INSTITUTO SUPERIOR MUTASA
DELEGAÇÃO DE CHIMOIO
4º ANO, I SEMESTRE
CADEIRA: SOCIOLINGUISTICA
TEMA: Variação lexical do Português Falado no Nhachoco, Distrito de
Gondola.
Nome da Estudante:
Elisabeth José Nganha Tauro
LICENCIATURA EM ENSINO DE PORTUGUÊS COM HABILIDADES
EM FRANCÊS
Chimoio, Abril de 2024
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INSTITUTO SUPERIOR MUTASA
DELEGAÇÃO DE CHIMOIO
4º ANO, I SEMESTRE
CADEIRA: : SOCIOLINGUISTICA
TEMA: Variação lexical do Português Falado no Nhachoco, Distrito de
Gondola.
Realizado por:
Elisabeth José Nganha Tauro
Docente:
dr : Francisco Thinepe
LICENCIATURA EM ENSINO DE PORTUGUÊS COM
HABILIDADES EM FRANCÊS
Chimoio, Abril de 2024
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Índice
CAPITULO I: Introdução ................................................................................................. 4
1.1. Contextualização .................................................................................................... 4
1.2. Objectivos do Trabalho .......................................................................................... 6
1.2.1. Geral ................................................................................................................... 6
1.2.2. Específicos ......................................................................................................... 6
1.3. Orientações metodológicas ........................................................................................ 6
CAPITULO II: Revisão Literária ..................................................................................... 7
2.1. O português de Moçambique foi resultado de uma Transmissão Lin-guística Irregular
........................................................................................................................................... 7
2.2. Variação linguística do português falado no Bairro Nhachoco, no Distrito de Gondola.
........................................................................................................................................... 8
2.3. Factores condicionante............................................................................................. 10
2.4. Tewe ......................................................................................................................... 11
2.5. Características fonéticas, lexicais, morfossintáticas e semânticas ........................... 11
2.6. Depoimentos dos entrevistos e variações lexicais anotadas .................................... 12
Conclusão ........................................................................................................................ 13
Referências ...................................................................................................................... 14
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CAPITULO I: Introdução
1.1. Contextualização
Moçambique é um país multilíngue onde convivem línguas bantu, o português, o gujarati, o
híndi e o árabe. O português é a língua oficial e é de uso obrigatório na educação e nas
instituições públicas, mas cria impasses, porque os cidadãos não dominam a norma-padrão
europeia. Por sua vez, o Português de Moçambique (PM) é uma variedade que resulta de
contextos sociolinguísticos e da diversidade cultural. Nesse contexto, a presente pesquisa
discute a situação do PM tendo em conta as variáveis sociais e explica as características
léxico-semânticas e sintácticas. Tendo rodado os dados no GoldVarb 2001, concluiu-se que o
PM se manifesta de forma mais visível a nível fonético e léxico-semântico. Além disso,
observou-se que os estrangeirismos provenientes das línguas bantu são necessários. De modo
geral, destaca-se que o Português é uma língua moçambicana falada como língua materna
pela minoria (10.7%) e que tende a crescer devido à educação gratuita, obrigatória e inclusiva
incentivada pela política linguística.
O estudo da língua em seu contexto social tem merecido espaço privilegiado por parte de
linguistas com maior ênfase, a partir dos anos 1960, com os trabalhos do linguista americano
William Labov. A língua tem uma função social – o da comunicação – e ela só pode ser
compreendida e interpretada dentro do contexto sociocultural. É importante compreender
que a língua não é um sistema uno, invariado, estático, mas, necessariamente, abriga um
conjunto de variedades, variantes e dialectos. Todas as línguas são moldadas pelos contextos
socioculturais e a sua variação e mudança dependem da forma como os usuários replicam o
seu uso.
