confecção deve ser realizada com
as brocas 1014, 3017, 3018 ou 3131 realizando uma profundidade entre 1 a 1,5 mm
(1x a broca), com uma largura igual a 1/3 da distância V-L da face proximal e com
uma extensão igual a 1/3 da distância M-D. A parede pulpar deve ser
ligeiramente inclinada para o centro do dente.

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Grampos
O grampo é o elemento que dará retenção a PPR, impedindo que ela solte
durante os movimentos funcionais.

Tipos:
Grampos de abraçamentos circuferencial simples
Grampos de abraçamento circuferencial reverso
Grampos meio a meio
Grampo Gêmeo
Grampo contínuo de Kennedy
Grampos de ação de ponta: existem vários tipos chamados de TULICs, porém
os mais utilizados são os em formato de T e o em formato de I.

1 2 3

4 5 6

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PROTOCOLO:
1- Preparo tipo 1: certificar-se que o paciente está 100% saudável
para receber a protese. Exemplo: tratar gengivite primeiro se houver,
tratar cáries e fraturas primeiro se houver, fazer limpeza e raspagem
caso precise, extrair elementos que não suportam a força exercida
pela protese.

2- Preparo tipo 2:
confeccionar planos guia na distal e mesial dos elementos entre
espaços protéticos.
Confeccionar os nichos que irão receber o apoio dos grampos,
brocas esféricas ou em forma de taça, profundidade de meia até
1ponta ativa de forma que a cavidade seja expulsiva.

3- Moldagens, Provas e ajustes: após preparos tipo 1 e tipo 2.

Moldar com Alginato ou Hidrogum ou Silicona densa + Fluída.


Vazar em gesso especial tipo IV e sacar modelo para enviar ao
protético pedindo '' Estrutura metálica e Rolete de cera''.
Prova da estrutura metálica e rolete de cera: verificar encaixe
dos grampos nos nichos, ajustar oclusão removendo ou
adicionando cera ao rolete, pedir para paciente morder/fechar a
boca para marcar a cera com a oclusal dos dentes antagonistas, e
por fim, caso hajam 2 proteses (superior e inferior) prender
ambas com um grampo ou clipe para enviar-las em oclusão para
o protético. Neste pedido você vai por ''montagem dos dentes em
cera''.
Prova dos dentes em cera: a esta altura você ja fez a maioria dos
ajustes e a protese deve encaixar perfeitamente, esta fase serve
para avaliar cor, forma e posição dos dentes, caso haja
necessidade de mudar altura incisal, ou trocar cor e etc, você faz a
requisição e pede uma nova prova dos dentes. Caso a prova dos
dentes em cera seja satisfatória você faz uma requisiçao pedindo
''acrilização'' da protese.
Entrega da PPR acrilizada e ajustes finais.

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PROTESE TOTAL MUCOSSUPORTADA

Função da prótese total:


1. Reestabelece a estética – impede o colapso facial;
2.Reestabelecer a função mastigatória e fonética (funcional).

Cirurgias Pré-Protéticas
Remoção de retenção óssea;
Regularização do rebordo;
Remoção de freios;
Remoção de hiperplasia.

CARACTERISTICAS IDEAIS DE UM REBORDO: rebordo retangular, largo, sem


retenções, freio bem-posicionado, mucosa com cobertura firme e bom tônus muscular.

Passo-a-passo da confecção de uma PT - 1ªParte.


(1) Inicia-se com a anamnese – devemos levar em consideração os anseios do
paciente e fatores psicológicos;
(2) No exame clínico EXTRA-ORAL avaliamos a linha do sorriso e suporte do lábio. No
exame clínico INTRAORAL avaliamos tecido mole, quantidade e qualidade do rebordo
e análise dos limites anatômicos;
(3) Se necessário pedir exames complementares (radiografia e tomografia);
(4) Fazer a moldagem anatômica utilizando uma moldeira para desdentado – lembrar
de utilizar a cera 7 em torno de toda a borda;

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(5) Para obter o modelo anatômico vazamos com o gesso tipo 3;
(6) Confeccionamos a moldeira individual com resina acrílica incolor;

(7) O próximo passo é realizar a moldagem funcional com a godiva em toda a borda
da moldeira individual e com a pasta zinco-enolica para copiar os movimentos
funcionais;

OBS: se for uma moldagem superior, lembrar de antes de manipular a pasta zinco-
enolica realizar de 6 a 8 furos para diminuir a pressão embólica.

