Índice
Introdução................................................................................................................2
CAPITULO I............................................................................................................3
Objecto de estudo...................................................................................................... 3
1.1 Objectivos............................................................................................................3
Definiu se os seguintes objectivos:............................................................................3
1.2 Objectivo Geral....................................................................................................3
1.3 Objectivos específicos......................................................................................... 3
1.4 Justificativa..........................................................................................................3
1.5 Delimitação do tema............................................................................................3
CAPITULO II: SISTEMA LINFÁTICO.................................................................4
Circulação linfática....................................................................................................5
Vasos linfáticos..........................................................................................................6
Estudos e avanço científico........................................................................................7
Função de transporte de ácidos graxos.......................................................................8
Órgãos linfáticos........................................................................................................8
Características............................................................................................................9
Patologia.................................................................................................................. 10
Conclusão................................................................................................................11
Bibliografia.............................................................................................................12
1
Introdução
O sistema linfático é um sistema do nosso corpo formado por capilares
linfáticos, vasos linfáticos, ductos linfáticos e linfonodos. Associado a ele, temos as
tonsilas, o baço e o timo, conhecidos como órgãos linfáticos. O sistema linfático
promove o retorno do fluido presente nos espaços intersticiais para o sangue, actua na
defesa do organismo e também na absorção de lipídos.
O líquido que circula no interior dos vasos do sistema linfático recebe o nome de
linfa e sua composição é semelhante à do plasma. Antes da linfa atingir o sistema
venoso e retornar para a corrente sanguínea, ela passa através dos chamados linfonodos,
os quais actuam removendo partículas estranhas, funcionando, portanto, como filtros.
2
CAPITULO I
Objecto de estudo
O presente trabalho tem como objecto de estudo Sistema Linfático
1.1 Objectivos
Definiu se os seguintes objectivos:
1.2 Objectivo Geral
O objectivo geral deste trabalho, consiste em compreender o que é sistema
Linfático
1.3 Objectivos específicos
Identificar a
Circulação linfática
Função de transporte de ácidos graxos
Órgãos linfáticos
Características
1.4 Justificativa
O tema que se sugere, resulta da necessidade de saber qual é a importância do
sistema linfático
1.5 Delimitação do tema
A delimitação do tema que se propõe investigar, actua no âmbito da Cadeira de
Fisiologia Humana
Para elucidar sobre o referido assunto a metodologia utilizada é a pesquisa
bibliográfica, sendo desenvolvida a partir da leitura e interpretação de livros como
fonte doutrinária, artigos de periódicos.
3
4
CAPITULO II: SISTEMA LINFÁTICO
O sistema linfático, assim como o sistema cardiovascular, é composto por um
rico sistema de canais. Ele é formado pelos capilares linfáticos, vasos linfáticos,
ductos linfáticos e linfonodos. Além disso, associados a ele estão os órgãos conhecidos
como linfáticos: baço, tonsilas e timo.
Os capilares linfáticos são os menores vasos condutores que constituem o
sistema linfático. Eles não apresentam aberturas terminais e são formados de uma única
camada de endotélio. Os capilares drenam para os vasos linfáticos, os quais têm uma
estrutura que lembra a das veias, entretanto, com paredes mais finas e mais válvulas em
seu interior.
Nas regiões entre as válvulas, os vasos linfáticos estão mais dilatados,
proporcionando ao vaso um aspecto de colar de contas. Os vasos linfáticos estão em
quase todos os órgãos do nosso corpo, com exceção de regiões como medula óssea e
sistema nervoso central.
Os vasos linfáticos convergem gradualmente e formam dois grandes troncos: o
ducto torácico e ducto linfático direito. O ducto torácico é o maior vaso linfático do
corpo, e, em geral, todos os vasos linfáticos da parte inferior do organismo escoam nele.
