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Contabilidade

O documento discute o papel da contabilidade como ferramenta essencial para a gestão empresarial. Apresenta o histórico e objetivos da contabilidade e como ela fornece informações importantes para tomada de decisões e gestão das operações de uma empresa.

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Saide Júnior
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Contabilidade

O documento discute o papel da contabilidade como ferramenta essencial para a gestão empresarial. Apresenta o histórico e objetivos da contabilidade e como ela fornece informações importantes para tomada de decisões e gestão das operações de uma empresa.

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O ESTUDO DA APLICAÇÃO DA CONTABILIDADE COMO FERRAMENTA DE


INFORMAÇÕES NA GESTÃO DE EMPRESAS

Aniele Coelho dos Santos


Orientador (a): MSc. Elisângela Leitão de Oliveira

RESUMO

O desenvolvimento desta pesquisa alicerça-se na demonstração do estudo aplicado da contabilidade


como ferramenta imprescindível para a gestão empresarial, onde buscou-se informações que
respondessem se poderia haver gestão organizacional eficiente sem a participação dos conhecimentos
contábeis, assim esta apresenta como objetivo geral demonstrar a contabilidade como uma ferramenta
insubstituível para as etapas da gestão de uma empresa, como também explanar sobre o papel da
contabilidade junto a entidade, externar como a contabilidade participa da gestão de uma empresa, e
por fim expor a importância da contabilidade para a gestão administrativa.
Para alcançar tais objetivos utilizou-se como metodologia a qualitativa, pelo qual se utilizou de
materiais bibliográficos para que esta fosse fundamentada, portanto fez-se uso de todo referencial
bibliográfico encontrado que de algum modo acrescentasse a esta obra.
Com isso ratificou-se que a contabilidade é a área mais atuante junto à administração da empresa, visto
que a partir desta serão desenvolvidos processos para efetividade no desempenho organizacional, onde
refletirá as melhorias e os principais ajustes a serem concretizados, pelo qual esta é a mais influente na
abordagem das operações existentes no corpo empresarial, sendo assim esta é quem mais contribui
para o sustento das atividades alocado a conduzir a direção, mas sem exercer o controle sobre as
decisões que cabem unicamente à gerência da entidade.

Palavras-chave: Contabilidade. Gestão empresarial. Tomada de decisão.

INTRODUÇÃO

Quando retratada a inclusão da contabilidade na organização empresarial, logo se


reflete uma seção financeira limitada a cuidar de questões tributárias, conjuntamente as
entradas e saídas do caixa, entretanto a parte contabilística é mais que uma vigilância ao saldo
disponível da empresa, por esta razão faz-se necessário um setor dedicado apenas a esta
modalidade, onde serão verificados saldos de investimentos, os imobilizados, lucros ou
prejuízos acumulados, enfim a situação patrimonial em que se encontra.
Isto por que uma empresa conquista o sucesso baseada na indispensabilidade de
informações sobre o conhecimento contábil. É a partir desta que sucederá o controle dos
2

demais departamentos, por exemplo, o almoxarifado, pois é por meio das indicações contábeis
que este saberá se precisa aumentar a compra de matéria-prima. Desta forma instigou-se se
poderia diante destas circunstâncias haver uma gestão eficiente sem a participação da ciência
contábil, sendo que esta tem grande serventia à administração, ao funcionamento da entidade
e ainda é quem mais auxilia na tomada de decisão da empresa, portanto é de exorbitante
prestígio para os empreendimentos que se propõem ao êxito econômico.
Conforme o exposto pretende-se evidenciar o papel da contabilidade incorporado a
empresa, visto que através da instrução fornecida pelo departamento é que terão profundo
alicerce para dirigir a entidade na execução das funções exercidas, consequentemente almeja-
se demonstrar como esta contribui para as decisões que englobam a funcionalidade da
organização, bem como expor a sua determinada importância para a gestão institucional.
Para desenvolver os objetivos desta temática procedeu-se uma pesquisa bibliográfica
de autores e fontes que acrescentaram no assunto intitulado, tais como: Moura (2013),
Iudícibus (1998), NBC TG (2013), entre outros que muito colaboraram para o
desenvolvimento desta temática.
Sendo assim o presente artigo encontra-se estruturado em três seções, partindo da
introdução, seguindo da fundamentação teórica, no qual consta o histórico da contabilidade,
junto com a definição e objetivo da mesma, haverá ainda a abordagem de temas que
completam os assuntos abordados, no caso, uma abordagem das principais ferramentas da
contabilidade, conseguinte do tópico contabilidade: a linguagem dos negócios, a partir desses
é exposto os conteúdos de contabilidade gerencial, definição e contabilidade gerencial e
contabilidade financeira, além destes é denotado a gestão empresarial, juntamente com sua
definição, objetivo e etapas para a gestão de empresas, e por fim, são apresentadas as
considerações finais.
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1. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

