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Trigonometria: Funções e Relações Trigonométricas

1) O documento discute conceitos fundamentais de trigonometria, incluindo relações trigonométricas em triângulos retângulos, identidades trigonométricas, e propriedades e gráficos das funções seno, cosseno e tangente. 2) É apresentada a resolução de triângulos usando a lei dos senos e a lei dos cossenos. 3) As funções trigonométricas são periódicas e definidas para qualquer ângulo através de ângulos generalizados.

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Trigonometria: Funções e Relações Trigonométricas

1) O documento discute conceitos fundamentais de trigonometria, incluindo relações trigonométricas em triângulos retângulos, identidades trigonométricas, e propriedades e gráficos das funções seno, cosseno e tangente. 2) É apresentada a resolução de triângulos usando a lei dos senos e a lei dos cossenos. 3) As funções trigonométricas são periódicas e definidas para qualquer ângulo através de ângulos generalizados.

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matA11 – trigonometria e funções trigonométricas

Relações num triângulo retângulo


comp. cateto oposto
sin   comp. cateto adjacente comp. cateto oposto
comp. hipotenusa cos   tan  
comp. hipotenusa comp. cateto adjacente
a
sin   sin   cos  90º   b a
c cos   cos  sin  90º   tan  
c b

Relações entre razões trigonométricas de um ângulo


1
sin  tan 2   1  1 1
tan   sin 2   cos 2   1 cos 2  1 
cos  tan  sin 2 
2

Lei dos senos (analogia dos senos) Lei dos cossenos (Teorema de Carnot)

a 2  b2  c 2  2bc cos A
sin A sin B sin C
  b2  a 2  c 2  2ac cos B
a b c
c 2  a 2  b2  2ab cos C
Propriedades
 Se  é um ângulo agudo,
 Se  é um ângulo agudo, sin   cos  90º   cos   sin  90º  
 Se  é um ângulo reto, sin   1  Se  é um ângulo reto, cos   0
 Se  é um ângulo obtuso, sin   sin 180º    Se  é um ângulo obtuso,
cos    cos 180º  
Resolução de triângulos
Elementos conhecidos Aplicar Nota:
LLL Comprimentos dos três lados O caso em que são conhecidas a medida do
Comprimento de dois lados e a Lei dos cossenos comprimento de dois lados e a medida da
LAL amplitude do ângulo por eles (Teorema de Carnot) amplitude do ângulo oposto a um desses
formado lados pode conduzir à existência de duas
ALA ou Comprimentos de um lado e soluções, esta situação resulta de não se tratar
Lei dos senos de uma caso de igualdade de triângulos.
LAA amplitude de dois ângulos
Ângulo generalizado
Um ângulo generalizado é um par ordenado  , n  , em que  é um ângulo orientado ou um ângulo nulo e k é um número
inteiro, com k  0 se  tiver orientação positiva e com k  0 se  tiver orientação negativa.
O ângulo orientado  , n  pode ser interpretado como o resultado de rodar o lado extremidade k voltas completas, no
sentido determinado pelo sinal de k.
Amplitude do ângulo generalizado  , n  como sendo a  k  360º , onde a é a amplitude, em graus, do ângulo orientado ou
angulo nulo  .
Razões trigonométricas de alguns ângulos notáveis Círculo trigonométrico
  
 30º / rad 45º / rad 60º / rad
6 4 3
1 2 3
Seno
2 2 2
3 2 1
Cosseno
2 2 2
3
Tangente 1 3
3
Razões trigonométricas, variação e sinal nos 4 quadrantes Graus – Radianos
1º quadrante 2º quadrante 3º quadrante 4º quadrante
Seno + + – –  rad  180º
Cosseno + – – + 1 rad  57,2958º

Tangente + – + –

[Link] 1/2
geral@[Link]
matA11 – trigonometria e funções trigonométricas

Relações entre razões trigonométricas


sin      sin  sin      sin  sin       sin 
     3   3 
sin      cos  sin      cos  sin       cos  sin       cos 
2  2   2   2 
cos     cos  cos       cos  cos       cos 
     3   3 
cos      sin  cos       sin  cos       sin  cos      sin 
2  2   2   2 
tan      tan  tan       tan  tan      tan 
  1   1  3  1  3  1
tan      tan       tan     tan     
2  tan  2  tan   2  tan   2  tan 
Função periódica
Uma função f, de domínio Df, diz-se periódica de período P se e só se x  D f , x  P  D f e f  x  P   f  x 
Ao menor período positivo de P de uma função periódica chama-se período positivo mínimo ou período fundamental.
Equações trigonométricas
sin x  sin  cos  x   cos  tan x  tan 
 x    2k  x      2k , k   x    2k  x    2k , k   x    k , k 
Função seno Função inversa da função seno (arco-seno)
f  x   sin x Arco-seno é a função inversa da restrição da função seno ao
 Domínio:   
intervalo   ,  , representa-se por arcsin, nas calculadores
 Contradomínio:  1,1  2 2
 aparece representada por sin 1 .
 Maximizantes:  2k , k   Domínio:  1,1
2
   
 Minimizantes:   2k , k   Contradomínio:   , 
2  2 2
 Zeros: k , k   Zeros: 0
 Período: 2 (Período, fundamental)
 Simetrias: Ímpar
Função cosseno Função inversa da função cosseno (arco-cosseno)
f  x   cos x Arco-cosseno é a função inversa da restrição da função
 Domínio: cosseno ao intervalo 0,  , representa-se por arccos, nas
 Contradomínio:  1,1 calculadores aparece representada por cos1 .
 Maximizantes: 2k , k   Domínio:  1,1
 Minimizantes:   2k , k   Contradomínio: 0, 
  Zeros: 1
 Zeros:  k , k 
2
 Período: 2 (Período, fundamental)
 Simetrias: Par
Função tangente Função inversa da função tangente (arco-tangente)
f  x   tan x Arco-tangente é a função inversa da restrição da função
   
 Domínio:
 
\  x  : x   k , k   tangente ao intervalo   ,  , representa-se por arctan,
 2   2 2
1
 Contradomínio: nas calculadores aparece representada por tan .
 Zeros: k , k   Domínio:
 Período:  (Período, fundamental)   
 Contradomínio:   , 
 Simetrias: Ímpar  2 2
 Zeros: 0
 Simetria: Ímpar

[Link] 2/2
geral@[Link]
Geometria (11.o ano)
Trigonometria
Exercı́cios de Provas Nacionais e Testes Intermédios

1. Na figura ao lado, estão representados, em referencial o.n. Oxy, a


circunferência trigonométrica, o triângulo [ABC] e a reta de equação B
x = 1.

Sabe-se que:
• o ponto A tem coordenadas (1,0);
• o ponto B pertence à reta de equação x = 1; C
• C é o ponto de intersecção da semirreta ȮB com a circunferência
trigonométrica;
π 1 α A
• AÔB = α, 0 < α < e cos α = . x
2 3 O

Determine a área do triângulo [ABC].

Exame – 2023, Ép. especial

2. Na figura ao lado, estão representados, em referencial o.n. y


Oxy, uma semicircunferência de raio 2 , e centro na origem do
referencial, e o triângulo isósceles [ABC]. B
Sabe-se que:
• o vértice A pertence ao semieixo positivo Ox;
• o vértice B pertence ao semieixo positivo Oy;
• o vértice C pertence ao semieixo negativo Ox; T
• AB = BC ;
• o lado [AB] é tangente à semicircunferência no ponto T ; α
i πh C O A x
• AÔT = α, α ∈ o, .
2
4
Prove que a área do triângulo [ABC] é dada, em função de α, por .
sen α. cos α
Exame – 2023, 2.a Fase (adaptado)
2/29

3. Na figura ao lado, está representado um triângulo, [ABC] , inscrito numa


semicircunferência de diâmetro AC = 4 .
B
Seja α a amplitude do ângulo CAB .

Mostre que a área da região sombreada na figura é dada, em função de α


α, por A C
4
2π − 8 sen α cos α

Exame – 2022, Ép. especial (adaptado)

4. Resolva este item sem recorrer à calculadora.

Na figura ao lado, estão representadas, em referencial o.n. Oxy, as y


retas r e s.

3
A reta r é definida pela equação y = x + 1. B
2
A reta s passa pela origem do referencial e tem inclinação α.

O ponto A é o ponto de intersecção da reta r com o eixo Ox. α


A O x
O ponto B é o ponto de intersecção das duas retas. r s
1
Sabe-se que cos α = .
2
Determine a área do triângulo [AOB] .
Exame – 2022, 2.a Fase

5. Na figura seguinte, está representado, num referencial o.n. xOy, o arco de circunferência AB, contido
no primeiro quadrante do plano cartesiano, cujo centro é a origem do referencial e cujo raio é igual a
r (r > 0).

O ponto A pertence ao eixo Ox e o ponto B pertence ao eixo Oy

Seja P um ponto do arco AB, distinto de A e de B, e seja d o y


comprimento do arco AP
B P
S
O ponto S pertence ao eixo das ordenadas e tem ordenada igual à
do ponto P . O ponto T pertence ao eixo das abcissas e tem abcissa igual d
à do ponto P

Mostre que uma expressão que dá o valor de BS + T A, em função


de d e de r, é      O T A x
d d
r 2 − sen − cos
r r

Exame – 2021, Ép. especial

[Link]
3/29

 π 1 i πh
6. Sabe-se que sen α − = − e que α ∈ 0,
2 5 2  

Determine, sem recorrer à calculadora, o valor de tg (π − α) + 2 cos − +α
√ 2
a b
Apresente o resultado na forma , a ∈ Z, b ∈ N e c ∈ N
c
Exame – 2021, 2.a Fase

7. Na figura ao lado, estão representados, num referencial o.n. xOy, a


circunferência de centro em O e raio 3 e o triângulo [ABC] y
Sabe-se que:
3
• o segmento de reta [AB] é um diâmetro da circunferência; A
 i π h
• α é a inclinação da reta AB, α ∈ ,π ;
2
• o ponto C pertence ao semieixo positivo Ox α C
• a reta BC é paralela ao eixo Oy O 3 x

Mostre que a área do triângulo [ABC] é dada pela expressão


B
−9 sen α cos α

Exame – 2021, 1.a Fase

y
8. Na figura ao lado, estão representados, num referencial o.n. xOy, a
circunferência trigonométrica, a reta r de equação x = 1, e um ponto A,
de ordenada a (a > 1), pertencente à reta r
a A
Está também representada a semirreta ȮA , que intersecta a cir- B
cunferência trigonométrica no ponto B

Qual das expressões seguintes dá, em função de a, a abcissa do


ponto B? O x

1 √
(A) √ (B) a2 + 1
a2 +1
r
1 √
(C) √ (D) a2 − 1
a2 − 1
Exame – 2020, 1.a Fase

 
1
9. Qual é o valor de sen 3 arccos ?
2
√ √
3 2
(A) (B) (C) 0 (D) 1
2 2
Exame – 2019, 2.a Fase

[Link]
4/29

10. Qual é a solução da equação 2 cos x + 1 = 0 no intervalo [−π, 0] ?

5π 2π π 2π
(A) − (B) − (C) − (D) −
6 3 3 6
Exame – 2019, 1.a Fase

11. Na figura ao lado, está representado um triângulo [ABC]


A
Sabe-se que:
57◦
• AC = 5
5
• B ÂC = 57◦
• AB̂C = 81◦
Qual é o valor de AB, arredondado às centésimas ? 81◦
B C
(A) 3,31 (B) 3,35 (C) 3,39 (D) 3,43
Exame – 2018, 2.a Fase

 
1
12. Qual é o valor de arcsen(1) + arccos − ?
2

7π π 3π π
(A) (B) (C) (D)
6 6 4 4
Exame – 2018, 1.a Fase

13. Na figura ao lado, está representada uma circunferência de centro


no ponto O e raio 1 B

Sabe-se que:
P
• os diâmetros [AC] e [BD] são perpendiculares;
• o ponto P pertence ao arco AB O α
C A
• [P Q] é um diâmetro da circunferência;
• o ponto R pertence a [OD] e é tal que [QR] é paralelo a [AC]
 i π h Q R
Seja α a amplitude, em radianos, do ângulo AOP α ∈ 0, ;
2
Qual das seguintes expressões dá a área do triângulo [P QR], D
representado a sombreado, em função de α ?

sen α cos α sen α cos α


(A) (B) (C) 2 sen α cos α (D) sen α cos α
4 2
Exame – 2016, 2.a Fase (adaptado)

[Link]
5/29

14. Na figura ao lado, estão representados o cı́rculo trigo-


nométrico e um trapézio retângulo [OP QR] y
Sabe-se que:
• o ponto P tem coordenadas (0,1) P Q
• o ponto R pertence ao quarto quadrante e à circun-
ferência.
Seja α a amplitude de um ângulo orientado cujo lado
origem é o semieixo positivo Ox e cujo lado extremidade é a α
semirreta ȮR O x

Qual das expressões seguintes dá a área do trapézio


[OP QR], em função de α ? R
cos α cos α
(A) + sen α cos α (B) − sen α cos α
2 2
sen α cos α sen α cos α
(C) cos α + (D) cos α −
2 2
Exame – 2016, 1.a Fase

15. Na figura ao lado, está representado o cı́rculo trigonométrico. y


D
Sabe-se que:
• o ponto A pertence ao primeiro quadrante e à circunferência;
• o ponto B pertence ao eixo Ox A
• o ponto C tem coordenadas (1,0)
• o ponto D pertence à semirreta ȮA α
• os segmentos de reta [AB] e [DC] são paralelos ao eixo Oy O B C x
 i πh
Seja α a amplitude do ângulo COD α ∈ 0,
2
Qual das expressões seguintes dá a área do quadrilátero [ABCD],
representado a sombreado, em função de α ?

tg α − sen α cos α
(A) tg α − sen α cos α (B)
2
tg α sen α cos α
(C) − sen α cos α (D) tg α −
2 2
Exame – 2015, 1.a Fase (adaptado)

[Link]
6/29

16. Na figura ao lado, estão representadas, num referen-


y
cial o.n. xOy, a circunferência de centro O e a reta r

Sabe-se que:
r B
• os pontos A e B pertencem à circunferência; C
• o ponto B tem coordenadas (0,1) α
A
• a reta r é tangente à circunferência no ponto B
• o ponto C é o ponto de interseção da reta r com O x
a semirreta ȮA
• α é a amplitude,
i π h em radianos, do ângulo AOB,
com α ∈ 0,
2
Qual das expressões seguintes representa, em função de α, a área da região a sombreado?

sen α − α tg α − α tg α α
(A) (B) (C) (D)
2 2 2 2
Exame – 2014, Ép. especial

P
17. Na figura ao lado, estão representados uma circunferência de centro
O e raio 2 e os pontos P , Q, R e S
α
Sabe-se que:
• os pontos P , Q, R e S pertencem à circunferência;
• [P R] é um diâmetro da circunferência; O

• PQ = PS
• α é a amplitude, em radianos, do ângulo QP R Q S
i πh
• α ∈ 0,
2
R

17.1. Mostre que a área do quadrilátero [P QRS], é dada em função de α, pela expressão

16 sen α cos α
i πh √
17.2. Para um certo número real θ, com θ ∈ 0, , tem-se que tg θ = 2 2
2
Determine o valor exato da área do quadrilátero [P QRS] correspondente ao número real θ, recorrendo
a métodos analı́ticos, sem utilizar a calculadora.

Exame – 2014, 2.a Fase (adaptado)

[Link]
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18. Na figura seguinte, está representada, num referencial o.n. xOy, uma circunferência de centro O e raio 1

Sabe-se que: y
• os pontos A e B pertencem à circunferência;
• o ponto A tem coordenadas (1,0) B
• os pontos B e C têm a mesma abcissa;
α
• o ponto C tem ordenada zero;
• o ponto D tem coordenadas (−3,0) D C O A x

• α é a amplitude,
i π h em radianos, do ângulo AOB,
com α ∈ ,π
2
Qual das expressões seguintes representa, em função de α, a área do triângulo [BCD] ?

1 1
(A) (−3 − sen α) cos α (B) (−3 + sen α) cos α
2 2
1 1
(C) (3 + cos α) sen α (D) (3 − cos α) sen α
2 2
Exame – 2014, 1.a Fase

19. Qual
 das
 expressões seguintes designa um número real positivo, para qualquer x pertencente ao intervalo

π, ?
2
cos x
(A) sen x + cos x (B) (C) tg x − sen x (D) sen x × tg x
tg x

Teste Intermédio 11.o ano – 11.03.2014

20. Considere, em R, a equação trigonométrica sen x = 0,3

Quantas soluções tem esta equação no intervalo [−20π,20π[ ?

