SGM-201 OSTENSIVO
NORMAS PARA EXECUÇÃO
DO ABASTECIMENTO
MARINHA DO BRASIL
SECRETARIA-GERAL DA MARINHA
2020
OSTENSIVO SGM-201
NORMAS PARA EXECUÇÃO
DO ABASTECIMENTO
MARINHA DO BRASIL
SECRETARIA-GERAL DA MARINHA
2020
FINALIDADE: NORMATIVA
7ª REVISÃO
OSTENSIVO SGM-201
OSTENSIVO SGM-201
ATO DE APROVAÇÃO
Aprovo, para emprego na MB, a 7ª revisão da publicação SGM-201 -
NORMAS PARA EXECUÇÃO DO ABASTECIMENTO.
BRASÍLIA, DF.
Em 10 de dezembro de 2020.
MARCOS SILVA RODRIGUES
Almirante de Esquadra
Secretário-Geral da Marinha
ASSINADO DIGITALMENTE
AUTENTICADO RUBRICA
PELO ORC
EM____/___/____
CARIMBO
OSTENSIVO - II - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
ÍNDICE
PÁGINAS
Folha de Rosto..................................................................................................................... I
Ato de Aprovação................................................................................................................ II
Índice................................................................................................................................... III
Introdução............................................................................................................................ IX
CAPÍTULO 1 - NORMAS GERAIS SOBRE ABASTECIMENTO
1.1 - Adequação à Doutrina de Logística Militar............................................................... 1-1
1.2 - A importância do Abastecimento............................................................................... 1-1
1.3 - Conceito de Abastecimento........................................................................................ 1-1
1.4 - Organização do Sistema de Abastecimento da Marinha............................................ 1-3
1.5 - Responsabilidades e Atribuições no SAbM .............................................................. 1-6
1.6 - O Planejamento do Abastecimento ........................................................................... 1-8
1.7 - Disposições Finais...................................................................................................... 1-11
CAPÍTULO 2 - NORMAS SOBRE CATALOGAÇÃO
2.1 - Propósito..................................................................................................................... 2-1
2.2 - Conceito ..................................................................................................................... 2-1
2.3 - Propósito da Catalogação .......................................................................................... 2-1
2.4 - Sistema de Catalogação da MB (SCMB) .................................................................. 2-1
2.5 - Estrutura Funcional do SCMB .................................................................................. 2-2
2.6 - Cláusula Contratual de Catalogação........................................................................... 2-4
2.7 - Processamento da Catalogação .................................................................................. 2-5
2.8 - Fases da Catalogação ................................................................................................. 2-5
2.9 - Código de Empresa (CODEMP)................................................................................ 2-5
2.10 - Códigos de Equipamentos/Equipagens (CODEQ/CODEG).................................... 2-6
2.11 - Número de Estoque (NE).......................................................................................... 2-6
2.12 - Disposições Finais.................................................................................................... 2-6
CAPÍTULO 3 - SISTEMA DE INFORMAÇÕES
3.1 - Sistema de Informações Gerenciais do Abastecimento (SINGRA).......................... 3-1
3.2 - Ambientes do SINGRA.............................................................................................. 3-1
3.3 - Subsistemas do SINGRA no ambiente CS................................................................. 3-1
3.4 - Subsistemas do SINGRA-WEB................................................................................. 3-2
3.5 - Acesso ao Sistema de Informação.............................................................................. 3-4
3.6 - Solicitação de Material ao SAbM............................................................................... 3-4
3.7 - Devolução de Material ao SAbM............................................................................... 3-4
OSTENSIVO - III - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
3.8 - Dívida......................................................................................................................... 3-4
3.9 - Disposições Finais...................................................................................................... 3-4
CAPÍTULO 4 – SOBRESSALENTES
4.1 - Propósito..................................................................................................................... 4-1
4.2 - Abastecimento de Sobressalentes............................................................................... 4-1
4.3 - Abastecimento do Material de Responsabilidade das Diretorias Especializadas
(DE).................................................................................................................................... 4-3
4.4 - Abastecimento do Programa Geral de Manutenção e de Revisões
Programadas....................................................................................................................... 4-4
4.5 - Disposições Finais....................................................................................................... 4-8
CAPÍTULO 5 - MATERIAL DE SAÚDE
5.1 - Propósito..................................................................................................................... 5-1
5.2 - Relação de Material de Saúde (RMS)........................................................................ 5-1
5.3 - Preços dos Itens.......................................................................................................... 5-2
5.4 - Custeio dos Itens......................................................................................................... 5-3
5.5 - Dotação “Foxtrot”....................................................................................................... 5-3
5.6 - Disposições Finais...................................................................................................... 5-4
CAPÍTULO 6 - MUNIÇÃO
6.1 - Propósito...................................................................................................................... 6-1
6.2 - Definições................................................................................................................... 6-1
6.3 - Competências.............................................................................................................. 6-3
6.4 - Disposições Finais...................................................................................................... 6-4
CAPÍTULO 7 - COMBUSTÍVEIS, LUBRIFICANTES E GRAXAS
7.1 - Propósito..................................................................................................................... 7-1
7.2 - Conceituação Básica................................................................................................... 7-1
7.3 - Lista de Combustíveis e Lubrificantes (LISCOMB).................................................. 7-4
7.4 – Disposições Finais...................................................................................................... 7-5
CAPÍTULO 8 - MATERIAL COMUM, TINTAS E PRODUTOS QUÍMICOS
8.1 - Propósito..................................................................................................................... 8-1
8.2 - Itens de Material Comum............................................................................................ 8-1
8.3 - Relação de Preços de Material Comum (RPMC) ...................................................... 8-1
OSTENSIVO - IV - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
8.4 - Disposições Finais....................................................................................................... 8-2
CAPÍTULO 9 - GÊNEROS ALIMENTÍCIOS
9.1 - Propósito..................................................................................................................... 9-1
9.2 - Definições................................................................................................................... 9-1
9.3 - Informações Gerais..................................................................................................... 9-1
9.4 - Solicitação de Gêneros Alimentícios........................................................................... 9-2
9.5 - Fornecimento e Recebimento de Gêneros.................................................................. 9-2
9.6 - Pagamento .................................................................................................................. 9-2
9.7 - Disposições Finais..................................................................................................... 9-2
CAPÍTULO 10 - RAÇÕES OPERACIONAIS
10.1 - Propósito................................................................................................................... 10-1
10.2 - Definições................................................................................................................. 10-1
10.3 - Tipos de Rações Operacionais.................................................................................. 10-1
10.4 - Disposições Finais.................................................................................................... 10-2
CAPÍTULO 11 - FARDAMENTO
11.1 - Propósito .................................................................................................................. 11-1
11.2 - Comissão para Estudos dos Uniformes da Marinha (CEUM) ................................... 11-1
11.3 - Definições................................................................................................................. 11-3
11.4 - Composição das Andainas de Fardamento............................................................... 11-4
11.5 - Recursos Financeiros................................................................................................ 11-4
11.6 - Obtenção................................................................................................................... 11-5
11.7 - Fornecimento............................................................................................................ 11-5
11.8 - Tabela de Preços de Uniformes ............................................................................... 11-5
11.9 - Atribuições................................................................................................................ 11-6
11.10 - Organização dos Serviços nos CDU/PDU/PEU/PDU-MÓVEL para
Fornecimento de Uniformes............................................................................................... 11-10
11.11 - Atribuições e Responsabilidades dos Militares e Servidores Civis dos
CDU/PDU/PEU/PDU-Móveis........................................................................................... 11-13
11.12 - Disposições Finais.................................................................................................. 11-15
OSTENSIVO -V- REV.7
OSTENSIVO SGM-201
CAPÍTULO 12 - VIATURAS
12.1 - Propósito................................................................................................................... 12-1
12.2 - Classificação............................................................................................................. 12-1
12.3 - Utilização.................................................................................................................. 12-1
12.4 - Identificação.............................................................................................................. 12-2
12.5 - Número de Identificação de Viatura ........................................................................ 12-3
12.6 - Dotação..................................................................................................................... 12-4
12.7 - Disposições Finais.................................................................................................... 12-4
CAPÍTULO 13 - TRÁFEGO DE CARGA
13.1 - Propósito................................................................................................................... 13-1
13.2 - Atividade de Tráfego de Carga................................................................................. 13-1
13.3 - Instruções para Exportação....................................................................................... 13-5
13.4 - Instruções para Importação....................................................................................... 13-6
13.5 - Limitação ao Uso de Outros Tipos de Importação.................................................... 13-6
13.6 - Procedimentos Gerais para a OMTC Remetente ..................................................... 13-7
13.7 - Procedimentos da OMTC Remetente por Ocasião do Embarque.............................. 13-7
13.8 - Acompanhamento de Cargas Oriundas do Exterior.................................................. 13-7
13.9 - Procedimentos Gerais para Recebimento de Material na Importação....................... 13-7
13.10 - Instruções para o Tráfego de Cargas Nacional....................................................... 13-8
13.11 - Recursos Orçamentários......................................................................................... 13-8
13.12 - Situações Especiais................................................................................................. 13-9
13.13 - Disposições Finais.................................................................................................. 13-10
CAPÍTULO 14 - PROGRAMA DE ORGANIZAÇÃO DE SOBRESSALENTES
14.1 - Propósito................................................................................................................... 14-1
14.2 - Instruções.................................................................................................................. 14-1
14.3 - Inventário de Equipamentos e Equipagens............................................................... 14-1
14.4 - Inventário de Sobressalentes..................................................................................... 14-2
14.5 - Disposições Finais.................................................................................................... 14-2
CAPÍTULO 15 - APROVISIONAMENTO
15.1 - Propósito................................................................................................................... 15-1
15.2 - Conceito.................................................................................................................... 15-1
15.3 - Considerações Gerais................................................................................................ 15-1
OSTENSIVO - VI - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
15.4 - Resultados a Serem Obtidos..................................................................................... 15-1
15.5 - Atribuições dos Participantes do Processo................................................................ 15-2
15.6 - Elaboração das Dotações Iniciais (DI)...................................................................... 15-2
15.7 - Disposições Finais.................................................................................................... 15-2
CAPÍTULO 16 – NACIONALIZAÇÃO
16.1 - Propósito................................................................................................................... 16-1
16.2 - Conceito.................................................................................................................... 16-1
16.3 - Definições................................................................................................................. 16-1
16.4 - Normas sobre Homologação e Certificação............................................................. 16-1
16.5 - Processo de Nacionalização...................................................................................... 16-1
16.6 - Disposições Finais.................................................................................................... 16-2
CAPÍTULO 17 - MATERIAL EM RESERVA
17.1 - Propósito................................................................................................................... 17-1
17.2 - Conceito.................................................................................................................... 17-1
17.3 - Classificação............................................................................................................. 17-1
17.4 - Condições para Encaminhamento aos OD................................................................ 17-1
17.5 - Disposições Finais.................................................................................................... 17-2
CAPÍTULO 18 - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DO SAbM
18.1 - Propósito................................................................................................................... 18-1
18.2 - Generalidades............................................................................................................ 18-1
18.3 - Indicadores de Desempenho..................................................................................... 18-1
18.4 - Disposições Finais.................................................................................................... 18-5
CAPÍTULO 19 - INVENTÁRIO NOS ÓRGÃOS DE DISTRIBUIÇÃO
19.1 - Propósito................................................................................................................... 19-1
19.2 - Conceitos e Definições............................................................................................. 19-1
19.3 - Tipos de Inventário................................................................................................... 19-1
19.4 - Finalidade.................................................................................................................. 19-2
19.5 - Acompanhamento da Realização de Inventários...................................................... 19-2
19.6 - Responsabilidades..................................................................................................... 19-2
19.7 - Disposições Finais.................................................................................................... 19-4
OSTENSIVO - VII - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
ANEXOS
ANEXO A - Símbolos de Jurisdição do Material da MB................................................... A-1
ANEXO B - Cronograma de Eventos................................................................................. B-1
ANEXO C - Relação de COMARE para Combustíveis, Lubrificantes e Graxas (CLG). C-1
ANEXO D - Modelo de Ficha Assunto Proposto............................................................... D-1
ANEXO E - Modelo de Ficha Proposta de Alteração do RUMB....................................... E-1
ANEXO F - Relação de CDU, PDU e PEU.......................................................................... F-1
ANEXO G - Viaturas Utilizadas na MB.............................................................................. G-1
ANEXO H - Relação de COMARE para Viaturas - DAbM................................................ H-1
ANEXO I - Conceito e Definições das Atividades de Tráfego de Carga............................. I-1
ANEXO J - Lista de IAM (POSE) ...................................................................................... J-1
ANEXO K - Relação de COMARE para Munição.............................................................. K-1
ANEXO L - Lista de Siglas.................................................................................................. L-1
OSTENSIVO - VIII - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
INTRODUÇÃO
1 - PROPÓSITO
Estabelecer normas relativas à execução e ao desenvolvimento do conjunto de atividades
de Abastecimento na Marinha.
2 - APRESENTAÇÃO
As Normas para a Execução do Abastecimento descrevem o Sistema de Abastecimento da
Marinha (SAbM) e os procedimentos gerais adotados em sua execução.
A Norma compreende os seguintes assuntos:
CAPÍTULO 1 - Normas Gerais Sobre Abastecimento;
CAPÍTULO 2 - Normas sobre Catalogação;
CAPÍTULO 3 - Sistema de Informações;
CAPÍTULO 4 - Sobressalentes;
CAPÍTULO 5 - Material de Saúde;
CAPÍTULO 6 - Munição;
CAPÍTULO 7 - Combustíveis, Lubrificantes e Graxas;
CAPÍTULO 8 - Material Comum, Tintas e Produtos Químicos;
CAPÍTULO 9 - Gêneros Alimentícios;
CAPÍTULO 10 - Rações Operacionais;
CAPÍTULO 11 - Fardamento;
CAPÍTULO 12 - Viaturas;
CAPÍTULO 13 - Tráfego de Carga;
CAPÍTULO 14 - Programa de Organização de Sobressalentes (POSE);
CAPÍTULO 15 - Aprovisionamento;
CAPÍTULO 16 - Nacionalização;
CAPÍTULO 17 - Material em Reserva;
CAPÍTULO 18 - Avaliação de Desempenho do SAbM; e
CAPÍTULO 19 - Inventário nos Órgãos de Distribuição.
3 - PRINCIPAIS MODIFICAÇÕES
Esta publicação é a 7ª Revisão da SGM-201, que contempla as modificações de
procedimentos ocorridos no SAbM desde a última revisão em 2009.
A atual revisão abrange uma redução significativa no conteúdo da Norma, tendo em vista
que esta privilegiará a apresentação de definições, conceitos e procedimentos de caráter geral.
Os procedimentos operacionais que pormenorizam as disposições gerais não farão mais parte
da SGM-201 e serão regulamentados por meio da Instrução Permanente do Abastecimento
OSTENSIVO - IX - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
ABASTCMARINST nº 20-01, sob responsabilidade da Diretoria de Abastecimento da
Marinha (DAbM). Essa abordagem visa a tornar a SGM-201 mais prática na sua leitura, evitar
redundâncias de dispositivos normativos e possibilitar uma leitura mais dinâmica e fluida aos
usuários.
Todos os capítulos da versão anterior da Norma sofreram atualizações, sendo as mais
significativas: o Capítulo 5 anterior foi agregado ao Capítulo 4, por serem correlatos; o antigo
Capítulo 6, excluído, terá suas disposições definidas por meio das Normas SGM-202, no que
tange às obtenções no exterior; o Capítulo 16 anterior também foi excluído, por ter sido
expirada a necessidade de normatização do Material do Programa de Reaparelhamento da
Marinha (PRM); e o antigo Capítulo 20, que tratava da temática “Depósito Especial”, terá uma
ABASTCMARINST específica para regulamentar o tema.
Os Anexos B, C, E, F, G, H, I, J, K, M, N, O, P, S, U, V, Y, Z, AB, AC, AD, AE, AF, AG
e AI, bem como o Apêndice I ao Anexo X, todos da Rev.6, foram excluídos dessa nova
revisão. Os Anexos D, L, Q, R, T, W, X, AA, AH e AJ foram renomeados para B, C, D, E, F,
G, H, I, K e L. O Anexo A não foi renomeado e o Anexo J foi incluído.
4 - DISPOSIÇÕES GERAIS
a) Os casos omissos e esclarecimentos adicionais deverão ser solicitados diretamente à
DAbM, por meio de mensagem;
b) A DAbM emitirá instruções complementares, quando julgado cabível; e
c) A estrutura de Comando Redistribuidor (COMARE)/Comando Controlador
(COMACO) será estabelecida em função do Sistema Gerencial de cada categoria de material,
segundo conceituação prevista na SGM-107.
5 - CLASSIFICAÇÃO
Esta publicação é classificada, de acordo com o EMA-411 - Manual de Publicações da
Marinha, como: Publicação da Marinha do Brasil (PMB) não controlada, ostensiva, normativa
e norma.
6 - SUBSTITUIÇÃO
Esta publicação substitui à SGM-201 - Normas para a Execução do Abastecimento, 6ª
Revisão, aprovada em 31 de agosto de 2009.
OSTENSIVO -X- REV.7
OSTENSIVO SGM-201
CAPÍTULO 1
NORMAS GERAIS SOBRE ABASTECIMENTO
1.1 - ADEQUAÇÃO À DOUTRINA DE LOGÍSTICA MILITAR
As Normas Gerais sobre Abastecimento estão adequadas à Doutrina de Logística Militar.
1.2 - A IMPORTÂNCIA DO ABASTECIMENTO
A prontidão operativa, propósito maior de uma Força Naval, guarda estreita relação de
dependência com o desenvolvimento e a operação de um adequado Sistema de Apoio
Logístico, constituído a partir das áreas de abrangência das Funções Logísticas,
principalmente daquelas que estão mais intimamente ligadas ao material, isto é,
Suprimento, Transporte e Manutenção.
Colocado frente a frente com a crescente complexidade tecnológica e o constante
encarecimento dos sistemas de armas, o responsável pelo Abastecimento deve estar sempre
voltado para buscar o melhor rendimento dos escassos recursos postos a sua disposição. Ao
mesmo tempo, não pode perder de vista a grande importância de assegurar que o Sistema de
Abastecimento esteja permanentemente preparado, tanto na paz como na guerra, para atender
às demandas das forças combatentes. Sua ação envolve, pois, a contínua capacitação
profissional e a execução de uma gama de tarefas interdependentes, a serem desenvolvidas
para proporcionar o máximo atendimento a um custo mínimo.
1.3 - CONCEITO DE ABASTECIMENTO
Abastecimento é um conjunto de atividades que tem o propósito de prever e prover, para
as Forças e demais Organizações Militares (OM) da Marinha do Brasil (MB), o material
necessário a mantê-las em condições de plena eficácia e eficiência. Assim, o Abastecimento
proporciona um fluxo adequado do material necessário, desde as fontes de obtenção até as
OM Consumidoras (OMC), abrangendo a Função Logística Suprimento e parte da Função
Logística Transporte, além de relacionar-se, estreitamente, com a Função Logística
Manutenção.
1.3.1 - Fases Básicas do Abastecimento
Aplicam-se ao Abastecimento as mesmas Fases Básicas da Logística:
a) Determinação de Necessidades
Conforme definido na Doutrina de Logística Militar, a Determinação de
Necessidades “decorre do exame pormenorizado dos planos propostos e, em particular, das
OSTENSIVO - 1-1 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
ações e operações previstas, definindo quais são as necessidades, quando, em que quantidade,
suas especificações e em que local deverão estar disponíveis. A importância desta fase é
ressaltada pela complexidade a ela inerente e por se constituir na base em que se assentarão as
fases subsequentes”.
É importante acrescentar que, em função da escassez de recursos, a Determinação
de Necessidades não pode prescindir do estabelecimento de prioridades.
b) Obtenção
É a fase em que são identificadas as fontes e tomadas as medidas para a aquisição
das necessidades apresentadas.
c) Distribuição
Consiste em fazer chegar, oportuna e eficazmente, aos usuários, todos os recursos
fixados pela determinação das necessidades.
1.3.2 - Atividades de Abastecimento
As Fases Básicas acima descritas são desdobradas, na MB, em várias Atividades que
devem ser executadas, quase todas, muito antes de ocorrer a necessidade do material, a fim de
que possa ser garantido o apoio eficaz, no momento adequado.
O provimento dos itens de material, de qualquer natureza, necessários às OM, é
decorrência do processamento de todas estas atividades. Em virtude das características e
requisitos envolvidos, as Atividades de Abastecimento são agrupadas em dois tipos:
Atividades Técnicas e Gerenciais.
a) Atividades Técnicas
São aquelas relativas à orientação especializada pertinente às características
qualitativas, funcionais e de utilização do material, traduzidas na elaboração e estabelecimento
de normas que assegurem a consecução dos padrões a serem observados e dos resultados
esperados com a sua utilização; variam conforme a natureza do material e devem ser exercidas
antes das Atividades Gerenciais, pois lhes servem de base.
As Atividades Técnicas de Abastecimento são as seguintes: Pesquisa;
Desenvolvimento; Avaliação; Especificação; Inspeção; Determinação Técnica de
Necessidades; e Orientação Técnica.
b) Atividades Gerenciais
São aquelas de caráter administrativo, diretamente relacionadas com a manutenção
do fluxo adequado do material necessário às Forças e demais OM da MB, desenvolvidas com
OSTENSIVO - 1-2 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
base nos padrões fixados através do prévio desempenho das Atividades Técnicas. São
executadas sobre quaisquer categorias de material, independente de sua natureza, e
correspondem à etapa de provisão do material.
As Atividades Gerenciais de Abastecimento são as seguintes: Catalogação;
Contabilidade do Material; Determinação Corrente de Necessidades; Controle de Estoque;
Controle de Inventário; Obtenção; Armazenagem; Tráfego de Carga; Fornecimento; e
Destinação de Excessos.
1.4 - ORGANIZAÇÃO DO SISTEMA DE ABASTECIMENTO DA MARINHA
1.4.1 - Definição do Sistema
O exercício do Abastecimento é atribuição do SAbM, subsistema do Sistema de Apoio
Logístico da MB.
As atividades de Abastecimento estão sujeitas à orientação, coordenação e controle
específicos dos Órgãos de Supervisão e do Órgão de Superintendência, sem prejuízo da
subordinação das OM envolvidas.
Assim, entende-se por SAbM o conjunto constituído de Órgãos, processos e recursos
de qualquer natureza, interligados e interdependentes, estruturado com a finalidade de
promover, manter e controlar o provimento do material necessário à manutenção das Forças e
demais OM em condições de plena eficácia e eficiência.
1.4.2 - Estrutura do SAbM
A estrutura do SAbM compreende os seguintes Órgãos:
- Órgão de Supervisão Geral;
- Órgão de Superintendência;
- Órgão de Supervisão Técnica;
- Órgão de Direção Gerencial do Abastecimento;
- Órgãos de Direção Técnica e Gerencial, por Símbolo de Jurisdição (SJ); e
- Órgãos de Execução.
a) Órgão de Supervisão Geral
O Estado-Maior da Armada (EMA) é o Órgão de Supervisão Geral, ao qual cabe
orientar, coordenar e controlar as atividades dos Órgãos de Superintendência e de Supervisão
Técnica relacionadas com o Abastecimento da Marinha. É o responsável pela formulação e
aprovação dos planos e programas necessários ao eficiente desempenho das Atividades de
Abastecimento, referentes ao material destinado à manutenção das Forças Navais e demais
OSTENSIVO - 1-3 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
OM em condição de plena eficácia e eficiência.
b) Órgão de Superintendência
A Secretaria-Geral da Marinha (SGM) é o Órgão de Superintendência, ao qual cabe
exercer a supervisão gerencial e zelar pelo fiel cumprimento das diretrizes, normas, ordens e
instruções pertinentes em vigor e pelo funcionamento eficaz e eficiente e coordenado do
SAbM.
c) Órgão de Supervisão Técnica
A Diretoria-Geral do Material da Marinha (DGMM) é o Órgão de Supervisão
Técnica, ao qual cabe orientar, coordenar e controlar o exercício das Atividades Técnicas de
Abastecimento, por OM subordinadas ou não.
d) Órgão de Direção Gerencial do SAbM
O Órgão de Direção Gerencial do SAbM é a DAbM, a qual cabe assessorar o Órgão
de Superintendência, contribuindo para o eficaz e eficiente desempenho do SAbM.
e) Órgãos de Direção Técnica e Gerencial, por SJ
Os Órgãos de Direção Técnica são, normalmente, as Diretorias Especializadas (DE),
aos quais cabem, na sua área de jurisdição, conforme estabelecido Anexo A, planejar e dirigir
as Atividades de Abastecimento, Técnicas ou Gerenciais. São de dois tipos: os Órgãos de
Direção Técnica (ODT) e os Órgãos de Direção Gerencial (ODG).
Somente em casos excepcionais tal atribuição poderá ser delegada a outras OM.
f) Órgãos de Execução
Aos quais cabe o efetivo exercício das Atividades de Abastecimento, Técnicas ou
Gerenciais.
São de quatro tipos:
I) Órgãos Técnicos (OT)
As DE e o Comando do Material de Fuzileiros Navais (CMatFN) são os OT da
MB, responsáveis pelo exercício das Atividades Técnicas em relação ao material de sua
competência específica, podendo tal atribuição, em casos excepcionais, a critério da DGMM,
como Órgão de Supervisão Técnica, ser delegada a outra OM;
II) Órgãos de Controle (OC)
São responsáveis pela manutenção do equilíbrio entre as necessidades das OM e
as disponibilidades de material nos pontos de acumulação, através do controle dos níveis de
estoque, resultando em ações de recompletamento, redistribuição e destinação de excessos.
OSTENSIVO - 1-4 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
Os OC encontram-se discriminados no Anexo A;
III) Órgãos de Obtenção (OObt)
Órgãos de Execução do SAbM responsáveis pela Atividade Obtenção, no País
ou no Exterior, do material de interesse da MB; responsáveis pelas etapas da procura,
mediante a pesquisa, identificação e seleção das fontes de obtenção, da aquisição mediante a
compra do material ou contratação de serviços e do acompanhamento quanto aos prazos e
condições de entrega. Esta atribuição é exercida com base nas informações resultantes do
Controle de Inventário efetuado pelos OC. Os OObt, no País, são: o Centro de Obtenção da
Marinha no Rio de Janeiro (COMRJ) e as DE/CMatFN. No Exterior, são OObt: a Comissão
Naval Brasileira em Washington (CNBW) e a Comissão Naval Brasileira na Europa
(CNBE); e
IV) Órgãos de Distribuição (OD)
São os responsáveis pela acumulação e pelo fornecimento do material de sua
competência específica.
Os OD, conforme as tarefas a eles atribuídas, são de três tipos:
- Depósitos Primários - são Estabelecimentos de Apoio, de âmbito nacional,
dentro da cadeia de comando da DAbM, responsáveis pela distribuição do material de
determinada categoria, devidamente selecionada e especificada;
- Centros de Intendência da Marinha (CeIM) - são Estabelecimentos de Apoio,
de âmbito regional, sob supervisão funcional do Centro de Controle de Inventário da Marinha
(CCIM), responsáveis pela distribuição de material de várias categorias, devidamente
selecionadas e especificadas; e
- Organizações de Fornecimento - são outras OM de Apoio, de âmbito
nacional, regional ou local, responsáveis pela distribuição de material, de qualquer categoria,
que não estejam na cadeia de comando da DAbM ou sob a supervisão funcional do CCIM.
1.4.3 - Jurisdição do Material
As peculiaridades técnicas e gerenciais do material em uso na MB identificam
conjuntos homogêneos de itens, caracterizados por responsabilidades de gestão, agregados sob
o conceito de Jurisdição do Material.
A Jurisdição do Material é estabelecida pela DGMM, em coordenação com a SGM,
definindo, para cada item de material, o conjunto de Órgãos responsáveis pelo seu
Abastecimento (Órgão de Direção Técnica, Órgão de Direção Gerencial, Órgão Técnico,
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Órgão de Controle e Órgão de Distribuição). Essa Jurisdição do Material é definida por um
código alfabético, denominado Símbolo de Jurisdição (SJ), o qual, associado ao Número de
Estoque (NE), permite agrupar materiais em função de sua natureza ou aplicação específica. O
SJ é atribuído a cada item de material pelos Órgãos Técnicos, por ocasião da introdução do
item no SAbM e é divulgado pela DAbM, através de catálogos ou documentos específicos.
Os SJ do material em uso na Marinha e os Órgãos por eles responsáveis encontram-se
discriminados no Anexo A.
1.5 - RESPONSABILIDADES E ATRIBUIÇÕES NO SAbM
1.5.1 - Compete ao EMA:
a) exercer a Supervisão Geral das Atividades de Abastecimento;
b) promover a coordenação das atividades de manutenção e salvamento com as de
abastecimento, visando ao aperfeiçoamento do apoio logístico prestado às Forças e demais
OM da MB; e
c) manter os Órgãos do Setor de Apoio permanentemente informados dos programas
de incorporação ou aquisição, de baixa ou alienação de navios e aeronaves, assim como dos
de ativação ou desativação de OM de terra, a fim de lhes permitir orientarem seus
planejamentos.
1.5.2 - Compete à SGM:
a) superintender o SAbM e promover a supervisão gerencial;
b) designar os Órgãos de Direção Técnica e de Execução, em seu Setor;
c) cooperar com a DGMM no estabelecimento da Jurisdição do Material; e
d) elaborar as publicações que constituem as "Normas para Execução do Abastecimento".
1.5.3 - Compete à DGMM:
a) exercer a supervisão técnica;
b) designar os Órgãos de Direção Técnica e de Execução, em seu Setor; e
c) estabelecer a Jurisdição do Material, em coordenação com a SGM.
1.5.4 - Compete à DAbM:
a) assessorar a SGM no exercício da Superintendência do SAbM;
b) planejar e dirigir as Atividades Gerenciais de Abastecimento, em relação ao
material necessário à MB, exceto se especificamente atribuído a outro Órgão;
c) cumprir, quando isto lhe for especificamente atribuído, as funções de ODT;
d) executar ou promover a execução da Atividade Catalogação;
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e) administrar a Gerência de Metas sob sua responsabilidade;
f) organizar e manter os cadastros gerais do material da MB, bem como outros, de
qualquer natureza, necessários ao exercício das Atividades Gerenciais de Abastecimento; e
g) analisar, diagnosticar, estudar, solucionar ou propor soluções para os problemas
relacionados com o exercício das Atividades de Abastecimento.
1.5.5 - Compete ao CCIM:
a) atuar como OC dos itens com SJ sob sua responsabilidade, conforme indicados no
Anexo A, estabelecendo o adequado equilíbrio entre as necessidades da MB e as
disponibilidades de material nos pontos de acumulação;
b) executar as atividades gerenciais Determinação Corrente de Necessidades e
Controle de Inventário, no que se refere às categorias de material nas quais seja OC;
c) promover as atividades gerenciais Obtenção e Destinação de Excessos dos itens
cujos SJ possuam o CCIM como OC;
d) supervisionar os Órgãos de Distribuição sob sua subordinação hierárquica e,
funcionalmente, os Centros de Intendência da Marinha (CeIM) e os Órgãos de Obtenção, no
que se refere às atividades gerenciais de abastecimento;
e) coordenar a atividade gerencial Tráfego de Carga, bem como as tarefas relacionadas
com o recebimento e distribuição das Dotações Iniciais;
f) coordenar, junto ao setor operativo, as ações necessárias à prontidão dos meios
operativos, relacionadas ao abastecimento das categorias de material sob sua
responsabilidade; e
g) em complemento ao contido na alínea e, inciso 3.5.7 da SGM-303 (Rev.5), aprovar
os Laudos de Vistoria, Avaliação e Destinação (LVAD) decorrentes de Ajustes de Quantidade
por Baixa (AQB), para os itens armazenados nos Depósitos Primários e nos CeIM, referentes
aos estoques do SAbM, no que tange aos itens de sua responsabilidade como OC, de acordo
com o Anexo A.
1.5.6 - Compete aos Órgãos de Direção Técnica (ODT):
a) elaborar projetos, estudos e orçamentos relativos à construção, aquisição, cessão,
mobilização, modernização, ampliação, renovação, manutenção e reparos de equipamentos,
conjuntos de equipamentos, navios, aeronaves ou OM de terra, visando ao correto
desempenho das Atividades de Abastecimento; e
b) planejar e dirigir as Atividades Técnicas de Abastecimento em relação ao material
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OSTENSIVO SGM-201
de sua competência específica.
1.5.7 - Compete aos Órgãos de Direção Gerencial (ODG):
Planejar e dirigir o desenvolvimento das Atividades Gerenciais de Abastecimento,
definindo as Sistemáticas de Abastecimento a serem empregadas para cada categoria de
material.
1.5.8 - Compete aos Órgãos de Execução:
a) Órgãos Técnicos (OT):
I) executar as Atividades Técnicas de Abastecimento que lhes sejam atribuídas;
II) promover a obtenção do material sob a sua jurisdição referente às dotações
iniciais; e
III) elaborar e atualizar as dotações das unidades operativas e de apoio, segundo
orientação dos Órgãos de Supervisão Técnica e de Superintendência.
b) Órgãos de Controle (OC):
Executar a Determinação Corrente de Necessidades e o Controle de Inventário,
assim como promover a Obtenção ou a Destinação de Excessos do material sob sua
jurisdição.
c) Órgãos de Obtenção (OObt):
Executar a pesquisa e a seleção no mercado, nacional ou estrangeiro, de
fornecedores de materiais e serviços especializados dos Órgãos do SAbM, bem como a
aquisição de material, e seu diligenciamento, no País e no Exterior.
d) Órgãos de Distribuição (OD):
Executar o Controle de Estoque, a Armazenagem, o Fornecimento, a
Contabilidade do Material Estocado e o Tráfego de Carga - quando especificamente
designado - do material de sua jurisdição.
1.6 - O PLANEJAMENTO DO ABASTECIMENTO
1.6.1 - O Apoio Logístico e o Abastecimento
A partir do estabelecimento dos Requisitos de Estado-Maior (REM) ou das
características técnicas do material a ser introduzido em serviço na MB, é planejado o Apoio
Logístico Integrado (ALI), cujo propósito é assegurar a máxima disponibilidade do meio ou
do sistema, ao longo de toda a sua vida útil, a um custo aceitável.
Pode-se considerar que o Apoio Logístico percorre duas fases ao longo da vida útil do
meio/sistema: a fase de introdução e a fase operativa.
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OSTENSIVO SGM-201
Na fase de introdução, que vai desde a concepção até a entrada em serviço, inúmeras
atividades são desenvolvidas em paralelo por diversos setores da MB, em uma organização
do tipo matricial, de modo a desenvolver toda a infraestrutura de apoio ao meio/sistema. A
parte dessa infra-estrutura voltada para o apoio de abastecimento é estabelecida por meio do
processo de aprovisionamento. O propósito do aprovisionamento é assegurar que o material
de apoio esteja disponível para fornecimento nos OD do SAbM, antes do meio entrar em
operação, devendo ser providenciada a correspondente Catalogação e a elaboração das Listas
de Dotação.
Na fase operativa, que vai da entrada do meio em serviço até a sua baixa, o apoio de
abastecimento passa a ser prestado pelo SAbM, de modo a atender às necessidades de
material definidas na fase de aprovisionamento. Essas necessidades deverão ser revistas a
cada Período de Manutenção (PM), por meio da execução do PROGRAMA DE
ORGANIZAÇÃO DE SOBRESSALENTES (POSE), quando as dotações e os estoques de
material são redimensionados, de modo a otimizar a eficácia e eficiência do abastecimento
aos meios operativos.
A gestão integrada e interativa das fases de introdução e operativa supracitadas cada
vez mais se caracteriza como condição essencial na condução das funções logística
suprimento e manutenção, motivo pelo qual se observa, por parte das Marinhas dos países
que desenvolveram Bases Industriais de Defesa e que as organizaram a partir de uma
concepção estratégica de garantia dos respectivos interesses nacionais (econômicos,
comerciais, políticos, tecnológicos e militares), que a metodologia do Life Cycle Management
(LCM), ou Gestão do Ciclo de Vida, é imprescindível, à medida que possibilita a otimização
da razão custos/disponibilidade e transparência da gestão na condução dos novos Programas
voltados para a obtenção de meios e na gestão dos meios em operação.
A Gestão do Ciclo de Vida leva em consideração o desempenho, a segurança,
qualidade e o custo ao longo de todas as fases ciclo de vida de um sistema, quais sejam a
concepção, o desenvolvimento, a produção, a operação, apoio e o desfazimento.
1.6.2 - Recursos Financeiros
Os recursos financeiros que custeiam as atividades do SAbM são programados de
acordo com o Sistema do Plano Diretor (SPD).
