Cálculo de Fluxo de Calor em Trocadores
Cálculo de Fluxo de Calor em Trocadores
0,2 m
qcv
Tpo
To = 30 oC
Tpi= 250 oC
qcd
qr
A equação de conservação da energia em regime permanente fornece:
qcd = qcv + q r
qcd =
kA
(T pi − T po )
x
qcv = hA(T po − To )
qr = hr A(T po − To )
⋅ 80(250 − T po )
Na parede: 0,06 (eq. A) com qcd e Tpo desconhecidos
qcd =
0,2
h = 0,93(T po − 30 )
0 , 33
O valor de h para paredes verticais pode ser obtido por (eq. C)
24(250 − T po ) = 74,4(T po − 30 )
1, 33 40 5040 1592 63 19,9
50 4800 4000 60 50
90
80
O fluxo de calor será:
70
q = 59 × 80 = 4720 kcal
60
50 qcd h
q/A
40 qcv
30
20 Temperatura da
10 parede externa
0 Tpo = 53 °C
40 50 60
Tpo ( C)
encontramos o valor onde de qcd = qcv, isto é: 53 °C onde qcd/A = qcv/A = 59 kcal h.m 2
Se levássemos em conta também a radiação o valor de Tpo seria de aproximadamente 40 °C
O valor de Uo pode ser calculado por 1
Uo =
1 x
+
ho k
Tpo
Tm
Tm
Tpi
Tpi To = 25 oC
Do = 0,204m
Di = 0,104m
di=0,1m
Ti = 90oC
Solução: Os mecanismos envolvidos na passagem do calor da água quente até o ar
ambiente são:
Ti = 90 oC T pi Tm Tpo To = 25 oC
qci (q cd ) (q cd ) qco
t is
Cálculo de Uo
1
Uo =
Ao 1 Ao x Ao x 1
+ + +
Ai hi Aml k t Aml k is ho
hi = f (T pi ) (a)
ho = f (T po ) (b)
Os valores de Tpi e Tpo que satisfazem ao problema são aqueles que tornam verdadeira a
equação:
(d) Tm
q cd (q cd ) = (q cd )
t is
qci = qco
Cálculo
Ao = área externa do tubo isolado = π .L.0,204 m 2
Ai = área interna do tubo metálico = π .L.0,10 m2
(Di − d i ) = π .L.0,102 m 2
( Aml )t = área média do tubo = π .d ml .L = π .L
D
ln i
di
d i .V .ρ 10 × 15,5 ×1,0
Re = = = 50000
µ 0,31×10 −2
Regime turbulento, portanto vale a expressão
0 ,14
hi .d i
0 , 33 µ 90
Nu = = 0,023 Re Pr
0 ,8
k µ
Com: Tpi
di = 0,10 m
kcal
k = condutividade térmica da água a 90 °C = 0,58 h.m.o C
Re 0,8 = 5743
µ = viscosidade da água a 90 °C = 0,31 ×10 −3 kg
m.s
Cp = calor específico da água a 90 °C = 0,95 kcal o
kg . C
0 , 33 0 , 33
C p .µ 0,95 × 0,31× 10 −3 × 3600
Pr 0,33 = = = 1,22
k 0,58
Adotando Tpi = 89 °C, resulta: µ89 = 0,31×10 −3 kg m.s
0 ,14 0 ,14
µ 90 0,31
= ≅ 1,0
µ 89 0,31
30
935(π .L.0,10 )(90 − 89 ) = (π .L.0,102)(89 − Tm ) Tm = 89 − 0,06 = 88,94 oC
0,002
isto é, basta uma diferença de 0,06 °C para que ocorra na parede metálica o
fluxo de calor que chega (qci)
Igualando as equações (c) e (e) poderemos obter Tpo
Cálculo de ho
Sendo a convecção natural, de um cilindro horizontal imerso em ar, podemos usar a expressão
simplificada válida para tubos desde ½” até 10” e para temperaturas menores que 400 °C:
ho = 0,94(T po − T0 )
0 , 25
com To em °C e ho em
kcal
h.m 2 .o C
qci
= 935(π .0,10 )(90 − 89 ) = 293,7 kcal
L h.m
qco
= 0,88(π .0,204 )(25,76 − 25) = 0,4 kcal
L h.m
Por esta 1a tentativa para Tpi verificamos que o fluxo de
calor que sai da água e vai para o tubo metálico é 293,7 kcal
h.m
enquanto que o que sai por convecção natural da face
externa do isolante é de apenas 0,4 kcal
h.m
150 qco/L
100
50
0
89 89,5 89,8
Tpi (C)
Os valores de h serão então:
1 1
Uo = = = 1,82 kcal
0,0022 + 0,137 + 0,000133 + 0,41 0,55 h.m 2 .o C
Na expressão de Uo pode-se observar que as resistências devido à condução no tubo
e convecção forçada na água são desprezíveis. Em termos práticos isto significa que
poderíamos admitir a temperatura da face externa do tubo (Tm) praticamente igual à
da água Ti (90°C). Neste caso a solução do problema poderia ser feita pela solução
da equação:
ho = 0,94(T po − T0 )
0 , 25
mas , resultando
Torres de resfriamento
¾Correntes cruzadas
Disposições com correntes cruzadas.
a) ambos os fluidos não-misturados,
b) perfil de temperaturas quando ambos os fluidos estão não-misturados,
c) fluido frio não-misturado, fluido quente misturado
Escoamento multipasse
Classificação pelo mecanismo
de transferência de calor
1. Convecção forçada ou convecção livre monofásica
2. Mudança de fase (ebulição ou condensação)
3. Radiação ou convecção e radiação combinadas
C A
B E
B
F
E
D G D
A- TUBOS E- TAMPAS
B- ESPELHOS F- DIVISOR
C- CASCO G- CHICANAS
D- CABEÇOTES
Tubos
A construção padrão dos tubos é sem costura em dimensões padrão de
1/4", 3/8“, 1/2", 3/4", 1", 1.1/4", 1.1/2" de diâmetro externo exato e a
espessura de parede é medida segundo as unidades do calibre
Birmingham para fios (BWG).
As dimensões mais usadas são 3/4" e 1".
Tubos aletados
Espelhos
•Mandrilagem
•Solda
Casco
Cabeçotes
Chicanas
Chicanas
Tirantes e espaçadores
Espaçador
Tirante
Chicanas
Nomenclatura
e Tipos
TEMA
Tubular
Exchanger
Manufactures
Association
Alguns tipos de trocadores de calor
AEP
CFU
AKT
AJW
1. Cabeçote estacionário – carretel 20. Flange do encosto de encaixe
2. Cabeçote estacionário – tampo inteiriço 21. Tampa do cabeçote flutuante – externa
3. Flange do cabeçote estacionário – carretel ou 22. Costado do cabeçote flutuante
tampo inteiriço 23. Flange da caixa de gaxeta
4. Tampa do carretel 24. Gaxeta
5. Bocal do cabeçote estacionário 25. Batente da caixa de gaxeta
6. Espelho estacionário 26. Anel de vedamento
7. Tubos 27. Tirantes e espaçadores
8. Casco 28. Chicanas transversais e placas de suporte
9. Tampa do casco 29. Quebra-jato
10. Flange do casco – cabeçote estacionário 30. Chicana longitudinal
11. Flange do casco – cabeçote posterior 31. Divisor de passes
12. Bocal do casco 32. Conexão para o suspiro
13. Flange do tampo do casco 33. Conexão para o dreno
14. Junta de expansão 34. Conexão para instrumentos
15. Espelho flutuante 35. Berço
16. Tampa do cabeçote flutuante 36. Olhal
17. Flange do cabeçote flutuante 37. Braçadeira de suporte
18. Encosto do cabeçote flutuante 38. Vertedor
19. Anel bipartido 39. Conexão para indicador de nível
Junta de expansão no casco
Junta de expansão no casco
AES
Cabeçote Flutuante
Trocador com anel bipartido
Critérios de Projeto
O projeto de um trocador consiste, em geral, as etapas:
1. determinação das condições de processo, composição, vazões,
temperaturas e pressões das correntes envolvidas;
2. determinação das propriedades físicas necessárias: densidade,
calor específico, viscosidade, e condutividade térmica em geral;
3. escolha do tipo de trocador de calor;
4. estimativa preliminar da área e, em conseqüência, das
dimensões e arranjos;
5. avaliação térmica do modelo escolhido, conduzindo a
elaboração de modificações no modelo proposto ou sua
rejeição.
Critérios Básicos
a. o fluido mais corrosivo, mais causador de depósitos ou de maior
pressão deve ser o dos tubos.
b. o fluido mais viscoso ou gases, devem passar pelo casco.
c. para uma dada perda de carga, o escoamento do lado do casco
proporciona melhores coeficientes de troca térmica.
d. a necessidade de materiais especiais é usualmente mais
econômica quando aplicada aos tubos.
e. a condensação de fluidos é usualmente feita do lado do casco,
por apresentar maior facilidade de remoção do condensado.
Quando o condensado for corrosivo este deve ficar no interior
dos tubos.
Limitações no Projeto
Parede 25000 ± 10
• Aspectos econômicos
• Peso
• Dimensões
• Tipo
COEFICIENTE GLOBAL DE
TROCA TÉRMICA
TA
Fluido A
q
q TA T1 T2 TB
T2
T1
h2
h1
1 x 1
h1 A k A h2 A
Fluido B
TB
(a) (b)
Placa plana
TA − TB 1
q& = U=
1
+
∆x
+
1 1 ∆x 1
+ +
q& = UA ∆Ttotal
h1 A kA h2 A h1 k h2
Trocador de duplo-tubo q
TA T1 T2 TB
Fluido B
Fluido A
1 ln (re/ri) 1
hi A i 2~kL he A e
1 2
TA − TB
q& =
1 ln(re ri ) 1
+ +
hi Ai 2πkL he Ae
1 1
Ui = Ue =
1 Ai ln(re ri ) Ai 1 Ae 1 Ae ln(re ri ) 1
+ + + +
hi 2πkL Ae he Ai hi 2πkL he
Valores aproximados dos coeficientes globais de transferência de calor
Situação física W/m2 K Btu/h pé2 °F
Trocador de calor de tubo aletado com água no interior dos 25-55 5-10
tubos e ar sobre os tubos
Trocador de calor água-óleo 110-350 20-60
Trocador de calor de tubo aletado, vapor no interior dos tubos e 28-280 5-50
ar sobre os tubos
Condensador de amônia, água nos tubos 850-1400 150-250
O número de Reynolds é r
ρVd (960)(0,25)(0,0525)
Re = = = 44.680
µ 2,82 ×10 −4
Nu = 0,023 R e 0,8 P r 0, 4
Nu = 0,023 (44.680 ) (1,76 )0, 4 = 151,4
0 ,8
k (151,4 )(0,68)
hi = Nu = = 1961W 2 o
d 0,0525 m .C
re
ln ln 0,06033
ri 0,0525
=
o
Raço = = 4,097 × 10 −4 C
2πk 2π (54) W
1 1
Re = =
he Ae he 2π re
1 1
∆T 4
T −T 4
he = 1,32 = 1,32 e ∞
d d
Ta − Ti Ti − Te Te − T∞
= =
Ri Raço Re
Te − T∞ 1,32
= 2π re 1 (Te − T∞ ) 4
5
Re d 4
98 − Ti Ti − Te
−3
=
3,092 × 10 4,097 × 10 −4
π (0,06033)(1,32)(Te − 20)
5
Ti − Te 4
=
4,097 ×10 −4 (0,06033) 4
1
Te = 97,6 C o
Ti = 97,65 C
o
1
97,6 − 20 4
he = 1,32 = 7,91W
0,06033 m 2 .o C
1 o
Re = = 0,667 C
(7,91)π (0,06033) W
1
Ue =
Ae (Ri + Raço + Re )
1
Ue = = 7,87W 2 o
(
π (0,06033)(1) 3,092 ×10 + 4,097 ×10 + 0,667
−3 −4
m .C )
FATORES DE INCRUSTAÇÃO
1 1
Rd = −
U sujo U li mpo
Dano econômico
A proliferação de algas,
fungos, bactérias
formadoras de limo e
bactérias modificadoras do
meio ambiente pode causar
problemas de deposição nos
trocadores, chegando em
certos casos à obstrução
Fouling
Óleos industriais
Ar 0,00035
Líquidos industriais
Orgânicos 0,00018
− dq
dTq =
m& q C q
dq
dT f =
m& f C f
1
dTq − dT f = d (Tq − T f ) = − dq
1
+ −q
m& C
q q m& f C f m& q Cq =
Tq1 − Tq 2
d (Tq − T f ) = −U 1 1
+ dA
Tq − T f m& C q
q q m& f C f m& f C f =
Tf 1 − Tf 2
Tq 2 − T f 2
ln = −UA 1 + 1
T −T m& C
q1 f1 q q m& f C f
q = UA
(T q2 − T f 2 ) − (Tq1 − T f 1 )
Tq 2 − T f 2
ln
T −T
q1 f1
( diferença média
Tq 2 − T f 2 ) − (Tq1 − T f 1 )
∆Tm = logarítmica de
Tq 2 − T f 2
ln
T −T
temperatura (DMLT)
q1 f1
CORREÇÃO DA MLDT EM TROCADORES COM
CORRENTES CRUZADAS E MULTIPASSE
q = UA F ∆Tm F
t 2 − t1
P=
T1 − t1
P
P
TEMPERATURA DA PAREDE DO TUBO
∆T T −t t −t
Q= = c c = w c
ΣR Ro + Rio Rio
Tc − t c t −t
= w c
1 1 1
+
h0 hi 0 hi 0
ho
t w = tc + (Tc − t c )
hio + ho
hio
t w = Tc − (Tc − t c )
hio + ho
Quando o fluido quente está no interior do tubo
hio
t w = tc + (Tc − t c )
hio + ho
ho
t w = Tc − (Tc − t c )
hio + ho
CAPÍTULO 4
PROJETO TÉRMICO DE
TROCADORES DE CALOR TIPO
DUPLO TUBO
•Metodologia de projeto
2 1¼
2½ 1¼
3 2
4 3
Comprimentos
COEFICIENTES DE PELÍCULA
PARA FLUIDOS EM TUBOS
D
1 0 ,14 R ed P r > 10
D 3 µ L
Nu = 1,86 (R e )(P r )
L µ
p
1 0 ,14
Escoamento laminar hi D ρVD µ C p D 3
µ
= 1,86
µ
k µ k L p
0 ,14
1 µ
Nu = 0,027 R e P r 3
0 ,8
µ
p
Escoamento turbulento
COEFICIENTES DE PELÍCULA PARA
FLUIDOS QUE ESCOAM EM ANÉIS
4A
DH =
P
Transferência de calor
DH = = =
(
4 A 4 × área de escoamento 4π D22 − D12
=
)
D22 − D12
P perímetro molhado 4πD1 D1
Perda de carga
DH' =
4 A
=
4 × área de escoamento
=
4π (
D2
2
− D1)
2
= D2 − D1
P perímetro molhado de atrito 4π (D2 + D1 )
QUEDA DE PRESSÃO EM TUBOS
E SEÇÕES ANULARES
∆p α V 2 hi α V 0 ,8
L V2
∆p = 4 f ρ
D 2
para escoamento laminar
16
f =
Re
0,125
f = 0,0014 + 0,32
Re
para escoamento turbulento em tubos rugosos:
0,264
f = 0,0035 + 0, 42
Re
Perda de carga localizada
V2
∆p = ρ
2
EXEMPLO: PROJETO TÉRMICO DE UM TROCADOR DE CALOR DUPLO TUBO
71 oC
49 oC
38 oC
27 oC
1) Condições do processo necessárias:
Fluido quente: Tolueno
2) Temperaturas médias:
T1 + T2 71 + 38
T= = = 54,5 0C
2 2
t1 + t 2 27 + 49
t= = = 38 oC
2 2
3) Propriedades físicas:
Tolueno Benzeno
Cp = 1,842 kJ Cp = 1,779 kJ
kg.o C kg.o C
s = 0,87 s = 0,88
& f C pf (t 2 − t1 ) = 4 454 kg
benzeno Q = m .1,779 kJ (49 − 27 )o C = 48,42kW
h o
kg. C
tolueno Q 48,42 kW
m& q = = = 0, 797 kg = 2868 kg
C pq (T2 − T1 ) 1,842 kJ o (71 − 38)o C s h
kg. C
6) MLDT:
MLDT =
(T1 − t 2 ) − (T2 − t1 ) (71 − 49) − (38 − 27 )
= = 15,87 o C
T −t 71 − 49
ln 1 2 ln
T2 − t1 38 − 27
Para o tubo interno: Benzeno
7) Área de escoamento:
π 0,035 2
Di = 1,38" = 35 mm at = = 0,00096 m 2
4
8) Velocidade do escoamento:
m& 4454 / 3600
Vt = = = 1,46 m
ρ .at 0,88.1000.0,00096 s
10) Prandtl:
µ Cp 5 ×10 −4.1779
Pr = = = 5,67
k 0,157
11) Nusselt:
Escolher a equação adequada de acordo com o tipo de escoamento.
Na primeira iteração considerar , T + t 54,5 + 38
Tp = = = 46,25 o C
2 2
correspondendo a µp = 1,8 kg
m.s
0 ,14
1 µ 1 1,779
0 ,14
k 0,157
hi = Nu = 442,3 = 1984W 2 o
D 0,035 m .C
Para o anel: Tolueno
aa = = = 0,000769 m 2
4 4
14) Diâmetro equivalente:
4 × área de escoamento D22 − D12 0,0525 2 − 0,04216 2
DH = = = = 0,0232 m
perímetro molhado D1 0,04216
18) Nusselt:
Nu = 0,027 R e P r
0 ,8 = 0,027.58632 0,8.5,14 3 . = 304
µ 1,8
p
19) Coeficiente de transferência de calor por convecção:
k 0,147
he = Nu = 304 = 1926,2W 2 o
DH 0,0232 m .C
20) Temperatura da parede:
t w = tc +
ho
(Tc − t c ) = 38 + (1926,2) (54,5 − 38) = 46,89 o C
hio + ho 1984.0,035
+ 1926,2
0,04216
O valor arbitrado inicialmente 46,25°C não apresenta diferença significativa, portanto os
coeficientes de transferência de calor por convecção calculados estão corretos
Cálculo da área:
21) Coeficiente global de troca térmica:
1
Ue =
de d Rd d ln(re ri ) 1
+ e i+ e + Rd e +
d i hi di 2k he
1
Ue =
0,04216 0,04216 .0,0002 0,04216 ln(0,04216 / 0,035) 1
+ + + 0,0002 +
0,035.1984 0,035 2.53 1926,2
W
U e = 609,3 2 o
m .C
22) Área total de troca térmica: A = Q 48 420
= = 5 m2
U ⋅ MLDT 609,3.15,87
Nt 6
Ng = = =3
2 2
Cálculo da perda de carga:
Para o tubo interno:
25) Fator de atrito
De acordo com o número de Reynolds, calculado em (9),
determina-se o fator de atrito por:
0,264 0,264
f = 0,0035 + 0 , 42
= 0, 0035 + 0 , 42
= 0,0057
Re 89936
L V2 36 1,46 2
∆pt = 4 f ρ = 4.0,0057 0,88.1000.10 −5 = 0,22bar < 0,7bar
D 2 0,035 2
Para o anel:
4 × área de escoamento
DH' = = D2 − D1 = 0,0525 − 0,04216 = 0,0103m
perímetro molhado de atrito
L V2 36 1,1912
∆pa = 4 f ' ρ = 4.0,0071. 0,87.1000.10 −5 = 0,62bar
DH 2 0,0103 2
31) Perda na entrada e na saída
Uma carga cinética para cada grampo
V2 1,1912
∆p g = ρ= 0,87.1000.10 −5 = 0,0038bar
2 2
•Condições de projeto
•Dimensionamento da unidade
•Balanço térmico
•Cálculo da área de troca térmica
•Cálculo da perda de carga
CONDIÇÕES DE PROCESSO
O ponto de partida para o projeto térmico de um trocador de calor esta
exatamente em se determinar as condições de processo as quais estará
submetido o trocador
•Condensadores
•Resfriadores
•Aquecedores
•Evaporadores
•Vaporizadores
•Refervedores
Folha de Dados
Normalmente, o projeto térmico de um trocador de calor
inicia com o preenchimento preliminar de uma folha de
dados, mostrada a seguir, completada posteriormente
após a definição do tipo construtivo e do projeto térmico
do trocador.
