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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES DO AMBIENTE DE TRABALHO
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HISTÓRICO
Responsável
N° da Revisão Data Descrição Registro
Técnico
Jarbas de Souza
CREA
Ferreira
2198140/2018
Eng.º. de Segurança
no Trabalho
00 12/03/2024 Elaboração LTCAT
Nixon de Oliveira CREA
Silva 2196589/2017
Eng° de Segurança
no Trabalho
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SUMÁRIO
1. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA
2. OBJETIVO
3. LEGISLAÇÃO APLICÁVEL
4. DEFINIÇÃO DE TERMOS TÉCNICOS
5. CÓDIGOS USADOS NA CONCLUSÃO, PARA CONTROLE DA EMPRESA
6. CLASSIFICAÇÃO
7. METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO
8. INSTRUMENTOS UTILIZADOS
9. LEVANTAMENTO DOS AMBIENTES
10. LEGISLAÇÃO DE REFERÊNCIA
11. DESCRIÇÃO DE SETORES E CARGOS
12. AVALIAÇÃO DOS RISCOS
13. CONSIDERAÇÕES FINAIS
14. ANEXOS
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1. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA
Razão Social P. S. P. AMORIM
Endereço RUA: R CLETO CAMPELO N. 18
Bairro JACINTINHO
Cidade MACEIÓ
Estado AL
CEP 57.041-000
Telefone (82) 99838-9363
C.N.P.J - MF 32.968.918/0001-15
Grau de Risco 2
Cód. Atividade (CNAE) 56.11-2-03
Atividade Principal LANCHONETES, CASAS DE CHÁ, DE SUCOS E SIMILARES
Nº de Funcionários 05
2. OBJETIVO
Apresentar os levantamentos técnicos periciais (qualitativos e/ou quantitativos) dos
ambientes/atividades e identificar a exposição aos agentes físicos, químicos, biológicos ou a
associação de agentes prejudiciais à saúde ou à integridade física dos trabalhadores, no âmbito
desta empresa, para fins da verificação do enquadramento às condições que geram o direito da
concessão à aposentadoria especial.
O Laudo Técnico de Condições Ambientais do Trabalho - LTCAT e demais demonstrações
ambientais também têm como objetivo fundamentar tecnicamente o preenchimento dos formulários
de reconhecimento de períodos laborados em condições especiais, denominado PPP - Perfil
Profissiográfico Previdenciário (§1º do artigo 58 da Lei nº 8.213/1991 e §2º e §7º do artigo 68 do
Decreto nº 3.048/1999), além de subsidiar o enquadramento das atividades laborais, no que se refere
ao recolhimento das denominadas Alíquotas Suplementares do Seguro de Acidentes do Trabalho
(SAT) criadas pelo texto da Lei n° 9.732 de 11.12.98. Este laudo atende também às exigências
contidas na Instrução Normativa IN INSS/DC n° 99 de 05.12.2003 e outras publicadas
posteriormente.
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3. LEGISLAÇÃO APLICÁVEL
A aposentadoria especial, instituída pela Lei nº 3.807, de 26 de agosto de 1960, tem
característica preventiva e compensatória, vez que busca diminuir o tempo de trabalho do segurado
que, sujeito a condições especiais, exerce ou exerceu atividades que, pela sua natureza, podem
causar danos à saúde ou à integridade física.
Para a concessão do benefício o segurado deverá comprovar a efetiva exposição aos agentes
nocivos (físicos, químicos, biológicos ou associação de agentes), mediante formulário padrão
estabelecido pelo INSS baseado nas informações contidas em LTCAT (Laudo Técnico das Condições
Ambientais do Trabalho) expedido por médico do trabalho ou engenheiro de segurança do
trabalho.
O Laudo Técnico das Condições Ambientais do Trabalho - LTCAT está previsto na legislação
brasileira a partir da Medida Provisória nº 1.523 de 1996, que se transformou na Lei nº 9.528 de
1997 e modificou a Lei nº 8.213 de 1991 que trata dos Planos de Benefícios da Previdência Social,
no seu Artigo 58, Art. 68 do Decreto nº 3.048/1999 com alterações posteriores.
Fundamentação Legal: Lei nº 8.213/1991 com alterações posteriores e Decreto nº 3.048 com
alteraçõesposteriores.
