Eletrocardiograma
➢ C ap ac id ad e d e d e s p o l a riz a ç ão é fe it a p e l a
Pote ncial de ação → e q ua ç ão d e ne r ns t
➢ C a r ac t e r í st ic as d a s c e l u l a r d e p o t e nc i a l d e
ação
Nó sinusal → canais de e ntrada
e spo ntâne a de sódio
Fei xe de co nd ução → c anais de e ntrad a
e spo ntâne a de sódio ; canai s vo ltagem
depe nde nte s
Musculo cardíaco → canais vo ltagem
depe nde nte
➢ O e st i m ul o i n ic i a no nó sino atrial
( d e se m b o c ad u r a d a v i a c a va s up e ri o r) e
s e p ro p ag a p e l o s 3 fe ix e s q ue e l e
o r ig i n a ;
➢ E ss e e s t im ul o c h e g a no nó á t r i o
v e nt r ic u l a r e d e p o i s v a i p a ra o f e ix e d e
hiss ➢ O pote ncial de ação inclui as fase s
Aq ui o corre uma lent ific ação do de despolariz ação e de repo lariz ação .
i mp ulso – um ret ardo d a p assage m
elétrica ➢ A fase de de spo lariz ação, ou fase
No mome nto que o i mpu lso c heg a 0 (zero ), co nsiste na e ntrada ráp ida de
no át rio ocorre a cont ração do íons de sód io ele vando o pote nci al
átrio dire ito e e squerdo e l é t r i c o d a c é l u l a d e —9 0 m V p a r a + 2 0
mV.
➢ F e i xe d e h i s s fase 0 corresponde a onda R (ou
Se ho uver qualquer p roblema na
complexo QRS) de uma célula
c o n d u ç ã o p e l o f e i xe d e h i s s p o d e miocárdico
ocorrer uma arrit mi a c ard íac a.
O f e i xe d e h i s s s ã o t r ê s r a m o s , d o i s
➢ A repo lariza ção inclui a fase 1
( saída de ío ns de potássio ),
do lado e squerdo e um do lado
direito. ➢ a fase 2 (sa ída de potássio e
C é l ul a m io c á r d i c a e ntrada de ío ns de cálcio no intrace lular )
➢ F u nc io n a p o r p o l a r id ad e d e me m b r an a → fase de p lat ô
Co nt ração mec ânic a c ard íac a
➢ C o nc e nt r aç ã o d e só d io m a io r fo r a d a o ECG, a fase 2 corresponde ao
c é l ul a e d o p o t á ss io d e n t ro d a c é l u l a → segmento ST, que normalmente é
I S S O N A C E L U LA E M RE P O U S O isoelétrico.
➢ a fase 3 ( saída de pot ássio). A
saída de po tássio ce ssa quando o
pote nci al e létrico c ai p ara —9 0 mV
A fase 3 corresponde à onda T do
ECG.
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que registram o pote ncial e létrico e m re lação
– Repolarização rápida, quando ocorre uma
a um po nto de referê nci a te órico zero.
corrente maior de fluxo de K +
V1 está localizado no 4º espaço
Período refrat ário abso lto → te m intercostal, imediatamente a direita do
muito sódio de nt ro da célula e por esterno;
isso não é cap az de co nt rair
V2 está localizado no 4º espaço
novame nte caso chegue um
e stimulo intercostal, imediatamente a esquerda do
Bo mba sód io e potássio → jog a esterno;
sódio pra fora e puxa potássio pra V3 é colocado entre V2 e V4;
de ntro V4 é colocado no 5º espaço intercostal, na
➢ assim permanece ( fase 4 o u linha médio-clavicular esquerda;
r e p o u s o ) a t é o p r ó xi m o p o t e n c i a l d e a ç ã o . V5 é colocado também no 5º espaço
intercostal na linha axilar anterior;
V6 é colocado também no 5º espaço
intercostal na linha axilar média.
