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Técnicas de Moldagem Odontológica

O documento descreve o processo de moldagem com alginato, incluindo a seleção do material, técnica de moldagem, modificação da moldura de estoque e análise do modelo resultante.

Enviado por

Iraildes Moura
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© © All Rights Reserved
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Técnicas de Moldagem Odontológica

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28/03/2022

Moldagem
É o procedimento necessário para a se obter a cópia
negativa da superfície de uma determinada
estrutura.
Moldagem e modelagem Molde
É a reprodução negativa da superfície de uma
Prof. Juan Barrientos estrutura em um material de impressão.

Modelo
É a cópia positiva de uma estrutura.

1 2

Material mais utilizado:


- Facilidade de manipulação
Anusavice, 2005
- Conforto para o paciente
- Baixo custo
- Não exige equipamentos
sofis<cados TÉCNICA DE MOLDAGEM
COM ALGINATO E
MOLDEIRA DE ESTOQUE

3 4

MOLDEIRAS DE ESTOQUE
MOLDEIRAS DE ESTOQUE

5 6

1
28/03/2022

MOLDEIRAS DE ESTOQUE
MOLDEIRAS DE ESTOQUE

7 8

Respeitar as
Escolha do alginato medidas
do fabricante

9 10

Espatulação

11 12

2
28/03/2022

POSIÇÃO DO DENTISTA / PACIENTE POSIÇÃO DO DENTISTA / PACIENTE

13 14

SELEÇÃO DA MOLDEIRA SELEÇÃO DA MOLDEIRA

15 16

SELEÇÃO DA MOLDEIRA MODIFICAÇÃO DA MOLDEIRA DE ESTOQUE

17 18

3
28/03/2022

MODIFICAÇÃO DA MOLDEIRA DE ESTOQUE MODIFICAÇÃO DA MOLDEIRA DE ESTOQUE

19 20

PROPORÇÃO - MANIPULAÇÃO - CONSISTÊNCIA

Espatulação

21 22

PREENCHIMENTO DAS ÁREAS IRREGULARES

* Água gelada
A cada 10o, aumenta-se 1 minuto
o tempo de geleificação

23 24

4
28/03/2022

MOVIMENTO DE INSERÇÃO
PREENCHIMENTO DAS ÁREAS IRREGULARES

25 26

REMOÇÃO DA MOLDEIRA REMOÇÃO DA MOLDEIRA

27 28

REMOÇÃO DA MOLDEIRA REMOÇÃO DA MOLDEIRA

29 30

5
28/03/2022

REMOÇÃO DA MOLDEIRA

31 32

INSERÇÃO DA MOLDEIRA INSERÇÃO - CENTRALIZAÇÃO - ADAPTAÇÃO

33 34

CENTRALIZAÇÃO E ADAPTAÇÃO ESTABILIZAÇÃO DA MOLDEIRA

35 36

6
28/03/2022

POSIÇÃO DO PROFISSIONAL
DESINFECÇÃO DO MOLDE
A desinfecção por 10 min com desinfetantes a base
de glutaraldeído ( 2% ), hipoclorito de sódio ( 1% ),
fenol e formalina (solução/spray) não alteraram a
estabilidade dimensional da silicona de
adição(Express) e da silicona de condensação
(Citricon)”.
MATYAS, J., et al. J. Prosthet. Dent., 1990.

37 38

ANÁLISE DO MOLDE ANÁLISE DO MOLDE

39 40

ANÁLISE DO MOLDE ANÁLISE DO MOLDE

41 42

7
28/03/2022

43 44

45 46

Armazenamento
“Linguinha”

47 48

8
28/03/2022

Remoção do muco – pó de
gesso

49 50

Armazenamento

ØCuba
GESSO
umidificadora
• Evaporação Por muitos anos foi usada na odontologia
para moldar e confeccionar modelos.
• Embebição
Hoje é utilizada apenas para obter
• Sinérese modelos.

51 52

53 54

9
28/03/2022

ESPATULAÇÃO MANUAL ESPATULAÇÃO MECÂNICA

55 56

PREENCHIMENTO DO MOLDE COM MASSA DE GESSO

Gesso
Ä Preenchimento do molde :
• O molde deve ser preenchido com uma massa de
gipsita de viscosidade que favoreça o escoamento
nas pequenas áreas da impressão .
• A massa de gesso deve ser colocada sobre o
molde em pequenas porções .
• O preenchimento do molde, de preferência, deve
ocorrer sobre um vibrador .

57 58

Aguardar a presa inicial – ambiente


úmido

59 60

10
28/03/2022

ANÁLISE DO MODELO

ANÁLISE DO
MODELO

61 62

ANÁLISE DO MODELO ANÁLISE DO MODELO

63 64

ANÁLISE DO MODELO
ANÁLISE DO MODELO

65 66

11
28/03/2022

FALHA NO MODELO ANÁLISE DO MODELO

67 68

ANÁLISE DO MODELO
ANÁLISE DO MODELO

69 70

FALHAS NO MODELO
ANÁLISE DO MODELO

71 72

12
28/03/2022

COMPARAÇÃO DE MODELOS
FALHA NO MODELO

COM FALHAS ADEQUADOS

73 74

Intervalo - 10 minutos !!!

