Centro Universitário de Brasília – UniCEUB
Faculdade de Ciências da Educação E Saúde – FACES
Samuel Diniz Neves
ANÁLISE DA INFLUÊNCIA DO ALONGAMENTO E DA FLEXIBILIDADE NO
EXERCÍCIO FÍSICO
Brasília
2016
Samuel Diniz Neves
ANÁLISE DA INFLUÊNCIA DO ALONGAMENTO E DA FLEXIBILIDADE NO
EXERCÍCIO FÍSICO
Trabalho de Conclusão de Curso
apresentado como requisito parcial à
obtenção do grau de Bacharel em
Educação Física pela Faculdade de
Ciências da Educação e Saúde Centro
Universitário de Brasília – UniCEUB.
Orientador: Me Sérgio Adriano Gomes
Brasília
2016
RESUMO
Introdução: Embora o alongamento e a flexibilidade sejam semelhantes
apresentam entre si diferenças, sendo que a flexibilidade trabalha o aumento da
amplitude e o alongamento é realizado por meio de exercícios físicos para melhorar
esta capacidade. Objetivo: O presente estudo tem como objetivo de discutir a
influência dos exercícios de alongamento e de flexibilidade na prática de exercícios
físicos. Material e Métodos: Este estudo se caracteriza como uma revisão da
literatura, tendo característica exploratória, por meio de artigos relevantes publicados
em revistas cientificas sendo retirados no banco de dados como o Google
Acadêmico, Capes, Scielo e revistas periódicas. Revisão da Literatura: O
treinamento de flexibilidade aumenta amplitude da articulação, diminuindo as
chances de provocar lesões, aumentando o bem estar e melhorando o nível
psicológico do praticante sendo que a mulher poderá ter melhores níveis de
flexibilidade. O alongamento evita o encurtamento muscular trabalhando seu
relaxamento, porém, antes da prática do exercício físico poderá acarretar perca de
força. Considerações Finais: A prática da flexibilidade melhora o condicionamento
físico do atleta, entretanto alguns estudos apontaram que o alongamento, antes da
pratica do exercício, piora a qualidade no treinamento do atleta.
Palavras-chave: alongamento e flexibilidade, força e alongamento, aquecimento e
a flexibilidade.
ABSTRACT
Introduction: Although stretching and flexibility are similar, they present differences.
Flexibility works to increase the amplitude and stretching is performed through
physical exercises to improve this capacity. Objective: This study aims to discuss
the influence of stretching and flexibility exercises on physical exercise. Material and
Methods: This study is characterized as a review of the literature, having an
exploratory characteristic, through relevant articles published in scientific journals
being taken from the database such as Google Scholar, Capes, Scielo and
periodicals. Literature Review: Flexibility training increases joint amplitude,
decreasing the chances of injury, increasing well-being, and improving the
practitioner's psychological level, allowing women to have better levels of flexibility.
Stretching prevents muscle shortening by working your relaxation, but before
exercising, you may lose strength. Final Thoughts: The practice of flexibility
improves the physical conditioning of the athlete, however, some studies have
pointed out that stretching, prior to the practice of the exercise, worsens the quality of
the athlete's training.
Keywords: stretching and flexibility, strength and stretching, heating and flexibility.
SUMÁRIO
1 INTRODUÇÃO ........................................................................................................ 6
2 MATERIAIS E MÉTODOS ...................................................................................... 8
3 REVISÃO DA LITERATURA .................................................................................. 9
3.1 Diferenças entre o alongamento e flexibilidade .............................................. 9
3.1.1 Tipos de Flexibilidade ................................................................................... 12
3.1.2 Tipos de Alongamentos ................................................................................ 13
3.2 Influencia do Alongamento e da Flexibilidade na Força Muscular ............. 16
4 CONSIDERAÇÕES FINAIS .................................................................................. 18
REFERÊNCIAS ........................................................................................................ 19
ANEXO A CARTA DE ACEITE DO ORIENTADOR ................................................ 23
ANEXO B CARTA DE DECLARAÇÃO DE AUTORIA ........................................... 24
ANEXO C FICHA DE RESPONSABILIDADE DE APRESENTAÇÃO DE TCC...... 25
ANEXO D FICHA DE AUTORIZAÇÃO DE APRESENTAÇÃO DE TCC ................ 26
ANEXO E FICHA DE AUTORIZAÇÃO DE ENTREGA DA VERSÃO FINAL DO
TCC .......................................................................................................................... 27
ANEXO F AUTORIZAÇÃO DA BIBLIOTECA ......................................................... 28
6
1. INTRODUÇÃO
Apesar do alongamento e a flexibilidade estarem interligados, apresentam
diferenças na definição, na importância e principalmente na tecnicidade da
execução. A flexibilidade é uma capacidade física caracterizada pelo aumento da
amplitude do movimento, e o alongamento é o exercício usado para desenvolver
esta capacidade (GALDINO, 2013).
