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APOSTILA1

O documento discute conceitos sobre acessibilidade aplicada. Ele explica que acessibilidade significa permitir o acesso e uso total ou assistido de espaços e serviços por pessoas com deficiência. Também destaca que a legislação brasileira exige que todos os requisitos sejam atendidos para que um local seja considerado totalmente acessível.

Enviado por

Jorginho William
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APOSTILA1

O documento discute conceitos sobre acessibilidade aplicada. Ele explica que acessibilidade significa permitir o acesso e uso total ou assistido de espaços e serviços por pessoas com deficiência. Também destaca que a legislação brasileira exige que todos os requisitos sejam atendidos para que um local seja considerado totalmente acessível.

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CURSO DE ACESSIBILIDADE APLICADA

CONHEÇA QUEM FAZ

“Meu objetivo é agregar VALOR aos seus Projetos,


Imóveis e Obras, resolvendo TODOS
os seus problemas de Acessibilidade.“

“Investir em Acessibilidade é um ato de


Responsabilidade Social, garantindo o direito de ir e
vir a todos,
inclusive às pessoas com deficiência ou com
mobilidade reduzida, promovendo seu
fortalecimento
político, econômico e social”.

[Link] [Link] eduardo@[Link] (11) 991604718


CONCEITOS SOBRE ACESSIBILIDADE

As Leis e normas técnicas de acessibilidade brasileiras exigem que TODOS os requisitos estabelecidos estejam incorporados nos projetos e nas
obras, uma vez que cada um deles tem por objetivo atender a uma determinada necessidade ou deficiência. NÃO EXISTE “MEIO ACESSÍVEL”.
CONCEITOS SOBRE ACESSIBILIDADE

A CONVENÇÃO SOBRE OS DIREITOS DAS PESSOAS COM DEFICIENCIA


DECRETO FEDERAL 6949/2009

e) Reconhecendo que a deficiência é um conceito em evolução e que a


deficiência resulta da interação entre pessoas com deficiência e as
barreiras devidas às atitudes e ao ambiente que impedem a plena e efetiva
participação dessas pessoas na sociedade em igualdade de oportunidades
com as demais pessoas,

DECRETO N° 3298/99 DECRETO N° 5296/04

ACESSO AO SERVIÇO ACESSO AO AMBIENTE

CONCEITO EM EVOLUÇÃO: As exigências para INFORMAÇÃO: Atualmente, as leis e normas técnicas


imóveis novos podem ser maiores do que para imóveis brasileiras determinam que a acessibilidade só existe
existentes. em uma edificação se ela oferecer as condições
acesso e o uso de TODOS os seus ambientes comuns
DEFICIÊNCIA RESULTA DA INTERAÇÃO: Significa e abertos ao público à TODAS as pessoas, inclusive
afirmar que a deficiência não está na Pessoas, mas na para as Pessoas com Deficiência ou Mobilidade
barreira física e de atitude. reduzida, por meio da eliminação das barreiras físicas
e barreiras de atitude.
CONCEITOS SOBRE ACESSIBILIDADE

DECRETO N° 3298/99 DECRETO N° 5296/04

ACESSO AO SERVIÇO ACESSO AO AMBIENTE

Art. 7o São objetivos da Política Nacional para a Art. 18. A construção de edificações de uso privado
Integração da Pessoa Portadora de Deficiência: multifamiliar e a construção, ampliação ou reforma de
edificações de uso coletivo devem atender aos preceitos
I - o acesso, o ingresso e a permanência da da acessibilidade na interligação de todas as partes de
pessoa portadora de deficiência em todos os serviços uso comum ou abertas ao público, conforme os
oferecidos à comunidade; padrões das normas técnicas de acessibilidade da ABNT.

Art. 19. A construção, ampliação ou reforma de


edificações de uso público deve garantir, pelo menos, um
dos acessos ao seu interior, com comunicação com todas
as suas dependências e serviços, livre de barreiras e de
obstáculos que impeçam ou dificultem a sua
acessibilidade.
CONCEITOS SOBRE ACESSIBILIDADE

DF. 5296/2004

Art. 8o Para os fins de acessibilidade, considera-se:

I - acessibilidade: condição para utilização, com segurança


e autonomia, total ou assistida, dos espaços, mobiliários e
equipamentos urbanos, das edificações, dos serviços de
transporte e dos dispositivos, sistemas e meios de comunicação
e informação, por pessoa portadora de deficiência ou com
mobilidade reduzida;

II - barreiras: qualquer entrave ou obstáculo que limite ou


impeça o acesso, a liberdade de movimento, a circulação com
segurança e a possibilidade de as pessoas se comunicarem ou
terem acesso à informação.

ACESSIBILIDADE SÓ EXISTE SE TODOS OS REQUISITOS DAS LEIS


FOREM ATENDIDOS NA ADAPTAÇÃO DOS AMBIENTES.
CONCEITOS SOBRE ACESSIBILIDADE

Considerando o estabelecido no DF 5296/04, tendo que adaptar apenas os ambientes de uso comum e
abertos ao público, nesta indústria o projeto de acessibilidade compreenderia apenas a recepção,
sanitários da recepção, selas de atendimento e salas de reunião. Não faríamos qualquer adaptação nas
áreas administrativas ou áreas de funcionários.
FONTE: Projeto de Acessibilidade para a
indústria Eurofarma de Medicamentos
CONCEITOS SOBRE ACESSIBILIDADE

DF. 5.296/2004
Art. 18. A construção de edificações de uso privado multifamiliar e a construção, ampliação ou reforma de
edificações de uso coletivo devem atender aos preceitos da acessibilidade na interligação de todas as partes de
uso comum ou abertas ao público, conforme os padrões das normas técnicas de acessibilidade da ABNT.

