Condutas em Doença do Refluxo Gastroesofágico
Condutas em Doença do Refluxo Gastroesofágico
A maioria das ingestões de corpos estranhos ocorrem em crianças entre 6 meses e 3 anos e qualquer caso deve ser
considerado e investigado seriamente pelo risco de complicações. Sobre esta situação, analise as alternativas abaixo.
III – Uma vez no estômago 95% de todos os objetos ingeridos passam, sem dificuldade, pelo restante do trato digestivo.
A I e II apenas.
B I e III apenas.
C I, II e IV apenas.
Homem de 23 anos, refere quadro de re uxo gastroesofágico há anos, com uso de omeprazol 20mg eventualmente. Há
um mês iniciou com disfagia ocasional a ingesta de carnes. Realizou endoscopia digestiva alta há 11 meses que revelou
esofagite de re uxo grau C de Los Angeles, com pequena hérnia hiatal e H. pilory positivo. Usou medicação para
erradicação do H. pilory. Está sem uso de medicação atualmente.
A acalasia.
Júlio tem 2 anos e é levado pela mãe à emergência por choro, irritabilidade e desconforto cervical. Diante da radiogra a de
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B Trata-se de uma moeda impactada no esôfago e deve ser retirada endoscopicamente porque o paciente está
sintomático.
C Trata-se de um objeto arredondado e não traumático, podendo ser observado por 12 a 48 horas e removido
apenas em caso de não migração.
D Devido ao tamanho do objeto, a remoção endoscópica está contraindicada, pelo risco de laceração do esfíncter
superior do esôfago. Recomenda-se a retirada cirúrgica.
E Deve-se optar pela conduta menos invasiva, como a ingestão de óleo mineral ou xarope de lactulona, para que o
objeto possa migrar para o estômago.
Essa questão po ssui co mentário do pro fesso r no site 4 00013 73 15
Dalva tem 46 anos, obesidade e queixa-se de pirose, regurgitação e eructações frequentes, 3 a 4x por semana, nos últimos
2 anos, sem qualquer tratamento prévio. Endoscopia digestiva alta revela a imagem a seguir. Dalva tem hipotireoidismo e é
alérgica a penicilina e iodo. Qual é a conduta para Dalva neste momento?
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A Pesquisar e tratar H. pylori com o esquema tríplice: IBP+Amoxicilina+Claritromicina, durante 14 dias.
E Vigilância endoscópica do esôfago de Barrett, a cada 3 a 5 anos, e encaminhar para o cirurgião avaliar cirurgia
antirrefluxo (Fundoplicatura a Nissen).
Essa questão po ssui co mentário do pro fesso r no site 4 00013 2098
Um paciente de 38 anos medindo 1,70m e pesando 72 kg, estava em acompanhamento clínico em unidade básica de saúde
e foi referido a um serviço de cirurgia. O paciente relatou que há dois anos tem quadro de pirose retroesternal, mesmo em
ortostase, com piora após as refeições, associado à disfonia intermitente, tosse seca e pigarro diário. Ao exame físico,
apresentava somente leve desconforto à palpação profunda no epigastro. Relatava etilismo social e negava tabagismo. Ao
longo desse período, fez uso de pantoprazol 40 mg e a endoscopia digestiva alta compatível com esofagite grau III de
Savary-Miller. Foi solicitada, na atenção especializada, manometria esofágica que evidenciou hipotonia acentuada do
esfíncter esofageano inferior e dismotilidade moderada do corpo esofágico. A pHmetria esofágica evidenciou registro na
sonda proximal de 10 episódios de pH inferior a 4. Qual a conduta a ser proposta ao paciente?
B Dobrar a dose do pantoprazol, associar medicação pró-cinética em dose plena ereforçar orientações dietéticas-
comportamentais.
C Manter o tratamento clínico, associar medicação pró-cinética em dose plena e reforçarorientações dietéticas-
comportamentais.
Assinale a alternativa incorreta com relação aos sintomas das lesões cáusticas do esôfago:
A Durante a primeira fase, os pacientes podem queixar-se de dor oral e subesternal, hiperssalivação, odinofagia e
disfagia, hematêmese e vômito.
B Durante a fase 2, os sintomas podem desaparecer e apenas a disfagia reaparecer quando a fibrose e a
cicatrização começam a estreitar o esôfago durante toda a fase 3.
C Dor na região dorsal e no tórax indicam uma perfuração do esôfago mediastinal, enquanto dor abdominal pode
indicar perfuração de víscera abdominal.
D Sintomas de angústia respiratória, como rouquidão, estridor e dispneia, sugerem edema das vias aéreas superiores
e são geralmente piores com a ingestão de álcalis.
Essa questão po ssui co mentário do pro fesso r no site 4 000124 928
Mulher de 52 anos apresenta queimação retroesternal e regurgitação há 5 anos, inicialmente cerca de 3 vezes na semana, e
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há 1 ano diariamente. O quadro é desencadeado minutos após a alimentação ou quando ca “estressada” e melhora com o
uso de antiácidos, os quais utiliza sob demanda desde o início dos sintomas. Relata rouquidão recorrente há mais de 10 anos.
AP: tabagismo ativo (20 anos-maço). Exame físico: IMC: 30,4 kg/m2, sem demais alterações. Além de orientações
dietéticas e comportamentais, a conduta inicial mais adequada é
É CORRETO afirmar que está indicada a endoscopia digestiva alta imediata, para:
D Paciente com dor epigástrica que não melhora e com suspeita de úlcera duodenal.
Em relação ao tratamento cirúrgico do paciente com doença do refluxo gastroesofágico, assinale a alternativa correta.
A A cirurgia piora os sintomas disfágicos em pacientes com estenoses secundárias à esofagite erosiva.
B O esôfago de Barrett apresenta regressão em 100% dos casos após o tratamento cirúrgico associado ao uso
permanente de inibidores da bomba de prótons.
E A migração permanente da junção esofagogástrica e o tamanho da hérnia não interferem no prognóstico para o
desenvolvimento do refluxo.
4 000110050
Questão 10 T ratamento Cirúrgico da DRGE Hérnia Hiatal por Deslizamento T ipo I Cirurgia
Mulher, 31 anos de idade, com queixa de pirose há cerca de 4 anos, com melhora após tratamento com 40mg de
omeprazol ao dia. Mantém, no entanto, queixa importante de regurgitação e epigastralgia após se alimentar. Endoscopia
digestiva alta mostra esofagite leve e hérnia de hiato, por deslizamento, de 4cm. Radiogra a contrastada do esôfago,
estômago e duodeno revela hérnia de hiato, por deslizamento, de 4cm de extensão. Antecedentes pessoais: nega
comorbidades, não faz uso regular de medicações, IMC = 27 kg/m². Assinale a alternativa correta.
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A Cirurgia não deve ser indicada nesse momento, por se tratar de paciente com hérnia hiatal maior que 3cm.
B Considerando a boa resposta ao medicamento prescrito, deve-se manter omeprazol, dobrado a dosagem.
C A conduta para o caso deve ser Hiatoplastia com fundoplicatura por meio da técnica de Nissen.
D Deve ser indicada correção cirúrgica pela técnica de bypass gástrico em Y de Roux, uma vez que IMC > 25
kg/m², conforme evidências da literatura.
Essa questão po ssui co mentário do pro fesso r no site 4 000107703
Paciente com queixas sugestivas de doença do re uxo gastroesofágico é tratado de forma empírica com inibidor da
bomba de prótons. Submetido à endoscopia digestiva alta, o resultado foi normal. Nessa circunstância, a conduta a ser
tomada é:
C fazer esofagografia.
C Esofagomanometria alterada.
D Dor torácica.
Homem, 57 anos, realizou Endoscopia Digestiva Alta (EDA) para avaliação de sintomas de epigastralgia e re uxo
gastroesofágico, cujo resultado evidenciou esôfago de Barrett.
B Pacientes com esôfago de Barrett sem displasia devem ser submetidos a exames periódicos entre 3 a 5 anos ou
se houver mudanças nos sintomas.
C Pacientes com esôfago de Barrett com displasia de alto grau confirmado pelo patologista devem ser
ressubmetidos a nova EDA em até 2 anos.
D As técnicas ablativas de mucosa do esôfago de Barret como a ablação por radiofrequência vêm sendo
fortemente desaconselhadas nos últimos anos.
Essa questão po ssui co mentário do pro fesso r no site 4 00008 3 4 8 9
Analise as afirmativas a seguir considerando a relação entre Esôfago de Barret e displasia, e assinale a alternativa CORRETA.
I. Apesar de a acurácia e a con abilidade do diagnóstico histopatológico de displasia no Esôfago de Barret serem
questionáveis, demonstrou-se que o grau de displasia é o fator preditivo isolado mais importante na avaliação do risco de
adenocarcinoma invasivo na evolução do Esôfago de Barret.
II. A frequência de displasia associada ao Esôfago de Barret ca ao redor de 10%, sendo observada apenas no epitélio
metaplásico intestinal.
III. Os pacientes com Esôfago de Barret associado à neoplasia intraepitelial de alto grau têm grande risco de apresentarem
focos de adenocarcinoma e, nesses casos, erros de amostragem podem ocorrer mesmo com a realização de múltiplas
biópsias.
IV. Recomenda-se, para o rastreamento de câncer de esôfago em pacientes com Esôfago de Barret sem displasia
identificável, a realização de exames endoscópicos a cada dois ou três anos.
Questão 15 T ratamento Cirúrgico da DRGE Hérnia Hiatal por Deslizamento T ipo I Cirurgia
Mulher de 45 anos com IMC = 28 kg/m² refere queixa de pirose e melhora após tratamento com 40 mg de omeprazol ao
dia. No entanto, mantém queixa importante de regurgitação e crises de tosse frequente. A endoscopia digestiva alta mostra
esofagite leve e hérnia de hiato por deslizamento de 3 cm e a radiogra a contrastada do esôfago, estômago e duodeno
mostra hérnia de hiato por deslizamento de 4 cm de extensão. Assinale a alternativa CORRETA.
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A Hiatoplastia com fundoplicatura é uma conduta adequada.
B Como o paciente apresentou boa resposta ao omeprazol não deve ser aventado o tratamento cirúrgico.
C Cirurgia não deve ser indicada nesse momento por se tratar de paciente com hérnia hiatal maior de 3 cm.
4 000078 178
A Esofagografia.
C Manometria esofagiana.
D pHmetria de 24 horas.
E Ultrassonografia endoscópica.
Paciente com queixa de pirose e regurgitação há longo prazo, realiza uma endoscopia digestiva alta que mostra uma
extensa área de epitelização colunar do esôfago distal, sendo retirados diversos fragmentos deste tecido para análise
anátomo patológica. Em relação a este caso clínico, analise as assertivas abaixo.
I) O principal fator de risco para esta patologia é a infecção pelo Helicobacter pylori e o uso crônico de inibidor da bomba
de próton.
II) Um resultado anátomo patológico mostrando displasia de alta grau indica a realização de operação antirrefluxo.
III) Se o resultado mostrar um displasia de baixo grau para este paciente, uma nova endoscopia deve ser realizada em 6
meses a um ano.
IV) A presença deste achado endoscópico e a identi cação de metaplasia intestinal no exame anátomo patológico de ne
este paciente como portador de esôfago de Barrett.
B II e IV apenas.
C III e IV apenas.
D I, II e III apenas.
Paciente masculino, 57 anos de idade, apresenta queixas de queimação retroesternal, referindo por vezes regurgitação.
Com a suspeita de doença do re uxo gastroesofageano (DRGE), o exame considerado padrão-ouro para a con rmação
diagnóstica é:
B pH metria de 24 horas.
C esofagomanometria.
Quanto ao diagnóstico endoscópico e histopatológico do Esôfago de Barrett, analise as assertivas a seguir e assinale a
resposta CORRETA.
I. O Esôfago de Barrett corresponde ao seguimento de mucosa colunar entre a extremidade proximal das pregas gástricas
e o final da junção escamocolunar.
II. O achado de Esôfago de Barrett é encontrado em aproximadamente 2% dos pacientes submetidos à EDA e em 15% dos
pacientes com sintomas de DRGE.
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III. Biópsias do esôfago distal com epitélio cárdico e fúndico diagnosticam de nitivamente o Esôfago de Barrett e estão
associadas à adenocarcinoma.
IV. Se o exame endoscópico sugerir fortemente o diagnóstico de Esôfago de Barrett, mas a biópsia não demonstrar epitélio
colunar especializado, sugere-se o diagnóstico e recomenda-se nova avaliação com biópsias.
Assinale a alternativa incorreta com relação aos sintomas das lesões cáusticas do esôfago:
A Durante a primeira fase, os pacientes podem queixar-se de dor oral e subesternal, hiperssalivação, odinofagia e
disfagia, hematêmese e vômito.