O material de responsabilidade do SAbM deverá constituir linha de fornecimento,
autorizada com base em procedimentos específicos e obtidos através de recursos alocados às
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OSTENSIVO SGM-201
Ações Internas sob planejamento, execução e controle da Gerência de Metas da DAbM, ou de
outra(s) gerência(s) estipulada(s) no SPD, conforme o caso. A inclusão de qualquer material
na linha de fornecimento só poderá ser providenciada após aprovação do OT competente, a
quem caberá executar todas as atividades necessárias à correta introdução do item na MB.
A obtenção do material - correspondente aos equipamentos, equipagens e dotações
iniciais, de bordo e de base, decorrentes da construção ou aquisição de oportunidade de novos
meios navais, aeronavais e de fuzileiros navais, bem como da consecução de novas
instalações e da mobilização, modernização ou ampliação dos meios ou instalações já
existentes - deverá ser efetuada por conta de recursos específicos, previamente alocados às
Ações Internas dos Gerentes de Metas pertinentes, de acordo com o SPD, em função da
avaliação e especificações previamente estabelecidas pelos OT, e obedecendo às normas
baixadas pela DGMM, em coordenação com a SGM.
Os recursos alocados à Gerência de Metas da DAbM serão destinados, primordial e
prioritariamente, à manutenção dos níveis de estoque dos itens necessários ao
recompletamento das dotações de bordo e de base.
A reposição ou substituição de equipamentos e equipagens deverá ser efetuada por
conta de recursos alocados aos Gerentes de Metas pertinentes.
O fornecimento de material pelos OD às Organizações Militares Prestadores de
Serviço (OMPS) - quando destinado à utilização em atividades de produção, em reparos de
2°, 3° e 4° escalões, ou em obras extra-MB - só poderá ser efetuado se existir disponibilidade
em estoque e se, a critério dos OC, houver conveniência e for oportuno o atendimento da
solicitação, sem prejuízo do abastecimento rotineiro.
Os OC poderão, também, se julgarem conveniente, promover aquisições específicas,
para entrega direta de qualquer tipo de material, devidamente cadastrado, a qualquer
OM solicitante.
Para determinadas categorias de material, especialmente aquelas que não são
contempladas com recursos orçamentários próprios para o recompletamento de níveis de
estoque, o preço de venda de itens às OMC poderá ser acrescido de uma taxa de
administração. Esta taxa visa a contribuir para a formação de recursos a serem utilizados para
manter a contínua disponibilidade de material nos OD, compensando o impacto dos aumentos
inflacionários dos preços nas futuras aquisições de itens para compor o estoque e a cobrir
custos logísticos operacionais.
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1.7 - DISPOSIÇÕES FINAIS
Outras disposições referentes a Normas Gerais sobre Abastecimento encontram-se
descritas no Anexo A da ABASTCMARINST nº 20-01, o qual possui caráter complementar
ao presente capítulo.
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CAPÍTULO 2
NORMAS SOBRE CATALOGAÇÃO
2.1 - PROPÓSITO
Descrever os conceitos aplicáveis à Atividade Gerencial de Catalogação.
2.2 - CONCEITO
Em sentido amplo, catalogação significa inserir dados em um catálogo. Como uma das
Atividades do Abastecimento, a catalogação compreende o conjunto de tarefas a seguir:
identificação, classificação, codificação e inclusão na base de dados da MB.
2.3 - PROPÓSITO DA CATALOGAÇÃO
A catalogação tem como propósito estabelecer uma linguagem única entre os elementos
envolvidos no processo de abastecimento, por meio de métodos padronizados para
identificação, classificação e atribuição de códigos a itens de interesse da MB.
2.4 - SISTEMA DE CATALOGAÇÃO DA MB (SCMB)
A atividade de catalogação está organizada sob a forma de sistema, sujeita à orientação,
coordenação e controle específicos do Órgão de Superintendência, sem prejuízo da
subordinação das OM envolvidas ao órgão em cuja estrutura administrativa estiverem
integrados.
2.4.1 - Finalidade
O SCMB é o conjunto de órgãos, processos e recursos de qualquer natureza,
interligados e interdependentes, estruturado com a finalidade de planejar, executar e controlar
as atividades de catalogação na MB.
2.4.2 - Abrangência
O SCMB compreende políticas, princípios, normas, procedimentos e instruções para:
a) identificar, classificar, codificar e incluir itens no sistema de material; e
b) arquivar os dados coletados citados acima, codificar o material, colocar à
disposição as informações, regulamentar o manuseio e manter atualizada a base de dados da
MB.
2.4.3 - Sistema Computacional
O SCMB é apoiado pelo Sistema de Informações Gerenciais de Abastecimento
(SINGRA).
2.4.4 - Sistema OTAN de Catalogação (SOC)
Os países membros da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN)
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OSTENSIVO SGM-201
desenvolveram um sistema único de catalogação, denominado Sistema OTAN de Catalogação
(SOC), o qual é gerenciado pelo "National Directors on Codification” (AC/135), com a
finalidade de aumentar a eficiência dos sistemas logísticos das nações participantes da OTAN.
O Brasil assinou acordo de patrocínio com o grupo OTAN de Diretores Nacionais da
Catalogação (AC/135) para participação como usuário do SOC, sendo o Centro de Apoio a
Sistemas Logísticos de Defesa (CASLODE) o órgão brasileiro interlocutor com aquele
Sistema. Dessa forma, o SCMB deve manter compatibilidade com a estrutura de dados do
SOC e com o sistema utilizado pelo CASLODE.
2.4.5 - Sistema de Catalogação de Defesa (SISCADE)
Foi instituído pelo Ministério da Defesa com a finalidade de desenvolver as atividades
de catalogação de material no âmbito das Forças Armadas. O SISCADE tem como Órgão
Operacional Central o CASLODE, a quem cabe coordenar e centralizar as informações nele
contidas. Há ainda na estrutura do SISCADE:
a) Centrais de Coordenação de Catalogação (3C), que são os órgãos, em cada Força
Armada ou em qualquer outra esfera governamental, responsáveis pela catalogação na
respectiva Força ou esfera de governo, sendo o ponto de contato com o CASLODE; e
b) Agências de Catalogação (AgCat), que são órgãos internos de cada Força Armada
ou segmento governamental responsáveis pela compilação dos dados técnicos, pela
identificação do item de suprimento e submissão à 3C para atribuição dos códigos devidos.
2.5 - ESTRUTURA FUNCIONAL DO SCMB
A estrutura do SCMB compreende os seguintes órgãos:
2.5.1 - Órgão de Superintendência
A SGM é o Órgão de Superintendência do SCMB, ao qual compete:
a) planejar e dirigir o SCMB, fixando tarefas e prazos para os demais componentes
do sistema desempenharem suas atribuições;
b) baixar normas e definir procedimentos relativos à execução da catalogação;
c) orientar, coordenar e controlar as tarefas de catalogação;
d) estabelecer ou aprovar planos e programas necessários ao eficiente desempenho da
atividade catalogação; e
e) prover os meios necessários ao funcionamento adequado do SCMB.
2.5.2 - Central de Coordenação de Catalogação (3C)
A DAbM é a 3C da MB, à qual compete:
a) zelar pelo fiel cumprimento das diretrizes, normas, ordens e instruções pertinentes
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OSTENSIVO SGM-201
em vigor e pelo funcionamento eficiente e coordenado do SCMB;
b) organizar e manter o arquivo-geral de dados sobre o material de interesse da MB;
c) operar e manter o Subsistema de Catalogação do SINGRA;
d) colocar à disposição as informações necessárias aos diversos usuários do sistema,
na forma e frequência adequadas;
e) em caso de ambiguidade, definir a responsabilidade sobre itens idênticos,
promovendo ou efetuando as correções que se fizerem necessárias;
f) acompanhar a codificação efetuada pelas AgCat, a fim de garantir a consistência
dos dados introduzidos no sistema;
g) manter atualizada a base de dados da MB, no que concerne à catalogação;
h) exercer supervisão funcional sobre as tarefas das AgCat, por meio da disseminação
de procedimentos operacionais, da introdução de críticas no SINGRA e da auditoria dos
dados catalogados no banco de dados;
i) como integrante do SISCADE, consolidar as solicitações de serviços de
catalogação recebidas das AgCat e enviá-las ao CASLODE;
j) processar evoluções no sistema de itens de suprimento e equipamentos, quando
envolver AgCat distintas;
k) promover a alteração de Unidades de Fornecimento (UF) na base de dados, dos
itens de suprimento pertencentes à cadeia logística da MB;
l) atribuir um NE provisório com Índice de Procedência de Catalogação - IPC BR,
quando solicitado por uma AgCat, observando-se os critérios estabelecidos por esta Norma;
m) manter atualizada a tabela de Cadastro de Artigos do banco de dados de
catalogação, com base nas informações prestadas pelas AgCat;
n) atribuir código de Meio;
o) representar a MB no SISCADE, no que tange às atividades técnicas, de controle e
de execução do SCMB; e
p) efetuar a distribuição, na MB, das vagas em cursos de catalogação oferecidas.
2.5.3 - Agências de Catalogação (AgCat)
São os Órgãos do SCMB responsáveis pela correta e oportuna coleta dos dados sobre
o material a ser introduzido no serviço da MB.
Os Órgãos Técnicos do SAbM, que executam a Atividade Técnica da Catalogação,
são denominados AgCat.
Às AgCat compete:
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OSTENSIVO SGM-201
a) efetuar a coleta e a manutenção dos dados necessários à catalogação e ao
desempenho das demais funções e atividades de Apoio Logístico pertinentes;
b) escolher o Método de Identificação adequado ao material que estiver sendo
catalogado, dando preferência ao método descritivo, considerando a conveniência de
concorrer para a padronização e a nacionalização do material em uso na MB e, também, nas
demais Forças Armadas;
c) identificar e classificar o material sob sua jurisdição;
d) compilar os dados técnicos, proceder à identificação e classificação do item de
suprimento de sua jurisdição;
e) enquadrar no SJ adequado os itens de suprimento sob sua responsabilidade
específica, observadas as normas baixadas pela DGMM;
f) indicar a aplicação, a substituição e a intercambialidade dos itens de suprimento sob
sua jurisdição;
g) manter um processo permanente de revisão dos itens de suprimento de sua
responsabilidade já catalogados, a fim de eliminar os desnecessários, corrigir os dados
cadastrados e minimizar a probabilidade de existência de duplicidade de NE para itens de
suprimento iguais;
h) definir os dados de previsão, relativos ao exercício da Determinação Técnica de
Necessidades, utilizando-se do SCMB para a sua integração, racionalização e divulgação; e
i) cumprir as normas e procedimentos relativo à operacionalização da catalogação no
SINGRA.
2.6 - CLÁUSULA CONTRATUAL DE CATALOGAÇÃO
2.6.1 - Aspectos legais
A Portaria Normativa nº 2.037 de 14AGO2014 do Ministério da Defesa estabelece, no
seu art. 1º, que nos editais de licitações e nos contratos de aquisição de meios, equipamentos,
sistemas e todo e qualquer material deverão constar cláusulas versando sobre catalogação, que
exijam do contratado o fornecimento de dados técnicos e de gestão que permitam identificar
os itens de suprimento a fornecer.
2.6.2 - Considerações gerais
a) nos editais de licitações e nos contratos de aquisição de meios, equipamentos,
sistemas e todo e qualquer material deverão constar cláusulas versando sobre catalogação, que
exijam do contratado o fornecimento de dados técnicos e de gestão que permitam identificar
os itens de suprimento a fornecer.
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OSTENSIVO SGM-201
Entende-se como item de suprimento todo material que for adquirido, estocado,
distribuído, utilizado, alienado e sobre o qual uma autoridade de gerenciamento de materiais
necessite reunir informações, mantendo ainda estas sempre disponíveis para as demais
funções logísticas.
b) a entrega dos dados, pelo contratado, necessários para a identificação e gestão dos
itens de suprimento ocorrerá antes do fornecimento do material, objeto principal do contrato.
Tal entrega deverá estar descrita como um evento do cronograma de desembolso financeiro.
c) a entrega, pelo contratado, dos dados necessários à identificação e gestão dos itens
de suprimento deverá obedecer aos procedimentos descritos na ABASTCMARINST nº 20-01.
2.7 - PROCESSAMENTO DA CATALOGAÇÃO
O processamento da catalogação obedecerá, obrigatoriamente, às seguintes premissas:
a) o elemento básico para a catalogação é o Equipamento (EQ) ou a Equipagem (EG);
b) os itens são introduzidos no SCMB em decorrência da entrada na MB dos EQ/EG a
que pertencem, nela permanecendo enquanto tais EQ/EG estiverem em serviço;
c) para efeitos de catalogação, uma OM é constituída por um conjunto de EQ/EG; e
d) o arquivamento e o controle centralizados dos dados são essenciais para que haja
padronização, integração, racionalização e economia.
2.8 - FASES DA CATALOGAÇÃO
A catalogação de um determinado item de material é executada segundo as seguintes fases:
a) Identificação;
b) Classificação;
c) Codificação; e
d) Inclusão na base de dados da MB.
2.9 - CÓDIGO DE EMPRESA (CODEMP)
Seja qual for o método de identificação empregado, faz-se necessária a indicação do
fabricante de um item de suprimento. Com o propósito de tornar mais simples esta indicação,
foi adotado um código para individualizar cada empresa de interesse do material da MB.
O CODEMP é um código numérico ou alfanumérico de cinco dígitos atribuído a
entidades organizacionais que fabricam itens de suprimento e possuam informações técnicas
sobre o material incluído no SOC/SISCADE, a saber: fornecedores de materiais e serviços,
Órgãos de Governo (brasileiro ou estrangeiros), Sociedades Classificadoras de Material e,
ainda, empresas montadoras de equipamentos (fabricantes de equipamentos que utilizam
alguns componentes de outra fabricação), cujos NUMREF identifiquem material em uso na
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MB.
Para permitir a administração do material em diferentes atividades, há, também,
necessidade de codificar as empresas em geral que transacionam com a MB, inclusive
representantes e prestadores de serviços (transporte, reparos etc.).
2.10 - CÓDIGOS DE EQUIPAMENTOS/EQUIPAGENS (CODEQ/CODEG)
Os equipamentos/equipagens (EQ/EG), elementos básicos do SCMB, são
individualizados por um código padronizado, de estrutura variável regulada por instrução
específica, que serve para assegurar a ligação entre os itens e o EQ/EG onde estão aplicados,
servindo também para controlar a configuração dos EQ/EG de cada OM.
2.11 - NÚMERO DE ESTOQUE (NE)
É o principal código atribuído a um item de suprimento, num determinado sistema de
material, ou seja, aquele que o individualiza dentro desse sistema. No SCMB, os NE
utilizados são o “NATO Stock Number”, o Número Brasileiro de Estoque e o Número de
Estoque Brasileiro; este último em caráter excepcional e diante da impossibilidade de
atribuição dos anteriores.
2.12 - DISPOSIÇÕES FINAIS
O Anexo B da ABASTCMARINST nº 20-01 contempla as ações e procedimentos
complementares às orientações acima descritas, a serem adotados pelos Órgãos do SCMB,
bem como os conceitos aplicados na Atividade Gerencial de Catalogação.
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CAPÍTULO 3
SISTEMA DE INFORMAÇÕES
3.1 - SISTEMA DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS DO ABASTECIMENTO
(SINGRA)
Foi criado pela DAbM em função da necessidade do SAbM em manter um sistema de
informações e de gerência de material que se destina a apoiar as fases básicas das funções
logísticas Suprimento, Transporte e Manutenção relacionadas ao abastecimento, prevendo e
provendo os recursos de informação (regras, informações e tecnologia) necessários ao
desempenho das atividades técnicas e gerenciais de abastecimento.
3.2 - AMBIENTES DO SINGRA
Devido a requisitos de ordem tecnológica, o SINGRA possui atualmente os seguintes
ambientes:
3.2.1 - CLIENTE-SERVIDOR (CS): contém todas as transações do SINGRA, sendo
utilizado primordialmente pelos órgãos pertencentes ao SAbM. Este ambiente possui banco
de dados centralizado e aplicação distribuída, ou seja, a aplicação será instalada na máquina
do usuário.
3.2.2 - WEB: contém um subconjunto de transações do ambiente CLIENTE-SERVIDOR,
destinado a facilitar o acesso ao sistema pelas diversas OM da MB.
O acesso ao ambiente SINGRA/WEB é pela Intranet, página da DAbM, no endereço
[Link].
3.3 - SUBSISTEMAS DO SINGRA NO AMBIENTE CS
Os subsistemas disponíveis no ambiente SINGRA CS são os seguintes:
3.3.1 - Subsistema Catalogação – SINGRA-Catalogação
O SINGRA-Catalogação se destina a permitir a execução da atividade gerencial
Catalogação, exercida pelas OM componentes do SCMB.
3.3.2 - Subsistema Requisições de Material – SINGRA-RM
O SINGRA-RM se destina a permitir a execução das atividades gerenciais
Fornecimento e Destinação de Excessos exercidas pelos OD do SAbM.
3.3.3 - Subsistema Financeiro - SINGRA-Financeiro
O SINGRA-Financeiro se destina a permitir a distribuição e controle de recursos e
limites financeiros relacionados às categorias de material apoiadas pelo SAbM, bem como o
controle e atualização dos preços de venda e de planejamento no Sistema.
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3.3.4 - Subsistema de Obtenção – SINGRA-Obtenção
O SINGRA-Obtenção se destina a permitir a execução da atividade gerencial
Obtenção, exercida pelos Órgãos de Obtenção no país.
3.3.5 - Subsistema de Gerência de Projetos – SINGRA-Gerência de Projetos
O SINGRA-Gerência de Projetos se destina a permitir o planejamento do
abastecimento de um conjunto de itens necessários à execução de um determinado Projeto,
disponibilizando funcionalidades que facilitam a geração de RM, Segregação e Encomendas
do Material (país e exterior).
Este subsistema é utilizado, principalmente, no gerenciamento do abastecimento de
sobressalentes aos meios previstos no PROGEM e de Dotações Iniciais.
3.3.6 - Subsistema de Planejamento – SINGRA-Planejamento
O SINGRA-Planejamento se destina a apoiar a execução da atividade gerencial
Controle de Inventário pelos Órgãos de Controle do SAbM, disponibilizando uma ferramenta
informatizada que permite a análise de demanda, verificação dos níveis de estoque e a
emissão de encomenda no país, por meio de Estimativas de Obtenção (EO) e Pedido de
Obtenção (PO).
3.3.7 - Subsistema de Controle – SINGRA-Controle
O SINGRA-Controle se destina a permitir a avaliação de desempenho dos Órgãos de
Controle, de Obtenção e de Distribuição do SAbM.
3.3.8 - Subsistema de Administração – SINGRA-Administração
O SINGRA-Administração se destina a permitir o gerenciamento das atividades de
apoio ao SINGRA, tais como: controle de acesso e das transações executadas pelos usuários;
controle do calendário de atividades e divulgação de informações por meio de quadro de
avisos e de correio eletrônico. Este subsistema é de uso exclusivo da DAbM.
3.4 - SUBSISTEMAS DO SINGRA-WEB
Os subsistemas disponíveis no ambiente SINGRA-WEB são os seguintes:
3.4.1 - Subsistema Catalogação – SINGRA-Catalogação
O SINGRA-Catalogação se destina a permitir que as OMC efetuem consultas diversas,
relacionadas à atividade gerencial Catalogação.
3.4.2 - Subsistema SINGRA 2007
O SINGRA 2007 disponibiliza, no ambiente Web, os seguintes subsistemas:
a) Subsistema SINGRA-Depósito – Apoia as atividades gerenciais Contabilidade do
Material, Controle de Estoque, Armazenagem e Fornecimento, exercidos pelos OD;
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b) Subsistema PDU (SINGRA-PDU) - Apoia as atividades desenvolvidas pelos
Postos de Distribuição de Uniformes (PDU), Posto de Distribuição de Uniformes Móvel
(PDU-Móvel), Postos de Encomenda de Uniformes (PEU) e Centros de Distribuição de
Uniformes (CDU);
c) Subsistema CLG (SINGRA-CLG) - Apoia o controle gerencial dos estoques, das
quotas, dos contratos e das reservas de CLG na MB; e
d) SINGRA-RM - Apoia a emissão e controle de RMT, que é utilizada no âmbito do
SAbM, para a movimentação de suprimentos entre os Centros de Acumulação de Material
(CAM).
3.4.3 - Subsistema de Movimentação – SINGRA-Movimentação
O SINGRA-Movimentação se destina a permitir que as OMC efetuem movimentação
de material junto ao SAbM.
3.4.4 - SINGRA-Gerência de Projetos
O SINGRA-Gerência de Projetos se destina a permitir às OMC o gerenciamento dos
seus Projetos de Abastecimento, notadamente aqueles destinados ao abastecimento de
sobressalentes para os meios previstos no PROGEM ou de suas Dotações Iniciais.
3.4.5 - Subsistema SISGLT – SINGRA-GLT
O SINGRA-SISGLT se destina a permitir o gerenciamento e acompanhamento das
ações de Tráfego de Carga, executadas no País e no Exterior.
3.4.6 - Subsistema SISBORDO Sobressalentes
O SISBORDO Sobressalentes se destina a permitir o gerenciamento das
movimentações do material no âmbito das OMC e seus COMIMSUP, dando suporte às
atividades gerenciais Catalogação, Obtenção, Controle de Estoque e Fornecimento de itens da
categoria de material Sobressalentes.
3.4.7- Subsistema SISBORDO Armamento
O SISBORDO Armamento se destina a permitir o gerenciamento das movimentações
do material no âmbito das OMC, dando suporte às atividades gerenciais Catalogação,
Obtenção, Controle de Estoque e Fornecimento.
3.4.8 - Subsistema SOMAR
O SOMAR se destina se destina a permitir a inserção e consulta de Solicitação ao
Exterior (SE) pelas OMS e a apoiar a aquisição de bens e contratação de serviços efetuadas
pelo OObtExt.
OSTENSIVO - 3-3 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
3.5 - ACESSO AO SISTEMA DE INFORMAÇÕES
A OM interessada em acessar o SINGRA deve solicitar a DAbM, por mensagem, o
cadastramento dos seus usuários.
3.5.1 - CANCELAMENTO DE ACESSO
Compete à OM solicitar à DAbM, por mensagem, que cancele o cadastramento de
qualquer usuário que não deva mais acessar o Sistema, notadamente nos casos de
desembarque.
3.6 - SOLICITAÇÃO DE MATERIAL AO SAbM
A OM que necessitar de material atendido pelo SAbM deve emitir, no SINGRA, uma
Requisição de Material (RM), que é o documento por meio do qual uma OM apresenta ao
SAbM suas necessidades de material.
3.7 - DEVOLUÇÃO DE MATERIAL AO SAbM
A devolução de material pelas OM da linha de fornecimento do SAbM é possível, mas
está condicionada a avaliação prévia pelos OC de sua viabilidade. Requisição de Devolução
de Material (RD) é o documento, do SINGRA, utilizado pela OM para propor ao OC a
devolução de material.
3.8 - DÍVIDA
Dívida é uma obrigação do SAbM para com a OM, sendo registrada quando esta,
cumprindo os requisitos previstos nas normas, solicitar um item que não esteja disponível nos
estoques dos OD.
3.9 - DISPOSIÇÕES FINAIS
Os procedimentos operacionais referentes ao Sistema de Informações do SAbM
encontram-se descritos no Anexo C da ABASTCMARINST nº 20-01, o qual possui caráter
complementar ao presente capítulo.
OSTENSIVO - 3-4 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
CAPÍTULO 4
SOBRESSALENTES
4.1 - PROPÓSITO
Estabelecer normas e procedimentos para o abastecimento de sobressalentes destinados:
- ao recompletamento das dotações de bordo e reparos de 1° e 2° escalões;
- dos sobressalentes destinados aos Períodos de Manutenção (PM) e Revisões
Programadas dos Meios Navais e Aeronavais previstos no Programa Geral de Manutenção
(PROGEM); e
- do material de responsabilidade das Diretorias Especializadas (DE).
4.2 - ABASTECIMENTO DE SOBRESSALENTES
4.2.1 - Material Sobressalente
São classificados no SINGRA como material sobressalente, os itens que possuam os
seguintes Símbolos de Jurisdição (SJ): “AN”, “CH”, “CN”, “DN”, “FN”, “IH”, “IN”, “LH”,
“LN”, “NH”, “NN”, “OH”, “ON”, “P”, “PN”, “RN”, “RH”, “SH”, “SN”, “TH”, “TN”, “VH”,
“VN”, “X”, “YH”, “YN” e “ZN”.
4.2.2 - Limite Financeiro para emissão de Requisições de Material
O Limite Financeiro (LF) destinado às Organizações Militares Consumidoras (OMC)
para emissão de Requisições de Material (RM) de sobressalentes de SJ “AN”, “CH”, “CN”,
“DN”, “FN”, “NH”, “NN”, “OH”, “ON”, “P”, “PN”, “SH”, “TH”, “TN”, “VH”, “VN”, “X”,
‘YH”, “YN” e “ZN’, junto ao SAbM, será provisionado, distribuído, redistribuído,
remanejado e acompanhado exclusivamente no SINGRA, nas contas correntes descritas na
ABASTCMARINST nº 20-01.
4.2.3 - Emissão de Requisição de Material de Consumo (RMC)
A emissão de RMC com Prioridade Normal estará condicionada a:
a) disponibilidade de Limite Financeiro (LF) na conta das OMC; e
b) aplicação do item em equipamento constante da LISDIN da OMC.
Quando a OMC necessitar de um item não cadastrado no SINGRA deverá solicitar o
seu cadastramento junto ao Órgão de Execução Técnica (OET) do item, conforme Anexo A.
O comprometimento do LF será feito com base no preço de custo do item registrado
no SINGRA, sendo debitadas do LF disponível para a OMC às eventuais variações de preços
ocorridas no período compreendido entre a emissão da RMC e a sua liberação pelo OC. Tal
operação será feita automaticamente pelo SINGRA e, caso o limite disponível não comporte
esta variação, o OC deverá solicitar, por mensagem, que a OMC apresente LF adicional, ou
OSTENSIVO - 4-1 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
que ofereça recursos reais em troca de LF adicional.
Caso a OMC não regularize a situação, a RMC será cancelada ao final do exercício.
A emissão de RMC de Prioridade Urgente deverá cumprir os procedimentos previstos
na ABASTCMARINST nº 20-01.
4.2.4 - Análise de RMC
Após a inserção de uma RMC no SINGRA, o OC (Centro de Controle de Inventário
da Marinha (CCIM), Comando do Material de Fuzileiros Navais (CMatFN), Diretoria
Especializada (DE) ou Centros de Intendência (CeIM) efetuará a análise da mesma, podendo:
a) liberá-la, em função da disponibilidade dos estoques, alterando sua situação para
EA - em atendimento;
b) comprometer (segregar) o estoque, alterando a situação da RMC para CP -
comprometida;
c) cancelá-la, alterando sua situação para CC - cancelada; ou
d) colocá-la em dívida, alterando sua situação para DV - em dívida.
Por ocasião da análise de uma RMC, poderá ocorrer seu desmembramento em duas ou
mais RMC, pois a critério do OC a quantidade a ser solicitada poderá, simultaneamente, ser
atendida parcialmente, comprometida, cancelada e/ou colocada em dívida. Em qualquer das
hipóteses, o número sequencial da RMC originária irá se repetir para as demais.
4.2.5 - Vigência da RMC
As RMC inseridas no SINGRA, no ano A, com crédito relativo a LF-181 (emissão de
RMC para atendimento de necessidades de 1° e 2° escalões de manutenção) e não atendidas
por falta de estoque, constituirão dívidas do SAbM, permanecendo nesta situação até o ano
A+1.
O CCIM, com base nas disponibilidades de recursos financeiros, providenciará a
obtenção dos sobressalentes para atendimento das RMC DV - em dívida.
4.2.6 - Devolução de Material
A devolução de material ao SAbM poderá ser feita em qualquer época, sendo o valor
correspondente creditado na conta corrente da OMC, condicionada a avaliação prévia pelos
OC de sua viabilidade.
Após formalizada a devolução do material, será concedido à OMC um LF no
SINGRA, no valor correspondente ao material devolvido.
OSTENSIVO - 4-2 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
Os itens devolvidos pelo Programa de Organização de Sobressalentes (POSE), que
será detalhado no Capítulo 14, e pelos meios operativos em processo de baixa não geram
direito à restituição de LF.
4.2.7 - Oferecimento de Recursos Reais em troca de LF
As OMC podem oferecer recursos reais em troca de LF-181. Os créditos oferecidos
não poderão ser retornados ao projeto original, devendo ser utilizados prioritariamente pelo
CCIM.
As providências a serem adotadas pelas OM para a utilização de créditos de sua
Execução Financeira na obtenção de sobressalentes junto ao SAbM poderão ser consultadas
na ABASTCMARINST nº 20-01.
4.2.8 - Obtenção de sobressalentes fora do SAbM
O gerenciamento dos estoques de qualquer categoria de material tem início com o
conhecimento de sua demanda real. Sem esse conhecimento, a previsão da demanda ficará
comprometida seriamente. Por melhor que sejam os algoritmos disponíveis, eles se revelarão
ineficientes. Desse modo, é fundamental que o SAbM tenha conhecimento de todas
aquisições realizadas. Em uma última análise, a situação ideal para a MB é que todas as
aquisições de sobressalentes sejam realizadas no SAbM.
Caso seja indispensável a aquisição de sobressalentes fora do SAbM, as OM que
porventura realizarem essa aquisição deverão, a fim de contribuir para o conhecimento da
demanda real dessa categoria de material na MB, inserir os dados do item adquirido no
SINGRA-WEB e informar por mensagem, conforme instruções contidas na
ABASTCMARINST nº 20-01.
4.2.9 - SISBORDO
O subsistema SISBORDO se destina a permitir o gerenciamento das movimentações
do material de sobressalentes no âmbito das OMC, dando suporte às atividades gerenciais
Catalogação, Obtenção, Controle de Estoque e Fornecimento. Os materiais solicitados pelas
OMC devem ter o seu estoque e movimentações internas controlados por meio do sistema em
tela.
4.3 - ABASTECIMENTO DO MATERIAL DE RESPONSABILIDADE DAS
DIRETORIAS ESPECIALIZADAS (DE)
4.3.1 - Material de SJ “A”, “C”, “F”, “N” e “V”
As RMC de itens de SJ "A", "C", "F", “N” e "V" possuem frequência aleatória por
serem decorrentes, na sua maioria, do desgaste pelo longo tempo de utilização ou da
OSTENSIVO - 4-3 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
ocorrência de avarias, exigindo recursos financeiros significativos para o seu atendimento.
Por este motivo, normalmente, não são formados estoques para pronto atendimento destes
itens, tornando-se necessário obtê-los com recursos financeiros específicos das Gerências de
Metas dos OET responsáveis pelo material.
As RMC desse tipo de material deverão ser inseridas no SINGRA, obedecendo a
critérios estabelecidos pelos respectivos OC.
Quando a OMC necessitar de um equipamento ou item não cadastrado, deverá solicitar
o seu cadastramento junto ao OET do material, nos termos do Anexo A, por ofício, via
COMIMSUP, indicando as características do equipamento solicitado e os motivos que
justificam a requisição, seguindo as orientações constantes na ABASTCMARINST nº 20-01.
4.3.2 - Abastecimento de material de outros SJ
A OMC que desejar obter material de SJ diferente do discriminado nos incisos 4.2.1 e
4.3.1, como por exemplo, SJ “I”, “J”, “L”, “O”, “S”, “T”, “Y” e “Z”, deverá cumprir os
procedimentos estabelecidos pelo Órgão de Direção Gerencial (ODG) pertinente, nos termos
do Anexo A.
4.4 - ABASTECIMENTO DO PROGRAMA GERAL DE MANUTENÇÃO E DE
REVISÕES PROGRAMADAS
4.4.1 - CONSIDERAÇÕES INICIAIS
O subsistema Gerência de Projetos do SINGRA é a ferramenta gerencial destinada a
permitir o planejamento, a execução e o controle físico-financeiro do abastecimento de
sobressalentes destinados aos PM/Revisões Programadas.
4.4.2 - DEFINIÇÕES
a) Cadastro de Projetos
É um banco de dados existente no subsistema Gerência de Projetos do SINGRA, de
natureza permanente e utilizado para registro de projetos destinados a atender a determinado
PM/Revisão Programada.
Projeto é um conjunto de natureza temporária que contém itens de suprimento e
respectivas quantidades e tem por finalidade permitir o gerenciamento individualizado das
necessidades relativas a determinado PM/Revisão Programada, desde o momento em que são
apresentadas até o completo atendimento das mesmas, ocasião em que o projeto deverá ser
encerrado.
O projeto é criado pelos Comandos Redistribuidores (COMARE) com base em
informações previstas no PROGEM constantes do SINGRA, atendendo aos prazos e às
OSTENSIVO - 4-4 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
diretrizes estabelecidas em Circular emitida pela DAbM.
Para cada PM/Revisão Programada cadastrado no Mapa do PROGEM, existirá
apenas um projeto a ele associado.
b) Cadastro de Conjuntos Passivos
Os Conjuntos Passivos são compostos de itens de suprimento necessários para a
manutenção dos meios, que são cadastrados no subsistema Gerência de Projetos do SINGRA,
com as respectivas quantidades e equipamentos onde se encontram aplicados.
A competência pela criação/atualização de um conjunto passivo é do Órgão de
Execução Técnica (OET) responsável pelo SJ do equipamento a que o mesmo se destina a
apoiar, conforme descrito no Anexo A.
Os Meios Navais poderão, a qualquer tempo, propor ao OET responsável pelo SJ
do material a criação ou a atualização de um conjunto passivo, por meio de ofício explicativo
com cópia para a DAbM.
c) Conjunto Ativo
É um conjunto criado no SINGRA, por um Meio ou seu COMIMSUP, a partir de
um Conjunto Passivo ou não (em caso de inexistência do mesmo), cuja finalidade é indicar os
itens de suprimento que serão utilizados em um determinado período de manutenção previsto
no PROGEM.
Os Conjuntos Ativos representam as necessidades efetivas de itens de suprimento
para a execução de determinada rotina de manutenção e são obrigatoriamente associados a
determinado projeto. Estes conjuntos são compostos de itens de suprimento, com as
respectivas quantidades e equipamentos onde se encontram aplicados.
d) Relatório de Sobras e Faltas
É um documento gerado pelo SINGRA após a colocação de um determinado
projeto na situação pendente para encerramento. Seu propósito é indicar os itens de
suprimento e suas respectivas quantidades que não foram utilizados na execução de uma
manutenção (sobras) ou cujo fornecimento não foi realizado pelo SAbM (faltas). Trata-se de
importante ferramenta de retroação do SAbM. Permite que os OET possam avaliar a
pertinência quanto à atualização dos conjuntos passivos existentes no SINGRA, a efetiva
utilização de um item no reparo, evitando a imobilização desnecessária de recursos.
e) Revisões Programadas
São revisões executadas periodicamente, com base em calendários previstos no
Sistema de Manutenção Planejada (SMP) dos Meios e contidas no PROGEM.
OSTENSIVO - 4-5 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
f) Tipos de Requisições de Material
As RM utilizadas no subsistema Gerência de Projetos do SINGRA podem ser:
I) Requisição de Material para Projeto (RMP) - documento utilizado pelo Meio
para liberar os itens segregados contabilmente para um determinado projeto;
II) Requisição de Itens Complementares ao Projeto (RICP) - documento utilizado
pelos Meios para, durante a execução de determinado PM/Revisão, inserir itens não
previamente solicitados para determinado projeto;
III) Requisição de Material para Transferência para Projeto (RMTP) - documento
utilizado pelo CCIM para transferir itens segregados entre os OD do SAbM, sem que o item
perca a sua vinculação ao projeto; e
IV) Requisição de Devolução de Material de Projeto (RDP) - documento utilizado
pela OMC para devolver itens de material fruto de RMP, cujo fornecimento tenha sido
registrado pelos OD.
4.4.3 - DETERMINAÇÃO DE NECESSIDADES
A determinação de necessidades deverá ser realizada de forma criteriosa, a fim de não
gerar a imobilização de recursos em sobressalentes que não serão efetivamente utilizados
pelos Meios, inviabilizando o atendimento de itens necessários a outros projetos.
4.4.4 - ASPECTOS FINANCEIROS
a) Programação Financeira do PROGEM/Revisões Programadas
Conforme o contido no cronograma de eventos constante do Anexo B, o CCIM
deverá estimar os custos totais dos projetos relativos ao PROGEM de determinado exercício
e, após sua consolidação, participar o resultado à DAbM, a fim de servir de subsídio à revisão
das necessidades das Ações Internas Z47801 (Sobressalentes para o PROGEM – Setor
Operativo), Z47802 (Sobressalentes para o PROGEM – Setor Material).
