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Constituintes Da PPR

Este documento descreve os principais componentes de uma prótese parcial removível, incluindo conectores maiores, conectores menores e apoios. Detalha os diferentes tipos de cada componente e quando cada um é mais apropriado para uso.

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Marcelo Paiva
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Constituintes Da PPR

Este documento descreve os principais componentes de uma prótese parcial removível, incluindo conectores maiores, conectores menores e apoios. Detalha os diferentes tipos de cada componente e quando cada um é mais apropriado para uso.

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COMPONENTES

DA PRÓTESE
PARCIAL
REMOVÍVEL
Prof. Marcelo Henderson
CASO CLÍNICO
CASO CLÍNICO
CASO CLÍNICO
CASO CLÍNICO
CASO CLÍNICO
CASO CLÍNICO
CASO CLÍNICO
01 CONECTOR MAIOR TIPO BARRA
LINGUAL

02A CONECTOR MENOR PARA FIXAÇÃO DA


BASE DE RESINA ACRÍLICA

02B CONECTOR MENOR, PLACA


PROXIMAL, QUE É PARTE DO GRAMPO

CONECTOR MENOR UTILIZADO


02C PARA CONECTAR OS APOIOS AO
CONECTOR MAIOR

03 APOIOS OCLUSAIS
04 BRAÇO DE RETENÇÃO
COMPONENTES DE RECIPROCIDADE E
05 ESTABILIZAÇÃO DO RETENTOR DIRETO
(INCLUINDO CONECTORES MENORES

RETENTOR INDIRETO CONSTITUÍDO POR


06 UM CONECTOR MENOR E UM APOIO
OCLUSAL
CONECTOR MAIOR
Quando uma prótese removível é utilizada, esta
deve se estender aos dois lados da arcada. Isto
torna possível que as forças funcionais da oclusão
sejam transferidas da base da prótese para todos
os tecidos e dentes de suporte envolvidos no arco,
resultando em uma estabilidade excelente. É por
meio deste contato com os dentes contralaterais
da arcada, que ocorre a alguma distância da força
funcional, que a resistência ótima pode ser
alcançada. Esta condição é mais efetivamente
alcançada quando um conector maior rígido une a
porção da prótese que está recebendo a função a
regiões selecionadas em toda a arcada.
CONECTOR MAIOR

As funções primordiais de um conector maior


incluem união das partes maiores da prótese,
distribuição da força aplicada através do arco
para os dentes selecionados e tecidos e a
minimização do torque aos dentes. Um
conector maior rígido bem desenhado
efetivamente distribui as forças pela arcada e
atua reduzindo as cargas em todas as partes
enquanto controla o movimento da prótese de
forma eficiente
1 Devem estar livres de tecidos
móveis.

2 Qualquer choque com os tecidos


gengivais deve ser
evitado

CONECTORES Proeminências ósseas e de tecido

MARIORES 3 mole devem ser evitadas durante


a inserção e remoção

Localização Deve ser feito um alívio para prevenir o seu

4 assentamento em áreas de possível


interferência, como um tórus inoperável
ou uma junção palatina mediana elevada

5
Conectores maiores devem ser situados
ou aliviados de maneira a evitar choques
com os tecidos quando da rotação
funcional da base da prótese numa
extremidade livre.
SÃO CONFECCIONADOS DE UMA LIGA COMPATÍVEL COM
OS TECIDOS ORAIS
SÃO RÍGIDOS E FORNECEM ESTABILIDADE CRUZADA NO
ARCO POR MEIO DO PRINCÍPIO DA AMPLA
DISTRIBUIÇÃO DE TENSÕES
NÃO INTERFEREM NEM IRRITAM A LÍNGUA

NÃO ALTERAM SUBSTANCIALMENTE O CONTORNO


NATURAL DA SUPERFÍCIE LINGUAL DO REBORDO
ALVEOLAR INFERIOR OU DA ABÓBADA PALATINA
NÃO TRAUMATIZAM OS TECIDOS ORAIS QUANDO A
PRÓTESE FOR COLOCADA, RETIRADA OU ROTACIONADA
DURANTE A FUNÇÃO
RECOBREM SOMENTE OS TECIDOS ABSOLUTAMENTE
NECESSÁRIOS
NÃO CONTRIBUEM PARA A RETENÇÃO OU
APRISIONAMENTO DE RESTOS ALIMENTARES
TÊM O APOIO DE OUTROS ELEMENTOS DA ARMAÇÃO
PARA MINIMIZAR AS TENDÊNCIAS A ROTAÇÃO DURANTE
A FUNÇÃO
BARRA LINGUAL

