SÃO LUÍS – MA
2019
R. Padre Antonio Vieira N 37 – Cohab Anil IV – Cep. 65.053 330 - São Luís
98-4009-7000 e-mail: netcom@[Link]
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SUMÁRIO
1. Normas e Regulamentos aplicáveis ao trabalho em altura
2. Conceitos e práticas gerais de trabalho em altura;
3. O conceito de altura;
4. O trabalho em altura.
5. Tipos de recursos utilizados.
6. Tipos de trabalho em altura:
7. Escadas móveis;
8. Escadas marinheiro e vertical;
9. Andaimes; Plataformas suspensas; Plataforma elevatória; Balancim; Passarela
para telhado;
10. Perigos associados ao trabalho em altura;
11. Acidentes típicos em trabalho em altura;
12. Análise de Risco e condições impeditivas;
13. Riscos potenciais inerentes ao trabalho em altura e medidas de prevenção e
controle;
14. Benefícios da prevenção de acidentes;
15. Tipos de riscos de acesso ao local de trabalho em altura;
16. Medidas de Prevenção e Controle;
17. Sistemas, equipamentos e procedimentos de Proteção Coletiva;
18. Equipamentos de proteção individual para o trabalho em altura: seleção e
inspeção, conservação e limitação de uso;
19. Condutas em situações de emergência, incluindo noções de resgate;
20. Informações sobre Permissão de trabalho para executantes.
MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO SECRETARIA DE INSPEÇÃO
DO TRABALHO PORTARIA Nº 313, DE 23 DE MARÇO DE 2012
Art. 1º
Aprovar a Norma Regulamentadora n.º 35 (NR-35), sob o título "Trabalho em Altura", com a redação
constante no Anexo desta Portaria.
Art. 2º
Criar a Comissão Nacional Tripartite Temática - CNTT da NR-35 com o objetivo de acompanhar a
implantação da nova regulamentação, conforme estabelece o art. 9º da Portaria MTE n.º 1.127, de 02 de outubro
de 2003.
Art. 3º
As obrigações estabelecidas nesta Norma entram em vigor seis meses após sua publicação, exceto o
capítulo 3 e o subitem 6.4, que entram em vigor doze meses após a data de publicação desta Portaria.
Art. 4º
Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.
VERA LÚCIA RIBEIRO DE ALBUQUERQUEANEXONR-35 TRABALHO EM ALTURA35.1
Objetivo e Campo de Aplicação
35.1.1
Esta Norma estabelece os requisitos mínimos e as medidas de proteção para o trabalho em altura,
envolvendo o planejamento, a organização e a execução, de forma a garantir a segurança e a saúde dos
trabalhadores envolvidos direta ou indiretamente com esta atividade.
35.1.2
Considera-se trabalho em altura toda atividade executada acima de 2,00 m (dois metros) do nível inferior,
onde haja risco de queda.
35.1.3
Esta norma se complementa com as normas técnicas oficiais estabelecidas pelos Órgãos competentes
e, na ausência ou omissão dessas, com as normas internacionais aplicáveis.
35.2.
Responsabilidades
35.2.1
Cabe ao empregador:
a) garantir a implementação das medidas de proteção estabelecidas nesta Norma;
b) assegurar a realização da Análise de Risco - AR e, quando aplicável, a emissão da Permissão de
Trabalho - PT;
c) desenvolver procedimento operacional para as atividades rotineiras de trabalho em altura;
d) assegurar a realização de avaliação prévia das condições no local do trabalho em altura, pelo estudo,
planejamento e implementação das ações e das medidas complementares de segura nça aplicáveis;
e) adotar as providências necessárias para acompanhar o cumprimento das medidas de proteção
estabelecidas nesta Norma pelas empresas contratadas;
f) garantir aos trabalhadores informações atualizadas sobre os riscos e as medidas de controle ;
g) garantir que qualquer trabalho em altura só se inicie depois de adotadas as medidas de proteção
definidas nesta Norma;
h) assegurar a suspensão dos trabalhos em altura quando verificar situação ou condição de risco não
prevista, cuja eliminação ou neu tralização imediata não seja possível;
i) estabelecer uma sistemática de autorização dos trabalhadores para trabalho em altura;
j) assegurar que todo trabalho em altura seja realizado sob supervisão, cuja forma será definida pela
análise de riscos de acordo com as peculiaridades da atividade;
k) assegurar a organização e o arquivamento da documentação prevista nesta Norma.
35.2.2
Cabe aos trabalhadores:
a) cumprir as disposições legais e regulamentares sobre trabalho em altura, inclusive os procedimentos
expedidos pelo empregador;
b) colaborar com o empregador na implementação das disposições contidas nesta Norma;
c) interromper suas atividades exercendo o direito de recusa, sempre que constatarem evidências de
riscos graves e iminentes para sua segurança e saúde ou a de outras pessoas,comunicando imediatamente o
fato a seu superior hierárquico, que diligenciará as medidas cabíveis;
d) zelar pela sua segurança e saúde e a de outras pessoas que possam ser afetadas por suas ações ou
omissões no trabalho.
35.3.
Capacitação e Treinamento
35.3.1
O empregador deve promover programa para capacitação dos trabalhadores à realização de trabalho em
altura.
35.3.2
Considera-se trabalhador capacitado para trabalho em altura aquele que foi submetido e aprovado em
treinamento, teórico e prático, com carga horária mínima de oito horas,cujo conteúdo programático deve, no
mínimo, incluir:
a) normas e regulamentos aplicáveis ao trabalho em altura;
b) análise de risco e condições impeditivas;
c) riscos potenciais inerentes ao trabalho em altura e medidas de prevenção e controle;
d) sistemas, equipamentos e procedimentos de proteção coletiva;
e) equipamentos de Proteção Individual para trabalho em altura: seleção, inspeção,conservação e
limitação de uso;
f) acidentes típicos em trabalhos em altura;
g) condutas em situações de emergência, incluindo noções de técnicas de resgate e de primeiros
socorros.
35.3.3
O empregador deve realizar treinamento periódico bienal e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes
situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa.
[Link]
O treinamento periódico bienal deve ter carga horária mínima de oito horas,conforme conteúdo
programático definido pelo empregador.
[Link]
Nos casos previstos nas alíneas "a", "b", "c" e "d", a carga horária e o conteúdo programático devem
atender a situação que o motivou.
35.3.4
Os treinamentos inicial, periódico e eventual para trabalho em altura podem ser ministrados em conjunto
com outros treinamentos da empresa.
35.3.5
A capacitação deve ser realizada preferencialmente durante o horário normal de trabalho.
[Link]
O tempo despendido na capacitação deve ser computado como tempo de trabalho efetivo.
35.3.6
O treinamento deve ser ministrado por instrutores com comprovada proficiência no assunto, sob a
responsabilidade de profissional qualificado em segurança no trabalho.
35.3.7
Ao término do treinamento deve ser emitido certificado contendo o nome do trabalhador, conteúdo
programático, carga horária, data, local de realização do treinamento,nome e qualificação dos instrutores e
assinatura do responsável.
[Link]
O certificado deve ser entregue ao trabalhador e uma cópia arquivada na empresa.
35.3.8
A capacitação deve ser consignada no registro do empregado.
35.4.
Planejamento, Organização e Execução
35.4.1
Todo trabalho em altura deve ser planejado, organizado e executado por trabalhador capacitado e
autorizado.
[Link]
Considera-se trabalhador autorizado para trabalho em altura aquele capacitado,cujo estado de saúde foi
avaliado, tendo sido considerado apto para executar essa atividade e que possua anuência formal da empresa.
[Link]
Cabe ao empregador avaliar o estado de saúde dos trabalhadores que exercem atividades em altura,
garantindo que:
a) os exames e a sistemática de avaliação sejam partes integrantes do Programa de Controle Médico de
Saúde Ocupacional - PCMSO, devendo estar nele consignados;
b) a avaliação seja efetuada periodicamente, considerando os riscos envolvidos em cada situação;
c) seja realizado exame médico voltado às patologias que poderão originar mal súbito e queda de altura,
considerando também os fatores psicossociais.
[Link].1
A aptidão para trabalho em altura deve ser consignada no atestado de saúde ocupacional do trabalhador.
[Link]
A empresa deve manter cadastro atualizado que permita conhecer a abrangência da auto rização de cada
trabalhador para trabalho em altura.
35.4.2
No planejamento do trabalho devem ser adotadas, de acordo com a seguinte hierarquia:
a) medidas para evitar o trabalho em altura, sempre que existir meio alternativo de execução;
b) medidas que eliminem o risco de queda dos trabalhadores, na impossibilidade de execução do trabalho
de outra forma;
c) medidas que minimizem as conseqüências da queda, quando o risco de queda não puder ser eliminado.
35.4.3
Todo trabalho em altura deve ser realizado sob supervisão, cuja forma será definida pela análise de risco
de acordo com as peculiaridades da atividade.
35.4.4
A execução do serviço deve considerar as influências externas que possam alterar as condições do local
de trabalho já previstas na análise de risco.
35.4.5
Todo trabalho em altura deve ser precedido de Análise de Risco.
