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Instruções e Questões para Concurso de Construção Civil

I - A corrosão da armadura e o desprendimento do concreto expõem a estrutura interna do prédio, colocando sua segurança em risco. II - As infiltrações podem enfraquecer o concreto e precisam ser corrigidas para evitar danos maiores. III - O profissional precisa analisar documentos de projeto e vistorias anteriores para diagnosticar corretamente as condições estruturais do edifício.

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Lauri Lenz
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Instruções e Questões para Concurso de Construção Civil

I - A corrosão da armadura e o desprendimento do concreto expõem a estrutura interna do prédio, colocando sua segurança em risco. II - As infiltrações podem enfraquecer o concreto e precisam ser corrigidas para evitar danos maiores. III - O profissional precisa analisar documentos de projeto e vistorias anteriores para diagnosticar corretamente as condições estruturais do edifício.

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Leia estas instruções :

C on fi ra s e os dad os con ti dos n a p arte i n fe rio r des ta ca pa es tão corre tos e , em segu ida , assine no
1
esp aço reserva do p ara isso .

Es te Cad erno con tém vinte e se te qu estões , se ndo 2 5 de múl ti pla escol ha e 2 discurs i vas , assim
2
d istri bu íd as: Discursi vas , C onh e cimen tos Espe cífi cos → 01 a 20 e Edu ca ção Pro fissio nal → 21 a 25 .
Se o C ade rn o co n ti ve r al guma impe rfe ição g rá fi ca que imp eça a le i tu ra , comuni qu e isso
3
ime dia tamen te ao Fis cal .

4 C ada ques tã o de mú l tip la esco lha , ap resen ta ap enas uma resp osta corre ta .

Os rascu nhos e as ma rca ções fe i tas nes te Cad erno n ão se rão co nside ra dos pa ra e fei to de
5
a va lia çã o .

In terpre ta r as qu estões fa z pa rte da a va lia çã o ; po rta n to , não adi an ta ped ir escl arecimen tos aos
6
Fis cais .

7 U tili ze qua lqu er espa ço em bran co d este Ca de rno pa ra rascunh os e nã o des ta qu e ne nhuma folh a .

Vo cê d ispõe de , no má ximo , q ua tro h oras pa ra resp ond er às ques tõ es de múl tipl a es col ha e
8
p re en che r as Fo lhas d e Res pos tas .
Use e xclusi vame n te cane ta esferog rá fi ca , con fe ccion ada em ma te ria l tra nspa ren te , de tin ta pre ta o u
9 a zu l .

10 O p re en chime n to d as Folh as de Respos tas é de sua in te ira responsa bil ida de .

R e ti ran do -se a ntes de dec or rer em dua s hora s do iníc io da pr ova , de vo l va , também , es te
11
C ade rn o ; caso con trá rio , po de rá l e vá-lo .

12 An tes d e re ti ra r-se definitivame nte da sa la , d e vol va a o Fiscal a Folh a de Respos tas .

As si nat ura do Can did ato :___________________________________________________


Q u e stõe s D i sc u r si v a s

Questã o 1

Um profis sional da área de c onst ruç ão foi s olic it ado para faz er vis t oria de um edifíc io res idenc ial.
P ara iss o, ele t erá de dar parec er quant o a pos s íveis problemas c ons t rut ivos ou de mau us o
ident ific ados pela administ raç ão do edifício. O prédio é em c onc ret o, c om s ubs olo, paviment o
t érreo e 18 andares , c ons t ruído em meados da déc ada pass ada, em ambient e urbano de
at mos fera moderadament e agress iva. O s ubs olo é mais amplo do que o paviment o t érreo, s endo
des t inado à garagem. Feit a a vist oria, foram ident ific adas:
I - armaduras ex pos t as c om c orros ão e des prendiment o de c obriment o de armaduras em pilares
e vigas de s ust ent aç ão do t et o do s ubs olo.
II - infilt raç ões no t et o do s ubs olo em regiões não c obert as pelo paviment o t érreo e em junt as de
dilat aç ão des s e paviment o, c om iníc io de c arbonat aç ão e lix iviaç ão do c onc ret o;

Com bas e ness as informaç ões , res ponda ao que foi propost o abaix o.

a) E x plicit e d oi s dos agent es mais c omuns que provoc am as pat ologias apont adas no it em I
e d uas medidas prevent ivas que poderiam t er s ido t omadas quando da c onst ruç ão do
prédio.

b) P ara a ident ific aç ão mais ac urada das c ondiç ões da est rut ura do c onc ret o, list e, em
referênc ia ao edifício em quest ão, os doc ument os aos quais voc ê precis a t er ac ess o.

c) E x plicit e duas das c aus as mais c omuns das infilt raç ões relat adas no it em II, indic ando o
res pect ivo proc ediment o c orret ivo.

