studo Textual: 2 Timóteo 2:1-26
O Obreiro Aprovado de Deus
Tendo encorajado Timóteo a continuar no seu serviço de evangelista (veja 2
Timóteo 1:6-8,13-14), Paulo agora o exorta a encarar os sofrimentos deste
trabalho, desenvolvendo as seguintes características do ministro fiel:
Mestre da palavra (2:1-2). Em sofrimento, o servo de Deus deve procurar
força na graça de Deus, e não em sua própria capacidade ou sabedoria (2:1;
veja Hebreus 12:28; Tito 2:11-14; 2 Coríntios 12:7-10). Assim fortificado, é
necessário que o servo ensine a palavra da graça de Cristo para outros (2:2;
veja Atos 20:32). Nisto notemos duas coisas importantíssimas:
É a vontade de Deus que a mesma palavra se passe de uma geração
para outra. Paulo disse, "o que da minha parte
ouviste...isso mesmo transmite a homens...para instruir a
outros" (2:2). Deus não quer que novas gerações ensinem coisas
novas (veja Gálatas 1:8).
O que é preciso em quem vai ensinar a palavra é fidelidade, e não
eloqüência ou sabedoria própria (veja 1 Coríntios 4:1-2). Quem se
fortifica na graça de Deus e não no orgulho de homens ensinará apenas
a palavra de Deus.
Soldado, atleta, lavrador (2:3-13). O servo do Senhor precisa ser bem treinado
e disciplinado para que possa alcançar os alvos de Deus. Como soldado, terá
que sacrificar certos confortos e seus próprios desejos para conquistar o
objetivo do seu capitão. Como atleta, terá de seguir regras, sacrificando a sua
liberdade para receber o prêmio. Como lavrador, terá que trabalhar duro com
muita paciência, para depois receber o fruto (2:3-7).
Jesus e Paulo são exemplos perfeitos. Eles sofreram em servir a Deus,
confiantes que ele dê a cada um de acordo com as suas obras (2:8-13; veja 2
Coríntios 5:9-10).
Ao estudar 2 Timóteo 2:11-13, encontramos 4 certezas em Cristo para
superar tempos difíceis nos versículos que Paulo escreve ao
irmão Timóteo:
“Fiel é esta palavra: Se já morremos com ele, também viveremos com
ele; se perseveramos, também com ele reinaremos; se o negamos, ele,
por sua vez, nos negará; se somos infiéis, ele permanece fiel, pois de
maneira nenhuma pode negar-se a si mesmo.”
2 Timóteo 2:11-13
Estes versículos sugerem uma espécie de hino ou confissão de fé que
circulava nas primeiras comunidades de fé. Talvez seja um fragmento
de um hino mais longo que expressava a fé e a esperança de Igreja de
Cristo nos dias da perseguição.
2 Timóteo 2:11-13
Trata-se do início da segunda metade do primeiro século. Nesse
tempo, o imperador romano Nero ativou uma sangrenta caça aos
cristãos. Durante esse período, vários crentes morreram crucificados,
queimados publicamente e lançados às feras. Isso repercutiu
negativamente nas comunidades cristãs, pois alguns estavam
abandonando a fé, além de oportunizar a entrada de heresias no seio
das igrejas.
Então, nesse parte, o apóstolo Paulo começa com a declaração: “Fiel é
a esta Palavra“. Ora, toda palavra inspirada dita por Paulo é fiel, não
somente “esta”. Na verdade, o apóstolo usualmente aplica essa
expressão para enfatizar, chamar atenção do que dirá a seguir (veja
outros exemplos: 1 Tm 1.15; 1 Tm 3.1. Veja também a expressão “Na
verdade, na verdade” usada por Jesus).
Ou seja, de todas as verdades registradas por Paulo a Timóteo nesta
carta, esta merecia ainda maior ênfase, por ser mui digna de confiança.
