Regulamento de Uniformes CBMDF 2023
Regulamento de Uniformes CBMDF 2023
Brasília – DF
2023
CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO DISTRITO FEDERAL
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SUMÁRIO
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5.15. Uniforme 4º B - Agasalho .................................................................................................. 59
5.16. Camiseta do Uniforme 4º C ............................................................................................... 61
5.17. Short vermelho de tactel ................................................................................................... 62
5.18. Bermuda de malha preta ................................................................................................... 62
5.19. Maiô ................................................................................................................................... 63
5.20. Sunga ................................................................................................................................ 63
5.21. Sandálias ........................................................................................................................... 63
5.22. Bolsa feminina ................................................................................................................... 64
5.23. Quepe ................................................................................................................................ 64
5.24. Gorro sem pala (bibico) ..................................................................................................... 66
5.25. Gola do Uniforme 1º A ....................................................................................................... 67
5.26. Gola clerical (clérgima) ...................................................................................................... 67
5.27. Estola Sacerdotal .............................................................................................................. 68
5.28. Blusa de frio ...................................................................................................................... 68
5.29. Gravatas ............................................................................................................................ 68
5.30. Sapato masculino............................................................................................................. 69
5.31. Sapato feminino ............................................................................................................... 70
5.32. Jaleco ................................................................................................................................ 71
5.33. Plaqueta de identificação .................................................................................................. 71
5.34. Insígnias ............................................................................................................................ 73
5.35. Armas dos Quadros e Qualificações Bombeiro Militar ................................................... 85
5.36. Brevês ............................................................................................................................... 87
5.37. Medalhas ........................................................................................................................... 89
5.38. Escudo da Organização Bombeiro Militar (OBM)........................................................... 94
5.39. Aplique de Comando e Chefia ......................................................................................... 95
5.40. Especificidades dos uniformes femininos ..................................................................... 97
5.41. Bandeira Nacional ............................................................................................................ 98
5.42. Alamares ........................................................................................................................... 98
5.43. Espada de Comandante-Geral.......................................................................................... 99
5.44. Espada de Coronel ......................................................................................................... 101
5.45. Espada ............................................................................................................................ 101
5.46. Espadim Marechal Souza Aguiar................................................................................... 102
5.47. Fiel ................................................................................................................................... 103
5.48. Talim Guia de Espada ..................................................................................................... 103
5.49. Luva de pelica ................................................................................................................. 103
5.50. Cinto N.A. ........................................................................................................................ 104
6. APRESENTAÇÃO PESSOAL E USO DE ADORNOS ............................................................... 105
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PREÂMBULO
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CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO DISTRITO FEDERAL
1. PRIMEIRO UNIFORME
1.1. Uniforme 1º A
a) Aquisição: pelos bombeiros militares.
• quepe preto;
• plaqueta dourada;
• plaqueta dourada;
f) Especificidade:
O cabelo feminino médio ou longo deverá estar preso por coque ou trança (desde que
embutida), sem ultrapassar a linha superior da gola e compatível com o uso do quepe.
Em solenidades em que for dispensado o uso do quepe, o cabelo feminino médio ou longo
poderá estar preso por coque especial, desde que este mantenha uma boa apresentação
individual e não ultrapasse a linha superior da gola.
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1.2. Uniforme 1º B
a) Aquisição: pelos bombeiros militares.
• plaqueta dourada;
• plaqueta dourada;
f) Especificidades:
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masculina e, na composição feminina, com saia média cinza escuro
(tendo o cós logo acima do umbigo, altura na dobra posterior do joelho
e prega fêmea na proporção de um terço do comprimento da saia) ou
calça.
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g) Modelos de gravatas do uniforme masculino:
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1.3. Uniforme 1º C
a) Aquisição: bombeiros militares.
• plaqueta dourada;
• plaqueta dourada;
f) Especificidades:
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em que seja exigido o traje passeio completo aos civis, o Uniforme 1º
C deverá ser usado com a gravata vertical preta na composição
masculina e, na composição feminina, com saia média cinza escuro
(tendo o cós logo acima do umbigo, altura na dobra posterior do joelho
e prega fêmea na proporção de um terço do comprimento da saia) ou
calça.
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g) Modelos de gravatas do uniforme masculino:
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1.4. Uniforme 1º D – General Aristarcho Pessoa
a) Aquisição: pelo CBMDF.
• quepe branco;
• calça de gala preta, com dois frisos verticais pretos de cetim nas
laterais;
• guia vermelha;
• talim vermelho;
• saia de gala preta, com dois frisos verticais pretos de cetim nas
laterais, cós logo acima do umbigo, altura na dobra posterior do
joelho e prega fêmea na proporção de um terço do comprimento da
saia;
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• guia vermelha;
• talim vermelho;
f) Especificidades:
O cabelo feminino médio ou longo deverá estar preso por coque ou trança (desde que
embutida), não podendo ultrapassar a linha superior da gola e compatível com o uso do
quepe.
Em solenidades em que for dispensado o uso do quepe, o cabelo feminino médio ou longo
poderá estar preso por coque especial, desde que este mantenha uma boa apresentação
individual e não ultrapasse a linha superior da gola.
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1.5. Uniforme 1º E – General Lírio
a) Aquisição: pelo CBMDF.
• calça de gala preta, com dois frisos verticais pretos de cetim nas
laterais;
• guia vermelha;
• saia de gala preta, com dois frisos verticais pretos de cetim nas
laterais, cós logo acima do umbigo, altura na dobra posterior do
joelho e prega fêmea na proporção de um terço do comprimento da
saia;
• guia vermelha;
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• talim vermelho para espadim;
f) Especificidades:
O cabelo feminino médio ou longo deverá estar preso por coque ou trança (desde que
embutida), não podendo ultrapassar a linha superior da gola e compatível com o uso do
quepe.
Em solenidades em que for dispensado o uso do quepe, o cabelo feminino médio ou longo
poderá estar preso por coque especial, desde que este mantenha uma boa apresentação
individual e não ultrapasse a linha superior da gola.
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1.6. Uniforme 1º F
a) Aquisição: pelo CBMDF.
• quepe vermelho;
• cinto NA vermelho;
• cinto NA vermelho;
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Comandante-Geral.
Em solenidades em que for dispensado o uso do quepe, o cabelo feminino médio ou longo
poderá estar preso por coque especial, desde que este mantenha uma boa apresentação
individual e não ultrapasse a linha superior da gola.
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2. SEGUNDO UNIFORME
• plaqueta vermelha;
• calça azul-escuro;
• plaqueta vermelha;
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• calça comprida ou saia média azul-escuro (tendo o cós logo acima
do umbigo, altura na dobra posterior do joelho e prega fêmea na
proporção de um terço do comprimento da saia);
f) Especificidades:
• cachecol branco;
• braçal do CBMDF;
O uso do gorro sem pala azul-escuro é obrigatório em deslocamentos a pé, sendo dispensável
apenas no interior das unidades e em locais cobertos.
O cabelo feminino médio ou longo deverá estar preso por coque, rabo de cavalo ou trança,
compatível com o uso da cobertura.
Em solenidades poderá ser determinado o uso de coque ou trança, conforme o caso, a fim
de garantir uma apresentação uniforme por parte do efetivo feminino.
A blusa de frio, de posse facultativa e de uso exclusivo com o Uniforme 2ª A, deverá ser
confeccionada na cor azul-escuro e conter plaqueta de identificação vermelha, bandeira do
Distrito Federal bordada na manga do braço direito, emblema do CBMDF bordado na manga
do braço esquerdo e as insígnias metálicas do uniforme, atentando para o seguinte:
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• As demais Praças deverão usar as armas de suas respectivas Qualificações BM na gola
direta da camisa bege meia manga e, na gola esquerda, a divisa correspondente à graduação.
