UNIVERSIDADE ANHANGUERA – UNIDERP
CURSO BACHAREADO EM ENFERMAGEM.
STER GABRIELA ROSA FAVARATO
RA:2326026610
RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURRICULAR EM
ENFERMAGEM
TUCURUÍ – PA
2023
STER GABRIELA ROSA FAVARATO
RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURRICULAR EM
ENFERMAGEM
Relatório de Estágio em Enfermagem apresentado
como requisito parcial para a integralização
curricular.
Orientador: Prof. Aline Chagas
TUCURUÍ – PA
2023
SUMÁRIO
1. INTRODUÇÃO. ........................................................................................... 5
2. DESENVOLVIMENTO: APROXIMAÇÃO TEÓRICA PRÁTICA. ................ 6
2.2 Apresentação e contextualização das ações assistenciais do enfermeiro
da unidade. ..................................................................................................... 7
2.3 Experiências pessoais. ............................................................................. 8
3 CONSIDERAÇÕES FINAIS. ........................................................................... 9
4 PLANO DE TRABALHO – TERRITORIALIZAÇÃO.................................. 10
5 REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS ........................................................... 6
6 ANEXO – TERMO DE VALIDAÇÃO RELATÓRIO DE ESTAGIO. ............. 7
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1. INTRODUÇÃO.
Com o intuito da obtenção da formação profissional no curso de
bacharelado em enfermagem o estágio supervisionado II – saúde coletiva, foi
realizada na Unidade de Saúde da Família (USF) Dr. Nildo Nert de Oliveira,
conhecida como UBS do Bairro do COHAB, localizado na cidade de Tucuruí. O
campo em si é bastante moderno, recém-inaugurado conta com todos os
requisitos que um Posto de Saúde deve ter. Sala de triagem com balança adulta
e pediátrica, computador próprio para lançar no sistema de saúde do município,
sala de vacina com uma excelente profissional para administrar a Ala, sala de
curativos e medicações, consultório médico, nutricionista, odontóloga e duas
salas de enfermagem, na qual realizamos o estágio.
O grupo, composto por cinco acadêmicos, o preceptor organiza um
rodízio do gerenciamento das consultas e todos participamos dos procedimentos
realizados de segunda-feira a sexta-feira. A cada dia o preceptor designava as
tarefas a serem feitas e realizávamos sempre acompanhados pelo profissional
enfermeiro formado e capacitado na área.
É indubitável ressaltar que o estágio é a fase mais aguardada e
importante de qualquer curso, no campo da enfermagem a relação; enfermeiro –
paciente é indescritível, consultar uma mãe que está nos primeiros meses de
gestação ou uma criança nos seus primeiros dias de vida, um jovem, adulto ou
idoso, a cada consulta uma experiencia marcante, podemos colocar em prática
o que vemos na sala e aprender lá na sala do consultório, pois aprendizado
mesmo se tem na prática, no dia-a-dia, sem duvidas é de mister importância para
meus conhecimentos acadêmicos e formação profissional.
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2. DESENVOLVIMENTO: APROXIMAÇÃO TEÓRICA PRÁTICA.
2.1 Apresentação e contextualização das ações gerenciais do enfermeiro da
unidade.
O enfermeiro gerente nas unidades hospitalares exerce ações para que
se possa gerenciar a unidade de trabalho, se preocupando com todos os fatores
que possam interferir na prestação da assistência com qualidade ao paciente.
Responsável pela coordenação dos serviços de enfermagem, monitorando o
processo de trabalho para o cumprimento de normas técnicas, administrativas e
legais. Supervisão de equipes, realizando a distribuição e controle de tarefas,
assim como a elaboração da escala mensal e diária dos funcionários.
TABELA – ESCALA DE ATENDIMENTOS NOS DIAS DA SEMANA (Manhã).
SEGUNDA- TERÇA- QUARTA- QUINTA- SEXTA-FEIRA
FEIRA FEIRA FEIRA FEIRA
PRÉ - NATAL PCCU HIPERDIA PRÉ - NATAL DEMANDA
ESPÔMTANEA
FLUXOGRAMA – I ORGANIZAÇÃO DA UNIDADE (Manhã).
