Saturnia Perfect
Saturnia Perfect
ÍNDICE
Pg.
1.0. INTRODUÇÃO......................................................................04
2.0. PRINCIPIO DE FUNCIONAMENTO................................................04
3.0. CAPACIDADE AMPÉRE-HORA ....................................................06
4.0. RECEBIMENTO.....................................................................06
5.0. OPERAÇÃO ...................................................................07
6.0. DENSIDADE.........................................................................10
7.0. TEMPERATURA.....................................................................14
8.0. CARGA ..............................................................................15
9.0. RECOMENDAÇÕES PARA EFEITO DE MANUTENÇÃO E GARANTIA............20
10.0. BATERIAS COM AGITAÇÃO DE ELETROLITO....................................24
11.0. MANUTENÇÃO......................................................................27
12.0. SEGURANÇA........................................................................27
13.0. REGISTRO SEMANAL DE BATERIA................................................28
14.0. REGISTRO MENSAL DE BATERIA ............................................29
15.0. SALA DE RECARGA DE BATERIAS TRACIONÁRIAS-VENTILAÇÃO..............30
16.0. LAY OUT SUGESTÃO PARA SALA DE CARGA ...................................32
17.0. DIMENSÕES E CAPACIDADE EM 8 ,6 e 5 HORAS................................33
18.0. GARANTIA...........................................................................34
19.0. DISPOSIÇÃO APÓS O USO.........................................................34
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Edição Maio/2007
ATENÇÃO:
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Edição Maio/2007
1.0. INTRODUÇÃO
2.1 DESCARGA
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Edição Maio/2007
2.2 CARGA
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Edição Maio/2007
4.0. RECEBIMENTO
5.0. OPERAÇÃO
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Edição Maio/2007
O reservatório deve ficar mais alto que a bateria entre 1,5 e 2,5m para se ter
pressão suficiente, sendo que uma altura superior a recomendada poderá
perturbar o sistema.
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LEGENDA:
1 - Bombona / Reservatório
2 - Registro de Saída de Água
3 - Carregador da Bateria
4 - Nipple da Mangueira
5 - Engate Rápido (macho/fêmea)
6 - Válvula de Enchimento Automático/Manutenção.
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Edição Maio/2007
OBS. Entre o tanque de água e a bateria deve ter um desnível de 1,5 a 2,5m
6.0. DENSIDADE
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Edição Maio/2007
EXEMPLO:
Caso seja determinada a densidade de 1270 g/dm3 à temperatura de 40ºC, deve
ser corrigida a leitura segundo a FÓRMULA-.
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Se a temperatura estiver maior que 30ºC, devemos somar 0,7 g/dm3 para cada
grau centígrado a mais.
Fig. 2
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Edição Maio/2007
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Edição Maio/2007
7.0. TEMPERATURA
% TEMPERATURA DO ÁCIDO
PROFUNDIDADE DE DESCARGA (C5)
25 ..... 40°C
100
TEMPERATURA DO ÁCIDO
40 ..... 55°C
80
8.0. CARGA
A carga com corrente constante e carga especial, são cargas realizadas com
acompanhamento de um operador, pois existe uma elevação de temperatura
significativa que pode atingir níveis superiores ao máximo permitido (45ºC).
Assim é necessário que o operador controle a corrente, ou até mesmo desligue o
carregador, para manter o nível de temperatura abaixo da máxima.
A carga com tensão constante é a recomendada por ser mais confiável, nesta
injeta-se maior corrente no início da carga (quando a bateria está descarregada)
e mantém-se uma corrente mínima no final da carga, diminuindo a gaseificação
e a elevação da temperatura.
Esta carga recebe o nome de Tensão Constante/Corrente (UI) pois o carregador é
pré ajustado para valores específicos de tensão final (2,40 v.p.e.) e corrente
inicial limitada entre 15% e 20% da capacidade em regime de 8h (C8), sendo que
pela diferença de potencial entre a tensão da bateria (crescente durante a
carga) e a tensão ajustada no carregador, a corrente diminui gradativamente
conforme diminui tal diferença. A corrente final pode chegar a valores entre
1,5% e 2% da nominal C8.