Esta folha de dados, juntamente com os desenhos do
fabricante, fazem parte da documentação do
equipamento.
FOLHA DE DADOS – TROCADOR DE CALOR
CLIENTE: OPERAÇÃO No DO DOCUMENTO RE
V
UNIDADE: FOLHA _______ DE
__________
LOCAL: AUT._________ DATA
________
1 SERVIÇO ITEM No QUANT.
2 DIMENSÃO TIPO LIGADOS EM
3 SUPERF./UNIDADE CASCO/UNIDADE SUPERF./CASCO
4 CARACTERÍSTICAS DE UMA UNIDADE
5 LADO DO CASCO LADO DOS TUBOS
6 FLUIDO EM CIRCULAÇÃO Gasolina Água de resfriamento
7 QUANTIDADE TOTAL FLUIDO ENT (kg/h) 22 695 97 545
8 VAPOR (kg/h)
9 LÍQUIDO (kg/h)
10 VAPOR DE ÁGUA (kg/h)
11 NÃO CONDENSÁVEIS (kg/h)
12 FLUIDO VAPORIZ. OU CONDENS. (kg/h)
13 VAPOR CONDENSADO (kg/h)
14 DENSIDADE DO LÍQUIDO 0,720 / 0,781 0,996 / 0,998
15 VISCOSIDADE ENT. E SAÍDA ( cp ) 0,25 / 0,50 0,80 / 0,60
16 PESO MOLECULAR DO VAPOR
17 CALOR ESPECÍFICO DO LÍQUIDO (kJ/kg.°C) 2,17 4,17
18 CALOR LATENTE (kJ/kg)
19 CONDUTIVIDADE TÉRMICA ( W/m.°C) 0,12 / 0,13 0,58
20 TEMPERATURA ENTRADA ( °C) 104 30
21 TEMPERATURA SAÍDA ( °C) 38 38
22 PRESSÃO DE OPERAÇÃO (bar man.) 6,0 4,0
23 No DE PASSES POR CASCO
24 VELOCIDADE DE CIRCULAÇÃO ( m/s)
25 QUEDA DE PRESSÃO (bar) CALC: PERM: 0,5 CALC: PERM: 0,7
26 FATOR INCRUSTAÇÃO (m 2.°C/ W)
27 CALOR TROCADO (kW) 2 004 MLDT (CORRIGIDA) ( °C)
28 RENDIMENTO – SERVIÇO ( ) LIMPO
29 DETALHES DE CONSTRUÇÃO E MATERIAIS
30 PRESSÃO DE PROJETO (bar man.)
31 PRESSÃO DE TESTE (bar man.)
32 TEMPERATURA DE PROJETO ( °C)
33 TUBOS QUANT D.E. BWG COMP PASSO
34 CASCO D.E D.I. ESPESS.
35 TAMPO DO CASCO TAMPO DO CABEÇOTE FLUTUANTE
36 CARRETEL TAMPO DO CARRETEL
37 ESPELHO FIXO ESPELHO FLUTUANTE
38 CHICANAS TRANSVERSAIS PASSO TIPO ESPESS.
39 CHICANAS LONGITUDINAIS TIPO ESPESS.
40 SUPORTES DOS TUBOS ESPESS. No TIRANTES
41 JUNTAS DE VEDAÇÃO JUNTAS DE VEDAÇÃO SOBRESSALENTES
42 CONEXÕES DO CASCO - ENTRADA SAÍDA TIPO
43 CONEXÕES DO CARRETEL - ENTRADA SAÍDA TIPO
44 TOL. P/ CORROSÃO: LADO DO CASCO LADO DOS TUBOS
45 CÓDIGOS: ANEL DE TESTE
46 PESOS: CASCO FEIXE TUBULAR CHEIO D’ÁGUA
47 FABRICANTE:
48 DESENHOS DE CONJUNTO
OBSERVAÇÕES:
1) GARANTIA QUANTO AO DESEMPENHO DA UNIDADE É
RESPONSABILIDADE DO FABRICANTE
•Viscosidade
•Condutividade térmica
•Calor específico
•Densidade ou massa específica
PERDAS DE CARGA ADMISSÍVEIS
E VELOCIDADES DE CIRCULAÇÃO
Velocidade recomendadas:
•Para líquidos:
•velocidades máximas de 3 a 4,5 m/s
•velocidade mínima 0,9 m/s
•sendo normal a utilização de 1,5 a 1,8 m/s
•Para gases ou vapores as velocidades recomendadas
são de 25 a 30 m/s
FATORES DE INCRUSTAÇÃO
Água de rio
Gases e Vapores
Ar comprimido 0,00035
Salmoura 0,00018
Líquidos
0,0001
0,0003
0,0007
1000 0,0010
0,0013 m 2 .o C
0,0015 W
0,0017
U sujo
0,0020
0,0030
0,0040
100
10
10 100 1000 10000
U limpo
De uma maneira geral, deve-se considerar no projeto de
um trocador de calor que:
•água de resfriamento.
•fluidos corrosivos, ou fluidos que possam provocar
depósitos e incrustações.
•o fluido menos viscoso.
•o fluido operando à temperatura e pressão mais
elevadas.
•o fluido com menor vazão.
•vapores de água condensando; no entanto, para outros
vapores, dá-se preferência à sua circulação pelo casco.
•se a diferença entre as temperaturas de entrada e saída
de um fluido for muito elevada (maior que 150 °C), este
fluido usualmente circulará pelo casco, se houver mais
que um passe no lado dos tubos. Este procedimento
minimizará os problemas de construção, causados por
expansão térmica.
Tipo L
É de construção similar
ao cabeçote tipo A e
usado para trocadores
com espelho fixo.
Tipo M
É de construção similar ao
cabeçote tipo B, é usado para
trocadores com espelho fixo.
Tipo N
É de construção similar ao
cabeçote tipo C é usado para
trocadores com espelho fixo.
Tipo P
É o tipo cabeçote flutuante com caixa de gaxetas
externa.
A caixa de gaxetas sela o fluido do lado do casco
enquanto permite que o cabeçote flutuante se mova
para frente e para traz.
Como a caixa de gaxetas está em contato somente
com o fluido do casco, não há possibilidade de
vazamento e mistura com o fluido do lado dos tubos.
Tipo S
É o tipo cabeçote flutuante com anel bipartido ("Split
Ring").
É construido com um espelho flutuante entre um anel
bipartido e a tampa do espelho, possibilitando ao espelho
movimento em relação ao trocador.
Dos trocadores com espelhos flutuantes o tipo S é o
mais utilizado.
Tipo T
Tipo U
Tipo E
Com um passe no lado do casco
Tipo F
Com dois passes no lado do casco, com uma chicana
longitudinal
Tipo G
Fluxo dividido
Tipo H
Tipo J
Fluxo de entrada ou de
saída dividido
Tipo K
Tipo X
Fluxo cruzado
ESCOLHA DO TIPO
CONSTRUTIVO
•Tipos de Feixe Tubular
•Trocadores tipo espelho fixo cabeçote traseiro
tipo L, M ou N.
•Trocadores com cabeçote flutuante
ESCOLHA DO TIPO
CONSTRUTIVO
•Tipos de Feixe Tubular
•Trocadores tipo espelho fixo cabeçote traseiro
tipo L, M ou N.
•Mais econômicos
•Expansão térmica (∆T<50°F)
•Coeficientes de película
•Resistência de depósito
•Trocadores com tubos em U
•Trocadores com cabeçote flutuante
TUBOS
Normalmente utilizam-se tubos planos
Dimensões dos tubos
Comprimento = 8, 10, 12, 16 e 20 ft
Diâmetro e espessura da parede
Diâmetros = ¾” e 1”. ( 1½” também pode ser utilizado)
Espessuras são padronizadas (BWG)
Disposição dos tubos
9Quadrado
9Quadrado rodado
9Triangular
9Triangular rodado
•Disposição dos tubos
•Quadrado
•Quadrado rodado
•Triangular
•Triangular rodado
Recomendação para disposição dos tubos
Disposição
Triangular Quadrada
Fator de incrustação <=0,002 X
Fator de incrustação > 0,002 X
Requerida limpeza mecânica da X
superfície externa dos tubos
Limpeza química do lado do casco X
Permutador com espelhos fixos X
Feixes removíveis X
Tubos em U X
Menor custo por unidade de área X
O passo é a distância entre centros de tubos adjacentes.
Os passos mais utilizados são:
Passo (polegadas)
Diâmetro externo (de) (pol.)
Triangular Quadrada
¾ 15/16 - 1 1
1 1¼ 1¼
1½ 1 7/8 1 7/8
Diâmetro do casco
¾Diâmetro máximo admitido pela TEMA = 60 pol.
¾Requisitos adicionais são exigidos para cascos
entre 60 e 100 pol.
¾Usualmente o diâmetro máximo utilizado é 48 pol,
com peso máximo de 15 toneladas.
Chicanas
9Tem por finalidade suportar os tubos, evitando
problemas de vibração, e garantir o fluxo cruzado
9O corte da chicana tipo segmental é definido como a
razão entre a altura da abertura e o diâmetro interno do
casco
9O corte para chicanas segmentais variam de 20% a
30%, sendo geralmente utilizado 25%
9O passo da chicana é definido como o espaçamento
longitudinal entre chicanas
9O espaçamento máximo recomendado é igual ao
diâmetro do casco
9O espaçamento mínimo recomendado é 1/5 do diâmetro
do casco ou 2”, adotando-se o que for maior
9O espaçamento entre chicanas e espelhos é definido em
função do tipo construtivo do trocador
Bocais e Placas de Impacto
Locação dos bocais
•Fluidos sendo aquecidos ou vaporizados devem escoar do
fundo em sentido ao topo de trocador, tanto no lado dos tubos
como do casco
•Fluidos sendo condensados ou resfriados devem escoar do topo
em sentido ao fundo do trocador, tanto no lado dos tubos como
do casco
Dimensões dos bocais
Líquido:
Tubos Vmáx = 10 ft
s
3000 ft
Casco Vmáx =
s
ρ em lbm
ρ ft 3
os seguintes valores:
•1500 lbm/ft.s2 para fluidos não corrosivos, não abrasivos e
sem mudança de fase
•500 lbm/ft.s2 para todos os outros fluidos
•Sempre que o fluido no casco seja gasoso, vapor condensado
ou mistura líquido+vapor
Pressões e Temperaturas
de Projeto
Dimensionamento do
Trocador de Calor
ROTEIRO DE CÁLCULO
∆Tm = F MLDT
q = UA ∆Tm
t 2 − t1
P=
T1 − t1
α = ti
µt
L − l1
N B = 2
l
15. Perda de carga no casco
a. Fluxo de massa Gcf
Determinar Np nas tabelas de Tinker
Calcular Fp
Calcular Sc
Calcular Scf e Gcf
b. Número de Reynolds para o cálculo da perda
de carga no casco
c. Coeficiente de atrito para o escoamento no
casco fc
d. Determinar Cx
e. Determinar Y
f. Determinar Tte
g. Calcular ∆Pc
h. Perda de carga nos bocais do casco
a. Calcular Vbc
b. Obter Z do gráfico
c. Calcular ∆Pbocal
d. O procedimento deve ser aplicado aos bocais de
entrada e saída ∆Pb1 e ∆Pb2
i. Perda de carga total no escoamento através
do casco
( )
∆pc (total ) = ∆pc + ∆pb1 + ∆pb 2 N c
Não é necessário correção devido a formação de depósito.
Se ∆p for razoável prossegue o cálculo, se for muito alto ou
baixo, retorna ao passo 12
16. Coeficiente de película para o escoamento
no casco
a. Calcular fluxo de massa Gch
Determinar Nh nas tabelas de Tinker
Calcular Fh
Determinar M nas tabelas de Tinker
Calcular Sch e Gch
b. Calcular número de Reynolds para o cálculo do
coeficiente de película para o escoamento no
casco Reh
c. Calcular coeficiente de película heB
d. Correção do coeficiente de película Ec
Determinar lB l B = l × ( N B − 1)
Calcular Ec
e. Coeficiente de película corrigido he
17. Coeficiente global de transferência de calor
U
18. Área de troca de calor necessária
Q
A = ' '
U × ∆Tm
Se A’ não coincidir com A calculado no passo 8.b
dentro de um intervalo de 5%, retornar ao item 8.a
e arbitrar outro valor de U
Exemplo numérico
Próxima aula
[Link] Corte da chicana
Escolhendo o corte da chicana H = 16% ⇒ corresponde a Di
= 5 , logo:
Di l
Di 29
l= = = 5,8 pol
5 5
[Link] Número de chicanas
Adotando l1 = 22,3 pol e l2 = 22,3 pol, para que o número de
chicanas resulte um número inteiro.
NB =
L − l1 − l2
+1 =
(20 ⋅12 − 2 ⋅ 2 ) − 22,3 − 22,3
+ 1 = 34
l 5,8
5.4.12 Cálculo da perda de carga do lado do casco
[Link] Variáveis auxiliares
H s 1
Da Figura 5.14, com
Di
= 25% e =
de 0,75
= 1,33 , se obtém: Y = 4,1 e N p = 0,34
5.4.12 Cálculo da perda de carga do lado do casco
[Link] Variáveis auxiliares
s − de 1 − 0,75
C a = Cb = 0,97 = 0,2425
s 1
Sc = Ca l D f = 0,2425 ⋅ 5,8 ⋅ 27,2 = 38,26 pol 2
1 1
Fp = = = 0,38
Di 29
0,8 + N p 0,8 + 0,34
s 1
[Link] Área de escoamento no casco
S c 38,26
S cf = = = 100,68 pol 2
Fp 0,38
[Link] Vazão mássica no casco
m& c 110 668 ⋅144
G cf = = = 158 285,58 lbm 2
S cf 100,68 h. pé
f c = 0,44
[Link] Correção do fator de atrito no casco para escoamento não isotérmico.
Considerando a temperatura da parede interna do tubo aproximadamente igual a
temperatura da superfície externa
Tte = 114,5 o F
0 ,14 0 ,14
µ te 1,1
= = 1,027
µc 0,91
[Link] Perda de carga no casco
2 0 ,14
G H Di ' Y s µ te
cf
∆Pc = 4 f c Cx1 − N B 1 +
2 ρ c Di s Di µ c
158 285,582
∆Pc = 4 ⋅ 0,44 1 ⋅ (1 − 0,25)
29
(34 + 1)1 + 4,1⋅1 1,027 = 6,99 psi
2 ⋅ 46,85 ⋅ 32,2 ⋅144 ⋅ 3600 2
1 29
[Link] Perda de carga nos bocais do casco
Z = 0,34 ft
∆Pbocal = ρ c gZ
46,85 ⋅ 32,2 ⋅ 0,34
∆Pbocal =
32,2 ⋅144
Vbc = 3,34 pé
s
[Link] Perda de carga total no casco
M = 1,01
N h = 0,73
5.4.13 Coeficiente de película do lado do casco
[Link] Variáveis auxiliares
M = 1,01
N h = 0,73
1 1
Fh = = = 0,20
Di 29
1+ Nh 1 + 0,73
s 1
[Link] Área de escoamento no casco
S c M 38,26 ⋅1,01
S ch = = = 193,21 pol 2
Fh 0,20
[Link] Vazão mássica no casco
m& c 110 668 ⋅144
Gch = = = 82 481,20 lbm 2
S ch 193,21 h. pé
[Link] Número de Reynolds no casco
Gch de 82 481,20 ⋅ 0,75
R eh = = = 5 664,92
µc 0,91 ⋅12
[Link] Coeficiente de película no casco
Da Figura 5.14
jH=55
Re = 5665
Nu
jh = 0 ,14
= 55
1 µ
Pr 3
⋅ c
µte
0 ,14
1 0,91
Nu = 55 ⋅ 6,76 ⋅ 3
= 100,87
1,1
1
U=
de Rdi de de de Rde 1
+ + ln + +
hi di di 2kt di he
5.4.14 Coeficiente global de troca térmica
2 o
k t = 40 BTU h. ft . F
de = 0,75 pol h. pé.o F
Rd e = 0,002
BTU
2 o
di = 0,584 pol Rd i = 0,002 h. ft . F
BTU
hi = 1117,8 BTU 2 o he = 105,06 BTU
h. ft . F h. ft 2 .o F
1
U=
de Rdi de de de Rde 1
+ + ln + +
hi di di 2kt di he
1
U=
0,75 0,002.0,75 0,75 0,75 0,002 1
+ + ln + +
1117,8.0,584 0,584 2.12.40 0,584 105,06
U = 65,01 BTU
h. ft 2 .o F
5.4.15 Área de troca térmica necessária
Q& 6 848136
A =
'
= = 2588,2 pé 2
U × ∆Tm 65.01⋅ 40,7
Água ? 86 100 88 15
Q& t 6 848136
m& t = = = 490132 lbm
Cpt .(t 2 − t1 ) 0,998 × (100 − 86) h
5.4.5 Pressões e temperaturas de projeto
Casco
Pp = 20% maior do que a pressão de operação = 1,2 × 162 = 194 psi
T p = 50 o F maior do que a maior temperatura de operação
= 219 + 50 = 269 o F
Tubos
Pp = 20% maior do que a pressão de operação = 1,2 × 88 = 105 psi
T p = 50o F maior do que a maior temperatura de operação
= 100 + 50 = 150 o F
5.4.6 Cálculo da ∆Tm
∆Tb = 14 o F
86
Água
1 passagem no casco
2 passagens nos tubos
5.4.7 Dimensionamento dos bocais
Tubos
Vmáx = 10 ft
s
4.m& t 4 × 490132
Db mín = = = 0,528 pés = 6,33 pol
ρ t .π .Vmáx 62,24 × π ×10 × 3600
[Link] U estimado
O valor de U é estimado de acordo com a Tabela 5.7.
BTU
Líquido orgânico leve e água ⇒ U = 125 a 175 h. ft 2 .o F
2 o
e ∑ Rd = 0,0015 . F
h. ft
BTU
1
U = 125 = ⇒ U l = 153,84
1
+ 0,0015
Ul
1
U= = 87 BTU
1 h. ft 2 .o F
+ 0,003 + 0,002
153,84
[Link] Área estimada
Q& 6 848136
A= = = 1934 pé 2
U .∆Tm 87 × 40,7
[Link] Geometria adotada para o lado dos tubos
0,75 2⋅2
A = 532.π . 20 − = 2 054 pés
2
12 12
VERIFICAÇÃO DA
GEOMETRIA PROPOSTA
5.4.9 Coeficiente de película dentro dos tubos
m& t 490132 pés
Vt = = = 4, 42
n π .di 2 532 π (0,584 ) s
2
ρt 62,24 3600
Nt 4 2 4 ⋅144
16 16
37 530 37 530
B = = = 80,89
Re 28519
1 1
8 8
12 12 12
12
1 1
f C = + = + = 0,003
Re
(A + B) 2
3
28519
(
1,532 ⋅10 20 + 80,89 )
3
2
[Link].1 Correção do fator de atrito devido ao escoamento não isotérmico
1 de 1 0,75
Tti = Tt + U Rdi + (Tc − Tt ) = 93 + 87 0,002 + (159,5 − 93) = 114,5o F
hi di 1117,8 0,584
∆Pt = 3,92
l1mín = Dbc1 + l1 f
l1mín = 6 + 8
l1mín = 14 pol
l2f = 14,9 pol
l2 mín = Dbc 2 + l2 f
l2 mín = 6 + 14,9
Di 29
l= = = 14,5 pol
2 2
[Link] Número de chicanas
Adotando l1 = 23,75 pol e l2 = 23,75 pol, para que o número de
chicanas resulte um número inteiro.
