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Teste de Rosharh

O documento descreve dois testes projetivos comuns usados em avaliações psicológicas: o teste de Rorschach e o teste de Zulliger. Estes testes envolvem mostrar desenhos abstratos ao candidato e analisar suas respostas para avaliar aspectos da personalidade. O texto fornece dicas sobre como responder adequadamente aos testes para obter uma avaliação psicológica normal.

Enviado por

Taynna Palloma
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Teste de Rosharh

O documento descreve dois testes projetivos comuns usados em avaliações psicológicas: o teste de Rorschach e o teste de Zulliger. Estes testes envolvem mostrar desenhos abstratos ao candidato e analisar suas respostas para avaliar aspectos da personalidade. O texto fornece dicas sobre como responder adequadamente aos testes para obter uma avaliação psicológica normal.

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8.4 – Rorschach e Zulliger

8.4.1 - Apresentação

O teste de Rorschach e o teste de Zulliger empregam desenhos abstratos, nos quais o


psicólogo avalia a personalidade do candidato, através das respostas que ele dá quando
perguntado sobre o que está vendo na mancha. Por exemplo, acima é um dos desenhos do
teste de Rorschach.

O psicólogo irá perguntar ao candidato o que ele enxerga nessa figura. São vários
cartões – e dependendo de como as respostas são dadas em cada teste, ou seja, da avaliação
global do teste, chega-se a conclusões.

8.4.2 – Sumário

Importância para concursos: 2/5 (deixou de ser usado em concursos, inclusive por demandar
tempo para aplicação)

Dificuldade: 4/5 (basta saber o que cada resposta implica, conforme explicaremos)

Probabilidade de ser cobrado em concursos: 1/5 (demanda tempo para a aplicação e tem sido
deixado de lado em concursos)

Tempo de aplicação: Não existe tempo certo.

Características avaliadas: Diversas características de personalidade.

Aplicação: Apenas Individual

Forma de Resposta: Interpretação de manchas desenhadas em folhas


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8.4.3 – Como funciona o teste

O psicólogo mostra as manchas e pede que o avaliado diga o que está vendo. Existe
uma teoria toda para interpretar o teste, que envolve tanto a resposta, como o número de
respostas, a velocidade das respostas e o comportamento do avaliado.

8.4.4 - Dica de resolução do teste

Esta seção é copiada da versão anterior do Manual do Psicotécnico.

A interpretação do teste Rorschach e seus derivados não se baseia exclusivamente nas


respostas em si, é muito mais complexo que isso. Não existe uma lista de respostas para
passar neste teste. Há várias páginas na internet que aconselham determinadas respostas a
cada cartão, e todas dizem o mesmo. Posso assegurar que são conselhos péssimos, pois são
todas respostas óbvias e, além disso, sugerem uma única resposta por cartão.

Seguindo esses conselhos, o teste poderia ser descartado por carecer de uma quantidade
mínima de respostas, ou se atingir o mínimo, o perfil resultante seria de uma pessoa
totalmente carente de originalidade ou criatividade, sem capacidade de encontrar soluções
próprias para os problemas. Forneceremos informações para que o teste garanta que o
candidato seja considerado uma pessoa normal, com inteligência normal ou levemente
superior, que revele o menos possível de nós mesmos, e de uma forma que não se contradiga
com a personalidade visível de cada um. Com os padrões de resposta aqui apresentados,
haverá adequação para qualquer cargo ou emprego. Apesar de este teste ser bastante antigo,
ele ainda é muito utilizado em seleção de pessoal, inclusive pelo CESPE/UnB que o empregou
no concurso para oficiais da PM/DF do ano 2007.