(A) 20 (B) 40 (C) 60 (D) 80


Teste Intermédio 11.o ano – 11.03.2014

[Link]
8/29

21. Na figura ao lado, estão representados:


• o retângulo [ABCD], em que DC = 1 e BC = 2
• o ponto O, ponto médio do segmento [AD] Q
• uma semicircunferência de centro no ponto O e raio 1 1
Considere que um ponto P se desloca ao longo do segmento de reta O x
AB, nunca coincidindo com A, mas podendo coincidir com B A D
R

Para cada posição do ponto P , seja Q o ponto de intersecção 1


da reta P O com a semicircunferência. P
 i π i
Seja x a amplitude, em radianos, do ângulo DOQ x ∈ 0, B 2 C
4
Resolva os dois itens seguintes sem recorrer à calculadora.

21.1. Mostre que a área do polı́gono [BCDQP ], representado a sombreado, é dada, em função de x, por
tg x sen x
2− +
2 2
 
3π 3
21.2. Para uma certa posição do ponto P , tem-se cos −x =−
2 5
Determine, para essa posição do ponto P , a área do polı́gono [BCDQP ]
Apresente o resultado na forma de fração irredutı́vel.

Teste Intermédio 11.o ano – 11.03.2014

22. Na figura ao lado, estão re-


presentados a circunferência
de centro no ponto C e de E B D C
raio 1, a semirreta ĊB, a x
reta AD e o triângulo [ACE]

Sabe-se que: A

• os pontos A e B pertencem à circunferência;


• os pontos D e E pertencem à semirreta ĊB
• a reta AD é perpendicular à semirreta ĊB
• o ponto A desloca-se sobre a circunferência, e os pontos D e E acompanham esse movimento de
modo que DE = 6
• x é a amplitude, em radianos, do ângulo ACB
i πh
• x ∈ 0,
2
sen x(6 + cos x)
Mostre que a área do triângulo [ACE] é dada, em função de x, por
2

Exame – 2013, Ép. especial (adaptado)

[Link]
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y
23. Na figura ao lado, estão representados, num referencial o.n. xOy, o r
triângulo [OAB] e a reta r A
Sabe-se que:
• a reta r é definida por x = −3
• o ponto A pertence à reta r e tem ordenada positiva;
• o ponto B é o simétrico do ponto A em relação ao eixo Ox
α
• α é a amplitude, em radianos, do ângulo cujo lado origem é o
semieixo positivo Ox e cujo lado extremidade é a semirreta ȮA O x
iπ h
• α∈ ,π
2

Mostre que o perı́metro do triângulo [OAB] é dado, em função de α,


6 B
pela expressão −6 tg α −
cos α

Exame – 2013, 2.a Fase (adaptado)


 
5π 4π
24. Considere o intervalo ,
6 3
Qual das equações seguintes não tem solução neste intervalo?

(A) cos x = −0,5 (B) sen x = −0,5 (C) cos x = −0,9 (D) sen x = −0,9

Teste Intermédio 11.o ano – 6.03.2013

[Link]
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25. Na figura ao lado, está representado, num referencial o.n. xOy, o cı́rculo trigonométrico.

Os pontos A, B, C e D são os pontos de intersecção da circunferência


com os eixos do referencial. y

Considere que um ponto P se desloca ao longo do arco BC, B


nunca coincidindo com B nem com C
Para cada posição do ponto P , seja Q o ponto do arco AB que tem P Q
ordenada igual à ordenada do ponto P e seja R o ponto do eixo Ox α
que tem abcissa igual à abcissa do ponto Q
C O R A x
Seja α a amplitude, em radianos, do ângulo orientado que tem
por lado origem o semieixo
i π h positivo Ox e por lado extremidade a
semirreta ȮP , α ∈ ,π
2 D
Resolva os itens seguintes, sem recorrer à calculadora.
3
25.1. Mostre que a área do trapézio [OP QR] é dada por − sen α cos α
2
25.2. Para uma certa posição do ponto P , a reta OP intersecta a reta de equação x = 1 num ponto de
7
ordenada −
24
Determine, para essa posição do ponto P , a área do trapézio [OP QR]
Apresente o resultado na forma de fração irredutı́vel.

Teste Intermédio 11.o ano – 6.03.2013

26. Na figura ao lado, está representado o quadrado [ABCD] D C


Sabe-se que:
• AB = 4
• AE = AH = BE = BF = CF = CG = DG = DH
G
• x é a amplitude, em radianos, do ângulo EAB
i πh H F
• x ∈ 0,
4 E
Mostre que a área da região sombreada é dada, em função de x, por

16(1 − tg x)
A B

Exame – 2012, 2.a Fase

27. Na figura ao lado, está representado um trapézio retângulo [ABCD]


Sabe-se que: D C

• BC = 1
• CD = 1
• α é a amplitude, em radianos, do ângulo ADC
iπ h
• α∈ ,π A B
2
Mostre, recorrendo a métodos exclusivamente analı́ticos, que o perı́metro do trapézio [ABCD] é dado, em
1 − cos α
função de α, por 3 +
sen α
Exame – 2012, 1.a Fase

[Link]
11/29

D P
28. Relativamente à figura ao lado, sabe-se que:
• o segmento de reta [AC] tem comprimento 4
• o ponto B é o ponto médio de [AC] 2
• o segmento de reta [BD] é perpendicular a [AC]
x
• o arco de circunferência CD tem centro em B A C
2 B Q
Admita que um ponto P se desloca ao longo do arco CD, nunca coincidindo com C nem com D, e que
um ponto Q se desloca ao longo do segmento de reta [BC] de tal forma que [P Q] é sempre perpendicular
a [BC]
Para cada posição do ponto P , seja x a amplitude, em radianos, do ângulo CBP
 i π h
Mostre que a área do triângulo [AP Q] é dada por 2 sen x(1 + cos x) x ∈ 0,
2
Teste Intermédio 12.o ano – 24.05.2012 (adaptado)

1
29. Seja θ um número real. Sabe-se que θ é uma solução da equação sen x = −
3
1
Qual das expressões seguintes designa uma solução da equação sen x = ?
3
π π
(A) π − θ (B) π + θ (C) −θ (D) +θ
2 2
Teste Intermédio 11.o ano – 9.02.2012

30. Considere o triângulo [ABC] representado na figura seguinte.

Sabe-se que:
B
• AB = 2
• AĈB = 30◦ 2
h
Seja α = B ÂC α 30◦
A C

Qual das expressões seguintes representa BC, em função de α ?

(A) 4 sen α (B) 6 sen α (C) 4 cos α (D) 6 cos α

Teste Intermédio 11.o ano – 9.02.2012

[Link]
12/29

31. Na figura seguinte, está representado, num referencial o.n. xOy, o cı́rculo trigonométrico.

Sabe-se que:
y
• o ponto A tem coordenadas (1,0)
• o ponto B tem coordenadas (3,0)
P
Considere que um ponto P se move sobre a circun-
ferência. d
α

Para cada posição do ponto P , seja d = P B e O A B x


seja α ∈ [0,2π[, a amplitude, em radianos, do ângulo
orientado cujo lado origem é o semieixo positivo Ox
e cujo lado extremidade é a semirreta ȮP

Resolva os itens seguintes sem recorrer à calculadora.

31.1. Mostre que d2 = 10 − 6 cos α


Sugestão: Exprima as coordenadas do ponto P em função de α e utilize a fórmula da distância entre dois pontos.
31.2. Resolva os dois itens seguintes tendo em conta que d2 = 10 − 6 cos α
31.2.1. Determine os valores de α ∈ [0,2π[, para os quais d2 = 7

31.2.2. Para um certo valor de α pertencente ao intervalo [0,π], tem-se tg α = − 35
Determine d, para esse valor de α

Teste Intermédio 11.o ano – 9.02.2012

32. Na figura ao lado, estão representados, num referencial o. n. xOy, uma


circunferência e o triângulo [OAB] y
Sabe-se que:
• O é a origem do referencial;
• a circunferência tem centro no ponto O e raio 1
A O
• A é o ponto de coordenadas (−1, 0) x
• B pertence à circunferência e tem ordenada negativa;

• o ângulo AOB tem amplitude igual a radianos. B
3
Qual é a área do triângulo [OAB]?
√ √ √
3 1 1 √
(A) (B) (C) (D) 3
4 2 4

Exame – 2011, Ép. especial

[Link]
13/29

33. Na figura ao lado, está representado, num referencial o. n. xOy, um


y
cı́rculo trigonométrico.
Sabe-se que:
• C é o ponto de coordenadas (1,0) A
E
• Os pontos D e E pertencem ao eixo Oy
• [AB] é um diâmetro do cı́rculo trigonométrico
O θ C
• as retas EA e BD são paralelas ao eixo Ox x
• θ é a amplitude do ângulo COA
i πh
• θ ∈ 0, D
2 B
Qual das expressões seguintes dá a o perı́metro da região sombreada
na figura anterior?

(A) 2(cos θ + sen θ) (B) cos θ + sen θ (C) 2(1 + cos θ + sen θ) (D) 1 + cos θ + sen θ
Exame – 2011, 2.a Fase

34. Na figura ao lado, está representada uma circunferência de centro no ponto O e raio 1

Sabe-se que:
• o ponto A pertence à circunferência;
• os pontos O, A, e B são colineares;
• o ponto A está entre o ponto O e o ponto B Q
• o ponto P desloca-se ao longo da semirreta ȦB, nunca
coincidindo com o ponto A
A x P B
• d é a distância do ponto A ao ponto P O
1 d
• para cada posição do ponto P , o ponto Q é um ponto
da circunferência tal que a reta P Q é tangente à cir-
cunferência;
• x é a amplitude,
i π h em radianos, do ângulo
OP Q x ∈ 0,
2
1 − sen x
Sem recorrer à calculadora, mostre que d =
sen x
Teste Intermédio 12.o ano – 26.05.2011
 
1 i πh 3π 4
35. Determine o valor de 3 − sabendo que α ∈ 0, e que cos −α =−
tg α 2 2 5
Resolva este item sem recorrer à calculadora.

Teste Intermédio 11.o ano – 24.05.2011

36. Considere, em R, a equação trigonométrica cos x = 0,9

Em qual dos intervalos seguintes esta equação não tem solução?


h π πi  
π 3π h π πi
(A) − , (B) [0,π] (C) , (D) − ,
2 2 4 4 4 4

Teste Intermédio 11.o ano – 27.01.2011

[Link]
14/29

y
37. Na figura ao lado, está representado o cı́rculo trigonométrico.

Sabe-se que:
2 P
• a reta r é tangente à circunferência no ponto A(1,0)
• a reta s passa na origem do referencial e intersecta a reta r no ponto s
P , cuja ordenada é 2
• o ponto Q, situado no terceiro quadrante, pertence à reta s
Seja α a amplitude, em radianos, do ângulo orientado, assinalado na
α
figura, que tem por lado origem o semieixo positivo Ox e por lado A
extremidade a semirreta ȮQ O x

Qual é o valor de α, arredondado às centésimas?


Q r
(A) 4,23 (B) 4,25 (C) 4,27 (D) 4,29

Teste Intermédio 11.o ano – 27.01.2011

38. Sejam α, β e θ três números reais.

Sabe-se que:
i πh
• α ∈ 0,
4
π
• α+β =
2
• α + θ = 2π
Qual das expressões seguintes é equivalente a sen α + sen β + sen θ ?

(A) 2 sen α + cos α (B) 2 sen α − cos α (C) − cos α (D) cos α

Teste Intermédio 11.o ano – 27.01.2011

[Link]
15/29

39. Na figura seguinte, está representada, em referencial o.n. xOy, a circunferência de centro em O e raio 5

Os pontos A e B são os pontos de intersecção da circunferência


com os semieixos positivos Ox e Oy, respetivamente. y
Considere que um ponto P se desloca ao longo do arco AB,
nunca coincidindo com o ponto A, nem com o ponto B B r
Para cada posição do ponto P , sabe-se que:
P
• o ponto Q é o ponto do eixo Ox tal que P O = P Q
α
• a reta r é a mediatriz do segmento [OQ] x
O R A Q
• o ponto R é o ponto de interseção da reta r com o eixo
Ox
• α é a amplitude,
i πh em radianos, do ângulo
AOP α ∈ 0,
2
i πh
Seja f a função, de domı́nio 0, , definida por f (x) = 25 sen x cos x
2
Resolva os itens seguintes sem recorrer à calculadora.
39.1. Mostre que a área do triângulo [OP Q] é dada por f (α)
i πh
39.2. Determine o valor de α, pertencente ao intervalo 0, , para o qual se tem f (α) = 25 cos2 α
2
i πh
39.3. Seja θ um número real, pertencente ao intervalo 0, , tal que f (θ) = 5
2
Determine o valor de ( sen θ + cos θ)2

Teste Intermédio 11.o ano – 27.01.2011

40. Um depósito de combustı́vel tem a forma de uma esfera.


As figuras seguintes representam dois cortes do mesmo depósito, com alturas de combustı́vel distintas.
Os cortes são feitos por um plano vertical que passa pelo centro da esfera.
Sabe-se que:
• o ponto O é o centro da esfera;
• a esfera tem 6 metros de diâmetro;
C
• a amplitude θ, em radianos, do arco AB é igual B
à amplitude do ângulo ao centro AOB corres-
pondente O O
θ
A altura AC, em metros, do combustı́vel existente C θ
no depósito é dada, em função de θ, por h, de B
domı́nio [0,π]
A A
Resolva os itens seguintes, recorrendo a métodos
exclusivamente analı́ticos.

40.1. Mostre que h(θ) = 3 − 3 cos(θ), para qualquer θ ∈]0,π[


40.2. Resolva a condição h(θ) = 3, θ ∈]0,π[
Interprete o resultado obtido no contexto da situação apresentada.

Exame – 2010, 2.a Fase

[Link]
16/29

41. Na figura ao lado, estão representados, num referencial o.n. xOy, uma y
circunferência e o triângulo [OAB].
B
Sabe-se que:
• a circunferência tem diâmetro [OA];
α
• o ponto A tem coordenadas (2, 0);
O 1 A x
• o vértice O do triângulo [OAB] coincide com a origem do refe-
rencial;
• o ponto B desloca-se ao longo da semicircunferência superior.
i πh
Para cada posição do ponto B, seja α a amplitude do ângulo AOB, com α ∈ 0,
2
Mostre, recorrendo a métodos exclusivamente analı́ticos, que o perı́metro do triângulo [OAB] é dado,
em função de α, por 2(1 + cos α + sen α)

Exame – 2010, 1.a Fase

42. Na figura ao lado, está representado um triângulo retângulo [ABC],


cujos catetos [AB] e [BC], medem 5 unidades. C
Considere que um ponto P se desloca sobre o cateto [BC], nunca
coincidindo com nem B com C
Para cada posição
 do iponto P , seja x a amplitude, em radianos,
π h
do ângulo BAP x ∈ 0,
4 5
Mostre, usando exclusivamente métodos analı́ticos, que P
para cada valor de x, o perı́metro do triângulo [AP C] é dado por
5 √ x
A B
− 5 tg x + 50 + 5 5
cos x

Teste Intermédio 12.o ano – 19.05.2010

43. Considere, num referencial o.n. Oxyz, a superfı́cie esférica E, de equação

x2 + y 2 + (z − 2)2 = 4
i πh
Para um certo valor de α pertencente ao intervalo 0, , o ponto P , de coordenadas ( tg α, sen α,2+cos α),
2
pertence à superfı́cie esférica E

Determine os valores numéricos das coordenadas do ponto P

Teste Intermédio 11.o ano – 6.05.2010

[Link]
17/29

44. Em cada uma das figuras seguintes, está representado, no cı́rculo trigonométrico, a traço grosso, o lado
extremidade de um ângulo cujo lado origem é o semieixo positivo Ox

Em qual das figuras esse ângulo pode ter 3 radianos de amplitude?

(A) (B) (C) (D)


y y y y

O x O x O x O x

Teste Intermédio 11.o ano – 27.01.2010

45. Considere a equação trigonométrica sen x = 0,1

Em qual dos intervalos seguintes esta equação não tem solução?


h π πi h πi hπ πi
(A) − , (B) [0,π] (C) 0, (D) ,
2 2 6 6 2
Teste Intermédio 11.o ano – 27.01.2010

46. Na figura ao lado, está representado o quadrado [ABCD] de lado 2 D P C

Considere que um ponto P se desloca ao longo do lado [CD], nunca


coincidindo com o ponto C, nem com o ponto D
2
Para cada posição ido ponto P , seja x a amplitude, em radianos, do
 π πh
ângulo BAP x∈ ,
4 2 x
Resolva os três itens seguintes, sem recorrer à calculadora, a não
A 2 B
ser para efetuar eventuais cálculos numéricos.
2
46.1. Mostre que a área da região sombreada é dada por 4 −
tg x

12 − 2 3
46.2. Determine o valor de x para o qual a área da região sombreada é
3
 π 15
46.3. Para um certo valor de x, sabe-se que cos x + =−
2 17
Determine, para esse valor de x, a área da região sombreada.