Em Moçambique, não é excepção. Todas as línguas faladas tendem a mudar com o tempo
desviando-se constantemente com relação à norma. Sendo assim, a norma não é apenas ou
simplesmente um conjunto de formas linguísticas pré--estabelecidas, mas, também, é um
agregado de valores socioculturais usados por uma comunidade linguística. Acerca mais
especialmente do contexto moçambicano, observa-se que a escola apoia-se no português de
Portugal (norma-padrão europeia) para ensinar e avaliar competências em português dos
alunos, o que faz com que os alunos não progridam academicamente. É importante deixar
claro que a variação não é exclusiva dos falantes não-escolarizados. Ninguém fala „norma-
padrão‟ a todo momento, pois ela é artificial, ou seja, não é língua materna de ninguém.
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Algumas entidades moçambicanas não entendem que se trata do momento certo para
discutir a variedade do Português de Moçambique (PM) por ser cedo demais! A presente
pesquisa ruma contrária a essa ideia, demonstrando que a variação do português em
Moçambique nunca avisará a sua chegada. Baseando-se na fala quotidiana dos
moçambicanos, é possível perceber que o português europeu não está presente em
Moçambique. Até porque vários estudos (como de Cintra 1971, por exemplo) mostram que,
em Portugal, não se fala português da mesma forma em todas as províncias e vilarejos. Ou
ainda, estudos mostram a existência de dialectos distribuídos de forma desigual naquele país
(Cintra, 1971). Em Moçambique, não há dialectos, mas uma variedade do português que se
distancia do português europeu linguisticamente falando. É necessário evidenciar, portanto,
que o português falado/escrito em Moçambique difere-se do que é escrito/falado em outros
países da lusofonia
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1.2. Objectivos do Trabalho
Objectivos são linhas de perspectiva a desenvolver que proporciona valor acrescentado a
situação de partida. Abaixo temos o respectivo objectivo geral e específico.
1.2.1. Geral
Analisar o estudo sobre variação lexical do português falado no Nhachoco, distrito de
Gondola.
1.2.2. Específicos
Caracterizar o português falado no Nhachoco- Gondola;
Identificar as influências lexicais do português falado no Nhachoco;
Identificar as causas que influenciam lexical do português falado no Nhachoco.
1.3. Orientações metodológicas
A Metodologia é o ponto-chave do início de uma pesquisa, em que se desvendam os
caminhos da pesquisa, que darão contorno ao esboço do marco teórico. A metodologia
“inclui as concepções teóricas da abordagem, o conjunto de técnicas que possibilitam a
apreensão da realidade e também o potencial criativo do pesquisador” (MINAYO, 2004), o
presente artigo utilizou como metodologia a pesquisa bibliográfica de carácter exploratório.
[...] a pesquisa bibliográfica obtém os dados a partir de trabalhos
publicados por outros autores, como livros, obras de referência,
periódicos, teses e dissertações e a pesquisa de levantamento: analisa a
importância da liderança e motivação no alcance de resultados nas
organizações (GIL, 2002, p. 14).
Quanto aos procedimentos de colecta de dados, foram realizados com base em pesquisas
bibliográficas, acessos a livros e artigos de revistas especializadas, disponíveis em
plataformas de acesso público em geral, bem como estudos de casos com a mesma temática.
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CAPITULO II: Revisão Literária
2.1. O português de Moçambique foi resultado de uma Transmissão Lin-guística
Irregular
Segundo Silveira, D. T.; Córdova, F. P. (1997) LP em Moçambique chegou por meio da
colonização ocorrida nos séculos XV. A sua implementação encontrou uma resistência
profunda por parte dos nativos devido à existência de uma diversidade linguística enorme
em diferentes etnias e regiões espalhadas pelo extenso país (801.590 km²). As línguas
faladas nesse período eram ágrafas, sem escrita, e a oralidade tinha maior prestígio no seio da
população. A chegada dos primeiros exploradores gerou mudanças consideráveis na vida dos
moçambicanos, sobretudo nas suas línguas nas grandes cidades.