1.1 A CONTABILIDADE

1.1.1 Histórico

A contabilidade teve início pela necessidade dos usuários, em contabilizar o comércio,


uma vez que, a atuação comercial predominava e não havia registros sobre os acontecimentos
no capital dos seus investimentos. Com isso muito lhes interessava uma ferramenta que os
auxiliasse na administração das transações comerciais.
Conforme Iudícibus (2005, p. 31), citado pelo Como surgiu... (2011), “a Contabilidade
é tão antiga quanto o próprio homem que pensa”. No entanto, somente com o decorrer do
tempo surgira o método quantitativo permitindo que houvesse de fato o controle do
patrimônio líquido.
Desta forma, passados por alguns aprofundamentos chegaram-se aos métodos atuais,
pois, os conhecimentos hoje praticados pela contabilidade foram fruto de uma demorada e
profícua evolução, desde os homens das cavernas, passando por todas as grandes civilizações
do passado até chegar ao mundo mercantilista e globalizado (NEGRA, [200-?]).
Há diversas formas de demonstrações para auxiliar na documentação dos negócios,
contudo, defina-se a partida dobrada como o principal fator de controle, este consiste no
registro de débitos e créditos de modo que seja proporcional um ao outro. Conforme relatado
por Gomides (2016) “as contas do ativo aumentam por débito e diminuem por crédito. Já as
contas do passivo e patrimônio líquido, aumentam por crédito e diminuem por débito”. Logo,
é por meio desses artifícios que é possível usufruir da contabilidade e projetar uma gestão
eficaz.

1.1.2 Definição

A atividade contábil dentro das empresas tem por finalidade controlar o patrimônio
para auxiliar os gestores quanto a sua liquidez, como também contribuir para o bom
desempenho das funções da entidade. Segundo OLIVEIRA, E. (2014) “não é possível
pensar em tomada de decisão sem levar em conta os dados e informações gerados pela
contabilidade”. Desta maneira, as práticas dos conhecimentos contábeis permitem que haja
4

controles de informações, para assim compartilhar a sabedoria da qual necessitam e contribuir


com a gestão administrativa proporcionando êxito nas operações exercidas dentro da
organização.
De acordo com Szuster et al. (2008, p. 17), “a contabilidade é a ciência social que tem
por objetivo medir, para poder informar, os aspectos quantitativos e qualitativos do
patrimônio de quaisquer entidades”.
Pode-se, então, dizer que através da descrição das contas e quantidade de dinheiro será
possível com que o cenário financeiro do corpo empresarial seja demonstrado, registrado,
classificado e estudado para que ocorra um bom desempenho. Desta forma, conforme consta
no item QC4 da NBC TG00 são necessárias relevância e representação fidedigna ao que se
propõe a representar.
Portanto, o plano de contas quando elaborado, organiza e estrutura as receitas,
despesas e gastos, fazendo com que a informação contábil obtida auxilie em outros
documentos como as demonstrações contábeis para uma visualização adequada sobre a
situação patrimonial da empresa.

1.1.3 Objetivo

Moura (2013, p.4) “define que a contabilidade tem por objetivo estudar e alcançar o
controle do patrimônio e de suas variações visando ao fornecimento de informações que
sejam úteis para a tomada de decisões”.
É possível verificar como a contabilidade é parte de uma gestão, todavia, como
confirma Lunelli ([200-?]) “os objetivos da contabilidade, portanto, devem ser aderentes
àquilo que o usuário considera como elementos importantes para seu processo decisório”, pois
é com o fornecimento de conhecimento ocasionado por este que os gestores podem
compreender qual coisa poderá ser feito e possivelmente como dirigir seus passos para a
ascensão.
Assim, de acordo com Marques (2015, 2016) “a contabilidade coleta o máximo de
informações possíveis e, com base nelas, as decisões são tomadas e registradas”. Sendo assim
esta é fundamental e utilitária para o planejamento e controle dos negócios pelo qual poderão
analisar as informações que sua estrutura básica permitirá avaliar.