B Durante a fase 2, os sintomas podem desaparecer e apenas a disfagia reaparecer quando a fibrose e a
cicatrização começam a estreitar o esôfago durante toda a fase 3.
C Dor na região dorsal e no tórax indicam uma perfuração do esôfago mediastinal, enquanto dor abdominal pode
indicar perfuração de víscera abdominal.
D Sintomas de angústia respiratória, como rouquidão, estridor e dispneia, sugerem edema das vias aéreas superiores
e são geralmente piores com a ingestão de álcalis.
Essa questão po ssui co mentário do pro fesso r no site 4 00004 728 1
Paciente do sexo masculino, 68 anos, procura atendimento médico devido queixas dispépticas, referindo ainda pirose
frequente com náuseas, com piora após as refeições mais copiosas. Ao ser questionado refere que os sintomas vêm
ocorrendo uma a duas vezes por semana nos últimos 4 meses, acrescentando ainda que no último mês passou a evoluir
com desconforto na deglutição. Não é etilista nem tabagista, nega febre, perda ponderal, vômitos ou alterações do apetite;
mantém suas atividades rotineiras sem di culdades. Considerando um diagnóstico de Doença do Re uxo Gastroesofágico,
a conduta correta deve ser:
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A uma vez que o paciente apresenta sintomas leves e com baixa frequência de ocorrência, deve-se orientar
modificações de estilo de vida (evitar deitar-se após alimentações, elevar a cabeceira da cama, reduzir cafeína e
alimentos gordurosos, perda de peso, entre outras) e reavaliar o quadro em 4 semanas.
B devido baixa frequência e intensidade das queixas deve-se iniciar antagonista do receptor H2 por 3 MESES, com
reavaliação posterior ou em caso de piora clínica.
C a presença de fatores de risco sustenta a realização de endoscopia digestiva alta logo no início do seguimento.
D considerando sintomas leves e de baixa periodicidade deve-se iniciar IBP em dose padrão e reavaliar o caso em
4 semanas; caso não haja melhora, ou ocorra retorno dos sintomas após suspensão da medicação deve-se
realizar endoscopia digestiva.
E considerando os fatores de risco envolvidos no caso é mandatória a realização de pHmetria esofágica, visando
diagnóstico rápido e definitivo.
Essa questão po ssui co mentário do pro fesso r no site 4 00004 68 4 2
Homem, 31 anos, IMC: 33Kg/m², refere sensação de regurgitação amarga, pirose e rouquidão há 2 meses. Relata ainda
salivação frequente, pigarro e dor de ouvido. Durante consulta cirúrgica para tratamento de doença de re uxo, foi avaliada a
presença de sintomas esofágicos típicos, atípicos e sinais de alarme. Em relação a esse quadro, é CORRETO afirmar que
Um paciente de 46 anos, sexo masculino, procurou otorrinolaringologista devido à queixa de rouquidão matutina, odinofagia
e tosse seca, principalmente à noite. O médico realizou naso brolaringoscopia com achados que acreditou estarem
relacionados à doença do re uxo gastroesofágico (DRGE) e encaminhou ao ambulatório de cirurgia geral para avaliação.
Paciente nega regurgitação, perda do apetite, hiporexia. Não faz uso de qualquer medicação adicional. Foi solicitada
endoscopia digestiva alta, que mostrou gastrite enantematosa moderada sem outras alterações dignas de nota. Sobre o
caso, assinale a conduta adequada.
B Deve-se considerar o diagnóstico de DRGE e, nesse caso, é possível iniciar tratamento com inibidor de bomba
de prótons e procinéticos e observar a evolução nas próximas semanas.
C Deve-se considerar o diagnóstico de DRGE e, nesse caso, o paciente tem indicação de tratamento cirúrgico.
D Deve-se solicitar pHmetria de 24 horas e, se confirmada DRGE, o paciente tem indicação de tratamento
cirúrgico.
Essa questão po ssui co mentário do pro fesso r no site 4 00004 58 77
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Questão 25 Ingestão de Bases Fortes Esof agite Cáustica
A A fase de ulceração e granulação começa cinco a sete dias após a lesão e dura de três a 12 dias.
B A fase necrótica dura de um a quatro dias após a lesão, durante a qual a coagulação de proteínas intracelulares
resulta em necrose celular.
D Na terceira fase, começa a cicatrização e o tecido conjuntivo recém-formado começa a contrair, resultando em
estreitamento do esôfago.
Essa questão po ssui co mentário do pro fesso r no site 4 00004 2509
V.C.X., feminino, 39 anos, com diagnóstico prévio de doença do re uxo gastroesofágico há 10 anos, inicialmente com
sintomas 3-4x/semana, com melhora completa dos sintomas após tratamento com inibidores de bomba de prótons (IBP).
Durante endoscopia digestiva alta realizada de controle de esofagite erosiva, foi evidenciado mucosa esofágica distal de
cor rósea, de cerca de 02 cm de extensão e realizado múltiplas biópsias que evidenciaram metaplasia intestinal sem sinais
de displasia. No momento paciente com controle adequado de sintomas com IBP. Diante do quadro, qual a recomendação
para a paciente?
A Fundoplicatura a Nissen.
B Ressecção endoscópica.
C Ablação endoscópica.
Paciente 23 anos, obesa, há 2 meses com pirose e regurgitação. Realizada endoscopia que evidenciou esofagite erosiva
grau B de Los Angeles. A melhor opção terapêutica para o caso é
C procinético.
D antiácido.
A gura abaixo ilustra o tratamento clássico de uma das patologias mais comuns do trato gastrointestinal em que se realiza
uma válvula na transição esofagogástrica, posterior, de 360°, utilizando o fundo gástrico. Trata-se da opção cirúrgica
clássica para o tratamento de:
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A Acalasia.
B Divertículo de Zenker.
Questão 29 Baterias no Esôf ago Sintomas e Investigação Diagnóstica Ingestão de Corpo Estranho
A Exames de alta complexidade como tomografia ou ressonância não necessariamente são mandatórios na
avaliação inicial de ingestão de corpo estranho (CE), que não está restrita somente a crianças. Neste contexto, a
radiografia simples pode evidenciar material radiopaco no trajeto e descartar perfurações. No contexto de CE
esofágico, a remoção urgente deve ser realizada na presença de sintomas respiratórios ou sialorréia.
B Remoção de pilhas e baterias é mandatória de imediato, mesmo caso já tenham alcançado o estômago,
independente do tamanho, pelo risco de estenose e perfuração e o mesmo se aplica à ingestão de pacotes de
cocaína.
C A cardiomiotomia anterior, associada à fundoplicatura em 3 planos, atualmente é a prática mais utilizada para
tratamento da acalásia inicial e megaesôfagos não avançados.
O procedimento operatório de escolha para a maioria dos pacientes no tratamento cirúrgico de doença do re uxo
gastroesofágico é:
A Hiatoplastia.
B Piloroplastia.
C Esofagopexia.
E Abordagem pelo pilar esquerdo para confecção de uma válvula de 360 graus.
Paciente do sexo masculino, de 50 anos, obeso, procedente de Barreiras-BA, apresentando disfagia intermitente com
alimentos sólidos há seis meses. Relatava ainda pirose retroesternal frequente há seis anos. Neste caso, o diagnóstico mais
provável é:
A síndrome de Plummer-Vinson.
B divertículo de Zenker.
C megaesôfago chagásico.
Paciente ♀, 33 anos, com queixas de pirose e regurgitamento pós-prandial de evolução crônica. Há 3 anos foi
diagnosticado pela endoscopia digestiva alta: esofagite grau A de Los Angeles, hiato esofagiano alargado e transição
esôfago gástrica 3 cm acima do pinçamento diafragmático. Melhora com uso de inibidores de bomba de prótons, medidas
posturais e dietéticas, mas ao término dos tratamentos apresenta recidiva precoce dos sintomas. Qual sua conduta?
A respeito da doença de refluxo gastroesofágico (DRGE) e da estenose péptica do esôfago distal, julgue o item seguinte.
O esôfago de Barrett, condição clínica associada à complicação da DRGE, predispõe a pessoa a carcinoma epidermoide
do esôfago distal.
A Certo.
B Errado.
A esofagite ocorre quando há um desequilíbrio entre os mecanismos de agressão e de defesa da mucosa esofágica. Em
relação a esta patologia na criança, é CORRETO dizer que:
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A A biópsia esofágica está indicada em todos os pacientes pediátricos, encaminhados para a avaliação
endoscópica com suspeita de esofagite, pois ela pode ocorrer mesmo na ausência de alterações
macroscópicas.
B Os achados histológicos de hiperplasia da zona basal e dilatação dos espaços intercelulares são suficientemente
sensíveis e específicos para diagnosticar esofagite de refluxo.
C Uma das grandes preocupações da criança, menor de 2 anos com doença do refluxo gastroesofágico, é o
“esôfago de Barrett”, caracterizada por metaplasia gástrica, com epitélio colunar e com prevalência mais alta
nesta faixa etária.
E A esofagite eosinofílica apresenta melhor resposta terapêutica aos inibidores de bomba de prótons do que aos
inibidores de receptores histamínicos H2.
Essa questão po ssui co mentário do pro fesso r no site 4 000008 118
A dolicomegaesôfago.
B atresia duodenal.
C gastrite alcalina.
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A técnica cirúrgica para correção de doença do re uxo gastroesofágico que originalmente há abordagem intra-torácica e
abdominal é:
A Nissen
B Lindi
C Toupet
D Belsey-Mark IV
4 000001073
Questão 37 Obstrução T otal do Esôf ago Baterias no Esôf ago Objetos Perf urocortantes no Esôf ago
Em relação à realização de endoscopia digestiva alta (EDA) em pacientes com corpo estranho no esôfago, assinale a
opção correta.
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A Em pacientes com baterias impactadas no esôfago, o exame dever ser imediato.
B Em objetos pontiagudos impactados no esôfago, a EDA poderá ser realizada após 24 horas.
D Em pacientes com bolo alimentar impactado em ímãs no estômago, a EDA poderá ser realizada em até 72 horas.
Qual das seguintes abordagens é a mais apropriada para uma mulher de 35 anos, com IMC = 30 Kg/m2, que refere
sensação de queimação retroesternal, piora com a ingesta de alimentos e com o decúbito dorsal, e que não está
respondendo ao uso de omeprazol 20 mg duas vezes ao dia, após as refeições?
A Ocorrência de edema.
B Compressão da traqueia.
D Sintomas respiratórios.
Criança de 6 anos tomou soda cáustica que estava guardada em garrafa de guaraná. Criança chega no pronto-socorro 30
minutos após a ingestão. Ao exame físico, apresenta-se irritada, chorosa e com hiperemia de orofaringe. O tratamento inicial
mais adequado é:
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A Antibioticoterapia.
B Corticosteroides.
C lavagem gástrica.
E Carvão ativado.
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Na obesidade, quando o índice de massa corporal (IMC) é maior que 29,9Kg/m², está bem estabelecida a relação com
doença do refluxo gastroesofágico (DRGE). As causas desta doença ser agravada em pacientes obesos deve-se:
A À diminuição da pressão do esfíncter inferior do esôfago (EIE), aumento dos episódiosde relaxamento transitório
do EIE, diminuição do clareamento esofágico e diminuição da velocidade de esvaziamento gástrico; presença de
hérnia de hiato.
C À resistência insulínica aumentada, aumento da pressão intra-abdominal, presença dehérnia de hiato, esofagite
erosiva e regurgitação noturna.
D O refluxo gastroesofágico (RGE) ocorre somente em pacientes com IMC maior que 40Kg/m². Em pacientes
com IMC entre 29,9 e 34,9 Kg/m², é rara a ocorrência do RGE.
Essa questão po ssui co mentário do pro fesso r no site 4 00010063 7
Menina, 5a, é trazida ao Serviço de Emergência com história de ingestão de um pedaço de brinquedo há 3 horas. Mãe nega
vômitos ou salivação excessiva. Radiograma de tórax e abdome: presença de imagem de duplo halo em terço proximal de
esôfago. A CONDUTA É:
B Confirmação diagnóstica se faz pelo aspecto endoscópico de vermelho-salmão pela endoscopia digestiva alta.
C Na presença de displasia de baixo grau associada ao diagnóstico de Barrett, o paciente deverá ser submetido a
controle endoscópico de 2/2 anos.
D A cirurgia para tratamento de refluxo tem efeito comprovadamente protetor contra aparecimento de
adenocarcinoma de cárdia.
E Nda.
A doença do re uxo gastroesofágico (DRGE) é um problema de elevada prevalência no Brasil. Assinale a alternativa que
representa o mecanismo mais comum do refluxo gastroesofágico pós-prandial.
D A endoscopia digestiva alta mostrando uma hérnia hiatal é essencial no diagnóstico da doença do refluxo
gastroesofagiano.
