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Clima

O documento discute vários aspectos climáticos, incluindo latitude, temperatura, umidade, ventos e fenômenos como El Niño. É fornecida uma explicação detalhada sobre como esses fatores influenciam o clima em diferentes regiões.

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Gustavo Chen
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LATITUDE

BR - 92%: ZONA INTERTROPICAL

Maior a latitude,
menor a temperatura

Menor a latitude,
maior a temperatura

Maior a latitude,
menor a temperatura

BR - 8%: ZONA TEMPERADA DO SUL


ALTITUDE

frio
calor
UMIDADE: QUANDO O VAPOR SE CONDENSA

CHUVA ORVALHO
°
AR SUPERFÍCIE

NEVE GEADA
UMIDADE DO
PRÓPRIO LOCAL CHOQUE DE
MASSAS DE AR

QUEDA DE TEMPERATURA NA VERTENTE OCEÂNICA


MASSAS DE AR
Uma quantidade de água enorme e em
forma de vapor corre em verdadeiros
III I “rios” sobre nossas cabeças. Esses
são os “rios voadores”, ou “rios
aéreos”, carregam cerca de 200
milhões de litros por segundo, o
equivalente à vazão do rio Amazonas
na cheia. A nascente destes rios é o
II oceano Atlântico, cujo vapor de água é
bombeado para o continente pela
floresta amazônica, onde passa pelo
processo da evapotranspiração. De lá,
segue para a Cordilheira dos Andes e
pelo centro da América do Sul – é
responsável por 25% das chuvas no
Centro-Oeste e Sudeste do Brasil.

[Link]ÇÃO / [Link] / [Link]ÁFICA


DESMATAMENTO REDUZ UMIDADE NO CENTRO SUL
EQUATORIAL -
caracterizado pela elevada
pluviosidade e pequena
amplitude térmica, com
predomínio de elevadas
temperaturas.
Área influenciada pelas massas
úmidas, equatorial continental e
equatorial atlântica.

TROPICAL -
caracterizado pelo
verão chuvoso e
inverno seco
Apresenta uma média
amplitude térmica.
SUBTROPICAL - Clima
Mesotérmico
típico da região sul do país
Elevadas amplitudes térmicas
Atuação da massa Polar
Atlântica

SEMIÁRIDO - Clima quente com


chuvas reduzidas e concentradas CLIMA TROPICAL
no início do ano
Aridez: explicada pela localização
ÚMIDO DO LITORAL
do sertão, local da rota final das NORDESTE, COM
massas de ar, que chegam sem CHUVAS
umidade
DE INVERNO
VENTO O vento, ar em movimento, provém
da diferença de temperaturas e,
consequentemente da pressão
atmosférica, sendo a direção da área
anticiclonal, com alta pressão (mais
frio) para a área ciclonal, de baixa
pressão (mais quente).

ÁREA ANTICICLONAL ÁREA CICLONAL


FRIA QUENTE
ALTA PRESSÃO BAIXA PRESSÃO
VENTOS / EXEMPLOS
BRISAS, ALÍSIOS, CONTRA-ALÍSIOS Os ventos litorâneos (as
E AS TORMENTAS (OU CICLONES) brisas) sopram durante o
dia, do mar (alta pressão:
AP) para o continente
(baixa pressão: BP),
enquanto a noite ocorre
uma inversão, ou seja, o
vento sopra do continente
(AP) para o mar (BP).
Os ventos alísios sopram das zonas
temperadas (30 graus de latitude,
norte e sul) para Equador (BP) com
inclinação explicada pela rotação da
terra e pela força ou efeito de
CORIOLIS. O sentido seria de
Nordeste (NE) para Sudoeste (SO)
no hemisfério Norte e Sudeste (SE)
para Noroeste (NO) no hemisfério
Sul, com o encontro ou
convergência na região do Equador
térmico, sendo a oscilação em
relação a linha do Equador, devido
as estações do ano.
DESERTOS DESERTOS