PLACA LINGUAL

BARRA SUBLINGUAL

BARRA LINGUAL COM GRAMPO CONTÍNUO

GRAMPO CONTÍNUO

BARRA VESTIBULAR
BARRA LINGUAL

É de aplicação universal ( Classe I, II, III e IV de


Kennedy ) desde que haja espaço para a sua
aplicação, isto é, que a altura do rebordo lingual
seja compatível com a largura da barra
BARRA LINGUAL
A forma básica do conector maior inferior é a de uma
meia pera. Ele está localizado acima dos tecidos moles,
porém o mais distante possível dos tecidos gengivais.
Normalmente é confeccionado de cera calibre 6, com
secção de meia pera, reforçada ou em padrão de
plástico similar
PLACA LINGUAL
Quando o freio lingual for alto ou o espaço
disponível para uma barra lingual for
limitado.
Para estabilização de dentes
periodontalmente comprometidos, a
contenção com uma placa lingual pode ser
útil quando se faz uso de apoios bem
delimitados e de dentes adjacentes
saudáveis.
Também é indicado para casos em que se
deseja retenção indireta, devido ao seu
contato com os dentes.
BARRA
SUBLINGUAL
Casos em que houver altura de
rebordo reduzido. Para sua
utilização é necessário uma
moldagem perfeita da região
sublingual, o que se obtém com
moldeiras individuais.
BARRA LINGUAL
COM GRAMPO
CONTÍNUO
Quando uma placa lingual for o conector
maior de escolha, mas o alinhamento
axial dos dentes anteriores for tal que
exija um bloqueio excessivo dos espaços
interproximais, um grampo contínuo
pode ser indicado
Quando ocorrem diastemas amplos entre
os dentes anteriores inferiores.
BARRA VESTIBULAR
Situações em que a inclinação lingual dos
pré-molares e incisivos é tão acentuada
que impede o uso de uma barra lingual.
Quando um tórus mandibular interfere na
colocação de uma barra lingual.
CINTA SIMPLES

CINTA COMBINADA ANTEROPOSTERIOR

PLACA PALATINA

BARRA PALATINA ANTEROPOSTERIOR

BARRA PALATINA EM U
CINTA SIMPLES
Uma prótese bilateral, dentossuportada,
com extensão curta pode ser unida com
eficiência por uma cinta simples e ampla,
principalmente quando as áreas
desdentadas estão localizadas
posteriormente
CINTA COMBINADA
ANTEROPOSTERIOR
Estruturalmente, este é o mais rígido dos
conectores maiores palatinos. A cinta
combinada anteroposterior pode ser
usada em quase todos os desenhos de
prótese parcial removível superio
PLACA PALATINA
Quando o último pilar em cada um dos
lados de um arco Classe I é o canino ou o
primeiro pré-molar, o recobrimento
palatino completo é altamente
aconselhável, principalmente quando os
rebordos sofreram reabsorção vertical
excessiva
PLACA PALATINA

Conector maior palatino na forma de placa lingual superior com dispositivos para a fixação do
recobrimento pela base de resina acrílica. B, Prótese parcial removível terminada, com a base de resina
acrílica. A placa lingual superior está apoiada sobre descansos de cíngulo preparados sobre restaurações
metálicas nos caninos. Este tipo de prótese parcial removível é particularmente aplicável onde: (1) os
rebordos residuais sofreram reabsorção vertical extrema; e (2) quando os suportes terminais apresentem
alguma perda óssea e uma contenção não puder ser feita
BARRA PALATINA
As barras palatinas são conectores ainda
muito utilizadas devido á facilidade de
confecção, pois a maioria dos
planejamentos de PPR infelizmente é ainda
realizada por protéticos. Por falta de
conhecimento acabam escolhendo a de
mais fácil de confecção, elas são pouco
rígidas e pouco confortáveis em relação aos
conectores mais largos.
BARRA PALATINA
ANTEROPOSTERIOR
Combinação de barra palatina
anteroposterior. Para ser suficientemente
rígido para oferecer o suporte e a
estabilidade necessários, este tipo de
conector maior deve ser excessivamente
volumoso. Por causa do seu volume e
localização, a barra anterior
frequentemente interfere na língua.
BARRA PALATINA
EM U
Quando há a presença de um grande tórus
palatino inoperável e, ocasionalmente,
quando vários dentes anteriores precisarem
ser substituídos, o conector palatino em
“U” terá de ser utilizado. Na maioria dos
casos, porém, outros desenhos serão mais
eficientes
1
Os conectores menores são aqueles
componentes que funcionam como
ligação entre o conector maior ou a base
da prótese parcial removível e as demais
partes da prótese, tais como grampos,
retentores indiretos, apoios oclusais e
apoios de
cíngulo.