Há algumas respostas que não devem ser fornecidas para os cartões, como por exemplo:
manchas de tinta, falta de partes ou apenas partes do corpo humano ou animal (braço, perna,
dedos, cabeça, corpo sem cabeça, pata de cavalo, pinça de caranguejo, etc.), seres humanos
ou animais irreais ou mitológicos (palhaços, fadas, anjos, bruxas, monstros, personagens de
desenhos animados, siluetas humanas, todas as máscaras, unicórnio, dragão, etc. Indicam que
a pessoa não possui uma percepção realista de si mesma e das demais pessoas). Respostas
baseadas em detalhes brancos, pois representam oposicionismo (por exemplo, no cartão II ver
um avião). Respostas sobre anatomia (ossos, coração, músculo, estômago, crânio, etc.) e
radiografias, indicam sujeitos hipocondríacos. Respostas sobre órgãos sexuais, indicam pessoas
que não possuem prudência e tato ao lidar com outras pessoas. Respostam que envolvam
sangue, fogo ou explosão, indicam pessoas agressivas, que não conseguem controlar sua
hostilidade. Respostas que envolvam comida, indicam pessoas dependentes, sem autonomia.

Deve-se evitar muitas respostas que envolvam botânica (arbustos, árvores, etc.), nuvens,
geografia (mapas), paisagens (montanhas, colinas, pedras, rochas, deserto, etc.) e natureza
(sol, lua, planeta, água, céu, oceano, rio, chuva, arco-íris, etc.). As respostas normais baseiam-
se freqüentemente em referências a pessoas ou animais, portanto outros tipos de respostas
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são sempre em número reduzido. Um alto número de respostas que não envolvam pessoas ou
animais, indica isolamento social. O número de respostas que se baseiam em animais deve ser
de 35 a 50% do total, isso indica adaptação ao grupo e ao cotidiano. A quantidade de respostas
que envolvam humanos deve ser de pelo menos 15% do total, pois menos que isso indica
dificuldades de relacionamento.

Em todos os 10 cartões, o ideal é haver algo em torno de 25 respostas (o normal varia de no


mínimo 15 a no máximo 30, com média de 2 a 3 respostas por cartão), das quais pelo menos
uma por cartão deve ser popular (resposta popular é aquela que é apresentada ao menos por
um terço dos examinados em determinado cartão, são as respostas óbvias. Poucas respostas
deste tipo indica uma pessoa com dificuldade de adaptação ou de trabalho em grupo) e cerca
de 15 respostas originais (poucas respostas originais indicam uma pessoa sem criatividade).
Esse padrão de respostas indica uma pessoa com pensamento adaptado, que respeita as
normas, valores e o pensamento coletivo.

Sobre a ordem das respostas em cada cartão, o correto é fornecer primeiro uma resposta
baseada na imagem inteira, logo depois detalhes grandes e finalmente detalhes pequenos.
Pode-se identificar conceitos em várias partes distintas do cartão, entretanto não deve ser
fornecida mais que uma resposta para a mesma zona. Espera-se que haja 25 a 30% de
respostas globais, 50 a 55% de detalhes grandes (As respostas de grande detalhe estão ligadas
ao pensamento prático-concreto, pessoas que tem um pensamento mais adaptado ao
cotidiano, pessoas que resolvem mais rapidamente questões do dia-a-dia), e 10 a 15% de
detalhes pequenos (detalhes pequenos são aqueles detalhes pouco citados, muitas respostas
deste tipo indicam uma pessoa excessivamente minuciosa, presa a detalhes sem importância).
Não se deve fornecer mais que 10% de respostas baseadas em detalhes brancos. Na média,
em cada cartão, espera-se que haja uma resposta global e seja identificado mais de um
conceito em diferentes partes do cartão.

Há três pontos importantes ao analisar as respostas:

1 – A adequação da resposta à parte do cartão de onde foi visto. É dizer que realmente o que
foi visto pelo candidato no cartão, parece com o que há no cartão segundo o sentido comum
(ou segundo o que o psicólogo crê). Poderia não ser uma resposta coerente à primeira vista,
mas após explicada adquire sentido. Não é conveniente dar muitas respostas que não
possuem uma forma em particular, como nuvens ou mapas. Dizer que algo se parece com uma
nuvem é o mesmo que dizer que se parece com uma mancha de tinta. Isso indica uma pessoa
de baixa criatividade.