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2.2. Uniforme 2º B
a) Aquisição: pelas bombeiras militares gestantes.
• plaqueta vermelha;
• plaqueta vermelha;
f) Especificidade:
É obrigatória a posse de apenas uma das versões do Uniforme 2º B,
sendo facultada à bombeira militar a escolha da versão a que mais se
adequar.
O uso do gorro sem pala azul-escuro é obrigatório em deslocamentos
a pé, sendo dispensável apenas no interior das unidades e em locais
cobertos.
O cabelo médio ou longo deverá estar preso por coque, coque
especial, rabo de cavalo ou trança.
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2.3. Uniforme 2º C
a) Aquisição: pelos bombeiros e bombeiras militares.
• calça branca;
f) Especificidades:
O Uniforme 2º C não deverá ser empregado nos serviços operacionais, devendo ser utilizado,
nesse caso, o Uniforme 3º A.
A meia 3/4 de náilon somente poderá ser utilizada em conjunto com a calça feminina.
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A blusa de frio, de posse facultativa e de uso exclusivo com o Uniforme 2º C, deverá ser
confeccionada na cor branca e conter cadarço de identificação, bandeira do Distrito Federal
bordada na manga do braço direito, emblema do CBMDF bordado na manga do braço
esquerdo e as insígnias metálicas correspondentes.
O uso do gorro sem pala branco é obrigatório em deslocamentos a pé, sendo dispensável
apenas no interior das unidades e em locais cobertos.
O cabelo feminino médio ou longo deverá estar preso por coque, rabo de cavalo ou trança.
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2.4. Uniforme 2º D
a) Aquisição: pelas bombeiras militares em período de gestação.
• plaqueta vermelha;
• plaqueta vermelha;
f) Especificidade:
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3. TERCEIRO UNIFORME
• calça laranja;
• meias pretas;
• coturnos pretos.
e) Especificidades:
O cadarço de identificação será no mesmo tecido e cor do uniforme costurado do lado direito,
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com o nome de guerra bordado em letras pretas cheias, tipo bastão, seguido do grupo
sanguíneo e fator RH bordado na cor vermelha.
O cadarço de lotação será no mesmo tecido e cor do uniforme costurado do lado esquerdo,
com a sigla da Organização Bombeiro Militar (OBM) bordado em letras pretas cheias, tipo
bastão.
A calça do Uniforme 3º A deve estar presa à perna, por meio de velcro ou item similar, na
altura superior do cano da bota tipo coturno.
O uso do gorro com pala é obrigatório em deslocamentos a pé, sendo dispensável no interior
das unidades, em locais cobertos e em atividades de socorro, desde que substituído pelo
capacete de proteção individual.
O cabelo feminino médio ou longo deverá estar preso por coque ou trança, compatível com
o uso da cobertura ou do equipamento de proteção individual.
O cabelo feminino curto não pode colocar em risco a integridade de si própria ou de outrem
durante a ocorrência ou instrução, devendo estar preso sempre que houver tal risco.
Nos deslocamentos do(a) bombeiro(a) militar por meio de motocicleta particular, é permitida
a utilização da jaqueta de motociclista substituindo ou sobreposta à blusa manga longa
laranja.
• colete preto;
• braçal do CBMDF;
É facultado o uso, no serviço operacional, de modelo de calçado do tipo bota tática, similar
(em cor e em comprimento do cano) ao especificado no Uniforme 3º A.
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socorro, ocasião em que as mangas deverão estar desdobradas.
Para o emprego de espada com o Uniforme 3º A, é obrigatório o uso de cinto N.A. vermelho,
com fiel, talim guia e luvas de pelica de cor preta.
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3.1.1. Uniforme 3º A – Prontidão na Versão Gandoleta
a) Aquisição: pelos bombeiros militares;
• calça laranja;
• meias pretas;
• coturnos pretos.
e) Especificidades:
A gandoleta será utilizada em composição com a calça do Uniforme 3º A, que deverá estar
presa à perna, por meio de velcro ou item similar, na altura superior do cano da bota tipo
coturno.
O uso do gorro com pala é obrigatório em deslocamentos a pé, sendo dispensável no interior
das unidades, em locais cobertos e em atividades de socorro, desde que substituído pelo
capacete de proteção individual.
O cabelo feminino médio ou longo deverá estar preso por coque ou trança, compatível com
o uso da cobertura ou do equipamento de proteção individual.
O cadarço de identificação será no mesmo tecido e cor do uniforme costurado do lado direito,
com o nome de guerra bordado em letras pretas cheias, tipo bastão, seguido do grupo
sanguíneo e fator RH bordado na cor vermelha.
O cadarço de lotação será no mesmo tecido e cor do uniforme costurado do lado esquerdo,
com a sigla da Organização Bombeiro Militar (OBM) bordado em letras pretas cheias, tipo
bastão.
Nos deslocamentos do(a) bombeiro(a) militar por meio de motocicleta particular, é permitida
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a utilização da jaqueta de motociclista sobreposta à gandoleta.
A gandoleta deve ser usada com as mangas desdobradas nas ações de socorro.
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3.1.2. Uniforme 3º A – Prontidão na Versão Jaleco
a) Aquisição: pelos bombeiros militares;
• calça laranja;
• meias pretas;
• coturnos pretos.
e) Especificidades:
Os bombeiros militares que desenvolvem suas atividades na área de saúde deverão utilizar o
jaleco branco com o Uniforme 3ª A prontidão.
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3.2. Uniforme 3º B
a) Aquisição: pelos bombeiros militares;
• calça azul-marinho;
• meias pretas;
• botinas pretas.
• meias pretas;
• botinas pretas.
f) Especificidades:
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sanguíneo e fator RH bordados na cor vermelha, centralizada.
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3.3. Uniforme 3º C
a) Aquisição: pelo CBMDF.
• summer preto;
• plaqueta vermelha;
• calça preta;
• meias pretas;
• plaqueta vermelha;
f) Especificidades:
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g) Variações da utilização do Uniforme 3º C:
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4. QUARTO UNIFORME
• top preto;
f) Especificidades:
Nas atividades aquáticas, o uso do Uniforme 4ºA deverá abranger, além do já especificado, as
sandálias pretas, a sunga de natação para militares do sexo masculino e maiô preto e bermuda
preta (ou maiô preto com short embutido) e touca de natação para militares do sexo feminino.
Quando tratar-se de instrutor(a), a camiseta vermelha manga longa deverá possuir impressão
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em silk screen INSTRUTOR ou INSTRUTORA (conforme o caso) na manga direita, em caixa
alta e na perpendicular, em fonte Arial Black 100 na cor branca, conforme o modelo.
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4.2. Uniforme 4º B
a) Aquisição: pelos bombeiros militares.
• top preto;
f) Especificidades:
É facultado o uso do Uniforme 4º B sem a parte superior do agasalho quando em trânsito com
viatura ou em veículo automotor particular, sendo vedada sua utilização em transporte público
ou por aplicativo, deslocamento a pé em via pública ou durante a permanência em
estabelecimentos externos à OBM.
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de operação.
O uso do Uniforme 4º B por bombeiros militares com restrição médica ou por gestantes, no
desempenho de atividades de expediente ou serviço interno, somente será autorizado quando
o estado de saúde contraindicar ou impedir o uso dos uniformes de prontidão ou de
expediente, conforme o caso, devendo tal restrição constar na dispensa médica.
O Uniforme 4º B deverá conter a identificação do bombeiro militar, a qual deve ser bordada
diretamente no tecido ou confeccionada por cadarço de identificação na cor vermelha,
contendo o posto ou graduação e nome na cor preta e o tipo sanguíneo na cor branca, com
letras em caixa alta.