NBR 9050/2015
3.1.36
uso comum
espaços, salas ou elementos, externos ou internos, disponíveis para o uso de um grupo específico de pessoas
(por exemplo, salas em edifício de escritórios, ocupadas geralmente por funcionários, colaboradores e eventuais
visitantes)

Áreas administrativas e ambientes de funcionários são considerados como de USO COMUM e sua adaptação é
OBRIGATÓRIA, mesmo que a empresa não tenha pessoas com deficiência trabalhando nela.

USO RESTRITO: DEFINIDO PELO RESPONSÁVEL TÉCNICO


CONCEITOS SOBRE ACESSIBILIDADE

Áreas Administrativas e de funcionários também são consideradas como sendo ÁREAS DE USO COMUM:
Considerando que a definição de uso comum, conforme a NBR 9050/2015, inclui as áreas ocupadas por funcionários,
colabores e visitantes, o projeto de acessibilidade se estende por toda a área administrativa, refeitórios, docas,
vestiários e ambientes de funcionários da indústria. As área em que existirem restrições no acesso, em função de
treinamentos específicos ou com máquinas perigosas, podem ser classificadas como área de uso restrito, e sua
adaptação ocorre apenas conforme a necessidade de determinado funcionário que eventualmente trabalhe neste local.

FONTE: Projeto de Acessibilidade para a


indústria Eurofarma de Medicamentos
CONCEITOS SOBRE ACESSIBILIDADE

As área em que existirem restrições no acesso, em função de treinamentos específicos ou com máquinas perigosas,
podem ser classificadas como área de uso restrito, pelo RESPONSÁVEL TÉCNICO pelo Projeto de Acessibilidade, e sua
adaptação ocorre apenas conforme a necessidade de determinado funcionário que eventualmente trabalhe neste local.
FONTE: Projeto de Acessibilidade para a
indústria Eurofarma de Medicamentos
CONCEITOS SOBRE ACESSIBILIDADE

Lf. 8213/91_Art. 93 - A empresa com 100 (cem) ou mais empregados está obrigada a preencher
de 2% (dois por cento) a 5% (cinco por cento) dos seus cargos com beneficiários reabilitados ou
pessoas portadoras de deficiência, habilitadas, na seguinte proporção:

I - até 200 empregados ..................................................... 2%


II- de 201 a 500.................................................................. 3%
III- de 501 a 1.000.............................................................. 4%
IV- de 1.000 em diante...................................................... 5%

§ 1° - A dispensa de trabalhador reabilitado ou de deficiente habilitado ao final de contrato por


prazo determinado de mais de 90 (noventa) dias, e a imotivada no contrato por prazo
indeterminado, só poderá ocorrer após a contratação de substituto de condições semelhante.

No caso da empresa ser obrigada a contratar pessoas com deficiência, além da adaptação física nos ambientes, devem ser
promovidas adequações nos métodos de trabalho, com o auxílio de tecnologias assistivas, para garantir igual condições de
oportunidade de trabalho entre a pessoa com deficiência e as demais pessoas.
As contratações devem ser feitas em acordo com o Ministério do Trabalho.
CONCEITOS SOBRE ACESSIBILIDADE

O QUE ADAPTAR: DF. 5.296/2004


COMO ADAPTAR: NBR 9050/2015
CONCEITOS SOBRE ACESSIBILIDADE

O QUE ADAPTAR CONFORME DF. 5.296/2004

1: Adaptar a calçada/ passeio em frente à edificação;


2: Garantir acesso ao interior do imóvel;
3: Acesso a todas as áreas de uso comum ou abertas ao público, no interior do imóvel;
4: Ter Balcão de atendimento acessível;
5: Dispor de sanitários acessíveis, se houver sanitário para o público em geral;
6: Dispor de 2% de vagas acessíveis e 5% de vagas para Idosos;
7: Dispor de sinalização visual e tátil;
8: Se houver elevador, no mínimo 1 deverá ser acessível.
CONCEITOS SOBRE ACESSIBILIDADE

AUTONOMIA: DE PREFERÊNCIA,
FAZER TUDO SOZINHO
AUTONOMIA
CONFORTO: BAIXO ESFORÇO

SEGURANÇA: EVITAR ACIDENTE

Todos os requisitos das leis e normas técnicas de


acessibilidade brasileiras estão estruturados em
três grandes princípios, da AUTONOMIA, do
CONFORTO e da SEGURANÇA.

ACESSIBILIDADE

CONFORTO SEGURANÇA
CONCEITOS SOBRE ACESSIBILIDADE

Para garantir a acessibilidade da edificação, NÃO podemos utilizar equipamentos que não deem
AUTONOMIA para a pessoa. As pessoas devem acessar os ambientes SOZINHAS, sem ajuda.
CONCEITOS SOBRE ACESSIBILIDADE

Garantir o ACESSO e o USO de TODOS os ambientes COMUNS e abertos ao público, para todas as pessoas, inclusive para as Pessoas com
deficiência e Mobilidade Reduzida, por meio da eliminação das barreiras físicas e barreiras de atitude, permitindo igualde de oportunidade e
o direitos de IR e VIR entre todos.
CONCEITOS SOBRE ACESSIBILIDADE

Dar no mínimo UMA REFERÊNCIA que conduza todas as pessoas pelos ambientes.
CONCEITOS SOBRE ACESSIBILIDADE

SHOPPING MANAUARA_MANAUS
Dar no mínimo UMA REFERÊNCIA
que conduza todas as pessoas pelos ambientes.
CONCEITOS SOBRE ACESSIBILIDADE

Quando existem elementos suspensos, instalados acima de 60 cm


do piso, nas Rotas Acessíveis, a bengala de rastreamento NÃO
consegue localizar esse obstáculo.
Nesse caso, devemos instalar um piso tátil de alerta para indicar a
presença do obstáculo.