Durante tempos tão difíceis para a Igreja, precisamos nos agarrarar às
certezas da fé e esperança em Jesus. Assim, Paulo relaciona 4 certezas
a respeito do relacionamento entre Igreja e Cristo para superar tempos
adversos:
1ª Certeza: “Se já morremos com ele,
também viveremos com ele” (2 Timóteo
2:11)
…Se já morremos com ele, também viveremos com ele.”
2 Timóteo 2:11
Em primeiro lugar, quando o cristão morre para o mundo, seu “eu“, sua
carne e seu pecado, por amor do Senhor Jesus, ele recebe a vida
eterna. Paulo afirmou aos coríntios que a esperança de uma nova vida
com Cristo é o combustível que impulsiona os seguidores de Jesus a se
exporem aos perigos e feras no labor do evangelho (1 Co 15.30-32).
Outra vez, disse ele aos irmãos da Igreja em Corinto que “aquele que
ressuscitou o Senhor Jesus também nos ressuscitará com Jesus” (2 Co
4.13,14).
O final dos discípulos não é diferente do de seu mestre. Ora,
perseguiram a Cristo, também perseguirão a Igreja (Jo 15.20). Nesse
sentido, atribui-se a Lutero a frase: “A Igreja é herdeira da cruz”.
Contudo, os herdeiros da cruz de Cristo, igualmente são herdeiros da
Sua ressurreição.
Assim, disse Jesus: “quem perder a sua vida por amor de mim achá-la-
á” (Mt 16.25). Também falou que não há quem deixar as coisas dessa
vida “por amor de mim e por amor do evangelho, que não receba, já
no presente, o cêntuplo de casas, irmãos, irmãs, mães, filhos e campos,
com perseguições; e, no mundo por vir, a vida eterna” (Mc 10.29-30).
2ª Certeza: “Se perseveramos, também
com ele reinaremos” (2 Timóteo 2:12a)
“Se perseveramos, também com ele reinaremos…”
2 Timóteo 2:12a
Em segundo lugar, o Senhor exaltará todos os que suportarem as
provações de uma vida que exalta a Ele. Nesse sentido, Jesus declarou
que os perseguidos, injuriados e caluniados por causa Dele são bem-
aventurados e deveriam se alegrar “porque é grande o vosso
galardão nos céus” (Mt 5.12). Da mesma forma, o apóstolo Paulo
afirmou aos romanos que “se com ele sofremos, também com ele
seremos glorificados” (Rm 8.17).
A fé que Jesus recompesará é a fé que persevera, permanece e suporta.
“Aquele que perseverar até o fim será salvo” (Mt 24.13), disse Jesus
no Monte das Oliveiras. Também falou à Igreja em Esmirna: “sê fiel até
a morte e te darei a coroa da vida” (Ap 2.10).
Não pare, não desista! “Porque para mim tenho por certo que os
sofrimentos do tempo presente não podem ser comparados com a
glória a ser revelada em nós” (Rm 8.18).
3ª Certeza: “Se o negamos, ele, por sua
vez, nos negará” (2 Timóteo 2:12b)
“…se o negamos, ele, por sua vez, nos negará.”
2 Timóteo 2:12b
Em terceiro lugar, o outro lado da questão: a negação de Jesus. Num
momento de fé enfraquecida, Pedro exemplificou a pessoa que nega o
Senhor ao rejeitar a identidade de seguidor Dele.
Destarte, o Senhor Jesus ensinou que não reconhecerá perante o Pai
naquele Dia os que se recusarem a se identificar com Cristo. Ele falou:
“Portanto, todo aquele que me confessar diante dos homens, também
eu o confessarei diante de meu Pai, que está nos céus; mas aquele que
me negar diante dos homens, também eu o negarei diante de meu Pai,
que está nos céus” (Mt 10:32,33).
Se negarmos a nós mesmos, seguiremos a Jesus e Ele nos confessará
diante do Pai. Porém, se negarmos ter a ver com Ele, o Senhor não
testemunhará a nosso respeito na eternidade.