1.1.4 As Principais Ferramentas Aplicadas na Gestão Empresarial


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Utilizam-se as demonstrações contábeis com a finalidade de produzir informações


para melhor atender os seus usuários, em vista disso, entende-se a inevitabilidade de que este
tenha utilidade na avaliação pelo mesmo apresentado para assim favorecer a tomada de
decisão econômica. Consoante OLIVEIRA, L. (2014) pode-se falar que as demonstrações
contábeis são as principais informantes da saúde de uma organização.
É interessante que através da utilização dos relatórios contábeis haverá a discriminação
do emprego de todos os recursos que foram confiados a administração, permitindo que sejam
apresentados de forma abrangente os resultados administrativos que circundam a atuação da
gestão empresarial, pois conforme Bortoli (2017) “são documentos que descrevem, com
dados técnicos, todas as informações colhidas pelos setores de contabilidade das empresas”.
No entanto, a principal função destas está no propósito de transparecer a colocação
patrimonial da organização, de acordo com o item 9 da NBC TG26 que expõe as
demonstrações contábeis como uma representação estruturada da posição patrimonial e
financeira do desempenho da entidade, possibilitando-se desta forma conhecer a situação
financeira em que esta se encontra, apontando ainda os pontos fortes e também os que podem
ser melhorados, todas essas condições podem ser visualizadas por meio de análises feitas
dessas estruturas, as quais são:
a. Balanço Patrimonial;
b. Demonstração do Fluxo de Caixa;
c. Demonstração do Resultado do Exercício;
d. Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido;
e. Demonstração do Valor adicionado;
Vale ressaltar que esses informes serão executados em conformidade com a
particularidade das normas de cada instituição, conquanto estas podem ser efetuadas de modo
mensal, trimestral ou anual. Segue a exibição individual no quadro 1, do estudo sintético
destas evidências, onde ocorrerão retratações de suas finalidades, como também suas devidas
aplicações.
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Principais Demonstrativos Contábeis – Quadro 1

ITENS CONCEITO ESTRUTURA ELABORAÇÃO


Designada a evidenciar É dividido em duas Este é feito quando
Balanço Patrimonial

a posição patrimonial e partes, o ativo e o os resultados das de-


financeira da entidade, passivo, por sua di- monstrações e patri-
isso será feito de modo visão é estruturado moniais forem devi-
quantitativa e qualitati-em forma de um T, damente ajustados e
va.. onde do lado esquer- concluídos, estando
do fica os bens e di- neste caso com seus
reitos e do direito é registros em dia nos
posto as obrigações. documentos oficiais.
Trata-se de transações A única exigência Poderá ser elaborado
Demonstração do Fluxo

ocorridas no período e é que esteja dividi- de dois modos, o di-


que de algum modo do em três partes, reto e o indireto.
de Caixa

causaram alterações no para evidenciar as Estes diferenciam-se


caixa e equivalente de mudanças ocorridas, apenas na aborda-
caixa. estas são: os fluxos gem, pois ambos são
de operação, financi- compostos pelos
amentos e investi- mesmos fluxos.
mentos.
Este evidencia os resul- Não há uma estrutu- Para tratar desta e-
Resultado do Exercício

tados aplicados através ra fixada para uma laboração faz-se ne-


Demonatração do

da composição das re- DRE, a única coisa cessário a coleta de


ceitas e dos custos e que consta são algu- dados do livro Ra-
despesas do perído, a- mas restrições de de- zão, pois serão utili-
purando desta forma o talhes que não po- zados contas patri-
lucro ou prejuízo, sen- dem ficar de fora, ou moniais e de resulta-
do necessário uma a- seja, esta é livre para do.
nálise de suas ativida- cada empresa.
des.
Fonte: Adaptado de diversos autores

Estas apresentadas no quadro 1 são as principais demonstrações contábeis, pelo qual


proporciona-se a formulação para assessoria na avaliação da situação financeira da empresa,
pois segundo citado no Entenda... ([200-?]) “quando você desenvolve um plano de negócios,
as projeções financeiras e a análise de fluxo de caixa estão entre os elementos mais críticos”.
No entanto, estas não são as únicas que podem ser utilizadas, uma vez que essas
viabiliza o acompanhamento de outros demonstrativos que assim como estas propiciam outras
documentações que relatam o trabalho empreendido na organização, contudo estas são mais
utilizadas como complemento por razão, por exemplo, da frequência de obrigatoriedade para
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as empresas e por razão da dependência que estas têm dos documentos acima para serem
elaborados.
Para uma clara compreensão dos relatórios contabilísticos segue um complemento
com os modelos facultativos para a maior parte das instituições, porém muito auxiliam na
composição dos resultados que são apresentados a empresa.