Questã o 2

E m ens aio ex periment al em c orpo -de-prova c ilíndric o de c onc ret o de 10 cm de diâmet ro e 20 c m


de alt ura, após período de c ura de 28 dias em c âmara úmida, obt eve -s e os s eguint es valores :
. mass a do c orpo-de-prova s at urado = 2770 g
. mass a do c orpo-de-prova s ec o em es t ufa = 2475 g
. mass a do c orpo-de-prova s at urado, imers o em água = 1220 g

Cons iderando-s e ess es dados e c om bas e n a NB R 9778 (det erminaç ão da abs orç ão de á gua por
imers ão – índic e de vaz ios e mas s a es pec ífic a), det ermin e:

a) a abs orç ão de água por imers ão.


b) o índic e de vaz ios.
c ) a mass a es pec ífic a da amos t ra s ec a .
d) a mass a es pec ífic a da amos t ra s at urada .
e) a mass a es pec ífic a real .

IFRN – Conc urso Públic o 2010 – Cons tr ução Civ il 1


2 IFRN – Concurs o Público 20 10 - Cons tr ução Civ il
Q u e stõe s d e M úl ti p la E sco l ha

CON ST R UÇÃO CI VIL

01. A plant a t opográfic a da área onde s erá c ons t ruído um c onjunt o res idenc ial apres ent a c urvas
de ní vel fec hadas , c om as c ot as c resc ent es de dent ro para fora. Iss o s ignif ic a que ness e
loc al exist e
A) um plano inc linado.
B) uma elevaç ão.
C) uma depress ão.
D) um t alude.

02. Na elaboraç ão de um orç ament o para a c ons t ruç ão de um galpão indus t rial em c onc ret o
armado, foram previs t os os c ust os de mat erial, R$ 15, 00/ m², e da mão-de-obra, R$ 12, 00/ m².
Cons iderando que as leis s oc iais e o ris c o do t rabalho repres ent am 125% e que o B DI é d e
25% , o c ust o t ot al, por met ro quadrado, des s e s erviç o, s erá
A) R$ 58, 50.
B) R$ 52, 50.
C) R$ 42, 00.
D) R$ 45, 75.

03. Com relaç ão à ex ec uç ão de at erros c ompac t ados é indis pens ável obs ervar:

I o c ont role da es pess ura das c amadas lanç adas, da umidade de lanç ament o e da
dens idade obt ida após a c ompact aç ão, ainda que a areia argilos a ut iliz ada no at erro
s eja c onhecida de obras s emelhant es .
II a realiz aç ão de ens aios de c ompac t aç ão, para obt enç ão da umidade ótima, pode s er
dis pens ada s e ex is tir água em abundância junt o à obra.
III a realiz aç ão de t rec ho ex periment al c om várias det erminaç ões de dens idade “ in sit u”,
para a c orret a obt enç ão do número de pass adas do rolo c ompact ador para mat erial
ut iliz ado na obra em ex ec uç ão .
IV para reduç ão do t empo de realiz aç ão da obra , na ex ec uç ão do at erro, e mantidas as
demais variá veis , é rec omendável aument ar a veloc idade do rolo c ompact ador .

S ão verdadeiras apenas as afirmat ivas :


A) I e III. C) I , II e III.
B) I e II. D) II , III e IV.

04. Considere as s eguint es afirmaç ões s obre o projet o de sist emas prediais de es got os
s anit ários:

I O int erior das t ubulaç ões prediais de es got os s anit ários , embut idas ou não, deve s er
ac ess ível por int ermédio de dis pos itivos de ins peç ão. A dist ância máx ima ent re dois
dis positivos de ins peç ão é 30 m.
II O diâmet ro nominal mínimo dos c olet ores prediais de es got o s anit ário é DN 75 mm.
III O c ompriment o máx imo dos t re c hos dos ramais de desc arga e de es got o de bac ias
s anit árias medidos at é os dis pos it ivos de ins peç ão é 10 m .
IV A profundidade máx ima das c aix as de ins peç ão de es got os s anit ários é 1 m .