4ª Certeza: “Se somos infiéis, ele
permanece fiel, pois, de maneira nenhuma,
pode negar-se a si mesmo” (2 Timóteo
2:13)
“Se somos infiéis, ele permanece fiel, pois de maneira nenhuma pode
negar-se a si mesmo.”
2 Timóteo 2:13
Por último, uma grande convicção sobre nós e Deus é a fidelidade
incondicional do Senhor. Nossa infidelidade não anula a fidelidade de
Deus. Jesus será fiel a quem, não obstante às falhas e aos erros, buscou
ser fiel a Ele.
Porém, é mais do que isso. É mais do que sobre o Senhor ser fiel a nós;
mas, sim, sobre ser fiel a Ele mesmo. Ora, Deus não pode contradizer a
sua própria natureza verdadeira e santa. Ele é perfeito e todos os seus
atributos interagem em harmonia, sem nenhuma incoerência.
Se, ao longo da nossa caminhada, vacilarmos os pés, a promessa de
perdão e salvação, mediante a confissão e arrependimento,
permanecerá estendida. Pois, “Deus não é homem, para que minta;
nem filho de homem, para que se arrependa. Porventura, tendo ele
prometido, não o fará? Ou, tendo falado, não o cumprirá?” (Nm
23.19).
Enfim, essas verdades revelam o quão estreito e veraz é o
relacionamento de Cristo com os Seus. Certa vez, um descrente
perguntou a uma santa idosa: “Você não tem medo de escapar por
entre os dedos de Cristo?”. Ela respondeu: “Como eu posso ter medo
disso? Eu sou um de seus dedos!”.
Obreiro diligente (2:14-19). Enquanto muitos no mundo religioso se enrolam
com questões de doutrinas de igrejas e teologia humana, o servo de Deus
precisa se afadigar no estudo da palavra da verdade (2:15). Quem busca
contendas de doutrinas e segue toda idéia nova gasta seu tempo e corrompe
outros com sua falta de confiança na simples palavra de Deus (2:14,16-19; veja
Marcos 12:24,27; Efésios 4:11-14).
Vaso santificado e disciplinado (2:20-26). O servo de Deus deve disciplinar a
sua própria vida, fugindo das coisas que não convêm, e seguindo as que o
tornam útil para serviço na casa de Deus (2:20-23). Com a sua própria vida em
ordem, o servo então deve exortar a outros, lhes ensinando a pura palavra de
Deus com a esperança de que sejam convencidos a se arrepender e parar de
servir o diabo (2:24-26).
Perguntas para mais estudo:
1. Para ensinar a palavra de Deus, é mais importante ser teólogo ou ser
fiel? (2:1-2)
2. De que maneira o servo de Deus é como um soldado, atleta, e lavrador?
(2:3-13)
3. Qual a nossa responsabilidade perante a "palavra da verdade"? (2:14-
26)
-por Carl Ballard
24 Ao servo do Senhor não convém brigar mas, sim, ser amável para com todos, apto
para ensinar, paciente. 25 Deve corrigir com mansidão os que se lhe opõem, na
esperança de que Deus lhes conceda o arrependimento, levando-os ao conhecimento
da verdade, 26 para que assim voltem à sobriedade e escapem da armadilha do Diabo,
que os aprisionou para fazerem a sua vontade. (2 Timóteo 2:24-26)
Paulo está dando a Timóteo, que é um jovem pastor, este conselho maravilhoso. “O
servo do Senhor” nesta passagem refere-se a um pastor, um ministro da Palavra, como
Timóteo era. Portanto, como cristãos nascidos de novo esta qualidade deve ser
refletida em todos nós.
Ao servo do Senhor não convém brigar: O conselho mais importante que vemos Paulo
dando a Timóteo é instruir esses falsos mestres briguentos sem se tornar como eles;
porque não é o trabalho do servo do Senhor de brigar e iniciar argumentos. Alguns
pastores e leigos no entanto, apenas se sentem energizados e motivados quando
iniciam e mantém uma disputa. Devemos lembrar que, como o servo do Senhor,
devemos aproximar as pessoas briguentas e divisivas de uma maneira diferente.