2 – A forma que se explica ou justifica a resposta. Se disser apenas que é o que vê, o psicólogo
pedirá que explique onde a vê. Deve explicá-la de forma clara e sem fazer comentários
que não ajudem nada ou que desvirtuem o conceito. Por exemplo: “isto aqui seriam as asas e aqui
seriam as patas” é uma boa resposta. Não ajudaria em nada dizer “as asas são maiores do que
deveriam” e arruinaria o conceito se fosse dito “é um morcego que lhe falta a cabeça”.
Tampouco se deve usar palavras complicadas ou ver conceitos estanhos para parecer mais
inteligente. Um especialista em uma profissão poderia ver algo pouco freqüente, mas mesmo
assim habitual para esta profissão. Por exemplo: no cartão VIII, um médico poderia ver uma
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seção do corpo obtida com um tomógrafo, entretanto não deveria dar mais que uma resposta
deste tipo.

3 – A organização, ou seja, a qualidade com que uma pessoa integra várias partes do cartão
(não necessariamente toda) para formar um só conceito (como no cartão III, dar uma resposta
que integre as figuras principais com os detalhes em vermelho. Ou no cartão VIII, dizer que são
tigres em uma montanha ou ratos subindo em uma árvore). A quantidade de respostas que
integram todo o cartão em um só conceito, está diretamente relacionada com a inteligência da
pessoa, entretanto não se deve preocupar por elaborar uma resposta deste tipo em todos os
cartões, porque simplesmente não é fácil nem habitual. Uma grande quantidade deste tipo de
respostas pode ser um indicativo de inteligência superior, e se o candidato não for realmente
um gênio, não há sentido em dar essa impressão.

O que se analisa para chegar a um diagnóstico não são somente as respostas, mas também
como o candidato chegou a ver o que viu. Entre outros critérios, as respostas podem ser
determinadas pela forma ou cor, e esses determinantes são um ponto fundamental da análise.
Revelam como nossos sentimentos e impulsos são afetados pelos estímulos do ambiente, e
como mostramos ou ocultamos os demais sentimentos.

Uma resposta baseada na forma é uma que não são consideradas como determinantes
principais as cores, nem o sombreado e nem a percepção de movimento. São esperadas entre
60 e 65% de respostas baseadas na forma. Destas baseadas na forma, são esperadas em um
exame com 25 respostas no total, nem mais nem menos que 2 (duas) com forma imprecisa,
como por exemplo nuvem, lago, mapa indefinido, mancha de vinho, pedaço de madeira, etc.
Um número menor de respostas com forma imprecisa indica obsessividade e um número
maior que 3 indica pensamento pouco claro, confuso. Se mais de 80% de todas as respostas
forem principalmente baseadas na forma, indica um alto grau de bloqueio emocional. Se
menos de 60% de todas as respostas forem baseadas principalmente na forma, indica
impulsividade, dificuldade de manter o controle.

