0% acharam este documento útil (0 voto)
258 visualizações110 páginas

Regulamento de Uniformes CBMDF 2023

Enviado por

ERICK Sabino
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
258 visualizações110 páginas

Regulamento de Uniformes CBMDF 2023

Enviado por

ERICK Sabino
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

Anexo ao Decreto nº de de de 2023.

Brasília – DF
2023
CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO DISTRITO FEDERAL

Comandante-Geral do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal


Cel. QOBM/Comb. MÔNICA DE MESQUITA MIRANDA

4
SUMÁRIO

1. PRIMEIRO UNIFORME .................................................................................................................. 7


1.1. Uniforme 1º A.......................................................................................................................... 7
1.2. Uniforme 1º B .......................................................................................................................... 9
1.3. Uniforme 1º C........................................................................................................................ 12
1.4. Uniforme 1º D – General Aristarcho Pessoa........................................................................ 15
1.5. Uniforme 1º E – General Lírio ............................................................................................... 17
1.6. Uniforme 1º F ........................................................................................................................ 19
2. SEGUNDO UNIFORME ................................................................................................................ 21
2.1. Uniforme 2º A........................................................................................................................ 21
2.2. Uniforme 2º B........................................................................................................................ 24
2.3. Uniforme 2º C........................................................................................................................ 25
2.4. Uniforme 2º D........................................................................................................................ 27
3. TERCEIRO UNIFORME .............................................................................................................. 28
3.1. Uniforme 3º A – Prontidão ................................................................................................... 28
3.1.1. Uniforme 3º A – Prontidão na Versão Gandoleta ................................................................ 31
3.1.2. Uniforme 3º A – Prontidão na Versão Jaleco ....................................................................... 33
3.2. Uniforme 3º B........................................................................................................................ 34
3.3. Uniforme 3º C........................................................................................................................ 36
4. QUARTO UNIFORME .................................................................................................................. 38
4.1. Uniforme 4º A........................................................................................................................ 38
4.2. Uniforme 4º B........................................................................................................................ 41
4.3. Uniforme 4º C........................................................................................................................ 43
5. CARACTERÍSTICAS DOS UNIFORMES E PEÇAS COMPLEMENTARES ................................. 45
5.1. Camiseta vermelha .............................................................................................................. 45
5.2. Camiseta vermelha dos Grupamentos Especializados ..................................................... 46
5.3. Blusa manga longa laranja – Gandola ................................................................................ 50
5.4. Blusa manga longa laranja – Versão Gandoleta (combat shirt) ........................................... 51
5.5. Cadarço de identificação ..................................................................................................... 52
5.6. Cadarço de lotação .............................................................................................................. 53
5.7. Brasão bordado ................................................................................................................... 53
5.8. Bandeira do Distrito Federal ................................................................................................. 54
5.9. Emblema e Símbolo do CBMDF............................................................................................ 54
5.10. Cinto vermelho e Fivela ..................................................................................................... 55
5.11. Coturno.............................................................................................................................. 56
5.12. Brasão do CBMDF para coberturas .................................................................................. 57
5.13. Gorro com pala .................................................................................................................. 57
5.14. Gorro com pala vermelho.................................................................................................. 58

5
5.15. Uniforme 4º B - Agasalho .................................................................................................. 59
5.16. Camiseta do Uniforme 4º C ............................................................................................... 61
5.17. Short vermelho de tactel ................................................................................................... 62
5.18. Bermuda de malha preta ................................................................................................... 62
5.19. Maiô ................................................................................................................................... 63
5.20. Sunga ................................................................................................................................ 63
5.21. Sandálias ........................................................................................................................... 63
5.22. Bolsa feminina ................................................................................................................... 64
5.23. Quepe ................................................................................................................................ 64
5.24. Gorro sem pala (bibico) ..................................................................................................... 66
5.25. Gola do Uniforme 1º A ....................................................................................................... 67
5.26. Gola clerical (clérgima) ...................................................................................................... 67
5.27. Estola Sacerdotal .............................................................................................................. 68
5.28. Blusa de frio ...................................................................................................................... 68
5.29. Gravatas ............................................................................................................................ 68
5.30. Sapato masculino............................................................................................................. 69
5.31. Sapato feminino ............................................................................................................... 70
5.32. Jaleco ................................................................................................................................ 71
5.33. Plaqueta de identificação .................................................................................................. 71
5.34. Insígnias ............................................................................................................................ 73
5.35. Armas dos Quadros e Qualificações Bombeiro Militar ................................................... 85
5.36. Brevês ............................................................................................................................... 87
5.37. Medalhas ........................................................................................................................... 89
5.38. Escudo da Organização Bombeiro Militar (OBM)........................................................... 94
5.39. Aplique de Comando e Chefia ......................................................................................... 95
5.40. Especificidades dos uniformes femininos ..................................................................... 97
5.41. Bandeira Nacional ............................................................................................................ 98
5.42. Alamares ........................................................................................................................... 98
5.43. Espada de Comandante-Geral.......................................................................................... 99
5.44. Espada de Coronel ......................................................................................................... 101
5.45. Espada ............................................................................................................................ 101
5.46. Espadim Marechal Souza Aguiar................................................................................... 102
5.47. Fiel ................................................................................................................................... 103
5.48. Talim Guia de Espada ..................................................................................................... 103
5.49. Luva de pelica ................................................................................................................. 103
5.50. Cinto N.A. ........................................................................................................................ 104
6. APRESENTAÇÃO PESSOAL E USO DE ADORNOS ............................................................... 105

6
PREÂMBULO

O presente dispositivo regula a definição e caracterização dos uniformes do Corpo de


Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF), insígnias, acessórios e peças
complementares, bem como a utilização de cada peça por parte de todos os Bombeiros e
Bombeiras Militares.

A caracterização e uso dos equipamentos de proteção individual não são objetos


disciplinados pelo presente regulamento e serão regulados por meio de portaria do
Comandante-Geral do CBMDF. A confecção desses equipamentos deverá seguir a
padronização de símbolos, emblemas, escritas e identificação previstos, exceto quando a
aquisição acarretar sobrepreço ao equipamento ou vestuário.

É terminantemente vedada a criação de peças semelhantes aos uniformes e não


previstas no presente regulamento, especialmente para uso em cursos ou estágios. A
identificação dos alunos em cursos e estágios deverá ser realizada por meio de braçais
específicos para este fim, os quais não se caracterizam como uniformes.

O Comandante-Geral disporá, por meio de portaria, acerca das especificações


técnicas dos uniformes e peças complementares previstos neste regulamento, conforme a
necessidade, com as características, composição e detalhamento das peças e materiais, os
quais deverão ser estritamente observados, tanto na confecção quanto na utilização.

6
CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO DISTRITO FEDERAL

1. PRIMEIRO UNIFORME

O Primeiro Uniforme engloba os uniformes de gala destinados ao uso


em solenidades e atividades sociais.

1.1. Uniforme 1º A
a) Aquisição: pelos bombeiros militares.

b) Posse: exclusiva do(a) Comandante-Geral.

c) Uso: solenidades oficiais, recepções de gala, reuniões ou


cerimônias em que seja exigido casaca, fraque ou smoking e longo
aos civis, ou em reunião social solene de caráter particular. É o
uniforme recomendado para eventos sociais que se realizam à noite.

d) Composição da versão masculina:

• quepe preto;

• túnica de gala preta fechada, com platinas pretas de galões


dourados;

• plaqueta dourada;

• camiseta meia manga malha branca;

• calça de gala preta;

• cinto de couro preto;

• meias sociais pretas;

• sapatos pretos de couro, com bico arredondado.

e) Composição da versão feminina:

• quepe feminino preto;

• túnica de gala preta fechada, com platinas pretas de


galões dourados;

• plaqueta dourada;

• camisa branca de manga comprida com colarinho duplo;

• gravata feminina preta;

• faixa preta acetinada;

• saia longa preta;


7
• meia calça de náilon na cor da pele;

• sapatos pretos de couro, sem detalhes.

f) Especificidade:

É permitido o uso do Uniforme 1º A sem o quepe, conforme o tipo de solenidade.

O cabelo feminino médio ou longo deverá estar preso por coque ou trança (desde que
embutida), sem ultrapassar a linha superior da gola e compatível com o uso do quepe.

Em solenidades em que for dispensado o uso do quepe, o cabelo feminino médio ou longo
poderá estar preso por coque especial, desde que este mantenha uma boa apresentação
individual e não ultrapasse a linha superior da gola.

8
1.2. Uniforme 1º B
a) Aquisição: pelos bombeiros militares.

b) Posse: obrigatória para todos os bombeiros e bombeiras militares.

c) Uso: solenidades oficiais, recepções de gala, reuniões ou


cerimônias em que seja exigido casaca, fraque ou smoking e longo
aos civis, ou em reunião social solene de caráter particular.

d) Composição da versão masculina:

• quepe cinza escuro;

• túnica cinza escuro, com platinas na mesma cor;

• plaqueta dourada;

• camisa branca de manga comprida com colarinho duplo;

• gravata vertical ou horizontal preta;

• calça cinza escuro;

• cinto de náilon vermelho, com fivela dourada e brasão do CBMDF;

• meias sociais pretas;

• sapatos pretos de couro, com bico arredondado.

e) Composição da versão feminina:

• quepe feminino cinza escuro;

• túnica feminina cinza escuro, com platinas da mesma cor;

• plaqueta dourada;

• camisa branca de manga comprida com colarinho duplo;

• gravata feminina preta;

• calça ou saia cinza escuro média ou longa;

• cinto de náilon vermelho, com fivela dourada e brasão do CBMDF;

• meia-calça de náilon na cor da pele;

• sapatos pretos de couro, sem detalhes.

f) Especificidades:

Em solenidades oficiais ou em reuniões sociais de caráter particular


em que seja exigido o traje passeio completo aos civis, o Uniforme 1º
B deverá ser usado com a gravata vertical preta na composição

9
masculina e, na composição feminina, com saia média cinza escuro
(tendo o cós logo acima do umbigo, altura na dobra posterior do joelho
e prega fêmea na proporção de um terço do comprimento da saia) ou
calça.

Em formaturas é obrigatório o uso da saia média cinza escuro.

O uso da calça feminina é opcional, não podendo ser utilizada quando


a solenidade tiver instrumento convocatório determinando uso da saia
média cinza escuro.

O cabelo feminino médio ou longo deverá estar preso por coque ou


trança (desde que embutida), não podendo ultrapassar a linha
superior da gola e compatível com o uso do quepe.

O Uniforme 1º B poderá ser usado sem o quepe, a critério do(a)


Comandante-Geral.

Em solenidades em que for dispensado o uso do quepe, o cabelo


feminino médio ou longo poderá estar preso por coque especial,
desde que este mantenha uma boa apresentação individual e não
ultrapasse a linha superior da gola.

Em solenidades oficiais, recepções de gala, reuniões ou cerimônias


em que seja exigido os trajes casaca, fraque ou smoking e longo aos
civis, o Uniforme 1º B deverá ser usado com a gravata horizontal preta
na composição masculina e, na composição feminina, com saia longa
cinza escuro.

É permitido o uso do Uniforme 1º B sem a túnica somente em


deslocamentos ( em viatura ou veículo particular) ou ainda no interior
da OBM quando não tratar-se de formatura ou solenidade.

É vedado o uso do uniforme 1º B sem a túnica em bailes ou cerimônias


de caráter ou representação militar.

Os Oficiais e as Praças deverão usar as armas de seus respectivos


Quadros ou Qualificações no Uniforme 1º B.

Os capelães deverão usar camisa branca de manga comprida com


gola clerical na composição do Uniforme 1º B.

10
g) Modelos de gravatas do uniforme masculino:

11
1.3. Uniforme 1º C
a) Aquisição: bombeiros militares.

b) Posse: obrigatória para Oficiais, Praças Especiais, Subtenentes e


Sargentos e facultativa para Cabos e Soldados.

c) Uso: solenidades oficiais, recepções de gala, reuniões ou


cerimônias em que seja exigido o passeio completo, casaca, fraque ou
smoking e longo aos civis, ou em reunião social solene de caráter
particular.

d) Composição da versão masculina:

• quepe cinza escuro;

• túnica branca, com platinas cinza escuro;

• plaqueta dourada;

• camisa branca de manga comprida com colarinho duplo;

• gravata vertical ou horizontal preta;

• calça cinza escuro;

• cinto de náilon vermelho, com fivela dourada e brasão do CBMDF;

• meias sociais pretas;

• sapatos pretos de couro, com bico arredondado.

e) Composição da versão feminina:

• quepe feminino cinza escuro;

• túnica feminina branca, com platinas cinza escuro;

• plaqueta dourada;

• camisa branca de manga comprida, com colarinho duplo;

• calça ou saia cinza escuro média ou longa;

• cinto de náilon vermelho, com fivela dourada e brasão do CBMDF;

• gravata feminina preta;

• meia calça de náilon na cor da pele;

• sapatos pretos de couro, sem detalhes.

f) Especificidades:

Em solenidades oficiais ou em reuniões sociais de caráter particular

12
em que seja exigido o traje passeio completo aos civis, o Uniforme 1º
C deverá ser usado com a gravata vertical preta na composição
masculina e, na composição feminina, com saia média cinza escuro
(tendo o cós logo acima do umbigo, altura na dobra posterior do joelho
e prega fêmea na proporção de um terço do comprimento da saia) ou
calça.

Em formaturas é obrigatório o uso da saia média cinza escuro.

O uso da calça feminina é opcional, não podendo ser utilizada quando


a solenidade tiver instrumento convocatório determinando uso da saia
média cinza escuro.

Em solenidades oficiais, recepções de gala, reuniões ou cerimônias


em que sejam exigidos os trajes casaca, fraque ou smoking e longo
aos civis, o Uniforme 1º C deverá ser usado com a gravata horizontal
preta na composição masculina e, na composição feminina, com saia
longa cinza escuro.

O cabelo feminino médio ou longo deverá estar preso por coque ou


trança (desde que embutida), não podendo ultrapassar a linha
superior da gola e compatível com o uso do quepe.

O Uniforme 1º C poderá ser usado sem o quepe, a critério do(a)


Comandante-Geral.

Em solenidades em que for dispensado o uso do quepe, o cabelo


feminino médio ou longo poderá estar preso por coque especial,
desde que este mantenha uma boa apresentação individual e não
ultrapasse a linha superior da gola.

É permitido o uso do Uniforme 1º C sem a túnica somente em


deslocamentos ( em viatura ou veículo particular) ou ainda no interior
da OBM quando não tratar-se de formatura ou solenidade.

É vedado o uso do uniforme 1º C sem a túnica em bailes ou cerimônias


de caráter ou representação militar.

Os Oficiais e as Praças deverão usar as armas de seus respectivos


Quadros ou Qualificações no Uniforme 1º C.

Os capelães deverão usar camisa branca de manga comprida com


gola clerical na composição do Uniforme 1º C.

