Programas de Auto Controle na
Indústria de Alimentos
Prof. MSc ANA MARIA ALMEIDA
Boas Práticas de Fabricação - BPF
Práticas de higiene recomendadas para o
manuseio de alimentos visando a obtenção
de produtos seguros
Projeto, Construção e Distribuição
Instalações Sanitárias e Vestiários
Ventilação e
sistema de
exaustão
Observe bem e responda...
... Onde está o homem?
Apagando
Incêndios
...
ou...
Implantação e Implementação
Demonstrar vantagens
Treinar e capacitar
Respeitar os limites
Organizar e planejar
Estabelecer matriz de responsabilidade
Auditoria periódica
PPHO
PROCEDIMENTO PADRÃO DE
HIGIENE OPERACIONAL
PPHO
Resolução DIPOA/SDA n°10/2003
Definição
Procedimentos
Descritos, desenvolvidos, implantados e monitorados
Objetivo
• Evitar contaminação direta ou cruzada ou adulterações dos
alimentos
Superfícies
• Equipamentos, utensílios, instrumentos de processo e manipuladores
Preservar a qualidade e a integridade dos alimentos por meio da higiene
antes, durante e depois das operações industriais
PPHO
Definições FDA 2003
Proporcionar condições ambientais e operacionais
Básicas necessárias
Produção segura e saudável alimentos
Devem ser
desenvolvidos, praticados e documentados
antes da elaboração
APPCC
PPHO
Sistema criado para facilitar
Implantação das BPF
Aplicação posterior do APPCC
Transição entre BPF e APPCC
Princípios operacionais básicos
Procedimentos escritos
Monitoramento e ações corretivas
com verificação
Requisitos para PPHO
Cinco requisitos:
1. Plano escrito
2. Assinado e datado (responsável)
3. Divisão
Pré-operacional X operacional
Pré: realizado após o trabalho
4. Identificação dos responsáveis
Execução dos procedimentos
5. Registros diários
PPHO
Resolução DIPOA/SDA n°10/2003
Elaboração e implantação
única e exclusiva responsabilidade – indústria
Não depende de aprovação prévia do Serviço de Inspeção
Serviço de Inspeção – verifica
Adequação do Programa
Cumprimento do Programa (auditorias)
Modificações totais ou parciais do PPHO
Fixar prazo para atendimento
PPHO
Estrutura do plano Resolução DIPOA/SDA n°10/2003
1. PPHO 1. Segurança da Água;
2. PPHO 2. Condições e higiene das superfícies de contato com o alimento;
3. PPHO 3. Prevenção contra a contaminação cruzada;
4. PPHO 4. Higiene dos Empregados;
5. PPHO 5. Proteção contra contaminantes e adulterantes do alimento;
6. PPHO 6. Identificação e Estocagem Adequadas de substâncias Químicas e de Agentes
Tóxicos;
7. PPHO 7. Saúde dos Empregados;
8. PPHO 8. Controle Integrado de Pragas;
9. PPHO 9. Registros.
Qualidade da Água
Saúde dos manipuladores
PPHO
Procedimentos Operacionais
descrição de todas as etapas - processo
forma e frequência – procedimentos de controle
durante o processo
Formulários e registros – atividades
Ações corretivas
Garantir – destinação correta – produtos contaminados
Restabelecer condições higiênicas
Prevenir nova contaminação
Relacionado com limpeza e sanitização
Procedimento Operacional Padronizado
POP
Resolução n°275 21/10/2002
“Dispõe sobre o Regulamento Técnico de Procedimentos
Operacionais Padronizados aplicados aos estabelecimentos
produtores e/ou industrializadores de alimentos e a lista de
verificação de Boas Práticas de Fabricação.”
Procedimento Operacional Padronizado
POP
Deve atender os seguintes requisitos:
1. Descrição escrita do procedimento
2. Monitoramento
3. Registro
4. Ação corretiva
5. Verificação
O que é APPCC?