NB =
L − l1 − l2
+1 =
(20 ⋅12 − 2 ⋅ 2 ) − 23,75 − 23,75
+ 1 = 14
l 14,5
5.4.12 Cálculo da perda de carga do lado do casco
[Link] Variáveis auxiliares
H s 1
Da Figura 5.14, com
Di
= 25% e =
de 0,75
= 1,33 , se obtém: Y = 5,1 e N p = 0,23
5.4.12 Cálculo da perda de carga do lado do casco
[Link] Variáveis auxiliares
s − de 1 − 0,75
C a = Cb = 0,97 = 0,2425
s 1
S c = Ca l D f = 0,2425 ⋅14,5 ⋅ 27,2 = 95,64 pol 2
1 1
Fp = = = 0,49
Di 29
0,8 + N p 0,8 + 0,23
s 1
[Link] Área de escoamento no casco
S c 95,64
S cf = = = 195,19 pol 2
Fp 0,49
[Link] Vazão mássica no casco
m& c 110 668 ⋅144
G cf = = = 81644,5 lbm 2
S cf 195,19 h. pé
f c = 0,47
[Link] Correção do fator de atrito no casco para escoamento não isotérmico.
Considerando a temperatura da parede interna do tubo aproximadamente igual a
temperatura da superfície externa
Tte = 114,5 o F
0 ,14 0 ,14
µ te 1,1
= = 1,027
µc 0,91
[Link] Perda de carga no casco
2 0 ,14
G H Di ' Y s µ te
cf
∆Pc = 4 f c Cx1 − N B 1 +
2 ρ c Di s Di µ c
81644,52
∆Pc = 4 ⋅ 0,47 1 ⋅ (1 − 0,25)
29
(14 + 1)1 + 5,1⋅1 1,027 = 0,88 psi
2 ⋅ 46,85 ⋅ 32,2 ⋅144 ⋅ 3600 2
1 29
[Link] Perda de carga nos bocais do casco
Z = 0,34 ft
∆Pbocal = ρ c gZ
46,85 ⋅ 32,2 ⋅ 0,34
∆Pbocal =
32,2 ⋅144
Vbc = 3,34 pé
s
[Link] Perda de carga total no casco
M = 0,96
N h = 0,41
5.4.13 Coeficiente de película do lado do casco
[Link] Variáveis auxiliares
M = 0,96
N h = 0,41
1 1
Fh = = = 0,311
Di 29
1+ Nh 1 + 0,41
s 1
[Link] Área de escoamento no casco
S c M 95,64 ⋅ 0,96
S ch = = = 295,22 pol 2
Fh 0,311
[Link] Vazão mássica no casco
m& c 110 668 ⋅144
Gch = = = 53 980,73 lbm 2
S ch 295,22 h. pé
[Link] Número de Reynolds no casco
Gch de 53980,73 ⋅ 0,75
R eh = = = 3707,5
µc 0,91 ⋅12
[Link] Coeficiente de película no casco
Da Figura 5.14
jH=40
Re = 3707
Nu
jh = 0 ,14
= 40
1 µ
Pr 3
⋅ c
µ te
0 ,14
1 0,91
Nu = 40 ⋅ 6,76 ⋅ 3
= 73,36
1,1
1
U=
de Rdi de de de Rde 1
+ + ln + +
hi di di 2kt di he
5.4.14 Coeficiente global de troca térmica
2 o
k t = 40 BTU h. ft . F
de = 0,75 pol h. pé.o F
Rd e = 0,002
BTU
2 o
di = 0,584 pol Rd i = 0,002 h. ft . F
BTU
hi = 1117,8 BTU 2 o he = 81,26 BTU
h. ft . F h. ft 2 .o F
1
U=
de Rdi de de de Rde 1
+ + ln + +
hi di di 2kt di he
1
U=
0,75 0,002.0,75 0,75 0,75 0,002 1
+ + ln + +
1117,8.0,584 0,584 2.12.40 0,584 81,26
U = 54,88 BTU
h. ft 2 .o F
5.4.15 Área de troca térmica necessária
Q& 6 848136
A =
'
= = 3065,95 pé 2
U × ∆Tm 54,88 ⋅ 40,7
Água ? 86 100 88 15
Q& t 6 848136
m& t = = = 490132 lbm
Cpt .(t 2 − t1 ) 0,998 × (100 − 86) h
5.4.5 Pressões e temperaturas de projeto
Casco
Pp = 20% maior do que a pressão de operação = 1,2 × 162 = 194 psi
T p = 50 o F maior do que a maior temperatura de operação
= 219 + 50 = 269 o F
Tubos
Pp = 20% maior do que a pressão de operação = 1,2 × 88 = 105 psi
T p = 50o F maior do que a maior temperatura de operação
= 100 + 50 = 150 o F
5.4.6 Cálculo da ∆Tm
∆Tb = 14 o F
86
Água
⇒2 trajetos no casco
. e 4 nos tubos.
F = 0,96
[Link] Cálculo da diferença de temperatura média ∆T
m
1 passagem no casco
2 passagens nos tubos
5.4.7 Dimensionamento dos bocais
Tubos
Vmáx = 10 ft
s
4.m& t 4 × 490132
Db mín = = = 0,528 pés = 6,33 pol
ρ t .π .Vmáx 62,24 × π ×10 × 3600
[Link] U estimado
O valor de U é estimado de acordo com a Tabela 5.7.
BTU
Líquido orgânico leve e água ⇒ U = 125 a 175 h. ft 2 .o F
2 o
e ∑ Rd = 0,0015 . F
h. ft
BTU
1
U = 125 = ⇒ U l = 153,84
1
+ 0,0015
Ul
1
U= = 95 BTU
1 h. ft 2 .o F
+ 0,002 + 0,002
153,84
[Link] Área estimada
Q& 6 848136
A= = = 1532,43 pé 2
U .∆Tm 95 × 47,04
[Link] Geometria adotada para o lado dos tubos
L = 16 pés de = 3 = 0,75 pol
4 BWG 14 di = 0,584 pol
como Rde ≥ 0,002 usar arranjo (quadrado) com passo s = 1 pol
Material dos tubos = latão.
[Link] Número de tubos
A 1532,43
n= = = 498
π .de.(L − 2e ) 0,75 2× 2
π 16 −
12 12
n 498
Número de tubos por casco ntc = = = 249
2 2
Obs: e = espessura dos espelhos, foi estimado 2 pol e deve ser verificado no projeto mecânico.
[Link] Número de tubos adotado e área disponível
Adotando, inicialmente, um trocador com um número de
trajetos nos tubos igual a 2 (Nt = 2 trajetos por casco), da tabela de
distribuição de tubos de Perry (1980), com:
de =0,75 pol,
s = 1 pol ,
cabeçote TEMA S,
Nt = 2,
resulta:
n = 332 tubos e Di = 23 ¼ pol
A = n.π .de.(L − 2e )
0,75 2⋅2
Ac = 332.π . 16 − = 1021,28 pés
2
12 12
L
A = 2. Ac = 2042,56 pés 2
≅ 8,2
Di
VERIFICAÇÃO DA
GEOMETRIA PROPOSTA
5.4.9 Coeficiente de película dentro dos tubos
m& t 490132
Vt = = = 7,09 pés
n π .di 332 π (0,584 ) s
2 2
ρt 62,24 3600
Nt 4 2 4 ⋅144
16 16
37 530 37 530
B = = = 0,04
Re 45708
1 1
8 12
8
12 12
12
1 1
f C = + = + = 0,0027
Re
( A + B ) 2
3 45746
3,55 ⋅ 10 (
20
+ 0,04 )
3
2
[Link].1 Correção do fator de atrito devido ao escoamento não isotérmico
1 de 1 0,75
Tti = Tt + U Rdi + (Tc − Tt ) = 93 + 87 0,002 + (159,5 − 93) = 114,3o F
hi di 1117,8 0,584
l1mín = Dbc1 + l1 f
l1mín = 6 + 7,8
l2 mín = Dbc 2 + l2 f
l2 mín = 6 + 14
l2 mín = 20 pol
[Link] Corte da chicana
Escolhendo o corte da chicana H = 20% ⇒ corresponde a Di
= 3 , logo:
Di l
Di 23,25
l= = = 7,75 pol
3 3
[Link] Número de chicanas
Adotando l1 = 19,75 pol e l2 = 21 pol, para que o número de
chicanas resulte um número inteiro.
NB =
L − l1 − l2
+1 =
(16 ⋅12 − 2 ⋅ 2 ) − 19,75 − 21
+ 1 = 20
l 7,75
5.4.12 Cálculo da perda de carga do lado do casco
[Link] Variáveis auxiliares
H s 1
Da Figura 5.14, com
Di
= 20% e =
de 0,75
= 1,33 , se obtém: Y = 4,8 e N p = 0,27
5.4.12 Cálculo da perda de carga do lado do casco
[Link] Variáveis auxiliares
s − de 1 − 0,75
C a = Cb = 0,97 = 0,2425
s 1
Sc = Ca l D f = 0,2425 ⋅ 7,75 ⋅ 21,75 = 40,87 pol 2
1 1
Fp = = = 0,476
Di 23,25
0,8 + N p 0,8 + 0,27
s 1
[Link] Área de escoamento no casco
S c 40,87
S cf = = = 85,9 pol 2
Fp 0,476
[Link] Vazão mássica no casco
m& c 110 668 ⋅144
G cf = = = 185481,8 lbm 2
S cf 85,9 h. pé
f c = 0,5
[Link] Correção do fator de atrito no casco para escoamento não isotérmico.
Considerando a temperatura da parede interna do tubo aproximadamente igual a
temperatura da superfície externa
Tte = 114,5 o F
0 ,14 0 ,14
µ te 1,1
= = 1,027
µc 0,91
[Link] Perda de carga no casco
2 0 ,14
G H Di ' Y s µ te
cf
∆Pc = 4 f c Cx1 − N B 1 +
2 ρ c Di s Di µ c
185481,82
∆Pc = 4 ⋅ 0,5 1 ⋅ (1 − 0,25)
23,25
(20 + 1)1 + 4,8 ⋅1 1,027 = 5,91 psi
2 ⋅ 46,85 ⋅ 32,2 ⋅144 ⋅ 3600 2
1 23,25
[Link] Perda de carga nos bocais do casco
Z = 0,34 ft
∆Pbocal = ρ c gZ
46,85 ⋅ 32,2 ⋅ 0,34
∆Pbocal =
32,2 ⋅144
Vbc = 3,34 pé
s
[Link] Perda de carga total no casco
M = 0,96
N h = 0,51
5.4.13 Coeficiente de película do lado do casco
[Link] Variáveis auxiliares
M = 0,96
N h = 0,51
1 1
Fh = = = 0,289
Di 23,25
1+ Nh 1 + 0,51
s 1
[Link] Área de escoamento no casco
S c M 40,87 ⋅ 0,96
S ch = = = 135,7 pol 2
Fh 0,289
[Link] Vazão mássica no casco
m& c 110 668 ⋅144
Gch = = = 117401,5 lbm 2
S ch 135,7 h. pé
[Link] Número de Reynolds no casco
Gch de 117401,5 ⋅ 0,75
R eh = = = 8063,3
µc 0,91 ⋅12
[Link] Coeficiente de película no casco
Da Figura 5.14
jH=70
Re = 8063
Nu
jh = 0 ,14
= 70
1 µ
Pr 3
⋅ c
µte
0 ,14
1 0,91
Nu = 70 ⋅ 6,76 ⋅ 3
= 128,9
1,1
1
U=
de Rdi de de de Rde 1
+ + ln + +
hi di di 2kt di he
5.4.14 Coeficiente global de troca térmica
2 o
k t = 40 BTU h. ft . F
de = 0,75 pol h. pé.o F
Rd e = 0,002
BTU
2 o
di = 0,584 pol Rd i = 0,002 h. ft . F
BTU
hi = 1 630 BTU 2 o he = 127,2 BTU
h. ft . F h. ft 2 .o F
1
U=
de Rdi de de de Rde 1
+ + ln + +
hi di di 2kt di he
1
U=
0,75 0,002.0,75 0,75 0,75 0,002 1
+ + ln + +
1630.0,584 0,584 2.12.40 0,584 127,2
U = 74,54 BTU
h. ft 2 .o F
5.4.15 Área de troca térmica necessária
Q& 6 848136
A =
'
= = 1950,5 pé 2
U × ∆Tm 74,54 ⋅ 47,04
1
k ⋅ ρ ⋅ λ ⋅ g ⋅ sen α
3
f
2
f
4
h = 0,943
µ f ⋅ L ⋅ ∆T
Vapor condensando sobre a superfície exterior
de um tubo cilíndrico horizontal
1/ 4
kf ⋅ ρf ⋅λ⋅ g
3 3
Tp + Tsat
h = 0,725 ⋅ Tf =
µ f ⋅ D0 ⋅ ∆t f 2
Vapor condensando sobre a superfície exterior
de um tubo cilíndrico horizontal
N tubos em linha
1/ 4
kf ⋅ ρf ⋅λ⋅ g
3 3
h = 0,725 ⋅
µ f ⋅ ND ⋅ ∆t f
Número de Reynolds do fluxo
condensado
Dh ⋅V ⋅ ρ
R eδ =
µf
4⋅ A
Dh =
P
Condensação sobre uma placa
vertical
4 ⋅ b ⋅δ
Dh =
b
4.δ .V .ρ 4.G
R eδ = =
µl µl
G = δ l .V .ρ
Condensação sobre um tubo
vertical
4 ⋅ Af
Dh =
π ⋅ De
ρ ⋅V ⋅ A f 4 ⋅ G′
G′ =
m&
= R eδ =
π ⋅ De ⋅ Nt π ⋅ De µ
Condensação sobre um tubo
horizontal
m& ρ .V . A
G ′′ = =
L ⋅ Nt L.N t
4. A 4. A
Dh = =
P L.N t
4 ⋅ G ′′
R eδ =
µ
Coeficiente de transferência
de calor na condensação
Para tubos verticais
h (ν g)
1
2 3
L l
= 1,47 R eδ−1 3 R eδ < 30
kl
hL ν( l
2
g ) 1
3
=
R eδ
30 < R eδ < 1800
kl 1,08.R eδ1, 22 − 5,2
(
hL ν l
2
g ) 1
3
=
R eδ
R eδ > 1800
kl 8750 + 58.P r −0,5 R eδ0, 75 − 253 ( )
Para tubos horizontais
(
hL ν l
2
g ) 1
3
= 1,514 R eδ−1 3
kl
ρ v .Vv .D
Re = < 35 000
µv
3
λ fg = λ fg + Cpl (Tv − Ts )
1
g .ρ l (ρ l − ρ v )k .λ fg
3 ' 4 '
l
h = 0,555 8
µ l (Tsat − Ts )D
Condensação no interior de
tubos horizontais
Escoamento com alta velocidade
R ev > 20.000
R el > 5.000
4.m& l
1
0 ,8 R el =
h.D 13 ρl 2 π .D.µl
= 0,026.P rl R el + Rev 4.m& v
kl ρv R ev =
π .D.µ v
Condensação no interior de
tubos verticais
1
ν l2
( )
3
h 1
= R el−0, 44 + 5,82 × 10 −6 R el0,8 P rl 3
kl g
1
2
1 2 0 ,156 0 , 78
ν l2 3 µ v ρ l
( )
0, 4 1, 4
−4 P rl 3
R el R ev
+ 3,27 ×10 2
D2 g µl ρ v R el
1,25 + 0,39
R ev
Queda de pressão em
condensadores
O condensador pode ser instalado para remo-
ção do líquido com bomba ou por gravidade.
Com bombeamento, uma queda de pressão de 0,35
bar (5 psi) é freqüentemente permitida no
condensador.
Para sistemas que funcionam por gravidade, a
queda de pressão do vapor no condensador será
usualmente igual a cerca de 0,07 a 0,14 bar (1 até
2 psi).
Aplicações de Condensadores
Coluna de destilação
Condensador vertical com
condensação na carcaça e
retorno do refluxo sob ação
da gravidade
Condensador horizontal
com retorno do refluxo pela
gravidade
Condensador vertical com condensação nos tubos e
retorno do refluxo sob ação da gravidade
O emprego de um trocador de calor casco e tubos como
condensador normalmente exige a disponibilidade de um
espaço grande na entrada de modo que o vapor não seja
submetido a uma queda de pressão muito elevada ao entrar
na carcaça
Detalhe do bocal na carcaça
em forma de lâmpada
Detalhe do cinturão de
vapor
Quando as circunstâncias dificultam a obtenção da queda de
pressão permitida através de um condensador com casco
tipo E ou F (TEMA), uma queda de pressão inferior pode ser
obtida recorrendo-se ao uso de cascos com fluxo dividido,
tipos G, H ou J
Solução:
Fluido Vazão
Pop ( psia ) ∆P( psi )
(lbm h ) T1 ( o F ) T2 ( o F )
Água ? 70 120 90 15
7.5.2 Localização dos fluidos
água de resfriamento ⇒ no lado dos tubos
propano ⇒ no lado do casco
Temperaturas médias:
=
150 + 138
= 144 o F
70 + 120
Tmc Tmt = = 95 o F
2 2
7.5.4 Propriedades térmicas dos fluidos
(o F )
Q& 2405600
m& água = = = 48112 lbm
Cpt .∆Tt 1,0(120 − 70 ) h
Casco:
Tubos:
L
Tipo Construtivo
AEL
7.5.10 Bocais
a) Bocal 1 – carcaça (vapor)
p 300
Vmáx = 16,1 = 16,1 = 195,2 ft
ρ vapor 2,04 s
4.m& c 4 ⋅ 20000
Dbc1 = = = 0,133 ft = 1,6in
π .ρ .Vmáx π ⋅ 2,04 ⋅195,2 ⋅ 3600
4.m& c 4 ⋅ 20000
Dbc 2 = = = 0,149 ft = 1,78in
π .ρ .Vmáx π ⋅ 34,24 ⋅ 9,36 ⋅ 3600
Vmáx = 10 ft
s Dbt =
4.m& t
=
4 ⋅ 48112
= 0,165 ft = 1,98in
π .ρ t .Vmáx π ⋅ 62,08 ⋅10 ⋅ 3600
n = 258
e Di = 19 1 "
4
7.5.12 Vazão mássica nos tubos
a=
π .di 2
=
(
π . 0,532 )2
= 0.223in 2 = 0,001548 ft 2
4 4
m& t 48112
Gt = = = 481862 lbm
n 258 h. ft 2
⋅a ⋅ 0,001548
Nt 4
7.5.13 Coeficiente de transferência de calor por convecção
µ t .Cpt 1,56 ⋅1
Pr = = = 4,35
kt 0,359
Equação de Dittus-Boelter:
= 0,023(13694) (4,35)
0 ,8 0, 4
Nut = 0,023Re P r 0 ,8 0, 4
= 84,40
1,8 ⋅ 62,08.(9,24 )
ρ .Vbt2 2
∆pbt = 1,8 = = 1,03 psi
2gc 2 ⋅ 32,2 ⋅144
[Link] Na contração, expansão e retorno
Gt 525667
Vt = = = 2,35 ft
ρt 62,08 ⋅ 3600 s
A = 3,97 × 1019
16 16
37530 37530
B = = = 4,95 × 10
6
Re 14321
1 1
8 12
1 12
8 12
1 12
f = + = + = 0,00355
Re
( A + B )1, 5
14321
(
3,97 ×1019 + 4,95 × 10 6 )
1, 5
1 0,75
T pi = 95 + 80 0,002 + (138 − 95) = 112 o F
683,45 0,532
µ t = 1,355 lbm h. ft
0 ,14 0 ,14
Fator de correção: µ 1,56
α = = = 1,02
µt 1,355
Coeficiente de atrito não isotérmico:
L ρt .Vt 2
∆pl = 8. f .