Caso haja previsão de disponibilidade de crédito nas Ações Internas, após a
aprovação do montante financeiro destinado à aquisição de sobressalentes relativos ao
PROGEM, a DAbM deverá participar este valor ao Comando de Operações Navais
(ComOpNav), à Diretoria Geral de Navegação (DGN) e Diretoria de Ensino da Marinha
(DEnsM), juntamente com o custo total estimado dos projetos, bem como os valores
existentes em estoques do SAbM, para que estes definam os limites financeiros a serem
alocados a cada COMARE e informe a previsão de ressarcimento do material, visando à
recomposição dos estoques. Após esta definição, os COMARE deverão efetuar o lançamento
do orçamento aprovado de cada projeto no subsistema Gerência de Projetos do SINGRA.
OSTENSIVO - 4-6 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
Com isso, os Meios/COMIMSUP poderão, caso necessário, efetuar a adequação da
determinação de necessidades de sobressalentes apresentada anteriormente.
Concluída essa adequação, e após definição, pelo ComOpNav, das prioridades dos
projetos, o CCIM efetuará a segregação contábil dos itens existentes nos estoques do SAbM
e/ou promoverá a obtenção dos itens inexistentes, dentro do LF previamente estabelecido.
b) Limites Financeiros para emissão de RMP
O LF destinado às OMC para emissão de RMP será alocado pela DAbM no
SINGRA, por solicitação do CCIM, diretamente aos Meios com projetos executados no
SINGRA, com base em seus custos de execução, segundo cronograma estabelecido na
ABASTCMARINST nº 20-01.
4.4.5 - FORNECIMENTO DE SOBRESSALENTES
O fornecimento dos sobressalentes terá início quando o Meio efetuar a inserção da
RMP no subsistema Gerência de Projetos do SINGRA, nos termos contidos da
ABASTCMARINST nº 20-01.
4.4.6 - ATENDIMENTO DE ITENS NÃO PREVISTOS EM PROJETOS
Havendo necessidade de inclusão de itens não previstos inicialmente em projetos
constantes do Mapa do PROGEM, que se encontrem na situação EXE - em execução, deverão
ser adotados os procedimentos descritos na ABASTCMARINST nº 20-01.
4.4.7 - REMANEJAMENTO DE ITENS SEGREGADOS E/OU ATENDIMENTO DE
REQUISIÇÃO URGENTE
As orientações acerca dos procedimentos a serem adotados quanto à necessidade de
remanejamento de itens segregados ou atendimento de requisição urgente, poderão ser
consultadas na ABASTCMARINST nº 20-01.
4.4.8 - ATUALIZAÇÃO DO CADASTRO DE CONJUNTOS PASSIVOS
As orientações acerca dos procedimentos a serem adotados para a atualização do
cadastro de conjuntos passivos poderão ser consultadas na ABASTCMARINST nº 20-01.
4.4.9 - RESPONSABILIDADES
As competências dos órgãos do Setor Operativo, OET e Setor do Abastecimento estão
descritas na ABASTCMARINST nº 20-01.
4.4.10 - SITUAÇÕES DOS PROJETOS, CONJUNTOS E ITENS DE MATERIAL
Tendo em vista os projetos possuírem uma cinemática que se inicia com a
determinação de necessidades, por parte de cada Meio ou seu COMIMSUP, e se desdobra em
ações de segregação contábil do material, obtenção e atendimento, o acompanhamento e
OSTENSIVO - 4-7 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
controle dos projetos pode ser efetuado observando-se o contido na ABASTCMARINST
nº 20-01.
4.5 - DISPOSIÇÕES FINAIS
Os procedimentos operacionais referentes ao abastecimento de sobressalentes
encontram-se descritos no Anexo D da ABASTCMARINST nº 20-01, o qual possui caráter
complementar ao presente capítulo.
OSTENSIVO - 4-8 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
CAPÍTULO 5
MATERIAL DE SAÚDE
5.1 - PROPÓSITO
Estabelecer normas e procedimentos para o abastecimento de itens de material de SJ
"Q", genericamente tratados neste capítulo como itens de Material de Saúde.
5.2 - RELAÇÃO DE MATERIAL DE SAÚDE (RMS)
Os itens de material de SJ “Q” são desmembrados em cinco RMS, levando-se em
consideração determinados parâmetros, tais como: criticidade, perecibilidade, perfil da
demanda do item, imobilização de recursos financeiros em estoque, dificuldade de obtenção,
obsolescência do item, área de armazenagem, etc.
5.2.1 - Tipos de RMS:
a) RMS-1:
É um conjunto de itens de SJ “Q” que serão mantidos em estoque pelo SAbM para o
pronto atendimento nas necessidades das Organizações Militares Hospitalares (OMH) e
Organizações Militares com Facilidades Médicas (OMFM) localizadas na área do Com1ºDN.
As OMH e OMFM localizadas fora da área do Com1ºDN poderão ser apoiadas pelo
CCIM para o atendimento das necessidades com base nos estoques mantidos no SAbM e
gerenciados pelo SINGRA. Entretanto, em função da eventual necessidade de agilidade no
atendimento das necessidades dessas OM ou dos seus reduzidos perfis de consumo, o que
pode não justificar o dispêndio de recursos com o seu transporte, essas OM deverão priorizar
a aquisição dos itens pertencentes à RMS-1 nos fornecedores locais.
b) RMS-2:
É um conjunto de itens de SJ “Q”, não mantidos em estoque pelo SAbM, que serão
licitados pelo COMRJ, para atendimento das OMH e OMFM situadas na área do Com1ºDN,
ou pelas OM designadas pelos respectivos Comandos Distritais, para atendimento das OMH e
OMFM localizadas fora da área do Com1ºDN. As aquisições contemplando os itens das
RMS-2 serão realizadas pelas OMH e OMFM, as quais encaminharão seus pedidos
diretamente aos fornecedores licitados.
c) RMS-3:
É um conjunto de itens de SJ “Q” que serão mantidos em consignação no Hospital
Naval Marcílio Dias (HNMD). Tais itens serão licitados pelo COMRJ e terão suas aquisições
realizadas pelo HNMD, o qual encaminhará seus pedidos diretamente aos fornecedores
licitados.
OSTENSIVO - 5-1 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
As OM localizadas fora da área do Com1ºDN, que porventura utilizem itens desta
relação, deverão adquirir os mesmos com base em processos de licitação realizados pelas OM
designadas pelos respectivos Comandos Distritais.
d) RMS-4:
É um conjunto de itens de SJ “Q” estabelecido pela DSM para fazer parte do
Sistema de Distribuição de Medicamentos (SisDiMe), mantido em estoque pelo SAbM e
destinado a atender às necessidades dos usuários do Sistema de Saúde da Marinha (SSM).
e) RMS-5:
É um conjunto de itens que compõem o Estoque de Saúde de Reação Primária
(ESaRP), os quais são mantidos em estoque no SAbM para atendimento de demandas
específicas apresentadas pelo Centro de Medicina Operativa da Marinha (CMOpM),
relacionadas ao guarnecimento de hospitais embarcados, hospitais de campanha (HCMP) e
hospitais de contingência (HCont).
5.2.2 - Alteração da composição das RMS
Anualmente, até 31MAR, a DSM, assessorada pelo CCIM no que tange aos aspectos
relacionados às atividades gerenciais de abastecimento, poderá alterar a composição das
RMS-1, RMS-4 e RMS-5, considerando os parâmetros que definem cada uma das relações de
material.
Caso haja necessidade de alterar a composição das RMS-1, RMS-4 e RMS-5 após a
data estabelecida, a proposta deverá ser aprovada nas reuniões da Comissão Gerencial da
Categoria de Material de Saúde (COMSAUDE).
A composição das RMS-2 e RMS-3 poderá ser alterada a qualquer tempo, mediante
propostas de inclusão apresentadas pelas OMH e OMFM à DSM. As alterações na
composição das RMS-2 e RMS-3 deverão ser informadas pela DSM à DAbM, por
mensagem, tendo como endereçados de informação o CCIM e o COMRJ.
5.3 - PREÇOS DOS ITENS
Os critérios para o estabelecimento do preço dos itens no SINGRA serão os seguintes:
5.3.1 - Itens das RMS-1 e RMS-5:
Serão fornecidos por um preço de venda calculado automaticamente pelo SINGRA,
considerando o preço da última obtenção realizada, acrescido de uma taxa de administração
estabelecida pelo CCIM.
5.3.2 - Itens das RMS-2 e RMS-3
Serão fornecidos pelos preços vigentes nos processos licitatórios realizados pelo
OSTENSIVO - 5-2 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
COMRJ e por OM designadas pelos Comandos Distritais quando se tratar de OM localizadas
fora da área do Com1ºDN.
5.3.3 - Itens da RMS-4
Serão comercializados aos usuários do SSM segundo critérios estabelecidos em Norma
específica da DGPM. A consulta a esses preços deverá ser efetuada nos canais de divulgação
disponibilizados pela DSM.
5.4 - CUSTEIO DOS ITENS
Os critérios para o custeio dos itens serão os seguintes:
5.4.1 - Itens da RMS-1 e RMS-5
As RM inseridas no SINGRA deverão ser custeadas com créditos oriundos da DSM,
de acordo com a sistemática vigente do Plano Diretor (PD).
5.4.2 - Itens das RMS-2 e RMS-3
Os pedidos dos itens pertencentes às RMS-2 e RMS-3 deverão ser encaminhados às
empresas licitadas pelo COMRJ e por OM designadas pelos Comandos Distritais, e serão
custeados com recursos oriundos da DSM, de acordo com a sistemática vigente do PD,
alocados às OMC.
Os pagamentos decorrentes deverão ser efetuados pelas próprias OMC diretamente
àquelas empresas, conforme procedimentos divulgados no sítio do COMRJ na Intranet e,
quando for o caso, de acordo com procedimentos adicionalmente estabelecidos pelas OM
designadas pelos respectivos Comandos Distritais.
5.4.3 - Itens da RMS-4
O recompletamento dos estoques dos itens da RMS-4 será custeado com créditos
oriundos da DSM, de acordo com a sistemática vigente do PD.
Os Setores de Distribuição de Medicamentos (SeDiMe) deverão fornecer os itens aos
usuários mediante indenização, conforme procedimentos estabelecidos pela DSM.
5.5 - DOTAÇÃO “FOXTROT”
A dotação “FOXTROT” é um conjunto de itens de material SJ “Q”, compostas por
medicamentos e materiais médico-cirúrgicos, que visam a complementar a dotação operativa
a que um meio faça jus. Ressalta-se que não é substituta da dotação operativa da OM e que
não deve ser usada para substituir a falta da mesma. A complementação desses materiais nas
comissões, manobras ou exercícios decorre quando o seu período de realização excede a
rotina do meio ou por aumento de efetivo de pessoal empregado.
As dotações “FOXTROT” são restritas às OM do Setor Operativo, disponíveis aos
OSTENSIVO - 5-3 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
navios em suas comissões e aos batalhões e grupamentos de Fuzileiros Navais quando em
manobras ou exercícios.
As OM do Setor Operativo deverão empenhar-se em manter os estoques atualizados
das dotações regulares a que fazem jus. Ressalta-se que as dotações “FOXTROT” são
complementares às dotações regulares. No caso das manobras rotineiras como teste de
máquinas e fainas de munição, por exemplo, as dotações “FOXTROT” não poderão ser
solicitadas.
O gerenciamento da dotação “FOXTROT”, compreendendo o estabelecimento de sua
composição, bem como a autorização de fornecimento da mesma, compete à DSM e ao
CMOpM, respectivamente.
A operacionalização dos fornecimentos da dotação “FOXTROT” é administrada pelo
CCIM por meio do Subsistema Gerência de Projetos do SINGRA.
O custeio dos fornecimentos das dotações “FOXTROT” se dará mediante a indicação,
pelo CMOpM, de créditos oriundos da DSM, de acordo com a sistemática vigente do PD.
5.6 - DISPOSIÇÕES FINAIS
Os procedimentos operacionais contemplando a emissão de Estimativas de Obtenção
(EO) e de RM, o encaminhamento de solicitações a fornecedores adjudicados pelo COMRJ, o
recebimento de entregas de fornecedores, a armazenagem e transporte do material e o
atendimento de dotações “FOXTROT” encontram-se descritos no Anexo E da
ABASTCMARINST nº 20-01, a qual possui caráter complementar ao presente capítulo.
OSTENSIVO - 5-4 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
CAPÍTULO 6
MUNIÇÃO
6.1 - PROPÓSITO
Estabelecer normas e procedimentos para o abastecimento de Munição, itens SJ “J”, no
que tange às atividades gerenciais.
6.2 - DEFINIÇÕES
6.2.1 - Dotação de Munição
É a quantidade preestabelecida de munição necessária ao adequado apoio aos meios
operativos ou OM de terra, por um período de tempo determinado e sua divulgação é efetuada
pelas "Listas de Dotação de Armamento". Divide-se em Dotação e Guerra e de Paz, cujas
definições encontram-se na ABASTCMARINST nº 20-01.
As dotações serão lançadas no SINGRA-CAT e consultadas pelas OMC no
SISBORDO.
6.2.2 - Quota de Munição
É a quantidade anual de munição, estabelecida pelo ComOpNav, destinada à
formação militar, à manutenção do adestramento e ao Tiro de Esporte.
As quotas de munição dividem-se em três categorias: Adestramento, Esporte e
Instrução, a saber:
a) Quota de Adestramento - é a quantidade de munição destinada à manutenção do
adestramento previsto no Plano Geral de Adestramento do ComOpNav e nos demais Planos
de Adestramento;
b) Quota de Esporte - é a quantidade de munição destinada ao Tiro de Esporte na
MB; e
c) Quota de Instrução - é a quantidade de munição destinada à formação militar
prevista no Plano Geral de Instrução.
6.2.3 - Comando Distribuidor (COMADI)
É a OM responsável pela distribuição de Quotas de Munição para os COMARE. Esta
função é desempenhada pelo ComOpNav.
6.2.4 - Comando Redistribuidor (COMARE)
É a OM responsável, pelo controle dos estoques físicos de armamento, pela
consolidação das solicitações das Quotas de Munição e por reportar as necessidades ao
COMADI, bem como pela redistribuição e remanejamento destas quotas para suas
OSTENSIVO - 6-1 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
OM/COMACO. O Anexo K contém a listagem dos COMARE e suas respectivas OM
apoiadas.
6.2.5 - Comando Controlador (COMACO)
É a OM responsável, para suas OM subordinadas, pelo controle dos estoques físicos de
armamento, pela consolidação das solicitações de Quotas de Munição, por reportar suas
necessidades ao seu COMARE, bem como pela redistribuição e remanejamento destas
quotas.
6.2.6 - Comando Subcontrolador (SUBCOMACO)
É a OM responsável por auxiliar os COMACO nas tarefas de controle e redistribuição
das quotas de munição às OMC subordinadas e/ou apoiadas.
6.2.7 - Organizações Militares Fornecedoras (OMF)
As seguintes OM desempenham as funções de OMF para os itens de SJ “J”:
a) Centro de Munição da Marinha (CMM);
b) Centros de Intendência; e
c) BFNIG e BFNRM – para atendimento às OMC subordinadas à Força de Fuzileiros
da Esquadra (FFE).
Os Centros de Intendência, quando, por comprovada incapacidade técnica, não
puderem exercer as atividades de OMF, deverão participar esse impedimento ao respectivo
COMARE, a fim de que seja indicada outra OM da área que centralizará os procedimentos de
recebimento e transferência de material.
6.2.8 - Órgãos Depositários de Armamento (ODA)
Os ODA são as OM, indicadas pelos COMARE, para manter sob sua guarda o
material das dotações das OMC da área.
a) Indicação de ODA - deverá ser efetuada por mensagem à Diretoria de Sistemas e
Armas da Marinha (DSAM), com informação ao ComOpNav e à DAbM. O número de OM
desempenhando a função de ODA, por área, deve ser o mínimo necessário para atender à
segurança do material. Quando, em um COMARE, ocorrer a necessidade de indicação de
mais de uma OM para as funções de ODA, deve ser estabelecido quais as OMC serão por eles
apoiados.
b) Atuação do ODA - terá um perfil de atuação semelhante ao das OMF no SINGRA,
entretanto, suas ações serão restritas à guarda de material das OMC por ele apoiadas.
OSTENSIVO - 6-2 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
c) Movimentação de material no ODA - serão utilizadas os mesmos procedimentos
das OMF. Devem ser ressaltados, contudo, os seguintes critérios:
I) as RMC rotineiras de reposição de munição de Dotação de Paz (DP) e Quotas
devem ser dirigidas à OMF da área;
II) as RMT destinadas à solicitação de material depositado no ODA, devem limitar-
se à quantidade nele depositada; e
III) em caso de urgência, a RMT poderá ser encaminhada por mensagem ao ODA,
com informação à DSAM, DAbM e ao respectivo COMARE, devendo, contudo, ser inserida
no SINGRA, pela OMC, em até três dias úteis.
6.3 - COMPETÊNCIAS:
6.3.1 - Compete ao ComOpNav
a) distribuir as quotas de munição destinadas ao adestramento, esporte e instrução;
b) aprovar as suplementações de quotas de munição;
c) supervisionar o consumo das quotas de munição distribuídas; e
d) definir necessidades, priorizar e coordenar a obtenção dos materiais SJ “J”.
6.3.2 - Compete à DSAM
a) atuar como órgão técnico dos itens de SJ “J”;
b) atuar como órgão de controle dos itens de SJ “J”; e
c) contribuir para a definição das necessidades de material SJ “J”.
6.3.3 - Compete aos COMARE
a) supervisionar o controle dos materiais SJ “J” das OMC subordinadas/apoiadas;
b) supervisionar o consumo das quotas de munição redistribuídas;
c) promover o remanejamento de material entre as OMC subordinadas/apoiadas;
d) indicar uma ou mais OMC para exercer as funções de Órgão Depositário de
Armamento (ODA);
e) controlar o material depositado no ODA, providenciando o seu remanejamento a
fim de evitar a sua permanência em estoque em detrimento de outro com maior prazo de
validade; e
f) delegar às OMC subordinadas / apoiadas atribuições de sua competência.
6.3.4 - Compete ao CCIM
a) supervisionar as atividades gerenciais de controle de estoque e de destinação de
excessos, ambas desenvolvidas ao nível de OD, do material SJ “J”;
OSTENSIVO - 6-3 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
b) promover a obtenção de material SJ “J”, de acordo com as necessidades
estabelecidas pelo ComOpNav; e
c) contribuir para a definição das necessidades de material SJ “J”.
6.3.5 - Compete às Organizações Militares de Fornecimento (OMF)
a) designar um Oficial para exercer as funções de Encarregado Geral do Armamento
(EGA); e
b) executar as atividades gerenciais de contabilidade do material estocado,
armazenagem, fornecimento e destinação de excessos (quando promovida pelo órgão de
controle).
6.3.6 - Compete às Organizações Militares Consumidoras (OMC)
a) efetuar as solicitações de material, no SINGRA;
b) designar um Oficial para exercer as funções de EGA;
c) elaborar e encaminhar à DSAM, via COMARE, os Relatórios de Tiro (RT), Ajuste
de Quantidade por Baixa (AQB) e Ajuste de Quantidade por Incorporação (AQI),
devidamente assinados. A emissão e remessa dos documentos não devem exceder três dias
úteis após a realização do exercício ou final de operação; e
d) recolher ao OD da área o material em excesso ou com Estado de Prontificação
(EP) diferente de Pronto (P) ou Boa para Uso Preferencial (BUP).
6.4 - DISPOSIÇÕES FINAIS
Os procedimentos operacionais referentes ao abastecimento de munição encontram-se
descritos no Anexo F da ABASTCMARINST nº 20-01, o qual possui caráter complementar
ao presente capítulo.
OSTENSIVO - 6-4 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
CAPÍTULO 7
COMBUSTÍVEIS, LUBRIFICANTES E GRAXAS
7.1 - PROPÓSITO
Estabelecer normas e procedimentos para o abastecimento de Combustíveis,
Lubrificantes e Graxas (CLG), itens do SJ “W”.
7.2 - CONCEITUAÇÃO BÁSICA
7.2.1 - Consumo Máximo Autorizado (CMA)
É o quantitativo de CLG autorizado a ser consumido para assegurar, em tempo de paz,
as operações das Forças Navais, Aeronavais e de Fuzileiros Navais e, ainda, das demais OM
da MB, durante um exercício financeiro.
7.2.2 - Quantidade Limite para Recebimento (QLR)
É a quantidade de CLG que pode ser recebida pelas OMC em determinado exercício,
correspondente ao limite de fornecimento pelo SAbM.
7.2.3 - Reserva Operativa (ROP)
É a quantidade mínima de CLG a ser mantida em estoque nas OMC do Setor
Operativo, necessária para assegurar o atendimento primário e o pronto emprego das Forças
Navais, Aeronavais e de Fuzileiros Navais, e para suportar a Quantidade não Aspirável
(QNA) nos navios.
7.2.4 - Reserva do Abastecimento (RAB)
É a quantidade de CLG a ser mantida em estoque nos Navios-Tanque e OMF, ou em
empresas contratadas, a fim de garantir, em tempo de paz, por um período de três meses, a
continuidade dos fornecimentos para as Forças Navais, Aeronavais e de Fuzileiros Navais e
demais OM, de modo a evitar o desabastecimento de determinados produtos em face dos
prazos de obtenção ou de dificuldades alheias à vontade da MB. Destina-se, também, a
assegurar a preservação dos tanques de armazenagem e do próprio combustível, bem como a
suportar a Quantidade não Aspirável.
7.2.5 - Reserva de Crise (RCR)
É a quantidade de CLG a ser mantida nas OMF ou em empresas contratadas, a ser
utilizada quando julgado pertinente pelo Almirantado, necessária a assegurar, em época de
crise, o abastecimento das Forças Navais, Aeronavais e de Fuzileiros Navais bem como das
OM de Apoio que contribuam diretamente para as operações dessas Forças, durante um
período de tempo, atuando em Teatros de Operações Marítimos e Terrestres considerados para
OSTENSIVO - 7-1 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
as Hipóteses de Emprego previstas.
7.2.6 - Quantidade Não Aspirável (QNA)
É a quantidade de CLG mantida nos tanques por condicionamento técnico, com a qual
não se pode contar para fornecimento ou consumo.
7.2.7 - Comandos Redistribuidores (COMARE)
São as OM responsáveis pela determinação de necessidades de CLG, redistribuição e
remanejamento das quotas de CMA e QLR e controle dos estoques físicos de CLG dos
Comandos Controladores (COMACO) vinculados e OMC diretamente controladas.
A relação dos COMARE para CLG consta do Anexo C e encontra-se inserida no SINGRA,
para efeito de gerenciamento de CLG.
7.2.8 - Comandos Controladores (COMACO)
São as OM responsáveis pela redistribuição e remanejamento das quotas de CMA e
QLR e controle dos estoques físicos de CLG das OMC diretamente vinculadas, reportando
suas necessidades aos respectivos COMARE.
Por necessidade de descentralização do controle, há OM vinculadas a COMACO que
controlam outras OMC e possuem responsabilidades similares às do COMACO, sendo
classificadas como SUBCOMACO. Situação semelhante, por vezes, ocorre no âmbito do
SUBCOMACO, e as OM vinculadas com as mesmas características recebem a classificação
de 2ºSUBCOMACO.
Os COMARE são os responsáveis pela definição dos seus respectivos COMACO,
SUBCOMACO e 2ºSUBCOMACO dentro de seu escalão de controle. Quaisquer alterações
necessárias deverão ser encaminhadas por mensagem à DAbM para atualização no SINGRA.
7.2.9 - Organizações Militares Consumidoras (OMC)
São todas as OM da MB que utilizam as quotas de CMA e QLR distribuídas de acordo
com os limites fixados para consumo e recebimento de CLG, podendo manter estoques físicos
em suas dependências, conforme sua capacidade de armazenagem, e reportando suas
necessidades de CLG à OM controladora a que estiver diretamente vinculada.
7.2.10 - OM Controladoras
São as OM às quais se vinculam diretamente as OMC para efeito de gerenciamento de
CLG. As OM controladoras podem ser os COMARE, COMACO, SUBCOMACO ou
2ºSUBCOMACO, de acordo com o escalão de controle de cada COMARE.
OSTENSIVO - 7-2 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
7.2.11 - Organizações Militares Fornecedoras (OMF)
São as OM responsáveis pela estocagem de itens de CLG e pelo seu fornecimento às
OMC, conforme descrição abaixo:
a) Depósito de Combustíveis da Marinha no Rio de Janeiro (DepCMRJ), na área sob
jurisdição do Com1ºDN e do Com8ºDN, exceto para as OM sediadas em São Pedro da
Aldeia;
b) Centro de Intendência da Marinha em Salvador (CeIMSa), na área sob jurisdição
do Com2ºDN;
c) Centro de Intendência da Marinha em Natal (CeIMNa), na área sob jurisdição do
Com3ºDN;
d) Centro de Intendência da Marinha em Belém (CeIMBe), na área sob jurisdição do
Com4ºDN;
e) Centro de Intendência da Marinha em Rio Grande (CeIMRG), na área sob
jurisdição do Com5ºDN;
f) Centro de Intendência da Marinha em Ladário (CeIMLa), na área sob jurisdição
do Com6ºDN;
g) Grupamento de Fuzileiros Navais de Brasília (GptFNB), na área sob jurisdição do
Comando do 7º Distrito Naval (Com7ºDN);
h) Centro de Intendência da Marinha em Manaus (CeIMMa), na área sob jurisdição
do Com9ºDN;
i) Centro de Intendência da Marinha em São Pedro da Aldeia (CeIMSPA), para as OM
sediadas em São Pedro da Aldeia, para os combustíveis, lubrificantes e graxas, exceto QAV-1; e
j) Base Naval de São Pedro da Aldeia (BAeNSPA), exclusivamente para QAV-1,
para as OM sediadas em São Pedro da Aldeia.
As OMF seguirão as orientações do CCIM nos procedimentos relativos a
abastecimentos, destanqueios, estocagem e relacionamento junto às empresas contratadas, nos
termos dos dispositivos deste capítulo.
7.2.12 - Organização Extra-Marinha (OREMA)
É qualquer Órgão que, não pertencendo à MB, venha a ser, eventualmente, apoiado
por ela com itens de CLG.
OSTENSIVO - 7-3 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
7.2.13 - Quota Regular
Volume de CLG repassado pela DAbM aos COMARE, com base no CMA definido
para o ano, adquirido mediante recursos orçamentários da MB.
7.2.14 - Extra-quota
Volume de CLG repassado pela DAbM aos COMARE, cuja aquisição do
correspondente físico não ocorreu com recursos orçamentários da MB. Tais volumes
caracterizam-se por terem sua obtenção enquadrada, normalmente, numa das seguintes
situações:
- aquisição pela MB mediante o emprego de recursos oriundos de destaques de
crédito provenientes de outros órgãos governamentais;
- recebimentos pelas OMF decorrentes de convênios assinados com outros órgãos da
administração pública (de todos os níveis) ou entidades privadas; e
- aquisição pelas próprias OM, junto ao SAbM, com a utilização de recursos próprios.
7.3 - LISTA DE COMBUSTÍVEIS E LUBRIFICANTES (LISCOMB)
A LISCOMB, que se encontra disponível para consulta no Subsistema CLG do
SINGRA, apresenta dados de catalogação dos itens de SJ “W” e outras informações
peculiares a esta categoria de material, tais como tabelas de distribuição de tipos de CLG e
fatores de conversão entre UF, fazendo parte do Banco de Dados (BD) do SINGRA. As
informações contidas na LISCOMB serão atualizadas por ocasião das alterações efetuadas nos
dados de catalogação dos itens de SJ “W”, sendo objeto de fornecimento pelo SAbM apenas
os itens cadastrados.
A introdução de novos itens de SJ “W” no BD do SINGRA deverá ser solicitada à
Diretoria de Engenharia Naval (DEN), com cópia para a DAbM, nos termos do Capítulo 2.
7.3.1 - Tipos de CLG
Os itens constantes da LISCOMB encontram-se agrupados no SINGRA por tipos de
CLG, conforme abaixo:
Tipo de CLG Descrição UF
01 Gasolina Comum LI
02 Gasolina Pura Isenta de Álcool LI
031 Combustível de Aviação QAv-1/GAv LI
035 Combustível de Aviação QAv-EPM/QAv-5 LI
04R Óleo Diesel Rodoviário (ODR) LI
04M Óleo Diesel Marítimo (ODM) LI
04T Óleo Combustível Marítimo para Turbinas (OCMT) LI
OSTENSIVO - 7-4 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
05B Bunker TA
06 Lubrificante LI
07 Álcool Hidratado LI
08 Graxa KG
09 Gás Natural Veicular (GNV) M3
10 Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) KG
7.3.2 - Fatores de Conversão
Os itens de CLG possuem fatores de conversão para a UF do tipo a que pertencem, em
razão da diversidade de UF utilizadas pelo mercado fornecedor. Os tipos de CLG, por sua
vez, possuem fator de conversão para metro cúbico (m3), unidade de controle gerencial
utilizada pela MB, permitindo a consolidação das informações físicas e contábeis de CLG em
uma única unidade de medida. A tabela com os fatores de conversão das unidades de
fornecimento encontra-se disponível no Subsistema CLG do SINGRA.
Exemplo:
- Item BR-217-7490-Óleo Lubrificante........ UF: BU
- Tipo de CLG 06-Lubrificante................... UF: LI
- Fatores de conversão: - Item p/ tipo = 20
- Tipo p/ m3 = 0,001
- Equivalência..................... 1 BU = 20 LI = 0,02 m3.
7.4 - DISPOSIÇÕES FINAIS
Os procedimentos operacionais referentes ao fornecimento e controle de CLG
encontram-se descritos no Anexo G da ABASTCMARINST nº 20-01, o qual possui caráter
complementar ao presente capítulo.
OSTENSIVO - 7-5 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
CAPÍTULO 8
MATERIAL COMUM, TINTAS E PRODUTOS QUÍMICOS
8.1 - PROPÓSITO
Estabelecer normas e procedimentos para o abastecimento de itens de material de SJ
“CG”, "E", "G", “RE” e “VG”, genericamente tratados como itens de material comum.
8.2 - ITENS DE MATERIAL COMUM
8.2.1 - Características Específicas
Os itens de material comum possuem as seguintes características:
a) consumo frequente; grande popularidade; pouca complexidade tecnológica; e
aplicação na conservação, limpeza, arrumação, apresentação, segurança, bem como no
processo administrativo-burocrático, no apoio à alimentação, no conforto e nas comunicações
das OM; e
b) fornecimento a partir de estoque previamente estabelecido, ou mediante aquisição
específica.
8.3 - RELAÇÃO DE PREÇOS DE MATERIAL COMUM (RPMC)
Relação que apresenta, individualmente, os itens de material comum da linha de
fornecimento do SAbM. Compete ao CCIM a definição qualitativa e quantitativa do conjunto
de itens que a comporão.
8.3.1 - Tipos de RPMC:
Existem cinco tipos de RPMC em vigor no SAbM:
a) RPMC-0
Divulga os itens recentemente incluídos na linha de fornecimento do SAbM e cuja
classificação nas demais RPMC ainda não tenha sido realizada pelo CCIM.
b) RPMC-1
Divulga os itens que serão mantidos em estoque nos OD para pronto atendimento.
c) RPMC-2
Divulga os itens que poderão ser requisitados pela OMC, mas que não serão
mantidos em estoques do SAbM. Tais itens, quando solicitados, serão obtidos pelo SAbM
específica e exclusivamente para a OMC requisitante.
d) RPMC-3
Divulga os itens fora da linha do SAbM ainda existentes nos OD. As OMC poderão
solicitá-los até se esgotar os estoques. O CCIM não promoverá o seu recompletamento.
OSTENSIVO - 8-1 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
e) RPMC-4
Divulga os itens que serão licitados pelo COMRJ e inseridos em Atas de Registro
de Preços. Cabe à OMC solicitar o item diretamente ao fornecedor adjudicado.
8.3.2 - Níveis de Estoque
Compete ao CCIM o estabelecimento e manutenção dos níveis de estoque para os itens
da RPMC-1.
8.3.3 - Preço de Venda de itens de material comum
Preço de Venda é o valor que será cobrado da OMC por ocasião do fornecimento de
um item de suprimento pelo SAbM, sendo o seu estabelecimento de competência do CCIM.
8.3.4 - Custeio
As RMC referentes a itens de material comum deverão ser custeadas com créditos
orçamentários ou com recursos de Caixa de Economias.
8.4 - DISPOSIÇÕES FINAIS
A OMC, preferencialmente, deverá obter seus itens das RPMC por meio do SAbM,
podendo, porém, conforme sua conveniência, obter estes itens diretamente do mercado, desde
que seja resguardada a economia de recursos da MB.
Os procedimentos operacionais referentes ao fornecimento de itens de material comum
encontram-se descritos no Anexo H da ABASTCMARINST nº 20-01, o qual possui caráter
complementar ao presente capítulo.
OSTENSIVO - 8-2 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
CAPÍTULO 9
GÊNEROS ALIMENTÍCIOS
9.1 - PROPÓSITO
Estabelecer normas e procedimentos para o abastecimento de itens de SJ "M",
genericamente tratados como gêneros alimentícios.
9.2 - DEFINIÇÕES
9.2.1 - Relação de Produtos de Subsistência (RPS)
É um conjunto de itens de SJ “M” disponíveis para entrega a partir de um OD. A RPS
pode ser consultada pelas OMC no SINGRA e nos sítios eletrônicos da DAbM, CCIM e
DepSIMRJ.
9.2.2 - Lista de Preços de Fornecedores de Gêneros (LPFG)
É um conjunto de itens de SJ “M” disponíveis para entrega a partir de um fornecedor
licitado pelas OM relacionadas no Capítulo 3 da SGM-305, diretamente às OMC. A LPFG
pode ser consultada no sítio da Intranet do COMRJ e das demais OM que promovem as
licitações nas suas áreas de responsabilidade.
9.3 - INFORMAÇÕES GERAIS
O CCIM, Órgão de Controle para os itens de SJ “M”, determina os níveis de estoque a
serem mantidos nos OD, promove o recompletamento dos estoques e o remanejamento dos
excessos dos OD.
O fornecimento de gêneros às OMC será realizado:
a) pelo DepSIMRJ e pelos CeIM, para os itens constantes da RPS. Tais itens deverão
ser solicitados pelas OMC mediante a inserção de RMC no SINGRA.
b) pelas empresas relacionadas nas LPFG.
O transporte de material do DepSIMRJ para as OMC localizadas fora de sede poderá ser
realizado por navios, por empresas privadas ou por viaturas próprias, observando-se sempre o
aspecto da economicidade.
A aquisição de gêneros pelo Municiamento das OMC ocorrerá de acordo com o
estabelecido nas Normas SGM-305, ressaltando-se que, deverá, preferencialmente, ser
efetuada no DepSIMRJ ou CeIM, quando se tratar de itens que sejam da linha de
fornecimento desses OD.
No caso de a OM obter gêneros fora do SAbM, além de observar os procedimentos
previstos nas Normas SGM-102 para as contratações, os itens não poderão ter preços
superiores aos praticados pelo DepSIMRJ e CeIM.
OSTENSIVO - 9-1 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
Visando a contribuir para o aperfeiçoamento do SAbM, caso sejam verificados, no
mercado, preços inferiores aos praticados pelo DepSIMRJ e pelos CeIM ou pelos
fornecedores adjudicados pelas OM responsáveis pelas licitações, tal fato deverá ser
informado por mensagem ao DepSIMRJ e aos CeIM ou OM responsável pela licitação para
conhecimento e aprimoramento do processo licitatório e acordo administrativo decorrente.
A determinação do preço unitário para cada item da RPS é da competência do CCIM.
9.4 - SOLICITAÇÃO DE GÊNEROS ALIMENTÍCIOS
A solicitação de gêneros deverá ser direcionada, obrigatoriamente:
a) ao DepSIMRJ, pelos navios em trânsito na área do 1° Distrito Naval, exceto na
cidade de Vitória-ES, e pelas OMC estabelecidas no Estado do Rio de Janeiro; e
b) aos CeIM, pelos navios em trânsito e pelas OMC estabelecidas na sua área de
atuação.
9.5 - FORNECIMENTO E RECEBIMENTO DE GÊNEROS
A rotina de fornecimento de gêneros deverá ser estabelecida pelo DepSIMRJ, com
prévia ratificação do CCIM, na área do Com1°DN, e pelos CeIM nas respectivas áreas de
atuação, levando em consideração as peculiaridades das respectivas áreas; a disponibilidade
de pessoal e material; o regime de aquartelamento e a rotina de expediente vigente na área; e
o enquadramento da RMC como atendimento normal ou de urgência. O DepSIMRJ e os
CeIM disponibilizarão suas respectivas programações semanais de fornecimento em seus
sítios na Intranet.
