Fundamentos Tecnológicos
Instrutor: Wilhermyson Lima
Eletricidade
Eletricidade
Eletricidade
estática
básica
Eletricidade dinâmica
Eletrostática
3
Eletricidade Estática
Estrutura da matéria
• Matéria
São todos os corpos que possuem massa e ocupam lugar no espaço.
• Átomo
São partículas muito pequenas, ou seja, é a menor parte da matéria que se obtém a
partir da sua divisão.
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Eletricidade Estática
Eletricidade Estática
O átomo é constituído de um núcleo e eletrosfera, onde encontramos
os:
• Elétrons
• Prótons
• Nêutrons
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Eletricidade Estática
Carga elétrica
Ocorrem interações entre prótons e elétrons, isto é, exercem forças entre si: os
prótons se repelem, acontecendo o mesmo com os elétrons. Entretanto, entre um
próton e um elétron ocorrem atração mútua.
Acarga elétrica é propriedade física que explica essas interações.
Convenção:
Próton (+)
Elétron (-)
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Eletricidade Estática
Atração e Repulsão entre corpos carregados
O estrutura do átomo é mantida por forças de atração entre o núcleo e os seus
elétrons.
Os elétrons mais externos possuem uma força menor em relação ao núcleo.
8
Eletricidade Estática
Consequências da força de atração baixa:
1.Os elétrons criam falta de elétrons na orbita de origem e produzem
excesso de elétrons na órbita de destino.
2.Material com deficiência de elétrons esta carregado positivamente (+);
material com excesso de elétrons(-).
3. O efeito das cargas em repouso é denominado de eletricidade estática.
9
Eletricidade Estática
Lei de Atração e repulsão
Corpos com cargas opostas ao se aproximarem ocorre um atração mútua.
Corpos com cargas iguais ao se aproximarem ocorre uma repulsão entre eles .
10
Eletricidade Estática
Campo elétrico
É o campo responsável pelos efeitos de atração e repulsão entre os corpos. O campo
elétrico é representado por linhas imaginárias em torno do corpo carregado , chamado de
linhas de força eletrostáticas.
11
Eletricidade Estática
Propriedades das linhas de força do campo elétrico:
• As linhas “saem” da carga positiva;
• Sempre “chegam” na carga negativa;
• Não se cruzam, mas se deformam, quando aproximadas de outras linhas
de força;
• São invisíveis e só podem ser percebidas pelos efeitos que produzem.
12
Eletricidade Estática
13
Eletricidade Estática
Eletrização
Corresponde ao ato com que um corpo adquira carga elétrica.
Obs: Um corpo neutro não tem carga elétrica, porque possui o mesmo número de
prótons e de elétrons
Contato
Tipos de Atrito
Eletrização:
Indução
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Eletricidade Estática
• Eletrização por Atrito
Quando dois corpos neutros são atritados entre si, surgirá um movimento de elétrons.
Existe uma série triboelétrica indica o sinal da carga após a fricção.
O material que ocupar a posição superior da série é o que perderá elétrons, eletrizando-
o positivamente:
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Eletricidade Estática
Série Triboelétrica
Pele de coelho
Positiva Vidro
Mica
Exemplo: atritando-se vidro com
Lã
algodão, o vidro perde elétrons, que
Pele de gato são recebidos pelo algodão. Então, o
Tendência Seda
de vidro fica com carga positiva e o
Algodão
eletrização algodão, com carga negativa.
Madeira
Âmbar
Ebonite
Cobre
Negativa Enxofre
Celulóide
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Eletricidade Estática
• Eletrização por Contato
Quando dois corpos com cargas elétricas diferentes são colocadas em contato, eles
trocam cargas elétricas.
17
Eletricidade Estática
• Eletrização por Indução
Um corpo que contém carga elétrica, ao ser aproximado de outro corpo neutro, sem
tocá-lo, separa as cargas deste último.
18
Eletricidade Estática
• Lei de Coulomb
Define-se carga puntiforme como sendo o corpo eletrizado cujas dimensões podem
ser desprezadas em relação às distâncias que o separam de outros corpos eletrizados
19
Eletricidade Estática
Considerando duas cargas elétricas puntiformes Q1 e Q2 separadas pela distância d e
situadas no vácuo.