Existe ainda outro tipo de carga associado a este princípio, que é uma carga
dividida em dois estágios. No primeiro estágio com corrente de 20% de C8 e
tensão limitada em 2,40 v.p.e., quando a tensão da bateria atinge este valor o
carregador comuta automaticamente para o segundo estágio onde a corrente
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Edição Maio/2007
passa para 4% a 5% de C8, e a tensão crescente até 2,60 v.p.e. O tempo total
neste tipo de carga é de aproximadamente 8 horas.
O tempo real de carga depende do tempo de descarga que a bateria foi
submetida, ou seja, uma bateria que descarregou apenas 50% da sua capacidade
terá um tempo de carga menor do que uma que tenha ido a uma profundidade
de descarga de 80%.
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TENSÃO (V)
% DE RECARGA
3
DENSIDADE (g/dm )
CORRENTE A / 100Ah REF. C8
2,4 80 1200 14 NS
DE
2,3 70 1180 12
2,2 60 1160 10
CURVA CARACTERÍSTICA DE CARGA REFERÊNCIA 1.
2,1 50 1140 8
DE ELETRÓLITO APÓS DESCARGA 80% EM C8
2,0 40 1120 6
1,9 30 1100 4
TEMP. DE REF. 30°C. - TEMPERATURA OPERACIONAL 30 - 40°C
SISTEMA DE AGITAÇÃO: PRESSÃO 1psi - VAZÃO 0,5 l/min/elemento
1,8 20 1080 2
1,7 10 1060
CURVA CARACTERÍSTICA DE CARGA BATERIAS TRACIONARIAS COM AGITAÇÃO
1 2 3 4 5 6 7
TEMPO (horas)
FATOR DE RECARGA 1,05 (105%) COM 6 HORAS
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Edição Maio/2007
TEMPO (horas)
7
6
5
FATOR DE RECARGA 1,05 (105%) COM 5,75 HORAS
FATOR DE CARGA (%)
TENSÃO (V)
4
3
CORRENTE A / 100Ah REF. C8
2
DENSIDADE (g/dm3)
CORRENTE (A)
DENSIDADE (g/dm )
3
% DE RECARGA
TENSÃO (V)
1
18
16
14
24
22
20
12
10
2
2,8 120 1280
90 1220
80 1200
70 1180
60 1160
50 1140
40 1120
30 1100
20 1080
10 1060
18
2,5
2,4
2,3
2,2
2,1
2,0
1,9
1,8
1,7
2,45
Edição Maio/2007
100
2,8 18 90
CORRENTE (A)
2,7 16 80
) % de RECARGA (Ah)
2,6 14 (% 70
O
ST
2,5 12 P O 60
- RE
2,4 10 Ah 50
TENSÃO
2,3 08 40
2,2 06 30
2,1 04 20
2,0 02 10
0 1 2 3 4 5 6 7 8
tempo (h)
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Edição Maio/2007
9.3 - Carregadores
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9.5 - Temperatura
9.10 - Sub-Carga
Quando a bateria, sem ter completado a carga é retirada para operação, suas
placas ainda contém sulfato agravado pela nova descarga que formará mais
sulfato, causando redução de rendimento e aquecimento rápido e elevado
durante a carga subsequente. A bateria só deve entrar em operação quando
estiver plenamente carregada.
9.11 - Sobrecargas
Da mesma forma que a bateria não pode sofrer cargas incompletas, não deve
receber sobrecarga (mais carga que o necessário). Isto aumenta excessivamente
os valores de temperatura e gaseificação e causa o envelhecimento precoce da
bateria reduzindo drasticamente sua vida útil.
A bateria não deve operar com densidade superior ao seu valor nominal (1280±10
g/dm3 à 30ºC), caso isto aconteça, deve-se verificar após o termino da carga se
os indicadores de nível do eletrólito estão corretos, se estiver indicando nível
baixo, deve-se completar o nível com água destilada e aplicar uma carga de
equalização para correção da densidade, conforme item 8.5.
Se após a carga de equalização a densidade do eletrólito permanecer acima do
especificado, retire parte do eletrólito substituindo por igual parte de água
destilada. Retirando-se por exemplo 2% do volume total do eletrólito, e
substituindo por igual volume de água destilada, a densidade do elemento
diminuíra em 5 pontos. Para facilitar, se desejar diminuir 5 pontos da densidade
do eletrólito, basta multiplicar 0,00025 pela capacidade nominal da bateria
para se obter o volume em litros a ser retirado do elemento e substituído por
água destilada.