Siopa, C. (2010) afirma que o sistema colonial ganhasse espaço, era necessário ensinar a LP
aos moçambicanos, fato que não teve muito êxito porque os colonizadores não tinham
interesse em ensinar, até porque não eram professores, nem académicos na sua maioria, pois
se assim fosse não teríamos apenas 1,2% de moçambicanos que falavam português em 1980,
quer dizer, 5 anos após a independência. Os colonos eram simplesmente militares,
agricultores, pescadores e até prisioneiros. Hoje, o número de falantes do português como
língua segunda aumentou para pouco mais de 10,7%, mas as características se distanciam do
português europeu. Por outro lado, as LB continuam dentro e fora das cidades e nenhuma
delas está em vias de extinção.
Para melhor percebermos o que aconteceu em Moçambique, precisamos trazer à tona os
conceitos de Transmissão Linguística Irregular (TLI), de crioulo e de pidgin. Lucchesi e
Baxter (2009) consideram TLI quando há uma situação de contacto linguístico massivo,
abrupto e radical, em que há uma redução da gama de funções desempenhadas pela
comunicação verbal e uma perda de matéria gramatical que atinge estrutura abstracta. Esse
aspecto não fez com que surgisse uma situação de pidginização e crioulização no contexto de
Moçambique, tampouco no de Angola. Lucchesi e Baxter defendem que este processo
resulta na “não aquisição/incorporação de morfologia e elementos gramaticais da língua de
superstrato, que ocorre na fase inicial do processo [...] combinada com a reestruturação
gramatical da nova variedade linguística” (Lucchesi e Baxter, 2009, p.121).
Há que realçar que esta transmissão “é um processo atestado em larga escala na história
humana e costuma acontecer com qualquer movimento populacional ou de
conquistasignicativa” (Naro e Scherre, 2007, p.140). Este processo originou o fanakaló
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(pidgin das minas da África do Sul), o afrikaans, o kabuverdianu (de Cabo Verde) e muitos
outros crioulos de base portuguesa, inglesa, francesa etc., espalhados pelo mundo.
2.2. Variação linguística do português falado no Bairro Nhachoco, no Distrito de
Gondola.
Gondola é uma vila da província de Manica, em Moçambique, sede do distrito do mesmo
nome. De acordo com o censo de 2007, a vila de Gondola tinha uma população de 33,877
habitantes.
A vila possui a terceira maior piscina olímpica de Moçambique, pertencente à empresa
estatal Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique, e um Clube Multi-Desportivo.
A vila é atravessada pela Estrada Nacional nº 6, rodovia que a liga à cidade de Chimoio, ao
oeste, e à vila da Inchope, ao leste. Além disso, possui uma estação ferroviária do Caminho
de Ferro de Machipanda.
Fonte: [Link]
Devido às variáveis sociais, o português falado em Moçambique se distancia do português
europeu, brasileiro, angolano, guineense etc. Segundo Lopes, Sitoe e Nhamuende (2013,
p.17) “em Moçambique vem-se desenvolvendo uma variedade de português que é
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moçambicana, no sentido em que há traços, características e realizações formais e
contextuais de moçambicanidade na fala e na escrita.( Siopa, C. 2010).
O português falado no bairro Nhachoco- Gondola pode apresentar várias variações lexicias,
reflectindo a diversidade linguística e cultural do país. Aqui estão algumas características
comuns:
Influências o português moçambicano frequentemente incorpora elementos lexicais de
línguas do dialecto tewe entre outros. Isso inclui palavras específicas, expressões idiomáticas
e até mesmo gramática influenciada por essas línguas.
Segundo as entrevistas feitas foi se analisando que em língua tewe poucas vezes emprega-se a
letra L e muitas o r substitui as palavras que deveria ser empregue.
Ex:
Português Influência de tewe no português
Escola Escora
Sacola Sacora
Cecília Ceciria
Mala Mara
Sacola Sacora
Sal Sar
Essas são apenas algumas das características que contribuem para as variações lexicais do
português falado no bairro Nhachoco- Gondola. Como em qualquer lugar, a língua é
dinâmica e está em constante evolução, reflectindo a diversidade e as experiências dos seus
falantes.
