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A Jornada Mágica de Zoldina em Verulian

A jovem goblin Zoldina mostra talento para magia e é convidada a estudar em uma escola de magia, onde se destaca. No entanto, um acidente causa a morte de seu amigo e ela parte em uma jornada de vingança e busca por conhecimento.

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Bruno Saibel
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A Jornada Mágica de Zoldina em Verulian

A jovem goblin Zoldina mostra talento para magia e é convidada a estudar em uma escola de magia, onde se destaca. No entanto, um acidente causa a morte de seu amigo e ela parte em uma jornada de vingança e busca por conhecimento.

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Zoldina era uma jovem goblin vivendo em uma pequena aldeia nas terras selvagens de

Verulian. Desde criança, Zoldina sempre foi diferente dos outros goblins de sua tribo.
Enquanto seus pares se interessavam por pilhagens e brincadeiras travessas, ela nutria
uma curiosidade incomum pelo desconhecido, especialmente pelos mistérios da magia.

O velho ancião da tribo, chamado Grimgash, percebeu o potencial único em Zoldina e


passou a ensinar-lhe os rudimentos da magia. Sob o olhar desconfiado dos demais goblins,
ela aprendeu os primeiros encantamentos e a manipulação de energias místicas. Grimgash,
porém, sabia que a jovem goblin precisava de ensinamentos mais profundos, pois o
conhecimento da tribo era limitado e rudimentar.
Certo dia, ao vagar pelas terras selvagens em busca de ervas medicinais, Zoldina
encontrou uma misteriosa figura em meio à neblina da floresta. Era um ermitão de longas
barbas brancas e olhos sábios, conhecido como Zefir

Zefir, um elfo sábio e respeitado na escola de magia de Fraskazin, era conhecido por suas
habilidades mágicas excepcionais e sua dedicação à preservação do conhecimento. Como
mentor, ele orientava os jovens estudantes com sabedoria e paciência. Ele viu um potencial
na garota e a convidou para ingressar na escola de magia em que ele ensinava.

Zoldina encontrou em Zefir um guia e confidente, que a encorajava a perseguir seus sonhos
acadêmicos, mesmo que suas ambições parecessem incomuns para sua raça. O
relacionamento de mentor e aprendiz entre eles se fortaleceu com o tempo, e Zoldina nutria
um imenso respeito pelo elfo, que a inspirava a explorar o vasto mundo do conhecimento.

Sob a orientação de Zefir e outros mestres, Zoldina mergulhou nos estudos e práticas
mágicas com fervor. Ela se destacou rapidamente, superando as expectativas de todos ao
seu redor. A jovem goblin ganhou o respeito de seus colegas e mostrou-se uma aluna
dedicada e incansável em sua busca pelo conhecimento.

A jovem goblin, cheia de aspirações, tinha um desejo ardente de se tornar uma maga
poderosa, sua devoção à deusa Arabela, cujo nome ecoava nos recintos da escola como a
portadora do conhecimento ancestral, cativou a atenção de muitos, inclusive de Zefir.

Fascinada pela demonologia, Zoldina dedicou-se com afinco a seus estudos, acreditando
que a compreensão dos seres do Abismo poderia lhe fornecer novos horizontes na arte da
magia. Nessa jornada, ela encontrou em Simas, um estudioso humano, um parceiro de
estudos cujo interesse convergia com o seu próprio.

No entanto, a amizade e parceria de Zoldina com Simas despertou a inveja de Amelia, uma
estudante de alma ávida por reconhecimento. Consumida pelo ciúme, Amelia cedeu à
tentação de fazer um pacto sombrio com um ser do Abismo, uma entidade sinistra cujo
nome era sussurrado apenas em sussurros temerosos.

Sob a influência nefasta dessa entidade, Amelia arquitetou um plano para obstruir a
pesquisa de Zoldina, esperando assim ganhar a estima de Simas.

Em uma noite sombria, Amelia adentrou furtivamente o laboratório de Zoldina e destruiu


seus experimentos. O resultado foi catastrófico: o experimento que Zoldina e Simas
conduziam saiu terrivelmente errado, resultando na morte acidental de Simas.

A morte de seu parceiro e amigo devastou Zoldina. Confrontada com a verdade sobre a
maligna influência de Amelia, a goblin, imbuída de profunda tristeza e pesar, se viu também
tomada por um desejo ardente de vingança e justiça.

Seu mentor, Zefir, ciente da verdade, buscou defendê-la perante os demais professores,
mas sua luta foi em vão. A maioria dos docentes votou pelo fim dos experimentos, alegando
que eles eram perigosos e descontrolados.

Amelia foi expulsa da escola, mas a punição não foi suficiente para acalentar o coração de
Zoldina, que se culpava pela morte de Simas. Esses eventos abalaram profundamente a
jovem goblin, entretanto, reacenderam em seu íntimo uma chama voraz de desejo por
vingança e sede de conhecimento.

Determinada a honrar a memória de Simas, vingar sua morte e descobrir a identidade da


entidade sinistra por trás da traição, Zoldina tomou a decisão de deixar temporariamente a
escola em busca de respostas. Sua jornada a levaria por terras desconhecidas em busca de
sabedoria e poder.

Zoldina empreendeu jornadas por terras distantes, visitou bibliotecas esquecidas e buscou a
orientação de outros magos e escritores que encontrava em suas aventuras. Enquanto
buscava conhecimento, Zoldina também ambicionava ingressar na Ordem dos Escribas,
uma organização enigmática composta por estudiosos e intelectuais dedicados à busca do
conhecimento e à proteção dos mesmos, seguindo a filosofia de que o conhecimento nas
mãos erradas é uma arma muito perigosa, e eles deveria evitar isso a todo custo.

Durante suas peregrinações em busca de respostas e vingança, Zoldina deparou-se com


uma encruzilhada em sua jornada. Enquanto refletia sobre suas escolhas, um inesperado
encontro aconteceu.

Nos confins de uma floresta sombria, Zoldina encontrou o corpo sem vida de Amelia. O
choque diante daquela cena perturbadora foi acompanhado por uma profunda tristeza,
apesar de tudo que havia acontecido. A goblin se ajoelhou junto ao corpo e murmurou uma
breve prece em memória de sua antiga colega.

Ao examinar o corpo de Amelia, Zoldina percebeu uma aura sombria e sentiu uma presença
maligna se dissipando no ar. Ela intuiu que essa entidade sinistra, a mesma que havia
influenciado Amelia, estava por perto, espreitando nas sombras.

O desejo de vingança se inflamou em seu coração mais uma vez. Zoldina compreendeu
que precisava se preparar adequadamente para enfrentar aquela entidade e desvendar
seus mistérios. Junto ao corpo de Amelia, ela encontrou uma carta.

Zoldina pegou a carta com mãos trêmulas, desdobrando-a com cuidado para ler seu
conteúdo. As palavras escritas revelaram-se um convite incomum, não para um encontro ou
aliança, mas sim para um grupo de mercenários. A mensagem convidava-a a se juntar a
uma associação secreta de aventureiros, cujo objetivo era a busca por tesouros escondidos,
artefatos mágicos perdidos e aventureiros destemidos.

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