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Teoria da Produção e Custos em Economia

Este documento discute a teoria da produção e custos. Aborda conceitos como função de produção, teoria dos custos, estágios da produção e custos de longo prazo. O documento fornece um quadro teórico sobre esses tópicos relacionados à produção.
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Teoria da Produção e Custos em Economia

Este documento discute a teoria da produção e custos. Aborda conceitos como função de produção, teoria dos custos, estágios da produção e custos de longo prazo. O documento fornece um quadro teórico sobre esses tópicos relacionados à produção.
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ÍNDICE

1. Introdução.................................................................................................................. 2
2. Objetivos ................................................................................................................... 3
2.1. Geral ...................................................................................................................... 3
2.2. Específicos ............................................................................................................. 3
3. Quadro teórico ........................................................................................................... 4
3.1. Teoria da produção ................................................................................................ 4
3.1.1. A função de produção ........................................................................................ 5
3.2. Teoria de Custos .................................................................................................... 5
3.3. Firma...................................................................................................................... 7
3.4. Estágios da produção ............................................................................................. 8
3.5. Custos no longo prazo ......................................................................................... 10
4. Conclusão ................................................................................................................ 12
5. Bibliografia.............................................................................................................. 13
1. Introdução
A produção traduz-se no processo de combinar recursos (imputs) a fim de produzir bens
e serviços, utilizando uma determinada tecnologia. Em economia o conceito de tecnologia
refere-se ao método que pode ser usado para a combinação dos recursos a fim de produzir
bens e serviços. Se uma empresa pode utilizar diferentes métodos para obter o mesmo
nível de bens e serviços é suposto que escolhe o método mais eficiente que lhe permite
minimizar os custos.
No processo produtivo as empresas combinam factores produtivos, obtendo bens e
serviços com o objectivo de serem vendidos a fim de se obter a realização da mais-valia,
ou seja, a obtenção de lucros. Os factores produtivos podem ser classificados em grandes
categorias, como o trabalho, matérias-primas e capital, podendo cada uma destas
categorias ser subdividida em classes mais restritas.

2
2. Objetivos

2.1.Geral
Caraterizar a teoria de produção e custos.

2.2.Específicos
 Descrever a firma e a tecnologia de custos;
 Descrever os estágios de produção;
 Descrever os custos de produção do custo e de longo prazo.

3
3. Quadro teórico

3.1.Teoria da produção
Para J. B. Say, produzir não é tão só transformar a matéria; produzir é elaborar bens que têm
valor porque são aptos a satisfazer necessidades; produzir é, então, criar utilidade.
A produção consiste, afinal, na combinação dos factores de produção necessários à obtenção
do produto que pode, ou não, destinar-se ao mercado, conforme se trate, ou não, de produção
mercantil. No âmbito da teoria neoclássica, os factores de produção são, geralmente,
agrupados em duas categorias fundamentais: trabalho (L) e capital (K).

O capital engloba um conjunto heterogéneo de recursos (bens de capital): matérias- primas,


matérias subsidiárias, produtos semi-elaborados, maquinaria, equipamento, instalações,
terrenos, etc.. O factor trabalho é igualmente marcado pela heterogeneidade, já que integra
o trabalho prestado por trabalhadores com diferentes qualificações. Apesar desta
heterogeneidade, assume-se como pressuposto a homogeneidade dos factores de produção,
de forma a permitir a sua quantificação, se bem que com base numa unidade de medida
fictícia. Decorre ainda deste pressuposto a possibilidade de admitir a divisibilidade dos
factores de produção, bem como a sua substituibilidade.
A questão que se coloca, então, ao empresário é saber qual a combinação de factores a
adoptar para produzir uma certa quantidade de modo a minimizar o custo dessa produção.
A escolha do produtor envolve dois aspectos:
 técnico — porque condicionada pelo nível tecnológico vigente;
 económico — porque os produtores carecem de indicadores do valor relativo dos
factores utilizados: preços relativos dos factores de produção.

A Teoria da Produção e a Teoria dos Custos permitem compreender duas funções


fundamentais em economia:
1. Servem de base para a análise das relações existentes entre produção e custos de
produção: numa economia moderna, cuja tecnologia e processos produtivos evoluem
rapidamente, a relação entre a produção e custos de produção é muito importante na
análise da Teoria da Formação dos Preços.
2. Servem de apoio para a análise da procura da empresa relativamente aos factores de
produção que utiliza: para produzirem bens, as empresas dependem da
disponibilidade de factores de produção.