APPCC
Sistema de procedimentos
objetivo
IDENTIFICAR, AVALIAR e CONTROLAR
perigos para a saúde do consumidor
caracterizar os pontos de controle considerados críticos
• assegurar a inocuidade dos alimentos
Caráter preventivo
aplicada ao longo das etapas de produção de alimentos
APPCC
Não é um sistema de risco zero
Visa
minimizar, reduzir
até mesmo, eliminar o risco de que determinado
perigo possa se associar ao produto final
HISTÓRICO
Origem
década de 50
Grã-Bretanha - setores ligados à indústria química
Desenvolvido anos 60
empresa Pillsbury (EUA)
Objetivo:
evitar - alimentos consumidos pelos astronautas - causassem
qualquer mal
Apoiado nas ferramentas
BPF’s
PPHO
HISTÓRICO
Início da década de 80
passou a ser recomendado pela National Academy of
Science
1993
referendado pelo Codex Alimentarius
passou a recomendar sua adoção na Produção de
Alimentos
Motivações técnicas
Codex alimentarius
Missão estrangeira
Legislação
Portaria 368/MAPA de 4/9/1997
Portaria 46/MAPA de 02/1998
Portaria 41/SDA/MAPA de 07/1999
Circular 369/DCI/DIPOA de 06/2003
Circular 463/DCI/DIPOA de 08/2004
Circular 175/CGPE/DIPOA de 05/2005
Circular 215/2005/CGPE/DIPOA de 05/2005
Circular 401/2005/CGPE/DIPOA de 08/2005
Circular 03/DICAR/CGI/DIPOA de 03/2010
Portaria n°46 de 02/1998 (MAPA)
Ferramentas Gestão
Qualidade Total
Implantação
Certificações ISO Voluntária
APPCC Implantação
ou adoção
BPF PPHO obrigatória
APPCC
Identificação
perigos potenciais saúde alimentar
Medidas preventivas
Controle das condições – geram perigos
É PREVENTIVO!
Aplicável a toda produção
Aplicação do Sistema
Aplicável
Todo processo de obtenção e elaboração – alimento
produção primária até consumo final
Atualmente
Mais aplicável
Indústrias de alimentos – consumo humano e animal
Exportação
• Pré requisito
Aplicação do Sistema
Pré requisitos – APPCC
BPF e PPHO
“Sistema produto-processo-específico”
Varia
Produto para produto
Indústria para indústria
Benefícios APPCC
Garantia da segurança do alimento*
Diminuição do custo operacional (reprocesso)
Diminuição da necessidade de testes finais
Redução da perda de matéria-prima e produtos
Maior credibilidade junto ao cliente (consumo)
Maior competitividade de produto no comércio
Atendimento da legislação nacional
Comprovação oficial em questões judiciais
Atendimento da legislação internacional
Conceitos importantes
Medidas de controle
Medidas preventivas
Qualquer ação ou atividade
Prevenir, eliminar ou reduzir
Perigo à saúde do consumidor
Análise de perigos
Identificação e avaliação
Perigos potenciais
Natureza física, química e biológica
• representam risco à saúde do consumidor
Conceitos importantes
Etapa
Operação ou estágio
Processo produtivo ou produto
desde a produção primária até o consumo
Limite crítico
Valores ou atributos máximos e/ou mínimos
Estabelecidos para cada critério
quando não atendidos
Significam – impossibilidade garantia da segurança do
alimento
Conceitos importantes
Limite de segurança
Valores ou atributos – próximos ao limite crítico
adotados como medida de segurança
Reduzir – limites críticos são serem atendidos
Monitorização (monitoração)
Sequência planejada
observações ou mensuração
devidamente registradas – avaliar controle do perigo
Conceitos importantes
Ação corretiva
procedimentos ou ações
tomadas - critério encontra-se fora dos limites críticos
Conceitos importantes
Perigo
Contaminação física, química, biológica ou
constituinte do alimento
Causar – danos à saúde ou à integridade