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4.3. Uniforme 4º C
a) Aquisição: pelos bombeiros militares lotados no CECAF.
• top preto;
f) Especificidades:
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feminino.
Quando tratar-se de instrutor(a), a camiseta branca manga longa deverá possuir impressão
em silk screen INSTRUTOR ou INSTRUTORA, conforme o caso, na manga direita, em caixa
alta, fonte Arial Black 100, na perpendicular, na cor vermelha.
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5. CARACTERÍSTICAS DOS UNIFORMES E PEÇAS
COMPLEMENTARES
• com gola careca composta por malha sanfonada com 2,5 cm de largura;
• posto ou graduação, designação "BM" e nome de guerra do(a) bombeiro(a) militar, na cor
branca, e tipo sanguíneo, na cor preta, bordado, centralizado à altura do peito, em caixa alta
e em letra tipo Arial, com 1 cm de altura, a uma distância de 6,5 cm da borda inferior da gola;
A camiseta vermelha deverá ser utilizada por dentro da calça do Uniforme 3ª A e, no caso dos
Uniformes 4º A e 4º B, por fora do short vermelho de tactel ou calça do agasalho.
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5.2. Camiseta vermelha dos Grupamentos Especializados
A camiseta vermelha dos Grupamentos Especializados poderá ser meia manga ou manga
comprida e comporá os uniformes 3º A (Prontidão), por dentro da calça e 4º A (Operacional e
Educação Física) e 4º B (Agasalho), por fora do short vermelho de tactel ou calça do
agasalho e é destinada para uso exclusivo dos(as) bombeiros(as) militares especialistas,
lotados no grupamento e conforme sua área de atuação.
• com gola careca composta por malha sanfonada com 2,5 cm de largura;
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• posto ou graduação, designação "BM" e nome de guerra do(a) bombeiro(a) militar, na cor
branca, e tipo sanguíneo, na cor preta, bordado, centralizado à altura do peito, em caixa alta
e em letra tipo Arial, com 1 cm de altura, a uma distância de 6,5 cm da borda inferior da gola,
tendo o brasão (logotipo) do Grupamento Especializado, com 19 cm de diâmetro, logo
abaixo;
• na versão manga longa, bandeira do DF afixada na manga direita, seguida, logo abaixo
da bandeira, da escrita em fonte Arial 100 na cor branca, a inscrição INSTRUTOR ou
INSTRUTORA, conforme o caso, na perpendicular, quando tratar-se de bombeiro(a) militar
instrutor(a) e inscrição da especialidade do(a) bombeiro(a) militar na manga esquerda;
cm
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A camiseta do Grupamento Motomecanizado será utilizada tão logo se der a aprovação da
unidade na legislação do CBMDF.
• possuir abertura frontal, em toda a sua extensão, com fechamento por meio de fecho éclair
(zíper) iniciado acima da barra;
• gola retangular, do tipo militar, para seu uso ser dobrado ou levantado;
• na parte frontal, possuir dois bolsos superiores localizados à altura do peito da gandola,
dispostos de forma plana e inclinados diagonalmente a um ângulo de 25º em relação ao
cadarço de identificação e ao de lotação;
• cadarço de identificação (item 5.5) na mesma cor e tecido da blusa, situado acima
adjacente ao bolso direito, na posição horizontal;
• cadarço de lotação (item 5.6) na mesma cor e tecido da blusa, situado acima e adjacente
ao bolso esquerdo, na posição horizontal;
• O nome BOMBEIRO MILITAR DISTRITO FEDERAL será bordado na fonte Arial, de cor
PRETA, centralizado entre as linhas imaginárias a 9 cm do final da gola, com espaçamento
de 5 mm entre as letras na horizontal (Exceto entre a letra "T" e "A" na palavra "MILITAR",
onde haverá espaçamento negativo de 5 mm), observadas as especificações acima.
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5.4. Blusa manga longa laranja – Versão Gandoleta (combat shirt)
A blusa manga longa laranja versão gandoleta, de uso opcional, compõe o uniforme 3º A
e é utilizada por dentro da calça do uniforme de prontidão, devendo apresentar as seguintes
características:
• ser confeccionada em tecido elastizado tipo sarja rip stop e, no segmento abdominal e
dorsal, malha poliviscose;
• abertura frontal parcial superior, com fechamento por meio de fecho zíper, ocultado por
uma faixa de tecido adjacente;
• na parte frontal, cadarço de identificação (item 5.5), na mesma cor e tecido da blusa,
situado acima da transição entre a camada de tecido e a camada de malha, do lado direito, na
posição horizontal;
• na parte frontal, cadarço de lotação (item 5.6), na mesma cor e tecido da blusa, situado
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acima da transição entre a camada de tecido e a camada de malha, do lado esquerdo na
posição horizontal;
Deverá conter o nome de guerra e o tipo sanguíneo do(a) bombeiro(a) militar, centralizados.
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5.6. Cadarço de lotação
O cadarço de lotação deverá ser utilizado nos Uniformes 2º C e 3º A, devendo ser
confeccionado na mesma cor e tecido do uniforme, possuir 25 mm de altura por 130 mm de
comprimento e ser fixado acima do bolso esquerdo.
Deverá conter a sigla da Organização Bombeiro Militar (OBM) na qual o(a) bombeiro(a) militar
é lotado(a), centralizada, nas cores especificadas para cada uniforme.
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5.8. Bandeira do Distrito Federal
A Bandeira do Distrito Federal deverá ser bordada, com 80 mm de largura por 60 mm
de altura, costurada na manga direita, 5,5 cm abaixo da costura do ombro, sendo de
uso obrigatório nas túnicas, camisa bege meia manga, uniformes operacionais,
summer, japona, blusa de frio e camiseta vermelha.
O Símbolo do CBMDF é composto por uma figura geométrica (escudo medieval) na cor
vermelha, circundada por um friso prateado e na parte central uma estrela de cinco pontas,
na cor amarelo-ouro, em alto relevo. Por trás do escudo, na posição central e vertical, há um
archote na cor marrom- madeira, de onde parte uma figura simbolizando as chamas, na cor
laranja-fogo. O friso horizontal localizado na parte superior do archote é na cor vermelha. Sob
o archote cruzam-se duas machadinhas com cabos na cor marrom-madeira e extremidade
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metálica na cor prata. Na parte de baixo da insígnia base destaca-se uma mangueira prateada,
que circunda a parte inferior do archote e das machadinhas. A mangueira tem nas
extremidades dois esguichos agulheta na cor amarelo ouro.
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5.11. Coturno
O coturno comporá o uniforme 3º A e deverá:
b) possuir cano aberto na frente, apresentando duas ordens de ilhoses, uma de cada lado,
para entrelaçamento e ajuste dos cadarços;
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5.12. Brasão do CBMDF para coberturas
O brasão do CBMDF para coberturas deve ser bordado em moldura de chamas cheias, em fio
myller dourado, contendo em sua parte inferior uma faixa vermelha com a inscrição “DISTRITO
FEDERAL” em letras maiúsculas na cor branca, fonte arial, em negrito, adequado ao tamanho
do brasão e, no centro deste, o símbolo do CBMDF inscrito em uma figura oval de cor preta.
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louro voltados para a parte interna da pala dispostos entre cada folha;
• Para o posto de Major terá bordado na pala na cor amarelo-ouro, dois ramos de 12 cm
de comprimento com duas folhas voltadas para a parte interna da pala e dois frutos de
louro voltados também para a parte interna dispostos entre cada folha.
A pala do gorro do Comandante-Geral será circundada por dois ramos de carvalho, com folhas
de frutos, bordado na cor amarelo ouro, partindo das extremidades laterais.