Pastores, bem como todos os crentes devem ser humildes e bondosos a medida que se
aproximam às pessoas difíceis, divisivas e abusivas.
Todo verdadeiro crente é um “sacerdote para Deus” (Apocalipse 1:6) e foi ungido,
nomeado e chamado por Deus para humildemente ministrar o amor e a compaixão de
Jesus à pessoas feridas ao seu redor.
O oposto do briguento é o amante da paz. Infelizmente, vemos que muitos líderes
religiosos orgulhosos e abusivos elevam seu status para o de um “ditador religioso”,
para que eles possam rebaixar a pessoa que se recusa a ser controlada e manipulada
por suas teorias inflexíveis e legalistas. Eles são exatamente como os fariseus
hipócritas orgulhosos e abusivos a quem Jesus expôs e condenou várias vezes em
Mateus capítulo 23. Isto é sobre o que Timóteo está sendo alertado por Paulo.
Mas, sim, ser amável para com todos: A palavra amável também pode se referir a
brando, e é encontrado em outra carta de Paulo: “Antes nos apresentamos brandos
entre vós, como uma mãe que acaricia seus próprios filhos” – 1 Tessalonicenses 2:7.
Em outras palavras, o nosso ensino não tem que ter uma borda da raiva ou uma
atitude na tentativa de marcar pontos contra a oposição.
Apto para ensinar: Esta próxima característica envolve uma habilidade no ensino.
Temos que ser capazes de comunicar eficazmente as verdades nas Escrituras para os
outros. Isto refere-se não apenas a capacidade, mas também a vontade de ensinar.
Temos que ser capazes de ensinar o que é a verdadeira doutrina para aqueles que
estão mal informados ou não entendem. Precisamos ser gentil e disposto a instruir
outros na verdade, mas nunca de forma briguenta. Isso vai exigir a preparação e a
coragem com a motivação e a prontidão para ir e ensinar. Para fazer isso, primeiro
temos que estar claros sobre as verdades bíblicas, e em seguida dispostos a ir com a
atitude certa.
Paciente: Temos que defender a verdade de Deus, mesmo quando sob ataque e mau
tratamento. Isso significa que temos que ter paciência na presença da oposição. Não é
fácil aceitar críticas injustas; mas como Pedro citou, devemos seguir o exemplo de
Cristo: “Porque para isto sois chamados, pois também Cristo padeceu por nós,
deixando-nos o exemplo, para que sigais as suas pisadas, 22 o qual não cometeu
pecado, nem na sua boca se achou engano, 23 o qual, quando o injuriavam, não
injuriava e, quando padecia, não ameaçava, mas entregava-se àquele que julga
justamente” – (1 Pedro 2:21-23).
Ter paciência não significa que Timóteo nunca deve confrontar aqueles que precisam
ser confrontados; mas ele deve fazê-lo com humildade e sob a liderança do Espírito
Santo.
Corrigindo com mansidão os que se lhe opõem: Paulo instrui Timóteo para realizar
esse trabalho de ensino com humildade e mansidão, e não com fraqueza.
A mansidão significa a qualidade de não ser excessivamente impressionado por um
sentido da sua auto-importância, mas corrigindo com humildade e mansidão.
Precisamos ser muito sensíveis ao Senhor e ter certeza de que quando corrigimos os
adversários que o nosso ego não está envolvido. Temos que realizar, que não somos
nós que modificamos a pessoa, mas que Deus está nos usando para suavizar corações
e mentes através da Sua Palavra.