OBSERVAÇÕES:
• Até 28/04/1995 - Exigência legal do LTCAT somente para o agente ruído;
• 29/04/1995 a 13/10/1996 - LTCAT ou demais demonstrações ambientais para o agente físico
ruído;
• 14/10/1996 a 31/12/2003 - LTCAT ou demais demonstrações ambientais para qualquer que
seja o agentenocivo.
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4. DEFINIÇÃO DE TERMOS TÉCNICOS
EFETIVIDADE, NOCIVIDADE E PERMANÊNCIA:
• Efetiva Exposição: exposição a risco ocupacional ou agente ambiental do trabalho que
cumpre a exigência de nocividade e de permanência, caracterizando, então, a efetiva exposição
a agente nocivo em atividades exercidas em condições especiais que prejudiquem a saúde ou a
integridade física.
• Nocividade: situação combinada ou não de substância, energias e demais fatores de riscos
reconhecidos no ambiente de trabalho, capazes de trazer ou ocasionar danos à saúde ou à
integridade física do trabalhador, previstos nos diversos anexos dos decretos previdenciários.
• Permanência: trabalho não ocasional nem intermitente, na qual a exposição do trabalhador/
servidor ao agente nocivo seja indissociável da produção do bem ou da prestação de serviços.
AVALIAÇÃO DOS AGENTES AMBIENTAIS:
As condições especiais que prejudicam a saúde ou integridade física conforme definido no Anexo
IV do Decreto nº 3.048/1999, com exposição a agentes nocivos em concentração ou intensidade e
tempo de exposição que ultrapassa os limites de tolerância ou que, dependendo do agente, torne a
simples exposição em condições especial prejudicial à saúde.
Art. 277 (IN 77/2015): São consideradas condições especiais que prejudicam a saúde ou a
integridade física, conforme definido no Anexo IV do RPS (Decreto 3.048/1999), a exposição a
agentes nocivos químicos, físicos, biológicos ou à associação de agentes, em concentração ou
intensidade e tempo de exposição que ultrapasse os limites de tolerância estabelecidos segundo
critérios quantitativos, ou que, dependendo do agente, torne a simples exposição em condição
especial prejudicial à saúde, segundo critérios de avaliação qualitativa.
• Agentes nocivos FÍSICOS - diversas formas de energia a que possam estar expostos os
trabalhadores, tais como: ruídos, vibrações, pressões anormais, temperaturas extremas (calor,
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frio), umidade, radiações ionizantes, radiações não ionizantes, bem como o infrassom e o
ultrassom. Observado o período do dispositivo legal.
• Agentes nocivos QUÍMICOS - Substâncias, compostos ou produtos que possam penetrar no
organismo pela via respiratória, nas formas de os manifestados por: névoas, neblinas, poeiras,
fumos, gases, vapores de substâncias nocivas presentes no ambiente de trabalho, absorvidos
pela via respiratória, bem como aqueles que forem passíveis de absorção por meio de outras vias.
• Agentes nocivos BIOLÓGICOS - bactérias, fungos, bacilos, parasitas, protozoários, vírus,
entre outros, geneticamente modificados ou não, as culturas de células, os parasitas, as toxinas
e o príons.
• Associação de agentes: Exposição aos agentes combinados, exclusivamente nas atividades
especificadas no Anexo IV do Decreto 3.048/1999.
O rol de agentes nocivos objetos de análise no presente laudo, são aqueles constantes
dos decretos regulamentadores da legislação previdenciária especial, Anexo IV do Dec.
3.048/1999 e posteriores alterações.
• Avaliação Qualitativa: quando a nocividade ocorrer pela simples presença do agente no
ambiente de trabalho, descrito no Anexo IV do Decreto nº 3.048/1999 e nos Anexos VI, XIII,
XIII-A e XIV da NR-15 do MTE.
• Avaliação Quantitativa: será baseada na nocividade que ocorre pela ultrapassagem dos
limites de tolerância ou doses previstos no Anexo IV do Decreto nº 3.048/1999 e nos Anexos I,
II, III, V, VIII, XI e XII da NR-15 do MTE.
METODOLOGIA:
• Até 18/11/2003 - Normas Regulamentadoras - NR da Portaria nº 3.214/1978 do MTE.
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• A partir de 19/11/2003 (data da publicação no D.O.U. do Decreto nº 4.882/2003) os
procedimentos de levantamento ambiental devem estar de acordo com a metodologia das
Normas de Higiene Ocupacional - NHO da FUNDACENTRO, observando-se os limites de
tolerância estabelecidos na NR-15 do MTE.