Inclui
também
Aspectos de qualidade e deterioração
Conceitos importantes
Perigos podem ser provocados por:
Presença inaceitável - contaminação física, química ou
biológica
Matéria-prima, produto semi-fabricado ou produto final
Potencial de crescimento ou sobrevivência de
microrganismos ou produção de substâncias químicas
Produto semi-fabricado, produto final, ambiente de
produção
Recontaminação
Produto semi-fabricado ou produto final
Microrganismos, produtos químicos ou corpo estranho
Conceitos importantes
Ponto de controle (PC)
Procedimentos de pré-requisitos
BPF e PPHO
Ponto crítico de controle (PCC)
Ponto, etapa ou procedimento
se aplicam medidas de controle (preventivas)
manter perigo significativo controlado
Objetivo: eliminar, prevenir ou reduzir -> riscos à saúde
Conceitos importantes
Plano APPCC
Documento elaborado
um produto ou processo
sequência lógica
• constam todas as etapas e justificativas – estruturação
Registro
Dados, resultados, leituras específicas
Risco
Estimativa – possibilidade ocorrência perigo
Classificação
alto, médio, baixo
Modelo bidimensional de avaliação de risco
Probabilidade de ocorrência
Alta Sa Mi Ma Cr
Média Sa Mi Ma Ma
Baxia Sa Mi Mi Mi
Insignificante Sa Sa Sa Sa
Sa - Satisfatório (insignificante) Baxia Média Alta
Mi - Menor
Ma - Maior Severidade das consequências
Cr - Crítica
Conceitos importantes
Severidade
dimensiona – gravidade do perigo
durante a operação
classificação
alta, média e baixa
Verificação
procedimentos ou testes
validar, auditar, inspecionar, calibrar
Finalidade
assegurar plano APPCC concordância Sistema APPCC
cumprimento plano e/ou necessidade modificações
Etapas Preliminares ou
Programas de pré-
requisitos
para implementação do
Sistema APPCC
Pré-requisitos
Boas Práticas e POP’s
Suas abordagens abrangem:
Aspectos operacionais da planta
Fabricação
limpeza e sanificação
higiene pessoal e programas de treinamento
controle de qualidade
CIP
projeto e instalações
Pré-requisitos
Boas Práticas e POP’s
Avaliação de conformidades e não conformidades
Listas de checagem (“check-list”)
Cuidados de Boas Práticas
HIGIENE PESSOAL HIGIENE NA PRODUÇÃO
HIGIENE NAS MÁQUINAS E INSTALAÇÕES
Pré-requisitos
Formação da equipe APPCC
Equipe MULTIDISCIPLINAR
Implantação e acompanhamento do Sistema APPCC
• mínimo 3 pessoas
• máximo 7 pessoas
Pré-requisitos
Formação da equipe APPCC
Equipe MULTIDISCIPLINAR
Integrantes
Treinamento e embasamento
Teórico prático
• Qualidade de alimentos
• Microbiologia de alimentos
• Tecnologia
• Higiene
• Legislação de alimentos
Pré-requisitos
Formação da equipe APPCC
Comprometimento da alta direção
Apoio da empresa
durante – implantação APPCC
Treinamento
Aquisição de materiais
Equipamentos
Liberdade de atuação à equipe APPCC
Sem sobreposição
de interesses
Pré-requisitos
Reunião de materiais
Criação de acervo científico
Objetivo: material de consulta e treinamento
Legislações nacionais e internacionais
Padrões Identificação e Qualidade (PIQ’s)
Especificações da qualidade
Artigos científicos
Livros
Pré-requisitos
Revisão de Dados Epidemiológicos
Estudo e identificação
Principais doenças
Perigos associados processamento do alimento
Pré-requisitos
Descrição do Alimento
Coleta de informações
Tecnologias de preparo
Insumos e matérias-primas
Características intrínsecas (pH, Aa, composição)
Perecibilidade
Transporte
Armazenamento
Rótulo
Uso específico pelo consumidor
Segmentos-alvo de mercado
nichos
Pré-requisitos
Descrição do Fluxograma de Produção