A intensidade da força mútua entre as cargas supostas no vácuo depende da distância d
entre as cargas e dos valores das cargas Q1 e Q2.
20
Eletricidade Estática
A menor carga elétrica livre encontrada na natureza é a carga do elétron ou de um
próton. Essas cargas são iguais em valor, constituindo a chamada carga elementar (e):
e = 1,6 x 10-
19
Sendo n o número de elétrons em excesso de um corpo eletrizado negativamente,
sua carga elétrica, em módulo vale:
Q = ne
Usa-se esta mesma expressão para calcular a carga elétrica de um corpo
positivamente eletrizado, sendo n o número de prótons em excesso (ou de elétrons em
falta) no corpo.
21
Obtenção de Eletricidade
22
Atrito
Entre dois corpos de materiais diferentes, inicialmente neutros, é a maneira de fazer
com que eles se aproximem bastante para que os átomos de um possam interagir com
os átomos do outro.
23
Eletroquímica
As reações químicas geram elementos químicos em desequilíbrio e assim teremos na
reação elementos com excesso de elétrons e elementos com falta de elétrons, a estes
elementos dão o nome de íons
24
Piezeletricidade
O cristal de quartzo, por exemplo, quando submetido à pressão, gera uma minúscula
corrente elétrica, do mesmo modo se aplicada uma corrente elétrica nele, ocorre uma
vibração.
25
Foto eletricidade
Funciona no interior da célula, onde dispositivo bimetálico é responsável pelo acionamento
da carga, que por sua vez, sofre a influência de uma célula foto-elétrica que, na presença
da luz, deixa passar uma pequena corrente pelo bimetálico,
26
Termoeletricidade
É processo em que os átomos do metal que estão em contato com a fonte térmica
recebem calor desta fonte e aumentam sua agitação térmica.
27
Indução elétrica
Quando um pedaço de fio condutor e cortarmos as linhas de força de um imã, uma corrente
elétrica circulará no condutor.
28
Fontes de Energia
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Geração de Energia
Toda geração de energia é proveniente de uma fonte de energia encontrada na
natureza, como os combustíveis fósseis, os ventos, entre outros.
• Principais Tipos:
• Hidrelétrica
• Termoelétricas
• Eólica
• Solar
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Hidrelétrica
31
Termoelétrica
32
Nuclear
33
Energia Eólica
34
Energia Solar
35
Heliotérmica
Eletrodinâmica
38
Eletricidade
Dinâmica
CONDUTOR ELÉTRICO
A movimentação dos elétrons dentro dos corpos ocorre com maior ou menor facilidade,
dependendo do material.
Um material é considerado CONDUTOR de eletricidade possui elétrons livres em sua
estrutura; os elétrons possuem fracas ligações com o núcleo (materiais com poucos elétrons
em sua última camada).
Eletricidade
Dinâmica
Materiais Condutores
Possui elétrons livres em grande quantidade, necessitando de energia para se
deslocarem.
Exemplos:
• Ouro
• Prata
• Cobre
• Alumínio
• Zinco
40
Eletricidade
Dinâmica
ISOLANTE ELÉTRICO
Definição:
Um material é considerado ISOLANTE quando possui ligações fortes entre o núcleo
e os elétrons, ou seja, tem poucos elétrons livres (materiais com muitos elétrons em sua
última camada).
Eletricidade
Dinâmica
Materiais Isolantes
São materiais que tem um número reduzido de elétrons livres, nesses materiais, é
necessário gastar muito mais energia para que os elétrons da camada mais externa possam ser
libertar.