• Para Coronel e Tenente-Coronel terá bordado em relevo na pala, na cor amarelo ouro,
dois ramos medindo 12 cm de comprimento, com três folhas, sendo duas voltadas para a
parte interna e outra voltada para parte externa da pala e dois frutos de louro voltados para
a parte interna da pala dispostos entre cada folha;
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voltados também para a parte interna dispostos entre cada folha.
• o casaco deverá ter abertura frontal com fecho ecler separável de nylon em toda a
extensão, com bolsos nas duas laterais, embutidos;
• cadarço de identificação na cor vermelha, fixado na parte frontal do casaco, do lado direito
e na altura do peito, contendo posto/graduação e nome de guerra do(a) militar, na cor preta,
e tipo sanguíneo, na cor branca, em caixa alta e letra tipo Arial, com 1 cm de altura;
• calça em tecido tactel, cor vermelha e listra branca nas laterais medindo 8 cm de largura;
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5.16. Camiseta do Uniforme 4º C
A Camiseta do Uniforme 4º C deve possuir as seguintes especificações:
• posto/graduação, designação "BM" e nome de guerra do(a) militar, na cor preta, e tipo
sanguíneo, na cor vermelha, bordados na parte frontal, na altura do peito e do lado direito, em
caixa alta e letra tipo arial, com 1 cm de altura;
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5.17. Short vermelho de tactel
Short de tactel, na cor vermelha, cuja barra (borda inferior) deve estar, aproximadamente, 10
(dez) centímetros acima do joelho, com bolso embutido e zíper (opcional) e:
• Para Oficiais e Praças Especiais - duas listras brancas em cada lateral, em fita gorgurão de
dez milímetros;
• Para Subtenentes e Sargentos - uma listra branca em cada lateral, em fita gorgurão de dez
milímetros; e
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5.19. Maiô
O maiô feminino será confeccionado em tecido de malha elástica, na cor preta, com forro
interno. A frente deverá ser lisa, com decote em “U”, e as costas no modelo olímpico,
arredondado. As alças possuirão tiras com 20 mm de largura e pernas não cavadas.
O uso do maiô deve ser acompanhado da bermuda de lycra preta sobreposta (Versão 1),
sendo admitido também o uso de maiô com short embutido (Versão 2), conforme os modelos
apresentados, respeitadas as especificações acima em relação ao decote e as costas.
Versão 1 Versão 2
5.20. Sunga
A sunga masculina deverá ser confeccionada na cor preta, em tecido de malha elástica,
costurado em ponto de luva, com forro interno e cadarço embutido no cós para ajuste à
cintura.
5.21. Sandálias
As sandálias deverão ser de borracha preta, de tiras em borracha na mesma cor, livres no
calcanhar, com a tira de borracha, em forma de forquilha, fixada ao solado por três furos.
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5.22. Bolsa feminina
É facultado à Bombeira Militar o uso de bolsa, desde que seja de couro ou material similar,
na cor preta ou vermelha, sem adornos ou detalhes chamativos, sendo vedado o seu uso
durante o desempenho das atividades operacionais.
5.23. Quepe
O quepe masculino, de uso exclusivo com as túnicas, deverá obedecer ao seguinte:
a) ser confeccionado na cor cinza escuro e composto de copa, armação, cinta, brasão, forro,
jugular, botões, carneira e pala;
b) a cinta deverá ser em veludo preto, com a costura sob o brasão, e ter 4 cm de largura. A
pala deverá ser confeccionada em material plástico rígido, na cor preta, pregada e embutida
na cinta de armação, formando com ela um ângulo de 125º, ter de 55 a 70 mm de
comprimento na frente e abranger um arco de 250 a 280 mm;
c) o brasão bordado do CBMDF deverá ser fixado, centralizado, na parte frontal do quepe e
seguira as especificações já descritas no presente regulamento.
A pala do quepe do Comandante-Geral será circundada por dois ramos de carvalho, com
folhas de frutos, bordado com fio myller dourado, partindo das extremidades laterais.
Na pala do quepe de Major serão bordados, na cor amarelo-ouro, dois ramos com 12 cm de
comprimento, contendo duas folhas e dois frutos de louro dispostos entre cada folha, ambos,
folhas e frutos, voltados para a parte interna da pala.
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Para os demais Oficiais, Cadetes, Subtenentes, Sargentos, Cabos e Soldados, a pala do
quepe deverá ser lisa.
a) ser confeccionado na cor cinza escuro e composto de pala e copa, devendo seu feitio ser
simples, de copa côncava, com capa de tecido sintético cinza escuro, recobrindo um conjunto
formado por entretela reforçada semiesférica e aro flexível na carneira e extremidade da pala,
com forro interno costurado à copa;
b) A pala deve ser confeccionada em material plástico rígido, na cor preta, pregada e
embutida na cinta de armação, e possuir largura variável, com cerca de 5,5 cm na parte
frontal, na altura do crachá, diminuindo até 2,0 cm na altura dos botões que prendem a jugular
e aumentando na parte de trás para 4,0 cm;
c) A parte da pala à frente dos botões da jugular deve ser levemente inclinada para baixo e a
parte atrás dos mencionados botões deve ser dobrada para cima;
d) As extremidades da jugular deverão ser presas à armação do boné nas suas laterais por
meio de um botão dourado de 15 mm, em cada lado.
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O quepe feminino deverá possuir as mesmas características de distinção dos graus
hierárquicos na pala e no brasão, devendo, entretanto, o bordado se adaptar às dimensões
da pala.
O gorro sem pala terá um debrum de 3 mm ao longo da aba virada que estabelecerá o
escalão hierárquico do usuário conforme figura a seguir:
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As insígnias dos Cadetes serão afixadas no bibico com as barretas na posição vertical.
Quando não estiver sendo utilizado, o gorro sem pala deverá estar preso pela parte posterior
ao cinto vermelho, no lado direito e com a insígnia exposta.
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5.27. Estola Sacerdotal
É símbolo representativo da autoridade sacerdotal, de uso permitido aos oficiais
Capelães, a ser empregado sobre o fardamento. As cores e o símbolos a serem
aplicados na estola serão definidos pelas Capelanias, conforme o tempo litúrgico.
Na parte frontal, à altura do peito e do lado direito, deverá ser afixada a plaqueta do 2º A.
5.29. Gravatas
5.29.1 Feminina
a) ser confeccionada em fita de gorgorão ou em cetim de seda, na cor preta, possuindo 2,0
cm de largura, armada em forma de laço, de modo que as pontas fiquem pendentes, com
comprimentos de 18 cm cada.
b) Centrado na parte superior deverá existir o passador vertical de 1,0 cm de largura que
68
simula um nó, a partir de onde brotará o laço horizontal, com cada um dos seios laterais
medindo 5 cm de extensão.
c) O sistema deverá ser feito por meio de velcro ou de elástico e colchete de gancho, que
deverão ficar presos a cada uma das extremidades das fitas internas para ajuste ao colarinho.
A gravata masculina horizontal deverá ser confeccionada em cetim de seda, na cor preta, de
feitio comum, do tipo “borboleta”, sem detalhes, compondo-se de um laço frontal com nó
central de 25 mm, de onde deverão partir as laterais triangulares isósceles de 60 mm de lado.
O sistema de fixação da gravata deverá ser feito por meio de velcro ou de elástico e colchete
de gancho, que deverão ficar presos a cada uma das extremidades das fitas internas para
ajuste ao colarinho.
a) ser confeccionado em vaqueta cromada (couro), na cor preta ou branca (quando tratar-se
do Quadro de Saúde), sem biqueira, sem enfeites, tendo duas carreiras de cinco ilhoses na
69
altura do peito do pé por onde se entrelaça um cordão da mesma cor do sapato;
c) o solado e salto deverão ser de borracha, da mesma cor do sapato, com acabamento
liso, sem detalhes.