O alongamento e a flexibilidade estão relacionados com a mobilidade
articular, porém possuem funções diferentes. O alongamento está voltado para o
exercício físico, e a flexibilidade vem sendo destacado, como capacidade motora e
articular (ABDALLAH JUNIOR, 2007).
Os exercícios de alongamento estão ligados ao direcionamento para os
músculos e os tecidos moles acabam envolvendo todas as articulações do corpo. O
alongamento serve para aumentar a elasticidade e desempenhar melhor a função
muscular, já a flexibilidade é a consequência do trabalho do alongamento, que
reflete na extensão do movimento (BADARO; SILVA; BECHE, 2007).
Atualmente diversos estudos buscam a análise quanto à importância do
atleta aquecer antes do treinamento, e o mesmo realizar o alongamento para
encerrar a atividade esportiva, visto que a prática do alongamento antes do treino
demonstrou possível diminuição da potência. Assim, é interessante que os
profissionais de Educação Física reflitam as suas práticas, evitando prescrever
alongamentos antes dos exercícios físicos (MATIAS; ALENCAR, 2010).
O aquecimento poderá estar incluído no esporte, estimulando o
desenvolvimento da ativação neuromuscular e prevenir lesões ósseas e musculares.
Em diversas modalidades esportivas, o atleta precisa melhorar a potência muscular.
O aquecimento junto com as atividades terapêuticas vem sendo utilizado no lugar do
alongamento, com o viés de melhorar a ativação neuromuscular em situações que
precisam ter respostas com velocidade (VIEIRA, et al; 2013).
Nas atividades físicas em que se almeja maior amplitude articular e sem
desvincular a potência durante o gesto esportivo, o aquecimento específico poderá
ser realizado logo após o alongamento. Assim, poderá ser evitado possível
transtorno do alongamento sobre a função muscular, como aumento da velocidade
7
de resposta e a diminuição da amplitude neuromuscular, o que deixaria o nível de
atividade neuromuscular muito mais lento, diminuindo os possíveis resultados
durante prática da atividade física (VIEIRA, et al; 2013).
Algumas pesquisas demostram que o alongamento realizado antes da
prática esportiva, possui tendência em diminuir a performance muscular. Entretanto,
outros estudos foram a favor do alongamento e analisaram seus efeitos crônicos,
descobrindo que o alongamento realizado antes do exercício físico trouxe ganho
para a flexibilidade e aumentou o desempenho muscular ao longo prazo (ALMEIDA,
et al; 2009).
O alongamento após os exercícios de impactos é interessante para que o
atleta venha ter encurtamento muscular, visando obter ganhos de flexibilidade com
maior chance de contrair uma lesão, pois o músculo esgotado já não possui uma
resposta eficiente. Com isto os preparadores físicos terão que sempre ficar atento
com as possíveis causas de lesões dos praticantes de esportes, visando à
promoção de saúde (ALMEIDA; JABUR, 2006).
Com a aplicação de exercícios de alongamento antes de exercício de força,
o alongamento não produz um resultado satisfatório no nível imediato, e ainda pode
causar situação de risco de lesão durante pré-exercício de força, mas de forma
progressiva pode aumentar o nível de elasticidade, melhorando o nível de força,
através dos exercícios de flexibilidade (MORAES, 2013).