Exemplos:
• Vidro
• Papel
• Madeira
• Plástico
• Cerâmica
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Múltiplos e Submúltiplos
Para descer um
degrau, caminhe com GA
a vírgula
3 casas à direita MA
kA
A
mA
A Para subir um
degrau, caminhe com
nA a vírgula
3 casas à esquerda
Múltiplos e
Submúltiplos
Exercício
542,2kV em MV = 0,5422MV
500μA em mA= 0,5mA
5000000V em kV = 5000kV
12000μA em A = 0,012 A
3,5MV em kV = 3500kV
0,4MV em V = 400000 V
12MV em V = 1200000 0V
123456mA em MA = 0,000123456 MA
5,4kV em mV = 5400000 mV
1245,765V em MV = 0,001245765 MV
54 A
0,00054mA em A =0,000000
43
Eletricidade
Dinâmica
• Grandezas Elétricas
Tensão Elétrica
Corrente Elétrica
Resistência Elétrica
George Simon Onhm
1ª
(Erlangen, 16 de Março de 1789 —
Lei Munique, 6 de Julho de 1854)
de
Ohm
44
Eletricidade
Dinâmica
Tensão elétrica
É a diferença de potencial (ddp) entre dois corpos. Sendo a força capaz de organizar os
elétrons permitindo o fluxo ordenado .
Simbologia: V,E ou U
Unidade de medida: Volt (V)
45
Eletricidade
Dinâmica
O voltímetro deve ser ligado em paralelo com a carga.
Eletricidade
Dinâmica
Corrente Elétrica
São as cargas elétricas em movimento ordenado em um determinado material.
Simbologia: I
Unidade de medida: Ampère (A)
Os principais submúltiplos do
ampère são o miliampére (mA) e o
microampére (µA) .
48
Eletricidade
Dinâmica
CIRCUITO
ABERTO
FECHADO
Circuito fechado consiste num percurso sem interrupção para corrente elétrica, passando
pela carga de retornando a fonte.
Eletricidade
Dinâmica
O amperímetro deve ser ligado em série com a carga.
Eletricidade
Dinâmica
Resistência Elétrica
No material condutor há uma oposição à passagem da corrente elétrica, chamado de
resistência elétrica.
Simbologia: R
Unidade de medida: ohm (Ω)
50
Eletricidade
Dinâmica
O onhmímetro deve usado com o circuito desligado e o resistor retirado
circuito.
51
Eletricidade
Dinâmica
Primeira Lei de Ohm
George Simon Ohm estudou a relação entre a tensão (d.d.p), a intensidade
da corrente elétrica e a resistência elétrica.
52
Eletricidade
Dinâmica
• Triângulo da 1ª Lei de Ohm
53
Eletricidade
Dinâmica
A intensidade da corrente elétrica é diretamente proporcional a
diferença de potencia a que esta submetido o condutor e
inversamente à resistência elétrica deste condutor .
54
Eletricidade
Dinâmica
A A
50 V 100 V
V V
?
• Se colocarmos a mesma resistência nos dois circuitos ...
Eletricidade
Dinâmica
1A 2A
A A
50 V 100 V
V V
• Variando a tensão e mantendo a resistência fixa.
• a corrente varia na mesma proporção
Eletricidade
Dinâmica
• Observem os dois circuitos novamente
Eletricidade
Dinâmica
• Se aplicar-mos a mesma tensão nos dois circuitos e mudarmos
a resistência...
A A
100 V 100 V
V V
?
Eletricidade
Dinâmica
2A 1A
A A
100 V 100 V
V R = 50 V R = 100
• Mantendo a tensão fixa e variando a resistência
• a corrente varia no sentido oposto
Eletricidade
Dinâmica
Conclusão
• Quanto maior a tensão
• Maior a corrente elétrica
• Quanto maior a resistência
• Menor a corrente elétrica
Eletricidade
Dinâmica
Segunda Lei de Ohm
É a lei que esta relacionada com a resistência elétrica dos condutores.
A resistência elétrica dos condutores depende:
• Natureza do material
• Área de seção transversal
• Comprimento
• Temperatura
61
Eletricidade Dinâmica
62
Eletricidade
Dinâmica
Efeito Joule
1840: James Prescott Joule estabeleceu experimentalmente que a energia
elétrica absorvida por um condutor é integralmente transformada em calor.
Os choques entre os elétrons que movimentam para originar uma corrente
elétrica transferem energia para os átomos, que passam a vibrar mais. Isso
causa uma elevação da temperatura do condutor.
O efeito Joule ocorre em todos os equipamentos elétricos que podem ser
modelados por resistores. Os resistores transformam em calor toda a
energia elétrica recebida.