Teste Intermédio 11.o ano – 27.01.2010

[Link]
18/29

47. Na figura ao lado, está representado um triângulo inscrito numa circun-


ferência de centro O e raio igual a 1.

Um dos lados do triângulo é um diâmetro da circunferência. x

O
Qual das expressões seguintes representa, em função de x, a área
da parte sombreada?

π
(A) π − 2 sen x cos x (B) − 2 sen x cos x
2
sen x cos x
(C) π − sen x cos x (D) π −
2
Exame – 2009, 1.a Fase (adaptado)

y
48. Na figura ao lado está representado o cı́rculo trigonométrico.
Q P
Os pontos P e Q pertencem à circunferência, sendo P Q a reta
paralela ao eixo Ox. O ponto R pertence ao eixo Ox. O ângulo ROP
tem 53◦ de amplitude. 53◦
O R x
Qual é o perı́metro do triângulo [OP Q] (valor aproximado às décimas) ?

(A) 3,2 (B) 3,4 (C) 3,6 (D) 3,8

Teste Intermédio 11.o ano – 7.05.2009

49. A Inês olhou para o seu relógio quando este marcava 10 h e 45 min.
Passado algum tempo, ao ver novamente as horas, a Inês concluiu que o ponteiro dos minutos tinha rodado
−3π radianos.

Que horas marcava o relógio da Inês, neste último instante?

(A) 11 h e 15 min (B) 11 h e 45 min (C) 12 h e 15 min (D) 13 h e 45 min

Teste Intermédio 11.o ano – 7.05.2009

50. Considere a equação trigonométrica cos x = −0,3

Num dos intervalos seguintes, esta equação tem apenas uma solução. Em qual deles?
h πi    
π 3π 3π
(A) 0, (B) [0,π] (C) , (D) ,2π
2 2 2 2

Teste Intermédio 11.o ano – 29.01.2009

[Link]
19/29

51. Na figura ao lado estão representados, em referencial o.n. xOy: y


• o cı́rculo trigonométrico B
• o raio [OB] deste cı́rculo
• o arco de circunferência AB, de centro no ponto C
Tal como a figura sugere, o ponto B pertence ao primeiro θ
quadrante, os pontos A e C pertencem ao eixo Ox e a reta BC é O C A x
perpendicular a este eixo.

Seja θ a amplitude do ângulo AOB

Qual é a abcissa do ponto A?

(A) 1 + sen θ (B) 1 + cos θ (C) cos θ + sen θ (D) 1 + cos θ + sen θ
Teste Intermédio 11.o ano – 29.01.2009

52. Relativamente à figura ao lado, sabe-se que:


D
• o triângulo [ABD] é retângulo
• o ponto C pertence ao cateto [BD]
• x designa a amplitude, em radianos, do ângulo BAD
• AB = 2 e BC = 1
52.1. Mostre que a área do triângulo [ACD] é dada por 2 tg x − 1
52.2. Determine o valor de x para o qual a área do triângulo [ACD] é igual C
a1
π 1
 5 i πh
x
52.3. Sabendo que sen +a = e que a ∈ 0, , determine o valor de
2 13 2 A B
2 tg a − 1 2

Teste Intermédio 11.o ano – 29.01.2009

53. Na figura ao lado está representado, em referencial o.n. xOy, um arco de y


circunferência AB, de centro na origem do referencial e raio igual a 1
A reta r tem equação y = 1 B r
O ponto C pertence ao arco AB
Seja α a amplitude do ângulo AOC d
C
Qual das expressões seguintes dá a distância d do ponto C à reta
r? α
O A x
(A) 1 + sen α (B) 1 − sen α (C) 1 + cos α (D) 1 − cos α

Teste Intermédio 11.o ano – 6.05.2008


i πh
54. Seja x ∈ 0,
2
Qual das expressões seguintes designa um número positivo?
   
3π 3π
(A) cos(π − x) (B) sen (π − x) (C) cos −x (D) sen −x
2 2

Teste Intermédio 11.o ano – 6.05.2008

[Link]
20/29

55. Na figura ao lado está representado o cı́rculo trigonométrico.


y
Tal como a figura sugere, O é a origem do referencial, Q per-
tence à circunferência, P é o ponto de coordenadas (1,0) e R é o Q
ponto de coordenadas (−1,0) 5π
5π 7
A amplitude, em radianos, do ângulo P OQ é
7 x
R O P
Qual é o valor, arredondado às centésimas, da área do triângulo
[OQR]?

(A) 0,39 (B) 0,42 (C) 0,46 (D) 0,49

Teste Intermédio 12.o ano – 29.04.2008

B
56. Na figura está representado um triângulo [ABC] com
dois ângulos de amplitude α e um ângulo de amplitude β
β
Qual das igualdades seguintes é verdadeira, para
qualquer triângulo nestas condições? α α
A C

(A) cos β = sen (2α) (B) cos β = cos(2α) (C) cos β = − sen (2α) (D) cos β = − cos(2α)

Teste Intermédio 11.o ano – 24.01.2008


iπ h
57. Seja θ um valor pertencente ao intervalo ,π
2
Qual das expressões seguintes designa um número real positivo?

(A) cos θ − sen θ (B) sen θ × cos θ (C) sen θ × tg θ (D) sen θ − tg θ

Teste Intermédio 11.o ano – 24.01.2008

58. Considere a equação 1 + 3 tg (2x) = 4

Qual dos seguintes valores é solução desta equação?


π 3π 5π 7π
(A) − (B) (C) (D)
8 8 8 8
Teste Intermédio 11.o ano – 24.01.2008

[Link]
21/29

59. Na figura seguinte estão representadas, em referencial o.n. xOy, uma reta e uma circunferência com centro
na origem e raio igual a 5

Os pontos A e B pertencem à circunferência.


O ponto A também pertence ao eixo das abcissas.
y
Admita que o ponto B se desloca ao longo da circunferência, no
primeiro quadrante. B
Para cada posição do ponto B, seja α a amplitude do ângulo orientado d
cujo lado origem é o semieixo positivo Ox e cujo lado extremidade é a
semirreta ȮB α
A O 5 x
Seja d o comprimento do segmento [AB]

59.1. Mostre que d2 = 50 + 50 cos α



59.2. Para uma certa posição do ponto B, tem-se tgα = 24
Sem recorrer à calculadora, determine, para este caso, o valor de d

Teste Intermédio 11.o ano – 24.01.2008

60. Indique as soluções da equação 5 + 2 cos x = 6 que pertencem ao intervalo ]0,2π[


π 4π π 5π π 7π π 11π
(A) e (B) e (C) e (D) e
3 3 3 3 6 6 6 6
Teste Intermédio 11.o ano – 10.05.2007

y
61. Na figura junta estão representados, em referencial o.n. xOy:
• o cı́rculo trigonométrico √
• a reta r, de equação x = 1 8 B

• o ângulo, de amplitude α, que tem por lado origem o semieixo positivo


Ox e por lado extremidade a semirreta ȮA
• o ponto B, intersecção do prolongamento da semirreta ȮA com a reta r

Como a figura sugere, a ordenada de é B é 8

Sem recorrer à calculadora, determine o valor de α


π  O x
5 sen + α + 2 cos(3π − α)
2
r
A

Teste Intermédio 11.o ano – 10.05.2007

[Link]
22/29

62. Na figura seguinte está representado o cı́rculo trigonométrico e um triângulo [OP R]

y
O ponto P desloca-se ao longo da circunferência, no primeiro
quadrante.
O ponto Q desloca-se ao longo do eixo Ox, de tal modo que o P
triângulo [OP R] é sempre isósceles.
Sendo α a amplitude, em radianos, do ângulo ROP , qual das
α
expressões seguintes dá a área do triângulo [OP R], em função
O R x
de α ?

(A) sen α. cos α (B) 2 . sen α. cos α

1 + sen α. cos α (1 + cos α). sen α


(C) (D)
2 2
Teste Intermédio 11.o ano – 19.05.2006

63. Da amplitude α de um certo ângulo orientado sabe-se que cos α < 0 e tg α > 0

Qual das expressões seguintes dá o valor de sen α ?


√ √ √ √
(A) 1 − cos2 α (B) − 1 − cos2 α (C) 1 + cos2 α (D) − 1 + cos2 α

Teste Intermédio 11.o ano – 19.05.2006

1
64. Sabe-se que β ∈ R é uma solução da equação sen x =
5
1
Qual das expressões seguintes designa uma solução da equação cos x = − ?
5
π π
(A) π + β (B) + β (C) −β (D) − β
2 2
Teste Intermédio 11.o ano – 19.05.2006

y
65. Na figura ao lado está representado o cı́rculo trigonométrico.
Os pontos A, B e C têm coordenadas (1,0), (0,1) e (0, − 1), B
respetivamente.
P
O Ponto P desloca-se ao logo do arco AB, nunca coincidindo com
o ponto B.
Para cada posição do ponto P , seja x a amplitude do ângulo
x A
AOP , e seja f (x) a área do triângulo [OP C].
O x
Qual das expressões seguintes define a função f ?
sen x cos x
(A) (B)
2 2
C
sen x + cos x sen x. cos x
(C) (D)
2 2

Exame – 2006, Ép. especial

[Link]
23/29

66. Na figura ao lado está representado, em referencial o.n. xOy, um arco AB, y
que está contido na circunferência de equação x2 + y 2 = 1.
A
O ponto C pertence ao eixo Ox e o segmento de reta [AC] é perpendicular
a este eixo.
α é a amplitude, em radianos, do ângulo AOB.
Qual é a expressão que dá o perı́metro da região sombreada, em função de α?
α
(A) π × α + sen α + cos α (B) π × α + sen α + 1 − cos α
O C B x
(C) 1 + α − sen α + cos α (D) 1 + α + sen α − cos α

Exame – 2006, 2.a Fase

67. Na figura ao lado, estão representadas uma semirreta ȦB e uma circunferência de centro O e de raio 1
(os pontos O, A e B são colineares; o ponto A pertence à circunferência.

Considere que o ponto P se desloca ao longo da


semirreta ȦB, nunca coincidindo com o ponto A. R
Os pontos R e S acompanham o movimento do
ponto P , de tal forma que as retas P R e P S são 1
sempre tangentes à circunferência, nos pontos R e S,
A P
respetivamente. O α
Seja α a amplitude, em radianos, do ângulo SOR B
(α ∈]0,π[)

Mostre que a área do quadrilátero


α [ORP S] é S
dada, em função de α, por tg
2

Exame – 2005, Ép. especial (cód. 435)

68. Na figura ao lado está representada uma circunferência com centro no G


ponto O e raio 3
Os diâmetros [EF ] e [GH] são perpendiculares.
A I B
Considere que o ponto B se desloca sobre o arco F G. 3
Os pontos A, C e D acompanham o movimento do ponto B, de tal x
forma que: E F
O
• as cordas [AB] e [CD] permanecem paralelas a [EF ];
• [AD] e [BC] são sempre diâmetros da circunferência J
C D
Os pontos I e J também acompanham o mesmo movimento, de tal
forma que são sempre os pontos de interseção de [GH] com [AB] e H
[CD], respetivamente.
h π i 
Para cada posição do ponto B, seja x a amplitude, em radianos, do ângulo F OB, x ∈ 0,
2
Mostre que a área da região sombreada é dada, em função de x por 18(x + sen x. cos x)

Sugestão: use a decomposição sugerida na figura.

Exame – 2005, 1.a Fase (cód. 435)

[Link]
24/29

69. A Rita foi andar num carrossel. A figura ao lado ilustra a situação. M
Em cada volta, que se inicia no ponto A, a Rita descreve uma
circunferência com 5 metros de raio, centrada no ponto O, rodando
d(x)
no sentido indicado na figura.
A mãe da Rita ficou a observá-la de um ponto M , situado à R
distância de 8 metros de O e tal que o ângulo AOM é reto. B
Para cada posição R, da Rita, fica determinado um ângulo de 8
amplitude x, medida em radianos, que tem como lado origem a
semirreta ȮA e como lado extremidade a semirreta ȮA. x C
A
Mostre que, para cada valor de x, a distância d(x), da Rita à O 5
mãe, é dada, em metros, por

89 − 80 sen x

Exame – 2003, Prova para militares (cód. 435)

70. Na figura ao lado está representado um trapézio retângulo [ABCD], cujas bases têm 10 e 30 unidades de
comprimento e a altura tem 10 unidades de comprimento.
Considere que um ponto P se desloca sobre o segmento
[AB]. B 10 C
Para cada posição do ponto P , seja x a amplitude, em
P
radianos, do ângulo P DA. 10
Pretende-se determinar o valor de x para o qual o seg-
mento [P D] divide o trapézio em duas figuras com a
mesma área. x
Qual das equações seguintes traduz este problema? A 30 D

302 sen x 302 tg x


(A) = 100 (B) = 100
2 2
30 × 10 sen x 30 × 10 tg x
(C) = 150 (D) = 150
4 4
Exame – 2003, 2.a Fase (cód. 435)

1
71. Considere θ ∈ R. Sabendo que tg θ = , sem recorrer à calculadora, calcule o valor de 2 − 5 sen2 θ
2
Exame – 2003, 1.a fase - 2.a chamada (cód. 435) (adaptado)

[Link]
25/29

72. Na figura ao lado está representado a sombreado um


polı́gono [ABEG].
G F
Tem-se que:
• [ABF G]é um quadrado de lado 2
E
• F D é um arco de circunferência de centro em B; o
ponto E move-se ao longo desse arco; em consequência, 2
2
o ponto C desloca-se sobre o segmento [BD], de tal
forma que se tem sempre [EC] ⊥ [BD] x
• x designa
 ha π
amplitude,
i em radianos, do ângulo A 2 B C D
CBE x ∈ 0,
2

72.1. Mostre que a área do polı́gono [ABEG] é dada, em função de x, por 2(1 + sen x + cos x)
(Sugestão: pode ser-lhe útil considerar o trapézio [ACEG])
π
72.2. Determine a área do trapézio para x = 0 e para x =
2
Interprete geometricamente cada um dos valores obtidos.

Exame – 2003, 1.a fase - 1.a chamada (cód. 435)

P
73. Considere uma circunferência de centro C e raio 1, tangente a uma reta r.
Um ponto P começa a deslocar-se sobre a circunferência, no sentido indicado
na figura. Inicialmente, o ponto P encontra-se à distância de duas unidades
da reta r. C

Seja d a distância de P a r, após uma rotação de amplitude α. r

Qual das igualdades seguintes é verdadeira para qualquer número real P


positivo α? α

(A) d = 1 + cos α (B) d = 2 + sen α d C

(C) d = 1 − cos α (D) d = 2 − sen α r

Exame – 2002, 2.a fase (cód. 435)

74. Na figura ao lado estão representados, em referencial o. n. xOy, o cı́rculo


trigonométrico e um triângulo [OAB].
y
Os pontos A e B pertencem à circunferência.
O segmento [AB] é perpendicular ao semieixo positivo Ox.
O ponto C é o ponto de interseção da circunferência com o semieixo
positivo Ox. A
i πh
Seja α a amplitude do ângulo COA α ∈ 0, α C
2
Qual das expressões seguintes dá a área do triângulo [OAB], em função O x
de α?
B
tg α . cos α
(A) sen α . cos α (B)
2
tg α . sen α
(C) tg α . sen α (D)
2
Exame – 2002, 1.a fase - 2.a chamada (cód. 435)

[Link]
26/29

75. Na figura ao lado está representado um quadrado [ABCD] de lado 1.


D C
O ponto E desloca-se sobre o lado [AB] e o ponto F desloca-se so-
bre o lado [AD], de tal forma que se tem sempre AE = AF .

Para cada iposição do ponto E, seja a x amplitude do ângulo


 π π h F
BEC x∈ ,
4 2
x
Recorrendo a métodos exclusivamente analı́ticos, mostre que o perı́metro
2 2 A E B
do quadrilátero [CEAF ] é dado, em função de x, por 2 − +
tg x sen x

Exame – 2002, 1.a fase - 1.a chamada (cód. 435)

76. Na figura ao lado está representado um lago artificial de forma B P2


retangular.