Demonstrativos com Maior Valor Facultativo – Quadro 2

ITENS CONCEITO ESTRUTURA ELABORAÇÃO


Demonstra as altera- Nesta também não Para que esta ocorra
Patrimônio Líquido

ções do período que há um modelo de es- será preciso que as


Demonstração das

foram ocorridas nas trutura, apenas é co-informações que estão


Mutações do

contas que compõe o locado que as infor- no livro Razão estejam


patrimônio líquido da mações impostas na presentes nesta estru-
empresa. DLPA devem tam- tura, evidenciando as-
bém está presente na sim as movimentações
DMPL. ocorridas no patrimô-
nio líquido.
Esta informa os valores Começa-se com o A sua elaboração é
Demonstração do

que foram responsáveis esclarecimento de feita a partir da estru-


Adicionado

por gerar riquezas ao como a empresa ge- turação da demonstra-


Valor

longo do período, e rou riqueza e segue ção do resultado do


também a forma que relatando as suas dis- exercício, o que difere
houve a distribuição. tribuições e por fim é é que esta evidencia os
demonstrado o resul- recebimentos e os pa-
tado do período. gamentos efetuados.
Fonte: Adaptado de diversos autores

Portanto, é por meio da formação desses documentos que é encontrado um visível


desempenho da empresa, onde são retratadas todas as ocorrências do período, concedendo
uma visão ampla das receitas, dos custos, das despesas, como também poderá prestar auxílio
sobre as datas de recebimentos e pagamentos.
Mas não acaba por aí, porque com a adequada formação dos relatórios a tomada de
decisão é a maior beneficiada, pois, desde que haja gestores aptos para fazer determinado
reconhecimento dos cálculos este será um instrumento de grande potencial. Todavia, mediante
este desenrolar-se-á qualquer eventualidade que não caiba a entidade, como fraudes, roubos
ou erro em alguma atividade por esta exercida.
8

1.1.5 Contabilidade: A linguagem dos negócios

É dito como a linguagem dos negócios por conta da sua interpretação dos números,
visto que esta proporciona um abrangente estudo dos valores relativos ao quantitativo
patrimonial, como exemplo, os atributos expostos no relatório para que seja analisada a
situação em que a empresa se encontra, pois, é também uma forma de comunicação, por razão
disto, a probabilidade de erro deve ser mínimo, sendo necessário obter exatidão no que está
sendo informado.
Em conformidade é expresso por SILVA, Alessandro (2012) que a contabilidade é
uma ferramenta necessária para toda e qualquer empresa independente do seu porte,
seguimento e da sua forma de tributação.
Entende-se a ocorrência de diversidade na caracterização de cada empresa, entretanto,
os princípios contábeis aplicados serão os mesmos para todas as organizações fazendo com
que de certo modo haja uma mesma comunicação, assim em qualquer que seja o ramo de
atividade empresarial será admissível entender as operações realizadas pela entidade.
Conforme Warren Buffet’s e Clark (2007) apud SILVA, Alexandre (2016) “existem
muitas maneiras de descrever o que está acontecendo com uma empresa, mas seja lá o que se
diga sempre se retorna a língua da contabilidade”. À vista disso é exequível a ratificação da
relevância da contabilidade para todos os tipos de negócios, porque o estudo desta
proporciona a intercomunicação dos acontecimentos da empresa com os seus representantes.
Conquanto, os seus instrumentos de linguagem seriam as demonstrações,
mensurações, análises e outros para que sejam avaliados seus resultados e métodos para
gerenciar seus lucros.
Por conseguinte, essa forma de dialeto consente transparência nos acontecimentos
patrimoniais, fazendo com que possa ser lido e interpretado as ocorrências da entidade, além
disto, assiste o comportamento das receitas, projetando os custos, despesas e a administração
dos recursos disponíveis, conforme, Talarico (2014) este é o modo de expressar sua
capacidade de sanar suas dívidas, e auxiliar na definição do preço de venda e na confirmação
da lucratividade.
Em vista disso, o exercício da contabilidade assume demasiado papel no auxilio aos
negócios uma vez que usufruirão desta diariamente para operar adequadamente as funções
empresariais, como também garantir efetividade no desempenho dos recursos financeiros.
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1.2 CONTABILIDADE GERENCIAL