CONECTORES
MENORES 2 Transferir forças funcionais aos dentes
pilares. Esta é uma função prótese-pilar
dos conectores menores.

3 Transferir o efeito dos retentores, apoios


e componentes de estabilização para o
resto da prótese.
CONECTORES MENORES

Assim como o conector maior, o conector menor


precisa ter volume suficiente para ser rígido; do
contrário, a transferência de forças funcionais para
os tecidos e dentes de suporte não será eficaz. Da
mesma maneira, o volume do conector menor deve
ser o menos incômodo possível.
Um conector menor que contata a superfície axial
de um dente de suporte não deve estar situado
sobre uma superfície convexa e sim ficar numa
ameia.
APOIOS E NICHOS

A utilização apropriada dos dentes requer a


consideração de como se empregar os dentes de
uma maneira melhor para as qualidades de
suporte que eles podem promover. Como a
resistência mais efetiva pode ser promovida se o
dente for pressionado no seu longo eixo, a
estrutura da prótese deve empregar o dente de
modo que estimule a carga axial. As várias formas
dos apoios têm como objetivo principal possibilitar
a carga axial.
APOIOS E NICHOS

Qualquer componente da prótese parcial removível


sobre a superfície do dente que promova suporte
vertical é chamado de apoio. Os apoios devem
estar sempre localizados em superfícies de dentes
apropriadamente preparadas. A superfície do
dente pilar preparada para receber o apoio é
denominada nicho. Os apoios são designados pela
superfície do dente preparada para recebê-los
(apoio oclusal, apoio lingual e apoio incisal).
1 Mantém os componentes em suas
posições planejadas

2 Mantém as relações oclusais


estabelecidas pela prevenção de

APOIOS deslocamento da prótese

&
NICHOS 3 Previne a compressão dos tecidos moles

4 Direciona e distribui as cargas oclusais


para os dentes pilares
APOIOS E NICHOS
A forma do contorno de um nicho oclusal
deve ser a de um triângulo arredondado
com o ápice voltado para o centro da
superfície oclusal.
A parte mais profunda do preparo do nicho
deve ser dentro da crista marginal reduzida
no X. A crista marginal é reduzida para
possibilitar volume e para acomodar a
origem do apoio oclusal com menor
interferência oclusal.
APOIOS E NICHOS
O assoalho do nicho oclusal deve ser apical
em relação à crista marginal e à superfície
oclusal, e deve ser côncavo ou em formato
de colher.
Deve-se tomar cuidado no preparo do
nicho para evitar a criação de arestas
afiadas ou ângulos durante o preparo.
Preparo do nicho em molar. O preparo é
arredondado, com uma concavidade
triangular de margens suaves na superfície
oclusal e com uma crista marginal reduzida
e arredondada.
APOIOS E NICHOS

O ângulo formado entre o apoio oclusal e o


conector menor vertical, de onde se
origina, deve ser menor que 90 graus.
Apenas dessa maneira as forças oclusais
podem ser direcionadas por todo o longo
eixo dos dentes pilares.
APOIOS E NICHOS