[Link]
A Análise de Risco deve, além dos riscos inerentes ao trabalho em altura,considerar:
a) o local em que os serviços serão executados e seu entorno;
b) o isolamento e a sinalização no entorno da área de trabalho;
c) o estabelecimento dos sistemas e pontos de ancoragem;
d) as condições meteorológicas adversas;
e) a seleção, inspeção, forma de utilização e limitação de uso dos sistemas de proteção coletiva e
individual, atendendo às normas técnicas vigentes, às orientações dos fabricantes e aos princípios da redução
do impacto e dos fatores de queda;
f) o risco de queda de materiais e ferramentas;
g) os trabalhos simultâneos que apresentem riscos específicos;
h) o atendimento aos requisitos de segurança e saúde contidos nas demais normas regulamentadoras;
i) os riscos adicionais;
j) as condições impeditivas;
k) as situações de emergência e o planejamento do resgate e primeiros socorros, de forma a reduzir o
tempo da suspensão inerte do trabalhador;
l) a necessidade de sistema de comunicação;
m) a forma de supervisão.
35.4.6
Para atividades rotineiras de trabalho em altura a análise de risco pode estar contemplada no respectivo
procedimento operacional.
[Link]
Os procedimentos operacionais para as atividades rotineiras de trabalho em altura devem conter, no
mínimo:
a) as diretrizes e requisitos da tarefa;
b) as orientações administrativas;
c) o detalhamento da tarefa;
d) as medidas de controle dos riscos características à rotina;
e) as condições impeditivas;
f) os sistemas de proteção coletiva e individual necessários;
g) as competências e responsabilidades.
35.4.7
As atividades de trabalho em altura não rotineiras devem ser previamente autorizadas mediante
Permissão de Trabalho.
[Link]
Para as atividades não rotineiras as medidas de controle devem ser evidenciadas na Análise de Risco e
na Permissão de Trabalho.
35.4.8
A Permissão de Trabalho deve ser emitida, aprovada pelo responsável pela autorização da permissão,
disponibilizada no local de execução da atividade e, ao final, encerrada e arquivada de forma a permitir sua
rastreabilidade.
[Link]
A Permissão de Trabalho deve conter:
a) os requisitos mínimos a serem atendidos para a execução dos trabalhos;
b) as disposições e medidas estabelecidas na Análise de Risco;
c) a relação de todos os envolvidos e suas autorizações.
[Link]
A Permissão de Trabalho deve ter validade limitada à duração da atividade,restrita ao turno de traba lho,
podendo ser revalidada pelo responsável pela aprovação nas situações em que não ocorram mudanças nas
condições estabelecidas ou na equipe de trabalho.
35.5.
Equipamentos de Proteção Individual, Acessórios e Sistemas de Ancoragem
35.5.1
Os Equipamentos de Proteção Individual - EPI, acessórios e sistemas de ancoragem devem ser
especificados e selecionados considerando-se a sua eficiência, o conforto, a carga aplicada aos mesmos e o
respectivo fator de segurança, em caso de eventual queda.
[Link]
Na seleção dos EPI devem ser considerados, além dos riscos a que o trabalhador está exposto, os riscos
adicionais.
35.5.2
Na aquisição e periodicamente devem ser efetuadas inspeções dos EPI, acessórios e sistemas de
ancoragem, destinados à proteção de queda de altura, recusando-se os que apresentem defeitos ou
deformações.
[Link]
Antes do início dos trabalhos deve ser efetuada inspeção rotineira de todos os EPI,acessórios e sistemas
de ancoragem.
[Link]
((Deve ser registrado o resultado das inspeções: a) na aquisição) periódicas e rotineiras quando os EPI,
acessórios e sistemas de ancoragem forem recusados.
[Link]
Os EPI, acessórios e sistemas de ancoragem que apresentarem defeitos,degradação, deformações ou
sofrerem impactos de queda devem ser inutilizados e descartados,exceto quando sua restauração for prevista
em normas técnicas nacionais ou, na sua ausência,normas internacionais.
35.5.3
O cinto de segurança deve ser do tipo paraquedista e dotado de dispositivo para conexão em sis tema de
ancoragem.
[Link]
O sistema de ancoragem deve ser estabelecido pela Análise de Risco.
[Link]
O trabalhador deve permanecer conectado ao sistema de ancoragem durante todo o período de
exposição ao risco de queda.
[Link]
O talabarte e o dispositivo trava-quedas devem estar fixados acima do nível da cintura do trabalhador,
ajustados de modo a restringir a altura de queda e assegurar que, em caso de ocorrência, minimize as chances
do trabalhador colidir com estrutura inferior.
[Link]
É obrigatório o uso de absorvedor de energia nas seguintes situações:a) fator de queda for maior que 1;b)
comprimento do talabarte for maior que 0,9m.
35.5.4
Quanto ao ponto de ancoragem, devem ser tomadas as seguintes providências:
a) ser selecionado por profissional legalmente habilitado;
b) ter resistência para suportar a carga máxima aplicável;
c) ser inspecionado quanto à integridade antes da sua utilização.
35.6.
Emergência e Salvamento
35.6.1
O empregador deve disponibilizar equipe para respostas em caso de emergências para trabalho em
altura.
[Link]
A equipe pode ser própria, externa ou composta pelos próprios trabalhadores que executam o trabalho
em altura, em função das características das atividades.
35.6.2
O empregador deve assegurar que a equipe possua os recursos necessários para as respostas a
emergências.
35.6.3
As ações de respostas às emergências que envolvam o trabalho em altura devem constar do plano de
emergência da empresa.
35.6.4
As pessoas responsáveis pela execução das medidas de salvamento devem estar capacitadas a executar
o resgate, prestar primeiros socorros e possuir aptidão física e mental compatível com a atividade a
desempenhar.
Glossário Absorvedor de energia:
Dispositivo destinado a reduzir o impacto transmitido ao corpo do trabalhador e sistema de segurança
durante a contenção da queda.
Análise de Risco - AR:
Avaliação dos riscos potenciais, suas causas, conseqüências e medidas de controle.
Atividades rotineiras:
Atividades habituais, independente da freqüência, que fazem parte do processo de trabalho da empresa.
Cinto de segurança tipo paraquedista:
Equipamento de Proteção Individual utilizado para trabalhos em altura onde haja risco de queda,
constituída de sustentação na parte inferior do peitoral, acima dos ombros e envolta nas coxas.
Condições impeditivas:
Situações que impedem a realização ou continuidade do serviço que possam colocar em risco a saúde
ou a integridade física do trabalhador.
Fator de queda:
razão entre a distância que o trabalhador percorreria na queda e o comprimento do equipamento que irá detê-
lo.
Influências Externas:
Variáveis que devem ser consideradas na definição e seleção das medidas de proteção, para segurança
das pessoas, cujo controle não é possível implementar deforma antecipada.
Permissão de Trabalho - PT:
Documento escrito contendo conjunto de medidas de controle visando o desenvolvimento de trabalho
seguro, além de medidas de emergência e resgate.
Ponto de ancoragem:
Ponto destinado a suportar carga de pessoas para a conexão de dispositivos de segurança, tais como
cordas, cabos de aço, trava-queda e talabartes.
Profissional legalmente habilitado:
trabalhador previamente qualificado e com registro no competente conselho de classe.
Riscos adicionais:
Todos os demais grupos ou fatores de risco, além dos existentes no trabalho em altura, específicos de
cada ambiente ou atividade que, direta ou indiretamente,possam afetar a segurança e a saúde no trabalho.
Sistemas de ancoragem:
Componentes definitivos ou temporários, dimensionados para suportar impactos de queda, aos quais o
trabalhador possa conectar seu Equipamento de Proteção Individual, diretamente ou através de outro
dispositivo, de modo a que permaneça conectado em caso de perda de equilíbrio, desfalecimento ou queda.
Suspensão inerte:
Situação em que um trabalhador permanece suspenso pelo sistema de segurança, até o momento do
socorro.
Talabarte:
Dispositivo de conexão de um sistema de segurança, regulável ou não, para sustentar, posicionar e/ou
limitar a movimentação do trabalhador.
Trabalhador qualificado:
Trabalhador que comprove conclusão de curso específico para sua atividade em instituição reconhecida
pelo sistema oficial de ensino.
Trava-queda:
Dispositivo de segurança para proteção do usuário contra quedas em operações com movimentação
vertical ou horizontal, quando conectado com cinturão de segurança para proteção contra quedas.
REFERÊNCIAS
1. Trabalho em Altura - boas práticas – Disponível em:
[Link]
2. Segurança no Trabalho – Disponível em: [Link]
seguranca-pode-ministrar-treinamento-de-trabalho-em-altura-nr-35/;
3. Manual de auxílio na Interpretação e aplicação Da norma regulamentadora N.º 35 - trabalhos em
altura – Disponível em:
[Link]
35%[Link] .
TIPOS DE RECURSOS
ESCADAS MÓVEIS:
✓ As escadas portáteis de mão devem ter uso restrito, devendo ser usadas apenas em
serviços de pequeno porte e em locais de difícil acesso;
✓ Somente é permitido o uso de escadas fabricadas em madeira e/ou fibra. Para a realização
de trabalhos de serviços elétricos, não é permitido o uso de escadas metálicas;
✓ Nas áreas de trabalho só podem ser usadas escadas que sigam os padrões de construção
exigidos pelo padrão ABNT;
✓ Todos os modelos de escadas devem possuir sapatas antiderrapantes.