Vários estudos vêm demonstrando ao longo do tempo, que o exercício de
alongamento muscular provoca uma grande diminuição de força, que pode ocorrer
por fatores mecânicos, alterando a elasticidade da fibra muscular. Entretanto outras
pesquisas revelam que através do comprimento e tensão no musculo pode
desencadear perda de força, por causa dos fatores neurais (RAMOS; SANTOS;
GOLÇAVES; 2007).
A genética, o sedentarismo, o sexo e o ambiente em que está inserido o
praticante de atividade física, pode influenciar nos resultados negativos no
desenvolvimento da flexibilidade. Com a idade avançada acaba diminuindo a
flexibilidade. As mulheres, mesmo que tenham um nível de flexibilidade maior do
que aos homens, com a idade avançada poderão ter uma perda muito significativa
8
se não conseguirem manter o nível de exercícios de alongamentos adequado
(CARRARO; FERREIRA; 2012).
O presente estudo tem como objetivo discutir a influência dos exercícios de
alongamento e da flexibilidade na prática de exercícios físicos.
2. MATERIAIS E MÉTODOS
Este estudo se caracteriza como uma revisão da literatura, tendo
característica exploratória, relacionando a diferença do alongamento e da
flexibilidade durante o exercício físico. Os artigos foram retirados de periódicos
relevantes, de bancos de dados como o Google Acadêmico, Capes, Scielo e revistas
periódicas, como Revista Digital, Revista Brasileira de Atividade Física e Saúde,
Revista Motriz, Revista Brasileira de Ciência e Movimento, Revista Motricidade,
Revista Saúde, Revista Brasileira Cine antropometria e Desempenho Humano,
Revista de Atenção a saúde, Revista ConScientiae Saúde, Fisioterapia em
Movimento, Revista Brasileira de Medicina do Esporte, Educação Física em Revista
e Revista Brasileira de Ciências do Envelhecimento Humano. O tema do presente
estudo é “Análise da Influência do Alongamento e da Flexibilidade no Exercício
Físico”. As palavras chaves utilizadas para a pesquisa são: alongamento e
flexibilidade, força e alongamento, aquecimento e a flexibilidade. Foram utilizados
vinte artigos publicados entre os anos de 1999 e 2016, assim como livros que sejam
relevantes ao tema. A busca de tais artigos se caracterizou pelo conteúdo abordado
e sua relação com o tema escolhido.
No presente estudo realizamos uma Leitura Exploratória para determinação
do material que de fato interessa à pesquisa, de acordo com seus objetivos.
Posteriormente fizemos uma Leitura Seletiva, definindo os textos para a pesquisa,
seguida de Leitura Analítica, com o objetivo de ordenar e sumariar as informações
contidas nas fontes, buscando respostas ao objetivo da pesquisa. Por fim fizemos
uma Leitura Interpretativa com a finalidade de relacionar o que o autor afirma como
o problema para o qual se propõe uma solução, finalizando com a leitura
interpretativa, procurando conferir significado mais amplo aos resultados obtidos
com a leitura analítica (GIL, 2002).
9
3. REVISÃO DA LITERATURA
3.1 Diferenças entre o alongamento e flexibilidade
O alongamento e o flexionamento são dois conceitos opostos. O alongamento
propõe as condições da manutenção de flexibilidade alcançada, realizando
movimentos de amplitude padrão, com baixa restrição física, enquanto o
flexionamento propõe a melhora da flexibilidade através das maiores amplitudes de
movimentos articulares superiores ao originário (DANTAS, 2014). A flexibilidade é
uma pratica de amplitude de movimento de uma articulação, sendo inerentes apenas
nas articulações, podendo ter danos musculares (ACMS, 2007).
A flexibilidade apresenta uma amplitude maior nas articulações, sendo
influenciada pelos músculos dentro dos limites estruturais, evitando provocar lesões,
sendo que os componentes da flexibilidade são: mobilidade que serve para liberar o
movimento da articulação, elasticidade quando acontece o estiramento no músculo,
a plasticidade, no momento que acontece uma deformação temporária no músculo e
as articulações irão sofrer no movimento e por último a maleabilidade, na qual
acontece alteração na estrutura física da pele (DANTAS, 2014).