TEMPORALIDADE:
• LTCAT Contemporâneo: O LTCAT ou Demonstração Ambiental serão considerados
contemporâneos quando o levantamento foi realizado durante o período em que o segurado
laborou na empresa/ órgão.
• LTCAT Extemporâneo: O LTCAT ou Demonstração Ambiental serão considerados
extemporâneos quando o levantamento for realizado em data anterior ou posterior ao período
laborado. Estes serão válidos para a análise quando estiver expressamente indicado que não
houve, entre o período trabalhado até a confecção do laudo, ou vice-versa.
TIPOLOGIA:
• LTCAT Individual: refere-se ao colaborador requerente.
• LTCAT Coletivo: refere-se a empresa.
TECNOLOGIA DE PROTEÇÃO:
• A partir de 14/10/1996, necessidade de informação de EPC.
• A partir de 03/12/1998, necessidade de informação de EPC e EPI.
ATUALIZAÇÃO E VALIDADE DO LTCAT:
• Atualização:
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O § 3° do Art. 58 da lei n° 8213/91 com o texto dado pela Lei n° 9.528/97 determina:
empresa que não mantiver laudo técnico atualizado com referência aos agentes nocivos
existentes no ambiente de trabalho de seus trabalhadores ou que emitir documento de comprovação
de efetiva exposição em desacordo com o respectivo laudo estará sujeita à penalidade prevista no
art. 133 desta lei. (MP 1523/96 reeditada até a MP n° 1523-13 de 23.10.97, republicado na MP n°
1596-14 de 10.11.97 e convertida na lei n° 9528 de 10.12.97).
• Validade do LTCAT:
O LTCAT tem validade indefinida, atemporal, ficando atualizado permanentemente, enquanto o
ambiente de trabalho não sofrer alterações.
Art. 261, § 4º da IN/PRES Nº 77, de 21/01/2015: São consideradas alterações no ambiente de
trabalho ou em sua organização, entre outras, aquelas decorrentes de:
I - Mudança de layout;
II - Substituição de máquinas ou de equipamentos;
III - Adoção ou alteração de tecnologia de proteção coletiva; e
IV - Alcance dos níveis de ação estabelecidos nos subitens do item 9.3.6 da NR-09, aprovadas
pela Portaria nº 3.214, de 8 de junho de 1978, do MTE, se aplicável.
5. CÓDIGOS USADOS NA CONCLUSÃO, PARA CONTROLE DA EMPRESA
TABELA I
Código GFIP Descrição
07 Não tem exposição à agente nocivo
08 Tem exposição à agente nocivo
TABELA II - Códigos para Exposição a Agentes Nocivos (GFIP para o PPP) - Para os trabalhadores com apenas
um vínculo empregatício (ou uma fonte pagadora):
Código GFIP Descrição
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Sem exposição a agente nocivo. Trabalhador nunca
00 (ou em
esteve exposto
branco)
Não exposição a agente nocivo. Trabalhador já esteve
01
exposto.
Exposição a agente nocivo (aposentadoria especial aos
02
15 anos de trabalho)
Exposição a agente nocivo (aposentadoria especial aos
03
20 anos de trabalho)
Exposição a agente nocivo (aposentadoria especial aos
04
25 anos de trabalho)
Sem exposição a agente nocivo. Trabalhador nunca
00 (ou em
esteve exposto
branco)
TABELA III - Códigos para Exposição a Agentes Nocivos (GFIP para o PPP) - Para os trabalhadores com mais
deum vínculo empregatício (ou mais de uma fonte pagadora).
Código GFIP Descrição
Sem exposição a agente nocivo. Trabalhador nunca
00 (ou em
branco) esteve exposto
Sem exposição a agente nocivo. Trabalhador já esteve
05
exposto.
Exposição a agente nocivo (aposentadoria especial aos
06
15 anos de trabalho)
Exposição a agente nocivo (aposentadoria especial aos
07
20 anos de trabalho)
Exposição a agente nocivo (aposentadoria especial aos
08
25 anos de trabalho)
6. CLASSIFICAÇÃO
Classificação para subsidiar o enquadramento no Código GFIP - Guia de Recolhimento do Fundo
de Garantia por Tempo de Serviço e Informações à Previdência Social.