Além da parte inferior, a linfa do lado esquerdo da cabeça, do braço esquerdo e de
algumas partes da região torácica também segue para o ducto torácico. Este escoa para
as veias, na junção da veia jugular interna esquerda com a veia subclávia esquerda. 1
1
Gartner, Leslie P; Hiatt, James L (2003). Tratado de histologia em cores 2 ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan. 472 páginas. ISBN 8527708132
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A linfa do lado direito da cabeça e do pescoço, braço direito e parte do tórax
direito segue pelo ducto linfático direito, o qual também escoa no sistema venoso. Esse
ducto, no entanto, escoa na junção da veia subclávia com a veia jugular interna direita.
Diferentemente do sistema cardiovascular, no linfático não há um órgão que
garanta o bombeamento da linfa. Para que a linfa circule, faz-se necessário a ação de
forças externas, como a contracção dos músculos esqueléticos circunjacentes. Essas
forças, com as válvulas, fazem com que o fluxo da linfa seja unidirecional.
Além da acção de músculos esqueléticos, variações de pressão secundárias à
respiração, formação contínua de nova linfa e contração do músculo liso das paredes
vasculares são fatores que auxiliam no fluxo da linfa.2
Circulação linfática
A circulação linfática é responsável pela absorção de detritos, sangue e
macromoléculas que as células produzem durante seu metabolismo, ou que não
conseguem ser captadas pelo sistema sanguíneo.
O sistema linfático coleta a linfa por difusão pelos capilares linfáticos e a retorna
para dentro do sistema circulatório. Uma vez dentro do sistema linfático, o fluido é
chamado de linfa e tem sempre a mesma composição que o fluido intersticial.
Produzida pelo excesso de líquido que sai dos capilares sanguíneos ao espaço
intersticial ou intercelular, sendo recolhida pelos capilares linfáticos que drenam aos
vasos linfáticos mais grossos até convergir em condutos que se esvaziam nas veias
subclávias.
A linfa percorre o sistema linfático graças a débeis contrações dos músculos, da
pulsação das artérias próximas e do movimento das extremidades. Se um vaso sofre
uma obstrução, o líquido se acumula na zona afetada, produzindo-se um inchaço
denominado edema.
Pode conter micro-organismos que, ao passar pelo filtros dos linfonodos e baço
são eliminados. Por isso, durante certas infecções, pode-se sentir dor e inchaço nos
gânglios linfáticos do pescoço, axila ou virilha, conhecidos popularmente por íngua.
Ao contrário do sangue, que é impulsionado através dos vasos pela força do
coração, o sistema linfático não é um sistema fechado e não tem uma bomba central. A
linfa depende exclusivamente da anão de agentes externos para poder circular.
A linfa move-se lentamente e sob baixa pressão devido principalmente à
compressão provocada pelos movimentos dos músculos esqueléticos que pressiona o
fluido através dele, ademais a circulação ocorre num único sentido: em direcção do
coração.
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Gartner, Leslie P; Hiatt, James L (2003). Tratado de histologia em cores 2 ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan. 472 páginas. ISBN 8527708132
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Devido as acções fisiológicas de contracção rítmica das paredes dos vasos
linfáticos e mecanismos relacionados ao retorno venoso que são: contracção dos
músculos esqueléticos; acção das válvulas linfáticas; variações de pressão na cavidade
torácica. Tornar-se possível o fluxo da linfa através dos capilares linfáticos.
Este fluido é então transportado progressivamente para vasos linfáticos maiores
acumulando-se no ducto linfático direito (para a linfa da parte direita superior do corpo)
e no duto torácico (para o resto do corpo); estes dutos desembocam no sistema
circulatório nas veias subclávias esquerda e direita.
A linfa segue desta forma em direção ao abdómen, onde será filtrada e eliminará
as toxinas com a urina e fezes.
Ao caminharmos, os músculos da perna comprimem os vasos linfáticos,
deslocando a linfa em seu interior. Outros movimentos corporais também deslocam a
linfa, tais como a respiração, atividade intestinal e compressões externas, como a
massagem.
Permanecer por longo tempo parado em uma só posição faz com que a linfa
tenha a tendência a se acumular nos pés, por influência da gravidade, causando inchaço
nos membros inferiores.