Por isso é que o caso ao lado está REDUNDANTE e não é


necessário sinalizar pilares, árvores, postes ou qualquer elemento
que esteja instalado abaixo de 60 cm de altura do piso, pois a
bengala de rastreamento consegue localizá-los.

COLÉGIO TERRA NOVA_SÃO BERNARDO DO CAMPO_SP


Dar no mínimo UMA REFERÊNCIA que conduza todas as pessoas
pelos ambientes.
CONCEITOS SOBRE ACESSIBILIDADE

E nesse caso? Devemos instar piso tátil de alerta


no patamar da escada?

( ) SIM

( ) NÃO

A NBR 9050/2004 dizia NÃO;


A NBR 9050/2015 diz SIM;
A NBR 16537/16 diz DEPENDE;

AEROPORTO DE MANAUS
Dar no mínimo UMA REFERÊNCIA que conduza todas as pessoas pelos ambientes.
CONCEITOS SOBRE ACESSIBILIDADE

A figura 21 da NBR 16537/16 nos mostra que, se


quando o corrimão nas escadas ou rampas for
interrompido, devemos dar outra referência para
conduzir a pessoa com deficiência, e nesse caso,
devemos utilizar o piso tátil de alerta.

Podemos sim, substituir a referência, e devemos


dar no mínimo uma.

Esse exemplo é para compreendermos o conceito


de que por trás de cada requisito estabelecido pela
NBR 9050 e outras leis e normas, existe o
atendimento a uma determinada deficiência ou
necessidade de uma pessoa.
CONCEITOS SOBRE ACESSIBILIDADE

Qual é a largura mínima para um corredor?

( ) 90 cm

( ) 1,20 cm

( ) 1,50 cm

( ) DEPENDE? DO QUE?
FONTE: NBR 9050/04

Esse exemplo também nos ajuda a compreender o conceito de que por trás de cada requisito estabelecido
pela NBR 9050 e outras leis e normas, existe o atendimento a uma determinada deficiência ou
necessidade de uma pessoa.
CONCEITOS SOBRE ACESSIBILIDADE
LARGURA DE CORREDORES, CONFORME NBR 9050/2015

40cm 80cm

4m 90cm

O gráfico ao lado deve ser associado


ao USO DA EDIFICAÇÃO , ao cálculo
10 m 1,2 m de lotação do ambiente e à
classificação do tipo de entrada ou
saída da edificação.

Saídas de emergência, por exemplo,


devem ter largura mínima de 1,5 m,
conforme códigos estaduais do Corpo
> 10 m 1,5 m de Bombeiros.
CONCEITOS SOBRE ACESSIBILIDADE
LARGURA DE CORREDORES, CONFORME NBR 9050/2015

40cm 80cm

4m 90cm
10 m 1,2 m

> 10 m 1,5 m
10 m 1,2 m

> 10 m 1,5 m
QUEM SÃO AS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA?
CONCEITOS SOBRE ACESSIBILIDADE
CATEGORIAS DE DEFICIÊNCIA CONFORME DF. 3298/99 E DF. 5296/04
Art. 4o É considerada pessoa portadora de deficiência a que se enquadra nas seguintes categorias:

I - deficiência física – alteração completa ou parcial de um ou mais segmentos do corpo humano, acarretando o comprometimento da função
física, apresentando-se sob a forma de paraplegia, paraparesia, monoplegia, monoparesia, tetraplegia, tetraparesia, triplegia, triparesia,
hemiplegia, hemiparesia, amputação ou ausência de membro, paralisia cerebral, membros com deformidade congênita ou adquirida, exceto as
deformidades estéticas e as que não produzam dificuldades para o desempenho de funções;

II - deficiência auditiva – perda parcial ou total das possibilidades auditivas sonoras, variando de graus e níveis na forma seguinte:
a) de 25 a 40 decibéis (db) – surdez leve;
b) de 41 a 55 db – surdez moderada;
c) de 56 a 70 db – surdez acentuada;
d) de 71 a 90 db – surdez severa;
e) acima de 91 db – surdez profunda; e
f) anacusia;

III - deficiência visual – acuidade visual igual ou menor que 20/200 no melhor olho, após a melhor correção, ou campo visual inferior a 20º
(tabela de Snellen), ou ocorrência simultânea de ambas as situações;

II - deficiência auditiva - perda bilateral, parcial ou total, de quarenta e um decibéis (dB) ou mais, aferida por audiograma nas
freqüências de 500HZ, 1.000HZ, 2.000Hz e 3.000Hz; (Redação dada pelo Decreto nº 5.296, de 2004)

III - deficiência visual - cegueira, na qual a acuidade visual é igual ou menor que 0,05 no melhor olho, com a melhor correção
óptica; a baixa visão, que significa acuidade visual entre 0,3 e 0,05 no melhor olho, com a melhor correção óptica; os casos nos quais a
somatória da medida do campo visual em ambos os olhos for igual ou menor que 60o; ou a ocorrência simultânea de quaisquer das
condições anteriores; (Redação dada pelo Decreto nº 5.296, de 2004)

IV - deficiência mental – funcionamento intelectual significativamente inferior à média, com manifestação antes dos dezoito anos e
limitações associadas a duas ou mais áreas de habilidades adaptativas, tais como:
a) comunicação; b) cuidado pessoal; c) habilidades sociais; d) utilização da comunidade; d) utilização dos recursos da
comunidade; (Redação dada pelo Decreto nº 5.296, de 2004) e) saúde e segurança; f) habilidades acadêmicas; g) lazer; e
h) trabalho;
QUEM SÃO AS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA?

Pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida possuem necessidades específicas que
devem ser compreendidas e respeitadas;

14,5% PESSOAS COM DEFICIÊNCIA DE HABILIDADES 24 MILHÕES DE PESSOAS

8,5% PESSOAS ACIMA DE 60 ANOS

EXPECTATIVA DE VIDA : MÉDIA 68,6 ANOS

• FÍSICA E MOTORA: 1.422 (26,9%)

• MENTAL: 2.849 (8,3%)

• VISUAL: 16.574 (48,1%)

• AUDITIVA: 5.751 (16,7%)

CENSO 2000 - IBGE


QUEM SÃO AS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA?

Pessoas com Deficiência no Brasil.


Em 2010 o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística revelou que
no Brasil
existem aproximadamente 45 milhões de pessoas com Deficiência. Este
número representa aproximadamente 24% de pessoas.

1. DEFICIÊNCIA VISUAL – 35.791.488 3. DEFICIÊNCIA MOTORA – 13.273.969


Não consegue de modo algum – 506.377 Não consegue de modo algum – 734.421
Grande dificuldade – 6.056.533 Grande dificuldade – 3.698.929
Alguma dificuldade – 29.211.482 Alguma dificuldade – 8.832.249

2. DEFICIÊNCIA AUDITIVA – 9.722.163 4. DEFICIÊNCIA MENTAL/ INTELECTUAL


Não consegue de modo algum – 344.206 2.611.536
Grande dificuldade – 1.798.967
Alguma dificuldade – 7.574.145

45.606.048 milhões de pessoas com Deficiência. (24%)


No Censo do IBGE realizado em 2000 este número era de aproximadamente 14% de pessoas
com deficiência.
Em 2010 foram apontados 24%.
QUEM SÃO AS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA?
PESSOAS COM DEFICIÊNCIA NO BRASIL (IBGE 2010)
35 000 000

30 000 000 29 211 482

25 000 000

20 000 000

15 000 000

10 000 000 8 832 249


7 574 145
6 056 533

5 000 000 3 698 929


2 611 536
1 798 967
506 377 344 206 734 421
-
Não consegue Grande Alguma Não consegue Grande Alguma Não consegue Grande Alguma Mental /
VER de modo dificuldade de dificuldade de OUVIR de dificuldade de dificuldade de de modo algum dificuldade DE dificuldade DE intelectual
algum VER VER modo algum OUVIR OUVIR SE LOCOMOÇÃO LOCOMOÇÃO
LOCOMOVER
QUEM SÃO AS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA?
PESSOAS COM DEFICIÊNCIA NO BRASIL (IBGE 2010)
40 000 000

35 774 392
35 000 000

30 000 000

25 000 000

20 000 000

15 000 000
13 265 599

9 717 318
10 000 000

5 000 000
2 611 536

-
DEFICIÊNCIA VISUAL DEFICIÊNCIA AUDITIVA DEFICIÊNCIA MOTORA DEFICIÊNCIA MENTAL/ INTELECTUAL
QUEM SÃO AS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA?
PESSOAS COM DEFICIÊNCIA NO BRASIL (IBGE 2010)
QUEM SÃO AS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA?
PROJEÇÃO DAS PESSOAS COM MAIS DE 60 ANOS NO BRASIL (IBGE)
40.000.000
37.894.006
36.663.810
35.427.289
35.000.000 34.185.085
32.936.597
31.693.761
30.474.291
30.000.000 29.290.662
28.143.225
27.034.163
25.964.619
25.000.000

20.000.000

15.000.000

10.000.000

5.000.000

0
2017 2018 2019 2020 2021 2022 2023 2024 2025 2026 2027
13% 13% 13% 14% 14% 15% 15% 16% 16% 17% 17%
CONCEITOS SOBRE ACESSIBILIDADE
PESSOAS IDOSAS E COM DEFICIÊNCIA NO BRASIL
250.000.000

200.000.000

150.000.000

100.000.000
190.755.799
71.570.667 37,5 % da População Idosa + Def.

25.964.619 24 % da População com Def.


50.000.000

13,5 % da População Idosa


45.606.048
25.964.619
0
POPULAÇÃO BRASILEIRA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA PESSOAS ACIMA DE 60 ANOS
É PRECISO
Projetar considerando a DIVERSIDADE,
respeitando as diferenças dos SERES HUMANOS.
CONCEITOS SOBRE ACESSIBILIDADE
CONCEITOS SOBRE ACESSIBILIDADE
CONCEITOS SOBRE ACESSIBILIDADE
CONCEITOS SOBRE ACESSIBILIDADE
CONCEITOS SOBRE ACESSIBILIDADE
CONCEITOS SOBRE ACESSIBILIDADE

HOMEM PADRÃO HOMEM PADRÃO HOMEM PADRÃO


VITRÚVIO MODULOR ERNEST
(±1490) LE CORBUSIER NEUFERT
(1946) 13ª edição em 1998
A definição de padrões para projetar ambientes, espaços e edificações pode excluir outras pessoas com
necessidades específicas. Vivemos um momento de UMA NOVA FORMA DE PROJETAR, considerando a
necessidade de todas as pessoas, inclusive as Pessoas com Deficiência ou Mobilidade Reduzida.
CONCEITOS SOBRE ACESSIBILIDADE
PARÂMETROS ANTROPOMÉTRICOS
Neufert 1998 NBR 9050/2015

Neufert 1998 NBR 9050/2015


MINI VIVÊNCIA
ALÉM DAS LEIS
ALÉM DAS LEIS
1. Não se refira a pessoa com deficiência com adjetivos.
Chame-a pelo nome;
2. A pessoa com deficiência tem direito de escolha.
É importante respeitar a sua liberdade;

PESSOA IDOSA
. Não é preciso falar alto.
O fato de ser idoso não representa
dificuldade auditiva;
. Oferecer sempre conforto;
. A compreensão deve ser a base do convívio;

COMO LIDAR COM A DIVERSIDADE


PESSOAS COM DEFICIENCIA MENTAL
. NUNCA as trate de maneira diferenciada;
.Respeite sua lentidão;
. Sempre as cumprimente, nunca as ignore;

PESSOA COM PARALISIA CEREBRAL


. Nunca as subestime. Paralisia cerebral não significa incapacidade mental;

PESSOA COM DEFICIENCIA VISUAL


. Quando for guia-lo (a), não agarre pelo braço;
. Esclareça o trajeto a ser percorrido;
Ajude a sentar apenas indicando o braço
ou encosto da cadeira;
. Identifique-se quando chegar ou quando
for embora.
. Não se importe em dizer “OLHE” ou “VEJA”.
.Procure cumprimentar com aperto de mão
de mão.
. Evite gesticular;
.Não fale alto;
. Nunca desvie a atenção do Cão Guia.

