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SAOS

O documento descreve as fases do sono, o SAOS, seus sintomas e tratamentos. O SAOS causa apneia do sono, com interrupção do fluxo aéreo por mais de 10 segundos, podendo resultar em hipertensão e fadiga. O diagnóstico é feito por polissonografia para medir a saturação de oxigênio. Os tratamentos incluem aparelhos de reposicionamento da mandíbula e CPAP.

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SAOS

O documento descreve as fases do sono, o SAOS, seus sintomas e tratamentos. O SAOS causa apneia do sono, com interrupção do fluxo aéreo por mais de 10 segundos, podendo resultar em hipertensão e fadiga. O diagnóstico é feito por polissonografia para medir a saturação de oxigênio. Os tratamentos incluem aparelhos de reposicionamento da mandíbula e CPAP.

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SAOS

Fases do sono
Sono não REM: sonho não ativo, sem movimentos oculares rápidos

 O sono não REM é dividido em 04 fases: a fase 2 predomina e é reponsável por 50% do
tempo de sono. Os 4 estágios representam as fases mais profundas do sono;
 O sono não REM é caracterizado por desaceleração total de todos os níveis de
atividade;
 O estágio 3 e 4 são denominados sono Delta;
Sono REM: sonho ativo, movimentos oculares rápidos.

 O sono REM ocorre depois do sono não REM ter se estabelecido;


 O 1º período ocorre 70 a 90min depois do sono não REM;
 A duração média de um período é de 20 minutos, ocorrem 4 a 6;
 Representa 2 a 25% do sono de um adulto saudável;
 Atonia muscular reflexa exceto para os músculos oculares;
Durante o sono, o controle da respiração é influenciado por dois sistemas: o sistema de controle
metabólico e o sistema de controle comportamental.
 Hipoxia e hipercapnia são controladas pelo sistema metabólico, presentes no sono não
REM;
 O sistema comportamental predomina no sono REM;

SAOS

Respiração anormal e fragmentação do sono. Pelo menos 30 episódios de apneia ocorrem em 7h


de sono nesses pacientes. A apneia é definida como interrupção do fluxo de sono por 10s.
 Pode resultar em hipoxemia, hipercapnia, hipertensão sistêmica e pulmonar,
policitemia, cor pulmonale, bradicardia e arritmias cardíacas.
 400 a 600 episódios foram registrados, com cada episódio durando de 15 a 60 segundos.
 Paciente apresente depressão, fadiga, sono diurno, alterações da personalidade e
impotência.

Classificação

Dividida em apneia central do sono e apneia mista.

 ACS: atividade muscular respiratória cessa com o fluxo aéreo da boca e narinas.
Presente em pacientes com distúrbios no SNC. Os pacientes são tratados com teofilina,
progesterona e acetazolamida.
 O tipo mais comum de apneia do sono é obstrutivo

O diagnóstico

 Hipersonolência profunda como na narcolepsia;


 Perda do controle muscular (cataplexia);
 Paralisia do sono (REM estado de vígilia);
 Narcopepsia é realizado verificando o sono REM com polissonografia noturna;

Manifestações clínicas
 Ronco: ar pela orofaringe causando vibrações no palato mole. O ronco é interrompido
por episódios apneicos que duram 30 a 90s;
 Náuseas matinais resultantes da hipercapnia;
 Hipertensão sistêmica e arritmia sinual;

Achados físicos

 Obesidade
 Retrognatia
 Micrognatia
 Macroglossia
 Desvio de septo, pescoço curto, hipertrofia das adenoides e tonsilas palatinas;
 Tumores de hipofaringe e nasofaringe;

Diagnóstico

 Avaliação radiológica, polissonografia e endoscopia com fibra optica;


 Hemograma, eletrólitos séricos e função tireoidiana;
 Policetemia por aumentos de bicarbonato

Exame cefalométrico

 Pacientes com SAOS tem o hioide posicionado mais inferiormente, palato mole longo e
estreitamento da língua.
 A posição do hioide é avaliada traçando uma linha perpendicular do hioide ao plano
mandibular, valor normal de 15,3 com variação de 3mm.
 O tamanho do palato é medido da ENP à extremidade do palato mole, em indiviudos
normais tem o valor de 37mm com variação de 3mm;
 O espaço aéreo posterior é medido do Gonio até a parede posterior da faringe, medindo
11mm variando 3mm;

Polissonografia

 Pelo menos 4h de sono devem ser registradas;


 Os componentes incluem o eletro oculograma, eletromiograma e eletrocardiograma
variação V2.
 A saturação é feita por oximetria com clipe de orelha;
 Diminuição de 5% ou maisna saturação de O2 é significativa.
 Indice de distúrbio respiratório: índice maior que 5 anormal, maior que 20 significativo
(sat 85%).

Sítio da obstrução

 Tipo I: orofaringe, II: orofaringe e hipofaringe, III: hipofaringe.

A maioria das obstruções são de classe II.

Tratamento

 Oxigenoterapia limitada a uma faixa de 2l/min;


 Acetazolamida não está indicada no tratamento;
 Progesterona e antidepressivo tricíclico;
 Aparelhos removíveis de reposicionamento anterior: 50 a 75% da distância protusiva;
 Klearway é um parelho que possibilita movimentação vertical de 1 a 5mm e lateral de 1
a 3mm;
 Movimento anterior de 11mm com 44 passos incrementais de 0,25mm;

Pressão contínua das vias respiratórias

Cpap impede o colapso dos tecidos moles durante o sono.


Pressão positiva das vias aéreas: bipap.

Tratamento cirúrgico
 Traqueostomia;
 Cirurgia nasal: polipectomia, septoplastia e turbinectomias;
 Uvulopalatofaringoplastia: ressecção de 8 a 15mm do palato mole, objetivo
principal é alargar o palato e alargar oespaço aéreo posterior. Incompetência
velofaringea é uma complicação.

Ortognática

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