63
Eletricidade
Dinâmica
Aplicações em que o efeito Joule é benéfico:
Aquecedores: Lâmpadas
incandescentes:
64
Eletricidade
Dinâmica
Fusíveis
Aplicações em que o efeito Joule é indesejável:
Nas linhas de transmissão de energia elétrica, nas
quais o aquecimento dos condutores constitui uma perda
de energia elétrica.
65
Eletricidade Dinâmica
Fazendo uma analogia com a água
Eletricidade
Dinâmica
• Observe dois canos de água.
• Em qual deles a água passa com maior facilidade ?
Eletricidade Dinâmica
Eletricidade Dinâmica
Eletricidade
Dinâmica
OBSERVE O BRILHO DA
LÂMPADA DO CONDUTOR
LONGO
Eletricidade
Dinâmica
QUANTO MAIOR O COMPRIMENTO DO
CONDUTOR MENOR A INTENSIDADE
DE CORRENTE ELÉTRICA
CIRCULANDO POR ELE.
Eletricidade
Dinâmica
VAMOS PEGAR MAIS DOIS
CANOS DE ÁGUA .
EM QUAL DOS DOIS CANOS A
ÁGUA PASSA COM MAIOR
FACILIDADE ?
Eletricidade
Dinâmica
OBSERVE O
BRILHO DA
LÂMPADA DO
CONDUTOR FINO
Eletricidade
Dinâmica
QUANTO MAIOR A SEÇÃO DO
CONDUTOR MAIOR A
INTENSIDADE DE CORRENTE
ELÉTRICA CIRCULANDO POR ELE.
Eletricidade
Dinâmica
VAMOS PEGAR MAIS DOIS
CANOS DE ÁGUA.
EM UM DELES COLOCAREMOS
ALGUNS OBJETOS
Eletricidade
Dinâmica
EM QUAL DELES
A ÁGUA PASSA
COM
MAIOR FACILIDADE ?
Eletricidade
Dinâmica
NIQUEL COBRE
CROMO
OBSERVE O
BRILHO DAS
DUAS LÂMPADAS
Eletricidade
Dinâmica
ALGUNS MATERIAIS OFERECEM
MAIOR OU MENOR RESISTÊNCIA À
PASSAGEM DA CORRENTE ELÉTRICA.
COBRE
NIQUEL CROMO
Eletricidade
Dinâmica
• A ESTAS RESISTÊNCIAS DAMOS O NOME DE Resistência Específica
OU Resistividade ,
• REPRESENTADA PELA LETRA GREGA .
Eletricidade
Dinâmica
Conclusão
• Maior o comprimento do condutor – maior a resistência
• Maior a seção do condutor – menor a resistência
• A resistência depende do material
Eletricidade
Dinâmica
As observações realizadas permitem escrever a seguinte relação:
• Onde:
• R - Resistência elétrica do condutor ( );
• - Resistividade do condutor ( .mm2/m );
• l - Comprimento do condutor ( m) e
• s - Seção do condutor (mm2).
R= s
Tabela
Eletricidade
Dinâmica
Resistividade dos materiais
MATERIAL MATERIAL
Alumínio 0,0292 Manganina 0,48
Bronze 0,067 Mercúrio
Carbono 50,00 0,96
Níquel
Chumbo 0,22 Ouro 0,087
Cobre 0,0162 Prata 0,024
Constantan 0,000005 Platina 0,0158
Estanho 0,115 Tungstênio
0,096 0,106
Ferro Zinco
Latão 0,067 0,055
0,056
Eletricidade
Dinâmica
Potência Elétrica
É a quantidade de trabalho desenvolvida por um determinado dispositivo elétrico em um
período de tempo.
Simbologia: P
Unidade de medida: Watt (W)
P= R X I2 𝑼𝟐
P= U X I P=
𝑹
P = Potência Elétrica
P = Potência Elétrica R = Resistência P = Potência Elétrica
U = Tensão Elétrica Elétrica U = Tensão Elétrica
I = Corrente Elétrica I = Corrente Elétrica R= Resistência Elétrica
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Eletricidade Dinâmica
Circulo mágico da Lei de Ohm
84
Eletricidade
Dinâmica
Observações
1 watt = 1 joule por segundo é a potência envolvida para realizar o trabalho
de 1 joule a cada segundo.