70
5.32. Jaleco
O jaleco deverá ser confeccionado em gabardine, na cor branca, podendo ser de manga
curta ou comprida, ligeiramente cintado, devendo ser aberto na frente, ao meio, em toda a
extensão, sem carcela, abotoado por uma ordem de cinco botões de material plástico de cor
branca.
Externamente, na parte superior da frente, deverá ter dois bolsos com 12 cm de largura por
14 cm de altura, na forma retangular. A gola deverá possuir entretela dura, do tipo colarinho
esporte, inteiriça, com 6,5 cm de bico.
As mangas curtas deverão ter bainhas de 2,5 cm, findando de 7 a 10 cm acima dos cotovelos.
O nome de guerra do(a) militar deverá ser bordado em um cadarço de identificação branco,
ser fixado acima do bolso direito, com o nome na cor preta e o tipo sanguíneo na cor
vermelha. As costas deverão ser lisas e sem costuras.
À retaguarda, dispõe de dois pinos metálicos para fixação ao tecido por meio de duas buchas
plásticas.
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O Posto ou Graduação será indicado conforme descrição abaixo:
Coronel – CEL BM
Tenente-Coronel – TC BM
Major – MAJ BM
Capitão – CAP BM
1º Tenente – 1º TEN BM
2º Tenente – 2º TEN BM
Subtenente – ST BM
1º Sargento – 1º SGT BM
2º Sargento – 2º SGT BM
3º Sargento – 3º SGT BM
Cabo – CB BM
Soldado – SD BM e
A plaqueta de identificação será afixada no bolso direito, na parte interna da pestana, tangente à
costura. Nas túnicas femininas, a plaqueta deverá estar centralizada no lado direito do corpo, 5
cm acima da borda superior do primeiro botão dourado.
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5.34. Insígnias
As insígnias são dispositivos associados aos escalões hierárquicos que permitem
identificar e distinguir, visualmente, os postos e graduações dos bombeiros(as) militares
uniformizados.
5.34.1. Elementos formadores das insígnias dos Oficiais e Praças Especiais
A estrela base para Oficiais Superiores constitui-se de uma estrela basilar composta; tendo
oito pontas, equidistantes, em formato de triângulo. Sobre esta estrela é centrada uma
circunferência de cor azul, onde estão distribuídas, de forma regular, cinco estrelas
pentagonais douradas. No círculo menor, na cor vermelha, é estampada a insígnia base do
CBMDF (uma estrela singela sobreposta a um conjunto formado por duas machadinhas
cruzadas e uma tocha vertical).
A estrela basilar para Praças Especiais constitui-se de uma estrela pentagonal cheia com
cinco pontas.
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A insígnia base para os Alunos do Curso de Formação de Oficiais é constituída pela insígnia
base do CBMDF sobre barretas (bastões horizontais retangulares), cuja quantidade indicará
o ano em que o Cadete estiver matriculado.
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5.34.2. Elementos formadores das divisas das Praças
• base pentagonal, com laterais paralelas e base findada em vértice voltado para baixo;
Os demais Oficiais e Praças Especiais têm suas platinas e luvas formadas por estrelas
base de mesmo tamanho e dispostas em sentido vertical.
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As graduações das Praças são representadas por formas e divisas que obedecem a estrutura
própria, da forma que se segue:
a) Platina rígida com dimensões de 11 x 2,7 x 6 cm, com fundo em tecido na cor azul-escuro
ou cinza escuro, formada com contorno bordado na cor cinza pérola claro, tendo o distintivo
da Corporação em suas cores originais, em relevo, bordado, inscrito em um círculo dourado,
também bordado, posicionado na parte superior; abaixo, três estrelas compostas pequenas
com 1 cm de diâmetro, dispostas em forma triangular, metálicas; todo o conjunto será
envolvido por louros dourados assimétricos, iniciados na parte inferior, medindo 8,5 cm de
altura por 5 cm de largura, fixado na ponta da platina, um botão em metal dourado contendo,
em relevo, o distintivo da Instituição, com 1,5 cm de diâmetro.
b) Luvas amovíveis com dimensões de 10,5 x 5,5 X 6 cm, com fundo em tecido na cor
alaranjada, formadas com contorno bordado na cor alaranjada clara; o distintivo da
Corporação será bordado em suas cores originais, sobreposto em um círculo bordado com
fundo dourado, com três estrelas compostas, dispostas em forma triangular, douradas,
pequenas com 1 cm de diâmetro, sendo o conjunto envolvido por ramos bordados em
dourado.
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c) Insígnia metálica dourada em miniatura, formada pelas estrelas compostas em forma de
triângulo, tendo acima o símbolo da Corporação em relevo sobre um círculo dourado.
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5.34.4. Insígnias de Subcomandante-Geral e de Chefe-Adjunto da Casa Militar
a) Platina rígida medindo 13 x 6 cm, confeccionada na cor azul-escuro ou cinza escuro, tendo
nas bordas verticais uma lâmina prateada com 10,8 x 0,28 cm; as estrelas compostas serão
de 2,2 cm de diâmetro, dispostas verticalmente, afastadas entre si por 0,4 cm de distância,
envolvidas por um ramo de louro dourado medindo 10,5 x 5,3 cm; na extremidade superior
terá um botão dourado com o símbolo da Corporação medindo 1,5 cm de diâmetro.
b) Luva amovível com dimensões de 10,5 x 5,5 x 6 cm, com fundo em tecido na cor alaranjada
com os mesmos elementos da platina rígida, tendo em suas bordas uma tarja bordada na cor
cinza com 28 mm de espessura.
c) Insígnia metálica dourada em miniatura, formada por estrelas compostas envolvidas por um
ramo dourado, distribuídas verticalmente medindo 3 cm de comprimento por 1,5 cm de
largura, tendo, cada estrela, 1 cm de diâmetro.
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a) Platinas rígidas, confeccionadas na cor azul-escuro ou cinza escuro, medindo 13 cm de
altura por 6 cm de largura, formadas pela insígnia base do CBMDF e por barretas de 3 cm de
comprimento por 0,5 cm de altura cada, em alto relevo, esmaltadas e montadas em uma
única peça de cor dourada.
b) Luvas amovíveis bordadas, confeccionadas com linha na cor amarelo ouro, com a insígnia
base e as barretas bordadas nas mesmas medidas e cores especificadas para as estrelas
metálicas das platinas.
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5.34.8. Insígnias de Sargentos, Cabos e Soldados
81
As insígnias de 1º, 2º e 3º Sargento, de Cabo e de Soldado, para uso nos uniformes a seguir
especificados, deverão ser bordadas em suporte pentagonal com 7 cm de largura, nas cores
definidas no presente regulamento.
• 1º B (Túnica): amarelo ouro aplicado sobre tecido cinza escuro ou branco, conforme a
túnica;
82
5.34.9. Formas de utilização das insígnias
A insígnia metálica em miniatura para o gorro sem pala, ficará alinhada sobre o seu eixo
horizontal médio, a 3 cm da sua frente, no lado anterior esquerdo.
[Link]. Subtenentes
As insígnias bordadas de Subtenente deverão ser aplicadas, por meio de luvas amovíveis,
diretamente às ombreiras dos uniformes operacionais, japona laranja de frio ou em platinas
rígidas na cor azul-escuro para a camisa bege meia manga ou cinza escuro para as túnicas,
devendo ser, neste caso, metálicas.
As insígnias metálicas aplicáveis ao gorro sem pala deverão ficar alinhadas sobre o seu eixo
horizontal médio, a 3 cm da sua frente, no lado anterior esquerdo.