S ão verdadeiras apenas as afirmat ivas :

A) I, II e III. C) III e IV .
B) I e II. D) II, III e IV .

IFRN – Conc urso Públic o 2010 – Cons tr ução Civ il 3


05. A s fas es de um levant ament o t opográfic o s ão :

A) definiç ão do mét odo, anális e dos dados , c roquis, c álc ulos e c onfec ç ão da plant a
t opográfic a.
B) det alhes, rec onheciment o, ex ec uç ão dos c álc ulos, levant ament o propriamen t e dit o e
c onfec ç ão do mapa c art ográfic o.
C) c roquis , levant ament o, anális e dos dados obtidos e c onfecç ão do mapa c art ográfic o .
D) rec onhec iment o, esc olha do mét odo e do proc es s o de levant ament o, levant ament o
propriament e dit o, anális e dos dados obtidos, e x ec uç ão dos c álc ulos e c onfecç ão da
plant a t opográfic a.

06. S abe-s e que a loc aç ão de obra é a oper aç ão inve rs a do le vant ament o, t ambém c hamada de
mediç ão. B as ic ament e, a loc aç ão pode s er realiz ada us ando -s e os dois sist emas de
c oordenadas univers ais : as c oordenadas ret angulares (c art es ianas ) e as c oordenadas
polares (direç ão e dis t ânc ia). Como regra geral , para loc ar alinhament os e pont os t em-s e:

A) as c oordenadas ret angulares para ambos.


B) as c oordenadas polares para alinhament os e, para loc ar pont os, as c oordenadas
ret angulares .
C) as c oordenadas polares para ambos .
D) as c oordenadas ret angulares para alinhament os e, para loc ar pont os, as c oordenadas
polares .

07. S abe-s e que o s olo é, generic ament e, um s is t ema t rifás ic o (s ólidos , água e ar), e, por is s o, o
es paç o oc upado por c ert a quant idade de s olo depende dos vaz ios em s eu int erior. S abe-s e,
t ambém , que o c oefic ient e de empolament o refere -s e à variaç ão volumét ric a do s olo de c ort e
para o at erro. E m proc ess os de t errapl enagem a t ax a de empolament o (empolaç ão) é

A) a va riaç ão volumét ric a ent re o s olo t rans port ado e o nive lado no c ampo para rec eber a
c ompact aç ão.
B) o perc ent ual ent re os volumes de c ort e e at erro ant es da c ompac t aç ão .
C) o perc ent ual ent re os volumes de c ort e e at erro, depois de c ompac t ado.
D) o perc ent ual ent re a mas s a de s olo ret irada da área de emprést imo e a t rans port ada para
a área de at erro.

08. Uma amos t ra de s olo úmido pes ando 2. 350 g foi levada para a es t ufa e mant ida por 24h a
uma t emperat ura de 105ºC. Quando retirada da es t ufa, a amost ra s aiu pes ando 2. 110 g.
S abendo-s e que os volumes das part es s ólida, líquida e vaz ia (ar), mediam,
3 3 3
res pect ivament e, 750 c m ; 350c m e 60c m . É c orret o afirmar que o t eor de umidade, a
poros idade e a mas s a es pec ífic a real do s olo s ec o s ão, res pect ivament e,
3
A) 15, 6%; 31, 0%; 2, 81g/c m .
3
B) 11, 4%; 31, 0%; 1, 67g/c m .
3
C) 15, 6%; 35, 3%; 1, 67g/c m .
3
D) 11, 4%; 35, 3%; 2, 81g/c m .

09. O orç ament o analít ic o é efet uado a partir de c omposiç ões de c ust os e de uma c uidados a
pes quis a de preç os dos ins umos . Esc olha a opç ão c orres pondent e a es s e tipo de orç ament o .

A) Nec ess it a de c onhec iment o c omplet o da produç ão da obra .


B) Não c ons idera c omposiç ões de c ust o .
C) A obra é dividida em s erviç os .
D) Os c us t os s ão obt idos a partir do planejament o da produç ão .