Exemplo: a potência lida no bulbo de uma lâmpada indica de 100 W indica que
ela consome 100 joules por segundo.
Algumas unidades de potência comumente utilizadas:
• o quilowatt: 1 kW = 1000 W
• o CV (cavalo-vapor): 1 CV = 736 W
85
Eletricidade
Dinâmica
Energia Elétrica ou Trabalho Elétrico
É a energia necessária para que um determinado dispositivo elétrico realize seu
trabalho em um período de tempo.
Simbologia: E
Unidade de medida: Quilo Watt hora (kWh)
E= P X t
E= Energia Elétrica
P = Potência Elétrica
t = Tempo
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Eletricidade
Dinâmica
Observações...
Para Para
transformar transformar
de watt para de minutos
kW, basta para horas,
dividir o basta dividir
o valor por
valor por
60.
1000.
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CIRCUITOS DE CORRENTE CONTÍNUA
COM RESISTORES ASSOCIADOS EM SÉRIE
E EM PARALELO
88
RESISTORES
Introdução
O resistor é feito de material condutor e possui um certo valor específico de
resistência. É utilizado em circuitos eletrônicos para alterar valores de tensão ou de
corrente elétrica e na indústria é utilizado, por exemplo, para diminuir o valor da
corrente elétrica de partida de motores, entre outras aplicações.
Para circuitos eletrônicos Para circuitos de elevada potência
89
RESISTORES
Importante
Vale salientar a diferença entre resistência e resistor.
Resistência é uma grandeza elétrica, enquanto o resistor é um
dispositivo. A resistência pode representar tanto os resistores como outros
dispositivos também.
90
ASSOCIAÇÕES DE RESISTORES
Introdução
Tem-se uma associação de resistores quando há dois ou mais deles conectados ao
circuito elétrico considerado.
Resistor equivalente é o que substitui qualquer associação destes componentes,
produzindo o mesmo efeito que todos os resistores do conjunto.
91
ASSOCIAÇÕES DE RESISTORES
Associação em Série de Resistores
Dois ou mais resistores estão associados em série quando ligados um em seguida do
outro; o terminal de saída de um resistor está ligado ao terminal de entrada do outro resistor e
somente a este:
92
ASSOCIAÇÕES DE RESISTORES
Propriedades da associação em Série de Resistores
Corrente Elétrica
A corrente que circula pelos resistores é a mesma em qualquer ponto do circuito, porque só
há um caminho por onde ela pode fluir. Então:
I 1 = I 2 = I3
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ASSOCIAÇÕES DE RESISTORES
Propriedades da associação em Série de Resistores
• Tensão Elétrica
hm.
• Cada resistor ficará submetido a uma d.d.p., de acordo com a Lei de O
•V1 = R1 · I1 V2 = R2 · I2 V3 = R3 · I3
• A soma das tensões nos resistores é igual à força eletromotriz da fonte:
• V = V1 + V2 +V3
94
ASSOCIAÇÕES DE RESISTORES
Propriedades da associação em Série de Resistores
Resistência Elétrica
Para a fonte, é como se houvesse um único resistor no circuito solicitando corrente. Este resistor é
o resistor equivalente Req:
V = Req · I
O resistor equivalente é igual à soma dos resistores associados:
Req = R1 + R2 + R3
95
ASSOCIAÇÕES DE RESISTORES
Propriedades da associação em Paralelo de Resistores
Corrente Elétrica
A corrente I fornecida pela fonte se divide pelos resistores associados, de modo que:
I = I1 + I2 + I3
96
ASSOCIAÇÕES DE RESISTORES
Propriedades da associação em Paralelo de
Resistores
Corrente Elétrica
97
ASSOCIAÇÕES DE RESISTORES
Propriedades da associação em Paralelo de Resistores
Tensão Elétrica
Todos os resistores associados são submetidos à mesma tensão V da fonte:
V = V1 = V2 = V3
98
ASSOCIAÇÕES DE RESISTORES
Propriedades da associação em Paralelo de Resistores
Resistência Elétrica
o resistor equivalente é obtido pela equação:
Se somente dois resistores estiverem associados em paralelo, usa-se a regra do produto dividido pela
soma:
99
ASSOCIAÇÕES DE RESISTORES
Circuito Aberto
É o impedimento total à passagem da corrente elétrica através do circuito. É como se
fosse ligado ao circuito um resistor de valor infinitamente grande, que representa oposição
total à passagem da corrente elétrica.