✓ As escadas, tanto as comuns como as de abrir, nunca deverão ser maiores que 7 metros
de comprimento e espaçamento entre degraus variando entre um máximo de 30 cm e um
mínimo de 25 cm e devem estar fixadas em sua parte superior e inferior por meio de corda;
✓ Nunca colocar uma escada em frente a uma porta ou áreas de circulação, a menos que
esta tenha sido fechada definitivamente ou esteja trancada e etiquetada;
✓ É proibido colocar ferramentas e materiais sobre a escada;
✓ E expressamente proibido utilizar os últimos 03 (três) degraus de escadas para acesso;
✓ Ao utilizar escadas de abrir, estas devem estar totalmente abertas e travadas;
✓ A escada telescópica não deve ser estendida totalmente, devendo permanecer uma
sobreposição de pelo menos 04 degraus e devendo ser amarrada e travada, sendo sua
altura máxima, mesmo que estendida, de 7 metros;
✓ Não posicionar escadas próximas de abertura de pisos com vãos
desprotegidos;
✓ Sinalizar e isolar a área onde e quando estiver usando escadas
portáteis;
✓ Recomenda-se deslizar as mãos pelas travessas e nunca
pelos degraus, mantendo-se sempre três pontos de contato
durante todo o tempo de deslocamento;
✓ Os empregados que precisarem usar uma ou ambas as mãos em trabalhos
sobre escadas devem prender-se à estrutura do prédio ou em um ponto de
ancoragem, projetado e especificado na ART e PTE para evitar o risco de
queda.
✓ É obrigatório que o executante suba ou desça a escada de frente;
✓ As escadas devem ser transportadas horizontalmente, evitando-se choques
contra pessoas ou obstáculos. Quando transportada por uma só pessoa, a
escada deverá ter a parte da frente mantida a uma altura superior à cabeça de
uma pessoa. Escadas compridas devem ser carregadas por duas ou mais
pessoas, para garantir um transporte mais seguro e promover melhor
distribuição da carga.
✓ Recomenda-se deslizar as mãos pelas travessas e nunca pelos degraus,
mantendose sempre três pontos de contato durante todo o tempo de deslocamento;
✓ Os empregados que precisarem usar uma ou ambas as mãos em trabalhos sobre
escadas devem prender-se à estrutura do prédio ou em um ponto de ancoragem,
projetado e especificado na ART e PTE para evitar o risco de queda.
✓ É obrigatório que o executante suba ou desça a escada de frente;
✓ As escadas devem ser transportadas horizontalmente, evitando-se
choques contra pessoas ou obstáculos. Quando transportada por uma só
pessoa, a escada deverá ter a parte da frente mantida a uma altura superior
à cabeça de uma pessoa. Escadas compridas devem ser carregadas por
duas ou mais pessoas, para garantir um transporte mais seguro e promover melhor
distribuição da carga.
ESCADAS MÓVEIS:
✓ A escada tipo tesoura deve ser provida de
dobradiças com afastadores e limitadores de
abertura com sistema antibeliscão, que evite lesão
na mão do
trabalhador;
✓ Os limitadores de abertura deverão estar totalmente estendidos (abertos) quando a
escada estiver em uso;
✓ São proibidas improvisações como uso de arames, cordas, fios, correntes e outros
materiais para substituir os limitadores de abertura;
✓ Na utilização de escadas portáteis em local de freqüente circulação de pessoas
e/ou veículos, deve haver sinalização para alertar contra possíveis abalroamentos
(choques, impactos, etc.).
POSICIONAMENTO DA ESCADA
✓ A escada deve ser firmemente apoiada e ultrapassar 1 m (um metro) do ponto de o
superior;
✓ O afastamento dos pontos inferiores de apoio dos montantes em relação à vertical
deve ser aproximadamente igual a 1/4 (um quarto) do comprimento entre esses
pontos de apoio.
ESCADAS MÓVEIS:
Tesoura ou
ESCADA TIPO TESOURA OU DE ABRIR de Abrir
✓ Comprimento máximo 6 metros;
✓ O espaçamento entre os degraus deve ser
uniforme e não exceder 30 cm; Sinalização
da carga máxima;
✓ Possuir limitador de espaço;
✓ Não devem ser pintadas;
✓ Possuir sapatas antiderrapantes;
✓ Na Vale pode-se usar somente escadas tipo
tesoura feita em material de resina, fibra ou
madeira.
Plataforma
✓ Degraus e plataformas construídas
com
material antiderrapante;
✓ Capacidade de carga visível à distância;
✓ Pés com estabilizador e sapatas de borracha;
Construída ou revestida em material
nãocondutor ou possuir placa
indicativa de “uso proibido para atividades
com eletricidade”;
✓ Sistema de estabilização/fixação
quando construída com sistema de
deslocamento;
✓ Possuir guarda-corpo e rodapé em ambos os lados e ao redor de toda a
plataforma de trabalho.
ESCADAS MÓVEIS:
ESCADA TIPO MARINHEIRO E VERTICAL
✓ Feitas em estruturas geralmente metálicas e usadas em locais que excedam 6 m de
desnível a ser vencido, devendo possuir gaiola de proteção.
✓ A extremidade superior dos montantes deve ultrapassar 1m à superfície que se deseja
atingir;
✓ Tem como características
básicas espaçamento entre
degraus no mínimo 25cm,
máximo 30cm. Largura dos
degraus de no mínimo 45cm e
máximo 55cm. A seção
transversal dos degraus deve
possuir um formato que facilite
a pegada da mão, devendo
apresentar uma resistência
aproximada de três vezes o
esforço solicitado.
ANDAIMES:
É uma plataforma construída para trabalhos em alturas elevadas por estrutura provisória
ou dispositivo de sustentação.
Em todas as áreas da DIPL, tanto internas como externas só é permitido utilizar andaimes
metálicos, tubulares compostos de braçadeiras ou do tipo rosetado (encaixe travado nas
rosetas) e devem apresentar os seguintes requisitos:
✓ Os andaimes devem possuir sinalização através de placa indicando sua condição:
“Liberado” ou “Não Liberado”; com registro dos responsáveis pela montagem, liberação
e carga máxima de trabalho. As placas deverão ser instaladas de modo a proporcionar a
visibilidade de ambos os lados contendo, no mínimo, as informações descritas no anexo
2.
✓ Os andaimes devem possuir indicação da carga máxima de trabalho;
✓ Os andaimes só podem ser liberados depois de verificar e garantir sua condição de
estabilidade;
✓ O isolamento da área sob o andaime é obrigatório; Apoiado fixo
ANDAIMES:
✓ É terminantemente proibido a utilização de tambores, caixas,
pedaços de tubos ou outros objetos como superfícies de
trabalho, bem como, andaimes de madeira e outros que não
sejam os aprovados pela área técnica responsável da Vale;
✓ O içamento de materiais deve ser feito por uso do conjunto
roldana, corda tipo polipropileno ou polietileno, sendo proibido
a de nylon e gancho padrão, devidamente projetados e
especificados, de forma a não comprometer a estabilidade do
Fachadeiro andaime. Pode-se também utilizar moitão para
suspensão de material, ferramentas ou partes do andaime. O
material a ser içado, deve estar abaixo do peso limite,
estabelecido para o conjunto de içamento, não devendo estar
distanciado a mais de 01 metro de sua base, de forma a não
submeter o andaime em nenhum instante à flexão. Qualquer
outra condição deve ser prevista na elaboração da ART -
Análise de Riscos da tarefa e PTE.
ANDAIMES:
✓ O acesso à superfície de trabalho em um andaime deve ser Em balanço feito por escada
fixa a estrutura do mesmo, pelo lado externo, para utilização
cinto de segurança tipo pára-quedista com duplo talabarte
atracado á linha de vida do andaime. Sendo proibido o uso
de travessas intermediárias e superiores da estrutura do
andaime como degraus;
✓ É terminantemente proibida a movimentação do andaime
com
pessoas sobre a superfície da plataforma de trabalho; Suspenso
✓ Quando o andaime for montado em locais de trânsito de veículos ou equipamentos
móveis, precauções especiais deverão ser tomadas, além do
isolamento da área, sendo necessário o estabelecimento prévio de regras de
prevenção na elaboração da ART - Análise de Riscos da tarefa e PTE;
✓ Para uso de máquinas, equipamentos, iluminação e demais instalações elétricas em
andaimes, somente o profissional eletricista treinado e habilitado, deve providenciar a sua
ANDAIMES:
execução, pois as fiações não poderão conter emendas bem como utilizar obrigatoriamente
sistema de DR’s para todos os equipamentos elétricos energizados e os focos de
iluminação noturna não deverão ofuscar e atrapalhar a visão dos usuários, devendo estar
previsto quando da elaboração da ART e PTE
✓ Em caso de trabalhos a quente (solda, corte com maçarico, uso de lixadeiras) os riscos
potenciais de propagação de fagulhas ou mesmo fogo devem ser previsto no procedimento
de inspeção de área, sendo contemplados na ART e
PTE.