16
Pretende-se construir uma ponte, ligando duas margens
do lago, entre os pontos P1 e P2 , tal como a figura ilustra. 12
x A

A ponte tem um ponto de apoio A, situado a 12 m de P1


uma das margens e a 16 m da outra.

Seja x a amplitude do ângulo P2 P1 B.


16 sen x + 12 cos x
76.1. Mostre que o comprimento da ponte, em metros, é dado por
sen x. cos x
76.2. Considerando que a localização de P1 e P2 pode variar, determine o comprimento da ponte para o
qual se tem BP1 = BP2
Apresente o resultado em metros, arredondado às décimas.

Exame – 2001, Ép. especial (cód. 435)

y
77. Na figura ao lado estão representados, em referencial o.n. xOy:
• um quarto de cı́rculo, de centro na origem e raio 1
A
• uma semirreta paralela ao eixo Oy, com origem no ponto (1,0)
• um ponto A, pertencente a esta semirreta
• um ângulo de amplitude α, cujo lado origem é o semieixo positivo Ox e
cujo lado extremidade é a semirreta ȮA α
Qual das expressões seguintes dá a área da região sombreada, em função de α ? 0 1 x

π tg α π 2 tg α 2
(A) + (B) + (C) π + (D) π +
4 2 4 tg α 2 tg α

Exame – 2001, 1.a fase - 2.a chamada (cód. 435)

[Link]
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78. Na figura ao lado está representada uma pirâmide quadrangular regular.


E
Sabe-se que:
• a base da pirâmide tem centro F e lado 2
• G é o ponto médio da aresta BC
• x designa a amplitude do ângulo F GE
D
Mostre que a a área total da pirâmide é dada, em função de x, por x C
F G
4 cos x + 4  i πh
x ∈ 0, A B
cos x 2

Exame – 2001, 1.a fase - 1.a chamada (cód. 435)

79. Na figura ao lado está representado um triângulo retângulo


A
[ABC], cuja hipotenusa mede 2 m.

Qual das expressões seguintes dá a área (em m2 ) do triângulo


[ABC], em função da amplitude, α, do ângulo ABC?
α
(A) 2. sen α. cos α (B) 2. sen α. tg α B C
2m
(C) 4. sen α. cos α (D) 4. sen α. tg α

Exame – 2000, Prova para militares (cód. 135)

80. Na figura ao lado está representado o trapézio isósceles [ABCD] (os A D


lados [AD] e BC são paralelos).

Tem-se que: 1 1
• AB = BC = CD = 1
• AD ≤ 1 α
iπ πi
B C
Seja α a amplitude do ângulo ABC, α ∈ , 1
3 2
iπ πi
80.1. Mostre que, para cada α ∈ , , a área do trapézio é igual a ( sen α)(1 − cos α)
3 2
π
80.2. Determine a área do trapézios para α = e interprete geometricamente o resultado obtido, caracte-
2
rizando o quadrilátero que se obtém neste caso.

Exame – 1999, Prova modelo (cód. 135) (adaptado)

[Link]
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81. Considere um triângulo retângulo [ABC], cujos catetos são [AB] e [BC]
Admita que se tem AB = 1 e que x designa a amplitude do ângulo BAC
81.1. Mostre que oi perı́metro do triângulo [ABC] é dado, para cada
πh
valor de x ∈ 0, , por C
2
1 + sen x + cos x
cos x
i πh π  3
81.2. Seja α ∈ 0, tal que cos +α =− x
2 2 5 A B
Determine o valor do perı́metro do triângulo [ABC] para este 1
valor de α

Exame – 1998, Prova para militares (cód. 135)

82. Na figura ao lado


• o triângulo [ABC] é isósceles (AB = BC) B
• [DEF G] é um retângulo
• DG = 2
• DE = 1
• x designa a amplitude do ângulo BAC
Mostre que a área do triângulo [ABC] é dada por E H F

1  i π h
2 + tg x + x ∈ 0,
tg x 2 x
A D I G C
(Nota: Pode ser-lhe útil reparar que B EF
b = B AC)
b

Exame – 1998, 2.a fase (cód. 135)

83. A figura ao lado representa um canteiro de forma circular com 5 m de raio.

O canteiro tem uma zona retangular, que se destina à plantação de


flores, e uma zona relvada, assinalada a sombreado na figura. E

A B
Os vértices A, B, C e D do retângulo pertencem à circunferência que
limita o canteiro. 5
x
Na figura também estão assinalados: H F
O
• dois diâmetros da circunferência, [EG] e [HF ], que contêm os
pontos médios dos lados do retângulo
• o centro O da circunferência D C
i π h
• o ângulo BOF , de amplitude x 0, G
2
Mostre que a área (em m2 ) da zona relvada é dada por 25(π − 4 sen x. cos x)

Exame – 1998, 1.a fase - 2.a chamada (cód. 135)

[Link]
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84. Duas povoações, A e B, distanciadas 8 km uma da outra estão a igual distância de uma fonte de abaste-
cimento de água, localizada em F .

Pretende-se construir uma canalização ligando a fonte


às duas povoações, como se indica na figura ao lado. F
A canalização é formada por três canos: um que vai
da fonte F até um ponto P e dois que partem de P ,
um para A e outro para B. O ponto P está a igual P
distância de A e de B. 4 km

Tem-se ainda que


x
• o ponto M , ponto médio de [AB], dista 4 km de F ; A B
 h π i M
• x é amplitude do ângulo P AM x ∈ 0, 8 km
4

84.1. Tomando para unidade o quilómetro, mostre que o comprimento total da canalização é dado por
8 − 4 sen x
4+
cos x
4
(Sugestão: Comece por mostrar que P A = e que F P = 4 − 4 tg x)
cos x
84.2. Calcule o comprimento total da canalização para x = 0 e interprete o resultado obtido, referindo a
forma da canalização e consequente comprimento.

Exame – 1988, 1.a fase - 1.a chamada (cód. 135)

85. Na figura seguinte está representado um triângulo [ABC].

Sabe-se que:
B
• x é a amplitude do ângulo BCA;
• BC = 2
2
• [BH] é a altura relativa ao vértice B;
• AH = 1 x
A 1 H C
i πh
Mostre que a área de um triângulo [ABC] é dada, para cada valor de x ∈ 0, , por sen x(1 + 2 cos x)
2
Exame – 1998, Prova modelo (cód. 135) (adaptado)

[Link]
Geometria (11.o ano)
Trigonometria
Exercı́cios de Provas Nacionais e Testes Intermédios - Propostas de resolução

1. Designando por P o ponto pertencente ao segmento de reta [AB] com ordenada igual à do ponto C,
temos que [CP ] é a altura do triângulo [ABC], relativamente à base [AB], e assim, vem que:
• AB = tg α
1 1 1 2 1 2 √ √
• tg 2 α+1 = ⇔ AB +1 = ⇔ AB = −1 ⇔ AB = 9−1 ⇔ AB = 8 ⇔ AB = 2 2
cos2 α

1
 2 1
3 9
1 2
• CP = xA − xC = 1 − cos α = 1 − =
3 3
E assim, a área do triângulo [ABC], é:
√ 2 √
AB × CP 2 2×
A[ABC] = = 3 =2 2
2 2 3
Exame – 2023, Ép. especial

2. Como a reta AB é tangente à semicircunferência no ponto T , e o segmento de reta [OT ] é um raio, então
as retas AB e OT são perpendiculares, pelo que os triângulos [OT A] e [OT B] são retângulos em T , cujas
hipotenusas são, respetivamente, os lados [OA] e [OB].
π
Como OT = 2 e T ÔB = − α, recorrendo à definição de cosseno, temos:
2
OT 2 2
• cos α = ⇔ cos α = ⇔ OA =
OA OA cos α
OT π  2 2 2
• cos T ÔB = ⇔ cos −α = ⇔ OB = π =
OB 1 OB cos −α sen α
2

Assim, determinando a área do triângulo, vem:

2 × OA × OB 2 2 4
A[ABC] = = OA × OB = × =
2 cos α sen α sen α. cos α
Exame – 2023, 2.a Fase (adaptado)
2/37

3. Como qualquer triângulo inscrito numa semicircunferência é retângulo, temos


que a medida da hipotenusa do triângulo é AC = 4, e recorrendo às definições
de seno e cosseno, para determinar as medidas da base (BC) e da altura
(AB), vem: B

BC BC
sen α = ⇔ sen α = ⇔ BC = 4 sen α α
AC 4 A C
4
AB AB
cos α = ⇔ cos α = ⇔ AB = 4 cos α
AC 4

AC 4
Como o raio da circunferência é metade do respetivo diâmetro, r = = = 2, temos que a área da
2 2
região é a diferença da área do semicı́rculo e da área do triângulo:

A◦ πr2 BC × AB π(2)2 4 sen α × 4 cos α 4π


A= −A[ABC] = − = − = −8 sen α cos α = 2π −8 sen α cos α
2 2 2 2 2 2
Exame – 2021, Ép. especial (adaptado)

1
4. Como cos α = , temos que:
2
1 1 √
tg2 α + 1 =  2 ⇔ tg2 α + 1 = ⇔ tg2 α = 4 − 1 ⇔ tgα = ± 3
1 1
2 4

π √ √
Como 0 < α < então tgα = 3, e como o declive da reta s é a tangente da inclinação ms = tg α = 3,
2 √
e a reta s passa pela origem, é definida pela equação: y = 3x.

Desta forma as coordenadas do ponto B são:


√ √ √ √
√ √
  
3 3 3 3
y = x+1 3x = x+1 3x − x=1 x=1

 
 
 

2 2 2 2
   
⇔ ⇔ ⇔ ⇔

 √ 
 √ 
 √ 
 √
y = 3x y = 3x y = 3x y = 3x
   

2 √

x= √



x = 2 3
3

 
3
 
⇔ ⇔

 
2

 

y = 3 √ y=2

 
3
Temos ainda que a abcissa do ponto A é:
√ √ √
3 3 2 2 3
x+1=0 ⇔ x = −1 ⇔ x = − √ ⇔ x = −
2 2 3 3

E assim, a área do triângulo [AOB], é:



2 3 √
|xA | × yB ×2 2 3
A[AOB] = = 3 =
2 2 3
Exame – 2022, 2.a Fase

[Link]
3/37

5. Considerando α como a amplitude do ângulo AOP , temos que as coorde- y


nadas do ponto P são:
P (r cos α,r sen α) B P
S
E assim, como OA = OB = r, OT = xP = r cos α e OS = yP = rsen α,
vem que: d

BS + T A = OB − OS + OA − OT = r − r cos α + r − r sen α =
α
= r(1 − cos α + 1 − sen α) = r(2 − sen α − cos α) O T A x

Como d o comprimento do arco AP , definido pelo ângulo α, e o perı́metro da circunferência é 2πr,


correspondente a um ângulo de amplitude 2π radianos, então podemos identificar uma relação entre α, r
e d:
α d 2π × d d
= ⇔ α= ⇔ α=
2π 2πr 2π × r r
E assim, temos que:     
d d
BS + T A = r 2 − sen − cos
r r
Exame – 2021, Ép. especial

[Link]
4/37

i πh
6. Representando no cı́rculo trigonométrico um ângulo de amplitude α ∈ 0, ,
2
1
tal que, sen α = − (como na figura ao lado), podemos verificar que y
5   1
 π 1 1 5
sen α − = − cos α, ou seja, cos α = − − =
2 5 5
α
E, pela fórmula fundamental da trigonometria, vem:
O x
 2
1 1 24 − 15
sen2 α + = 1 ⇔ sen2 α = 1 − ⇔ sen2 α = ⇔
5 25 25
r √ √
24 24 24
⇔ sen α = ± ⇔ sen α = ± ⇔ sen α =
25 5 α∈]0, π2 [ 5

Logo, podemos calcular o valor de tg α:



24 √
tg α =
sen α
= 5 = 24 = √24
cos α 1 1
5
E, como tg β = tg (β − π) e tg (−β) = − tg β, temos que:

tg (π − α) = tg (π − α − π) = tg (−α) = − tg α = − 24

Como cos β = cos(β + 2π), logo cos β = cos(β + 4π), e assim, temos que:
   
7π 7π
cos − + α = cos − + α + 4π = y
2 2
 
7π 8π  π
= cos − +α+ = cos α + √

24
2 2 2 24
i πh − 5
5
α
Representando no cı́rculo trigonométrico um ângulo de amplitude α ∈ 0, ,
2 O x
1
tal que, cos α = (como na figura ao lado), podemos verificar que:
5

 π 24
cos α + = − senα = −
2 5

E assim, temos que:


√ ! √ √ √

 
7π 24 5 24 2 24 −7 24
tg (π−α)+2 cos − +α = − tg α+2 (− senα) = − 24+2× − =− −− =
2 5 5 5 5

Exame – 2021, 2.a Fase

[Link]
5/37

7. Como a circunferência tem raio 3 e está centrada na origem,


as coordenadas do ponto A são da forma (3 cos α,3 sen α) e
como [AB] é um diâmetro da circunferência as coordenadas do y
ponto B são da forma (3 cos(α + π),3 sen (α + π) . Altura
3
Assim, considerando o lado [BC] como a base do triângulo, A
temos que a altura é 2 × OC, porque a abcissa do ponto A é
simétrica da abcissa dos pontos B e C

Como α é um ângulo do segundo quadrante, então: α C


• sen α > 0 e sen (α + π) < 0, pelo que: π O 3 x

Base
BC = |3 sen (α + π)| = | − 3 sen α| = 3 sen α

• cos α < 0 e cos(α + π) > 0, pelo que: B

OC = |3 cos(α + π)| = −|3 cos α| = −3 cos α

Assim, temos que a área do triângulo é:

BC × 2 × OC
A[ABC] = = 3 sen α × (−3 cos α) = −9 sen α cos α
2
Exame – 2021, 1.a Fase

8. Como o ponto A está sobre a reta definida pela equação x = 1, tangente à circunferência trigonométrica,
então a ordenada do ponto A é yA = tg α = a, sendo α o ângulo definido pelo semieixo positivo Ox e pela
semireta ȮA

Como o ponto B pertence à circunferência trigonométrica, tem coordenadas (cos α, sen α), ou seja, a
abcissa do ponto B é xB = cos α
1
Desta forma, como 1 + tg2 α = , tg α 6= 0, e cos α 6= 0, temos que a abcissa do ponto B:
cos2 α
r
1 1 1 1
1 + a2 = ⇔ xB 2 = ⇔ x B = ⇔ xB = √
xB 2 1 + a2 xB >0 1 + a2 1 + a2
Resposta: Opção A

Exame – 2020, 1.a Fase

π 1 1 π
9. Como cos = , então arccos = , e assim:
3 2 2 3
 
1  π
sen 3 arccos = sen 3 × = sen (π) = 0
2 3

Resposta: Opção C

Exame – 2019, 2.a Fase

[Link]
6/37

y
10. Simplificando a equação, temos:
1 cos π3
2 cos x + 1 = 0 ⇔ 2 cos x = −1 ⇔ cos x = −
2
π 1
Como cos = , podemos observar no cı́rculo trigo-
3 2
nométrico que:
π
  − 12 O 3
 π π 2π 1
cos −π + = − cos ⇔ cos − =− 1 x
3 3 3 2 2
− 2π
3
Pelo que a solução da equação no intervalo [−π, 0] é:

x=−
3
π

Resposta: Opção B cos −π + 3

Exame – 2019, 1.a Fase

11. Como a soma dos ângulos internos de um triângulo é 180◦ , vem que:

AĈB = 180 − AB̂C − B ÂC = 180 − 81 − 57 = 42◦

E assim, calculando o valor de AB recorrendo à Lei dos senos, e arredondando o resultado às centésimas,
temos que:

sen AB̂C sen AĈB sen 81◦ sen 42◦ 5 × sen 42◦
= ⇔ = ⇔ AB = ⇒ AB ≈ 3,39
AC AB 5 AB sen 81◦
Resposta: Opção C

Exame – 2018, 2.a Fase

12. Considerando que:


π π
• sen = 1, temos que arcsen(1) =
2 2
   
3π 1 1 2π
• cos = − , temos que arccos − =
4 2 2 3
E assim, vem que:  
1 π 2π 3π 4π 7π
arcsen(1) + arccos − = + = + =
2 2 3 6 6 6
Resposta: Opção A