As respostas que implicam forma e cor, podem ser determinadas mais pela forma do que pela
cor, pela cor mais que pela forma, ou pela forma e pela cor de forma igual. É esperado que
sejam fornecidas 3 respostas que integrem cor com uma forma definida, e para que sejam
consideradas como tal, devem cumprir três requisitos: 1) O objeto deve ter uma forma
definida. 2) A cor deve ser usada no conceito. 3) A cor mencionada deve ser coerente com o
objeto. Por exemplo: no cartão VIII “Parecem duas estátuas de ursos pintados de rosa”. A
forma se parece com um urso, e apesar de que não exista urso cor rosa, por ser estátuas,
podem ser perfeitamente de qualquer cor. Esse é apenas um exemplo, nesse detalhe é
recomendável ver animais em movimento. Respostas que envolvam forma e cor, mas
baseadas principalmente na forma, indicam maturidade afetiva. Se envolverem forma e cor,
mas baseadas principalmente na cor, indicam instabilidade emocional (por exemplo, um
coração vermelho no cartão II, ou mancha de fogo no cartão VIII). Se envolver apenas cor,
indica impulsividade (exemplo “isto é sangue” que é diferente de mancha de sangue ou se
disser “isto é fogo” que é diferente de chamas de fogo). Quando as respostas forem baseadas
em cores (seja pela forma com cor ou apenas pela cor), deve-se evitar o branco, preto e cinza,
pois estas cores indicam sentimentos depressivos.
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Também devem ser fornecidas 2 respostas sobre objetos com alguma qualidade de
textura, influenciados pelo sombreado do cartão. É como dizer que os tons de cinza
passam a impressão de suave, áspero, rugoso, etc. Por exemplo: no cartão IV ou VI “parece a pele
de um animal, muito peluda e suave”, “parece uma tábua de madeira, lustrosa e brilhante”, ou
“parece uma arraia com a pele bastante rugosa”.

Deve-se evitar fornecer respostas baseadas unicamente na cor, por exemplo: “Isto não tem
forma de nada, entretanto o verde me faz pensar que é uma maçã”, nem utilizar o fundo
branco para formar os conceitos. Outro aspecto principal da análise, são as respostas que
envolvem movimento. Elas revelam nossa capacidade para entender os sentimentos dos
outros, de como aceitamos e controlamos nossos sentimentos, e ao implicar uma
habilidade imaginativa em deduzir um movimento partindo de uma imagem estática,
também estão associadas à capacidade criativa e intelectual.

Espera-se que sejam fornecidas no mínimo 3 respostas de movimento humano, e não há


muitas opções além dos cartões II, III, IV e VII. Não precisam ser necessariamente nesses
cartões, no entanto é o mais habitual. O número de respostas que envolvam movimento
humano deve ser semelhante ao número de respostas que envolvam cores e também ao
número de respostas que envolvam texturas, pois isso seria indicativo de uma pessoa com
equilíbrio entre a introversão e a extroversão. Excesso de respostas de movimento humano
indica introversão e o baixo número de respostas que envolvam movimento humano em
relação às que envolvam cores e texturas indica extroversão.

Também são esperadas respostas de movimento animal em uma quantidade menor que das
respostas de movimento humano. O ideal seria duas. Um aumento nesta relação indicaria falta
de controle dos impulsos, e a ausência de respostas de movimento animal indica uma
repressão dos impulsos mais primitivos, provavelmente por considerá-los inaceitáveis. Há
poucas possibilidades de onde identificar movimento animal, sendo mais comum esse tipo de
resposta nos cartões VIII e X, no qual os detalhes verdes superiores poderiam ser coelhos
saltando, ou os detalhes centrais inferiores em amarelo poderiam ser cachorros, leões, ou
qualquer outro animal parado sobre as patas dianteiras e com as patas traseiras esticadas para
trás. Para ser considerado como movimento animal, deveriam estar esticando as patas, por
exemplo. Lembre-se que estamos falando de movimento, não de animais em geral, que é
comum ver vários em todo o teste.

Não deve haver nenhuma resposta de movimento de objetos inanimados. Há três casos em
que se espera uma determinada resposta: no cartão III o normal é ver pessoas em movimento,
seja dançando, levantando o objeto do meio, ou qualquer atividade de trabalho. O cartão V é a
mais fácil e sugestiva, pois não se espera uma resposta diferente de uma mariposa, morcego,
ou com menor freqüência, qualquer outro ser que possa voar, com o corpo ao centro e as asas
ao lado das costas. Finalmente, no cartão VIII, deve-se notar os dois animais ao lado da figura.
Eles devem estar em movimento, como subindo ou caminhando.