Circuito Aberto
100
ASSOCIAÇÕES DE RESISTORES
Curto - Circuito
É a ligação intencional ou acidental entre dois ou mais pontos de um circuito, estando ou
não sob d.d.p, através de um fio de resistência desprezível.
Curto - Circuito
ASSOCIAÇÕES DE RESISTORES
Divisor de tensão resistivo
O cálculo das tensões nos resistores é simplificado:
102
Instrumentos de Medição
Introdução
São equipamentos capazes de realizar medições das grandezas elétrica, como:
tensão, corrente, resistência elétrica e potência.
Basicamente podem ser divididos em dois tipo: analógico e digital.
103
Instrumentos de Medição
Amperímetro
É o instrumento de medição utilizado para medir a corrente elétrica e deve ser instalado
em série com outros dispositivos, de tal maneira que a corrente elétrica que de deseja
medir o atravesse
104
Instrumentos de Medição
É necessário salientar que qualquer instrumento de medição não deve influenciar nos valores de
tensão, corrente elétrica ou potência elétrica de m circuito, portanto o amperímetro ideal possui resistência
interna zero.
105
Instrumentos de Medição
Voltímetro
É o instrumento de medição utilizado para medir a tensão elétrica entre dois pontos de um
circuito elétrico. Ele deve sempre ser instalado em paralelo, de maneira que os seus terminais
estejam ligados aos pontos entre os quais se deseja saber o valor tensão,
106
Instrumentos de Medição
Como o voltímetro não deve influenciar nos valores nenhuma grandeza elétrica do
circuito elétrico, ele idealmente possui resistência interna infinita, ou seja, o voltímetro ideal
opera como se fosse um circuito aberto e nenhuma corrente elétrica
107
Instrumentos de Medição
Ohmímetro
É o instrumento de medição utilizado para se obter o valor da resistência dois terminais de
um circuito elétrico. Ele deve ser utilizado em paralelo, de maneira que os seus terminais
estejam ligados aos pontos entre os quais se deseja saber o valor de resistência.
108
Instrumentos de Medição
Wattímetro
É o instrumento de medição utilizado para se obter o valor da potência. A expressão da potência
é P = U . I, portanto é necessário que quando instalado o wattímetro realize as medições da
tensão e corrente elétrica, para que seja feita a multiplicação destas duas grandeza.
109
Instrumentos de Medição
Multímetro
É o dispositivo que mede mais de uma grandeza elétrica. Atualmente, mesmo os multímetros mais
simples podem operar como amperímetro, voltímetro, wattímetro e ohmímetro.
110
CIRCUITOS DE CORRENTE CONTÍNUA
CONTENDO ASSOCIAÇÕES MISTAS DE
RESISTORES
111
ASSOCIAÇÃO MISTA
Introdução
São aquelas que contêm resistores associados em série, em paralelo e/ou de modo
diverso:
Resistores em
paralelo
Resistores em série
112
ASSOCIAÇÃO MISTA
Para determinar o resistor equivalente nesse tipo de associação deve-se fazer o seguinte:
• 1º Passo:
Identificar os resistores que estejam de fato associados em série:
113
ASSOCIAÇÃO MISTA
• 2º Passo:
Identificar os resistores associados em paralelo:
114
ASSOCIAÇÃO MISTA
• 3º Passo:
Determinar os resistores equivalentes das associações em série e em paralelo e redesenhar o
circuito, substituindo as associações por seus respectivos resistores equivalentes; ao redesenhar, o
circuito será simplificado e surgirão novas associações em série e/ou em paralelo:
115
ASSOCIAÇÃO MISTA
• 4º Passo:
Repetir os passos anteriores até sobrar um único resistor, que será o resistor equivalente do
circuito.
116