13
g) Modelos de gravatas do uniforme masculino:

14
1.4. Uniforme 1º D – General Aristarcho Pessoa
a) Aquisição: pelo CBMDF.

b) Posse: Cadetes e Oficiais lotados na Academia de Bombeiro


Militar (ABMIL).

c) Uso: paradas militares, guardas de honra, desfiles cívicos e em


outras ocasiões especiais, a critério do Comandante da ABMIL.

d) Composição da versão masculina:

• quepe branco;

• túnica branca fechada, com platinas vermelhas;

• camiseta de malha branca meia manga;

• calça de gala preta, com dois frisos verticais pretos de cetim nas
laterais;

• cinto de náilon vermelho, com fivela dourada e brasão do CBMDF;

• cinto especial vermelho e dourado, com fivela dourada;

• guia vermelha;

• talim vermelho;

• luvas de pelica pretas;

• meias sociais pretas;

• sapatos pretos de couro, com bico arredondado.

e) Composição da versão feminina:

• quepe branco feminino;

• túnica feminina branca fechada, com platinas vermelhas;

• camiseta de malha branca meia manga;

• saia de gala preta, com dois frisos verticais pretos de cetim nas
laterais, cós logo acima do umbigo, altura na dobra posterior do
joelho e prega fêmea na proporção de um terço do comprimento da
saia;

• cinto de náilon vermelho, com fivela dourada e brasão do CBMDF;

• cinto especial vermelho e dourado, com fivela dourada;

15
• guia vermelha;

• talim vermelho;

• luvas de pelica pretas;

• meia-calça de náilon cor da pele;

• sapatos pretos de couro, sem detalhes.

f) Especificidades:

O cabelo feminino médio ou longo deverá estar preso por coque ou trança (desde que
embutida), não podendo ultrapassar a linha superior da gola e compatível com o uso do
quepe.

O Uniforme 1º D poderá ser usado sem o quepe, a critério do(a) Comandante-Geral.

Em solenidades em que for dispensado o uso do quepe, o cabelo feminino médio ou longo
poderá estar preso por coque especial, desde que este mantenha uma boa apresentação
individual e não ultrapasse a linha superior da gola.

É vedado o uso do Uniforme 1º D sem a túnica em bailes ou cerimônias de caráter ou


representação militar.

16
1.5. Uniforme 1º E – General Lírio
a) Aquisição: pelo CBMDF.

b) Posse: Cadetes e Oficiais lotados na Academia de Bombeiro


Militar (ABMIL).

c) Uso: paradas militares, guardas de honra, desfiles cívicos e em


outras ocasiões especiais, a critério do Comandante da ABMIL.

d) Composição da versão masculina:

• quepe azul ferrete;

• túnica azul ferrete fechada, com platinas vermelhas;

• camiseta de malha branca meia manga;

• calça de gala preta, com dois frisos verticais pretos de cetim nas
laterais;

• cinto de náilon vermelho, com fivela dourada e brasão do CBMDF;

• cinto vermelho e dourado, com fivela dourada;

• guia vermelha;

• talim vermelho para espadim;

• luvas de pelica pretas;

• meias sociais pretas;

• sapatos pretos de couro, com bico arredondado.

e) Composição da versão feminina:

• quepe feminino azul ferrete;

• túnica feminina azul ferrete fechada, com platinas vermelhas;

• camiseta de malha branca meia manga;

• saia de gala preta, com dois frisos verticais pretos de cetim nas
laterais, cós logo acima do umbigo, altura na dobra posterior do
joelho e prega fêmea na proporção de um terço do comprimento da
saia;

• cinto de náilon vermelho, com fivela dourada e brasão do CBMDF;

• cinto vermelho e dourado, com fivela dourada;

• guia vermelha;

17
• talim vermelho para espadim;

• luvas de pelica pretas;

• meia-calça de náilon cor da pele;

• sapatos pretos de couro, sem detalhes.

f) Especificidades:

O cabelo feminino médio ou longo deverá estar preso por coque ou trança (desde que
embutida), não podendo ultrapassar a linha superior da gola e compatível com o uso do
quepe.

O Uniforme 1º E poderá ser usado sem o quepe, a critério do(a) Comandante-Geral.

Em solenidades em que for dispensado o uso do quepe, o cabelo feminino médio ou longo
poderá estar preso por coque especial, desde que este mantenha uma boa apresentação
individual e não ultrapasse a linha superior da gola.

É vedado o uso do Uniforme 1º E sem a túnica em bailes ou cerimônias de caráter ou


representação militar.

18
1.6. Uniforme 1º F
a) Aquisição: pelo CBMDF.

b) Posse: exclusiva para Oficiais e Praças da Banda de Música.

c) Uso: paradas militares, guardas de honra, desfiles cívicos e outras


solenidades, a critério do(a) Comandante-Geral.

d) Composição da versão masculina azul:

• quepe vermelho;

• túnica fechada de parada branca;

• dragonas amarelas para Oficiais e vermelhas para Praças;

• camiseta de malha meia manga branca;

• calça vermelha de parada;

• cinto vermelho, com fivela dourada e brasão do CBMDF;

• cinto NA vermelho;

• meias sociais pretas;

• sapatos pretos de couro, com bico arredondado.

e) Composição da versão feminina:

• quepe feminino vermelho;

• túnica fechada feminina de parada branca;

• dragonas amarelas para Oficiais e vermelhas para Praças;

• camiseta de malha meia manga branca;

• calça feminina vermelha de parada;

• cinto vermelho, com fivela dourada e brasão do CBMDF;

• cinto NA vermelho;

• meia-calça ou meia 3/4 de náilon cor da pele;

• sapatos pretos de couro, sem detalhes.

O cabelo feminino médio ou longo deverá estar preso por coque ou


trança (desde que embutida), não podendo ultrapassar a linha
superior da gola e compatível com o uso do quepe.

O Uniforme 1º F poderá ser usado sem o quepe, a critério do(a)

19
Comandante-Geral.

Em solenidades em que for dispensado o uso do quepe, o cabelo feminino médio ou longo
poderá estar preso por coque especial, desde que este mantenha uma boa apresentação
individual e não ultrapasse a linha superior da gola.

É vedado o uso do Uniforme 1º F sem a túnica em bailes ou cerimônias de caráter ou


representação militar.

20
2. SEGUNDO UNIFORME

O Segundo Uniforme destina-se ao uso em solenidades,


representações e atividades administrativas.
2.1. Uniforme 2º A
a) Aquisição: pelos bombeiros militares.

b) Posse: obrigatória para todos os bombeiros e bombeiras militares do


CBMDF.

c) Uso: em trânsito, atividades administrativas, apresentações


individuais e coletivas, solenidades e atividades sociais em que seja
exigido, aos civis, os trajes passeio, esporte fino ou esporte.

d) Composição da versão masculina:

• gorro sem pala azul-escuro;

• camisa meia manga bege escuro;

• plaqueta vermelha;

• platinas rígidas azul-escuro para Oficiais e Subtenentes;

• camiseta meia manga de malha vermelha e gola careca;

• calça azul-escuro;

• cinto de náilon vermelho, com fivela dourada e brasão do CBMDF;

• meias sociais pretas;

• sapatos pretos de couro, com bico arredondado.

e) Composição da versão feminina:

• gorro sem pala azul-escuro;

• camisa meia manga bege escuro;

• plaqueta vermelha;

• platina rígidas azul-escuro para Oficiais e Subtenentes;

• camiseta meia manga de malha vermelha e gola careca;

21
• calça comprida ou saia média azul-escuro (tendo o cós logo acima
do umbigo, altura na dobra posterior do joelho e prega fêmea na
proporção de um terço do comprimento da saia);

• cinto de náilon vermelho, com fivela dourada e brasão do CBMDF;

• meia-calça ou meia 3/4 cor da pele;

• sapatos pretos de couro, sem detalhes.

f) Especificidades:

A meia 3/4 somente poderá ser utilizada em conjunto com a calça


feminina.

Mediante autorização do(a) Comandante-Geral, em paradas militares,


guardas de honra, desfiles cívicos e outros serviços, poderão ser
utilizados com o Uniforme 2º A, isoladamente ou em conjunto, os
seguintes acessórios:

• cachecol branco;

• coturno preto com bombacha e cadarços brancos ou pretos;

• suspensórios pretos ou vermelhos;

• cinto N.A vermelho ou cinto tático preto;

• luvas de pelica pretas;

• braçal do CBMDF;

• coldre preto ou vermelho.

O uso do gorro sem pala azul-escuro é obrigatório em deslocamentos a pé, sendo dispensável
apenas no interior das unidades e em locais cobertos.

O cabelo feminino médio ou longo deverá estar preso por coque, rabo de cavalo ou trança,
compatível com o uso da cobertura.

Em solenidades poderá ser determinado o uso de coque ou trança, conforme o caso, a fim
de garantir uma apresentação uniforme por parte do efetivo feminino.

A blusa de frio, de posse facultativa e de uso exclusivo com o Uniforme 2ª A, deverá ser
confeccionada na cor azul-escuro e conter plaqueta de identificação vermelha, bandeira do
Distrito Federal bordada na manga do braço direito, emblema do CBMDF bordado na manga
do braço esquerdo e as insígnias metálicas do uniforme, atentando para o seguinte:

• Os Oficiais, as Praças Especiais e os Subtenentes deverão usar as armas de seus


respectivos Quadros e Qualificações no Uniforme 2º A, em ambas as golas da camisa bege
meia manga;

22
• As demais Praças deverão usar as armas de suas respectivas Qualificações BM na gola
direta da camisa bege meia manga e, na gola esquerda, a divisa correspondente à graduação.

Os Capelães, na composição do Uniforme 2º A, deverão usar camiseta de malha vermelha


meia manga com gola clerical.

23
2.2. Uniforme 2º B
a) Aquisição: pelas bombeiras militares gestantes.

b) Posse: exclusiva e obrigatória para bombeiras militares em


período de gestação.

c) Uso: mesma destinação do Uniforme 2º A.

d) Composição da primeira versão do Uniforme 2º B:

• gorro sem pala azul-escuro;

• bata gestante meia manga bege escuro, com platinas ou divisas;

• plaqueta vermelha;

• camiseta de malha vermelha meia manga e gola careca;

• calça para gestante azul-escuro (com elástico no cós);

• meia-calça ou meias 3/4 finas de náilon na cor da pele;

• sapatos pretos de couro, sem detalhes.

e) Composição da segunda versão do Uniforme 2º B:

• gorro azul sem pala escuro;

• vestido de gestante azul-escuro, com platinas ou divisas;

• plaqueta vermelha;

• camiseta de malha vermelha meia manga e gola careca;

• camisa de gestante meia manga bege;

• meia-calça de náilon na cor da pele;

• sapatos pretos de couro, sem detalhes.

f) Especificidade:
É obrigatória a posse de apenas uma das versões do Uniforme 2º B,
sendo facultada à bombeira militar a escolha da versão a que mais se
adequar.
O uso do gorro sem pala azul-escuro é obrigatório em deslocamentos
a pé, sendo dispensável apenas no interior das unidades e em locais
cobertos.
O cabelo médio ou longo deverá estar preso por coque, coque
especial, rabo de cavalo ou trança.

24
2.3. Uniforme 2º C
a) Aquisição: pelos bombeiros e bombeiras militares.

b) Posse: obrigatória e exclusiva para os Oficiais da área de saúde.

c) Uso: solenidades, representações, instruções e atividades


administrativas.

d) Composição da versão masculina:

• gorro sem pala branco;

• camisa branca meia manga, com luvas amovíveis brancas;

• camiseta de malha meia manga branca;

• calça branca;

• cinto de náilon branco, com fivela dourada e brasão do CBMDF;

• meias sociais brancas;

• sapatos brancos de couro, com bico arredondado.

e) Composição da versão feminina:

• gorro sem pala branco;

• camisa feminina branca meia manga, com luvas amovíveis


brancas;

• camiseta de malha meia manga branca;

• calça feminina branca ou saia média branca (tendo o cós logo


acima do umbigo, altura na dobra posterior do joelho e prega fêmea
na proporção de um terço do comprimento da saia);

• cinto de náilon branco, com fivela dourada e brasão do CBMDF;

• meia-calça ou meia 3/4 de náilon na cor da pele;

• sapatos brancos de couro, sem detalhes.

f) Especificidades:

O Uniforme 2º C não deverá ser empregado nos serviços operacionais, devendo ser utilizado,
nesse caso, o Uniforme 3º A.

A meia 3/4 de náilon somente poderá ser utilizada em conjunto com a calça feminina.

Quando em atendimento na Policlínica, os Oficiais da área de saúde poderão utilizar o


jaleco branco com a camiseta de malha branca meia manga, exclusivamente para uso interno.

25
A blusa de frio, de posse facultativa e de uso exclusivo com o Uniforme 2º C, deverá ser
confeccionada na cor branca e conter cadarço de identificação, bandeira do Distrito Federal
bordada na manga do braço direito, emblema do CBMDF bordado na manga do braço
esquerdo e as insígnias metálicas correspondentes.

O uso do gorro sem pala branco é obrigatório em deslocamentos a pé, sendo dispensável
apenas no interior das unidades e em locais cobertos.

O cabelo feminino médio ou longo deverá estar preso por coque, rabo de cavalo ou trança.

É vedado o uso de brevês, barretas, tarjeta acrílica e distintivos de curso no Uniforme 2º C.

26
2.4. Uniforme 2º D
a) Aquisição: pelas bombeiras militares em período de gestação.

b) Posse: exclusiva e obrigatória para as bombeiras militares


gestantes dos quadros de saúde.

c) Uso: solenidades, representações, instruções e atividades


administrativas.

d) Composição da primeira versão do Uniforme 2º D:

• gorro sem pala branco;

• bata gestante meia manga branca com luvas amovíveis;

• plaqueta vermelha;

• camiseta meia manga de malha branca;

• calça para gestante branca (com elástico no cós);

• meia-calça ou meias 3/4 fina de náilon na cor da pele;

• sapatos brancos de couro, sem detalhes.

e) Composição da segunda versão do Uniforme 2º D:

• gorro sem pala branco;

• vestido gestante branco, com luvas amovíveis;

• plaqueta vermelha;

• camiseta meia manga de malha branca;

• meia-calça de náilon cor da pele;

• sapatos brancos de couro, sem detalhes.

f) Especificidade:

É obrigatória a posse de apenas uma das versões do Uniforme 2º D,


sendo facultada à bombeira militar a escolha da versão a que mais se
adequar.

O uso do gorro sem pala branco é obrigatório em deslocamentos a pé,


sendo dispensável apenas no interior das unidades e em locais
cobertos.

O cabelo médio ou longo deverá estar preso por coque, coque


especial rabo de cavalo ou trança.

27
3. TERCEIRO UNIFORME

O Terceiro Uniforme destina-se ao uso em solenidades,


representações, instruções, serviços operacionais, missões e
expediente, sendo obrigatório para todo(a) bombeiro(a) militar durante
o serviço para o qual está escalado(a), devendo estar em condições
adequadas e pronto emprego, garantindo eficiência e prontidão em
todas as circunstâncias afetas ao serviço.
3.1. Uniforme 3º A – Prontidão
a) Aquisição: pelos bombeiros militares;

b) Posse: obrigatória a todos os bombeiros e bombeiras militares;

c) Uso: solenidades, representações, instruções, serviços


operacionais, missões e expediente.

d) Composição masculina e feminina:

• gorro com pala laranja;

• blusa manga longa laranja, com luvas amovíveis ou divisas;

• camiseta de malha vermelha meia manga e gola careca;

• calça laranja;

• cinto de náilon vermelho, com fivela dourada e brasão do CBMDF;

• meias pretas;

• coturnos pretos.

e) Especificidades:

Nas atividades administrativas ou quando o(a) bombeiro(a) militar não


estiver na execução de missão externa, é facultado o uso do Uniforme
3º A sem a blusa manga longa laranja, desde que, exclusivamente,
no interior da unidade Bombeiro Militar.

Durante o serviço, nas funções de guarda, sentinela, rondante e afins,


bem como nas atribuições desempenhadas pelo Adjunto, é obrigatório
o uso do Uniforme 3º A completo;

Na execução da missão operacional, nas atividades externas ao


quartel ou em deslocamento é obrigatório o uso do Uniforme 3º A
completo.