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TABELA IV - Lista de abreviatura
Códigos GFIP Descrição
Sem exposição a agente nocivo. Trabalhador nunca
00 (ou em branco)
esteve exposto
EPI Equipamento de Proteção Individual
EPC Equipamento de Proteção Coletiva
Ficha de Informações de Segurança de Produtos
FISPQ
Químicos
PPRA Programa de Prevenção de Riscos Ambientais
PPR Programa de Proteção Respiratória
PCMSO Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional
NT Nota Técnica
CBM Corpo de Bombeiros Militar
NR Norma Regulamentadora
PPP Perfil Profissiográfico Previdenciário
LT Limite de Tolerância
LTCAT Laudo Técnico das Condições Ambientais de Trabalho
Guia de Recolhimento do Fundo de Garantia por Tempo
GFIP
de Serviço e Informações à Previdência Social
7 - METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO
• Uso da legislação vigente e a Portaria 3.214/78 do Ministério do Trabalho,
considerando-se todas posteriores alterações até a presente data, para caracterização das
condições ambientais.
• Visita aos locais das atividades exercidas;
• Informações obtidas com os trabalhadores da unidade;
• Análise qualitativa do local de trabalho;
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• Análise quantitativa;
• Aplicação das Normas Regulamentadoras - NR e Legislação Complementar;
• Normas de Higiene Ocupacional - NHO da FUNDACENTRO.
8 - INSTRUMENTOS UTILIZADOS
Para a identificação dos riscos, podem ter sido utilizados os seguintes equipamentos:
DOSÍMETRO DE RUÍDO MODELO DOS-500, da INSTRUTHERM, para realização de
dosimetria de ruído.
9 - LEVANTAMENTOS DOS AMBIENTES
As vistorias foram realizadas nas dependências da empresa, submetendo seus respectivos
setores dentre outros vinculados ao processo produtivo, cuja necessidade possa ter sido identificada
à análise, onde foram avaliadas todas as categorias profissionais, agrupadas em cargos, cujas
atividades são exercidas de modo idêntico para efeitos da caracterização de atividade especial.
Cada quadro identifica o setor e cargo, sua respectiva exposição a quaisquer dos riscos físicos,
químicos ou biológicos, ou sua combinação, indicando a necessidade, ou não, de caracterização de
atividade especial que justifique recolhimento adicional, a fim de financiar aposentadora especial para
as categorias profissionais.
A não identificação desta necessidade nos quadros, exime a empresa de realizar o
recolhimento adicional para o respectivo cargo e descaracteriza a situação de aposentadoria
especial, desde que mantidas as mesmas condições de trabalho e exposição a riscos que as
identificadas no ato da realização da inspeção para elaboração deste laudo.
10 - LEGISLAÇÃO DE REFERÊNCIA
• Do Ministério da Previdência Social, IN/INSS/PRES nº20 de 10/10/2007; Decreto nº 3048 -
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anexo IV - de 06/05/1999 e Lei nº 8212 e 8213 ambas de 24/07/1991.
• Do Ministério do Trabalho e Emprego - Lei 6.514/77 - Portaria 3.214/78 - NR´s 15 e 16 e
anexos.
11. DESCRIÇÃO DOS SETORES
Processos de Produção
Setor Descrição
Preparo de alimentos e atendimento aos clientes como também venda de
Produção
salgados e bebidas.
Análise Qualitativa
A análise qualitativa foi realizada através da observação visual dos ambientes de trabalho.
Identificação das Atividades Desempenhadas por Cada Função
PRODUÇÃO
Nº de Funcionários
BALCONISTA
Masc.: 0 Fem.: 3 Menor: 0 Total: 3
Descrição Detalhada: Atende clientes em lojas, telefone e realiza coleta de pedidos
e encomendas. Demonstra produtos e efetua vendas internas. Confere, armazena,
vende, cobra e organiza mercadorias.
Nº de Funcionários
PASTELEIRO
Masc.: 1 Fem.: 0 Menor: 0 Total: 1
Descrição Detalhada: confeciona, sob supervisão, produtos alimentares
de pastelaria e salgados por processos manuais e mecânicos, em unidades de
produção.
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Nº de Funcionários
AJUDANTE PASTELEIRO
Masc.: 1 Fem.: 0 Menor: 0 Total: 1
Descrição Detalhada: Auxilia na confecção, sob supervisão, produtos alimentares
de pastelaria e salgados por processos manuais e mecânicos, em unidades de
produção.