✓ O acesso ou a passagem na área de trabalho isolada
são restritos às pessoas que estejam envolvidas com
a tarefa a ser executada. Caso exista alguma
necessidade excepcional, uma permissão deve ser
autorizada pelo profissional responsável pelo
trabalho, com o prévio treinamento sobre os perigos e
riscos inerentes ao trabalho em questão ou atendida pelo acompanhamento de pessoas
desta área de trabalho;
ANDAIMES:
✓ O acesso aos patamares dos andaimes deverá ser
realizado por escadas próprias. Toda escada deverá ser de
acesso interno às plataformas, em casos onde haja
impossibilidade poderão ser utilizadas escadas externas
desde que possuam itens de segurança obrigatórios como,
por exemplo, gaiola, trava quedas, dentre outros.
MONTAGEM DE ANDAIMES:
✓ Antes da montagem dos andaimes, devem ser identificados os
riscos potenciais, verificando a inexistência de proximidade de rede
elétrica, pontos aquecidos, linhas de alta pressão, etc, e o
responsável deve inspecionar os componentes do andaime a ser
utilizado, verificando:
Deformações: Avaliar os ângulos retos entre as hastes, bem como, os
possíveis amassamentos, dobramentos, curvaturas e empenos que
possam dificultar a montagem perfeita.
Oxidação: Avaliar visualmente possíveis focos de ferrugem em toda a
sua superfície das grades do andaime.
Encaixes: Avaliar a existência de rebarbas de soldas, amassamentos e
deformações que dificultem o encaixe das grades do andaime.
Sapatas: Avaliar as roscas e porcas de posicionamento, quanto à
existência de oxidação e trincas.
✓ Contra-pinos: Avaliar desgaste, roscas e oxidação.
MONTAGEM DE ANDAIMES:
✓ Pranchões: Verificar se são de boa qualidade, seca, sem nós,
rachaduras, possuir travas nas extremidades compatíveis com o
tamanho da grade do andaime, não deverão ser pintados para não
esconder nós ou rachaduras.
✓ Todo andaime deve ser montado por no mínimo duas pessoas
treinadas e habilitadas em montagem de andaimes;
✓ Todo andaime deve ser montado em solo ou base firme, devendo
ser previstos aspectos como nivelamento, prumo alinhamento e
esquadro. Iniciando a instalação com uma diagonal na base,
mantendo-o sempre em prumo, tanto na sua montagem como na
sua utilização.
✓ No máximo a cada 03 metros de altura, deve ser colocada uma
diagonal na posição ortogonal a anterior; Para nivelamento do
andaime é obrigatório o uso de sapata ajustável;
✓ É proibida a montagem de andaime sem sapata,
MONTAGEM DE ANDAIMES:
✓ É obrigatória a utilização de sapatas quando o
piso for montado em pisos metálicos vazados.
Neste caso, quando não for possível descarregar
a carga do andaime diretamente sobre as vigas
de apoio do mezanino, deverá ser consultado
obrigatoriamente o setor de engenharia ou
manutenção responsável.
✓ É proibido o uso de andaimes sem os contra-
pinos como elo de ligação (fixação) entre os
módulos;
✓ A área de trabalho deve ser dotada de guarda
corpo, cujos travessões superiores estejam
postados a 1,20 m de altura e os intermediários
a 0,70m e rodapés de 0,20m para que seja
garantida a proteção dos empregados na área
MONTAGEM DE ANDAIMES:
superior de trabalho, e empregados que por ventura estejam
próximos à área de isolamento, na área inferior;
ACESSÓRIO DE IÇAMENTO (PAU DE CARGA)
Em caso de uso do pau de carga nos andaimes este deverá
obedecer às seguintes regras:
MONTAGEM DE ANDAIMES:
✓ A roldana-guia do cabo de suspensão deve rodar livremente e o seu
sulco deve ser mantido em bom estado de limpeza e
conservação; bem comodeve ser
dimensionado adequadamente para o
diâmetro do cabo;
✓ O andaime deve ser projetado levando em
consideração o peso da cargaque
será movimentada no pau de carga;
✓ Os dispositivos de suspensão
devem ser inspecionados antes do início
dos serviços, por pessoa qualificada.
A plataforma suspensa (andaime suspenso) pode
ser utilizada para trabalhos em fachadas (limpeza,
pintura, obras) desde que atendam os seguintes
requisitos:
MONTAGEM DE ANDAIMES:
✓ Guarda-corpo, rodapé e piso;
✓ Fixação em elemento estrutural da edificação; Dispositivo de
bloqueio mecânico automático, atendendo à máxima capacidade de
carga do equipamento;
✓ Placa de identificação com a carga máxima de trabalho permitida, em
local visível;
✓ Cabo de aço com carga de ruptura igual a, no mínimo,05 (cinco)
vezes a cargamáxima utilizado.
BALANCIM / CADEIRA SUSPENSA INDIVIDUAL
Estes equipamentos elevatórios são constituídos por plataformas de trabalho
numa estrutura elevatória geometricamente deformável. Permitem a realização de
trabalhos em pontos elevados, possibilitando a um ou mais trabalhadores atuar na
proximidade da frente de trabalho. As plataformas podem variar a sua altura, permitindo ao
trabalhador atuar em diferentes níveis com as ferramentas e materiais. Para todo e qualquer
tipo de trabalho em altura deve-se analisar antes da sua execução,
o uso da plataforma elevatória.
✓ A chave de partida de plataformas elevatórias não deve ficar
na botoeira ou dispositivo de partida da máquina, mas sob
responsabilidade do operador.
BALANCIM / CADEIRA SUSPENSA INDIVIDUAL
✓ A plataforma elevatória (tesoura standard, tesoura todo-terreno (TD), telescópica,
mastro vertical, articulada, unipessoal e revocável) deve possuir os seguintes
requisitos:
✓ Indicação da capacidade de cargae alcance
máximo visível à distância;
✓ Cones refletivos para sinalização horizontal da
localização da máquina;
✓ Sistema de controle de descida de
emergência;
✓ Aviso sonoro e visual de translação;
✓ Dispositivo antibasculante e limitador de carga;
BALANCIM / CADEIRA SUSPENSA INDIVIDUAL
✓ Fixações para cinto de segurança na plataforma;
✓ Sistema de travamento/frenagem das rodas quando em operação;
Sistema de estabilização automática a ser utilizado precedentemente à
subida da plataforma;
✓ Plataforma operacional com piso em material antiderrapante.
✓ Obrigatório a existência agente extintor PQS ou ABC com capacidade máxima de 6kg.
TIPOS DE UTILIZAÇÃO
As plataformas elevatórias podem ter os seguintes tipos de utilização:
BALANCIM / CADEIRA SUSPENSA INDIVIDUAL
✓ Utilização Fixa: em que o bastidor móvel só poderá se deslocar com a estrutura extensível
fechada, em posição de transporte. Dentro desta categoria estão por exemplo as
Plataformas elevatórias cuja elevação se faça
sobre um eixo vertical, de braço telescópico ou
tipo tesoura, com bastidor acionado por
empurrão ou arraste.
TIPOS DE UTILIZAÇÃO
As plataformas elevatórias podem ter os seguintes
tipos de utilização:
✓ Utilização Contínua: onde o deslocamento do
operador pode efetuar-se com o cesto em
posição elevada e ocupado pelo pessoal
previsto para o efeito. O controle do conjunto é garantido por um comando instalado no
cesto.
BALANCIM / CADEIRA SUSPENSA INDIVIDUAL
✓ Os diferentes equipamentos devem ser utilizados de acordo com as instruções do seu
fabricante. Os operadores nunca deverão utilizar determinado equipamento para outro tipo
de utilização. (ex: o equipamento de utilização fixa ser utilizado como de utilização
contínua);
BALANCIM / CADEIRA SUSPENSA INDIVIDUAL
✓ Antes da movimentação, consultar o diagrama de cargas específico do equipamento tendo
em conta o ponto mais desfavorável da movimentação;
✓ A capacidadede cargapermitida depende da
força exercida, braço de carga e da altura (distância) de
trabalho;
✓ Testar os órgãos mecânicos antesdo início
dos trabalhos;
✓ Conservar o aviso sonoro de marcha-ré;
✓ Garantir a qualificação do operador;
✓ Não transportar pessoas fora do local apropriado;
BALANCIM / CADEIRA SUSPENSA INDIVIDUAL
✓ Verificar regularmente a pressão dos pneus de acordo com as instruções do fabricante; O
BALANCIM / CADEIRA SUSPENSA INDIVIDUAL
operador deverá utilizar os acessos às plataformas previstos pelo fabricante; Operação de
uma plataforma elevatória deverá ser efetuada por 2 pessoas:
✓ Uma que manobre e trabalhe no cesto da plataforma (Operador);
✓ Outro, no solo, que tem a seu cargo as manobras de intervenção auxiliar (ex. sinalização
gestual das operações), o comando em caso de acidente ou avaria, o impedimento da
circulação de máquinas ou peões em redor da plataf
BALANCIM / CADEIRA SUSPENSA INDIVIDUAL
É o equipamento cuja estrutura e dimensão permite utilização por apenas uma
pessoa e o material necessário para realizar o serviço.