Exame – 2018, 1.a Fase

[Link]
7/37

13. Observando que os ângulos AOP e RQO têm a mesma amplitude (porque são ângulos de lados paralelos),
relativamente ao triângulo [P QR], vem que:
• QR = cos α
• OR = sen α
• a altura do triângulo, relativa ao lado [QR] é P

h = 2 × OR = 2 sen α O α
2sen α
sen α
Desta forma, a área do triângulo é: α
Q cos α R
QR × h cos α × 2 sen α 2 sen α cos α
A[P QR] = = = = sen α cos α
2 2 2
Resposta: Opção D
Exame – 2016, 2.a Fase (adaptado)

14. Identificando as medidas relevantes para o cálculo da área do trapézio, temos que:
• a base menor é a ordenada o ponto P , ou seja, OP = 1
• como R é um ponto do quarto quadrante, então temos que cos α > 0, pelo que a altura do trapézio
[OP QR] é: P Q = cos α
• como R é um ponto do quarto quadrante, então temos que sen α < 0, pelo que a base maior do
trapézio [OP QR] é: QR = 1 + (−sen α) = 1 − sen α
Desta forma, a área do trapézio é:

OP + QR 1 + 1 − sen α 2 − sen α
A[OP QR] = × PQ = × cos α = × cos α =
2 2 2
2 cos α − sen α cos α sen α cos α
= = cos α −
2 2
Resposta: Opção D
Exame – 2016, 1.a Fase

15. Como na figura está representado o cı́rculo trigonométrico, temos que:

OC = 1 α , AB = sen α , OB = cos α e tg α = CD

Temos que a área do quadrilátero [ABCD] pode ser obtida pela diferença das áreas dos triângulos [OCD]
e [OAB],
OC × CD OB × AB
A[ABCD] = A[OAB] − A[OCD] = −
2 2
Assim, vem que:
1 × tg α cos α × sen α tg α − sen α cos α
A[ABCD] = − =
2 2 2
Resposta: Opção B

Exame – 2015, 1.a Fase (adaptado)

[Link]
8/37

16. O triângulo [OBC] é retângulo em B, OB = 1, e [BC] é o cateto oposto ao ângulo α, temos que:

BC BC y
tg α = ⇔ tg α = ⇔ tg α = BC
OB 1
Logo,
r B
OB × BC 1 × tg α tg α C
A[OBC] = = = α
2 2 2 A
A área do setor circular de centro O, raio 1 e amplitude α x
O
(delimitado pelo arco AB) é

α × 12 α
A= =
2 2

Como a área da zona sombreada (AS ) pode ser calculada como a diferença entre as áreas do triângulo
[OBC] e o setor circular de centro O e delimitado pelo arco AB, temos que
tg α α tg α − α
AS = A[OBC] − A = − =
2 2 2
Resposta: Opção B
Exame – 2014, Ép. especial

17.
17.1. Como o lado [P R] do triângulo [P QR] é um diâmetro da circunferência e o vértice Q pertence à mesma
circunferência, podemos garantir que o triângulo [P QR] é retângulo, sendo [P R] a hipotenusa.
Como a circunferência tem raio 2, vem que P R = 2 × 2 = 4, e assim, recorrendo à definição de seno
e cosseno temos:
QR QR
sen α = ⇔ sen α = ⇔ QR = 4 sen α
PR 4
PQ PQ
cos α = ⇔ cos α = ⇔ P Q = 4 cos α
PR 4
Como os lados [QR] e [P Q] são perpendiculares, temos que:

QR × P Q 4 sen α × 4 cos α
A[P QR] = = = 8 sen α cos α
2 2
Como o triângulo [P SR] é congruente com o triângulo [P QR] (ambos têm 1 ângulo reto e dois lados
iguais), vem que:

A[P QRS] = A[P QR] + A[P SR] = 2 × A[P QR] = 2 × 8 sen α cos α = 16 sen α cos α

[Link]
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√ 1
17.2. Como tg θ = 2 2 e tg2 θ + 1 = , temos que:
cos2 θ
√ 2 1 1 1 1
2 2 +1= ⇔ 4×2+1= ⇔ 9= ⇔ cos2 θ = ⇔
cos2 θ cos2 θ cos2 θ 9
r
1 1 1
⇔ cos θ = ± ⇔ cos θ = ± ⇔π  cos θ =
9 3 3
θ∈ 0,
2
E, pela fórmula fundamental da trigonometria, vem:
r √ √
2 1 2 1 2 8 8 2 2 2 2
sen θ+ = 1 ⇔ sen θ = 1− ⇔ sen θ = ⇔ sen θ = ± ⇔ sen θ = ± ⇔π  sen θ =
9 9 9 9 3 3
θ∈ 0,
2
Finalmente, recorrendo expressão da área do quadrilátero [P QRS], deduzida antes, temos que:
√ √
2 2 1 32 2
16 × × =
3 3 9
Exame – 2014, 2.a Fase (adaptado)

18. Como y
• BC = sen α
• OC = cos α
B
Temos que DC = OD − OC = 3 − | cos α|
iπ h α
Como α ∈ ,π , logo cos α < 0, pelo que
2 D C O A x
| cos α| = − cos α

Assim,DC = 3 − | cos α| = 3 − (− cos α) = 3 + cos α

Desta forma, temos que:

DC × BC sen α(3 + cos α) 1


A[BCD] = = = (3 + cos α) sen α
2 2 2
Resposta: Opção C
Exame – 2014, 1.a Fase

 

19. Como x ∈ π, , temos que x é a amplitude de um ângulo do 3o quadrante.
2
Assim, temos que:
• sen x < 0
• cos x < 0
• tg x > 0
Assim, analisando cada uma das hipóteses, vem que:
• sen x + cos x < 0 (porque é a soma de valores negativos)
cos x
• < 0 (porque é o quociente de um valor negativo por um positivo)
tg x
• tg x−sen x > 0 (porque é a diferença entre um valor positivo e um negativo, ou de forma equivalente,
a soma de dois valores positivos)
• sen x × tg x < 0 (porque é o produto de um valor negativo por um positivo)
Resposta: Opção C
Teste Intermédio 11.o ano – 11.03.2014

[Link]
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20. Como no intervalo [0,2π[ a equação sen x = 0,3 tem 2 soluções, então: y

• no intervalo [0,2π × 10[= [0,20π[ a equação sen x = 0,3 tem


20 soluções, (correspondentes a 10 repetições das duas soluções
iniciais por cada uma das 10 voltas completas no cı́rculo trigo-
nométrico, no sentido positivo).
0,3 0,3
Analogamente,
O 1 x
• no intervalo [−2π × 10,0[= [−20π,0[ a equação sen x = 0,3 tem
20 soluções, (correspondentes a 10 repetições das duas soluções
iniciais por cada uma das 10 voltas completas no cı́rculo trigo-
nométrico, no sentido negativo).

Assim, temos que, no intervalo [−20π,20π[, a equação trigonométrica sen x = 0,3 tem 20+20 = 40 soluções.

Resposta: Opção B

Teste Intermédio 11.o ano – 11.03.2014

21.
21.1. Como os ângulos DOC e AOP são ângulos verticalmente opostos, Q
x também é a amplitude do ângulo AOP . Como [OA] e [OQ] são
raios da semicircunferência, OA = OD = 1, e assim, recorrendo 1
à definição de seno e tangente temos: O x
A x D
QR QR R
sen x = ⇔ sen x = ⇔ QR = sen x
OQ 1 1
P
AP AP
tg x = ⇔ tg x = ⇔ AP = tg x
OA 1 B 2 C
E assim, temos que a área do polı́gono [BCDQP ] pode ser calculada como a soma das áreas do
triângulo [ODQ] com a do retângulo [ABCD] subtraindo a área do triângulo [OAP ]:

OD × QR AP × OA
A[BCDQP ] = A[ODQ] + A[ABCD] − A[OAP ] = + DC × BC − =
2 2
1 × sen x tg x × 1 sen x tg x tg x sen x
= +2×1− = +2− =2− +
2 2 2 2 2 2

[Link]
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21.2. Como cos − x = − sen x (como se pretende ilustrar na figura ao
2 y
lado), então temos que:
   
3π 3 3 3
cos − x = − ⇔ sen x = − − ⇔ sen x = 3π
2 5 5 5 −x
2
x
Assim, recorrendo à fórmula fundamental da trigonometria, vem:
O x
 2
3 9 16 4 −x
+ cos2 x = 1 ⇔ cos2 x = 1 − ⇔ cos2 x = ⇔ cos x = ±
5 25 25 5
i πi 4
Como x ∈ 0, , então cos x > 0, e assim, temos que: cos x =
4 5
3
sen x 3
Calculando o valor da tangente de x, vem: tg x = = 5 =
cos x 4 4
5

E assim, substituindo os valores de tg x e sen x na expressão da área do polı́gono [BCDQP ], obtemos a


área para a posição do ponto P :
3 3
4 5 3 3 80 15 12 77
2− + =2− + = − + =
2 2 8 10 40 40 40 40
Teste Intermédio 11.o ano – 11.03.2014

22. Vamos considerar DA a medida da altura do triângulo e EC a medida da base.


Sabemos que CA = 1, porque é a medida do raio da circunferência.
D C
Como [CA] é a hipotenusa do triângulo e [DA] o cateto oposto ao ângulo x, x
usando o seno do ângulo temos que:

DA DA
sen x = ⇔ sen x = ⇔ DA = sen x
CA 1 A

Por outro lado, como [DC] é o cateto adjacente, usando a definição de cosseno, temos:

DC DC
cos x = ⇔ cos x = ⇔ DC = cos x
CA 1

Como ED = 6 temos que:


EC = ED + DC ⇔ EC = 6 + cos x
Logo, calculando a área do triângulo, obtemos:

EC × DA (6 + cos x)(sen x) 6 sen x + sen x cos x sen x(6 + cos x)


A[AEC] = = = =
2 2 2 2
Exame – 2013, Ép. especial (adaptado)

[Link]
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23. Começamos por definir o ponto P (−3,0) e o ângulo AOP , cuja amplitude é π − α.

Assim, como sabemos que que OP = 3, podemos usar a definição de cosseno podemos calcular OA:

OP 3 3 y
cos(π − α) = ⇔ cos(π − α) = ⇔ OA =
OA OA cos(π − α) r
A
Como cos(π − α) = − cos α, temos que:
3 3 3
OA = ⇔ OA = ⇔ OA = −
cos(π − α) − cos α cos α
π−α α
Depois, calculamos AP recorrendo à definição de tangente: x
P O
AP AP
tg (π − α) = ⇔ tg (π − α) = ⇔ AP = 3 tg (π − α)
OP 3
Como tg (π − α) = − tg α, temos que:
B
AP = 3 tg (π − α) ⇔ AP = −3 tg α

Como AB = 2 × AP e OB = OA, calculado a expressão do perı́metro vem:


 
3 6
P[OAB] = AB + OA + OB = 2 × AP + 2 × OA = 2 × (−3 tg α) + 2 × − = −6 tg α −
cos α cos α
Exame – 2013, 2.a Fase (adaptado)

  y
5π 4π
24. Representando as amplitudes dos ângulos do intervalo ,
6 3
no cı́rculo trigonométrico, podemos verificar que, neste intervalo:

3 1
• − ≤ sen x ≤ 1
2 2 2

1 6
• −1 ≤ cos x ≤ − − 12
2
√ √ −1 4π O x
3 3 3
Como − ≈ −0,87, temos que −0,9 < − , pelo que a
2 2
equação sen x = −0,9 não tem soluções no intervalo considerado. √
3
− 2
Resposta: Opção D

Teste Intermédio 11.o ano – 6.03.2013

[Link]
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25.
25.1. Como o cı́rculo representado é o cı́rculo trigonométrico, então,
temos que OP = 1, e que as coordenadas do ponto P são
y
(cos α, sen α)
B
Como o ponto Q é simétrico do ponto P relativamente ao cos α
eixo Oy então os dois pontos têm ordenadas iguais e abcissas P − cos α Q
simétricas, pelo que as
i πcoordenadas do ponto Q são (− cos α, sen α)
h
sen α α
e assim, como α ∈ ,π , ou seja, no segundo quadrante, temos
2
que cos α < 0, pelo que P Q = −2 cos α C O R A x
−2 cos α
Como o ponto R tem a mesma abcissa que o ponto Q, e
como α é um ângulo do segundo quadrante, sen α > 0, pelo que
RQ = sen α e como o ponto R pertence ao semieixo positivo Ox, D
vem que OR = − cos α

Desta forma, considerando a base maior do trapézio o lado [P Q], a base menor o lado [OR] e a altura
o lado [RQ], temos que a área (A) do trapézio é dada por:

P Q + OR −2 cos α + (− cos α) −3 cos α × sen α 3


A= × RQ = × sen α = = − sen α cos α
2 2 2 2

25.2. Como a reta OP intersecta a reta de equação x = 1 no ponto de


7 7 y
ordenada − , temos que tg α = −
24 24
1
Como tg2 α + 1 = , temos que:
cos2 α
 2 P
7 1 49 576 1 625 1 α
− +1 = ⇔ + = ⇔ = ⇔ 1
24 cos2 α 576 576 cos2 α 576 cos2 α O x
7
− 24
r
2 1 2 576 576 24
⇔ cos α = ⇔ cos α = ⇔ cos α = ± ⇒ cos α = −
625 625 625 cos<0 25
576
Logo, recorrendo à fórmula fundamental da trigonometria, vem:
576 576 49 7 7
sen2 α + = 1 ⇔ sen2 α = 1 − ⇔ sen2 α = ⇔ sen α = ± ⇒ sen α =
625 625 625 25 sen α>0 25
 
3
Logo, de acordo com a expressão da área do trapézio [OP QR], − sen α cos α , para a posição do
2
ponto P definida, a área, na forma de fração irredutı́vel, é:
 
3 7 24 504 252
− × × − = =
2 25 25 1250 625
Teste Intermédio 11.o ano – 6.03.2013

[Link]
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26. Definindo o ponto P , como o ponto médio do lado [AB], a área da região sombreada
D pode ser calculada C
como a diferença entre a área do quadrado e a soma das áreas de 8 triângulos retângulos (o triângulo
[AEP ] e os restantes 7 semelhantes a este):

G
A[AEBF CGDH] = A[ABCD] − 8 × A[AEP ]
H E F
Como P é o ponto médio de [AB], temos que AP = 2, podemos determinar
EP , recorrendo à definição de tangente de um ângulo:

EP EP x
tg x = ⇔ tg x = ⇔ EP = 2 tg x
AP 2
A 2 P B
Assim, calculando a área da região sombreada, vem:
2 AP × EP 2 × 2 tg x
A[AEBF CGDH] = A[ABCD] − 8 × A[AEP ] = AB − 8 × = 42 − 8 × =
2 2

= 16 − 8 × 2 tg x = 16 − 16 tg x = 16(1 − tg x)
Exame – 2012, 2.a Fase

27. Considerando um ponto P , sobre o lado [AB] do trapézio, tal que o segmento [DP ] seja perpendicular
π
ao lado [AB], consideramos o ângulo ADP com amplitude − α
2
D C
Como DP = 1, recorrendo à definição de cosseno, temos:
α
 π DP 1
cos α − = ⇔ DA = α − π2
cos α − π2

2 DA

π
 1
e como cos α − 2 = sen α, temos que: DA =
sen α A P B
π
 1
Da definição de tangente de um ângulo, e como tg α − 2 =− temos:
tg α
 π AP  π AP 1
tg α − = ⇔ tg α − = ⇔ AP = −
2 DP 2 1 tg α
Logo, o perı́metro do trapézio é:
 
1 1
P[ABCD] = P B + BC + CD + DA + AP = 1 + 1 + 1 + + − =
sen α tg α

1 1 1 cos α 1 − cos α
=3+ − sen α = 3 + − =3+
sen α sen α sen α sen α
cos α
Exame – 2012, 1.a Fase

[Link]
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28. Usando a definição de seno, temos:


P
PQ PQ
sen x = ⇔ sen x = ⇔ P Q = 2 sen x
BP 2
2
e usando a definição de cosseno, vem:
x
BQ BQ
cos x = ⇔ cos x = ⇔ BQ = 2 cos x A
BP 2 2 B Q

Calculando a área do triângulo vem:

(AB + BQ) × P Q (2 + 2 cos x)(2 sen x) 4 sen x + 4 sen x cos x


A[AP Q] = = = = 2 sen x + 2 sen x cos x =
2 2 2
= 2 ( sen x + sen x cos x) = 2 sen x(1 + cos x)
Teste Intermédio 12.o ano – 24.05.2012 (adaptado)

