Faculdade de Ciências de Saúde
Curso de Licenciatura em Farmácia
Hassane Raúl
Farmacêutico A /SCM
HORAS
Nº TEMAS
HCD EI Total
Farmácia hospitalar. Organização, áreas que a compõem, pessoal que
1 6 4 10
trabalha nelas.
2 Áreas de armazém ou depósitos 10 6 16
3 Área de elaboração de medicamentos 10 6 16
4 Área de Administração ou Gestão 12 8 20
5
Sistemas de distribuição de medicamentos numa unidade hospitalar.
12 10 22
Dosagem unitária.
6
Misturas intravenosas. Nutrição parental. Misturas de citostáticos. 10 6 16
7 Boas Práticas de Farmácia Clínica 12 8 20
8 Papel do farmacêutico na desinfecção hospitalar.
10 87 18
9 Atenção farmacêutica a nível hospitalar 12 10 22
TOTAL 96 64 160
Na Sociedade Moçambicana
LEI 12/2017
Cap VII - Artigo 45
Interesse Público da Profissão Farmacêutica
A função de preparar, conservar, verificar a
qualidade, distribuir e dispensar medicamentos,
vacinas e outros produtos biológicos para uso
humano, é uma actividade de interesse público.
FARMACÊUTICO
Ø O profissional que trabalha com medicamentos,
Deviam trabalhar nos hospitais e farmácias,
No Hospital estão Farmacêuticos Pequenos,
Indivíduo que lida com medicamentos,++++
Todo posto de saúde devia ter um Farmacêutico,
Profissional formado em Farmácia+++++
Farmacologista (profissionais de saúde)
Medico Farmacêutico (Profissional de Saude)
Fez ou Estudou Farmácias (Profissional de Saude)
Entre nacionais e Estrangeiros 800,
Dos Quais 200 formados no ISCTEM,
Divididos entre o sector privado e público
Dos quais 49% estão no SNS
Os restantes distribuidos pelo sector privado
e ONGs,
Regulamentação – ANARME - Autoridade Nacional
Reguladora de Medicamentos (Registo, Inspecção,
Farmacovigilância)
Aprovisionamento (Planificação,procura,
armazenamento, distribuição, monitoria e Avaliação) –
CMAM/DPM/DDM,CS
Farmácia Hospitalar
Manipulados
Importação e Distribuição
Marketing Farmacêutico
Farmácia Comunitária
Laboratórios: Água, alimentos, análises Clínicas
Consultoria Farmacêutica: HIV/Malária/Gestão
Docência
Indústria Farmacêutica
Fraco Associativismo
GAP entre academia e Mercado de trabalho
Fraca Orientação em Gestão e Farmácia
Clínica/epidemiologia clínica,
Número reduzido de profissionais
Fraca memória Institucional(História de Farmácia)
Subutilização dos Farmacêuticos
Programas curriculares divergentes(Universidades
e Institutos)
Surgimento de especializações em Farmácia
atribuídas a outras profissões:
◦ Farmacoepidemiologia,
◦ Farmácia Clínica/FH (Farmacologia clínica, nutrição
parentérica, Citostáticos, Farmacocinética clínica,
Cuidados Farmacêuticos/Atenção Farmacêutica,
◦ Nutricao e Seguranca Alimentar
◦ Assistencia Farmaceuticas nas Doencas Endemicas e
Pandemicas
◦ Farmacovigilancia(Reaccoes adversas e Uso Racional
de Medicamentos)
Promotor
da Saúde
Dispensador
Produção
A Prática Farmacêutica está a mudar, em todo mundo
assiste-se um período de viragem
Da Farmácia centrada para o produto:
◦O mais barato
◦Custo/benefício
◦Fácil logística
◦Remuneração pelo produto
Para Farmácia centrada no Utente:
◦O melhor para um doente específico
◦Custo/Utilidade
◦Remuneração pelo Serviço
Segundo a nossa realidade actual o farmacêutico pode
trabalhar sob três pontos básicos:
1. Reorientação dos serviços de farmácia
2. Desenvolvendo as habilidades da comunidade
3. Incentivando os indivíduos a acção comunitária
I. Implantação de acções de atenção farmacêutica para:
II. Disposição de instalações, ambientes e equipamentos
adequados;
III. Estabelecimento de manuais de boas praticas de
armazenamento e dispensa;
IV. Capacitação dos funcionários da farmácia;
V. Fornecimento de educação continuada dos demais profissionais de
saúde para assuntos relativos a medicamentos;
VI. Redução de filas para atendimento (principalmente no SNS)
VII. Oferta de informação com qualidade;
VIII. Integração entre farmacêutico e equipe e, da farmácia aos demais
serviços de saúde;
IX. Elaboração de educação em saúde e campanhas vinculada as
necessidades da comunidade (perfil epidemiológico)
X. Melhora da qualidade da comunicação com o paciente.
I.Identificação das necessidades da população
/comunidade em relação a informação em saúde
(considerando as condições de alimentação, habitação,
escolaridade, morbilidade e mortalidade, higiene, etc.
em que vivem os indivíduos);
II. Elaboração de impressos abordando temas relativos
ao acondicionamento de medicamentos, bem como
importância da adesão ao tratamento;
III. Palestras sobre as doenças e os medicamentos
dirigidas a grupos específicos (ex: diabéticos,
hipertensos, pacientes HIV positivos, etc)
IV. Elaboração de campanhas para o desenvolvimento do
conceito de que saúde não se restringe a pratica
terapêutica medicamentosa, mas constitui conjunto de
variáveis que devem ser observadas como por ex:
higiene, abuso de drogas, etc.
I. Estabelecimento de prioridade de temas para a educação em
saúde juntamente com a comunidade;
II. Participação activa de membros da comunidade em palestras
que tratem sobre medicamento, como por ex: uso racional e
automedicação;
II. Estimulo a discussão sobre hábitos saudáveis de vida:
alimentação, exercício físico, etc.;
IV. Participação conjunta para desenvolver acções de prevenção
de doenças.
V. Estimula a que a comunidade participe de campanhas de
saúde, como as de vacinação de animais contra raiva,
orientação de gestantes para o pre-natal, etc.
O uso irracional dos medicamentos é um importante
problema de saúde pública; portanto, é preciso
considerar o potencial de contribuição do farmacêutico
e efectivamente incorpora-lo as equipes de saúde a fim
de que se garanta a melhoria da utilização dos
medicamentos, com redução dos riscos de morbi-
mortalidade e que seu trabalho proporcione meios para
que os custos relacionados a farmacoterapia sejam os
menores possíveis para a sociedade
Luís Alves
Obrigado