COMO LIDAR COM A DIVERSIDADE


PESSOAS COM MOBILIDADE REDUZIDA
. Cuidado ao manusear a cadeira de rodas;
. Nunca se apoie na cadeira, ela é uma extensão
do corpo para a pessoa;
. Numa conversa, procure se sentar para ficar
no mesmo nivel dos olhos da outra pessoa.

COMO LIDAR COM A DIVERSIDADE


VIVÊNCIA

Referência
Informação
Comunicação
Atitude
Independência
Conforto
Segurança
O DESENHO UNIVERSAL
O DESENHO UNIVERSAL

O que é isso?

( ) Bebedouro?

( ) Lixeira?

( ) Caixa de Som?

( ) Só uma escultura?

DESENHO UNIVERSAL – O QUE NÃO FAZER


O DESENHO UNIVERSAL

Imagine uma pessoa com deficiência visual


utilizando um forno de micro-ondas que os botões
são todos planos, da mesma cor, emitindo o
mesmo som, sem conseguir definir o tempo de
aquecimento.

Como desenvolver um equipamento como esse


mas que atenda a TODAS as pessoas, sem a
necessidade de adaptação especial?

DESENHO UNIVERSAL
O DESENHO UNIVERSAL
O teclado do micro-ondas falando MK 6 é completamente táctil:
Os botões de controle destacam-se claramente a partir da
superfície da carcaça, e, portanto, são particularmente facilmente
palpável. Além disso, eles são eliminados e, portanto, pode ser
facilmente limpo.

Qualquer função que você selecionar nas configurações do forno


de microondas pressionando um botão, que está representada
pelo discurso gradual.

Com apenas um clique você pode anunciar a hora a qualquer


momento. Mesmo o temporizador falando pode ser usado
independente do funcionamento do microondas. Além disso, o
dispositivo irá ser confirmada por fechamento de saída de voz e
abrir a porta.
Como um grande recurso informa o microondas na cozinha /
Microondas com saída de voz. descongelamento via saída de voz se você fosse para agitar o
Menu de voz controlado, volume da voz ajustável. seu alimentos ou contato.
Teclado totalmente táctil e limpe-clean O volume da voz é regulável individualmente e pode ser
Falando temporizador (de forma independente. A partir do forno) adaptado às suas necessidades pessoais. A voz alemão fala alto
confirmação verbal das funções selecionadas e do tempo de e claro.
cozedura. Manual in extra-grandes letras
informações faladas na porta aberta e fechada Especialmente para as pessoas com deficiência visual é muitas
Faladas pronta, mexa a comida ou sua vez vezes difícil de decifrar as letras pequenas nas instruções. As
Durante o processo de cozimento, a qualquer momento, o instruções de funcionamento do microondas MK 6 oferece o extra
anúncio tempo restante ao seu alcance. grande fonte de conforto especial.

DESENHO UNIVERSAL
O DESENHO UNIVERSAL

O que chama a atenção na definição sobre Desenho Universal da NBR 9050/2015 é que os produtos não
devem ter uma adaptação especial, mas sim, serem desenvolvidos para atender a todas as pessoas
inclusive as Pessoas com Deficiência.
O DESENHO UNIVERSAL
7 PRINCÍPIOS DO DESENHO UNIVERSAL
(Universidade da Carolina do Norte)

1. Equiparação nas possibilidades de uso.


2. Uso flexível.
3. Uso simples e intuitivo.
4. Informação de fácil percepção.
5. Tolerância ao erro.
6. Baixo esforço físico.
7. Dimensão e espaço para aproximação e uso.

Ronald L. Mace, 1946


Universidade da Carolina do Norte
O DESENHO UNIVERSAL
Princípios do Desenho Universal

1. Equiparação nas possibilidades de uso:


É a característica do ambiente ou elemento
espacial que faz com que ele possa ser usado por
diversas pessoas, independentemente de idade ou
habilidade. Para ter o uso equitativo deve-se:
propiciar o mesmo signifcado de uso para todos;
eliminar uma possível segregação e
estigmatização; promover o uso com privacidade,
segurança e conforto, sem deixar de ser um
ambiente atraente ao usuário;

FONTE: Center of Universal Design


& NBR 9050/2015
BERLIN
O DESENHO UNIVERSAL

O mesmo equipamento urbano existe em Berlim.


SÍMBOLOS UNIVERSAIS, COM PRIVACIDADE, SEGURANÇA, CONFORTO E “COM DESIGN ATRAENTE”.
BERLIN
O DESENHO UNIVERSAL

Os mesmos requisitos das Leis e Normas brasileiras também aparecem no lavatório do sanitário público em
Berlim: Área de Aproximação frontal, espelho, barras, altura do lavatório, alcance da torneira e saboneteira.
BERLIN
O DESENHO UNIVERSAL

Mesmo que a pessoa não tenha os dedos das


mãos, sensores auxiliam o uso da torneira,
saboneteira e secador.
O DESENHO UNIVERSAL
Princípios do Desenho Universal – equiparação no uso

O Doro 8031 oferece os mesmos recursos como


smartphones convencionais, a grande diferença,
mas reside na sua operação. Isto é muito fácil e
compreensível mantido. Na tela inicial, por
exemplo, contatos de acesso e funções e a ajuda
built-in pode ajudá-lo a qualquer momento. Para
uma sensação boa e segura o botão de
emergência do telefone faz.