Vasos linfáticos
No interior dos vasos sanguíneos, ocorre o fenômeno da microcirculação, o qual
realiza o transporte de nutrientes para os tecidos e remove detritos de células e resíduos
ou substâncias celulares. O mecanismo da microcirculação de reabsorção acontece
parcialmente pelas veias.
Cerca de 10% do plasma, a fracção transparente do sangue, escapa dos vasos
sanguíneos. Ele vai parar em meio às células, mas é captado depois pelos capilares,
vasos fininhos que ficam em contacto direto com o meio celular. Nesse líquido se
encontram pedaços de vírus e bactérias e detritos do metabolismo.
O líquido não absorvido, o equivalente a 3 L/dia, virá a ser o líquido intersticial
(líquido claro com composição semelhante ao plasma sanguíneo, com exceção dos
elementos figurados). Contudo, parte do líquido deve retornar ao sangue para manter o
volume plasmático, auxiliando na manutenção da pressão arterial.
A rede de vasos que drena o líquido intersticial e seu conteúdo em proteínas é
cerca de 150 gramas de proteínas por dia, valores que são devolvidos ao sangue.
Até meados de Julho de 2015, acreditava-se que os vasos linfáticos eram
ausentes nos ossos, dentes, coração e sistema nervoso central (SNC). Entretanto, no dia
16 de Julho de 2015, foi publicado pelo Departamento de Saúde e Serviços Humanos
dos EUA - HHS.
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Estudos e avanço científico
As observações de Paul Ehrlich no final do século XIX, em que corantes
solúveis em água injetados na circulação periférica mancharam todos os órgãos, exceto
o cérebro, forneceram a primeira indicação de que o sistema nervoso central era
anatomicamente separado do resto do corpo.
Estudos subsequentes por Edwin Goldmann, mostrando que o corante injetado
no fluido espinhal não manchava tecidos periféricos, confirmou a ideia de que o cérebro
era um compartimento anatomicamente isolado.
O trabalho de Peter Medawar em 1948, sobre a rejeição do enxerto, forneceu
algumas das primeiras evidências experimentais indicando que o cérebro poderia não
ser um local imunologicamente intacto (WILSON; WENINGER; HUNTER, 2010).
Estas experiências demonstraram que os transplantes de pele no cérebro de
animais menos complexos não provocavam uma resposta imunitária, mas se antes eles
fossem expostos a antígenos, o enxerto seria rejeitado (MEDAWAR, 1948).
Agora é apreciado que estes acontecimentos envolvem a capacidade de uma
resposta imunitária adaptativa específica do enxerto ser ativada na periferia, ascender ao
SNC e mediar a rejeição do tecido estranho (KIM et al., 2008). E finalmente em 2015,
Antoine Louveau provou a ligação entre o corpo e o cérebro através da descoberta de
vasos linfáticos no SNC (LOUVEAU et al., 2015).
Nesse viés, o sistema linfático das meninges (glinfático) oferece novos alvos
terapêuticos para melhorar a drenagem cerebral e o controle imunológico em doenças
do SNC humano. Ou seja, o cérebro estaria conectado com o sistema imunitário via
vasos linfáticos. O que implicará na melhor compreensão sobre a regulação de
processos imunes e inflamatórios no cérebro. Além de doenças neurológicas como
Alzheimer.
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Função de transporte de ácidos graxos
O sistema linfático possui a função de drenar o excesso de líquido intersticial
(líquido onde as células ficam mergulhadas e de onde elas retiram seus nutrientes e
eliminam substâncias residuais de seu metabolismo) para o devolver ao sangue e assim
manter o equilíbrio dos fluidos no corpo.
Os vasos linfáticos estão presentes no revestimento do trato gastrintestinal.
Enquanto a maioria dos outros nutrientes absorvidos pelo intestino delgado é conduzida
para ser processada pelo fígado via portal venoso, as gorduras passam pelo sistema
linfático, para serem transportadas para a circulação sanguínea via ducto torácico.