As variações lexicais do Português falado em Gondola, Moçambique, reflectem a riqueza e
diversidade da língua portuguesa. Devido à influência de diferentes línguas e culturas na
região, é comum encontrar diferenças no vocabulário, expressões e pronúncia em
comparação com o português falado em outras regiões lusófonas. Infelizmente, não possuo
informações específicas sobre as variações lexicais em Gondola, mas tenho certeza de que
devem ser muito interessantes.
As palavras que mais sofrem influências do português lusófono e moçambicano reflectem a
diversidade linguística e cultural de Moçambique, bem como as influências históricas e
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contemporâneas. Em termos gerais, o vocabulário moçambicano compartilha muitas
semelhanças com o Português falado em outras regiões lusófonas, mas também apresenta
distinções que reflectem a realidade local. Em Moçambique, é comum encontrar palavras que
reflectem a influência das línguas locais, como o tewe, bem como termos de origem africana.
Além disso, palavras relacionadas a aspectos culturais específicos de Moçambique. Por outro
lado, o Português falado neste parcela do distrito pode ser influenciado por contextos
históricos e culturais específicos de cada pessoa. Por exemplo, expressões que muitas vezes
contem L são substituídas por R como tais: falar eles empregam o r envés de l ficando farar,
ler= rer, livro, rivro.
2.3. Factores condicionante
Os factores condicionantes da variação do Português falado em Gondola no Bairro Nhachoco
são diversos e reflectem a complexidade linguística e cultural do país. Alguns dos principais
factores incluem:
1. Diversidade étnica e cultural: Moçambique é um país multicultural, com uma grande
variedade de grupos étnicos, cada um com sua própria língua e cultura. Essa diversidade
influencia a forma como o Português é falado, resultando em variações regionais e locais.
2. Influências linguísticas locais: A influência das línguas locais, como o Tewe, ndau, entre
outras, pode se reflectir no vocabulário, na pronúncia e na estrutura da língua portuguesa
falada em Moçambique.
4. Contactos linguísticos: Os contactos com outras línguas e culturas, tanto dentro do país
quanto com países vizinhos ou outras regiões lusófonas, podem influenciar a variação
linguística do Português em Moçambique.
De acordo com Siopa, C. (2010) em Moçambique, não é excepção. Todas as línguas faladas
tendem a mudar com o tempo desviando-se constantemente com relação à norma. Sendo
assim, a norma não é apenas ou simplesmente um conjunto de formas linguísticas pré--
estabelecidas, mas, também, é um agregado de valores socioculturais usados por uma
comunidade linguística. Acerca mais especificamente do contexto moçambicano, observa-se
que a escola apoia-se no português de Portugal (norma-padrão europeia) para ensinar e
avaliar competências em português dos alunos, o que
faz com que os alunos não progridam academicamente. É importante deixar
claro que a variação não é exclusiva dos falantes não-escolarizados. Ninguém
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fala „norma-padrão‟ a todo momento, pois ela é artificial, ou seja, não é língua
materna de ninguém.
2.4. Tewe
As interferências de uma língua noutra, em Moçambique, são mais perceptíveis, em
princípio, a nível oral, e é neste âmbito que pretendemos desenvolver a nossa pesquisa
descritiva, escolhendo a língua da família Bantu, tewe, falada na região central do país.
Escolhemos o tewe por ter sido uma língua com a qual tivemos contacto, no bairro Nhachoco
criando, assim, interesse em perceber as interferências que essa língua exerce no Português.
Sabemos que, por exemplo, nos falantes que têm o tewe como língua materna encontramos a
permuta de sons vibrantes alveoalares e lateral alveolar, ao falarem português, em palavras
nas quais ambos os sons se realizam, e deslaterização [l] e desvibração [r] em palavras nas
quais ocorrem sozinhos. O falante do tewe realiza, por exemplo, o seguinte ao falar
português: “lata” ao invés de “rata ” e “Flerimo” querendo dizer “Frelimo”.