SEGUNDA
PRÉ - NATAL
RECEPÇÃO
TERÇA
PCCU
TRIAGEM
QUARTA
HIPERDIA
QUINTA
PRÉ - NATAL
SEXTA
DEMANDA
ESPONTÂNEA
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O papel do enfermeiro gestor na USF é de suma importância na unidade,
pois é ele que notifica ao diretor a falta de materiais e as condições para a
realização dos procedimentos. Entre eles o enfermeiro gestor desempenha o
papel de mediador de conflitos, tentando solucionar de forma positiva ou até
evitá-las quando possível, para que haja um clima harmonioso e favorável à
prática profissional dentro da unidade.
A estratégia de capacitação dos recursos humanos RH é por meio da
equipe de trabalho por meio de ações de desenvolvimento e de treinamento para
melhorar a produtividade, o relacionamento, a motivação e a qualidade do
atendimento.
A previsão de materiais nas unidades de enfermagem consiste em fazer
o levantamento das necessidades da unidade, identificar a quantidade e a
especificidade deles para supri-las. A prática gerencial do enfermeiro envolve
múltiplas ações de gerenciar os cuidados e educando, de cuidar gerenciando e
o educando, de educar cuidando e gerenciando, construindo conhecimento e
articulando os diversos serviços hospitalares e pré-hospitalares, em busca da
melhor qualidade do cuidado, como direito do cidadão.
Conforme já aplicado anteriormente, um estudo realizado por Santos
(2010) evidenciou que as atividades gerenciais do enfermeiro se concentram na
dimensão técnica da gerência, enfatizando questões de controle, organização,
planejamento, direcionamento pessoal, recursos materiais e equipamentos para
assistência.
2.2 Apresentação e contextualização das ações assistenciais do enfermeiro
da unidade.
O papel assistencial do enfermeiro do enfermeiro consiste em obter a
história do paciente, realizar exames físicos, executar procedimentos e
intervenções relativas ao tratamento, avaliar as condições clínicas e orientar o
paciente para a continuidade do tratamento. Prestar assistência em posto de
saúde e em domicílios, realizar consultas e procedimentos de maior
complexidade e prevendo ações; implementar ações para a promoção da saúde
junto à comunidade.
O papel do enfermeiro é reconhecido, em suma, pela habilidade de
compreender o ser humano como um todo, pela integralidade da assistência à
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saúde, pela capacidade de acolher e identificar-se com as necessidades e
expectativas dos indivíduos e pela habilidade de acolher e compreender as
diferenças.
As intervenções de enfermagem incluem cuidado direto e indireto, os
tratamentos podem ser iniciados pelo enfermeiro, médico ou outro agente
provedor. A intervenção de cuidado direto concilia ações tanto da enfermagem
fisiológica quanto psicológica. A prescrição de enfermagem que consiste no
conjunto de medidas decididas pelo profissional enfermeiro, que direciona e
coordena a assistência de enfermagem ao paciente de forma individualizada e
continua objetivando a prevenção, promoção, proteção, recuperação e
manutenção da saúde.
A Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE) “é conceituada
como um método de prestação de cuidados para a obtenção de resultados
satisfatórias na implementação da assistência, com o objetivo de reduzir as
complicações durante o tratamento, de forma facilitada a adaptação e
recuperação do paciente” LEFEVRE RA; 5°ed. Porto Alegre Artmed; 2002.
2.3 Experiências pessoais.
A fase do estágio em campo é a “cereja do bolo” de qualquer curso. No
caso da enfermagem essa figura de linguagem se aplica de forma mais
contundente. Pois agora temos contato direto com o paciente de fato atendemos,
aplicamos a anamnese, anotação, evolução, prescrição, exames físicos. Sentar-
se na cadeira e ouvir o paciente e de alguma forma prestar serviços a ele e vê-
lo sair sorrindo não tem preço.
