1
INSTITUTO FLORENCE DE ENSINO SUPERIOR
CURSO DE ENFERMAGEM
FERNANDA PACHECO GALVÃO
CLIMATÉRIO UMA VISÃO COMPREENSIVA DA ENFERMAGEM: revisão bibliográfica
São Luís
2013
2
FERNANDA PACHECO GALVÃO
CLIMATÉRIO UMA VISÃO COMPREENSIVA DA ENFERMAGEM: revisão bibliográfica
Artigo apresentado à coordenação do curso de
Enfermagem como pré-requisito para obtenção de título
de Bacharel em Enfermagem do Instituto Florence de
Ensino Superior.
Orientador (a): Profª. Esp. Maria Davina dos Santos.
São Luís
2013
3
Galvão, Fernanda Pacheco
Clematério uma visão compreensiva da enfermagem: revisão
bibliográfica/ Fernanda Pacheco Galvão – São Luís, 2013.
17f.;il.
Orientadora: Maria Davina
Artigo (Graduação em Enfermagem)– Instituto Florence de Ensino
Superior, 2013.
1. ????. 2. ????. 3. ????. 4. ????? II. Título.
CDU: ??????
4
FERNANDA PACHECO GALVÃO
CLIMATÉRIO UMA VISÃO COMPREENSIVA DA ENFERMAGEM: revisão bibliográfica
Artigo apresentado à Coordenação do Curso de
Enfermagem como pré-requisitos para obtenção do título
de Bacharel em Enfermagem do Instituto Florence de
Ensino Superior.
Aprovado em: / /
BANCA EXAMINADORA
____________________________________
Profª. Esp. Maria Davina dos Santos (Orientadora)
Especialista em Saúde e Educação
Professora do Instituto Florence de Ensino Superior
____________________________________
1º Examinador
____________________________________
2º Examinador
5
Climatério uma visão compreensiva da enfermagem: revisão bibliográfica
Climacteric a comprehensive view of nursing: literature review
Fernanda Pacheco Galvõ(1) e Maria Davina dos Santos (2)
Instituto Florence de Ensino Superior (3)
1
Pesquisador responsável (aluno). Concludente do Curso em Enfermagem pelo Instituto
Florence de Ensino Superior, ano 2013. nandapacheco20@[Link]
2
Pesquisadora responsável (orientadora). Professora do curso de graduação em
Enfermagem do Instituto Florence de Ensino Superior. santosdavina@[Link].
3
Instituto Florence de Ensino Superior.
6
Resumo – Este estudo tem como objetivo analisar o climatério a partir da compreensão
da equipe de enfermagem para garantir uma boa qualidade de vida a mulher. Trata-se de
um descritivo, realizado a partir de uma revisão de literatura, com abordagem qualitativa.
A coleta de dados se deu no período de agosto a setembro de 2013, tendo com base de
pesquisa os sites Literatura Latino Americana e do Caribe em Ciências da Saúde
(LILACS) e Scientific Eletronic Library Online (SCIELO) e Literatura Internacional em
Ciências da Saúde (MEDLINE), através dos descritores: mulher, climatério, menopausa e
enfermagem. Os resultados encontrados na literatura consultada demonstram que as
ações de enfermagem no climatério compreendem na capacidade de orientá-la de forma
conveniente sobre os fatos básicos do próprio climatério e da terapia de reposição
hormonal (TRH), visando sua adoção e adesão ao tratamento, assim como apoio da
família. Pode-se dizer também que há necessidade de abordar o assunto, visto que ele é
pouco divulgado, devendo-se utilizar estratégias de educação em saúde, afim de que
essas mulheres possam conhecer sobre o climatério, e assim possam superar todas as
implicações desta fase da vida da mulher.
Palavras-chave: Assistência Integral à Mulher; Climatério; Menopausa.
Abstract – This study aims to analyze the climacteric from the understanding of the
nursing team to ensure a good quality of life for women. This is a descriptive study
conducted from a literature review, a qualitative approach. Data collection took place in the
period August-September 2013, and the research based Latin American and Caribbean
Literature on Health Sciences sites (LILACS) and Scientific Electronic Library Online
(SciELO) and International Literature on Health Sciences (MEDLINE), through descriptors:
women, perimenopause, menopause and nursing. The results found in the literature
reviewed shows that nursing actions during menopause include the ability to direct it
conveniently on the basic facts of menopause itself and of hormone replacement therapy
(HRT), to its adoption and adherence to treatment, as well as family support. It can also be
said that there is need to address the issue, since he is little known, and one should use
strategies of health education, so that these women may know about menopause, and so
they can overcome all the implications of this phase woman's life.
Keywords: Integral Assistance to Women; Menopause; Menopause.