'
Nt
di 2 g c
Di
=1 ⇒ l = Di = 19,25in
l
c) Comprimento de tubo entre o espelho e a chicana de entrada
Fig 5.17
Com Di = 19,25in
p = 360 psi
Bocal com diâmetro
nominal de 3”, Sch 40 ⇒
de = 3,5 in e di = 3,068 in.
l1 f = 7,9in
l1mín = Dbc1 + l1 f
l1mín = 3,068 + 7,9
l1mín = 10,97 in
adotado: l1 = 19in
d) Comprimento de tubo entre o espelho e a chicana de saída
Fig 5.17
Com Di = 19,25in
p = 360 psi
Bocal com diâmetro
nominal de 3”, Sch 40 ⇒
de = 3,5 in e di = 3,068 in.
l2 f = 7,9in
l2 mín = Dbc 2 + l2 f
l2 mín = 3,068 + 7,9
l2 mín = 10,97 in
adotado: l2 = 19in
e) Número de chicanas
N =
(L − l1 − l2 ) + 1 = (16 ⋅12 − 19 − 19) + 1 = 8
b
l 19,25
m& c 20000
G ="
= = 30,84 lbm
2
16 ⋅ 3 2582 h. ft
L.n 3
4 ⋅ G ′′ 4 ⋅ 30,84
R eδ = = = 649,34
µ 0,19
b) Temperatura da película: Tc + T p 138 + 112
Tf = = = 125o F
2 2
(
hL ν l
2
g ) 1
3
= 1,514 R eδ −1 3
⇒ hL = 1,514 R eδ −1 3 kl
kl (ν l
2
g ) 1
3
kl 0,066
= 1,514(649,34 )
−1
hL = 1,514 R eδ−1 3 3
(ν l
2
g ) 1
3
((0,006425) (32,2 ⋅ 3600 ))
2 2
1
3
hL = 249,51 BTU
h. ft 2 .o F
7.5.17 Coeficiente global de troca térmica
1
U=
de [Link] de de 1
+ + ln + Rde +
[Link] di 2k t di he
1
U=
0,75 0,003 ⋅ 0,75 0,75 0,75 1
+ + ln + 0,002 +
683,45 ⋅ 0,532 0,532 2 ⋅12 ⋅ 58 0,532 249,51
U = 80,05 BTU
h. ft 2 .o F
7.5.18 Verificação da área de troca de térmica
a) Área necessária:
Q& 2405600
A= = = 762,72 ft 2
U .∆Tm 80,05 ⋅ 39,4
12 12
c) Diferença de área:
Ad − A 793 − 762,72
Erro = × 100 = × 100 = 3,97 %
A 762,72
7.5.19 Perda de carga no casco
Di s
= 1,33 Y=6,8 Np=0,2
Com =1 e de
l
7.5.19 Perda de carga no casco
a) Fluxo de massa: s
= 1,33
Fig 5.13
de ⇒ Np = 0,20
Di
=1 Y = 6,8
l
1 1
Fp = = = 0,60
Di 19,25
0,8 + Np 0,8 + 0,2
s 1
Cb = 0,97
s − de 1 − 0,75
C a = Cb = 0,97 = 0,32
s 0,75
S c = Ca .l.D f = 0,32 ⋅19,25 ⋅17,75 = 110,48 in 2 = 0,77 ft 2
S c 0,77
S cf = = = 1,28 ft 2
Fp 0,6
m& c 20 000
Gcf = = = 15 625 lbm
S cf 1,28 h. ft 2
b) Número de Reynolds
f c = 0,52
Re = 4434
c) Coeficiente de atrito no casco:
Fig 5.13
s
= 1,33
de
⇒
f c = 0,52
R e = 4439
2 0 ,14
G H Di ' Y s µ te
cf
∆Pc = 4 f c Cx1 − N B 1 +
2 ρ c Di s Di µ c
∆Pc = 4 ⋅ 0,52
(15625)
2
1,154(1 − 0,46)
19,25 6,8 ⋅1 0,23
(8 + 1) 1 +
0 ,14
1
2 ⋅ 3,85 32,2 ⋅ (3600) ⋅144
2
1 19,25 0,19
µ em centipoise 0,009091
Fig 5.22
ρ em lbm
ft 3
2,04
Z = 75 ft
Dbc em polegadas 2,067
2,04 ⋅ 32,2 ⋅ 75
∆Pbc1 = ρ vap .g .Z = = 1,06 psi
144 ⋅ 32,2
Fig 5.22
µ ρ
= 0,0022
Dbc
Vbc = 53,05
Z = 75 ft
µ ρ
= 0,0011
Dbc
Vbc = 3,16
Z = 0 , 28 ft
g) Perda de carga no bocal de saída (líquido):
Bocal com diâmetro nominal de 3”, Sch 40 ⇒ de = 3,5 in
e di = 3,068 in.
m& c 20000 144 ft
Vbc = = ⋅ = 3,16
πDbc2 π (3,068)2 3600 s
ρ vap 34,24
4 4
µ ρ 0,078512 34,24
= = 0,0011
Dbc 2,067
µ em centipoise 0,078512
ρ em lbm 3
34,24 Fig 5.22
ft
Nu = 0,0278 ⋅ R e 0 ,8
⋅ Pr 0, 4
Perda de carga
Perda de carga no casco
Na ausência de correlações específicas, obtemos
resultados razoavelmente bons quando empregamos
as equações para perda de carga sem mudança de
fase, utilizando a massa específica média entre a
entrada e a saída
v1 + v 2 ρmé dio =
2 ⋅ ρ1 ⋅ ρ 2
v mé dio = ρ1 + ρ 2
2
A perda de aceleração é considerada como sendo igual a duas
cargas cinéticas (∆p = 2.V 2/2g) ), e quando usamos o método
aproximado para a determinação de ρméd, ela pode ser
desconsiderada, bem como as perdas nos bocais
Perda de carga
Perda de carga nos tubos
A perda de carga para o escoamento dentro de
tubos
∆ptp 3⋅ ρ l ⋅ ρ v
( )
1/ 3
=1+ G ⋅ 10 −6
∆p l ρl + ρv
Nu = C ⋅ ( Pr ⋅ Gr )
a
Equação geral
Convecção livre combinada com escoamento laminar no
interior de um tubo horizontal
D
1/ 3
2,25( 1 + 0,01 ⋅ Gr 1/ 3 )
Nu = 1,86 ⋅ Re⋅ Pr⋅ φ 0,14
L log( Re)
D t1 + t 2
Re⋅ Pr⋅ > 10 tm =
L 2
Tp + T∞
Tf = ∆T = Tp − T∞
2
Ebulição nucleada (REGIMES II e III) ∆Tcrítico
h = 0,00658 ⋅ Pc ⋅ ⋅ 1,8 ⋅ + 4 ⋅ + 10 ⋅
A Pc Pc Pc
Equação de Rohsenow:
( )
3
g ⋅ ( ρ l − ρ v ) Cl ⋅ Tp − Tsat
2/3
h = µ l ⋅ hlv
σ hlv ⋅ Pr ⋅ Csf
s
Coeficientes de transferência
de calor
Fluxo de calor máximo
O fluxo do calor máximo, (ponto B) pode ser estimado pela
relação de Kutateladse-Zuber
σ ⋅ ( ρ l − ρ v ) ⋅ g
1/ 4 1/ 2
Q ρl
A = 0,18 ⋅ ρ v ⋅ hlv ⋅
ρv 2
ρ + ρ
max l v
Q
A max P
0 ,35
P
0,9
= 803 ⋅ ⋅ 1 −
Pc Pc Pc
As equações anteriores aplicam-se a tubos simples ou a
superfícies planas numa grande poça. Em feixes de
tubos as equações são apenas aproximadas, e o
projetista deve confiar na experiência. Palen e Small
mostraram o efeito do tamanho do feixe de tubos sobre
o fluxo de calor máximo
g ⋅σ ⋅ ( ρ − ρ )
1/ 4
Q P l v
A = 61,6 ⋅ Do N ⋅ ρ v ⋅ hlv ⋅ ρv 2
max
Fluxo de calor máximo
VAPORIZAÇÃO NOS TUBOS
Razões de Recirculação
Queda de pressão por atrito através da tubulação
de entrada.
Queda de pressão por atrito através do refervedor.
Perda de expansão ou de aceleração provocada
pela vaporização no refervedor.
Pressão estática de uma coluna da mistura líquido-
vapor (Z3) no refervedor
Queda de pressão devida ao atrito na tubulação de
saída.
Refervedor com termossifão
vertical conectado a uma torre
Perda de expansão ou de aceleração
provocada pela vaporização no refervedor
r2 ⋅ G 2
∆p =
144 ⋅ g
G2
∆p =
144 ⋅ g ⋅ ρ med
Peso de uma coluna com uma
mistura de líquido e vapor
dx dx
∫ ∫
L L
Z 3 ⋅ ρ med = =
0 v 0
v1 + ( v 2 − v1 ) ⋅ ( x / L )
Z 3 ⋅ ρ med L v2
= ln
144 144 ⋅ ( v 2 − v1 ) v1
Queda de pressão devido ao
atrito através do refervedor
∆ptp 3⋅ ρ l ⋅ ρ v
( )
1/ 3
=1+ G ⋅ 10 −6
∆p l ρl + ρv
Nu = 0,0278 ⋅ R e 0 ,8
⋅ Pr 0, 4
EVAPORADORES DE PLANTA
DE POTÊNCIA
A taxa de transmissão de calor em evaporadores de
planta de potência não é tratada na base de coeficientes
peliculares individuais, por causa da rapidez da formação
da incrustação e da natureza da resistência da
incrustação.
Coeficientes de
evaporação para a
água
EVAPORADORES QUÍMICOS
Água ? ? ? 100 2
Tsat = 230 o F
Tsat = 327,8 o F
Temperaturas médias:
Tmc = 327,8 F o
Tmt = 230 o F
Propriedades térmicas dos fluidos
Fluido Butano Vapor d’água
∆Tm = 97,8 F o
Tt '2 − Tt1
P= =
230 − 230
Tc1 − Tt1 327,8 − 230
=0 F =1
Tc1 − Tc 2 327,8 − 327,8
R= ' = = indeterminado ∆Tm = 97,8o F
Tt 2 − Tt1 230 − 230
Temperatura e pressão de projeto
Tubos:
Q&
= 12 000 BTU 2
Amáx h. ft
Q& 3876000
A= = = 323 ft 2
Q& 12000
Amáx
Escolha do tubo:
espessura: p projeto = 330 psi
n = 109 Di = 12"
Z 3 ρ méd L v2
= ln
144 144 ⋅ (v2 − v1 ) v1
Massa específica do vapor de butano
Na entrada ft 3
v1 = vlíq = 0,033
lb
Na saída
2 ⋅ 29,95 ⋅ 8,72
1 1 ρ méd = = 13,54 lb 3
ρ2 = = = 8,72 lb 3 29,95 + 8,72 ft
v2 0,1147 ft
A = 5,77 × 1017
16 16
37530 37530
B = = = 5,13 × 10
−12
Re 190546
1 1
8 12
1 12
8 12
1 12
f = + = + = 0,006
Re
( A + B )
1, 5 190546
(
5,77 × 1017 + 5,13 ×10 −12 )1, 5
Velocidade nos tubos
G 892 494
Vt = = = 18,31 ft
ρ méd 13,54 ⋅ 3600 s
L ρ .
V 2
∆pl = 8. f ' . t t
Nt
di 2 g
2a tentatica A = 323 ft 2
Escolha do tubo:
Empregaremos tubos BWG 16, com de = 1”
Diâmetro externo = 1”
Diâmetro interno = 0,87”
Material = aço
Arranjo triangular com passo de 1 ¼ ”
Número de trajetos nos tubos, Nt = 1
Comprimento dos tubos = 16 ft.
Espessura dos espelhos = 2” (estimada)
Número de tubos: A 323
n= = = 79
π .de.(L − 2e )
( )
1
π . 12 16 −
2⋅2
12
n = 91 Di = 15 1 "
4
Verificação da razão de recirculação
Razão de recirculação 4:1 ou maior
Pressão estática no ramo de ligação do refervedor
Z 3 ρ méd L v2
= ln
144 144 ⋅ (v2 − v1 ) v1
3
v1 = vlíq = 0,033 ft
Na entrada lb
3
Na saída v2 = 0,1147 ft
lb
Z 3 ρ méd 16 0,1147
= ln = 1,684 psi
144 144(0,1147 − 0,033) 0,033
Queda de pressão por atrito no escoamento
π .di 2 π .(0,87 )2
a= = = 0.594in 2 = 0,00413 ft 2
4 4
m& t 163200 + 40800
Gt = = = 542 799 lbm
n 91 h. ft 2
⋅a ⋅ 0,00413
Nt 1
2 ⋅ 29,95 ⋅ 8,72
ρ méd = = 13,54 lb 3
29,95 + 8,72 ft
Fator de atrito - Churchill
Material do tubo = aço ⇒ rugosidade E = 8,5 × 10 −4 ft
16
16
1 1
A = 2,457 ln 0,9 = 2, 457 ln 0,9 −4
7 0,27.E 7 0, 27. 8,5 × 10 ⋅ 12
Re + 162615 + 0,87
di
A = 2,31×1018
16 16
37530 37530
B = = = 6,48 × 10
−11
Re 162615
1 1
8 12
1 12
8 12
1 12
f = + = + = 0,0051
Re ( A + B )1, 5
162615 (
2,31× 1018 + 6,48 ×10 −11 )1, 5
G 542799
Velocidade nos tubos Vt = = = 11,14 ft
ρ méd 13,54 ⋅ 3600 s
= 0,0278(162615) (2,65)
0 ,8 0, 4
Nut = 0,0278Re P r 0 ,8 0, 4
= 605,72
hi = 534,7 BTU
h. ft 2 .o F
é maior que o limite para o fluxo de calor máximo. Usaremos
he 1200
T p = Tt + (Tc − Tt ) = 230 +
300 ⋅ 0,87
(327 ,8 − 230 ) = 310,3 o
F
he + hi* 1200 +
1
Tc + T p 327,8 + 310,3
Tf = = = 319 o F
2 2
Fluido Vapor
d’águaÁgua
Temperatura da película 317,7
(o F )
4 ⋅ G′ 4 ⋅183,05
R eδ = = = 1714,8 ⇒ escoamento em película laminar
µ 0,427
(
hL ν l
2
g ) 1
3
=
R eδ
30 < R eδ < 1800
kl 1,08.R eδ1, 22 − 5,2
R eδ ⋅ k l 1714,8 ⋅ 0,394
hL = =
(1,[Link] )( ) (1,08.1714,8 )(( ) )
1 1
1, 22
δ − 5,2 ν l
2
g 3 1, 22
− 5,2 2,09 ×10 −6 2
32,2
3
hL = 1380,3 BTU
h. ft 2 .o F
Recalculando a temperatura da parede
he 1380,3
T p = Tt + (Tc − Tt ) = 230 +
300 ⋅ 0,87
(327,8 − 230 ) = 312,2 o F
he + hi
*
1380,3 +
1
Tc + T p 327,8 + 312,2
Tf = = = 320 o F
2 2
Não há variação significativa nas propriedades
Coeficiente global de troca térmica
1
U=
de [Link] de de 1
+ + ln + Rde +
[Link] di 2k t di he
1
U=
1 0,003 ⋅1 1 1 1
+ + ln + 0,001 +
300 ⋅ 0,87 0,87 2 ⋅12 ⋅ 25,4 0,87 1380,3
U = 108,3 BTU
h. ft 2 .o F
Verificação da área de troca de térmica
a) Área necessária
Q& 3876000
A= = = 366 ft 2
U .∆Tm 108,3 ⋅ 97,8
1 2⋅2
Ad = 91 ⋅ π ⋅ 16 − = 373,2 ft
2
12 12
c) Diferença de área
Ad − A 373,2 − 366
Erro = × 100 = × 100 = 2 %
A 366
Dimensionamento dos bocais
a) Bocal 1 – carcaça (vapor de água)
p 100
Vmáx = 16,1 = 16,1 = 339 ft
ρ vapor 0,2256 s
4.m& c 4 ⋅ 4361
Dbc1 = = = 0,142 ft = 1,7in
π .ρ .Vmáx π ⋅ 0,2256 ⋅ 339 ⋅ 3600
4.m& t 4 ⋅ 204000
Dbt = = = 0,3 ft = 3,6in
π .ρ1 .Vmáx π ⋅ 8,72 ⋅ 92,8 ⋅ 3600
e) Número de chicanas
Nb =
( L − l1 − l 2 )
+1 =
((16 ⋅12 − 2 ⋅ 2 ) − 17,75 − 17,75)
+ 1 = 11
l 15,25
Perda de carga no casco
a) Fluxo de massa:
s Fig 5.13
= 1,25 ⇒
de Np = 0,25
Di
=1 Y = 6,5
l
1 1
Fp = = = 0,60
Di 15,25
0,8 + Np 0,8 + 0,25
s 1,25
Cb = 0,97
s − de 1,25 − 1
C a = Cb = 0,97 = 0,194
s 1,25
S c = Ca .l.D f = 0,194 ⋅15,25 ⋅13,5 = 39,94 in 2 = 0,28 ft 2
S c 0,28
S cf = = = 0,46 ft 2
Fp 0,6
m& c 4361
Gcf = = = 9480 lbm 2
S cf 0,46 h. ft
b) Número de Reynolds
R e = 1850 f c = 0,7
∆Pc = 4 ⋅ 0,7
(9480)
2
1,154(1 − 0,46)
15,25
(11 + 1)1 + 6,5 ⋅1,25
0,43
0 ,14
1
2 ⋅ 0,45 32,2 ⋅ (3600) ⋅144
2
1,25 15,25 0,427
Vbc = 0,06 Z ≈ 0 ft
ρ em lbm
ft 3
56,36
Pera, Hildo.
Geradores de Vapor de
Água. Ed. Fama 1990
Jackson, J. J, Steam Boiler
Operation, Prentice-Hall, 1980
Força motriz
Aquecimento
INTRODUÇÃO
Gerador de vapor é um trocador de calor complexo que produz vapor a
partir de energia térmica (combustível), ar e fluido vaporizante,
constituído por diversos equipamentos associados, perfeitamente
integrados, para permitir a obtenção do maior rendimento térmico
possível.
Caldeiras de Vapor
Caldeiras de Recuperação
Caldeiras de Água Quente
Geradores Reatores Nucleares
Tipos fundamentais de
geradores de vapor de água
Caldeiras fumotubulares
Tipos fundamentais de
geradores de vapor de água
Caldeiras aquatubulares
Componentes clássicos
4 5 6
tambor
3
7
câmara de
combustão
1. Fornalha
1 2. Caldeira
3. Superaquecedor
grelha 4. Economizador
5. Pré-aquecedor
cinzeiro 6. Dutos
7. Chaminé
1. Fornalha: Conjunto próprio para promover a queima
do combustível, sólido, líquido ou gasoso.
¾ Cinzeiro: Lugar onde se depositam as cinzas e
restos de combustível que caem da fornalha
¾ Grelha: Suporte para combustível sólido
¾ Câmara de combustão: Volume onde se deve
extinguir toda a matéria combustível antes dos
produtos da combustão atingirem e penetrarem no
feixe de absorção do calor por convecção
2. Caldeira de vapor: Corresponde ao vaso fechado à
pressão com tubos, contendo a água que se
transforma em vapor
¾ Tambor (tubulão)
¾ Tubos
3. Superaquecedor: Eleva a temperatura do vapor
saturado gerado pela caldeira produzindo vapor
superaquecido
4. Economizador: Eleva a temperatura da água de
alimentação, aproveitando o calor residual dos gases
da combustão, antes de serem eliminados para a
chaminé
5. Pré-aquecedor de ar: Aquece o ar da combustão para
a seguir introduzi-lo na fornalha, aproveitando o calor
residual dos gases da combustão, antes de serem
eliminados para a chaminé
6. Canais dos gases: São trechos intermediários ou final
de circulação dos gases da combustão até a chaminé
7. Chaminé: Garante a circulação dos gases da
combustão por todo o gerador de vapor devido ao
efeito de tiragem
Seleção de um Gerador de
Vapor
Tipo de combustível
Equipamento de combustão
Características do combustível
Pressão e temperatura do vapor
Variação da demanda de vapor
Eficiência térmica desejável
Custo de instalação, operação e manutenção
Amortização do investimento
Seleção de um Gerador de
Vapor
Capacidade do gerador de vapor
Superfície de aquecimento
Produção normal de vapor
Produção máxima contínua de vapor
Produção de picos
Pressão de trabalho
Pressão de projeto
Pressão de teste
Perdas / Eficiência térmica
COMBUSTÍVEIS
COMBUSTÍVEIS
Combustível é toda substância, natural ou artificial, na fase
sólida, líquida ou gasosa, capaz de reagir com o oxigênio
do ar, mediante escorvamento, liberando calor e luz.
