A Estética do Belo
Prof.ª Dra. Vânia Tognon
Prof.ª Dra. Vânia Tognon
Graduação em Ciências Biológicas - Universidade Paulista, Ribeirão Preto,
Brasil.
Mestrado em Neurociências - Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto,
Universidade de São Paulo - USP, Brasil.
Doutorado em Neurociências - Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto,
Universidade de São Paulo - USP, Brasil.
Estética do belo
A estética é o ramo da filosofia que aborda a natureza do belo.
O termo “estética” foi utilizado
ESTÉTICA: CONCEITO inicialmente por Baumgarten (1750)
para designar uma disciplina que se
ocupa da arte e do belo.
A arte e o belo podem ser tratados a
partir de três sentidos:
1. A obra;
2. O artista;
3. O apreciador.
Imitação:
• artista é capaz de imitar a natureza/objetos com precisão,
• papel passivo, apenas reproduzindo o que já existe.
Criação:
ARTE
• originalidade – independente da natureza.
• obra é expressa no próprio sentimento do artista.
Construção:
• artista é capaz de criar uma obra artística na qual ele combina
os elementos da natureza e os sentimentos do próprio
homem.
O belo e o feio
A classificação de uma obra
como sendo bela ou feia,
perfeita ou monstruosa,
tem seu valor estético,
dependendo do
produtor e/ou espectador,
de quem a produz e quem
a contempla
pelos seus valores
subjetivos.
Os Amantes (1928), René Magritte
Psicologia da arte
Psicologia da Arte: a compreensão do elo entre a imaginação e a emoção
na promoção do desenvolvimento humano.
Bela – toda imagem que desencadeia uma reação corpórea útil à preservação da
espécie.
Estudo da relação entre a arte e a plasticidade dos processos de significação que
dela decorrem – contemplação de uma obra é um processo ativo:
obras artísticas podem promover: aproximação e afastamento entre a forma e o
conteúdo, entre o significado e o sentido, entre o verbal e o icônico.
Composição 8 (1923), Wassily Kandinsky (Arte abstrata)
Relações entre a filosofia da arte e do belo
Estética
Belo clássico Belo romântico
Ordem Paixões
Equilíbrio Imaginação
Razão Subjetivismo
Objetividade Religiosidade
Idade Média
• Divisão entre
beleza e arte:
• beleza é
propriedade da
criação divina,
• arte é
representação
humana da beleza.
Pintura, escultura e arquitetura, consideradas artes
Artes liberais vulgares por sua relação com os trabalhos manuais.
Séc. XV elevam-se ao universo das artes liberais.
Atividade artística (belas artes) → artes liberais:
artistas passam a ocupar uma nova posição
hierárquica na sociedade, ganhando poder e respeito.
No século XVIII as principais artes liberais são:
a pintura, a escultura, a arquitetura, a navegação, a
retórica, a poesia, a geometria, a equitação, a
impressão e a cunhagem de moedas.