FONTE: Center of Universal Design


& NBR 9050/2015
ESTUDO DE CASO – PRINCÍPIO 1 DO O DESENHO UNIVERSAL
ESTUDO DE CASO – PRINCÍPIO 1 DO O DESENHO UNIVERSAL
OPÇÃO 1: Construção de rampa no acesso principal.

NBR 9050/2015
ESTUDO DE CASO – PRINCÍPIO 1 DO O DESENHO UNIVERSAL

Levantamento das condições atuais da


edificação, em que foram medidos os
desníveis, localização das vigas e pilares da
edificação, inclusive no “caixão perdido”
embaixo da escada e da portaria.

Desnível de 37 cm (os medidores serão


mantidos)
Desnível de 15 cm a ser eliminado
Nível do patamar intermediário

Nível do térreo
ESTUDO DE CASO – PRINCÍPIO 1 DO O DESENHO UNIVERSAL
OPÇÃO 1: Construção de rampa no acesso principal.

Desnível a ser vencido: 3,78 m ( Nível 101,38 – Nível 97,60 m)


Comprimento total da rampa: 45,38 m + 7,50 = 52,38 m
(com inclinação de 8,33 % mais os patamares)

Área total de reforma: 20,00 m x 5,60 m = 112,00 m²

Características e observações:

VANTAGEM: A opção 1 atende integralmente a norma técnica em vigor sobre


acessibilidade.

CONSIDERAÇÕES: Deve ser verificada a condição estrutural do muro e da portaria para


viabilizar a reforma e considerar a alteração da posição do gerador
recém instalado.
VALOR APROXIMADO DA OBRA: R$ 100.800,00 (considerando R$ 900,00 / m²)
OPÇÃO 2: Construção de rampa para acesso pela lateral do Edifício.
Desnível a ser vencido: 2,40 m ( Nível 100,00 – Nível 97,60 m)
Comprimento total da rampa: 28,81 m + 4,50 + 3,80 = 37,11 m
(com inclinação de 8,33 % mais os patamares e clausura)

Área total de reforma: 37,11 m x 1,50 m = 60,00 m² (aprox.)

Características e observações:
VANTAGEM: A opção 2 é tecnicamente mais viável do que a opção 1, considerando que serão
executados menores reforços estruturais.
CONSIDERAÇÕES: Será criado um novo ponto de acesso que deve ter condições de
segurança
e controle dos moradores e visitantes.
O piso da rampa de veículos deverá ser substituído por revestimento
drenante compensando a área permeável do jardim ocupado pela rampa.
Os Órgãos públicos deverão aprovar a construção do abrigo de lixo em
outra posição não regulamentar.
Esta opção fere o item 6.2.2 da NBR 9050/2015 e deverá ser elaborada
justificativa técnica para ser aceita pela CPA/SP (Comissão de acessibilidade
da Prefeitura de São Paulo.

VALOR APROXIMADO DA OBRA: R$ 60.000,00 (considerando R$ 900,00 / m² + R$ 6.000,00 para o


piso)
ESTUDO DE CASO – PRINCÍPIO 1 DO O DESENHO UNIVERSAL
Construção de rampa para acesso a Piscina.

Construção de rampa para acesso a piscina


Desnível a ser vencido: 1,40 m ( Nível 99,00 – Nível 97,60 m)
Comprimento total da rampa: 16,80 m + 4,50 = 21,30 m
(com inclinação de 8,33 % mais os patamares)
Área total de reforma: 32,00 m² (aprox.)
VALOR APROXIMADO DA OBRA: R$ 28.800,00 (considerando R$ 900,00 / m² )
ESTUDO DE CASO – PRINCÍPIO 1 DO O DESENHO UNIVERSAL

OPÇÃO 3: Construção de plataforma vertical enclausurada.


ESTUDO DE CASO – PRINCÍPIO 1 DO O DESENHO UNIVERSAL

OPÇÃO 3: Construção de plataforma vertical enclausurada.

Desnível a ser vencido: 3,78 m ( Nível 101,38 – Nível 97,60 m)

Área total de reforma: 20,00 m² (aprox.)

Características e observações:

VANTAGEM: A opção 1 atende integralmente a norma técnica em vigor sobre acessibilidade.


O mesmo local também garante acesso para a piscina.

VALOR APROXIMADO DA OBRA: R$ 50.000,00 (plataforma)


R$ 30.000,00 (reforma)
R$ 300,00/ mês (manutenção mensal)
ESTUDO DE CASO – PRINCÍPIO 1 DO O DESENHO UNIVERSAL

Parada 1 -
Portaria

Parada 2 -
Piscina

Parada 3 - Térreo
ESTUDO DE CASO – PRINCÍPIO 1 DO O DESENHO UNIVERSAL
O DESENHO UNIVERSAL
Princípios do Desenho Universal

2. Uso flexível:
É a característica que faz com que o
ambiente ou elemento espacial atenda a
uma grande parte das preferências e
habilidades das pessoas. Para tal, devem-se
oferecer diferentes maneiras de uso,
possibilitar o uso para destros e canhotos,
facilitar a precisão e destreza do usuário e
possibilitar o uso de pessoas com diferentes
tempos de reação a estímulos;

FONTE: Center of Universal Design


& NBR 9050/2015
O DESENHO UNIVERSAL
Princípios do Desenho Universal – USO FLEXIVEL