Classificação
Sólido
Líquido
Gasoso
Combustíveis sólidos naturais
São extraídos da natureza e mediante preparação e
tratamento, aplicados diretamente nos geradores de
vapor
Poder calorífico
Umidade
Lenha verde 40 a 50 %
Utilizada em G.V. 38 a 40 %
Seca ao ar mín. 20 %
Poder calorífico superior da lenha (kcal/kg)
Cabreuva 4115
Canelinha 4010
Cedro 3990
Eucalipto 3340 – 3800
Figueira 3390
Ipê 4020
Jacarandá 3780
Jequitibá 3980
Nó de pinho 4500
Peroba 3720
Pinho 3300
Combustíveis sólidos artificiais
Resultam da intervenção de um tratamento ou processo
industrial que os tornam aptos a serem utilizados como
combustível
B 72 16,7 - - 11,3 -
H2 + ½ O2 H2O
2 + 16 = 18
1 9
1 kg de Hidrogênio forma 9 kg de água
O
Pci = 8100 C + 33960 H − + 2214 S − 600 (W + 9 H )
8
Fórmula de Dulong’s
O
Pci = 8100 C + 29000 H − + 2500 S − 600 W
8
)Erros da ordem de 2% a 3% para combustíveis sólidos
' Para combustíveis líquidos, devido à presença de H e S os erros
2
são demasiado grandes
Fórmula de Mendelejeff ⇒ para óleos combustíveis
) Pci dado em kJ
Nm 3
Comparação entre os métodos para determinar o Poder Calorífico
Elementos % Carvão Óleo (1) Óleo (2)
C 81,49 87,27 87,00
Densidade: H2 4,26 10,17 11,30
Óleo 1 = 0,988 O2 3,31 0,50 0,61
Óleo 2 = 0,956 N2 0,80 0,10 0,10
S 0,83 1,70 0,19
Z 6,81 - -
W 2,50 0,26 0,80
Pci estabelecido em lab Kcal/kg 7604 9598 9783
Pci fórmula de Dulong’s Kcal/kg 7704 - -
Pci fórmula Mendelejeff Kcal/kg - 10060 10414
Erro % +1,30 +4,81 +6,45
Pci método prático Kcal/kg 9877 9921
Erro % +2,91 +1,41
Cálculo da Combustão
Cálculo da Combustão
Os cálculos da combustão baseiam-se nas reações
estequiométricas dos elementos combustíveis
1/12/2002 21:54 2
Triângulo da Combustão
Combustível
Co
m
bu ão
ren ç
te gni
I
1/12/2002 21:54 3
Combustão Completa
Combustão completa ⇒ C, H2 e S → CO2, H2O e SO2
Produtos da combustão ⇒ CO2, H2O, SO2, N2 + ...
Combustão incompleta ⇒ CO
Composição do Ar
% em peso % em volume
Oxigênio 23,15 20,9
Nitrogênio 76,85 79,1
1/12/2002 21:54 4
Ar teórico
O ar, teoricamente necessário, decorre das
reações de combustão Volume molar (Nm3/Kmol)
Pesos moleculares (Kg/Kmol) O2 22,39
C 12,01 CO2 22,26
H2 2,016 SO2 21,89
O2 32,00 N2 22,40
S 32,06 H2O 22,40
CO 28,01 CO 22,40
CO2 44,01 H2 22,43
H2O 18,016 CH4 22,36
SO2 64,06 C2H4 22,24
Ar 28,90 C2H6 22,16
5
O mol é uma das sete unidades básicas do SI,
e é definida como:
Número de Avogadro
átomos
moléculas
1/12/2002 21:54 6
Reações de combustão
Combustíveis sólidos e líquidos Carbono
C + O2 CO2
1 kmol + 1 kmol = 1 kmol
12,01 Kg + 32 Kg = 44,01 Kg
1 Kg + x = y
32
1 Kg de carbono exige x = = 2,664 Kg de O2
12,01
44,01
e produz y= = 3,664 Kg de CO2
12,01
1/12/2002 21:54 7
Reações de combustão
C + O2 CO2
0 Nm3 22,39 Nm3 22,26 Nm3
1 Kg + 2,664 Kg = 3,664 Kg
1 Kg de carbono exige
2,664 Kg de O2 Nm 3
× 22,39 = 1,864 Nm 3 de O2
Kg Kmol
32
Kmol
e produz
3,664 Kg de CO2 Nm 3
× 22,26 = 1,8535 Nm 3 de CO2
Kg Kmol
44,01
Kmol
1/12/2002 21:54 8
O carbono não queimado
completamente reage segundo
C + ½ O2 CO
12,01 Kg + 16 Kg = 28,1 Kg
1 Kg + x = y
16
1 Kg de carbono exige x= = 1,332 Kg de O2
12,01
28,01
e produz y= = 2,332 Kg de CO
12,01
1/12/2002 21:54 9
Reações de combustão
C + ½ O2 CO
0 Nm3 11,195 Nm3 22,4 Nm3
1 Kg + 1,332 Kg = 2,332 Kg
1 Kg de carbono exige
1,332 Kg de O2 Nm 3
× 11,195 = 0,932 Nm 3 de O2
Kg Kmol
16
Kmol
e produz
2,332 Kg de CO Nm 3
× 22,4 = 1,8649 Nm 3 de CO
Kg Kmol
28,01
Kmol
1/12/2002 21:54 10
Reações de combustão
Combustíveis sólidos e líquidos Hidrogênio
H2 + ½ O2 H2O
2,016 Kg + 16 Kg = 18,016 Kg
1 Kg + x = y
16
1 Kg de hidrogênio exige x= = 7,94 Kg de O2
2,016
18,016
e produz y= = 8,94 Kg de H 2O
2,016
1/12/2002 21:54 11
Reações de combustão
H2 + ½ O2 H2O
22,43 Nm3 11,195 Nm3 22,4 Nm3
1 Kg + 7,94 Kg = 8,94 Kg
1 Kg de hidrogênio exige
7,94 Kg de O2 Nm 3
×11,195 = 5,93Nm 3 de O2
Kg Kmol
16
Kmol
e produz
8,94 Kg de H 2O Nm 3
× 22,4 = 11,12 Nm 3 de H 2O
Kg Kmol
18,016
Kmol
1/12/2002 21:54 12
Reações de combustão
Combustíveis sólidos e líquidos Enxofre
S + O2 SO2
32,06 Kg + 32 Kg = 64,06 Kg
1 Kg + x = y
32
1 Kg de enxofre exige x = = 0,998 Kg de O2
32,06
64,06
e produz y= = 1,998 Kg de SO2
32,06
1/12/2002 21:54 13
Reações de combustão
S + O2 SO2
0 Nm3 22,39 Nm3 21,89 Nm3
1 Kg + 0,998 Kg = 1,998 Kg
1 Kg de enxofre exige
0,998 Kg de O2 Nm 3
× 22,39 = 0,698 Nm 3 de O2
Kg Kmol
32
Kmol
e produz
1,998 Kg de SO2 Nm 3
× 21,89 = 0,683Nm 3 de SO2
Kg Kmol
64,06
Kmol
1/12/2002 21:54 14
Volume de ar teórico
O
V = 1,864 C + 5,93 H −
t
O2 + 0,698 S
7,94
100
V =t
ar VO2
21
Vart = 8,876 C + 28,238 H + 3,324 S − 3,56 O
Nm 3 de ar
Kg de combustível
1/12/2002 21:54 15
Massa de ar teórico
O
m t
O2 = 2,664 C + 7,94 H − + 0,998 S
7,94
100
m =
t
ar mO2
23,15
mart = 11,51 C + 34,298 H + 14,36 S − 4,32 O
C H S O
ou mar = 138,2 + + −
t
12 4 32 32
A massa de ar é expressa em:
Kg de ar
Kg de combustível
1/12/2002 21:54 16
Volume de ar Real
Excesso de ar
r r
V m
e= = ar
t
ar
t
V = e.V
r
ar
t
ar
V m ar ar
1/12/2002 21:54 17
Excesso de Ar
Combustível Fornalha e
Carvão britado Grelha rotativa - Ar forçado 1,15 – 1,5
Carvão britado Grelha plana - Ar natural 1,5 – 1,65
Carvão moído Ciclone 1,10 – 1,15
Carvão pulverizado Integralmente irradiada 1,15 – 1,20
Óleo combustível Queimador de óleo de baixa 1,3 – 1,4
pressão de ar
Óleo combustível Queimador de pulverização 1,20 – 1,25
mecânica
Óleo combustível Queimador de pulverização 1,05 – 1,15
mecânica com vapor
auxiliar
Lenha Grelha plana – Ar natural 1,4 – 1,5
Grelha plana – Ar forçado 1,3 – 1,35
Bagaço de cana Grelha inclinada 1,4 – 1,5
Fornalha celular 1,25 – 1,30
Gás de refinaria Queimador com registro 1,05 – 1,10
Volume de gás teórico
Vgt = 1,864 C + 0,683 S + 0,8 N + 0,79 Vart + (9 H + W )1,24
Esta equação inclui:
¾Gases da própria combustão CO2, SO2 e H2O
¾Nitrogênio do combustível com volume específico
v=0,8 Nm3/kg
¾Nitrogênio do ar teórico 0,79 Vart
¾Vapor d’água de volume específico 1,24 Nm3/kg
1/12/2002 21:54 20
Gás real
V =V
g
r
g
t
( )
+ e − 1 Var
t
m =m
r
g
t
g ( )
+ e − 1 mar
t
1/12/2002 21:54 21
Queima de Gás Natural
ni
V = 2,38CO + H 2 + 2∑ mi + Cmi H ni − 2 O2
t
ar
i 4
ni
V = CO + H 2 + 2∑ mi + Cmi H ni + K
g
t
i 4
0,[Link] kg
Vg =
t
+ 1,65
4186
Para combustível liquido
0,[Link] O erro pode ser
t
arV = + 2,0 demasiado grande
4186
Em termos gerais
1,[Link] a margem de erro é
Vgt =
1/12/2002 21:54
4186 tolerável 23
Fórmulas práticas – Rosin e Fehling
Para gases com Pci > 12500 kJ kg
1,[Link]
V = t
ar − 0,25 Pci em kJ
4186 kg
3
1,[Link] V em Nm
Vg =
t
+ 0,25 kg
4186
Para gases com Pci < 12500 kJ kg
0,[Link]
V =
t
ar
4186
0,[Link]
Vg =
t
1/12/2002 21:54
4186 24
Composição dos gases da
combustão (% em volume)
Vgr = 1,864 C + 0,683 S + 0,8 N + 0,79 Vart + K
K (9 H + W )1,24 + (e − 1)Vart
1,864 C
Teor de CO2 =
Vgr
0,683 S
Teor de SO2 =
Vgr
1/12/2002 21:54 25
Vgr = 1,864 C + 0,683 S + 0,8 N + 0,79 Vart + K
K (9 H + W )1,24 + (e − 1)Vart
Teor de H 2 O=
(9 H + W )1,24
Vgr
Teor de Ar =
(e − 1) Vart
Vgr
1/12/2002 21:54 26
Composição dos gases da
combustão (% em massa)
mgr = 3,664 C + 8,94 H + W + 1,998 S + K
K 0,77 mart + N + (e − 1)mart
3,664 C
Teor de CO2 =
mgr
8,94 H + W
Teor de H 2O =
mgr
1/12/2002 21:54 27
mgr = 3,664 C + 8,94 H + W + 1,998 S + K
K 0,77 mart + N + (e − 1)mart
1,998 S
Teor de SO2 =
mgr
0,77 mart + N
Teor de N 2 =
mgr
Teor de Ar =
(e − 1)mart
mgr
1/12/2002 21:54 28
Peso específico dos gases da
combustão
r Massa molecular
m
ρg = g
r
Gás kg/kmol
V g
CO2 44
M i kg
SO2 64 ρi = 3
N2 28 22,4 Nm
ρ g = ∑ Vi (% ) ρ i
O2 32
H2O 18
1
ρg =
m(CO2 ) m(H 2O ) m( N 2 ) m(O2 ) m(SO2 )
+ + + +
ρ CO 2
ρH O2
ρN 2
ρO
2
ρ SO
2
1/12/2002 21:54 30
Variação do volume dos gases
da combustão com a temperatura
pV = mRT
mR
Pressão constante ⇒ p
= const ante
V Vo
=
T To T
V = Vo
To
1/12/2002 21:54 31
Calor específico dos gases da
combustão
O calor específico depende da composição dos
gases e sua temperatura
Cp g = ∑ mi (% ).Cpi Cpi em kJ
i
kg.o C
Cp g = ∑ Vi (% ).Cpi Cpi em kJ
i
Nm 3 .o C
1/12/2002 21:54 32
Condutividade térmica dos gases
da combustão
Viscosidade dos gases da
combustão
Viscosidade dinâmica para uma mistura de gases:
ρg
µg =
ρi
∑i µ Vi (%)
i
ρg
µg =
µCO .V (CO2 ) µ H O .V (H 2O ) µ N .V ( N 2 ) µO .V (O2 ) µ SO .V (SO2 )
2
+ 2
+ 2
+ 2
+ 2
ρ CO 2
ρH O2
ρN 2
ρO 2
ρ SO
2
1/12/2002 21:54 34
Viscosidade dos gases da
combustão
Umidade absoluta
dos gases da combustão
A umidade absoluta se mede pela massa de
vapor d’água contida na unidade de volume do gás
kg de água kg de água
µ= µ1 =
Nm 3 de ar sêco Nm 3 de ar úmido
µ1 µ
µ= µ = 1
µ1 µ
1− 1+
ρ ρ
1/12/2002 21:54 36
Umidade relativa
dos gases da combustão
A umidade relativa é a relação entre a massa
específica do vapor d’água no gás úmido, nas
condições de trabalho, e a máxima massa específica
possível do vapor d’água nas mesmas condições de
trabalho
ρ pi
y= y=
ρ máx psat
1/12/2002 21:54 37
Análise dos produtos da
combustão
Instrumentos de medição determinam o teor de
CO2, O2 e CO
Aparelho de ORSAT
A – bureta medidora de 100 cm3
B – solução de hidróxido de potássio (KOH)
para absorver o CO2
C – solução de pirogalato de potássio
[C6H3(OH)3+KOH] para absorver o O2
D – solução de cloreto cuproso amoniacal
[Cu(NH3)2Cl] para absorver o CO
O resultado obtido no Orsat representa a composição dos
fumos na base seca
1/12/2002 21:54 38
1/12/2002 21:54 39
Analisador de CO2 tipo ampulheta
1/12/2002 21:54 40
Analisador de O2 por convecção
termomagnética do oxigênio
1/12/2002 21:54 41
Combustão completa
A combustão se diz completa quando toda a matéria combustível
reage com o oxigênio
O carbono puro ao queimar com ar estritamente necessário, forma
um volume de CO2 que substitui os 21% de O2 na mistura N2+O2
Portanto, o CO2 máx do carbono puro é 21%
Os combustíveis naturais submetidos à combustão completa com
ar extritamente necessário fornecem um teor de CO2 máx inferior a
21%
Combustível (CO2)máx %
Carbono puro 21
Antracito 20
Óleo Pci=9750 kcal/kg 15,8
Gás de alto forno 25
1/12/2002 21:54 42
Gás natural 12
Determinação do excesso de ar
Método 1:
São conhecidos o teor de CO2 nos gases e a
composição do combustível
Teor de CO2 no gás seco
1,864 C
' (CO2 ) = s
Vg + (e − 1) Vart
Vgs = volume dos gases a seco
Sem excesso de ar
1,864 C
' (CO2 )máx =
1/12/2002 21:54
Vgs 43
Dividindo a 2a equação pela 1a.
=
' (CO2 ) Vgs
' (CO2 )máx (e − 1) Vart
= 1+
' (CO2 ) Vgs
1/12/2002 21:54 44
Determinação do excesso de ar
Método 2:
São conhecidos os componentes do gás e não
se conhece a composição do combustível
O excesso de ar se estabelece pela fórmula:
21 Se reduz, com suficiente aproximação, a:
e=
' (O )
21 − 79 2
' (N 2 ) 21
e=
' (CO2 )
) Aplica-se com aproximações para combustíveis
naturais com predomínio de carbono
' Não serve para combustíveis líquidos e gasosos
1/12/2002 21:54 45
FORNALHAS
Fornalha
Local onde se queima o combustível
Aparelho de combustão
Câmara de combustão
Atmosfera:
Uma boa combustão se processa sempre com
excesso de ar.
A atmosfera de uma fornalha é oxidante.
Seleção de uma fornalha
Quanto ao combustível
Tipo
Sólido, líquido ou gasoso
Umidade
Queda do poder calorífico
Aumento do comprimento de chama
Teor de voláteis (hidrocarbonetos superiores)
Aumento do comprimento de chama, ignição
Teor de cinzas
Formação de blocos aglutinados de cinzas fundidas
Arraste de partículas finas ao longo do circuito do GV
Características físico-químicas das cinzas
Estado de divisão do combustível
Manuseio, alimentação, velocidade de combustão
Seleção de uma fornalha
Quanto à fornalha
Método de alimentação do combustível
Manual
Mecanizada
Automatizada
Método de injeção de ar
Sistema de extração de cinzas
Meios para assegurar a tiragem
Regime de operação da fornalha
Arraste de partículas
Abrasão das cinzas, escórias e de
partículas
Classificação
A diversidade de fatores que influem na seleção de uma
fornalha, contribui para a concepção de inúmeros critérios
de classificação, agrupados em duas grandes categorias:
Ar
Gás Ar
Queima de gás combustível
Gás
Ar
Ar
Gás
Queima de gás combustível
Dimensionamento das
Fornalhas
Fornalha com suporte
Área do suporte para
receber o combustível
Volume necessário da
câmara de combustão
para completar a
queima
Área do suporte
Se define a carga da grelha como:
B
Kg =
Sg
B ⋅ Pci
Kf =
V
• Perdas ocasionais
• Perdas normais
• Tipos de perdas
• Perdas na fornalha
• Perdas nas outras partes do gerador de vapor
Perdas de calor em um
gerador de vapor
• Nas cinzas
– Com o calor do próprio combustível caído no
cinzeiro. ( P1)
– Com o calor sensível da própria cinza. ( P2)
• Na combustão incompleta
– Representada pela fuligem arrastada através de
toda a caldeira até a chaminé. ( P3)
– Representada pelos gases CO e H2 que se
desprendem na chaminé. ( P4)
Perdas de calor em um
gerador de vapor
P3 – Perdas de fuligem
(H 2 )Vg se co × 2 448
P 4(H 2 ) = × 100
Pci
Determinação das perdas
P5 – Perdas por irradiação
Corresponde ao calor do
combustível dissipado pelas paredes
do gerador de vapor
Variam de acordo com o tipo de
revestimento do gerador de vapor
Caldeiras integralmente irradiadas
podem apresentar perdas inferiores a
1%
Caldeiras fechadas com tijolo
refratário e alvenaria comum sem
parede d’água podem perder até 5%
Paredes
d’água
Determinação das perdas
P6 – Perdas de calor sensível
É a mais significativa e dado obrigatório do projeto
mgr .Cpm .∆T
P6 = × 100
Pci
mgr = massa real dos gases por unidade de massa do combustível
Cpm = calor específico médio dos gases
∆T = diferença de temperatura entre os gases na saída da chaminé e
o ar (T ambiente)
Temperaturas de 400 °C correspondem a perdas de 25 a 30%
A temperatura pode descer até 150 °C, mas não convém baixar
demasiado a temperatura, principalmente quando existir enxofre
no combustível
Perda total
• Se obtém pela soma de todas as perdas
• Variam de acordo com a concepção e construção dos
geradores de vapor, situando-se entre 35% e 10%
• 35% nas caldeiras emparedadas tipo tubos de fogo
• 10% nos modernos geradores destinados a centrais termo-
elétricas
• Caldeiras industriais modernas, compactas, variam as
perdas entre 20% e 13%
• Para óleo combustível as perdas se resumem apenas em
perdas por irradiação e perdas por calor sensível dos gases
Calor total fornecido
• Corresponde ao calor capaz de ser gerado pelo
combustível ao queimar na fornalha, acrescido do
calor do ar de combustão e do calor do
combustível
Q& t = [Link]
B = consumo de combustível
Calor total fornecido
B = consumo de combustível
marr = massa de ar real Calor do ar
Cpar = calor específico do ar
Tar = temperatura do ar ao entrar na fornalha
Tamb = temperatura do ar ambiente
Calor total fornecido
Q& p = Pt .Q& t
.