O enriquecimento da linfa originada nos vasos linfáticos do intestino delgado é
chamado de quimo. Os nutrientes que são recuperados pelo sistema circulatório são
processados pelo fígado, tendo passado através do sistema circulatório. A linfa é um
sistema de uma via (fluido intersticial para o sangue).3
Órgãos linfáticos
O baço, linfonodos e timo são órgãos do tecido linfático. Esses órgãos contém
uma armação que suporta a circulação dos linfócitos-T e –B e outras células
imunológicas tais como os macrófagos e células dendríticas. Quando micro-organismos
invadem o corpo ou ele encontra outro antígeno (tal como o pólen), os antígenos são
transportados do tecido para a linfa. Existem mais nódulos linfáticos na zona da virilha
e na zona das axilas.
A linfa é conduzida pelos vasos linfáticos para o linfonodo regional. No
linfonodo, os macrófagos e células dendríticas fagocitam os antígenos, processando-os,
e apresentando os antígenos para os linfócitos, os quais podem então iniciar a produção
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Guyton, Arthut C; Hall, John E (2006). Tratado de fisiologia médica 11 ed. Rio de Janeiro: Elsevier.
1264 páginas. ISBN 9788535216417
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de anticorpos ou servir como células de memória para reconhecer o antígeno novamente
no futuro.
Características
Baço: O baço situa-se no peritônio, no quadrante superior esquerdo do abdômen,
atrás do estômago, imediatamente abaixo do diafragma. Tem a forma e o tamanho de
um punho fechado (4x8x12cm) e pesa 180 a 250g no adulto, sendo o maior órgão
linfoide do organismo.
Tem como ações: reserva de sangue; destruição hemácias senescentes; remoção
de plaquetas, importante função imunológica (produção de anticorpos e proliferação de
linfócitos ativados).
A esplenectomia é a retirada do baço. A retirada é indicada quando o individuo
está com baixo número de plaquetas, tendo em vista que o baço remove plaquetas do
sangue. Em virtude de algumas cirurgias abdominais, pela proximidade do baço com o
estômago. Além da ruptura do baço devido a traumas mecânicos.
A preservação de 20 a 25% do tecido esplênico é suficiente para manter seu
papel de filtração e de defesa imunológica. Já a ausência do baço (asplenia) pode
aumentar a chance do paciente adquirir infecções (evolução: sepse).
Também pode ocorrer aumento no número de leucócitos e plaquetas. Nesse
viés, vale ressaltar o papel do fígado e a medula óssea irão destruir as hemácias
senescentes.
Timo: É um órgão bilobado, de formato piramidal e achatado, situado no
mediastino do tórax, em posição dorsal à parte superior do esterno e ventral aos grandes
vasos do coração e à traqueia.
Seu peso varia ao longo da vida, sendo 12-15g no recém-nascido, 30- 40g na
puberdade e 16-6g na velhice. Tem como ações: mantém e promove a maturação de
linfócitos (linfócitos T) e órgãos linfoides como o baço e linfonodos. O timo é
considerado uma glândula (hormônios peptídeos: timpoetina, timosina, etc)
Tonsilas: São aglomerados de tecido linfoide nodular sob o epitélio da cavidade
oral e da faringe, parcialmente encapsulados, que protegem o organismo contra a
entrada de antígenos junto com o ar ou com os alimentos.
Como resposta de defesa, há a proliferação dos linfócitos B e a sua diferenciação
em plasmócitos, os quais produzem imunoglobulinas. Esses aglomerados de tecidos
linfoides tem como função: recolher e destruir patógenos que penetram na faringe.