7
Climatério uma visão compreensiva da enfermagem: revisão bibliográfica
Climacteric a comprehensive view of nursing: literature review
1 INTRODUÇÃO
O climatério é definido como a fase biológica da vida e não um processo
patológico, que corresponde na transição entre o período reprodutivo da mulher para o
não reprodutivo, sendo a menopausa um marco dessa fase, correspondendo ao último
ciclo menstrual que a mulher tem em sua vida, esta fase pode durar 12 meses de sua
ocorrência, podendo acontecer em torno dos 48 aos 50 anos de idade1.
No entanto Lorenzi e Saciloto2. O climatério é caracterizado pelo estado
fisiológico do hipoestrogenismo progressivo, tendo como marco a interrupção definitiva
dos ciclos menstruais. Tal período se inicia por volta dos 40 anos, estendendo-se até os
65 anos, sendo frequentemente acompanhado por sintomas característicos e por
dificuldades nos aspectos emocional e social.
Martins, Nahas, Nahas-Neto, Uemura, Buttros e Traiman 3, dizem que durante
esse período, a maioria das mulheres referem sintomas vasomotores, psicológicos e
urogenitais nos anos que seguem à menopausa. Cerca de 60 a 80% das mulheres refere
algum tipo de sintomatologia durante o climatério, a sua maioria atribuída ao estado de
hipoestrogenismo4. Podendo nesta fase surgir algumas queixas na mulher como:
ressecamento vaginal, dispareunia e urgência miccional, estas últimas decorrentes de
atrofia urogenital, com importante repercussão na esfera sexual e na qualidade de vida
feminina5.
O hipoestrogenismo no climatério está diretamente relacionado com alguns
sintomas, tais como: ondas de calor, sudorese noturna, secura vaginal, enfraquecimento
da musculatura do assoalho pélvico, dispareunia, insônia, alterações de humor e
depressão. Estudos evidenciam ainda que, neste período, as mulheres são mais
propensas a relatarem também ansiedade e depressão, devido à redução da secreção de
endorfinas cerebrais decorrentes das diminuições hormonais6.
Durante o climatério, o hipoestrogenismo torna o epitélio do trato genital mais
delgado e frágil. Na vulva, ocorre decréscimo na secreção das glândulas sudoríparas,
sebáceas e atrofia das glândulas de Bartholin, o que propicia a secura e o estreitamento
da vagina, com redução de sua rugosidade e elasticidade 7. A menor capacidade de
8
lubrificação frente à estimulação sexual pode causar a dispareunia, caracterizada por dor
na relação sexual, fato que prejudicará o funcionamento sexual da mulher6.
Aparecem, então, sintomas muitas vezes tão desagradáveis que comprometem
a qualidade de vida. Muitas mulheres nada sentem, mas nelas a falha ovariana também
existe e poderá causar distúrbios mais tardiamente7. Pode-se relacionar a mudança de
humor que a mulher sofre durante o climatério às alterações neurológicas, sem deixar de
ressaltar as questões psicológicas. Portanto, as mudanças que ocorrem com a mulher na
fase do climatério são gerais, envolvendo corpo inteiro9.
A diminuição de estrogênios circulantes na perimenopausa ocasiona sintomas
desconfortáveis que afetam o bem-estar da mulher10.
A qualidade de vida na mulher climatérica deve, portanto, ser ponto
fundamental na avaliação sintomática durante a anamnese. Os problemas psíquicos,
pessoais e os distúrbios sócio-familiares frequentemente se sobrepõem nesta fase de
vida e, aliados à deficiência estrogênica, podem levar a uma piora da qualidade de vida,
de tal forma a precipitar quadros depressivos angustiantes com grau inaceitável de
insatisfação com a própria vida (9,11).
O impacto dos sintomas do climatério sobre a qualidade de vida da mulher
parece estar relacionado à prevalência de disfunção sexual na meia-idade 12. Nos Estados
Unidos, um estudo epidemiológico demonstrou que, no climatério, ocorre aumento
significativo das disfunções sexuais, principalmente, do desejo sexual hipoativo, da
disfunção de orgasmo e da dispareunia, e que 43% das mulheres americanas nesta fase
da vida têm algum tipo de disfunção sexual13.
Confirmando esses achados, um estudo prévio com mulheres brasileiras
constatou que cerca de 60% delas referiram diminuição da atividade sexual após a
menopausa 14.
O decréscimo gradativo nos níveis hormonais, associado ao processo de
envelhecimento feminino, favorece ao desinteresse e à diminuição da frequência de
atividade sexual, porém fatores não hormonais, relacionados com o estado emocional,
com a qualidade de relacionamento e com o ambiente, também estão envolvidos na
diminuição da libido e da função sexual de mulheres nesta fase da vida15.