Os fatores que influenciem para que o praticante de atividade física tenha
bom desempenho na flexibilidade são: o sexo feminino poderá ser mais flexível do
que o masculino; a idade porque o idoso não é tão flexível; a hora do dia, sendo que
a flexibilidade aumenta com o passar dos tempos; a temperatura, pois com o calor
aumenta a elasticidade da fibra muscular; o estado de treinamento que irá influenciar
o potencial da flexibilidade e durante o aquecimento antes do treino, quando acaba
aumentando o nível da flexibilidade (DANTAS, 2014).
Os movimentos que se fundamentam nos tipos de flexibilidade, com dois
diferentes procedimentos: o primeiro se chama Agente, que deve ser focado no
movimento induzido que executado por outra pessoa ou movimento autônomo que
efetuado por músculos agonistas. O segundo procedimento é a velocidade de
execução, que deve ser executado como potencia, e no movimento lento, com
menor velocidade na execução do alongamento (DANTAS, 2014).
Os aspectos fisiológicos da flexibilidade possuem receptores como o fuso
muscular e o órgão tendinoso de golgi. O fuso muscular exerce ação anti
10
gravitacional na qual predomina fibras oxidativas, podendo-se concluir que o
estiramento do músculo age sobre o fuso muscular. O órgão tendinoso de golgi está
ligado aos monoteneurônios alfa, que através das contrações isométricas sendo
estimulados por OTG que inibi a contração muscular, provocando relaxamento
muscular (DANTAS, 2014).
O estudo Badaro; Silva; Beche (2007) esclareceu as diferenças entre a
flexibilidade e o alongamento, discutindo como deve ser utilizado este termo entre os
acadêmicos, apresentando as diferenças entre si, sendo que a flexibilidade é voltada
mais para amplificar maiores ganhos de movimentos. Advém da ação do
alongamento, melhorando os níveis na mobilização da articulação, entretanto, o
alongamento é direcionado a fibras musculares, tendo maior envolvimento nas
estruturas do músculo, conseguindo melhor ganho na elasticidade e na função
muscular.
A flexibilidade refere-se como desenvolver o máximo de ampliação do
movimento recrutado, entretanto o sujeito precisa treinar este componente da
aptidão física para ter o seu melhor desempenho e o seu condicionamento físico,
ajudando a ter resultados eficazes na prática do exercício físico. Quanto mais
flexível o individuo, melhores serão os seus resultados nas atividades físicas
(ARRUDA et al, 2008).
Apesar de ser extremamente importante analisar a importância, as
diferenças, os tipos de alongamentos e flexibilidade, para Galdino (2013) a
flexibilidade é uma capacidade motora caracterizada por uma maior amplitude de
movimento, mas o alongamento serve para aumentar e desenvolver essa
capacidade motora.
Corroborando com este estudo Abdallah Júnior (2007) afirma que o
alongamento orientado para o exercício físico e a flexibilidade é esperado para
ajudar na parte física na capacidade da articulação.
No estudo de Diniz et al (2012) o treinamento da flexibilidade ajuda a
melhorar a performance da dança, melhorando a qualidade de vida, e tendo
resultados expressivos ao corpo.
O alongamento apresenta os seguintes benefícios: evitar lesões ou
encurtamento muscular, aumentando a flexibilidade e o relaxamento, melhorando a
11
coordenação motora, liberando o endurecimento muscular, melhorando a postura
corporal (ABDALLAH JUNIOR, 2002).
A periodização no treinamento do alongamento acarreta vários benefícios,
melhorando o condicionamento físico, resultando no relaxamento mental, atuando
na consciência corporal, reduzindo as dores nas costas e permitindo uma
diminuição da irritação muscular (ALTER, 1999).
O alongamento é importante para evitar lesões musculares, e tem certa
relevância por causa da prevenção das lesões, sendo que poderá melhorar no
rendimento neuromuscular e aumentando o nível da amplitude do movimento,
melhorando a qualidade de vida. Assim, os professores de Educação Física deverão
motivar e orientar para que os praticantes de atividades esportivas não sejam
negligentes com o treinamento de flexibilidade (SILVA; BRANDÃO, 2013).
Por meio de seus estudos os autores Pracideli; Cabral (2011) constataram
que houve benefício mental e social advindo do alongamento, favorecendo um bem
estar social mais elevado para os praticantes de atividade física.