O cadarço de identificação será no mesmo tecido e cor do uniforme costurado do lado direito,

28
com o nome de guerra bordado em letras pretas cheias, tipo bastão, seguido do grupo
sanguíneo e fator RH bordado na cor vermelha.

O cadarço de lotação será no mesmo tecido e cor do uniforme costurado do lado esquerdo,
com a sigla da Organização Bombeiro Militar (OBM) bordado em letras pretas cheias, tipo
bastão.

A calça do Uniforme 3º A deve estar presa à perna, por meio de velcro ou item similar, na
altura superior do cano da bota tipo coturno.

O uso do gorro com pala é obrigatório em deslocamentos a pé, sendo dispensável no interior
das unidades, em locais cobertos e em atividades de socorro, desde que substituído pelo
capacete de proteção individual.

O cabelo feminino médio ou longo deverá estar preso por coque ou trança, compatível com
o uso da cobertura ou do equipamento de proteção individual.

O cabelo feminino curto não pode colocar em risco a integridade de si própria ou de outrem
durante a ocorrência ou instrução, devendo estar preso sempre que houver tal risco.

Nos deslocamentos do(a) bombeiro(a) militar por meio de motocicleta particular, é permitida
a utilização da jaqueta de motociclista substituindo ou sobreposta à blusa manga longa
laranja.

Nas atividades com emprego de motocicletas oficiais, a Corporação disponibilizará o


equipamento de proteção individual adequado, sendo esta a apresentação individual do(a)
bombeiro(a) militar adequada.

Mediante autorização do(a) Comandante-Geral, em paradas militares, guardas de honra,


desfiles cívicos e outros serviços, os seguintes acessórios poderão ser empregados com o
Uniforme 3º A, isoladamente ou em conjunto:

• coturno preto e cadarços brancos;

• suspensório preto ou vermelho;

• cinto N.A. vermelho ou cinto tático preto;

• colete preto;

• braçal do CBMDF;

• coldre preto ou vermelho.

É facultado o uso, no serviço operacional, de modelo de calçado do tipo bota tática, similar
(em cor e em comprimento do cano) ao especificado no Uniforme 3º A.

Em serviço operacional ou administrativo, a manga poderá, opcionalmente, ser usada


dobrada ou recolhida até a altura do cotovelo e ajustada no velcro, à exceção das ações de

29
socorro, ocasião em que as mangas deverão estar desdobradas.

Para o emprego de espada com o Uniforme 3º A, é obrigatório o uso de cinto N.A. vermelho,
com fiel, talim guia e luvas de pelica de cor preta.

A japona de frio na cor laranja é destinada ao uso exclusivo com o Uniforme 3º A.

O comprimento da blusa manga longa laranja deverá corresponder ao tamanho do braço do


militar estendido com o punho fechado.

e) Desenho esquemático do Uniforme 3º A:

30
3.1.1. Uniforme 3º A – Prontidão na Versão Gandoleta
a) Aquisição: pelos bombeiros militares;

b) Posse: opcional aos bombeiros militares;

c) Uso: solenidades, representações, instruções, serviços


operacionais, missões, trânsito e expediente;

d) Composição masculina e feminina:

• gorro com pala laranja;

• gandoleta, com manga longa laranja e com luvas amovíveis ou


divisas;

• calça laranja;

• cinto de náilon vermelho, com fivela dourada e brasão do CBMDF;

• meias pretas;

• coturnos pretos.

e) Especificidades:

A gandoleta será utilizada em composição com a calça do Uniforme 3º A, que deverá estar
presa à perna, por meio de velcro ou item similar, na altura superior do cano da bota tipo
coturno.

A bainha da gandoleta deverá ser utilizada por dentro da calça do Uniforme 3º A.

O uso do gorro com pala é obrigatório em deslocamentos a pé, sendo dispensável no interior
das unidades, em locais cobertos e em atividades de socorro, desde que substituído pelo
capacete de proteção individual.

O cabelo feminino médio ou longo deverá estar preso por coque ou trança, compatível com
o uso da cobertura ou do equipamento de proteção individual.

O cadarço de identificação será no mesmo tecido e cor do uniforme costurado do lado direito,
com o nome de guerra bordado em letras pretas cheias, tipo bastão, seguido do grupo
sanguíneo e fator RH bordado na cor vermelha.

O cadarço de lotação será no mesmo tecido e cor do uniforme costurado do lado esquerdo,
com a sigla da Organização Bombeiro Militar (OBM) bordado em letras pretas cheias, tipo
bastão.

O uso da gandoleta em formaturas, solenidades e representações deverá estar previamente


autorizado pela autoridade competente.

Nos deslocamentos do(a) bombeiro(a) militar por meio de motocicleta particular, é permitida

31
a utilização da jaqueta de motociclista sobreposta à gandoleta.

Nas atividades com emprego de motocicletas oficiais, a Corporação disponibilizará o


equipamento de proteção individual adequado, sendo esta a apresentação individual do(a)
bombeiro(a) militar adequada.

A gandoleta deve ser usada com as mangas desdobradas nas ações de socorro.

e) Desenho esquemático do Uniforme 3º A – Versão Gandoleta:

32
3.1.2. Uniforme 3º A – Prontidão na Versão Jaleco
a) Aquisição: pelos bombeiros militares;

b) Posse: obrigatória aos bombeiros militares lotados na área de


saúde;

c) Uso: instruções, serviços operacionais, missões e expediente;

d) Composição masculina e feminina:

• gorro com pala laranja;

• jaleco branco meia manga;

• camiseta de malha vermelha meia manga e gola careca;

• calça laranja;

• cinto de náilon vermelho, com fivela dourada e brasão do CBMDF;

• meias pretas;

• coturnos pretos.

e) Especificidades:

Os bombeiros militares que desenvolvem suas atividades na área de saúde deverão utilizar o
jaleco branco com o Uniforme 3ª A prontidão.

É vedado o trânsito do(a) bombeiro(a) militar com o jaleco.

33
3.2. Uniforme 3º B
a) Aquisição: pelos bombeiros militares;

b) Posse: obrigatória e exclusiva para os militares atuantes na área


de manutenção;

c) Uso: em instruções, serviços de manutenção e atividades


administrativas no âmbito do CEMEV e CESMA.

d) Composição da versão masculina:

• gorro com pala azul-marinho;

• camisa azul-marinho meia manga;

• camiseta de malha vermelha meia manga e gola careca;

• calça azul-marinho;

• cinto de náilon vermelho, com fivela dourada e brasão do CBMDF;

• meias pretas;

• botinas pretas.

e) Composição da versão feminina:

• gorro com pala azul-marinho;

• camisa feminina azul-marinho meia manga;

• camiseta de malha vermelha meia manga e gola careca;

• calça feminina azul-marinho;

• cinto de náilon vermelho, com fivela dourada e brasão do CBMDF;

• meias pretas;

• botinas pretas.

f) Especificidades:

É permitido o uso do Uniforme 3º B nos deslocamentos em viaturas


ou em veículo automotor particular, sendo vedada sua utilização em
transporte público.

O uso do gorro com pala é dispensável no interior das unidades, em


locais cobertos e em atividades de manutenção.

O cadarço de identificação deverá ser confeccionado na mesma cor


e tecido do uniforme, situando-se ao lado direito à mesma altura do
bolso esquerdo, com o nome de guerra bordado em letras brancas, seguindo do grupo

34
sanguíneo e fator RH bordados na cor vermelha, centralizada.

No bolso superior esquerdo constará o brasão da respectiva OBM.

A japona de frio na cor azul é destinada ao uso exclusivo com o Uniforme 3º B.

35
3.3. Uniforme 3º C
a) Aquisição: pelo CBMDF.

b) Posse: exclusiva e obrigatória para os bombeiros militares que


desempenham a função de garçom.

c) Uso: em ocasiões especiais, datas festivas e recepções às


autoridades e visitantes ilustres.

d) Composição da versão masculina:

• summer preto;

• camisa branca de colarinho duplo;

• plaqueta vermelha;

• gravata horizontal preta;

• calça preta;

• cinto de couro preto;

• meias pretas;

• sapatos pretos de couro, com bico arredondado.

e) Composição da versão feminina:

• summer feminino preto;

• camisa branca de colarinho duplo;

• plaqueta vermelha;

• gravata feminina preta;

• calça feminina preta;

• cinto de couro preto;

• meia-calça ou meias 3/4 fina de náilon na cor da pele;

• sapatos pretos de couro, sem detalhes.

f) Especificidades:

Em atividades cotidianas, o uso do summer preto é opcional.

É permitido o uso do Uniforme 3º C em deslocamentos com viaturas ou veículo automotor


particular, sendo vedada sua utilização em transporte público.

36
g) Variações da utilização do Uniforme 3º C:

37
4. QUARTO UNIFORME

O Quarto Uniforme destina-se às atividades de educação física,


ao serviço operacional, instruções e atividades de salvamento e
combate a incêndio sob uso dos equipamentos de proteção
individual.
4.1. Uniforme 4º A
a) Aquisição: pelos bombeiros militares.

b) Posse: obrigatória a todos os bombeiros militares.

c) Uso: uniforme de uso interno nas OBMs, durante as instruções


técnico-profissionais, atividades de salvamento e combate a
incêndio do serviço operacional. É também utilizado por todos os
bombeiros militares na prática de treinamento físico militar.

d) Composição da versão masculina:

• camiseta vermelha meia manga ou manga longa;

• short vermelho de tactel;

• bermuda de malha preta;

• meias pretas de cano médio, sendo admitido o uso de meia de


cano alto dobrada, desde que fique ajustada firmemente à canela;

• tênis predominantemente preto;

• gorro com pala vermelho (opcional).

e) Composição da versão feminina:

• camiseta vermelha meia manga ou manga longa;

• short vermelho de tactel;

• top preto;

• bermuda de malha preta;

• meias pretas de cano médio, sendo admitido o uso de meia de


cano alto dobrada, desde que fique ajustada firmemente à canela;

• tênis predominantemente preto;

• gorro com pala vermelho (opcional).

f) Especificidades:

O uso do Uniforme 4° A, no serviço operacional, é preconizado exclusivamente para


38
assegurar funcionalidade e segurança nos períodos aquartelados, assim como sua
adequação sob os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) estabelecidos pelo CBMDF,
que devem ser utilizados diante de intervenção ou atendimento realizado pelo(a) bombeiro(a)
militar.

É permitido o uso do Uniforme 4º A quando em trânsito com viatura ou em veículo automotor


particular, sendo vedada sua utilização em transporte público ou por aplicativo, em
motocicleta, em deslocamento a pé em via pública ou durante a permanência em
estabelecimentos externos à OBM.

A utilização do Uniforme 4º A, em caráter isolado, é circunscrita unicamente ao interior da


OBM.

É permitido o uso isolado do Uniforme 4º A em áreas internas ou externas à OBM somente


nas seguintes situações:

 Durante instruções técnico-profissionais, devendo o uniforme ser ajustado conforme


as necessidades específicas da atividade, em que estejam asseguradas a eficiência e a
segurança;
 Em prática de atividade física militar coletiva ou individual; ou
 Em locais definidos pelo Sistema de Comando de Incidentes (SCI) como áreas de
reabilitação, para redução da temperatura corporal, devendo o uniforme ser adaptado para
atender às demandas específicas da reabilitação, assegurando o bem-estar e a proteção
do(a) bombeiro(a) militar.

Nas atividades aquáticas, o uso do Uniforme 4ºA deverá abranger, além do já especificado, as
sandálias pretas, a sunga de natação para militares do sexo masculino e maiô preto e bermuda
preta (ou maiô preto com short embutido) e touca de natação para militares do sexo feminino.

É permitida a impressão em silk screen da atividade de especialização na manga esquerda


da camiseta vermelha manga longa, em caixa alta e na perpendicular, em fonte Arial Black
100 na cor branca, conforme o modelo.

Quando tratar-se de instrutor(a), a camiseta vermelha manga longa deverá possuir impressão

39
em silk screen INSTRUTOR ou INSTRUTORA (conforme o caso) na manga direita, em caixa
alta e na perpendicular, em fonte Arial Black 100 na cor branca, conforme o modelo.

40
4.2. Uniforme 4º B
a) Aquisição: pelos bombeiros militares.

b) Posse: obrigatória para todos os bombeiros militares.

c) Uso: exclusivo em atividades físicas, competições esportivas e


em outras atividades coletivas ou individuais, a critério do
instrutor/monitor ou de outra autoridade competente.

d) Composição da versão masculina:

• agasalho padrão CBMDF;

• camiseta vermelha meia manga ou manga longa;

• meias esportivas cano médio na cor preta;

• tênis predominantemente preto;

• gorro com pala vermelho (opcional).

e) Composição da versão feminina:

• agasalho padrão CBMDF;

• camiseta vermelha meia manga ou manga longa;

• top preto;

• meias esportivas cano médio na cor preta;

• tênis predominantemente preto;

• gorro com pala vermelho (opcional).

f) Especificidades:

É facultado o uso do gorro com pala vermelho em atividades


individuais.

O uso do gorro com pala vermelho em atividades coletivas


será a critério do(a) instrutor(a), monitor(a) ou comandante,
devendo, nesse caso, seu emprego ou ausência ser
padronizado para toda a tropa.

É facultado o uso do Uniforme 4º B sem a parte superior do agasalho quando em trânsito com
viatura ou em veículo automotor particular, sendo vedada sua utilização em transporte público
ou por aplicativo, deslocamento a pé em via pública ou durante a permanência em
estabelecimentos externos à OBM.

É facultado o uso do Uniforme 4º B ao mergulhador de resgate quando de serviço neste tipo

41
de operação.

O uso do Uniforme 4º B por bombeiros militares com restrição médica ou por gestantes, no
desempenho de atividades de expediente ou serviço interno, somente será autorizado quando
o estado de saúde contraindicar ou impedir o uso dos uniformes de prontidão ou de
expediente, conforme o caso, devendo tal restrição constar na dispensa médica.

O Uniforme 4º B deverá conter a identificação do bombeiro militar, a qual deve ser bordada
diretamente no tecido ou confeccionada por cadarço de identificação na cor vermelha,
contendo o posto ou graduação e nome na cor preta e o tipo sanguíneo na cor branca, com
letras em caixa alta.

Os bombeiros militares lotados no CECAF utilizarão, compondo o Uniforme 4º B, camiseta


meia manga branca, com gola em "v" e meias esportivas cano médio na cor branca.

g) Variações permitidas do uso do Uniforme 4º B:

42
4.3. Uniforme 4º C
a) Aquisição: pelos bombeiros militares lotados no CECAF.

b) Posse: obrigatória para todos os bombeiros militares lotados


no CECAF.

c) Uso: em atividades de expediente do CECAF, durante


aplicação do Teste de Aptidão Física (TAF), em representações e
organização de competições esportivas promovidas pelo CBMDF.

d) Composição da versão masculina:

• camiseta branca meia manga ou manga comprida, com gola em


"v";

• short vermelho de tactel;

• bermuda de malha preta;

• meias esportivas cano médio na cor branca;

• tênis predominantemente preto;

• gorro com pala vermelho (opcional).

e) Composição da versão feminina:

• camiseta branca meia manga ou manga comprida, com gola em


"v";

• top preto;

• bermuda de malha preta;

• short vermelho de tactel;

• meias esportivas cano médio na cor branca;

• tênis predominantemente preto;

• gorro com pala vermelho (opcional).

f) Especificidades:

É facultado o uso do gorro com pala vermelho nas atividades


dirigidas pelo CECAF.

