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Avaliação Ergonômica na Construção Civil

1. O documento apresenta uma avaliação ergonômica da empresa Construtora de Engenharia Civil Brito Ltda, analisando os postos de trabalho, equipamentos, condições ambientais e agentes de risco. 2. Foi realizada uma caracterização da empresa e aplicada a metodologia da Análise Ergonômica do Trabalho para avaliar os riscos à saúde dos trabalhadores. 3. Foram inspecionados setores operacionais, de pintura e hidráulica, mensurando níveis de ruído, ilumina

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Avaliação Ergonômica na Construção Civil

1. O documento apresenta uma avaliação ergonômica da empresa Construtora de Engenharia Civil Brito Ltda, analisando os postos de trabalho, equipamentos, condições ambientais e agentes de risco. 2. Foi realizada uma caracterização da empresa e aplicada a metodologia da Análise Ergonômica do Trabalho para avaliar os riscos à saúde dos trabalhadores. 3. Foram inspecionados setores operacionais, de pintura e hidráulica, mensurando níveis de ruído, ilumina

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LAUDO DE AVALIAÇÃO ERGONÔMICA

PORTARIA 3.214/78
NORMA REGULAMENTADORA - 17

AET – ANALISE ERGONÔMICA DO TRABALHO

Construtora de engenharia civil Brito Ltda.

17/03/2024.

SUMARIO
1 - CARACTERIZAÇÃO DA EMPRESA AVALIADA
SUMÁRIO 2 - INTRODUÇÃO GERAL

3 - OBJETIVO

4 - METODOLOGIA

5 - LEVANTAMENTO, TRANSPORTE E DESCARGA


INDIVIDUAL DE MATERIAIS 6 - MOBILIÁRIO DOS
POSTOS DE TRABALHO

7 - EQUIPAMENTOS DOS POSTOS DE TRABALHO

8 - CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO

9 - AGENTES AMBIENTAIS PARA AS ÁREAS


OPERACIONAIS 10 - CONFORTO EM ÁREAS
ADMINISTRATIVAS

11 - ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO

12 - FERRAMENTAS BIOMECÂNICA APLICADAS

13 - ANÁLISES ERGONÔMICAS DO TRABALHO

Considerações finais .

1 – CARACTERIZAÇÃO DA EMPRESA AVALIADA

2
Razão Social:
Construtora de engenharia civil Brito LTDA
Endereço:
Rua dos paraquis, 159 , cremação Belém/PÁ
CNPJ:
59.194.696/0002-01
CNAE: 4120-4/00 Reformas em edificações
residenciais, escritórios, lojas , plantas
industriais, prédios governamentais etc..
Grau de Risco (MTE):
03
Número de 05
Funcionários:
Horários de Trabalho: Segunda á sexta : 8:00H á 17:00H
Sábado : 8:00H às 12:00H
Coordenador deste
programa constituído Helder Guedes Alvez
pela empresa:

3
3- INTRODUÇÃO GERAL

A ergonomia estuda a adaptação do trabalho ao


homem. Envolve tanto o ambiente físico como os
aspectos organizacionais e cognitivos. A ergonomia
abrange atividades de planejamento e projeto, que
ocorre antes do trabalho ser realizado, e aqueles
de controle e avaliação, que ocorrem durante e
após o trabalho.

A mesma pode ser ainda caracterizada como a


ocupação de pessoas qualificadas em grupos de
pesquisa e formação que atuam em equipes de
projeto e consultoria para responder às demandas
acerca da atividade de trabalho na sociedade
mediante metodologias de análises e projeto de
bases científica e devidamente inseridas num
universo normativo e contratual.

4- OBJETIVO

Este estudo tem como objetivo avaliar os postos de


trabalho da produção da empresa especificada
conforme caracterização da mesma (item 1), para
promover analise ergonômica das atividades e
4
funções da empresa, sendo que para este estudo
serão adotados alguns métodos de analise
aplicados para fins de analise ergonômicos.

BASE LEGAL: Portaria 3.214/78 do Ministério do


Trabalho – NR-17

5- METODOLOGIA

Durante o trabalho realizado, foram avaliadas todas


as funções conforme sugerido pela Metodologia da
AET, excluindo-se dessa forma a metodologia por
amostragem, uma vez que cada função de trabalho
caracteriza um desenvolvimento laboral de forma
diferenciada. O objetivo foi utilizar a
METODOLOGIA DA AET aplicada a projetos de
transformação das condições de trabalho, bem
como a avaliação das demandas existentes nas
atividades dos setores avaliados, para a realização
deações na área de ergonomia com vistas à
melhoria efetiva das condições de trabalho,
redução de riscos à saúde dos colaboradores e
aumento da produtividade.