Para utilização do balancim ou cadeira suspensa deve- se utilizar uma linha de
vida paralela ao cabo de sustentação do balancim. Devem ter:
✓É obrigatória a realização da ART e a obtenção da PTE na realização de
trabalhos com cadeiras suspensas. O trabalho deve ser realizado com
acompanhamento técnico para verificar se a ART e PTE estão sendo seguidas,
conforme a definição do escopo estabelecido;
✓ Dispositivo de descida e subida, com dupla trava de segurança;
✓ Possuir placa de identificação com a carga máxima de trabalho permitida, nome
e CNPJ da empresa em local visível;
✓ Dimensionado por profissional habilitado, com memorial de cálculo;
✓ O trabalhador deve utilizar cinto de segurança tipo pára-quedista, ligado ao trava-quedas em cabo-guia independente;
BALANCIM / CADEIRA SUSPENSA INDIVIDUAL
✓ Os cabos de aço devem ser protegidos das quinas vivas, saliências e superfícies
que provoquem atrito;
✓ Os cabos de aço das cadeiras suspensas devem ser protegidos contra quinas vivas;
Sistema de fixação do trabalhador por meio de cinto;
✓ Ligação frontal (peito);
✓ Ponto de ancoragem do cabo de sustentação da cadeira independente do ponto de
ancoragem do cabo do trava-quedas e resistência a, no mínimo, 1.500 kg;
✓ Dispositivo de descida e subida, com dupla trava de segurança;
✓ Requisitos mínimos de conforto previstos na NR 17
–
Ergonomia;
✓ È obrigatória a realização da inspeção prévia, por pessoa treinada, habilitada, dos dispositivos de acionamento da
cadeira suspensa, cabos-guia, funcionamento da catraca, pontos de ancoragem, roldanas e do trava-
quedas;
TRABALHOS EM TELHADOS – PASSARELA PRA TELHADO
As passarelas para trabalhos em telhados atender aos seguintes requisitos: Fabricada em
duralumínio antiderrapante;
Possuir dispositivo de interligação/travamento os elementos pranchões;
✓ Possuir pontos de ancoragens e Linha de acompanhando a extensão da passarela para uso cinto de segurança
durante a permanência sobre a mesma.
✓ Trabalhos em telhados com ângulos de ate 50º usar passarela com degraus;
TRABALHOS EM TELHADOS – PASSARELA PRA
TELHADO
proibido se deslocar sobre o telhado de materiais frágeis (telhas de cimento, amianto e/ou barro, telhas plásticas, fibra
de vidro, forro de ripas, estuques, etc.). Devem-se instalar pranchas móveis no sentido transversal das longarinas de
sustentação para facilitar a movimentação;
✓ Dependendo da inclinação do telhado, essas pranchas devem ser presas à estrutura do telhado;
✓ Não é permitido o posicionamento ou armazenamento de carga excedente no telhado de uma edificação;
✓ Todas as necessidades adicionais devem ser previstas na elaboração da ART, com o objetivo de identificar a forma
correta para a realização do trabalho;
✓ Não jogar materiais de cima para baixo, descê – los por meio de dispositivo seguro e capaz(roldana com mão-de-força);
✓ Não se trabalha em telhados sobre condições de intempéries (chuva,
vento forte, relâmpagos, etc);
PERIGOS ASSOCIADOS AO TRABALHO EM ALTURA
NÍVEL DIFERENTE:
✓ Queda de escada;
✓ Queda de elhados;
✓ Queda de estruturas elevadas (andaimes, plataformas);
✓ Queda de equipamentos, ferramentas, partes de estruturas, etc...
MESMO NÍVEL:
✓ Piso escorregadio;
✓ Tropeços em saliências (objetos, equipamentos);
✓ Desnível de piso;
✓ Local desorganizado, sujo, etc...
ACIDENTES TÍPICOS EM TRABALHOS EM ALTURA
Todos os equipamentos e sistemas de proteção devem ser
inspecionados antes do início das atividades e substituídos em caso
de detecção de anormalidades como: deformação trinca, oxidação
acentuada; rachaduras, cortes, enfraquecimento das molas e
costuras rompidas.
Deve ser emitida permissão de trabalho no local de serviço após
análise prévia dos riscos pelo responsável da execução dos
trabalhos e liberada por pessoa credenciada, treinada na norma,
que tenha cargo de liderança e que esteja formalmente autorizado pela Gerência de sua Área
para liberar trabalhos em altura definindo os equipamentos e sistemas de proteção de queda.
ANALISE DE RISCO E CONDIÇÕES IMPEDITIVAS
Por que não conseguimos evitar os incidentes?
Temos na empresa pessoas que diferenciam os termos do que é:
✓ Trabalhar e Trabalhar com Segurança.
...a grade maioria porém ignora o termo
segurança.
Trabalhar com segurança é:
✓ Saber perceber os riscos;
Quando esperamos
um acidente?
✓ Alguém sabe quando um acidente vai ocorrer?
✓ Estamos preparados para atender o acidentado?
Quem vai se acidentar?
✓ A adoção de medidas de controle deve ser precedida da
aplicação de técnicas de análise de risco.
OS RISCOS ADICIONAIS
Dentre os riscos adicionais podemos elencar:
Riscos Mecânicos: são os perigos inerentes às
condições estruturais do local: falta de espaço,
iluminação deficiente, presença de
equipamentos que podem produzir lesão e dano.
Riscos Elétricos: são todos os perigos
relacionados com as instalações energizadas existentes
no local ou com a introdução máquinas e equipamentos
elétricos, que podem causar choque elétrico.
OS RISCOS ADICIONAIS
Dentre os riscos adicionais podemos elencar:
Corte e solda: Os trabalhos a quente, solda e/ou corte acrescentam os perigos
próprios desta atividade como radiações, emissão de partículas incandescentes, etc.
Líquidos, gases, vapores, fumos metálicos e fumaça: A
presença destes agentes químicos contaminantes gera
condições inseguras e facilitadoras para ocorrências de
acidentes e doenças ocupacionais.
OS RISCOS ADICIONAIS
Outros riscos:
Pessoal não autorizado próximo ao local de trabalho;
ANALISE DE RISCO
A necessidade de sistema de comunicação.
Esse item diz respeito à necessidade da existência de sistema de comunicação
em sentido amplo, não só entre os trabalhadores que estão executando as
tarefas em altura, como entre eles e os demais envolvidos direta ou
indiretamente na execução dos serviços, inclusive em situações de emergências.
MEDIDAS DE PREVENÇÃO E CONTROLE
✓ Inspeção no local;
✓ Planejamento;
✓ Checar dispositivos de segurança;
✓ Preparar sistema de proteção;
✓ Amarrar ferramentas;
✓ Pessoal qualificado;
✓ Barreiras de proteção;
✓ Proteger pontas e arestas cortantes;
✓ Comunicar supervisores e Segurança do trabalho;
✓ Providenciar dispositivo para içar carga independente (fora da estrutura do
andaime ou plataforma);
✓ Verificar cargas máximas permitidas; Garantir isolamento adequado.
Análise de Risco de Tarefa e Permissões de Trabalho.
MEDIDAS DE PREVENÇÃO E CONTROLE
PRIORIDADES NO CONTROLE DE RISCOS
✓ Eliminar o risco;
✓ Neutralizar/isolar o risco, através do uso de Equipamento de Proteção Coletiva;
Proteger o trabalhador através do uso de Equipamento de Proteção
Individual.
SISTEMAS, EQUIPAMENTOS E PROCEDIMENTOS DE PROTEÇÃO COLETIVO
CONSERVAÇÃO E LIMITAÇÃO DE USO
CINTO DE SEGURANÇA TIPO PARAQUEDISTA:
Dispositivo de segurança de uso individual dotado de correias que são instaladas no tronco,
cintura e coxas. Principais características:
✓ Confeccionado em material sintético, com costuras em material sintético e cores contrastantes ao
material básico para facilitar a inspeção. Em caso de atividades envolvendo altas
temperaturas e soldagens, o cinto deve ser confeccionado em fibra para-aramida,
sendo neste caso facultativa a confecção com costuras em cores contrastantes;
✓ Possuir argolas no dorso para trabalhos em geral, ponto para uso em linha
de vida em escada marinheiro;
✓ Argolas laterais com proteção lombar para trabalhos de posição (eletric ista),
ponto de ancoragem no ombro para trabalhos em espaço confinado e resgate;
Carga estática mínima de ruptura do cinto de segurança ou travessão de
2.268 kg;
✓ O cinto deve ser totalmente ajustável para peso e altura diferentes.
✓ Em caso de queda e atuação do cinto o mesmo deve ser retirado da frente
de serviço, etiquetado e sucateado.
CONSERVAÇÃO E LIMITAÇÃO DE USO
CONSERVAÇÃO E LIMITAÇÃO DE USO
Talabarte Duplo:
Equipamento de segurança utilizado para proteção contra risco de queda no posicionamento
nos trabalhos em altura, sendo utilizado em conjunto com cinturão de segurança tipo
paraquedista.
Principais características:
✓ Capacidade mínima para suportar carga de 2.268 kg;
✓ Comprimento máximo de 1,60m;
✓ Possuir absorvedor de energia;
✓ Deve ser fixado acima do nível do ombro;
✓ Mosquetão com abertura mínima de 53mm;
✓ É proibido ancoragem em eletroduto, tubos ou outro local que não foi projetado para tal;
✓ Para atividades em altas temperaturas o material do cinto deve ser em fibra para-aramida.