Qp = calor total perdido
P. t = perda total
Qt = calor total fornecido
Calor útil
Q& u = D(hv − ha )
hv = entalpia do vapor
ha = entalpia da água
D = produção de vapor
Rendimento térmico de um
gerador de vapor
• Fração do calor liberado pelo combustível
na fornalha que é absorvido pela água
através dos elementos do gerador de vapor
Q& u
η= & η = 1 − Pt
Qt
Consumo de combustível
Q& u
η= & Q& u = D(hv − ha )
Qt
Q& t = [Link] + [Link] .Cpar .(Tar − Tamb ) + [Link] .(Tcomb − Tamb )
Q& u
B=
η .[Pci + m .Cpar .(Tar − Tamb ) + Cpcomb .(Tcomb − Tamb )]
r
ar
Consumo de combustível
Sem aquecimento de ar
Sem aquecimento de combustível
Q& u
B=
η .Pci
Transferência de Calor em
Geradores de Vapor
Considerações gerais
• O dimensionamento térmico das paredes d’água e
dos feixes de tubos deve:
– Minimizar investimentos em material
– Otimizar o aproveitamento da energia disponível
• No projeto de Geradores de vapor a simples
aplicação dos fundamentos básicos de
transferência de calor não é suficiente, em
conseqüência principalmente de:
– Configurações irregulares
– Elevado número de variáveis envolvidas no processo
18:53 2
Considerações gerais
• Apesar das dificuldades, resultados satisfatórios
são possíveis de serem obtidos mediante a
combinação dos fundamentos básicos e científicos
com informações empíricas, disponíveis na
bibliografia especializada
• O tratamento dado ao problema vai depender do
tipo de fornalha e do tipo de gerador de vapor
18:53 3
Temperatura dos gases na
câmara de combustão
• Temperatura adiabática (teórica)
Q& gás
Q& ar
Fornalha
Q& gerado na combustão
Q& combustível Q& cinza
1a Lei da Termodinâmica
Q& gerado na combustão + Q& ar + Q& combustível = Q& gás + Q& cinza
18:53 4
Q& gerado na combustão + Q& ar + Q& combustível = Q& gás + Q& cinza
Q& gerado na combustão = [Link]
Qar = [Link] .Cpar (Tar − Tamb )
& r
qd
T f = Tamb + r Q& d
Vg .Cp g + [Cz ].Cpcz qd =
B
.
Qd = calor disponível na fornalha
18:53 6
Temperatura dos gases na
câmara de combustão
• Temperatura real
– Em condições reais de funcionamento a radiação e a
convecção tornam a temperatura real bastante inferior à
temperatura adiabática &
Q
Q& radiação
perdido pela parede
[Link] + [Link] .Cpar (Tar − Tamb ) + [Link] (Tcomb − Tamb ) − Q& r − Q& p
T f = Tamb +
[Link] .Cp g + B.[Cz ].Cpcz
.
Qr = calor trocado por radiação com as paredes d’água
.
Qp = calor perdido pelas paredes, combustível não queimado, etc.
18:53 8
Calor irradiado na câmara de
combustão
• O cálculo é bastante complexo
• Uma estimativa razoável pode ser obtida por:
& (
Qr ≅ σ .ε .S i . T f − T p
4 4
)
.
Qr = calor trocado por radiação com as paredes d’água
σ = constante de Stefan-Boltzman (σ = 5,67x10-8 W/m2.K4)
ε= emissividade combinada
Si = superfície irradiada (m2)
Tf = temperatura da câmara de combustão (K )
Tp = temperatura da parede (K )
18:53 9
Emissividade
18:53 10
Temperatura da parede
dos tubos
• Determinada através de cálculos sucessivos, considerando:
– A resistência térmica imposta pela parede dos tubos
– A resistência térmica relativa ao processo de convecção
Q& r 1 de 1
T p = Tv + ln +
2.π .L.N t kt d i hi .d i
T. v = temperatura do vapor kt = condutividade térmica dos
Qr = calor trocado por radiação tubos
com as paredes d’água de = diâmetro externo dos tubos
L = comprimento dos tubos di = diâmetro interno dos tubos
Nt = número de tubos hi = coeficiente interno de
18:53 transferência de calor 11
Superfície de irradiação
• A superfície de irradiação corresponde à área projetada:
– De feixes tubulares
– De paredes d’água visíveis às chamas
S i = f p .S ip fp = fator de correção
Sip = superfície projetada
Q& r 1 de 1
T p = Tv + ln +
2.π .L.N t kt d i hi .d i
& (
Qr ≅ σ .ε .S i . T f − T p
4 4
)
18:53 13
Aproveitamento da energia do
T1 T2
T3 combustível
Superaquecedor
Chaminé
Paredes
d’água
Tch
Tf
Fornalha
Pré-aquecedor de ar
Caldeira
Economizador
Combustível
Tar
Ar
Tcomb
Pare
de d
’águ
Fo a
G rn
Tf
ás al
ha
hvsa Su
pe
ra
T1
qu
hv
ec
ed
or
Ca
ld
ei
G ra
T2
hla
ás
Ec
on
hl
om
iz
ad
T3
Pr or
é-
aq
ue
ce
do
G
Tamb
rd
Tch
ás ea
r
combustível
Aproveitamento da energia do
Chaminé
Aproveitamento da energia do
combustível
Superaquecedor D.(hvsa − hv ) = B.V .Cp g (T f − T1 ).ϕ s
g
r
Pré-aquecedor de ar
[Link] .Cpat .(Tar − Tamb ) = [Link] .Cp g (T3 − Tch ).ϕ a
18:53 16
Feixes tubulares
Dimensionamento térmico
Q& = U . A.∆Tml U .A =
1
R1 + R2 + R3
de
1 ln 1
R1 = di R3 =
π .d i .[Link] R2 = π .d e .[Link]
2.π .[Link]
∆T1 − ∆T2
∆Tml =
∆T1
ln
∆T2
18:53 17
Feixes tubulares
Dimensionamento térmico
∆T1 − ∆T2
∆Tml =
∆T1
ln
∆T2
18:53 18
Coeficiente de transferência de
calor interno
18:53 19
Coeficiente de transferência de
calor interno
• Para água, vapor, ar ou gases
– Equação de Dittus e Boelter
n = 0,4 para aquecimento
Nu = 0,023.R e .P r0 ,8 n
n = 0,3 para resfriamento
he = hec + her
kf Q& g
hec = Nu her =
de N .π .d e .L.∆Tml
18:53 22
Convecção externa em feixes
tubulares
Em linha Em quincôncio
18:53 23
Convecção externa em feixes
tubulares
Para:
2000 < Re < 40000 e Pr > 0,7
1
Nu = 0,30. f1. f 2 .R e .P r m 3
Nu = 0,40. f1.R e 0 , 60
.P r 0 , 36
18:53
Podem apresentar erros de até ± 30% 27
f1 = fator de correção que leva em conta o número de fileiras de tubos,
para a correlação de Zukauskas
Radiação gasosa em feixes
tubulares
18:53 29
Radiação gasosa em feixes
tubulares
.
& [
Qg = σ . A. f . ε g .T − α g .T p
4 4
]
Qg = calor trocado por radiação gasosa
σ = constante de Stefan-Boltzman
A = área de troca de calor
f = fator de correção para invólucros cinzas (f = 1 para corpo negro)
T = temperatura média dos gases
Tp = temperatura da parede
εg = emissividade do gás avaliada na temperatura T
αg = absortividade do gás para radiação proveniente do invólucro
negro na temperatura Tp
18:53 30
Radiação gasosa em feixes
tubulares
• Os valores das emissividades dependem:
– Pressão da mistura
– Pressão parcial do gás
– Temperaturas envolvidas
– Espessura efetiva da camada de gás
18:53 31
Radiação gasosa em feixes
tubulares
• As pressões parciais são calculadas
multiplicando-se o percentual em volume
dos gases pela pressão total da mistura
%CO2 % H 2O
pc = × pt pw = × pt
100 100
ε g = f c .ε c + f w .ε w − ∆ε
εc = emissividade do CO2 ,avaliada na temperatura T e produto [Link]
εw = emissividade do H2O ,avaliada na temperatura T e produto [Link]
fc = fator de correção da emissividade do CO2 para a pressão desejada
fw = fator de correção da emissividade do H2O para a pressão desejada
∆ε = correção devido à presença simultânea de gases CO2 e H2O, na
temperatura T
18:53 35
Radiação gasosa em feixes
tubulares
• Os valores das absortividades são
determinados por:
0 , 65 0 , 45
T T
α g = f c .ε c . + f w .ε w . − ∆ε
T p Tp
εc = emissividade do CO2 ,avaliada na temperatura Tp e
produto [Link].(Tp / T)
εw = emissividade do H2O ,avaliada na temperatura Tp e
produto [Link].(Tp / T)
∆ε = correção devido à presença simultânea de gases
CO2 e H2O, na temperatura Tp
18:53 36
Emissividade
do CO2 para
pressão total
de 1 atm
18:53 37
Emissividade
do H2O, para
pressão total
de 1 atm
18:53 38
Fatores de correção para as
emissividades
18:53 39
Correção da emissividade devido à
presença simultânea de CO2 e H2O
18:53 40
Radiação gasosa em feixes
tubulares
• O calor trocado por radiação gasosa pode ser calculado,
também, na forma indicada por Annaratone:
– Para o caso do CO2:
T 3, 2 T 3, 2 T 0, 65
0, 4
Qc = 9,3. A.( pc .Le ) .
& p
− .
100 100 T p
.
Qc = calor trocado por radiação gasosa pelo CO2
18:53 41
Radiação gasosa em feixes
tubulares
– Para o caso do H2O:
T
m
T
m
Qw = (42 − 76. pw .Le ). A.( pw .Le ) .
& 0,6 p
−
100 100
.
Qw = calor trocado por radiação gasosa pelo H2O
Tiragem é o processo
que garante a
introdução do ar na
fornalha e a
circulação dos gases
de combustão através
de todo gerador de
vapor, até a saída
para a atmosfera
00:43 2
Conceitos gerais
Tiragem natural
Tiragem forçada
Insuflamento
Exaustão
Induzida
Balanceada
00:43 4
Tiragem natural
00:43 5
pt = pressão no topo da chaminé
ρar h
ρg
p1 = pressão
na entrada
p2 = pressão na
da fornalha
base da chaminé
p1 = pt + ρ ar .g .h ≅ patm p2 = pt + ρ g .g.h
p1
perda de carga
ρ ar .g.h p2
∆p = (ρ ar − ρ g ).g .h ρ g .g.h
pt
Tiragem forçada
Insuflamento
Operam com um ou mais ventiladores
prementes
Pressões positivas no interior
da câmara de combustão
00:43 7
Tiragem forçada
Insuflamento
As concepções modernas dos
Geradores de Vapor, mesmo
pequenos, recorrem ao
emprego de ventiladores,
devido ao aumento de
velocidades dos gases, para
obtenção de maiores
coeficientes de transferência
de calor
00:43 8
Tiragem forçada
Exaustão
Operam com um exaustor instalado na base da
chaminé
A câmara de combustão opera em depressão
Não garante controle adequado da
pressão interna
Não garante distribuição
regular do ar na câmara
de combustão
00:43 9
Tiragem forçada
Exaustão
Os ventiladores operam com gases quentes
00:43 11
Tiragem forçada
Induzida
Aspiração com ventilador e ejetor
Tem rara aplicações
00:43 12
Tiragem forçada
Balanceada
Um ou mais ventiladores prementes
Vence as perdas do circuito de ar
Um ou mais ventiladores exaustores
Vence as perdas do circuito de gás
É o sistema clássico
para os grandes
Geradores de Vapor,
dotados de pré-
aquecedor de ar
00:43 13
Variação da pressão estática em um sistema
de tiragem balanceada
Medida de pressão
Pressão na fornalha
Pressão na chaminé
00:43 15
Perda de Carga
G2 onde: G = ρ .V
ou ∆p = K
2.ρ G = vazão mássica
00:43 16
Perda de Carga
f = fator de atrito
L = comprimento equivalente do tubo
dh = diâmetro hidráulico
00:43 17
Perda de Carga
00:43 18
Fator de correção
Fornalha
Grelhas
Queimadores
Feixes tubulares
Canais
Chaminé
00:43 21
Como orientação de projeto são recomendados os seguintes
valores máximos para a perda de carga
Superfície de Perda de
aquecimento carga
S (m2) H (mm C.A.) O superaquecedor
até 100 13 a 18 acrescenta 2 a 5 mm C.A.
100 – 400 18 a 23 O economizador
400 – 800 23 a 28 acrescenta 3 a 8 mm C.A.
800 – 1200 28 a 35 O pré-aquecedor de ar
1200 – 1800 35 a 40 acrescenta 15 a 50 mm C.A.
1800 – 2500 40 a 48
00:43 23
Chaminé
p To p g
pV = mRT ⇒ R= ⇒ ρ g = ρo
ρT Tg po
ρ g ≅ ρo To
⇒ ρ g = ρo
Tg
00:43 25
Chaminé
Tiragem natural
A depressão gerada pela chaminé deve ser suficiente para
superar todas as perdas de carga no circuito de ar e gases
da combustão
∆p
Hu =
(ρ a − ρ g ) .g
00:43 26
Chaminé
Diâmetro da chaminé
4.m& g m& g = [Link]
d= r
π .ρ g .V
Tiragem natural
V = 4 a 8 m/s
Tiragem forçada
V até ≅ 10 m/s
00:43 27
Ventiladores
N = potência do ventilador
η = rendimento do ventilador
∆pv = perda de carga a ser superada pelo ventilador
ma = vazão de ar, mg = vazão de gás
ρa = massa específica do ar, ρg = massa específica do gás
00:43 28
Ventiladores
00:43 29
Ventiladores
00:43 30
Curva característica de um ventilador centrífugo e
perda de carga do circuito de gases
Curva característica de um ventilador centrífugo
de pás curvadas para a frente
Curva característica de um ventilador centrífugo
de pás curvadas para trás
Curva característica de um ventilador de fluxo axial
Controle da tiragem
00:43 35
Projeto Térmico de um
Gerador de Vapor
Dados de projeto:
Vazão de vapor = 50 ton/h
Pressão = 2 Mpa (manométrica)
Vapor superaquecido, T = 350 °C
Condições de processo:
Temperatura ambiente: T = 25 °C
Gerador de Vapor Aquatubular
Com superaquecedor, economizador e pré-aquecedor
Das tabelas de vapor
1-Entalpia do vapor superaquecido 3135 kJ/kg
T 1
3 2
T sat
4
31/1/2003 10:38 2
s
Combustível
Carvão do RS
Composição % Composição corrigida
Carbono C 46 41,44%
Hidrogênio H2 4,05 3,65%
Nitrogênio N2 0,29 0,26%
Enxofre S 12,99 11,70%
Oxigênio O2 9,27 8,35%
Cinzas CZ 27,4 24,68%
Água 9,91%
Somatório 100 100,00%
Água H2O 11
Poder Calorífico
O
Pci = 33900 C + 141800 H − + 9200 S − 2440 (W + 9 H )
8
Pcs = 18819 kJ
kg
Pci = 17776 kJ
kg
31/1/2003 10:38 4
Cálculo da combustão
Volume de ar teórico
V = 8,876 C + 28,238 H + 3,324 S − 3,56 O
t
ar
Nm 3 de ar
V = 4,75
t
ar
Kg de combustível
31/1/2003 10:38 5
Massa de ar teórico
mart = 11,51 C + 34,298 H + 14,36 S − 4,32 O
Kg de ar
m = 7,34
t
ar
Kg de combustível
Excesso de ar
r r
V m
e= = ar
t
= 1,5
ar
t
V m
ar ar
31/1/2003 10:38 6
Volume de ar Real
Nm 3 de ar
V = 7,13
r
ar
Kg de combustível
Massa de ar Real
Kg de ar
m = 11,01
r
ar
Kg de combustível
31/1/2003 10:38 7
Volume de gás teórico
Vgt = 1,853 C + 0,683 S + 0,8 N + 0,79 Vart + (9 H + W )1,24
Nm 3 de gás
V = 5,14
g
t
Kg de combustível
3
Nm de gás
Vg = Vg + (e − 1) Var = 7,51
r t t
kg de combustível
kg de gás
m = m + (e − 1) m = 11,50
r
g
t
g
t
ar
kg de combustível
31/1/2003 10:38 9
Composição dos gases da
combustão (% em volume)
Vgr = 1,864 C + 0,683 S + 0,8 N + 0,79 Vart + K
K (9 H + W )1,24 + (e − 1)Vart
1,864 C
Teor de CO2 = r
= 10,28%
Vg
0,683 S
Teor de SO2 = r
= 1,06%
Vg
31/1/2003 10:38 10
Vgr = 1,864 C + 0,683 S + 0,8 N + 0,79 Vart + K
K (9 H + W )1,24 + (e − 1)Vart
Teor de H 2 O=
(9 H + W )1,24
= 7,06%
Vgr
Teor de Ar =
(e − 1) Vart
= 31,63%
r
V g
31/1/2003 10:38 11
Composição dos gases da
combustão (% em massa)
mgr = 3,664 C + 8,94 H + W + 1,998 S + K
K 0,77 mart + N + (e − 1)mart
3,664 C
Teor de CO2 = r
= 13,20%
mg
8,94 H + W
Teor de H 2O = r
= 3,70%
mg
31/1/2003 10:38 12
mgr = 3,664 C + 8,94 H + W + 1,998 S + K
K 0,77 mart + N + (e − 1)mart
1,998 S
Teor de SO2 = r
= 2,03%
mg
0,77 mart + N
Teor de N 2 = r
= 49,16%
mg
Teor de Ar =
(e − 1)mart
= 31,91%
r
m g
31/1/2003 10:38 13
Peso específico dos gases da
combustão
mgr 11,50
ρg = r = = 1,53 kg 3
0 °C e 1 atm
Vg 7,51 Nm
273 kg
a 500 °C ρ g = 1,53. = 0,54 3
273 + 500 m
ou
ρ g = V (CO2 ).ρ CO + V (H 2O ).ρ H O + K
2 2
1
ρg =
m(CO2 ) m(H 2O ) m( N 2 ) m(O2 ) m(SO2 )
+ + + +
ρ CO 2
ρH O2
ρN 2
ρO
2
ρ SO
2
31/1/2003 10:38 15
Calor específico dos gases da
combustão
Cp g = ∑ mi (% ).Cpi Cpi em kJ
i
kg.o C
Cp g = ∑ Vi (% ).Cpi Cpi em kJ
i
Nm 3 .o C
31/1/2003 10:38 16
Equações para determinação
das propriedades em
“Geradores de Vapor, Edson
Bazzo”
kg = i
∑ y (M )
1
3
i i
i
∑ yi µi (M i )
1
2
µg = i
∑ y (M )
1
2
i i
i
31/1/2003 10:38 19
Determinação das perdas
P1 – Calor do combustível caído no cinzeiro
Estimada 1,0 %
P2 – Calor sensível nas cinzas
Z .Cp.∆T
P2 = × 100 = 1,96%
Pci
Z = porcentagem de cinzas no combustível = 24,68 %
Cp = calor específico das cinzas ⇒ Cp = 0,3 kcal/kg.°C
∆T = diferença de temperatura entre o combustível na
entrada da fornalha e as cinzas no cinzeiro
Tf - Ta ⇒1150-25= 1025 °C
31/1/2003 10:38 20
P3 – Perdas de fuligem
Estimada 1,0 %
P4 – Perdas de combustão incompleta
Estimada 0,0 %
P5 – Perdas por irradiação
Estimada 1,0 %
P6 – Perdas de calor sensível
mgr .Cpm .∆T
P6 = ×100 = 16,97%
Pci
mgr = massa real dos gases por unidade de massa do combustível = 11,5 kg gás/kg comb
Cpm = calor específico médio dos gases = 1,028 kJ/kg.°C
∆T = diferença de temperatura entre os gases na saída da chaminé e o ar (T ambiente)
Temperatura na chaminé = 280 °C (arbitrada)
31/1/2003 10:38 21
Perda total
pt = p1 + p2 + p3 + p4 + p5 + p6 = 21,93%
Rendimento
η = 1 − pt = 78,07%
Calor útil
Q& u = D (hv − ha ) = 42058 kW
hv = entalpia do vapor = 3135 kJ/kg
ha = entalpia da água = 106,8 kJ/kg
31/1/2003 10:38 D = produção de vapor = 13,9 kg/s 22
Pré-aquecimento de ar
Temperatura do ar pré- aquecido = 140 °C (valor
recomendado Hildo Pera)
Tm = 82,5 °C ⇒ Cpar = 0,996 kJ/kg.°C
Consumo de combustível
Q& u
B=
η .[Pci + marr .Cpar .(Tar − Tamb )]
B = 2,83 kg = 10187,57 kg
s h
31/1/2003 10:38 23
Calor total fornecido
Q& t = [Link] + [Link] .Cpar .(Tar − Tamb )
Q& t = 53872,80 kW
31/1/2003 10:38 24
Dimensionamento da fornalha
Área do suporte
B B
Kg = Sg = = 25,47 m 2
Sg Kg
31/1/2003 10:38 25
Volume da fornalha
B ⋅ Pci
Kf = V = 226,36 m 3
V
A
Altura - A = 7,5 m
Largura - L = 4,6 m
Comprimento - C = 7,0 m C
L
31/1/2003 10:38 27
Temperatura dos gases na
câmara de combustão
• Temperatura adiabática (teórica)
T f = 1523 oC
31/1/2003 10:38 28
• A temperatura dos gases na câmara de combustão
é determinada por processo iterativo
[Link] + [Link] .Cpar (Tar − Tamb ) − Q& r − Q& p
T f = Tamb +
[Link] .Cp g + B.[Cz ].Cpcz
Q& r 1 de 1
T p = Tv + ln +
2.π .L.N t kt d i hi .d i
& (
Qr ≅ σ .ε .S i . T f − T p
4 4
)
31/1/2003 10:38 29
Passo dos tubos na parede d’água, s=2xde
Número de tubos 2 L + 2C
Tubos:
N t = INT = 158 DN = 2½ “
s
de = 73,2 mm
hi estimado 5000 W/m2.°C di = 62,7 mm
Calor perdido na fornalha
Qt = ( p1 + p2 + p3 + p4 + p5 )× Qt = 2673,27 kW
Superfície irradiada
Comprimento dos tubos da parede d’água = 6 m
31/1/2003 10:38 30
Resolvendo o sistema de equações T f = 1161,3 oC
T p = 226,4 o C
Qr = 10328,93 kW
31/1/2003 10:38 31
Aproveitamento da energia do
T1 T2
T3 combustível
Superaquecedor
Chaminé
Paredes
d’água
Tch
Tf
Fornalha
Pré-aquecedor de ar
Caldeira
31/1/2003 10:38 32
Economizador
Superaquecedor D.(hvsa − hv ) = [Link] .Cp g (T f − T1 )
Tm = 1097,9 oC ⇒ Cp g = 1,128 kJ
kg.o C
Qs = 4652,8 kW T1 = 1034,6 C
o
Qc = 17951,6 kW T2 = 532,0 oC
31/1/2003 10:38 33
Economizador D.(hla − hl ) = B.V .Cp g (T2 − T3 )
g
r
hl = 334,9 kJ o ⇒ Tl = 80 oC
kg. C
Tm = 445,9 oC ⇒ Cp g = 1,063 kJ
kg.o C
Qe = 5956,9 C o
T3 = 359,8 oC
31/1/2003 10:38 34
Pré-aquecedor de ar
[Link] .Cpat .(Tar − Tamb ) = [Link] .Cp g (T3 − Tch )
Tm = 306,5 oC ⇒ Cp g = 1,047 kJ
kg.o C
31/1/2003 10:38 35
Área de transferência de calor
Superaquecedor
31/1/2003 10:38 36
Largura máxima do superaquecedor é a largura da fornalha
L=4,6 m
gás
Fluxo cruzado
comprimento do superaquecedor 2m
tubos DN= 1,5 pol =
de = 1,9 pol = 48,26 mm
di = 1,61 pol = 40,89 mm
e= 0,145 pol = 3,68 mm
passo paralelo sp= 2 x de = 96,52 mm
passo transvesal st= 2 x de = 96,52 mm
disposição em linha
número de fileiras paralelas ao escoamento = 46 Máx=47
número de fileiras transversais ao escoamento = 4
Para fluxos cruzados
∆T1 = Tqe − Tf s = 1161,3 − 350 = 811,3
∆T2 = Tqs − Tf e = 1034,6 − 214,9 = 819,7
∆T1 − ∆T2
∆Tml = = 815,5o C
∆T1
ln
∆T2
Q& = U . A.∆Tml 1
U .A =
R1 + R2 + R3
1 de 1
R1 = ln R3 =
π .d i .[Link] di π .d e .[Link]
R2 =
31/1/2003 10:38
2.π .[Link] 38
0 ,14
µ
1
Nu = 0,027.R e .P r 3 .