Na esperança de que Deus lhes conceda o arrependimento. Confiar em Deus para
fazer o trabalho é a característica final que Paulo ensina a Timóteo. Em vez de fazer
isso em nossa própria força, devemos ensinar e corrigir “na esperança de que Deus
lhes conceda o arrependimento, levando-os ao conhecimento da verdade, 26 para que
assim voltem à sobriedade e escapem da armadilha do Diabo, que os aprisionou para
fazerem a sua vontade.” (2 Timóteo 2:25-26)
Todo o verdadeiro arrependimento é a obra de Deus. O propósito de ser bondoso e
gentil no ensino e na correção é para conduzir aqueles que estão em oposição à
verdade, para que eles possam ser levados a um entendimento correto da Palavra de
Deus que resulta em arrependimento; produzindo uma mudança de mentalidade e de
direção.
Nossa motivação em corrigir com mansidão é para que Deus desperte o
arrependimento e o desejo de conhecer a verdade na mente das pessoas.
Levando-os ao conhecimento da verdade. O arrependimento leva as pessoas do seu
pecado e engano para um “conhecimento da verdade.” A palavra conhecimento não
se refere apenas à informação factual, mas à uma profunda compreensão espiritual
sobre a verdade de Deus. Deus é Aquele que dá este tipo de conhecimento e
compreensão que todos devemos buscar. Somente a Palavra de Deus vai trazer clareza
e verdade a especulações tolas e por isso devemos ter um conhecimento correto das
Escrituras e submeter-nos a Ela.
Para que assim voltem à sobriedade. O resultado desejado seria um retorno ao
pensamento sóbrio sobre o que é a verdade. A falsidade e o pecado podem produzir
uma espécie de embriaguez espiritual resultando em uma perda de julgamento e
controle adequado das nossas faculdades mentais. O efeito destrutivo dos falsos
ensinamentos e do pecado é que ele anestesia a nossa consciência, confunde a mente,
corrói a convicção e paralisa a vontade. (1)
E escapem da armadilha do Diabo. Satanás está trabalhando por trás dos bastidores
para manipular e seduzir os corações e mentes de homens e mulheres – (Efésios 6:12).
A decepção é sempre a armadilha de Satanás. É por isso que é tão importante que os
líderes da igreja permaneçam firmes na verdade da Palavra de Deus e gentilmente
corrijam os que estão cativos pelo diabo. Desde o início dos tempos, Satanás tem sido
inteligente em suas mentiras para aprisionar as pessoas com o engano sutil. O melhor
antídoto para o falso ensinamento e um pensamento sólido é encontrado em 2
Timóteo 2:15: “Procure apresentar-se a Deus aprovado, como obreiro que não tem do
que se envergonhar e que maneja corretamente a palavra da verdade.” E Paulo
escreveu em 2 Coríntios 11:3: “O que receio, e quero evitar, é que assim como a
serpente enganou Eva com astúcia, a mente de vocês seja corrompida e se desvie da
sua sincera e pura devoção a Cristo.” Temos que voltar a sobriedade e a verdadeira
compreensão que permite que um crente escape do laço do diabo.
Que os aprisionou para fazerem a sua vontade. Um crente pode ser mantido em
cativeiro por Satanás para fazer a sua vontade. É assim que um vaso de honra se torna
em um vaso de desonra, e um penhor de Satanás para trabalhar sua má vontade
dentro do corpo da igreja através de mentiras e enganos. Devemos sempre lembrar
que o Senhor sabe como resgatar os piedosos da tentação se nós retornamos a Ele – (2
Pedro 2:9). Deus é fiel; Ele não permitirá que vocês sejam tentados além do que
podem suportar. – (1 Coríntios 10:13). E se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel
e justo para nos perdoar e nos purificar de toda injustiça – (1 João 1:9).
Então, o que é que Deus requer daqueles que são encarregados de ensinar e guardar a
verdade? Temos que ser persistente, sem ser insensível. Precisamos ser firme sem ser
rude; porque quando nós fielmente pregamos e ensinamos a Palavra, este é um dos
meio pelo qual Deus nos usa para abrir o coração e transforma a alma daqueles que
Ele colocou em nossa vida.