CONSERVAÇÃO E LIMITAÇÃO DE USO
Fornecimento do cinto de segurança:
O cinto de segurança é de uso individual, e deverá ser controlado através da ficha de EPI’s do
empregado com anotação do Certificado de Aprovação;
Para executantes de serviço a quente (corte, solda, altas temperaturas ou outra fonte de calor)
o cinto fornecido deverá ser fabricado em fibra de pára-aramida.
CONSERVAÇÃO E LIMITAÇÃO DE USO
No caso do cinturão de segurança, por exemplo, é preciso verificar se existem:
Perfuração ou corte nas
CONSERVAÇÃO E LIMITAÇÃO DE USO
No caso do trava queda, por exemplo, é preciso verificar se existem:
Checar se as duas travas estão ativadas antes do uso.
Checar se há rompimento de pontos das costuras.
Checar se há nós, perfurações ou cortes nas cordas.
Checar se há perfurações ou cortes nas fitas
Checar mosquetões: travas e molas, identificando se há fissuras ou deformações.
CONSERVAÇÃO E LIMITAÇÃO DE USO
No caso do trava-queda retrátil, por exemplo, é preciso verificar se existem:
CONSERVAÇÃO E LIMITAÇÃO DE USO
TRAVA-QUEDA:
É um dispositivo destinado a garantir a locomoção segura do trabalhador, tanto na vertical ou
na horizontal, dependendo do tipo, estando conectado ao corpo do mesmo.
Trava – queda retrátil Principais características:
✓ Força de frenagem inferior a 6 kN;
✓ Mosquetão giratório 360º para que o cabo não possa torcer;
✓ Possuir mola de proteção antitravamento; Indicador de fim de vida
útil.
✓ Deverá ser instalado no mínimo, a uma distância de 70cm acima da
cabeça do trabalhador e ter seu ponto de ancoragem com capacidade de
carga superior a 1.500kg;
✓ Os trava-quedas móveis devem possuir dupla trava de segurança e
travamento simultâneo em dois pontos da linha de vida.
CONSERVAÇÃO E LIMITAÇÃO DE USO
TRAVA-QUEDA RETRÁTIL:
É um dispositivo destinado a garantir a locomoção segura do trabalhador, sentido horizontal,
havendo sistema de travamento e retorno de cabo, no momento de uma queda.
Para um trabalho seguro com este equipamento devemos sempre:
✓ Realizar a inspeção visual do sistema de trava-quedas;
✓ Checar as boas condições de conservação e funcionamento do trava-quedas;
✓ Verificar as condições do cabo de aço;
✓ Realizar o teste de funcionamento;
✓ O gancho deve ter a propriedade giratória, para evitar torção do cabo do trava-quedas.
✓ Somente poderá ser utilizado trava-quedas de cabo de aço, de outro material está proibido
(ex: fita).
✓ Deverá possuir um indicador de stress do sistema, indicando que o equipamento sofreu
queda anteriormente.
✓ Jamais esquecer de ancorar o sistema a uma altura acima da cabeça do executante.
CONSERVAÇÃO E LIMITAÇÃO DE USO TRAVA-
QUEDA RETRÁTIL:
CONSERVAÇÃO E LIMITAÇÃO DE USO
TRAVA-QUEDA DE PRESSÃO:
Dispositivo destinado a garantir a locomoção vertical do trabalhador que está conectado ao
cabo de segurança.
Principais características:
✓ Os trava-quedas não devem ter rebites
frouxos, peças gastas, tortas ou aparência duvidosa;
✓ Verificar as condições do cabo de aço;
✓ Realizar o teste de funcionamento;
✓ Verificar as condições dos mosquetões.
RESGATE
EQUIPAMENTOS DE EMERGÊNCIA E RESGATE:
RESGATE
MOSQUETÕES:
O mosquetão, é um anel metálico que possui um segmento móvel, chamado gatilho, que
se abre para permitir a passagem da corda. É um equipamento típico de uso em
esportes que utilizam cabos (cordas) como item de segurança, como escalada,
espeleologia e canyoning.
Existem diversos tipos e formatos, cada qual com uma função especifica.
RESGATE
MOSQUETÕES (Tipos):
FORMATOS
PÊRA
DELTA
Em “D”
MEIA LUA OVAL
RESGATE
DESCENSORES
Peça Oito: Tradicional ou com orelhas, funcionamento fácil e ágil. Torce a corda e não
possui sistema de travamento automático. Custo baixo.
RESGATE
DESCENSORES
Grigri: Trava automaticamente, exige certa prática. Não opera com cordas de
diâmetro altos.
RESGATE
DESCENSORES
Stop: Também possui trava automática e não opera com cordas de diâmetro alto.
RESGATE
DESCENSORES
Tuba, Plaqueta Kisa, Gigi, Brake bar, ATC, Robot e Free Open.
RESGATE
ASCENSORES E BLOCANTES
Ascensores: servem para ascender em uma corda, usando um para a cadeirinha e
outro para o pé.
RESGATE
ASCENSORES E BLOCANTES
Blocantes: Travam a corda em um sentido e liberam no outro. Funcionam esmagando
a corda e alguns possuem pequenas garras.
CONCLUSÃO
NR 35 – TRABALHO EM ALTURA
A NR-35 não exclui a aplicabilidade de
outras normas regulamentadoras. Os
requisitos normativos devem ser
compreendidos de forma sistemática,
quando houver outros riscos como, por
exemplo, o risco de contato elétrico,
áreas classificadas e espaços
confinados, as Normas
Regulamentadoras nº 10, 20 e 33,
respectivamente, deverão ser
cumpridas respectivamente.
SUMARIO
1. O que são primeiros socorros;
2. Plano de ação;
[Link] iniciais;
[Link]álise Primária;
[Link] Respiratória;
6. Parada Cardiorrespiratória;
7. Hemorragias;
[Link] e amputações;
[Link];
[Link];
[Link];
[Link]ão;
[Link];
14. Intoxicações e envenenamentos;
15. Picadas e ataques de animais peçonhentos;
16. Transporte de vítimas.
São uma série de
procedimentos simples
aplicados rapidamente, em
uma vítima com o objetivo
de MANTER A PESSOA
VIVA, ou evitar o
agravamento de lesões,
até a chegada do
atendimento médico
especializado.
Os minutos logo após o
acidente/colapso são
decisivos para a
sobrevivência e podem
evitar seqüelas na vítima.
▸ Umas das chaves de sucesso no socorro, é ter
certeza que sua “ajuda” não irá piorar o
problema!
▸ Procedimentos:
Avaliação do local do acidente
NÃO entre em PÂNICO
Transmita calma e confiança
para o acidentado: sua
situação pode se agravar se
ficar com medo ou ansioso.
Ser rápido e não precipitado
Usar criatividade para
improvisação
Analise se há perigos no local:
Você NÃO é um SUPER-HERÓI
Sua segurança em primeiro
lugar: não queremos outro
acidentado
Afaste os curiosos
Afaste a vítima do local
perigoso
A – Abrir as vias aéreas
B – Respiração Artificial ( boca a
boca)
C – Compressões torácicas externas
(circulação artificial)
PARADA RESPIRATÓRIA
Faça a Analise Primária Objetiva. Caso exista pulso e
a vítima não respira, ela apresenta um quadro de parada
respiratória.
É a parada dos movimentos
respiratórios e cardíacos
Quando o coração pára de
funcionar, a circulação
sanguínea é interrompida.
O sangue leva oxigênio para
todo o corpo
Sem oxigênio, os órgãos
morrem
Após 4min sem receber
sangue, o cérebro já
começa a morrer.
▸ Freqüência respiratória por minuto
HOMEM 15 A 20 RESPIRAÇÕES
MULHER 18 A 20 RESPIRAÇÕES
CRIANÇA 20 A 25 RESPIRAÇÕES
LATENTE 30 A 40 RESPIRAÇÕES
▸ Freqüência cardíaca em batimentos por minuto
▸
HOMEM 60 A 70 BATIMENTOS
MULHER 65 A 80 BATIMENTOS
CRIANÇA 120 A 125 BATIMENTOS
LATENTE 125 A 130 BATIMENTOS
Aplique esse ciclo até a chegada de atendimento
especializado ou até a vítima começar a se mover
Obs: Se estiver sozinho, aplicar somente
compressões, 100/min
▸ Em crianças de até 1 ano:
▸ A compressão deve ser feita com o polegar ou dois
dedos.
▸ Em crianças de 1 até 8 anos:
▸ A compressão deve ser feita com uma das mãos.
▸ Os demais procedimentos devem ser os mesmos
Observação:
Quando usar o DEA
(Desfibrilação Automática
Externa)
Aplicar 1 choque (200
joules), seguindo de RCP
imediata, iniciando por
compressões torácicas
Não usar DEA em
crianças abaixo de 1 ano
Em crianças recomenda-
se usar o DEA após 5 ciclos
de RCP
A verificação de ritmo
cardíaco deve ser realizada
a cada 2 min (após 5 ciclos
de RCP)
A hemorragia não controlada pode levar à anemia
( diminuição da quantidade de glóbulos vermelhos) e à
morte por redução da oxigenação de órgãos vitais
(choque)
NÃO TOQUE NO SANGUE DA VÍTIMA: você pode pegar
alguma doença. Use luvas , evite se ferir e não leve as
mãos à boca ou olhos.