29. Representando no cı́rculo trigonométrico um ângulo de amplitude θ, tal que, y


1
sen θ = − (como na figura ao lado), podemos verificar que, a representação
3
1
do ângulo com amplitude π + θ verifica a condição sen (π + θ) = , ou seja: 1
3
3
θ
sen (π + θ) = −sen θ
O π+θ x
E assim, de entre as opções apresentadas π + θ é a única solução da equação
1 − 31
sen x =
3
Resposta: Opção B

Teste Intermédio 11.o ano – 9.02.2012

30. Considerando que o altura assinalas na figura divide o triângulo [ABC] em dois triângulos retângulos
cujas hipotenusas são os lados [AB] e [C] e usando a definição de seno, temos que:

h h
sen α = ⇔ sen α = ⇔ h = 2 sen α
AB 2
B
1
E como sen 30◦ = , vem que:
2 2
h 1 h h
sen 30◦ = ⇔ = ⇔ BC = 2h ⇔
BC 2 BC α 30◦
A C
⇔ BC = 2 × 2 sen α ⇔ BC = 4 sen α
Resposta: Opção A

Teste Intermédio 11.o ano – 9.02.2012

[Link]
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31.
31.1. De acordo com a sugestão apresentada, como o ponto P se move sobre a circunferência que delimita
o cı́rculo trigonométrico, temos que as coordenadas do ponto P , são (cos α, sen α)
Assim como as coordenadas do ponto B são (3,0), a distância P B é:
p p
d = (cos α − 3)2 + ( sen α − 0)2 = cos2 α − 6 cos α + 9 + sen 2 α =
p √ √
= sen 2 α + cos2 α − 6 cos α + 9 = −6 cos α + 9 + 1 = 10 − 6 cos α
E assim, vem que:
√ √ 2
d= 10 − 6 cos α ⇒ d2 = 10 − 6 cos α ⇒ d2 = 10 − 6 cos α

31.2.
31.2.1. Resolvendo a equação no intervalo [0,2π[, temos que:
3
d2 = 7 ⇔ 10 − 6 cos α = 7 ⇔ −6 cos α = 7 − 10 ⇔ 6 cos α = 3 ⇔ cos α = ⇔
6
1 π π π
⇔ cos α = ⇔ cos α = cos ⇔ α = + 2kπ ∨ α = − + 2kπ, k ∈ Z
2 3 3 3
Como α ∈ [0,2π[, as soluções da equação correspondem aos valores de k = 0 e k = 1:
π π π
• k = 0: α = ∨ α = − , e ∈ [0,2π[
3 3 3
π π π 5π 5π
• k = 1: α = + 2π ∨ α = − + 2π, − + 2π = e ∈ [0,2π[
3 3 3 3 3
5π π
Assim, as soluções da equação d2 = 7 que pertencem ao intervalo [0,2π[ são e
3 3
1 √
31.2.2. Como tg2 α + 1 = e tg α = − 35, vem que:
cos2 α
 √ 2 1 1 1
r
1 1
2
− 35 + 1 = ⇔ 35 + 1 = ⇔ cos α = ⇔ cos α = ± ⇔ cos α = ±
cos2 α cos2 α 36 36 6
 i π h
Como α ∈ [0,π] e tg α < 0, então α é um ângulo do segundo quadrante α ∈ ,π , pelo que
2
1
cos α < 0, e assim temos que: cos α = −
6
Calculando o valor de d, correspondente, vem:

 
2 2 1
d = 10 − 6 cos α ⇔ d = 10 − 6 × − ⇔ d2 = 10 + 1 ⇔ d = ± 11
6

Como d > 0, vem que d = 11

Teste Intermédio 11.o ano – 9.02.2012

[Link]
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5π 5π
32. Como se trata de um cı́rculo trigonométrico, o ponto B tem coordenadas B cos , sen , porque o
3 3
2π 5π
segmento [OB], define com o semieixo postivo Ox um ângulo de π + = radianos.
3 3
Podemos considerar como a medida da base do triângulo OA = 1 e y
o valor absoluto da ordenada de B√como √
a medida da altura:
5π π 3 3
|yB | = sen = − sen = − =
3 3 2 2

π+ 3
Assim, calculando a área do triângulo vem:
A O
√ x
3 √
OA × |yB | 1× altura
A[OAB] = = 2 = 3
2 2 4
B
Resposta: Opção A

Exame – 2011, Ép. especial

y
33. Como OA = 1, usando as definições de seno e cosseno temos:

OE OE
sen θ = ⇔ sen θ = ⇔ OE = sen θ A
OA 1 E
EA EA
cos θ = ⇔ cos θ = ⇔ EA = cos θ O θ C
OA 1
x
E assim, o perı́metro da região sombreada é:

P[ABDE] = AO + OB + BD + DO + OE + EA D
B
Como AO = OB ; BD = EA e DO = OE, temos:
P[ABDE] = 2AO + 2EA + 2OE = 2 × 1 + 2 cos θ + 2 sen θ = 2(1 + cos θ + sen θ)

Resposta: Opção C

Exame – 2011, 2.a Fase

34. Como OQ = 1 (medida do cateto oposto ao ângulo x) e OP = 1 + d Q


(medida da hipotenusa do triângulo retângulo), usando a definição de
seno de um ângulo, temos que: 1
A x P
OQ 1 1 O
sen x = ⇔ sen x = ⇔ 1+d= ⇔ 1 d
OP 1+d sen x

1 1 sen x 1 − sen x
⇔d= −1 ⇔ d= − ⇔ d=
sen x sen x sen x sen x
Teste Intermédio 12.o ano – 26.05.2011

[Link]
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35. Representando no cı́rculo trigonométrico um ângulo de amplitude α, tal y



3π 4
que, cos − α = − (como na figura ao lado), podemos ilustrar que: 4
2 5
5
 

cos − α = −sen α − 45 α
2
O x
 
4 4
E assim, sen α = − − = , pelo que, podemos calcular o valor de cos α,
5 5
recorrendo à fórmula fundamental da trigonometria:
 2 r
4 2 2 16 2 9 9 3
+ cos α = 1 ⇔ cos α = 1 − ⇔ cos α = ⇔ cos α = ± ⇔ cos α = ±
5 25 25 25 5
i πh 3
Como α ∈ 0, , então cos α > 0, e assim, cos α = , pelo que o valor de tg α, é:
2 5
4
sen α 4
tg α = = 5 =
cos α 3 3
5
Desta forma, temos que:
1 1 3 12 3 9
3− =3− =3− = − =
tg α 4 4 4 4 4
3
Teste Intermédio 11.o ano – 24.05.2011

  y
π 3π
36. Representando as amplitudes dos ângulos do intervalo , no
4 4
cı́rculo trigonométrico, podemos verificar que, neste intervalo:
√ √
2 2 3π
− ≤ cos x ≤ 4 π
2 2 4
√ √ x
2 O 2 0,9
Ou seja, a equação cos x = −0,9 não tem soluções no intervalo − 2 2
considerado.

Resposta: Opção C

Teste Intermédio 11.o ano – 27.01.2011

y
37. Como a ordenada do ponto de interseção do prolongamento da reta OQ com
a reta tangente ao cı́rculo trigonométrico no ponto de coordenadas (1,0) é 2,
temos que tg α = 2 2 P
Assim, o valor de um ângulo cuja tangente é 2, pode ser calculado s
por:
tg−1 (2) ≈ 1,107
Como este valor corresponde a um ângulo do 1o quadrante, podemos obter α 1,107 A
um ângulo do 3o quadrante, cuja tangente também é 2, somando π à solução x
anterior: O
α = tg−1 (2) + π ≈ 4,25
Q r
Resposta: Opção B

Teste Intermédio 11.o ano – 27.01.2011

[Link]
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38. Observando que:


π π π 
• Como α + β = então α = − β, e assim, cos α = cos − β = sen β
2 2 2
• Como α + θ = 2π então α = 2π − θ, e assim, sen α = sen (2π − θ) = sen (−θ) = − sen θ
Podemos concluir que:

{z θ} = sen α + cos α − sen α = cos α


sen α + sen β + |sen
| {z }
cos α − sen α

Resposta: Opção D

Teste Intermédio 11.o ano – 27.01.2011

39.
39.1. Como OP = 5, usando as definições de seno e cosseno temos:

PR PR y
sen α = ⇔ sen α = ⇔ P R = 5 sen α
OP 5
r
OR OR
cos α = ⇔ cos α = ⇔ OR = 5 cos α P
OP 5
α
E assim, como P O = P Q, também P R = RQ, pelo que x
O R A Q
OQ = OR + RQ = 2OR; e a área do triângulo [OP Q] é dada
por:

OQ × P R 2 × 5 cos α × 5 sen α
A[OP R] = = = 25 sen α cos α = f (α)
2 2

i πh
39.2. Resolvendo a equação no intervalo 0, , temos que:
2
25 sen α cos α sen α
f (α) = 25 cos2 α ⇔ 25 sen α cos α = 25 cos2 α ⇔ =1 ⇔ =1 ⇔
cos2 α6=0 25 cos α cos α cos α
π π
⇔ tg α = 1 ⇔ tg α = tg ⇔ α = + kπ, k ∈ Z
4 4
π
Assim, no intervalo indicado, a única solução da equação é α = , (k = 0)
4
39.3. Como f (θ) = 5, temos que;
5 1
f (θ) = 5 ⇔ 25 sen θ cos θ = 5 ⇔ sen θ cos θ = ⇔ sen θ cos θ =
25 5
E assim, vem que:
1 5 2 7
( sen θ +cos θ)2 = sen2 θ +2 sen θ cos θ +cos2 θ = sen2 θ +cos2 θ +2 sen θ cos θ = 1+2× = + =
5 5 5 5

Teste Intermédio 11.o ano – 27.01.2011

[Link]
20/37

40.
40.1. Analisando as figuras
 podemos
i π i  dividir o cálculo da altura em dois casos:
No primeiro caso, θ ∈ 0, , h = 3 − OC
2
Como OB = 3, recorrendo à definição de cosseno de um ângulo,
temos:
OC O
cos θ = ⇔ OC = 3 cos θ
3 C θ
B
e assim,
h = 3 − OC = 3 − 3 cos θ
A
 iπ h 
No segundo caso, θ ∈ ,π , h = 3 + OC
2
Como OB = 3, recorrendo à definição de cosseno de um ângulo, C
temos: B
π−θ
OC O
cos(π − θ) = ⇔ OC = 3 cos(π − θ) ⇔ OC = 3(− cos θ) ⇔
3 θ
⇔ OC = −3 cos θ
e assim,
h = 3 + OC = 3 + (−3 cos θ) = 3 − 3 cos θ A

Ou seja em ambos os casos, isto é, para qualquer θ ∈]0,π[, a altura h pode ser calculada como que
h(θ) = 3 − 3 cos(θ)

40.2. Como h(θ) = 3 − 3 cos(θ), temos que:

h(θ) = 3 ⇔ 3 − 3 cos(θ) = 3 ⇔ −3 cos(θ) = 0 ⇔ cos(θ) = 0 ⇔


π π
⇔ cos(θ) = cos ⇔ θ= + kπ, k ∈ Z
2 2
π
Como θ ∈]0,π[, θ = é a única solução da equação.
2
Calcular θ tal que h(θ) = 3, significa determinar o ângulo associado a uma quantidade de com-
bustı́vel no depósito com 3 metros de altura.
Assim a solução calculada significa que, quando o combustı́vel no depósito tiver uma altura de 3
π
metros, o ângulo θ será um ângulo reto rad. .
2
Exame – 2010, 2.a Fase

[Link]
21/37

41. Como o triângulo está inscrito numa semicircunferência é um triângulo retângulo. Sabemos que a hipo-
tenusa coincide com o diâmetro e tem comprimento 2 (OA = 2).

Assim, recorrendo à definição de seno temos:


y
AB AB
sen α = ⇔ sen α = ⇔ AB = 2 sen α B
OA 2
Analogamente, pela definição de cosseno, vem:
α 1
OB OB x
cos α = ⇔ cos α = ⇔ OB = 2 cos α O A
OA 2 2

i πh
Logo, para cada valor de α ∈ 0, , o perı́metro do triângulo [OAB] é dado, em função de α, por:
2
P[OAB] = OA + AB + OB = 2 + 2 sen α + 2 cos α = 2(1 + cos α + sen α)
Exame – 2010, 1.a Fase

42. Relativamente ao triângulo retângulo [ABP ], do qual conhecemos a medida do cateto adjacente ao ângulo
x, usando a definição de cosseno e de tangente do ângulo x, temos:

AB 5 5 C
cos x = ⇔ cos x = ⇔ AP =
AP AP cos x
BP BP
tg x = ⇔ tg x = ⇔ BP = 5 tg x
AB 5 5
Temos ainda que P

BP + P C = 5 ⇔ P C = 5 − BP ⇔ P C = 5 − 5 tg x A x B
5

Recorrendo ao teorema de Pitágoras, podemos calcular a medida do segmento [AC]:


2 2 2 2 2 √
AC = AB + BC ⇔ AC = 52 + 52 ⇔ AC = 25 + 25 ⇔ AC = 50
i πh
Assim, para cada valor de x ∈ 0, , o perı́metro do triângulo [AP C] é dado por:
4
5 √ 5 √
P[AP C] = AP + P C + AC = + 5 − 5 tg x + 50 = − 5 tg x + 50 + 5
cos x cos x
Teste Intermédio 12.o ano – 19.05.2010

43. Como o ponto P pertence à superfı́cie esférica, as suas coordenadas verificam a equação que define a
superfı́cie esférica, pelo que:
2 2
( tg α) + ( sen α) + (2 + cos α − 2)2 = 4 ⇔ tg2 α + sen2 α + cos2 α = 4 ⇔

⇔ tg2 α + 1 = 4 ⇔ tg2 α = 3 ⇔ tg α = ± 3
i πh √ √  π
Como α ∈ 0, , então tg α = 3, pelo que α = tg−1 3 =
2 3
Desta forma, os valores numéricos das coordenadas do ponto P são:
√ ! √ !
 π π π √ 3 1 √ 3 5
tg , sen ,2 + cos = 3, ,2 + = 3, ,
3 3 3 2 2 2 2

Teste Intermédio 11.o ano – 6.05.2010

[Link]
22/37

π
44. Como um ângulo raso tem π radianos de amplitude, e < 3 < π, então um ângulo com amplitude de 3
2
radianos é um ângulo obtuso, ou um ângulo do 2o quadrante.

Resposta: Opção B

Teste Intermédio 11.o ano – 27.01.2010

hπ πi y
45. Representando as amplitudes dos ângulos do intervalo , no 1
6 2
cı́rculo trigonométrico, podemos verificar que, neste intervalo:
1 1
≤ sen x ≤ 1 2 π
2 2 π
0,1 6
1 O x
Ou seja, como 0,1 < a equação sen x = 0,1 não tem soluções no
2
intervalo considerado.