75

13
28/03/2022

INTRODUÇÃO

MOLDAGEM
É o ato de copiar em negativo, com a maior
fidelidade possível, OS DETALHES.

Prof. Ms Juan Barrientos Nava

1 2

X
CUSTO

BENEFíCIO
NA
ODONTOLOGIA...
ELASTÔMEROS:
Material de moldagem com poucas ligações
cruzadas, que exibe comportamento elástico após a
reação de presa.

CÂMERAS
de Moldagem
Anusavice, 2005

3 4

ELASTÔMEROS ELASTÔMEROS
São borrachas sintéticas semelhantes às borrachas • Indicação:
naturais, formados a partir de uma rede • Moldagens de unitárias (prótese e dentística)
tridimensional de grandes moléculas (polímeros), • Moldagens de quadrantes
interligados por ligações cruzadas. • Moldagens totais
• Próteses parciais fixas
• Próteses parciais removíveis
• Elastômeros não aquosos (espec. no 19 ADA) • Próteses totais (moldagem funcional)

• Polissulfetos
• Poliéter
• Silicone de polimerização por condensação
• Silicone de polimerização por adição

5 6

1
28/03/2022

ELASTÔMEROS POLISSULFETO (mercaptana)


• O polímero de polissulfeto possui um peso molecular de
Classificação física: (propriedades elásticas): 2.000 a 4.000, com grupamentos terminais e pendentes
de mercaptana (–SH)
• Pesada (moldeira);
• Os grupamentos de mercaptanas são oxidados por um
• Densa (moldeira); acelerador para permitir tanto o alongamento da cadeia
• Média ou regular (moldeira e seringa); • como a formação de ligações cruzadas,
• Leve (moldeira e seringa). • Polímero de Polissulfeto + Dióxido de chumbo => Borracha
de polissulfeto + Óxido de chumbo + Água

Viscosidade do material

7 8

POLISSULFETO (mercaptana) POLISSULFETO (mercaptana)


ØTrês viscosidades (espec. 19 da ADA)
• Classe 1:Consistência pesada ØTempo de trabalho: “Tempo decorrente desde o início da
• Classe 2: Consistência regular mistura até que o material apresente propriedades
• Classe 3: Consistência leve elásticas”. Tempo médio: 4 a 6 min.
ØApresentam-se em forma de duas Ø Tempo de presa: “Tempo decorrente desde o início da
pastas mistura até que o material possa ser removido da boca
• Pasta base (branca) com o mínimo de distorção”. Tempo médio: 10 a 12 min.
• Polímero de polissulfeto O processo de vulcanização continua após o tempo de
• Carga: sulfato de bário, sulfeto de zinco
(resistência) presa.
• Plastificador: dibutilftalato (viscosidade)
• Enxofre: auxilia a reação
• Pasta catalizadora (marrom)
• Dióxido de chumbo, enxofre, ftalato de
dibutila,etc

9 10

POLISSULFETO (mercaptana) POLISSULFETO (mercaptana)


Manipulação: Vantagens:
• Moldeira individual com adesivo • Boa reprodução de detalhes (precisão)
• Placa de vidro ou bloco fornecido pelo fabricante • Resistência a rasgamento
• Comprimento de pastas iguais • Custo
• Espátula larga e rígida • Tempo de trabalho longo
• Vida útil longa
• Espatulação (45 a 60seg.) – homogeneização
• Reação de polimerização exotérmica (não sensível) Desvantagens:
• Moldeira individual
• Verter gesso imediatamente
• Sabor e odor
Desinfecção do molde:
• Verter Imediatamente
• Permite desinfecção sem grandes alterações
dimensionais. • Estabilidade dimensional
• Dureza superficial do gesso pode ser afetada. • Deformação
• Mancha a roupa
• Imersão em hipoclorito de sódio a 10% por 10 minutos.

11 12

2
28/03/2022

POLIÉTER POLIÉTER
Considerações:
• “Primeiro material desenvolvido com a função específica • Elasticidade:
de material de moldagem odontológico”. • Mais rígido dos materiais de moldagem (exceção às siliconas
• O polímero toma presa pela reação com os grupamentos densas);
terminais imina. • Difícil remoção de áreas retentivas;
• Possibilidade de fratura nos sulcos gengivais e interfaces.
• Estabilidade dimensional:
• Excelente recuperação elástica.
• Pequenas alterações.
Polímero Sulfonato Borracha
de Poliéter alquílico de poliéter

13 14

POLIÉTER POLIÉTER
Manipulação: VANTAGENS
• Moldeira individual (casquete) com adesivo • Boa reprodução de detalhes
• Placa de vidro ou bloco fornecido pelo fabricante • Estabilidade dimensional
• Comprimento de pastas iguais • Vazamento em até 7 dias
• Espátula larga e rígida
• Espatulação vigorosa e rápida
Marcas comerciais
Tempo de trabalho: 2,0 min (Curto)
Tempo de presa: 2,5min • IMPREGUM
Desinfecção do molde: Imersão por menos de 10 min. em • PERMADYNE
glutaraldeído a 2 %, ou qualquer outro desde que seja • POLYJEL
breve.