A língua Tewe é uma língua bantu falada por uma parte da população na província de
Manica, em Moçambique. Devido à presença dessa língua e de outras línguas locais, é
comum que haja influências dessas línguas na forma como o Português é falado em Manica.
A presença da língua Tewe e de outras línguas locais pode influenciar o vocabulário, a
pronúncia e até mesmo a estrutura gramatical do Português falado nessa região. É possível
que sejam utilizadas palavras emprestadas de línguas locais no discurso quotidiano, e que a
pronúncia de certos sons seja influenciada pelas características fonéticas dessas línguas. Além
disso, a convivência entre falantes de diferentes línguas pode levar a fenômenos de contacto
linguístico, nos quais elementos de uma língua são incorporados à outra. Essa dinâmica
contribui para a riqueza da variedade linguística presente em Manica e em outras regiões de
Moçambique (Schneider, A. 2008, p. 65).
2.5. Características fonéticas, lexicais, morfossintáticas e semânticas
Segundo Schneider, A. (2008) os falantes do tewe, quando falam português, inserem um som
nasal, este fenômeno é recorrente. Aparentemente esta característica tem relação directa com
a língua bantu. Exemplo:
A situação de desprestígio da língua tewe frente ao português é uma de várias situações
possíveis encontradas em Nhachoco no distrito de Gondola, e muitas delas começam
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justamente na escola, que é o local no qual o português é, para muitos, introduzido
formalmente pela primeira vez.
2.6. Depoimentos dos entrevistos e variações lexicais anotadas
Casamentos prematuros
Houve empregue de r em substituição do l, é o caso de mulher para murher, falar para
farar, rapaz para lapaz,, trabalhar para trabariar, uso ma como forma de plural, magarade
envés de grades,
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Conclusão
Chegado ao final da presente trabalho conclui-se que o contacto permanente entre essas duas
línguas gera interferências oriundas da LM, que é aquela que o indivíduo adquire
espontaneamente, na língua segunda (L2), aquela de socialização secundária, neste caso a
língua alvo, ensinada formalmente em escolas. Essas influências são notadas a partir de
alguns traços presentes no discurso quotidiano espontâneo de cada indivíduo. Um fato
intrigante é que em Moçambique as variantes como a de Maputo são entendidas como um
erro ou até mesmo um desvio à norma, enquanto esses mesmos falantes críticos não têm
contacto com a norma padrão (ou seja, o Português Europeu padrão), mas apenas com o LP
falada em Moçambique. Tal situação é diferente daquela que acontece no Brasil, em que
temos uma variante do português aceita como padrão de acordo com o contexto em que é
usado, estamos a falar do Português do Brasil, que por sua vez tem variações regionais como
a do Rio de Janeiro e a de São Paulo, tidas como variantes de prestígio, devidos as relações
de poder e autoridade, tanto sociais, como económicas.
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Referências
Schneider, A. (2008). A epêntese medial em PB e na aquisição de inglês como LE:
uma análise morfofonológica. Dissertação de Mestrado, Universidade Federal do Rio
Grande do Sul, Porto Alegre.
Silva, J. G. (1999). Interferência e Variante Linguistica. Algumas Consideraqoes
Sociolinguisticas sobre o Portugues Falado em Moçambique. Associação das
Universidades de Língua Portuguesa.
Silva Neto, S. (2000). História da língua portuguesa. Petrópolis: Vozes.
Silveira, D. T.; Córdova, F. P. (1997). A Pesquisa Científica. In: Gerhardt, T. E.;
Siopa, C. (2010). Estruturas problemáticas e Estratégias de Ensino do Português na
Universidade. In O Português Escrito por estudantes universitários: Descrição
linguística e estratégias didácticas. Maputo: Texto Editores.
Stroud, C. & Gonçalves, P. (2011). Panorama do Português Oral de Maputo.
Volume 1: Objectivos e Métodos, Maputo, INDE.
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