Para prevenção de lesões muitos pesquisadores defendem que os
alongamentos devem fazer parte do treinamento, não executando somente alguns
tipos exercícios repetidos antes do treino começar (ALMEIDA; JABUR 2006).
Para os autores Rosário; Marques; Maluf (2004) o exercício de alongamento
antes da prática dos exercícios físicos não apresentou uma queda significativa nos
números de lesões.
Concordando com este estudo, os autores Abrahão, et al (2010) avaliaram a
relação na flexibilidade e das lesões musculares dos atletas de peteca, e definiram
que a flexibilidade não preveniu as lesões, confirmando que o gesto esportivo é
muito mais eficiente na precaução de lesões, e muitas das vezes que o alongamento
realizado antes da pratica esportiva poderá trazer o efeito maléfico para o sistema
musculo- esquelético do atleta.
No estudo de Almeida et al (2009), verifica-se que o alongamento agudo não
foi eficaz para evitar as lesões, pois existe probabilidade que o aquecimento muito
mais direcionado para diminuir o risco de lesões, aumentando consequentemente a
performance do prática no exercício físico.
12
Há uma tendência que o aquecimento tenha uma resposta positiva no
sistema neuromuscular, por isto que o praticante de desporto deve ter no
planejamento o aquecimento para diminuir as chances de ter adquirir lesões, sendo
interessante que o mesmo seja feito logo após a execução do alongamento para
melhorar a execução do gesto esportivo (VIEIRA et al; 2013).
Existe uma forte correlação entre o aquecimento e o alongamento, por isso
os profissionais de Educação Física deverão rever a teoria metodológica sobre a
prática do alongamento antes da atividade física, já que o mesmo diminui a potência
na pratica desportiva (ALENCAR; MATIAS; 2010).
De acordo com seu estudo FARINATTI (2000), ressalta que, quanto à
flexibilidade no esporte existem três importantes questionamentos a serem
respondidos. O primeiro refere-se à mobilidade na articulação, necessária para um
desempenho satisfatório. O segundo, que os movimentos estão agregados de
maneira específica de flexibilidade, por acharem que a mobilidade é condizente com
o desempenho. O terceiro questionamento diz respeito ao risco da flexibilidade em
aumentar lesões nos esportes.
Para ALMEIDA; JABUR (2006), o alongamento após os exercícios físicos
de esforço, deverá conter exercícios numa faixa moderada, para que não aconteça
um encurtamento muscular, buscando ganhar flexibilidade, porque o músculo
cansado não tem uma resposta neuromotora adequada.
Para Camara et al (2015), o alongamento vem sendo colocado como um
procedimento, sendo que muitos profissionais da Educação Física utilizam-no como
praticamente obrigatório na rotina dos indivíduos, sem fazer nenhuma análise
completa sobre para que serve. Este paradigma do beneficio é tão forte, que se for
proposto que os alongamentos não possuem muitos resultados, corre-se o risco de
criticas por parte dos profissionais, sendo que os mesmos, não apresentam a forma
ideal da prática do alongamento, não controlando o seu tipo, duração e intensidade.
3.1.1 Tipos de Flexibilidade
A flexibilidade possui quatro modelos, com características diferentes:
a) flexibilidade Balística quando a musculatura circundante fica no
relaxamento e o segmento corporal é mobilizado por profissional da Educação Física
13
de modo que seja rápido e explosivo, podendo desencadear acidentes como as
lesões (ALTER, 1999).
b) flexibilidade Estática: quando ocorre relaxamento muscular em torno de
uma articulação que executa o movimento, sendo que deverá mexer no segmento
devagar e paulatinamente por um profissional até chegar no limite máximo do
praticante (DANTAS, 2014).
c) flexibilidade Dinâmica: praticada bastante no meio esportivo; é considerada
como amplitude máxima produzida por sistema muscular de forma voluntária mais
veloz (ALTER, 1999).
d) Flexibilidade Controlada: quando é realizada ação no muscular agonista,
de forma compassada, chegando à maior amplitude para a realização da contração
isométrica, tendo finalidade de dar maior sustentação no segmento corporal através
da contração estática (DANTAS, 2014).
e) Flexibilidade Ativa: quando ocorrem movimentos voluntários do músculo
sem precisar de um agente externo (ALTER, 1999).