15 16

SILICONES SILICONE DE CONDENSAÇÃO


Esses materiais são baseados em um
Existem dois grupos importantes de polímero de polidimetil siloxano com
silicones para moldagem. grupamentos terminais de hidroxila
• Silicone com reação de presa por condensação • formação de ligações cruzadas e obtida
• Silicone com reação de presa por adição. pelo uso de um tetraetil silicato (TES), de
forma que três cadeias poliméricas
•Ambos são baseados no polímero de podem ser unidas.
polidimetil siloxano, mas possuem • Três grupamentos funcionais são
grupamentos terminais diferentes, dando necessários para formar uma cadeia de
origem a diferentes mecanismos de reação. reações cruzadas, já que a funcionalidade
de dois apenas da origem ao
alongamento da cadeia. O subproduto
desta reação e um álcool (R-OH).

17 18

3
28/03/2022

SILICONE DE CONDENSAÇÃO SILICONE DE CONDENSAÇÃO


Tipos
• Pesado (consist. pesada): massa/pasta ou líquido
• Regular (consist. regular): pasta/pasta ou líquido
Grupos Silicato de
terminais do alquila Indicações
polímero de Álcool etílico
Borracha de
silicone silicone • Moldagens unitárias
• Moldagens de quadrantes
• Moldagens totais
A liberação de um álcool compromete a estabilidade • Dentados
• Desdentados
de armazenamento.
• Parcialmente desdentados

19 20

SILICONE DE CONDENSAÇÃO SILICONE DE CONDENSAÇÃO


Manipulação: VANTAGENS
• Moldeira tipo Vernes (Pesado e Leve) • Alta resistência a deformação
• Boa reprodução de detalhes
• Placa de vidro ou bloco fornecido pelo fabricante
• Adequada resistência a rasgamento
• Comprimento de pastas iguais • Tempos de trabalho e de presa adequados
• Espátula larga e rígida DESVANTAGENS
• Espatulação vigorosa e rápida • Estabilidade dimensional
• Verter gesso imediatamente • Vazamento imediato
• Tempo de trabalho: 2,5 a 3,0min • Custo relativamente alto
Desinfecção do molde MARCAS COMERCIAIS
OPTOSIL / XANTOPREN, COLTEX, CITRICON, 3M , SILON,
• Imersão por períodos curtos (menos de uma hora) em SPEEDEX, CLONAGE
qualquer solução desinfetante

21 22

SILICONE DE ADIÇÃO
• São baseados em um polímero de polidimetil siloxano. No
entanto, neste caso, os grupamentos terminais são vinis.
• A reação de presa ocorre por meio de um catalisador de
platina e um silanol.
• Uma característica importante desta reação de presa é
que não existe subproduto.

23 24

4
28/03/2022

SILICONE DE ADIÇÃO SILICONE DE ADIÇÃO


Tipos:
• Pesado (consist. pesada): massa/pasta ou pasta Manipulação:
• Regular (consist. regular): pasta/pasta • Moldeira tipo Vernes (Pesado e Leve)
• Leve (consist. leve): pasta/pasta • Placa de vidro ou bloco fornecido pelo fabricante
Indicações: • Comprimento de pastas iguais ou sistema “auto-mix”
• Moldagens unitárias • Espátula larga e rígida
• Moldagens de quadrantes • Espatulação vigorosa e rápida (30 a 40 seg.)
• Moldagens totais • Verter gesso até 7 dias
• Dentados • Para o material pesado: Luvas de vinil
• Desdentados Desinfecção do molde: Imersão em uma solução de
• Parcialmente desdentados
hipoclorito a 10% ou de glutaraldeído a 2% por 10 a 15 min.