83
No Primeiro e Segundo Uniforme, deverá ser utilizada a arma do Quadro ou
Qualificação BM ao qual pertence o bombeiro militar, em metal dourado, que deverá
possuir 3 cm de comprimento, mantida, quanto à largura, a proporcionalidade estética
de cada arma, a ser aplicada na parte superior da gola coincidindo com a linha imaginária
do ângulo formado pela ponta da gola, devendo ser aplicada a 2,5 cm do vértice de ponta
da gola.
No gorro sem pala, a insígnia metálica deverá ficar alinhada sobre o seu eixo horizontal
médio a 3 cm da sua frente, no lado anterior esquerdo.
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5.35. Armas dos Quadros e Qualificações Bombeiro Militar
As Armas dos Quadros e Qualificações Bombeiro Militar seguirão o previsto no Estatuto
Bombeiro Militar.
• Combatente;
• Complementar;
• Capelão;
• QBMG 1 - Operacional;
• QBMG 3 - Manutenção; e
85
• QBMG 4 - Músico.
As armas serão confeccionadas em metal dourado, tanto para os Oficiais quanto para as
Praças, e utilizadas em simetria, na gola direita da camisa bege meia manga e nas túnicas, a
2,5 cm do vértice da ponta da gola.
Na gola da camisa branca de manga comprida, utilizada com a túnica, não será usada arma.
86
5.36. Brevês
Os brevês (ou distintivos) dos cursos de carreira do CBMDF englobam os cursos de
formação, aperfeiçoamento, habilitação, preparatórios e de altos estudos que os militares do
Corpo de Bombeiros podem realizar ao longo de suas carreiras.
Os brevês deverão ser confeccionados tendo como base uma forma geométrica circular,
podendo ser acrescidos de elementos representativos dos cursos, como ramos, espadas e
outros, conforme o curso, devendo ser aplicados no bolso direito da camisa bege meia
manga e das túnicas, a 2,5 cm da pestana.
O brevê do Curso de Altos Estudos para Oficiais (CAEO) deverá, obrigatoriamente, ser
bordado na manga direita do Uniforme 1º A (em dourado) e dos Uniformes 1º B e 1º C (em
cinza claro), sendo proibido o uso do distintivo de bolso.
Os brevês dos cursos de especialização realizados no CBMDF deverão ter 6,5 cm de largura
por 1 cm de altura base, alardeados por ramagem em formato de chamas e com a
parte central identificando a arte representativa do curso, não sendo obrigatório o formato
circular.
Nas camisas bege meia manga e túnicas, os brevês de especialização serão metálicos.
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Nos uniformes operacionais, os brevês de especialização serão confeccionados em cloreto
de polivinil – PVC (emborrachados), na cor cinza, com as mesmas descrições e dimensões,
sobre um suporte de cor preta, aplicados por meio de velcro na cor do uniforme.
Na camisa bege meia manga e túnicas, os brevês metálicos deverão ser aplicados acima do
bolso superior direito, sendo que o primeiro distintivo deve ficar a 1 cm da borda superior do
bolso, numa posição centrada, e o segundo com o uso na diagonal, deve guardar a distância
vertical de 1 cm sobre o primeiro.
Além do distintivo (brevê) de curso de nível mais elevado (formação, habilitação, preparatório,
aperfeiçoamento ou altos estudos), o(a) bombeiro(a) militar poderá ostentar no mesmo
uniforme, até quatro brevês, sendo estes internos ou externos.
88
Brevês de cursos externos ao CBMDF, quando houver, deverão ser afixados acima do bolso
esquerdo, em posicionamento horizontal harmônico com os brevês dos cursos realizados no
CBMDF (acima do bolso direito).
É autorizada a utilização de uma meia-lua em cada braço, podendo esta ser relativa à função
exercida (piloto, perito, mergulhador...) ou relativa ao curso de especialização ou estágio,
devendo ser a funcional no braço direito, logo acima da bandeira do DF, e do curso no braço
esquerdo, logo acima do emblema do CBMDF.
5.37. Medalhas
O Bombeiro Militar ou a Bombeira Militar agraciado(a) com condecoração nacional, de
natureza civil ou militar, deve apresentar à Corporação o respectivo diploma ou ato de
concessão, para fins de registro.
O Bombeiro Militar ou a Bombeira Militar que possuir elevado número de condecorações não
deverá usá-las ao mesmo tempo, devendo priorizar o uso das condecorações conforme
previsto no presente regulamento.
89
A disposição das medalhas usadas no peito obedece à ordem de precedência em linha
horizontal, no lado esquerdo dos uniformes, em fileiras de quatro, no máximo.
Quando houver entre três e quinze medalhas, as peças devem ser organizadas em fileiras
de três colunas. Quando houver mais de quinze, as peças devem ser dispostas em fileiras
de quatro colunas, devendo, em ambos os casos, o conjunto formado ser colocado de forma
centralizada em relação ao bolso esquerdo, com a base tangenciando a borda superior da
pestana. Na túnica feminina, a base do conjunto tangenciará a linha do primeiro botão
superior.
O Bombeiro Militar ou a Bombeira Militar agraciado(a) com duas ou mais medalhas deve
usar, em primeiro lugar, as do CBMDF, seguidas das outorgadas pelas demais Forças,
em ordem cronológica de recebimento.
Caso haja uma única fileira de medalhas, as bases de metal das peças devem tangenciar a
borda inferior da pestana do bolso superior esquerdo. Havendo mais de uma fileira de
medalhas, a fileira inferior deve obedecer ao citado no item anterior e distar um centímetro da
segunda fileira e as demais fileiras devem manter entre si o mesmo espaço de um centímetro,
medido a partir das peças de metal das medalhas.
Por questão de estética, não se deve utilizar uma única medalha, isolada, acima de uma fileira
composta por quatro medalhas.
90
A barreta solitária deve estar centralizada em relação ao bolso esquerdo, com a sua base
tangenciando a borda superior da pestana.
O conjunto de duas barretas deve ser colocado de forma semelhante à barreta solitária.
Quando houver entre três e quinze barretas, as peças devem ser organizadas em fileiras de
três colunas. Quando houver mais de quinze barretas, as peças devem ser dispostas em
fileiras de quatro colunas, devendo, em ambos os casos, o conjunto formado ser colocado
de forma centralizada em relação ao bolso esquerdo, com a base tangenciando a borda
superior da pestana.
91
As faixas são utilizadas apenas uma única por vez, sobre o uniforme de gala ou passeio
completo.
A faixa passará sob a platina e o cinto, partindo do ombro direito, sentido para o quadril
esquerdo.
92
A fita ficará sob o colarinho da camisa, ficando a insígnia pendente sobre a parte superior da
gravata.
Nos uniformes com gravata, podem ser utilizadas até 3 (três) comendas por cima da gravata
vertical ou horizontal, passando as fitas por baixo do colarinho da camisa e as insígnias podem
ficar parcialmente recobertas;
As placas são utilizadas nos uniformes de gala e passeio completo, em no máximo 4 (quatro)
placas, no lado esquerdo, entre o bolso superior e o inferior, e nas túnicas femininas entre o
segundo e o terceiro botões;
Quando for utilizada uma placa, esta deverá ser colocada 1 (um) centímetro abaixo do bolso
superior e na túnica feminina, na altura do segundo botão;
Quando forem utilizadas duas placas, a segunda ficará a 1 (um) centímetro abaixo da primeira,
alinhada verticalmente.
Quando forem utilizadas três placas, elas serão dispostas em forma de triângulo equilátero;
Quando forem utilizadas 4 (quatro) placas, a disposição que deve ser adotada é uma forma
de cruz de malta, caso seja utilizada a faixa da placa, esta será a mais elevada;
93
Em bailes de gala, poderá ser utilizada a miniatura, acima do bolso esquerdo, conjuntamente
com a placa.