3.1.2 Tipos de Alongamentos
Há diferentes tipos de métodos de alongamento com diversas abordagens e
diferenças entre eles, para desenvolver e melhorar a performance do desempenho
do individuo. Deve-se compreender as possíveis diferenças e resultados mais
qualificados que cada tipo de alongamento poderá gerar no sistema muscular
(ALTER, 1999).
O Alongamento Estático quando trabalha uma amplitude do grupo músculo
articular não dando prioridade na velocidade durante o alongamento, ampliando a
flexibilidade, existindo diversos privilégios como menor risco de lesões por ser mais
simples no fator de aprendizagem, principalmente para os indivíduos inexperientes
quanto à sua execução, sobretudo na primeira série de exercícios, podendo regular
a sensibilidade durante o alongamento, podendo ser utilizado no aquecimento para
diversas faixas etárias, sendo uma forma de instigar ao relaxamento se o
alongamento for intenso (ABDALLAH JUNIOR, 2002; ALTER, 1999).
As desvantagens Estáticas do alongamento são que não realizam
movimentos ativos, faltando em muitas ocasiões a sua especificidade ideal no treino
14
se estes exercícios não forem aplicados de forma correta e havendo pouca duração
no alongamento, não haverá adaptações crônicas, porque os exercícios mal
executados não geram uma resposta fisiologia positiva nos grupos musculares e nas
articulações (ABDALLAH JUNIOR, 2002).
O Alongamento Passivo é feito com ajuda externa do profissional sobre o
individuo, sendo que o mesmo deverá estar na posição passiva com musculatura
relaxada, com a descontração muscular, em busca de ganhos de amplitude de
movimentos perdidos por falta de exercícios físicos, devendo ser realizados com
baixa velocidade na qual deverão ter um tempo de cerca 30 segundos para ocorrer
um relaxamento muscular, sempre controlando a dor, sendo que o profissional
deverá ser cuidadoso para aumentar a amplitude do movimento do individuo
(ABDALLAH JUNIOR, 2004; GEOFFROY, 2001).
O benefício do alongamento passivo é diminuir a dor tardia, aumentando a
amplitude articular, alcançado num relaxamento físico e mental, pode permitir uma
ajuda externa relacionada ao aumento de movimentos ou para encurtamento
muscular, tornando-se os músculos agonistas mais fortificado, aumentando os
componentes de elasticidade dos músculos antagonistas, ampliando o aumento da
flexibilidade na articulação, e ocasionado ate socialização entre o profissional e seus
pacientes (ABDALLAH JUNIOR, 2002; GEOFFROY, 2001).
O Alongamento Passivo apresenta a desvantagem de o sujeito depender de
um profissional que realmente saiba a execuções das técnicas, e ainda é preciso ter
muita confiança no profissional, podendo ocorrer lesões se forçar o músculo numa
posição incorreta. Com isso o profissional de Educação Física deverá executar a
técnica com mais responsabilidade, passando uma firmeza para o paciente
(ABDALLAH JUNIOR, 2002).
O Alongamento Ativo usa o próprio músculo sem precisar de um apoio do
profissional, podendo ser dividido em duas formas: Ativo livre e Resistido. O
alongamento ativo livre ocasiona um movimento sem precisar aplicar resistência
aplicada. O Alongamento Ativo Resistido acontece quando o movimento move-se
contra uma resistência aplicada. O alongamento ativo é interessante quando o
músculo está atrofiado, diminuindo a flexibilidade. Uma das técnicas importantes é
fazer o alongamento ativo com 6 a 8 segundos no qual os músculos abdominais
15
deverão estar contraídos, inspirando o ar pelo nariz e expirando pela boca (ALTER,
1999; GEOFFROY, 2001).
No Alongamento Dinâmico é quando se utiliza maior força nos músculos
agonistas e relaxamento dos músculos antagonistas, podendo ser feito em
diferentes velocidades, pois se for executado lentamente dará para perceber a
trajetória dos movimentos, se for feito de forma intensa será percebida o limite da
superação elástica das fibras musculares, sendo que os alongamentos dinâmicos
possuem diversos benefícios: contribuição sanguínea melhorando a região
exercitada, importante para desporto esportivo, no movimento dos idosos e para
crianças nas escolas. Entretanto as desvantagens do alongamento dinâmico
relacionam-se ao aumento das lesões se não for bem executado e dificulta o
movimento quando o músculo está encurtado (ABDALLAH JUNIOR, 2002).