1.2.1 Definição

A contabilidade gerencial é o método utilizado para produzir dados para a tomada de


decisão da empresa, onde serão armazenadas informações para fortalecer o ofício da entidade
e compartilhar a situação na qual a empresa se encontra.
De acordo com Iudícibus (1998, p. 21), “a contabilidade gerencial, num sentido mais
profundo, está voltada única e exclusivamente para a administração da empresa, procurando
suprir informações que se “encaixem” de maneira válida e efetiva no modelo decisório do
administrador”.
Para conseguir que esta seja eficaz utilizam-se dos registros das informações
contábeis, desenvolvendo na entidade fundamentos para mensurar, projetar, calcular os riscos,
mas também as receitas e despesas. Assim, conseguirão refletir sobre o planejamento que
deverão ter para a entidade, empregando da melhor forma os recursos que a ciência contábil
oferece, todavia, segundo Nunes (2011) “A contabilidade gerencial só existirá se houver uma
ação para que ela exista”.
Define-se como a principal função da contabilidade gerencial o uso desta como uma
importante ferramenta no processo de tomada de decisão, garantindo que as informações
cheguem às pessoas certas no tempo certo, através de compilação, síntese e análise da
informação. (MENEZES, 2010)
Por isso, esta é fundamental para a gestão empresarial, pois são através das referências
fornecidas sobre os custos, as análises de desempenho e os orçamentos, por exemplo, que
obterão controle da entidade.
À vista disso, fica esclarecido que a contabilidade da gestão é essencial para a tomada
de decisão, por motivo de esta provisionar todos os dados que os gestores da empresa
necessitam para dirigi-la com a certeza de instruir para uma boa gestão, onde haja controle e
direcionamento consentindo excelência na atividade exercida, como também nos resultados
econômicos e financeiros.

1.2.2 Contabilidade Gerencial e Contabilidade Financeira

Não se encontra distinção quanto à significância de cada uma, porém mesmo que as
duas tenham sua importância e facilmente possam ser confundidas, estas não possuem as
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mesmas funções e objetivos, sendo assim cada qual tem sua característica que serão
devidamente indicadas e descritas nesta pesquisa.
CAMARGO, R. (2017) define a contabilidade gerencial como instrumento de
aplicação contábil para servir os gestores e a administração das empresas. Esta como visto
acima é a que auxilia na tomada de decisão, ou seja, de certo modo são as operações
realizadas para o público externo, do outro lado temos a contabilidade financeira que é
aplicada para o publico de fora da empresa, exemplo desses são os credores, governo e
acionistas.
Pode-se relatar que enquanto a contabilidade gerencial trabalha por um futuro, fazendo
as atividades conforme lhe é possível para que haja eficiência no procedimento e eficácia nos
resultados, a financeira opera no presente para que saibam como ocorreu o desenvolvimento e
como sua situação se realiza atualmente. No entanto, há individualidade nas características
a gerencial, como citado antes é projetada para possibilitar um futuro, e nem todas as
informações relatadas terão um propósito, pois somente as que forem úteis à tomada de
decisão serão consideradas, assim também não convém que a mesma tome para si o controle
da empresa, desta maneira não lhe cabe decidir nada apenas torna presumível uma direção que
seja plausível à empresa.
A contabilidade financeira comunica sobre os acontecimentos trimestrais, semestrais
ou anuais, em conformidade com imposições da legislação, conseguinte trata-se de enfoque
nos valores utilizados no período de acordo com os acontecimentos históricos, com base na
mensuração dos dados em moeda corrente (NASCIMENTO, 2014). Em vista de fornecer
dados para terceiros a responsabilidade desta é maior que a gerencial que não tem tantas
exigências.
Com isso é de incumbência da parte financeira projetar as demonstrações, pois em
conformidade com Diniz (2014) a contabilidade financeira funda-se principalmente no
processo de elaboração de demonstrativos financeiros para o propósito externo. Contudo, esta
também é mais objetiva pelo fato de exercer a função de colaborar com o acréscimo de
informações para a elaboração dos relatórios.
Portanto, mesmo que estejam interligadas e sejam parecidas estas são
contabilidades distintas e ambas tem o seu oficio para que a atividade empresarial possa
decorrer tranquilamente, assim cada um a sua maneira propicia uma contribuição. Para maior
compreensão segue um resumo sobre o retrato de ambas as contabilidades.
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Diferença entre Contabilidade Gerencial e Contabilidade Financeira – Quadro 3