9.6 - PAGAMENTO
A abordagem financeira do processo de pagamento, com normas e procedimentos
específicos, é parte integrante das Normas SGM-305.
9.7 - DISPOSIÇÕES FINAIS
Os procedimentos operacionais referentes ao abastecimento de gêneros alimentícios
encontram-se descritos no Anexo I da ABASTCMARINST nº 20-01, o qual possui caráter
complementar ao presente capítulo.
OSTENSIVO - 9-2 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
CAPÍTULO 10
RAÇÕES OPERACIONAIS
10.1 - PROPÓSITO
Estabelecer normas e procedimentos para o abastecimento de Rações Operacionais
(RO).
10.2 - DEFINIÇÕES
10.2.1 - Rações Operacionais
É o componente alimentar capaz de manter um homem alimentado, durante um
determinado período de tempo, em situações de campanha, sobrevivência ou naufrágio. As
RO, com exceção da Ração Alternativa para Náufragos (RAN) e da Ração Coletiva Operativa
(RACOPE), incluem componentes alimentares e componentes não alimentares.
Neste capítulo, é usado o termo pacote para designar a embalagem contendo todos os
itens: os componentes alimentares e os componentes não alimentares, quando for o caso.
10.2.2 - Componentes Alimentares
Refeições principais completas, incluindo bebida e sobremesa (no caso de almoço e
jantar); e itens complementares, como por exemplo, repositor hidroeletrolítico, repositor de
carboidratos e barra de proteína.
10.2.3 - Componentes Não Alimentares
São itens destinados a propiciar condições adequadas para o consumo dos
componentes alimentares, tais como fogareiro, elemento purificador de água, papel para fins
múltiplos, etc.
10.3 - TIPOS DE RAÇÕES OPERACIONAIS
10.3.1 - Ração Alternativa de Combate (RAC)
Para uso em combate. Cada pacote destina-se à alimentação de um homem durante
24 horas, incluindo café da manhã, almoço, jantar, sobremesa e ceia. A RAC é constituída por
alimentos de pronto consumo. Possui variedade de cardápios, cada um com o total de calorias
suficientes para suprir o militar por 24 horas.
10.3.2 - Ração Alternativa de Emergência (RAE)
Para uso em combate. Cada pacote possui alimentação para 12 horas e para consumo
em circunstâncias adversas, quando não for possível utilizar outro tipo de alimentação. A
RAE é constituída de alimentos de pronto consumo. Possui variedade de cardápios, cada um
com o total de calorias suficientes para suprir o militar por 12 horas. Seus componentes
OSTENSIVO - 10-1 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
alimentares e não alimentares são os mesmos da RAC.
10.3.3 - Ração Alternativa para Náufragos (RAN)
Para uso em caso de abandono de navio. Cada pacote, que contém seis unidades de
RAN, destina-se a um período de até seis dias de sobrevivência no mar. A parte sólida é
constituída por composto alimentar de pronto consumo e tabletes de goma de mascar. A parte
líquida consiste em pequenas quantidades de água em sachês. A RAN é composta de itens
que dispensam hidratação, aquecimento ou quaisquer outros cuidados.
10.3.4 - Ração Coletiva Operativa (RACOPE)
Para uso no apoio aos meios navais, às unidades operativas dos Fuzileiros Navais,
em ocasiões de prestação de socorro em casos de calamidades públicas, em operações
ACISO, e quando forem montados Hospitais de Campanha. Consiste de alimentos termo
processados, prontos para consumo, sem necessidade de manutenção sob refrigeração. Cada
unidade de fornecimento da RACOPE contém um cardápio, constituído de almoço e jantar,
em quantidade suficiente para alimentar seis militares.
10.4 - DISPOSIÇÕES FINAIS
As OMC podem tomar conhecimento dos cardápios para RO em uso na MB, por meio
de consulta ao subsistema catalogação do SINGRA; na Intranet, na página
[Link]
Os procedimentos operacionais referentes ao abastecimento de RO encontram-se
descritos no Anexo J da ABASTCMARINST nº 20-01, o qual possui caráter complementar
ao presente capítulo.
OSTENSIVO - 10-2 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
CAPÍTULO 11
FARDAMENTO
11.1 - PROPÓSITO
Estabelecer normas e procedimentos para o abastecimento de fardamento, classificados
como itens SJ "U".
11.2 - COMISSÃO PARA ESTUDOS DOS UNIFORMES DA MARINHA (CEUM)
11.2.1 - Finalidade
A CEUM tem por finalidade coletar, analisar e propor, formalmente, alterações ao
Regulamento de Uniformes da MB (RUMB), submetendo-se à aprovação das seguintes
autoridades:
a) CM, para os assuntos relativos ao Volume I do RUMB; e
b) SGM, para os assuntos relativos aos Volumes II e III do RUMB.
11.2.2 - Competência
Para a consecução de sua finalidade compete à CEUM:
a) estudar os uniformes da MB tendo em vista, entre outros aspectos, economia,
finalidade, utilização, composição e apresentação; e
b) propor às autoridades mencionadas no inciso anterior o estabelecimento de
alterações nos uniformes da MB.
11.2.3 - Organização
a) A CEUM tem a seguinte composição:
I) Presidente;
II) Conselho de Representantes; e
III) Secretaria.
b) O Presidente é o SGM. Em seu impedimento, o Conselho será presidido pelo
Oficial mais antigo presente.
c) São membros do Conselho de Representantes com direito a voto:
I) Representante do EMA;
II) Representante do ComOpNav;
III) Representante da DGPM;
IV) Representante do CGCFN;
V) Representante da DGMM;
VI) Representante da DGDNTM;
OSTENSIVO - 11-1 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
VII) Representante da DGN;
VIII) Chefe do Gabinete da SGM, como representante do Setor; e
IX) Representante do GCM.
d) São membros do Conselho de Representantes sem direito a voto:
I) Representante da DAbM; e
II) Representante do CCIM.
e) os representantes serão indicados pelos titulares das respectivas OM.
f) o Secretário da CEUM será um Oficial da SGM.
g) a Secretaria da CEUM funcionará na SGM.
11.2.4 - Funcionamento
a) a CEUM reunir-se-á com a frequência determinada pela necessidade dos
trabalhos, mediante convocação do seu Presidente;
b) poderão ser convidados a participar das reuniões, assessores para assuntos
específicos indicados pelas áreas especializadas, quando julgado conveniente pelo Presidente
da CEUM; e
c) os assuntos tratados em reunião serão lavrados em ata pelo Secretário que, após
aprovada e assinada por todos os membros, será distribuída às OM que possuem
representantes no Conselho, ficando o original arquivado na Secretaria da CEUM.
11.2.5 - Alteração do RUMB
a) as propostas para alteração, referentes aos uniformes ou ao próprio RUMB,
deverão ser remetidas à SGM, pelos ODS, via DAbM, para emissão de estudos técnico e
gerencial;
b) as alterações poderão ser propostas por qualquer OM da MB, mas devem atender
aos seguintes requisitos:
I) considerar a preservação das tradições marinheiras e o atendimento dos
requisitos de funcionalidade, qualidade, estética, economicidade e demais características dos
uniformes da MB; e
II) tramitar via respectiva cadeia de comando do ODS, utilizando a Ficha de
Assunto Proposto (FAP) do Anexo D.
c) as resoluções que impliquem alterações no RUMB serão formalizadas, mediante o
preenchimento da FAP, conforme constante do Anexo E, e submetidas à aprovação do CM ou
do SGM, caso seja delegado;
OSTENSIVO - 11-2 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
d) após serem aprovadas as alterações no RUMB, a DAbM fará a divulgação no
BONO e tomará as providências necessárias para a sua atualização; e
e) a disponibilização para uso dos novos itens de fardamento deverá considerar os
níveis de estoque existentes no SAbM, visando a evitar desperdício de material.
11.3 - DEFINIÇÕES
11.3.1 - Andaina de Uniformes
É o conjunto de peças de uniformes previstas no RUMB, que o usuário ou a OM
deverá dispor em condições de uso para o exercício de suas funções e atividades.
Compreende:
a) Andaina Básica
É o conjunto de peças de uniforme, de propriedade do usuário e de caráter
obrigatório, necessário ao exercício de suas atribuições de trabalho.
b) Andaina Complementar
É aquela de propriedade do usuário, de caráter obrigatório, adicional à andaina
básica e necessária ao exercício de funções próprias de determinados corpos/quadros,
especialidades/subespecialidades.
c) Andaina Especial
É aquela, de propriedade da OM e adquirida com seus recursos, necessária ao
efetivo exercício das atividades do pessoal nela lotado, composta por peças específicas que
não justificam sua inclusão na andaina básica ou complementar.
d) Andaina Extraordinária
É aquela, de propriedade da OM ou do usuário, composta por peças específicas
normatizadas pela DAbM, porém não pertencentes à linha de fornecimento do SAbM.
11.3.2 - Etapa de Fardamento
a) é o LF denominado CREDIFARDA, fixado pela DAbM, cujo valor, em moeda
corrente, é estipulado em função do preço, da quantidade e da duração das peças de uniforme
que compõem a Andaina Básica e/ou a Complementar (exceto a fornecida por
Admissão/Incorporação).
b) destina-se a custear a manutenção dos uniformes necessários às diferentes
categorias de usuários que têm direito a receber fardamento por conta da União, de acordo
com o Estatuto dos Militares, para o período de um ano. O militar passará a ter direito ao
recebimento da etapa CREDIFARDA no ano seguinte ao de seu assentamento de Praça.
OSTENSIVO - 11-3 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
c) os Cabos matriculados no Curso de Formação de Sargentos receberão sua etapa
de fardamento estipulada para o ano do referido curso, proporcionalmente à duração do
mesmo, uma vez que ao se formarem, receberão o auxílio-fardamento para aquisição dos
novos uniformes de sargento.
d) o CCIM poderá submeter a qualquer tempo à DAbM proposta para a atualização
dos valores e dos itens componentes relativos às andainas existentes, para as diferentes
categorias de usuários, procurando preservar o seu poder de compra, mas sem desconsiderar a
importância da preservação dos níveis de estoques existentes nos OD.
e) o CREDIFARDA somente poderá ser utilizado pelo militar para manter as suas
peças de uniforme em perfeitas condições de uso, conforme deverá ser atestado
periodicamente pela OM do militar, por meio de mostra de uniformes.
11.3.3 - Usuários
São todas as OM e os militares da MB em serviço ativo.
11.4 - COMPOSIÇÃO DAS ANDAINAS DE FARDAMENTO
a) as diversas andainas de fardamento, com suas respectivas peças e quantidades são
elaboradas e atualizadas pela DAbM e disponibilizadas para consulta em seu sítio eletrônico
na Intranet.
b) qualquer OM pode, a qualquer tempo, sugerir à DAbM a alteração quantitativa e
qualitativa da composição das diversas andainas, apresentando as razões que justifiquem ou
motivem o pleito.
c) o estabelecimento e a composição de cada Andaina Especial dependem de aprovação
da CEUM, do ODS da OM envolvida e da DE (ou OM com atribuição equivalente),
responsável pela atividade geradora da necessidade.
d) cabe às OM, com Andaina Especial autorizada, apresentar subsídios, de acordo com
a sistemática vigente do Plano Diretor, com as necessidades de recursos para obtenção das
mesmas.
e) cópia da composição das Andainas Especiais, logo que aprovadas, serão
encaminhadas à DAbM pela SGM. Os recursos financeiros para formação dos estoques
iniciais deverão ser previstos de acordo com o Plano Diretor da MB.
11.5 - RECURSOS FINANCEIROS
Caberá ao CCIM, com base na determinação corrente de necessidades e no controle de
inventário, apresentar subsídios de acordo com a sistemática vigente do Plano Diretor.
OSTENSIVO - 11-4 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
11.6 - OBTENÇÃO
A obtenção de itens do SJ "U" é executada pelos OObt, de acordo com as necessidades
determinadas pelo CCIM.
Os recursos são oriundos dos créditos alocados, de acordo com as necessidades
levantadas pelo CCIM no ano A para atender à demanda do ano A + 2 e à manutenção do
estoque de segurança.
Para viabilizar a obtenção de Fardamento em âmbito regional, o CCIM poderá
redistribuir para os Centros de Intendência da Marinha parcelas de créditos da Ação Interna
destinada à aquisição de fardamento, mantendo como UGR o CCIM e alterando a UGE para o
Centro de Intendência da Marinha responsável.
11.6.1 - Faturamento e Cobrança
O OObt efetuará o pagamento das faturas apresentadas pelos fornecedores e
devidamente certificadas pelos OD.
Nos casos de recebimentos de material por OM que não seja o DepFMRJ, a DAbM
deverá expedir instruções específicas sobre a perícia técnica a ser realizada para aceitação do
material.
11.7 - FORNECIMENTO
O fornecimento de uniformes é efetuado pelos Centros de Distribuição de Uniformes
(CDU), Postos de Distribuição de Uniformes (PDU) e Postos de Encomenda de Uniformes
(PEU) relacionados no Anexo F. Complementarmente, poderão ser utilizados PDU-Móveis
para o fornecimento de uniformes em locais específicos, de acordo com as programações
mensais elaboradas pelas OM responsáveis pelos PDU-Móveis. Os CDU são OM dirigidas
por Oficiais do CIM. A responsabilidade pela administração dos PDU e PEU, pela guarda,
conservação e contabilização do material estocado e pelo fornecimento das peças de
uniformes previstas no RUMB e seus respectivos registros cabe às OM citadas no mesmo
anexo.
11.8 - TABELA DE PREÇOS DE UNIFORMES
As peças de uniformes são fornecidas e comercializadas de acordo com as tabelas de
preços de uniformes aprovadas pela DAbM.
As tabelas de preços de uniformes poderão ser elaboradas, revistas e atualizadas, a
qualquer tempo pelo CCIM, que as submeterá à apreciação da DAbM.
OSTENSIVO - 11-5 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
11.9 - ATRIBUIÇÕES
11.9.1 - Compete à SGM:
a) propor ao CM os prazos para autorização de uso dos novos itens de fardamento
aprovados e introduzidos no RUMB, com base na análise técnica/gerencial efetuada pela
DAbM;
b) propor ao CM, por meio da CEUM, as inclusões e exclusões do RUMB;
c) aprovar a implantação/desativação de PDU/PEU/PDU-Móvel; e
d) propor ao CM a criação/exclusão de CDU.
11.9.2 - Compete à DAbM:
a) emanar as diretrizes de abastecimento para os CDU/PDU/PEU/PDU-Móvel;
b) estabelecer as regras para cálculo de preço das peças de fardamento;
c) aprovar, por delegação da SGM, os valores das diferentes etapas de fardamento;
d) aprovar e divulgar as tabelas de preços de uniformes;
e) propor a implantação/desativação de PDU/PEU/PDU-Móvel;
f) estabelecer e divulgar as andainas de fardamento;
g) manter o cadastro dos usuários com direito ao uso do CREDIFARDA;
h) caso necessário, proceder inspeção junto aos fabricantes de itens de fardamento
durante todas as etapas do processo produtivo; e
i) promover adestramentos, com o concurso do CIANB, voltados para os aspectos
relacionados à gestão dos CDU/PDU/PEU/PDU-Móveis.
11.9.3 - Compete ao CCIM:
a) propor o preço das peças de uniforme para fornecimento, com base no preço de
aquisição do item, da matéria-prima utilizada e na apropriação dos custos envolvidos no
processo de fabricação;
b) manter registros da evolução histórica dos preços;
c) elaborar e submeter à aprovação da DAbM as tabelas de preços de uniformes de
todas as peças do RUMB incluídas em linha de fornecimento;
d) produzir informações estatísticas relativas ao abastecimento de uniformes na MB;
e) exercer a supervisão funcional dos CDU/PDU/PEU/PDU-Móveis;
f) manter arquivada, no prazo definido para fins de prestação de contas, a listagem
OSTENSIVO - 11-6 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
analítica e consolidada dos fornecimentos efetuados de cada CDU/PDU/PEU/PDU-Móvel
(fechamento diário), totalizada por usuário, para fim de auditoria;
g) estabelecer as políticas de estoque e as estratégias de canal a serem aplicadas aos
itens de fardamento, da linha de fornecimento do SAbM, associadas aos distintos pontos de
venda (CDU/PDU/PEU);
h) promover o recompletamento dos estoques dos CDU/PDU/PEU, segundo o conceito
de Demanda Empurrada, com base nas estratégias de canal e políticas de estoque estabelecidas; e
i) propor à DAbM subsídios para a elaboração das diretrizes de abastecimento a ser
utilizada pelos CDU/PDU/PEU/PDU-Móveis.
11.9.4 - Compete aos OObt:
a) diligenciar as aquisições dos itens licitados, de forma a atender os prazos de
atendimento solicitados pelo CCIM no tocante ao recebimento dos uniformes provenientes das
empresas contratadas para fornecimento nos OD; e
b) informar tempestivamente ao CCIM a impossibilidade de cumprimento de algum
prazo estabelecido de entrega de uniformes nos OD.
11.9.5 - Compete aos OD:
a) periciar, armazenar, contabilizar, controlar e distribuir os itens de fardamento sob
sua responsabilidade; e
b) manter registros dos recebimentos de matéria-prima e produtos acabados, com os
respectivos laudos periciais, no prazo definido para fins de prestação de contas.
11.9.6 - Compete aos CDU:
a) realizar a gestão, em especial das suas atividades finalísticas, com foco no cliente;
b) arquivar, no prazo definido para fins de prestação de contas, as notas dos
fornecimentos efetuados;
c) disponibilizar para consulta pelos clientes, na área de atendimento, as andainas e
etapas de fardamento e a Tabela de Preços de Uniformes;
d) manter em funcionamento os meios de acesso à rede de informática da MB, com
especial atenção à manutenção de caixa postal do correio eletrônico e acesso à Intranet;
e) responsabilizar-se pela segurança, guarda e conservação de todo o estoque de
fardamento existente na OM e pelo registro dos fornecimentos efetuados, para fins de
prestação de contas, conforme previsto nestas Normas;
f) realizar inventários de verificação ou de transferência de responsabilidade,
OSTENSIVO - 11-7 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
encaminhando-os ao CCIM;
g) buscar contínuo aprimoramento do seu funcionamento, em especial das suas
atividades finalísticas e do atendimento prestado aos seus clientes;
h) realizar Inventários Rotativos Permanentes, de forma a aumentar a confiabilidade e
controle dos estoques existentes, facilitando assim o inventário semestral;
i) estabelecer horários de funcionamento, sempre que possível, compatíveis com os
horários livres dos usuários locais, facilitando o acesso dos usuários às suas instalações, com o
mínimo de prejuízo aos serviços diários das OM por ele apoiadas;
j) exercer coordenação, bem como prestar apoio às OM de Ensino no tocante às
atividades de planejamento e execução referentes ao fornecimento de fardamento em atendimento
às incorporações; e
k) comunicar os clientes sobre a chegada de encomendas realizadas, informando aos
mesmos o prazo para retirada do material, sob pena de cancelamento da encomenda, conforme
previsto na alínea g do item 11.9.10.
11.9.7 - Compete às OM onde existir PDU, PEU ou PDU-Móvel:
a) designar pessoal para gestão do PDU/PEU/PDU-Móvel, mediante Ordem de
Serviço (OS);
b) administrar o PDU/PEU/PDU-Móvel instalado na OM observando as instruções
contidas nestas Normas, com foco no cliente;
c) Executar todas as atividades relativas à administração de pessoal lotado no
PDU/PEU/PDU-Móvel, conforme as Normas em vigor;
d) arquivar, no prazo definido para fins de prestação de contas, as notas dos
fornecimentos efetuados;
e) conservar e manter as instalações e equipamentos do PDU/PEU/PDU-Móvel;
f) disponibilizar para consulta pelos clientes, na área de atendimento, as andainas e
etapas de fardamento e a Tabela de Preços de Uniformes;
g) manter em funcionamento os meios de acesso à rede de informática da MB, com
especial atenção à manutenção de caixa postal do correio eletrônico e acesso à Intranet;
h) responsabilizar-se pela segurança, guarda e conservação de todo o estoque de
fardamento existente no PDU/PEU/PDU-Móvel e pelo registro dos fornecimentos efetuados,
para fins de prestação de contas, conforme previsto nestas Normas;
i) realizar inventários de verificação ou de transferência de responsabilidade,
OSTENSIVO - 11-8 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
encaminhando-os ao CCIM;
j) apresentar sugestões que visem ao aprimoramento do funcionamento e do
atendimento prestado pelo PDU/PEU/PDU-Móvel;
k) expedir Ordem Interna (OI) sobre o funcionamento do PDU/PEU/PDU-Móvel;
l) realizar Inventários Rotativos Permanentes, de forma a aumentar a confiabilidade e
controle dos estoques existentes, facilitando assim o inventário semestral;
m) adquirir o mobiliário e equipamento necessário para o funcionamento do
PDU/PEU/PDU-Móvel, bem como o material de consumo essencial à operação do mesmo;
n) estabelecer horários de funcionamento, sempre que possível, compatíveis com os
horários livres dos usuários locais, facilitando o acesso dos usuários às suas instalações, com o
mínimo de prejuízo aos serviços diários das OM por ele apoiadas; e
o) comunicar os clientes sobre a chegada de encomendas realizadas, informando aos
mesmos o prazo para retirada do material, sob pena de cancelamento da encomenda, conforme
previsto na alínea g do item 11.9.10.
11.9.8 - Compete aos Órgãos de Formação de Militares e aos CDU/PDU/PEU que
apoiem incorporações:
a) executar as atividades de planejamento e execução relativas ao fornecimento de
itens de fardamento em atendimento a incorporações, bem como as correspondentes
prestações de contas, segundo procedimentos específicos estabelecidos pela DAbM; e
b) os Órgãos de Formação deverão fornecer tempestivamente aos CDU/PDU/PEU
apoiadores os documentos necessários à instrução das prestações de contas dos fornecimentos
realizados.
11.9.9 - Compete às OM em geral:
a) informar ao CCIM/ DPMM a exclusão do militar do Serviço Ativo da Marinha
(SAM). Ao iniciarem processo de transferência para a Reserva Remunerada, Reforma, bem
como nos casos de falecimento, licenciamento ou exclusão do SAM, deserção e
desaparecimento, a OM deverá informar por mensagem ao CCIM o NIP, nome completo,
posto/graduação do militar, a fim de possibilitar o tempestivo bloqueio dos mesmos no
SINGRA;
b) solicitar a presença do PDU-Móvel, quando não houver CDU/PDU/PEU na área
para apoiar sua tripulação;
c) verificar a posse, estado de conservação e marcação individual das andainas
OSTENSIVO - 11-9 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
básicas e complementares, por meio de inspeções como, por exemplo, mostras de pessoal ou
de qualquer outra forma de inspeção individual estabelecida; e
d) sugerir à DAbM medidas que visem ao aperfeiçoamento do processo de
abastecimento de fardamento.
11.9.10 - Compete aos Usuários:
a) apresentar sua cédula de identidade ao funcionário do CDU/PDU/PDU-
Móvel/PEU, quando comparecer a qualquer ponto de venda para adquirir uniformes;
b) exigir sempre, no ato da compra, a NF emitida pelo CDU/PDU/PDU-
Móvel/PEU;
c) no caso dos usuários do CREDIFARDA, adquirir seus uniformes no limite do
saldo de sua etapa de fardamento ou, quando o saldo for insuficiente para obter todas as peças
desejadas, optar por quais peças serão pagas com o CREDIFARDA, até o limite do seu saldo,
e adquirir as demais peças mediante desconto em Bilhete de Pagamento (BP), ou por meio da
modalidade Pré-Indenizável;
d) utilizar os uniformes adquiridos apenas nas atividades que competem ao militar,
sendo vedadas quaisquer outras destinações;
e) manter suas andainas completas, identificadas e em bom estado de conservação;
f) participar à sua OM as dificuldades porventura encontradas para obter uniformes
nos CDU/PDU/PDU-Móvel/PEU;
g) retirar os uniformes encomendados nos CDU/PDU/PEU, em até quinze dias
após a comunicação pelo CDU/PDU/PEU, sob pena da sua encomenda ser cancelada; e
h) entregar os uniformes por meio de um CDU/PDU/PEU, após a efetivação do
desligamento do SAM, caso seja beneficiário do CREDIFARDA ou tenha recebido andaina
básica de Admissão/Incorporação.
11.10 - ORGANIZAÇÃO DOS SERVIÇOS NOS CDU/PDU/PEU/PDU-MÓVEL PARA
FORNECIMENTO DE UNIFORMES
Os serviços de fornecimento para uniformes são organizados em CDU, PDU, PEU e
PDU-Móvel, conforme abaixo:
11.10.1 - CDU/PDU/PEU
Os CDU/PDU/PEU terão sua atuação pautada no conceito de estratégia de canal,
segundo o qual os clientes serão prontamente atendidos a partir de estoques mantidos nos
pontos de venda, ou por meio de encomendas, a serem posteriormente retiradas pelos
OSTENSIVO - 11-10 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
mesmos. A partir de análise realizada pelo CCIM, a qual levará em consideração a demanda e
a criticidade do item, será definida a estratégia de canal aplicada a cada item, para cada ponto
de venda. É importante ressaltar que um mesmo item poderá ter estratégias de canal distintas,
para diferentes pontos de venda. Na gestão da cadeia logística de fardamento na MB serão
praticadas duas estratégias de canal, a saber:
a) pronto atendimento, por meio de estoque nos pontos de venda: Os itens inseridos
nesta estratégia de canal serão classificados como “GRUPO 1”, o qual será associado ao
ponto de venda. Tais itens serão mantidos em estoque no ponto de venda e terão seus
recompletamentos promovidos periodicamente pelo CCIM, segundo o conceito de Demanda
Empurrada. Os níveis de estoque a serem mantidos nos pontos de venda, bem como a
frequência de recompletamento estarão atrelados à política de estoque estabelecida pelo
CCIM. Tal política será estabelecida a partir de análise que deverá levar em consideração as
seguintes variáveis logísticas:
- Demanda nos pontos de venda;
- Capacidade de armazenagem nos pontos de venda;
- Custos de transporte; e
- Níveis de inventário no DepFMRJ.
b) atendimento sob encomenda: Os itens inseridos nesta estratégia de canal serão
classificados como GRUPO 2, o qual será associado ao ponto de venda. Tais itens não serão
mantidos em estoque no ponto de venda e serão atendidos por meio de encomendas pontuais,
realizadas pelos clientes, segundo o conceito de Demanda Puxada. Em geral, serão
enquadrados nessa estratégia de canal os itens de baixa demanda no ponto de venda.
No exercício da supervisão funcional, o CCIM poderá autorizar os CDU a
promoverem o recompletamento dos estoques dos itens do GRUPO 1 por meio do conceito de
Demanda Puxada. Nesta hipótese, deverá manter constante acompanhamento sobre a atuação
dos CDU, visando a verificar se as RMT destinadas ao recompletamento estão sendo emitidas
tempestivamente.
O enquadramento do ponto de venda como PEU, PDU ou CDU observa uma
gradação crescente, considerando as suas abrangências de atuação e volumes operacionais.
Em termos práticos, os níveis de estoque e a quantidade de itens distintos mantidos em
estoque em um CDU serão maiores do que em um PDU, as quais serão maiores do que em
um PEU. Entretanto, é importante ressaltar que nas três configurações serão mantidos
OSTENSIVO - 11-11 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
estoques no ponto de venda, para os itens GRUPO 1, segundo as estratégias de canal
estabelecidas pelo CCIM.
Os CDU são OM dirigidas por Oficiais do CIM, enquanto que os PDU e PEU são
elementos inseridos nas estruturas organizacionais das OM onde se encontrem estabelecidos.
À parte de suas estruturas administrativas, as quais serão estruturadas segundo as
especificidades locais, os CDU/ PDU/PEU possuirão as seguintes áreas físicas:
I) Área de estocagem - é a área onde os itens de fardamento são estocados a grosso,
nas próprias embalagens recebidas do DepFMRJ ou empregando-se estrados, porta-estrados,
estantes e outros acessórios de armazenagem; e
II) Área de exposição e fornecimento - é a área onde os itens de fardamento são
estocados a retalho, empregando-se prateleiras, gôndolas, estantes, entre outros, de acordo
com a disponibilidade de espaço e com os acessórios de armazenagem existentes em cada
ponto de venda.
11.10.2 - PDU-Móveis
Os PDU-Móveis são veículos adaptados para transportar peças de uniforme dentro
das normas de segurança, em boas condições de armazenagem e terão especificações próprias
para atender aos usuários. São ainda possuidores de espaços próprios para venda de itens desta
categoria de material ao público interno da MB. Os PDU-Móveis têm como propósito atender,
prioritariamente, às demandas previstas e solicitadas por OM que não disponham de
CDU/PDU/PEU próximos às suas instalações.
As OM responsáveis pelos PDU-Móveis divulgarão, periodicamente, as OM que
serão visitadas e as datas de permanência nos locais. As OM a serem visitadas proverão o
espaço adequado para estacionamento, bem como as ligações para o fornecimento de energia
elétrica de terra e para o tráfego de dados informatizados, uma vez que estes PDU-Móveis
necessitarão, obrigatoriamente, possuir acesso ao SINGRA.
As OM visitadas coletarão ainda as encomendas de seu pessoal e as encaminharão
previamente às OM responsáveis pelos PDU-Móveis, os quais, além dos itens solicitados,
poderão levar outros itens de consumo rotineiro, a fim de suprir qualquer demanda eventual.
11.10.3 - Recursos Humanos
a) os CDU serão estruturados com base em seus Regulamentos e Regimentos
Internos;
b) os PDU/PEU/PDU-Móveis disporão, pelo menos, da seguinte estrutura: um
OSTENSIVO - 11-12 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
Encarregado, que poderá ser Oficial (preferencialmente do CIM), Suboficial
(preferencialmente das especialidades afetas à área administrativa) ou Servidor Civil
assemelhado (com noções de gerenciamento de estoque), e de um Gerente, que poderá ser
Praça de qualquer especialidade, de graduação igual ou superior a Terceiro-Sargento ou
servidor civil assemelhado. Disporão, ainda, das seguintes funções: Atendente(s) e
Paioleiro(s), que poderão ser Praças de qualquer especialidade, preferencialmente afeta à área
administrativa, e de graduação igual ou superior a Cabo ou servidor civil assemelhado.
Especificamente para a atividade de atendimento, poderão ser empregados funcionários
terceirizados, contratados para tal finalidade.
11.11 - ATRIBUIÇÕES E RESPONSABILIDADES DOS MILITARES E
SERVIDORES CIVIS DOS CDU/PDU/PEU/PDU-Móveis
Os CDU, pelo fato de serem OM, possuem organizações administrativas próprias, as
quais contemplarão as atribuições e responsabilidades do seu pessoal. Entretanto,
especificamente em relação às suas atividades finalísticas, haja vista a similaridade com as
atividades desenvolvidas nos demais pontos de venda, as organizações administrativas dos
CDU deverão tomar por base os conceitos presentes nos itens a seguir, os quais possuem
aplicação direta aos PDU/ PEU/ PDU-Móveis.
11.11.1 - Compete ao Encarregado do PDU/PEU/ PDU-Móvel:
a) a responsabilidade por todo o material existente no PDU/PEU/PDU-Móvel,
principalmente pelos estoques de fardamento e pela administração do Posto, de acordo com as
Normas em vigor;
b) inspecionar periodicamente o PDU/PEU/PDU-Móvel, verificando as instalações
físicas, equipamentos, móveis e utensílios e os estoques de uniformes;
c) supervisionar a atuação do gerente do PDU/PEU/PDU-Móvel;
d) supervisionar o andamento dos serviços e o cumprimento das normas,
orientações e instruções que regulam o funcionamento do PDU/PEU/PDU-Móvel;
e) acompanhar e conferir o inventário de verificação, certificando sua correção,
mediante comparação com os documentos de receita e despesa existentes;
f) providenciar os meios necessários para transferência de material para outro
PDU/PEU/PDU-Móvel quando assim orientado pelo CCIM; e
g) supervisionar a contabilidade do fardamento encaminhado pelo DepFMRJ.
11.11.2 - Compete ao Gerente do PDU/PEU/PDU-Móvel:
OSTENSIVO - 11-13 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
a) efetuar o controle de todo o material existente no PDU/PEU/PDU-Móvel,
principalmente no tocante à sua conservação e correta estocagem, bem como pelo material
permanente existente nas instalações do PDU/PEU/PDU-Móvel;
b) manter rigoroso controle sobre o funcionamento do PDU/PEU/PDU-Móvel;
c) executar o fornecimento de uniformes aos usuários, cumprindo as normas,
orientações e instruções em vigor para operação e funcionamento dos PDU/PEU/PDU-Móvel;
d) manter as peças de uniformes estocadas de acordo com as técnicas requeridas
pelas características especiais de cada item;
e) zelar pela guarda e conservação das peças de uniformes armazenadas;
f) manter o controle físico e financeiro das peças de uniformes armazenadas;
g) disponibilizar um computador ao usuário para consulta do RUMB pela Intranet;
h) zelar pela segurança e conservação das instalações, dos equipamentos e dos
móveis e utensílios que constituem o acervo do PDU/PEU/PDU-Móvel;
i) participar, imediatamente, ao Encarregado do PDU/PEU/PDU-Móvel, qualquer
irregularidade constatada no que se refere à segurança das instalações, roubos, furtos e desvios
de material, disciplina dos subordinados e dos usuários, bem como qualquer outro problema
que requeira pronta ação do Encarregado do PDU/PEU/PDU-Móvel e providências da OM;
j) supervisionar a conferência do material recebido do DepFMRJ; e
k) apresentar ao Encarregado do PDU/PEU/PDU-Móvel sugestões que visem ao
aprimoramento das ações administrativas.
11.11.3 - Compete aos demais componentes do PDU/PEU/PDU-Móvel:
a) cumprir as instruções e as determinações do Gerente, no que diz respeito às
atribuições de sua responsabilidade e ao funcionamento do PDU/PEU/PDU-Móvel;
b) cumprir suas obrigações regimentais de trabalho;
c) participar das atividades preventivas, no que se refere à guarda e à conservação
dos estoques de uniformes, das instalações, dos equipamentos e dos móveis e utensílios que
constituem o acervo do PDU/PEU/PDU-Móvel, informando ao Gerente qualquer
irregularidade constatada;
d) atender aos usuários com presteza e cortesia;
e) participar ao Gerente do PDU/PEU/PDU-Móvel qualquer discrepância existente
nos estoques, ou seja, faltas e excessos de peças de uniformes em relação aos registros;
f) manter o Gerente do PDU/PEU/PDU-Móvel informado sobre qualquer
OSTENSIVO - 11-14 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
irregularidade observada, seja quanto ao funcionamento ou quanto ao procedimento
disciplinar dos usuários; e
g) apresentar ao Gerente do PDU/PEU/PDU-Móvel sugestões que visem à melhoria
do funcionamento e do atendimento.
11.12 - DISPOSIÇÕES FINAIS
Os procedimentos operacionais relacionados à Sistemática CREDIFARDA, à
emissão de RM e de NF, à armazenagem, à realização de inventários, à destinação de
excessos, aos fornecimentos de uniformes e às respectivas modalidades de fornecimento
encontram-se descritos no Anexo K da ABASTCMARINST nº 20-01, a qual possui caráter
complementar ao presente capítulo.
OSTENSIVO - 11-15 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
CAPÍTULO 12
VIATURAS
12.1 - PROPÓSITO
Estabelecer normas e procedimentos atinentes ao fluxo logístico de viaturas na MB.
12.2 - CLASSIFICAÇÃO
Conforme regulado pelo Decreto nº 9.287, de 15FEV2018, as viaturas utilizadas na
Marinha são classificadas como:
a) viaturas de representação; e
b) viaturas de serviços especiais.
O detalhamento desta classificação encontra-se no Anexo G.
12.3 - UTILIZAÇÃO
A regra de utilização das viaturas na MB será a seguinte:
12.3.1 - Viaturas de representação (TIPO 01)
São de uso exclusivo do Comandante da Marinha.
12.3.2 - Viaturas de serviços especiais
De acordo com o contido no artigo 5º, do Decreto nº 9.287 de 15FEV2018, viaturas
de serviços especiais são aqueles utilizados em atividades relativas a:
I - segurança pública;
II - segurança nacional;
III - atividades de inteligência;
IV - saúde pública;
V - fiscalização;
VI - coleta de dados;
VII - peculiaridades do Ministério das Relações Exteriores não abrangidas pelo
disposto no art. 3º do Decreto nº 9.287 de 15FEV2018;
VIII - necessidades dos ex-Presidentes da República; e
IX - segurança dos familiares do Presidente e do Vice-Presidente da República.