Um ângulo maior que 90 graus fracassa ao transmitir


forças oclusais ao longo do eixo vertical de suporte do
dente pilar. Isto também torna possível o deslizeda
prótese no pilar, que pode resultar em forças
semelhantes às forças ortodônticas aplicadas em
plano inclinado ao pilar, que possivelmente levará ao
movimento dentário
APOIOS E NICHOS
Quando o preparo de um apoio oclusal
existente é inclinado apicalmente em
direção à crista marginal reduzida e não
pode ser modificado ou aprofundado
devido ao medo de perfuração do esmalte
ou restauração, então um apoio oclusal
secundário deve ser empregado para
impedir o deslocamento do apoio
APOIOS E NICHOS
Em situações de Classe II de Kennedy,
modificação 1 e Classe III onde o pilar mais
posterior é um molar inclinado para mesial,
um apoio oclusal estendido deve ser
desenhado e preparado para minimizar
futuras inclinações do pilar e para garantir
que as forças sejam direcionadas para baixo
do longo eixo dos pilares. Este apoio deve
ser estendido mais que metade da largura
do dente, deve ser aproximadamente um
terço da largura vestíbulo-lingual do dente
e deve possibilitar uma espessura mínima
de 1,0 mm de metal; o preparo deve ser
arredondado, sem bordas ou ângulos vivos
APOIOS E NICHOS
Em situações nas quais o pilar estiver
severamente inclinado, a extensão oclusal
deve tomar a forma de uma onlay para
restaurar o plano oclusal. O preparo do
dente para este tipo de apoio estendido
deve incluir a remoção ou restauração de
fossas, fissuras ou ranhuras; a instalação de
um bisel de 1 a 2 mm nas superfícies
oclusais vestibulares e linguais para tornar
possível que o apoio (onlay) ofereça
estabilização; deve possibilitar ao apoio
restaurar o contorno e a oclusão do dente
natural; e deve garantir que este apoio
direcione as forças para baixo do longo
eixo do dente.
APOIOS E NICHOS
O desenho de um retentor direto pode
necessitar da utilização de apoios oclusais
interproximais. Estes apoios são preparados
individualmente como nichos oclusais, com
a exceção de que o preparo deve ser
estendido lingualmente além do que já foi
completado. Apoios adjacentes, em vez de
um apoio unitário, são utilizados para
prevenir a formação de cunhas
interproximais pela infraestrutura da
prótese. Além disso, os apoios unidos são
desenhados para desviar os alimentos dos
pontos de contato.
APOIOS E NICHOS
Uma prótese parcial removível que é
totalmente dentossuportada por meio de
retentores fundidos sobre todos os dentes
pilares pode utilizar apoios intracoronários
tanto para o suporte coronário quanto para
a estabilização horizontal.
RETENTORES DIRETOS
O componente utilizado para resistir a este
movimento de afastamento dos dentes e/ou dos
tecidos fornece retenção para a prótese e é
chamado de retentor direto. Um retentor direto é
qualquer unidade de uma prótese dentária
removível que faz com que um dente pilar ou um
implante resista ao movimento de deslocamento
das próteses para fora do tecido da área basal. A
habilidade dos retentores diretos de resistir a estes
movimentos é enormemente influenciada pela
estabilidade e suporte das próteses fornecida pelos
conectores maiores e menores, apoios e bases.
RETENTORES DIRETOS
O conjunto de grampos tem uma função na prótese
parcial removível semelhante à função que uma
coroa de retenção para uma prótese parcial fixa.
Ambos devem envolver o dente preparado de
maneira que previna movimentos isolados dos
dentes em relação ao retentor.
Portanto, o princípio básico do desenho dos
grampos, denominado princípio do abraçamento,
significa que mais de 180° na maior circunferência
do dente, passando da superfície axial divergente
para a superfície axial convergente.
1 O apoio oclusal deve ser desenhado para
prevenir movimentos dos braços do
grampo em direção à cervical.

Cada ponta retentiva deve ser oposta por

2 um braço de oposição capaz de resistir a


qualquer pressão transitória exercida

GRAMPOS pelo braço de retenção durante


assentamento e remoção

Grampos de retenção nos dentes pilares

3
adjacentes às extremidades livres distais
da base devem ser desenhados de
modo a evitarem transmissão direta de
forças de inclinação e de rotação aos
pilares