0 ,8
µ
p
31/1/2003 10:38 39
Nu = 0,27. f1.R e 0 , 63
.P r 0 , 36
31/1/2003 10:38 40
% H 2O T 3, 2 T 3, 2 T 0,65
pw = × pt 0, 4
Q& c = 9,3. A.( pc .Le ) .
p
100
− .
100 100 Tp
%CO2
pc = × pt
100
0, 6 T
m
T
m
Qw = (42 − 76. pw .Le ). A.( pw .Le ) .
& p
4 s p .st −
Le ≅ 0,85. 2 − 1.d e 100 100
π d e
RADIAÇÃO GASOSA
pressão total = 1 atm
pressão parcial CO2 = 0,10 atm
pressão parcial H2O = 0,07 atm
espessura efetiva do gás = 0,17 m
Temperatura da parede = 374,79 C =
Temperatura do gás = 1370,9 K
m= 2,63
Qc r = 6796,71 W/m2
Qw r = 2431,90 W/m2
Qr= 9228,61 W/m2
Coeficiente de película - her = 11,32 W/m2.C
Coeficiente de película - hec = 106,3 W/m2.C 41
Coeficiente de película - he = 117,6 W/m2.C
U = 101,05W
m 2 .o C
Q& s 4652,8
Anec = = = 56,5 m 2
U .∆Tml 101,5 × 815,5
Erro = −1,2%
31/1/2003 10:38 42
7,5 m
Caldeira
4,6
7
ÁREA DE TROCA TÉRMICA - CALDEIRA
Calor trocado = 17951,6 kW
Temp de saturação do vapor = 214,9 C
Lado do gás
Temp de entrada do gás = 1034,6 C
Temp de saída do gás = 532,0 C
Vazão de gás = 32,6 kg/s
Temp média do gás = 783,3 C
Massa específica gás = 0,396 kg/m3
Calor específico gás = 1,097 kJ/kg.K
Viscosidade dinâmica gás = 4,333E-05 Pa.s
Condutividade térmica gás = 0,070 W/m.C
31/1/2003 10:38 44
Fluxo cruzado
comprimento da caldeira = 5m
número passes dos gases = 3
comprimento por passe = 1,67 m
tubos DN= 1,5 pol =
de = 1,9 pol = 48,26 mm
di = 1,61 pol = 40,89 mm
e= 0,145 pol = 3,68 mm
passo paralelo sp= 2 x de = 96,52 mm
passo transvesal st= 2 x de = 96,52 mm
disposição em linha
número de fileiras paralelas ao escoamento = 47 Máx = 47
número de fileiras transversais ao escoamento = 8
Erro = -4,6%
31/1/2003 10:38 46
Economizador
Calor trocado = 5956,9 kW
Temp de entrada da água = 80,0 C Temp de entrada do gás = 532,0 C
Temp de saída da água = 179,9 C Temp de saída do gás = 359,8 C
Vazão de água = 13,9 kg/s Vazão de gás = 32,6 kg/s
Temp média da água = 129,95 C Temp média do gás = 445,9 C
Massa específica da água = 937,2 kg/m3 Massa específica gás = 0,581 kg/m3
Calor específico da água = 4,66 kJ/kg.K Calor específico gás = 1,063 kJ/kg.K
Viscosidade dinâmica = 1,18E-04 Pa.s Viscosidade dinâmica gás = 3,291E-05 Pa.s
Condutividade térmica = 0,64 W/m.C Condutividade térmica gás = 0,051 W/m.C
Fluxo cruzado
comprimento do economizador 3m largura = 2 m
número de passes nos gases = 1
tubos DN= 1 pol =
de = 1,32 pol = 33,53 mm
di = 1,049 pol = 26,64 mm
e= 0,1355 pol = 3,44 mm
passo paralelo sp= 2 x de = 67,056 mm
passo transvesal st= 2 x de = 67,056 mm
disposição em linha
número de fileiras paralelas ao escoamento = 24
número de fileiras transversais ao escoamento = 20
número de passes nos tubos = 1
Diferença média logarítmica de temperatura
DT1= 352,1 C MLDT = 314,5
DT2= 279,8 C
0 ,14
µ1
Nu = 0,027.R e .P r 3 .
0 ,8
µ
p
RADIAÇÃO GASOSA
Coeficiente de película do gás - he pressão total = 1 atm
Área de escoamento= 2,41 m2 pressão parcial CO2 = 0,10 atm
Velocidade do gás = 23,19 m/s pressão parcial H2O = 0,07 atm
Reynolds = Re = 1,37E+04 espessura efetiva do gás = 0,12 m
Prandtl = Pr = 6,84E-01 Temperatura da parede = 165,28 C =
Fator de fileiras f1 = 1 Temperatura do gás = 718,9 K
Nusselt = Nu = 9,52E+01 Zukauskas m= 2,60
Coeficiente de película - hec = 145,3 W/m2.C Qc r = 626,22 W/m2
Coeficiente de película - he = 148,22 W/m2.C Qw r = 281,59 W/m2
Qr= 907,81 W/m2
Coeficiente de película - her = 2,89 W/m2.C
U= 125,56 W/m2.C
Erro = 0,6%
31/1/2003 10:38 49
Pré-aquecedor de ar
ÁREA DE TROCA TÉRMICA - PRÉ-AQUECEDOR DE AR
Calor trocado = 3630,9 kW
Temp de entrada do ar = 25,0 C Temp de entrada do gás = 359,8 C
Temp de saída do ar = 140 C Temp de saída do gás = 253,3 C
Vazão de ar = 31,2 kg/s Vazão de gás = 32,6 kg/s
Temp média do ar = 82,5 C Temp média do gás = 306,5 C
Massa específica do ar = 1,186 kg/m3 Massa específica gás = 0,721 kg/m3
Calor específico do ar = 0,996 kJ/kg.K Calor específico gás = 1,047 kJ/kg.K
Viscosidade dinâmica = 2,01E-05 Pa.s Viscosidade dinâmica gás = 2,790E-05 Pa.s
Condutividade térmica = 0,03 W/m.C Condutividade térmica gás = 0,043 W/m.C
Fluxo cruzado
comprimento do pré-aquecedor 4,5 m largura = 3m
número de passes nos gases = 3
tubos DN= 2 pol =
de = 2,38 pol = 60,45 mm
di = 2,067 pol = 52,50 mm
e= 0,1565 pol = 3,98 mm
passo paralelo sp= 2 x de = 120,904 mm
passo transvesal st= 2 x de = 120,904 mm
disposição em linha
número de fileiras paralelas ao escoamento = 20 Máx= 24
número de fileiras transversais ao escoamento = 14
número de passes nos tubos = 1
0 ,14
µ
1
Nu = 0,027.R e .P r 3 .
0 ,8
µ
p
Coeficiente de película do vapor - hi
Área de escoamento= 0,61 m2
Velocidade do ar = 43,35 m/s
Reynolds = Re = 1,34E+05
Prandtl = Pr = 6,72E-01
Nusselt = Nu = 2,99E+02 Sieder-Tate
Coeficiente de película - hi = 170,0 W/m2.C
31/1/2003 10:38 51
Nu = 0,27. f1.R e 0 , 63
.P r 0 , 36
RADIAÇÃO GASOSA
Coeficiente de película do gás - he pressão total = 1 atm
Área de escoamento= 1,81 m2 pressão parcial CO2 = 0,10 atm
Velocidade do gás = 24,89 m/s pressão parcial H2O = 0,07 atm
Reynolds = Re = 3,89E+04 espessura efetiva do gás = 0,21 m
Prandtl = Pr = 6,84E-01 Temperatura da parede = 171,76 C =
Fator de fileiras f1 = 1 Temperatura do gás = 579,5 K
Nusselt = Nu = 1,83E+02 Zukauskas m= 2,66
Coeficiente de película - hec = 129,7 W/m2.C Qc r = 272,34 W/m2
Coeficiente de película - hec = 131,70 W/m2.C Qw r = 175,66 W/m2
Qr= 448,00 W/m2
Coeficiente de película - her = 2,00 W/m2.C
U= 69,15 W/m2.C
Erro = 2,1%
31/1/2003 10:38 52
Tiragem
V2
∆p = K ρ . 0 ,14
2 µp
K = 4. f .N f
µm
sp
0 , 08 −0,15
de
f = 0,044 + .R emáx
[ (
0 , 43+1,13. d e s p )]
st − d e
de
Perda de carga no superaquecedor
rho = 0,305 kg/m3
V= 24,05 m/s f= 0,0541
de = 48,26 mm K= 8,056E-01
sp = 96,52 mm
st = 96,52 mm Dp = 71,02 Pa =
Re máx = 6,96E+03
T= 1097,9 C 7,1 mm C. A
Tp = 374,79 C
Visc m = 5,082E-05 Pa.s
Visc p = 3,041E-05 Pa.s
Nf = 4 número de fileiras
31/1/2003 10:38 54
Perda de carga na caldeira
rho = 0,396 kg/m3
V= 21,76 m/s f= 0,0516
de = 48,26 mm K= 4,580E+00
sp = 96,52 mm
st = 96,52 mm Dp = 429,11 Pa =
Re máx = 9,59E+03
T= 783,3 C 42,9 mm C. A
Tp = 227,50 C
Visc m = 4,333E-05 Pa.s
Visc p = 2,487E-05 Pa.s
Nf = 8 número de fileiras
Np = 3 Número de passagens
31/1/2003 10:38 55
Perda de carga no economizador
rho = 0,581 kg/m3
V= 23,19 m/s f= 0,0489
de = 33,53 mm K= 3,704E+00
sp = 67,056 mm
st = 67,056 mm Dp = 579,12 Pa =
Re máx = 1,37E+04
T= 445,9 C 57,9 mm C. A
Tp = 165,28 C
Visc m = 3,291E-05 Pa.s
Visc p = 2,239E-05 Pa.s
Nf = 20 número de fileiras
Np = 1 Número de passagens
31/1/2003 10:38 56
Perda de carga no pré-aquecedor de ar / lado do gás
rho = 0,721 kg/m3
V= 24,89 m/s f= 0,0418
de = 60,45 mm K= 6,820E+00
sp = 120,904 mm
st = 120,904 mm Dp = 1523,27 Pa =
Re máx = 3,89E+04
T= 306,5 C 152,3 mm C. A
Tp = 171,76 C
Visc m = 2,790E-05 Pa.s
Visc p = 2,265E-05 Pa.s
Nf = 14 número de fileiras
Np = 3 Número de passagens
31/1/2003 10:38 57
Perda de carga no interior dos tubos
L
V2 K = f.
∆p = K ρ . dh
2 f = (1,82 log10 R e − 1,63)
−2
31/1/2003 10:38 58
RESUMO PERDA DE CARGA
Superaquecedor = 7,1 mm C. A
Caldeira = 42,9 mm C. A
Economizador = 57,9 mm C. A
Pré-aquecedor / lado gás = 152,3 mm C. A
Pré-aquecedor / lado ar = 161,0 mm C. A
31/1/2003 10:38 59
Chaminé
• Tiragem natural
∆p
Hu =
(ρ a − ρ g ) .g
Somatório perda de carga = 421,2 mm C. A = 4212,31 Pa
T ar = 25 C
T gás ch = 253,3 C
∆p
rho ar = 1,415 kg/m3
Hu = = 692 m
rho gás= 0,794 kg/m3
(ρ a − ρ g ) .g
31/1/2003 10:38 61
Perda de carga na chaminé
L
V2 K = f.
∆p = K ρ . dh
2 f = (1,82 log10 R e − 1,63)
−2
31/1/2003 10:38 62
Tiragem da chaminé
∆pc = H u .(ρ a − ρ g ).g
31/1/2003 10:38 63
Potência dos ventiladores
m& a .∆pv m& g .∆pv
N= N=
ρ a .η ρ g .η
Acrescentar 20,0% às perdas, para compensar depósitos e perdas localizadas
INSUFLAMENTO
Vence as perdas no circuito de ar
Pré-aquecedor / lado ar Dp = 161,0 mm C. A + Acréscimo= 193,18 mm C. A = 1931,75 Pa
Vazão de ar = 31,2 kg/s
T ar = 82,5 C
rho ar = 1,186 kg/m3
Rendimento do ventilador = 60,0%
31/1/2003 10:38 65
POTÊNCIA DO GERADOR DE VAPOR
31/1/2003 10:38 66
CAPÍTULO 4
PROJETO TÉRMICO DE
TROCADORES DE CALOR TIPO
DUPLO TUBO
•Metodologia de projeto
2 1¼
2½ 1¼
3 2
4 3
Comprimentos
COEFICIENTES DE PELÍCULA
PARA FLUIDOS EM TUBOS
D
1 0 ,14 R ed P r > 10
D 3 µ L
Nu = 1,86 (R e )(P r )
L µ
p
1 0 ,14
Escoamento laminar hi D ρVD µ C p D 3
µ
= 1,86
µ
k µ k L p
0 ,14
1 µ
Nu = 0,027 R e P r 3
0 ,8
µ
p
Escoamento turbulento
COEFICIENTES DE PELÍCULA PARA
FLUIDOS QUE ESCOAM EM ANÉIS
4A
DH =
P
Transferência de calor
DH = = =
(
4 A 4 × área de escoamento 4π D22 − D12
=
)
D22 − D12
P perímetro molhado 4πD1 D1
Perda de carga
DH' =
4 A
=
4 × área de escoamento
=
4π (
D2
2
− D1)
2
= D2 − D1
P perímetro molhado de atrito 4π (D2 + D1 )
QUEDA DE PRESSÃO EM TUBOS
E SEÇÕES ANULARES
∆p α V 2 hi α V 0 ,8
L V2
∆p = 4 f ρ
D 2
para escoamento laminar
16
f =
Re
0,125
f = 0,0014 + 0,32
Re
para escoamento turbulento em tubos rugosos:
0,264
f = 0,0035 + 0, 42
Re
Perda de carga localizada
V2
∆p = ρ
2
EXEMPLO: PROJETO TÉRMICO DE UM TROCADOR DE CALOR DUPLO TUBO
71 oC
49 oC
38 oC
27 oC
1) Condições do processo necessárias:
Fluido quente: Tolueno
2) Temperaturas médias:
T1 + T2 71 + 38
T= = = 54,5 0C
2 2
t1 + t 2 27 + 49
t= = = 38 oC
2 2
3) Propriedades físicas:
Tolueno Benzeno
Cp = 1,842 kJ Cp = 1,779 kJ
kg.o C kg.o C
s = 0,87 s = 0,88
& f C pf (t 2 − t1 ) = 4 454 kg
benzeno Q = m .1,779 kJ (49 − 27 )o C = 48,42kW
h o
kg. C
tolueno Q 48,42 kW
m& q = = = 0, 797 kg = 2868 kg
C pq (T2 − T1 ) 1,842 kJ o (71 − 38)o C s h
kg. C
6) MLDT:
MLDT =
(T1 − t 2 ) − (T2 − t1 ) (71 − 49) − (38 − 27 )
= = 15,87 o C
T −t 71 − 49
ln 1 2 ln
T2 − t1 38 − 27
Para o tubo interno: Benzeno
7) Área de escoamento:
π 0,035 2
Di = 1,38" = 35 mm at = = 0,00096 m 2
4
8) Velocidade do escoamento:
m& 4454 / 3600
Vt = = = 1,46 m
ρ .at 0,88.1000.0,00096 s
10) Prandtl:
µ Cp 5 ×10 −4.1779
Pr = = = 5,67
k 0,157
11) Nusselt:
Escolher a equação adequada de acordo com o tipo de escoamento.