Podem ser quaisquer animais de quatro patas, entretanto é melhor nomear um animal em
particular, em vez de dizer simplesmente “animais”. Apesar de que seja preferível fornecer
primeiro uma resposta global, neste caso específico do cartão VIII, os animais são figuras muito
evidentes e devem ser nomeadas em primeiro lugar. Se em algum desses três cartões não foi
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citada a resposta esperada, ao final do teste o psicólogo voltará a mostrar o cartão e sugerirá a
resposta mais comum, e lhe perguntará se consegue ver a figura que foi dita. Ademais, no
cartão VII, apesar de não ser esperada uma resposta em particular, é melhor ver duas
mulheres, justificando de qualquer forma, dando alguma informação sobre o que seriam as
zonas alargadas que saem de cima, por exemplo. No cartão IV, não mencione nenhum
conceito agressivo, como um monstro. A quantidade de respostas fornecidas nos últimos três
cartões deve estar entre 30 e 40% do total, já que são as que possuem cor e, portanto, são as
mais sugestivas. Não se deve mencionar partes separadas do corpo humano. Mesmo que veja
uma mulher sem cabeça, ou uma cabeça de mulher, deve dizer que é uma mulher, além das
características que queira mencionar sobre ela.

Os cartões são simétricos, portanto não deve haver uma tendência a formar os conceitos em
um lado em particular dos diferentes cartões.

Em relação ao tempo para emitir uma resposta em cada cartão e a forma de justificá-las, deve-
se agir do modo mais natural possível, não como se soubesse o que esperam que faça. O
tempo considerado normal entre a entrega do cartão e a primeira resposta é de 10 a 25
segundos. O tempo considerado normal para fornecer todas as respostas de determinado
cartão é de 25 a 40 segundos. Os cartões mais difíceis, como o IV, VI, VIII e especialmente o IX,
não devem sugerir um conceito imediatamente. Também não se supõe que o candidato deva
saber quantas respostas fornecer, ou se tem de explicar a resposta. Se responder
imediatamente a todos os cartões ou se justificar imediatamente as respostas, sem que seja
solicitado pelo psicólogo, poderia significar alguma patologia como esquizofrenia, entretanto o
psicólogo seguramente poderá concluir que o examinado realizou o teste várias vezes ou tinha
as respostas preparadas.

Considero muito mais útil seguir estes conselhos para preparar as respostas individualmente,
do que indicar especificamente o que responder. Os erros que poderiam indicar ao psicólogo
que o candidato já conhecia o teste, não estão nas respostas que fornece, mas sim na forma
de reagir em geral.

 N° respostas: 15 a 30 normal; >30: obsessividade; <10: paranóia, resistência à técnica

 Tempo de reação (tempo entre a entrega do cartão e a primeira resposta): 10 a


25s normal; < 10s ansiedade situacional elevada; >25s depressão situacional
elevada

 Tempo médio por cartão: 25 a 40s normal; <25 ansiedade situacional elevada;
>60 depressividade, bloqueamento.

Apresentada as dicas, vamos aos cartões dos testes. A diferença entre os dois testes reside nos
cartões utilizados, que são diferentes. O Zulliger é uma versão simplificada do Rorschach.
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7.5.1 – Cartões do teste Rorschach


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7.5.2 – Cartões do teste Zulliger


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Agora que já vimos os cartões, fecharemos com alguns comentários sobre as respostas
a cada um deles.
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7.5.3 – Dicas para resolução dos testes


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Bizu do Concurseiro

Este teste não é aplicado em concursos atualmente, de forma que não vale a pena gastar
muito tempo o compreendendo. Apenas uma leitura e as dicas dadas são suficientes. Deve-se
evitar as respostas ruins colocadas e apresentar respostas variadas, como explicado. Manter a
calma é importante também.

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