4 IFRN – Concurs o Público 20 10 - Cons tr ução Civ il


10. S obre ins t alaç ão predial de es got o s anit ário, é c orret o afirmar que

A) a funç ão do c olet or predial é a de desc onect ar o ramal de desc arga do es got o primário por
meio da c aix a s ifonada, a qual é prot egida da variaç ão da press ão int erna da t ubulaç ão
por meio do s ubc olet or.
B) a funç ão da c aix a s ifonada é a de desc onect ar o es got o s ec undário do es got o primário por
meio do fec ho hídric o, o qual é prot egido da variaç ão da press ão int erna da t ubulaç ão por
meio da t ubulaç ão de vent ilaç ão.
C) a funç ão do fec ho hídric o é a de des c onec t ar a rede c olet ora do es got o predial por meio
da c oluna de vent ilaç ão, a qual é prot egida da variaç ão da press ão int erna por meio do
s ubc olet or.
D) a funç ão da c oluna de vent ilaç ão é a de desc onect ar o es got o primário do ramal de
des c arga por meio do fec ho hídric o, o qual é prot egido da variaç ão da pres s ão int erna da
t ubulaç ão por meio do dis pos it ivo de ins peç ão .

11. No dimens ionament o dos c ondut os em projet o hidráulic o -s anit ário de est aç ões elevat órias de
es got o s anit ário, s egundo a NB R 1 2208 (1992), rec omenda-s e, c omo limit e de veloc idade,

A) na s ucç ão: 0, 60 – v – 1, 50 m/s e no rec alque: 0, 60 – v – 3, 00 m/s .


B) na desc arga: 0, 50 – v – 2, 50 m/s e na s ucç ão: 0, 60 – v – 3, 00 m/s.
C) no rec alque: 0, 40 – v – 2, 00 m/ s e na desc arga: 0, 50 – v – 3, 50 m/s .
D) na vaz ão: 0, 70 – v – 1, 60 m/s e na s uc ç ão: 0, 50 – v – 1, 50 m/ s.

12. S ão proc ess os de t rat ament os us ados em est aç ões de t rat ament o de es got o s anit ário (E TE ) :

A) a s eparaç ão de s ólidos por meio físic o e a diss olviç ão do lodo.


B) a c ent rifugaç ão do lodo e a filt raç ão biológic a.
C) a densific aç ão do lodo e o adens ament o primário.
D) a filt raç ão biológic a e os lodos ativados .

13. Considere as afirmat ivas abaix o, referent es a argamas s as c olant es indust rializ adas .

I A rgamass a c olant e indust ria liz ada A C-I apres ent a c arac t erís tic as de resist ênc ia às
s olic it aç ões mec ânic as e t ermoigromét ric a t ípic as de reves t iment o exc lus ivament e
ex t erno, c om exc eç ão daqueles aplic ados em s aunas , c hurras queiras, es t ufas e
out ros reves t iment os es pec iais .
II A rgamass a c olant e indust rializ ada A C-II apres ent a c aract erís tic as de ades ividade
que permit em abs orver os es forç os exist ent es em reves t iment os de pis os e paredes
ex t ernos s ujeit os a ciclos de variaç ão t ermoigromét ric a e à aç ão do vent o .
III A rgamass a c olant e indust rializ ada A C-III apres ent a c arac t eríst ic as de aderência
s uperior em relaç ão às argamas s as dos tipos A C -I e A C-II.

A ss inale a opç ão em que t odas as afirmat ivas es t ão c orret as.

A) I, II e III.
B) I e II.
C) I e III.
D) II e III.

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14. De ac ordo c om a NB R 12209 (1992), a “r elaç ão ent re a vaz ão a fluent e a uma unidade de
t rat ament o e a área horiz ont al s obre a qual é dist ribuída” refere -s e à:

A) t ax a de ut iliz aç ão de s ubst rat o.


B) t ax a de aplic aç ão de s ólidos .
C) t ax a de esc oament o s uperfic ial.
D) taxa de aplic aç ão hidráulic a.