Na primeira iteração considerar , T + t 54,5 + 38
Tp = = = 46,25 o C
2 2
correspondendo a µp = 1,8 kg
m.s
0 ,14
1 µ 1 1,779
0 ,14
k 0,157
hi = Nu = 442,3 = 1984W 2 o
D 0,035 m .C
Para o anel: Tolueno
aa = = = 0,000769 m 2
4 4
14) Diâmetro equivalente:
4 × área de escoamento D22 − D12 0,0525 2 − 0,04216 2
DH = = = = 0,0232 m
perímetro molhado D1 0,04216
18) Nusselt:
Nu = 0,027 R e P r
0 ,8 = 0,027.58632 0,8.5,14 3 . = 304
µ 1,8
p
19) Coeficiente de transferência de calor por convecção:
k 0,147
he = Nu = 304 = 1926,2W 2 o
DH 0,0232 m .C
20) Temperatura da parede:
t w = tc +
ho
(Tc − t c ) = 38 + (1926,2) (54,5 − 38) = 46,89 o C
hio + ho 1984.0,035
+ 1926,2
0,04216
O valor arbitrado inicialmente 46,25°C não apresenta diferença significativa, portanto os
coeficientes de transferência de calor por convecção calculados estão corretos
Cálculo da área:
21) Coeficiente global de troca térmica:
1
Ue =
de d Rd d ln(re ri ) 1
+ e i+ e + Rd e +
d i hi di 2k he
1
Ue =
0,04216 0,04216 .0,0002 0,04216 ln(0,04216 / 0,035) 1
+ + + 0,0002 +
0,035.1984 0,035 2.53 1926,2
W
U e = 609,3 2 o
m .C
22) Área total de troca térmica: A = Q 48 420
= = 5 m2
U ⋅ MLDT 609,3.15,87
Nt 6
Ng = = =3
2 2
Cálculo da perda de carga:
Para o tubo interno:
25) Fator de atrito
De acordo com o número de Reynolds, calculado em (9),
determina-se o fator de atrito por:
0,264 0,264
f = 0,0035 + 0 , 42
= 0, 0035 + 0 , 42
= 0,0057
Re 89936
L V2 36 1,46 2
∆pt = 4 f ρ = 4.0,0057 0,88.1000.10 −5 = 0,22bar < 0,7bar
D 2 0,035 2
Para o anel:
4 × área de escoamento
DH' = = D2 − D1 = 0,0525 − 0,04216 = 0,0103m
perímetro molhado de atrito
L V2 36 1,1912
∆pa = 4 f ' ρ = 4.0,0071. 0,87.1000.10 −5 = 0,62bar
DH 2 0,0103 2
31) Perda na entrada e na saída
Uma carga cinética para cada grampo
V2 1,1912
∆p g = ρ= 0,87.1000.10 −5 = 0,0038bar
2 2
Solução:
Fluido Vazão
Pop ( psia ) ∆P( psi )
(lbm h ) T1 ( o F ) T2 ( o F )
Água ? 70 120 90 15
7.5.2 Localização dos fluidos
água de resfriamento ⇒ no lado dos tubos
propano ⇒ no lado do casco
Temperaturas médias:
=
150 + 138
= 144 o F
70 + 120
Tmc Tmt = = 95 o F
2 2
7.5.4 Propriedades térmicas dos fluidos
(o F )
Q& 2405600
m& água = = = 48112 lbm
Cpt .∆Tt 1,0(120 − 70 ) h
Casco:
Tubos:
L
Tipo Construtivo
AEL
7.5.10 Bocais
a) Bocal 1 – carcaça (vapor)
p 300
Vmáx = 16,1 = 16,1 = 195,2 ft
ρ vapor 2,04 s
4.m& c 4 ⋅ 20000
Dbc1 = = = 0,133 ft = 1,6in
π .ρ .Vmáx π ⋅ 2,04 ⋅195,2 ⋅ 3600
4.m& c 4 ⋅ 20000
Dbc 2 = = = 0,149 ft = 1,78in
π .ρ .Vmáx π ⋅ 34,24 ⋅ 9,36 ⋅ 3600
Vmáx = 10 ft
s Dbt =
4.m& t
=
4 ⋅ 48112
= 0,165 ft = 1,98in
π .ρ t .Vmáx π ⋅ 62,08 ⋅10 ⋅ 3600
n = 258
e Di = 19 1 "
4
7.5.12 Vazão mássica nos tubos
a=
π .di 2
=
(
π . 0,532 )2
= 0.223in 2 = 0,001548 ft 2
4 4
m& t 48112
Gt = = = 481862 lbm
n 258 h. ft 2
⋅a ⋅ 0,001548
Nt 4
7.5.13 Coeficiente de transferência de calor por convecção
µ t .Cpt 1,56 ⋅1
Pr = = = 4,35
kt 0,359
Equação de Dittus-Boelter:
= 0,023(13694) (4,35)
0 ,8 0, 4
Nut = 0,023Re P r 0 ,8 0, 4
= 84,40
1,8 ⋅ 62,08.(9,24 )
ρ .Vbt2 2
∆pbt = 1,8 = = 1,03 psi
2gc 2 ⋅ 32,2 ⋅144
[Link] Na contração, expansão e retorno
Gt 525667
Vt = = = 2,35 ft
ρt 62,08 ⋅ 3600 s
A = 3,97 × 1019
16 16
37530 37530
B = = = 4,95 × 10
6
Re 14321
1 1
8 12
1 12
8 12
1 12
f = + = + = 0,00355
Re
( A + B )1, 5
14321
(
3,97 ×1019 + 4,95 × 10 6 )
1, 5
1 0,75
T pi = 95 + 80 0,002 + (138 − 95) = 112 o F
683,45 0,532
µ t = 1,355 lbm h. ft
0 ,14 0 ,14
Fator de correção: µ 1,56
α = = = 1,02
µt 1,355
Coeficiente de atrito não isotérmico:
L ρt .Vt 2
∆pl = 8. f .
'
Nt
di 2 g c
Di
=1 ⇒ l = Di = 19,25in
l
c) Comprimento de tubo entre o espelho e a chicana de entrada
Fig 5.17
Com Di = 19,25in
p = 360 psi
Bocal com diâmetro
nominal de 3”, Sch 40 ⇒
de = 3,5 in e di = 3,068 in.
l1 f = 7,9in
l1mín = Dbc1 + l1 f
l1mín = 3,068 + 7,9
l1mín = 10,97 in
adotado: l1 = 19in
d) Comprimento de tubo entre o espelho e a chicana de saída
Fig 5.17
Com Di = 19,25in
p = 360 psi
Bocal com diâmetro
nominal de 3”, Sch 40 ⇒
de = 3,5 in e di = 3,068 in.
l2 f = 7,9in
l2 mín = Dbc 2 + l2 f
l2 mín = 3,068 + 7,9
l2 mín = 10,97 in
adotado: l2 = 19in
e) Número de chicanas
N =
(L − l1 − l2 ) + 1 = (16 ⋅12 − 19 − 19) + 1 = 8
b
l 19,25
m& c 20000
G ="
= = 30,84 lbm
2
16 ⋅ 3 2582 h. ft
L.n 3
4 ⋅ G ′′ 4 ⋅ 30,84
R eδ = = = 649,34
µ 0,19
b) Temperatura da película: Tc + T p 138 + 112
Tf = = = 125o F
2 2
(
hL ν l
2
g ) 1
3
= 1,514 R eδ −1 3
⇒ hL = 1,514 R eδ −1 3 kl
kl (ν l
2
g ) 1
3
kl 0,066
= 1,514(649,34 )
−1
hL = 1,514 R eδ−1 3 3
(ν l
2
g ) 1
3
((0,006425) (32,2 ⋅ 3600 ))
2 2
1
3
hL = 249,51 BTU
h. ft 2 .o F
7.5.17 Coeficiente global de troca térmica
1
U=
de [Link] de de 1
+ + ln + Rde +
[Link] di 2k t di he
1
U=
0,75 0,003 ⋅ 0,75 0,75 0,75 1
+ + ln + 0,002 +
683,45 ⋅ 0,532 0,532 2 ⋅12 ⋅ 58 0,532 249,51
U = 80,05 BTU
h. ft 2 .o F
7.5.18 Verificação da área de troca de térmica
a) Área necessária:
Q& 2405600
A= = = 762,72 ft 2
U .∆Tm 80,05 ⋅ 39,4
12 12
c) Diferença de área:
Ad − A 793 − 762,72
Erro = × 100 = × 100 = 3,97 %
A 762,72
7.5.19 Perda de carga no casco
Di s
= 1,33 Y=6,8 Np=0,2
Com =1 e de
l
7.5.19 Perda de carga no casco
a) Fluxo de massa: s
= 1,33
Fig 5.13
de ⇒ Np = 0,20
Di
=1 Y = 6,8
l
1 1
Fp = = = 0,60
Di 19,25
0,8 + Np 0,8 + 0,2
s 1
Cb = 0,97
s − de 1 − 0,75
C a = Cb = 0,97 = 0,32
s 0,75
S c = Ca .l.D f = 0,32 ⋅19,25 ⋅17,75 = 110,48 in 2 = 0,77 ft 2
S c 0,77
S cf = = = 1,28 ft 2
Fp 0,6
m& c 20 000
Gcf = = = 15 625 lbm
S cf 1,28 h. ft 2
b) Número de Reynolds
f c = 0,52
Re = 4434
c) Coeficiente de atrito no casco:
Fig 5.13
s
= 1,33
de
⇒
f c = 0,52
R e = 4439
2 0 ,14
G H Di ' Y s µ te
cf
∆Pc = 4 f c Cx1 − N B 1 +
2 ρ c Di s Di µ c
∆Pc = 4 ⋅ 0,52
(15625)
2
1,154(1 − 0,46)
19,25 6,8 ⋅1 0,23
(8 + 1) 1 +
0 ,14
1
2 ⋅ 3,85 32,2 ⋅ (3600) ⋅144
2
1 19,25 0,19
µ em centipoise 0,009091
Fig 5.22
ρ em lbm
ft 3
2,04
Z = 75 ft
Dbc em polegadas 2,067
2,04 ⋅ 32,2 ⋅ 75
∆Pbc1 = ρ vap .g .Z = = 1,06 psi
144 ⋅ 32,2
Fig 5.22
µ ρ
= 0,0022
Dbc
Vbc = 53,05
Z = 75 ft
µ ρ
= 0,0011
Dbc
Vbc = 3,16
Z = 0 , 28 ft
g) Perda de carga no bocal de saída (líquido):
Bocal com diâmetro nominal de 3”, Sch 40 ⇒ de = 3,5 in
e di = 3,068 in.
m& c 20000 144 ft
Vbc = = ⋅ = 3,16
πDbc2 π (3,068)2 3600 s
ρ vap 34,24
4 4
µ ρ 0,078512 34,24
= = 0,0011
Dbc 2,067
µ em centipoise 0,078512
ρ em lbm 3
34,24 Fig 5.22
ft
Solução:
Fluido Vazão
Pop ( psia ) ∆P( psi )
(lbm h ) T1 ( o F ) T2 ( o F )
Água ? 70 120 90 15
7.5.2 Localização dos fluidos
água de resfriamento ⇒ no lado dos tubos
propano ⇒ no lado do casco
Temperaturas médias:
=
150 + 138
= 144 o F
70 + 120
Tmc Tmt = = 95 o F
2 2
7.5.4 Propriedades térmicas dos fluidos
(o F )
Q& 2405600
m& água = = = 48112 lbm
Cpt .∆Tt 1,0(120 − 70 ) h
Casco:
Tubos:
L
Tipo Construtivo
AEL
7.5.10 Bocais
a) Bocal 1 – carcaça (vapor)
p 300
Vmáx = 16,1 = 16,1 = 195,2 ft
ρ vapor 2,04 s
4.m& c 4 ⋅ 20000
Dbc1 = = = 0,133 ft = 1,6in
π .ρ .Vmáx π ⋅ 2,04 ⋅195,2 ⋅ 3600
4.m& c 4 ⋅ 20000
Dbc 2 = = = 0,149 ft = 1,78in
π .ρ .Vmáx π ⋅ 34,24 ⋅ 9,36 ⋅ 3600
Vmáx = 10 ft
s Dbt =
4.m& t
=
4 ⋅ 48112
= 0,165 ft = 1,98in
π .ρ t .Vmáx π ⋅ 62,08 ⋅10 ⋅ 3600
n = 258
e Di = 19 1 "
4
7.5.12 Vazão mássica nos tubos
a=
π .di 2
=
(
π . 0,532 )2
= 0.223in 2 = 0,001548 ft 2
4 4
m& t 48112
Gt = = = 481862 lbm
n 258 h. ft 2
⋅a ⋅ 0,001548
Nt 4
7.5.13 Coeficiente de transferência de calor por convecção
µ t .Cpt 1,56 ⋅1
Pr = = = 4,35
kt 0,359
Equação de Dittus-Boelter:
= 0,023(13694) (4,35)
0 ,8 0, 4
Nut = 0,023Re P r 0 ,8 0, 4
= 84,40
1,8 ⋅ 62,08.(9,24 )
ρ .Vbt2 2
∆pbt = 1,8 = = 1,03 psi
2gc 2 ⋅ 32,2 ⋅144
[Link] Na contração, expansão e retorno
Gt 525667
Vt = = = 2,35 ft
ρt 62,08 ⋅ 3600 s
A = 3,97 × 1019
16 16
37530 37530
B = = = 4,95 × 10
6
Re 14321
1 1
8 12
1 12
8 12
1 12
f = + = + = 0,00355
Re
( A + B )1, 5
14321
(
3,97 ×1019 + 4,95 × 10 6 )
1, 5
1 0,75
T pi = 95 + 80 0,002 + (138 − 95) = 112 o F
683,45 0,532
µ t = 1,355 lbm h. ft
0 ,14 0 ,14
Fator de correção: µ 1,56
α = = = 1,02
µt 1,355
Coeficiente de atrito não isotérmico:
L ρt .Vt 2
∆pl = 8. f .
'
Nt
di 2 g c
Di
=1 ⇒ l = Di = 19,25in
l
c) Comprimento de tubo entre o espelho e a chicana de entrada
Fig 5.17
Com Di = 19,25in
p = 360 psi
Bocal com diâmetro
nominal de 3”, Sch 40 ⇒
de = 3,5 in e di = 3,068 in.
l1 f = 7,9in
l1mín = Dbc1 + l1 f
l1mín = 3,068 + 7,9
l1mín = 10,97 in
adotado: l1 = 19in
d) Comprimento de tubo entre o espelho e a chicana de saída
Fig 5.17
Com Di = 19,25in
p = 360 psi
Bocal com diâmetro
nominal de 3”, Sch 40 ⇒
de = 3,5 in e di = 3,068 in.
l2 f = 7,9in
l2 mín = Dbc 2 + l2 f
l2 mín = 3,068 + 7,9
l2 mín = 10,97 in
adotado: l2 = 19in
e) Número de chicanas
N =
(L − l1 − l2 ) + 1 = (16 ⋅12 − 19 − 19) + 1 = 8
b
l 19,25
m& c 20000
G ="
= = 30,84 lbm
2
16 ⋅ 3 2582 h. ft
L.n 3
4 ⋅ G ′′ 4 ⋅ 30,84
R eδ = = = 649,34
µ 0,19
b) Temperatura da película: Tc + T p 138 + 112
Tf = = = 125o F
2 2
(
hL ν l
2
g ) 1
3
= 1,514 R eδ −1 3
⇒ hL = 1,514 R eδ −1 3 kl
kl (ν l
2
g ) 1
3
kl 0,066
= 1,514(649,34 )
−1
hL = 1,514 R eδ−1 3 3
(ν l
2
g ) 1
3
((0,006425) (32,2 ⋅ 3600 ))
2 2
1
3
hL = 249,51 BTU
h. ft 2 .o F
7.5.17 Coeficiente global de troca térmica
1
U=
de [Link] de de 1
+ + ln + Rde +
[Link] di 2k t di he
1
U=
0,75 0,003 ⋅ 0,75 0,75 0,75 1
+ + ln + 0,002 +
683,45 ⋅ 0,532 0,532 2 ⋅12 ⋅ 58 0,532 249,51
U = 80,05 BTU
h. ft 2 .o F
7.5.18 Verificação da área de troca de térmica
a) Área necessária:
Q& 2405600
A= = = 762,72 ft 2
U .∆Tm 80,05 ⋅ 39,4
12 12
c) Diferença de área:
Ad − A 793 − 762,72
Erro = × 100 = × 100 = 3,97 %
A 762,72
7.5.19 Perda de carga no casco
Di s
= 1,33 Y=6,8 Np=0,2
Com =1 e de
l
7.5.19 Perda de carga no casco
a) Fluxo de massa: s
= 1,33
Fig 5.13
de ⇒ Np = 0,20
Di
=1 Y = 6,8
l
1 1
Fp = = = 0,60
Di 19,25
0,8 + Np 0,8 + 0,2
s 1
Cb = 0,97
s − de 1 − 0,75
C a = Cb = 0,97 = 0,32
s 0,75
S c = Ca .l.D f = 0,32 ⋅19,25 ⋅17,75 = 110,48 in 2 = 0,77 ft 2
S c 0,77
S cf = = = 1,28 ft 2
Fp 0,6
m& c 20 000
Gcf = = = 15 625 lbm
S cf 1,28 h. ft 2
b) Número de Reynolds
f c = 0,52
Re = 4434
c) Coeficiente de atrito no casco:
Fig 5.13
s
= 1,33
de
⇒
f c = 0,52
R e = 4439
2 0 ,14
G H Di ' Y s µ te
cf
∆Pc = 4 f c Cx1 − N B 1 +
2 ρ c Di s Di µ c
∆Pc = 4 ⋅ 0,52
(15625)
2
1,154(1 − 0,46)
19,25 6,8 ⋅1 0,23
(8 + 1) 1 +
0 ,14
1
2 ⋅ 3,85 32,2 ⋅ (3600) ⋅144
2
1 19,25 0,19
µ em centipoise 0,009091
Fig 5.22
ρ em lbm
ft 3
2,04
Z = 75 ft
Dbc em polegadas 2,067
2,04 ⋅ 32,2 ⋅ 75
∆Pbc1 = ρ vap .g .Z = = 1,06 psi
144 ⋅ 32,2
Fig 5.22
µ ρ
= 0,0022
Dbc
Vbc = 53,05
Z = 75 ft
µ ρ
= 0,0011
Dbc
Vbc = 3,16
Z = 0 , 28 ft
g) Perda de carga no bocal de saída (líquido):
Bocal com diâmetro nominal de 3”, Sch 40 ⇒ de = 3,5 in
e di = 3,068 in.
m& c 20000 144 ft
Vbc = = ⋅ = 3,16
πDbc2 π (3,068)2 3600 s
ρ vap 34,24
4 4
µ ρ 0,078512 34,24
= = 0,0011
Dbc 2,067
µ em centipoise 0,078512
ρ em lbm 3
34,24 Fig 5.22
ft