4
A produção está organizada maioritariamente pelo sector privado, que pode assumir
principalmente, uma das seguintes formas:
 Sociedades em nome individual
 Sociedades de responsabilidade limitada (ltd)
 Sociedades cooperativas (sc)
 Sociedades de responsabilidade anónima (sa)
 Associações sem fim lucrativo

3.1.1. A função de produção


Segundo Donário & Santos (2014), a relação entre a produção (output) por período de tempo
e os fatores de produção (recursos) ou imputs utilizados no processo produtivo designa-se
por função de produção, a qual pode ser expressa algebricamente pela seguinte equação:
𝑄𝑄 = 𝑓𝑓 (𝑥𝑥1 , 𝑥𝑥2 , 𝑥𝑥3 , … , 𝑥𝑥𝑛𝑛 )
onde Q representa o produto ou output e 𝑥𝑥1 , 𝑥𝑥2 , 𝑥𝑥3 , … , 𝑥𝑥𝑛𝑛 são os factores produtivos ou
imputs utilizados, os quais podem ser de vária natureza, nomeadamente, podem ser
utilizados vários tipos de capital e força de trabalho com qualidade e quantidades diferentes.
Note-se que a função de produção é análoga à função utilidade no âmbito da teoria do
consumidor.
A função de produção é uma relação tecnológica entre os imputs (factores produtivos) e o
output – produzindo o máximo output que pode ser obtido com as várias combinações dos
factores produtivos, o que significa que, no conceito de função de produção, os imputs são
utilizados eficientemente no processo produtivo, ou seja, existe eficiência de produção à
Pareto, não existindo qualquer folga (slack) na empresa, estando-se no âmbito da teoria
tradicional da maximização do lucro, como vimos anteriormente.
Por simplificação, é habitual representar a função de produção apenas duas variáveis
(Noéme):
q = f (N, K)
N = a quantidade utilizada de mão-de-obra;
K = a quantidade utilizada de capital.

3.2.Teoria de Custos
Para Saraiva, admitindo-se que o objectivo do produtor é a maximização do lucro, i.e., a
maximização da diferença entre o total da receita obtida e o conjunto dos custos suportados,
justifica-se que se analise com algum detalhe a componente subtractiva do lucro: LT = RT -
CT.

5
Nesta definição, deve entender-se o custo na acepção económica do termo, ou seja, como
custo de oportunidade. Como tal integram-no, para além dos custos explícitos, os custos
implícitos (não passíveis de relevação contabilística), como sejam: o juro alternativo do
capital investido; o rendimento alternativo que o empresário obteria se não se ocupasse da
empresa; o prémio de risco.
No Quadro 1, estabelece-se a correspondência entre a acepção económica (parte superior do
quadro) e a acepção contabilística (parte inferior do quadro) de custo e de lucro.
Receita total

CT LT

(custo económico) Lucro pu

Custos explícitos Custos implícitos (lucro

económico)
Lucro normal Lucro anorma
Custos contabilísticos
Lucro contabilístico

Fonte: Saraiva, A. (Microeconomia II – compêndio)

Genericamente, o custo da produção corresponde à soma dos gastos relativos a cada um dos
factores. Sob a hipótese simplificadora de que os factores se agrupam em apenas duas
categorias, trabalho e capital, tem-se 𝐶𝐶𝐶𝐶 = 𝑝𝑝𝑘𝑘 𝐾𝐾 + 𝑝𝑝𝐿𝐿 𝐿𝐿, onde 𝑝𝑝𝑘𝑘 𝐾𝐾 e 𝑝𝑝𝐿𝐿 𝐿𝐿 representam os
preços do factor capital, K, e do factor trabalho, L, respectivamente.
Analiticamente, custo da produção pode apresentar-se como função de múltiplos aspectos:
CT = f(x, pf, Tecnologia, L, K).
Simplificando, considerar-se-á o nível de produção, x, como única determinante endógena
do custo:
CT = f(x), onde CT representa o mínimo custo que é necessário suportar para produzir a
quantidade x, dados os preços e as quantidades dos factores e a tecnologia disponível.

Quanto a outros factores de produção já é mais difícil a sua alteração rápida, pois necessitam
de mais tempo para se ajustarem, como por exemplo, a capacidade ou escala de uma fábrica.
Daí que distingamos entre (Donário & Santos, 2014):
• Curto prazo, quando a empresa pode variar (aumentando ou diminuindo) alguns
mas não todos os seus factores produtivos com o objectivo de produzir uma
quantidade de bens e serviços maior ou menor. Normalmente uma empresa, no curto

6
prazo, para atender uma maior procura, aumenta a sua produção procurando mais
força de trabalho e comprando mais matérias-primas, mas mantendo a sua
capacidade produtiva. Neste caso a empresa mantém, pelo menos, um factor
produtivo fixo. O curto prazo é o período de tempo durante o qual pelo menos um
factor produtivo é fixo, verificando-se a lei dos rendimentos marginais finalmente
decrescentes.
• O longo prazo está relacionado com a possibilidade de a empresa poder variar todos
os factores produtivos, incluindo a escala da sua produção e o seu equipamento. O
longo prazo é o período de tempo bastante para que todos os factores produtivos
possam variar. Deste modo, no longo prazo não existem custos fixos pois todos os
factores produtivos são variáveis. A distinção entre factores fixos e factores variáveis
permite-nos distinguir entre curto e longo prazos.