15. Com relaç ão ao mec anis mo de hidrat aç ão do c iment o, analis e as s eguint es afirmat ivas :

I os s ilic at os , que c ompõem c erc a de 75% do c iment o P ortland c omum, t êm um papel


dominant e na det erminaç ão das c arac t eríst ic as de endurec ime nt o.
II c omo o c iment o P ortland é c ompost o de uma mist ura het erogênea de vários
c ompost os, o proc ess o de hidrat aç ão c onsist e em reaç ões simult âneas dos
c ompost os anidros c om água .
III os s ilic at os s ão c onhec idos por s e hidrat arem a uma veloc idade muit o m ais rápida
que os aluminat os.
IV as c arac t eríst ic as de enrijec iment o e pega de uma pas t a de c iment o P ort land s ão
amplament e det erminadas por reaç ões de hidrat aç ão envolven do os s ilic at os .

A ss inale a opç ão em que t odas as afirmat ivas es t ão c orret as.


A) II, III e IV . C) I, II e IV .
B) I, II e III. D) I, II, III e IV .

16. O c onc ret o aut oadens ável é definido c omo aquele c apaz de fluir no int erior da forma e
preenc hê-la de forma nat ural apenas s ob aç ão do pes o próprio. Os ens aios us ualment e
empregados para c aract eriz aç ão reológic a do c onc ret o aut oadens ável s ão :
A) c aix a U, funil V e densific aç ão da past a .
B) s lump-t est, iníc io e fim de pega e c aix a U.
C) c aix a L, t ens ão de cis alhament o e dis pers ão de part íc ulas .
D) s lump-f low, funil V e c aix a L.

17. Considere a figura abaix o.


5 kN

5 kN 3 kN
F
2m

D
E
2m

2 kN B
C
4m

A
4m 2m

S abendo-s e que es s a ilust raç ão t rat a de est rut ura is ost átic a em equilíbrio , c uja inércia é
c onst ant e e c om s eç ão t rans vers al de 2 cm², o tipo e o valor da t ens ão normal no t rec ho CD,
s ão, res pec tivament e,

A) c ompress ão e 8 k N/ c m². C) t raç ão e 13 k N/ cm².


B) t raç ão e 8 k N/c m². D) c ompress ão e 4 k N/ c m².

6 IFRN – Concurs o Público 20 10 - Cons tr ução Civ il


18. Uma barra de met al c om 4, 0 m de c ompriment o e 30 c m² de área da s eç ão t rans vers al,
módulo de elas t ic idade de 220 GP a, s ubmet ida a c arga axial de t raç ão de 50 k N, apres en t a
deformaç ão t ot al (alongament o) de aproximadament e

A) 0, 35 c m.
B) 0, 15 mm .
C) 0, 30 mm.
D) 0, 45 c m.

19. E m relaç ão ao proc es s o de endurec iment o do c iment o, a variaç ão de volume impos t a por
alt eraç ões de umidade e por reaç ões químic as e físic as é devi do ao fenômeno de

A) s egregaç ão.
B) ret raç ão.
C) ex s udaç ão.
D) dens ific aç ão.

20. Com relaç ão à argamas s a, é c orret o afirmar que


A) o t empo de mat uraç ão c orres ponde ao int ervalo de t empo ent re o iníc io da preparaç ão da
argamas s a fres c a e o iníc io da aplic aç ão, ex pres s o em minut os.

B) a c apac idade de ret enç ão de água, em porc ent agem, em argamas s a normal, deve
c ompreender os limit es ≥ 80 e ≤ 90 .

C) na det erminaç ão de abs orç ão de água por c apilaridade para peç as endurec idas, a
amos t ra deve s er c ons t it uída d e no mínimo, c inc o c orpos -de-prova, obt idos de
t est emunhos ext raídos, devendo apres ent ar, c ada um deles, no mínimo, 350 c m³ .

D) o índic e de c ons is t ênc ia de uma pas t a de c al hidrat ada para argamas s as é o valor
ex press o em milímet ros e s erá c ons iderada “c ons ist ênc ia normal da past a” quando for
igual a 50 ± 5 mm .

IFRN – Conc urso Públic o 2010 – Cons tr ução Civ il 7


EDUCA ÇÃ O PR OFI SSI ON AL

21. A Rede Federal de E duc aç ão P rofiss ional, Cient ífic a e Tec nológic a, inst it uída pela Lei nº
11. 892/ 2008, é formada por um c onjunt o de ins t it uiç õe s de nat urez a jurídic a de aut arquia,
det ent oras de aut onomia adminis t rat iva, pat rimonial, financ eira, didát ic o -pedagógic a e
disc iplinar. A ess e res peit o, analis e as afirmativas abaix o.