A MB, como Força Armada, possui a finalidade precípua de contribuir para a Defesa
Nacional, sendo, ainda, a Autoridade Marítima, portanto não possui característica meramente
administrativa e suas tarefas são, em maior ou menor escala, essencialmente operativas.
As viaturas de serviços especiais são utilizadas para o transporte de pessoal e
OSTENSIVO - 12-1 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
material nas atividades relacionadas, prioritariamente, à segurança nacional e, em menor
escala, à fiscalização, saúde pública e coleta de dados, no âmbito da missão de preparar e
empregar o poder naval, a fim de contribuir para a defesa da Pátria como, por exemplo, as
tarefas inerentes à Garantia da Lei e da Ordem (GLO), assim como as atividades afetas à
Segurança do Tráfego Aquaviário.
As viaturas de serviço de apoio especial (TIPO 03) são destinadas ao uso exclusivo
dos Almirantes ou daqueles que exercem cargos previstos para Almirantes, nos
deslocamentos necessários ao exercício de suas funções. Os Capitães de Mar e Guerra,
quando Comandantes ou Diretores de OM, nomeados pelo Comandante da Marinha, poderão
fazer jus a esta prerrogativa, se forem a autoridade naval mais antiga da cidade em que se
situam suas respectivas OM.
O uso das viaturas para o trânsito rotineiro residência-OM-residência é caracterizado
como trânsito em serviço e regulado pelo Decreto nº 57.272, de 16NOV1965, alterado pelo
Decreto nº 64.517, de 15MAI1969.
12.4 - IDENTIFICAÇÃO
As viaturas são identificadas pela codificação e descrição de seu TIPO e MODELO,
conforme detalhamento constante do Anexo G.
12.4.1 - Tipo
Agrupa as viaturas com características semelhantes e com a mesma finalidade. O tipo
da viatura é composto por dois algarismos.
12.4.2 - Modelo
Detalha o código, a cor, a vida útil e a descrição sumária da viatura como item de
suprimento. O código do modelo da viatura é composto por três algarismos, dos quais os dois
primeiros indicam o TIPO e o terceiro designa o MODELO de uso aprovado na MB.
12.4.3 - Cores de pintura
As viaturas são pintadas nas seguintes cores:
DESCRIÇÃO TIPO COR
Representação 01 Preta
Ambulância 24
Branca
Carro Transporte de Pacientes Psiquiátricos 35
Caminhão para Combate a Incêndio 26 Vermelha
Especiais 03 Cinza de fábrica
Serviços de Apoio 04
Cinza munsell
Micro-ônibus 05
OSTENSIVO - 12-2 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
Camioneta de Carga 06
Camioneta de Passageiros 07
Ônibus 09
Caminhão com Carroceria Convencional 10
Camioneta de Uso Misto 12
Caminhão Dotado de Lança Articulada 23
Caminhão tipo Furgão Isotérmico 25
Auto-Tanque para transporte de Água 27
Auto-Tanque para transporte de Combustíveis 28
Caminhão tipo Caçamba Basculante 29
Veículo para Coleta de Lixo 30
Caminhão tipo Furgão Baú 32
Caminhão Guincho para Reboque de Viaturas 33
Carro para Transporte de Presos 37 Cinza munsell
Cavalo Mecânico 38
Semirreboque (carreta) 39
Reboque de Carga 53
Trator 48
Retroescavadeira e pá carregadeira 51
De fábrica
Viatura de Inteligência (descaracterizada) 54
Motocicleta de Inteligência (descaracterizada) 55
Viatura para a fiscalização e segurança do Tráfego
56 Cinza munsell
Aquaviário
12.5 - NÚMERO DE IDENTIFICAÇÃO DE VIATURA
O Número de Identificação de Viatura (NIV) individualiza, de forma padronizada, cada
viatura.
12.5.1 - Composição do NIV
O NIV é um símbolo composto de onze algarismos, escrito em quatro conjuntos, cada
um deles separados por um ponto, conforme mostrado no esquema a seguir:
OSTENSIVO - 12-3 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
O primeiro conjunto, constituído de dois algarismos significativos, evidencia o ano
de fabricação da viatura, conforme expresso no campo ANO/FAB do Certificado de Registro
e Licenciamento de Veículo (CRLV).
O conjunto seguinte, com três algarismos, indica o CÓDIGO DO MODELO da
viatura e seu TIPO (expresso pelos dois primeiros algarismos deste conjunto).
O terceiro conjunto, com cinco algarismos, evidencia o número de ordem sequencial
da viatura no cadastro da MB.
O último algarismo constitui o dígito verificador do NIV.
12.5.2 - Atribuição do NIV
Cabe à DAbM a atribuição e o controle do NIV, podendo ser modificado sempre que
for constatada uma incorreção no ano ou evolução no código do modelo da viatura. Os NIV
serão incluídos no Sistema de Viaturas (SisVtr) tão logo seja programada a obtenção de uma
viatura para o respectivo COMARE.
Em nenhum caso os NIV poderão ser reutilizados ou transferidos para outras
viaturas.
12.6 - DOTAÇÃO
A dotação de viaturas corresponde ao número máximo autorizado de viaturas
distribuídas aos COMARE relacionados no Anexo H. É estabelecida pela DAbM,
expressando a quantidade, por tipo, aplicável ao serviço das OM apoiadas.
12.7 - DISPOSIÇÕES FINAIS
Os procedimentos operacionais referentes atinentes ao fluxo logístico de viaturas
encontram-se descritos no Anexo L da ABASTCMARINST nº 20-01, o qual possui caráter
complementar ao presente capítulo.
OSTENSIVO - 12-4 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
CAPÍTULO 13
TRÁFEGO DE CARGA
13.1 - PROPÓSITO
Estabelecer normas e procedimentos para a execução da Atividade Gerencial Tráfego
de Carga no país e no exterior.
13.2 - ATIVIDADE DE TRÁFEGO DE CARGA
13.2.1 - Conceitos introdutórios
A Atividade Gerencial Tráfego de Carga compreende três subunidades:
- Importação;
- Exportação; e
- Tráfego de Carga Nacional.
a) Importação
O processo de importação é a entrada da mercadoria no território aduaneiro,
decorrente de um contrato de compra e venda internacional ou decorrente de contratos e/ou
operações que demandem a permanência temporária de materiais no território aduaneiro.
Divide-se em três fases: administrativa, fiscal e cambial. A fase administrativa está ligada aos
procedimentos necessários para efetuar a importação que variam de acordo com o tipo de
operação e mercadoria. A fase fiscal compreende o despacho aduaneiro que se completa com
o pagamento dos tributos e retirada física da mercadoria da Alfândega. A fase cambial está
voltada para a transferência de moeda estrangeira por meio de um banco autorizado a operar
em câmbio.
b) Exportação
O processo de exportação é a saída da mercadoria do território aduaneiro,
decorrente de um contrato de compra e venda internacional, que pode ou não resultar na
entrada de divisas, ou decorrente de contratos e/ou operações que demandem a saída
temporária de materiais do território aduaneiro. No caso da MB, há uma especificidade no
processo de exportação: a saída de mercadoria do território aduaneiro é estabelecida,
basicamente, para envio de mercadoria ou de ferramentas com a finalidade de reparo no
exterior ou atendimento aos navios em portos internacionais.
c) Tráfego de Carga Nacional
O processo de Tráfego de Carga Nacional compreende a movimentação de cargas
entre dois pontos dentro do território brasileiro, em geral entre os Depósitos Primários e os
CeIM, sob apoio da OM de Tráfego de Carga remetente.
OSTENSIVO - 13-1 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
Estas Normas empregarão sempre a perspectiva nacional dos termos acima
citados. Os principais termos utilizados na execução desta Atividade Gerencial estão
definidos no Anexo I.
13.2.2 - Subsistema Tráfego de Carga e demais conceitos, atribuições e definições
a) Subsistema Tráfego de Carga:
O Subsistema Tráfego de Carga é componente do SAbM. Possui os seguintes
componentes:
I) OM clientes: Organização Militar Solicitante de Transporte (OMST),
Organização Militar Solicitante (OMS) e Organização Militar Destinatária (OMD); e
II) OM prestadoras do serviço de Tráfego de Carga: Organizações Militares de
Tráfego de Carga (OMTC).
É importante o conceito de que para todo embarque de material existe uma
OMTC remetente e uma OM recebedora.
b) Designação de OMTC:
As seguintes OM exercem a atribuição de OMTC:
I) Centro de Distribuição e Operações Aduaneiras da Marinha (CDAM):
- no atendimento do Desembaraço Alfandegário de carga oriunda do país para o
exterior e vice-versa (exportação e importação), assim como da remessa de material do Rio de
Janeiro (RJ) para outras regiões do país e a gerência do recebimento das cargas provenientes
do fluxo inverso (Tráfego de Carga Nacional);
- nos casos de Despacho Aduaneiro (importação e exportação) no país, somente
o CNPJ do CDAM está habilitado a atuar junto à Receita Federal do Brasil (RFB). Qualquer
tentativa de agilizar desembaraço junto à RFB deverá apoiar-se no acompanhamento de
despachante habilitado no Sistema de Comércio Exterior (SISCOMEX) do CDAM; e
- apenas o Diretor do CDAM está previamente cadastrado como Responsável
Legal e Fiel Depositário da MB perante a RFB. Em virtude da necessária titularidade do
CNPJ, exigida por ocasião do cadastramento do CNPJ do CDAM no SISCOMEX, somente os
designados à representação formal do titular estarão habilitados a exercerem a atividade do
desembaraço alfandegário e a operação do SISCOMEX.
- adicionalmente, atua como OMTC recebedora no atendimento ao fluxo de
recebimento de carga dirigida ao RJ ou como OMTC remetente, quando dela para o resto do
país, desde que motivadas por STC inseridas no SISGLT.
II) Hospital Naval Marcílio Dias (HNMD), Laboratório Farmacêutico da Marinha
OSTENSIVO - 13-2 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
(LFM) e Centro de Intendência da Marinha em São Pedro da Aldeia (CeIMSPA):
- peculiaridades deverão ser observadas tanto no trato do material associado
ao HNMD e ao LFM, em função das exigências do Regulamento Técnico para fins de
Vigilância Sanitária de Mercadoria Importada (Resolução - RDC 350) aprovado pela Agência
Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), quanto em relação ao CeIMSPA, ao tratar dos
processos de importação relacionados ao Depósito Especial da MB (DepEspMB) na sua área.
Nos casos do HNMD e LFM, o CDAM, em parceria com essas OM, efetuará lançamentos no
SISCOMEX, utilizando a habilitação efetuada sob o registro do CNPJ daquelas OM e
cadastrando os mesmos despachantes orgânicos do CDAM junto aos CNPJ daquelas OM; e
- o cadastro junto ao Sistema ANVISA do HNMD e do LFM deverá ser
atualizado a cada alteração de titularidade dessas OM. A senha matriz do Sistema ANVISA
vinculada ao CNPJ raiz da MB deverá ficar sob a guarda e operação da Diretoria de Saúde da
Marinha (DSM).
III) os Centros de Intendência (CeIM) fora da área Rio
Atuam como OMTC recebedora no atendimento ao fluxo de recebimento
de carga dirigida às áreas de sua jurisdição ou como OMTC remetente, quando delas para o
resto do país, desde que motivadas por STC inseridas no SISGLT.
IV) o Comando mais antigo da Área
Atua como OMTC remetente ou recebedora no atendimento ao fluxo de
Tráfego de Carga da Área de sua jurisdição para o resto do país, nos casos não abrangidos
acima.
V) os Órgãos de Obtenção no Exterior (OObExt):
- atuam como OMTC remetente no atendimento ao fluxo de Tráfego de
Carga do exterior para o país e no envio entre países no exterior, nas áreas de sua jurisdição; e
- como OMTC recebedora, quando na gerência do recebimento das cargas
provenientes do país.
VI) excepcionalmente, OM que realizem aquisição diretamente no exterior
(normalmente Diretorias Especializadas) poderão tornar-se OMTC responsável por
Importação, quando no atendimento da gerência do fluxo de tráfego de Importação. No
entanto, cabe salientar que as despesas de Tráfego de Carga provenientes dessas aquisições
são de responsabilidade dessas OM.
As despesas provenientes do Tráfego de Carga são:
- as taxas portuárias / aeroportuárias para desconsolidação de documentação
OSTENSIVO - 13-3 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
(Agenciamento);
- as taxas de armazenagem cobradas pelo serviço prestado pela operadora
portuária / aeroportuária durante o desembaraço alfandegário; e
- a taxa de sobrestadia de permanência de contentor (“Demurrage”) com o
importador, devida ao armador-proprietário do contentor, decorrente de deficiência contratual
de transporte nos prazos de “free time” no porto de destino.
c) Documentação necessária ao desembaraço alfandegário:
I) Básica: Conhecimento de Embarque (CE), Fatura Comercial (“invoice”) e
Romaneio de Carga, para as cargas de natureza normal;
II) Complementar: “Safety Data Sheet” e o “Dangerous Goods Declaration” ou
“Certificate of Dangerous Goods”, conforme o caso, para as cargas de natureza especial; e
III) Outras: aquelas necessárias para agilizar o desembaraço alfandegário,
dependendo da natureza da carga e que forem solicitadas pelas autoridades alfandegárias
nacionais e internacionais, tanto na importação como na exportação do material.
IV) Em face de exigências das autoridades aduaneiras internacionais e nacionais,
as OM deverão estar atentas às eventuais necessidades de tradução dos documentos
envolvidos, seja para a língua inglesa ou para a língua portuguesa. No caso de dúvida, o
CDAM deverá ser consultado previamente.
d) Grau de Prioridade
Em termos de prioridade, para efeito destas Normas, uma Solicitação de Tráfego
de Carga (STC) poderá ser classificada como:
I) Normal: os casos de caráter rotineiro e planejado; e
II) Urgente: os casos de emergência, necessariamente justificados pela OMS, no
campo observações da própria STC, contendo a data-limite para o recebimento da carga pelo
destinatário. A classificação urgente implica a utilização do modal que atenda à necessidade o
mais rápido possível, avaliando-se o custo empregado.
e) Autorização do embarque do material:
É de responsabilidade da OMTC remetente determinar, em última instância, a
autorização do embarque do material e notificar, tempestivamente, a OMTC recebedora,
garantindo a perfeita identificação do embarque realizado e a confiabilidade quanto à
procedência da mercadoria, além de certificar-se, com a empresa transportadora ou agente de
embarque, de que a carga tenha chegado ao destino conforme planejado e contratado;
OSTENSIVO - 13-4 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
f) Solicitação de auxílio à OMTC recebedora
Desde que apoiada em documentação formal, a OMTC remetente poderá solicitar
o auxílio à OMTC recebedora, para que esta apresente a referida documentação
comprobatória do embarque realizado na agência representante do destino da mercadoria, a
fim de completar o procedimento de entrega da mercadoria ou início de desembaraço
alfandegário, neste último caso, quando do Tráfego de Carga internacional. Esta
documentação deverá, preferencialmente, ser encaminhada digitalizada ou por fax.
g) Embarques efetuados por Órgãos extra-MB
Embarques efetuados diretamente por órgãos extra-MB, em descumprimento às
instruções contidas neste capítulo ou na ABASTCMARINST nº 20-01, deverão ser tratados
conforme a seguir:
I) nos casos em que o embarque tenha ocorrido sem a prévia autorização do
OObExt ou OMTC remetente, na excepcionalidade prevista na subalínea VI da alínea b, do
presente inciso, caberá à OM celebrante do contrato de obtenção solicitar o ressarcimento à
empresa contratada de todos os custos provenientes do envio do material, tais como:
eventuais multas aplicadas pela RFB e taxas de armazenagem, de agenciamento e de
sobrestadia de contentores. A fim de assegurar a eficácia dessa cobrança, é fundamental que
seja incluída cláusula específica no contrato de prestação de serviços ou fornecimento do
material que preveja o referido ressarcimento.
II) a fim de dirimir eventuais obstáculos surgidos junto à RFB em decorrência da
multa aplicada, caberá ao titular da OM, onde serve o gerente do contrato em questão
encaminhar relatório ao CDAM, com cópia para o CCIM, apresentando em anexo a
documentação que formaliza as providências adotadas para impedir o embarque indevido.
13.3 - INSTRUÇÕES PARA EXPORTAÇÃO
Existem dois tipos de exportação realizadas e definidas pelo SAbM: exportação
definitiva e exportação temporária
a) Exportação Definitiva - Ocorre, geralmente, nas situações de retorno de um item
importado, sob Regime Especial de Admissão Temporária, ao seu país de origem, ou no
atendimento a navios ou OM localizados no exterior.
b) Exportação Temporária - Ocorre, geralmente, nas situações de envio de materiais
para reparo no exterior (SE do tipo “Work Order” - WO), ou em situações nas quais são
enviados equipamentos, ferramentas ou acessórios para o exterior em apoio a um reparo ou a
uma operação. Seu prazo de vigência será de, no máximo, um ano, não podendo ser
OSTENSIVO - 13-5 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
prorrogado.
I) Em caráter excepcional, nos casos devidamente justificados, o prazo de vigência
do regime poderá ser prorrogado a critério da autoridade aduaneira que concedeu o Regime.
II) As OMS interessadas em prorrogar o período de permanência deverão solicitar
ao CDAM, por mensagem, com dois meses de antecedência do término de vigência do
regime, para que este intermedeie junto à RFB a concessão de prorrogação; e
III) Por ocasião da solicitação da prorrogação do regime de permanência, a OMS
deverá encaminhar ofício ao CDAM contendo cronograma com detalhamento quinzenalmente
das atividades durante o período pleiteado.
Os procedimentos a serem observados pela OMST, OMTC Remetente, OMTC
Recebedora e OMD, para a promoção das exportações acima elencadas deverão ser
observados na ABASTCMARINST nº 20-01.
13.4 - INSTRUÇÕES PARA IMPORTAÇÃO
Existem quatro tipos de importação realizadas e definidas pelo SAbM: Importação
para Consumo ou Definitiva, Reimportação, Admissão Temporária e Remessa Expressa.
a) Importação para Consumo ou Definitiva: ocorre quando um material é obtido no
exterior para ser utilizado definitivamente em território nacional;
b) Reimportação: ocorre quando há o retorno ao país de material oriundo de processo
de exportação temporária;
c) Admissão Temporária: ocorre quando o material oriundo do exterior não deva ser
nacionalizado, sendo tratado em regime especial concedido pela RFB, por um período de
tempo limitado no território brasileiro; e
d) Remessa Expressa: é um tipo de transporte realizado por uma única empresa,
normalmente sediada no exterior e instalada em diversos países, que é autorizada a funcionar
no Brasil.
13.5 - LIMITAÇÃO AO USO DE OUTROS TIPOS DE IMPORTAÇÃO
O rol dos tipos de importação elencados no inciso anterior é exaustivo e visa a
padronizar as possibilidades de ingresso de material destinado à MB. As OMTC remetente e
recebedora do Tráfego de Carga limitar-se-ão às atividades de importação listadas
anteriormente.
Essa limitação tem por objetivo o incremento no grau de segurança da atividade de
Tráfego de Carga na importação. O efeito desejado é evitar a importação de material de
origem desconhecida.
OSTENSIVO - 13-6 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
A OMTC recebedora no país não possui competência para desembaraçar ou autorizar o
embarque de carga encaminhada diretamente por fornecedor sem a existência de uma OMTC
remetente. Somente a OMTC remetente poderá autorizar o fornecedor a enviar a carga ao
Brasil.
Tipos de embarque de material diferentes dos descritos nesta Norma não são
considerados como Tráfego de Carga da MB, devendo, nesses casos, a OMS responsável pelo
embarque retornar o material ao país de origem e reiniciar a importação conforme
especificado nesta Norma, a fim de possibilitar a manutenção do grau de segurança das cargas
destinadas à MB.
13.6 - PROCEDIMENTOS GERAIS PARA A OMTC REMETENTE
De modo a atender às exigências dos Órgãos Anuentes e da RFB, diferentes
procedimentos deverão ser adotados nas importações de material pela MB quanto aos tipos de
documentos e prazos para encaminhamento das informações necessárias para a importação
dos materiais. Tais orientações poderão ser encontradas na ABASTCMARINST nº 20-01.
13.7 - PROCEDIMENTOS DA OMTC REMETENTE POR OCASIÃO DO
EMBARQUE
Os procedimentos a serem cumpridos pelos OObExt estão previstos na
ABASTCMARINST nº 20-01.
13.8 - ACOMPANHAMENTO DE CARGAS ORIUNDAS DO EXTERIOR
A pré-MI é a mensagem eletrônica expedida pela OMTC remetente ou OObExt no
SISGLT sobre a intenção de embarque. Esta mensagem permitirá que a OMS/OMD tome
conhecimento da origem do processo do tráfego de uma carga a ela destinada. Em situações
de urgência, devidamente justificadas, a OMS/OMD poderá solicitar ao CDAM prioridade
para o despacho aduaneiro, mediante mensagem, informando o data-hora limite do
recebimento da carga. O CDAM deverá informar os óbices encontrados por ocasião da ação
junto à RFB, estimando um prazo para a liberação da mercadoria.
13.9 - PROCEDIMENTOS GERAIS PARA O RECEBIMENTO DE MATERIAL NA
IMPORTAÇÃO
Competências das OM envolvidas na Importação:
a) a OMS deverá verificar a existência de crédito orçamentário à conta de dotação
própria;
b) a OMS deverá indicar, após o término do desembaraço aduaneiro, os recursos que
subsidiaram as despesas do Tráfego de Carga solicitado;
OSTENSIVO - 13-7 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
c) por ocasião da escolha do meio de transporte, os OObExt deverão levar em conta o
aspecto economicidade, considerando que, além dos valores relacionados ao transporte,
compõem o custo total de Tráfego de Carga, incluindo as despesas relacionadas à
armazenagem e capatazia dos terminais portuários ou aeroportuários, o agenciamento da
documentação obtida junto às agências representantes dos transportadores e as sobrestadias de
contentores devidas aos armadores; pelo motivo descrito na alínea anterior, os OObExt ou as
OMTC remetentes deverão manter contínuo acompanhamento do desembaraço alfandegário;
d) o modal marítimo terá preferência sempre que for mais econômico do que o modal
aéreo. O meio de transporte aéreo é aplicável, somente, às SE de alta prioridade (um, dois ou
três) e, quando for necessário sua adoção, deverá ser custeado pela OMS, após submissão do
pleito à SGM, via ComImSup e ODS, com informação para DAbM, CCIM, OObtExt e
CDAM;
e) caso outra OM diferente da OMS altere a prioridade da SE e solicite, por
mensagem endereçada à OMTC remetente, o transporte do material pelo modal aéreo, deverá
a mesma indicar os recursos que custearão este transporte; e
f) ao providenciar o transporte para o Brasil, os OObExt deverão utilizar-se de navio
de bandeira nacional. Não sendo possível, o agente embarcador deverá ser alertado quanto ao
que estabelece o Decreto-lei nº 666, de 02JUL1969.
13.10 - INSTRUÇÕES PARA O TRÁFEGO DE CARGAS NACIONAL
a) o tráfego de cargas nacional será realizado pelos meios que estejam disponíveis às
OMTC: viaturas orgânicas; disponibilidade de meios navais em trânsito entre áreas;
disponibilidade de meios das outras Forças Armadas; ou contratos de transporte assinados; e
b) o transporte aéreo contratado deverá ser utilizado apenas nas situações cuja a
urgência justifique sua utilização. Para tanto, independentemente do custo, deverá ser
submetido o pleito ao CCIM, com informação ao COMIMSUP, ODS, SGM, DAbM,
Comissão Naval (somente na exportação) e CDAM, caracterizando a situação que justifique a
adoção deste modal, ficando a cargo da OMS o custo deste transporte.
13.11 - RECURSOS ORÇAMENTÁRIOS
a) os recursos para a execução das atividades de Tráfego de Carga (frete, seguro,
taxas portuárias e aeroportuárias, agenciamento de documentação no país e taxa de
sobrestadia de contentores - “demurrage”) do material sob a responsabilidade do SAbM,
serão programados pela Gerência de Plano de Metas da DAbM;
b) as OMTC deverão enviar à Gerência de Plano de Metas da DAbM, em
OSTENSIVO - 13-8 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
conformidade com as normas do Plano Diretor, os subsídios para atender às necessidades de
Tráfego de Carga, destinado à manutenção do adequado fluxo dos materiais sob sua
responsabilidade. Deverão ser consideradas, além das apontadas no inciso anterior, as
necessidades para a movimentação do material dos pontos de acumulação para destinos em
outras localidades;
c) nos contratos de aquisição efetuados diretamente com fornecedores internacionais
as despesas decorrentes do Tráfego de Carga cuja execução for solicitada a uma OMTC, para
as quais não tenham sido programados créditos, deverão ser custeadas por recursos indicados
pela OMS. Esses recursos deverão ser transferidos, em conformidade com as Normas do
Plano Diretor, de modo a permitir a sua utilização pelos OObExt e pelo CDAM. Em face do
exposto, além das despesas de frete e seguro, os seguintes dispêndios advindos do Tráfego de
Carga deverão ser ressarcidos pelas OMS:
I) taxas associadas ao serviço de armazenagem e movimentação de cargas
cobradas pelas operadoras portuárias nacionais por ocasião do descarregamento;
II) taxas de remoção e desconsolidação da documentação original efetuada junto à
agência nacional representante do transportador; e
III) sobrestadia de utilização de contentores, devida ao armador quando os
contratos efetuados não contemplarem período suficiente para desembaraço e desconsolidação
do material.
d) a Gerência de Metas da DAbM, deverá informar às OMTC envolvidas as OMS os
respectivos montantes de créditos aprovados/alocados para fazer face às despesas de Tráfego
de Carga subsidiadas; e
e) as despesas decorrentes do Tráfego de Carga, cuja execução for solicitada a uma
OMTC para as quais não tenham sido subsidiados e/ou programados créditos na Ação Interna
indicada pela Gerencia de Metas da DAbM, deverão ser custeadas por recursos indicados pela
OMST. Esses recursos deverão ser transferidos, em conformidade com as normas do Plano
Diretor, para a UGR/UGE apropriada, de modo a permitir a sua utilização pelas OMTC
responsáveis pela realização da despesa.
13.12 - SITUAÇÕES ESPECIAIS
13.12.1- Projeto de Investimento
Os projetos de investimentos que demandem Tráfego de Carga, como por exemplo a
obtenção/construção de novos meios navais, aeronavais e de Fuzileiros Navais, deverão
incluir uma fase específica para amparar suas necessidades de crédito. Os recursos
OSTENSIVO - 13-9 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
correspondentes deverão ser provisionados à UGR/UGE apropriada, de modo a permitir a sua
utilização pelas OMTC responsáveis pela realização da despesa.
13.12.2 - Outros Projetos
As despesas de Tráfego de Carga decorrentes da obtenção de material ou
contratação de serviço que não se enquadrem na alínea anterior, deverão ser custeadas com
recursos do mesmo projeto que custeia o objeto da compra/contratação. Cabe à OM
adquirente a adoção das ações para a indicação dos recursos às OMTC responsáveis pela
realização da despesa.
13.12.3 - Organizações Militares Prestadoras de Serviços (OMPS)
As OMPS que necessitarem executar Tráfego de Carga por meio das OMTC
deverão alocar os recursos para a UGR/UGE responsável, de acordo com o SPD.
13.13 - DISPOSIÇÕES FINAIS
Os procedimentos operacionais referentes ao Tráfego de Carga encontram-se descritos
no Anexo M da ABASTCMARINST nº 20-01, o qual possui caráter complementar ao
presente capítulo.
OSTENSIVO - 13-10 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
CAPÍTULO 14
PROGRAMA DE ORGANIZAÇÃO DE SOBRESSALENTES
14.1 - PROPÓSITO
Descrever os conceitos e os inventários necessários à execução do Programa de
Organização de Sobressalentes (POSE).
14.2 - INSTRUÇÕES
14.2.1 - CONSIDERAÇÕES INICIAIS
a) o POSE tem como finalidade, a atualização e organização do registro da
configuração de equipamentos e equipagens dos meios navais, aeronavais e de Fuzileiros
Navais e de seus sobressalentes, qualitativa e quantitativamente;
b) a realização de inventários globais envolve dispêndio considerável de energia
administrativa. Contudo, é possível assegurar que o propósito do POSE pode ser atingido por
meio de inventários rotativos estabelecidos por rotinas administrativas dos meios, apoiados
pelos respectivos ComImSup, de tal sorte que todos os equipamentos, equipagens e
sobressalentes sejam recenseados a cada dois anos;
c) o Programa se desenvolve por intermédio da realização de dois tipos de
inventários, conforme descritos a seguir:
- Inventário de Equipamentos e Equipagens; e
- Inventário de Sobressalentes, por meio da Lista de Dotação Integrada
(LISDIN), inspecionando todos os sobressalentes, assegurando sua condição de pronto uso,
identificando e etiquetando-os;
d) a guarnição deverá receber adestramento para que possa exercer as tarefas e
manuseio dos documentos; e
e) o estabelecimento da rotina dos inventários permitirá aos meios manter as suas
LISDIN atualizadas e adequadas aos seus equipamentos e equipagens, além de seus paióis de
sobressalentes com as devidas quantidades e qualidades.
14.3 - INVENTÁRIO DE EQUIPAMENTOS E EQUIPAGENS
A verificação dos equipamentos realmente existentes nos meios operativos para
atualização da Lista de Equipamentos e Equipagens (LEE) será realizada através do
Inventário de Equipamentos, tendo como base a configuração registrada nos Cadastros de
OSTENSIVO - 14-1 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
Material da MB, sob a responsabilidade da DAbM, Central de Coordenação de Catalogação
(3C) do SCMB.
Ao final de cada Inventário de Equipamentos e Equipagens, os dados obtidos serão
encaminhados pelos meios operativos aos Órgãos Técnicos envolvidos, processando as
necessárias correções, inclusões e retiradas nos dados cadastrados, atualizando o registro das
configurações de EQ/EG do meio operativo. O procedimento para alteração da configuração
do meio operativo, como por exemplo, a substituição de um equipamento, somente pode ser
efetuada após a autorização do Órgão Técnico responsável pela jurisdição do material, a
quem compete manter atualizadas as configurações dos meios, de acordo com o Capítulo 4 do
EMA-420. O controle da configuração constitui uma tarefa de caráter permanente, que exige
a atualização, em qualquer ocasião, das informações contidas nos planos e documentos
descritivos do meio. Por sua abrangência, envolve todas as OM participantes do processo,
especialmente os meios e as DE.
14.4 - INVENTÁRIO DE SOBRESSALENTES
Os sobressalentes existentes são retirados dos respectivos paióis para serem
identificados, preservados e embalados. As eventuais faltas e excessos à dotação deverão ser
anotadas para as devidas providências (recompletamento, devolução aos OD, transferência ou
destinação física).
14.5 - DISPOSIÇÕES FINAIS
A efetividade da implantação da nova sistemática do POSE, demanda controle e
verificação por parte de cada ComImSup dos meios operativos. O registro desta atividade
será realizado por ocasião da realização das Inspeções Administrativo- Militares (IAM),
devendo ser adotada a inclusão da Lista de Verificação, constante no Anexo J;
A cada mês que houver a realização do Inventário de Equipamentos e Equipagens ou
Inventário de Sobressalente, o assunto deverá ser registrado na respectiva Ata de Conselho de
Gestão a fim de que haja o controle do inventário completo a cada dois anos e permita sua
constatação por ocasião da IAM;
É de suma importância que após a execução do POSE, as informações atualizadas
sejam inseridas no submódulo SISBORDO do SINGRA. Desta maneira, garante-se que os
ComImSup acompanhem os estoques e as movimentações dos meios subordinados,
viabilizando o adequado e tempestivo remanejamento dos sobressalentes entre seus meios.
OSTENSIVO - 14-2 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
Tal capacidade acarreta menor intervalo de atendimento junto ao SAbM, emprego eficaz dos
recursos financeiros e, objetivamente, aumento da disponibilidade dos meios operativos.
O Anexo N da ABASTCMARINST nº 20-01 contempla as ações e procedimentos
complementares às orientações acima descritas, a serem adotados pelos Órgãos envolvidos na
execução do POSE.
OSTENSIVO - 14-3 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
CAPÍTULO 15
APROVISIONAMENTO
15.1 - PROPÓSITO
Estabelecer princípios básicos e procedimentos gerais para a instituição do processo de
aprovisionamento, no âmbito do SAbM, em atendimento ao Apoio Logístico Integrado (ALI).
15.2 - CONCEITO
Aprovisionamento é um processo técnico-gerencial pertencente à sistemática de ALI e
que tem por propósito assegurar que o material necessário ao apoio logístico esteja disponível
para fornecimento pelos OD do SAbM, antes da transferência do meio, equipamento ou
sistema para o Setor Operativo.
15.3 - CONSIDERAÇÕES GERAIS
O objetivo do aprovisionamento é permitir que a transferência de um novo meio,
equipamento ou sistema ao Setor Operativo, quer ele se encontre em processo de aquisição,
construção ou de modernização, aconteça com a perfeita integração do meio ao ALI, em
especial ao SAbM, subentendendo a completa definição das Dotações de Bordo e de Base
pelas DE.
O Processo de Aprovisionamento atua como uma ponte entre o processo de
obtenção/construção/modernização de um meio e o exercício do abastecimento. Esse
processo se realiza pela integração das informações geradas nos OET, nas gerências do Plano
de obtenção/modernização do meio e nos fabricantes/fornecedores.
Possui como característica básica a permanente integração entre as Atividades
Gerenciais e as diversas Atividades Técnicas, através da coordenação dessas atividades.
Este trabalho é indispensável para que se possa equacionar e desenvolver o
abastecimento inicial de um novo meio em tempo oportuno e no grau desejado.
15.4 - RESULTADOS A SEREM OBTIDOS
Por ocasião da incorporação do material na MB, o aprovisionamento busca os seguintes
objetivos:
a) perfeita identificação, por meio das DE, dos itens de material (sobressalentes,
equipamentos de teste, equipagens e material de consumo) necessários ao apoio de um
determinado meio, sistema de armas ou equipamento, já a partir das provas de mar, no caso
de navios e testes de aceitação, no caso de equipamentos;
b) perfeita definição das rotinas de Sistema de Manutenção Planejada (SMP), de forma
que os pacotes destinados às manutenções do meio estejam disponíveis em tempo hábil às
OSTENSIVO - 15-1 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
suas execuções;
c) obtenção nas quantidades estabelecidas para as dotações iniciais, a fim de não
comprometer o SMP;
d) coleta de dados, cadastramento, processamento dos dados referentes aos itens
pertencentes ao novo meio e emissão da documentação técnica de apoio de forma integrada; e
e) recebimento e distribuição do material constante das dotações iniciais, resultantes do
cumprimento das alíneas a e b, relativas ao meio a ser incorporado.
15.5 - ATRIBUIÇÕES DOS PARTICIPANTES DO PROCESSO
As atribuições detalhadas dos OET, da DAbM/OM Subordinadas e do Grupo de
Recebimento de novos meios, encontram-se na ABASTCMARINST nº 20-01.
15.6 - ELABORAÇÃO DAS DOTAÇÕES INICIAIS (DI)
As DI serão elaboradas pelos OET, utilizando o Subsistema de Gerência de Projetos do
SINGRA.
Por ocasião da elaboração da DI de um meio, a DE deverá cadastrar no Subsistema
Gerência de Projetos um Conjunto Passivo associado ao meio ou classe de meio, inserindo no
mesmo os itens com suas respectivas quantidades. Com este procedimento, o SINGRA
permitirá que a DE tenha um histórico das DI ao longo do tempo, auxiliando a elaboração de
futuras dotações. As orientações para geração das segregações/obtenções (SE/PO) dos itens,
constantes na DI de um Meio, encontram-se disponíveis na ABASTCMARINST nº 20-01.
15.7 - DISPOSIÇÕES FINAIS
O Anexo O da ABASTCMARINST nº 20-01 contempla as ações e procedimentos
complementares às orientações acima descritas, que trata do aprovisionamento, no âmbito do
ALI.
OSTENSIVO - 15-2 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
CAPÍTULO 16
NACIONALIZAÇÃO
16.1 - PROPÓSITO
Estabelecer conceitos que definam todas as atividades necessárias à nacionalização de
equipamentos e itens de suprimento.
16.2 - CONCEITO
Nacionalização é o conjunto de atividades técnicas e gerenciais, especialmente
desenvolvidas que, no contexto do SAbM, viabiliza a obtenção no país em substituição aos
itens e equipamentos importados.
16.3 - DEFINIÇÕES
16.3.1 - Engenharia Reversa
É o processo que, a partir da análise e medição de uma amostra física, permite o
levantamento de informações técnicas sobre um determinado item ou equipamento, tornando
viável a sua fabricação, em auxílio ao processo de obtenção.