Panorama da cadeia produtiva
descrição das etapas
matéria-prima submetida até obtenção do produto final
Facilita a determinação de PCCs
útil durante auditorias para Certificações
Após elaboração avaliação
Exemplo – Fluxograma de Produção
recepção Higiene e seleção
matéria-prima
Estoque
refrigeração
Armazenamento congelamento
Cocção Tempo/Temperatura
Condições distribuição
Distribuição
Perecibilidade
Os Sete Princípios do Sistema APPCC
“ações mínimas para que o alimento
possa ser considerado seguro ou
inócuo”
Os 12 passos
7 princípios do Sistema APPCC
1. Análise de perigos e estabelecer as respectivas
medidas de preventivas
2. Identificação dos Pontos Críticos de Controle
3. Estabelecer os limites críticos
4. Monitorização dos limites críticos
5. Ações corretivas
6. Registros
7. Verificações
“AILMARV”
1° Princípio: Identificação dos Perigos
Identificar
Principais perigos à Saúde Pública
Perigos químicos
moléculas tóxicas - intoxicação (aguda ou crônica)
Defensivos agrícolas, Medicamentos Veterinários, Detergentes e
Sanitizantes empregados na Higienização, metais pesados, aditivos e
insumos em quantidades excessivas
Perigos biológicos
Processos infectivos e produção de toxinas
Perigos Físicos
Partículas estranhas - danos aos tecidos do consumidor
Risco do impacto psicológico destas partículas
Espinha de peixe, ossos, pedras, fragmentos de madeira e vidro,
parafusos, pregos, cabelo, adornos, papel, sujidades...
2° Princípio: Estabelecimentos dos PCCs
e Árvore Decisória
Qualquer procedimento ou etapa
Exercer controle
Prevenir, minimizar ou eliminar
Ocorrência de determinado perigo
“Chaves do processo”
Concentração de esforços em pontos específicos
Exemplo
Evisceração
“PCC Clássico” (cuidado)
evisceração ao longo do abate
Entrada de informações obtidas na
Árvore Decisória do Sistema APPCC
condução da Análise de Perigos e Riscos
Questionamentos
utilizados para determinar
alguma operação ou procedimento corresponde a um
PCC
Exemplo: Árvore Decisória para matéria-prima
É provável que a matéria-prima
contenha algum perigo
SIM
continua
NÃO: Não é PCC
Os processos subsequentes eliminarão
ou reduzirão o perigo à níveis aceitáveis
NÃO
SIM: Não é PCC
Qualidade da matéria-prima é PCC
3° Princípio: Limites críticos para cada PCC
Estabelecimentos
Limites críticos
Máximos e/ou mínimos – cada PCC
Fonte:
Legislações Nacionais e/ou Internacionais
Padrões de Identidade e Qualidade
Especificações da Qualidade
FORMULÁRIO I - Análise de Perigos e Medidas Preventivas
Etapa do Perigo Justificativa Medidas
processo (B, Q, F) Preventivas
O que as pessoas da equipe farão?
Identificar os perigos e as respectivas medidas de
controle;
Determinar os riscos e severidade dos perigos;
Caracterizar os pontos críticos de controle;
Verificar os limites críticos e formas de monitorar os
pontos críticos;
Estabelecer procedimentos para as situações de
desvios dos limites críticos;
Estabelecer, revisar e conservar os registros de
controle;
Determinar procedimentos de verificação;
Exemplo - Temperatura
Temperatura de Pasteurização
Limite Crítico Mínimo de Temperatura
é de 65ºC
(Temperatura necessária para eliminar
a Coxiella burnetti)
4° Princípio: Procedimentos de Monitoramento
Monitorar determinado PCC
Avaliar se o controle – satisfatório
Controle de qualidade
Planos de amostragem, análises laboratoriais e
interpretação dos dados
Quando bem elaborado auxilia na rápida detecção de
falhas ao longo da elaboração do produto.