O Alongamento Balístico é considerado como movimento composto,
contendo os movimentos de saltos, pendulares e movimentos rítmicos. Para que se
tenha resistência ao movimento é preciso fazer uma ação de insistências curtas,
buscando superar amplitude do movimento, obtendo vantagens em algumas
modalidades esportivas, não podendo ultrapassar do limite muscular do atleta, e
sendo interessante para as pessoas com hiperflexibilidade. Este método não é
considerado vantajoso porque aumenta a rigidez momentânea no sistema muscular,
outro fator que no alongamento balístico, quando o exercício é executado com maior
força e velocidade acaba aumentando as chances de lesões (ABDALLAH JUNIOR,
2002).
Outra técnica usada é a Facilitação Neuromuscular Proprioceptiva foi (FNP)
foi implementada na fisioterapia com intuito de melhorar amplitude do movimento,
ampliando a flexibilidade e ajudando a coordenar os movimentos padronizados. As
técnicas usadas consistem em contrair o agonista e relaxar o antagonista e poderão
ser inversamente utilizadas quando o agonista relaxa e antagonista contrai. Quando
o movimento é controlado por profissional fazendo força contrária tornando a
contração isométrica ocorrendo tensão no tendão ocorrendo uma inibição muscular,
na consequência ocorre o relaxamento aumentando amplitude do movimento
(ABDALLAH JUNIOR, 2004; GEOFFROY, 2001).
16
3.2 Influência do Alongamento e da Flexibilidade na Força Muscular
O estudo de Ramos; Santos; Gonçalves (2007) analisou a influência do
alongamento sobre a força muscular e concluíram que o alongamento acarreta uma
queda no desempenho muscular por causa da redução da força, por fatores
mecânicos como a modificação do Órgão Tendinoso Golgi onde estão ligadas fibras
musculares do músculo esquelético que atende os tendões, ou por fatores ligados à
diminuição do comprimento da fibra muscular e algumas vezes por situações
neurológicas. Assim este estudo sugere que o alongamento tem um saldo negativo
durante o exercício de força, limitando a desempenho do atleta.
Segundo Moraes (2013), o alongamento executado antes do exercício físico
não aumentaria o desempenho e probabilidade de evitar as lesões musculares. O
autor concluiu que o alongamento não melhora no pré-exercício físico podendo
ocorrer leões no treino de força, diminuindo a melhoria da performance física. Com
isto o alongamento poderá ter um resultado desfavorável e prejudicial ao rendimento
do esportista atrapalhando a obtenção de resultados mais expressivos. Entretanto
se for feito na programação de forma crônica poderá obter uma relevância positiva
nos resultados, aumentando a eficiência ao longo dos períodos.
Quando é realizado o teste de esforço máximo é importante não se alongar
para evitar a perda da força, sendo mais proveitoso realizar um aquecimento, já que
o alongamento pode diminuir o rendimento do atleta (LASCH; POHL, 2011).
Corroborando com este estudo Ferrari; Teixeira-Arroyo (2013) concluíram
que o alongamento de sessões aguadas aparenta ser danoso à saúde dos
praticantes de atividade física, porém o treinamento de flexibilidade pode apresentar
características de melhorias na fase crônica, logo, não é prudente fazer
alongamento antes do exercício físico. Entretanto com o passar de longos períodos
dos treinos o alongamento surtirá efeito positivo na força muscular.
Para o autor (ABDALLAH JUNIOR, 2002), os exercícios de alongamento
com pouco estresse muscular entre 10 a 30 segundos, no final do treino, têm
grandes probabilidades de diminuir o enrijecimento muscular do esportista.
Indo de encontro a estes estudos Minozzo et al (2011) concluiu que não há
estudos que confirmam e consolidam os elementos que afirmam que no
17
alongamento há aumento da força e diminuição no encurtamento muscular por não
saber se está relacionado com o comprimento muscular.