I A educ aç ão profissional, previst a pelo art. 39 da Lei 9. 394/ 1996 e r egida pelas diret riz es
definidas pelo Cons elho Nacional de E duc aç ão, é desenvolvida por meio de c urs os e
programas de formaç ão c ontinuada de t rabalhadores , de educ aç ão profis sional t éc nic a de
nível médio e de educ aç ão profiss ional t ecnológica de graduaç ão e de pós -graduaç ão.
II A ofert a de c urs os e programas para a educ aç ão profis sional obs erva duas premis s as
bás ic as: a es t rut uraç ão em eix os merc adológic os, c ons iderando os divers os s et ores da
ec onomia loc al e regional, e a art ic ulaç ão c om as áreas profis si onais, em funç ão da
empregabilidade e do empreendedoris mo.
III Os Ins tit ut os Federais s ão ins tit uiç ões de educ aç ão s uperior, bás ic a e profiss ional,
pluric urric ulares e mult ic ampi, es pecializ ados na ofert a de educ aç ão profissional e
t ec nológic a nas diferent es modalidades de ens ino, c om bas e na c onjugaç ão de
c onhec iment os t éc nic os e t ec nológic os c om as s uas prátic as pedagógic as .
IV Uma das finalidades dos Ins t it ut os Federais é qualific ar -s e c omo c ent ro d e re fer ênc ia
no apoio à of ert a do ens ino de c iênc ias n as ins t it uiç ões públic as de ens ino,
oferec en do c apac it aç ão t éc nic a e at ualiz aç ão pedagógic a aos doc ent es das redes
públic as de ensino.
V E m s e t rat ando da art ic ulaç ão dos c urs os t éc nic os de ní vel médio e o ens ino médio,
es t ão previs t as , legalment e, as s eg uint es formas de ofert as es pec ífic as para o
des envol viment o des s a art ic ulaç ão: divers ific ada, int egrada, c onc omit ant e, unific ada e
s ubs equent e.

A ss inale a opç ão em que t odas as afirmat ivas es t ão c orret as.

A) III, IV e V. B) I, II e IV . C) II, III e V. D) I, III e IV.

22. A legis laç ão educ ac ional que es t abelec e as orient aç ões c urric ulares para a educ aç ão
profis s ional permit iu, ent re out ras medidas, a c riaç ão do P rograma de Int egraç ão da E duc aç ão
P rofiss ional ao E ns ino Médio na modalidade E duc aç ão de Jovens e A dult os – P ROE JA , c omo
uma polít ic a de inc lus ão.
Cons iderando as diret riz es nac ionais vigent es, julgue, s e fals os (c om F) ou verdadeiros (c om
V), os fundament os polític o -pedagógic os apres ent ados abaix o, nort eadores da organiz aç ão
c urric ular para o c umpriment o des s a polític a.

( ) A int egraç ão c urric ular, vis ando a qualific aç ão s oc ial e profiss ional artic ulada à
elevaç ão da es c olaridade, c onst ruída a part ir de um proc es s o democ rátic o e
part icipativo de disc uss ão c olet iva.
( ) A es c ola formadora de s ujeit os, art ic ulada a um projet o c oletivo de emanc ipaç ão
humana.
( ) A valoriz aç ão de proc ediment os t éc nic os, vis ando a formaç ão para o merc ado de
t rabalho.
( ) A c ompreens ão e a c ons ideraç ão dos t empos e dos es paç os de formaç ão dos
s ujeit os da aprendiz agem.
( ) A es c ola vinc ulada à realidade dos s ujeit os.
( ) A ges t ão democ rát ic a, em c ooperaç ão c om os projet os de governo.
( ) O t rabalho c omo princ ípio educ ativo.

A ss inale a opç ão em que a s equênc ia est á c orret a.

A) V, V, F, V, V, F e V. C) F, V, V, F, F, V e V.
B) F, V, F, V, V, F e V. . D) V, F, V, V, V, V e F.