O hipoestrogenismo promove ainda a redução do colágeno cutâneo e
alterações na distribuição de gordura, causando mudanças na configuração corporal, o
que, por sua vez, afetaria a autoimagem feminina, favorecendo a uma menor autoestima
e,16. Estudos evidenciam sobre a redução do hipoestrogenismo no climatério, este
9
processo leva a quadros de ansiedade e depressão, devido à redução da secreção de
endorfinas cerebrais decorrentes das diminuições hormonais17.
A partir da problemática advinda pelo hipoestrogenismo na mulher, a
enfermagem tem nesta perspectiva ação de mediadores do conhecimento sobre as
orientações e também sobre o papel de educadora na relação com as diferenças
existentes dentro do organismo feminino desta fase delicada da mulher. Além de contribui
para amenizar o sofrimento causado pelas alterações do organismo.
Com base nas alterações no organismo da mulher pelo climatério a
enfermagem tem um leque de possibilidades de dar suporte e orientações voltadas para a
qualidade de vida das mulheres no período de climatério, o que justifica a realização
deste estudo, que tem como objetivo analisar o climatério a partir da compreensão da
equipe de enfermagem para garantir uma boa qualidade de vida a mulher.
2 MATERIAL E MÉTODOS
Trata-se de um descritivo, realizado a partir de uma revisão de literatura, com
abordagem qualitativa. A coleta de dados se deu no período de agosto a setembro de
2013, tendo com base de pesquisa a busca sistematizada de forma a se desenvolver um
levantamento bibliográfico de documentos como revistas, sites, manuais técnicos do
Ministério da Saúde (MS) e em bancos de dados nacionais como: Literatura Latino
Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS) e Scientific Eletronic Library
Online (SCIELO) e Literatura Internacional em Ciências da Saúde (MEDLINE), através
dos descritores: mulher, climatério, menopausa e sexualidade.
O critério de inclusão para a escolha dos artigos foi à abordagem do tema a ser
desenvolvido que se apresentavam em português e inglês, no período de 2005 a 2013.
Foram excluídos artigos incompletos, que não faziam referência ao tema abordado,
publicações que não estivessem sido publicadas dentro dos anos estabelecidos para a
pesquisa.
A pesquisa bibliográfica foi realizada no período de agosto a setembro de 2013,
onde foram coletados 40 artigos. Em outubro do mesmo ano foi realizada a seleção
desses artigos, constituindo a amostra 9 trabalhos.
10
3 RESULTADOS E DISCUSSÃO
Quando analisamos o climatério a partir de uma visão compreensiva da
enfermagem, podemos dizer que o presente estudo apresentou dados suficientes para
que pudéssemos analisar a importância das ações de enfermagem no climatério, dentre
os achados encontramos os sintomas relativos à perda e redução dos hormônios
femininos, esta perda se retrata a partir das ondas de calor frequentes, suores noturnos,
sensibilidade vaginal, dispareunia, distúrbios urinários; pele seca, concentração reduzida,
perda da memória, incapacidade para tomar decisões; ansiedade, alterações do humor,
irritabilidade, cansaço e depressão. Tais sintomas desagradáveis podem começar antes
da menopausa, e podem continuar durante vários anos após a mesma 17. Nesta fase, as
mulheres também passam por transformações físicas e biológicas, como: os órgãos
pélvicos sofrem mudanças atróficas, há um estreitamento e ressecamento no canal
vaginal, os ossos perdem cálcio, a pele deixa de produzir quantidades adequadas de
colágenos, adquirindo um aspecto ressecado, enrugado, não são mais produzidas
quantidades suficientes de lípase pelo fígado, a musculatura arterial passa a não
responder bem às mudanças de pressão e tecido, entre outras18.
Porém Rodrigues, Pagliuca e Silva19 no climatério a sexualidade da mulher
deixa de ter característica reprodutiva e assume um caráter importante na manifestação
da emoção, que por vezes fica comprometida neste período crítico. Isto ocorre porque os
ovários, órgãos reprodutores femininos, tornam-se incapazes de produzir os hormônios
sexuais - estrógeno e progesterona, causando esgotamento dos folículos ovarianos e o
fim do período menstrual.
Hoover e Wallach20, relataram em estudos sobre a transição da mulher do
climatério a menopausa, onde eles afirmam que nesta fase ocorrerá de forma mais
tranquila quando a mulher é submetida a orientações e ações para o cuidado de si.
Destaca-se, ainda, a importância da necessidade de conscientização das mulheres para
manter-esse firme e em paz, consciente é bem aplicado quando os profissionais da
equipe de enfermagem se colocam em posição central para auxiliar a mulher no tocante
as orientações sobre a redução do peso adequado e promover estilo de vida saudável por
meio da prática de atividade física.
11
No tocante a assistência da equipe de enfermagem, na visão de Dias e Lima;
(21,22)
Brasil é pautada na capacidade de orientá-la de forma conveniente sobre os fatos
básicos do próprio climatério e da terapia de reposição hormonal (TRH), visando sua
adoção e adesão ao tratamento.