Resposta: Opção D

Teste Intermédio 11.o ano – 27.01.2010

46.
D P C
46.1. Considerando um ponto Q, sobre o lado [AB] do trapézio, tal que o seg-
mento [P Q] seja perpendicular ao lado [AB], e recorrendo à definição de
tangente, temos:
2 2
PQ 2 2
tg x = ⇔ tg x = ⇔ AQ =
AQ AQ tg x
x
2 2 Q
Como P C = DQ − DP = DQ − AQ = 2 − , vem que: A B
tg x
2
2+2−
AB + P C tg x 2
A[ABCQ] = × CB = ×2=4−
2 2 tg x

46.2. Resolvendo a equação, temos que:


√ √ √
2 12 − 2 2 2 2 3 2 2 3 2×3 3
4− = ⇔ 4− =4− ⇔ = ⇔ √ = tg x ⇔ √ = tg x ⇔
tg x 3 tg x 3 tg x 3 2 3 3
√ √
3 3 3 3 √ π π
⇔ tg x = √ √ ⇔ tg x = ⇔ tg x = 3 ⇔ tg x = tg ⇔ x = + kπ, k ∈ Z
3× 3 3 3 3

iπ πh 12 − 2 2 π
Como x ∈ , , o valor de de x para o qual a área da região sombreada é , é x =
4 2 3 3

[Link]
23/37

 π 15 15
46.3. Como cos α + = − sen α, vem que: − sen x = − ⇔ sen x =
2 17 17
Pela fórmula fundamental da trigonometria, temos que:
 2  2
15 2 15 225 289 225
+ cos x = 1 ⇔ + cos2 x = 1 ⇔ cos2 x = 1 − ⇔ cos2 x = − ⇔
17 17 289 289 289
r
64 2 64 8
⇔ cos x = ⇔ cos x = ± ⇔ cos x = ±
289 289 17
iπ πh 8
Como x ∈ , , então cos x > 0 e assim cos x =
4 2 17
Temos ainda que:
15
sen x 15
tg x = = 17 =
cos x 8 8
17
 π 15
Desta forma, se cos x + =− então a área da região sombreada correspondente é:
2 17
2 16 60 16 44
4− =4− = − =
15 15 15 15 15
8
Teste Intermédio 11.o ano – 27.01.2010

47. Como a medida da hipotenusa do triângulo é 2 (porque é um diâmetro de uma


circunferência de raio 1), podemos recorrer à definição de seno e cosseno, para
determinar a medida da base (b) e da altura (a):
x
b a
sen x = ⇔ b = 2 sen x e cos x = ⇔ a = 2 cos x
2 2 2
a O
Logo a área sombreada é a diferença da área do cı́rculo e da área do triângulo:
b×a 2 sen x × 2 cos x b
A = A◦ − A∆ = πr2 − = π(1)2 − = π − 2 sen x cos x
2 2
Resposta: Opção A

Exame – 2009, 1.a Fase (adaptado)

48. Como o ponto P pertence ao circunferência que delimita o cı́rculo trigonométrico, as suas coordenadas
são (cos 53◦ , sen 53◦ )

y
Considerando um ponto A, sobre o lado [P Q] do triângulo, tal que o ângulo
OAP seja reto, como a reta P Q é paralela ao eixo Ox e a circunferência Q A P
está centrada na origem, temos que P A = QA e como [P O] e [OQ] são raios
de um cı́rculo trigonométrico, então OP = OQ = 1, e assim perı́metro do
triângulo [OP Q], arredondado às décimas, é: 53◦
O R x
P [OP Q] = P A+QA+OP +OQ = 2×P A+2×OP = 2×cos 53◦ +2×1 ≈ 3,2

Resposta: Opção A

Teste Intermédio 11.o ano – 7.05.2009

[Link]
24/37

49. Como uma rotação de −3π radianos corresponde a uma volta completa e mais meia volta
(−3π = −2π + (−π)), no sentido dos ponteiros do relógio (porque o sentido positivo é contrário ao sentido
dos ponteiros do relógio), então a Inês voltou a ver as horas 1 hora e meia depois da primeira vez.

Assim, uma hora e meia depois das 10 h e 45 min, corresponde a 12 h e 15 min.

Resposta: Opção C
Teste Intermédio 11.o ano – 7.05.2009

y
 
π 3π
50. Representando as amplitudes dos ângulos do intervalo , no
2 2
cı́rculo trigonométrico, podemos verificar que, neste intervalo a
equação cos x = −0,3 tem duas soluções.
h πi  
3π 3π
Podemos ainda verificar que nos intervalos 0, e ,2π a π
2 2 2 2
equação não tem qualquer solução, porque cos x > 0 nos 1o e 4o −0,3 O x
quadrantes; e que no intervalo [0,π], a equação só tem uma solução
(no segundo quadrante).

Resposta: Opção B

Teste Intermédio 11.o ano – 29.01.2009

y
51. Como [OB] é um raio do cı́rculo trigonométrico e O é a origem do
referencial, então as coordenadas de B são (cos θ, sen θ), ou seja, B
OC = cos θ e BC = sen θ

Como o arco de circunferência AB tem centro no ponto C, te- θ


mos que BC = AC, e assim a abcissa do ponto A é: x
O C A
xA = OA = OC + AC = cos θ + sen θ

Resposta: Opção C

Teste Intermédio 11.o ano – 29.01.2009

52.
D
52.1. Recorrendo à definição de tangente temos que:

BD BD
tg x = ⇔ tg x = ⇔ BD = 2 tg x
AB 2
C
Como a área do triângulo [ACD] pode ser calculada como a diferença das áreas
x 1
dos triângulos [ABD] e [ABC], temos que a área do triângulo [ACD] é dada,
em função de x, por: A B
2

AB × BD AB × BC 2 × 2 tg x 2 × 1
A[ACD] = A[ABC] − A[ABC] = − = − = 2 tg x − 1
2 2 2 2
52.2. Equacionado o problema e resolvendo a equação, temos:
π π
2 tg x − 1 = 1 ⇔ 2 tg x = 2 ⇔ tg x = 1 ⇔ tg x = tg ⇔ x = + kπ, k ∈ Z
4 4
i πh π
E assim, como x ∈ 0, a única solução da equação é , ou seja, a área do triângulo [ACD] é igual
2 4
π
a 1 se x =
4

[Link]
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π  5
52.3. Como sen + a = cos a, temos que cos a =
2 13
1
Como tg2 α + 1 = , temos que:
cos2 α
r
1 1 169 25 144 12
tg2 a + 1 =  ⇔ tg2 a = − 1 ⇔ tg2 a = − ⇔ tg a = ± ⇔ tg a = ±
5
2 25 25 25 25 5
13 169
i πh 12
Como a ∈ 0, , então tg a > 0 e assim, tg a = , pelo que o valor de 2 tg a − 1, é:
2 5
12 24 5 19
2× −1= − =
5 5 5 5

Teste Intermédio 11.o ano – 29.01.2009

53. Como a circunferência tem lado 1, é a circunferência que delimita o cı́rculo y


trigonométrico, e por isso, o ponto C tem coordenadas (cos α, senα); em
particular a ordenada é yC = senα B r

Como a reta r é paralela ao eixo Ox e a distância entre a reta e o d


eixo é 1, temos que: 1 C
sen α
d + yC = 1 ⇔ d + senα = 1 ⇔ d = 1 − senα α
O A x
Resposta: Opção B

Teste Intermédio 11.o ano – 6.05.2008


i πh
54. Como x ∈ 0, , então x é um ângulo do 1o quadrante, pelo que sen x > 0 e cos x > 0
2
Assim, temos que:
• cos(π − x) = − cos x, ou seja, cos(π − x) < 0
• sen (π − x) = sen x , ou seja, sen (π − x) > 0
   
3π 3π
• cos − x = − cos x, ou seja, cos −x <0
2 2
   
3π 3π
• sen − x = − sen x, ou seja, sen −x <0
2 2
Resposta: Opção B

Teste Intermédio 11.o ano – 6.05.2008

55. Como o ponto Q está sobre um cı́rculotrigonométrico, temos as coorde-


y

5π 5π
nadas do ponto Q são cos , sen
7 7
Q
Considerando o lado [OR] como a base, a medida da altura é yQ
(a ordenada do ponto Q). E assim a área do triângulo pode ser calculada 5π
como: 7

OR × yQ 1 × sen
A[OQR] = = 7 ≈ 0,39 O x
R
2 2
Resposta: Opção A

Teste Intermédio 12.o ano – 29.04.2008

[Link]
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56. Como a soma dos ângulos internos de um triângulo é π radianos, vem que:

α + α + β = π ⇔ β = π − 2α

E assim, como cos(π − x) = − cos x, vem que:

β = π − 2α ⇒ cos β = cos(π − 2α) ⇔ cos β = − cos(2α)

Resposta: Opção D
Teste Intermédio 11.o ano – 24.01.2008
iπ h
57. Como θ ∈ ,π então θ é um ângulo do 2o quadrante, pelo que:
2
• sen θ > 0
• cos θ < 0
• tg θ < 0
E desta forma, temos que:
• cos θ − sen θ < 0 (subtração de um valor negativo por um positivo, ou soma de dois negativos)
• sen θ × cos θ < 0 (produto de um número positivo por um negativo)
• sen θ × tg θ < 0 (produto de um número positivo por um negativo)
• sen θ − tg θ > 0 (subtração de um valor positivo por um negativo, ou soma de dois positivos)
Resposta: Opção D
Teste Intermédio 11.o ano – 24.01.2008

58. Resolvendo a equação, temos:


3 π
1 + 3 tg (2x) = 4 ⇔ 3 tg (2x) = 4 − 1 ⇔ tg (2x) = ⇔ tg (2x) = 1 ⇔ tg (2x) = tg ⇔
3 4
π π kπ
⇔ 2x =+ kπ, k ∈ Z ⇔ x = + ,k ∈Z
4 8 2
Desta forma, se k = 1 uma solução da equação é:
π π π 4π 5π
x= + = + =
8 2 8 8 8
Resposta: Opção C
Teste Intermédio 11.o ano – 24.01.2008

59.
y
59.1. Considerando o ponto P , como a projeção ortogonal do ponto B
sobre o eixo Ox, e usando a definição de seno e cosseno temos que: B

BP BP d
sen α = ⇔ sen α = ⇔ BP = 5 sen α
OB 5 α
A O P 5 x
OP OP
cos α = ⇔ cos α = ⇔ OP = 5 cos α
OB 5
Como o triângulo [ABP ] é retângulo em P , recorrendo ao teorema
de Pitágoras, vem que:
2 2 2 2
d2 = BP + AP = BP + AO + OP = (5 sen α)2 + (5 + 5 cos α)2 =

= 25 sen2 α + 25 + 50 cos α + 25 cos2 α = 25 sen2 α + 25 cos2 α + 25 + 50 cos α =


= 25 sen2 α + cos2 α + 25 + 50 cos α = 25 × 1 + 25 + 50 cos α = 50 + 50 cos α


[Link]
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√ 1
59.2. Como tg α = 24 e como tg2 α + 1 = , temos que:
cos2 α
√ 2 1 1 1
r
1 1
24 +1= ⇔ 24 + 1 = ⇔ cos2 α = ⇔ cos α = ± ⇔ cos α = ±
cos2 α cos2 α 25 25 5
Como o ponto B se desloca ao longo da circunferência, no primeiro quadrante, então α é um ângulo
1
do 1o quadrante, cos α > 0, e assim, temos que cos α =
5
Assim, temos que:
1 √
d2 = 50 + 50 × ⇔ d2 = 50 + 10 ⇔ d2 = 60 ⇒ d = 60
5 d>0

Teste Intermédio 11.o ano – 24.01.2008

60. Resolvendo a equação, temos:


π π π
5 + 2 cos x = 6 ⇔ 2 cos x = 6 − 5 ⇔ cos x = cos ⇔ x = + 2kπ ∨ x = − + 2kπ, k ∈ Z
3 3 3
Desta forma, as soluções da equação que pertencem ao intervalo ]0,2π[, são:
π π 5π
x= (k = 0) e x = − + 2π = (k = 1)
3 3 3
Resposta: Opção B

Teste Intermédio 11.o ano – 10.05.2007

61. Como a √ordenada do ponto de√ intersecção do prolongamento da semirreta ȮA com a reta de equação
x = 1 é 8, temos que tg α = 8
1
Como tg2 α + 1 = , temos que:
cos2 α
√ 2 1 1 1
r
1 1
8 +1= ⇔ 8+1= ⇔ cos2 α = ⇔ cos α = ± ⇔ cos α = ±
cos2 α cos2 α 9 9 3
1
Como α é um ângulo do 3o quadrante, cos α < 0, e assim, temos que cos α = −
3
Assim, podemos observar que:
π  1
• sen + α = cos α = −
2 3
 
1 1
• cos(3π − α) = cos(π − α) = − cos α = − − =
3 3
E, desta forma, vem que:
π  
 1 1 5 2 3
5 sen + α + 2 cos(3π − α) = 5 − + 2 × = − + = − = −1
2 3 3 3 3 3

Teste Intermédio 11.o ano – 10.05.2007

[Link]
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y
62. Considerando o ponto Q como o pé da altura do triângulo relativa à
base [OR] e usando a definição de seno e cosseno temos que:
P
PQ PQ
sen α = ⇔ sen α = ⇔ P Q = sen α α
OP 1
O Q R x
OQ OQ
cos α = ⇔ cos α = ⇔ OQ = cos α
OA 1

Assim, como o triângulo [OP R] é isósceles, OP = P R e também OQ = QR, pelo que a área do triângulo,
em função de α, é:

OR × P Q OQ + QR × P Q (cos α + cos α) × sen α 2 cos α × sen α
A[OP R] = = = = = cos α × sen α
2 2 2 2
Resposta: Opção A

Teste Intermédio 11.o ano – 19.05.2006

63. Pela fórmula fundamental da trigonometria, temos que:


p
sen2 α + cos2 α = 1 ⇔ sen2 α = 1 − cos2 α ⇔ sen α = ± 1 − cos2 α

Como cos α < 0 e tg α > 0, então α é um ângulo do 3o quadrante, e assim sen α < 0, pelo que:
p
sen α = − 1 − cos2 α

Resposta: Opção B

Teste Intermédio 11.o ano – 19.05.2006

y
64. Representando no cı́rculo trigonométrico um ângulo de amplitude β,
1
tal que, sen β = (como na figura ao lado), podemos verificar que,
5
π
a representação do ângulo com amplitude + β verifica a condição 1
π 2 5
 1
cos + β = − , ou seja: β
2 5 x
π  − 15 O
cos + β = −sen β
2

π 1
E assim, de entre as opções apresentadas + β é a única solução da equação cos x = −
2 5
Resposta: Opção B

Teste Intermédio 11.o ano – 19.05.2006

[Link]
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65. Considerando o lado [OC] como a base do triângulo (OC = 1), a altura será o y
segmento que contém o ponto P e a sua projeção ortogonal (P 0 ) sobre a reta
OC. B
altura P
Como OP = 1, recorrendo à definição de cosseno, vem: P0

PP0 PP0 O x A
cos x = ⇔ cos x = ⇔ P P 0 = cos x
OP 1 x

base
Assim a área do triângulo [OP C] é:

OC × P P 0 1 × cos x cos x
A[OP C] = = =
2 2 2 C
Resposta: Opção B

Exame – 2006, Ép. especial

66. Como o arco BA é um arco de uma circunferência de raio 1, e com am- y


plitude α, tem de comprimento α.
Como OA = 1, e recorrendo às definições de seno e cosseno, vem: A

AC AC
sen α = ⇔ sen α = ⇔ AC = sen α
OA 1
α
OC OC
cos α = ⇔ cos α = ⇔ OC = cos α x
OA 1 O C B

Logo, OB = OC + CB ⇔ 1 = cos α + CB ⇔ CB = 1 − cos α

Assim, o perı́metro da região sombreada é:

P = α + AC + CB = α + sen α + 1 − cos α = 1 + α + sen α − cos α

Resposta: Opção D

Exame – 2006, 2.a Fase

67. Como a reta P R é tangente à circunferência no ponto R, é perpendicular ao raio [OR], ou seja o ângulo
ORP é reto, e por isso o triângulo [ORP ] é retângulo.
α
Como o ângulo P OR tem amplitude radianos e OR = 1, recorrendo à definição de tangente, temos:
2
R
α RP α RP α
tg = ⇔ tg = ⇔ RP = tg
2 OR 2 1 2 1
Logo, considerando [OR] como a base do triângulo [ORP ] e α
[RP ] como a altura, vem:
2 P
O
α A B
α α
OR × RP 1 × tg tg
A[ORP ] = = 2 = 2
2 2 2
S
Como os pontos R e S são simétricos relativamente à reta AB, temos que, para cada valor de α ∈]0,π[, a
área do quadrilátero [ORP S] é dada por:
α
tg
A[ORP S] = A[ORP ] + A[OP S] = 2 × A[ORP ] = 2 × 2 = tg α
2 2
Exame – 2005, Ép. especial (cód. 435)

[Link]
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68. Como OB = 3, recorrendo à definição de seno e cosseno temos: G

OI OI A I B
sen x = ⇔ sen x = ⇔ OI = 3 sen x
OB 3
3
BI BI x
cos x = ⇔ cos x = ⇔ BI = 3 cos x E F
OB 3 O
Recorrendo à decomposição sugerida na figura temos que a área da zona
C J D
sombreada pode ser obtida através da soma das áreas de 4 triângulos
congruentes e de 4 setores
h πcirculares de raio 3 e amplitude x, ou seja,
H
i
para cada valor de x ∈ 0, , a área da região sombreada é dada por:
2
2
OI × BI x × OB 3 sen x × 3 cos x x × 32
A = 4 × A[OIB] + 4 × AsetorF B = 4 × +4× =4× +4× =
2 2 2 2
= 2 × 9 sen x. cos x + 2 × x × 9 = 18x + 18 sen x. cos x = 18(x + sen x. cos x)

Exame – 2005, 1.a Fase (cód. 435)

69. Como OR = 5, recorrendo à definição de seno e cosseno, e notando que


CR = OB e ainda que OC = BR, temos: M
CR CR
sen x = ⇔ sen x = ⇔ CR = 5 sen x ⇔ OB = 5 sen x d(x)
OR 5
R
OC OC B
cos x = ⇔ cos x = ⇔ OC = 5 cos x ⇔ BR = 5 cos x 8
OR 5