12. AVALIAÇÃO DOS RISCOS
Classificação dos Grupos de Riscos
GRUPO 1 GRUPO 2 GRUPO 3 GRUPO 4 GRUPO 5
FÍSICO QUÍMICO BIOLÓGICO ERGONÔMICO ACIDENTE
Arranjo físico
Ruído Poeiras Vírus Esforço físico intenso
inadequado
Levantamento e Máquinas e
Vibrações Fumos Bactérias transporte manual de Equipamentos sem
peso proteção
Ferramentas
Exigência de postura
Radiações Ionizantes Névoas Protozoários inadequadas ou
inadequada
defeituosas
Radiações Não - Controle rígido de
Neblinas Fungos Iluminação Inadequada
Ionizantes produtividade
Imposição Ritmos
Frio Gases Parasitas Eletricidade
excessivos
Trabalho em turno e Probabilidade e
Calor Vapores Bacilos
noturno incêndio e explosão
Substância,
Jornadas de trabalho Armazenamento
Pressões Anormais compostos ou -
prolongadas inadequado
produtos Químicos.
Monotonia e
Umidade - - Animais peçonhentos
repetitividade
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ANÁLISE QUANTO À INSALUBRIDADE
Caracterização dos Riscos por Ambiente:
Risco Físico / Ruído Contínuo (Anexo nº 1 da NR-15 da Portaria 3214/78)
( X ) Não há fontes geradoras de ruído contínuo.
( ) Há fontes geradoras:
Fontes Funções EPI Exposição Tipo da Exposição
Setor
Geradoras Expostas Auditivo Média/diária Eventual Intermitente Contínua
- - - - - - - -
Risco Físico / Ruído de Impacto (Anexo nº 2 da NR-15 da Portaria 3214/78)
( X ) Não há fontes geradoras de ruído de impacto.
( ) Há fontes geradoras:
Fontes Funções EPI Exposição Tipo da Exposição
Setor
Geradoras Expostas Auditivo Média/diária Eventual Intermitente Contínua
- - - - - - - -
Risco Físico / Calor (Anexo nº 3 da NR-15 da Portaria 3214/78)
( ) Não há fonte artificial de calor nos ambientes.
( X ) Temperatura ambiente satisfatória.
( ) Temperatura ambiente elevada:
Tipo da Exposição
Fontes Funções Exposição
Setor EPI
Geradoras Expostas Média/diária Eventual Intermitente Contínua
- - - - - - - -
Risco Físico / Radiações Ionizantes ( Anexo nº 5 da NR-15 da Portaria 3214/78)
( X ) Não há fontes geradoras de radiações ionizantes.
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( ) Há fontes geradoras de radiações ionizantes:
Tipo da Exposição
Fontes Funções Exposição
Setor EPI
Geradoras Expostas Média/diária Eventual Intermitente Contínua
- - - - - - - -
Risco Físico / Condições Hiperbáricas (Anexo nº 6 da NR-15 da Portaria 3214/78)
( X ) Não há trabalho sob condições hiperbáricas.
( ) Há fontes geradoras de condições hiperbáricas:
Tipo da Exposição
Fontes Funções Exposição
Setor EPI
Geradoras Expostas Média/diária Eventual Intermitente Contínua
- - - - - - - -
Risco Físico / Radiações Não Ionizantes (Anexo nº 7 /NR-15 da Portaria 3214/78)
( X ) Não há fontes dessas radiações.
( ) Há fontes produtoras dessas radiações:
Tipo da Exposição
Fontes Funções Exposição
Setor EPI
Geradoras Expostas Média/diária Eventual Intermitente Contínua
- - - - - - - -
Risco Físico / Vibrações (Anexo nº 8 da NR-15 da Portaria 3214/78)
( X ) Não há fontes produtoras de vibrações.
( ) Há fontes produtoras de vibrações :
Fontes Funções Exposição Tipo da Exposição
Setor
Geradoras Expostas EPI Média/diária Eventual Intermitente Contínua
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Risco Físico / Frio (Anexo nº 9 da NR-15 da Portaria 3214/78)
( X ) Não há trabalho em temperaturas inferiores às do ambiente.
( ) Há trabalho em temperaturas inferiores às do ambiente:
Tipo da Exposição
Fontes Funções Exposição
Setor EPI
Geradoras Expostas Média/diária Eventual Intermitente Contínua
- - - - - - - -
Risco Físico / Umidade (Anexo nº 10 da NR-15 da Portaria 3214/78)
( X ) Não há áreas encharcadas, permanentemente molhadas e/ou líquidos em condições
continuadas de aspersão.