16.3.2 - Homologação
É o processo conduzido por um ODT que, por meio de estudos e ensaios
laboratoriais suficientes para avaliar um item ou equipamento, tem o propósito de assegurar
sua adequação ao uso, em substituição ao original.
Entende-se como adequação ao uso, a constatação de que o item ou equipamento
apresenta características e desempenho similares ao original, permitindo a operação
satisfatória e segura do meio a que se destina.
16.3.3 - Certificação ou qualificação técnica de empresas
É o processo conduzido por um ODT que, por meio de estudos e avaliações
pertinentes atestam que uma determinada empresa é capaz de prestar serviços em
equipamentos/componentes ou de produzir um item de suprimento para fornecimento do
SAbM.
16.4 - NORMAS SOBRE HOMOLOGAÇÃO E CERTIFICAÇÃO
Compete ao ODT o estabelecimento de normas e procedimentos para a homologação
de itens e para a certificação de empresas referente a todo material sob a sua Jurisdição, bem
como a manutenção dessa certificação.
16.5 - PROCESSO DE NACIONALIZAÇÃO
16.5.1 - Início do processo
O processo de nacionalização de equipamentos ou de itens de suprimento terá início
OSTENSIVO - 16-1 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
com a inserção do Pedido de Nacionalização (PNAC) no SINGRA, através do Subsistema
Catalogação, nas seguintes situações:
a) por iniciativa dos Órgãos Técnicos, tendo em vista a viabilidade da
nacionalização, em função de conhecimentos técnicos, ou de solicitação de uma OMPS
responsável por prontificação do meio;
b) por iniciativa da DAbM ou do CCIM, tendo em vista o histórico de demanda, a
morosidade no processo de obtenção em fontes no estrangeiro ou, ainda, por obsolescência; e
c) por iniciativa do setor operativo, tendo em vista a obsolescência de
equipamentos, rotinas de SMP e de seus respectivos sobressalentes e o impacto desse fator na
prontificação do meio.
16.5.2 - Pedidos de Nacionalização
a) Equipamentos
No caso de equipamentos, os PNAC terão origem nas OM mencionadas nas
alíneas a e c do inciso 16.5.1. Assim, a proposta para início do processo não seguirá um
modelo preestabelecido, devendo ser encaminhado ao ODT, que detém a jurisdição do
material, expediente circunstanciado que contenha os dados e informações necessários ao
entendimento da situação, tais como o CODEQ, o NSN (caso haja), o meio em que o mesmo
é aplicado, o fabricante estrangeiro, o preço, a documentação técnica, entre outros; e
b) Itens de Suprimento
Os PNAC desses itens deverão ser encaminhados ao ODT de jurisdição do
material por meio de processamento eletrônico de dados, através do SINGRA.
Por vezes, a área operativa, premida pela necessidade, identifica que determinado
item, que o SAbM vem adquirindo no exterior, já é produzido no Brasil. Neste caso, cabe ao
setor operativo solicitar ao ODT de jurisdição do material, com cópia à DAbM, a avaliação
técnica de uma amostra visando à homologação daquele produto, devendo encaminhar toda a
informação disponível.
16.6 - DISPOSIÇÕES FINAIS
Os procedimentos a serem adotados nos PNAC encontram-se descritos no Anexo P da
ABASTCMARINST nº 20-01.
OSTENSIVO - 16-2 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
CAPÍTULO 17
MATERIAL EM RESERVA
17.1 - PROPÓSITO
Estabelecer as normas pertinentes aos equipamentos e equipagens (EQ/EG)
considerados Material em Reserva.
17.2 - CONCEITO
O Material em Reserva é aquele que, usado ou novo, não possua os requisitos para
compor o Estoque para Fornecimento regular do SAbM, conforme classificação a seguir, mas
que, a critério do OET responsável pelo seu controle, e sob determinadas condições, deva
permanecer armazenado em um OD, devido à real possibilidade de uso total ou parcial. Neste
último caso mediante aproveitamento de componentes.
17.3 - CLASSIFICAÇÃO
O Material em Reserva será classificado pelos OET em um dos tipos abaixo:
a) Material em Condições de Uso - com aplicação na MB
Constitui material usado e em condições de uso, que ainda possua aplicação
registrada em meios da MB. É coloquialmente conhecido como Usado e Revisado.
b) Material em Condições de Uso - sem aplicação na MB, mas com componentes
ativos
Constitui material novo ou usado, ainda em condições de uso, que, no entanto, não
possua aplicação registrada em meios da MB, mas com componentes ainda com aplicação,
denominados ativos.
c) Material sem Condições de Uso
Constitui material usado classificado como inservível, com ou sem registro de
aplicação em meios da MB, e que possua matéria prima aproveitável.
17.4 - CONDIÇÕES PARA ENCAMINHAMENTO AOS OD
Somente haverá guarda de Material em Reserva nos OD do SAbM para os casos que
satisfaçam às condições abaixo:
a) estejam adequadamente preservados e embalados;
b) sejam classificados, pelo OET responsável, como Material em Reserva, em um dos
tipos previstos no art. 17.3, estando, portanto, em condição de pronto uso ou de
reaproveitamento de componentes;
c) tenham real perspectiva de uso futuro; e
OSTENSIVO - 17-1 - REV. 7
OSTENSIVO SGM-201
d) exista espaço disponível para armazenagem.
17.5 - DISPOSIÇÕES FINAIS
Os procedimentos operacionais referentes aos equipamentos e equipagens (EQ/EG)
considerados Material em Reserva encontram-se descritos no Anexo Q da
ABASTCMARINST nº 20-01, o qual possui caráter complementar ao presente capítulo.
OSTENSIVO - 17-2 - REV. 7
OSTENSIVO SGM-201
CAPÍTULO 18
AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DO SAbM
18.1 - PROPÓSITO
Estabelecer normas e critérios para avaliação de desempenho dos órgãos do SAbM
subordinados ou sob a supervisão funcional da DAbM.
18.2 - GENERALIDADES
O desempenho de uma Força Naval repousa no grau de eficácia e eficiência de seu
setor de apoio logístico, o qual deve ser continuamente monitorado. Para tal, é imperioso que
o SAbM possua mecanismos de controle que permitam a avaliação de efetivo desempenho
dos seus órgãos, por meio de indicadores de desempenho que apresentem a performance real
alcançada por ocasião da realização de determinado processo de abastecimento.
O Subsistema de Controle do SINGRA deve ser utilizado como principal ferramenta de
suporte ao controle dos diversos processos de abastecimento executados pelos órgãos do
SAbM, devendo estar plenamente capacitado a prover o apoio às consultas realizadas. Os
órgãos de controle, de obtenção e de distribuição do SAbM deverão fazer uso permanente do
Subsistema de Controle do SINGRA, visando a permitir o acompanhamento rotineiro das
suas atividades, bem como a promover, tempestivamente, as ações corretivas necessárias ao
bom desempenho do SAbM.
18.3 - INDICADORES DE DESEMPENHO
Os indicadores de desempenho do SAbM devem abranger determinado período de
observação e podem ser consolidados segundo diversos critérios, tais como: OM, categoria de
material, classificação do material e tipo e situação do documento a que se referem.
Conforme a sua importância, os indicadores de desempenho são enquadrados nos
seguintes níveis: Estratégico, voltado para suporte às decisões de alto nível; Tático, voltado
para as decisões de nível gerencial; e Operacional, voltado para as decisões de nível
operacional, afetas às tarefas rotineiras.
Para cada indicador, serão descritos a sua finalidade e o órgão responsável pela sua
apuração e análise. Devido à grande quantidade de regras e orientações existentes para cada
indicador, as mesmas estão disponíveis para consulta no SINGRA.
18.3.1 - Indicadores do Nível Estratégico
a) Nível de Serviço
I) Finalidade: avaliar o desempenho do SAbM no atendimento imediato das
RMC inseridas no SINGRA pelas OMC; e
OSTENSIVO - 18-1 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
II) Órgão Responsável: CCIM.
b) Nível de Serviço de Projetos
I) Finalidade: avaliar o desempenho do SAbM na segregação do material por
ocasião da execução dos Projetos de Abastecimento; e
II) Órgão Responsável: CCIM.
c) Nível de Serviço de Fardamento
I) Finalidade:
NF - avaliar o desempenho do SAbM no atendimento imediato das NF
inseridas no SINGRA-PDU pelos PEU, PDU e CDU;
RMT - avaliar o desempenho do SAbM no atendimento imediato das RMT
inseridas no SINGRA-PDU pelos PEU, PDU e CDU; e
II) Órgão Responsável: CCIM.
d) Valor contábil de estoque
I) Finalidade: acompanhar a evolução do patrimônio do SAbM, por meio do
conhecimento do valor contábil dos estoques dos OD; e
II) Órgão Responsável: CCIM.
e) Acurácia do estoque
I) Finalidade: avaliar a acurácia da informação de estoque do SAbM, com base
nos registros de movimento dos itens armazenados nos OD; e
II) Órgão Responsável: OD.
18.3.2 - Indicadores do Nível Tático
a) Giro de Estoque
I) Finalidade: avaliar a eficiência operacional do SAbM, verificando o número
de vezes que o montante de recursos imobilizado em estoques é recuperado pelo uso desses
estoques durante determinado período; e
II) Órgão Responsável: CCIM.
b) Giro de Material
I) Finalidade: avaliar a qualidade dos estoques do SAbM verificando o
percentual número de itens estocados nos OD que foram movimentados em determinado
período; e
II) Órgão Responsável: CCIM.
OSTENSIVO - 18-2 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
c) Tempo de Obtenção (TO)
I) Finalidade: avaliar o desempenho do SAbM na execução da atividade
gerencial Obtenção; e
II) Órgãos Responsáveis: OObt.
d) Tempo de Atendimento de RM
I) Finalidade: avaliar a eficiência do SAbM em analisar, separar/fornecer o
material e registrar o seu fornecimento no SINGRA. Este indicador encontra-se desmembrado
em Tempo de Liberação e Tempo de Fornecimento; e
II) Órgão Responsável: CCIM e OD.
e) Tempo de Arrecadação
I) Finalidade: avaliar o desempenho do SAbM nas atividades relacionadas com a
incorporação do material, por meio de Processo de Arrecadação (PA); e
II) Órgãos Responsáveis: OD.
f) Tempo de Pagamento de Faturas
I) Finalidade: avaliar a eficiência do SAbM no pagamento das faturas de material
fornecido ao Sistema; e
II) Órgão Responsável: COMRJ.
g) Itens com RM em dívida
I) Finalidade:
Percentual - avaliar a qualidade do estoque do SAbM por meio do percentual
de itens que apresentaram dívida em determinado período.
Tempo - avaliar o tempo de reação do SAbM no atendimento dos itens que
apresentaram dívida em determinado período; e
II) Órgão Responsável: CCIM.
h) SE em aberto nas Comissões Navais no Exterior
I) Finalidade: avaliar o desempenho do SAbM na execução da atividade
gerencial Obtenção no exterior; e
II) Órgãos Responsáveis: OObtExt.
i) Ordens de Compra (OC) em atraso
I) Finalidade: verificar a eficiência dos fornecedores do SAbM em entregar aos
OD o material adquirido por meio de OC dentro do prazo estabelecido.
II) Órgão Responsável: COMRJ.
OSTENSIVO - 18-3 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
j) Itens Inventariados
I) Finalidade: avaliar a eficiência do SAbM na atividade relacionada com a
verificação físico-contábil do seu patrimônio; e
II) Órgãos Responsáveis: OD.
k) Acurácia do Inventário
I) Finalidade: avaliar a acurácia do estoque do SAbM, com base nos registros
dos Inventários Rotativos Permanentes (IRP) realizados pelos OD; e
II) Órgãos Responsáveis: OD.
l) Índice de arrecadações parciais de RCL
I) Finalidade: verificar a ocorrência de atendimentos incompletos por parte da
empresa distribuidora de combustíveis contratada; e
II) Órgãos Responsáveis: OD.
m) Índice de pendências de arrecadação de RCL
I) Finalidade: verificar com que frequência ocorre à falta de entrega de
documentação definitiva (Notas Fiscais ao invés de Comprovantes de Fornecimento a Navios
- CForN) por parte da empresa distribuidora de combustíveis contratada e que permitam a
finalização do processo de recebimento em quantidades definitivas, evitando ajustes contábeis
de incorporação e de baixa nos estoques dos OD; e
II) Órgãos Responsáveis: OD.
n) RCL sem registro de Nota Fiscal
I) Finalidade: permitir ao Órgão de Controle apurar a existência de notas fiscais
ainda não arrecadadas e com fornecimentos já realizados; e
II) Órgãos Responsáveis: OD.
18.3.3 - Indicadores do Nível Operacional
a) Perícia do material
I) Finalidade: avaliar a eficiência do SAbM na realização da atividade de
perícia do material recebido pelos OD; e
II) Órgãos Responsáveis: OD.
b) Ajustes Contábeis
I) Finalidade: avaliar a ocorrência de ajustes contábeis de incorporação e de
baixa nos estoques do SAbM; e
II) Órgãos Responsáveis: OD.
OSTENSIVO - 18-4 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
c) Agregação de Pedidos de Obtenção a Processo
I) Finalidade: avaliar a eficiência do COMRJ em processar os PO recebidos do
CCIM, integrando-os num mesmo processo de obtenção; e
II) Órgão Responsável: COMRJ.
18.4 - DISPOSIÇÕES FINAIS
Os procedimentos operacionais referentes à avaliação de desempenho encontram-se
descritos no Anexo R da ABASTCMARINST nº 20-01, o qual possui caráter complementar
ao presente capítulo.
OSTENSIVO - 18-5 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
CAPÍTULO 19
INVENTÁRIO NOS ÓRGÃOS DE DISTRIBUIÇÃO
19.1 - PROPÓSlTO
Estabelecer normas e critérios para a realização de inventários pelos Depósitos
Primários e Centros de Intendência da Marinha.
19.2 - CONCEITOS E DEFINIÇÕES
A realização de inventário está diretamente ligada às atividades gerenciais Controle de
Estoque e Armazenagem. O seu resultado tem reflexo nas atividades gerenciais Controle de
Inventário e Obtenção, haja vista ser de extrema importância o conhecimento da quantidade
de material disponível nos Depósitos Primários e Centros de Intendência para a definição da
necessidade de promover uma obtenção.
Em face da grande diversidade de itens, o controle de estoque nos Depósitos Primários
e Centros de Intendência, por melhores que sejam os seus processos de controle da
movimentação, possivelmente apresentam incorreções, resultando em divergência entre as
posições física e contábil do material. Esta divergência, também conhecida como
inconsistência, pode acarretar prejuízos se gerar atrasos em reparos dos nossos meios navais,
bem como dificultar a procura por preços mais compensadores na obtenção em face da
urgência decorrente. Uma das ferramentas utilizadas para se eliminar ou ao menos reduzir esta
divergência e aumentar a acurácia dos estoques é a realização de inventário.
Entende-se por inventário a verificação de um grupo de itens de material existentes em
uma OM, do ponto de vista físico e contábil.
Entende-se por acurácia do inventário a representação da porcentagem de itens que não
apresentaram incorreções por ocasião da realização de um inventário, em relação à quantidade
total inventariada. Mensalmente, a acurácia será medida da seguinte forma:
a) determina-se, numericamente, uma amostra significativa do universo dos itens em
estoque;
b) verifica-se a correção dos registros físicos e contábeis dessa amostra; e
c) Acurácia (%) = Itens corretos/ total da amostra.
19.3 - TIPOS DE INVENTÁRIO
Os Depósitos Primários e Centros de Intendência realizarão dois tipos de inventário:
global e rotativo permanente.
Inventário Global (IG) é o que consiste no levantamento total dos itens existentes sob a
OSTENSIVO - 19-1 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
guarda de uma OM em um período de tempo definido. Exige um grande dispêndio de energia
administrativa para a sua realização.
Inventário Rotativo Permanente (IRP) é o que consiste no levantamento rotativo,
contínuo e seletivo dos materiais existentes em estoque, realizado de acordo com uma
programação, de forma que todos os itens sejam verificados ao longo de um dado período de
tempo.
19.4 - FINALIDADE
A realização de um inventário de qualquer tipo tem por finalidade:
a) o ajuste dos saldos escriturais com o saldo físico existente nas instalações de
armazenagem;
b) a análise do desempenho das atividades do pessoal responsável pela armazenagem,
por meio dos resultados obtidos no levantamento físico;
c) a identificação de material ocioso, recuperável, antieconômico ou inservível
existente em estoque ou em uso nas incumbências;
d) o levantamento da situação dos materiais estocados quanto à preservação e
localização;
e) a identificação da necessidade de promoção de obtenção/destinação, nos casos de
discrepância entre as posições física e contábil;
f) a verificação da efetividade dos processos de controle adotados pelos Depósitos
Primários e Centros de Intendência; e
g) a identificação da necessidade de apuração de responsabilidade nos casos de extravio
de material e desleixo na conservação dos itens.
19.5 - ACOMPANHAMENTO DA REALIZAÇÃO DE INVENTÁRIOS
O acompanhamento da realização dos inventários dar-se-á pelo SINGRA, por meio dos
Subsistemas Controle e Depósitos. Especial atenção deverá ser despendida pelos Depósitos
Primários e Centros de Intendência no tocante ao registro dessas informações no referido
Sistema de Informações, a fim de evitar o comprometimento do trabalho desenvolvido.
19.6 - RESPONSABILIDADES
a) CCIM
I - Caso julgado conveniente, determinar a realização de inventário, total ou parcial,
para os itens armazenados nos Depósitos Primários e nos CeIM, referentes aos estoques do
SAbM sob sua responsabilidade como OC, de acordo com o Anexo A; e
OSTENSIVO - 19-2 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
II - Após aprovação dos Ajustes de Quantidade por Baixa (AQB), pelo Ordenador de
Despesas do OD, caberá ao CCIM:
- Analisar o correto enquadramento da Destinação de Excesso, seja por
Destinação Contábil ou por meio do LVAD;
- Aprovar a destinação por meio do LVAD; e
- Promover a conformidade da AQB no SINGRA.
b) Diretor do Depósito Primário/Centro de Intendência:
- certificar-se de que todo paiol em sua OM contendo material pertencente ao
estoque para fornecimento do SAbM, tenha um militar encarregado designado por meio de
Ordem de Serviço;
- aprovar documento normativo interno de sua OM contendo os procedimentos para
a realização de IG e IRP; e
- fazer cumprir o contido neste capítulo, bem como apresentar sugestões para o seu
aperfeiçoamento.
c) Encarregado da Divisão de Abastecimento:
- supervisionar e controlar a execução do IG/IRP;
- indicar a relação de itens a serem inventariados;
- efetuar os ajustes na posição de estoque dos itens por meio de Ajuste de
Quantidade por Baixa (AQB) e Ajusto de Quantidade por Incorporação (AQI); e
- assessorar o Diretor em todos os assuntos inerentes a inventário.
d) Inventariante:
- realizar o inventário dos itens relacionados, informando os quantitativos
encontrados;
- propor as correções necessárias na localização dos itens;
- propor os ajustes na posição de estoque dos itens por meio de AQB e AQI; e
- registrar informações quanto ao estado de preservação do material inventariado,
indicando a necessidade de reembalagem e de outras ações necessárias a manter a integridade
dos itens.
19.7- DISPOSIÇÕES FINAIS
Os procedimentos operacionais referentes à realização de inventários encontram-se
descritos no Anexo S da ABASTCMARINST nº 20-01, o qual possui caráter complementar
ao presente capítulo.
OSTENSIVO - 19-3 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
ANEXO A
SÍMBOLOS DE JURISDIÇÃO DO MATERIAL DA MB
ÓRGÃO DE DIREÇÃO ÓRGÃO DE EXECUÇÃO
DISCRIMINAÇÃO DO
OBTENÇÃO MATERIAL
SJ TÉCNICA GERENCIAL TÉCNICO CONTROLE DISTRIBUIÇÃO
PAÍS
A DSAM DSAM DSAM DSAM DSAM CMS Equipamentos de lançamen-
DepSMRJ to dos sistemas de armas (in-
CeIM clusive simuladores), suas
equipagens e acessórios.
Equipamentos de minagem,
varredura e caça de minas.
Alvos teleguiados e seus
equipamentos de controle,
alvo móvel submarino, alvos
para torpedos acústicos e
transponder sonar, aéreos
rebocados e/ou balões com
refletor radar destinados ao
alinhamento dos sistemas de
armas, despistadores utili-
zando emissão acústica
submarina. Diretoras, calcu-
ladores mecânicos de tiro,
telêmetros e unidades as-
sociadas; sistemas designa-
dores de alvos (TDS); ele-
mentos estabilizador e uni-
dades complementares para
direção de tiro em sistemas
de armas não integrados por
computadores. Sistemas de
sinalização e alarme para a
segurança de paióis de
munição.
Equipamentos de despista-
mento, lançadores de janelas
e outros dispositivos pas-
sivos de CME, seus equipa-
mentos de lançamento e
controle.
Alças visuais de emprego
naval, utilizadas em DT, e
seus sistemas de estabiliza-
ção e controle.
Equipamentos de aviônica
utilizados no controle e na
direção de tiro de mísseis e
de outras armas embarcadas
em aeronaves.
Unidades completas de
reposição dos equipamentos
deste símbolo de jurisdição,
sobressalentes de base
constituídos por unidades de
maior porte e complexidade,
normalmente reparáveis.
Testadores acessórios e fer-
OSTENSIVO - A-1 - REV. 7
OSTENSIVO SGM-201
ÓRGÃO DE DIREÇÃO ÓRGÃO DE EXECUÇÃO
DISCRIMINAÇÃO DO
OBTENÇÃO MATERIAL
SJ TÉCNICA GERENCIAL TÉCNICO CONTROLE DISTRIBUIÇÃO
PAÍS
ramentas especiais de apli-
cação especifica no material
deste símbolo de jurisdição,
não incluindo os do tipo
“built-in” enquadrados nas
categorias dos próprios equi-
pamentos associados.
Equipamentos destinados a
calibragem, alinhamentos,
avaliação e análise do ma-
terial deste símbolo de juris-
dição.
AN DSAM DAbM DSAM CCIM COMRJ DepSMRJ Componentes discretos e
CeIM itens de consumo de natu-
reza eletrônica, de aplicação
característica em equipa-
mentos de SJ “A”.
B DAbM DAbM DAbM DAbM COMRJ BAMRJ Viaturas.
BH DAbM DAbM DAbM CCIM COMRJ DepSMRJ Componentes não-eletrônicos
CeIM do material de SJ “B”.
BN DAbM DAbM DAbM CCIM COMRJ DepSMRJ Componentes eletrônicos do
CeIM material de SJ “B”.
C DEN DEN DEN DEN DEN DepSMRJ Equipamentos, equipagens,
CeIM acessórios, equipamentos de
teste e ferramentas especiais
dos seguintes sistemas
existentes nos navios, em
geral: estrutural; acessórios
de convés; propulsão;
geração e distribuição de
energia elétrica, energia
hidráulica, vapor; ar compri-
mido; água doce e ar con-
dicionado; distribuição de
combustíveis; lubrificantes;
água salgada e ventilação;
controle do navio e de
avarias (exceto equipagens);
proteção catódica e magné-
tica; estruturais para apoio a
aeronaves embarcadas; em-
barcações orgânicas; reabas-
tecimento no mar; socorro e
salvamento e refrigeração;
máquinas operatrizes de mé-
dio e de grande porte utili-
zadas por OMPS-I no reparo
e manutenção de Sistemas e
equipamentos do SJ “C” .
CG DEN DAbM DEN CCIM COMRJ DepSIMRJ Itens de pouca complexida-
CeIM de tecnológica utilizados nas
atividades de CAV, MARI-
NHARIA e SALVATA-
GEM.
OSTENSIVO - A-2 - REV. 7
OSTENSIVO SGM-201
ÓRGÃO DE DIREÇÃO ÓRGÃO DE EXECUÇÃO
DISCRIMINAÇÃO DO
OBTENÇÃO MATERIAL
SJ TÉCNICA GERENCIAL TÉCNICO CONTROLE DISTRIBUIÇÃO
PAÍS
CH DEN DAbM DEN CCIM COMRJ DepSMRJ Componentes não-eletrônicos
CeIM do material de SJ “C”.
CN DEN DAbM DEN CCIM COMRJ DepSMRJ Componentes eletrônicos do
CeIM material de SJ “C”.
D DSAM DSAM DSAM DSAM DSAM CeIMPL Armas portáteis, armações
de pistolas e revólveres.
Caixas de culatras de fuzis,
de fuzis-metralhadoras, de
submetralhadoras e de me-
tralhadoras.
Simuladores associados ao
material deste símbolo de
jurisdição.
Acessórios e ferramentas es-
peciais de aplicação especí-
fica no material deste sím-
bolo de jurisdição.
DN DSAM DAbM DSAM CCIM COMRJ DepSMRJ Componentes eletrônicos do
CeIM material de SJ “D”.
E DEN DAbM DEN CCIM COMRJ DepSIMRJ Tintas, vernizes, indutos e
CeIM produtos correlatos, não
destinados ao emprego ex-
clusivo em instalações nu-
cleares.
Substâncias e produtos quí-
micos, não discriminados
em outro símbolo de juris-
dição.
F DSAM DSAM DSAM DSAM DSAM DepSMRJ Equipamentos de detecção e
CeIM de comando e controle dos
sistemas de armas de navios,
aeronaves e de campanha,
suas equipagens e acessórios
e seus respectivos equipa-
mentos de teste, avaliação,
análise e ferramentas especi-
ais.
Sistema automático de con-
trole de voo.
Equipamentos de rádio-
-navegação e auxiliadores de
navegação associados ou
não aos sistemas de armas,
suas equipagens e acessórios
e seus respectivos equipa-
mentos de teste e ferramen-
tas especiais, exceto materi-
al aplicado ao GMDSS, e
aquele destinados exclusiva-
mente ao posicionamento e
navegação específico para
serviços de hidrografia e
oceanografia, suas equipa-
gens, acessórios e respecti-
vos equipamentos de teste e
OSTENSIVO - A-3 - REV. 7
OSTENSIVO SGM-201
ÓRGÃO DE DIREÇÃO ÓRGÃO DE EXECUÇÃO
DISCRIMINAÇÃO DO
OBTENÇÃO MATERIAL
SJ TÉCNICA GERENCIAL TÉCNICO CONTROLE DISTRIBUIÇÃO
PAÍS
ferramentas especiais.
Equipamentos eletrônicos de
testes de emprego geral.
Equipamentos de processa-
mento de dados, suas equi-
pagens, acessórios e ferra-
mentas especiais, utilizados
nos sistemas de armas, co-
mando, controle, exceto os
equipamentos relacionados a
comunicações.
Equipamentos NDB e ADF,
suas equipagens, acessórios,
seus respectivos equipamen-
tos de testes e ferramentas
especiais.
FN DSAM DAbM DSAM CCIM COMRJ DepSMRJ Componentes eletrônicos do
CeIM material de SJ “F”.
G DAbM DAbM DAbM CCIM COMRJ DepSIMRJ
Material Comum.
CeIM
I DCTIM DCTIM DCTIM OM OM OM Equipamentos de processa-
Utilizadoras Utilizadoras Utilizadoras mento de dados para fins
administrativos, seus progra-
mas, equipagens, acessórios
e ferramentas especiais.
J DSAM DSAM DSAM DSAM DSAM/ CMM Munição de armas portáteis,
COMRJ CeIM não-portáteis e NBQ, grana-
das, explosivos, minas ter-
restres, pirotécnicos, seus
componentes específicos e
seus respectivos equipamen-
tos de teste e ferramentas
especiais.
Ferramentas e acessórios
especiais para manuseio,
transporte e manutenção do
material deste símbolo de
jurisdição.
Aparelhos de controle ambi-
ental de paióis de munição.
L DSM DSM DSM DSM DSM DSM Equipamentos de bioenge-
nharia e saúde em geral,
suas equipagens, acessórios
e ferramentas especiais.
Vestimentas especiais para
proteção contra agentes
NBQ, exceto as utilizadas
em instalações nucleares.
LH DSM DAbM DSM CCIM COMRJ DepSMRJ Componentes não-eletrônicos
CeIM do material de SJ “L”.
LN DSM DAbM DSM CCIM COMRJ DepSMRJ Componentes eletrônicos do
CeIM material de SJ “L”.
M DAbM DAbM DAbM CCIM COMRJ DepSMRJ Gêneros alimentícios e suas
CeIM embalagens especiais.
OSTENSIVO - A-4 - REV. 7
OSTENSIVO SGM-201
ÓRGÃO DE DIREÇÃO ÓRGÃO DE EXECUÇÃO
DISCRIMINAÇÃO DO
OBTENÇÃO MATERIAL
SJ TÉCNICA GERENCIAL TÉCNICO CONTROLE DISTRIBUIÇÃO
PAÍS
N DCTIM DCTIM DCTIM DCTIM DCTIM DCTIM Equipamentos de comunica-
DepSMRJ ções e cripto em geral, suas
CeIM equipagens e acessórios e
seus respectivos equipamen-
tos de teste e ferramentas
especiais. Equipamentos ter-
minais de dados e equipa-
mentos de comunicações de
dados, associados à RECIM,
seus programas, equipagens,
acessórios e ferramentas es-
peciais. Equipamentos, equi-
pagens, acessorios, equipa-
mentos de testes e ferra-
mentas especiais dos EPIRB
– Sistema COSPAS-
-SARSAT; INMARSAT;
NAVTEX; INMARSAT –
SAFETY NET; DSC (Digi-
tal Seletive Calling); SART
e TC MF/HF/VHF. Equipa-
mentos GMDSS, suas equi-
pagens, acessórios, seus res-
pectivos equipamentos de
testes e ferramentas espe-
ciais.
NC DCTIM DAbM DCTIM DCTIM COMRJ DepSMRJ Componentes eletrônicos do
CeIM material de SJ “N”.
Reparáveis ou de alto valor.
NH DCTIM DAbM DCTIM CCIM COMRJ DepSMRJ Componentes não-eletrônicos
CeIM do material de SJ “N”.
NN DCTIM DAbM DCTIM CCIM COMRJ DepSMRJ Componentes eletrônicos do
CeIM material de SJ “N”.
O CMatFN CMatFN CMatFN CMatFN CMatFN CeIMPL Viaturas operativas, motoci-
cletas, material de engenha-
ria de combate, instrumentos
musicais, paraquedas, equi-
pamentos de uso específico
do CFN, suas equipagens e
acessórios, equipamentos de
testes e ferramentas espe-
ciais.
OA DSAM CMatFN DSAM CMatFN CMatFN CeIMPL Equipamentos de lançamen-
to dos sistemas de armas
(inclusive simuladores), suas
equipagens e acessórios, de
uso exclusivo ou preponde-
rante (acima de 90%) do
CFN, tais como material de
artilharia de campanha, ma-
terial de artilharia antiáerea
do CFN, morteiros e ca-
nhões de carro de combate;
além dos simuladores táti-
cos.
OSTENSIVO - A-5 - REV. 7
OSTENSIVO SGM-201
ÓRGÃO DE DIREÇÃO ÓRGÃO DE EXECUÇÃO
DISCRIMINAÇÃO DO
OBTENÇÃO MATERIAL
SJ TÉCNICA GERENCIAL TÉCNICO CONTROLE DISTRIBUIÇÃO
PAÍS
OD DSAM CMatFN DSAM CMatFN CMatFN CeIMPL Armas portáteis de uso ex-
clusivo ou preponderante no
CFN, tais como os arma-
mentos de calibre 5,56 mm e
lançadores de granadas
40mm. Caixa de culatras de
fuzis, de fuzis-
-metralhadoras, de subme-
tralhadoras e de metralhado-
ras de uso exclusivo ou
preponderante (acima de
90%) no CFN.
Simuladores ao material
deste símbolo de jurisdição.
Acessórios e ferramentas
especiais de aplicação espe-
cífica no material deste sím-
bolo de jurisdição.
OF DSAM CMatFN DSAM CMatFN CMatFN CeIMPL Equipamentos de detecção e
de comando e controle dos
sistemas de armas de
campanha, suas equipagens
e acessórios e seus
respectivos equipamentos de
teste, avaliação, análise e
ferramentas especiais, de
uso exclusivo ou
preponderante (acima de
90%) no CFN.
OH CMatFN DAbM CMatFN CCIM COMRJ DepSMRJ Componentes não-eletrônicos
CeIM do material de SJ “O”.
OK DCTIM CMatFN DCTIM CMatFN CMatFN CeIMPL Equipamentos de comunica-
ções, de guerra eletrônica de
comunicações e cripto em
geral, suas equipagens e
acessórios e seus respectivos
equipamentos de teste e
ferramentas especiais, de
uso exclusivo em operações
com Unidades do CFN.
ON CMatFN DAbM CMatFN CCIM COMRJ DepSMRJ Componentes eletrônicos do
CeIM material de SJ “O”.
DepSMRJ Componentes não-eletrônicos
OX CMatFN DAbM CMatFN CCIM COMRJ CeIM do material SJ "OA", "OD",
"OF" e "OK".
DepSMRJ Componentes eletrônicos do
OY CMatFN DAbM CMatFN CCIM COMRJ CeIM material de SJ "OA", "OD",
"OF" e "OK".
Componentes eletrônicos do
DepSMRJ
material de SJ "OA", "OD",
OZ CMatFN DAbM CMatFN CCIM COMRJ CeIM
"OF" e "OK" reparáveis ou
de alto valor, ou de uso
OSTENSIVO - A-6 - REV. 7
OSTENSIVO SGM-201
ÓRGÃO DE DIREÇÃO ÓRGÃO DE EXECUÇÃO
DISCRIMINAÇÃO DO
OBTENÇÃO MATERIAL
SJ TÉCNICA GERENCIAL TÉCNICO CONTROLE DISTRIBUIÇÃO
PAÍS
controlado.
P ComForS DAbM BACS CCIM COMRJ DepSMRJ Equipamentos específicos
CeIM para mergulho, seus compo-
nentes específicos, equipa-
gens, acessórios e ferramen-
tas especiais, inclusive com-
ponentes não-eletrônicos do
material deste símbolo de
jurisdição. Equipamentos
para salvamento em subma-
rinos, seus componentes es-
pecíficos, acessórios, equi-
pagens e respectivos equipa-
mentos de teste e ferra-
mentas especiais, inclusive
componentes não-eletrônicos
do material deste símbolo de
jurisdição.
PN DEN DAbM BACS CCIM COMRJ DepSMRJ Componentes eletrônicos do
CeIM material de SJ “P”.
Q DSM DAbM DSM CCIM COMRJ DepMSMRJ Medicamentos e artigos de
saúde. Substâncias e produ-
tos químicos de uso espe-
cífico da área de saúde.
R CTMSP CTMSP CTMSP CTMSP CTMSP CTMSP Instalações nucleares: mate-
riais absorvedores de nêu-
trons, material de blindagem
nuclear, materiais estruturais
para emprego no núcleo de
reatores nucleares, material
de revestimento de combus-
tível nuclear, materiais fís-
seis e férteis, e seus com-
postos, materiais derivados
da irradiação de materiais
físseis e férteis e fontes de
irradiação, exceto as utiliza-
das na área de saúde.
Proteções e outros aces-
sórios e componentes espe-
ciais usados no transporte e
armazenamento de produtos
nucleares, exceto vestimen-
tas e as utilizadas na área de
saúde. Detectores de radi-
ação e de radioisótopos,
incluindo-se os materiais
usados em sua confecção e
exceto os utilizados na área
de saúde.
Equipamentos, equipagens,
acessórios, ferramentas es-
peciais e componentes de
processamento de dados,
não administrativos, utili-
OSTENSIVO - A-7 - REV. 7
OSTENSIVO SGM-201
ÓRGÃO DE DIREÇÃO ÓRGÃO DE EXECUÇÃO
DISCRIMINAÇÃO DO
OBTENÇÃO MATERIAL
SJ TÉCNICA GERENCIAL TÉCNICO CONTROLE DISTRIBUIÇÃO
PAÍS
zados no projeto, construção
e operação de instalações
nucleares.
RE CTMSP DAbM CTMSP CCIM COMRJ DepSIMRJ Tintas, vernizes, indutos e
CeIM produtos correlatos, destina-
dos ao emprego exclusivo
em instalações nucleares.
RH CTMSP DAbM CTMSP CCIM COMRJ DepSMRJ Componentes não-eletrônicos
CeIM de equipamentos, equipa-
gens e acessórios de
instalações nucleares, ou
outras, com qualidade nu-
clear, não empregadas efe-
tivamente na propulsão
nuclear, ou híbrida, de sub-
marinos projetados no país.