CONTABILIDADE CONTABILIDADE
GERENCIAL FINANCEIRA

• Público Externo • Público Interno


• Auxília na Tomada de Decisão • Projeta os Documentos da Contabilidade
• Presta Informações sobre o Futuro • Presta Informação sobre o Passado
• Não há regra estabelecida em Lei • Sofre Imposição da Legislação
• Subjetiva • Objetiva
Fonte: Adaptação de diversos autores

1.3 GESTÃO EMPRESARIAL

Uma gestão eficiente precisa ter segurança na atuação, pois diariamente ocorrem
mutações na rotina empresarial, como aumento na competitividade do mercado. Segundo
Natal (2011) “a organização precisa mais do que nunca acompanhar as constantes alterações
no seu ambiente, identificando as ameaças existentes, sem deixar de buscar novas
oportunidades de crescimento”. Por tratar-se de estar à frente de uma instituição, falhas na
direção da empresa são pouco aceitáveis, assim sendo para assumir uma gestão empresarial é
preciso estar preparado e possuir abundância em conhecimento para dirigir uma entidade.
Segundo Alexandre (2008) é importante saber e conhecer as alterações, e aprender
avaliar como elas afetam as empresas e o que deve ser feito para se adequar a essa realidade
que se altera constantemente. Uma das coisas essenciais para o ramo é atualizar-se e cerca-se
de técnicas especificas que possam lhe oferecer o adequado suporte.
Como descrito por Luana (2018) o número de indivíduos que adentram em negócios
motivados por uma paixão ou até mesmo por acreditarem que tem um dom para exercer uma
prática de trabalho é alto demais comparado à quantidade destes que entendem de fato a
gerência de determinado ramo de atuação. Diversas são as tarefas que envolvem a seção,
afinal gerenciar nunca foi algo fácil, porém com o devido preparo pode tornar-se mais prático.
Entretanto, tudo quanto a envolve direciona a crescimento e na maioria dos casos
inovação pela razão de haver na gestão de empresas o anseio por buscar lucros e reduções de
custos e despesas, também cuidará da estrutura da entidade e como mantê-la em pleno
movimento. Assim a gestão empresarial é responsável por cuidar, zelar e direcionar sempre à
frente a organização.
12

1.3.1 Definição

A gestão empresarial é um grupo de indivíduos que empregam seus esforços para


garantirem benefícios nas operações realizadas na entidade, como também uma saudável
competitividade. De acordo com Dias (2002) “gestão é lançar mão de todas as funções e
conhecimentos necessários para atingir os objetivos de uma organização de forma eficiente e
eficaz”.
Para alcançar eficiência na apresentação dos resultados são apresentadas algumas
etapas que fortalecem a utilidade da gestão nas empresas, entretanto O que é gestão (2014)
explana a necessidade que cada entidade tem de construir o próprio modelo de gestão, e esta
deve constituir-se partindo das atividades de cada organização. Algumas destas formas são
administração, planejamento, pois ao almejar um objetivo ou até mesmo uma realização
futura é necessário que seja traçado um plano para que este seja realizado, seguindo de
organização e comunicação, porquanto é indispensável na gestão a ocorrência de ordem para
assim trabalhar os acontecimentos da entidade, por conseguinte existe também a
imprescindibilidade de constituir uma comunicação eficaz com empregados e
administradores.
Há diversas formas de esclarecer o conceito de gestão empresarial, porém conforme
Marques (2015, 2016) a gestão empresarial “é uma aplicação de ações e estratégias voltada
para seus recursos, financeiros, estruturais e humanos”. É possível observar que a
contabilidade e a gestão se entrelaçam quanto à colaboração que cada uma oferece a entidade
que consomem suas instruções, porém é cabível ratificar que estas apenas se completam, uma
vez que são convergentes, mas possuem objetos de análise distintos.

