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Entendendo a Inflamação Aguda e Crônica

[1] O documento discute os processos inflamatórios agudos e crônicos, incluindo os mecanismos envolvidos, sinais e sintomas característicos, e mediadores químicos liberados. [2] Também aborda os conceitos-chave de inflamação, classificação de inflamação aguda, crônica e subaguda, e aspectos gerais da inflamação aguda, como células imunológicas envolvidas e duração do processo. [3] O objetivo é fornecer

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Entendendo a Inflamação Aguda e Crônica

[1] O documento discute os processos inflamatórios agudos e crônicos, incluindo os mecanismos envolvidos, sinais e sintomas característicos, e mediadores químicos liberados. [2] Também aborda os conceitos-chave de inflamação, classificação de inflamação aguda, crônica e subaguda, e aspectos gerais da inflamação aguda, como células imunológicas envolvidas e duração do processo. [3] O objetivo é fornecer

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22/02/2023 15:03 lddkls221_cie_mor_sis_imu_hem

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NÃO PODE FALTAR

INFLAMAÇÃO AGUDA E CRÔNICA


Aline Coelho Quezadas

CONVITE AO ESTUDO

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Chegamos em um momento da nossa disciplina que estudaremos um pouco mais acerca dos
fenômenos envolvidos no processo inflamatório, no reparo tecidual relacionado à regeneração e
à cicatrização e, em adição, você compreenderá os mecanismos de ação dos agentes
carcinogênicos associados ao aparecimento de neoplasias.

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A inflamação é um assunto de alta relevância e de crucial entendimento a todos os profissionais

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da área da saúde que, em todos os momentos de sua atuação, irão se deparar com diversas
doenças e situações clínicas que envolvem processos inflamatórios tanto agudos quanto
crônicos.

Todas as nossas células são constantemente expostas à estímulos nocivos, mas nem sempre que
sofrem uma lesão elas morrem. Felizmente possuímos mecanismos de reparo tecidual que
permitem que nosso organismo seja capaz de se recuperar diante de uma lesão associada à
regeneração e à cicatrização. O objetivo do reparo tecidual nem sempre é criar uma estrutura
idêntica à fase anterior do dano, mas, sim, de tentar manter a maior funcionalidade da estrutura
possível.

Para finalizar, abordaremos os mecanismos envolvidos no aparecimento de neoplasias. Câncer é


uma palavra que assusta muito as pessoas, mas o real entendimento de seus fundamentos,
classificação, diagnóstico e tratamento pode dar as ferramentas necessárias para uma melhor
intervenção e, consequentemente, uma maior qualidade de vida ao paciente.

Vamos caminhar juntos no entendimento de todos esses tópicos.

PRATICAR PARA APRENDER


Esta seção é dedicada ao entendimento dos aspectos fundamentais envolvidos no processo
inflamatório em todas as suas etapas.

O processo inflamatório está presente em nossas vidas desde o momento em que nascemos.
Quando você nasceu, foram coletadas algumas gotinhas de sangue de seu calcanhar para o
exame do pezinho, um exame que é capaz de detectar precocemente uma série de doenças
graves. O momento da coleta do sangue já gerou na área do calcanhar um processo inflamatório
pois a entrada da agulha em seus tecidos gerou uma lesão.

Seu sistema imunológico possui o processo inflamatório como a segunda linha de defesa da
imunidade inata, que possui esse nome, porque você já nasce com essa propriedade de defesa
contra os agentes nocivos. Quase que de forma imediata se inicia uma resposta inflamatória
aguda.

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A resposta inflamatória aguda envolve a liberação de muitos mediadores químicos e a


manifestação de uma série de sintomas característicos da inflamação. Geralmente esse processo
durará em torno de três dias e o organismo se encaminha para a reparação tecidual.

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A inflamação aguda não dura muito tempo, mas provavelmente você já ouviu falar que existem
pessoas que possuem processos inflamatórios crônicos que duram muito mais do que alguns

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dias e, assim, provavelmente, há o envolvimento de outros fatores que não permitem que o
corpo consiga se recuperar.

Diante desse contexto, imagine que você estava dando uma palestra em uma UBS sobre
primeiros socorros, como componente de seu estágio em atenção primária, e ao final de sua
apresentação você abriu o espaço para perguntas e uma pessoa, bastante interessada,
perguntou-lhe por que quando fazemos um corte na pele, a região fica inchada, avermelhada e
dolorida.

A pessoa não tinha interesse em saber como curar o ferimento, mas, sim, conhecer os
mecanismos que levam à manifestação desses sintomas tão característicos do processo
inflamatório.

Você seria capaz de responder a essa pergunta?

Ao final desta seção você será capaz de explicar os mecanismos envolvidos no aparecimento dos
sinais flogísticos da inflamação, assim como identificar os mediadores químicos liberados
durante o processo e as diferenças entre inflamação aguda e crônica. Bons estudos!

CONCEITO-CHAVE

INFLAMAÇÃO
Se você perguntar para alguém se o processo inflamatório é bom, provavelmente essa pessoa irá
lhe responder que não e, certamente, lembrará de alguma doença ou inflamação que tenha
sofrido e da dor e outros sintomas desagradáveis e indesejáveis associados. A inflamação pode
parecer ruim, mas, na verdade, faz parte do mecanismo de defesa inato do nosso organismo
contra agentes que potencialmente possam causar danos, sejam eles infecciosos ou não.

A inflamação tem duas características essenciais, assim, é inespecífica e imediata.

Existem cinco sinais cardinais clássicos do processo inflamatório que são:

• Dor.

• Calor.

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• Rubor.

• Edema.

• Perda de função.

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Figura 4.1 | Tecido inflamado

Fonte: Wikimedia Commons.

A inflamação pode ser classificada de acordo com o tempo que leva o processo. Assim, a
inflamação pode ser:

• Aguda.

• Crônica.

• Subaguda.

A inflamação aguda ocorre imediatamente após a lesão e pode durar alguns dias. A inflamação
crônica pode durar meses ou até anos quando a inflamação aguda não teve resolução. Ainda,
pode ocorrer outro tipo de inflamação, mencionada em diversos estudos, que é a subaguda,
configurando um período de transformação de aguda para crônica com duração entre 2 a 6
semanas.

Figura 4.2 | Classificação da inflamação

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Aguda Crônica Subaguda

• Ocorre imediatamente • Ocorre quando a inflamação • Período de transição entre


após a lesão. aguda não teve solução. inflamação aguda e crônica.

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• Dura alguns dias. • Pode durar meses ou até • Dura entre duas e seis

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mesmo anos. semanas.

Fonte: elaborada pela autora.

ASPECTOS GERAIS DA INFLAMAÇÃO AGUDA


Quando falamos especificamente da inflamação aguda, estamos falando de um processo que
ocorrerá após uma lesão e que envolverá a liberação de mediadores químicos conhecidos como
citocinas, que irão promover a migração de células especializadas do sistema imunológico para o
local da lesão.

As células que migrarão para a região são:

• Neutrófilos.

• Macrófagos.

Os neutrófilos e os macrófagos são glóbulos brancos ou leucócitos ativos durante o processo de


inflamação agudo, depois de um período migrarão outros tipos celulares para a região,
configurando uma inflamação crônica.

Figura 4.3 | Neutrófilo

Fonte: adaptada de Wikimedia Commons.

ASSIMILE

Os neutrófilos são as primeiras células do sistema imunológico que chegam ao local do


processo inflamatório e possuem a função de fagocitar e destruir as bactérias e outros
patógenos presentes no local da lesão. São o tipo mais abundante de glóbulos brancos
presentes no sangue de um indivíduo e possuem a capacidade de se mover rapidamente para
os tecidos lesados ou infeccionados.

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A inflamação aguda é considerada uma resposta adaptativa imediata com uma especificidade
limitada que pode ser causada por vários estímulos nocivos, como:

• Infecção.

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• Dano ao tecido.

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• Necrose tecidual.

Em geral, a inflamação aguda é considerada benéfica e isso pode ser observado em diversas
condições e doenças, mas a resposta inflamatória pode se tornar prejudicial se não estiver
controlada.

EXEMPLIFICANDO

A sepse é considerada uma situação potencialmente fatal, em que a resposta inflamatória


perdeu o controle e começa a causar danos nos próprios tecidos, dessa forma, os órgãos e
estruturas começam a perder a funcionalidade podendo levar ao choque séptico em que
ocorre uma queda da pressão arterial, levando o indivíduo à morte. Nessas condições há a
necessidade de tratamento com antibióticos potentes.

FASES DA INFLAMAÇÃO AGUDA


O processo inflamatório agudo envolve muitos processos e a liberação de mediadores químicos e
efetores que levam à manifestação dos sinais cardinais da inflamação.

O início do processo acontece pela presença de indutores que podem ser:

• Agentes infecciosos.

• Corpos estranhos.

• Tecidos danificados.

• Tecidos necróticos.

A presença dos indutores irá promover a ativação de sensores, que são moléculas altamente
especializadas na estimulação de mediadores químicos capazes de induzir a dor, inibir ou ativar o
processo inflamatório e o reparo de danos e, em adição, ainda podem ativar os tecidos e suas
células. É importante lembrar que, independentemente do agente etiológico que gerou o
processo inflamatório, o objetivo da inflamação sempre será o de restaurar a homeostase do
indivíduo.

O processo inflamatório envolve aspectos de diversos tipos:

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• Vasculares.

• Celulares.

• Mediadores.

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• Reguladores.

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• Exudativos.

• Proliferativos.

Esses processos podem ser resumidos em algumas fases, como:

• Irritativa.

• Vascular.

• Exsudativa.

• Necrótica.

• Reparativa.

A fase irritativa envolve a ativação de glóbulos brancos para combater os antígenos ou


microrganismos invasores. A fase vascular envolve uma alteração no diâmetro dos vasos
sanguíneos e no fluxo sanguíneo, com um aumento da permeabilidade vascular e exsudação de
plasma e de células para o meio extravascular na fase exsudativa, gerando o famoso edema ou
inchaço.

Na fase necrótica, há o processo de morte dos tecidos inflamados. É sempre válido ressaltar que
a morte celular por necrose gera ruptura da membrana plasmática e sempre leva à processos
inflamatórios.

A última fase é a reparativa em que se tem a regeneração dos tecidos ou até mesmo a
cicatrização com a formação de tecido fibroso.

MEDIADORES QUÍMICOS DA INFLAMAÇÃO


Em 1927, um pesquisador chamado Thomas Lewis (1927) foi o primeiro a supor uma ação de
mediadores químicos na inflamação.

Figura 4.4 | Thomas Lewis

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Fonte: Wikimedia Commons.

Para subsidiar suas hipóteses, ele realizou um simples experimento no antebraço de um


indivíduo fisiologicamente saudável pressionando um objeto pontiagudo e observando as
seguintes manifestações:

• Aparecimento de hiperemia dentro de segundos ao longo da área riscada.

• Aparecimento de um halo em torno da linha inicial.

• Tumefação e embranquecimento.

O pesquisador ainda percebeu que se houvesse uma secção dos nervos sensitivos da pele do
indivíduo, o halo vermelho sumia, mas a hiperemia e o edema não desapareciam.

Dessa forma, ele sugeriu que uma substância era liberada pelos tecidos lesados e levava a uma
vasodilatação. Quanto ao edema, ele correlacionou com um aumento na permeabilidade
vascular devido à vasodilatação.

Existem alguns mediadores químicos bem conhecidos relacionados a ações nos vasos
sanguíneos:

• Histamina e serotonina – Relacionadas com o aumento da permeabilidade pela vasodilatação.

• Proteases plasmáticas - Aumentam a permeabilidade dos vasos sanguíneos pela liberação da


histamina de mastócitos e plaquetas. Causam a síntese de bradicinina que é vasodilatadora.

• Metabólitos do ácido araquidônico – Promovem vasoconstrição (tromboxano), vasodilatação


(prostaciclina) e alterações na permeabilidade vascular.

• Constituintes lisossômicos – Causam aumento na permeabilidade vascular.

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• Radicais livres de oxigênio – Aumentam a permeabilidade vascular.

• Fator ativador de plaquetas – Causa um aumento da permeabilidade e vasodilatação, além de


estimular a síntese de prostaglandinas e leucotrienos.

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• Citocinas – Estimulam a síntese de vasodilatadores.

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ASPECTOS GERAIS DA INFLAMAÇÃO CRÔNICA
A inflamação crônica pode, também, ser conhecida como inflamação de longo prazo, pois pode
perdurar períodos prolongados que podem variar de meses a anos.

Muitas das características da inflamação aguda continuam quando a inflamação passa a ser
considerada crônica como:

• Vasodilatação.

• Aumento do fluxo sanguíneo.

• Aumento da permeabilidade vascular.

• Migração de células inflamatórias para o tecido lesado.

Contudo, a composição dos glóbulos brancos será diferenciada, à medida que os neutrófilos que
possuem uma vida curta passam a ser substituídos por macrófagos e linfócitos que produzem
citocinas, fatores de crescimento e enzimas os quais contribuem para o reparo e, em algumas
situações, com a formação de fibrose e granuloma.

Em geral, os efeitos da inflamação crônica podem variar de acordo com a causa da lesão que
pode ser:

• Depressão do sistema imunológico.

• Exposição a um irritante ou material específico.

• Doença ou distúrbio autoimune.

• Episódios recorrentes de inflamação aguda.

• Indutores inflamatórios.

• Distúrbios autoinflamatórios.

REFLITA

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Será que as diferenças entre a inflamação aguda e crônica residem apenas no tempo que cursa
o processo inflamatório ou será que existem outros fatores que podem influenciar nessa
classificação?

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Chegamos ao encerramento desta importante seção que apresentou alguns aspectos gerais

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inerentes ao processo inflamatório agudo ou crônico. Continuem progredindo em seus estudos!

REFERÊNCIAS
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