(8) Enviamos para o protético e pedimos para vir a prova do rolete de cera.

TOMADA DE PLANOS EM PT
Uma vez perdidos os dentes, praticamente deixam de existir parâmetros intra-orais
que possam orientar a recolocação de deles através de próteses, sendo assim
características biotipológicas do indivíduo passam a ser parâmetros disponíveis
para construir o padrão oclusal e estético perdidos. O melhor meio para reconstruir
o padrão oclusal e estético perdidos é utilizar planos de orientação feitos com cera,
ancorados em bases de prova que ajustados irão simular a presença dos dentes,
dando previsibilidade ao trabalho.

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Ajuste do Plano Superior
Plano de Camper: borda superior do Tragus a asa do nariz juntamente com a
colocação da base de prova superior na boca. Visualizar se as réguas estão
paralelas.

Plano de Fox: a análise é feita com a régua na linha dos olhos juntamente com a
colocação da base de prova superior na boca.

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Passo-a-passo da confecção de uma PT - 2ªParte.
(9) Durante a prova do plano de cera realizamos a tomada de planos, a verificação do
corredor bucal a marcação da linha média, linha do canino e linha do sorriso;

(10) Nessa etapa também selecionamos a cor e o formato dos dentes levando em
consideração se o paciente apresenta ou não remanescente dentário.

OBS: no caso em que a pessoa possui remanescente a escolha deve ser baseada
neles para que a prótese fique o mais natural possível. Se o paciente é edentulo deve
ser analisado de acordo com o formato do rosto, baseando a escolha na cor,
tamanho, forma, articulação e tipo.

(11) Enviamos para o protético pedindo para vir a prova dos dentes;
(12) A prova dos dentes é uma etapa onde o paciente analisa se realmente gostou da
cor e do formato escolhido podendo realizar qualquer tipo de alteração. É uma etapa
que podemos verificar novamente tudo analisado na etapa da prova de cera.
(13) Escolhemos juntamente com o paciente a cor da gengiva e enviamos para o
protético pedindo a acrilização da prótese;
(14) Na consulta de entrega, avaliamos se o paciente apresenta algum incomodo que
necessita desgaste, sendo ele realizado com uma maxcut. Se não houver nada para
ajustar, o paciente já está liberado.

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PROTESE TOTAL IMEDIATA

VANTAGENS:
Anatômicas: impede a perda da DVO, ameniza as alterações na ATM, impede colapso
labial e o afundamento das bochechas
Funcional: reduz a memória da propriocepção, permite que os músculos envolvidos
mantenham suas funções normais e facilita a mastigação
Psicológicas: permite manter o equilíbrio emocional
Estética: Impede o colapso facial.

Passo-a-passo da confecção de uma PT - 2ªParte.


(1) Avaliação clínica e RX;
(2) Fazer moldagem: preparar a moldeira com cera, individualizar a moldeira, realizar
o vazamento imediato e verificar movimentos funcionais;
(3) Registro interoclusal: avaliar se a DVO está mantida quase sempre devemos
recuperar a DVO com planos para registro interolcusal;
(4) Cirurgia no modelo de gesso
(5) Escolha e montagem dos dentes: observar marcações das linhas do sorriso e do
canino, escolha da cor;
(6) Cirurgia: esterilização das brocas e discos, uso do guia e cuidados básicos
(7) Instalação da prótese imediata: deve ficar de 3 a 4 meses até a confecção da
prótese definitiva. Se necessário fazer reembasamento direto.

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Orientações Pós-Cirúrgicas
1.Não remover a PTI nas 24h iniciais;
2.Após 7 dias faz a remoção dos pontos;
3.Orientar sobre as dificuldades iniciais inerentes à propriocepção;
4.Orientar sobre higienização;
5.Orientar sobre a mastigação;
6.Orientar sobre o retorno para manutenção;

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