Exemplo: temos uma bateria tipo 11 SP 760, capacidade nominal em C8 = 760 Ah
, 760 x 0,00025 = 0,190 litros ou 190 ml de eletrólito a ser substituído por água
destilada.
Para baixar 10 pontos deve-se multiplicar o valor acima por 2 para obter o valor
a ser substituído do eletrólito.
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Edição Maio/2007
Nota: Exceção feita em caso de acidente, nunca lave sua bateria, garanta que
permaneça sempre seca internamente, umidade pode provocar fuga de corrente,
assim como corrosão precoce da caixa de aço.
Caso seja necessário retirada de elementos para limpeza ou substituição solicite
Assistência Técnica Saturnia, não tente consertar sua bateria.
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Edição Maio/2007
Durante o uso da bateria na máquina não permitir que esta atinja valores de
tensão abaixo de 1,70 v.p.e. ou densidade menor que 1.120 g/dm3 (à 30ºC).
Não utilizar tintas comuns para retoque ou conservação da bateria, pois nossa
pintura é especial, caso necessite fazer serviços desse tipo consulte-nos.
9.16 - Armazenamento
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ENTRADA DE AR
ELETRÓLITO É
ARRASTADO POR
BOLHAS DE AR
BOLHAS DE AR
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11.0. MANUTENÇÃO
12.0. SEGURANÇA
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OBSERVAÇÕES
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Edição Maio/2007
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Edição Maio/2007
Exemplo :
Considerando-se 10 baterias de 24 volts tipo 11 SP 760 (760 Ah C8) em carga, a
corrente final de recarga será de 114 A.
Teremos então :
v = 26,3
q = 0,42 l
s=5
n = 10 . 12 = 120 elementos
I = 114 A
Q = 26,3 . 0,42 . 5 . 120 . 114 = 755,5 m3
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Edição Maio/2007
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Edição Maio/2007
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18.0. GARANTIA
As baterias SATURNIA possuem uma vida projetada para acima de cinco anos, seu
prazo de garantia será conforme certificado de garantia.
Produto Reciclável
Fábrica/Escritório:
Rua Ermano Marchetti, 1435 – Água Branca – CEP 05.038-001 – São Paulo
Fone ( 011 ) 36168500 FAX ( 011 ) 36168555
Rua Aurélia Luiza M. Zanom, 600 - Bairro Iporanga - CEP 18.087-100 – Sorocaba – SP
Fone (55-15) 3235.8000 - FAX (55-15) 3235.8195
CABOS DE SAÍDA
Bitola x comprimento x código
mm2 mm
35 x 1100 = 56228092
35 x 1300 = 56228078
35 x 1500 = 56228097
35 x 2000 = 56228099
50 x 1100 = 56228093
50 x 1300 = 56228095
50 x 1500 = 56228134
50 x 2000 = 56228102
70 x 1100 = 56228094
70 x 1300 = 56228096
70 x 1500 = 56228098
CABOS DE SÁIDA 70 x 2000 = 56228103
CONECTORES
35 mm² 50 mm² 70 mm²
Bitola x comp. x código Bitola x comp. x código Bitola x comp. x código
mm2 A = mm mm2 A = mm mm2 A = mm =
35 x 70 = 51246007 50 x 70 = 51246056 70 x 95 = 51246014
35 x 95 = 51246008 50 x 95 = 51246001 70 x 105 = 51246058
35 x 105 = 51246024 50 x 105 = 51246002 70 x 125 = 51246015
35 x 125 = 51246012 50 x 125 = 51246044 70 x 140 = 51246019
35 x 145 = 51246060 50 x 145 = 51246003 70 x 165 = 51246047 35
35 x 160 = 51246013 50 x 160 = 51246055 70 x 180 = 51246046
35 x 185 = 51246061 50 x 180 = 51246004 70 x 195 = 51246016
50 x 195 = 51246053
Edição Maio/2007
TAMPA TAMPA
CONECTOR CONECTOR
NEGATIVO POSITIVO
CÓD. 51952002 CÓD. 51952003
H20 H29
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Edição Maio/2007
TUBO DE AR P/
SISTEMA DE AGITAÇÃO DE ELETROLITO
CÓDIGO : 52252024(FIG.12) TAMPÃO FINAL CÓDIGO: 52964022(FIG.11)
TUBO DE AR
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Edição Maio/2007
TUBO DE AR
TUBO DE AR
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Edição Maio/2007
40