Nas atividades aquáticas, o uso do Uniforme 4ºC deverá abranger,


além do já especificado, as sandálias pretas, a sunga de natação para
militares do sexo masculino e maiô preto e bermuda preta (ou maiô
preto com short embutido) e touca de natação para militares do sexo

43
feminino.

É facultado o uso do 4º Uniforme quando em trânsito com viatura ou em veículo automotor


particular, sendo vedado o seu emprego em transporte público, deslocamento a pé em via
pública ou durante a permanência em estabelecimentos comerciais.

É permitido o uso da camiseta branca na versão manga longa.

Quando tratar-se de instrutor(a), a camiseta branca manga longa deverá possuir impressão
em silk screen INSTRUTOR ou INSTRUTORA, conforme o caso, na manga direita, em caixa
alta, fonte Arial Black 100, na perpendicular, na cor vermelha.

44
5. CARACTERÍSTICAS DOS UNIFORMES E PEÇAS
COMPLEMENTARES

5.1. Camiseta vermelha


A camiseta vermelha poderá ser meia manga ou manga comprida e comporá os uniformes 2º
A (Passeio), 3º A (Prontidão), 4º A (Operacional e Educação Física) e 4º B (Agasalho).

A camiseta vermelha deverá seguir as seguintes especificações:

• confeccionada em malha fria;

• com gola careca composta por malha sanfonada com 2,5 cm de largura;

• mangas findadas em malha sanfonada com 2,5 cm de largura;

• posto ou graduação, designação "BM" e nome de guerra do(a) bombeiro(a) militar, na cor
branca, e tipo sanguíneo, na cor preta, bordado, centralizado à altura do peito, em caixa alta
e em letra tipo Arial, com 1 cm de altura, a uma distância de 6,5 cm da borda inferior da gola;

• brasão do CBMDF bordado à esquerda da identificação, em mesmo alinhamento e distante


10 cm da costura da manga;

• bandeira do DF afixada na manga direita;

• inscrição “BOMBEIRO MILITAR DISTRITO FEDERAL”, na cor branca, em silk screen na


parte superior das costas.

A camiseta vermelha deverá ser utilizada por dentro da calça do Uniforme 3ª A e, no caso dos
Uniformes 4º A e 4º B, por fora do short vermelho de tactel ou calça do agasalho.

45
5.2. Camiseta vermelha dos Grupamentos Especializados
A camiseta vermelha dos Grupamentos Especializados poderá ser meia manga ou manga
comprida e comporá os uniformes 3º A (Prontidão), por dentro da calça e 4º A (Operacional e
Educação Física) e 4º B (Agasalho), por fora do short vermelho de tactel ou calça do
agasalho e é destinada para uso exclusivo dos(as) bombeiros(as) militares especialistas,
lotados no grupamento e conforme sua área de atuação.

Os Grupamentos Especializados possuem como brasão:

A camiseta vermelha dos Grupamentos Especializados deverá seguir as seguintes


especificações:

• confeccionada em malha fria, na cor vermelha;

• com gola careca composta por malha sanfonada com 2,5 cm de largura;

• mangas findadas em malha sanfonada com 2,5 cm de largura;

46
• posto ou graduação, designação "BM" e nome de guerra do(a) bombeiro(a) militar, na cor
branca, e tipo sanguíneo, na cor preta, bordado, centralizado à altura do peito, em caixa alta
e em letra tipo Arial, com 1 cm de altura, a uma distância de 6,5 cm da borda inferior da gola,
tendo o brasão (logotipo) do Grupamento Especializado, com 19 cm de diâmetro, logo
abaixo;

• brasão do CBMDF bordado à esquerda da identificação, em mesmo alinhamento e distante


10 cm da costura da manga;

• na versão manga longa, bandeira do DF afixada na manga direita, seguida, logo abaixo
da bandeira, da escrita em fonte Arial 100 na cor branca, a inscrição INSTRUTOR ou
INSTRUTORA, conforme o caso, na perpendicular, quando tratar-se de bombeiro(a) militar
instrutor(a) e inscrição da especialidade do(a) bombeiro(a) militar na manga esquerda;

• na versão manga longa, quando não tratar-se de instrutor(a), constará a inscrição da


especialidade do(a) bombeiro(a) militar na manga esquerda, em fonte Arial 100 e na cor
branca;

• inscrição “BOMBEIRO MILITAR DISTRITO FEDERAL”, na cor branca, em silk screen, na


parte superior das costas, em fonte Arial, centralizado entre as linhas imaginárias, a 9 cm do
final da gola com 5 mm entre as letras na horizontal (exceto entre as letras "T" e "A" na palavra
"MILITAR", onde haverá espaçamento negativo de 5 mm).

cm

47
48
49
A camiseta do Grupamento Motomecanizado será utilizada tão logo se der a aprovação da
unidade na legislação do CBMDF.

5.3. Blusa manga longa laranja – Gandola


A blusa manga longa laranja – gandola – compõe o uniforme 3º A e é utilizada por fora da
calça de prontidão, devendo apresentar as seguintes características:

• ser confeccionada em tecido “sarja rip stop”;

• possuir abertura frontal, em toda a sua extensão, com fechamento por meio de fecho éclair
(zíper) iniciado acima da barra;

• gola retangular, do tipo militar, para seu uso ser dobrado ou levantado;

• na parte frontal, possuir dois bolsos superiores localizados à altura do peito da gandola,
dispostos de forma plana e inclinados diagonalmente a um ângulo de 25º em relação ao
cadarço de identificação e ao de lotação;

• cadarço de identificação (item 5.5) na mesma cor e tecido da blusa, situado acima
adjacente ao bolso direito, na posição horizontal;

• cadarço de lotação (item 5.6) na mesma cor e tecido da blusa, situado acima e adjacente
ao bolso esquerdo, na posição horizontal;

• O nome BOMBEIRO MILITAR DISTRITO FEDERAL será bordado na fonte Arial, de cor
PRETA, centralizado entre as linhas imaginárias a 9 cm do final da gola, com espaçamento
de 5 mm entre as letras na horizontal (Exceto entre a letra "T" e "A" na palavra "MILITAR",
onde haverá espaçamento negativo de 5 mm), observadas as especificações acima.

50
5.4. Blusa manga longa laranja – Versão Gandoleta (combat shirt)

A blusa manga longa laranja versão gandoleta, de uso opcional, compõe o uniforme 3º A
e é utilizada por dentro da calça do uniforme de prontidão, devendo apresentar as seguintes
características:

• ser confeccionada em tecido elastizado tipo sarja rip stop e, no segmento abdominal e
dorsal, malha poliviscose;

• abertura frontal parcial superior, com fechamento por meio de fecho zíper, ocultado por
uma faixa de tecido adjacente;

• gola alta do tipo mandarim, com fechamento por zíper;


• acima da transição entre a camada de tecido e a camada de malha, encontram-se o cadarço
de identificação (à direita) e o cadarço de lotação (à esquerda);

• na parte frontal, cadarço de identificação (item 5.5), na mesma cor e tecido da blusa,
situado acima da transição entre a camada de tecido e a camada de malha, do lado direito, na
posição horizontal;

• na parte frontal, cadarço de lotação (item 5.6), na mesma cor e tecido da blusa, situado

51
acima da transição entre a camada de tecido e a camada de malha, do lado esquerdo na
posição horizontal;

• nas costas, deverá apresentar a inscrição em alto-relevo com a técnica de serigrafia


emborrachada e na cor preta “BOMBEIRO MILITAR DISTRITO FEDERAL”, fonte Arial,
centralizado entre as linhas imaginárias a 9 cm do final da gola, com espaçamento de 5 mm
entre as letras na horizontal (exceto entre a letra "T" e "A" na palavra "MILITAR", onde haverá
espaçamento negativo de 5 mm).

5.5. Cadarço de identificação


O cadarço de identificação deverá ser utilizado nos Uniformes 2º C, 3º A, 3º B e 4º B,
devendo ser confeccionado na mesma cor e tecido do uniforme, acompanhar a medida do
bolso, possuir 25 mm de altura por 130 mm de comprimento e ser fixado acima do bolso
direito (à exceção do 4º B, que deverá estar fixado alinhado horizontalmente com o brasão
do CBMDF).

Deverá conter o nome de guerra e o tipo sanguíneo do(a) bombeiro(a) militar, centralizados.

No Uniforme 3º A, em razão das características do fardamento, o posicionamento do cadarço


atenderá ao especificado em normativa técnica própria.

52
5.6. Cadarço de lotação
O cadarço de lotação deverá ser utilizado nos Uniformes 2º C e 3º A, devendo ser
confeccionado na mesma cor e tecido do uniforme, possuir 25 mm de altura por 130 mm de
comprimento e ser fixado acima do bolso esquerdo.

Deverá conter a sigla da Organização Bombeiro Militar (OBM) na qual o(a) bombeiro(a) militar
é lotado(a), centralizada, nas cores especificadas para cada uniforme.

No Uniforme 3º A, em razão das características do fardamento, o posicionamento do cadarço


atenderá ao especificado em normativa técnica própria.

O cadarço de lotação do uniforme 3º A poderá ser afixado por meio de velcro.

5.7. Brasão bordado


O brasão bordado do CBMDF utilizado nas peças de uniforme deverá possuir friso na cor
preta circundando o bordado, conforme dimensões já definidas no presente regulamento e
de acordo com a especificação de cores a seguir:

53
5.8. Bandeira do Distrito Federal
A Bandeira do Distrito Federal deverá ser bordada, com 80 mm de largura por 60 mm
de altura, costurada na manga direita, 5,5 cm abaixo da costura do ombro, sendo de
uso obrigatório nas túnicas, camisa bege meia manga, uniformes operacionais,
summer, japona, blusa de frio e camiseta vermelha.

5.9. Emblema e Símbolo do CBMDF


O emblema do CBMDF deverá ser confeccionado utilizando-se o símbolo do CBMDF dentro
de uma circunferência com fundo cinza medindo 5 cm de diâmetro, sendo envolvida por outra
circunferência medindo 6,7 cm de diâmetro, na cor vermelha, com a inscrição “CORPO
DE BOMBEIROS MILITAR DO DISTRITO FEDERAL - 1856” em letra tipo bastão, de cor
branca, sendo a borda desta circunferência em linha preta, medindo 20 mm de espessura.

O Símbolo do CBMDF é composto por uma figura geométrica (escudo medieval) na cor
vermelha, circundada por um friso prateado e na parte central uma estrela de cinco pontas,
na cor amarelo-ouro, em alto relevo. Por trás do escudo, na posição central e vertical, há um
archote na cor marrom- madeira, de onde parte uma figura simbolizando as chamas, na cor
laranja-fogo. O friso horizontal localizado na parte superior do archote é na cor vermelha. Sob
o archote cruzam-se duas machadinhas com cabos na cor marrom-madeira e extremidade

54
metálica na cor prata. Na parte de baixo da insígnia base destaca-se uma mangueira prateada,
que circunda a parte inferior do archote e das machadinhas. A mangueira tem nas
extremidades dois esguichos agulheta na cor amarelo ouro.

O emblema deverá ser aplicado na manga esquerda, 5,5 cm abaixo da costura do


ombro nas túnicas, camisa bege meia manga, uniformes operacionais, summer,
japona e blusa de frio. Deverá ser aposto também no braçal e na parte superior do
capacete de guarda, conforme figuras:

5.10. Cinto vermelho e Fivela


O cinto vermelho deverá ser confeccionado em correia de náilon, de forma plana e lisa,
tendo largura de 3,5 cm, com fivela dourada, que deverá ter, ao seu centro, o símbolo
do CBMDF gravado em alto relevo.
O brasão da fivela deverá ser totalmente dourado, constituindo-se de uma chapa
ligeiramente abaulada e retangular confeccionada em latão.
Nas extremidades da fivela deverá haver duas presilhas embutidas, em forma de
mordentes, constituindo-se, cada uma, de lâmina dobrada em ângulo agudo, sendo
um lado recortado na forma de dentes, para aprisionar o cinto, e o outro lado servindo
de alavanca.

55
5.11. Coturno
O coturno comporá o uniforme 3º A e deverá:

a) ser confeccionado na cor preta, totalmente em couro ou em material similar resistente,


com cano semi longo;

b) possuir cano aberto na frente, apresentando duas ordens de ilhoses, uma de cada lado,
para entrelaçamento e ajuste dos cadarços;

c) possuir solado antiderrapante;

d) possuir cadarços de cor preta;


e) possuir cadarços de cor branca somente em ocasiões especiais e determinado pelo
Comandante-Geral.

56
5.12. Brasão do CBMDF para coberturas
O brasão do CBMDF para coberturas deve ser bordado em moldura de chamas cheias, em fio
myller dourado, contendo em sua parte inferior uma faixa vermelha com a inscrição “DISTRITO
FEDERAL” em letras maiúsculas na cor branca, fonte arial, em negrito, adequado ao tamanho
do brasão e, no centro deste, o símbolo do CBMDF inscrito em uma figura oval de cor preta.

5.13. Gorro com pala


O gorro com pala compõe os Uniforme 3º A e 3º B e será confeccionado no mesmo tecido e
da mesma cor do respectivo uniforme, de feitio simples e copa côncava, de onde sairá a pala,
sendo todo o conjunto costurado nas suas partes em ponto reto.
Na parte traseira deve conter um dispositivo para a adaptação do sistema de ajuste à cabeça,
por velcro.
Na parte frontal será inserido, centralizado, o brasão bordado para coberturas.
A pala do gorro do(da) Comandante-Geral será circundada por dois ramos de carvalho, com
folhas de frutos, bordado na cor amarelo ouro, partindo das extremidades laterais.
A pala do gorro dos Oficiais Superiores possuirá as seguintes características:
• Para os postos de Coronel e Tenente-Coronel, terá bordado em relevo na pala, na cor
amarelo ouro, dois ramos medindo 12 cm de comprimento, com três folhas, sendo duas
voltadas para a parte interna e outra voltada para parte externa da pala e dois frutos de

57
louro voltados para a parte interna da pala dispostos entre cada folha;
• Para o posto de Major terá bordado na pala na cor amarelo-ouro, dois ramos de 12 cm
de comprimento com duas folhas voltadas para a parte interna da pala e dois frutos de
louro voltados também para a parte interna dispostos entre cada folha.

5.14. Gorro com pala vermelho


O gorro com pala vermelho será utilizado com o 4º Uniforme, devendo ser confeccionado em
tactel vermelho, com o brasão do CBMDF centrado na parte frontal e contendo distinção das
palas para uso dos Oficiais Superiores.

A pala do gorro do Comandante-Geral será circundada por dois ramos de carvalho, com folhas
de frutos, bordado na cor amarelo ouro, partindo das extremidades laterais.

A pala do gorro dos Oficiais Superiores possuirá as seguintes características:

• Para Coronel e Tenente-Coronel terá bordado em relevo na pala, na cor amarelo ouro,
dois ramos medindo 12 cm de comprimento, com três folhas, sendo duas voltadas para a
parte interna e outra voltada para parte externa da pala e dois frutos de louro voltados para
a parte interna da pala dispostos entre cada folha;

• Para Major terá bordado na pala na cor amarelo-ouro, dois ramos de 12 cm de


comprimento com duas folhas voltadas para a parte interna da pala e dois frutos de louro

58
voltados também para a parte interna dispostos entre cada folha.