Po sic io name nto dos e let rodo s
➢ Deri vaçõe s periféricas
➢
➢ DII LONGO é o me lhor p ara di ag no stic ar
arritmia
Unid ade s d a malha do eletroc ardiograma
➢ Deri vaçõe s preco rdi ai s
Unidade de Ashman
➔ ____→0, 04
SEGUNDOS
➔ I → 0,1 mV
Este registro é
gravado em um p ape l
próp rio a uma ve loci dade
de 25 mm/s.
O p ape l de ECG é formado por peq ueno s
➢ Deri vaçõe s P recordi ai s: são as deri vaçõe s q uadrado s de 1 mm. Cad a q uadrado
V1, V2, V3, V4, V5 e V6. peq ue no corre spo nde a duração de 0,04
segundo s o u 4 0 mi li ssegundo s ( ms) e
➢ S ã o c o l o c a d o s 6 e l é t r o d o s e xp l o r a d o r e s
amplitude de 0,1 milivo lt s (mV). Um
e m 6 po nto s no t órax anterior ( veja figura),
q uadrado grande é formado por 5
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quadrado s peque nos e co rre spo nde a
d uração de 0, 2 seg undo s ( 0,04 x 5)
I n t e r v al o P R
➢ D ura um quadrado quando o u 5
q uadradi nhos → 200ms o u 0,2 seg undo s
➢ P R é uma linha isoe létrica porque o s
pote nciais gerado s por e st as est rut uras
são pe que no s de mai s para produzir
volt age m detectável na superfície do
➢ Linha horizontal representa o tempo (1 mm = corpo co m a amp lifi cação no rmal.
0,04s) e a altura representa a amplitude ou
voltagem (esta relação depende da ➢ O segmento PR é a parte isoelétrica do ECG que vai desde
calibragem utilizada). o fim da onda P e o início do complexo QRS. O
comprimento do segmento PR corresponde ao tempo
entre o fim da ativação atrial e o começo da activação
Ondas do ECG ventricular.
➢ O intervalo PR inclui a onda P e o segmento PR,
Onda P corresponde ao tempo entre o início da activação atrial e
o início da activação ventricular
➢ A t iv a ç ão d o s át r io s → c o n t ra ç ão d e l e s ➢ Onda P + intervalo PR
➢ G e r al m e nt e o át r io d ir e i t o é at i v ad o ➢ Grande parte do segmento PR é determinada pela
a n t e s , se nd o e l a o so m at ó r io d a condução no nodo AV, pelo que o prolongamento do
contração dos dois. intervalo PR se deve, na maioria dos casos, bloqueios no
➢ A onda P é geralmente arredondada e nodo AV.
achada.
➢ Duração : a duração normal da onda P é
menor que 120 ms (ou 3 quadrados
pequenos).--> 3mm
➢ Amplitude : a altura ou amplitude da
onda P é ≤ 3mm
➢ A medição da onda deve ser feita a
onde ela é maior, mais ampla → ➢
geralmente DII ou V1
➢ Algumas condições clínicas podem
alterar a largura ou amplitude da onda P . I n t e r v al o QR S
O co mp le xo QRS do ECG rep rese nt a a
No caso de aumento da massa
do átrio direito pode resultar no activação ou despo lariz ação dos
aumento da amplitude. vent rículos. Corre spo nde a fase 0 do
No aumento do átrio esquerdo, pote ncial de acção de cada cé lula
pode resultar em alargamento mioc árdi ca individualme nte.
da onda
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A de spolarização do s ve ntrículo s
tradicionalmente se considera < 120 ms a duração normal
do QRS.