Anatomicamente não ficam no trajeto dos Vasos linfáticos. Ademais, produzem
linfócitos e em caso inflamação persistente é indicado a remoção.4
4
Thibodeau, Garry A; Patton, Kevin T (2002). Estrutura e funções do corpo humano 11 ed. Barueri:
Manole. 528 páginas. ISBN 8520412599. Consultado em 8 de janeiro de 2012
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Patologia
O Linfoma afeta um grupo de células específicas, os linfócitos. O linfoma surge
quando, por motivos ainda em estudo, as células começam a multiplicar-se de forma
descontrolada e vão-se agregando, principalmente nos nódulos linfáticos, originando
uma tumefacção ou inchaço.
Este é o sintoma mais comum: um ou vários nódulos linfáticos aumentados, com
ou sem dor, na região do pescoço, axila ou virilhas. O linfoma provoca sintomas como
ínguas no corpo, febre constante e perda de peso sem causa aparente, deixando o
paciente fraco e sem disposição para as atividades diárias, prurido (comichão) por todo
o corpo. Se o linfoma se formar num órgão específico poderá originar sintomas
específicos relacionados com esses órgãos. Por exemplo, se o linfoma se formar nos
pulmões poderá provocar tosse irritativa e falta de ar, se se formar nos intestino poderá
originar dor abdominal e alteração do padrão intestinal (diarreia ou obstipação).
O linfoma não tem uma causa definida, mas afeta principalmente pessoas com
histórico familiar dessa doença ou com doenças que afetam o sistema imunológico,
como lúpus e a SIDA (AIDS).
O linfoma está dividido em duas grandes categorias: o Linfoma de Hodgkin (LH)
ou também conhecido por Doença de Hodgkin e Linfoma não-Hodgkin (LNH). A
diferenciação é possível através da observação direta das células através de
microscópio.
O linfedema também causa inchaço anormal, especialmente nos membros (embora
possa ocorrer na face, pescoço e abdômen). Ocorre se o sistema linfático está lesionado
ou subdesenvolvido de alguma forma.
O sistema linfático também pode estar envolvido na metástase tumoral. Com isso,
há diversas pesquisas que procuram estudar o mecanismo da linfangiogênese.
Outra patologia relacionada ao sistema linfático é a celulite, muitas vezes tratada
com drenagens linfáticas e outros métodos que estimulam a circulação da linfa.
Filariose: infecção parasitária (Wuchereria bancrofti) oque acarretar uma
insuficiência linfática e, em alguns casos predispõe elefantíase (espessamento da pele e
tecidos subjacentes).
Na elefantíase, a infecção dos vasos linfáticos causa um endurecimento da pele e
aumento dos tecidos abaixo da pele, especialmente nas pernas e órgãos genitais.
“Íngua” e nada mais do que linfonodos doloridos e inchados.
Amigdalite: inflamação das tonsilas.5
5
Thibodeau, Garry A; Patton, Kevin T (2002). Estrutura e funções do corpo humano 11 ed. Barueri:
Manole. 528 páginas. ISBN 8520412599. Consultado em 8 de janeiro de 2012
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Conclusão
O principal papel do sistema linfático é garantir o retorno do fluido presente
nos espaços intersticiais para o sangue. Esse sistema faz com que proteínas e
partículas grandes que não podem ser absorvidas pelos capilares sanguíneos sejam
transportadas para fora dos espaços teciduais.
Além disso, o sistema linfático está relacionado com a proteção do organismo
contra doenças por meio de fagocitose realizada por macrófagos e resposta imunológica.
O sistema linfático também relaciona-se com a absorção de lipídios, sendo uma das
principais vias de absorção de nutrientes do trato gastrointestinal, em especial das
gorduras.
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Bibliografia
Gartner, Leslie P; Hiatt, James L (2003). Tratado de histologia em cores 2 ed.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 472 páginas. ISBN 8527708132
Guyton, Arthut C; Hall, John E (2006). Tratado de fisiologia médica 11 ed. Rio
de Janeiro: Elsevier. 1264 páginas. ISBN 9788535216417
Thibodeau, Garry A; Patton, Kevin T (2002). Estrutura e funções do corpo
humano 11 ed. Barueri: Manole. 528 páginas. ISBN 8520412599. Consultado em 8 de
janeiro de 2012
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