8 IFRN – Concurs o Público 20 10 - Cons tr ução Civ il


23. A educ aç ão profiss ional t em uma dimens ão s ocial int ríns ec a que ext rapola a s imples
preparaç ão para uma oc upaç ão es pec ífic a no mundo do t rabalho. Nes s e s entido, t orna -s e
impresc indível a implement aç ão do c urríc ulo int egrado. Est e último t raduz -s e,
fundament alment e, num proc es s o de

A) art ic ulaç ão e c ont ex t ualiz aç ão das prát ic as educ at ivas c om as ex periênc ias dos doc ent es,
orient ado por uma pos t ura pluridisc iplinar relevant e para a c ons t ruç ão do c onhec iment o .
B) s ocializ aç ão e difus ão de c onhec iment os c ient ífic os nec ess ários à formaç ão propedêut ic a,
c om bas e em c onc eit os e habilidades c onst ruídos por meio de at ividades ac adêmic as .
C) art ic ulaç ão e diálogo c onst ant e c om a realidade, em obs ervânc ia às c arac t eríst ic as do
c onhec iment o (c ient ífic as, his t óric as , ec onômic as e s ocioc ult urais ), dos s ujeit os e do
meio em que o proc es s o s e des envol ve.
D) uniformiz aç ão das prát ic as pedagógic as , definida nos c rit érios de s eleç ão e or ganiz aç ão
de c ont eúdos e de proc ediment os avaliat ivos , a fim de as s egurar o s uc es s o nos
res ult ados da aprendiz agem.

24. A aprendiz agem é ex plic ada por diferent es t eorias c ognitivas , t endo c omo referênc ia os
pres s upost os da P sic ologia E volut iva e da P sic ol ogia da A prendiz agem. A part ir dess e
referenc ial, relac ione c ada abordagem t eóric a apres ent ada na primeira c oluna ao s eu
res pect ivo proc es s o de des envolviment o da aprendiz agem humana ex plic it ado na s egunda
c oluna.
1 - B ehavioris mo a( )O des envolviment o c ognitivo é pos sibilit ado pela
int eraç ão do s ujeit o c om o out ro e c om o grupo
s ocial, t endo c omo fat or princ ipal a linguagem,
num proc es s o de amadureciment o das funç ões
ment ais s uperiores.
2 - S óc io-hist óric a b( )O proc ess o de aprendiz agem humana oc orre por
meio do desenvol viment o de es trut uras c ognitivas,
que s e modificam por meio da adaptaç ão,
envolvendo a ass imilaç ão e a ac omodaç ão, mediada
pela equilibraç ão dos es quemas cognit ivos.
3 - Int eligências c( )A aprendiz agem ac ont ec e pelo c ondic ionament o do
múltiplas c omport ament o, por meio do proc ess o de
es t ímulo-res post a, dependendo das variá veis que
s e originam no ambient e.
4 - E pist emologia d ( )P ara que oc orra o des envolviment o da
genét ic a aprendiz agem humana, é prec is o ident ific ar as
c apac idades c ognitivas mais evident es do
indivíduo, c om o objet ivo de ex plorá -las e
des envol vê-las .

A ss inale a alt ernat iva c uja relaç ão da primeira c oluna c om a s egunda est á c orret a.

A) 1a; 2b; 3c; 4d. C) 1b; 2c; 3a; 4d.


B) 1c ; 2a; 3d; 4b. D) 1d; 2b; 3c; 4a.

25. O educ ador precis a ut iliz ar divers as es t rat égias didát ic o -pedagógic as que favoreç am o
des envol viment o da aprendiz agem. Uma delas é es timular, no aluno, a met ac ogniç ão, um
proc ess o que diz res peit o ao des envol viment o da c apacidade de

A) aprender a aprender, por meio da aut orregulaç ão, da t omada de c ons c iênc ia e do c ont role
da própria aprendiz agem, c onhec endo os erros e os s uc es s os .
B) repres ent aç ão da realidade, c omo s uport e para aprender s emelh anç as e diferenç as ent re
vá rios modelos c ognit vos , poss ibilit ando ex por, c ont ras t ar, c ons t ruir e redesc rever os
próprios modelos e os dos out ros.
C) as similaç ão dos c ont eúdos, por meio da anális e de s it uaç ões problemas , c onsiderando o
mét odo dialétic o do pens ament o.
D) aprender c ont eúdos c onc eit uais, proc ediment ais e at it udinais, motivada po r c ent ros de
int eress es , em que a aquis iç ão do c onheciment o s e dá para além da c ooperaç ão, da t roc a
e do diálogo.

IFRN – Conc urso Públic o 2010 – Cons tr ução Civ il 9

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