25 26

SILICONE DE ADIÇÃO SILICONE DE ADIÇÃO


VANTAGENS
Considerações: • Alta resistência a deformação
• Elasticidade: • Excelente reprodução de detalhes
• Mais elástico dos elastômeros. • Moderada resistência a rasgamento
• Não apresenta distorção.
• Baixo coeficiente de deformação. • Tempos de trabalho e de presa adequados
• Estabilidade dimensional: • Pode ser vertido gesso tardiamente
• Material mais estável. • Estável na maioria das soluções desinfetantes
• Não há formação de sub-produtos.
• Vários modelos do mesmo molde. DESVANTAGENS
Técnica de moldagem: • Maior dificuldade de remoção do molde da boca (menor
• Técnica do casquete (leve/fluida). flexibilidade)
• Alto custo
• Mistura múltipla; (pesada/densa e leve/fluida) ao mesmo
tempo. • Enxofre da luva inibe a polimerização
• Dupla impressão ou Reembasamento (pesada/densa e depois a • Sulfato de alumínio e enxofre férrico podem inibir a polimerização
(soluções hemostáticas)
leve/fluida).
• Verter gesso, no mínimo, depois de 1 hora de obtido o molde

27 28

SILICONE DE ADIÇÃO
Materiais de Moldagem
ELASTOMÊRICOS
IMPORTÂNCIA DA VISCOSIDADE
> Viscosidade
Alta
Baixa

Express - 3M

Adsil - Vigodent

29 30

5
28/03/2022

Características Características
Sabor Tempo de trabalho Mais caro
Custo Tempo de trabalho
• Polissulfeto (Mercaptana): Polissulfeto (Mercaptana) • Adição Polissulfeto (Mercaptana)
Desagradável Maior tempo de trabalho • Condensação Maior tempo de trabalho
• Poliéter: amargo • Poliéter
• Adição e Condensação: sem • Polissulfeto Tempo de presa
Sabor ou odor • (Mercaptana) Polissulfeto (Mercaptana)
Maior tempo de presa

31 32

Características Características
Maior Maior
facilidade resistência Maior
de ao recuperação
Facilidade de remoção remoção Resistencia ao rasgamento Recuperação elástica Rigidez
elástica Mais rígido
• Polissulfeto rasgamento • Silicone de Adição = • Polissulfeto
• Silicone de • Polissulfeto Poliéter • Silicone de
Condensação • Silicone de (praticamente 100%) Condensação
• Silicone de Adição
Condensação • Silicone de
• Silicone de Adição
• Silicone de Adição Condensação
• Poliéter • Poliéter
• Poliéter • Polissulfeto

33 34

CAUSAS PROVÁVEIS DE CAUSAS PROVÁVEIS DE


FALHAS DOS ELASTÔMEROS FALHAS DOS ELASTÔMEROS
Superfície rugosa ou indefinida do molde: Modelo de gesso rugoso e pulverulento:
• Polimerização incompleta. • Limpeza inadequada do molde.
• Excesso de água no molde.
• Polimerização muito rápida.
• Remoção prematura.
• Relação acelerador/base nas silicones por condensação. • Manipulação inadequada do gesso.

Bolhas: Distorção do modelo:


• Polimerização muito rápida. • Moldeira inadequada.
• Ar incorporado durante a mistura. • Falta de adesão ou retenção.
• Poros de forma irregular: • Assentamento tardio.
• Espessura excessiva de material.
• Umidade ou detritos na superfície moldada.
• Movimentação da moldeira.
• Remoção prematura ou imprópria.

35 36

6
28/03/2022

37

7
28/03/2022

Introdução

Produção de Gesso

Classificação e Indicação

Reações de presa

Propriedades

Manipulação
Prof. Ms Juan Barrientos Nava

1 2

INTRODUÇÃO - Definição e Conceitos INTRODUÇÃO - Definição e Conceitos

• Do la&m: gýpsos → giz ou gesso


• A gipsita é um material extraído em várias • Sulfato de cálcio hidratado.
partes do mundo. • É incolor quando puro, apresentando-se em
• Rocha sedimentar com formação cristalina de forma de cristais monoclínicos.
colorações variadas • Depois de perder parte de sua água pelo
• Mineral versá&l, estável e de baixo custo aquecimento em fornos, é reduzido a pó.

(Dicionário Michaelis) (Dicionário Michaelis)

3 4

INTRODUÇÃO - Definição e Conceitos INTRODUÇÃO – Aplicações

• Quimicamente, o mineral usado para fins


odontológicos é o sulfato de cálcio di-
hidratado encontrado na natureza

(CaSO₄•2H₂O)

Sulfato de cálcio di-hidratado = gipsita

(Dicionário Michaelis)

5 6

1
28/03/2022

INTRODUÇÃO – Conceito
Aplicações Odontologia INTRODUÇÃO – Conceito
Aplicações Odontologia

• Facilidade de uso • Preparo de modelos de estudo de estruturas


bucais e maxilofaciais
• Compatibilidade com a maioria dos materiais
de moldagem
• Resistência e dureza adequados • Material auxiliar para procedimentos de
laboratório odontológico que estão envolvidos
• Discreta alteração dimensional
na produção de próteses dentárias.
• Boa precisão

Dicionário Michaelis Dicionário Michaelis


(Anusavice, 2005) (Anusavice, 2005)