RL CTMSP DSM CTMSP DSM DSM DSM Vestimentas especiais para
uso exclusivo em operações/
manutenção de instalações
nucleares, exceto as utiliza-
das em instalações não-
-nucleares para Defesa NBQ
e as utilizadas na área de
saúde.
RN CTMSP DAbM CTMSP CCIM COMRJ DepSMRJ Componentes eletrônicos do
CeIM material de SJ “R”.
RW CTMSP DAbM CTMSP CCIM COMRJ DepCMRJ Combustíveis, lubrificantes
CeIM e graxas destinadas ao em-
prego exclusivo em ins-
talações nucleares.
T BHMN BHMN BHMN BHMN BHMN BHMN Equipamentos de hidrogra-
fia, oceanografia, meteoro-
logia e outras ciências geofí-
sicas, suas equipagens, aces-
sórios e ferramentas espe-
ciais.
Equipamentos de navegação
destinados exclusivamente
ao posicionamento e nave-
gação específicos para servi-
ços de hidrografia e oceano-
grafia, suas equipagens,
acessórios e seus respectivos
equipamentos de teste e
ferramentas especiais.
Material de combate à
poluição por óleo no mar.
TH BHMN DAbM BHMN CCIM COMRJ DepSMRJ Componentes não-eletrônicos
CeIM do material de SJ “T”.
TN BHMN DAbM BHMN CCIM COMRJ DepSMRJ Componentes eletrônicos do
CeIM material de SJ “T”.
U DAbM DAbM DAbM CCIM COMRJ DepFMRJ Fardamento.
CeIM Vestimentas especiais para
uso em regiões geladas.
OSTENSIVO - A-8 - REV. 7
OSTENSIVO SGM-201
ÓRGÃO DE DIREÇÃO ÓRGÃO DE EXECUÇÃO
DISCRIMINAÇÃO DO
OBTENÇÃO MATERIAL
SJ TÉCNICA GERENCIAL TÉCNICO CONTROLE DISTRIBUIÇÃO
PAÍS
V DAerM DAerM DAerM DAerM DAerM CeIMSPA Aeronaves.
CeIM Equipamentos dos seguintes
sistemas de aeronaves: com-
bustível, propulsão, hidráuli-
co, elétrico, transmissão,
trem de pouso, habitabilida-
de, comandos de voo (ex-
ceto sistema automático de
controle de voo) e estrutura.
Equipamentos e ferramentas
especiais destinadas a ma-
nobras de aeronaves. Equi-
pamentos de geração de
energia (unidade de partida
sobre rodas com ou sem
propulsão).
Equipamentos, equipagens e
ferramentas especiais de
apoio à manutenção e ope-
ração de uso exclusivo em
aeronaves.
Simulador de voo.
Viaturas de uso exclusivo
em aeródromos (exceto as
destinadas ao reabasteci-
mento de combustível).
Equipagens e vestimentas
especiais de utilização pes-
soal de pilotos e tripulantes
de aeronaves.
VG DAerM DAbM DAerM CCIM COMRJ DepSIMRJ Equipagens para Operações
CeIM Aéreas.
VH DAerM DAbM DAerM CCIM COMRJ CeIMSPA Componentes não-eletrônicos
CeIM do material de SJ “V”.
Birutas, peias e calços apli-
cados ao material de SJ “V”.
VN DAerM DAbM DAerM CCIM COMRJ DepSMRJ Componentes eletrônicos do
CeIM material de SJ “V”.
W DEN DAbM DEN CCIM COMRJ DepCMRJ Combustíveis, lubrificantes
CeIM e graxas, exceto os destina-
dos ao emprego exclusivo
em instalações nucleares.
X DSAM DAbM DSAM CCIM COMRJ DepSMRJ Componentes não-eletrônicos
CeIM do material de SJ “A”, “D”,
“F” e “Z”.
Y BHMN BHMN BHMN BHMN BHMN BHMN Equipamentos de sinaliza-
ção náutica, suas equipa-
gens, acessórios e ferramen-
tas especiais.
YH BHMN DAbM BHMN CCIM COMRJ DepSMRJ Componentes não-eletrônicos
CeIM do material de SJ “Y”.
YN BHMN DAbM BHMN CCIM COMRJ DepSMRJ Componentes eletrônicos do
CeIM material de SJ “Y”.
Z DSAM DSAM DSAM DSAM DSAM CMASM Mísseis, Foguetes, torpedos,
OSTENSIVO - A-9 - REV. 7
OSTENSIVO SGM-201
ÓRGÃO DE DIREÇÃO ÓRGÃO DE EXECUÇÃO
DISCRIMINAÇÃO DO
OBTENÇÃO MATERIAL
SJ TÉCNICA GERENCIAL TÉCNICO CONTROLE DISTRIBUIÇÃO
PAÍS
minas submarinas e bombas,
suas equipagens, acessórios
e seus respectivos equipa-
mentos de teste e ferramen-
tas especiais.
Unidades completas de re-
posição de equipamentos
deste símbolo de jurisdição.
ZN DSAM DAbM DSAM CCIM COMRJ DepSMRJ Componentes eletrônicos do
CeIM material de SJ “Z”.
ZZ EMGE- DAbM EMGE- EMGE- EMGE- EMGEPRON Material da Empresa Ge-
PRON PRON PRON PRON rencial de Projetos Navais
(EMGEPRON).
OSTENSIVO - A-10 - REV. 7
OSTENSIVO SGM-201
ANEXO B
CRONOGRAMA DE EVENTOS
Data-Limite
EVT Descrição Responsável
*
1 J-36 Cadastramento de Projeto no subsistema Gerência de Pro-
COMARE
jetos do SINGRA
2 J-33 Lançamento, no subsistema Gerência de Projetos, das ne-
cessidades de sobressalentes a serem utilizados em cada MEIO/COMIMSUP
PM/Revisão Programada.
3 J-30 Encaminhamento da proposta de subsídios financeiros à
CCIM
DAbM.
4 J-27 Revisão do Plano de Ação para a execução do PROGEM DAbM
5 Aprox. Divulgação dos créditos aprovados.
DAbM
J-25
6 Aprox. Definição da distribuição dos limites financeiros aprovados ComOpNav/
J-25 para cada COMARE/Meio. COMARE
7 Aprox. Reprogramação das necessidades lançadas no subsistema
J-24 Gerência de Projetos, adequando-as aos limites financeiros MEIO/COMIMSUP
aprovados.
8 Aprox. Recebimento dos créditos em FR Real, execução dos Proje-
tos e início da Obtenção. CCIM
J-24
9 J-1 Alocação de limites financeiros para os meios que iniciarão DAbM
PM no 1º trimestre do exercício.
10 J Alocação de limites financeiros para os meios que iniciarão
PM a partir do 2º trimestre do exercício e àqueles que da- DAbM
rão continuidade e PM iniciado em exercício anterior.
11 D Liberação do Projeto para execução (para os meios que
CCIM
iniciam PM/Revisão no primeiro trimestre).
12 I-4 Liberação do Projeto para execução (para os meios que
CCIM
iniciam PM/Revisão a partir do segundo trimestre).
13 D Início da liberação dos itens segregados para fornecimento
MEIO
pelos Órgãos de Distribuição (meios enquadrados EVT 11).
14 I-4 Início da liberação dos itens segregados para fornecimento
MEIO
pelos Órgãos de Distribuição (meios enquadrados EVT 12).
15 T+1 Emissão de Relatório físico-financeiro sobre a execução do
CCIM
PM/Revisão Programada.
16 T+1 Emissão do Relatório de sobras e faltas do PM e encami-
nhamento ao COMIMSUP para reavaliação das listas de
sobressalentes previstas no SINGRA. Analisar e preen- CCIM
cher, no SINGRA, o Relatório de Sobras e Faltas de MEIO/COMIMSUP
PM, após o projeto entrar na situação de “Pendente
para Encerramento”.
19 ASD Limite para atualização dos Conjuntos Passivos cadastra-
DE
dos no SINGRA.
OSTENSIVO - B-1 - REV. 7
OSTENSIVO SGM-201
Legenda:
J - Janeiro do ano do início do PM.
D - Dezembro do ano anterior ao início do PM.
I - Início do PM.
T - Término do PM.
* - data-limite expressas em meses.
OSTENSIVO - B-2 - REV. 7
OSTENSIVO SGM-201
ANEXO C
RELAÇÃO DE COMARE PARA COMBUSTÍVEIS, LUBRIFICANTES
E GRAXAS (CLG)
COMARE OM APOIADAS
TM
EMGEPRON
GCM
SECIRM
SECIRM-
Convênios
CPO
CIM
PEM
EMA EGN SCTIM CASNAV IEAPM IPqM
SUAS OM
CMatFN CGCFN CPesFN (*)
SUBORDINADAS
AMRJ DAerM DSAM(*) DEN
DGMM
DOCM DCTIM
SUAS OM DGPM DPCvM DPMM(*)
DEnsM
SUBORDINADAS DSM(*) DASM(*) CDM
SGM CCIM (*) DAdM
SUAS OM
DAbM DFM PAPEM DCoM
SUBORDINADAS
DPHDM CCCPM
Com1ºDN(*) Com2ºDN(*) Com3ºDN(*) Com4ºDN(*)
Com5ºDN(*) Com6ºDN(*) Com7ºDN(*) Com8ºDN(*)
ComOpNav
Com9ºDN(*) ComemCh(*) ComFFE(*) COMCONTRAM
DGN (**)
(*) e suas OM subordinadas
(**) e suas OM subordinadas exceto IEAPM
OSTENSIVO - C-1 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
ANEXO D
MODELO DE FICHA ASSUNTO PROPOSTO
MARINHA DO BRASIL
SECRETARIA-GERAL DA MARINHA
COMISSÃO PARA ESTUDOS DE UNIFORMES DA MARINHA
FICHA DE ASSUNTO PROPOSTO N.º (numeração da SGM)
OM:
PROPOSIÇÃO:
JUSTIFICATIVA:
ARTIGOS E VOLUMES DO RUMB A SEREM ALTERADOS:
_______________________________
REPRESENTANTE NA CEUM
ANÁLISE DA DAbM:
A) ASPECTOS TÉCNICOS:
B) ASPECTOS LOGÍSTICOS E ORÇAMENTÁRIOS:
C) ASPECTOS JURÍDICOS:
_______________________________
REPRESENTANTE DA DAbM
OSTENSIVO - D-1 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
ANEXO E
MODELO DE FICHA PROPOSTA DE ALTERAÇÃO DO RUMB
MARINHA DO BRASIL
SECRETARIA-GERAL DA MARINHA
COMISSÃO PARA ESTUDOS DE UNIFORMES DA MARINHA
FICHA PROPOSTA DE ALTERAÇÃO DO RUMB
PROPOSIÇÃO:
VOLUME DO RUMB:
PARECER DA CEUM:
FAVORÁVEL/DESFAVORÁVEL POR UNANIMIDADE/MAIORIA DE VOTOS
VOTOS A FAVOR DA PROPOSTA:
VOTOS CONTRA:
Observações:
________________________________
Almirante de Esquadra
Secretário-Geral da Marinha
DECISÃO a respeito do PARECER da CEUM:
POR DELEGAÇÃO:
APROVO ( ) APROVO ( )
NÃO APROVO ( ) NÃO APROVO ( )
Observações:
______________________________________ ______________________________________
Almirante de Esquadra Almirante de Esquadra
Comandante da Marinha Secretário-Geral da Marinha
OSTENSIVO - E-1 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
ANEXO F
RELAÇÃO DE CDU, PDU e PEU
OM
CÓDIGO CDU DENOMINAÇÃO DN
ADMINISTRADORA
7119 Av. Brasil CDU-BAMRJ 1º
8109 Centro CDU-1ºDN 1º
RELAÇÃO DE POSTOS DE DISTRIBUIÇÃO DE UNIFORME (PDU)
OM
CÓDIGO PDU DENOMINAÇÃO DN
ADMINISTRADORA
9189 Mocanguê BNRJ 1o
5699 Posto Móvel CDU-BAMRJ 1o
5529 São Pedro da Aldeia CeIMSPA 1o
5629 Salvador (Aratu) CeIMSa 2o
6839 Natal CeIMNa 3o
7229 Belém CeIMBe 4o
8519 Rio Grande CeIMRG 5º
7919 Ladário CeIMLa 6º
8709 Brasília Com7°DN 7º
7339 Manaus CeIMMa 9o
8569 Florianópolis EAMSC 5º
5628 GptFNSa GptFNSa 2º
7118 PDU Incorporação CDU-BAMRJ 1º
5700 Posto Móvel CDU-1ºDN 1º
RELAÇÃO DE POSTOS DE ENCOMENDA DE UNIFORME (PEU)
OM
CÓDIGO PEU DENOMINAÇÃO DN
ADMINISTRADORA
9519 Ilha do Governador BFNIG 1o
9539 Ilha das Flores BFNIF 1º
3239 Marambaia CADIM 1o
3229 Campo Grande CIAMPA 1o
6229 CIAW CIAW 1o
6239 COLÉGIO NAVAL CN 1o
8169 Vitória EAMES 1o
6249 ESCOLA NAVAL EN 1°
OSTENSIVO - F-1 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
8339 Maceió CPAL 3º
8369 Fortaleza EAMCE 3o
8399 Recife EAMPE 3o
9559 PEU -BFNRM BFNRM 1º
8499 PEU-CIABA CIABA 4º
OSTENSIVO - F-2 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
ANEXO G
VIATURAS UTILIZADAS NA MB
a) Viaturas de representação:
VIDA DESCRIÇÃO SUMÁ-
TIPO COR NBE
CÓD. MODELO ÚTIL RIA
Automóvel de 4 portas,
movido a gasolina, com
motor 2.0 ou superior de
4 a 6 cilindros, modelo
01 010 Preta 7 anos 19-002-0364
enquadrado na categoria
especial, para uso exclu-
sivo do Comandante da
Marinha
Automóvel de 4 portas,
movido a gasolina, com
motor 2.0 ou superior de
4 a 6 cilindros, modelo
01 (blindada) 011 Preta 3 anos 19-002-3794
enquadrado na categoria
especial, para uso exclu-
sivo do Comandante da
Marinha (Blindado).
b) Viaturas de serviços especiais:
CÓD. VIDA DESCRIÇÃO
TIPO COR NBE INCISO
MODELO ÚTIL SUMÁRIA
Automóvel de 4
portas, movido a
gasolina ou bi-
combustível (ga-
solina/álcool),
com motor de
03 – Serviços de
030 Cinza de Fábrica 7 anos potência mínima 19-002-3297 II
Apoio Especial
de 140 cv, dire-
ção hidráulica,
elétrica ou elétro-
hidráulica e ar
condicionado,
com opcionais.
Automóvel de 4
portas, movido a
gasolina ou bi-
combustível (ga-
solina/álcool),
com motor de
03 – Serviços de
potência mínima
Apoio Especial 031 Cinza de Fábrica 7 anos 19-002-3795 II
de 140 cv, dire-
(blindada)
ção hidráulica,
elétrica ou elétro-
hidráulica e ar
condicionado,
com opcionais.
(blindado).
OSTENSIVO - G-1- REV.7
OSTENSIVO SGM-201
Automóvel de
porte médio,
movido a gasoli-
na ou bicombus-
tível (gasolina/
álcool), 4 portas
com motor 1.0 de
04 - Serviços de 4 cilindros, ar- 19-002-3719 II
041 Cinza munsell 7 anos condicionado,
Apoio
direção hidráuli-
ca, modelo en-
quadrado na cate-
goria “POPU-
LAR
C/OPCIONAIS”
de cada indústria
montadora.
Automóvel de
porte médio,
movido a gasoli-
na ou bicombus-
tível (gasolina/
álcool), 4 portas
com motor 1.0 de
4 cilindros, ar-
04 - Serviços de
042 Cinza munsell 7 anos condicionado, 19-002-5919 II
Apoio
dire- ção hidráu-
lica, (SEDAN)
modelo enqua-
drado na catego-
ria “POPULAR
C/ OPCIONAIS”
de cada indústria
montadora.
Carroceria e
chassi de micro-
ônibus, movido a
05 - Micro-
050 Cinza munsell 12 anos diesel com capa- 19-001-8825 II
-ônibus
cidade mínima
para 32 passagei-
ros.
Carroceria e
chassi de micro-
ônibus, para em-
barque e desem-
05 - Micro- barque rápidos,
051 Cinza munsell 12 anos 19-002-3342 II
-ônibus movido a diesel
com capacidade
para transportar
26 passageiros
sentados.
Carroceria e
chassi de micro-
05 - Micro- ônibus rodoviá-
052 Cinza munsell 12 anos rio, movido a BR-326-2196 II
-ônibus
diesel, ar-
condicionado de
fábrica, com
OSTENSIVO - G-2- REV.7
OSTENSIVO SGM-201
capacidade mí-
nima para 32
passageiros.
Pick-up a gasoli-
na ou bi-
combustível (ga-
solina/álcool), de-
06 – Camioneta de
060 Cinza munsell 7 anos rivado de auto- 19-001-8812 II
Carga
móvel, com capa-
cidade para trans-
portar no mínimo
600 kg de carga.
Furgão com com-
partimento de
carga fechado, a
gasolina ou bi-
combustível (ga-
06 - Camioneta de solina/álcool), de-
061 Cinza munsell 7 anos 19-001-8814 II
Carga rivado de auto-
móvel, com capa-
cidade para trans-
portar no mínimo
cargas até 600 kg
de carga.
Camioneta de
carga, tipo pick-
up, cabine sim-
ples, movida a
06 – Camioneta de gasolina ou bi-
062 Cinza munsell 7 anos 19-001-8817 II
Carga combustível (ga-
solina / álcool),
com capacidade
mínima de 750 kg
de carga.
Furgão, movido a
gasolina ou die-
06 – Camioneta de sel, com capaci-
063 Cinza munsell 7 anos 19-001-8818 II
Carga dade mínima de
1.500 kg de car-
ga.
Furgão, movido a
gasolina ou die-
sel, dotado de baú
refrigerado com
equipamento
gerador de frio e
06 – Camioneta de
064 Cinza munsell 7 anos funcionamento 19-001-8819 II
Carga
independente em
relação ao motor
da viatura, com
capacidade mí-
nima de 2.000 kg
de carga.
Camioneta movi-
da a gasolina ou
07 – Camioneta de diesel, com capa-
071 Cinza munsell 7 anos 19-002-0363 II
Passageiros cidade para trans-
portar no mínimo
13 passageiros.
OSTENSIVO - G-3- REV.7
OSTENSIVO SGM-201
Camioneta movi-
da a gasolina ou
bicombustível
07 – Camioneta de (gasolina / álco-
072 Cinza munsell 7 anos 19-0026969 II
Passageiros ol), com capaci-
dade para trans-
portar 7 passagei-
ros.
Carroceria de
ônibus urbano
montada sobre
chassi de ônibus,
movido a diesel,
09 - Ônibus 090 Cinza munsell 11 anos ar-condicionado 19-002-3344 II
de fábrica com
capacidade de
transportar no
mínimo 49 passa-
geiros sentados.
Carroceria de
ônibus rodoviário
montada sobre
chassi de ônibus,
movido a diesel,
ar-condicionado
09 - Ônibus 091 Cinza munsell 11 anos 19-002-3355 II
de fábrica, bancos
reclináveis, com
capacidade de
transportar mais
de 40 passagei-
ros.
Caminhão leve,
movido a diesel
com carroceria
convencional de
10 - Caminhão com madeira ou dura-
Carroceria Conven- 100 Cinza munsell 12 anos lumínio, montada 19-001-8820 II
cional sobre chassi com
capacidade de
transportar até
4.000 kg de carga
útil.
Caminhão médio,
movido a diesel
com carroceria
convencional de
10 - Caminhão com madeira ou dura-
12 anos
Carroceria Conven- 101 Cinza munsell lumínio, montada 19-001-8821 II
cional sobre chassi com
capacidade de
transportar de
4.000 a 7.500 kg
de carga útil.
Caminhão semi-
pesado, movido a
diesel com carro-
10 - Caminhão com
ceria convencio-
Carroceria Conven- 102 Cinza munsell 12 anos 19-001-8746 II
nal de madeira ou
cional
duralumínio,
montada sobre
chassi com capa-
OSTENSIVO - G-4- REV.7
OSTENSIVO SGM-201
cidade de trans-
portar de 7.500 a
10.000 kg de
carga útil.
Caminhão semi-
pesado, movido a
diesel com carro-
ceria convencio-
nal de madeira ou
10 – Caminhão com duralumínio,
Carroceria Conven- 103 Cinza munsell 12 anos montada sobre 19-001-8822 II
cional chassi dotado de
3o eixo, com
capacidade de
transportar de
10.000 a 15.000
kg de carga útil.
Caminhão pesa-
do, movido a
diesel com carro-
ceria convencio-
nal de madeira ou
10 – Caminhão com duralumínio,
Carroceria Conven- 104 Cinza munsell 12 anos montada sobre 19-002-3330 II
cional chassi dotado de
3º eixo, com
capacidade de
transportar de
15.000 a 20.000
kg de carga útil.
Caminhão com
carroceria con-
vencional (Veícu-
10 - Caminhão com lo Urbano de
Carroceria Conven- 105 Cinza munsell 12 anos Carga – VUC), 37-521-7362 II
cional movido a diesel,
capacidade de
carga máxima de
2.000 kg.
Camioneta diesel,
tipo pick-up,
cabine dupla,
tração 4x4, com
12 - Camioneta de
120 Cinza munsell 7 anos capacidade de 19-001-8815 II
Uso Misto
transportar até 5
passageiros e
carga mínima de
1.000 kg.
Camioneta a die-
sel, tipo perua
integralizada,
tração 4x4, com
12 - Camioneta de
121 Cinza munsell 7 anos capacidade para 19-001-9056 II
Uso Misto
de transportar até
5 passageiros e
carga mínima de
750 kg.
Caminhão tipo
100, equipado
23- Caminhão
com lança articu-
Dotado de Lança 230 Cinza munsell 12 anos 19-002-3351 II
lada para mano-
Articulada
bra de pesos, com
alcance horizon-
OSTENSIVO - G-5- REV.7
OSTENSIVO SGM-201
tal superior a 4,5
m e capacidade
de manobrar
carga mínima de
3.500 kg.
Caminhão tipo
100, equipado
com lança articu-
lada para mano-
23- Caminhão bra de pesos, com
Dotado de Lança 231 Cinza munsell 12 anos alcance horizon- 19-002-3337 II
Articulada tal superior a 4,5
m e capacidade
de manobrar
carga mínima de
3.750 kg.
Caminhão tipo
100, equipado
com lança articu-
lada para mano-
23- Caminhão bra de pesos, com
Dotado de Lança 232 Cinza munsell 12 anos alcance horizon- 19-002-3343 II
Articulada tal superior a 4,5
m e capacidade
de manobrar
carga mínima de
5.000 kg.
Caminhão tipo
100, equipado
com lança articu-
lada para mano-
23- Caminhão bra de pesos, com
Dotado de Lança 233 Cinza munsell 12 anos alcance horizon- 19-002-3339 II
Articulada tal superior a
4,5m e capacida-
de de manobrar
carga mínima de
6.000 kg.
Caminhão tipo
100, equipado
com lança articu-
lada para mano-
23- Caminhão bra de pesos, com
Dotado de Lança 234 Cinza munsell 12 anos alcance horizon- 19-002-3338 II
Articulada tal superior a 4,5
m e capacidade
de manobrar
carga mínima de
7.750 kg.
Carroceria de
ambulância com
equipamentos
básicos, montada
sobre chassi de
24 - Ambulância 240 Branca 8 anos 19-001-9054 IV
camioneta, tipo
furgão, movida a
diesel, para re-
moção de doentes
e acidentados.
24 - Ambulância 241 Branca 8 anos Carroceria de 19-0019055 IV
ambulância, mon-
OSTENSIVO - G-6- REV.7
OSTENSIVO SGM-201
tada sobre chassi
de camioneta,
tipo furgão ou
caminhão leve,
movido a diesel,
com equipamen-
tos especiais, para
ser utilizada co-
mo Unidade de
Tratamento In-
tensivo (UTI)
móvel.
Caminhão leve,
movido a diesel,
com carroceria
tipo furgão iso-
térmico, para
gêneros alimentí-
cios congelados
25 - Caminhão tipo
ou resfriados,
Furgão Isotérmico 250 Cinza munsell 12 anos 19-002-3286 II
com capacidade
de transportar 15
m3 de cargas,
com pesos de até
3.000 kg de carga
útil, sem equipa-
mento gerador de
frio.
Caminhão médio,
movido a diesel,
com carroceria
tipo furgão iso-
térmico, para
gêneros alimentí-
cios congelados
25 - Caminhão tipo ou resfriados,
Furgão Isotérmico 251 Cinza munsell 12 anos com capacidade 19-002-3335 II
de transportar de
16 a 32 m3 de
cargas, com pesos
de até 3.000 a
7.500 kg de carga
útil, sem equipa-
mento gerador de
frio.
Caminhão semi-
pesado, movido a
diesel, com car-
roceria tipo fur-
gão isotérmico,
para gêneros
25 - Caminhão tipo alimentícios con-
Furgão Isotérmico 252 Cinza munsell 12 anos gelados ou resfri- 19-002-3354 II
ados, com capa-
cidade de trans-
portar de 33 a 40
m3 de cargas,
com pesos de
7.500 a 10.000 kg
de carga útil, sem
OSTENSIVO - G-7- REV.7
OSTENSIVO SGM-201
equipamento
gerador de frio.
Caminhão semi-
pesado, movido a
diesel, com car-
roceria tipo fur-
gão isotérmico,
para gêneros
alimentícios mon-
tada sobre chassi
dotado de 3o eixo,
com capacidade
25 - Caminhão tipo
de transportar de
Furgão Isotérmico 253 Cinza munsell 12 anos 19-002-3353 II
33 a 40 m3 de
cargas, com pesos
de 10.000 a
15.000 kg de
carga útil, equi-
pado com gerador
de frio, com fun-
cionamento inde-
pendente em
relação ao motor
da viatura.
Caminhão pesa-
do, movido a
diesel, com car-
roceria tipo fur-
gão isotérmico,
para gêneros
alimentícios, com
capacidade de
transportar de 41
25 - Caminhão tipo
a 45 m3 de carga,
Furgão Isotérmico 254 Cinza munsell 12 anos 19-002-3295 II
com pesos de
15.000 a 20.000
kg de carga útil,
equipado com
gerador de frio,
com funciona-
mento indepen-
dente em relação
ao motor da via-
tura.
Caminhão leve,
movido a diesel,
com carroceria
tipo furgão iso-
térmico, para
gêneros alimentí-
cios congelados
25 - Caminhão tipo ou resfriados,
255 Cinza munsell 12 anos 19-002-3336 II
Furgão Isotérmico com capacidade
de transportar de
15 m3 de cargas,
com pesos de até
3.000 kg de carga
útil, equipado
com gerador de
frio, com funcio-
OSTENSIVO - G-8- REV.7
OSTENSIVO SGM-201
namento inde-
pendente em
relação ao motor
da viatura.
Caminhão médio,
movido a diesel,
com carroceria
tipo furgão iso-
térmico, para
gêneros alimentí-
cios congelados
ou resfriados,
com capacidade
de transportar de
25 - Caminhão tipo
256 Cinza munsell 12 anos 16 a 32 m3 de 19-002-3296 II
Furgão Isotérmico
cargas, com pesos
de até 3.000 a
7.500 kg de carga
útil, equipado
com gerador de
frio, com funcio-
namento inde-
pendente em
relação ao motor
da viatura.
Caminhão semi-
pesado, movido a
diesel, com car-
roceria tipo fur-
gão isotérmico,
para gêneros
alimentícios con-
gelados ou resfri-
ados, com capa-
cidade de trans-
25 - Caminhão tipo
257 Cinza munsell 12 anos portar de 33 a 40 19-002-3347 II
Furgão Isotérmico
m3 de cargas,
com pesos de
7.500 a 10.000 kg
de carga útil, com
gerador de frio,
com funciona-
mento indepen-
dente em relação
ao motor da via-
tura.
Caminhão médio
movido a diesel,
com carroceria
especial, composta
de tanque com
capacidade de
6.000 l de água,
26 - Caminhão para
260 Vermelha 12 anos dotado de “quebra- 19-001-8824 II
Combate a Incêndio
ondas”, equipado
com motobomba
para recalque,
armários e acessó-
rios especiais para
combate a incên-
dio (auto-tanque).
OSTENSIVO - G-9- REV.7
OSTENSIVO SGM-201
Caminhão hidro-
químico, dotado
de corpo de bom-
bas classe “A”,
vazão mínima de
750 ga-
lões/minuto a 150
PSI, acionamento
pelo próprio mo-
tor do veículo,
26 - Caminhão para com sistema de
261 Vermelha 12 anos 19-001-8826 II
Combate a Incêndio refrigeração auxi-
liar, dosador de 0
a 6%, canhão
com alcance
mínimo de 40 m,
tanques de 4.000 l
de água, 600 l de
líquido gerador
de espuma e 200
kg de pó químico
seco.
Caminhão médio,
movido a diesel,
com carroceria do
tipo tanque, com
capacidade para
27 – Auto- transportar 6.000
-Tanque para trans- 270 Cinza munsell 12 anos l de água, 19-001-8790 II
porte de Água dotado de
“quebra-ondas” e
equipado com
bomba para o
descarregamento
da água.
Caminhão semi-
pesado, movido a
diesel, com car-
roceria do tipo
tanque, com ca-
27 – Auto- pacidade para
- Tanque para 271 Cinza munsell 12 anos transportar 9.000 19-001-8791 II
transporte de Água l de água, dotado
de “quebra-
ondas” e equipa-
do com bomba
para o descarre-
gamento da água.
Caminhão semi-
pesado, movido a
diesel, com car-
roceria do tipo
tanque, montada
27 – Auto- sobre chassi do-
- Tanque para 272 Cinza munsell 12 anos tado de 3o eixo, 19-001-8792 II
transporte de Água com capacidade
para transportar
12.000 l de água,
dotado de “que-
bra-ondas” e
equipado com
OSTENSIVO - G-10- REV.7
OSTENSIVO SGM-201
bomba para o
descarregamento
da água.
Caminhão pesa-
do, movido a
diesel, com car-
roceria do tipo
tanque, com ca-
pacidade para
27 – Auto- transportar
- Tanque para 273 Cinza munsell 12 anos 21.000 l de água, 19-001-8793 II
transporte de Água dotado de
“quebra-ondas” e
equipado com
bomba para o
descarregamento
da água.
Caminhão leve,
movido a diesel,
com carroceria do
tipo tanque, com
capacidade para
transportar 3.000
l de combustível,
28 - Auto-
em tanque único
-Tanque para trans-
280 Cinza munsell 12 anos dotado de “que- 19-001-8794 II
porte de Combustí-
bra-ondas”, equi-
veis
pado com bomba
para o descarre-
gamento de com-
bustível e acessó-
rios de filtragem,
quando necessá-
rios.
Caminhão semi-
pesado, movido a
diesel, com car-
roceria do tipo
tanque, com ca-
pacidade para
transportar 9.000
l de combustível,
28 - Auto-
dividido em três
-Tanque para trans-
281 Cinza munsell 12 anos compartimentos 19-001-8809 II
porte de Combustí-
de 3.000 l, dota-
veis
dos de “quebra-
-ondas”, equipado
com bomba para
o descarregamen-
to de combustível
e acessórios de
filtragem, quando
necessários.
Caminhão semi-
pesado, dotado de
3o eixo, movido a
28 - Auto-
diesel, com car-
- Tanque para
282 Cinza munsell 12 anos roceria do tipo 19-001-8810 II
transporte de Com-
tanque, com ca-
bustíveis
pacidade para
transportar
15.000 l de com-
OSTENSIVO - G-11- REV.7
OSTENSIVO SGM-201
bustível, dividido
em três compar-
timentos de 5.000
l, dotados de
“quebra-ondas”,
equipado com
bomba para des-
carregamento de
combustível e
acessórios de
filtragem, quando
necessários.
Caminhão semi-
pesado, movido a
diesel, com car-
roceria do tipo
tanque, montado
sobre chassi do-
tado de 3o eixo,
movido a diesel,
com capacidade
para transportar
28 - Auto-
18.000 l de
- Tanque para
283 Cinza munsell 12 anos combustível, 19-001-8811 II
transporte de Com-
dividido em três
bustíveis
compartimentos
de 6.000 l, dota-
dos de “quebra-
-ondas”, equipado
com bomba para
descarregamento
de combustível e
acessórios de
filtragem, quando
necessários.
Caminhão pesa-
do, movido a
diesel, com car-
roceria do tipo
tanque, com ca-
pacidade para
transportar
21.000 l de
combustível,
28 - Auto-
dividido em três
- Tanque para
284 Cinza munsell 12 anos compartimentos 19-001-8813 II
transporte de Com-
de 7.000 l, dota-
bustíveis
dos de “que-
bra- -
ondas”, equipado
com bomba para
descarregamento
do combustível e
acessórios de
filtragem, quando
necessários.
Caminhão, movi-
do a diesel, com
28 - Auto-
carroceria do tipo
- Tanque para
285 Cinza munsell 12 anos tanque, preparado 19-001-8816 II
transporte de Com-
para transportar
bustíveis
QAV. (O
COMARE deve
OSTENSIVO - G-12- REV.7
OSTENSIVO SGM-201
informar a capa-
cidade do tan-
que).
Caminhão médio,
movido a diesel,
com carroceria do
29 - Caminhão tipo tipo caçamba
290 Cinza munsell 12 anos 19-002-3341 II
Caçamba Basculante basculante, com
capacidade para
transportar 4 a 5
m3 de carga.
Caminhão médio,
movido a diesel,
dotado de caixa
coletora com
compartimento de
30 - Veículo para despejo de lixo
300 Cinza munsell 12 anos 19-002-3294 IV
Coleta de Lixo frontal com capa-
cidade para trans-
portar até 6,0 m3
de detritos com-
pactados.
Caminhão médio,
movido a diesel,
dotado de caixa
coletora seletiva
com comparti-
30 - Veículo para mento de despejo
301 Cinza munsell 12 anos 19-002-3298 IV
Coleta de Lixo lateral seccionado
em 5 partes. Ca-
pacidade de
transportar até 7,5
m3 de detritos.
Caminhão leve,
movido a diesel,
com carroceria
tipo furgão (baú),
montada sobre
32 - Caminhão tipo
320 Cinza munsell 12 anos chassi com capa- 19-002-3332 II
Furgão Baú
cidade para trans-
portar 15 m3 de
cargas com pesos
de até 3.000 kg
de carga útil.
Caminhão médio,
movido a diesel,
com carroceria
tipo furgão (baú),
montada sobre
32 - Caminhão tipo chassi com capa-
321 Cinza munsell 12 anos 19-002-3322 II
Furgão Baú cidade para
transportar de 28
a 40 m3 de cargas
com pesos de
3.000 a 7.500 kg
de carga útil.
Caminhão semi-
pesado, movido a
32 - Caminhão tipo
322 Cinza munsell 12 anos diesel, com car- 19-002-3333 II
Furgão Baú
roceria tipo fur-
gão (baú), mon-
OSTENSIVO - G-13- REV.7
OSTENSIVO SGM-201
tada sobre chassi
com capacidade
para transportar
45 m3 de cargas,
com pesos de
7.500 a 10.000 kg
de carga útil.
Caminhão semi-
pesado, movido a
diesel, com car-
roceria tipo fur-
gão (baú), mon-
tada sobre chassi
32 - Caminhão tipo
323 Cinza munsell 12 anos dotada de 3o eixo, 19-002-3323 II
Furgão Baú
com capacidade
para transportar
45 m3 de cargas,
com pesos de
10.000 a 15.000
kg de carga útil.
Caminhão pesa-
do, movido a
diesel, com car-
roceria tipo fur-
gão (baú), mon-
32 - Caminhão tipo tada sobre chassi
324 Cinza munsell 12 anos 19-002-3334 II
Furgão Baú com capacidade
para transportar
45 m3 de cargas,
com pesos de
15.000 a 20.000
kg de carga útil.
Caminhão médio,
movido a diesel,
com carroceria
tipo furgão (baú),
montada sobre
chassi, com capa-
cidade para trans-
32 - Caminhão tipo portar 28 a 40 m3
325 Cinza munsell 12 anos de cargas, com 19-002-3324 II
Furgão Baú
pesos de 3.000 a
7.500 kg de carga
útil, equipado
com plataforma
hidráulica eleva-
tória, com capa-
cidade até 1.500
kg.
Caminhão semi-
pesado, movido a
diesel, com car-
roceria tipo fur-
gão (baú), mon-
32 - Caminhão tipo tada sobre chassi, 19-002-3325
326 Cinza munsell 12 anos com capacidade II
Furgão Baú
para transportar
45 m3 de cargas,
com pesos de
7.500 a 10.000 kg
de carga útil,
equipado com
OSTENSIVO - G-14- REV.7
OSTENSIVO SGM-201
plataforma hi-
dráulica elevató-
ria, com capaci-
dade de até 1.500
kg.