Temos ainda que: x C


A
O 5
OB + BM = 8 ⇔ BM = 8 ⇔ BM = 8 − OB ⇔ BM = 8 − 5 sen x

Logo, usando o Teorema de Pitágoras, vem:


2 2 2 2
RM = BM + BR ⇔ RM = (8 − 5 sen x)2 + (5 cos x)2 ⇔
2 2
⇔ RM = 64 − 80 sen x + 25 sen2 x + 25 cos2 x ⇔ RM = 64 − 80 sen x + 25 sen2 x + cos2 x


2 2 2
⇔ RM = 64 − 80 sen x + 25(1) ⇔ RM = 64 + 25 − 80 sen x ⇔ RM = 89 − 80 sen x

Logo, para cada valor de x, a distância da Rita à mãe, é: RM = 89 − 80 sen x

Exame – 2003, Prova para militares (cód. 435)

[Link]
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70. Calculando a área do trapézio, temos:


B 10 C
AD + BC 30 + 10 P
A[ABCD] = ×AB = ×10 = 20×10 = 200
2 2

10
Logo, dividir o trapézio em duas figuras com a mesma A = 100
área, significa que o triângulo [AP D] terá área 100. x
A 30 D
Usando a definição de tangente vem:

PA PA
tg x = ⇔ tg x = ⇔ P A = 30 tg x
AD 30

AD × P A 30 × 30 tg x 302 tg x
Logo a área do triângulo [AP D], é: A[AP D] = = =
2 2 2
302 tg x
Ou seja, A[AP D] = 100 ⇔ = 100
2
Resposta: Opção B

Exame – 2003, 2.a Fase (cód. 435)

1 1
71. Como tg2 x + 1 = e tg θ = , vem:
cos2 x 2
 2
1 1 1 1 5 1 1 4
+1= ⇔ +1= ⇔ = ⇔ cos2 θ = 5 ⇔ cos2 θ =
2 cos2 θ 4 cos2 θ 4 cos2 θ 4
5

4
Como sen2 x + cos2 x = 1 e cos2 θ = , vem:
5
4 4 5 4 1
sen2 θ + = 1 ⇔ sen2 θ = 1 − ⇔ sen2 θ = − ⇔ sen2 θ =
5 5 5 5 5
 
2 1
Logo, 2 − 5 sen θ = 2 − 5 =2−1=1
5

Exame – 2003, 1.a fase - 2.a chamada (cód. 435) (adaptado)

72.
72.1. Considerando o triângulo [BCE],e recorrendo à definição de G F
seno e cosseno, temos:
E
CE CE
sen x = ⇔ sen x = ⇔ CE = 2 sen x 2
BE 2 2
BC BC x
cos x = ⇔ cos x = ⇔ BC = 2 cos x
BE 2 A 2 B C D

Logo, considerando a área da zona sombreada


h como a diferença das áreas do o trapézio [ACEG] e
πi
do triângulo [BCE], para cada valor de x ∈ 0, , a área do polı́gono [ABEG] é dada por:
2
AG + CE BC × CE 2 + 2 sen x  2 cos x × 2 sen x
A[ABEG] = A[ACEG] −A[BCE] = ×AC− = × 2+BC − =
2 2 2 2
4 sen x cos x
= (1 + sen x) × (2 + 2 cos x) − = 2 + 2 cos x + 2 sen x + 2 sen x cos x − 2 sen x cos x =
2
= 2 + 2 sen x + 2 cos x = 2(1 + sen x + cos x)

[Link]
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72.2. • Se x = 0, então A[ABEG] = 2 1 + sen (0) + cos(0) = 2(1 + 0 + 1) = 2 × 2 = 4
O que também pode ser observado na figura, porque se x = 0, o ponto E coincide com o ponto
D, e por isso a área sombreada também pode ser calculada como a área do triângulo [AGD]:

AG × AD 4×2
A[AGD] = = =4
2 2
π  π  π 
• Se x = , então A[ABEG] = 2 2 1 + sen + cos = 2(1 + 1 + 0) = 2 × 2 = 4
2 2 2
O que também pode ser observado na figura, porque se x = π2 , o ponto E coincide com o ponto
F , e por isso a área sombreada também pode ser calculada como a área do quadrado [ABF G]:

A[ABF G] = AB × AG = 2 × 2 = 4

Exame – 2003, 1.a fase - 1.a chamada (cód. 435)

73. Considerando o ponto I como a posição inicial do ponto P , e o ponto Q como a projeção ortogonal do
ponto P sobre a reta IC, pela definição de cosseno vem:

CQ CQ I
cos α = ⇔ cos α = ⇔ CQ = cos α
CP 1
P
Como CQ + QI = 1 ⇔ QI = 1 − CQ ⇔ QI = 1 − cos α, temos que: α Q
2
C
d(α) = 2 − QI ⇔ d(α) = 2 − (1 − cos α) ⇔ d(α)
⇔ d(α) = 2 − 1 + cos α ⇔ d(α) = 1 + cos α
r
Resposta: Opção A

Exame – 2002, 2.a fase (cód. 435)

74. Considerando o ponto P como intersecção da reta AB com o eixo Ox e y


usando a definição de seno e cosseno temos que:

AP AP A
sen α = ⇔ sen α = ⇔ AP = sen α
OA 1
α C
OP OP O P x
cos α = ⇔ cos α = ⇔ OP = cos α
OA 1
B
Assim, considerando [AB] como a base e [OP ] como a altura, a área do
triângulo [OAB] é:

AB × OP 2 × AP × OP
A[OAB] = = = AP × OP = sen α . cos α
2 2
Resposta: Opção A

Exame – 2002, 1.a fase - 2.a chamada (cód. 435)

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75. Usando as definições de seno e tangente, vem:


D C
BC 1 1
sen x = ⇔ sen x = ⇔ EC =
EC EC sen x

BC 1 1
tg x = ⇔ tg x = ⇔ EB = 1
EB EB tg x
Sabemos ainda que F
x
1
AE + EB = 1 ⇔ AE = 1 − EB ⇔ AE = 1 − A E B
tg x

iπ πh
Assim, como F C = EC e AF = AE, para cada valor de x ∈ , , o perı́metro do quadrilátero é:
4 2
 
1 1 2 2
P[CEAF ] = 2 × AE + 2 × EC = 2 × 1 − +2× =2− +
tg x sen x tg x sen x
Exame – 2002, 1.a fase - 1.a chamada (cód. 435)

76.
76.1. Considerando A1 e A2 as projeções ortogonais do ponto sobre as A2 P2
B
retas BP1 e BP2 , respetivamente, temos que o ângulo A2 AP2
também tem amplitude x, pelo que recorrendo às definições de

16
seno e cosseno temos: x
AA1 12 12 A1 12
sen x = ⇔ sen x = ⇔ AP1 = A
AP1 AP1 sen x x

AA2 16 16 P1
cos x = ⇔ cos x = ⇔ AP2 =
AP2 AP2 cos x

Calculando o comprimento da ponte, em função de x, vem:


16 12 16 sen x 12 cos x 16 sen x + 12 cos x
AP2 + AP1 = + = + =
cos x sen x cos x. sen x sen x. cos x sen x. cos x

76.2. Se BP1 = BP2 , o triângulo [P1 BP ] é um triângulo retângulo isósceles, ou seja os ângulos agudos são
π
iguais, e por isso, têm amplitude radianos.
4
π
Assim, calculando o comprimento da ponte, para x = , vem:
4
π π √ √ √
2 2 2
16 sen + 12 cos 16 × + 12 × 28 × √
4
π π 4 = √2 √ 2 = 2 = 28 2 ≈ 39,6
2 2 2
sen . cos ×
4 4 2 2 4

Ou, seja, se o vértice a ponte for construı́da entre dois pontos equidistantes do vértice B, terá um
comprimento aproximado de 39,6 metros.

Exame – 2001, Ép. especial (cód. 435)

[Link]
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y
77. Designando o ponto (1,0) por P e recorrendo à definição de tangente, temos que:

AP AP
tg α = ⇔ tg α = ⇔ AP = tg α A
OP 1
Logo, podemos calcular a área da região sombreada, como a soma do quarto de
cı́rculo de raio 1, com a área do triângulo [OP A]:
α P
A◦ π × 12 OP × AP π 1 × tg α π tg α O 1 x
A= + A[OP A] = + = + = +
4 4 2 4 2 4 2
Resposta: Opção A

Exame – 2001, 1.a fase - 2.a chamada (cód. 435)

78. Para determinar a área de uma das faces laterais, começamos determinar a altura do triângulo (EG).
AB 2
Recorrendo à definição de cosseno, como F G = = = 1, vem: E
2 2
FG 1 1
cos x = ⇔ cos x = ⇔ EG =
EG EG cos x
Assim, calculando a área do triângulo [BCE], temos:
1 D
2× x C
BC × EG cos x = 1 F G
A[BCE] = =
2 2 cos x
i πh A B
Logo, para cada valor de x ∈ 0, , a área da pirâmide é dada por:
2
1 4 4 4 cos x 4 cos x + 4
AT = 4 × A[BCE] + A[ ABCD] = 4 × +2×2= +4= + =
cos x cos x cos x cos x cos x
Exame – 2001, 1.a fase - 1.a chamada (cód. 435)

79. Recorrendo às definições de seno e cosseno temos:


A
AC AC
sen α = ⇔ sen α = ⇔ AC = 2 sen α
BC 2

AB AB α
cos α = ⇔ cos α = ⇔ AB = 2 cos α B C
BC 2 2m

E assim, considerando o lado [AB] como a base e o lado [AC] como a altura, a área do triângulo [ABC] é:

AB × AC 2 cos α × 2 sen α 4 sen α. cos α


A[ABC] = = = = 2 sen α. cos α
2 2 2
Resposta: Opção A

Exame – 2000, Prova para militares (cód. 135)

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80.
80.1. Considerando as projeções ortogonais dos vértices A e D sobre o lado A D
[BC], respetivamente os pontos P e Q, e recorrendo às definições de
seno e cosseno, vem:
1 1
AP AP
sen α = ⇔ sen α = ⇔ AP = sen α
AB 1
α
BP BP B C
cos α = ⇔ cos α = ⇔ BP = cos α P 1 Q
AB 1
iπ πi
Logo, como AD = 1 − BP − QC = 1 − 2BP = 1 − 2 cos α, para cada valor de α ∈ , a área do
3 2
trapézio é:
 
BC + AD 1 + 1 − 2 cos α 2 − 2 cos α 2 2 cos α
A[ABCD] = ×AP = × sen α = × sen α = − × sen α =
2 2 2 2 2
= (1 − cos α) sen α = ( sen α)(1 − cos α)
π
80.2. Se α = , então a área do trapézio é:
2
 π π
sen 1 − cos = 1 × (1 − 0) = 1 × 1 = 1
2 2
π
Se α = , o ângulo ABC é reto, tal como o ângulo BCD, e como os lados [AB], [BC] e [CD] são
2
congruentes, o quadrilátero é um quadrado de lado 1, pelo que a sua área também é 1, de acordo
com o cálculo anterior.
Exame – 1999, Prova modelo (cód. 135) (adaptado)

81.
81.1. Usando as definições de cosseno e de tangente, temos: C

AB 1 1
cos x = ⇔ cos x = ⇔ AC =
AC AC cos x

BC BC x
tg x = ⇔ tg x = ⇔ BC = tg x A B
AB 1
1
i πh
Logo, para cada valor de x ∈ 0, , o perı́metro do triângulo é:
2
1 cos x sen x 1 1 + sen x + cos x
P[ABC] = AB + BC + AC = 1 + tg x + = + + =
cos x cos x cos x cos x cos x
π  
 3 3
81.2. Como cos + α = − senα, temos que: senα = − − =
2 5 5
E, pela fórmula fundamental (sen2 α + cos2 α = 1), temos que:
 2
3 9 25 9 16
+ cos2 α = 1 ⇔ cos2 α = 1 − ⇔ cos2 α = − ⇔ cos2 α = ⇔
5 25 25 25 25
r
16 4
⇔ cos α = ± ⇔ cos α = ±
25 5
i πh 4
Como α ∈ 0, sabemos que cos α > 0, logo cos α =
2 5
Desta forma, o valor do perı́metro do triângulo [ABC] para este valor de α é:
3 4 5 3 4
1 + sen α + cos α 1+ + + + 5+3+4 12
= 5 5 = 5 5 5 = = =3
cos α 4 4 4 4
5 5
Exame – 1998, Prova para militares (cód. 135)

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DG
82. Como DE = 1 e EH = = 1, e recorrendo à definição de tangente, vem:
2
DE 1 1 B
tg x = ⇔ tg x = ⇔ AD =
AD AD tg x
BH BH
tg x = ⇔ tg x = ⇔ BH = tg x
EH 1
Assim, temos que:
  E x H F
1 2
AC = AD + DG + GC = 2AD + 2 = 2 +2= +2 1
tg x tg x 1
x
BI = BH + HI = tg x + 1 A D I G C
i πh
Logo, para cada valor de x ∈ 0, , a área do triângulo [ABC] é:
2
 
2 2 tg x 2
+ 2 × (tg x + 1) + + 2 tg x + 2
AC × BI tg x tg x tg x
A[ABC] = = = =
2 2 2
 
tg x 1
2 + + tg x + 1
tg x tg x 1 1
= =1+ + tg x + 1 = 2 + tg x +
2 tg x tg x

Exame – 1998, 2.a fase (cód. 135)

83. Considerando o ponto P como a projeção ortogonal do vértice B sobre


a reta HF , e recorrendo às definições de seno e cosseno, vem: E
BP BP A B
sen x = ⇔ sen x = ⇔ BP = 5 sen x
OB 5
5
OP OP x
cos x = ⇔ cos x = ⇔ OP = 5 cos x H F
OB 5 O P
Sabemos ainda que
• AB = 2OP = 2 × 5 cos x = 10 cos x
D C
• BC = 2BP = 2 × 5 sen x = 10 sen x
i πh
Logo, para cada valor de x ∈ 0, a área da zona relvada, em m2 , é G
2
dada pela diferença da área da circunferência e do retângulo [ABCD]:
2
A = A◦ − A[ABCD] = π OB − AB × BC = π(5)2 − 10 cos x × 10 sen x =

= 25π − 100 sen x. cos x = 25(π − 4 sen x. cos x)

Exame – 1998, 1.a fase - 2.a chamada (cód. 135)

[Link]
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84.
AB 4
84.1. Como AM = = = 2, e recorrendo à definição de cosseno e tangente, vem:
2 2

AM 4 4 F
cos x = ⇔ cos x = ⇔ PA =
PA PA cos x

PM PM P
tg x = ⇔ tg x = ⇔ P M = 4 tg x 4 km
AM 4
Como F M = F P + P M e F M = 4, temos que:
A x B
M
F P + P M = 4 ⇔ F P = 4 − P M ⇔ F P = 4 − 4 tg x 4 km
h πi
8 km
Assim, como P A = P B, temos que, para cada x ∈ 0, ,
4
o comprimento total é dado por:
 
4 8 sen x
P A + P B + F P = 2P A + F P = 2 + 4 − 4 tg x = +4−4× =
cos x cos x cos x

8 4 sen x 8 − 4 sen x
=4+ − =4+
cos x cos x cos x
84.2. Para x = 0, o comprimento da canalização é:
8 − 4 sen 0 8−4×0
4+ =4+ = 4 + 8 = 12
cos 0 1
Ou seja, se o ângulo x tiver amplitude de 0 (zero) radianos, o comprimento da canalização é 12 km,
o que pode ser observado na figura, porque com este valor do ângulo x, o comprimento é dado por
AB + F M = 8 + 4 = 12, tendo a canalização a forma de um ”T”invertido (⊥).

Exame – 1988, 1.a fase - 1.a chamada (cód. 135)

85. Recorrendo às definições de seno e cosseno vem:


B
BH BH
sen x = ⇔ sen x = ⇔ BH = 2 sen x
BC 2 2

CH CH x
cos x = ⇔ cos x = ⇔ CH = 2 cos x
BC 2 1
A H C
Como AH = 1 e AC = AH + CH, temos que:

AC = AH + CH ⇔ AC = 1 + CH ⇔ AC = 1 + 2 cos x

Logo a área do triângulo [ABC] é:

AC × BH (1 + 2 cos x) × 2 sen x 2 sen x + 4 sen x cos x


A[ABC] = = = = sen x + 2 sen x cos x =
2 2 2
= sen x(1 + 2 cos x)

Exame – 1998, Prova modelo (cód. 135) (adaptado)

[Link]

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