7 8

INTRODUÇÃO – Aplicações Odontologia INTRODUÇÃO – Aplicações Odontologia

9 10

INTRODUÇÃO – Aplicações Odontologia


Introdução

Produção de Gesso

Classificação e Indicação

Reações de presa

Propriedades

Manipulação

11 12

2
28/03/2022

Produção e Tipo de Partículas


Conceito
Calcinação
=
Aquecimento
Produção
• Dependendo do método de calcinação obtêm-
Trituração
se diferentes formas estruturais de Sulfato de
Cálcio Hemiidratado Gispsita

110oC-120oC
Aquecimento
• Diferença → Quantidade de água que é
liberada pelo processo de calcinação da gipsita
para formar o hemiidratado.
Processamento

Produto Final Gesso


Dicionário Michaelis
(Anusavice, 2005)

13 14

(Anusavice, 2005)
Produção Produção Forno a céu aberto
Gispsita H 2O
Gesso Gesso CaSO 4.2H 2O 110oC-120oC
CaSO 4.½H 2O Gesso Paris
(Sulfato de Cálcio Diidratado) (Sulfato de Cálcio ou comum
CaSO 4.2H 2O CaSO 4.½H 2O Comercial Hemiidratado)
(β-hemiidratado)
1 2
(Sulfato de Cálcio Diidratado) (Sulfato de Cálcio
Hemiidratado)
Autoclave (Pressão de vapor d’água)
120oC-130oC
Processamento: CaSO 4.2H 2O CaSO 4.½H 2O Gesso Pedra
(Sulfato de Cálcio Diidratado) (Sulfato de Cálcio (α-hemiidratado)
Hemiidratado)
1. Calcinação

2. Processamento do hemiidratado: Autoclave (Pressão de vapor d’água + Cloreto de cálcio a 30%)


120oC-130oC
- Trituração CaSO 4.2H 2O CaSO 4.½H 2O Gesso Pedra
(Sulfato de Cálcio Diidratado) (Sulfato de Cálcio
(α-hemiidratado
- Adição de substâncias químicas Hemiidratado)
modificado)
(Anusavice, 2005)

15 16

Produção e Tipo de Partículas Produção e Tipo de Par2culas


Conceito
Partículas α x Partículas β
β- hemiidratado Sem diferenças mineralógicas entre elas.
Sulfato
de
α- hemiidratado Diferenças:
Cálcio
Tamanho dos cristais
Área de superfície
α- hemiidratado modificado
Grau de perfeição das grades espaciais

Dicionário Michaelis Dicionário Michaelis


(Anusavice, 2005) (Anusavice, 2005)

17 18

3
28/03/2022

Calcinação Produção e Tipo de Partículas


Conceito
Par/culas α Par/culas β =
Aquecimento

GESSO COMUM Sulfato de Cálcio


β - hemiidratado

• Partículas porosas;
• Formas irregulares;
• Maior absorção de H 2O;

MD - FOP
• Menor resistência.
Cristais de
Cristais
formato
prismáticos e
irregular e
mais
aspecto
regulares
esponjoso
Dicionário Michaelis Dicionário Michaelis
(Anusavice, 2005) (Anusavice, 2005)

19 20

Produção e Tipo de Partículas


Conceito Produção e Tipo de Partículas
Conceito
GESSO PEDRA Sulfato de Cálcio
α- hemiidratado
GESSO PEDRA DE Sulfato de Cálcio
α- hemiidratado
ALTA RESISTÊNCIA
• Pequenas partículas
cristalinas de formato • ParGculas mais lisas e densas;
cilíndrico ou prismático; • Menor consumo de H2O;
• Menor consumo de H2O; • Melhor Resistência.
• Maior Resistência.

Dicionário Michaelis Dicionário Michaelis


(Anusavice, 2005) (Anusavice, 2005)

21 22

Classificação
Introdução
• Tipo I – Gesso Comum (Gesso Paris);
Produção de Gesso • Tipo II – Gesso Comum;

Classificação e Indicação • Tipo III – Gesso Pedra;


• Tipo IV – Gesso Pedra de Alta Resistência;
Reações de presa
• Tipo V - Gesso Pedra de Alta Resistência
Propriedades e Alta Expansão.

Manipulação
(Anusavice, 2005)

23 24

4
28/03/2022

Classificação Classificação
Pedra
Tipos Partículas Comum Pedra
Melhorado
I – Gesso Comum (Gesso Paris)
β-
II – Gesso Comum
hemiidratado
III – Gesso Pedra α-
hemiidratado
IV – Pedra de Alta Resistência
α-
V – Pedra de Alta Resistência e
hemiidratado
Alta Expansão
modificado
(Anusavice, 2005)

25 26

Indicação Indicação Tipo II (MD-FOP)

Tipo Aplicação Tipo I


I – Gesso Comum (Gesso Paris) Moldagem (desuso)

Modelos de estudo;
II – Gesso Comum Preenchimento de muflas; ASA.

Modelos de trabalho
III – Gesso Pedra PPRs/PTRs; Antagonista.
Tipo III Tipo IV Tipo V
Modelos de precisão; Troqueis PFs
IV – Pedra de Alta Resistência Metalocerâmica ou Cerâmica pura.