Caminhão semi-
pesado, movido a
diesel, com car-
roceria tipo fur-
gão (baú), mon-
tada sobre chassi
dotada de 3o eixo,
com capacidade
para transportar
32 - Caminhão tipo
327 Cinza munsell 12 anos 45 m3 de cargas, 19-002-3326 II
Furgão Baú
com pesos de
10.000 a 15.000
kg de carga útil,
equipado com
plataforma hi-
dráulica elevató-
ria, com capaci-
dade até 1.500
kg.
Caminhão pesa-
do, movido a
diesel, com car-
roceria tipo fur-
gão (baú), mon-
tada sobre chassi
com capacidade
para transportar
32 - Caminhão tipo 45 m3 de cargas,
328 Cinza munsell 12 anos 19-002-3327 II
Furgão Baú com pesos de
15.000 a 20.000
kg de carga útil,
equipado com
plataforma hi-
dráulica elevató-
ria, com capaci-
dade até 1.500
kg.
Caminhão semi-
pesado guincho,
com capacidade
de arrasto de
33 - Caminhão 19.000 kg, movi-
guincho para Rebo- 330 Cinza munsell 12 anos do a diesel, com 19-002-3331 II
que de Viaturas carroceria especi-
al, dotada de
equipamentos
para reboque de
viaturas.
Chassi cabine,
33 - Caminhão movido a diesel,
Guincho para Rebo- 331 Cinza munsell 12 anos com capacidade 19-002-3340 II
que de Viaturas de arrasto de
4000 kg, com
OSTENSIVO - G-15- REV.7
OSTENSIVO SGM-201
carroceria especi-
al, dotada de
plataforma para
transporte e rebo-
que de viaturas
médias.
Carroceria espe-
cial montada
sobre chassi de
camioneta, movi-
da a gasolina ou
35 - Carro para
diesel, com 2
Transporte de
portas laterais e
Pacientes Psiquiátri- 350 Branca 8 anos 19-002-3363 IV
uma traseira,
cos
com sinalização e
equipamentos
convenientes para
transporte de
pacientes psiquiá-
tricos.
Carroceria espe-
cial montada
sobre chassi de
camioneta, movi-
da a gasolina ou
37 - Carro para diesel, com 4
370 Cinza munsell 8 anos portas laterais e 19-002-3718 II
Transporte de Presos
uma traseira, com
sinalização e
equipamentos
convenientes para
transporte de
presos.
Cavalo mecânico,
movido a diesel,
38 - Cavalo Mecâni- com capacidade
380 Cinza munsell 12 anos 19-002-3356 II
co de arrasto de
30.000 a 45.000
kg.
Cavalo mecânico,
38 - Cavalo Mecâni- movido a diesel,
381 Cinza munsell 12 anos com capacidade 19-002-3357 II
co
de arrasto maior
que 45.000 kg.
Semirreboque
com carroceria
convencional de
madeira ou dura-
39 - Semirreboque
390 Cinza munsell 12 anos lumínio, com 19-002-0362 II
(carreta)
capacidade de
transportar
30.000 kg de
carga útil.
Semirreboque
39 - Semirreboque com carroceria
391 Cinza munsell 12 anos 19-002-0366 II
(carreta) tipo furgão iso-
térmico, para
OSTENSIVO - G-16- REV.7
OSTENSIVO SGM-201
gêneros alimentí-
cios congelados,
com capacidade
para transportar
70 m3 de carga
com peso útil de
30.000 kg, equi-
pado com gerador
de frio, com fun-
cionamento inde-
pendente em
relação ao motor
do cavalo mecâ-
nico.
Semirreboque
com carroceria
especial para
39 – Semirreboque transportar cofres
392 Cinza munsell 12 anos 19-002-0367 II
(carreta) de carga, com
capacidade de
30.000 kg de peso
útil.
Trator sobre es-
teiras, movido a
diesel com potên-
cia de até 99 CV,
48 - Trator 480 Fábrica * 19-001-8787 II
equipado com
acessórios para
serviços de terra-
planagem.
Trator sobre es-
teiras, movido a
diesel com potên-
cia de 100 a 199
48 - Trator 481 Fábrica * 19-001-8788 II
CV, equipado
com acessórios
para serviços de
terraplanagem.
Trator sobre es-
teiras, movido a
diesel com potên-
cia superior a 200
48 - Trator 482 Fábrica * 19-001-8789 II
CV, equipado
com acessórios
para serviços de
terraplanagem.
Trator leve sobre
rodas, movido a
diesel com potên-
48 - Trator 483 Fábrica * cia de 26 a 35 19-001-9051 II
CV, para serviços
de reboque de
implementos.
Trator médio
sobre rodas, mo-
vido a diesel com
48 - Trator 484 Fábrica * potência de 36 a 19-001-9052 II
45 CV, para ser-
viços de reboque
de implementos.
48 - Trator 485 Fábrica * Trator pesado 19-001-9053 II
OSTENSIVO - G-17- REV.7
OSTENSIVO SGM-201
sobre rodas, mo-
vido a diesel com
potência superior
a 45 CV, para
serviços de rebo-
que de implemen-
tos.
Mini pá carrega-
deira multiuso,
51 - Retroescavadei- com potência
510 Fábrica * 19-002-3415 II
ra e pá carregadeira mínima de 35
HP; tração nas 4
rodas.
Retroescavadeira
51 - Retroescavadei-
movida a diesel,
ra e pá 511 Fábrica * 19-002-3359 II
com potência de
carregadeira
acima de 110 CV.
Carreta reboque,
com carroceria
53- Reboque tipo basculante de
530 Cinza munsell 6 anos 19-002-3358 II
de Carga madeira, capaci-
dade 2.000 kg de
carga.
Carreta reboque,
com carroceria
53- Reboque
531 Cinza munsell 6 anos fixa, quatro rodas, 19-002-3364 II
de Carga
capacidade 3.000
kg de carga.
Automóvel des-
caracterizado,
com potência
mínima de 1.8
54 - Viatura de
540 Fábrica 8 anos HP, preparado 19-002-3328 III
Inteligência
para o serviço de
inteligência.
(mencionar tipo
do veículo).
Automóvel técni-
co descaracteri-
zado, com potên-
54 - Viatura de
541 Fábrica * cia mínima de 1.8 19-002-3329 III
Inteligência
HP, preparado
para o serviço de
inteligência.
55 - Motocicleta de Motocicleta 125
550 Fábrica 6 anos 19-005-6896 III
Inteligência cc
55 - Motocicleta de Motocicleta 150
551 Fábrica 6 anos 19-005-6897 III
Inteligência cc
55 - Motocicleta de Motocicleta 250
552 Fábrica 6 anos 19-005-6898 III
Inteligência cc
55 - Motocicleta de Motocicleta 300
553 Fábrica 6 anos 19-005-6894 III
Inteligência cc
55 - Motocicleta de Motocicleta 400
554 Fábrica 6 anos 19-005-6895 III
Inteligência cc
55 - Motocicleta de Motocicleta 660
555 Fábrica 6 anos BR-326-2154 III
Inteligência cc
Pick-up, cabine
56 – Viatura para a simples, derivada
fiscalização e segu- de automóvel, a
560 Cinza munsell 7 anos BR-327-0646 V
rança do Tráfego gasolina ou bi-
Aquaviário combustível (ga-
solina/álcool), ar
OSTENSIVO - G-18- REV.7
OSTENSIVO SGM-201
condicionado,
direção hidráuli-
ca, com capaci-
dade para trans-
portar no mínimo
600 kg de carga.
Utilizada para
transporte de
material empre-
gado nas ativida-
des de fiscaliza-
ção e segurança
do Tráfego
Aquaviário.
Camioneta de
carga, tipo pick-
up, cabine sim-
ples, movida a
gasolina ou bi-
combustível (ga-
solina/álco-ol), ar
condicionado,
56 – Viatura para a direção hidráuli-
fiscalização e ca, com capaci-
561 Cinza munsell 7 anos BR-327-0647 V
segurança do Tráfe- dade mínima de
go Aquaviário 750 kg de carga.
Utilizada para
transporte de
pessoal e material
nas atividades de
fiscalização e
segurança do
Tráfego Aquaviá-
rio.
Camioneta diesel,
tipo pick-up,
cabine dupla,
tração 4x4, ar
condicionado,
direção hidráuli-
ca, com capaci-
dade para trans-
56 – Viatura para a
portar até 5 pas-
fiscalização e segu-
562 Cinza munsell 7 anos sageiros e carga BR-327-0650 V
rança do Tráfego
mínima de 1.000
Aquaviário
kg. Utilizada para
transporte de
pessoal e material
nas atividades de
fiscalização e
segurança do
Tráfego Aquaviá-
rio.
Camioneta a
diesel, tipo perua
integralizada,
56 – Viatura para a tração 4x4, ar
fiscalização e segu- condicionado,
563 Cinza munsell 7 anos BR-327-0651 V
rança do Tráfego direção hidráuli-
Aquaviário ca, com capaci-
dade para trans-
portar até 5 pas-
sageiros e carga
OSTENSIVO - G-19- REV.7
OSTENSIVO SGM-201
mínima de 750
kg. Utilizada para
transporte de
pessoal e material
nas atividades de
fiscalização e
segurança do
Tráfego Aquaviá-
rio.
Camioneta movi-
da a gasolina ou
diesel (Tipo
Van), ar condici-
onado, direção
hidráulica, com
56 – Viatura para a capacidade para
fiscalização e segu- transportar no
564 Cinza munsell 7 anos BR-327-0648 V
rança do Tráfego mínimo 13 passa-
Aquaviário geiros. Utilizada
para transporte de
pessoal nas ativi-
dades de fiscali-
zação e segurança
do Tráfego
Aquaviário.
Automóvel de
porte médio,
movido a gasoli-
na ou bi-
combustível (ga-
solina/ álcool), 4
portas com motor
1.0 de 4 cilindros,
ar-condicionado,
direção hidráuli-
56 – Viatura para a ca, modelo en-
fiscalização e segu- quadrado na cate-
565 Cinza munsell 7 anos BR-327-0649 V
rança do Tráfego goria “POPU-
Aquaviário LAR COM OP-
CIONAIS” de
cada indústria
montadora. Utili-
zado para trans-
porte de pessoal
nas atividades de
fiscalização e
segurança do
Tráfego Aquaviá-
rio.
OBSERVAÇÕES:
1 - Para efeitos de codificação das viaturas:
a) TIPO possui sempre dois algarismos.
Exemplo: 06 - Camioneta de Carga; e
b) CÓDIGO DO MODELO possui sempre três algarismos, nos quais os dois primeiros
indicam o TIPO.
Exemplo: 062 - Pick-up com capacidade mínima de 750 kg de carga.
2 - Um asterisco na coluna VIDA ÚTIL indica que o Modelo não tem duração operacional
preestabelecida, devendo ser substituído quando as despesas com manutenção assim reco-
OSTENSIVO - G-20- REV.7
OSTENSIVO SGM-201
mendarem.
3 – A coluna “INCISO” exprime a classificação prevista no artigo 5º do Decreto 9.287, a sa-
ber:
I - segurança pública;
II - segurança nacional;
III - atividades de inteligência;
IV - saúde pública;
V - fiscalização;
VI - coleta de dados;
VII - peculiaridades do Ministério das Relações Exteriores;
VIII - necessidades dos ex-Presidentes da República; e
IX - segurança dos familiares do Presidente e do Vice-Presidente da República.
4 – Algumas viaturas classificadas como de serviços especiais podem, eventualmente e em
caráter extraordinário, realizar serviços comuns. Contudo, ressalta-se que a Marinha do Brasil
não é um órgão administrativo. Trata-se de uma Força Armada cuja finalidade precípua é con-
tribuir, prioritariamente, para a Segurança Nacional e, em menor escala, para a Fiscalização,
Saúde Pública e Coleta de Dados.
OSTENSIVO - G-21- REV.7
OSTENSIVO SGM-201
ANEXO H
RELAÇÃO DE COMARE PARA VIATURAS - DAbM
COMARE OM APOIADAS
GCM GCM-Rio
CCSM CCSM-Rio
SECIRM EAComteFerraz
CIM CIM-Rio
EMA Adidos Navais EGN EMA-Rio
DGDNTM DGDNTM-Rio COGESN IPqM CASNAV IEAPM CTMSP E SUAS OM
SUBORDINADAS
CMatFN SUAS OM SUBORDINADAS CGCFN CDDCFN CEFAN CDefNBQR-MB
CPesFN SUAS OM SUBORDINADAS
AMRJ DIM E SUAS OM SUBORDINADAS
DSAM DGMM DAerM DEN DOCM DCTIM CTIM CPN
DHN SUAS OM SUBORDINADAS DGN
DPC CIAGA
DEnsM SUAS OM SUBORDINADAS DGPM DPCvM DPMM
SARM SIM SIPM
DSM SUAS OM SUBORDINADAS
DASM SUAS OM SUBORDINADAS
DAbM SUAS OM SUBORDINADAS CIANB CCCPM CNBE
CNBW COrM/COrM-Rio DAdM
CCIMAR DFM DGOM
DPHDM PAPEM PEM
SGM SGM-Rio TM
ComOpNav COMCONTRAM CGEM
Com1ºDN SUAS OM SUBORDINADAS CPO EMGEPRON ESG
Com2ºDN SUAS OM SUBORDINADAS
Com3ºDN SUAS OM SUBORDINADAS
Com4ºDN SUAS OM SUBORDINADAS
Com5ºDN SUAS OM SUBORDINADAS
Com6ºDN SUAS OM SUBORDINADAS
Com7ºDN SUAS OM SUBORDINADAS STM MD
Com8ºDN SUAS OM SUBORDINADAS AMAZUL
Com9ºDN SUAS OM SUBORDINADAS
ComemCh SUAS OM SUBORDINADAS
ComFFE SUAS OM SUBORDINADAS
OSTENSIVO - H-1 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
ANEXO I
CONCEITO E DEFINIÇÕES DAS ATIVIDADES DE TRÁFEGO DE CARGA
Admissão (importação) Temporária/Exportação Temporária - são processos alfande-
gários que permitem a entrada ou saída de mercadorias do país por tempo determinado, retor-
nando ao local de origem no final do prazo fixado. Este processo é normalmente utilizado
para admissão de equipamentos pertencentes a técnicos que são contratados para prestarem
serviço no Brasil, ou para a saída temporária de itens de material para reparo/manutenção no
exterior.
Área Alfandegada - área, sob controle aduaneiro, onde são efetuadas operações de embar-
que, desembarque de mercadorias ou passageiros procedentes do exterior ou a ele destinados
Agente de Carga – empresa que faz a ligação entre transportadores ou prestadores de ser-
viço de frete e usuários possuidores de mercadorias para serem movimentadas de um ponto a
outro. Os agentes de carga, sendo prepostos dos transportadores/prestadores de serviço de
frete emitem seus próprios CE, chamados de house ou filhotes.
Apólice de Seguro - é o documento (datado e assinado pelo segurador) que formaliza o con-
trato de seguro, que especifica as condições e as obrigações do segurado e do segurador.
Apólice Aberta (ou de averbação) - é a apólice de seguro que permite anotações parcela-
das, sendo normalmente utilizada para cobrir transportes de carga freqüentes, por um período
de tempo determinado. À medida que os embarques ocorrem, o correspondente registro é efe-
tuado na apólice (averbação)
Apólice Simples (ou Avulsa) - visa a cobrir um único embarque, caracterizado pela es-
pecificação da mercadoria por marca, número, espécie, quantidade, embalagem, valor, meio
de transporte, locais de origem e destino, cobertura, taxas e prêmios. Sua contratação é reco-
mendada àqueles segurados que não efetuam embarques com freqüência.
Averbação – é a anotação feita na apólice de seguro em aberto, mediante documento
emitido pelo segurado à empresa de seguros, antes do início do risco, o que configura a res-
ponsabilidade do segurador.
Averbação Simplificada – informa os totais embarcados no mês a que se refere, e deve
ser acompanhada de uma relação especificando o embarque. Não é necessário discriminar os
dados de cada embarque, bastando agrupá-los por local de origem e de destino. Esta averba-
ção simplificada deve ser entregue no máximo até o décimo dia útil do mês seguinte ao do
início da viagem.
OSTENSIVO - I-1 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
Carga – é a mercadoria quando embarcada para ser movimentada de um ponto a outro.
Conferência Aduaneira - procedimento fiscal quem tem por finalidade identificar o im-
portador, verificar a mercadoria, determinar seu valor, classificar e constatar o cumprimento
de todas as obrigações fiscais e outras, exigíveis em razão da importação.
Conhecimento de Embarque (CE) – também chamado de Conhecimento de Trans-
porte, é o documento que comprova o embarque da carga a bordo do meio de transporte utili-
zado. Normalmente, em navios é conhecido como "BL" ("BILL OF LADING") e, em aerona-
ves, "AWB" ("AIR WAY BILL"). O conhecimento de embarque tem tríplice função, a saber:
a) é recibo da entrega das mercadorias a bordo do meio de transporte, ou outro lugar acorda-
do; b) é evidência da existência de um contrato de transporte; e c) é título de crédito represen-
tativo da carga
Consignatário - é o endereçado, mencionado no CE, incumbido de receber a carga no
destino e promover o competente desembaraço aduaneiro.
Declaração de Importação (DI) – É o documento base do despacho de importação, con-
tendo dados que permitem identificar: importador, exportador, mercadoria (no que diz respei-
to à descrição), quantidade, preço e forma de pagamento.
Demourrage (ou Sobrestadia de Contêiner) – multa que é aplicada pelo proprietário do
contêiner ao cliente que está utilizando um contêiner na importação, pelo atraso na sua devo-
lução. O consignatário possui um tempo livre chamado de “free time” para desestufar e devol-
ver o contêiner ao seu proprietário.
Depositário de cargas - são os terminais portuários e aeroportuários
Desembaraço Aduaneiro - ato final do despacho aduaneiro em virtude do qual é autori-
zada a entrega da mercadoria ao importador.
Despacho Aduaneiro - é o procedimento fiscal mediante o qual se processa o desemba-
raço aduaneiro de mercadoria procedente do exterior ou a ele destinado
Embarcador – pessoa física ou jurídica que celebra o contrato de transporte com o
transportador/prestador de serviço de frete, não sendo necessariamente o proprietário da car-
ga.
Embarque - é o carregamento de uma carga de mesma espécie, em um mesmo local, em
um mesmo meio de transporte, em uma mesma viagem, para um mesmo destino. Cada em-
barque corresponde a um único CE, podendo cada viagem envolver mais de um embarque,
portanto, mais de um CE.
Frete - é a remuneração paga pelo proprietário da carga ao transportador pela movimen-
OSTENSIVO - I-2 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
tação da mesma, de um ponto a outro.
Importador e Exportador - pessoa física ou jurídica responsável pela importação ou ex-
portação.
Invoice – documento emitido por quem possui a propriedade do bem, descrevendo o ma-
terial ou serviço em questão, preço e outras informações relacionadas com a aquisição reali-
zada e que transmite a posse do bem a um destinatário.
Licença de Importação (LI) - é o documento eletrônico por meio do qual se obtém e re-
gistra a licença de importação, ou seja a autorização para importar.
Manifesto de Carga – corresponde a um rol de conhecimentos de carga transportada por
um veículo.
OM Contratante - é a OM representante da Marinha nos contratos de financiamento ex-
terno.
Órgão de Anuência - instituição pública com competência para autorizar a importação de
produtos sob sua responsabilidade gerencial de admissão.
Packing List - documento necessário ao embarque da carga que relaciona o conjunto de
seus volumes discriminando seus conteúdos, numeração, tipo, peso e dimensões.
Prêmio – é a soma em dinheiro, paga pelo segurado ao segurador, em face da responsabi-
lidade atribuída sobre um determinado risco.
Processo (ou Operação) de Importação – procedimentos que são adotados para possibi-
litar a admissão de uma mercadoria de procedência estrangeira no território aduaneiro.
Registro de Operação Financeira (ROF) - é um número identificador, atribuído ao do-
cumento eletrônico, processado no Sistema de Informações do Banco Central (SISBACEN),
contendo a anuência do Banco Central às condições de um financiamento externo, concedidas
para importação
Requisição de Transporte de Carga (RTC) - é o documento pelo qual a OMTC formaliza
o seu pedido de transporte a um agente de carga, agente embarcador ou agente transportador.
Solicitação de Tráfego de Carga (STC) - é o documento pelo qual uma OMS manifesta
perante uma OMTC a necessidade de transportar uma carga, nele assumindo a completa res-
ponsabilidade pelas informações prestadas.
Segurador – é a pessoa física ou jurídica que, recebendo o prêmio ou recolhendo a quota,
assume um risco e paga a indenização pertinente em caso de sinistro.
Segurado - é a pessoa física ou jurídica em nome de quem é emitida uma apólice ou sobre
quem deverá recair o risco.
SISCOMEX - é o instrumento administrativo que integra as atividades de registro, acom-
OSTENSIVO - I-3 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
panhamento e controle das operações de comércio exterior, mediante fluxo único, computado-
rizado, de informações (Decreto nº 660/1992).
Taxa de Armazenagem - é a taxa cobrada pela utilização das áreas de armazenagem do
aeroporto ou do porto. É diretamente proporcional ao valor CIF da carga e ao tempo em que a
carga permanecer armazenada.
Taxa de Capatazia - é a taxa cobrada pelos serviços de manobra da carga por ocasião do
desembarque ou da retirada da carga dos armazéns.
Termo de Avaria - termo que será lavrado pelo depositário da carga que for descarregada
com volume quebrado, com diferença de peso, com indício de violação, ou de qualquer modo
avariada. Este termo será também assinado pelo transportador visado pela fiscalização adua-
neira. O presente documento será peça inicial para instruir a realização de vistoria aduaneira.
Tráfego de Carga - é a Atividade Gerencial relacionada com a seleção do adequado meio
de transporte e o estabelecimento de providências necessárias para o transporte do material de
um ponto a outro, incluindo a administração e o controle desta tarefa.
Transportador - aquele que transporta a carga e emite, normalmente, o Conhecimento
de Embarque.
Vistoria Aduaneira ou Oficial - é a inspeção feita por peritos habilitados destinada a ve-
rificar a existência de violação, faltas ou avarias em mercadorias estrangeiras adentrada, ao
território nacional, a fim de definir a extensão dos danos e, caso seja possível, definir seus
responsáveis. A vistoria será realizada a pedido, ou ex ofício, sempre que a autoridade adua-
neira entenda ser esta providência necessária. Não será efetuada vistoria aduaneira ou oficial
após a entrega da mercadoria ao importador. Esta vistoria é fundamental para efeito de seguro
da mercadoria. É através dela que são constatados e quantificados os sinistros ocorridos no
transporte até a chegada no terminal portuário/aeroportuário de destino.
Vistoria Particular – é aquela feita por Comissários de Avarias, seja em substituição à
vistoria aduaneira, seja por referir-se a sinistros ocorridos no percurso entre o porto/aeroporto
e o destino final. Este tipo de vistoria é realizada em outro local diferente das áreas portuárias
ou aeroportuárias sob controle da Receita Federal
Volume - é toda embalagem entregue a OMTC para ser transportada, podendo conter em
seu interior um ou mais itens.
OSTENSIVO - I-4 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
ANEXO J
Lista de IAM Nº XX-XX
PROGRAMA DE ORGANIZAÇÃO DE SOBRESSALENTES (POSE)
1. O Navio dispõe de militares habilitados para a função de paioleiro?
2. Os militares habilitados do meio operativo possuem conhecimento do trabalho a ser
realizado durante o POSE?
3. A guarnição foi adestrada para execução do POSE?
4. Existem dificuldades no manuseio dos relatórios recebidos para execução das tarefas
do POSE?
5. Os relatórios recebidos atendem às necessidades para execução do POSE?
6. Existem dificuldades para acessar SINGRA/SISBORDO?
7. Existem dificuldades para manusear o sistema?
8. Os dados extraídos atendem às necessidades para execução do POSE?
9. O meio tem conferido fisicamente e etiquetado corretamente os equipamentos
(EQ)/equipagens (EG) ou utilizado as informações por meio de arquivos?
10. As exclusões de EQ/EG não encontrados nas incumbências têm sido efetuado com
base na inexistência "in loco" dos mesmos?
11. As solicitações de exclusão de EQ/EG da dotação têm sido encaminhadas às Diretorias
Especializadas (DE) responsáveis pelos respectivos símbolos de jurisdição (SJ)?
12. Nas informações das solicitações de inclusão de EQ/EG, têm sido apresentados
subsídios encontrados no SINGRA, nas placas de características ou manuais técnicos?
13. As fichas de controle de inventário de EQ/EG devolvidas para atualizações são
ratificadas com assinatura do Oficial responsável? (Nota do VM: isso ainda é necessário?)
14. As alterações realizadas no Programa Geral de Manutenção (PROGEM) ao decorrer
do ano para o meio têm sido repassadas para a DAbM?
15. Os núcleos do POSE possuem espaço físico adequado para o manuseio e
movimentação dos itens?
16. Os sobressalentes inventariados encontram-se em condições de uso?
17. Os sobressalentes reembarcados encontram-se devidamente reembalados e
identificados?
18. Os sobressalentes em excesso têm sido devolvidos para os órgãos de distribuição
(OD)?
19. Nas informações das solicitações de inclusão de sobressalentes, tem sido apresentados
subsídios encontrados no SINGRA, nas placas de características ou manuais técnicos?
20. As solicitações de exclusão de sobressalentes da dotação têm sido encaminhadas as
DE responsáveis pelos respectivos SJ?
21. As propostas de alteração da dotação de sobressalentes são ratificadas pelas DE e
acompanhadas pelo meio operativo?
22. Qual a data de realização do último POSE?
OSTENSIVO - J-1 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
ANEXO K
RELAÇÃO DE COMARE PARA MUNIÇÃO
COMARE OM APOIADAS
ComemCh OM subordinadas
ComFFE OM subordinadas
DHN OM subordinadas
OM subordinadas/ComOpNav/DGN/COMCONTRAM/EGN/CPO/
Com1ºDN TM/CASNAV/ EMGEPRON /GCM-RIO/ EMA-RIO/ DPC/PEM/
CIAGA/CIM-RIO/ IEAPM/IPqM
Com2ºDN OM subordinadas
Com3ºDN OM subordinadas
Com4ºDN OM subordinadas
Com5ºDN OM subordinadas
Com6ºDN OM subordinadas
OM subordinadas/GCM/SRPM/CIM/SECIRM/DPCvM/ SGM/ EMA/
Com7ºDN
STM/SecCTM
Com8ºDN OM subordinadas
Com9ºDN OM subordinadas
DSAM DGMM(**)
OM subordinadas/ SGM-RIO/DFM/PAPEM/DAdM/DCoM/DPHDM/
DAbM
SDM/ CCCPM
DEnsM OM subordinadas/DGPM/DPMM(*)/DSM(*)/CDM/DASM(*)
CPesFN OM subordinadas /CGCFN/CMatFN(*)
CEFAN Somente para munição destinada a Tiro de Esporte
(*) e suas OM subordinadas
(**) e suas OM subordinadas exceto IPqM
OSTENSIVO - K-1 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
ANEXO L
LISTA DE SIGLAS
3C Central de Coordenação de Catalogação
AC/135 National Directors on Codification
AgCat Agência de Catalogação
ALI Apoio Logístico Integrado
AndEsp Andaina Especial
ANVISA Agência Nacional de Vigilância Sanitária
AQB Ajuste de Quantidade por Baixa
AQI Ajuste de Quantidade por Incorporação
BAenSPA Base Naval de São Pedro da Aldeia
BD Banco de Dados
BONO Boletim de Ordens e Notícias
BP Bilhete de Pagamento
BUP Bom para Uso Preferencial
CAM Centro de Acumulação de Material
CASLODE Centro de Apoio a Sistemas Logísticos de Defesa
CC Cancelada
CCIM Centro de Controle de Inventário da Marinha
CDAM Centro de Distribuição e Operações Aduaneiras da Marinha
CDU Centros de Distribuição de Uniformes
CE Conhecimento de Embarque
CeIM Centros de Intendência da Marinha
CeIMBe Centro de Intendência da Marinha em Belém
CeIMLa Centro de Intendência da Marinha em Ladário
CeIMMa Centro de Intendência da Marinha em Manaus
CeIMNa Centro de Intendência da Marinha em Natal
CeIMRG Centro de Intendência da Marinha em Rio Grande
CeIMSa Centro de Intendência da Marinha em Salvador
CeIMSPA Centro de Intendência da Marinha em São Pedro da Aldeia
CeMOpM Centro de Medicina Operativa da Marinha
OSTENSIVO - L-1 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
CEUM Comissão para Estudos dos Uniformes da Marinha
CForN Comprovante de Fornecimento a Navio
CGCFN Comando-Geral do Corpo de Fuzileiros Navais
CIANB Centro de Instrução Almirante Newton Braga
CLG Combustíveis, Lubrificantes e Graxas
CMA Consumo Máximo Autorizado
CMatFN Comando do Material de Fuzileiros Navais
CNBE Comissão Naval Brasileira na Europa
CNBW Comissão Naval Brasileira em Washington
CNC Centro de Nacional de Catalogação
CNPJ Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica
CODEG Código de Equipagem
CODEMP Código de Empresa
CODEQ Código de Equipamento
Com1ºDN Comando do 1º Distrito Naval
Com2ºDN Comando do 2º Distrito Naval
Com3ºDN Comando do 3º Distrito Naval
Com4ºDN Comando do 4º Distrito Naval
Com5ºDN Comando do 5º Distrito Naval
Com6ºDN Comando do 6º Distrito Naval
Com7ºDN Comando do 7º Distrito Naval
Com8ºDN Comando do 8º Distrito Naval
Com9ºDN Comando do 9º Distrito Naval
ComDN Comando de Distrito Naval
COMACO Comandos Controladores
COMADI Comando Distribuidor
COMARE Comandos Redistribuidores
COMIMSUP Comando Imediatamente Superior
ComOpNav Comando de Operações Navais
COMRJ Centro de Obtenção da Marinha no Rio de Janeiro
COMSAUDE Comissão Gerencial da Categoria de Material de Saúde
CP Comprometida
OSTENSIVO - L-2 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
CREDIFARDA Crédito de Fardamento
CRLV Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo
DAbM Diretoria de Abastecimento da Marinha
DE Diretoria Especializada
DepCMRJ Depósito de Combustíveis da Marinha no Rio de Janeiro
DepEspMB Depósito Especial da MB
DepFMRJ Depósito de Fardamento da Marinha no Rio de Janeiro
DepSIMRJ Depósito de Suprimentos de Intendência da Marinha no Rio de Janeiro
DGDNTM Diretoria-Geral de Desenvolvimento Nuclear e Tecnológico da Marinha
DGMM Diretoria-Geral do Material da Marinha
DGN Diretoria-Geral de Navegação
DGPM Diretoria-Geral de Pessoal da Marinha
DP Dotação de Paz
DSAM Diretoria de Sistemas de Armas da Marinha
DSM Diretoria de Saúde da Marinha
DV Em Dívida
EA Em Atendimento
EG Equipagem
EGA Encarregado Geral do Armamento
EMA Estado-Maior da Armada
EO Estimativas de Obtenção
EP Estado de Prontificação
EQ Equipamento
ESaRP Estoque de Saúde de Reação Primária
EUA Estados Unidos da América
EXE Em Execução
FA Força Armada
FAP Ficha de Assunto Proposto
FN Fundo Naval
GCM Gabinete do Comandante da Marinha
GLO Garantia da Lei e da Ordem
GLP Gás Liquefeito de Petróleo
OSTENSIVO - L-3 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
GNV Gás Natural Veicular
HCMP Hospitais de Campanha
HCont Hospitais de Contingência
HNMD Hospital Naval Marcílio Dias
IG Inventário Global
IPC Índice de Procedência da Catalogação
IRP Inventário Rotativo Permanente
LCM Life Cycle Management
LEE Lista de Equipamentos e Equipagens
LF Limite Financeiro
LFM Laboratório Farmacêutico da Marinha
LISCOMB Lista de Combustíveis e Lubrificantes
LISDIN Lista de Dotação Integrada
LPFG Listas de Preços de Fornecedores de Gêneros
MB Marinha do Brasil
MD Ministério da Defesa
NE Número de Estoque
NF Notas de Fornecimento
NIP Número de Identificação Pessoal
NIV Número de Identificação de Viatura
NMCRL NATO Master Cross List
NMM Nota de Movimentação de Material
NP Número Patrimonial
NSN NATO Stock Number
OC Órgãos de Controle
OCMT Óleo Combustível Marítimo para Turbinas
OD Órgãos de Distribuição
ODA Órgãos Depositários de Armamento
ODG Órgão de Direção Gerencial
ODM Óleo Diesel Marítimo
ODS Órgão de Direção Setorial
ODT Órgão de Direção Técnica
OSTENSIVO - L-4 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
OET Órgão de Execução Técnica
OI Ordem Interna
OM Organização Militar
OMC Organização Militar Consumidora
OMD Organização Militar Destinatária
OMF Organização Militar Fornecedora
OMFM Organizações Militares com Facilidades Médicas
OMH Organizações Militares Hospitalares
OMPS Organização Militar Prestadora de Serviço
OMRA Organização Militar Responsável pela Aquisição
OMS Organização Militar Solicitante
OMST Organização Militar Solicitante de Transporte
OMTC Organização Militar de Tráfego de Carga
OObt Órgãos de Obtenção
OObtExt Órgão de Obtenção no Exterior
OREMA Organização Extra-Marinha
OS Ordem de Serviço
OT Órgãos Técnicos
OTAN Organização do Tratado do Atlântico Norte
P Pronto
PA Plano de Ação
PD Plano Diretor
PDU Posto de Distribuição de Uniformes
PEU Postos de Encomenda de Uniformes
PM Período de Manutenção
PN Part Number
PNAC Pedidos de Nacionalização
PO Pedido de Obtenção no País
POSE Programa de Organização de Sobressalentes
pré-MI Pré-Mensagem Inicial
PROGEM Programa Geral de Manutenção
QLR Quantidade Limite para Recebimento
OSTENSIVO - L-5 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
QNA Quantidade não Aspirável
RAB Reserva de Abastecimento
RAC Ração Alternativa de Combate
RACOPE Ração Coletiva Operativa
RAE Ração Alternativa de Emergência
RAN Ração Alternativa para Náufrago
RCL Requisição de Combustíveis e Lubrificantes
RCR Reserva de Crise
RD Requisição de Devolução
RDP Requisição de Devolução de Material de Projeto
REC Reserva Estratégica de Combustíveis
REM Requisitos de Estado-Maior
RFB Receita Federal do Brasil
RICP Requisição de Itens Complementares ao Projeto
RJ Rio de Janeiro
RM Requisição de Material
RMC Requisição de Material para Consumo
RME Requisição de Material Especial
RMP Requisição de Material para Projeto
RMS Relação de Material de Saúde
RMT Requisição de Material para Transferência
RMTP Requisição de Material para Transferência para Projeto
RO Ração Operacional
ROP Reserva Operativa
RPMC Relação de Preços de Material Comum
RPS Relação de Preços de Subsistência
RT Relatórios de Tiro
RUMB Regulamento de Uniformes da Marinha
SAbM Sistema de Abastecimento da Marinha
SAM Serviço Ativo da Marinha
SCMB Sistema de Catalogação da MB
SE Solicitação ao Exterior
OSTENSIVO - L-6 - REV.7
OSTENSIVO SGM-201
SeDiMe Setores de Distribuição de Medicamentos
SGM Secretaria-Geral da Marinha
SINGRA Sistema de Informações Gerenciais de Abastecimento
SINGRA-CAT Subsistema Catalogação do SINGRA
SINGRA-WEB Acesso ao SINGRA por meio da Intranet
SISCADE Sistema de Catalogação de Defesa
SISCOMEX Sistema de Comércio Exterior
SISDIME Sistema de Distribuição de Medicamentos
SISGLT Sistema de Gerenciamento Logístico de Transporte
SisVtr Sistema de Viaturas
SJ Símbolo de Jurisdição
SMP Sistema de Manutenção Planejada
SNSN Standard Navy Stock Number
SOC Sistema OTAN de Catalogação
SPD Sistema do Plano Diretor
SRF Secretaria da Receita Federal
SSM Sistema de Saúde da Marinha
STC Solicitação de Transporte de Carga
SUBCOMACO Comando Subcontrolador
UF Unidade de Fornecimento
UGE Unidade Gestora Executante
UGR Unidade Gestora Responsável
WO SE do Tipo Work Order
OSTENSIVO - L-7 - REV.7