Nesse sentido Gonçalves e Merigui23, enfatiza-se a importância da presença da
enfermagem, assumindo o papel de educadora e orientadora. É preciso que o enfermeiro
explique as mudanças que as mulheres necessitam conhecer para que possam as
enfrentar e solucionar com mais tranquilidade.
(24,25)
Porém, os autores Rocha e Almeida; Berni, Luz e Kohlraush abordam em
estudos que o cuidado de enfermagem foi caracterizado como estímulo favorável à
quebra de preconceitos, mitos e tabus que preconcebidos pela cultura relacionada ao
climatério e à mudança da mulher, sendo estes produtores de resposta adaptativa ao
submetê-la a um suporte informativo da enfermeira.
No entanto Santos, Eserian, Rachid, Cacciatore, Bourget, Rojas et al.26
abordam que é muito relevante que a família também seja orientada pelo enfermeiro
quanto aos problemas que o climatério trás a mulher, e assim eles possam entender as
mudanças que acontecem no organismo feminino e, com isso, possam contribuir para que
o climatério seja uma das épocas mais importantes da vida da mulher, na qual ela atinja
sua plenitude pessoal.
Portanto, Orshan27, afirma em seus estudos que a atitude preventiva dos
profissionais de saúde diante dos problemas relacionados ao climatério deve ser pautado
na promoção de esclarecimento, o autoconhecimento e auxilia a mulher para enfrentar as
mudanças que ocorrerão em seu organismo na fase do climatério. O profissional
proporciona orientações às mulheres em relação aos hábitos saudáveis, que as auxiliam
na adaptação positiva a nova fase do ciclo vital.
Já Pereira28, em seus estudos sobre o climatério, abordam que a enfermagem
exibe um papel importante e contributivo na identificação dos sinais e sintomas da fase do
climatério e da menopausa. Além de ser coautor da participação do enfermeiro na
orientação para a mulher sobre o climatério e sua família, os autores afirmam ainda que o
apoio familiar e um bom nível de conhecimento sobre as modificações bio e psicológicas
fazem com que as mulheres enfrentem esse período com mais tranquilidade.
No entanto, Brasil29, salientam em seus estudos sobre a importância do
conhecimento sobre climatério e menopausa pelo enfermeiro, haja visto, que este
profissional tem conhecimento suficiente para orientar de maneira sistematizada e
12
individualizada as mulheres e sua família no tocante ao uso de medicamentos para repor
as perdas.
26
De acordo com Silva, Oliveira, Silva, Polaro, Randünz, Santos et al relata em
seus estudos sobre a ação do profissional da enfermagem na condição de agente
transformador, sendo este o principal ocupante da educação para a saúde, poderá ser um
elemento de grande valia no momento em que se tenta construir, junto com as mulheres
climatéricas, um futuro com mais qualidade e poder de decisão sobre o período em que
se encontra, mediante escolhas com conhecimentos obtidos não somente no seu meio
social, mas principalmente instrumentalizados com outras fontes de saber, atualmente ao
alcance somente daqueles que circulam no meio científico.
13
4 CONSIDERAÇÕES FINAIS
A partir do objetivo pautado neste estudo, podemos dizer que ao analisar o
climatério a partir de uma visão compreensiva da enfermagem, temos várias
possibilidades de atuação decorrente dos achados na literatura sobre as ações que o
profissional de enfermagem tem para auxiliar a mulher nesta fase cheia de implicações,
dentre elas temos à perda e redução dos hormônios femininos, ondas de calor frequentes,
suores noturnos, sensibilidade vaginal, dispareunia, distúrbios urinários, pele seca,
concentração reduzida, perda da memória, incapacidade para tomar decisões, ansiedade,
alterações do humor, irritabilidade, cansaço e depressão.
Portanto, pôde-se considerar que há necessidade uma grande necessidade de
abordarmos este assunto posteriormente, visto que ele é pouco divulgado, devendo-se
utilizar estratégias de educação em saúde, afim de que essas mulheres possam conhecer
sobre o climatério, e assim possam superar todas as implicações desta fase da vida da
mulher.
14
5 AGRADECIMENTOS
Agradeço a Deus em primeiro lugar, por está sempre comigo nesta vida
acadêmica.
A minha mãe e minhas as irmã, por permitir a minha existência aqui hoje, a
meus irmãos.
Aos colegas, pelas horas de estudo e incentivos, no inicio e ao final da nossa
jornada acadêmica.
Aos professores, pela paciência e permitirem que eu pudesse colocar em
prática os conhecimentos adquiridos ao longo do curso.
A minha orientadora Maria Daniva, pela paciência e orientações que
contribuíram para meu crescimento.
Obrigada a todos, por muitos momentos difíceis e fáceis em conjunto.
15
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