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Doença Que Dizimou Os Astecas

O documento descreve como uma doença trazida pelos conquistadores europeus dizimou a civilização asteca no México, matando cerca de 15 milhões de pessoas em apenas cinco anos.
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
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Doença Que Dizimou Os Astecas

O documento descreve como uma doença trazida pelos conquistadores europeus dizimou a civilização asteca no México, matando cerca de 15 milhões de pessoas em apenas cinco anos.
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Doença que dizimou os Astecas

A chegada europeia aos territórios latino-americanos durante o século


XVI não se resumiu apenas à violência empregada pelos conquistadores: junto
das armas e da imposição religiosa, portugueses e espanhóis trouxeram novas
doenças que dizimaram as populações nativas de diferentes territórios
americanos.
Um dos momentos mais dramáticos da conquista europeia aconteceu
no território que atualmente compreende o México: em apenas cinco anos, a
civilização asteca foi praticamente extinta por uma doença que matou 15
milhões de pessoas — aproximadamente 80% da população.
Chamada de "cocoliztli" ("peste" na língua asteca), a doença era
responsável por febres, dores de cabeça e sangramentos nos olhos, boca e
nariz. Após quase 500 anos, uma pesquisa conduzida por cientistas mexicanos,
alemães e norte-americanos foi capaz de determinar o motivo que levou a esse
morticínio. De acordo com estudo publicado na revista Nature, Ecology &
Evolution, a epidemia foi causada por um surto de febre entérica, doença causada por um tipo da bactéria Salmonella que foi
trazida pelos conquistadores europeus.
Como as populações locais não tinham entrado contato com essas variedades de vírus e bactérias, o sistema
imunológico não estava preparado para combater os novos agentes causadores de doenças. Epidemias causadas por
enfermidades trazidas pelos europeus também foram responsáveis pela morte de milhares de indígenas em diferentes
territórios, como o Brasil.
Fonte: Revista Galileu, acesso em 10/05/2022 as 14:29.

Doença que dizimou os Astecas


A chegada europeia aos territórios latino-americanos durante o século
XVI não se resumiu apenas à violência empregada pelos conquistadores: junto
das armas e da imposição religiosa, portugueses e espanhóis trouxeram novas
doenças que dizimaram as populações nativas de diferentes territórios
americanos.
Um dos momentos mais dramáticos da conquista europeia aconteceu
no território que atualmente compreende o México: em apenas cinco anos, a
civilização asteca foi praticamente extinta por uma doença que matou 15
milhões de pessoas — aproximadamente 80% da população.
Chamada de "cocoliztli" ("peste" na língua asteca), a doença era
responsável por febres, dores de cabeça e sangramentos nos olhos, boca e
nariz. Após quase 500 anos, uma pesquisa conduzida por cientistas mexicanos,
alemães e norte-americanos foi capaz de determinar o motivo que levou a esse
morticínio. De acordo com estudo publicado na revista Nature, Ecology &
Evolution, a epidemia foi causada por um surto de febre entérica, doença causada por um tipo da bactéria Salmonella que foi
trazida pelos conquistadores europeus.
Como as populações locais não tinham entrado contato com essas variedades de vírus e bactérias, o sistema
imunológico não estava preparado para combater os novos agentes causadores de doenças. Epidemias causadas por
enfermidades trazidas pelos europeus também foram responsáveis pela morte de milhares de indígenas em diferentes
territórios, como o Brasil.
Fonte: Revista Galileu, acesso em 10/05/2022 as 14:29.

Doença que dizimou os Astecas


A chegada europeia aos territórios latino-americanos durante o século
XVI não se resumiu apenas à violência empregada pelos conquistadores: junto
das armas e da imposição religiosa, portugueses e espanhóis trouxeram novas
doenças que dizimaram as populações nativas de diferentes territórios
americanos.
Um dos momentos mais dramáticos da conquista europeia aconteceu
no território que atualmente compreende o México: em apenas cinco anos, a
civilização asteca foi praticamente extinta por uma doença que matou 15
milhões de pessoas — aproximadamente 80% da população.
Chamada de "cocoliztli" ("peste" na língua asteca), a doença era
responsável por febres, dores de cabeça e sangramentos nos olhos, boca e
nariz. Após quase 500 anos, uma pesquisa conduzida por cientistas mexicanos,
alemães e norte-americanos foi capaz de determinar o motivo que levou a esse
morticínio. De acordo com estudo publicado na revista Nature, Ecology &
Evolution, a epidemia foi causada por um surto de febre entérica, doença causada por um tipo da bactéria Salmonella que foi
trazida pelos conquistadores europeus.
Como as populações locais não tinham entrado contato com essas variedades de vírus e bactérias, o sistema
imunológico não estava preparado para combater os novos agentes causadores de doenças. Epidemias causadas por
enfermidades trazidas pelos europeus também foram responsáveis pela morte de milhares de indígenas em diferentes
territórios, como o Brasil.
Fonte: Revista Galileu, acesso em 10/05/2022 as 14:29.

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