5
A AET tem por finalidade, transformar as condições
de trabalho e adaptar às características
psicofisiológicas dos trabalhadores, buscando
conciliar dois universos: saúde e produtividade.

A metodologia da AET utiliza-se de observações da


situação de trabalho, análise da tarefa, entrevistas
e verbalizações com os diferentes níveis
hierárquicos, buscando compreender em detalhes
as atividades nas suas diferentes dimensões (física,
cognitiva, mental e social). A AET parte da análise
da demanda. Estuda o funcionamento geral, as
características da população e então as atividades
de trabalho. Na compreensão das atividades dos
colaboradores, identifica seus aspectos críticos, as
condições de trabalho e o desempenho. As
observações e registros globais, aliados à descrição
dos processos produtivos e aos dados técnicos do
funcionamento geral dos setores analisados
constituem a base para o diagnóstico e as
recomendações propostas.

6
A análise ergonômica do trabalho foi realizada com
base nas diretrizes da Norma Regulamentadora no
17 aprovada pela Portaria no 3.751, de 23/11/90, e
“Manual de Aplicação da NR-17”, 2a edição,
editado pelo Ministério do Trabalho e Emprego em
2002, sendo observados os seguintes
itens/aspectos:

Comentários a Norma:
7
17.1. Esta Norma Regulamentadora visa
estabelecer parâmetros que permitam a adaptação
das condições de trabalho às características
psicofisiológicas dos trabalhadores, de modo a
proporcionar um máximo de conforto, segurança e
desempenho eficiente.

Algumas características psicofisiológicas do ser


humano:

- prefere escolher livremente sua postura,


dependendo das exigências da tarefa e do estado
de seu meio interno;

- prefere utilizar alternadamente toda a


musculatura corporal e não apenas determinados
segmentos corporais;

- tolera más tarefas fragmentadas com tempo


exíguo para execução e, pior ainda, quando esse
tempo é imposto por uma máquina, pela gerência,
pelos clientes ou colegas de trabalho, ou seja,
prefere impor sua própria cadência ao trabalho;

- é compelido a acelerar sua cadência quando


estimulado pecuniariamente ou por outros meios,
8
não levando em conta os limites de resistência de
seu sistema musculoesquelético;

- sentem-se bem quando solicitado a resolver


problemas ligados à execução das tarefas, logo,
não pode ser encarado como uma mera máquina,
mas sim como um ser que pensa e age;

- tem capacidades sensitivas e motoras que


funcionam dentro de certos limites, que variam de
um indivíduo a outro e ao longo do tempo para um
mesmo indivíduo;

- suas capacidades sensorimotoras modificam-se


com o processo de envelhecimento, mas perdas
eventuais são amplamente compensadas por
melhores estratégias de percepção e resolução de
problemas desde que possa acumular e trocar
experiência;

- organiza-se coletivamente para gerenciar a carga


de trabalho, ou seja, nas atividades humanas a
cooperação tem um papel importante, muito mais
que a competitividade

9
6 - LEVANTAMENTO, TRANSPORTE E
DESCARGA INDIVIDUAL DE MATERIAIS

Deverão ser executados de forma que o esforço


físico realizado pelo trabalhador seja compatível
com sua capacidade de força e não comprometa a
sua saúde ou sua segurança.

Para manipulações ocasionais, isto é, não


repetitivas, o limite de 25 quilos para homens e 15
quilos para mulheres é sugerido por vários autores
(listados abaixo) desde que observadas boas
praticas para a manipulação.

7- EQUIPAMENTOS DOS POSTOS DE


TRABALHO

A análise ergonômica do trabalho através dos


subitens deste item leva em consideração que os
equipamentos, em particular aqueles envolvendo
atividades com furadeiras e maquitas , devem
prover condições para que o trabalho seja
executado dentro da zona de conforto dos
segmentos corporais, isto é, em boa condição
posturas.
10
8- CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO

O estudo da exposição ocupacional dos


trabalhadores aos agentes ambientais está
contemplado no Programa de Prevenção de Riscos
Ambientais – PPRA da empresa.