As miniaturas são utilizadas somente em ocasiões em que seja exigido traje a rigor (smoking
ou fraque) ou uniformes militares equivalentes.
Neste caso, poderão ser utilizadas em número máximo de 5 (cinco) miniaturas alinhadas
paralelamente, sendo utilizadas conjuntamente com até 4 (quatro) placas.
Deve ser em modelo peninsular português, metálico, esmaltado, em fundo, com a cor
desejada, nas medidas especificadas no esquema gráfico a seguir, onde estará
centralizado o símbolo da organização militar devidamente regulamentado, ou o símbolo do
Corpo de Bombeiros.
No limite da parte superior existirá um quadrante com 0,9 cm de altura, seguindo a largura do
emblema, onde será inscrito o prefixo da OBM.
94
Deverá ser utilizado sobre um suporte de couro preto, com as dimensões especificadas e ser
utilizado nas túnicas e camisa bege meia manga, de modo centralizado, no bolso esquerdo.
Nas túnicas femininas, o distintivo de OBM deverá ser utilizado sem o suporte de couro.
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Os Comandantes de Unidade Especializada e de Unidade de Multiemprego que permanecerem
por, no mínimo, um ano de efetivo exercício na função, poderão utilizar o aplique especifico
após deixarem a função.
Os apliques de Comando e Chefia não poderão serem utilizados de forma cumulativa, devendo
ser observados o aplique de maior precedência na função.
96
5.40. Especificidades dos uniformes femininos
A túnica feminina deverá obedecer ao seguinte:
• gola com 3 cm, lapelas com 4 cm de bico e mangas compridas com punhos lisos e bainhas;
• ter abertura frontal com fechamento por meio de quatro botões de 2,2 cm de metal dourado,
contendo o símbolo do CBMDF em autorelevo, e três caseados, tipo olho, no sentido
horizontal;
• dois bolsos chapados com cantos inferiores arredondados e prega macho ao centro,
fechados por portinholas entreteladas fechadas por botão e caseado, sendo os dois
inferiores;
• entre os vivos do bolso esquerdo deverá existir, no seu terço posterior, abertura caseada
de 3 cm para a passagem da guia de espada ou espadim;
• duas penses frontais saindo da altura do busto até os vivos de bolso e dos recortes
traseiros das cavas das mangas até a extremidade inferior;
• possuir longitudinalmente, nas costas, uma costura central com meios quartos até a bainha.
A túnica feminina das Oficiais, Praças Especiais, Cadetes e Subtenentes deverá possuir dois
passadores simples sobre as costuras dos ombros, sendo um de cada lado, feitos com o
mesmo tecido da túnica, para fixação das platinas rígidas e de gala.
Na túnica feminina das demais Praças, as divisas deverão ser fixadas na manga,
conforme já especificado neste regulamento.
A calça feminina não possuirá bolsos traseiros; os bolsos da frente poderão estar abertos ou
fechados por costura.
97
A plaqueta de identificação deverá ser posicionada, na túnica feminina, a 5 cm do limite
superior do primeiro botão dourado, abaixo dos brevês de especialização, quando houver.
5.42. Alamares
São peças de uso restrito aos Oficiais, utilizadas no lado esquerdo do uniforme, quando
designados nos seguintes cargos e funções:
98
• Oficiais do Gabinete do Comandante-Geral;
Os alamares na cor dourada são destinados para uso com as túnicas e compostos de um
trançado com cordão de raiom dourado, com as ponteiras em metal dourado, tendo na parte
superior uma placa do mesmo cordão provida de um colchete para aplicação ao ombro;
possuem ainda três cordões simples da mesma cor, em forma de alça, e duas outras alças
curtas, nas extremidades da trança, para fixação no segundo botão da túnica, contado de
cima para baixo.
Os alamares de tamanho reduzido são constituídos de cinco cordões simples sendo três na
cor azul e dois dourados, dispostos alternadamente, possuindo uma tira de cetim azul de 20
mm para unir os cordões, onde haverá um colchete para aplicação ao ombro das camisas
bege meia manga.
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Cabo adornado com fio trançado de latão dourado.
O guarda mão também possui a insígnia do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal.
Bainha fabricada artesanalmente em couro bovino, pintada com tinta preta especial, com
apliques em bronze e folheados a ouro.
Porca de fixação do punho usinada com furo transversal, polida manualmente, acabamento
espelhado, dourada por banho eletroquímico.
Passador chapa de latão com tubo de latão cinzelado, polida manualmente, acabamento
espelhado, dourada por banho eletroquímico, soldado sobre o mesmo.
Parafuso para guarnição da bainha em barra de latão, usinados, dourados por banho
eletroquímico.
Confeccionada em lâmina de aço polido, reta, de 900 (novecentos) a 1200 (mil e duzentos)
mm de comprimento; punho na cor branca, envolvido por proteção do tipo meio lua de aço
cromado, com copo não articulado, tendo no lado direito da face externa as Armas da
República, em alto relevo; bainha de aço cromado comum abraçadeira a 60 (sessenta) mm
do bocal, com argola móvel, tudo do mesmo metal.
100
5.44. Espada de Coronel
De uso exclusivo e não obrigatório para Oficial do último posto.
Bainha industrializada em ABS preto, possuindo dois canais de cada lado, sendo composta
de bocal, meio e ponteira banhados a ouro 24k, adornados por folhas de carvalho.
Lâmina em aço inoxidável AISI 420 de acabamento polido brilhante, com espessura de 5
mm, laminação a quente, tratamento de têmpera, revenimento com três variações de
comprimento e desenho adamascado, feito por corrosão química, com as inscrições
"ALIENAM VITAM ET BONA SALVARE" e CORPO DE BOMBEIRO MILITAR DO DISTRITO
FEDERAL, em lados opostos.
Cabo vermelho em ABS pigmentado, adornado com um cabo de aço inoxidável AISI 304
acomodado entre dois fios de latão, banhados a ouro 24k.
Guarda mão composto por copo em aço inoxidável AISI 304 com espessura de 1,5mm,
forjado, cortado a laser, estampagem a frio nos frisos, estampagem a quente no Brasão da
República em alto relevo e banhado a ouro 24k.
Cobertura do cabo com efígie de Fênix e adornos de flama, em fundição com cera perdida
e banhada a ouro 24k.
5.45. Espada
De uso obrigatório e exclusivo de Oficiais, permitido para as Praças Especiais quando
determinado em unidades de ensino.
Confeccionada em lâmina de aço polido, reta, de 900 (novecentos) a 1200 (mil e duzentos)
mm de comprimento; punho na cor preta, envolvido por proteção do tipo meio lua de aço
cromado, com copo não articulado, tendo no lado direito da face externa as Armas da
República, em alto relevo; bainha de aço cromado comum a braçadeira a 60 (sessenta) mm
do bocal, com argola móvel, tudo do mesmo metal.
101
O uso da espada obedece às seguintes prescrições: quando determinado, em formaturas e
solenidades cívico militares; em cerimônias religiosas de casamento, para realização do teto
de aço, conforme prevê a legislação adotada pelo CBMDF.
O punho apresenta uma cor avermelhada, mede 10 cm e possui em sua parte superior: um
terminal com ramagem, com uma tarraxa dourada contendo o símbolo da Corporação ao
centro de um círculo azul.
A cruzeta, também chamada de guarda, é dourada e trabalhada, medindo 3 cm por 10 cm. Ela
possui, em seu centro, um escudo de forma circular, de 2 cm de diâmetro, esmaltado, tendo,
sobre um círculo azul, novamente, o símbolo característico da Corporação.
Sua lâmina é chata, reta e trabalhada, medindo 30 cm, com uma de suas faces contendo a
inscrição Alienam Vitam Et Bona Salvare.