O c o m p l e xo Q R S é f o r m a d o p o r v á r i a s o n d a s
po sit ivas e neg ati vas repre se nt ad as por QRS. Po nto J →
➢ O nd a Q: é a pri meira o nd a neg ativa do ➢ É o que ta de slocado pra cima no
c o m p l e xo . S e s ó e xi s t e u m a o n d a n e g a t i v a supra de sni velame nto e p /bai xo no
( se m onda R), se de scre ve co mo comp le xo i nfra de sni ve lame nto
QS;
➢ O po nto J marca o fi nal do comp le xo
➢ Onda R: é a pri meira o nd a positiva do QRS e o início do seg me nto ST.
c o m p l e xo Q R S . S e n ã o e xi s t e o n d a n e g a t i v a Co rre sponde a fase 1 do pote ncial de
( s e m Q n e m S ) , o c o m p l e xo é d e s c r i t o c o m ação, e m que ocorre saída rápida de
o nda R; pot ássio da célula.
➢ Onda S: é a primeira o nda neg ativa ap ós a ➢ Inicio do intervalo QT
o nda R;
I n t e r v al o QT
➢ Se existe uma o nd a posit iva ap ós a ond a S, ➢ É medido de sde o início do comple xo QRS
será de scrit a co mo o nd a R’; até ao fi nal da o nd a T.
➢ As o ndas alt as são repre sent adas co m letra ➢ Este intervalo corre sponde às fases 0, 1, 2 e
maiú scula e ondas me nore s por letras 3 do potencial de ação. Na pre sença da o nda
minú sculas. U, e sta não deve ser incluída na medi ção.
Só o nd a neg ati va que geralme nte é ➢ O intervalo QT é afet ado pe la fre quê ncia
i n f a r t o d o m i o c á r d i o e xc e t o a V R ( q s ) cardíaca.
q RR’SS’ → Geralme nte bloque io de É mais lo ngo quando a frequê ncia é
ramo baixa
R que não cre sce nas p recordiais é Mais curto quando a frequência é alt a.
uma zona elet ric ame nte i nat iva, po de Por isso o intervalo QT deve se r
ser um infarto → d uas de rivaçõe s corrigido pe la fre quê ncia cardíaca
inativas co nsidera parte inativa
e letric ame nte – i sque mia.
Note que de acordo co m a derivação preco rdial
ocorre uma difere nça de o nda que é no rmal e
que de ve aco ntece.
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Frequê ncia cardíaca
Fc = 1 500/ nú mero q uadrad i nhos
Q T c → I N TE R V A L O C O R R I G I D O
S e g me nt o S T
Ent re as duas o ndas R -R te nho 20
➢ Não é me nsurável em duração, apenas
quadradinhos
p a r a c i m a o u p a r a b a i xo
FC=1 500/20
➢ Alteração acima de 1, 5 mm e m 2 o u mais
FC= 75 bpm
derivaçõe s co ntíg uas (derivações que
co ntinuam vi v2) deve m ser valoriz adas
O supra de snive lamento Ei xo elét rico
P ara de finir o ei xo elétrico do
➢ Infarto do miocárdio
coração, de senhe a ro sa do s ve nto s
➢ Pericardite
e o lha se a onda e st á po sitiva o u
➢ Bradic ardi a por vagoto mi a
negat iva p ara identificar a o nda e stá o vetor
e e m qual deri vação est á o ei xo elétri co –
O i nfra de snive lame nto
i nterp retar as de rivações peri féric as
➢ I sq ue mi a miocárdic a aVF → difásico o ei xo gera lmente é
➢ Taquicardia perpe ndicular a e le
Geralme nte o e i xo está localiz ado no
quadrando infe rior direito
ONDA T
O bedece a me sma po larid ade d a maior
de fle xão do e letrocardiog rama
T r a ça d o s e l e t ro c a rd io g ra m a
Te m 2 fase s → te m q ue ser assi métric a. Atividade elét rica se m p ulso
➢ -Asce nde nte lento ➢ O traçado do ECG existe mas não
➢ - De scendente ráp ido te m p ulso
➢ Tod a o nd a T si métric a é pato lógic a A s s is t o l i a
➢ O nd a T assi métric a não q uer dizer
livre de doe nça
Se mpre po siti va e m DII Chec ar c abo s, g anho, de rivaçõe s
Linha isoelét rica
Se mpre neg ativa e m aVR
P arada cardíaca
Po laridade variáve l e m DIII, aVL e aVF
Po sitiva ou iso difásicas e m DI → FASE
B AV T
po siti va e neg ati va te m o mesmo t amanho
Blo queio Atrio ve ntricular total ou de
ri tmo terceiro grau
Sinusal → P -QRS-T Não te m p -qrs-t
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P arece q ue tem doi s coraçõe s batendo, estímulos atriais não chegarem aos
ri tmo atrial e vent ric ular desco mp assado ventrículos.