Troqueis para ligas metálicas com


V – Pedra de Alta Resistência alta contração de solidificação.

e Alta Expansão
(Anusavice, 2005)

27 28

Reação de Presa
Introdução

Produção de Gesso
CaSO4•2H2O ----→ CaSO₄•½H2O
Classificação e Indicação
CaSO₄•½H2O + H₂O CaSO4•2H2O*
Reações de presa
(*CaSO4•2H2O + CaSO4•½H2 + H2O + Calor)
Propriedades
Reação
Manipulação Exotérmica

Dicionário Michaelis
(Anusavice, 2005)

29 30

5
28/03/2022

Teorias Teoria da Dissolução - Precipitação


1) Quando o hemi-hidrato é misturado com água,
forma-se uma suspensão fluida e manipulável.
Teoria Coloidal 2) O hemi-hidrato dissolve-se até formar uma solução
Teoria da Hidratação saturada.
Teoria da Dissolução-Precipitação 3) A solução saturada de hemi-hidrato torna-se
supersaturada pela presença do di-hidrato que
começa a se precipitar.

Dicionário Michaelis Dicionário Michaelis


(Anusavice, 2005) (Anusavice, 2005)

31 32

Teoria da Dissolução - Precipitação Reações de Presa


4) À medida que o di-hidrato se precipita, a solução
não fica mais saturada de hemi-hidrato, e, assim o
hemi-hidratado continua a dissolver-se. A Mistura inicial das Aproximação dos Formação dos núcleos
parIculas de gesso cristais de gesso de cristalização
dissolução dos hemi-hidratos e a precipitação dos em água
di-hidratos precedem a formação de novos cristais
ou promovem o crescimento dos cristais
preexistentes. A reação é contínua até que não
existam mais di-hdratos precipitados na solução.
Crescimento dos Entrelaçamento dos
cristais de gipsita cristais de gipsita

(Adaptado de Anusavice, 2005)


Dicionário Michaelis
(Anusavice, 2005)

33 34

PropriedadesConceito
Introdução
• Expansão de Presa
Produção de Gesso
• Resistência mecânica:
Classificação e Indicação A) Compressão
B) Tração
Reações de presa C) Desgaste

Propriedades
• Dureza
• Reprodução de detalhes
Manipulação

Dicionário Michaelis
(Anusavice, 2005)

35 36

6
28/03/2022

Expansão Normal de Presa


Conceito Expansão Normal de Presa
Conceito

(Raposo MD FOP- Adaptado de Anusavice, 2005) (Raposo MD FOP- Adaptado de Anusavice, 2005)

37 38

Expansão Normal de Presa


Conceito Expansão Higroscópica
Conceito de Presa

(Raposo MD FOP- Adaptado de Anusavice, 2005)

39 40

Propriedades – Resistência Propriedades – Resistência


• Compressão : Enceramento de infra-estruturas e • Tração: Remoção dos modelos de trabalho de moldes
flexíveis.
resistência à prensagem
• Devido à natureza friável, o gesso pode fraturar ao invés
de flexionar.
A) Úmida = Quando o excesso de água necessário para a • A resistência úmida à tração (após 1 hora) é 50% menor
hidratação das partículas de gesso ainda está presente que a R seca (4MPa).
na massa.
• Desgaste: Prova e ajuste de peças protéticas
B) Seca = Quando o excesso de água que estava na massa é • Sistemas coloidais em contato com gesso durante a
totalmente eliminado por evaporação. cristalização retardam o Tempo de Presa → superfície
macia, facilmente abrasionada.
Adição de
Irradiação por 1 minuto aceleradores

Dicionário Michaelis Dicionário Michaelis


(Anusavice, 2005) (Anusavice, 2005)

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7
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Dureza Conceito Reprodução de detalhes


Conceito
• A dureza de super^cie aumenta em velocidade mais • Bolhas = gesso recém misturado não molha bem
rápida que a resistência à compressão, porque a alguns materiais de moldagem borrachóides
super^cie da massa endurecida alcança uma • Uso de vibrador durante o vazamento do modelo
condição seca mais cedo que a porção interna da reduz a presença de bolhas de ar
massa.
• Contaminação do molde também pode afetar a
• Incorporação de resina epóxica ou com monômero reprodução de detalhes
de mealmetacrilato.
• Cuidado com uso de desinfetantes químicos

(Craig, 2004) (Craig, 2004)

43 44

Propriedades – Resistência Tempo de Presa


Conceito
TEMPO DE ESPATULAÇÃO = Tempo desde a adição do pó a água
Fatores que afetam a Resistência Mecânica :
até a obtenção de uma massa homogênea.
• Aumento da relação A/P = Maior porosidade
TEMPO DE TRABALHO = Tempo em que a mistura se mantém
• Aumento no tempo de espatulação = quebra dos em uma consistência que permita seu uso.

cristais de gipsita recém formados → menor


TEMPO DE PRESA = Tempo transcorrido desde o início da
entrelaçamento dos cristais mistura até que o material se cristalize (inicial e final) 30 a 60
min.