5.15. Uniforme 4º B - Agasalho


O Uniforme 4º B - Agasalho deverá seguir as seguintes especificações:

• cor predominante vermelha com partes em branco;

• confeccionado em tecido de tactel;

• composto de casaco e calça;

• o casaco deverá ter abertura frontal com fecho ecler separável de nylon em toda a
extensão, com bolsos nas duas laterais, embutidos;

• cadarço de identificação na cor vermelha, fixado na parte frontal do casaco, do lado direito
e na altura do peito, contendo posto/graduação e nome de guerra do(a) militar, na cor preta,
e tipo sanguíneo, na cor branca, em caixa alta e letra tipo Arial, com 1 cm de altura;

• calça em tecido tactel, cor vermelha e listra branca nas laterais medindo 8 cm de largura;

• símbolo do CBMDF bordado do lado esquerdo do casaco, conforme especificações


definidas neste regulamento;

• demais itens conforme figura a seguir.

59
60
5.16. Camiseta do Uniforme 4º C
A Camiseta do Uniforme 4º C deve possuir as seguintes especificações:

• confeccionada na cor branca;

• tipo meia manga ou manga comprida;

• findada com punho na cor vermelha com de 2 cm de largura;

• gola em V com 2 cm de largura, na cor vermelha;

• posto/graduação, designação "BM" e nome de guerra do(a) militar, na cor preta, e tipo
sanguíneo, na cor vermelha, bordados na parte frontal, na altura do peito e do lado direito, em
caixa alta e letra tipo arial, com 1 cm de altura;

• símbolo do CBMDF, do lado esquerdo, bordado ou serigrafado.

61
5.17. Short vermelho de tactel
Short de tactel, na cor vermelha, cuja barra (borda inferior) deve estar, aproximadamente, 10
(dez) centímetros acima do joelho, com bolso embutido e zíper (opcional) e:

• Para Oficiais e Praças Especiais - duas listras brancas em cada lateral, em fita gorgurão de
dez milímetros;

• Para Subtenentes e Sargentos - uma listra branca em cada lateral, em fita gorgurão de dez
milímetros; e

• Para Cabos e Soldados - sem detalhes (liso).

5.18. Bermuda de malha preta


A bermuda de malha preta deve ser confeccionada em lycra, de corte justo, com cintura
arrematada por elástico, não podendo ser menor que o short de educação física nem
ultrapassar a linha do joelho em seu comprimento.

A bermuda de malha preta é obrigatória:

 sob o short vermelho de tactel nos Uniformes 4º A (Operacional) e 4º C (CECAF);


 sobre o maiô (na Versão 1); e
 durante o serviço operacional, sob os Uniformes 3º A (Prontidão) e 4º A (Operacional), a
fim de permitir ao(à) Bombeiro(a) Militar uma rápida atuação em atendimento envolvendo
meio aquático.

62
5.19. Maiô
O maiô feminino será confeccionado em tecido de malha elástica, na cor preta, com forro
interno. A frente deverá ser lisa, com decote em “U”, e as costas no modelo olímpico,
arredondado. As alças possuirão tiras com 20 mm de largura e pernas não cavadas.

As costuras laterais serão providas de acabamento em overloque, com aplicação de elástico


nas cavas, decotes e pernas. Deverá, ainda, ser confeccionado com pesponto de máquina
com duas agulhas (goleira).

O uso do maiô deve ser acompanhado da bermuda de lycra preta sobreposta (Versão 1),
sendo admitido também o uso de maiô com short embutido (Versão 2), conforme os modelos
apresentados, respeitadas as especificações acima em relação ao decote e as costas.

Versão 1 Versão 2

5.20. Sunga
A sunga masculina deverá ser confeccionada na cor preta, em tecido de malha elástica,
costurado em ponto de luva, com forro interno e cadarço embutido no cós para ajuste à
cintura.

5.21. Sandálias
As sandálias deverão ser de borracha preta, de tiras em borracha na mesma cor, livres no
calcanhar, com a tira de borracha, em forma de forquilha, fixada ao solado por três furos.

63
5.22. Bolsa feminina
É facultado à Bombeira Militar o uso de bolsa, desde que seja de couro ou material similar,
na cor preta ou vermelha, sem adornos ou detalhes chamativos, sendo vedado o seu uso
durante o desempenho das atividades operacionais.

5.23. Quepe
O quepe masculino, de uso exclusivo com as túnicas, deverá obedecer ao seguinte:

a) ser confeccionado na cor cinza escuro e composto de copa, armação, cinta, brasão, forro,
jugular, botões, carneira e pala;

b) a cinta deverá ser em veludo preto, com a costura sob o brasão, e ter 4 cm de largura. A
pala deverá ser confeccionada em material plástico rígido, na cor preta, pregada e embutida
na cinta de armação, formando com ela um ângulo de 125º, ter de 55 a 70 mm de
comprimento na frente e abranger um arco de 250 a 280 mm;

c) o brasão bordado do CBMDF deverá ser fixado, centralizado, na parte frontal do quepe e
seguira as especificações já descritas no presente regulamento.

A pala do quepe do Comandante-Geral será circundada por dois ramos de carvalho, com
folhas de frutos, bordado com fio myller dourado, partindo das extremidades laterais.

Na pala dos quepes de Coronel e Tenente-Coronel serão bordados, em relevo e na cor


amarelo ouro, dois ramos com 12 cm de comprimento, contendo três folhas, sendo duas
voltadas para a parte interna e outra voltada para parte externa, e dois frutos de louro voltados
para a parte interna e dispostos entre cada folha.

Na pala do quepe de Major serão bordados, na cor amarelo-ouro, dois ramos com 12 cm de
comprimento, contendo duas folhas e dois frutos de louro dispostos entre cada folha, ambos,
folhas e frutos, voltados para a parte interna da pala.

64
Para os demais Oficiais, Cadetes, Subtenentes, Sargentos, Cabos e Soldados, a pala do
quepe deverá ser lisa.

O quepe feminino, de uso exclusivo com as túnicas, deverá obedecer ao seguinte:

a) ser confeccionado na cor cinza escuro e composto de pala e copa, devendo seu feitio ser
simples, de copa côncava, com capa de tecido sintético cinza escuro, recobrindo um conjunto
formado por entretela reforçada semiesférica e aro flexível na carneira e extremidade da pala,
com forro interno costurado à copa;

b) A pala deve ser confeccionada em material plástico rígido, na cor preta, pregada e
embutida na cinta de armação, e possuir largura variável, com cerca de 5,5 cm na parte
frontal, na altura do crachá, diminuindo até 2,0 cm na altura dos botões que prendem a jugular
e aumentando na parte de trás para 4,0 cm;

c) A parte da pala à frente dos botões da jugular deve ser levemente inclinada para baixo e a
parte atrás dos mencionados botões deve ser dobrada para cima;

d) As extremidades da jugular deverão ser presas à armação do boné nas suas laterais por
meio de um botão dourado de 15 mm, em cada lado.

65
O quepe feminino deverá possuir as mesmas características de distinção dos graus
hierárquicos na pala e no brasão, devendo, entretanto, o bordado se adaptar às dimensões
da pala.

5.24. Gorro sem pala (bibico)


O gorro sem pala (bibico) deverá ser utilizado com o 2º Uniforme – Passeio, confeccionado
em tecido panamá na cor azul-escuro ou branca (no caso do Uniforme do 2º C e 2º D), com a
aba virada em todo seu redor, cruzando as duas pontas na frente, a esquerda sobre a direita,
tendo 7 cm de altura na parte central da aba, 5 cm na parte anterior e 3 cm na parte posterior.

O gorro sem pala terá um debrum de 3 mm ao longo da aba virada que estabelecerá o
escalão hierárquico do usuário conforme figura a seguir:

66
As insígnias dos Cadetes serão afixadas no bibico com as barretas na posição vertical.

Quando não estiver sendo utilizado, o gorro sem pala deverá estar preso pela parte posterior
ao cinto vermelho, no lado direito e com a insígnia exposta.

5.25. Gola do Uniforme 1º A


A gola do Uniforme 1º A deverá ter altura média de 4,5 cm, com pontas ligeiramente
arredondadas, sendo aplicadas em cada extremidade uma figura geométrica com 4 cm de
altura, moldura em linhas douradas (fio myller) e no interior da moldura deverá ser bordada,
em linhas douradas, a insígnia de combatente.

5.26. Gola clerical (clérgima)


A gola clerical ou clérgima, de uso restrito aos Oficiais Capelães, será aplicada no
colarinho da camiseta vermelha do Uniforme 2º A, conforme representado na figura
abaixo.

67
5.27. Estola Sacerdotal
É símbolo representativo da autoridade sacerdotal, de uso permitido aos oficiais
Capelães, a ser empregado sobre o fardamento. As cores e o símbolos a serem
aplicados na estola serão definidos pelas Capelanias, conforme o tempo litúrgico.

5.28. Blusa de frio


A blusa de frio, de uso exclusivo com o uniforme de passeio, deverá ser confeccionada na
mesma cor e tecido da calça do referido uniforme, ter abertura frontal e zíper em toda a
extensão, com bolsos nas duas laterais, embutidos.

Na parte frontal, à altura do peito e do lado direito, deverá ser afixada a plaqueta do 2º A.

5.29. Gravatas
5.29.1 Feminina

A gravata feminina deverá obedecer ao seguinte:

a) ser confeccionada em fita de gorgorão ou em cetim de seda, na cor preta, possuindo 2,0
cm de largura, armada em forma de laço, de modo que as pontas fiquem pendentes, com
comprimentos de 18 cm cada.

b) Centrado na parte superior deverá existir o passador vertical de 1,0 cm de largura que

68
simula um nó, a partir de onde brotará o laço horizontal, com cada um dos seios laterais
medindo 5 cm de extensão.

c) O sistema deverá ser feito por meio de velcro ou de elástico e colchete de gancho, que
deverão ficar presos a cada uma das extremidades das fitas internas para ajuste ao colarinho.

5.29.2. Masculina vertical

A gravata masculina vertical deverá ser confeccionada em cetim, em ponto de máquina


industrial, na cor preta, de feitio comum, de corpo liso e sem detalhes.

5.29.3. Masculina horizontal

A gravata masculina horizontal deverá ser confeccionada em cetim de seda, na cor preta, de
feitio comum, do tipo “borboleta”, sem detalhes, compondo-se de um laço frontal com nó
central de 25 mm, de onde deverão partir as laterais triangulares isósceles de 60 mm de lado.
O sistema de fixação da gravata deverá ser feito por meio de velcro ou de elástico e colchete
de gancho, que deverão ficar presos a cada uma das extremidades das fitas internas para
ajuste ao colarinho.

5.30. Sapato masculino


O sapato masculino deverá obedecer ao seguinte:

a) ser confeccionado em vaqueta cromada (couro), na cor preta ou branca (quando tratar-se
do Quadro de Saúde), sem biqueira, sem enfeites, tendo duas carreiras de cinco ilhoses na

69
altura do peito do pé por onde se entrelaça um cordão da mesma cor do sapato;

b) ter costura simples na parte frontal;

c) o solado e salto deverão ser de borracha, da mesma cor do sapato, com acabamento
liso, sem detalhes.

5.31. Sapato feminino


O sapato feminino deverá ser confeccionado em vaqueta cromada (couro), na cor preta ou
branca, sem biqueira e sem enfeites, podendo ser de salto baixo, médio ou alto. O solado e o
salto deverão ser de borracha, vulcanizados ou palmilhados, com frisos ou garras
antiderrapantes, na mesma cor do sapato, sem detalhes, enfeites ou logotipos.

70
5.32. Jaleco
O jaleco deverá ser confeccionado em gabardine, na cor branca, podendo ser de manga
curta ou comprida, ligeiramente cintado, devendo ser aberto na frente, ao meio, em toda a
extensão, sem carcela, abotoado por uma ordem de cinco botões de material plástico de cor
branca.

Externamente, na parte superior da frente, deverá ter dois bolsos com 12 cm de largura por
14 cm de altura, na forma retangular. A gola deverá possuir entretela dura, do tipo colarinho
esporte, inteiriça, com 6,5 cm de bico.

As mangas curtas deverão ter bainhas de 2,5 cm, findando de 7 a 10 cm acima dos cotovelos.

O nome de guerra do(a) militar deverá ser bordado em um cadarço de identificação branco,
ser fixado acima do bolso direito, com o nome na cor preta e o tipo sanguíneo na cor
vermelha. As costas deverão ser lisas e sem costuras.

Os Oficiais da área de saúde deverão ostentar, bordado no bolso esquerdo do jaleco, o


símbolo da sua especialidade.
As luvas amovíveis e divisas deverão ser usadas no jaleco segundo as normas previstas
neste regulamento.

5.33. Plaqueta de identificação


A plaqueta de identificação será confeccionada em acrílico, medindo 8 cm de largura por 1,8
cm de altura e ter 0,3 cm de espessura, em fonte arial, constando o Posto ou Graduação,
sigla BM, nome de guerra e tipo sanguíneo do (a) militar em letras brancas, centralizados à
plaqueta.

À retaguarda, dispõe de dois pinos metálicos para fixação ao tecido por meio de duas buchas
plásticas.

71
O Posto ou Graduação será indicado conforme descrição abaixo:

 Coronel – CEL BM

 Tenente-Coronel – TC BM

 Major – MAJ BM

 Capitão – CAP BM

 1º Tenente – 1º TEN BM

 2º Tenente – 2º TEN BM

 Subtenente – ST BM

 1º Sargento – 1º SGT BM

 2º Sargento – 2º SGT BM

 3º Sargento – 3º SGT BM

 Cabo – CB BM

 Soldado – SD BM e

 Soldado de 2ª Classe – SD/2 BM.

A plaqueta de identificação dourada será utilizada nos Uniformes 1º A, 1º B, e 1º C.

A plaqueta de identificação vermelha será utilizada nos Uniformes 2º A e 2º B;

Em caso de representação do CBMDF em eventos internacionais, em solo estrangeiro ou


embaixadas, deverá ser utilizada a plaqueta de identificação contendo a Bandeira do Brasil
antes do posto ou graduação.

A plaqueta de identificação será afixada no bolso direito, na parte interna da pestana, tangente à
costura. Nas túnicas femininas, a plaqueta deverá estar centralizada no lado direito do corpo, 5
cm acima da borda superior do primeiro botão dourado.

72
5.34. Insígnias
As insígnias são dispositivos associados aos escalões hierárquicos que permitem
identificar e distinguir, visualmente, os postos e graduações dos bombeiros(as) militares
uniformizados.
5.34.1. Elementos formadores das insígnias dos Oficiais e Praças Especiais

As insígnias dos Oficiais Superiores, Intermediários, Subalternos, das Praças Especiais


e dos Alunos do Curso de Formação de Oficiais (cadetes) são formadas por estrelas base e
bastões.

A estrela base para Oficiais Superiores constitui-se de uma estrela basilar composta; tendo
oito pontas, equidistantes, em formato de triângulo. Sobre esta estrela é centrada uma
circunferência de cor azul, onde estão distribuídas, de forma regular, cinco estrelas
pentagonais douradas. No círculo menor, na cor vermelha, é estampada a insígnia base do
CBMDF (uma estrela singela sobreposta a um conjunto formado por duas machadinhas
cruzadas e uma tocha vertical).

A estrela base para Oficiais Intermediários e Subalternos constitui-se de estrela simples,


basilar de quatro pontas em que estão inseridos os mesmos dispositivos descritos para a
estrela composta.

A estrela basilar para Praças Especiais constitui-se de uma estrela pentagonal cheia com
cinco pontas.

73
A insígnia base para os Alunos do Curso de Formação de Oficiais é constituída pela insígnia
base do CBMDF sobre barretas (bastões horizontais retangulares), cuja quantidade indicará
o ano em que o Cadete estiver matriculado.

74
5.34.2. Elementos formadores das divisas das Praças

As insígnias das Praças são formadas pelos seguintes elementos:

• triângulo equilátero vazado, exclusivo dos Subtenentes;

• base pentagonal, com laterais paralelas e base findada em vértice voltado para baixo;

• divisas constituídas de setas paralelas com o ápice voltado para baixo.

As platinas rígidas e luvas amovíveis dos Oficiais de Comando do CBMDF obedecem a


normas diferenciadas quanto ao tamanho das estrelas base e seus complementos.

Os demais Oficiais e Praças Especiais têm suas platinas e luvas formadas por estrelas
base de mesmo tamanho e dispostas em sentido vertical.

75
As graduações das Praças são representadas por formas e divisas que obedecem a estrutura
própria, da forma que se segue:

A graduação de Subtenente é representada por insígnia formada por um triângulo equilátero


vazado sobre uma luva amovível e platina rígida.

As graduações de 1º e 2º Sargentos são representadas por dois conjuntos de divisas


inseridas em uma base pentagonal, separados por uma divisa na cor cinza claro,
correspondente às dimensões das outras divisas.

As graduações de 3º Sargento, Cabo e Soldado são representadas por divisas dispostas


em um único conjunto inserido em uma base pentagonal.

O Soldado de Segunda Classe somente possuirá direito ao uso da insígnia correspondente


à graduação de soldado após concluir com aproveitamento o Curso de Formação de Praças
(CFP- BM) e respectiva promoção.

As platinas rígidas, luvas amovíveis e divisas serão bordados em tecido ou forjadas em


peças metálicas de tamanho normal ou em miniatura.

5.34.3. Insígnias do(a) Comandante-Geral

As insígnias de Comandante-Geral são compostas por:

a) Platina rígida com dimensões de 11 x 2,7 x 6 cm, com fundo em tecido na cor azul-escuro
ou cinza escuro, formada com contorno bordado na cor cinza pérola claro, tendo o distintivo
da Corporação em suas cores originais, em relevo, bordado, inscrito em um círculo dourado,
também bordado, posicionado na parte superior; abaixo, três estrelas compostas pequenas
com 1 cm de diâmetro, dispostas em forma triangular, metálicas; todo o conjunto será
envolvido por louros dourados assimétricos, iniciados na parte inferior, medindo 8,5 cm de
altura por 5 cm de largura, fixado na ponta da platina, um botão em metal dourado contendo,
em relevo, o distintivo da Instituição, com 1,5 cm de diâmetro.

b) Luvas amovíveis com dimensões de 10,5 x 5,5 X 6 cm, com fundo em tecido na cor
alaranjada, formadas com contorno bordado na cor alaranjada clara; o distintivo da
Corporação será bordado em suas cores originais, sobreposto em um círculo bordado com
fundo dourado, com três estrelas compostas, dispostas em forma triangular, douradas,
pequenas com 1 cm de diâmetro, sendo o conjunto envolvido por ramos bordados em
dourado.

76
c) Insígnia metálica dourada em miniatura, formada pelas estrelas compostas em forma de
triângulo, tendo acima o símbolo da Corporação em relevo sobre um círculo dourado.

77
5.34.4. Insígnias de Subcomandante-Geral e de Chefe-Adjunto da Casa Militar

As insígnias de Subcomandante-Geral e de Chefe-Adjunto da Casa Militar são compostas


por:

a) Platina rígida medindo 13 x 6 cm, confeccionada na cor azul-escuro ou cinza escuro, tendo
nas bordas verticais uma lâmina prateada com 10,8 x 0,28 cm; as estrelas compostas serão
de 2,2 cm de diâmetro, dispostas verticalmente, afastadas entre si por 0,4 cm de distância,
envolvidas por um ramo de louro dourado medindo 10,5 x 5,3 cm; na extremidade superior
terá um botão dourado com o símbolo da Corporação medindo 1,5 cm de diâmetro.

b) Luva amovível com dimensões de 10,5 x 5,5 x 6 cm, com fundo em tecido na cor alaranjada
com os mesmos elementos da platina rígida, tendo em suas bordas uma tarja bordada na cor
cinza com 28 mm de espessura.

c) Insígnia metálica dourada em miniatura, formada por estrelas compostas envolvidas por um
ramo dourado, distribuídas verticalmente medindo 3 cm de comprimento por 1,5 cm de
largura, tendo, cada estrela, 1 cm de diâmetro.

5.34.5. Insígnias de Oficiais Superiores, Intermediários, Subalternos e Praças Especiais

As insígnias de Oficiais Superiores, Intermediários, Subalternos e Praças Especiais são


compostas por:

a) Platinas rígidas confeccionadas na cor azul-escuro ou cinza escuro, medindo 13 cm de


altura por 6 cm de largura, tendo em sua extremidade superior um botão dourado com o
símbolo do CBMDF medindo 1,5 cm de diâmetro; as bordas serão contornadas por uma
lâmina com 10,8 x 0,28cm na cor dourada para os Oficiais Superiores e na cor prateada para
os Oficiais Intermediários e Subalternos; as estrelas base compostas ou simples serão
metálicas, com diâmetro de 2,7 cm; a estrela composta metálica conterá uma faixa circular com
1,5 cm de diâmetro, na cor azul, onde estarão distribuídas as cinco estrelas pentagonais
minúsculas douradas; a circunferência interna terá o fundo vermelho, com 1 cm de
diâmetro e este será ocupado pela insígnia base do CBMDF, de cor dourada; a estrela
simples metálica conterá a estrela basilar de quatro pontas e obedecerá a mesma descrição
da estrela composta, ressalvando-se que a estrela basilar de quatro pontas e as cinco
estrelas pentagonais minúsculas serão prateadas. A estrela cheia metálica não terá detalhes,
sendo todo o seu corpo dourado seguindo as mesmas especificações das outras estrelas,
composta ou simples, quanto ao tamanho.

b) Luvas amovíveis com as mesmas medidas já especificadas para o Comandante-Geral e


Subcomandante-Geral do CBMDF, tendo ao longo de suas bordas laterais uma tarja bordada
com 0,28cm de espessura na cor dourada para os Oficiais Superiores e na cor prateada para
os Oficiais Intermediários e Subalternos; as estrelas aplicadas sobre a luva serão bordadas
78
nas mesmas medidas e cores especificadas para as estrelas metálicas das platinas.

c) Insígnias metálicas em miniatura, armadas em uma única peça isolada ou dispostas


linearmente, em alto relevo, com formas e cores idênticas as de tamanho normal, porém com
1 cm diâmetro para cada estrela.

As estrelas compostas, simples e cinzeladas metálicas deverão ficar a 50 mm da base da


platina rígida.

5.34.6. Insígnias de Cadete

As insígnias de Cadete são compostas por:

79
a) Platinas rígidas, confeccionadas na cor azul-escuro ou cinza escuro, medindo 13 cm de
altura por 6 cm de largura, formadas pela insígnia base do CBMDF e por barretas de 3 cm de
comprimento por 0,5 cm de altura cada, em alto relevo, esmaltadas e montadas em uma
única peça de cor dourada.

b) Luvas amovíveis bordadas, confeccionadas com linha na cor amarelo ouro, com a insígnia
base e as barretas bordadas nas mesmas medidas e cores especificadas para as estrelas
metálicas das platinas.

c) Insígnias metálicas em miniatura, armadas em uma única peça isolada ou dispostas


linearmente, em alto relevo, com formas e cores idênticas as de tamanho normal, porém com
1 cm diâmetro para cada barreta.

5.34.7. Insígnias de Subtentente

As insígnias de Subtenente são compostas por:

a) Platinas rígidas, confeccionadas na cor azul-escuro ou cinza escuro, medindo 13 cm de


altura por 6 cm de largura, tendo em sua extremidade superior um botão dourado com o
símbolo do CBMDF medindo 1 cm de diâmetro; o triângulo equilátero metálico será
confeccionado em alto relevo, esmaltado e dourado, fixado no centro da platina rígida com 3
cm de lado e 0,5 cm de espessura.

b) Luvas amovíveis bordadas com linha de cor amarelo ouro;

c) Insígnias metálicas em miniatura, vazadas, com 1,5 cm de lado.

80
5.34.8. Insígnias de Sargentos, Cabos e Soldados

As insígnias de Sargentos, Cabos e Soldados são compostas por:

a) Divisas metálicas contendo apenas as divisas correspondentes às graduações sobre


suporte pentagonal, sendo todo o conjunto dourado, com 1,4 cm de largura e a altura variando
conforme a graduação.

b) Divisas bordadas, do tipo conjunto de setas, correspondentes às respectivas graduações,


medindo 105º de angulação, 0,6 cm de espessura, separadas entre si por 0,2 cm, com o
vértice voltado para baixo, tendo o distintivo da qualificação centrado sobre a angulação da
divisa superior.

81
As insígnias de 1º, 2º e 3º Sargento, de Cabo e de Soldado, para uso nos uniformes a seguir
especificados, deverão ser bordadas em suporte pentagonal com 7 cm de largura, nas cores
definidas no presente regulamento.

• 1º B (Túnica): amarelo ouro aplicado sobre tecido cinza escuro ou branco, conforme a
túnica;

• 1º F (Banda de Música): cor azul aplicada sobre tecido vermelho;

• 3º A (Prontidão): cor preta aplicada sobre tecido laranja;

• 3º B (Manutenção): cor branca aplicada sobre tecido azul-marinho;

• 3º C (Garçom): amarelo ouro aplicado sobre tecido preto.

• Jaleco (saúde): amarelo ouro aplicado sobre tecido branco;

82
5.34.9. Formas de utilização das insígnias

[Link]. Oficiais, Praças Especiais e Cadetes

As insígnias bordadas de Oficiais, Praças Especiais e Cadetes deverão ser aplicadas


diretamente às ombreiras, por meio de luvas amovíveis nos uniformes operacionais e japona
laranja de frio ou por meio de platinas rígidas de cor azul-escuro nas camisas bege meia
manga e cinza escuro nas túnicas.

Quando se tratar de insígnias de Tenente-Coronel ou Major, as estrelas compostas, em


relação às estrelas simples, deverão ser dispostas da base mais larga para a extremidade
aguda nas platinas rígidas e nas luvas amovíveis.

Quando se tratar de insígnias em miniatura, a referência para se determinar a precedência da


estrela composta sobre a estrela simples será o lado direito do conjunto.

A insígnia metálica em miniatura para o gorro sem pala, ficará alinhada sobre o seu eixo
horizontal médio, a 3 cm da sua frente, no lado anterior esquerdo.

No Primeiro e Segundo Uniforme, deverá ser utilizada a arma do Quadro ou


Qualificação BM ao qual pertence o(a) bombeiro(a) militar, em metal dourado, que
deverá possuir 3 cm de comprimento, mantida, quanto à largura, a proporcionalidade
estética de cada arma, a ser aplicada na parte superior da gola coincidindo com a linha
imaginária do ângulo formado pela ponta da gola, devendo ser aplicada a 2,5 cm do
vértice de ponta da gola.

[Link]. Subtenentes

As insígnias bordadas de Subtenente deverão ser aplicadas, por meio de luvas amovíveis,
diretamente às ombreiras dos uniformes operacionais, japona laranja de frio ou em platinas
rígidas na cor azul-escuro para a camisa bege meia manga ou cinza escuro para as túnicas,
devendo ser, neste caso, metálicas.

As insígnias metálicas aplicáveis ao gorro sem pala deverão ficar alinhadas sobre o seu eixo
horizontal médio, a 3 cm da sua frente, no lado anterior esquerdo.

83
No Primeiro e Segundo Uniforme, deverá ser utilizada a arma do Quadro ou
Qualificação BM ao qual pertence o bombeiro militar, em metal dourado, que deverá
possuir 3 cm de comprimento, mantida, quanto à largura, a proporcionalidade estética
de cada arma, a ser aplicada na parte superior da gola coincidindo com a linha imaginária
do ângulo formado pela ponta da gola, devendo ser aplicada a 2,5 cm do vértice de ponta
da gola.

[Link]. Sargentos, Cabos e Soldados

As insígnias de Sargentos, Cabos e Soldados, bordadas sobre a base pentagonal,


deverão ser aplicadas a 13 cm da costura superior de ambas as mangas nos uniformes
compostos por túnicas, uniformes operacionais, japona laranja de frio, summer e jaleco
(saúde).

As insígnias metálicas em miniatura deverão ser aplicadas à extremidade da gola da


camisa bege meia manga de colarinho duplo, ficando o distintivo da qualificação bombeiro
militar no lado direito e a insígnia representativa da graduação no lado esquerdo,
coincidindo com a linha imaginária do ângulo formado pela ponta da gola, devendo ser
aplicada a 2,5 cm do vértice de ponta da gola.

No gorro sem pala, a insígnia metálica deverá ficar alinhada sobre o seu eixo horizontal
médio a 3 cm da sua frente, no lado anterior esquerdo.

No Primeiro e Segundo Uniforme, deverá ser utilizada a arma do Quadro ou


Qualificação BM ao qual pertence o bombeiro militar, em metal dourado, que deverá
possuir 3 cm de comprimento, mantida, quanto à largura, a proporcionalidade estética
de cada arma, a ser aplicada na parte superior da gola coincidindo com a linha imaginária
do ângulo formado pela ponta da gola, devendo ser aplicada a 2,5 cm do vértice de ponta
da gola.

84
5.35. Armas dos Quadros e Qualificações Bombeiro Militar
As Armas dos Quadros e Qualificações Bombeiro Militar seguirão o previsto no Estatuto
Bombeiro Militar.

O Quadro de Oficiais é constituído pelos Quadros de Oficial:

• Combatente;

• Complementar;

• Saúde (médicos e cirurgiões dentistas);

• Capelão;

• Administração (intendente e condutor e operadores de viatura); e

• Especialista (manutenção e músico).

O Quadro Geral de Praças é constituído pelas Qualificações de Bombeiros-Militares Gerais


(QBMG):

• QBMG 1 - Operacional;

• QBMG 2 - Condutor e Operador de Viaturas;

• QBMG 3 - Manutenção; e
85
• QBMG 4 - Músico.

As armas serão confeccionadas em metal dourado, tanto para os Oficiais quanto para as
Praças, e utilizadas em simetria, na gola direita da camisa bege meia manga e nas túnicas, a
2,5 cm do vértice da ponta da gola.

Na gola da camisa branca de manga comprida, utilizada com a túnica, não será usada arma.

86
5.36. Brevês
Os brevês (ou distintivos) dos cursos de carreira do CBMDF englobam os cursos de
formação, aperfeiçoamento, habilitação, preparatórios e de altos estudos que os militares do
Corpo de Bombeiros podem realizar ao longo de suas carreiras.

Os brevês deverão ser confeccionados tendo como base uma forma geométrica circular,
podendo ser acrescidos de elementos representativos dos cursos, como ramos, espadas e
outros, conforme o curso, devendo ser aplicados no bolso direito da camisa bege meia
manga e das túnicas, a 2,5 cm da pestana.

O brevê do Curso de Altos Estudos para Oficiais (CAEO) deverá, obrigatoriamente, ser
bordado na manga direita do Uniforme 1º A (em dourado) e dos Uniformes 1º B e 1º C (em
cinza claro), sendo proibido o uso do distintivo de bolso.

Os brevês dos cursos de especialização realizados no CBMDF deverão ter 6,5 cm de largura
por 1 cm de altura base, alardeados por ramagem em formato de chamas e com a
parte central identificando a arte representativa do curso, não sendo obrigatório o formato
circular.

Nas camisas bege meia manga e túnicas, os brevês de especialização serão metálicos.