FLORESTAS
CÉLULA DE HADLEY

Os ventos alísios sopram das zonas


temperadas (30 graus de latitude, norte
e sul) para Equador (BP) com
inclinação explicada pela rotação da
terra.
Os contra-alísios sopram, em
elevada altitude, do Equador
para o sentido dos trópicos,
atingindo a latitude de 30 graus.
Os alísios e contra-alísios
formam a célula de Hadley.
No encontro dos alísios no Equador térmico formam os
doldrums ou as calmarias, isto é, ventos fracos e variáveis que,
nos séculos XV e XVI comprometeram as grandes navegações,
pois as caravelas ficavam a deriva, ao cruzarem a região.
Escala Fujita

As tormentas ou ciclones são


divididos em furacões e tornados,
sendo estes no continente, sendo
originados do choque de massas
de ar (quente e fria), destacando
a escala de medição FUJITA.
Furacão, nome usado no oceano Atlântico (ou tufão
no oceano Pacífico), a origem é explicada pela
elevada temperatura das águas (acima de 27 graus)
associada com a baixa pressão atmosférica. O
deslocamento é no sentido horário no hemisfério
Norte e anti-horário no hemisfério Sul, fato
explicado pelo movimento de rotação e pela força ou
efeito de CORIOLIS, sendo medido pela escala
Saffir-Simpson.
FURACÕES / TIPOS
Maior a latitude,
menor a
temperatura
INTERTROPICAIS / EUA
MAIS FORTES Menor a latitude,
maior a
EXTRATROPICAIS / BR temperatura
MAIS FRACOS
Maior a latitude,
menor a
temperatura
29/mar/2004 - 12h56 - O
ciclone
extratropical Catarina, que atingiu
a Região Sul do país era de fato um
furacão categoria 1, na escala
Saffir-Simpson, que mede a
intensidade dos ventos dos
furacões. Isso faz de Catarina o
primeiro furacão a atingir o Brasil.
Nas áreas ciclonais de baixa
pressão atmosférica, com
convergência de ventos
(receptoras), a circulação é no
sentido horário no hemisfério
sul e anti-horário no
hemisfério Norte. Mas, nas Katrina foi um grande
áreas anticiclonais ou de alta furacão, que destruiu
uma parte dos EUA
pressão, ou ainda dispersoras, uma tempestade
ocorre o contrário, ou seja, tropical que alcançou a
anti-horário no hemisfério Sul categoria 5, causaram
e horário no Norte. grandes prejuízos EM
Nova Orleans
(Luisiana).
CLIMA TROPICAL DE MONÇÕES

INVERNO / SECO

TERRA MONÇÕES OCEANO

VERÃO / ÚMIDO
No sul e sudeste asiático ocorre o
clima tropical de monções,
marcado pelas fortes chuvas de
verão, com ventos provenientes do
oceano (AP). No inverno ocorre a
inversão, isto é, os ventos sopram
do continente (AP) para o oceano,
justificando a estiagem.
CORRENTES MARÍTIMAS
CANÍCULA – ONDA DE CALOR
AQUECIMENTO RESFRIAMENTO

O fenômeno EL NIÑO é periódico, ou seja, a cada cinco anos em média, com


duração de um pouco mais de um ano, sendo um aquecimento de uma parte das
águas do Pacífico, junto ao Equador, interferindo climaticamente em várias partes
do mundo.
Com o encerramento do EL NIÑO, inicia-se o fenômeno correlato, a LA NIÑA, que
corresponde ao resfriamento das águas do Pacífico na mesma área, invertendo as
consequências abordadas. No caso brasileiro, aumenta a pluviosidade no Norte e
Nordeste, além da estiagem no Sul.
1 – 2. A água quente evapora gerando uma massa de ar quente e úmida, que
provoca chuva orográfica nos Andes, litoral chileno e peruano. Diante da perda
de umidade, a massa sobrepõe os Andes e desloca para o Brasil, estacionando
meses na atmosfera, justificando forte estiagem na região Norte (incêndios na
Amazônia) e no Nordeste.
1.A água quente se
espalha, Curiosamente,
enfraquecendo os esta massa
bloqueia o acesso
ventos alísios, além
da mPa (massa
do bloqueio Polar Atlântica),
marinho da ficando a mesma
corrente de 2 estacionada sobre
Humboldt, com os
cardumes
1 o Sul,
aumentando a
pluviosidade.
deslocando para o
sul do Pacífico.

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