Lembro-me muito bem que em um certo dia atendi uma mulher com
sintomas da covid-19, ao realizar o teste swab ela foi diagnosticada com o vírus,
ao saber, a mesma ficou aos prantos. Aplicamos o conhecimento teórico das
matérias de bioética, ética, cultura e sociedade, saúde coletiva e entre outras que
estudamos no decorrer da graduação. As orientações e visão holística da
situação reverteu o quadro psicológico daquela mulher e ela saiu da sala sorrindo
com outra perspectiva de quando soube o resultado do teste. São experiencias
como essas que nos tornam um profissional melhor. Nunca a frase “enfermagem
por amor” de Adyl Carlos fez tanto sentido na minha vida acadêmica.
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3 CONSIDERAÇÕES FINAIS.
O grande dilema do estágio supervisionado é: será que eu vou ser um
bom enfermeiro? Será que eu vou conseguir colocar em prática tudo aquilo que
eu estudei?
Bom, a reposta vem no dia a dia, cada paciente, cada procedimento
realizado, cada nova experiencia me capacitava mais ainda. Iniciei com medo de
atender uma gestante, de realizar um exame preventivo do câncer do colo do
útero (PCCU), e finalizei pronto, um excelente preceptor, um grupo excelente,
hoje posso dizer que o mundo ganhou mais um enfermeiro e estou pronto para
o campo de trabalho.
E é com o ensinamento do Papa Francisco que eu finalizo meu relatório
de estágio, que disse; “os rios não bebem sua própria água; as arvores não
comem seus próprios frutos. O sol não brilha para si mesmo; e as fores não
espalham sua fragrância para si. Viver para os outros é uma regra da natureza;
a vida é boa quando você está feliz, mas a vida é muito melhor quando os outros
estão felizes por sua causa”.
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4 PLANO DE TRABALHO – TERRITORIALIZAÇÃO.
MAPA DO TERRITÓRIO E TERRITORIALIZAÇÃO
A partir dos dados apresentados na situação hipotética, realize as
atividades a seguir:
1. Qual a importância da territorialização para o trabalho das equipes
da APS? Justifique.
A territorialização tem como objetivo delimitar um território de
abrangência;
definir a população e apropriar-se do perfil da área e da comunidade;
reconhecer dentro da área de abrangência barreiras e acessibilidade;
conhecer condições de infra-estrutura e recursos sociais; levantar
problemas e necessidades - diagnóstico da comunidade, identificar o
perfil demográfico, epidemiológico, socioeconômico e ambiental;
identificar e assessorar-se em lideranças formaise informais; Potencializar
os resultados e os recursos presentes nesse território. Sendo assim a
territorialização é de suma importância para as equipes da APS,pois com
a organização potencializa os resultados positivos da área. É evidente a
necessidade de definir os limites territoriais de atuação na Atenção
Básica,
para que seus atributos – primeiro contato com o sistema de
saúde,
continuidade, coordenação e integração das ações – sejam efetivados
na prática.
2. Diante da situação hipotética, com relação a Unidade Saúde
da Família- Cambé II, elabore no mapa abaixo a distribuição das
microáreas e identifique a área de abrangência e área de influência
dessa unidade. Identifique quantos Agentes Comunitários de Saúde
serão necessários para atender essa população. (Relembrando que
a área de abrangência da USF é de 3.800 habitantes, cada microárea
é composta por 750 habitantes e cada quadra contém 20 casas, com
5 habitantes em cada uma).
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Área de Abrangência = 3800 habitantes
20 casas com 5 pessoas: 100 pessoas por quadra
Microárea = 750 pessoas no máximo por agente
comunitário
Serão necessários 6 Agente Comunitários de Saúde para 6 Micro áreas.
AC 01 700 habitantes
AC 02 700 habitantes
AC 03 700 habitantes
AC 04 600 habitantes
AC 05 600 habitantes
AC 06 500 habitantes
ÁREA DE ABRANGÊNCIA
ÁREA DE INFLUÊNCIA
3 Agora, você, enfermeiro (a) da USF, após elaborar o
mapeamento das micro áreas e da área de abrangência,
deverá organizar como será realizado o processo de
territorialização baseado nas 3 fases: preparatória ou de
planejamento, coleta de dados/informações e de análise dos
dados.
Fase preparatória ou de planejamento:
O processo de territorialização requer planejamento prévio para
estabelecer o que se deseja saber e como será a melhor maneira de obter
essas informações. Assim, o tempo tão escasso das equipes, que estão
diariamente pressionadas a priorizar a assistência, pode ser otimizado.