FONTE: Center of Universal Design


& NBR 9050/2015
O DESENHO UNIVERSAL
Princípios do Desenho Universal – USO FLEXIVEL

FONTE: Center of Universal Design


& NBR 9050/2015
O DESENHO UNIVERSAL

Princípios do Desenho Universal

3. Uso simples e intuitivo:


É a característica do ambiente ou elemento
espacial que possibilita que seu uso seja de
fácil compreensão, dispensando, para tal,
experiência, conhecimento, habilidades
linguísticas ou grande nível de concentração
por parte das pessoas;

FONTE: Center of Universal Design


& NBR 9050/2015
O DESENHO UNIVERSAL
Princípios do Desenho Universal – USO INTUITIVO

FONTE: Center of Universal Design


& NBR 9050/2015
O DESENHO UNIVERSAL
Princípios do Desenho Universal – USO INTUITIVO

SÍMBOLO INTERNACIONAL
ALTO RELEVO
COR CONTRASTANTE
BRAILLE
INSTALADO NA FAIXA DE ALCANCE

FONTE: Center of Universal Design


& NBR 9050/2015
O DESENHO UNIVERSAL
Princípios do Desenho Universal

4. Informação de fácil percepção:


Essa característica do ambiente ou
elemento espacial faz com que seja
redundante e legível quanto a
apresentações de informações vitais. Essas
informações devem se apresentar em
diferentes modos (visuais, verbais, táteis),
fazendo com que a legibilidade da
informação seja maximizada, sendo
percebida por pessoas com diferentes
habilidades (cegos, surdos, analfabetos,
entre outros);

FONTE: Center of Universal Design


& NBR 9050/2015
O DESENHO UNIVERSAL
Princípios do Desenho Universal – FÁCIL PERCEPÇÃO

FONTE: Center of Universal Design


& NBR 9050/2015
O DESENHO UNIVERSAL

Verificar a NBR 15599/2008 que determina a instalação de Mapa Tátil e locais de prestação de serviço.
O DESENHO UNIVERSAL
Princípios do Desenho Universal

5. Tolerância ao erro:
É uma característica que possibilita que se
minimizem os riscos e consequências adversas de
ações acidentais ou não intencionais na utilização
do ambiente ou elemento espacial. Para tal, devem-
se agrupar os elementos que apresentam risco,
isolando-os ou eliminando-os, empregar avisos de
risco ou erro, fornecer opções de minimizar as
falhas e evitar ações inconscientes em tarefas que
requeiram vigilância;

FONTE: Center of Universal Design


& NBR 9050/2015
O DESENHO UNIVERSAL
Princípios do Desenho Universal – Tolerância ao erro

FONTE: Center of Universal Design


& NBR 9050/2015
O DESENHO UNIVERSAL
Princípios do Desenho Universal

6. Baixo esforço físico:


Nesse princípio, o ambiente ou elemento
espacial deve oferecer condições de ser usado
de maneira eficiente e confortável, com o
mínimo de fadiga muscular do usuário. Para
alcançar esse princípio deve-se: possibilitar
que os usuários mantenham o corpo em
posição neutra, usar força de operação
razoável, minimizar ações repetidas e
minimizar a sustentação do esforço físico;

FONTE: Center of Universal Design


& NBR 9050/2015
O DESENHO UNIVERSAL
Princípios do Desenho Universal – Baixo esforço

FONTE: Center of Universal Design


& NBR 9050/2015
O DESENHO UNIVERSAL

Qual deve ser a altura mínima tomada baixa?

( ) 30 cm do piso?

( ) 40 cm do piso?

( ) 50 cm?

( ) Não pode mais existir tomada


baixa?
O DESENHO UNIVERSAL

FONTE: NBR 9050:2015

DECIFRANDO A NBR 9050: 2015


O DESENHO UNIVERSAL
Princípios do Desenho Universal – Baixo esforço

FONTE: Center of Universal Design


& NBR 9050/2015
O DESENHO UNIVERSAL
Princípios do Desenho Universal – Baixo esforço - Estudo de Caso – Sra. Clara
O DESENHO UNIVERSAL
Princípios do Desenho Universal – Baixo esforço - Estudo de Caso – Sra. Clara
O DESENHO UNIVERSAL

Princípios do Desenho Universal

7. Dimensão e espaço para


aproximação e uso:
Essa característica diz que o ambiente
ou elemento espacial deve ter dimensão
e espaço apropriado para aproximação,
alcance, manipulação e uso,
independentemente de tamanho de
corpo, postura e mobilidade do usuário.
Desta forma, deve-se: implantar
sinalização em elementos importantes e
tornar confortavelmente alcançáveis
todos os componentes para usuários
sentados ou em pé, acomodar variações
de mãos e empunhadura e, por último,
implantar espaços adequados para uso
de tecnologias assistivas ou assistentes
pessoais.
FONTE: Center of Universal Design
& NBR 9050/2015
O DESENHO UNIVERSAL

Princípios do Desenho Universal – ESPAÇO ADEQUADO

FONTE: Center of Universal Design


& NBR 9050/2015
O DESENHO UNIVERSAL

Princípios do Desenho Universal – ESPAÇO ADEQUADO

FONTE: Center of Universal Design


& NBR 9050/2015
O DESENHO UNIVERSAL
Princípios do Desenho Universal

O que está correto afirmar?

( ) Quanto mais itens eu atendo,


mais a minha edificação se
tornar acessível.