Sua bainha é de metal cromado, medindo 31,5 cm, com dois aros ou argolas na parte
superior, espaçadas em 8,0 cm, e que servem para o encaixe do talim e da guia.
102
5.47. Fiel
De uso obrigatório com espada, possui cordões duplos, na cor preta, de gorgurão e nylon de
32,10 cm de comprimento, tendo ao centro, a 12,00 cm da parte superior um nó de três laços,
de 4,50 cm de comprimento. Na parte inferior dois passadores de 1,00 cm de largura, em
cordão trançado arrematado por uma borla em forma de pêra, de 5,00 cm de comprimento,
revestida de tecido idêntico a dos cordões.
103
5.50. Cinto N.A.
O cinto N.A. segue o modelo estadunidense, na cor vermelha, confeccionado em trama de
nylon com 5,5 cm de largura; com carreiras verticais de dois ilhoses distribuídos ao longo do
cinto, distantes 5 cm uma das outras.
Os ilhoses deverão possuir 1 cm de diâmetro; o fechamento deverá ser feito por meio de
engate das peças plásticas que compõem a fivela, que, de uma extremidade possui lingueta
retangular do tipo macho, e do outro uma seção vazada quadrada do tipo fêmea.
Deverá possuir, em cada extremidade, próximo às fivelas, um passador metálico para ajuste
do tamanho do cinto.
O cinto N.A. deverá ser utilizado com o Uniforme 3º A sempre for utilizada a Espada.
A peça permite ser utilizada em conjunto com o suspensório.
104
6. APRESENTAÇÃO PESSOAL E USO DE ADORNOS
A boa apresentação pessoal do(a) bombeiro(a) militar do CBMDF se manifesta pelo constante
zelo para com os uniformes e prescrições que refletem a imagem institucional perante a
sociedade.
Constitui obrigação do(a) bombeiro(a) militar manter o asseio e a boa apresentação individual,
não somente no interior das unidades militares e em trânsito, mas em qualquer momento
que ostentar o fardamento, não sendo permitidas aparições em discordância com o que
prevê o presente regulamento.
Cabe ao(à) bombeiro(a) militar o cuidado para que o fardamento não perca a cor de forma
diferente entre as peças ao longo das lavagens, de modo a comprometer a boa apresentação
individual.
Considera-se piercing, ainda, as peças utilizadas coladas, com furo ou com pressão na parte
acima da linha média do lóbulo da orelha.
Não é permitido o uso de piercing enquanto uniformizado, ainda que encoberto por
esparadrapo ou afins.
105
A coloração artificial do cabelo deve ser feita com moderação, utilizando tons naturais aos
diversos tipos de cabelo humano, discretos e compatíveis com o uso do uniforme, sendo
proibidos cores berrantes, platinados ou branco artificial.
É proibido o uso de apliques, tranças e rastafáris coloridos ou brancos (este último exceto
quando tratar-se de cabelos grisalhos).
• Brincos - permitido o uso de um único brinco por orelha, devendo estar centralizado no
lóbulo da orelha, de tamanho, cores e tipo discreto, que não ultrapassem o lóbulo da orelha
e sem pêndulo, argolas ou pingentes; não é permitido brinco do tipo argola;
O corte de cabelo, tanto masculino quanto o modelo feminino curto, deve ser simétrico, não
sendo permitido que um lado fique diferente do outro no tamanho dos fios.
Não estão autorizados penteados do tipo black power, nem cortes de cabelo do tipo sidecut
(com laterais raspadas), linhas ou desenhos feitos com navalha ou máquina no couro
cabeludo ou sobrancelhas e outros modismos.
O corte de cabelo masculino estabelecido como limite máximo é o denominado aparado curto,
padrão militar, sendo vedado o uso de penteado tipo topete ou cabelo levantado na parte
anterior da cabeça, com ou sem gel fixador.
106
A costeleta, caracterizada pela porção de barba e cabelo que cresce na parte lateral do rosto
masculino, deve ser mantida dois centímetros abaixo do ponto superior de união da
orelha com a cabeça, conservando sua largura natural, sendo vedado o seu estreitamento.
É permitido o uso de bigode, com exceção dos alunos dos cursos de formação. Quando
adotado, deverá ser na mesma tonalidade do cabelo e mantido aparado com altura máxima
correspondente à máquina nº 4, cortado de forma reta e com dimensões que não ultrapassem
a linha externa do lábio superior e a linha horizontal da comissura labial.
107
O corte de cabelo feminino deverá seguir os modelos estabelecidos para cada tamanho,
conforme previsto no presente regulamento, penteado, alinhado e de acordo com o uniforme,
de modo que, independentemente do tipo de cabelo, este se apresente sempre rente ao couro
cabeludo.
Cabelos curtos podem ser usados soltos, com todos os uniformes, desde que seu
comprimento se mantenha acima da parte posterior da gola do uniforme; no serviço
operacional, o cabelo deverá estar preso, sempre que necessário, por grampos ou presilhas
na cor preta e sem detalhes, a fim de viabilizar o uso da balaclava e capacete com a segurança.
Os cabelos médios e longos deverão ser usados presos por coque, trança ou rabo de cavalo,
conforme o uniforme, sempre rente ao couro cabelo, devendo as orelhas ficar à mostra com
o uso da cobertura.
Os cabelos volumosos deverão ser utilizados presos, com acessórios na cor do cabelo, para
o uso correto da cobertura.
• Primeiro Uniforme – Túnicas – coque simples, coque especial ou trança embutida, desde
que seu comprimento se mantenha acima da parte posterior da gola do uniforme e não
impeça o uso da cobertura, quando determinado;
• Segundo Uniforme – Passeio – coque simples, coque especial, trança ou rabo de cavalo;
• Quarto Uniforme – nas atividades de educação física, poderá ser utilizado coque
simples, trança ou rabo de cavalo; nas atividades operacionais e durante todo serviço,
operacional ou não, deverá ser utilizado coque simples ou trança;
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O uso de rastafári no cabelo feminino deverá obedecer às mesmas condições estabelecidas
para coque e trança, devendo ser condizente com o atavio e aprumo militar e permitir o
correto uso de cobertura e/ou de equipamentos de proteção individual empregados na
Corporação.
O penteado feminino poderá ter franja, desde que não atrapalhe a boa apresentação ao se
usar a cobertura e que não apareça quando utilizando a cobertura bibico, gorro com pala e
EPIs, porém, para que esta possa ser utilizada solta com os outros uniformes, não deve
ultrapassar a linha das sobrancelhas.
Os acessórios de cabelo permitidos são grampos (ou presilhas) simples, na cor preta e sem
detalhes, rede na cor do cabelo e elásticos na cor preta.
Quando de serviço, a militar com cabelo médio ou longo deverá estar de trança ou coque,
obrigatoriamente.
Caso haja necessidade de uso de corte de cabelo e/ou barba com a finalidade de encobrir
lesão fisionômica, o(a) militar deverá requerer autorização ao respectivo Comandante, Chefe
ou Diretor, fundamentando sua solicitação, sendo tal liberação de competência do(a)
Comandante-Geral do CBMDF.
• aliança, sendo recomendada sua não utilização quando em serviço operacional, com
a finalidade exclusiva de prevenir lesões;
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• anéis discretos, à exceção de quando estiver de serviço operacional;
• óculos de proteção solar, com lentes em cor única e em armações discretas, com
tonalidades escuras; quando tratar-se de formatura, seu uso poderá será permitido
mediante autorização expressa do(a) Comandante de Socorro ou da Guarda de Honra
ou, caso contrário, somente por recomendação médica, devidamente comprovada
pelo(a) Bombeiro(a) Militar;
• bornal preto;
• colete tático.
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