Dicionário Michaelis
(Anusavice, 2005) (Anusavice, 2005)

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Testes para medir o Tempo de Presa


Conceito Testes para medir o Tempo de Presa
Conceito
• Teste de Perda do Brilho: Indica que toda água
misturada foi usada na reação, e que a massa não
• Teste de Perda do Brilho está mais adequada para uso.
Remoção do

• Teste Inicial de Gillmore gesso do

• Teste Final de Gillmore molde • À medida que a reação prossegue, a água excedente
é usada para formar o di-hidrato; assim a mistura vai
• Teste de Vicat
perdendo seu aspecto brilhante.

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Testes para medir o Tempo de Presa


Conceito Testes para medir o Tempo de Presa
Conceito
• Teste de Perda do Brilho: • Teste de Gillmore:
Tempo de Presa Inicial Tempo de Presa Final

Agulha de Gillmore de calibre Agulha de Gillmore de


menor (¼ de libra) calibre maior (1 libra)

MD - FOP

MD - FOP
Geralmente:

10-15 minutos

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Testes para medir o Tempo de Presa


Conceito Testes para medir o Tempo de Presa
Conceito
• Teste Inicial de Gillmore: Tempo decorrido até que • Teste Final de Gillmore: Tempo para deixar apenas
não ocorra mais nenhuma penetração da agulha de marcas ligeiramente perceptíveis na superfície do
Gillmore de calibre menor. gesso com a penetração da agulha de Gillmore de
• Indica que a massa começa a adquirir resistência calibre maior.
pela união intercristalina.
MD - FOP

• Indica que a massa já adquiriu quase toda


resistência inicial.
Geralmente:

15-20 minutos

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Testes para medir o Tempo de Presa


Conceito Testes para medir o Tempo de Presa
Conceito
• Teste Final de Gillmore: Geralmente:
30-40 minutos
• Teste de Vicat: Após o brilho
desaparecer, a agulha de Vicat é
posicionada.
• O tempo transcorrido até que a agulha
MD - FOP

não mais penetre na mistura é


• Após 50min, o gesso já possui 80% de sua
conhecido como tempo de presa.
resistência total: pronto para uso.

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Fatores que afetam o Tempo de Presa


Conceito

Tempo de espatulação= 60s


Tempo de trabalho = 3 min
Perda do brilho = 9 min
Gillmore inicial = 13 min
Vicat = 15 min
Gillmore final = 20 min

Anusavice, K.J (2005)


Pronto para uso = 30min - 1 h

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Fatores que afetam o Tempo de Presa


Conceito Fatores que afetam o Tempo de Presa
Conceito
FABRICANTE: FABRICANTE:

• Impurezas: Aumento em potencial dos núcleos de • Impurezas: Aumento em potencial dos núcleos de
cristalização; cristalização;
• Refinamento do pó (Granulometria): Partículas mais • Refinamento do pó (Granulometria): Partículas mais
finas → Presa mais rápida; finas → Presa mais rápida;
• Retardadores e aceleradores • Retardadores e aceleradores

Dicionário Michaelis Dicionário Michaelis


(Anusavice, 2005) (Anusavice, 2005)

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Fatores que afetam o Tempo de Presa


Conceito Fatores que afetam o Tempo de Presa
Conceito
• Retardadores: Diminuem a solubilidade do sulfato de cálcio. OPERADOR:
• Ex: citratos, acetatos, boratos
• Espatulação
• Temperatura
• Aceleradores: Aumentam a velocidade de dissolução do
hemi-hidrato → Aumento do número de núcleos de • Relação Água/Pó
cristalização.
• Umidade
• Ex: Água gessada, terra alba, cloreto de sódio (2%) sulfato de
• Sistemas coloidais
sódio (3,4%) e sulfato de potássio (˃2%)

Dicionário Michaelis
(Anusavice, 2005)

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Fatores que afetam o Tempo de Presa


Conceito Fatores que afetam o Tempo de Presa
Conceito
Espatulação : Temperatura :
• A uflização de água resfriada não tem efeito
• Maior velocidade significante no tempo de presa
• Mais prolongada • À medida que a temperatura aumenta, a taxa de
solubilidade diminui
• Propicia a ruptura dos cristais pré-formados resultando na
• A reação torna-se lenta e o tempo de presa
formação de mais núcleos de cristalização aumenta

Dicionário Michaelis Dicionário Michaelis

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Fatores que afetam o Tempo de Presa


Conceito Fatores que afetam o Tempo de Presa
Conceito
Relação Água/Pó: Relação Água/Pó:

• Quanto maior a quantidade de água → maior tempo • O método mais efefvo para o controle de expansão
de presa e menor a densidade de núcleos de de presa é a adição de substâncias químicas por
cristalização por volume de mistura parte dos fabricantes
• Espaços entre os núcleos é maior → menor • Sulfato de potássio, cloreto de sódio ou de bórax
interação de crescimento entre os cristais de
diidratos → menor ação expansiva entre eles

Dicionário Michaelis Dicionário Michaelis

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Fatores que afetam o Tempo de Presa


Conceito Fatores que afetam o Tempo de Presa
Conceito
Armazenar o pó Remover o
em um modelo do
recipiente Limpar e
Umidade : fechado à prova Sistemas coloidais : molde de
alginato após 30-
desinfectar o
molde
d’água 40 min

• O hemi-hidrato da gipsita absorve facilmente água • Ágar/Alginato podem impedir a hidratação e


do meio crescimento dos núcleos de cristalização
• Umidade 70%: gesso comum absorve água e inicia • Contaminação por fluidos (sangue, saliva) também
reação de presa → núcleos de cristalização na dificultam a hidratação do hemi-hidrato e o
superfície crescimento dos núcleos de cristalização

(Craig, 2004)

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Propriedades Introdução

Tipo de Relação A/P Tempo de Resistência à Expansão de Produção de Gesso


Gesso Presa (min.) compressão Presa após
(MPa) 2h (%)
TIPO I 0,40 a 0,75 4±1 4,0 0,00 – 0,15
Classificação e Indicação
TIPO II 0,45 a 0,50 12±4 9,0 0,00 – 0,30
TIPO III 0,28 a 0,30 12±4 20,7 0,00 – 0,20 Reações de presa
TIPO IV 0,22 a 0,24 12±4 34,5 0,00 – 0,10
TIPO V 0,18 a 0,22 12±4 48,3 0,10 – 0,30 Propriedades
(Adaptado de Anusavice, 2005)
Manipulação

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Manipulação Conceito Manipulação Conceito

1) Material necessário: 2) Seleção do tipo de gesso de acordo com a indicação


3) Pesagem do pó e medição do volume de água
Relação A/P: volume de água / peso do pó
(0,40 –0,75) = 40-75ml de água para 100g de pó
MD - FOP

Gesso tipo I = 0,40-0,75


Gesso tipo II = 0,45-0,50
Gesso tipo III = 0,28-0,30
Gesso tipo IV = 0,22-0,24
Espatulador
Cubeta de borracha
Mecânico
e Becker ou proveta Balança digital ou
espátula rígida graduada analógica graduada Gesso tipo V = 0,18-0,22
Dicionário Michaelis Dicionário Michaelis

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Manipulação Conceito Manipulação Conceito


Minimiza a
quantidade de ar
incorporada na 5) Espatulação Manual = 1 minuto
mistura
Ou Espatulação Mecânica = 30 segundos
MD - FOP

MD - FOP

Permitir o
1º Adicionar a Incorporar o pó
assentamento
água no gral cuidadosamente
do pó por 30s

Dicionário Michaelis

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28/03/2022

Confecção do Conceito
Modelo Confecção do Conceito
Modelo

MD - FOP
Aguardar 30-40
min. para remover
o gesso do molde
de alginato

Dicionário Michaelis

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Confecção do Conceito
Modelo Confecção do Conceito
Modelo

• Recorte de excessos • Manipulação incorreta:


[Link]/

Sob refrigeração
com água

Google Images

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Desinfecção do Modelo
Conceito Considerações Finais

Desinfetante Técnica Tempo • Utilizar cada tipo de gesso de acordo com a


indicação
Glutaraldeído (2%) Imersão ou fricção 10 min • Obedecer sempre as recomendações do fabricante
Hipoclorito de Imersão ou fricção 10 min
(Proporção A/P)
Sódio (1%) • Armazenar o pó em recipiente fechado e com
Fonte: Hepatite, Aids e Herpes na prática odontológica. Ministério da Saúde, Programa ausência de umidade
Nacional de D.S.T/Aids, 1994
• Adicionar o pó à água e aguardar umedecimento
Iodofórmio: Borrifar na superfície do modelo de acordo com as
instruções do fabricante

• Gessos que contém agentes desinfetantes

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ConsideraçõesConceito
Finais Bibliografia Conceito
• Não adicionar pó ou água após o início da mistura • Anusavice K.J Phillips Materiais Dentários. Rio de
• Evitar a incorporação de bolhas Janeiro: Elsevier, 2005.
• Separar o molde do modelo após 30-40 minutos do • Craig R.G., Powers J.M. Wataha, J.C. Materiais
vazamento Dentários-Propriedades e Manipulação. São Paulo:
• Aguardar a completa secagem antes do uso do Livraria Santos, 2002.
modelo (modelos úmidos apresentam menores • Craig R.G., Powers, J.M. Materiais Dentários
valores de resistência) Restauradores. São Paulo: Livraria Santos, 2004.

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Conceito

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