CLASSIFICAÇÃO DAS HEMORRAGIAS
1 - Tipo de Vaso Sangüíneo - tipo de hemorragias
Arterial: sangramento em jato. Geralmente coloração
vermelho-vivo - sangramento grave que pode levar a morte
em poucos minutos.
Venosa: sangramento contínuo, geralmente de coloração
escura - raramente fatal.
Capilar: sangramento contínuo discreto - pequena
importância.
O que fazer:
1. Deite a vítima
imediatamente
2. Coloque sobre a ferida
gaze ou pano limpo e
pressione
Não trocar o curativo: se
preciso, colocar novas
ataduras por cima
3. Mantenha o membro
ferido em posição mais
alta que o coração.
Não elevar em caso de
fratura ou dor
4. Se ainda continuar
sangrando, comprima a
artéria mais próxima da
região.
▸ Pontos arteriais de compressão
Como a hemorragia não O que fazer:
é visível, deve-se ficar CHAME ATENDIMENTO
atento aos sinais MÉDICO- SAMU 192
externos: Mantenha a cabeça da
• Pulso fraco e rápido vítima mais baixa que
• Pele fria e pálida o corpo, menos nos
• Sede e muito suor casos de suspeita de
fratura de crânio e
• Tontura, confusão coluna ou lesão
mental e cerebral
inconsciência
Coloque bolsa de gelo
• Calafrios ou compressa fria no
• "Abdômen em tábua" local do trauma
(duro) NÃO deixe-o tomar
líquido
Faça o torniquete logo
acima da ferida
1. Passe uma faixa de tecido
ao redor do membro ferido
duas vezes. Dê meio nó.
2. Coloque um pequeno
pedaço de madeira (vareta,
caneta ou qualquer objeto
semelhante) no meio do nó.
Faça um nó no pano sobre a
vareta.
Aperte o torniquete
girando a vareta.
Afrouxar o torniquete
girando a vareta no
sentido contrário, a cada
15 minutos.
Só usar torniquete em último caso de hemorragias externas graves, que
não parem com os métodos anteriores. A utilização por tempo muito
demorado pode levar à morte da extremidade.
▸ Sinais e sintomas
◦ Sangramento nasal visível.
▸ Primeiros socorros
◦ Colocar a vítima sentada, com a cabeça
ligeiramente voltada para trás, e apertar-lhe a(s)
narina (s) durante cinco minutos;
◦ Caso a hemorragia não ceda, comprimir
externamente o lado da narina que está sangrando
e colocar um pano ou toalha fria sobre o nariz. Se
possível, usar um saco com gelo;
◦ Encaminhar para atendimento hospitalar.
NÃ. O tente retirar corpos estranhos (farpas, Só aplique medicamentos
sobre o ferimento com
pedaços de vidro...), a não ser que eles saiam
indicação médica
com a água
O que fazer:
Controle a hemorragia
Cuidados com a parte do
corpo amputada:
Limpe com soro fisiológico,
sem imergir no líquido
Envolva com gaze
Coloque em dois sacos
plásticos
Coloque o saco plástico em
recipiente de isopor com gelo
ou água gelada
Transporte a vítima
rapidamente para o hospital e
leve o recipiente com o
membro amputado.
NÃO coloque o membro amputado em contato direto com o
gelo
▸ São rupturas total ou parcial da
estrutura óssea, é caracterizada
por uma dor intensa no local,
inchaço, falta de força, perda
total ou parcial dos
movimentos, e encurtamento ou
deformação do membro
lesionado.
Qualquer movimento provoca
dores intensas e deve ser
evitado.
▸ Tipos:
◦ Completa/Cominuta -
(quando há quebra do osso)
◦ Incompleta/Oblíqua -
(quando ocorre uma fissura)
◦ Aberta/Exposta - (provoca
ferida na pele)
◦ Fechada/Esperilada - (não há
perfuração na pele)
O que fazer :
▸expor a zona da lesão (desapertar
ou se necessário cortar a roupa);
▸ verificar se existem ferimentos;
▸ tentar imobilizar as articulações
que se encontram antes e depois
da fratura usando talas
apropriadas, ou na sua falta,
improvisadas;
▸se a pessoa estiver consciente e
com dor, mantê-la em jejum pela
possibilidade de cirurgia;
▸em caso de fratura exposta, cobrir O que NÃO fazer :
o ferimento com gaze ou pano ▸tentarencaixar as extremidades do
limpo. osso partido;
Nota: As talas devem ser sempre ▸provocar apertos ou compressões
previamente almofadadas e que dificultem a circulação;
bastante sólidas. ▸colocar sal no ferimento;
▸procurar, numa fratura exposta
colocar para dentro as partes dos
ossos que estejam visíveis.
◦ Entorse é a separação momentânea das
superfícies ósseas articulares, provocando o
estiramento ou rompimento dos ligamentos;
◦ Distensão é o rompimento ou estiramento
anormal de um músculo ou tendão;
◦ Luxação é a perda de contato permanente
entre duas extremidades ósseas numa
articulação.
▸
▸ Sinais e sintomas
◦ Dor local intensa;
◦ Dificuldade em movimentar a região afetada;
◦ Hematoma;
◦ Deformidade da articulação;
◦ Inchaço.
▸ Primeiros socorros
◦ Manipular o mínimo possível o local afetado;
◦ Não colocar o osso no lugar;
◦ Proteger ferimentos com panos limpos e
controlar sangramentos nas lesões expostas;
◦ Imobilizar a área afetada antes de remover a
vítima;
◦ Se possível, aplicar bolsa de gelo no local
afetado;
◦ Encaminhar para atendimento hospitalar.
▸ Classificação segundo profundidade:
1º grau
O que fazer:
ANTES DE TUDO:
identifique, afaste/
controle a causa da
queimadura
Verifique o estado de
consciência
NÃO remova as roupas
que estiverem
grudadas na pele
A área queimada tende
a inchar: retire anéis e
braceletes que possam
dificultar a passagem
do sangue
▸ 2º grau
▸ 3º grau
1. Lave com água corrente
1. Lave com água 2. Cubra com papel
corrente alumínio: protege
2. Cubra com gaze ou melhor contra perda de
pano limpo calor e microrganismos
3. NÃO estoure as 3. Procure ajuda médica
bolhas imediatamente
4. Procure ajuda
Não passe loção, óleo, pomada, clara de ovos, creme
médica dental, margarina ou qualquer outro produto, pois
só complicam o tratamento correto
▸ A morte causada por
eletricidade ocorre
quando a corrente
elétrica passa
diretamente pelo
corpo.
▸ O corpo humano se
comporta como um
condutor elétrico
(possibilita a
passagem de
corrente elétrica).
Importante:
▸O acidente com eletricidade
oferece perigo também ao
socorrista.
Lesões causadas por acidentes
com eletricidade:
• Paralisação da respiração e do
coração por contração dos
músculos – asfixia.
• Queimaduras de 1º,2º e 3º grau
com locais de limites bem
definidos ou de grandes
extensões.
Antes de tocar na vítima, o
socorrista deve desligar a corrente
elétrica, caso não seja possível,
separar a vítima do contato
utilizando qualquer material que
seja mal condutor de eletricidade
como:
▸um pedaço de madeira
▸um cinto de couro
▸borracha grossa
▸luvas
▸ou outros isolantes
▸ Se a vítima apresentar parada
respiratória e parada
cardíaca, aplique a técnica da
reanimação cardiopulmonar.
▸ Após avaliar o nível de
consciência e pulsação,
verificar se há queimaduras
na vítima
▸ Se a vítima tiver sede, molhe
seus lábios e língua com
compressas úmidas
▸ Após isso, encaminhar a
vítima para a assistência
qualificada
▸ Ocorre devido à exposição prolongada dos
raios solares sobre o indivíduo.
▸ Sinais e sintomas
◦ Temperatura do corpo elevada;
◦ Pele quente, avermelhada e seca;
◦ Diferentes níveis de consciência;
◦ Falta de ar;
◦ Desidratação;
◦ Dor de cabeça, náuseas e tontura.
▸ Primeiros socorros
◦ Remover a vítima para lugar fresco e arejado;
◦ Baixar a temperatura do corpo de modo
progressivo, envolvendo-a com toalhas
umedecidas;
◦ Oferecer líquidos em pequenas quantidades e de
forma freqüente;
◦ Mantê-la deitada;
◦ Avaliar nível de consciência, pulso e respiração;
◦ Providenciar transporte adequado;
◦ Encaminhar para atendimento hospitalar.
▸ Ocorre devido à ação do calor em lugares
fechados e não arejados (fundições, padarias,
caldeiras etc.) intenso trabalho muscular.
▸ Sinais e sintomas
◦ Temperatura do corpo elevada;
◦ Pele quente, avermelhada e seca;
◦ Diferentes níveis de consciência;
◦ Falta de ar;
◦ Desidratação;
◦ Dor de cabeça, náuseas e tontura;
◦ Insuficiência respiratória.