A compreensão ampla do processo de territorialização pode ser
promovida na
reunião da ESF, por meio de discussões acerca do tema com toda
a equipe de saúde. Nesse momento, os dados já existentes sobre o É
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importante que a definição dos dados que serão coletados, quem coletará,
como coletará e o prazo para essa coleta seja realizada com todos os
membros da equipe. território podem ser levantados e sistematizados,
facilitando a identificação da necessidade dos dados a serem coletados.
Devemos considerar também a definição das responsabilidades
de cada
membro da equipe em cada uma das fases do processo. Podemos
dividir a coleta de dados, por exemplo. Um membro da equipe poderá ficar
responsável por acessar os sistemas de informação em busca dos dados
julgados necessários, outro poderá realizar a busca de dados nos
prontuários dos usuários, outro pesquisará documentos do município
(plano diretor, projetos, estudos prévios ou outros) ou realizará entrevistas
com a população. O importante é que a análise desses dados possa ser
feita em conjunto, para que haja uma leitura ampla da realidade.
Fase de coleta dos dados/informações:
Esta é uma fase bastante robusta e trabalhosa. Geralmente, a obtenção
dos dados é possibilitada por quatro diferentes e complementares
maneiras:
• observações in loco;
• acesso aos Sistemas de Informação à Saúde (SIS);
• leitura dos prontuários dos usuários da unidade de saúde;
• entrevistas realizadas com as pessoas que habitam o território.
Ressaltamos também a necessidade de conhecer a parcela da
população não usuária tradicional da unidade de saúde, o que
compreende as pessoas sem necessidades de utilização de algum tipo de
serviço de saúde, bem como as com necessidades, porém sem
oportunidade de acesso.
Fase de análise dos dados:
Sem desconsiderar a importância das demais fases, que são
complementares, essa é muito importante. Os dados são classificados
como primários ou secundários. Os dados primários são aqueles que
ainda não foram coletados e sistematizados, ao passo que os dados
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secundários são os já colhidos por outras pessoas ou instituições,
organizados em bancos ou arquivos. Os dados são classificados como
primários ou secundários. Os dados primários são aqueles que ainda não
foram coletados e sistematizados, ao passo que os dados secundários
são os já colhidos por outras pessoas ou instituições, organizados em
bancos ou arquivos. Observe no esquema a seguir as principais fontes
de dados primários e secundários que você vai utilizar na territorialização.
Principais fontes de dados primários e secundários:
DADOS PRIMÁRIOS: Entrevista com informante chave, Prontuário dos
pacientes, Observação in loco, Coleta de dados realizada pela equipe no
território (formulários).
DADOS SECUNDÁRIOS: Bancos de dados do DATASUS, Bancos de dados
do
IBGE, Bancos de dados do sistema informatizado do seu município,
Outros bancos de dados.
Um aspecto importante na coleta dos dados primários diz respeito à postura
dos
profissionais ao se aproximarem do território, mais precisamente ao
lançarem mão de entrevistas com informantes-chave para a obtenção de
informações.
1. De acordo com o mapa abaixo, quais locais estratégicos
poderiam ser realizados ações em saúde para a comunidade?
Descreva essas ações em saúde.
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Locais estratégicos que poderiam ser realizados ações em saúde para
a comunidade são Praça do Cambé e Praça do céu – Centro de Artes e
Esportes.
As ações em saúde que podem ser realizadas
são: Verificação de Pressão Arterial;
Realização de Teste de Glicemia Capilar;
Ações de Conscientização contra Violência;
Ações de Práticas Corporais, atividades físicas e
lazer; Promoção e Avaliação de Saúde Bucal;
Verificação e atualização da situação vacinal;
Promoção da alimentação saudável e prevenção da obesidade infantil;
Direito sexual e reprodutivo e prevenção de IST/AIDS;
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5 REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS
O território na saúde: conceitos, organização e atenção primária. Profa. Dra.
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6 ANEXO – TERMO DE VALIDAÇÃO RELATÓRIO DE
ESTAGIO.