3.3.Firma e tecnologia de custo


Tecnologia é diferente de processo de produção: tecnologia é o estado da arte e, processo de
produção diz respeito às possibilidades de combinações entre os fatores de produção. Pode-
se escolher entre processos alternativos de produção dado nível de conhecimento
tecnológico.
Baumol refere que no sistema económico, dominado por grandes empresas ou grupos, o
capital social está disperso e, em consequência, os fundadores deixam de controlar estas
empresas, surgindo a questão que é conhecida em economia como “PRINCIPAL-
AGENTE”, sendo os administradores os agentes e os accionistas os principais, o que leva a
que os administradores tendam a actuar no sentido de buscar os seus interesses em
detrimento dos principais, nomeadamente, aumentando a receita das vendas e não a
maximização do lucro. Os administradores procuram maximizar a sua função utilidade
através dos salários, número de subordinados e outros benefícios adicionais2 . Nestes
modelos é esperada a existência de determinado montante de lucro a fim de prover os fundos
necessários à empresa e também contentar os accionistas, o que reduz o risco de estes
venderem as acções baixando o risco da existência de takeovers.
Galbraith, no seu livro “O Novo Estado Industrial”, criou o conceito de
TECOESTRUTURA, integrando este conceito uma entidade colectiva com a tarefa de
desenvolver o planeamento, a manipulação dos preços e a publicidade. E é esta
tecnoestrutura, constituída pelos tecnocratas, que dominantemente conduz os destinos das
grandes empresas. O poder económico, dentro destas grandes empresas (na maioria dos

7
casos organizadas em grupos, constituídos por entidades jurídicas com personalidade
jurídica própria), está bastante concentrado na tecnoestrutura, sobre todo quando existe
dispersão do capital social por muitos accionistas quando nenhum deles é dominante.
A grande empresa, constituída sob a forma de sociedade anónima, “ajusta-se
admiravelmente às necessidades da tecnoestrutura. Esta é um aparelho de decisão em grupo
– para reunir e verificar as informações fornecidas por muitos indivíduos visando chegar a
decisões que estão além do conhecimento de, qualquer deles.” (Galbraith,1979:69)

3.4.Estágios da produção
Para Saraiva, se, dada a função de produção, x = f(L, K), se fixar a quantidade utilizada de
um dos factores obtém-se a produtividade total do outro, dada por x, para cada nível da
quantidade utilizada do factor. A produtividade total de um factor corresponde, pois, a uma
função de produção no curto prazo.
� ).
Produtividade total de L: 𝑃𝑃𝑃𝑃𝐿𝐿 = 𝑥𝑥 = 𝑓𝑓(𝐿𝐿, 𝐾𝐾
𝑥𝑥 𝑃𝑃𝑃𝑃𝐿𝐿
Produtividade média de L: 𝑃𝑃M𝐿𝐿 = 𝐿𝐿 = quantidade de produto por unidade de fator
𝐿𝐿

favoravel.
∆𝑃𝑃𝑃𝑃𝐿𝐿
Produtividade marginal de L (em termos discretos): 𝑃𝑃Mg 𝐿𝐿 = , acrescimo de produto
∆𝐿𝐿

devido à utilização de uma unidade adicional de factor variável.


∆𝑃𝑃𝑃𝑃𝐿𝐿 𝑑𝑑𝑑𝑑𝑑𝑑𝐿𝐿
Produtividade marginal de L (em termos contínuos): 𝑃𝑃Mg 𝐿𝐿 = lim = , acréscimo
∆𝐿𝐿→0 ∆𝐿𝐿 𝑑𝑑𝑑𝑑

de produto resultante de um acréscimo infinitesimal da quantidade utilizada de factor


variável.

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u.f PTL

PML

O Lo L1 L2 L

Estágio I Estágio II PMgL Estágio III


Óptimo técnico

Máximo técnico
Figura 1: Produtividade dos factores de produção (Fonte: Saraiva, A: Microeconomia II –
compêndio)

Sob a hipótese da lei dos rendimentos marginais decrescentes que afirma que, a partir de
determinado nível de utilização do factor variável, a produtividade total deste factor cresce
numa proporção inferior à do crescimento do próprio factor, é possível distinguir três
estágios de produção.
No primeiro estágio da produção, a produtividade média é crescente. O produtor não tem
interesse em situar-se neste estágio onde estaria a desperdiçar factor fixo, pois poderia
aumentar simultaneamente a produtividade média e total do factor variável com a mesma
quantidade de factor fixo.
No terceiro estágio da produção a produtividade marginal é negativa, i.e., a produtividade
total é decrescente, o que se traduz num desperdício de factor variável, pelo que o produtor
não terá interesse em nele operar.
É, pois, no segundo estágio da produção que o produtor terá interesse em operar de modo a
evitar incorrer em desperdício de factores. Neste estágio a produtividade total é crescente,
mas a produtividade média encontra-se já numa fase decrescente.