( ) Não existe “meio acessível” e


a edificação, para ser
considerada acessível, deve
atender aos 7 princípios do
Desenho Universal.
FONTE: Center of Universal Design
& NBR 9050/2015
ROTA ACESSÍVEL

A LEGISLAÇÃO NÃO PREVÊ ADAPTAÇÃO DE


UNIDADE HABITACIONAL UNIFAMILIAR E
INTERIOR DE SALAS COMERCIAIS.
ROTA ACESSÍVEL:
Trajeto contínuo, desobstruído e sinalizado, que conecte os
ambientes externos ou internos de espaços e edificações, e que
possa ser utilizado de forma autônoma e segura por todas as
pessoas, inclusive aquelas com deficiência e mobilidade reduzida. A
rota acessível pode incorporar estacionamentos, calçadas
rebaixadas, faixas de travessia de pedestres, pisos, corredores,
escadas e rampas, entre outros

ROTA ACESSÍVEL

FONTE: [Link]
& NBR 9050/2015
ROTA ACESSÍVEL

O percurso e a localização dos ambientes devem estar livres de obstáculos que impeçam o aceso e sua
utilização.

FONTE: Escola municipal CASSIANO FARIA – Projeto


de Acessibilidade elaborado por Eduardo Ronchetti de
Castro
ROTA ACESSÍVEL

ANTES DEPOIS

FONTE: Escola municipal CASSIANO FARIA – Projeto


de Acessibilidade elaborado por Eduardo Ronchetti de
Castro
ESTUDO DE CASO - ROTA ACESSÍVEL

ROTA ACESSÍVEL

FONTE: Residência Srta. Nathália Magon – Projeto de


Acessibilidade elaborado por Eduardo Ronchetti de Castro
ESTUDO DE CASO - ROTA ACESSÍVEL

ROTA ACESSÍVEL

FONTE: Residência Srta. Nathália Magon – Projeto de


Acessibilidade elaborado por Eduardo Ronchetti de Castro
EXERCÍCIO EM SALA

1. TRACE A ROTA ACESSÍVEL DESDE O ESTACIONAMENTO


ATÉ A SALA DE AULA DO CURSO

2. DESCREVA A QUANTIDADE DE ITENS A SEREM


ADAPTADOS
EXERCÍCIO EM SALA

TRACE A ROTA ACESSÍVEL DO COLEGIO SALGUEIRO


ESTUDO DE CASO - ROTA ACESSÍVEL – COLÉGIO SALGUEIRO

Os principais passos para realizar a adaptação de


edificações existentes são:

1. Identificar todos os ambientes de uso comum e abertos


aos público;
2. Identificar suas “cotas de nível”;
3. Traçar no mínimo um caminho que interligue todos os
ambientes;
4. Identificar quais são as barreiras se se encontram neste
caminho;
ESTUDO DE CASO - ROTA ACESSÍVEL – COLÉGIO SALGUEIRO

Após ter identificado as barreiras, os próximo passos são:


5. Eliminar as barreiras encontradas;
6. Promover a sinalização visual e tátil;
EXERCÍCIO EM SALA

DESCREVA A QUANTIDADE DE ITENS A SEREM


ADAPTADOS PARA DEIXAR O CINEMA ACESSÍVEL
ESTUDO DE CASO - ROTA ACESSÍVEL
ESTUDO DE CASO - ROTA ACESSÍVEL – FUNDAÇÃO SALVADOR ARENA

Independente do tamanho do empreendimento, o


procedimento para iniciar a adaptação do local começa pela
definição da Rota Acessível.
Neste caso, da Fundação Salvador Arena, primeiro vamos
A Rota Acessível é dividida em vários níveis, mas podemos definir a Rota Acessível Externa, a partir de uma das
separar principalmente em: entradas do empreendimento e traçar no mínimo um
ROTA ACESSÍVEL EXTERNA caminho que interligue ao acesso de cada um dos edifícios.
ROTA ACESSÍVEL INTERNA
ESTUDO DE CASO - ROTA ACESSÍVEL – FUNDAÇÃO SALVADOR ARENA

Após ter definido a Rota Externa, o próximo passo é definir,


em cada edificação, a Rota Acessível Interna, indicando qual
é o caminho que será utilizado para entrar em TODOS os
ambientes de uso comum e abertos ao público.
DÚVIDA:
Significa que os itens que não estiverem na Rota Acessível não precisam ser
adaptadas?

1. Se existem várias escadas para se chagar ao pavimento superior, apenas uma delas será
“adaptada” e instalada uma rampa ou elevador e não é necessário colocar rampas ou elevadores
em todas elas.
2. A Rota ajuda a definir a posição das vagas e dos sanitários acessíveis, pois eles devem estar a no
máximo 50 metros.
2.1. As vagas devem estar a até 50 metros da entrada e os sanitários devem estar a
menos de 50 metros do ponto mais distante da edificação.
3. A Rota Acessível auxilia na elaboração do Cronograma de Obras e na organização das Prioridades
de adaptação.

4. A Rota Acessível auxilia nos argumentos de adaptação ou não adaptação de alguns pontos da
edificação, considerando que o acesso a determinado ambiente pode ser feito por outro local.

4. Todavia, todas as demais barreiras físicas, elementos suspensos, escadas e rampas, devem ser
sinalizados e identificados no projeto de acessibilidade .
Estes são exemplos de itens apresentados no Memorial Descritivo de Acessibilidade com
justificativas técnicas a partir da Rota Acessível, para argumentar a não adaptação destes itens.

No item ao lado, o ambiente é de USO RESTRITO e a Rota Acessível não passa por ele. Todavia a
escada será sinalizada, mesmo não havendo a instalação de elevador ou rampa para seu acesso.

No caso abaixo, a rampa não será reformada, pois há uma outra Rota Acessível para se chegar ao
mesmo local.

Importante ressaltar que estes argumentos devem ser feitos por Responsáveis Técnicos
(com ART ou RRT) e aceitos pelos órgãos públicos competentes (MP, Comissões de
Prefeitura ou do Governo do Estado).
FINAL DA AULA 1

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