87
Nos uniformes operacionais, os brevês de especialização serão confeccionados em cloreto
de polivinil – PVC (emborrachados), na cor cinza, com as mesmas descrições e dimensões,
sobre um suporte de cor preta, aplicados por meio de velcro na cor do uniforme.

Na camisa bege meia manga e túnicas, os brevês metálicos deverão ser aplicados acima do
bolso superior direito, sendo que o primeiro distintivo deve ficar a 1 cm da borda superior do
bolso, numa posição centrada, e o segundo com o uso na diagonal, deve guardar a distância
vertical de 1 cm sobre o primeiro.

Além do distintivo (brevê) de curso de nível mais elevado (formação, habilitação, preparatório,
aperfeiçoamento ou altos estudos), o(a) bombeiro(a) militar poderá ostentar no mesmo
uniforme, até quatro brevês, sendo estes internos ou externos.

88
Brevês de cursos externos ao CBMDF, quando houver, deverão ser afixados acima do bolso
esquerdo, em posicionamento horizontal harmônico com os brevês dos cursos realizados no
CBMDF (acima do bolso direito).

É autorizada a utilização de uma meia-lua em cada braço, podendo esta ser relativa à função
exercida (piloto, perito, mergulhador...) ou relativa ao curso de especialização ou estágio,
devendo ser a funcional no braço direito, logo acima da bandeira do DF, e do curso no braço
esquerdo, logo acima do emblema do CBMDF.

A utilização dos brevês de cursos de especialização nos uniformes operacionais seguirá os


mesmos critérios aplicados na camisa bege meia manga.

Os brevês de cursos e estágios externos obedecerão a normas de confecção próprias dos


órgãos responsáveis pela formação.

5.37. Medalhas
O Bombeiro Militar ou a Bombeira Militar agraciado(a) com condecoração nacional, de
natureza civil ou militar, deve apresentar à Corporação o respectivo diploma ou ato de
concessão, para fins de registro.

Quando tratar-se de condecoração estrangeira, esta deve ser submetida ao Comando-Geral


o respectivo diploma ou ato de sua concessão, para a devida autorização de uso.

Qualquer condecoração, nacional ou estrangeira, somente poderá ser ostentada após o


cumprimento dos itens anteriores e consequente publicação do ato de seu recebimento em
Boletim da Corporação.

O Bombeiro Militar ou a Bombeira Militar que possuir elevado número de condecorações não
deverá usá-las ao mesmo tempo, devendo priorizar o uso das condecorações conforme
previsto no presente regulamento.

89
A disposição das medalhas usadas no peito obedece à ordem de precedência em linha
horizontal, no lado esquerdo dos uniformes, em fileiras de quatro, no máximo.

Quando houver entre três e quinze medalhas, as peças devem ser organizadas em fileiras
de três colunas. Quando houver mais de quinze, as peças devem ser dispostas em fileiras
de quatro colunas, devendo, em ambos os casos, o conjunto formado ser colocado de forma
centralizada em relação ao bolso esquerdo, com a base tangenciando a borda superior da
pestana. Na túnica feminina, a base do conjunto tangenciará a linha do primeiro botão
superior.

O Bombeiro Militar ou a Bombeira Militar agraciado(a) com duas ou mais medalhas deve
usar, em primeiro lugar, as do CBMDF, seguidas das outorgadas pelas demais Forças,
em ordem cronológica de recebimento.

Caso haja uma única fileira de medalhas, as bases de metal das peças devem tangenciar a
borda inferior da pestana do bolso superior esquerdo. Havendo mais de uma fileira de
medalhas, a fileira inferior deve obedecer ao citado no item anterior e distar um centímetro da
segunda fileira e as demais fileiras devem manter entre si o mesmo espaço de um centímetro,
medido a partir das peças de metal das medalhas.

É proibido o uso concomitante de medalhas, distintivos de cursos ou estágios, ou distintivos


de OM, do lado esquerdo dos uniformes, sobre o macho do bolso esquerdo. Este
procedimento aplicar-se-á também aos agraciados por ocasião das respectivas cerimônias
de imposição.

Por questão de estética, não se deve utilizar uma única medalha, isolada, acima de uma fileira
composta por quatro medalhas.

Utilização com os Uniformes 1º A, 1º B, 1º C, 1º D, 1º E e 1ºF.

90
A barreta solitária deve estar centralizada em relação ao bolso esquerdo, com a sua base
tangenciando a borda superior da pestana.

O conjunto de duas barretas deve ser colocado de forma semelhante à barreta solitária.

Quando houver entre três e quinze barretas, as peças devem ser organizadas em fileiras de
três colunas. Quando houver mais de quinze barretas, as peças devem ser dispostas em
fileiras de quatro colunas, devendo, em ambos os casos, o conjunto formado ser colocado
de forma centralizada em relação ao bolso esquerdo, com a base tangenciando a borda
superior da pestana.

Na túnica feminina, a base do conjunto tangenciará a linha do primeiro botão superior.

Utilização das barretas com os Uniformes 1º A, 1º B, 1º C, 2º A e 2º B.

É proibido o uso das barretas nos uniformes operacionais.

91
As faixas são utilizadas apenas uma única por vez, sobre o uniforme de gala ou passeio
completo.

A faixa passará sob a platina e o cinto, partindo do ombro direito, sentido para o quadril
esquerdo.

O uso da placa é obrigatório ao se utilizar a faixa. A faixa é utilizada conjuntamente com a


placa em cerimônias cívicas, cerimônias de outorga de condecorações (isso quando o
detentor não é o agraciado), ou em solenidades convocadas pelo Chefe do Executivo local ou
Federal, sendo a placa posicionada na altura do fígado, no lado esquerdo e em número
máximo de quatro, posicionadas em forma de losango.

Utilização da faixa apenas nos uniformes 1ºA, 1º B e 1º C.

Comendas são utilizadas ao pescoço, pendentes em uma fita.

92
A fita ficará sob o colarinho da camisa, ficando a insígnia pendente sobre a parte superior da
gravata.

A insígnia de Comendador e de Grã-Oficial, geralmente usada no pescoço pendente de uma


fita.

Se houver placa correspondente à comenda, seu uso será obrigatório;

Nos uniformes com gravata, podem ser utilizadas até 3 (três) comendas por cima da gravata
vertical ou horizontal, passando as fitas por baixo do colarinho da camisa e as insígnias podem
ficar parcialmente recobertas;

Deve ser usada sempre com medalhas e jamais com barretas.

Utilização com os uniformes 1º A, 1º B e 1º C.

As placas são utilizadas nos uniformes de gala e passeio completo, em no máximo 4 (quatro)
placas, no lado esquerdo, entre o bolso superior e o inferior, e nas túnicas femininas entre o
segundo e o terceiro botões;

Quando for utilizada uma placa, esta deverá ser colocada 1 (um) centímetro abaixo do bolso
superior e na túnica feminina, na altura do segundo botão;

Quando forem utilizadas duas placas, a segunda ficará a 1 (um) centímetro abaixo da primeira,
alinhada verticalmente.

Quando forem utilizadas três placas, elas serão dispostas em forma de triângulo equilátero;

Quando forem utilizadas 4 (quatro) placas, a disposição que deve ser adotada é uma forma
de cruz de malta, caso seja utilizada a faixa da placa, esta será a mais elevada;

A faixa é utilizada conjuntamente com a placa em cerimônias cívicas, cerimônias de outorga


de condecorações (isso quando o detentor não é o agraciado), ou em solenidades
convocadas pelo Chefe do Executivo local ou Federal, sendo a placa posicionada na altura
do fígado, no lado esquerdo e em número máximo de quatro, posicionadas em forma de
losango.

Utilizadas nos uniformes: 1º A, 1º B e 1º C.

93
Em bailes de gala, poderá ser utilizada a miniatura, acima do bolso esquerdo, conjuntamente
com a placa.

As miniaturas são utilizadas somente em ocasiões em que seja exigido traje a rigor (smoking
ou fraque) ou uniformes militares equivalentes.

Neste caso, poderão ser utilizadas em número máximo de 5 (cinco) miniaturas alinhadas
paralelamente, sendo utilizadas conjuntamente com até 4 (quatro) placas.

As miniaturas são utilizadas com os uniformes: 1º A, 1º B e 1º C.

5.38. Escudo da Organização Bombeiro Militar (OBM)


O escudo da Organização Bombeiro Militar (OBM) deverá ser aprovado pelo(a) Comandante-
Geral do CBMDF.

Deve ser em modelo peninsular português, metálico, esmaltado, em fundo, com a cor
desejada, nas medidas especificadas no esquema gráfico a seguir, onde estará
centralizado o símbolo da organização militar devidamente regulamentado, ou o símbolo do
Corpo de Bombeiros.

No limite da parte superior existirá um quadrante com 0,9 cm de altura, seguindo a largura do
emblema, onde será inscrito o prefixo da OBM.

94
Deverá ser utilizado sobre um suporte de couro preto, com as dimensões especificadas e ser
utilizado nas túnicas e camisa bege meia manga, de modo centralizado, no bolso esquerdo.

Nas túnicas femininas, o distintivo de OBM deverá ser utilizado sem o suporte de couro.

5.39. Aplique de Comando e Chefia


Os apliques de Comando são distintivos utilizados pelo(a) Oficial(a) durante o efetivo
exercício da função de Comandante-Geral, Subcomandante-Geral do CBMDF, Comandante
Operacional, Comandante de Unidade Especializada e Comandante de Unidade de
Multiemprego, fixados na parte superior do bolso direito da túnica e camisa bege meia manga,
9 cm acima da costura superior ou acima do último distintivo de curso de especialização,
sendo vedado o seu uso nas demais peças de uniforme.

95
Os Comandantes de Unidade Especializada e de Unidade de Multiemprego que permanecerem
por, no mínimo, um ano de efetivo exercício na função, poderão utilizar o aplique especifico
após deixarem a função.

Os apliques de Comando e Chefia não poderão serem utilizados de forma cumulativa, devendo
ser observados o aplique de maior precedência na função.

96
5.40. Especificidades dos uniformes femininos
A túnica feminina deverá obedecer ao seguinte:

• ser confeccionada em tecido panamá, na cor branca ou cinza escuro;

• gola com 3 cm, lapelas com 4 cm de bico e mangas compridas com punhos lisos e bainhas;

• ter abertura frontal com fechamento por meio de quatro botões de 2,2 cm de metal dourado,
contendo o símbolo do CBMDF em autorelevo, e três caseados, tipo olho, no sentido
horizontal;

• os ombros deverão ser estruturados internamente com ombreiras;

• dois bolsos chapados com cantos inferiores arredondados e prega macho ao centro,
fechados por portinholas entreteladas fechadas por botão e caseado, sendo os dois
inferiores;

• entre os vivos do bolso esquerdo deverá existir, no seu terço posterior, abertura caseada
de 3 cm para a passagem da guia de espada ou espadim;

• dois recortes laterais saindo da cava até a extremidade inferior;

• duas penses frontais saindo da altura do busto até os vivos de bolso e dos recortes
traseiros das cavas das mangas até a extremidade inferior;

• possuir longitudinalmente, nas costas, uma costura central com meios quartos até a bainha.

A túnica feminina das Oficiais, Praças Especiais, Cadetes e Subtenentes deverá possuir dois
passadores simples sobre as costuras dos ombros, sendo um de cada lado, feitos com o
mesmo tecido da túnica, para fixação das platinas rígidas e de gala.

Na túnica feminina das demais Praças, as divisas deverão ser fixadas na manga,
conforme já especificado neste regulamento.

A calça feminina não possuirá bolsos traseiros; os bolsos da frente poderão estar abertos ou
fechados por costura.

97
A plaqueta de identificação deverá ser posicionada, na túnica feminina, a 5 cm do limite
superior do primeiro botão dourado, abaixo dos brevês de especialização, quando houver.

5.41. Bandeira Nacional


A Bandeira Nacional será utilizada no lado direito do gorro do Uniforme 3º A ou 4º A quando
o(a) bombeiro(a) militar estiver a serviço em território estrangeiro, assim consideradas as
operações, cursos e capacitações de quaisquer espécies ou nos casos de representações
internacionais.

A Bandeira Nacional deverá ser bordada, com 52 mm de largura por 38 mm de altura.

5.42. Alamares
São peças de uso restrito aos Oficiais, utilizadas no lado esquerdo do uniforme, quando
designados nos seguintes cargos e funções:

98
• Oficiais do Gabinete do Comandante-Geral;

• Subcomandante-Geral e os Oficiais lotados no seu gabinete;

• Chefe do Estado-Maior-Geral e os Oficiais lotados nas Seções subordinadas;

• Oficiais lotados na Casa Militar do Distrito Federal;

• Oficiais lotados na Secretaria de Estado de Segurança Pública do Distrito Federal.

Os alamares possuem duas versões, sendo totalmente dourada ou azul e amarelo.

Os alamares na cor dourada são destinados para uso com as túnicas e compostos de um
trançado com cordão de raiom dourado, com as ponteiras em metal dourado, tendo na parte
superior uma placa do mesmo cordão provida de um colchete para aplicação ao ombro;
possuem ainda três cordões simples da mesma cor, em forma de alça, e duas outras alças
curtas, nas extremidades da trança, para fixação no segundo botão da túnica, contado de
cima para baixo.

Os alamares de tamanho reduzido são constituídos de cinco cordões simples sendo três na
cor azul e dois dourados, dispostos alternadamente, possuindo uma tira de cetim azul de 20
mm para unir os cordões, onde haverá um colchete para aplicação ao ombro das camisas
bege meia manga.

5.43. Espada de Comandante-Geral


Espada de uso exclusivo do(a) Comandante-Geral e ex-Comandantes-Gerais, composta por
lâmina com 1.000 (um mil) mm de comprimento, forjada em aço inox 420 Soligen (alemão),
adamascada, niquelada, com baixo relevo oxidado e alto dourado.

Possui na face inferior da parte esquerda a insígnia do Corpo de Bombeiros Militar do


Distrito Federal.

Seu adamascado é feito a mão e posteriormente folheado a ouro 24 (vinte e quatro)


quilates.

99
Cabo adornado com fio trançado de latão dourado.

O guarda mão também possui a insígnia do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal.

Bainha fabricada artesanalmente em couro bovino, pintada com tinta preta especial, com
apliques em bronze e folheados a ouro.

Capa cinzelada e polida manualmente, acabamento espelhado e dourado por banho


eletroquímico, com tubo de latão fundido soldado sobre a mesma.

Porca de fixação do punho usinada com furo transversal, polida manualmente, acabamento
espelhado, dourada por banho eletroquímico.

Cruzeta usinada, cinzelada, polida manualmente, acabamento espelhado, dourada por


banho eletroquímico.

Ponteira cinzelada e polida manualmente, acabamento espelhado, dourada por banho


eletroquímico, com chapa de latão fundido soldado na parte inferior.

Passador chapa de latão com tubo de latão cinzelado, polida manualmente, acabamento
espelhado, dourada por banho eletroquímico, soldado sobre o mesmo.

Boqueira chapa de latão cinzelada, polida manualmente, acabamento espelhado, dourada


por banho eletroquímico, combraçadeira (tubo de latão), anel (barra de latão), argola e
tampa da boqueira (arame de latão) e alça (chapa de latão), elaboradas manualmente,
soldadas sobre a mesma.

Parafuso para guarnição da bainha em barra de latão, usinados, dourados por banho
eletroquímico.

Confeccionada em lâmina de aço polido, reta, de 900 (novecentos) a 1200 (mil e duzentos)
mm de comprimento; punho na cor branca, envolvido por proteção do tipo meio lua de aço
cromado, com copo não articulado, tendo no lado direito da face externa as Armas da
República, em alto relevo; bainha de aço cromado comum abraçadeira a 60 (sessenta) mm
do bocal, com argola móvel, tudo do mesmo metal.