9
Note-se que a configuração das funções de produtividade é fundamentalmente explicada pela
lei dos rendimentos decrescentes, i.e., pela ideia de que a produtividade marginal decresce a
partir de certo nível de utilização do factor variável.

3.5.Custos no longo prazo


Como se sabe, no longo prazo todos os factores são variáveis, por isso, ao contrário do que
acontece no curto prazo, os produtores podem escolher livremente a combinação de factores
minimizadora do custo da produção de uma determinada quantidade de produto que
pretendam produzir. Deixando para mais adiante a questão de saber porque é que um
produtor tem interesse em produzir uma determinada quantidade e não outra qualquer,
importa agora perceber como identificar a combinação de factores a adoptar para a produzir
com um custo mínimo.
Retomando o conceito de custo da produção, e considerando um determinado nível de custo,
𝐶𝐶𝐶𝐶0 , fica definida uma linha de isocusto representável no sistema de eixos cartesianos K, L:
𝐶𝐶𝐶𝐶0 = 𝑝𝑝𝐾𝐾 𝐾𝐾 + 𝑝𝑝𝐿𝐿 𝐿𝐿
𝐶𝐶𝐶𝐶0 𝑝𝑝𝐿𝐿
𝐾𝐾 = − 𝐿𝐿.
𝑝𝑝𝐾𝐾 𝑝𝑝𝐾𝐾
Uma linha de isocusto é, pois, o lugar geométrico das combinações de factores que implicam
o mesmo custo, dados os preços dos factores. Obviamente que existem tantas linhas de
isocusto quantos os níveis de custo que se possam considerar, pelo que genericamente a sua
𝐶𝐶𝐶𝐶 𝑝𝑝
expressao é: 𝐾𝐾 = 𝑝𝑝 − 𝑝𝑝 𝐿𝐿 𝐿𝐿.
𝐾𝐾 𝐾𝐾

Como é evidenciado na Figura 2, uma linha de isocusto tem declive negativo igual ao
simétrico do rácio dos preços dos factores, o que se pode comprovar derivando K em ordem
𝑑𝑑𝑑𝑑 𝑝𝑝
a L: 𝑑𝑑𝑑𝑑
= − 𝑝𝑝 𝐿𝐿 .
𝐾𝐾

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Esta ilustração mostra que a solução do problema do produtor, ― quer seja encarado como
um problema de minimização do custo para obter um certo volume de produção ou como
um problema de maximização do volume de produção dado um determinado dispêndio em
factores ―, corresponde a um ponto de tangência entre uma isoquanta e uma linha de
isocusto, i.e. requer a igualização das inclinações de uma isoquanta (−𝑇𝑇M𝑆𝑆𝑆𝑆𝐾𝐾𝐾𝐾 ) e de uma
𝑝𝑝
linha de isocusto �− 𝑝𝑝 𝐿𝐿 �:
𝐾𝐾

𝑝𝑝𝐿𝐿
𝑇𝑇M𝑆𝑆𝑆𝑆𝐾𝐾𝐾𝐾 = .
𝑝𝑝𝐾𝐾

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4. Conclusão
Conclui-se que Os princípios da Teoria da Produção e da Teoria dos Custos de Produção são
vectores base para a análise dos preços e do emprego dos factores, assim como de sua
afectação aos diversos usos alternativos na economia, servindo de apoio para a análise das
relações existentes entre produção e custos de produção.

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5. Bibliografia
BAUMOL, William; Robert E. Litan; Carl J. Schramm (2007) - Good Capitalism, Bad
Capitalism, and the Economics of Growth and Prosperity, p. 80 - Qale Universitq Press
DONÁRIO, Arlindo; Ricardo Borges dos Santos (2013) - O Paradigma do Homo
Economicus. Consequências na Construção do Modelo Económico e Financeiro Liberal. –
EDIUAL, Universidade Autónoma de Lisboa.
CHEVALIER, J.-M., Introduction à l'analyse économique Ferguson, Microeconomia, Rio
de Janeiro, Forense universitária Flouzat, D., Économie contemporaine
Godelier, M., Horizontes da antropologia, Edições 70
SARAIVA, A. Microeconomia II – compêndio. Instituto Politécnico Do Porto.
www.iscap.ipp.pt/~asaraiva
WILLIAMSON, Oliver (1996) - The Mechanisms of Governance - Oxford Universitq Press,
pp. 24, 31, 328, 351, 362.

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