4 A quantidade de retenção deve sempre


ser o mínimo necessário para resistir às
forças de deslocamento razoáveis
Grampo a barra em um pré-molar inferior.
a, O suporte é fornecido pelo apoio oclusal.
B, Estabilidade é fornecida pelo apoio
oclusal e pelos conectores menores mesial
e distal. C, A retenção é fornecida pela
barra em I vestibular. A reciprocidade é
obtida pela localização dos conectores
menores. O envolvimento de mais de 180
graus da circunferência do pilar é realizada
pela adequada localização dos
componentes em contato com as
superfícies axiais. (O conector menor
suporta o apoio oclusal, a placa proximal do
conector menor e a barra em I vestibular.)
RETENTORES DIRETOS
Os grampos de ação de ponta são aqueles cuja
origem é diretamente da sela, no espaço protético.
Toda a extensão do seu braço de retenção está
localizada abaixo do equador protético do dente,
numa direção gengivoclusal, não alcançando
normalmente os terços incisais, oclusais e médios
da superfície vestibular, o que confere uma estética
mais satisfatória. A conformação e o
posicionamento da sua ponta ativa possibilitam
uma boa retenção, pela ação de tropeçamento,
além de proporcionarem uma liberdade de
movimento ideal para áreas edêntulas com suporte
mucoso.
RETENTORES DIRETOS

Ao conjunto de grampo em forma de “I”, mais um apoio mesial e uma placa proximal (distal) nos dentes
pilares diretos em extremos livres, é dado o nome de grampo RPI ou API – apoio, placa proximal e grampo
em “I”. É muito utilizado em extremos livres, por permitir uma maior flexibilidade das selas.
RETENTORES DIRETOS

Contraindicações para seleção de grampos do tipo barra. a, Severa inclinação vestibular ou lingual do dente
pilar. B, Severa retenção tecidual. C, Vestíbulo ou assoalho rasos
RETENTORES DIRETOS

Grampos circunferenciais são aqueles que


exercem função de abraçamento e que, por isso,
proporcionam retenção, apoio, suporte e
estabilidade. Podem se originar de um ou dois
conectores menores e sempre da porção acima do
equador protético. Não são indicados para áreas de
suporte mucoso, porque o corpo do braço de
retenção é muito rígido, sendo flexível apenas na
ponta ativa, o que gera uma carga excessiva no
dente pilar com a movimentação decorrente da
resiliência da mucosa às forças mastigatórias
RETENTORES DIRETOS

Entre grampos circunferenciais o mais utilizado é


o de Ackers, de desenho simples, com o apoio
localizado próximo ao espaço protético, de onde
saem também os braços de retenção e de oposição
e o conector menor que os une à barra metálica. É
utilizado na maioria das vezes em dentes
posteriores, nos casos de classe III de Kennedy.
RETENTORES DIRETOS

O grampo geminado engloba dois dentes


adjacentes e se apresenta como dois grampos de
Ackers unidos pelo apoio, sendo que os braços de
resistência e oposição partem de um único
conector menor na face proximal comum,
tomando direções opostas. É indicado para classes
III e IV de Kennedy, porque permite uma boa
retenção sobre os dentes em que se apoia.
RETENTORES DIRETOS

O grampo de ação posterior (back-action) tem a


porção de oposição e a ponta ativa em um mesmo
braço, que contorna todo o dente, saindo do
conector menor na mesial do dente pilar localizado
à mesial do espaço protético, de onde sai também o
apoio. É o único circunferencial que pode ser
indicado para extremos livres, devido à ausência
do braço rígido de oposição, classes I e II de
Kennedy.
RETENTORES INDIRETOS

As próteses parciais dentossuportadas usam


efetivamente os dentes para controlar o
movimento de afastamento da mucosa. As
próteses parciais dentomucosossuportadas não
têm essa capacidade, pois uma de suas
extremidades é livre para fazer esse movimento de
afastamento da mucosa.
RETENTORES INDIRETOS

Exemplo de retentor indireto usado em conjunto


com conector maior em placa palatina. Retentores
indiretos são placas proximais nos segundos pré-
molares e apoios oclusais localizados nos
primeiros pré-molares. Uma função secundária
dos apoios oclusais auxiliares é prevenir o
deslocamento da porção anterior do conector
maior e promover estabilidade contra movimentos
horizontais
RETENTORES INDIRETOS

Desenho para arco Classe I inferior usando


extensões caninas do apoio oclusal como
retentores indiretos. A extensão canina deve ser
colocada em nichos preparados, de modo que a
resistência será direcionada o mais próximo
possível do longo eixo do pilar canino.
EXERCÍCIOS

Pilares 34 e 44: Grampo API


Pilares 33 e 43: apoio incisal
Pilares 31 e 41: apoios linguais via preparo (nicho) e
restauração direta (cíngulo em resina composta)
Conector Maior: Barra lingual
EXERCÍCIOS
EXERCÍCIOS
EXERCÍCIOS
EXERCÍCIOS

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