O uso da espada é autorizado em formaturas e solenidades cívico-militares; em cerimônias


religiosas de casamento, para realização do teto de aço e conforme prevê a legislação
adotada pelo CBMDF e utilizada com os Uniformes 1º A, 1º B, 1º C, 2º A e 3º A.

100
5.44. Espada de Coronel
De uso exclusivo e não obrigatório para Oficial do último posto.

Bainha industrializada em ABS preto, possuindo dois canais de cada lado, sendo composta
de bocal, meio e ponteira banhados a ouro 24k, adornados por folhas de carvalho.

Lâmina em aço inoxidável AISI 420 de acabamento polido brilhante, com espessura de 5
mm, laminação a quente, tratamento de têmpera, revenimento com três variações de
comprimento e desenho adamascado, feito por corrosão química, com as inscrições
"ALIENAM VITAM ET BONA SALVARE" e CORPO DE BOMBEIRO MILITAR DO DISTRITO
FEDERAL, em lados opostos.

Cabo vermelho em ABS pigmentado, adornado com um cabo de aço inoxidável AISI 304
acomodado entre dois fios de latão, banhados a ouro 24k.

Guarda mão composto por copo em aço inoxidável AISI 304 com espessura de 1,5mm,
forjado, cortado a laser, estampagem a frio nos frisos, estampagem a quente no Brasão da
República em alto relevo e banhado a ouro 24k.

Cobertura do cabo com efígie de Fênix e adornos de flama, em fundição com cera perdida
e banhada a ouro 24k.

Utilizada com os Uniformes 1º A, 1º B, 1º C, 2º A e 3º A.

5.45. Espada
De uso obrigatório e exclusivo de Oficiais, permitido para as Praças Especiais quando
determinado em unidades de ensino.

Confeccionada em lâmina de aço polido, reta, de 900 (novecentos) a 1200 (mil e duzentos)
mm de comprimento; punho na cor preta, envolvido por proteção do tipo meio lua de aço
cromado, com copo não articulado, tendo no lado direito da face externa as Armas da
República, em alto relevo; bainha de aço cromado comum a braçadeira a 60 (sessenta) mm
do bocal, com argola móvel, tudo do mesmo metal.

101
O uso da espada obedece às seguintes prescrições: quando determinado, em formaturas e
solenidades cívico militares; em cerimônias religiosas de casamento, para realização do teto
de aço, conforme prevê a legislação adotada pelo CBMDF.

Utilização com os Uniformes 1º A, 1º B, 1º C, 1º D, 1º E, 1º F, 2º A e 3º A.

5.46. Espadim Marechal Souza Aguiar


De uso exclusivo de Cadetes, embainhado, mede 45 cm e, sem sua bainha, 43 cm, é
composto, basicamente, por punho, cruzeta, lâmina e bainha.

O punho apresenta uma cor avermelhada, mede 10 cm e possui em sua parte superior: um
terminal com ramagem, com uma tarraxa dourada contendo o símbolo da Corporação ao
centro de um círculo azul.

A cruzeta, também chamada de guarda, é dourada e trabalhada, medindo 3 cm por 10 cm. Ela
possui, em seu centro, um escudo de forma circular, de 2 cm de diâmetro, esmaltado, tendo,
sobre um círculo azul, novamente, o símbolo característico da Corporação.

Sua lâmina é chata, reta e trabalhada, medindo 30 cm, com uma de suas faces contendo a
inscrição Alienam Vitam Et Bona Salvare.

Sua bainha é de metal cromado, medindo 31,5 cm, com dois aros ou argolas na parte
superior, espaçadas em 8,0 cm, e que servem para o encaixe do talim e da guia.

Possui ainda, em suas extremidades, ramagens em dourado. Na parte inferior, denominada


ponteira, medindo 8,0 cm, encontram-se os mesmos detalhes em dourado de sua parte
superior.

Utilizado com os Uniformes 1º B, 1º C, 1º D, 1º E, 3º A e 2º A.

102
5.47. Fiel
De uso obrigatório com espada, possui cordões duplos, na cor preta, de gorgurão e nylon de
32,10 cm de comprimento, tendo ao centro, a 12,00 cm da parte superior um nó de três laços,
de 4,50 cm de comprimento. Na parte inferior dois passadores de 1,00 cm de largura, em
cordão trançado arrematado por uma borla em forma de pêra, de 5,00 cm de comprimento,
revestida de tecido idêntico a dos cordões.

5.48. Talim Guia de Espada


De uso obrigatório com espada, é confeccionado em gorgurão de nylon preto, com
36,00 cm de comprimento por 2,00 cm de largura, tendo na parte inferior um
mosquetão, de metal dourado de 5,50 cm de comprimento por 2,50 cm de largura,
preso por um botão de metal dourado, e na parte superior, um gancho em metal
dourado preso por um botão dourado.

5.49. Luva de pelica


De uso obrigatório com espada, confeccionada em pelica, na cor preta. De forma e feitios
comuns, pespontados com costuras comuns e do tipo de malhas superpostas, que se
encontram entre os dedos, abotoando no punho, com colchetes de pressão.

103
5.50. Cinto N.A.
O cinto N.A. segue o modelo estadunidense, na cor vermelha, confeccionado em trama de
nylon com 5,5 cm de largura; com carreiras verticais de dois ilhoses distribuídos ao longo do
cinto, distantes 5 cm uma das outras.
Os ilhoses deverão possuir 1 cm de diâmetro; o fechamento deverá ser feito por meio de
engate das peças plásticas que compõem a fivela, que, de uma extremidade possui lingueta
retangular do tipo macho, e do outro uma seção vazada quadrada do tipo fêmea.
Deverá possuir, em cada extremidade, próximo às fivelas, um passador metálico para ajuste
do tamanho do cinto.
O cinto N.A. deverá ser utilizado com o Uniforme 3º A sempre for utilizada a Espada.
A peça permite ser utilizada em conjunto com o suspensório.

104
6. APRESENTAÇÃO PESSOAL E USO DE ADORNOS

A boa apresentação pessoal do(a) bombeiro(a) militar do CBMDF se manifesta pelo constante
zelo para com os uniformes e prescrições que refletem a imagem institucional perante a
sociedade.

A padronização da apresentação individual tem por finalidade prover uniformidade entre os


Bombeiros Militares e é premissa indispensável à consolidação da disciplina na caserna.

Constitui obrigação do(a) bombeiro(a) militar manter o asseio e a boa apresentação individual,
não somente no interior das unidades militares e em trânsito, mas em qualquer momento
que ostentar o fardamento, não sendo permitidas aparições em discordância com o que
prevê o presente regulamento.

É dever do(a) bombeiro(a) militar apresentar-se para o serviço, seja operacional ou


administrativo, limpo(a) e asseado(a), com uniforme sem manchas, rasgos ou amassados.

Cabe ao(à) bombeiro(a) militar o cuidado para que o fardamento não perca a cor de forma
diferente entre as peças ao longo das lavagens, de modo a comprometer a boa apresentação
individual.

É vedado o uso de desenhos ou pinturas do tipo tatuagem no rosto.

Os desenhos ou pinturas do tipo tatuagem, os aplicativos do tipo piercing ou assemelhados,


bem como adornos, não poderão afetar a honra pessoal ou o decoro da classe exigido dos
militares do CBMDF, em conformidade com os princípios éticos e morais previstos no Estatuto
dos Bombeiros Militares, sendo proibidos símbolos e/ou inscrições que fazem alusão a:

• ideologias terroristas ou extremistas contrárias às instituições democráticas ou que


preguem a violência e a criminalidade;

• discriminação ou preconceito de raça, credo, sexo ou origem;

• ideias ou atos libidinosos;

• ideias ou atos ofensivos às instituições militares.

Considera-se piercing, ainda, as peças utilizadas coladas, com furo ou com pressão na parte
acima da linha média do lóbulo da orelha.

Não é permitido o uso de piercing enquanto uniformizado, ainda que encoberto por
esparadrapo ou afins.

Quando uniformizado, é vedado o uso de lentes de contato coloridas ou que apresentem


desenhos, ainda que sejam para correção visual.

105
A coloração artificial do cabelo deve ser feita com moderação, utilizando tons naturais aos
diversos tipos de cabelo humano, discretos e compatíveis com o uso do uniforme, sendo
proibidos cores berrantes, platinados ou branco artificial.

Fica autorizado o uso de apliques de fibras capilares naturais, processadas ou sintéticas,


tranças africanas e rastafáris, sempre em tons naturais aos diversos tipos de cabelo humano,
devendo, obrigatoriamente, ter comprimento máximo até a parte média das costas.

No caso de apliques, tranças africanas e rastafáris, a quantidade não pode comprometer o


uso da cobertura ou do capacete de proteção individual, nem apresentar volume excessivo,
deixando de ter apresentação rente ao couro cabeludo quando preso.

É proibido o uso de apliques, tranças e rastafáris coloridos ou brancos (este último exceto
quando tratar-se de cabelos grisalhos).

É vedado o uso de adornos nos tornozelos (tornozeleira).

São de uso exclusivo das bombeiras militares:

• Brincos - permitido o uso de um único brinco por orelha, devendo estar centralizado no
lóbulo da orelha, de tamanho, cores e tipo discreto, que não ultrapassem o lóbulo da orelha
e sem pêndulo, argolas ou pingentes; não é permitido brinco do tipo argola;

• Maquiagem adequada ao tipo de atividade ou à solenidade;

• Unhas coloridas - as unhas devem ser mantidas permanentemente tratadas, aparadas


e com comprimento reduzido ou mediano, de modo que não atrapalhem a utilização de
luvas ou possam causar ferimentos em outrem ou a si própria, podendo ainda ser pintadas
com esmalte, desde que de cor única e sem apliques.

O corte de cabelo, tanto masculino quanto o modelo feminino curto, deve ser simétrico, não
sendo permitido que um lado fique diferente do outro no tamanho dos fios.

Não estão autorizados penteados do tipo black power, nem cortes de cabelo do tipo sidecut
(com laterais raspadas), linhas ou desenhos feitos com navalha ou máquina no couro
cabeludo ou sobrancelhas e outros modismos.

O corte de cabelo masculino estabelecido como limite máximo é o denominado aparado curto,
padrão militar, sendo vedado o uso de penteado tipo topete ou cabelo levantado na parte
anterior da cabeça, com ou sem gel fixador.

106
A costeleta, caracterizada pela porção de barba e cabelo que cresce na parte lateral do rosto
masculino, deve ser mantida dois centímetros abaixo do ponto superior de união da
orelha com a cabeça, conservando sua largura natural, sendo vedado o seu estreitamento.

É permitido o uso de bigode, com exceção dos alunos dos cursos de formação. Quando
adotado, deverá ser na mesma tonalidade do cabelo e mantido aparado com altura máxima
correspondente à máquina nº 4, cortado de forma reta e com dimensões que não ultrapassem
a linha externa do lábio superior e a linha horizontal da comissura labial.

É vedado o uso de barba, cavanhaque ou barbicha.

107
O corte de cabelo feminino deverá seguir os modelos estabelecidos para cada tamanho,
conforme previsto no presente regulamento, penteado, alinhado e de acordo com o uniforme,
de modo que, independentemente do tipo de cabelo, este se apresente sempre rente ao couro
cabeludo.

Cabelos curtos podem ser usados soltos, com todos os uniformes, desde que seu
comprimento se mantenha acima da parte posterior da gola do uniforme; no serviço
operacional, o cabelo deverá estar preso, sempre que necessário, por grampos ou presilhas
na cor preta e sem detalhes, a fim de viabilizar o uso da balaclava e capacete com a segurança.

Os cabelos médios e longos deverão ser usados presos por coque, trança ou rabo de cavalo,
conforme o uniforme, sempre rente ao couro cabelo, devendo as orelhas ficar à mostra com
o uso da cobertura.

Os cabelos volumosos deverão ser utilizados presos, com acessórios na cor do cabelo, para
o uso correto da cobertura.

Os cabelos médios e longos devem se adequar ao uniforme ostentado, conforme se segue:

• Primeiro Uniforme – Túnicas – coque simples, coque especial ou trança embutida, desde
que seu comprimento se mantenha acima da parte posterior da gola do uniforme e não
impeça o uso da cobertura, quando determinado;

• Segundo Uniforme – Passeio – coque simples, coque especial, trança ou rabo de cavalo;

• Terceiro Uniforme – Prontidão – coque simples ou trança;

• Quarto Uniforme – nas atividades de educação física, poderá ser utilizado coque
simples, trança ou rabo de cavalo; nas atividades operacionais e durante todo serviço,
operacional ou não, deverá ser utilizado coque simples ou trança;

108
O uso de rastafári no cabelo feminino deverá obedecer às mesmas condições estabelecidas
para coque e trança, devendo ser condizente com o atavio e aprumo militar e permitir o
correto uso de cobertura e/ou de equipamentos de proteção individual empregados na
Corporação.

O penteado feminino poderá ter franja, desde que não atrapalhe a boa apresentação ao se
usar a cobertura e que não apareça quando utilizando a cobertura bibico, gorro com pala e
EPIs, porém, para que esta possa ser utilizada solta com os outros uniformes, não deve
ultrapassar a linha das sobrancelhas.

Os acessórios de cabelo permitidos são grampos (ou presilhas) simples, na cor preta e sem
detalhes, rede na cor do cabelo e elásticos na cor preta.

Nas formaturas, o cabelo feminino deverá estar em forma de trança ou coque,


obrigatoriamente.

A critério do(a) Comandante do Pelotão ou da Guarda de Honra, poderá ser estabelecido um


único padrão (coque ou trança) para as militares em forma.

Quando de serviço, a militar com cabelo médio ou longo deverá estar de trança ou coque,
obrigatoriamente.

É proibido o uso do coque samurai (coque simples na parte superior da cabeça).

Caso haja necessidade de uso de corte de cabelo e/ou barba com a finalidade de encobrir
lesão fisionômica, o(a) militar deverá requerer autorização ao respectivo Comandante, Chefe
ou Diretor, fundamentando sua solicitação, sendo tal liberação de competência do(a)
Comandante-Geral do CBMDF.

Quando uniformizado(a), é permitido ao Bombeiro(a) Militar o uso dos seguintes adornos:

• relógio em tamanho e modelo discretos e funcionais, em qualquer pulso;

• aliança, sendo recomendada sua não utilização quando em serviço operacional, com
a finalidade exclusiva de prevenir lesões;

109
• anéis discretos, à exceção de quando estiver de serviço operacional;

• óculos com lentes de grau, em armações discretas;

• óculos de proteção solar, com lentes em cor única e em armações discretas, com
tonalidades escuras; quando tratar-se de formatura, seu uso poderá será permitido
mediante autorização expressa do(a) Comandante de Socorro ou da Guarda de Honra
ou, caso contrário, somente por recomendação médica, devidamente comprovada
pelo(a) Bombeiro(a) Militar;

• guarda-chuva na cor preta;

• mochila predominantemente preta;

• joelheira operacional, quando tratar-se do Uniforme 3º A;

• suspensório ou pochete operacional, em padrão a ser definido por portaria


do(a) Comandante-Geral;

• bornal preto;

• alamar com apito;

• braçal, quando tratar-se de cerimonial ou curso;

• colete tático.

É vedado, quando uniformizado(a), o uso de:

• chaveiro ou chave pendurados na farda;

• qualquer outro adorno não especificado no presente regulamento.

110

Você também pode gostar