Faz as set inhas pra c i ma e p ara baixa e
acontece um alargamento progressivo do
observa se não ho uve r me sma
intervalo PR seguido de uma supressão de um
frequência ent re elas sig nifica que o
bati me nto e stá desco mp assado. complexo QRS (fenômeno de Wenckebach).
Indicação de marcap asso Sendo assim, conseguimos ver um
“prenúncio” de que o bloqueio vai
acontecer, mas há obrigatoriamente
presença de complexo QRS no próximo
ciclo.
B i g e m i n i sm o
É q uando você tem um bati me nto no rmal
seguido por uma extrassístole
Pode re sult ar na re sult ar na diminuição da
pre ssão pro redução do débito cardíaco
B l o q u e io AV 2 g r a u Mo b it z W e nc k e b a c h II
Ve m regular, p arece sinusal – ai peg a e
bloqueia
Não é reg ular, t a faltando ;
o intervalo PR está aumentado, porém de
modo fixo. Ou seja, em todos os ciclos ele
vai se apresentar com o mesmo tamanho,
associado à supressão de um complexo
QRS (bloqueio). O complexo QRS poderá
estar alargado (maior que 120 ms).
B r ad i c a r d i a
Riti mo mais le nti fic ado -bai xa fre que ncia
c ard íac a, abai xo de 50
B l o q u e io AV 2 g r a u Mo b it z W e nc k e b a c h I Pode ser sinusal
O p vai se dist anciando do qrs até ter um
bati me nto atri al no cond uzi do → até o
mo mento que não te m qrs
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F i b r il a çã o ve n t r ic ul a r
Est a e m p arada – não te m co ntração
vent ricular e fetiva.
E x t ra s sí st o l e s u p ra - v e nt r ic ul a r
Ve m de ci ma do ve ntríc ulo – logo te m
que ser de se ncadeada por uma o nda
p arecida com a P
O lha o nde q uebra o riti mo
Enquanto t a fibrilando tem que da choque
F l ut t e r at r i al
Serrialhdo de linha de base org aniz ado
E x t ra s sí st o l e v e nt r ic ul a r O qrs regular
Quant as serrilhado s são nece ssário s p ara
causar uma co ntração vent ricular
N ã o t e m Te m a o n d a T c o m o d e s e n c a d e a n t e
P a u s a a t r i al
F i b r il a çã o a t r i al
Serrilhado de linha de base
Não te m co mo fazer a freq uê nci a pelo
eletro
Fibrilação pode se r co m bradicardia o u
co m t aquicardia; Nó sinusal e squece de bater
É benigna se fo r po ucas durante o e letro
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T aq u ic a rd i a v e nt r ic ul a r mo n o mó r f ic a
R i t im o s i n us al no r m al
Quando co nseguimo s i dent ific ar um qrs
ALARGADO co m t aquicardia, mas te m a
me sma forma
Me sma morfo logi a na me sma deri vação
Pode ser co m p ulso ou co m p ulso
T aq u ic a rd i a s i n u s al
T aq u ic a rd i a v e nt r ic ul a r p o l i mo r f ic a
É quando o bati me nto do coração est a
acima de 1 00, est resse Te m uma org aniz ação -aume nt a e
diminui
T aq u ic a rd i a s u p ra ve n t r ic ul a r
QRS e streito e geralmente não consegue
ide ntificar o nda T
São be m reg ulare s
W o l f – P a rk i ns o n w h it e
@Krennayara – MED UFMT
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