9- AGENTES AMBIENTAIS PARA AS ÁREAS


OPERACIONAIS

Abaixo segue avaliações ambientais extraídas do


PPRA da empresa avaliada, nas tabelas estão
mensurados apenas os riscos físicos objeto de
enquadramento desta.

Setor: Operacional

Maquinas/Equipamentos: N/A

Função: mestre de obra


Tipo Fator Intensidade/ Técnica./ IPI EPI Classific
de Concentração Metodologia (CA) EFICAZ ação
risco Do risco
Físico Ruído 85,0dB (A) Avaliação Sim Sim Médio
pontual
Lux – 300
Temperatura-

11
Ergonômico 38
Postur
a % RH- 0,0

0,15 M/S

Setor: operacional

Máquinas / Equipamentos: makita, betoneira.


Martelete e furadeira

Funções GHE: Pedreiro/ ajudante de obras


Tipo Fat Intensidad Técnica EPI EPI Classifica
or e Metodolo (CA) Efic ção do
risco
de / gia az
risc concentraç
o ão
Físico Ruíd 80,0 dB (A) Avaliação Protetor Sim Médio
os 85,0 dB (A) pontual auricular/óc
ulos de

12
proteção
Lux- 300

Ergonô Temperatura
mico - 38

%RH 0,0

0,15 M/S

Setor: Pintura

Máquinas/ Equipamentos:Pincel , Espátula ,


Rolo, desempenadeira.

Funções GHE: Pintor / ajudante


Tipo Fat Intensida Técnica/ EPI EPI CLASSIFICA
or de/ Metodol (CA) EFIC ÇÃO DO
de concentra ogia AZ RISCO
risc ção

13
o

Máscara/
Ruíd 60,0 dB Avaliação
Físico oculos de Sim Médio
o (A) pontual
proteção

Lux- 300

Temperatu
Ergonô
ra 38
mico
%RH 0,0

0,15 M/S

Setor: Hidráulico

Máquinas / Equipamentos: furadeira, Makita,.

Funções GHE: Encanador


Tipo Fat Intensidad Técnica EPI EPI CLASSIFICA
or e/ Metodolo (CA) EFIC ÇÃO DO
de concentra gia AZ RISCO
risc ção
o
Físico Ruíd 80,0 dB (A) Avaliação Abafa Sim Baixo

14
o 89,0 dB (A) pontual do
Ergonômi Lix-250
co Temperatur
a 38
%RH 0,0
0,15 M/S

Setor: ferragem

Máquinas / Equipamentos: Torques , serra,


makita.

Funções GHE: ferreiro


Tipo Fator de Intensid Técnica EPI EPI CLASSIFIC
risco ade/ Metodol (CA) EFIC AÇÃO DO
concentr ogia AZ RISCO
ação
Físico Ruído, 85,0 dB Avaliação Luva,óc Sim Médio

15
perfuração (A) pontual ulos de
,calor proteçã
o
Ergonôm Lux-300
ico, Temperat
repetitivi ura 38
dade %RH 0,0

0,15 M/S

10- Medidas da ventilação.

A velocidade relativa do ar foi avaliada com um


anemômetro eletrônico de fio quente. Foi
considerado para fins de referência o valor da
velocidade do ar não superior a 0,75 m/s conforme
estabelecido pelo item 17.5.2.1.c da NR-17.

16
A umidade relativa do ar foi avaliado com um
termo higrômetro eletrônico. Foi considerado para
fins de referência o valor mínimo da umidade do ar
de 40% estabelecido pelo item 17.5.2.1.d da NR-
17.

 11- Ferramentas Biomecânica Aplicadas .

 Método ( Moore & Garg)

O Strain Index (ou índice de esforço), também conhecido


como Moore & Garg por causa de seus criadores (J. S. Moore
e A. Garg), é uma ferramenta usada para avaliar o nível de
risco de um trabalho para desenvolver um distúrbio da mão,

17
punho, antebraço ou cotovelo devido aos movimentos
repetitivos.
Para a análise, são considerados os seguintes elementos:
 intensidade e duração do esforço;

 postura da mão e do punho;

 velocidade do trabalho;

 duração da tarefa;

 ciclo de trabalho.

18
DESCRIÇÃO DAS ÁREAS AVALIADAS E DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES:

GHE Funções
Operacional Pedreiro/Ajudantes
Pintura Pintor/ ajudante

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