▸ Primeiros socorros
◦ Remover a vítima para lugar fresco e arejado;
◦ Baixar a temperatura do corpo de modo
progressivo, aplicando compressas de pano
umedecido com água;
◦ Mantê-la deitada com o tronco ligeiramente
elevado;
◦ Avaliar nível de consciência, pulso e
respiração;
◦ Encaminhar para atendimento hospitalar.
▸ Primeiros socorros
◦ Lavar os olhos com água em abundância
durante vários minutos;
◦ Vedar o(s) olho(s) atingido(s) com pano limpo;
◦ Encaminhar para atendimento hospitalar.
Principais causas:
Cansaço excessivo
Fome e diminuição do açúcar no
sangue
Nervosismo, susto e outras
emoções fortes
Contusões
Mudança súbita de posição (de
deitado para em pé)
O que fazer:
Deitar a vítima de costas, em
local ventilado, e afrouxar suas Se a vítima desmaiar
roupas novamente ou por
Elevar as pernas em nível superior
à cabeça mais de 2 minutos,
Em caso de vômito, virar a cabeça agasalhá-la e
de lado para evitar sufocação providenciar
assistência médica
▸ Perda súbita da consciência acompanhada de
contrações musculares bruscas e involuntárias,
conhecida popularmente como “ataque”. Causas
▸ variadas: epilepsia, febre alta, traumatismo
craniano, etc.
▸ Sinais e sintomas
◦ Inconsciência;
◦ Queda abrupta da vitima;
◦ Salivação abundante e vômito;
◦ Contração brusca e involuntária dos músculos;
◦ Enrijecimento da mandíbula, travando os dentes;
◦ Relaxamento dos esfíncteres (urina e/ou fezes soltas);
◦ Esquecimento.
▸ Primeiros socorros
◦ Colocar a vítima em local arejado, calmo e
seguro;
◦ Proteger a cabeça e o corpo de modo que os
movimentos involuntários não causem lesões;
◦ Afastar objetos existentes ao redor da vitima;
◦ Lateralizar a cabeça em caso de vômitos;
◦ Afrouxar as roupas e deixar a vítima debater-se
livremente;
◦ Encaminhar para atendimento hospitalar.
ASFIXIA
Consiste na obstrução mecânica das vias aéreas.
Sinais e Sintomas:
• Incapacidade de falar
• Respiração difícil e barulhenta
• Gestos de sufocação
O que fazer:
Vítima consciente
❖ Encoraje-a para tossir vigorosamente.
Se a vítima continua asfixiada, faça a Monobra de
Heimlich – coloque ambos
os braços em torno do abdome, logo acima do
umbigo. Segure seu punho com a
outra mão e dê quatro apertões rápidos e
vigorosos (para dentro e paracima).
➢ Vítima inconsciente
• Ligar para o número local de emergências médicas (SAMU = 192)
• Avaliar respiração, se a vítima não estiver respirando, aplicar 02
respirações
(01 segundo por respiração), e verificar se o peito está se expandindo.
• iniciar reanimação cárdio-respiratória (se está havendo expansão do
peito),
fazendo 05 ciclos de 30 compressões torácicas e duas respirações (02
minutos) a um ritmo de 100 compressões por minuto, avaliando a
respiração a
cada 05 ciclos.
• Realizar uma segunda respiração, se não estiver havendo elevação do
tórax,
inclinando a cabeça para trás com elevação do queixo.
• Se não houver elevação do tórax após a segunda respiração, aplicar 05
ciclos
de 30 compressões torácicas, e procurar um objeto na boca, removendo-o
se o encontrar, e aplicar 02 respirações.
ATENÇÃO: esta manobra pode ser aplicada em crianças acima de 01 ano
e adultos.
▸ O envenenamento ou intoxicação resulta da
penetração de substância tóxica/nociva no
organismo através da pele, aspiração e ingestão.
▸ Sinais e sintomas
◦ Dor e sensação de queimação nas vias de penetração e
sistemas correspondentes;
◦ Hálito com odor estranho;
◦ Sonolência, confusão mental, alucinações e delírios,
estado de coma;
◦ Lesões cutâneas;
◦ Náuseas e vômitos;
◦ Alterações da respiração e do pulso.
▸ Primeiros socorros
▸ Pele
◦ Retirar a roupa impregnada;
◦ Lavar a região atingida com água em abundância;
◦ Substâncias sólidas devem ser retiradas antes de lavar
com água;
◦ Agasalhar a vítima;
◦ Encaminhar para atendimento hospitalar.
▸ Aspiração
◦ Proporcionar a ventilação;
◦ Abrir as vias áreas respiratórias;
◦ Encaminhar para atendimento hospitalar.
▸ Primeiros socorros
▸ Ingestão
◦ Identificar o tipo de veneno ingerido;
◦ Provocar vômito somente quando a vítima
apresentar-se consciente, oferecendo água;
◦ Não provocar vômitos nos casos de
inconsciência, ingestão de soda cáustica, ácidos
ou produtos derivados de petróleo;
◦ Encaminhar para atendimento hospitalar.
▸ Animais peçonhentos são aqueles que
introduzem no organismo humano
substâncias tóxicas. Por exemplo, cobras
venenosas, aranhas e escorpiões.
▸ Se possível deve-se capturar ou identificar
o animal que picou a vítima, mas sem
perda de tempo com esse procedimento.
Na dúvida, tratar como se o animal fosse
peçonhento.
▸ Sinais e sintomas
◦ Marcas da picada;
◦ Dor, inchaço;
◦ Manchas roxas, hemorragia;
◦ Febre, náuseas;
◦ Sudorese, urina escura;
◦ Calafrios, perturbações visuais;
◦ Eritema, dor de cabeça;
◦ Distúrbios visuais;
◦ Queda das pálpebras;
◦ Convulsões;
◦ Dificuldade respiratória.
▸ Primeiros socorros – Cobras
◦ Evite que ela se movimente para não favorecer a
absorção de veneno;
◦ Se a picada for na perna ou braço, mantenha-os em
posição mais baixa que o coração;
◦ Lavar a picada com água e sabão;
◦ Colocar gelo ou água fria sobre o local;
◦ Remover anéis, relógios, prevenindo assim
complicações decorrentes do inchaço;
◦ Encaminhar a vítima imediatamente ao serviço de
saúde mais próximo, para que possa receber o soro
em tempo;
◦ Não fazer garroteamento ou torniquete;
◦ Não cortar ou perfurar o local da picada.
▸ Medidas preventivas
◦ Usar botas de cano longo e perneiras;
◦ Proteger as mãos com luvas de raspa ou
vaqueta;
◦ Combater os ratos;
◦ Preservar os predadores;
◦ Conservar o meio ambiente.
▸ Sinais e sintomas - Escorpiões/Aranhas
◦ Dor;
◦ Eritema;
◦ Inchaço;
◦ Febre;
◦ Dor de cabeça.
▸ Primeiros socorros
◦ Os mesmos utilizados nas picadas de cobras;
◦ Encaminhar a vítima imediatamente ao serviço de
saúde mais próximo, para avaliar a necessidade de
soro específico.
▸ Há pessoas alérgicas que sofrem reações
graves ou generalizadas, devido a picadas
de insetos (abelhas e formigas).
▸ Sinais e sintomas
◦ Eritema local que pode se estender pelo corpo
todo;
◦ Prurido;
◦ Dificuldade respiratória (Edema de glote).
▸ Primeiros socorros
◦ Retirar os ferrões introduzidos pelo inseto sem
espremer;
◦ Aplicar gelo ou lavar o local da picada com água
corrente;
◦ Encaminhar a vítima imediatamente ao serviço
de saúde mais próximo, para avaliar a
necessidade de soro específico.
▸ O transporte de acidentados deve ser feito por
equipe especializada em resgate (Corpo de
Bombeiros, Anjos do Asfalto, outros).
▸ O transporte realizado de forma imprópria
poderá agravar as lesões, provocando
seqüelas irreversíveis ao acidentado.
▸ A vítima somente deverá ser transportada com
técnicas e meios próprios, nos casos onde não
é possível contar com equipes especializadas
em resgate.
▸ Uma pessoa - De Apoio
▸ Passe o seu braço em torno da cintura da
vítima e o braço da vítima ao redor de seu
pescoço.
▸ Uma pessoa - Nas costas
▸ Dê as costas para a vítima, passe os braços
dela ao redor de seu pescoço, incline-a para
frente e levante-a.
▸ Uma pessoa - Cadeirinha
▸ Faça a cadeirinha conforme abaixo. Passe os
braços da vítima ao redor do seu pescoço e
levante a vítima.
▸ Duas pessoas - Segurando pelas
extremidades
▸ Uma segura a vítima pelas axilas, enquanto a
outra, segura pelas pernas abertas. Ambas
devem erguer a vítima simultaneamente.
▸ Três pessoas
▸ Uma segura a cabeça e costas, a outra, a
cintura e a parte superior das coxas. A
terceira segura a parte inferior das coxas e
pernas. Os movimentos das três pessoas
devem ser simultâneos, para impedir
deslocamentos da cabeça, coluna, coxas e
pernas.
▸ Quatro pessoas
▸ Semelhante ao de três pessoas. A quarta
pessoa imobiliza a cabeça da vítima
impedindo qualquer tipo de deslocamento.