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Assinale a alternativa que responde CORRETAMENTE à pergunta abaixo. Um homem de 65 anos de idade, em bom estado
geral, apresenta queimor retroesternal persistente apesar de terapia medicamentosa antirre uxo agressiva. A esofagoscopia
revela a presença de epitélio colunar no esôfago distal de 6 cm de extensão; a biópsia revelou displasia de alto grau em
múltiplos fragmentos. Qual é a melhor opção de conduta?
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A Terapia medicamentosa continuada.
C Cirurgia antirrefluxo.
Questão 47 Síndrome de Polipose Adenomatosa Hereditária Diagnóstico e Classif icação das Úlceras
T ratamento
A Um homem de 62 anos de idade com uma úlcera gástrica tratada há 30 dias, tem necessidade de repetir o exame
de endoscopia.
D Uma mulher de 65 anos de idade sem ruídos intestinais, com abdome rígido, descompressão dolorosa e com
história pregressa de úlcera péptica.
Essa questão po ssui co mentário do pro fesso r no site 4 00008 0674
Escolar, nove anos, masculino, há um mês vem apresentando episódios de vômitos e dor abdominal persistente. Após
alguns exames para investigação, foi realizado endoscopia digestiva alta, com a histopatologia das biopsias mostrando mais
de 15 eosinó los por campo de grande aumento (nos fragmentos obtidos no esôfago distal). Nesse caso, a medicação a
ser feita no primeiro momento é:
A Omeprazol.
C Nistatina.
D Prednisolona.
E Montelucaste.
Dentre as alternativas a seguir, a complicação intraoperatória mais comum em pacientes submetidos a fundoplicatura para
tratamento de refluxo gastroesofágico por via laparoscópica é conhecida como:
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A hematoma subcapsular do fígado.
B laceração hepatica.
C laceração esplênica.
E pneumotórax.
4 000068 016
Dentre os exames abaixo, aquele considerado padrão ouro para o diagnóstico e quanti cação do re uxo ácido na doença
do refluxo gastroesofágico (DRGE) é a
B ultrassonografia endoscópica.
C seriografia
D pHmetria de 24 horas.
E esofagomanometria.
Questão 51 T ratamento Cirúrgico da DRGE Indicações para o T ratamento Cirúrgico Esof agite Péptica
B Os componentes lesivos do refluxo são o ácido, a pepsina, a secreção pancreática e a secreção biliar.
Um paciente de 33 anos de idade apresenta pirose há três meses, principalmente após a ingestão de frituras e ácidos. Faz
uso de antiácidos esporadicamente, com alívio dos sintomas. Nega disfagia ou dor torácica. Ao exame, encontra-se em
bom estado geral, corado, hidratado, com abdome plano, flácido e indolor.
Com base nesse caso hipotético, assinale a alternativa que apresenta a melhor conduta no momento
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A realizar pHmetria e manometria esofágica
Qual o exame complementar considerado padrão-ouro para o diagnóstico de doença do refluxo gastroesofágico?
A pHmetria.
C Esofagomanometria.
Com relação aos sintomas da doença do refluxo gastroesofágico (DRGE), assinale a alternativa INCORRETA:
A A azia da DRGE não é restrita às áreas epigástricas e retroesternal e pode irradiar para as costas.
C Quando um paciente apresenta disfagia, a estenose péptica do esôfago distal é provavelmente a causa.
D A presença de alimentos não digeridos no conteúdo regurgitado em pacientes com DRGE são indicativos de um
outro processo patológico, como um divertículo esofágico ou acalasia.
Essa questão po ssui co mentário do pro fesso r no site 4 00004 118 0
A técnica cirúrgica do re uxo gastroesofágico com acesso pelo pilar esquerdo para confecção de uma válvula de 360
graus é denominada:
A Fundoplicatura à Toupet.
B Fundoplicatura à Dor.
C Fundoplicatura à Nissen.
D Fundoplicatura à Lind.
4 00003 653 3
O esôfago de Barret é uma condição pré-maligna associada à doença do re uxo gastroesofágico, que se de ne como a
liv d
a n
in ve
ic a
ed ibid
o
pr
presença de epitélio colunar no esôfago distal. Essa alteração é conhecida por:
A Metaplasia intestinal.
B metaplastia esofágica.
C Displasia esofágica.
D Displasia intestinal.
O esôfago de Barrett tem sido foco de atenção em função do aumento da obesidade na população mundial. Esta afecção :
Questão 59 T ratamento Esof agite Eosinof ílica História Clínica e Achados Endoscópicos
Questão 60 Esôf ago de Barrett pHmetria de 24 horas e Impedância Doença do Ref luxo Gastroesof ágico DRGE
C O esôfago de Barrett é caracterizado por uma substituição do epitélio escamoso estratificado por epitélio
colunar.
Paciente psiquiátrico ingeriu substância cáustica como tentativa de autoextermínio. Foi solicitada uma endoscopia na
urgência que apresentou ulcerações profundas no esôfago. Para diagnóstico de conduta desse caso clínico, assinale a
alternativa CORRETA:
B A Metaplasia Intestinal incompleta que ocorre no esôfago de Barrett inclui células gástricas superficiais, células
caliciformes intestinais e células absortivas intestinais.
C A ressecção esofágica é recomendada para pacientes com displasia de alto grau. A esofagectomia subtotal
transhiatal é recomendada para maioria dos pacientes.
D Pacientes com esôfago de Barrett tem risco 40 vezes maior de desenvolver carcinoma esofágico.
re a
liv d
a n
Paciente do sexo feminino, 46 anos, vem à avaliação médica com história de pirose há muitos anos, frequentemente
associada a alimentação copiosa rica em gordura, refrigerantes e café. Controla a sintomatologia com chás caseiros,
hidróxido de alumínio e antiácidos efervescentes. Foi submetida a endoscopia digestiva alta que evidenciou áreas de
epitélio avermelhado em esôfago distal, medindo 5cm acima da linha Z. A biópsia revelou tratar-se de metaplasia colunar e
áreas de displasia de alto grau. Qual das seguintes orientações a esta paciente é inadequada?
A A senhora apresenta um quadro de doença do refluxo gastroesofágico bastante complicada que se não for
tratado adequadamente pode evoluir para um câncer.
B As chances dessa metaplasia no esôfago que apareceu na sua endoscopia melhorar apenas com remédios é
muito baixa.
C Seu exame demostra que a cirurgia de fundoplicatura evitará que a sua lesão do esôfago se transforme em
câncer.
D A senhora tem indicação de tratamento cirúrgico, mas antes deveremos iniciar tratamento com medicações em
dose máxima por 3 meses e repetir a endoscopia para ver se a displasia melhorou.
Essa questão po ssui co mentário do pro fesso r no site 4 000003 4 75
B As células metaplásicas são mais resistentes à lesão proveniente do refluxo, porém são mais suscetíveis à
malignização.
Questão 66 Mecanismo de Ação dos IBPs Esôf ago de Barrett Adenocarcinoma de Esôf ago
B Os inibidores da bomba de prótons podem estar associados a maior risco de fraturas, infecções, má absorção de
vitaminas e minerais e demência, sendo recomendado seu uso judicioso.
C Os inibidores da bomba de prótons têm como mecanismo de ação a reconstituição da barreira esofagogástrica,
reduzindo a ocorrência de refluxo do conteúdo gástrico para a luz esofágica.
D Apesar do amplo uso dos inibidores da bomba de prótons e de sua alta eficiência em controlar sintomas e
cicatrizar a esofagite erosiva, adenocarcinoma de esôfago tem mostrado significativo aumento de incidência nas
últimas décadas em diversos países do Ocidente.
E Cerca de 10% dos pacientes com DRGE poderão desenvolver esôfago de Barrett ao longo de sua evolução,
mesmo sob tratamento clínico adequado.
Essa questão po ssui co mentário do pro fesso r no site 4 000124 4 77
re a
liv d
A A fundoplicatura não deve aumentar a resistência além do que o peristaltismo do esôfago consegue vencer
(válvula de aproximadamente 2cm).
B Uma extensão adequada de esôfago intra- abdominal deve ser obtida (aproximadamente 2cm).
C A operação deve restaurar a pressão do EEI para 10 vezes a pressão intragástrica em repouso.
4 0001203 95
D A doença do refluxo gastroesofágico pode ter manifestações extradigestivas como a tosse crônica
predominantemente noturna, rouquidão e broncoespasmo.
Essa questão po ssui co mentário do pro fesso r no site 4 000118 076
Questão 69 T ratamento
Paciente masculino, previamente hígido, de 44 anos, com queixa de disfagia há 3 meses, associada à impactação alimentar
há 1 mês. Em uso de omeprazol 20 mg de 12/12 horas há 15 dias, porém, sem melhora considerável dos sintomas. Refere
perda de peso de 2 kg no período, sem outras queixas. Consultou médico, que solicitou uma endoscopia digestiva alta, que
foi realizada com biópsias e houve confirmação histológica do diagnóstico de esofagite eosinofílica.
B Internação para aplicação de corticoides via intravenosa, associado a inibidor de bomba protônica, também por
via intravenosa.
C Eliminação empírica da dieta dos seis alimentos alergênicos mais comuns (leite, soja, trigo, ovo, amendoim e
peixes/crustáceos) associada a corticoide tópico e inibidor de bomba protônica.
Questão 70 Complicações
Paciente de 65 anos relata que começou a apresentar disfagia esofagiana a aproximadamente três meses, de caráter
contínuo e sem fatores de melhora. Tem histórico de tratamento de doença do re uxo gastresofagiano (DRGE) de longa
data e sem epidemiologia para doença de chagas.
B Quando presente, a disfagia, geralmente sugere a presença de bile no conteúdo refluído para o esôfago.
C A disfagia não tem relação coma DRGE, devendo-se investigar outra causa.
D A disfagia na evolução da DRGE geralmente sugere uma complicação como estenose ou neoplasia.
A Doença do Re uxo Gastroesofágico (DRGE) é uma das mais importantes afecções digestivas, tendo em vista as
elevadas e crescentes incidências, a intensidade dos sintomas e a gravidade das complicações. O tratamento cirúrgico está
indicado para os pacientes que necessitam usar a medicação ininterruptamente, para os intolerantes ao tratamento clínico
prolongado e para as formas complicadas da doença. Relativo ao tratamento cirúrgico da DRGE:
B Presença do esôfago de Barrett com displasia é indicação para esofagectomia minimamente invasiva.
C Pacientes portadores de obesidade mórbida com DRGE devem ser encaminhados à avaliação para cirurgia
bariátrica.
D As fundoplicaturas estão contraindicadas em pacientes com estenose péptica devido ao risco de disfagia.
4 00008 9120
Questão 72 Diarreia Aguda Inf ecciosa Doença do Ref luxo Gastroesof ágico DRGE Esof agite Péptica
Jovem, 21 anos, há dois meses com disfagia ocasional para sólidos e dor epigástrica em queimação. Viagem recente para o
interior de Minas Gerais. História familiar de rinite alérgica. Em uso de ranitidina 300 mg/dia, com discreta melhora. O exame
físico é normal. EDA: erosões retilíneas e úlceras rasas em esôfago distal, estimadas em 0,2-0,6 cm, por vezes con uentes,
hiperemiadas e com fibrina densa esbranquiçada. Estômago e duodeno normais. A hipótese diagnóstica mais provável é:
A Esofagite eosinofílica.
B Doença de refluxo.
C Acalasia.
D Verminose.
B Manometria esofagiana.
Com relação aos acidentes na Infância, sabe-se que o número de acidentes causados pelos Ímãs (magnetos) aumentou em
proporção nos últimos 20 anos. Com relação às características gerais especí cas a este tipo de acidente na infância,
assinale a alternativa CORRETA:
Paciente do sexo masculino de 27 anos de idade é atendido em regime ambulatorial com queixa de pirose após
alimentação, acompanhada de regurgitação ácida, que pioram quando faz ingestão excessiva de alimentos, episódios que
se repetem por cerca de 3 a 4 vezes na semana nos últimos 6 meses, estando mais acentuado a cerca de 2 meses. Ao
exame físico apresenta-se em bom estado geral, obesidade leve, sem outras anormalidades. O médico assistente levanta a
hipótese de doença por refluxo gastroesofágico. Em relação ao caso em questão assinale a alternativa correta.
re a
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ed ibid
o
pr
A O esôfago de Barrett, a estenose esofágica e o divertículo de Zencker são complicações desta afecção.
B Está indicado com conduta inicial a monitorização ambulatorial do pH esofagiano por 24 horas.
E O esôfago de Barrett é a complicação mais frequente da doença do refluxo gastroesofágico, estando presente
em mais de 50% dos casos.
Essa questão po ssui co mentário do pro fesso r no site 4 000068 905
Questão 77 Manejo T erapêutico Ingestão de Bases Fortes Esof agite Cáustica Endoscopia Digestiva Alta
Um homem de 23 anos relata ingesta de meio copo de um preparado químico de soda caustica. O exame da orofaringe não
revela qualquer lesão e o restante do exame físico é normal. O exame radiológico do tórax é normal. Qual seria a próxima
etapa na investigação deste paciente?
B Esofagografia com contraste hidrosolúvel seguido por endoscopia digestiva alta se este for normal.
D Instilação de ácido clorídrico diluído no esôfago para neutralizar o material alcalino resicual.
4 000066725
B Trauma hepático
C Pneumotórax
D Lesão esofágica
E Lesão gástrica
4 000065261
Com relação à doença do refluxo gastroesofágico, identifique como Verdadeiras (V) ou Falsas (F) as seguintes afirmativas:
IV - ( ) Os sintomas típicos da doença são: pirose, regurgitação, tosse crônica, rouquidão e sibilos.
A V – V – F – V.
B F – F – V – V.
C V – F – F – V.
D F – V – V – F.
E V – F – V – F.
A seleção de pacientes para cirurgia antirre uxo tornou-se muito mais fácil com o grande aperfeiçoamento do tratamento
clínico. Diante disso, assinale a alternativa INCORRETA quanto às indicações desta cirurgia: (HEITMILLER RF, YOU CJ.
Doença do Refluxo Gastroesofágico em: Cameron 100 edição Terapêutica Cirúrgica Elsevier 2013)
Em relação aos exames complementares que podem ser solicitados para o diagnóstico e o acompanhamento da doença
do refluxo gastroesofagiano (DRGE), assinale a alternativa correta.
A A cintilografia esofagiana é solicitada para definir complicações, como esôfago de Barrett, e alterações motoras
esofagianas, como aperistalse e acalasia.
B A manometria esofágica é o padrão ouro para o diagnóstico, pois avalia a hipotonia do esfíncter inferior do
esôfago, principal causa do refluxo gastroesofagiano.
C A pHmetria esofágica prolongada não é utilizada, porque tem pouca especifidade para o refluxo gastroesofágico
e correlação pobre com os sintomas.
D O achado de erosões esofagianas na endoscopia digestiva alta é condição essencial para o diagnóstico, além de
auxiliar na definição do tipo de tratamento e no prognóstico.
Questão 83 Manometria Esof ágica Indicações para o T ratamento Cirúrgico pHmetria de 24 horas e Impedância
Paciente de 35 anos, chega ao seu consultório com queixa de “azia, queimação e empachamento”, diz que realiza
endoscopia todo ano pois tem gastrite crônica e re uxo, assim como diz já ter tido H. pylori 2 vezes e tratou. Ao coletar a
história, ele refere uso de omeprazol há mais de 10 anos. A última endoscopia realizada há 15 dias demonstra Esofagite de
Re uxo, pangastrite e o histopatológico da biópsia esofágica revela células caliciformes com metaplasia intestinal com
displasia de baixo grau , sem atipias, biópsia gástrica com gastrite crônica ativa e H. pylori negativo. Sobre este caso, é
correto afirmar que:
B o paciente deve manter o uso de inibidor de bomba de prótons e associar um procinético por 8 semanas.
D não se usa mais phmetria ou manometria para auxilio diagnóstico nesses casos.
E trata-se de refluxo ácido e o paciente deve evitar frituras, frutas ácidas, café, álcool e tabaco por um ano e então
repetir a endoscopia.
Essa questão po ssui co mentário do pro fesso r no site 4 000054 8 59
A Nissen
B Lindt
C Toupet
D Pinotti
4 0000528 74
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Questão 85 Manejo T erapêutico
Mulher de 26 anos da entrada no pronto-socorro por ingestão de soda cáustica há cerca de 30 minutos. Apresenta queixa
de dor em cavidade oral, sialorréia e odinofagia. Assinale a alternativa que corresponde à conduta inicial indicada para este
paciente:
D Jejum, acesso venoso periférico para reposição hidroeletrolítica, rotina de abdome agudo
Paciente sexo masculino, 74 anos, apresenta dor retroesternal e distensão abdominal há 8 semanas. Não apresenta perda
de apetite ou perda de peso. Recentemente iniciou novas medicação e aparentemente parece ser a causa do sintomas.
Qual a mais provável?
A Alendronato
B Bisoprolol
C Codeina
D Digoxina
A a identificação de 10 eosinófilos por campo de grande aumento (C GA) nas biópsias esofágicas na endoscopia
inicial é suficiente para o diagnóstico da enfermidade
B o teste cutâneo (prick test) e a dosagem de IgE específica (ImmuniCAP®) para alimentos são exames úteis para
identificar manifestações alérgicas tardias e, quando positivos, são adequados para confirmados o diagnóstico
D os preparados à base de soja constituem opção terapêutica de baixo custo e adequada para o tratamento
B Hiatoplastia + envolvimento circunferencial do esôfago distal, em diferentes graus, pelo fundo gástrico.
C Valvuloplastia + Vagotomia.
D Esofagectomia Distal.
E Valvuloplastia.
4 00004 5064
Questão 89 Doença do Ref luxo Gastroesof ágico DRGE Helicobacter Pylori Esof agite Inf ecciosa
Trata-se de um paciente com Imunode ciência Humana que apresenta úlcera esofágica profunda, linear em um exame de
endoscopia digestiva. Pode-se pensar em:
B Helicobacter pylori.
C Candidíase.
D Sarcoma de Kaposi.
E Citomegalovírus.
Paciente, 28 anos, sexo feminino, apresentando episódios frequentes de pirose, regurgitação e tosse há 4 anos, resistente
ao tratamento com inibidor de bomba de prótons. Vem apresentando disfagia a sólidos e exames mostraram intensa
esofagite distal com motilidade esofágica normal. Após nova avaliação, recebeu indicação de tratamento cirúrgico.
Qual das opções abaixo descreve a cirugia de escolha para a maioria dos pacientes com o quadro acima descrito?
4 00003 4 4 72
Questão 91 Esof agite por Herpes Esof agite por Citomegalovírus CMV Candidíase Esof ágica
D No paciente imunossuprimido com sintomas típicos, está autorizado o tratamento empírico com fluconazol,
mesmo que não haja lesões orais. Nesse caso, pode adiar-se a endoscopia para diagnóstico diferencial,
realizando-a apenas em caso de refratariedade ao antifúngico.
E A esofagite por CMV se caracteriza por úlceras largas e superficiais, enquanto a esofagite por herpes se
caracteriza por úlceras pequenas e profundas.
Essa questão po ssui co mentário do pro fesso r no site 4 0000294 72
A doença do Re uxo Gastroesofágico (DRGE) é uma das afecções mais frequentes na prática médica. Ocorre como
consequência da exposição da mucosa esofágica ou supraesofágica ao conteúdo gástrico, levando a uma variedade de
sintomas, causando impacto na qualidade de vida. Sobre a DRGE é CORRETO afirmar:
C A ocorrência de disfagia discreta é muito comum no pós-operatório imediato dos pacientes submetidos a cirurgia
antirrefluxo.
E Estenose pépticas do esôfago e dependência ao uso de IBP não caracterizam indicações cirúrgicas no
tratamento da DRGE.
Essa questão po ssui co mentário do pro fesso r no site 4 0000294 19
A Mudanças no estilo de vida, isoladamente, são suficientes para o desaparecimento dos sintomas na maioria dos
pacientes.
B Estudos que mostraram forte correlação entre os inibidores de bomba de prótons e o aparecimento de
neoplasias malignas e mal de Alzheimer, fizeram com que essas drogas fossem retiradas do arsenal terapêutico
contra DRGE.
C Apesar das evidências da literatura não serem conclusivas, acredita-se que as operações antirrefluxo possam ter
algum papel na regressão da metaplasia intestinal (esôfago de Barrett).
D A cirurgia antirrefluxo é melhor indicada naqueles pacientes que tentaram a terapia medicamentosa, mas não
apresentaram nenhuma resposta aos inibidores de bomba de prótons.
Essa questão po ssui co mentário do pro fesso r no site 4 00002778 5
A substituição do epitélio escamoso do esôfago distal por epitélio colunar, na presença ou não de metaplasia intestinal, é
re a
liv d
conhecida como esôfago de Barrett. Sua ocorrência vem aumentado na população mundial nos últimos anos, e está
a n
in ve
ic a
ed ibid
o
pr
relacionada com a presença da doença do re uxo gastroesofageano. Quanto ao seguimento e ao rastreamento do
esôfago de Barrett e das displasias, é INCORRETO afirmar que:
B O custo do rastreamento é relativamente barato, devendo ser feito o rastreamento para câncer de esôfago na
população em geral.
C Recomenda-se, para o rastreamento do câncer do esôfago, em pacientes com esôfago de Barrett sem displasia
identificável, a realização de exames endoscópicos, a cada dois ou três anos.
D Nos casos de displasia, deve ser realizado seguimento endoscópico a cada ano ou em período eventualmente
menor, nos casos de dúvidas ou displasia de alto grau.
Essa questão po ssui co mentário do pro fesso r no site 4 000027698
A O aspecto histológico da metaplasia intestinal no esôfago distal mostra células calciformes, também chamadas de
células azuis quando coradas pelo corante "alcian blue".
B O conceito atual de Esôfago de Barrett restringe-se somente à metaplasia intestinal no esôfago distal.
C A incidência de adenocarcinoma é elevada nas metaplasias intestinais do esôfago distal e tem aumentado nos
últimos anos.
D É consenso que o Esôfago de Barrett deve ser tratado por meio de cirurgia antirrefluxo.
E Na presença de displasia de alto grau, é consenso que esse paciente deve ser encaminhado para terapia por
ablação com a coagulação por plasma de argônio.
Essa questão po ssui co mentário do pro fesso r no site 4 000026598
O método diagnóstico considerado padrão ouro para o diagnóstico da doença do refluxo gastroesofágico é
B a manometria.
C a pHmetria de 24 horas.
D o esofagograma.
B Laceração esofagiana.
C Laceração hepática.
E Perfuração esofagiana.
4 00002293 3
Paciente com diagnóstico de longa data de Doença do Re uxo Gastroesofágico notou piora dos sintomas nos últimos 3
meses e procurou atendimento com gastroenterologista. Foi solicitada Endoscopia Disgestiva Alta e achado endoscópico
de esôfago de Barret e irregularidades em mucosa que foram biopsiadas segundo protocolo adequado para o caso.
Anatomopatológico indefinido para displasia.
A cirurgia de Nissen.
B aumentar o uso de inibidor de bomba de prótons (IBP) para 2x ao dia e repetir endoscopia com 2 a 6 meses.
D encaminhar ao oncologista.
Paciente com doença pulmonar obstrutiva crônica em uso de fenoterol e uticasona spray, queixa de náusea, disfagia,
odinofagia principalmente quando ingere alimentos sólidos e dor retroesternal intermitente não relacionada a deglutição. Ao
exame apresentava-se dispneico, ausculta pulmonar com discreta sibilância, lábios cianóticos e com placas úmidas brancas
aderidas em orofaringe. O diagnóstico provável é
A esofagite péptica.
B esofagite medicamentosa.
C esofagite eosinofilica.
Um homem de 27 anos refere episódios recorrentes de disfagia de condução, iniciados há seis meses. Durante esse
período, apresentou quatro episódios de internação para realização de endoscopia digestiva alta por causa de impactação
alimentar, com retirada de corpo estranho (bolo alimentar). Nessas endoscopias, notavam-se estrias transversais e sulcos
longitudinais em esôfago médio e distal. Como antecedentes, apresentava rinite e intolerância à lactose. A etiologia mais
provável e a melhor conduta a ser adotada são, respectivamente:
re a
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in ve
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ed ibid
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pr
A esofagite eosinofílica; corticoide tópico inalatório.
Questão 101 Medidas Comportamentais T ratamento Cirúrgico da DRGE Inibidores da Bomba de Prótons IBP
Um paciente de 41 anos tem queixas de rouquidão crônica e queimação retroesternal há 8 anos. Faz uso de bloqueador de
bombas de prótons há pelo menos 4 anos, continuamente. Hábitos tabagistas desde 20 anos, meio maço de cigarro nos
nais de semana. Apresenta IMC de 26. Refere vida agitada sem horários organizados ou refeições equilibradas. A última
endoscopia demonstra esofagite grau A de Los Angeles com área sugestiva de Barret curto. Qual dos tratamentos
propostos apresenta maior chance de controlar a doença do refluxo desse paciente e suas consequentes complicações?
Questão 102 T ratamento Cirúrgico da DRGE Indicações para o T ratamento Cirúrgico Cirurgia
A 360º.
B 270º.
C 180º anterior.
D 180º posterior.
4 000002618
Paciente 35 anos, feminino, com queixa de queimação retroesternal e regurgitação ácida há 6 meses. Refere que os
sintomas aparecem 3x por semana. Nega perda de peso ou disfagia. Exame físico sem alterações. Com relação ao caso
clinico, é correto afirmar:
re a
liv d
a n
in ve
ic a
ed ibid
o
pr
A Essa paciente tem indicação de solicitação de endoscopia digestiva alta para definição diagnóstica.
B Não há necessidade de orientar a paciente sobre as mudanças do estilo de vida (como evitar alimentações
copiosas, perda de peso, evitar deitar após as refeições, elevar a cabeceira da cama).
C Não há necessidade de solicitar exames complementares nesse momento, e o tratamento deve ser empírico
com a utilização dos inibidores de bomba de prótons.
I. Tosse crônica, pigarro e desgaste no esmalte dentário são considerados manifestações atípicas da DRGE.;
III. A DRGE pode ser classi cada em duas formas de apresentação, sendo a erosiva a forma mais frequente de
apresentação.;
IV. Os inibidores da bomba de prótons (IBP) são considerados medicamentos de escolha no tratamento da DRGE.
Pacientes com manifestações atípicas têm indicação de iniciar tratamento com dose plena de IBP por um período
prolongado.
A I e II, apenas.
B I e III, apenas.
C II e IV, apenas.
Um homem de 32 anos é levado ao serviço de emergência depois de ter ingerido um pouco de desentupidor de canos em
uma tentativa de suicídio. Ele está hemodinamicamente estável e é feito um encaminhamento para a avaliação cirúrgica. Já
foi feito um exame de tomogra a computadorizada e não há nenhuma evidência de perfuração. Qual é o próximo passo no
tratamento?
re a
liv d
a n
in ve
ic a
ed ibid
o
pr
A Observação.
4 00012768 8
Kelvis Duran, 2 anos, é trazido à emergência pediátrica. Seus pais relatam que ele engoliu uma bateria. Exame físico: sinais
vitais estáveis, sem sinais de sofrimento respiratório. Na radiogra a de tórax: bateria de 20 mm alojada no esôfago torácico.
Nesse caso, a conduta indicada é:
Qual o melhor exame, dentre os citados, para o diagnóstico de Doença do Refluxo Gastroesofágico?
C Phmetria.
D Manometria.
E Laringoscopia
Paciente de 11 anos, sexo masculino, encaminhado ao ambulatório de gastroenterologia pediátrica com queixa de engasgos
e di culdade para deglutir sólidos com piora progressiva. A mãe referia que o lho era um "comedor lento". Apresentava
concomitantemente dermatite atópica e asma, hemograma com eosinofilia, IgE sérica elevada e história familiar de atopia. A
seriogra a esôfago-gástrica mostrava importante distúrbio da motilidade esofágica e a endoscopia digestiva alta (EDA)
mostrava esofagite grau C de Los Angeles e estenose esofágica. Estava em uso de inibidor de bomba de prótons 40
mg/dia há quatro meses, sem melhora. A m de elucidar o diagnóstico, foi solicitada nova EDA, que evidenciou esôfago de
aspecto esbranquiçado com sulcos longitudinais, ondulações transversais, com aspecto traqueiforme, exsudato
esbranquiçado, a partir do terço médio, com erosões e vascularização diminuída no terço inferior, apresentando di culdade
re a
liv d
em prosseguir com o endoscópio. No estudo histopatológico do esôfago, observou-se epitélio espessado por hiperplasia
a n
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ed ibid
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pr
de células basais e cerca de 80 eosinó los por campo de grande aumento. Em relação ao caso clínico descrito, podemos
afirmar que:
A Trata-se de uma estenose péptica esofágica e o tratamento inicial consiste em dilatação esofágica, além da
manutenção da terapia com inibidor de bomba de prótons.
B Trata-se de uma estenose secundária a doença eosinofílica esofágica, sendo necessário dilatações esofágicas
seriadas, e o inibidor de bomba de prótons não é recomendado.
C Por se tratar de um caso de esofagite eosinofílica, deve-se iniciar dieta de eliminação de alimentos (antígenos) ou
dieta elementar (com fórmula de aminoácidos), pois ambas tem ação comprovada no tratamento dessa
patologia.
D Trata-se de uma doença alérgica alimentar IgE mediada e o prick test para diversos alimentos deve ser realizado
para guiar a exclusão alimentar.
E Trata-se de uma patologia conhecida há várias décadas, com etilogia bem definida e curso clínico previsível.
A Doença do Re uxo Gastresofágico (DRGE) é , provavelmente, uma das doenças mais prevalentes no mundo que
compromete signi cativamente a qualidade de vida. Tendo em vista as elevadas e crescentes incidências, a intensidade dos
sintomas e a gravidade das complicações. Sendo assim, qual a principal forma do seu diagnóstico?
C Manometria esofágica.
D TC de tórax.
E História Clínica.
Uma menina de 2 anos chega ao serviço de emergência depois de ter engolido a bateria de um de seus brinquedos. Ela está
respirando confortavelmente. Uma radiografia mostra que a bateria está alojada no esôfago. Qual a melhor conduta?
C Mantê-la em observação e obter radiografias seriadas para documentar a migração e saída da bateria pelas
fezes.
D Liberá-la para casa e orientar que os pais procurem a bateria nas fezes da criança.
Uma criança de 3 anos de idade engoliu uma moeda há “algumas horas”. Na radiogra a simples de abdome, a moeda é vista
em algum ponto dentro de alça de delgado. A criança está assintomática. Melhor conduta:
re a
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ic a
ed ibid
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pr
A Observação clínica domiciliar, com retornos periódicos.
C Colonoscopia.
E Laparoscopia.
Questão 112 Ingestão de Ácidos Fortes Ingestão de Bases Fortes Esof agite Cáustica Endoscopia Digestiva Alta
Qual das seguintes afirmações NÃO é verdadeira nas queimaduras químicas do esôfago?
D A endoscopia não deve ser feita nas primeiras 48 horas, pois pode piorar muito as lesões.
B A doença do refluxo gastro-esofágico pode ter manifestações extra-digestivas como a tosse crônica
predominantemente noturna, rouquidão e broncoespasmo.
C Sintomas de disfagia, odinofagia, perda de peso e sangramento digestivo alto são manifestações comuns na
doença do refluxo gastro-esofágico.
Um homem de 22 anos de idade em avaliação no pronto-socorro, por dor torácica retroesternal intensa que o acordou de
madrugada. A dor piora ao ingerir líquidos. O paciente tem antecedente de diabetes tipo 1, em uso de insulina, sem sinais de
descompensação. Também usa doxiciclina para acne. O exame físico é normal, com exceção de acne na face. Qual é o
diagnóstico para o caso?
B Espasmo esofagiano
C Ruptura esofágica
D Síndrome de Mallory-Weiss
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E
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o
pr
Essa questão po ssui co mentário do pro fesso r no site 4 0001058 74
E Frente a um paciente com sangramento gastrointestinal o manejo inicial deve ser o tratamento empírico.
Homem, 65a, oligossintomático, com diagnóstico de hérnia de hiato por deslizamento e esôfago de Barrett sem presença
de displasia, em uso de omeprazol 40 mg/dia. Assinale a alternativa CORRETA:
A É uma condição onde um epitélio colunar intestinal substitui o epitélio escamoso estratificado que normalmente
reveste o esôfago distal.
B O refluxo gastroesofágico crônico é o fator que lesa o epitélio escamoso e promove reparo através da
metaplasia colunar.
C As células metaplásicas, embora mais resistentes às lesões pelo refluxo, maior propensão à malignidade.
Um homem de 43 anos chega ao consultório com sintomas ocasionais de pirose por muitos anos e dor abdominal
intermitente. Para alívio dos sintomas, ele usa antiácido frequentemente. Devido à pirose, o médico solicita uma Endoscopia
Digestiva Alta (EDA), que é sugestiva de esôfago de Barrett, posteriormente con rmada por histopatológico. A conduta
mais adequada para esse caso é:
re a
liv d
a n
in ve
ic a
ed ibid
o
pr
A Repetir a EDA após um mês, sem usar o antiácido.
Criança de dois anos chega ao pronto-atendimento trazida pela mãe com história de ter ingerido uma pequena lanterna.
Após algumas pesquisas, o pediatra chega à conclusão de que a lanterna possuía uma bateria de lítio, que media em torno
de 16 mm. Ao exame, a criança está em bom estado geral e assintormática. O objeto é visualizado no estômago da criança
por meio de radiografias de tórax e abdome. A conduta adequada para esse caso é indicar:
C Endoscopia digestiva alta para a remoção do objeto, uma vez que há risco de perfuração.
D Radiografias semanais para acompanhamento do objeto, uma vez que há risco de obstrução intestinal.
4 000073 072
Questão 120 Bloqueadores dos Receptores H2 Doença do Ref luxo Gastroesof ágico DRGE
T ratamento Farmacológico
Se um paciente com 35 anos consulta com história típica de re uxo gastroesofágico, ou seja, apresentando pirose
exarcebada após as refeições, há duas semanas, sem outros achados, sem comorbidades e com exame físico normal, a
conduta adequada é:
C Prescrever Ranitidina.
A Aspergillus sp.
B Mucormicose.
C Candida sp.
D Histoplasma sp.
Pré- escolar, sexo masculino, 2 anos, é trazido à emergência por seus pais que acham que ele engoliu uma bateria de
telefone celular há uma hora, mas não tem certeza do fato. Exame físico: sinais vitais estáveis, sem sinais de sofrimento
respiratório. Rx de tórax: bateria de 20mm alojado no esôfago. Nesse caso, a conduta indicada é:
4 000064 93 3
Questão 123 Ingestão de Bases Fortes Esof agite Cáustica Endoscopia Digestiva Alta
Paciente masculino, 5 anos de idade, ingeriu soda cáustica há 3 meses. Na ocasião, foi internado e submetido à endoscopia
digestiva alta nas primeiras 24 horas, que evidenciou lesão esofágica em terço distal, de grau IIB segundo classi cação de
Hollinger. Na ocasião, cou internado por 7 dias, perdendo seguimento ambulatorial após alta hospitalar. A mãe retornou
referindo que há cerca de 1 mês a criança vem apresentando di culdade para ingerir alimentos sólidos. Emagreceu 8 quilos
no período. O exame contrastado de esôfago, estômago e duodeno evidenciou a lamento irregular do esôfago distal, com
3 cm de extensão. Assinale a alternativa que apresenta a MELHOR conduta para o caso.
Paciente de 35 anos de idade, sexo masculino, com peso corporal normal, apresenta pirose e regurgitação há cinco anos,
depende de IBP (Inibidor de Bomba de Prótons) em dose dobrada e fez reavaliação no serviço de gastroenterologia com
videoendoscopia digestiva alta, manometria e pHmetria, apresentando os seguintes resultados: videoendoscopia digestiva
alta — presença de hérnia hiatal Tipo I de 3,5 cm, esofagite erosiva Los Angeles C; manometria — hipotonia acentuada de
esfíncter inferior de esôfago, peristalse de 58% e amplitude de 28 mmHg; pHmetria — re uxo ácido patológico con rmado
em posição ortostática e supina; o paciente segue medidas comportamentais e faz uso correto do IBP. O tratamento de
escolha é:
re a
liv d
a n
in ve
ic a
ed ibid
o
pr
A Manter o tratamento clínico indefinidamente, pois é a única opção em pacientes com menos de 40 anos.
4 00005604 6
A O sintoma clínico mais comum da doença do refluxo gastroesofágico é a pirose. Se houver odinofagia, dor
torácica intensa ou hemorragia digestiva alta, deve-se pensar na presença de esofagite erosiva ou hérnia de hiato
volumosa.
B O esôfago de BARRET é uma metaplasia gástrica do esôfago associada à doença do refluxo gastroesofágico.
C A endoscopia digestiva alta apresenta alta especificidade para a esofagite erosiva e alta sensibilidade no
diagnóstico de doença do refluxo gastroesofágico.
E A pHmetria de 24 horas deve ser sempre realizada antes da manometria para melhor posicionar o cateter de
manometria.
Essa questão po ssui co mentário do pro fesso r no site 4 00004 8 595
Paciente masculino, 25 anos, vem à consulta eletiva com queixa de pirose e regurgitação há cerca de 2 anos de evolução.
Apresenta uso regular de inibidor de bomba de prótons com melhora parcial dos sintomas. Sobrepeso e dieta irregular.
Assinale a alternativa CORRETA em relação a este caso clínico:
A Uma história associada de anemia ferropriva, anorexia ou emagrecimento indicam a realização de uma
endoscopia digestiva alta para este paciente.
Questão 127 Medidas Comportamentais T ratamento Farmacológico Endoscopia Digestiva Alta EDA
Em paciente com sintomas típicos de Doença do Re uxo Gastroesofágico (DRGE), de início recente, sem sintomas
preocupantes (como emagrecimento, disfagia, sangramento gastrointestinal), que nunca foi investigado ou tratado para essa
condição, a endoscopia não é obrigatória para início de terapia. Nesses casos de tratamento não precedido da endoscopia,
re a
recomenda-se:
liv d
a n
in ve
ic a
ed ibid
o
pr
A Modificar estilo de vida e não instituir tratamento medicamentoso para não mascarar uma condição de base mais
grave
B Iniciar tratamento padrão, inclusive medicamentoso e, havendo resolução dos sintomas, mantê-lo, mas em doses
progressivamente menores
C Obter a endoscopia ao final do tratamento, mesmo que os sintomas tenham desaparecido, para documentar a
resolução endoscópica da esofagite, diminuindo o risco de recidiva
D Utilizar o mesmo tratamento preconizado para pacientes que realizaram endoscopia e não revelaram esofagite
erosiva
Essa questão po ssui co mentário do pro fesso r no site 4 00004 04 8 8
Com relação à ingestão de corpos estranhos, assinale a alternativa que apresenta a conduta INADEQUADA:
A Estudos radiográficos contrastados devem ser evitados antes da remoção endoscópica de corpos estranhos
B Estudos radiográficos a cada 24h para objetos pontiagudos que tenham progredido além do duodeno em
pacientes assintomáticos, para acompanhamento de sua progressão
C Remoção endoscópica imediata para papelotes contendo drogas, devido ao alto risco de intoxicação do
paciente
De acordo com a classi cação de Los Angeles, paciente que apresenta ao exame endoscópico uma solução de
continuidade maior que 5 mm, confinada à prega mucosa e não contígua, tem qual diagnóstico?
B Gastrite erosiva.
Homem, atendente de telemarketing de 27 anos, fumante, volta ao ambulatório de clínica para acompanhamento de dor
recorrente em epigastro. Apresentou-se há três semanas queixando-se de aumento na frequência e na intensidade da dor
epigástrica, com pirose, a qual vem sentindo ocasionalmente há mais de dois anos. Refere sofrer com dor de 3 a 4 vezes
por semana, em geral quando está em jejum, e frequentemente desperta pela dispepsia. Relata que o fator de melhora é
ingestão de alimentos e de antiácidos, porém, com o último, melhora por no máximo 3 horas. Ele admite que as tensões no
trabalho aumentaram recentemente e que, por causa da jornada, está ingerindo bebidas ricas em cafeína e se alimentando
mais dos lanches gordurosos. Sua história médica e a revisão dos sistemas não têm nada digno de nota, salvo os antiácidos.
Seu exame físico é normal, incluindo o guáiaco nas fezes, que foi negativo. Paciente possui Índice de Massa Corporal de 32
re a
kg/m². Endoscopia digestiva alta, apresenta gastrite leve com presença de hérnia de hiato, teste de urease positivo e
liv d
a n
in ve
ic a
ed ibid
o
pr
biópsia com presença de Helicobacter pylori. Qual é a conduta a ser tomada?
A Prescrever inibidor de prótons e encaminhá-lo para cirurgia para correção da hérnia de hiato.
B Incentivar a parar de fumar, corrigir hábitos da vida como dieta regular, perda de peso e realizar atividades físicas,
apenas.
C Incentivar a parar de fumar, corrigir hábitos de vida com dietoterapia e práticas de atividades físicas regulares,
prescrever antimicrobianos para combater a bactéria associado a inibidor da bomba de prótons.
D Corrigir hábitos de vida com dietoterapia e práticas de atividades físicas regulares, não prescrever antimicrobianos
para combater a bactéria e indicar anti-histamínico associado a inibidor da bomba de próton.
E Incentivar a parar de fumar, corrigir hábitos da vida com dietoterapia e práticas de atividades físicas regulares. Não
é necessário prescrever antimicrobianos para combater a bactéria, pois se trata de um agente comensal, e iniciar
inibidor da bomba de prótons por 2 anos.
Essa questão po ssui co mentário do pro fesso r no site 4 00003 73 4 2
Assinale a conduta indicada no caso de suspeita de ingestão de corpo estranho em criança de quatro anos de idade,
apresentando irritabilidade, choro, sialorreia e náuseas. As radiogra as simples em PA e per l do pescoço, tórax e abdome
apresentam-se normais:
Questão 132 Manejo T erapêutico Ingestão de Bases Fortes Esof agite Cáustica
T.P.B., 27 anos, sexo feminino, do lar, foi atendida no pronto-socorro após atentar contra a própria vida ingerindo soda
cáustica. Em relação a este caso, assinale a alternativa CORRETA:
Criança de 2 anos é levada ao serviço de emergência do hospital porque os pais achavam que o mesmo engoliu uma
bateria de telefone. O exame físico é sem alterações; a radiogra a de tórax mostra a bateria de 20 mm alojada no esôfago.
Qual é a conduta indicada nesse caso?
re a
liv d
a n
in ve
ic a
ed ibid
o
pr
A Forçar deslocamento do objeto com injesta de óleo mineral.
Um homem de 60 anos, saudável, que apresenta sintomas de doença do re uxo, foi submetido à avaliação endoscópica,
revelando na biópsia do esôfago distal a presença de displasia de alto grau, associada a esôfago de Barrett.
A Cirurgia antirrefluxo
B Esofagectomia
C Mucosectomia endoscópica
Paciente, 60 anos de idade, com disfagia progressiva há seis meses, com perda de peso acentuada, dor torácica atípica,
relata que, nos últimos meses, vem apresentando disfagia para sólidos e agora só consegue engolir alimentos liquidi cados.
Perdeu 30 kg em um mês. Paciente é tabagista desde os 15 anos de idade, fumando oito palheiros por dia.
A Certo.
B Errado.
Questão 136 Métodos Complementares T ratamento Clínico da DRGE Fisiopatologia e Fatores de Risco
C A falta de resposta ao tratamento clínico com inibidor de bomba de próton é uma indicação ao tratamento
cirúrgico da DRGE.
D Pacientes que apresentam na endoscopia digestiva alta uma ou mais soluções de continuidade da mucosa, com
mais de 5 mm e que se estendam entre duas pregas longitudinais, são classificados como Los Angeles B.
E Os antagonistas dos receptores H2, assim como os inibidores de bomba de prótons, são drogas seguras e bem
toleradas e resultam em inibição completa da secreção ácida.
Essa questão po ssui co mentário do pro fesso r no site 4 00001528 1
Questão 137 Medidas Comportamentais Indicações para o T ratamento Cirúrgico T ratamento Farmacológico
Homem de 24 anos procurou atendimento médico com queixa de há 01 ano ter iniciado quadro de pirose retroesternal,
associado à regurgitação de alimentos digeridos. Recentemente, apresenta certa disfagia a alimentos sólidos. Faz uso de
inibidores de bomba de prótons, os quais melhoram a pirose, mas após a interrupção dos mesmos há recorrência dos
sintomas em poucos dias. Exames: endoscopia digestiva alta — esofagite de re uxo com ulcerações convergentes (grau 3
de Savary-Miller), gastrite enantematosa leve e uma hérnia de hiato por deslizamento de 3 cm; manometria esofágica —
hipocontratilidade do esfíncter esofagiano inferior e aumento da duração das ondas em esôfago distal; pHmetria esofágica
— re uxo gastroesofágico patológico em decúbito dorsal e em ortostase. Hábitos: tabagista há 6 anos, de 1 maço de
cigarros/dia. IMC: 28 kg/m². Para o tratamento das queixas atuais desse paciente, qual a melhor conduta?
D Promover modificações dietéticas e nos hábitos de vida (cessar o tabagismo, fracionar dieta etc.).
Questão 138 Manometria Esof ágica Indicações para o T ratamento Cirúrgico pHmetria de 24 horas e Impedância
Paciente do sexo feminino, 45 anos, sobrepeso, vem ao consultório encaminhada pelo otorrinolaringologista, queixando
pirose e regurgitação ácida após alimentação rica em gordura e ácidos. Tais sintomas ocorrem quase que diariamente há
cerca de 2 anos e pioraram após gravidez e ganho de peso. Refere ainda dor torácica esporádica, retroesternal em
queimação, não relacionada a exercícios físicos, episódios ocasionais de disfonia e sensação de globo faríngeo. Nega
disfasia e hematêmese. Seu exame físico não tem alterações. Traz consigo uma endoscopia digestiva alta que evidencia
hérnia hiatal de 2 cm e ausência de lesões esofagianas, tais como ulcerações ou esofagite. Assinale a alternativa
INCORRETA:
re a
liv d
a n
in ve
ic a
ed ibid
o
pr
A A ausência de lesões esofagianas à endoscopia não exclui a hipótese de Doença do Refluxo Gastroesofágico
(DRGE), havendo necessidade de prosseguir com a investigação diagnóstica.
B A esofagomanometria não fecha diagnóstico de DRGE, porém pode evidenciar situações, tais como a hipotonia
do esfíncter esofagiano inferior, que são sugestivas deste diagnóstico.
C A demonstração de refluxo gastroesofágico através do exame contrastado do esôfago tem maior sensibilidade e
especificidade no diagnóstico de DRGE que a pHmetria esofagiana.
D Caso esta paciente não se adapte ao tratamento clínico com uso crônico de inibidores da bomba de prótons, a
indicação de fundoplicatura gástrica com hiatoplastia via laparoscópica deve ser considerada.
Essa questão po ssui co mentário do pro fesso r no site 4 00000294 7
A Epitélio colunar.
B Epitélio cilíndrico.
C Células caliciformes.
D Células eosinofílicas.
Questão 140 pHmetria de 24 horas e Impedância Doença do Ref luxo Gastroesof ágico DRGE Gastroenterologia
A Manometria.
B Endoscopia.
C Rx contrastado do esôfago.
D pHmetria.
E Cintilografia.
A Puestow.
B Heller.
C Nissen.
D Bassini.
4 0000004 14
re a
Questão 142
liv d
C melhorar os sintomas.
E evitar sangramento.
Feminina, 56 anos, branca, procura atendimento médico devido disfagia esofagiana há 5 meses associada a perda de peso.
Relata que sempre teve boa saúde, nunca morou em zona rural, etilista social e tabagista de 1(um) maço de cigarro de papel
ao dia. Refere que há 1 ano fez tratamento para “re uxo” com melhora parcial da pirose usando Omeprazol, mas
interrompeu tratamento por questões de trabalho não realizando Endoscopia Digestiva Alta como sugerida pelo médico.
Baseado na descrição do quadro clínico acima , assinale a alternativa correta no raciocínio clínico:
A Inicialmente deverá ser solicitado um exame radiológico contrastado para descartar acalasia
B Solicitar Endoscopia Digestiva Alta (EDA) para avaliação da mucosa esofagiana, para investigar as formas mais
graves da Doença do Refluxo Gastresofagiano
C A disfagia esofagiana não faz parte da sintomatologia da Doença do Refluxo Gastresofagiano, seja nas formas
leves , graves ou complicadas
D A possibilidade de Hérnia de Hiato por deslizamento deverá Sr investigada como causa da disfagia
Questão 144 Carcinoma de Células Escamosas CEC Adenocarcinoma de Esôf ago Def inição
Paciente do sexo feminino, 68 anos, branca, viúva, do lar, natural de Natividade e procedente de Porto Nacional. Iniciou
com disfagia para alimentos sólidos associado à sensação de plenitude pós-prandial e eructações freqüentes há
aproximadamente 1 ano. Procurou atendimento em Palmas do Tocantins, onde realizou endoscopia digestiva alta na qual foi
evidenciado epitélio tipo metaplasia intestinal na porção esofágica inferior. Realizou-se biópsia da lesão com a identi cação
de esôfago de Barret. Assinale a alternativa CORRETA:
A O esôfago de Barret é uma condição patológica hereditária, caracterizada pela substituição do epitélio
estratificado colunar do esôfago por epitélio ciliar especializado do tipo intestinal.
B Na endoscopia digestiva, o esôfago de Barret é caracterizado pela presença de mucosa ciliar no esôfago tubular
abaixo da junção esofagogástrica.
C A presença de hérnia de hiato exclui o diagnóstico de esôfago de Barret, logo não dificulta a identificação da
junção esofagogástrica e a caracterização do EB.
D O carcinoma epidermóide de esôfago é uma neoplasia esofágica comum no nosso meio, tendo como principais
fatores de risco o etilismo e o tabaco. Há um aumento na incidência de casos de adenocarcinoma esofágico em
países ocidentais, e a sua associação com o esôfago de Barret é bem estabelecida.
Essa questão po ssui co mentário do pro fesso r no site 4 00008 1629
re a
liv d
a n
in ve
ic a
ed ibid
o
pr
Questão 145 T ratamento Cirúrgico da DRGE Cirurgia
A Nissen.
B Lindt.
C Toupet.
D Dor.
E Pinotti.
4 000074 3 04
A avaliação prévia ideal em um paciente a que se indicou a cirurgia como tratamento da DRGE é a seguinte:
4 000074 296
Questão 147 Obstrução T otal do Esôf ago Objetos não T raumáticos no Esôf ago Baterias no Esôf ago
A maioria das ingestões de corpos estranhos ocorre em crianças, principalmente entre 6 meses e 3 anos. Em relação a
ingestão de corpos estranhos podemos afirmar que:
A Baterias redondas podem aguardar no máximo 4 horas para sua remoção, visto que é o tempo que pode passar a
induzir lesão da mucosa.
B Objetos rombos e moedas alojadas no esôfago, quando assintomáticos, podem ser observados por até 24h.
D No caso de impactações com carne, o uso de amaciadores pode ser usado como opção terapêutica.
E Objetos rombos alojados no esôfago devem ser retirados dentro de seis horas do acidente.
4 000073 295
Quanto ao paciente que apresenta ingestão de substâncias cáusticas marque a alternativa incorreta.
re a
liv d
a n
in ve
ic a
ed ibid
o
pr
A As lesões causadas por ácidos são devidas a necrose por coagulação, formando uma escara e impedindo as
lesões mais profundas.
B As lesões causadas por ácidos são devidas a necrose liquefativa e por isso atingem tecidos mais profundos.
C A endoscopia digestiva alta pode ser feita em até 24 horas após a ingestão.
E Os pacientes que ingerem álcali podem evoluir mais frequente para estenose de esôfago do que os que ingerem
ácidos.
Essa questão po ssui co mentário do pro fesso r no site 4 000072271
Joana, 47 anos, hipertensa, e diabética tem re uxo ácido que não respondeu à terapia com inibidores da bomba de prótons.
Seu índice de massa corporal é 43 Kg/m². A endoscopia revela esofagite grau 1. A manometria esofágica mostra boa
progressão do peristaltismo com es ncter esofágico inferior, tônus e relaxamento normais. O procedimento cirúrgico mais
propenso a melhorar o refluxo deste paciente seria:
A Fundoplicatura total.
B Fundoplicatura parcial.
C Cirurgia de Fobi-Capella.
4 000068 3 04
Questão 150 Esof agite Medicamentosa Esof agite Eosinof ílica Esof agite Inf ecciosa
Paciente com doença pulmonar obstrutiva crônica, em uso de uticasona spray, apresenta náusea, disfagia, odinofagia,
principalmente quando ingere alimentos sólidos, e dor retroesternal intermitente não relacionada à deglutição. Ao exame,
apresenta-se dispneico, ausculta pulmonar com discreta sibilância, lábios cianóticos e com placas brancas de aspecto
algodonoso em orofaringe. O diagnóstico mais provável para o caso é:
A esofagite péptica.
B esofagite medicamentosa.
C esofagite eosinofílica.
D Alergia alimentar, asma, eczema e rinite alérgica estão presentes na maioria dos pacientes com esofagite
eosinofílica.
E Os medicamentos bloqueadores de canais de cálcio são úteis no paciente com suspeita da esofagite
eosinofílica.
Essa questão po ssui co mentário do pro fesso r no site 4 000053 4 01
Questão 152 T ratamento Esof agite Eosinof ílica História Clínica e Achados Endoscópicos
A a identificação de 10 eosinófilos por campo de grande aumento (C GA) nas biópsias esofágicas na endoscopia
inicial é suficiente para o diagnóstico da enfermidade.
B o teste cutâneo (prick test) e a dosagem de IgE específica (ImmunoCap®) para alimentos são exames úteis para
identificar manifestações alérgicas tardias e, quando positivos, são adequados para confirmar o diagnóstico.
D os preparados à base de soja constituem opção terapêutica de baixo custo e adequada para o tratamento.
Paciente, 60 anos de idade, sexo masculino, com queixa de disfagia e pirose há vários anos, apresenta, ao exame
endoscópico, esofagite e, ao exame radiológico contrastado, retardo no esvaziamento esofágico. Assinale a alternativa
que apresenta, corretamente, o exame mais indicado para diagnóstico diferencial entre doença do re uxo gastroesofágico
e megaesôfago nesse paciente.
A Cintilografia esofágica.
C Manometria esofágica.
E Enema opaco.
Questão 154 Indicações para o T ratamento Cirúrgico T ratamento Farmacológico Sintomas T ípicos
Paciente do sexo masculino, 34 anos de idade, apresenta pirose e azia acompanhadas de regurgitação. À endoscopia
digestiva, não apresenta esofagite erosiva, a cárdia está localizada a 2 cm abaixo do pinçamento diafragmático e o teste de
re a
urease apresentou coloração vermelha no dia seguinte ao exame. Em relação ao diagnóstico ou ao tratamento desse
liv d
a n
in ve
ic a
ed ibid
o
pr
paciente, assinale a alternativa correta.
E Instituir tratamento com inibidor da bomba protônica (IBP) em dose plena diária por 4 semanas.
Com relação às consequências de grandes queimaduras e de ingestão de ácidos fortes, julgue o próximo item.
Ingestão de ácidos fortes de forma acidental ou por tentativa de autoextermínio produz lesões no esôfago e, em menor
intensidade e extensão, no antro gástrico. Essa condição provoca frequentemente estenose do esôfago, sendo necessário
tratamento endoscópico com dilatações seriadas.
A Certo.
B Errado.
Homem de 66 anos com pirose de longa data é submetido à endoscopia digestiva alta. A mucosa esofagiana distal
apresenta-se com coloração salmão e assume forma de projeções digitiformes, associada à presença de hérnia de hiato.
Acerca desse quadro, assinale a alternativa ERRADA:
A A confirmação diagnóstica é feita por biópsias da lesão, cujo exame histopatológico evidencia estratificação do
epitélio mucoso.
B É objetivo do tratamento suprimir os sintomas de refluxo do ácido gástrico e prevenir complicações, diminuindo a
inflamação da mucosa.
C São fatores de risco para o desenvolvimento desta afecção: raça branca, índice de massa corpórea aumentado e
obesidade visceral.
D A utilização de corantes como azul de metileno e índigo carmim pode ajudar no direcionamento das biópsias.
Questão 157 Ingestão de Ácidos Fortes Manejo T erapêutico Ingestão de Bases Fortes Esof agite Cáustica
Questão 158 Sintomas Atípicos pHmetria de 24 horas e Impedância Fisiopatologia e Fatores de Risco
I. As manifestações atípicas incluem: asma, apneia do sono, pneumonia, otite, sinusite, desgaste do esmalte dentário e
retração gengival.
A III, IV
B I, II, III
C I, IV
D I
E I, II, III, IV
Questão 159 T ratamento Clínico da DRGE Esôf ago de Barrett Fisiopatologia e Fatores de Risco
A A dor associada à pirose é geralmente devido à presença da secreção ácida do estômago no esôfago (refluxo
ácido), que determina a estimulação dos quimiorreceptores, mas pode ser determinada pela irritação provocada
pelos sais biliares (refluxo alcalino), distensão esofágica e desordens de motilidade do esôfago distal.
B Vários fatores patogênicos podem contribuir para o surgimento da DGRE, entre os quais se destacam:
incompetência do esfíncter inferior do esôfago, hérnia hiatal, obesidade, tabagismo e retardo no esvaziamento
gástrico.
C O tratamento cirúrgico da DGRE comumente é realizado através da hiatoplastia e fundoplicatura gástrica, essa
válvula antirrefluxo pode envolver totalmente o esôfago distal (técnica de Toupet) ou parcialmente (técnica de
Nissen e Hill), nesse caso pode ser anterior ou posterior (180° e 270°).
D A melhora dos sintomas relacionados à DRGE com administração de inibidores de bomba protônica é
considerada um preditor de boa resposta à cirúrgia antirrefluxo.
E Nos pacientes com obesidade mórbida associada à DGRE, séria consideração deveria ser dada à realização do
Bypass gástrico com reconstrução em Y de Roux em vez da fundoplicatura, especialmente nos pacientes que
apresentam outras comorbidades importantes relacionadas à obesidade.
Essa questão po ssui co mentário do pro fesso r no site 4 000024 754
Paciente de 40 anos, sexo masculino, é avaliado em consultório por queixa de pirose retroesternal principalmente após
refeições, piorando com ingesta de alguns alimentos condimentados. Refere que o quadro iniciou-se há cerca de 5 anos e
coincidiu com ganho de peso após abandonar atividades esportivas. Não fuma e, raramente ingere bebidas alcoólicas.
Nega patologias associadas. Exame físico evidencia somente sobrepeso. Já traz endoscopia digestiva alta com esofagite
leve, sem outras alterações. Relata ter feito as modi cações de estilo de vida cabíveis (corrigindo refeições e hábitos)
conforme orientações médicas prévias. Está, ainda, em uso diário de pantoprazol 40 mg antes do café da manhã há 4
semanas, mas nega melhora do quadro clínico apesar de tudo. Qual conduta deve ser tomada da condução desse caso, no
momento?
O principal sintoma relacionado à Doença do Re uxo Gastroesofágico é a pirose ou queimação retroesternal. O segundo
sintoma MAIS prevalente é:
re a
liv d
a n
in ve
ic a
ed ibid
o
pr
A Tosse.
B Disfonia.
C Vômitos.
D Regurgitação.
I - É complicação associada à doença do re uxo gastroesofágico e seu diagnóstico é baseado no achado endoscópico de
esofagite erosiva intensa.
IV - A presença de displasia associada ao esôfago de Barrett deve ser con rmada por um segundo patologista e indica
seguimento endoscópico periódico a depender do grau dessa displasia.
A II e III.
B I e II.
C II e IV.
D I e IV.
Homem, 48 anos, branco, refere pirose, regurgitações amargas, plenitude gástrica e distensão abdominal há vários anos,
com piora dos sintomas nos últimos dois meses. Antecedentes mórbidos: obesidade, hipertensão e dislipidemia. Resultados
de exames: Endoscopia Digestiva Alta: Hérnia hiatal (3,0 cm) por deslizamento, projeções digitiformes de coloração salmão
em esôfago distal medindo cerca de 4,0cm, Gastrite enantematosa leve de antro. Biópsias: 1- esôfago: metaplasia intestinal
completa com células caliciformes, sem displasia. 2- estômago: gastrite crônica, presença de bactérias morfologicamente
compatíveis com H. pylori, ausência de sinais de malignidade na amostra estudada. Além da prescrição de omeprazol, qual é
a conduta mais adequada?
re a
liv d
a n
in ve
ic a
ed ibid
o
pr
A Erradicação do H. pylori.
C Esofagectomia segmentar.
Homem de 46 anos recebe prescrição de sulfato ferroso. Ao ingerir o comprimido sem água, inicia dor torácica anterior e
odinofagia. O local mais provável de lesão provocada pelo comprimido seria:
D No fundo do estômago.
A classificação de Los Angeles para esofagite, feita através de endoscopia digestiva alta, diz:
D No grau D, as lesões não confluem, porém, envolvem mais de 75% da circunferência do órgão.
Questão 167 Manometria Esof ágica pHmetria de 24 horas e Impedância Cintilograf ia e Exames Radiológicos
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Quanto ao diagnóstico da Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE), é CORRETO afirmar que:
B Pirose e regurgitação ácida dão certeza de DRGE em mais de 90% dos casos;
Paciente feminino, 26 anos, dá entrada no pronto-socorro por ingestão de soda cáustica há cerca de 30 minutos.
Apresenta queixa de dor em cavidade oral, sialorreia e odinofagia. Assinale a alternativa que corresponda à conduta inicial
indicada para este paciente.
D Jejum, acesso venoso periférico para reposição hidroeletrolítica, rotina de abdome agudo.
Questão 169 Esof agite Eosinof ílica História Clínica e Achados Endoscópicos
Homem de 27 anos com história de impactação alimentar e disfagia para sólidos de forma intermitente há 05 anos.
Esofagogra a e manometria são normais. Endoscopia revela múltiplos anéis circunferenciais por todo esôfago. Foram
realizadas múltiplas biopsias. Qual achado histopatológico que será encontrado?
A Esofagite aguda.
B Infiltrado linfocítico.
C Infiltrado eosinofílico.
Questão 170 Manometria Esof ágica T ratamento Clínico da DRGE Cintilograf ia e Exames Radiológicos
I. A endoscopia digestiva alta é recomenda apenas no paciente com alto risco de complicação ou nos pacientes com
sintomas de complicações.
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II. A manometria esofágica é recomendada no pré-operatório, mas não tem função no diagnóstico.
III. Em pacientes com sintomas típicos de pirose retroesternal e regurgitação, pode-se inferir o diagnóstico e iniciar
tratamento empírico com bloqueadores de bomba de prótons.
IV. Seriografias contrastadas de esôfago-estômago-duodeno (EED) devem ser realizadas para auxiliar no diagnóstico.
Observe as imagens radiográ cas a seguir. (VER IMAGENS) Um menino de 10 anos de idade está sendo atendido porque
ingeriu um objeto estranho de 3 cm de comprimento há doze horas. As imagens radiológicas con rmaram o acidente.
Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, a conduta a ser adotada no momento.
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A Administração de laxante oral para acelerar a eliminação do corpo estranho.
B Colonoscopia imediata para retirada do corpo estranho pelo risco de perfuração do cólon em seu ângulo
esplênico.
C Endoscopia digestiva alta imediata para retirada do corpo estranho, que se encontra fixo no ângulo de Treitz.
E Laparoscopia para conduzir o corpo estranho até o reto para ser retirado.
Questão 172 Fisiopatologia e Fatores de Risco Endoscopia Digestiva Alta EDA Manif estações Clínicas
Homem de 35 anos, apresenta-se para consulta com queixa de queimação retroesternal ascendente há 6 meses, cerca de
3 vezes por semana, principalmente após alimentar-se, com piora após ingestão de café e chocolate. Alívio parcial com uso
de hidróxido de magnésio. Nega disfagia, odinofagia, hematêmese ou melena. Ganho de peso no último ano (IMC-34).
História familiar: pai com infarto agudo do miocárdio aos 60 anos.
C A endoscopia digestiva alta apresenta alta sensibilidade para diagnóstico de doença do refluxo gastroesofágico.
D A melhora parcial dos sintomas com inibidor da bomba de próton por 4 semanas sugere fortemente o
diagnóstico de doença do refluxo gastroesofágico.
E A taxa de recorrência dos sintomas de refluxo gastroesofágico após um tratamento otimizado por 8 semanas é
baixa.
Essa questão po ssui co mentário do pro fesso r no site 4 00006213 0
Questão 173
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Manometria Esof ágica Sintomas Atípicos Hérnia Hiatal por Rolamento Paraesof ágica ou T ipo II
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Em relação ao Refluxo Gastroesofagiano (RGE), assinale a afirmativa CORRETA.
B Halitose, otalgia, problemas dentários e alterações da voz não fazem parte dos sintomas da doença do RGE.
C A manometria é o exame ideal para qualificar o RGE e correlacioná-lo com os sintomas do paciente.
D A presença de hérnia hiatal paraesofagiana (tipo II) é praticamente obrigatória nos casos de RGE severo.
Questão 174 Métodos Complementares T ratamento Clínico da DRGE Manif estações Clínicas
I – Os sintomas atípicos da DRGE surgem por ação lesiva no esôfago ou por re exos induzidos por estimulação de
receptores específicos, geralmente por via vagal. Entre eles, destacam-se tosse, dor torácica tipo anginosa e rouquidão.
II – A endoscopia digestiva alta permite diagnosticar o re uxo gastroesofágico com especi cidade acima de 90% e está
indicada nos casos em que há sinais de alarme, como perda de peso e disfagia progressiva.
IV – Entre as medidas não farmacológicas para o controle da DRGE, apenas a elevação da cabeceira e a perda de peso
tiveram significância em estudos controlados.
V – Em revisões sistemáticas, o pantoprazol e o lansoprazol tiveram e cácia superior ao omeprazol no controle da pirose,
da taxa de cicatrização e de recidivas dos sintomas. Estão corretas:
A I e III, somente.
B II e V, somente.
C I e II, somente.
D II e IV, somente.
E II e III, somente.
C Manometria esofágica.
E RX contrastado.
Paciente do sexo masculino de 48 anos, sem comorbidades e com IMC de 26 kg/m², é portador da doença do re uxo
gastroesofágico há 20 anos. Não realiza tratamento regular. Neste mês, o paciente fez uma endoscopia que evidenciou o
esôfago de Barret. O histopatológico da biópsia realizada con rma a metaplasia e descreve uma displasia de alto grau. O
exame histopatológico foi assinado por dois patologistas. A conduta mais adequada é:
A Indicar esofagectomia.
Homem de 48 anos com dor epigástrica e subesternal em queimação crônica (há 4 meses). Relata que os sintomas pioram
ao deitar-se e após refeições. Nega di culdade para engolir ou perda de peso. Usou inibidor da bomba de prótons
regularmente nas últimas 6 semanas com melhora parcial dos sintomas. Relata, ainda, sibilância e rouquidão pela manhã. O
resto da história e exame clínico é normal. Em se tratando de re uxo gastroesofágico, dos mecanismos a seguir, sempre
contribuem para esse processo patológico, EXCETO:
D Hérnia hiatal.
Senhor Paulo, 60 anos com queixas de re uxo gastro-esofágico, realizou endoscopia digestiva alta (EDA). A EDA mostra,
além da esofagite, presença de epitélio de Barret cuja biópsia revelou metaplasia intestinal. Após tratamento clínico realizou
nova endoscopia que apresentou o mesmo resultado. A conduta mais adequada para este paciente é:
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A Medidas clínicas antirrefluxo e EDA se houver mudança da sintomatologia.
Paciente do sexo feminino, 28 anos, obesa, vem ao ambulatório com queixa de pirose crônica, principalmente após
alimentação copiosa, rica em gordura e condimentados. Ela traz consigo endoscopia digestiva alta que evidencia esôfago
de elasticidade preservada, com transição esôfago-gástrica a nível do pinçamento diafragmático, apresentando lesões
avermelhadas semelhantes à mucosa gástrica em seu terço distal, cuja biópsia evidenciou tratar-se de metaplasia colunar. O
estômago encontrava-se hiperemiado (gastrite enantematosa), sem outras lesões. Analise as assertivas abaixo e assinale a
alternativa INCORRETA:
I. A esofagomanometria é o exame de maior sensibilidade para diagnosticar a patologia de base do paciente acima;
III. O esofagograma contrastado e a Phmetria esofagiana são exames dispensáveis na avaliação do caso acima;
IV. Caso o tratamento não seja adequado, há possibilidade de evolução do caso para carcinoma escamocelular de
esôfago;
D A assertiva IV não é correta já que a neoplasia de evolução provável no caso é o linfoma esofagiano.
Questão 180 Ingestão de Bases Fortes Esof agite Cáustica Endoscopia Digestiva Alta
Assinale a alternativa CORRETA. Nas lesões cáusticas do esôfago, a endoscopia digestiva alta:
E não é recomendada.
Homem, 44 anos, com tosse crônica, laringite e asma, procura atendimento médico por pirose frequente, sem melhora
com medidas antirrefluxo e inibidores de bomba de prótons. Qual o exame inicial para definição diagnóstica?
A pHmetria de 24h.
C Manometria.
Questão 182 Fisiopatologia e Fatores de Risco O Esf íncter Esof ágico Inf erior EEI
Medicamentos utilizados na prática clínica podem interferir na pressão do esfíncter esofágico e possibilitar re uxo. O
medicamento que diminui a pressão do esfíncter esofagiano é:
A Diazepam.
B Antiácido.
C Baclofen.
D Domperidona.
Homem com 35 anos de idade, obeso, com hérnia de hiato, é acompanhado clinicamente há cerca de dez anos. Sua última
endoscopia de controle mostrou esofagite com esôfago de Barrett em uma extensão de cerca de 5 cm. Foram colhidas
biópsias cujo resultado foi metaplasia de Barrett. A conduta inicial para o seguimento deste paciente é:
Questão 184 Disf agia Esof ágica Disf agia de Condução História Clínica e Achados Endoscópicos
Paciente adulto, jovem (25 anos), atópico, com história recorrente de disfagia para sólidos e um episódio de impactação
alimentar. Endoscopia digestiva mostra pápulas brancas, múltiplos anéis concêntricos e a biópsia deve con rmar o
diagnóstico de:
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A esofagite eosinofílica.
B candidíase esofagiana.
C estenose péptica.
D esofagite herpética.
Questão 185 Esof agite por Citomegalovírus CMV Esof agite Inf ecciosa
Um paciente com SIDA apresenta-se com queixas esofagianas e é submetido à endoscopia digestiva alta que revela a
presença de ulceração solitária, larga, com mucosa circundante normal. A maior probabilidade é de que se trate de infecção
por:
A Candida sp.
B Citomegalovírus.
C Helicobacter pylori.
D Herpes simples.
O avanço tecnológico e a miniaturização dos videogames zeram aumentar a incidência de acidentes com deglutição de
corpo estranho. A ingestão de baterias esféricas deve ser tratada com:
A Lavagem gástrica.
C Endoscopia.
D Antiácidos.
E Benzodiazepínico.
Questão 187 Manejo T erapêutico Ingestão de Bases Fortes Esof agite Cáustica
Ingestão de soda Cáustica: quais as medidas iniciais e o momento da endoscopia digestiva alta?
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A As substâncias corrosivas nas formas: sólida ou líquida costumam causar principalmente lesões em cavidade oral,
poupando o esôfago e mais grave no estômago; devendo a endoscopia ser solicitada de imediato.
B A endoscopia digestiva alta precoce nas lesões por soda cáustica é essencial, pois os achados endoscópicos
predizem exatamente a profundidade do tecido lesado, porém, não orienta a terapêutica inicial.
C O exame endoscópico é importante para o diagnóstico como também para a administração precoce de
neutralizadores ácidos evitando assim a perfuração do aparelho digestivo.
D Nas crianças com ingestão de soda cáustica a endoscopia digestiva alta só deve ser feita do quinto ao décimo
quinto dia após a ingestão, devido ao menor risco de perfuração.
E Apesar de controverso a endoscopia dentro de 12 a 14 horas após a ingestão de soda cáustica é necessária para
a documentação da extensão do dano e acompanhamento clínico, já que 80% dos estreitamentos ocorrem
dentro das primeiras oito semanas.
Essa questão po ssui co mentário do pro fesso r no site 4 0000254 97
Questão 188 Objetos não T raumáticos no Esôf ago Ingestão de Corpo Estranho
Na ingesta acidental de corpo estranho (moeda) por uma criança maior de 5 anos devemos:
D Observar e acompanhar, com RX seriados, o tamanho, localização e progressão do corpo estranho, assim como
qualquer sinal de abdome agudo obstrutivo ou suboclusivo;
E Internar e realizar enemas e administrar laxantes para acelerar a eliminação do corpo estranho.
A esofagite cáustica por ingestão de medicamentos pode ser causada por clindamicina, anti- in amatórios não esteroidais,
comprimidos de cloreto de potássio e vitamina C, entre outros, e pode ser prevenida pela ingestão de vários goles de água
(antes e após a ingestão de medicamento) e pela manutenção de posição ortostática após a ingestão da medicação.
A Certo.
B Errado.
1 B 2 D 3 B 4 C 5 A 6 D 7 B 8 B 9 C 10 C 11 A
12 B 13 B 14 C 15 A 16 D 17 C 18 E 19 B 20 E 21 D 22 C
23 D 24 B 25 A 26 D 27 B 28 C 29 B 30 E 31 D 32 A 33 B
34 A 35 D 36 D 37 A 38 C 39 C 40 D 41 A 42 A 43 E 44 D
45 A 46 E 47 D 48 A 49 E 50 D 51 B 52 E 53 A 54 A 55 C
56 A 57 C 58 C 59 E 60 B 61 A 62 B 63 A 64 C 65 C 66 C
67 C 68 D 69 A 70 D 71 C 72 B 73 C 74 A 75 A 76 C 77 A
78 D 79 C 80 E 81 E 82 E 83 C 84 A 85 D 86 A 87 C 88 B
89 E 90 D 91 E 92 D 93 C 94 B 95 E 96 C 97 D 98 B 99 D
100 A 101 A 102 A 103 C 104 A 105 B 106 D 107 C 108 C 109 E 110 B
111 A 112 D 113 B 114 E 115 B 116 A 117 D 118 C 119 C 120 C 121 C
122 B 123 B 124 C 125 A 126 A 127 D 128 C 129 D 130 C 131 C 132 A
133 D 134 B 135 B 136 B 137 A 138 C 139 C 140 D 141 C 142 C 143 B
144 D 145 A 146 D 147 B 148 C 149 C 150 D 151 E 152 C 153 C 154 E
155 B 156 A 157 C 158 C 159 E 160 C 161 B 162 D 163 C 164 B 165 E
166 C 167 B 168 D 169 C 170 D 171 D 172 B 173 A 174 C 175 A 176 A
177 D 178 B 179 D 180 A 181 E 182 A 183 D 184 A 185 B 186 C 187 E
188 C 189 A
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