O treino de alongamento junto aos exercícios de força poderá trazer
resultados satisfatórios na qualidade de vida do sujeito. Em seus estudos Shiromoto;
Albertino Filho; Bertolini (2002) participaram quarenta e seis indivíduos, sendo
verificados os graus de flexibilidade nos indivíduos que praticam treinamento
resistido pré e pós o período da atividade, analisando a relação da qualidade de vida
desses praticantes. Concluíram que o gênero feminino teve resultados mais
positivos no flexionamento do que o gênero masculino, relacionado ao fato das
mulheres fazerem mais atividades de alongamentos e os homens mais exercícios
voltados para a força muscular. Outro dado importante é que os exercícios de
alongamento unidos aos de resistência, elevariam a qualidade de vida e levariam o
individuo de prática esportiva ter melhor nível de saúde. Outro fator que devemos
considerar é que o indivíduo, realizando o alongamento no ambiente de trabalho irá
proporcionar o melhor bem estar, embora exercícios de resistência aliados ao
exercício de alongamento não atrapalham o desenvolvimento da flexibilidade, se
forem praticados de forma associada, podendo trazer benéficos para a saúde do
praticante esportivo.
Um dos temas interessantes para ser discutido é a relação entre a
flexibilidade e a força muscular para os idosos, e quais os benefícios que poderão
ocorrer. O estudo de Vale et al (2004) teve como objetivo analisar os efeitos do
treinamento de força junto com a flexibilidade nas idosas. Os resultados deste
estudo mostraram que o Grupo de Força apresentou menor perda de massa magra
e qualidade de vida mais significante do que no Grupo de Controle relacionado à
comparação de força, sendo que na comparação de flexibilidade, o GF desenvolveu
maiores amplitudes de movimentos do que o GC. Contudo os autores concluíram
que o treinamento de força melhora o aspecto fisco e psicológico aumentando a
autoestima e melhorando os níveis de mobilidade.
O estudo de revisão dos autores Correia et al (2014) concluíram que a faixa
etária pode ser um aspecto que determina uma melhor resposta fisiológica do
treinamento de força na flexibilidade nos sujeitos idosos. Os jovens e adultos não
apresentaram resultados determinantes nos aumentos de flexibilidade.
18
Os autores Oliveira; Teixeira (2016) demonstraram que em oito semanas de
treinamento resultaram que a fusão do alongamento junto com o treinamento de
força máxima com dias alternados, traz ganhos mais significativos do que pautado
somente no treino de força, proporcionado um aumentos nas capacidades físicas
das idosas, embora, no estudo do autor Grimaldi (2012), as mulheres idosas
somente com o treinamento de flexibilidade de dezesseis semanas, promoveu um
aumento considerável de força muscular.
4. CONSIDERAÇÕES FINAIS
De acordo com as constatações pelo presente estudo, acerca da influência
do alongamento e da flexibilidade nos exercícios físicos, podemos observar que a
flexibilidade é uma capacidade da aptidão física muito importante a ser trabalhada,
trazendo benefícios para os praticantes de exercícios físicos como: a melhora da
mobilidade articular, a redução de lesão muscular, a melhora da postura corporal,
favorecendo um melhor estado psicológico para o individuo.
Entretanto, diversos estudos de flexibilidade e de alongamento tenham
mostrado que não houve resultados significativos na melhora do desempenho do
individuo em relação à amplitude do movimento e na redução da lesão muscular, o
alongamento realizado antes do exercício de força tende a diminuir a performance
do atleta.
Concluímos assim, que há necessidade de mais estudos e pesquisas acerca
deste conteúdo, contribuindo para que o profissional esteja qualificado para suas
intervenções profissionais.
19
REFERÊNCIAS
ABDALLAH JUNIOR, A. Alongamento e flexibilidade: definições e
contraposições. Revista Brasileira de Atividade Física & Saúde, Florianópolis, v.
12, n. 1, p. 54-58, 2007. Disponível em:
<https://periodicos.ufpel.edu.br/ojs2/index.php/RBAFS/article/view/806 >. Acesso
em: 21 fev. 2016.
ABDALLAH JUNIOR, A. Exercício de alongamento anatomia e fisiologia.
Barueri: Manole, 2002.
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