Exemplo – Mensuração de Temperatura
Mensuração de Temperatura
utilizando-se termômetros
5° Princípio: Estabelecimento de Medidas Corretivas
Critérios de qualidade não são atingidos
Empregadas medidas corretivas
Regularizar a situação
Descarte do lote, parada na linha de produção,
reprocessamento, conserto e calibração de equipamentos,
re-treinamento
6° Princípio: Sistema de Verificação
Etapa do monitoramento – enfoque
Avaliar
– desempenho do Sistema APPCC já
implementado
Auxilia
Modificações – Sistema APPCC
Se necessário
6° Princípio: Sistema de Verificação
Aplicação do ciclo PDCA
“plan, do, check, act”
7° Princípio: Registro de Informações
Armazenamento de dados
Coletados ao longo das etapas de Monitoramento e
Verificação
Histórico sobre APPCC – determinada empresa
Acompanhar a evolução
Descrever as limitações
Necessidade adequações
Documentos claros e “enxutos”
Ponto forte durante auditorias para certificação
7° Princípio: Registro de Informações
Exemplo:
Descrição da equipe APPCC
Registros de PCCs
Registros- eventuais falhas
Ações corretivas
Princípio 1 – Análise de perigo
Princípio 2 – Pontos Críticos de Controle
Aplicação da Árvore Decisória
Princípio 3 – Limites Críticos
Princípio 4 – Monitoramento
Princípio 5 – Ações corretivas
Princípio 6 – Verificação
Princípio 7 – Registros
PCC comuns em abate de bovinos
Carne resfriada com osso
Miúdos congelados
Estômago congelado
Carne resfriada sem osso
APPCC no Mundo
Importante pré-requisito – mercado
Reconhecido
OMC
OMS
FAO (ONU)
União Europeia
APPCC no Mundo
Selo da Aliança Internacional HACCP
Fonte: www.google.com.br
APPCC no Mundo
Selo HACCP Selo HACCP para produtos
União Européia exportados para EUA e EU
Fonte: www.google.com.br
APPCC no Mundo
Selo HACCP Selo HACCP
Canadá Japão
Fonte: www.google.com.br
APPCC no Mundo
Selo HACCP
Israel Selo HACCP
Malásia
Fonte: www.google.com.br
APPCC no Mundo
HACCP França
Fonte: www.google.com.br
APPCC no Mundo
HACCP Japão
Fonte: www.google.com.br
Certificação
Certificado HACCP para Indústria Pesqueira Japonesa
APPCC no Mundo
HACCP Argentina
Fonte: www.google.com.br
Certificações APPCC
Emissão – após auditorias
Realizadas por
empresas
órgãos específicos
representantes de entidades reconhecidas
Certificações acreditadas no Brasil
ainda não existem
Já estão sendo elaboradas – INMETRO e ABNT
Certificações APPCC
Validade - Certificação
3 anos
Manutenção – Certificação
Auditorias semestrais
Irregularidades durante auditoria
Poderá receber
nova avaliação – 3 meses
Importância da Certificação
Possibilita ou facilita
Acesso – Mercado internacional
Reconhecimento
Entidades internacionais
Priorizam – Segurança alimentar
Obstáculos à adoção do Sistema APPCC
Crenças e conceitos já enraizados
Ideia que APPCC é “salvação”
Implantação e retorno à longo prazo
Falta de política, incentivo e informações claras
Muito se fala de APPCC e pouco de Boas Práticas
Conclusões
Sistema APPCC
Importante ferramenta
Assegurar – qualidade dos alimentos
Necessário – discussões contínuas
Sistema possa
Adequar à realidade da Indústria de Alimentos Brasileira
Ferramentas de segurança na
produção de alimentos
APPCC
BPF
POPs PPHO
PCC 3
(F)
PCC 5
(PF)
VÍDEOS
BPF E APPCC