( ) Há umidade excessiva no(s) posto(s) de trabalho:
Tipo da Exposição
Fontes Funções Exposição
Setor EPI
Geradoras Expostas Média/diária Eventual Intermitente Contínua
- - - - - - - -
Risco Químico / Agentes Químicos (Anexos 11 e 13 da NR-15 da Portaria 3214/78)
( X ) Não há exposição aos agentes relacionados.
( ) Há exposição aos seguintes agentes relacionados:
Tipo da Exposição
Fontes Funções Exposição
Setor EPI
Geradoras Expostas Média/diária Eventual Intermitente Contínua
- - - - - - - -
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Risco Químico / Poeiras Minerais-Asbesto (Anexo nº 12 da NR-15 da Portaria 3214/78)
( X ) Não há exposição aos agentes relacionados.
( ) Há exposição aos seguintes agentes relacionados:
Tipo da Exposição
Fontes Funções Exposição
Setor EPI
Geradoras Expostas Média/diária Eventual Intermitente Contínua
- - - - - - - -
Risco Biológico / Agentes Biológicos (Anexo nº 14 da NR-15 da Portaria 3214/78)
( X ) Não há exposição aos agentes relacionados.
( ) Há exposição aos seguintes agentes relacionados:
Tipo da Exposição
Fontes Funções Exposição
Setor EPI
Geradoras Expostas Média/diária Eventual Intermitente Contínua
- - - - - - - -
A análise quantitativa dos agentes de riscos tem a finalidade de comprovar o nível de exposição por
ambiente, caracterizando ou não o atendimento aos valores dos limites de tolerância previstos na
NR-15 ou, na ausência destes, os valores de limites de exposição ocupacional adotados pela
ACGIH-Americam Conference of Governamental Industrial Higyenists ou aqueles que venham ser
adotados por negociação Coletiva.
AGENTES FÍSICOS
Ruído
As medições dos níveis de ruído foram realizadas, de acordo com a NR 15 – Anexo I, da portaria
3.214 MTE, para detecção dos níveis de ruído contínuo e intermitente, com dispositivo de pressão
sonora, operando no circuito de compensação A e circuito de resposta lenta (slow).
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Metodologia Analítica e Equipamento Utilizado
EQUIPAMENTO
AGENTE METODOLOGIA
Modelo Marca
Ruído Avaliação quantitativa pontual DOS-500 INSTRUTHERM
Medições de Ruído / Posto de Trabalho
Medições de Ruído Limite de
Nº.
(Instantâneas) Exposição
Posto de Trabalho Trabalhadores
Máxima Permitida
Mínimo Máximo Expostos
(*)
PRODUÇÃO ABAIXO DO NIVEL DE AÇÃO 05 85 dB / 08hs
(*) Limite de exposição sem auxilio de protetor auricular
EXISTÊNCIA DAS MEDIDAS DE PROTEÇÃO
Proteção Coletiva
a) O EPC reduz a nocividade do agente nocivo de modo a atenuar ou a neutralizar seus efeitos em
relação aos limites de tolerância legais estabelecidos;
b) EPC identificados
Proteção Individual
a) Informar se a utilização do EPI reduz a nocividade do agente nocivo de modo a atenuar ou a
neutralizar seus efeitos em relação aos limites de tolerância legais estabelecidos;
b) EPI’s identificados:
Ambiente com risco controlado sem necessidade no momento fazer uso do EPI.
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13. CONSIDERAÇÕES FINAIS
Interpretação técnica:
Considerando a legislação Previdenciária Decreto 3.048/99 e instrução Normativa INSS/DC 118/2005
e fundamentado nas avaliações ambientais periciadas nos ambientes de trabalho, conclui-se que os
estudos sobre todos os GHE dos setores, NÃO HÁ NOCIVIDADE nas funções exercidas da empresa
LIDER DOS SALGADOS. Consequentemente, não enseja em nenhum passivo direito a pagamento de
grau de insalubridade e aposentadoria especial.
Maceió – AL 12 de Março de 2024
Responsáveis Técnicos pela Elaboração
______________________ ______________________
Jarbas de Souza Ferreira Nixon de Oliveira Silva
Eng° de Segurança no Trabalho Eng° de Segurança no Trabalho
CREA 2198140/2018 CREA 2196589/2017
_______________________________
Representante Legal da empresa
LIDER DOS SALGADOS
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14. ANEXOS
ANEXOS
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REGISTRO PROFISSIONAL: