Trigonometria: Funções e Relações Trigonométricas
Trigonometria: Funções e Relações Trigonométricas
Lei dos senos (analogia dos senos) Lei dos cossenos (Teorema de Carnot)
a 2 b2 c 2 2bc cos A
sin A sin B sin C
b2 a 2 c 2 2ac cos B
a b c
c 2 a 2 b2 2ab cos C
Propriedades
Se é um ângulo agudo,
Se é um ângulo agudo, sin cos 90º cos sin 90º
Se é um ângulo reto, sin 1 Se é um ângulo reto, cos 0
Se é um ângulo obtuso, sin sin 180º Se é um ângulo obtuso,
cos cos 180º
Resolução de triângulos
Elementos conhecidos Aplicar Nota:
LLL Comprimentos dos três lados O caso em que são conhecidas a medida do
Comprimento de dois lados e a Lei dos cossenos comprimento de dois lados e a medida da
LAL amplitude do ângulo por eles (Teorema de Carnot) amplitude do ângulo oposto a um desses
formado lados pode conduzir à existência de duas
ALA ou Comprimentos de um lado e soluções, esta situação resulta de não se tratar
Lei dos senos de uma caso de igualdade de triângulos.
LAA amplitude de dois ângulos
Ângulo generalizado
Um ângulo generalizado é um par ordenado , n , em que é um ângulo orientado ou um ângulo nulo e k é um número
inteiro, com k 0 se tiver orientação positiva e com k 0 se tiver orientação negativa.
O ângulo orientado , n pode ser interpretado como o resultado de rodar o lado extremidade k voltas completas, no
sentido determinado pelo sinal de k.
Amplitude do ângulo generalizado , n como sendo a k 360º , onde a é a amplitude, em graus, do ângulo orientado ou
angulo nulo .
Razões trigonométricas de alguns ângulos notáveis Círculo trigonométrico
30º / rad 45º / rad 60º / rad
6 4 3
1 2 3
Seno
2 2 2
3 2 1
Cosseno
2 2 2
3
Tangente 1 3
3
Razões trigonométricas, variação e sinal nos 4 quadrantes Graus – Radianos
1º quadrante 2º quadrante 3º quadrante 4º quadrante
Seno + + – – rad 180º
Cosseno + – – + 1 rad 57,2958º
Tangente + – + –
[Link] 1/2
geral@[Link]
matA11 – trigonometria e funções trigonométricas
[Link] 2/2
geral@[Link]
Geometria (11.o ano)
Trigonometria
Exercı́cios de Provas Nacionais e Testes Intermédios
Sabe-se que:
• o ponto A tem coordenadas (1,0);
• o ponto B pertence à reta de equação x = 1; C
• C é o ponto de intersecção da semirreta ȮB com a circunferência
trigonométrica;
π 1 α A
• AÔB = α, 0 < α < e cos α = . x
2 3 O
5. Na figura seguinte, está representado, num referencial o.n. xOy, o arco de circunferência AB, contido
no primeiro quadrante do plano cartesiano, cujo centro é a origem do referencial e cujo raio é igual a
r (r > 0).
[Link]
3/29
π 1 i πh
6. Sabe-se que sen α − = − e que α ∈ 0,
2 5 2
7π
Determine, sem recorrer à calculadora, o valor de tg (π − α) + 2 cos − +α
√ 2
a b
Apresente o resultado na forma , a ∈ Z, b ∈ N e c ∈ N
c
Exame – 2021, 2.a Fase
y
8. Na figura ao lado, estão representados, num referencial o.n. xOy, a
circunferência trigonométrica, a reta r de equação x = 1, e um ponto A,
de ordenada a (a > 1), pertencente à reta r
a A
Está também representada a semirreta ȮA , que intersecta a cir- B
cunferência trigonométrica no ponto B
1 √
(A) √ (B) a2 + 1
a2 +1
r
1 √
(C) √ (D) a2 − 1
a2 − 1
Exame – 2020, 1.a Fase
1
9. Qual é o valor de sen 3 arccos ?
2
√ √
3 2
(A) (B) (C) 0 (D) 1
2 2
Exame – 2019, 2.a Fase
[Link]
4/29
5π 2π π 2π
(A) − (B) − (C) − (D) −
6 3 3 6
Exame – 2019, 1.a Fase
1
12. Qual é o valor de arcsen(1) + arccos − ?
2
7π π 3π π
(A) (B) (C) (D)
6 6 4 4
Exame – 2018, 1.a Fase
Sabe-se que:
P
• os diâmetros [AC] e [BD] são perpendiculares;
• o ponto P pertence ao arco AB O α
C A
• [P Q] é um diâmetro da circunferência;
• o ponto R pertence a [OD] e é tal que [QR] é paralelo a [AC]
i π h Q R
Seja α a amplitude, em radianos, do ângulo AOP α ∈ 0, ;
2
Qual das seguintes expressões dá a área do triângulo [P QR], D
representado a sombreado, em função de α ?
[Link]
5/29
tg α − sen α cos α
(A) tg α − sen α cos α (B)
2
tg α sen α cos α
(C) − sen α cos α (D) tg α −
2 2
Exame – 2015, 1.a Fase (adaptado)
[Link]
6/29
Sabe-se que:
r B
• os pontos A e B pertencem à circunferência; C
• o ponto B tem coordenadas (0,1) α
A
• a reta r é tangente à circunferência no ponto B
• o ponto C é o ponto de interseção da reta r com O x
a semirreta ȮA
• α é a amplitude,
i π h em radianos, do ângulo AOB,
com α ∈ 0,
2
Qual das expressões seguintes representa, em função de α, a área da região a sombreado?
sen α − α tg α − α tg α α
(A) (B) (C) (D)
2 2 2 2
Exame – 2014, Ép. especial
P
17. Na figura ao lado, estão representados uma circunferência de centro
O e raio 2 e os pontos P , Q, R e S
α
Sabe-se que:
• os pontos P , Q, R e S pertencem à circunferência;
• [P R] é um diâmetro da circunferência; O
• PQ = PS
• α é a amplitude, em radianos, do ângulo QP R Q S
i πh
• α ∈ 0,
2
R
17.1. Mostre que a área do quadrilátero [P QRS], é dada em função de α, pela expressão
16 sen α cos α
i πh √
17.2. Para um certo número real θ, com θ ∈ 0, , tem-se que tg θ = 2 2
2
Determine o valor exato da área do quadrilátero [P QRS] correspondente ao número real θ, recorrendo
a métodos analı́ticos, sem utilizar a calculadora.
[Link]
7/29
18. Na figura seguinte, está representada, num referencial o.n. xOy, uma circunferência de centro O e raio 1
Sabe-se que: y
• os pontos A e B pertencem à circunferência;
• o ponto A tem coordenadas (1,0) B
• os pontos B e C têm a mesma abcissa;
α
• o ponto C tem ordenada zero;
• o ponto D tem coordenadas (−3,0) D C O A x
• α é a amplitude,
i π h em radianos, do ângulo AOB,
com α ∈ ,π
2
Qual das expressões seguintes representa, em função de α, a área do triângulo [BCD] ?
1 1
(A) (−3 − sen α) cos α (B) (−3 + sen α) cos α
2 2
1 1
(C) (3 + cos α) sen α (D) (3 − cos α) sen α
2 2
Exame – 2014, 1.a Fase
19. Qual
das
expressões seguintes designa um número real positivo, para qualquer x pertencente ao intervalo
3π
π, ?
2
cos x
(A) sen x + cos x (B) (C) tg x − sen x (D) sen x × tg x
tg x
[Link]
8/29
21.1. Mostre que a área do polı́gono [BCDQP ], representado a sombreado, é dada, em função de x, por
tg x sen x
2− +
2 2
3π 3
21.2. Para uma certa posição do ponto P , tem-se cos −x =−
2 5
Determine, para essa posição do ponto P , a área do polı́gono [BCDQP ]
Apresente o resultado na forma de fração irredutı́vel.
Sabe-se que: A
[Link]
9/29
y
23. Na figura ao lado, estão representados, num referencial o.n. xOy, o r
triângulo [OAB] e a reta r A
Sabe-se que:
• a reta r é definida por x = −3
• o ponto A pertence à reta r e tem ordenada positiva;
• o ponto B é o simétrico do ponto A em relação ao eixo Ox
α
• α é a amplitude, em radianos, do ângulo cujo lado origem é o
semieixo positivo Ox e cujo lado extremidade é a semirreta ȮA O x
iπ h
• α∈ ,π
2
(A) cos x = −0,5 (B) sen x = −0,5 (C) cos x = −0,9 (D) sen x = −0,9
[Link]
10/29
25. Na figura ao lado, está representado, num referencial o.n. xOy, o cı́rculo trigonométrico.
16(1 − tg x)
A B
• BC = 1
• CD = 1
• α é a amplitude, em radianos, do ângulo ADC
iπ h
• α∈ ,π A B
2
Mostre, recorrendo a métodos exclusivamente analı́ticos, que o perı́metro do trapézio [ABCD] é dado, em
1 − cos α
função de α, por 3 +
sen α
Exame – 2012, 1.a Fase
[Link]
11/29
D P
28. Relativamente à figura ao lado, sabe-se que:
• o segmento de reta [AC] tem comprimento 4
• o ponto B é o ponto médio de [AC] 2
• o segmento de reta [BD] é perpendicular a [AC]
x
• o arco de circunferência CD tem centro em B A C
2 B Q
Admita que um ponto P se desloca ao longo do arco CD, nunca coincidindo com C nem com D, e que
um ponto Q se desloca ao longo do segmento de reta [BC] de tal forma que [P Q] é sempre perpendicular
a [BC]
Para cada posição do ponto P , seja x a amplitude, em radianos, do ângulo CBP
i π h
Mostre que a área do triângulo [AP Q] é dada por 2 sen x(1 + cos x) x ∈ 0,
2
Teste Intermédio 12.o ano – 24.05.2012 (adaptado)
1
29. Seja θ um número real. Sabe-se que θ é uma solução da equação sen x = −
3
1
Qual das expressões seguintes designa uma solução da equação sen x = ?
3
π π
(A) π − θ (B) π + θ (C) −θ (D) +θ
2 2
Teste Intermédio 11.o ano – 9.02.2012
Sabe-se que:
B
• AB = 2
• AĈB = 30◦ 2
h
Seja α = B ÂC α 30◦
A C
[Link]
12/29
31. Na figura seguinte, está representado, num referencial o.n. xOy, o cı́rculo trigonométrico.
Sabe-se que:
y
• o ponto A tem coordenadas (1,0)
• o ponto B tem coordenadas (3,0)
P
Considere que um ponto P se move sobre a circun-
ferência. d
α
[Link]
13/29
(A) 2(cos θ + sen θ) (B) cos θ + sen θ (C) 2(1 + cos θ + sen θ) (D) 1 + cos θ + sen θ
Exame – 2011, 2.a Fase
34. Na figura ao lado, está representada uma circunferência de centro no ponto O e raio 1
Sabe-se que:
• o ponto A pertence à circunferência;
• os pontos O, A, e B são colineares;
• o ponto A está entre o ponto O e o ponto B Q
• o ponto P desloca-se ao longo da semirreta ȦB, nunca
coincidindo com o ponto A
A x P B
• d é a distância do ponto A ao ponto P O
1 d
• para cada posição do ponto P , o ponto Q é um ponto
da circunferência tal que a reta P Q é tangente à cir-
cunferência;
• x é a amplitude,
i π h em radianos, do ângulo
OP Q x ∈ 0,
2
1 − sen x
Sem recorrer à calculadora, mostre que d =
sen x
Teste Intermédio 12.o ano – 26.05.2011
1 i πh 3π 4
35. Determine o valor de 3 − sabendo que α ∈ 0, e que cos −α =−
tg α 2 2 5
Resolva este item sem recorrer à calculadora.
[Link]
14/29
y
37. Na figura ao lado, está representado o cı́rculo trigonométrico.
Sabe-se que:
2 P
• a reta r é tangente à circunferência no ponto A(1,0)
• a reta s passa na origem do referencial e intersecta a reta r no ponto s
P , cuja ordenada é 2
• o ponto Q, situado no terceiro quadrante, pertence à reta s
Seja α a amplitude, em radianos, do ângulo orientado, assinalado na
α
figura, que tem por lado origem o semieixo positivo Ox e por lado A
extremidade a semirreta ȮQ O x
Sabe-se que:
i πh
• α ∈ 0,
4
π
• α+β =
2
• α + θ = 2π
Qual das expressões seguintes é equivalente a sen α + sen β + sen θ ?
(A) 2 sen α + cos α (B) 2 sen α − cos α (C) − cos α (D) cos α
[Link]
15/29
39. Na figura seguinte, está representada, em referencial o.n. xOy, a circunferência de centro em O e raio 5
[Link]
16/29
41. Na figura ao lado, estão representados, num referencial o.n. xOy, uma y
circunferência e o triângulo [OAB].
B
Sabe-se que:
• a circunferência tem diâmetro [OA];
α
• o ponto A tem coordenadas (2, 0);
O 1 A x
• o vértice O do triângulo [OAB] coincide com a origem do refe-
rencial;
• o ponto B desloca-se ao longo da semicircunferência superior.
i πh
Para cada posição do ponto B, seja α a amplitude do ângulo AOB, com α ∈ 0,
2
Mostre, recorrendo a métodos exclusivamente analı́ticos, que o perı́metro do triângulo [OAB] é dado,
em função de α, por 2(1 + cos α + sen α)
x2 + y 2 + (z − 2)2 = 4
i πh
Para um certo valor de α pertencente ao intervalo 0, , o ponto P , de coordenadas ( tg α, sen α,2+cos α),
2
pertence à superfı́cie esférica E
[Link]
17/29
44. Em cada uma das figuras seguintes, está representado, no cı́rculo trigonométrico, a traço grosso, o lado
extremidade de um ângulo cujo lado origem é o semieixo positivo Ox
O x O x O x O x
[Link]
18/29
O
Qual das expressões seguintes representa, em função de x, a área
da parte sombreada?
π
(A) π − 2 sen x cos x (B) − 2 sen x cos x
2
sen x cos x
(C) π − sen x cos x (D) π −
2
Exame – 2009, 1.a Fase (adaptado)
y
48. Na figura ao lado está representado o cı́rculo trigonométrico.
Q P
Os pontos P e Q pertencem à circunferência, sendo P Q a reta
paralela ao eixo Ox. O ponto R pertence ao eixo Ox. O ângulo ROP
tem 53◦ de amplitude. 53◦
O R x
Qual é o perı́metro do triângulo [OP Q] (valor aproximado às décimas) ?
49. A Inês olhou para o seu relógio quando este marcava 10 h e 45 min.
Passado algum tempo, ao ver novamente as horas, a Inês concluiu que o ponteiro dos minutos tinha rodado
−3π radianos.
Num dos intervalos seguintes, esta equação tem apenas uma solução. Em qual deles?
h πi
π 3π 3π
(A) 0, (B) [0,π] (C) , (D) ,2π
2 2 2 2
[Link]
19/29
(A) 1 + sen θ (B) 1 + cos θ (C) cos θ + sen θ (D) 1 + cos θ + sen θ
Teste Intermédio 11.o ano – 29.01.2009
[Link]
20/29
B
56. Na figura está representado um triângulo [ABC] com
dois ângulos de amplitude α e um ângulo de amplitude β
β
Qual das igualdades seguintes é verdadeira, para
qualquer triângulo nestas condições? α α
A C
(A) cos β = sen (2α) (B) cos β = cos(2α) (C) cos β = − sen (2α) (D) cos β = − cos(2α)
(A) cos θ − sen θ (B) sen θ × cos θ (C) sen θ × tg θ (D) sen θ − tg θ
[Link]
21/29
59. Na figura seguinte estão representadas, em referencial o.n. xOy, uma reta e uma circunferência com centro
na origem e raio igual a 5
y
61. Na figura junta estão representados, em referencial o.n. xOy:
• o cı́rculo trigonométrico √
• a reta r, de equação x = 1 8 B
[Link]
22/29
y
O ponto P desloca-se ao longo da circunferência, no primeiro
quadrante.
O ponto Q desloca-se ao longo do eixo Ox, de tal modo que o P
triângulo [OP R] é sempre isósceles.
Sendo α a amplitude, em radianos, do ângulo ROP , qual das
α
expressões seguintes dá a área do triângulo [OP R], em função
O R x
de α ?
63. Da amplitude α de um certo ângulo orientado sabe-se que cos α < 0 e tg α > 0
1
64. Sabe-se que β ∈ R é uma solução da equação sen x =
5
1
Qual das expressões seguintes designa uma solução da equação cos x = − ?
5
π π
(A) π + β (B) + β (C) −β (D) − β
2 2
Teste Intermédio 11.o ano – 19.05.2006
y
65. Na figura ao lado está representado o cı́rculo trigonométrico.
Os pontos A, B e C têm coordenadas (1,0), (0,1) e (0, − 1), B
respetivamente.
P
O Ponto P desloca-se ao logo do arco AB, nunca coincidindo com
o ponto B.
Para cada posição do ponto P , seja x a amplitude do ângulo
x A
AOP , e seja f (x) a área do triângulo [OP C].
O x
Qual das expressões seguintes define a função f ?
sen x cos x
(A) (B)
2 2
C
sen x + cos x sen x. cos x
(C) (D)
2 2
[Link]
23/29
66. Na figura ao lado está representado, em referencial o.n. xOy, um arco AB, y
que está contido na circunferência de equação x2 + y 2 = 1.
A
O ponto C pertence ao eixo Ox e o segmento de reta [AC] é perpendicular
a este eixo.
α é a amplitude, em radianos, do ângulo AOB.
Qual é a expressão que dá o perı́metro da região sombreada, em função de α?
α
(A) π × α + sen α + cos α (B) π × α + sen α + 1 − cos α
O C B x
(C) 1 + α − sen α + cos α (D) 1 + α + sen α − cos α
67. Na figura ao lado, estão representadas uma semirreta ȦB e uma circunferência de centro O e de raio 1
(os pontos O, A e B são colineares; o ponto A pertence à circunferência.
[Link]
24/29
69. A Rita foi andar num carrossel. A figura ao lado ilustra a situação. M
Em cada volta, que se inicia no ponto A, a Rita descreve uma
circunferência com 5 metros de raio, centrada no ponto O, rodando
d(x)
no sentido indicado na figura.
A mãe da Rita ficou a observá-la de um ponto M , situado à R
distância de 8 metros de O e tal que o ângulo AOM é reto. B
Para cada posição R, da Rita, fica determinado um ângulo de 8
amplitude x, medida em radianos, que tem como lado origem a
semirreta ȮA e como lado extremidade a semirreta ȮA. x C
A
Mostre que, para cada valor de x, a distância d(x), da Rita à O 5
mãe, é dada, em metros, por
√
89 − 80 sen x
70. Na figura ao lado está representado um trapézio retângulo [ABCD], cujas bases têm 10 e 30 unidades de
comprimento e a altura tem 10 unidades de comprimento.
Considere que um ponto P se desloca sobre o segmento
[AB]. B 10 C
Para cada posição do ponto P , seja x a amplitude, em
P
radianos, do ângulo P DA. 10
Pretende-se determinar o valor de x para o qual o seg-
mento [P D] divide o trapézio em duas figuras com a
mesma área. x
Qual das equações seguintes traduz este problema? A 30 D
1
71. Considere θ ∈ R. Sabendo que tg θ = , sem recorrer à calculadora, calcule o valor de 2 − 5 sen2 θ
2
Exame – 2003, 1.a fase - 2.a chamada (cód. 435) (adaptado)
[Link]
25/29
72.1. Mostre que a área do polı́gono [ABEG] é dada, em função de x, por 2(1 + sen x + cos x)
(Sugestão: pode ser-lhe útil considerar o trapézio [ACEG])
π
72.2. Determine a área do trapézio para x = 0 e para x =
2
Interprete geometricamente cada um dos valores obtidos.
P
73. Considere uma circunferência de centro C e raio 1, tangente a uma reta r.
Um ponto P começa a deslocar-se sobre a circunferência, no sentido indicado
na figura. Inicialmente, o ponto P encontra-se à distância de duas unidades
da reta r. C
[Link]
26/29
16
Pretende-se construir uma ponte, ligando duas margens
do lago, entre os pontos P1 e P2 , tal como a figura ilustra. 12
x A
y
77. Na figura ao lado estão representados, em referencial o.n. xOy:
• um quarto de cı́rculo, de centro na origem e raio 1
A
• uma semirreta paralela ao eixo Oy, com origem no ponto (1,0)
• um ponto A, pertencente a esta semirreta
• um ângulo de amplitude α, cujo lado origem é o semieixo positivo Ox e
cujo lado extremidade é a semirreta ȮA α
Qual das expressões seguintes dá a área da região sombreada, em função de α ? 0 1 x
π tg α π 2 tg α 2
(A) + (B) + (C) π + (D) π +
4 2 4 tg α 2 tg α
[Link]
27/29
Tem-se que: 1 1
• AB = BC = CD = 1
• AD ≤ 1 α
iπ πi
B C
Seja α a amplitude do ângulo ABC, α ∈ , 1
3 2
iπ πi
80.1. Mostre que, para cada α ∈ , , a área do trapézio é igual a ( sen α)(1 − cos α)
3 2
π
80.2. Determine a área do trapézios para α = e interprete geometricamente o resultado obtido, caracte-
2
rizando o quadrilátero que se obtém neste caso.
[Link]
28/29
81. Considere um triângulo retângulo [ABC], cujos catetos são [AB] e [BC]
Admita que se tem AB = 1 e que x designa a amplitude do ângulo BAC
81.1. Mostre que oi perı́metro do triângulo [ABC] é dado, para cada
πh
valor de x ∈ 0, , por C
2
1 + sen x + cos x
cos x
i πh π 3
81.2. Seja α ∈ 0, tal que cos +α =− x
2 2 5 A B
Determine o valor do perı́metro do triângulo [ABC] para este 1
valor de α
1 i π h
2 + tg x + x ∈ 0,
tg x 2 x
A D I G C
(Nota: Pode ser-lhe útil reparar que B EF
b = B AC)
b
A B
Os vértices A, B, C e D do retângulo pertencem à circunferência que
limita o canteiro. 5
x
Na figura também estão assinalados: H F
O
• dois diâmetros da circunferência, [EG] e [HF ], que contêm os
pontos médios dos lados do retângulo
• o centro O da circunferência D C
i π h
• o ângulo BOF , de amplitude x 0, G
2
Mostre que a área (em m2 ) da zona relvada é dada por 25(π − 4 sen x. cos x)
[Link]
29/29
84. Duas povoações, A e B, distanciadas 8 km uma da outra estão a igual distância de uma fonte de abaste-
cimento de água, localizada em F .
84.1. Tomando para unidade o quilómetro, mostre que o comprimento total da canalização é dado por
8 − 4 sen x
4+
cos x
4
(Sugestão: Comece por mostrar que P A = e que F P = 4 − 4 tg x)
cos x
84.2. Calcule o comprimento total da canalização para x = 0 e interprete o resultado obtido, referindo a
forma da canalização e consequente comprimento.
Sabe-se que:
B
• x é a amplitude do ângulo BCA;
• BC = 2
2
• [BH] é a altura relativa ao vértice B;
• AH = 1 x
A 1 H C
i πh
Mostre que a área de um triângulo [ABC] é dada, para cada valor de x ∈ 0, , por sen x(1 + 2 cos x)
2
Exame – 1998, Prova modelo (cód. 135) (adaptado)
[Link]
Geometria (11.o ano)
Trigonometria
Exercı́cios de Provas Nacionais e Testes Intermédios - Propostas de resolução
1. Designando por P o ponto pertencente ao segmento de reta [AB] com ordenada igual à do ponto C,
temos que [CP ] é a altura do triângulo [ABC], relativamente à base [AB], e assim, vem que:
• AB = tg α
1 1 1 2 1 2 √ √
• tg 2 α+1 = ⇔ AB +1 = ⇔ AB = −1 ⇔ AB = 9−1 ⇔ AB = 8 ⇔ AB = 2 2
cos2 α
1
2 1
3 9
1 2
• CP = xA − xC = 1 − cos α = 1 − =
3 3
E assim, a área do triângulo [ABC], é:
√ 2 √
AB × CP 2 2×
A[ABC] = = 3 =2 2
2 2 3
Exame – 2023, Ép. especial
2. Como a reta AB é tangente à semicircunferência no ponto T , e o segmento de reta [OT ] é um raio, então
as retas AB e OT são perpendiculares, pelo que os triângulos [OT A] e [OT B] são retângulos em T , cujas
hipotenusas são, respetivamente, os lados [OA] e [OB].
π
Como OT = 2 e T ÔB = − α, recorrendo à definição de cosseno, temos:
2
OT 2 2
• cos α = ⇔ cos α = ⇔ OA =
OA OA cos α
OT π 2 2 2
• cos T ÔB = ⇔ cos −α = ⇔ OB = π =
OB 1 OB cos −α sen α
2
2 × OA × OB 2 2 4
A[ABC] = = OA × OB = × =
2 cos α sen α sen α. cos α
Exame – 2023, 2.a Fase (adaptado)
2/37
BC BC
sen α = ⇔ sen α = ⇔ BC = 4 sen α α
AC 4 A C
4
AB AB
cos α = ⇔ cos α = ⇔ AB = 4 cos α
AC 4
AC 4
Como o raio da circunferência é metade do respetivo diâmetro, r = = = 2, temos que a área da
2 2
região é a diferença da área do semicı́rculo e da área do triângulo:
1
4. Como cos α = , temos que:
2
1 1 √
tg2 α + 1 = 2 ⇔ tg2 α + 1 = ⇔ tg2 α = 4 − 1 ⇔ tgα = ± 3
1 1
2 4
π √ √
Como 0 < α < então tgα = 3, e como o declive da reta s é a tangente da inclinação ms = tg α = 3,
2 √
e a reta s passa pela origem, é definida pela equação: y = 3x.
2 √
x= √
x = 2 3
3
3
⇔ ⇔
√
2
y = 3 √ y=2
3
Temos ainda que a abcissa do ponto A é:
√ √ √
3 3 2 2 3
x+1=0 ⇔ x = −1 ⇔ x = − √ ⇔ x = −
2 2 3 3
[Link]
3/37
BS + T A = OB − OS + OA − OT = r − r cos α + r − r sen α =
α
= r(1 − cos α + 1 − sen α) = r(2 − sen α − cos α) O T A x
[Link]
4/37
i πh
6. Representando no cı́rculo trigonométrico um ângulo de amplitude α ∈ 0, ,
2
1
tal que, sen α = − (como na figura ao lado), podemos verificar que y
5 1
π 1 1 5
sen α − = − cos α, ou seja, cos α = − − =
2 5 5
α
E, pela fórmula fundamental da trigonometria, vem:
O x
2
1 1 24 − 15
sen2 α + = 1 ⇔ sen2 α = 1 − ⇔ sen2 α = ⇔
5 25 25
r √ √
24 24 24
⇔ sen α = ± ⇔ sen α = ± ⇔ sen α =
25 5 α∈]0, π2 [ 5
Como cos β = cos(β + 2π), logo cos β = cos(β + 4π), e assim, temos que:
7π 7π
cos − + α = cos − + α + 4π = y
2 2
7π 8π π
= cos − +α+ = cos α + √
√
24
2 2 2 24
i πh − 5
5
α
Representando no cı́rculo trigonométrico um ângulo de amplitude α ∈ 0, ,
2 O x
1
tal que, cos α = (como na figura ao lado), podemos verificar que:
5
√
π 24
cos α + = − senα = −
2 5
[Link]
5/37
Base
BC = |3 sen (α + π)| = | − 3 sen α| = 3 sen α
BC × 2 × OC
A[ABC] = = 3 sen α × (−3 cos α) = −9 sen α cos α
2
Exame – 2021, 1.a Fase
8. Como o ponto A está sobre a reta definida pela equação x = 1, tangente à circunferência trigonométrica,
então a ordenada do ponto A é yA = tg α = a, sendo α o ângulo definido pelo semieixo positivo Ox e pela
semireta ȮA
Como o ponto B pertence à circunferência trigonométrica, tem coordenadas (cos α, sen α), ou seja, a
abcissa do ponto B é xB = cos α
1
Desta forma, como 1 + tg2 α = , tg α 6= 0, e cos α 6= 0, temos que a abcissa do ponto B:
cos2 α
r
1 1 1 1
1 + a2 = ⇔ xB 2 = ⇔ x B = ⇔ xB = √
xB 2 1 + a2 xB >0 1 + a2 1 + a2
Resposta: Opção A
π 1 1 π
9. Como cos = , então arccos = , e assim:
3 2 2 3
1 π
sen 3 arccos = sen 3 × = sen (π) = 0
2 3
Resposta: Opção C
[Link]
6/37
y
10. Simplificando a equação, temos:
1 cos π3
2 cos x + 1 = 0 ⇔ 2 cos x = −1 ⇔ cos x = −
2
π 1
Como cos = , podemos observar no cı́rculo trigo-
3 2
nométrico que:
π
− 12 O 3
π π 2π 1
cos −π + = − cos ⇔ cos − =− 1 x
3 3 3 2 2
− 2π
3
Pelo que a solução da equação no intervalo [−π, 0] é:
2π
x=−
3
π
Resposta: Opção B cos −π + 3
11. Como a soma dos ângulos internos de um triângulo é 180◦ , vem que:
E assim, calculando o valor de AB recorrendo à Lei dos senos, e arredondando o resultado às centésimas,
temos que:
sen AB̂C sen AĈB sen 81◦ sen 42◦ 5 × sen 42◦
= ⇔ = ⇔ AB = ⇒ AB ≈ 3,39
AC AB 5 AB sen 81◦
Resposta: Opção C
[Link]
7/37
13. Observando que os ângulos AOP e RQO têm a mesma amplitude (porque são ângulos de lados paralelos),
relativamente ao triângulo [P QR], vem que:
• QR = cos α
• OR = sen α
• a altura do triângulo, relativa ao lado [QR] é P
h = 2 × OR = 2 sen α O α
2sen α
sen α
Desta forma, a área do triângulo é: α
Q cos α R
QR × h cos α × 2 sen α 2 sen α cos α
A[P QR] = = = = sen α cos α
2 2 2
Resposta: Opção D
Exame – 2016, 2.a Fase (adaptado)
14. Identificando as medidas relevantes para o cálculo da área do trapézio, temos que:
• a base menor é a ordenada o ponto P , ou seja, OP = 1
• como R é um ponto do quarto quadrante, então temos que cos α > 0, pelo que a altura do trapézio
[OP QR] é: P Q = cos α
• como R é um ponto do quarto quadrante, então temos que sen α < 0, pelo que a base maior do
trapézio [OP QR] é: QR = 1 + (−sen α) = 1 − sen α
Desta forma, a área do trapézio é:
OP + QR 1 + 1 − sen α 2 − sen α
A[OP QR] = × PQ = × cos α = × cos α =
2 2 2
2 cos α − sen α cos α sen α cos α
= = cos α −
2 2
Resposta: Opção D
Exame – 2016, 1.a Fase
OC = 1 α , AB = sen α , OB = cos α e tg α = CD
Temos que a área do quadrilátero [ABCD] pode ser obtida pela diferença das áreas dos triângulos [OCD]
e [OAB],
OC × CD OB × AB
A[ABCD] = A[OAB] − A[OCD] = −
2 2
Assim, vem que:
1 × tg α cos α × sen α tg α − sen α cos α
A[ABCD] = − =
2 2 2
Resposta: Opção B
[Link]
8/37
16. O triângulo [OBC] é retângulo em B, OB = 1, e [BC] é o cateto oposto ao ângulo α, temos que:
BC BC y
tg α = ⇔ tg α = ⇔ tg α = BC
OB 1
Logo,
r B
OB × BC 1 × tg α tg α C
A[OBC] = = = α
2 2 2 A
A área do setor circular de centro O, raio 1 e amplitude α x
O
(delimitado pelo arco AB) é
α × 12 α
A= =
2 2
Como a área da zona sombreada (AS ) pode ser calculada como a diferença entre as áreas do triângulo
[OBC] e o setor circular de centro O e delimitado pelo arco AB, temos que
tg α α tg α − α
AS = A[OBC] − A = − =
2 2 2
Resposta: Opção B
Exame – 2014, Ép. especial
17.
17.1. Como o lado [P R] do triângulo [P QR] é um diâmetro da circunferência e o vértice Q pertence à mesma
circunferência, podemos garantir que o triângulo [P QR] é retângulo, sendo [P R] a hipotenusa.
Como a circunferência tem raio 2, vem que P R = 2 × 2 = 4, e assim, recorrendo à definição de seno
e cosseno temos:
QR QR
sen α = ⇔ sen α = ⇔ QR = 4 sen α
PR 4
PQ PQ
cos α = ⇔ cos α = ⇔ P Q = 4 cos α
PR 4
Como os lados [QR] e [P Q] são perpendiculares, temos que:
QR × P Q 4 sen α × 4 cos α
A[P QR] = = = 8 sen α cos α
2 2
Como o triângulo [P SR] é congruente com o triângulo [P QR] (ambos têm 1 ângulo reto e dois lados
iguais), vem que:
A[P QRS] = A[P QR] + A[P SR] = 2 × A[P QR] = 2 × 8 sen α cos α = 16 sen α cos α
[Link]
9/37
√ 1
17.2. Como tg θ = 2 2 e tg2 θ + 1 = , temos que:
cos2 θ
√ 2 1 1 1 1
2 2 +1= ⇔ 4×2+1= ⇔ 9= ⇔ cos2 θ = ⇔
cos2 θ cos2 θ cos2 θ 9
r
1 1 1
⇔ cos θ = ± ⇔ cos θ = ± ⇔π cos θ =
9 3 3
θ∈ 0,
2
E, pela fórmula fundamental da trigonometria, vem:
r √ √
2 1 2 1 2 8 8 2 2 2 2
sen θ+ = 1 ⇔ sen θ = 1− ⇔ sen θ = ⇔ sen θ = ± ⇔ sen θ = ± ⇔π sen θ =
9 9 9 9 3 3
θ∈ 0,
2
Finalmente, recorrendo expressão da área do quadrilátero [P QRS], deduzida antes, temos que:
√ √
2 2 1 32 2
16 × × =
3 3 9
Exame – 2014, 2.a Fase (adaptado)
18. Como y
• BC = sen α
• OC = cos α
B
Temos que DC = OD − OC = 3 − | cos α|
iπ h α
Como α ∈ ,π , logo cos α < 0, pelo que
2 D C O A x
| cos α| = − cos α
3π
19. Como x ∈ π, , temos que x é a amplitude de um ângulo do 3o quadrante.
2
Assim, temos que:
• sen x < 0
• cos x < 0
• tg x > 0
Assim, analisando cada uma das hipóteses, vem que:
• sen x + cos x < 0 (porque é a soma de valores negativos)
cos x
• < 0 (porque é o quociente de um valor negativo por um positivo)
tg x
• tg x−sen x > 0 (porque é a diferença entre um valor positivo e um negativo, ou de forma equivalente,
a soma de dois valores positivos)
• sen x × tg x < 0 (porque é o produto de um valor negativo por um positivo)
Resposta: Opção C
Teste Intermédio 11.o ano – 11.03.2014
[Link]
10/37
20. Como no intervalo [0,2π[ a equação sen x = 0,3 tem 2 soluções, então: y
Assim, temos que, no intervalo [−20π,20π[, a equação trigonométrica sen x = 0,3 tem 20+20 = 40 soluções.
Resposta: Opção B
21.
21.1. Como os ângulos DOC e AOP são ângulos verticalmente opostos, Q
x também é a amplitude do ângulo AOP . Como [OA] e [OQ] são
raios da semicircunferência, OA = OD = 1, e assim, recorrendo 1
à definição de seno e tangente temos: O x
A x D
QR QR R
sen x = ⇔ sen x = ⇔ QR = sen x
OQ 1 1
P
AP AP
tg x = ⇔ tg x = ⇔ AP = tg x
OA 1 B 2 C
E assim, temos que a área do polı́gono [BCDQP ] pode ser calculada como a soma das áreas do
triângulo [ODQ] com a do retângulo [ABCD] subtraindo a área do triângulo [OAP ]:
OD × QR AP × OA
A[BCDQP ] = A[ODQ] + A[ABCD] − A[OAP ] = + DC × BC − =
2 2
1 × sen x tg x × 1 sen x tg x tg x sen x
= +2×1− = +2− =2− +
2 2 2 2 2 2
[Link]
11/37
3π
21.2. Como cos − x = − sen x (como se pretende ilustrar na figura ao
2 y
lado), então temos que:
3π 3 3 3
cos − x = − ⇔ sen x = − − ⇔ sen x = 3π
2 5 5 5 −x
2
x
Assim, recorrendo à fórmula fundamental da trigonometria, vem:
O x
2
3 9 16 4 −x
+ cos2 x = 1 ⇔ cos2 x = 1 − ⇔ cos2 x = ⇔ cos x = ±
5 25 25 5
i πi 4
Como x ∈ 0, , então cos x > 0, e assim, temos que: cos x =
4 5
3
sen x 3
Calculando o valor da tangente de x, vem: tg x = = 5 =
cos x 4 4
5
DA DA
sen x = ⇔ sen x = ⇔ DA = sen x
CA 1 A
Por outro lado, como [DC] é o cateto adjacente, usando a definição de cosseno, temos:
DC DC
cos x = ⇔ cos x = ⇔ DC = cos x
CA 1
[Link]
12/37
23. Começamos por definir o ponto P (−3,0) e o ângulo AOP , cuja amplitude é π − α.
Assim, como sabemos que que OP = 3, podemos usar a definição de cosseno podemos calcular OA:
OP 3 3 y
cos(π − α) = ⇔ cos(π − α) = ⇔ OA =
OA OA cos(π − α) r
A
Como cos(π − α) = − cos α, temos que:
3 3 3
OA = ⇔ OA = ⇔ OA = −
cos(π − α) − cos α cos α
π−α α
Depois, calculamos AP recorrendo à definição de tangente: x
P O
AP AP
tg (π − α) = ⇔ tg (π − α) = ⇔ AP = 3 tg (π − α)
OP 3
Como tg (π − α) = − tg α, temos que:
B
AP = 3 tg (π − α) ⇔ AP = −3 tg α
y
5π 4π
24. Representando as amplitudes dos ângulos do intervalo ,
6 3
no cı́rculo trigonométrico, podemos verificar que, neste intervalo:
√
3 1
• − ≤ sen x ≤ 1
2 2 2
5π
1 6
• −1 ≤ cos x ≤ − − 12
2
√ √ −1 4π O x
3 3 3
Como − ≈ −0,87, temos que −0,9 < − , pelo que a
2 2
equação sen x = −0,9 não tem soluções no intervalo considerado. √
3
− 2
Resposta: Opção D
[Link]
13/37
25.
25.1. Como o cı́rculo representado é o cı́rculo trigonométrico, então,
temos que OP = 1, e que as coordenadas do ponto P são
y
(cos α, sen α)
B
Como o ponto Q é simétrico do ponto P relativamente ao cos α
eixo Oy então os dois pontos têm ordenadas iguais e abcissas P − cos α Q
simétricas, pelo que as
i πcoordenadas do ponto Q são (− cos α, sen α)
h
sen α α
e assim, como α ∈ ,π , ou seja, no segundo quadrante, temos
2
que cos α < 0, pelo que P Q = −2 cos α C O R A x
−2 cos α
Como o ponto R tem a mesma abcissa que o ponto Q, e
como α é um ângulo do segundo quadrante, sen α > 0, pelo que
RQ = sen α e como o ponto R pertence ao semieixo positivo Ox, D
vem que OR = − cos α
Desta forma, considerando a base maior do trapézio o lado [P Q], a base menor o lado [OR] e a altura
o lado [RQ], temos que a área (A) do trapézio é dada por:
[Link]
14/37
26. Definindo o ponto P , como o ponto médio do lado [AB], a área da região sombreada
D pode ser calculada C
como a diferença entre a área do quadrado e a soma das áreas de 8 triângulos retângulos (o triângulo
[AEP ] e os restantes 7 semelhantes a este):
G
A[AEBF CGDH] = A[ABCD] − 8 × A[AEP ]
H E F
Como P é o ponto médio de [AB], temos que AP = 2, podemos determinar
EP , recorrendo à definição de tangente de um ângulo:
EP EP x
tg x = ⇔ tg x = ⇔ EP = 2 tg x
AP 2
A 2 P B
Assim, calculando a área da região sombreada, vem:
2 AP × EP 2 × 2 tg x
A[AEBF CGDH] = A[ABCD] − 8 × A[AEP ] = AB − 8 × = 42 − 8 × =
2 2
= 16 − 8 × 2 tg x = 16 − 16 tg x = 16(1 − tg x)
Exame – 2012, 2.a Fase
27. Considerando um ponto P , sobre o lado [AB] do trapézio, tal que o segmento [DP ] seja perpendicular
π
ao lado [AB], consideramos o ângulo ADP com amplitude − α
2
D C
Como DP = 1, recorrendo à definição de cosseno, temos:
α
π DP 1
cos α − = ⇔ DA = α − π2
cos α − π2
2 DA
π
1
e como cos α − 2 = sen α, temos que: DA =
sen α A P B
π
1
Da definição de tangente de um ângulo, e como tg α − 2 =− temos:
tg α
π AP π AP 1
tg α − = ⇔ tg α − = ⇔ AP = −
2 DP 2 1 tg α
Logo, o perı́metro do trapézio é:
1 1
P[ABCD] = P B + BC + CD + DA + AP = 1 + 1 + 1 + + − =
sen α tg α
1 1 1 cos α 1 − cos α
=3+ − sen α = 3 + − =3+
sen α sen α sen α sen α
cos α
Exame – 2012, 1.a Fase
[Link]
15/37
30. Considerando que o altura assinalas na figura divide o triângulo [ABC] em dois triângulos retângulos
cujas hipotenusas são os lados [AB] e [C] e usando a definição de seno, temos que:
h h
sen α = ⇔ sen α = ⇔ h = 2 sen α
AB 2
B
1
E como sen 30◦ = , vem que:
2 2
h 1 h h
sen 30◦ = ⇔ = ⇔ BC = 2h ⇔
BC 2 BC α 30◦
A C
⇔ BC = 2 × 2 sen α ⇔ BC = 4 sen α
Resposta: Opção A
[Link]
16/37
31.
31.1. De acordo com a sugestão apresentada, como o ponto P se move sobre a circunferência que delimita
o cı́rculo trigonométrico, temos que as coordenadas do ponto P , são (cos α, sen α)
Assim como as coordenadas do ponto B são (3,0), a distância P B é:
p p
d = (cos α − 3)2 + ( sen α − 0)2 = cos2 α − 6 cos α + 9 + sen 2 α =
p √ √
= sen 2 α + cos2 α − 6 cos α + 9 = −6 cos α + 9 + 1 = 10 − 6 cos α
E assim, vem que:
√ √ 2
d= 10 − 6 cos α ⇒ d2 = 10 − 6 cos α ⇒ d2 = 10 − 6 cos α
31.2.
31.2.1. Resolvendo a equação no intervalo [0,2π[, temos que:
3
d2 = 7 ⇔ 10 − 6 cos α = 7 ⇔ −6 cos α = 7 − 10 ⇔ 6 cos α = 3 ⇔ cos α = ⇔
6
1 π π π
⇔ cos α = ⇔ cos α = cos ⇔ α = + 2kπ ∨ α = − + 2kπ, k ∈ Z
2 3 3 3
Como α ∈ [0,2π[, as soluções da equação correspondem aos valores de k = 0 e k = 1:
π π π
• k = 0: α = ∨ α = − , e ∈ [0,2π[
3 3 3
π π π 5π 5π
• k = 1: α = + 2π ∨ α = − + 2π, − + 2π = e ∈ [0,2π[
3 3 3 3 3
5π π
Assim, as soluções da equação d2 = 7 que pertencem ao intervalo [0,2π[ são e
3 3
1 √
31.2.2. Como tg2 α + 1 = e tg α = − 35, vem que:
cos2 α
√ 2 1 1 1
r
1 1
2
− 35 + 1 = ⇔ 35 + 1 = ⇔ cos α = ⇔ cos α = ± ⇔ cos α = ±
cos2 α cos2 α 36 36 6
i π h
Como α ∈ [0,π] e tg α < 0, então α é um ângulo do segundo quadrante α ∈ ,π , pelo que
2
1
cos α < 0, e assim temos que: cos α = −
6
Calculando o valor de d, correspondente, vem:
√
2 2 1
d = 10 − 6 cos α ⇔ d = 10 − 6 × − ⇔ d2 = 10 + 1 ⇔ d = ± 11
6
√
Como d > 0, vem que d = 11
[Link]
17/37
5π 5π
32. Como se trata de um cı́rculo trigonométrico, o ponto B tem coordenadas B cos , sen , porque o
3 3
2π 5π
segmento [OB], define com o semieixo postivo Ox um ângulo de π + = radianos.
3 3
Podemos considerar como a medida da base do triângulo OA = 1 e y
o valor absoluto da ordenada de B√como √
a medida da altura:
5π π 3 3
|yB | = sen = − sen = − =
3 3 2 2
2π
π+ 3
Assim, calculando a área do triângulo vem:
A O
√ x
3 √
OA × |yB | 1× altura
A[OAB] = = 2 = 3
2 2 4
B
Resposta: Opção A
y
33. Como OA = 1, usando as definições de seno e cosseno temos:
OE OE
sen θ = ⇔ sen θ = ⇔ OE = sen θ A
OA 1 E
EA EA
cos θ = ⇔ cos θ = ⇔ EA = cos θ O θ C
OA 1
x
E assim, o perı́metro da região sombreada é:
P[ABDE] = AO + OB + BD + DO + OE + EA D
B
Como AO = OB ; BD = EA e DO = OE, temos:
P[ABDE] = 2AO + 2EA + 2OE = 2 × 1 + 2 cos θ + 2 sen θ = 2(1 + cos θ + sen θ)
Resposta: Opção C
1 1 sen x 1 − sen x
⇔d= −1 ⇔ d= − ⇔ d=
sen x sen x sen x sen x
Teste Intermédio 12.o ano – 26.05.2011
[Link]
18/37
y
π 3π
36. Representando as amplitudes dos ângulos do intervalo , no
4 4
cı́rculo trigonométrico, podemos verificar que, neste intervalo:
√ √
2 2 3π
− ≤ cos x ≤ 4 π
2 2 4
√ √ x
2 O 2 0,9
Ou seja, a equação cos x = −0,9 não tem soluções no intervalo − 2 2
considerado.
Resposta: Opção C
y
37. Como a ordenada do ponto de interseção do prolongamento da reta OQ com
a reta tangente ao cı́rculo trigonométrico no ponto de coordenadas (1,0) é 2,
temos que tg α = 2 2 P
Assim, o valor de um ângulo cuja tangente é 2, pode ser calculado s
por:
tg−1 (2) ≈ 1,107
Como este valor corresponde a um ângulo do 1o quadrante, podemos obter α 1,107 A
um ângulo do 3o quadrante, cuja tangente também é 2, somando π à solução x
anterior: O
α = tg−1 (2) + π ≈ 4,25
Q r
Resposta: Opção B
[Link]
19/37
Resposta: Opção D
39.
39.1. Como OP = 5, usando as definições de seno e cosseno temos:
PR PR y
sen α = ⇔ sen α = ⇔ P R = 5 sen α
OP 5
r
OR OR
cos α = ⇔ cos α = ⇔ OR = 5 cos α P
OP 5
α
E assim, como P O = P Q, também P R = RQ, pelo que x
O R A Q
OQ = OR + RQ = 2OR; e a área do triângulo [OP Q] é dada
por:
OQ × P R 2 × 5 cos α × 5 sen α
A[OP R] = = = 25 sen α cos α = f (α)
2 2
i πh
39.2. Resolvendo a equação no intervalo 0, , temos que:
2
25 sen α cos α sen α
f (α) = 25 cos2 α ⇔ 25 sen α cos α = 25 cos2 α ⇔ =1 ⇔ =1 ⇔
cos2 α6=0 25 cos α cos α cos α
π π
⇔ tg α = 1 ⇔ tg α = tg ⇔ α = + kπ, k ∈ Z
4 4
π
Assim, no intervalo indicado, a única solução da equação é α = , (k = 0)
4
39.3. Como f (θ) = 5, temos que;
5 1
f (θ) = 5 ⇔ 25 sen θ cos θ = 5 ⇔ sen θ cos θ = ⇔ sen θ cos θ =
25 5
E assim, vem que:
1 5 2 7
( sen θ +cos θ)2 = sen2 θ +2 sen θ cos θ +cos2 θ = sen2 θ +cos2 θ +2 sen θ cos θ = 1+2× = + =
5 5 5 5
[Link]
20/37
40.
40.1. Analisando as figuras
podemos
i π i dividir o cálculo da altura em dois casos:
No primeiro caso, θ ∈ 0, , h = 3 − OC
2
Como OB = 3, recorrendo à definição de cosseno de um ângulo,
temos:
OC O
cos θ = ⇔ OC = 3 cos θ
3 C θ
B
e assim,
h = 3 − OC = 3 − 3 cos θ
A
iπ h
No segundo caso, θ ∈ ,π , h = 3 + OC
2
Como OB = 3, recorrendo à definição de cosseno de um ângulo, C
temos: B
π−θ
OC O
cos(π − θ) = ⇔ OC = 3 cos(π − θ) ⇔ OC = 3(− cos θ) ⇔
3 θ
⇔ OC = −3 cos θ
e assim,
h = 3 + OC = 3 + (−3 cos θ) = 3 − 3 cos θ A
Ou seja em ambos os casos, isto é, para qualquer θ ∈]0,π[, a altura h pode ser calculada como que
h(θ) = 3 − 3 cos(θ)
[Link]
21/37
41. Como o triângulo está inscrito numa semicircunferência é um triângulo retângulo. Sabemos que a hipo-
tenusa coincide com o diâmetro e tem comprimento 2 (OA = 2).
i πh
Logo, para cada valor de α ∈ 0, , o perı́metro do triângulo [OAB] é dado, em função de α, por:
2
P[OAB] = OA + AB + OB = 2 + 2 sen α + 2 cos α = 2(1 + cos α + sen α)
Exame – 2010, 1.a Fase
42. Relativamente ao triângulo retângulo [ABP ], do qual conhecemos a medida do cateto adjacente ao ângulo
x, usando a definição de cosseno e de tangente do ângulo x, temos:
AB 5 5 C
cos x = ⇔ cos x = ⇔ AP =
AP AP cos x
BP BP
tg x = ⇔ tg x = ⇔ BP = 5 tg x
AB 5 5
Temos ainda que P
BP + P C = 5 ⇔ P C = 5 − BP ⇔ P C = 5 − 5 tg x A x B
5
43. Como o ponto P pertence à superfı́cie esférica, as suas coordenadas verificam a equação que define a
superfı́cie esférica, pelo que:
2 2
( tg α) + ( sen α) + (2 + cos α − 2)2 = 4 ⇔ tg2 α + sen2 α + cos2 α = 4 ⇔
√
⇔ tg2 α + 1 = 4 ⇔ tg2 α = 3 ⇔ tg α = ± 3
i πh √ √ π
Como α ∈ 0, , então tg α = 3, pelo que α = tg−1 3 =
2 3
Desta forma, os valores numéricos das coordenadas do ponto P são:
√ ! √ !
π π π √ 3 1 √ 3 5
tg , sen ,2 + cos = 3, ,2 + = 3, ,
3 3 3 2 2 2 2
[Link]
22/37
π
44. Como um ângulo raso tem π radianos de amplitude, e < 3 < π, então um ângulo com amplitude de 3
2
radianos é um ângulo obtuso, ou um ângulo do 2o quadrante.
Resposta: Opção B
hπ πi y
45. Representando as amplitudes dos ângulos do intervalo , no 1
6 2
cı́rculo trigonométrico, podemos verificar que, neste intervalo:
1 1
≤ sen x ≤ 1 2 π
2 2 π
0,1 6
1 O x
Ou seja, como 0,1 < a equação sen x = 0,1 não tem soluções no
2
intervalo considerado.
Resposta: Opção D
46.
D P C
46.1. Considerando um ponto Q, sobre o lado [AB] do trapézio, tal que o seg-
mento [P Q] seja perpendicular ao lado [AB], e recorrendo à definição de
tangente, temos:
2 2
PQ 2 2
tg x = ⇔ tg x = ⇔ AQ =
AQ AQ tg x
x
2 2 Q
Como P C = DQ − DP = DQ − AQ = 2 − , vem que: A B
tg x
2
2+2−
AB + P C tg x 2
A[ABCQ] = × CB = ×2=4−
2 2 tg x
[Link]
23/37
π 15 15
46.3. Como cos α + = − sen α, vem que: − sen x = − ⇔ sen x =
2 17 17
Pela fórmula fundamental da trigonometria, temos que:
2 2
15 2 15 225 289 225
+ cos x = 1 ⇔ + cos2 x = 1 ⇔ cos2 x = 1 − ⇔ cos2 x = − ⇔
17 17 289 289 289
r
64 2 64 8
⇔ cos x = ⇔ cos x = ± ⇔ cos x = ±
289 289 17
iπ πh 8
Como x ∈ , , então cos x > 0 e assim cos x =
4 2 17
Temos ainda que:
15
sen x 15
tg x = = 17 =
cos x 8 8
17
π 15
Desta forma, se cos x + =− então a área da região sombreada correspondente é:
2 17
2 16 60 16 44
4− =4− = − =
15 15 15 15 15
8
Teste Intermédio 11.o ano – 27.01.2010
48. Como o ponto P pertence ao circunferência que delimita o cı́rculo trigonométrico, as suas coordenadas
são (cos 53◦ , sen 53◦ )
y
Considerando um ponto A, sobre o lado [P Q] do triângulo, tal que o ângulo
OAP seja reto, como a reta P Q é paralela ao eixo Ox e a circunferência Q A P
está centrada na origem, temos que P A = QA e como [P O] e [OQ] são raios
de um cı́rculo trigonométrico, então OP = OQ = 1, e assim perı́metro do
triângulo [OP Q], arredondado às décimas, é: 53◦
O R x
P [OP Q] = P A+QA+OP +OQ = 2×P A+2×OP = 2×cos 53◦ +2×1 ≈ 3,2
Resposta: Opção A
[Link]
24/37
49. Como uma rotação de −3π radianos corresponde a uma volta completa e mais meia volta
(−3π = −2π + (−π)), no sentido dos ponteiros do relógio (porque o sentido positivo é contrário ao sentido
dos ponteiros do relógio), então a Inês voltou a ver as horas 1 hora e meia depois da primeira vez.
Resposta: Opção C
Teste Intermédio 11.o ano – 7.05.2009
y
π 3π
50. Representando as amplitudes dos ângulos do intervalo , no
2 2
cı́rculo trigonométrico, podemos verificar que, neste intervalo a
equação cos x = −0,3 tem duas soluções.
h πi
3π 3π
Podemos ainda verificar que nos intervalos 0, e ,2π a π
2 2 2 2
equação não tem qualquer solução, porque cos x > 0 nos 1o e 4o −0,3 O x
quadrantes; e que no intervalo [0,π], a equação só tem uma solução
(no segundo quadrante).
Resposta: Opção B
y
51. Como [OB] é um raio do cı́rculo trigonométrico e O é a origem do
referencial, então as coordenadas de B são (cos θ, sen θ), ou seja, B
OC = cos θ e BC = sen θ
Resposta: Opção C
52.
D
52.1. Recorrendo à definição de tangente temos que:
BD BD
tg x = ⇔ tg x = ⇔ BD = 2 tg x
AB 2
C
Como a área do triângulo [ACD] pode ser calculada como a diferença das áreas
x 1
dos triângulos [ABD] e [ABC], temos que a área do triângulo [ACD] é dada,
em função de x, por: A B
2
AB × BD AB × BC 2 × 2 tg x 2 × 1
A[ACD] = A[ABC] − A[ABC] = − = − = 2 tg x − 1
2 2 2 2
52.2. Equacionado o problema e resolvendo a equação, temos:
π π
2 tg x − 1 = 1 ⇔ 2 tg x = 2 ⇔ tg x = 1 ⇔ tg x = tg ⇔ x = + kπ, k ∈ Z
4 4
i πh π
E assim, como x ∈ 0, a única solução da equação é , ou seja, a área do triângulo [ACD] é igual
2 4
π
a 1 se x =
4
[Link]
25/37
π 5
52.3. Como sen + a = cos a, temos que cos a =
2 13
1
Como tg2 α + 1 = , temos que:
cos2 α
r
1 1 169 25 144 12
tg2 a + 1 = ⇔ tg2 a = − 1 ⇔ tg2 a = − ⇔ tg a = ± ⇔ tg a = ±
5
2 25 25 25 25 5
13 169
i πh 12
Como a ∈ 0, , então tg a > 0 e assim, tg a = , pelo que o valor de 2 tg a − 1, é:
2 5
12 24 5 19
2× −1= − =
5 5 5 5
[Link]
26/37
56. Como a soma dos ângulos internos de um triângulo é π radianos, vem que:
α + α + β = π ⇔ β = π − 2α
Resposta: Opção D
Teste Intermédio 11.o ano – 24.01.2008
iπ h
57. Como θ ∈ ,π então θ é um ângulo do 2o quadrante, pelo que:
2
• sen θ > 0
• cos θ < 0
• tg θ < 0
E desta forma, temos que:
• cos θ − sen θ < 0 (subtração de um valor negativo por um positivo, ou soma de dois negativos)
• sen θ × cos θ < 0 (produto de um número positivo por um negativo)
• sen θ × tg θ < 0 (produto de um número positivo por um negativo)
• sen θ − tg θ > 0 (subtração de um valor positivo por um negativo, ou soma de dois positivos)
Resposta: Opção D
Teste Intermédio 11.o ano – 24.01.2008
59.
y
59.1. Considerando o ponto P , como a projeção ortogonal do ponto B
sobre o eixo Ox, e usando a definição de seno e cosseno temos que: B
BP BP d
sen α = ⇔ sen α = ⇔ BP = 5 sen α
OB 5 α
A O P 5 x
OP OP
cos α = ⇔ cos α = ⇔ OP = 5 cos α
OB 5
Como o triângulo [ABP ] é retângulo em P , recorrendo ao teorema
de Pitágoras, vem que:
2 2 2 2
d2 = BP + AP = BP + AO + OP = (5 sen α)2 + (5 + 5 cos α)2 =
[Link]
27/37
√ 1
59.2. Como tg α = 24 e como tg2 α + 1 = , temos que:
cos2 α
√ 2 1 1 1
r
1 1
24 +1= ⇔ 24 + 1 = ⇔ cos2 α = ⇔ cos α = ± ⇔ cos α = ±
cos2 α cos2 α 25 25 5
Como o ponto B se desloca ao longo da circunferência, no primeiro quadrante, então α é um ângulo
1
do 1o quadrante, cos α > 0, e assim, temos que cos α =
5
Assim, temos que:
1 √
d2 = 50 + 50 × ⇔ d2 = 50 + 10 ⇔ d2 = 60 ⇒ d = 60
5 d>0
61. Como a √ordenada do ponto de√ intersecção do prolongamento da semirreta ȮA com a reta de equação
x = 1 é 8, temos que tg α = 8
1
Como tg2 α + 1 = , temos que:
cos2 α
√ 2 1 1 1
r
1 1
8 +1= ⇔ 8+1= ⇔ cos2 α = ⇔ cos α = ± ⇔ cos α = ±
cos2 α cos2 α 9 9 3
1
Como α é um ângulo do 3o quadrante, cos α < 0, e assim, temos que cos α = −
3
Assim, podemos observar que:
π 1
• sen + α = cos α = −
2 3
1 1
• cos(3π − α) = cos(π − α) = − cos α = − − =
3 3
E, desta forma, vem que:
π
1 1 5 2 3
5 sen + α + 2 cos(3π − α) = 5 − + 2 × = − + = − = −1
2 3 3 3 3 3
[Link]
28/37
y
62. Considerando o ponto Q como o pé da altura do triângulo relativa à
base [OR] e usando a definição de seno e cosseno temos que:
P
PQ PQ
sen α = ⇔ sen α = ⇔ P Q = sen α α
OP 1
O Q R x
OQ OQ
cos α = ⇔ cos α = ⇔ OQ = cos α
OA 1
Assim, como o triângulo [OP R] é isósceles, OP = P R e também OQ = QR, pelo que a área do triângulo,
em função de α, é:
OR × P Q OQ + QR × P Q (cos α + cos α) × sen α 2 cos α × sen α
A[OP R] = = = = = cos α × sen α
2 2 2 2
Resposta: Opção A
Como cos α < 0 e tg α > 0, então α é um ângulo do 3o quadrante, e assim sen α < 0, pelo que:
p
sen α = − 1 − cos2 α
Resposta: Opção B
y
64. Representando no cı́rculo trigonométrico um ângulo de amplitude β,
1
tal que, sen β = (como na figura ao lado), podemos verificar que,
5
π
a representação do ângulo com amplitude + β verifica a condição 1
π 2 5
1
cos + β = − , ou seja: β
2 5 x
π − 15 O
cos + β = −sen β
2
π 1
E assim, de entre as opções apresentadas + β é a única solução da equação cos x = −
2 5
Resposta: Opção B
[Link]
29/37
65. Considerando o lado [OC] como a base do triângulo (OC = 1), a altura será o y
segmento que contém o ponto P e a sua projeção ortogonal (P 0 ) sobre a reta
OC. B
altura P
Como OP = 1, recorrendo à definição de cosseno, vem: P0
PP0 PP0 O x A
cos x = ⇔ cos x = ⇔ P P 0 = cos x
OP 1 x
base
Assim a área do triângulo [OP C] é:
OC × P P 0 1 × cos x cos x
A[OP C] = = =
2 2 2 C
Resposta: Opção B
AC AC
sen α = ⇔ sen α = ⇔ AC = sen α
OA 1
α
OC OC
cos α = ⇔ cos α = ⇔ OC = cos α x
OA 1 O C B
Resposta: Opção D
67. Como a reta P R é tangente à circunferência no ponto R, é perpendicular ao raio [OR], ou seja o ângulo
ORP é reto, e por isso o triângulo [ORP ] é retângulo.
α
Como o ângulo P OR tem amplitude radianos e OR = 1, recorrendo à definição de tangente, temos:
2
R
α RP α RP α
tg = ⇔ tg = ⇔ RP = tg
2 OR 2 1 2 1
Logo, considerando [OR] como a base do triângulo [ORP ] e α
[RP ] como a altura, vem:
2 P
O
α A B
α α
OR × RP 1 × tg tg
A[ORP ] = = 2 = 2
2 2 2
S
Como os pontos R e S são simétricos relativamente à reta AB, temos que, para cada valor de α ∈]0,π[, a
área do quadrilátero [ORP S] é dada por:
α
tg
A[ORP S] = A[ORP ] + A[OP S] = 2 × A[ORP ] = 2 × 2 = tg α
2 2
Exame – 2005, Ép. especial (cód. 435)
[Link]
30/37
OI OI A I B
sen x = ⇔ sen x = ⇔ OI = 3 sen x
OB 3
3
BI BI x
cos x = ⇔ cos x = ⇔ BI = 3 cos x E F
OB 3 O
Recorrendo à decomposição sugerida na figura temos que a área da zona
C J D
sombreada pode ser obtida através da soma das áreas de 4 triângulos
congruentes e de 4 setores
h πcirculares de raio 3 e amplitude x, ou seja,
H
i
para cada valor de x ∈ 0, , a área da região sombreada é dada por:
2
2
OI × BI x × OB 3 sen x × 3 cos x x × 32
A = 4 × A[OIB] + 4 × AsetorF B = 4 × +4× =4× +4× =
2 2 2 2
= 2 × 9 sen x. cos x + 2 × x × 9 = 18x + 18 sen x. cos x = 18(x + sen x. cos x)
[Link]
31/37
10
Logo, dividir o trapézio em duas figuras com a mesma A = 100
área, significa que o triângulo [AP D] terá área 100. x
A 30 D
Usando a definição de tangente vem:
PA PA
tg x = ⇔ tg x = ⇔ P A = 30 tg x
AD 30
AD × P A 30 × 30 tg x 302 tg x
Logo a área do triângulo [AP D], é: A[AP D] = = =
2 2 2
302 tg x
Ou seja, A[AP D] = 100 ⇔ = 100
2
Resposta: Opção B
1 1
71. Como tg2 x + 1 = e tg θ = , vem:
cos2 x 2
2
1 1 1 1 5 1 1 4
+1= ⇔ +1= ⇔ = ⇔ cos2 θ = 5 ⇔ cos2 θ =
2 cos2 θ 4 cos2 θ 4 cos2 θ 4
5
4
Como sen2 x + cos2 x = 1 e cos2 θ = , vem:
5
4 4 5 4 1
sen2 θ + = 1 ⇔ sen2 θ = 1 − ⇔ sen2 θ = − ⇔ sen2 θ =
5 5 5 5 5
2 1
Logo, 2 − 5 sen θ = 2 − 5 =2−1=1
5
72.
72.1. Considerando o triângulo [BCE],e recorrendo à definição de G F
seno e cosseno, temos:
E
CE CE
sen x = ⇔ sen x = ⇔ CE = 2 sen x 2
BE 2 2
BC BC x
cos x = ⇔ cos x = ⇔ BC = 2 cos x
BE 2 A 2 B C D
[Link]
32/37
72.2. • Se x = 0, então A[ABEG] = 2 1 + sen (0) + cos(0) = 2(1 + 0 + 1) = 2 × 2 = 4
O que também pode ser observado na figura, porque se x = 0, o ponto E coincide com o ponto
D, e por isso a área sombreada também pode ser calculada como a área do triângulo [AGD]:
AG × AD 4×2
A[AGD] = = =4
2 2
π π π
• Se x = , então A[ABEG] = 2 2 1 + sen + cos = 2(1 + 1 + 0) = 2 × 2 = 4
2 2 2
O que também pode ser observado na figura, porque se x = π2 , o ponto E coincide com o ponto
F , e por isso a área sombreada também pode ser calculada como a área do quadrado [ABF G]:
A[ABF G] = AB × AG = 2 × 2 = 4
73. Considerando o ponto I como a posição inicial do ponto P , e o ponto Q como a projeção ortogonal do
ponto P sobre a reta IC, pela definição de cosseno vem:
CQ CQ I
cos α = ⇔ cos α = ⇔ CQ = cos α
CP 1
P
Como CQ + QI = 1 ⇔ QI = 1 − CQ ⇔ QI = 1 − cos α, temos que: α Q
2
C
d(α) = 2 − QI ⇔ d(α) = 2 − (1 − cos α) ⇔ d(α)
⇔ d(α) = 2 − 1 + cos α ⇔ d(α) = 1 + cos α
r
Resposta: Opção A
AP AP A
sen α = ⇔ sen α = ⇔ AP = sen α
OA 1
α C
OP OP O P x
cos α = ⇔ cos α = ⇔ OP = cos α
OA 1
B
Assim, considerando [AB] como a base e [OP ] como a altura, a área do
triângulo [OAB] é:
AB × OP 2 × AP × OP
A[OAB] = = = AP × OP = sen α . cos α
2 2
Resposta: Opção A
[Link]
33/37
BC 1 1
tg x = ⇔ tg x = ⇔ EB = 1
EB EB tg x
Sabemos ainda que F
x
1
AE + EB = 1 ⇔ AE = 1 − EB ⇔ AE = 1 − A E B
tg x
iπ πh
Assim, como F C = EC e AF = AE, para cada valor de x ∈ , , o perı́metro do quadrilátero é:
4 2
1 1 2 2
P[CEAF ] = 2 × AE + 2 × EC = 2 × 1 − +2× =2− +
tg x sen x tg x sen x
Exame – 2002, 1.a fase - 1.a chamada (cód. 435)
76.
76.1. Considerando A1 e A2 as projeções ortogonais do ponto sobre as A2 P2
B
retas BP1 e BP2 , respetivamente, temos que o ângulo A2 AP2
também tem amplitude x, pelo que recorrendo às definições de
16
seno e cosseno temos: x
AA1 12 12 A1 12
sen x = ⇔ sen x = ⇔ AP1 = A
AP1 AP1 sen x x
AA2 16 16 P1
cos x = ⇔ cos x = ⇔ AP2 =
AP2 AP2 cos x
76.2. Se BP1 = BP2 , o triângulo [P1 BP ] é um triângulo retângulo isósceles, ou seja os ângulos agudos são
π
iguais, e por isso, têm amplitude radianos.
4
π
Assim, calculando o comprimento da ponte, para x = , vem:
4
π π √ √ √
2 2 2
16 sen + 12 cos 16 × + 12 × 28 × √
4
π π 4 = √2 √ 2 = 2 = 28 2 ≈ 39,6
2 2 2
sen . cos ×
4 4 2 2 4
Ou, seja, se o vértice a ponte for construı́da entre dois pontos equidistantes do vértice B, terá um
comprimento aproximado de 39,6 metros.
[Link]
34/37
y
77. Designando o ponto (1,0) por P e recorrendo à definição de tangente, temos que:
AP AP
tg α = ⇔ tg α = ⇔ AP = tg α A
OP 1
Logo, podemos calcular a área da região sombreada, como a soma do quarto de
cı́rculo de raio 1, com a área do triângulo [OP A]:
α P
A◦ π × 12 OP × AP π 1 × tg α π tg α O 1 x
A= + A[OP A] = + = + = +
4 4 2 4 2 4 2
Resposta: Opção A
78. Para determinar a área de uma das faces laterais, começamos determinar a altura do triângulo (EG).
AB 2
Recorrendo à definição de cosseno, como F G = = = 1, vem: E
2 2
FG 1 1
cos x = ⇔ cos x = ⇔ EG =
EG EG cos x
Assim, calculando a área do triângulo [BCE], temos:
1 D
2× x C
BC × EG cos x = 1 F G
A[BCE] = =
2 2 cos x
i πh A B
Logo, para cada valor de x ∈ 0, , a área da pirâmide é dada por:
2
1 4 4 4 cos x 4 cos x + 4
AT = 4 × A[BCE] + A[ ABCD] = 4 × +2×2= +4= + =
cos x cos x cos x cos x cos x
Exame – 2001, 1.a fase - 1.a chamada (cód. 435)
AB AB α
cos α = ⇔ cos α = ⇔ AB = 2 cos α B C
BC 2 2m
E assim, considerando o lado [AB] como a base e o lado [AC] como a altura, a área do triângulo [ABC] é:
[Link]
35/37
80.
80.1. Considerando as projeções ortogonais dos vértices A e D sobre o lado A D
[BC], respetivamente os pontos P e Q, e recorrendo às definições de
seno e cosseno, vem:
1 1
AP AP
sen α = ⇔ sen α = ⇔ AP = sen α
AB 1
α
BP BP B C
cos α = ⇔ cos α = ⇔ BP = cos α P 1 Q
AB 1
iπ πi
Logo, como AD = 1 − BP − QC = 1 − 2BP = 1 − 2 cos α, para cada valor de α ∈ , a área do
3 2
trapézio é:
BC + AD 1 + 1 − 2 cos α 2 − 2 cos α 2 2 cos α
A[ABCD] = ×AP = × sen α = × sen α = − × sen α =
2 2 2 2 2
= (1 − cos α) sen α = ( sen α)(1 − cos α)
π
80.2. Se α = , então a área do trapézio é:
2
π π
sen 1 − cos = 1 × (1 − 0) = 1 × 1 = 1
2 2
π
Se α = , o ângulo ABC é reto, tal como o ângulo BCD, e como os lados [AB], [BC] e [CD] são
2
congruentes, o quadrilátero é um quadrado de lado 1, pelo que a sua área também é 1, de acordo
com o cálculo anterior.
Exame – 1999, Prova modelo (cód. 135) (adaptado)
81.
81.1. Usando as definições de cosseno e de tangente, temos: C
AB 1 1
cos x = ⇔ cos x = ⇔ AC =
AC AC cos x
BC BC x
tg x = ⇔ tg x = ⇔ BC = tg x A B
AB 1
1
i πh
Logo, para cada valor de x ∈ 0, , o perı́metro do triângulo é:
2
1 cos x sen x 1 1 + sen x + cos x
P[ABC] = AB + BC + AC = 1 + tg x + = + + =
cos x cos x cos x cos x cos x
π
3 3
81.2. Como cos + α = − senα, temos que: senα = − − =
2 5 5
E, pela fórmula fundamental (sen2 α + cos2 α = 1), temos que:
2
3 9 25 9 16
+ cos2 α = 1 ⇔ cos2 α = 1 − ⇔ cos2 α = − ⇔ cos2 α = ⇔
5 25 25 25 25
r
16 4
⇔ cos α = ± ⇔ cos α = ±
25 5
i πh 4
Como α ∈ 0, sabemos que cos α > 0, logo cos α =
2 5
Desta forma, o valor do perı́metro do triângulo [ABC] para este valor de α é:
3 4 5 3 4
1 + sen α + cos α 1+ + + + 5+3+4 12
= 5 5 = 5 5 5 = = =3
cos α 4 4 4 4
5 5
Exame – 1998, Prova para militares (cód. 135)
[Link]
36/37
DG
82. Como DE = 1 e EH = = 1, e recorrendo à definição de tangente, vem:
2
DE 1 1 B
tg x = ⇔ tg x = ⇔ AD =
AD AD tg x
BH BH
tg x = ⇔ tg x = ⇔ BH = tg x
EH 1
Assim, temos que:
E x H F
1 2
AC = AD + DG + GC = 2AD + 2 = 2 +2= +2 1
tg x tg x 1
x
BI = BH + HI = tg x + 1 A D I G C
i πh
Logo, para cada valor de x ∈ 0, , a área do triângulo [ABC] é:
2
2 2 tg x 2
+ 2 × (tg x + 1) + + 2 tg x + 2
AC × BI tg x tg x tg x
A[ABC] = = = =
2 2 2
tg x 1
2 + + tg x + 1
tg x tg x 1 1
= =1+ + tg x + 1 = 2 + tg x +
2 tg x tg x
[Link]
37/37
84.
AB 4
84.1. Como AM = = = 2, e recorrendo à definição de cosseno e tangente, vem:
2 2
AM 4 4 F
cos x = ⇔ cos x = ⇔ PA =
PA PA cos x
PM PM P
tg x = ⇔ tg x = ⇔ P M = 4 tg x 4 km
AM 4
Como F M = F P + P M e F M = 4, temos que:
A x B
M
F P + P M = 4 ⇔ F P = 4 − P M ⇔ F P = 4 − 4 tg x 4 km
h πi
8 km
Assim, como P A = P B, temos que, para cada x ∈ 0, ,
4
o comprimento total é dado por:
4 8 sen x
P A + P B + F P = 2P A + F P = 2 + 4 − 4 tg x = +4−4× =
cos x cos x cos x
8 4 sen x 8 − 4 sen x
=4+ − =4+
cos x cos x cos x
84.2. Para x = 0, o comprimento da canalização é:
8 − 4 sen 0 8−4×0
4+ =4+ = 4 + 8 = 12
cos 0 1
Ou seja, se o ângulo x tiver amplitude de 0 (zero) radianos, o comprimento da canalização é 12 km,
o que pode ser observado na figura, porque com este valor do ângulo x, o comprimento é dado por
AB + F M = 8 + 4 = 12, tendo a canalização a forma de um ”T”invertido (⊥).
CH CH x
cos x = ⇔ cos x = ⇔ CH = 2 cos x
BC 2 1
A H C
Como AH = 1 e AC = AH + CH, temos que:
AC = AH + CH ⇔ AC = 1 + CH ⇔ AC = 1 + 2 cos x
[Link]