1.3.2 Objetivo

Uma gestão é desempenhada diante do esforço dos gestores para conhecer as seções da
empresa, a partir disso verifica-se qual o método eficiente para suceder os ofícios que a
instituição efetua em cada departamento. Segundo a declaração do A Importância... (2015) é
por conta dessa responsabilidade que a gestão empresarial desempenha um papel de extrema
importância junto à empresa, garantindo que processos sejam devidamente definidos para
manter a rotina bem organizada.
13

Para que assim proceda, o gestor que está à frente do negócio tem o desafio de fazer
com que as pessoas que compõe o corpo de funcionários colaborem junto à organização para
alcançar as metas e resultados, pois parte dessa função é conseguir gerenciar distintos setores
e colaboradores internos e externos formalizando uma aliança que garanta a eficácia do
ambiente empresarial no qual estão envolvidos. Segundo CAMARGO, J. (2014) “A gestão
empresarial é aquela que irá apontar para os focos da organização, assim como as ações que
devem ser tomadas para o seu desenvolvimento”.
Desta forma apresenta-se o objetivo da gestão empresarial como sendo um conjunto da
organização para formular ações, bem como estratégias que sejam geradoras de receitas para a
entidade. De acordo com (SANTOS, T. [201-?])

A gestão empresarial tem a função de coordenar as políticas internas, as ações e as


estratégias a serem aplicadas em prol do bom funcionamento de todas as áreas de
uma Sociedade, para assim, também gerar lucro e riqueza para os acionistas e
colaboradores, proporcionando a harmonia empresarial e demonstrando os objetivos
sociais da empresa.

Portanto, utiliza-se de procedimento para a criação de planos que favoreçam a entidade


em questão no alcance das metas que foram estipuladas, dessa forma obterão o controle do
funcionamento de cada segmento composto pela organização.

1.3.3 Etapas Para a Gestão de Empresas

Há diversidade nos métodos para realizar uma gestão de qualidade, pois cada gerência
tem a opção de escolha sobre como procederá na comunicação, tratamento e controle da
instituição. Por isso segue um modelo em conformidade com o Sete... (2017) que especifica a
gestão em sete componentes, sendo estes a elaboração de um planejamento estratégico, o
controle dos servidores, zelo das operações que envolvem as finanças, compreender a
necessidade individual dos clientes, acompanhar o desempenho apresentado pela empresa,
renovar-se na metodologia que abrange sua gestão e por último, no entanto, fundamental
supervisionar a concorrência.
Uma vez que essas são aplicadas percebe-se a busca por resultados, logo “o conjunto
de diretrizes estratégicas tem como objetivo evitar as ameaças, aproveitar as oportunidades,
utilizar os pontos fortes a seu favor e superar as deficiências dos pontos fracos”. (SANTOS,
J.C, 2010)
14

Assim cada qual tem sua função na gestão, onde em harmonia com a informação
contábil poderão planejar para alcançar objetivos e resultados, desse modo haverá
contribuição de todos esses componentes que trabalham para a empresa, possibilitando que
sobrevenha o crescimento econômico, como também conhecimento sobre possíveis
imprevistos e dificuldades encontradas na entidade, visto que em se tratando de estratégias
para gestão financeira todo cuidado é pouco, pois esta é a parte de maior interesse da empresa.
De acordo com Papastawridis (2013) “O principal instrumento desse subprocesso é a
modelagem de estruturas, que associada à estratégia e aos processos de negócios compõem a
arquitetura organizacional”.
Portanto, ainda que alterem-se os métodos de gerenciamento haverá um ponto de
encontro que as interligarão. Este, no entanto, é que permite que sejam criados métodos para
alcançar suas metas, de modo geral, ainda que transcrevidas de forma diferentes estas são por
vezes parecidas é o caso, por exemplo, do ciclo de PDCA que envolve planejamento,
execução, verificação e correção, contudo também tem a efetividade de favorecer o veredito
administrativo que mais se adequa a situação da empresa.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Com esta pesquisa houve o esclarecimento sobre a atuação da contabilidade na


participação gerencial de empresas, com isto demonstrou-se a autoridade que a mesma exerce
dentro das organizações, esquivando-se da restrita concepção onde eleva-se uma
contabilidade minimalista e ultrapassada cumprindo apenas um papel burocrático no interior
de entidades, desse modo expor-se como esta aparece diretamente ligada a gestão empresarial.
Partindo dessa questão buscou-se um método para trabalhar o destaque da ciência
contabilística como ferramenta singular para uma gestão administrativa segura e eficaz.
Assim, explanou-se a atribuição assegurada à gerência através do desempenho extraído das
práticas contábeis para que haja o íntegro andamento das atividades que a empresa propõe
exercer, uma vez que incumbida pelo zelo patrimonial, tende a favorecer o corpo institucional
com informações benéficas que auxiliem quanto à liquidez.
Por consequência introduziu-se o porquê da área portar tamanha intensidade perante a
direção organizacional, conquanto o fato é desinente da objetividade por esta exteriorizada,
dado que a contabilidade se reflexiona nas análises benevolentes ao estudo e conquista do
15

controle patrimonial e suas decorrentes variações, logo, a diligência refletida demanda


averiguar informes pertinentes ao juízo empresarial.
Dessa forma, procurou-se exprimir a presença contábil perante a tomada de decisão
prescrita a empresa, sem embargo, a contabilidade arrecada o maior número permissível de
informes que possam ser prestadores ao corpo eminente empresarial, para isso é levantado um
sucinto exame de extensões constituídas pela área contábil, é o caso da contabilidade
gerencial e a financeira.
Utilizada como instrumento facilitador da gestão, a contabilidade gerencial empenha-
se em amparar à administração da empresa, projetando todas as ocorrências do período, que
sejam utilitárias, para adquirir um futuro promissor em que ocorra um bom desempenho
funcional e um ascendente lucro líquido, prontamente, a financeira é a maior cooperadora das
informações transmitidas ao público interno, pois com a execução desta transparece-se a
situação atual da entidade, precisamente são elaborados os demonstrativos que sinalizam se a
organização possui o melhor desempenho possibilitado e plenitude na saúde financeira, logo,
exigem-lhe o máximo de objetividade na elaboração dos dados que comporão os relatórios
pertencentes à empresa.
Assim sendo, entende-se a inexistência de uma gestão empresarial com eficácia sem a
ciência contábil, visto que a colaboração da contabilidade é inigualável a todas as diversas
ferramentas que uma entidade faz uso no procedimento direcional, à medida que a
contabilidade avança na imersão, proporciona elevação no conhecimento obtido da entidade, a
vista disso a gestão institucional sobrevém em conformidade com os conceitos contábeis.
Desde o seu surgimento essa ciência estabelece-se como influenciadora das operações
consumadas nos empreendimentos, por isso a efetividade no desempenho somente é
possibilitado com os devidos conhecimentos fornecidos pela prática contábil. Da mesma
forma esse é o estudo executado para averiguar os recursos disponíveis a empresa que
consentirá o mais adequado investimento que poderá realizar-se, como também onde estarão
as viáveis falhas na gestão, isso é possibilitado pelo balanço patrimonial, e onde reformularão
as aplicações, assim como os pontos crescentes e decrescentes. Com isso determinam-se os
ajustes realizados para vencer as dificuldades encontradas e seguirem em direção ao sucesso,
pois apesar desta não configurar domínio sobre a organização, é esta quem a controla e a
direciona aos mais adequados proveitos.
Atribui-se a esta, a veracidade sobre como a contabilidade expressa-se nos negócios,
os números são desde muito tempo a escrita dos empreendedores, pelo qual dá-se as origens
comerciais, pois ao relacionar a iniciativa empresarial com os lucros, que no fim é o que
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importa, tem-se a conexão da contabilidade com o ofício empreendedor. Uma outra maneira
de validar este é pelas etapas que uma instituição se propõe a realizar em busca da
performance conveniente, porquanto para toda tipologia de acontecimento que envolva a
empresa, principalmente se envolver receita, haverá a primordialidade de consultar os
exercícios contábeis, por razão de partir dessa seção todas as entradas e saídas de caixa e
equivalentes de caixa, ou seja, é o setor que precisa entender de todos os outros que cooperam
para a funcionalidade da empresa.
Isto posto, compreende-se que um estudo da aplicação da contabilidade como
ferramenta informativa à gestão de empresa, tem abrangência, logo se precisa de maiores
aprofundamentos nessa questão, pois há diversas formas de a contabilidade contribuir para
melhores resultados financeiros, desde o zelo pelo patrimônio ao zelo pelos impactos que esta
causa ao auxiliar na tomada de decisão que afeta os demais colaboradores, como os
funcionários e clientes.
Contudo, essas informações são prestadas a todos os que de alguma forma tenham
dúvidas sobre como a contabilidade atua diante da gestão de uma empresa, acrescentando
ainda aos gestores inexperientes, contadores recém-formados e estudantes da área que
adquiram interesse pelo assunto, pois assim será possível desenvolver um modelo de
contabilidade aplicada à gestão onde cada vez mais as falhas diminuam e a cooperação de
conhecimento aumente.
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